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  • Bromélias

    Bromelias

    A família das Bromeliáceas abriga mais de 3000 espécies e milhares de híbridos. Com uma única exceção, todas são nativas das Américas, sendo que o abacaxi é a mais popular delas. Só no Brasil, existem mais de 1500 espécies.
    As bromélias não são parasitas como muitas pessoas pensam. Na natureza, aparecem como epífitas (simplesmente apoiando-se em outro vegetal para obter mais luz e mais ventilação), terrestres ou rupícolas (espécies que crescem sobre as pedras) e compõem uma das mais adaptáveis famílias de plantas do mundo, pois apresentam uma impressionante resistência para sobreviver e apresentar infinitas e curiosas variedades de formas e combinações de cores.
    As bromélias estão divididas em grupos chamados gêneros – que hoje são mais de 50. A maioria das espécies de um mesmo gênero tem características e exigências iguais. Gêneros diferentes requerem diferentes variações de luminosidade, rega e substrato. No cultivo, os gêneros mais comuns são: Read more »

    orquídea
    As flores e plantas que utilizamos para decorar as nossas casas não são apenas simples adornos. Os benefícios que fazem são indispensáveis e fundamentais para a nossa saúde, para influir no nosso estado de ânimo e, em geral, para manter uma qualidade de vida de uma forma simples e natural. As suas propriedades físicas e químicas trazem consigo muitas vantagens, como por exemplo a renovação da qualidade do ar. Através do processo que as plantas realizam, a filtração de ar chamada fotossíntese, o dióxido de carbono é absorvido e transformado em oxigénio que volta a lançar ao exterior, renovando assim a qualidade do ar. O ciclo habitual da fotossíntese normalmente acontece de manhã, pois aproveitam a luz solar. Mas existem outros grupos de plantas pertencentes a ambientes mais calorosos, que invertem a ordem e realizam a fotossíntese à noite.

    É o caso das orquídeas. Portanto, é aconselhável combinar ambas as classes de plantas para desfrutar do ciclo as 24 horas do dia. Uma planta também acrescenta humidade no ar. Isto é benéfico para ter a nossa garganta e pele, entre outras, bem hidratadas. As plantas absorvem gases nocivos, como alguns componentes do tabaco. Assim, podemos dizer que actuam contra a poluição já que, com a ajuda de algumas bactérias que encontram-se na raiz, transformam estes gases em nutrientes. Para os alérgicos a pó, as plantas podem ser muito benéficas pois reduzem a presença de pó no ar uns 20%. Pode parecer inacreditável, mas as plantas reduzem o ruído, especialmente em lugares fechados e com o solo duro.

    Como disse antes, as plantas têm efeitos psicológicos positivos sobre as pessoas e podem chegar a melhorar o ânimo e o bem-estar, assim como reduzir o stress.
    Em casos de doentes, está comprovado que a recuperação é mais rápida se existem flores e plantas no seu redor. E no caso das empresas, existem estudos que demonstram que trabalhar com plantas reduz o absentismo laboral e aumento a produtividade no trabalho.

    fonte

    guapuvuru (Small)

    Ocorrência – do sul da Bahia até o Rio Grande do Sul.

    Outros nomes – ficheira, tento, guapurubu, bacurubu, guapiruvu, garapivu, guarapuvu, pataqueira, pau de vintém, bacuruva, birosca, bandarra, faveira.

    Características – árvore decídua de 10 a 30 m de altura. Tronco sem ramificação, coroa de folhas no ápice, casca lisa, acinzentada, com cicatrizes da queda das folhas, sendo que quando jovem a casca é verde e lisa; o ápice dos ramos têm pêlos glândulosos (pegajosos). Emite ramificações e grande altura para formar a copa, o que lhe confere um porte majestoso. A copa densa, com galhos regulares, forma uma abóboda perfeita. Folhas alternas, compostas bipinadas, com até 1 m de comprimento; folíolos opostos, elípticos, com estípulas que caem com o tempo. Flores amarelas, pilosasm, em inflorescências densas. Fruto tipo legume, obovado, coriáce, pardo-escuro, de 10 a 15 cm de comprimento, com uma semente, forma elíptica, brilhante e muito dura, protegida por endocarpo papiráceo. Perde totalmente suas folhas no inverno e cobre-se de flores amarelas na primavera. Só após a florada é que inicia a brotação de novas folhas. Sementes ovaladas com 10 cm de comprimento, com invólucro alado, facil de se retirar, porém extremamente dura. Outra característica é ser uma árvore de duração conhecida. Sua morte ocorre após cerca de 40 a 50 anos. Antes disto, é muito comum a queda de galhos, porque sua madeira é muito fraca. A dispersão de seus frutos e sementes ocorre pelo vento e, principalmente, pela gravidade. Um kg de sementes contém aproximadamente 500 unidades.

    Habitat – formações florestais do complexo atlântico e nas florestas estacionais semideciduais, capoeiras e roçados, raramente ocorre em áreas sujeiras a inundações.

    Propagação – sementes

    Madeira – branco-amarelada, com tonalidade róseo-pálida, lisa, leve, macia e de baixa densidade e durabilidade.

    Utilidade – madeira usada para confecção de papeis, portas, compensados, embalagens leves, forros, palitos, canoas, brinquedos, etc. Indicada para plantios em áres degradadas devido ao seu rápido crescimento. A espécie é muito ornamental mas, pela quebra fácil da madeira, não é própria para arborização de parques e jardins com grande circulação de pessoas e veículos, nem próxima de benfeitorias. A copa produz uma sombra muito leve, o que permite o plantio da espécie em gramados ou próxima a canteiros sem prejudicar a insolação sobre as outras plantas. Indicada para plantios em áreas degradadas em razão do seu rápido crescimento e restauração de mata ciliar em locais livres de inundação. A casca do tronco tem propriedade terapêutica adstringente, sendo usada na medicina popular. Também pelo fato de possuir muito tanino, é bastante utilizado em curtumes. Suas flores fornecem pólen e néctar, com 29% de açúcar e mel fluído e perfumado. Seus galhos são preferidos para a nidificação do pássaro joão-de-barro.

    Florescimento – agosto a dezembro

    Frutificação – março a junho

    arvore_estacoes

    jacaranda mimoso

    Nome Científico: Jacaranda mimosaefolia
    Nome Popular: Jacarandá-mimoso, jacarandá, carobaguaçu
    Família: Bignoniaceae
    Origem: América do Sul
    Ciclo de Vida: Perene

    O jacarandá-mimoso é uma árvore decídua a semi-decídua, de floração muito exuberante. Seu porte é pequeno, alcançando cerca de 15 metros de altura. O caule é um pouco retorcido, com casca clara e lisa quando jovem, que gradativamente vai se tornando áspera e escura com a idade. Sua copa é arredondada a irregular, arejada e rala. Suas folhas são opostas e bipinadas, compostas por 25 a 30 pares de pequenos folíolos ovais, de coloração verde-clara acinzentada.
    No inverno, o jacarandá-mimoso perde suas folhas, que dão lugar as flores na primavera. Suas flores são duráveis, perfumadas e grandes, de coloração azul ou arroxeada, em forma de trompete e são arranjadas em inflorescências do tipo panícula. A floração se estende por toda a primavera e início do verão. Os frutos surgem no outono, são lenhosos, deiscentes e contém numerosas e pequenas sementes.
    É uma árvore maravilhosa para a arborização urbana, caracterizada pela rusticidade, floração decorativa e crescimento rápido. Pode ser utilizada na ornamentação de ruas, calçadas, praças e parques, pois suas raízes não são agressivas. É largamente utilizada no paisagismo, adornando pátios e jardins residenciais ou públicos, filtrando moderadamente a luz do sol. Muitos países utilizam o jacarandá-mimoso na arborização de grandes cidades, entre estes podemos citar a Argentina, Brasil, África do Sul, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, Itália, Espanha e México, entre outros.
    Sua madeira é de excelente qualidade e apresenta cor rosada muito apreciada. Ela é empregada, por exemplo, na indústria moveleira, pisos laminados e em aplicações no interior de automóveis de luxo.

    Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado no primeiro ano após o plantio. Adapta-se a uma ampla variedade de locais, mas aprecia o clima subtropical. Quando jovem, não tolera frio excessivo, mas torna-se mais resistente ao frio com o tempo. Não necessita podas ou qualquer tipo de manutenção. Não tolera secas prologadas, ventos fortes ou a salinidade no solo. É resistente à poluição urbana moderada e à maioria das enfermidades.

    Suas folhas, que medem 40 cm de comprimento, são opostas e bipinadas, compostas por 25 a 30 pares de pequenos folíolos ovais delicados, de coloração verde-clara acinzentada, e se concentram na extremidade dos ramos.

    árvores

    Polygonum capitatum_herb

    Nome Científico: Polygonum capitatum
    Nome Popular: Tapete-inglês
    Família: Polygonaceae
    Origem: Himaláia e Índia
    Ciclo de Vida: Perene
    Época de floração: Inverno, Outono, Primavera, Outono
    Persistência das folhas: Permanente

    O tapete-inglês é uma planta herbácea, reptante e perene, que alcança 15 a 20 cm de altura. Sua ramagem é delicada, de cor castanha e as folhas são lanceoladas, pubescentes, com margens e nervuras vermelhas, coloração bronzeada e com desenhos em “V”. As inflorescências são terminais, globosas, verdes, brancas e rosadas, e despontam acima da folhagem durante o ano todo, mas principalmente durante o verão e o outono.

    É uma excelente forração, formando belos tapetes, tanto em áreas ensolaradas como em áreas semi-sombreadas. Sua textura e coloração singulares adicionam charme a diversos estilos de jardins. O tapete-inglês acrescenta rusticidade e naturalidade em bordaduras ao longo de caminhos o pedras e também pode ser cultivado em vasos e floreiras. Deve-se evitar sua utilização em áreas de intenso tráfego pois não tolera o pisoteio. Em climas temperados perde a folhagem durante o inverno. Adapta-se ao plantio no litoral.

    Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, bem drenável e preparado com matéria orgânica, com regas periódicas. Uma boa medida para o plantio é 4 mudas por metro quadrado para a formação de um denso tapete. Tolerante a curtos períodos de seca. Exige pouca manutenção, apenas podas para controlar o crescimento e adubações anuais. Aprecia o frio subtropical ou mediterrâneo, desenvolvendo-se melhor nestas regiões.
    Multiplica-se por divisão da ramagem enraizada e espontaneamente por sementes.

    Obs: Surge espontaneamente em fendas de muros, calçadas, etc.

    corujinhas

    ipomoea-purpurea-01

    Nome Científico: Ipomoea purpúrea
    Nome Popular: Glória-da-manhã, Corda-de-viola, Corriola, Jetirana, Campainha, Bons-dias, Bom-dia
    Família: Convolvulaceae
    Origem: América Tropical
    Ciclo de Vida: Anual

    A ipoméia é uma trepadeira volúvel e anual, de rápido crescimento, excelente para cobrir rapidamente pequenas estruturas. Seu caule é herbáceo e delicado, recoberto por finos pêlos amarronzados. Ele escala rapidamente o apoio oferecido, se enrolando em torno dele e alcançando de 2 a 3 metros de altura ou comprimento. Sua folhas são cordiformes ou trilobadas, verdes e muito vistosas. As flores surgem na primavera e verão, abrindo-se pela manhã e fechando-se ao entardecer. Elas são grandes, em forma de funil e podem se apresentar nas cores branca, rosa, roxa ou azul, em tonalidades diversas e muitas vezes multicolores, sendo formadas principalmente durante a primavera e verão. O fruto é uma cápsula trivalva com sementes grandes e triangulares, que germinam com facilidade.

    A planta é considerada espontânea, e comumente é considerada invasora, mas são comercializadas sementes de variedades hortícolas de flores muito grandes, lembrando pires, com o nome de “bom-dia” por abrirem-se de manhã e “glória-da-manhã” pelo espetáculo que oferecem quando suas flores se abrem.

    Esta ipoméia é um excelente curinga no paisagismo. Ela cobre rapidamente estruturas leves como treliças, cercas, grades de janelas, arcos, etc e é ótima para esconder e disfarçar entulhos e outras imperfeições temporariamente no jardim. Também pode ser plantada em vasos e jardineiras, sendo que um simples fio de nylon, preso no alto, já é suficiente para suportar sua escalada. Esta espécie é considerada invasora em diversos países. Também é uma importante planta daninha, principalmente em cultivos anuais. É possível observar seu crescimento espontâneo em terrenos baldios e na beira de estradas. Suas sementes contêm substâncias psicoativas, sendo tóxicas caso ingeridas.

    Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. A ipoméia é muito rústica, sendo capaz de resistir a curtos períodos de estiagem. Planta típica de clima tropical, ela não tolera o frio ou geadas. Em países de clima temperado é cultivada unicamente como anual, enquanto que em regiões de clima tropical pode perenizar. No entanto, perde a beleza e o vigor após um ano e o replantio é indicado.
    Sua multiplicação se dá por sementes.

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