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A planta Cebola-ornamental é uma das mais exóticas que você já viu, trata-se de uma cebola literalmente, que pode ser cultivada em forma de flor, em vasos suspensos, arandelas e vasos em forma de bacia.

A primeira vista esta bela espécie não deixa de ser estranha, mas bem colocada em local estratégico torna-se a principal atração do seu jardim.

Trata-se de uma suculenta pertencente a família das Hyacinthceae conhecida popularmente como cebola-trepadeira, cebola-do-mar ou cebola-escalada, que possui ramos finos e longos, que podem atingir até 2 m de comprimento intensamente cobertos por folhas lineares que caem no inverno, mas que chama a atenção principalmente por seu bulbo, que pode atingir até 25 cm de diâmetro, que cresce semi enterrada em camadas brancas e carnudas e que ganha coloração verde claro quando exposta sob o solo.

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É uma espécie bulbosa típica de clima subtropical, mas que se adaptou bem ao nosso clima tropical, mas que possui bem poucas sementes, o que interfere no seu crescimento populacional.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou a meia sombra dependendo da região onde você mora, se for em região de calor excessivo, o melhor é expô-la apenas durante o sol da manhã, não tolera bem o frio e deve ser mantida acima de 10° C.

O solo deve ser arenoso, composto com uma parte de terra vegetal, duas partes de areia e uma parte de composto orgânico, regado quando estiver muito seco, mas não tolera encharcamento. A espécie se reproduz por sementes e às vezes pela casca.

A sua origem é da África do Sul, Zimbabwe, Malawi, Zâmbia e Tanzânia e tem se adaptado bem ao Brasil, tornando assim uma ótima opção de cultivo de planta exótica.

Esta cebola trata-se de planta ornamental e não pode ser consumida por ser considerada tóxica para animais e pessoas, provocando graves alterações cardíacas se ingerida.

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Para mantê-la sempre saudável a melhor opção de adubagem é a aplicação de torta de mamona ou aplicação de adubo NPK rico em N, desta forma esta bela espécie pode viver até 100 anos.

A planta cebola pode ser facilmente conduzida na forma de topiaria. Suas flores não tem muito valor ornamental e bem pouco se sabe sobre sua polinização.

Na África do Sul esta ameaçada de extinção devido ao uso desenfreado na medicina caseira no tratamento de várias doenças de pele, nos olhos, problemas de bexiga, na esterilidade e também para provocar o aborto.

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OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Dioclea violacea, Cipó-de-imbiri
Planta da família Papilionaceae, também conhecida pelos nomes populares de: Coroanha, Coronha, Olho-de-boi, e Pó-de-mico.

O Cipó-de-imbiri é uma espécie de trepadeira da América do Sul, vegetando desde as regiões equatoriais até as subtropicais.
Trata-se de uma trepadeira de grande porte, com o caule flexível, recoberto por densa pubescência castanha.

Suas folhas são pecioladas, composta por três folíolos grandes, os laterais quase sésseis e o apical longo peciolulado, ovado-oblongos, abruptamente agudos no ápice e arredondados na base, quase glabros na face inferior e um pouco pubescente na superior.

As suas inflorescências violáceas com a base do estandarte amarela, são disposta em rácimos eretos.

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O fruto é uma vagem séssil, coriácea, com 12 a 14 cm de comprimento e 5 a 6 cm de largura, revestida por uma densa pilosidade ferrugínea, contendo 3 a 4 sementes achatadas, castanho-avermelhadas, vernicosas, duras, com o hilo preto, com cerca de 2 a 3cm de diâmetro e até 1cm de espessura.
As partes utilizadas do Cipó-de-imbiri são as sementes, que devem ser sempre submetidas ao calor.

Para o plantio o espaçamento deve ser de 3 x 3 m. Propaga-se por sementes que devem ser pré-germinadas em uma bandeja com água.

Seu plantio deverá ser feito na primavera. As sementes pré-germinadas são plantadas diretamente no campo, em covas.

Deve ser usado um tutoramento para evitar-se o pisoteio e facilitar o manejo da planta, utilizar cercas ou armações de arame para a condução da planta.

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A conhecida Rosa-do-deserto, é uma suculenta de origem africana de caule espesso que vai se moldando conforme seu crescimento, chamando muita atenção pela sua beleza.

Seu principal atrativo além de suas folhas verdes brilhantes são suas lindas flores exóticas que vem ganhando cada vez mais destaque com o melhoramento genético de suas multicores.

Muito apreciada pelos amantes de Bonsai, a Rosa-do-deserto pode ser cultivada tanto no solo quanto em vasos e seu cultivo é considerado muito fácil, basta apenas alguns produtos da jardinagem comum facilmente encontrados em viveiros de mudas, floriculturas ou supermercados.

Escolha um vaso de planta preferencialmente raso, tipo bacia, terra vegetal suficiente para preencher todo o vaso, pedra-pome, cascalho limpo e pequeno, ou qualquer outro produto para fazer a drenagem do vaso, fertilizante de plantas domésticas e fungicida líquido.

Modo de Plantio:
Selecione um vaso de concreto ou cerâmica (concreto é mais resistente e durável) que tenha boa drenagem e um prato do mesmo material do vaso, que não retenha água que possa ser absorvida de volta pela planta.

O vaso deve ser um pouco maior que a massa de raízes da muda da planta. Alguns cultivadores recomendam um vaso que tenha o formato de uma tigela rasa, porque ele permite uma drenagem melhor e secagem do solo mais rápidas, além de fornecer espaço suficiente para as raízes crescerem lateralmente.

Misture completamente qualquer tipo de solo de envasamento (terra vegetal) com o material limpo de drenagem, (pedra-pome, areia ou cascalhos pequenos). Acrescente 1/3 ou metade do material de drenagem à terra do vaso. Se você usar terra com turfa, a Rosa-do-deserto deve ser replantada a cada um ou dois anos. Ela é altamente suscetível ao apodrecimento da raiz e o remédio é evitar a retenção de líquido na terra do plantio.

Após o plantio coloque a Rosa-do-deserto num local ensolarado durante a primavera e verão para obter crescimento normal e florescimento. Muita sombra enfraquecerá a planta, fazendo com que ela não tenha flores. Ela cresce do lado de fora durante os meses quentes de verão, mas são muito sensíveis a climas mais frios e neve. Em climas mais tropicais, ela pode ser usada em paisagismo.

Forneça bastante água durante a época de crescimento. Embora ela seja tolerante à seca e possa ser deixada sem água por uma semana ou duas com um solo bem drenado, ela também pode ser regada diariamente. Comece a regar menos conforme se aproxima o frio e a planta entra num período dormente. Enquanto ela estiver nessa fase de dormência, dê a ela pouca água, a fim de evitar o apodrecimento da raiz, e não a exponha diretamente ao sol.

Quanto ao fertilizante alimente a Rosa-do-deserto com a metade da quantidade recomendada pelo rótulo do fabricante, prefira um fertilizante balanceado (NPK 04-14-08 por exemplo) durante os meses de crescimento.

Não irá prejudicar a planta fertilizá-la uma vez por semana, durante essa época, contanto que a mistura seja diminuída pela metade da quantidade recomendada. Os fertilizantes não devem ser aplicados diretamente às raízes e sempre regue um pouco a planta antes para evitar a queimadura das raízes e queda de folhas. Durante a fase dormente, não é necessária a fertilização.

Sempre verifique a existência de ácaros ou cochonilhas, que costumam aparecer quando a umidade está alta e atenção redobrada com as Rosas do deserto cultivadas dentro de casa. Qualquer spray inseticida de sua escolha irá remediar a situação, mas prefira inseticidas naturais, faceis de fazer e ecologicamente mais corretos.

No caso das pestes causarem queda das folhas, a planta se regenerá com novas folhas assim que a infestação for controlada.

E prudente tomar precauções quando for manipular ou podar sua Rosa-do-deserto, porque todos os espécimes possuem seiva altamente tóxica, cuidado principalmente com os olhos, no caso de contato prolongado com a pele, a seiva da Adenium causa irritação, lave imediatamente com água e sabão.

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O pergolado ganha vida quando revestido por plantas, mas é importante observar se a espécie escolhida é compatível à estrutura, verificando se suportará seu peso depois de adulta, por exemplo.

Bastante utilizada em áreas abertas (jardins, quintais, varandas, etc.), para criar sombreamento, a pérgola é uma estrutura elaborada com madeiras paralelas, sustentadas em colunas, que serve de apoio para folhagens. Atualmente, é muito utilizada também como extensões da fachada, gerando uma intermediação entre os espaços externos e internos.

Apesar de não haver medidas exatas para pérgolas, especialistas recomendam estruturas com cerca de 2,30 m de altura por 6,30 m de comprimento. Além disso, ao criar esse elemento decorativo, eles indicam ficar atento a três fatores: se os pilares aguentam as vigas, coberturas e plantas; se os pilares estão bem apoiados – as sapatas de concreto são as melhores opções, por serem mais estáveis; e a credibilidade do projeto, que deve ser executado por profissionais experientes.

Além de madeira, as pérgolas podem ser feitas também de outros materiais. A escolha pelo melhor material deve corresponder com o estilo do local.

Veja algumas dicas:
- Pérgolas de ferro fundido:
São modelos bastante charmosos e românticos. Ideais para integrar jardins tradicionais e modernos. São duradouros e exigem pouca manutenção, sendo uma opção econômica.

- Pérgolas com pilares, terças e caibros de concreto:
São muitos resistentes e possibilitam vãos livres de até seis metros de comprimento, o que os torna favorável a plantas maiores.

- Pérgolas de madeira:
São os mais comuns e podem ser de diferentes tipos: de jardim – possui hastes tradicionais e livres com vigas superiores. É de fácil instalação, pois não precisa ser anexada a outra estrutura; arqueada – conta com um telhado côncavo ou convexo, o que a diferencia das demais; pequena – indicada para espaços menores, pode oferecer cobertura a uma mesa menor e garante beleza e sofisticação; e personalizadas – são frequentemente circulares ou com detalhes circulares, mas é possível inovar no seu design de acordo com o ambiente.

Importante
É fundamental tomar alguns cuidados para que essa decorção de jardim dure mais. Aconselha-se envernizar a superfície das pérgolas de madeira. A manutenção também é um aspecto crucial nessas estruturas que ficam expostas à chuva, ao sol e aos ventos. Todos os materiais precisam de algum tipo de cuidado, como verniz ou pintura. Exceto madeiras de demolição e aço corten, que já possuem uma aparência enferrujada.

Dica
Geralmente usadas como lugares para o lazer, recomenda-se criar uma pérgola agradável com sombras. O ambiente pode ficar fresco se for usado algum tipo de trepadeira, que reduz a incidência da luz solar, ou coberturas de fibras, bambu ou vidro.

Não se esqueçam que é aconselhável que o plantio seja feito na terra, pois no vaso o crescimento da muda é inibido. Ao finalizar o procedimento, é preciso regá-la diariamente por uma semana, de preferência, pela manhã ou ao entardecer. Após 90 dias, é recomendável realizar uma adubação de cobertura do terreno.

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Muda de azaléia branca

Plantas robustas e cheias de raízes nem sempre são sinônimo de saúde e de crescimento adequado.  Da mesma forma que os seres humanos precisam de espaço para viver com qualidade, plantas com raízes saindo da terra ou dos vasos demonstram sufocamento e indicam a falta de um ambiente apropriado para o pleno desenvolvimento da espécie.

Para solucionar esse problema, vale a pena apostar na retirada de mudas de plantas, uma técnica de jardinagem para desafogar a planta original e realizar novas plantações para encher ainda mais de vida a sua casa ou quintal. Entretanto, apesar de parecer uma tarefa relativamente simples, a extração de mudas exige bastante atenção e alguns cuidados essenciais.

Primeiro é importante limpar bem o utensílio de corte a ser utilizado no processo, pois tanto tesouras como estiletes podem conter em suas lâminas fungos que prejudicam a planta. Depois, basta cortar os ramos do vegetal que já cresceram suficientemente e retirá-los com a raiz para replantá-los em outro lugar. As primeiras regas devem ser feitas com água fria que já foi fervida, pois a fervura fará o cloro evaporar e assim as mudas não sofrerão com os danos causados pela ação de substâncias químicas.

É preciso também tomar cuidado com a espécie da planta na qual será realizada a poda de mudas, pois cada uma pode exigir uma técnica específica. Azaleias, por exemplo, necessitam que os galhos cortados sejam de tamanho médio e que as mudas, já na terra, sejam cobertas pela parte superior de garrafas PETs. Esse artifício acelera o desenvolvimento das raízes, atuando como uma pequena estufa.

Já as samambaias exigem que cada parte extraída de mudas contenha no mínimo três brotos ou galhos. É necessário ainda manter o vaso ou cachepô de fibra de coco bastante úmido para reproduzir o ambiente tropical típico da espécie. Assim, as mudas estarão fortes e saudáveis em apenas três meses.

No caso das violetas, o segredo está na quantidade de água fornecida às mudas. Após introduzir na terra a haste da folha removida da planta original, procedimento que deve ser realizado sem força excessiva e sem soterrar a muda, a rega deve acontecer sempre duas vezes por semana.

Diversas espécies possibilitam também o desenvolvimento das mudas por meio da estaquia, método que consiste no plantio de um ramo ou folha para o crescimento de uma nova planta com as mesmas características da original.

Para utilizar essa técnica, é aconselhável escolher sempre uma variedade saudável e fazer uso de um biofertilizante na base da estaca antes do plantio, com o intuito de que ele atue como um inoculante e assegure um enraizamento mais rápido e eficaz.

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Guettarda uruguensis

Planta da família Rubiaceae, originária da América do sul – Uruguai. É também conhecida como Veludinha.

Trata-se de um arbusto lenhoso decídua entre 3 e 5 m de ramos altos. Próprias para serem plantadas em áreas de córregos de água doce, lagoas, riachos, etc.

Suas folhas são simples, ovais, opostas e pouco pubescentes, chegam a 3 a 6 cm de comprimento, de cor verde escuro na parte de superior e verde claro na parte inferior.
Inflorescência de muitas flores com hastes longas, corola branca e perfumada, com 1,5 cm de comprimento.

Em jardinagem é muito ornamental e é útil para coberturas ou para crescer encostado a paredes e muros, ficam lindas também quando plantadas em grupos por várias espécies. Pode ser cultivadas em vasos de e não toleram regiões com inverno muito prolongado e de frio intenso.

Ela floresce na primavera e no verão. Aprecia a meia-sombra, mas suporta um local ensolarado em regiões temperadas.

O solo deve ser ligeiramente ácido com boa porcentagem de matéria orgânica, e boa drenagem.
Mistura para o solo: 1 parte de terra de jardim, 1 parte de adubo (húmus) e 1 parte de areia.

Muita irrigação na fase de crescimento, dependendo do grau de umidade. No período de dormência somente a água das chuvas será suficientes.

Quanto à poda, cada jardineiro deverá decidir, vai depender do tamanho que você desejar que ele fique.

Não é necessária a poda de limpeza atinge na idade adulta, mas nos período de crescimento pode ser pinçada rebentos para obter maior exuberância.

Propagação por sementes no fim do Inverno, abrigada, bem colocado no substrato móvel composta de: 2 partes de terra preta, 1 parte de areia grossa e 1 parte de composto ou estrume. Semeando a uma profundidade de duas vezes a largura e seu lugar na sombra parcial, regar o suficiente para que o substrato permaneça úmido.

Também pode ser multiplicada por semi-estacas de madeira dura, tiradas no fim do Inverno ou início da primavera.

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roseiral

Cultivar é a designação dada a determinada forma de uma planta cultivada. Mesmo com pouco espaço, é possível montar um jardim em casa utilizando muitos tipos de plantas. Para isso, é necessário conhecer algumas técnicas simples, mas imprescindíveis para quem quer ter um jardim interno bonito e bem cuidado.

Confira passo a passo como esses canteiros devem ser preparados, com instruções sobre os locais indicados para montá-los, os revestimentos mais recomendados, a luminosidade, adubação, ventilação ideais e como fazer a rega e a adubação. Para não errar na hora de realizar a manutenção do jardim, aqui você encontra também orientações sobre qual é o tipo de adubo adequado para cada jardim e a quantidade necessária, o que é essencial para manter as flores viçosas e saudáveis.

Usando o fertilizante NPK - Não há segredos para identificar a dosagem do fertilizante NPK se você souber o que significam os números da fórmula. Cada número corresponde a dosagem garantida desses elementos no produto. Exemplo: NPK 18-8-6 significa que neste fertilizante tem 18% de nitrogênio (N), 8% de fósforo (P), e 6% de potássio (K).

Adubos orgânicos x químicos - Prefira adubos orgânicos agem mais rapidamente e têm concentração mais forte, use-os para cultivos em solos comprovadamente pobres ou quando a planta estiver com deficiência nutricional.

Onde age cada elemento e o que significa - O nitrogênio (N) estimula a brotação e o enfolhamento. O fósforo (P) é responsável pela produção de energia incentivando a floração e a frutificação. O potássio (K) fortalece os tecidos vegetais tornando as plantas mais resistentes as pragas e ao frio, além de atuar no crescimento das raízes.

Estimule a floração – A primavera é tempo de adubar as Plantas Ornamentais. Escolha entre esterco de gado bem curtido, farinha de osso e torta de mamona. Estes devem ser incorporados ao solo para não exalarem cheiro desagradável. O NPK 4-14-8 é outra boa opção.

Dicas para samambaia – Adube suas samambaias a cada dois meses com uma colher de chá de NPK 10-10-10 e uma de torta de mamona. Coloque os adubos sobre a terra e regue.

Água sobre adubo – Sempre regue depois de adubar. A água ajuda a diluir o produto e melhorar sua incorporação ao solo.

Para ter raízes vigorosas – Árvores de raízes vigorosas, como a maioria das figueiras, não devem ser plantadas próximas a construções ou tubulação. O planejamento evita problemas futuros.

Árvores junto a piscina: Na hora de escolher uma árvore para plantar na área da piscina evite espécies caducas e principalmente as de folhas miúdas. Assim a água vai ficar limpa por mais tempo.

Descubra a sombra antes - Para ter uma idéia antecipada da direção da sombra que uma árvore proporcionará quando adulta, fixe no solo uma vara do tamanho semelhante ao porte que a árvore atingirá e observe a sombra produzida.

Poda correta das árvores – A poda correta das árvores evita o surgimento de fungos. O ideal é fazer um corte na parte inferior do galho até a metade de seu diâmetro, isso evita que o galho lasque. O segundo corte deve ser feito de cima para baixo uns 3 dedos adiante do primeiro até que o galho caia. Depois remova o tronco, serrando-o bem rente a árvore. Como no primeiro passo, serre de baixo para cima para evitar que se lasquem. Em seguida corrija irregularidades do corte com uma faca bem afiada. Por fim, com uma espátula, cubra toda área cortada com uma pasta cicratizante encontrada em lojas de jardinagem.

Pedras no chão – Se você tem árvore plantada em um gramado que está todo falhado devido a sombra, não insista. Retire a grama de baixo e cubra a região com pedras ornamentais ou folhagens que se desenvolvam bem na sombra.

Não se esqueça do tutor – Assim que plantar a muda e antes de fechar a cova, providencie um tutor de madeira. Ele vai ajudar a árvore a crescer reta e irá evitar que ela se quebre com ventos fortes.

Jamais use tintas – Muita gente pinta o tronco de uma árvore para que ela fique mais bonita e para evitar a presença das formigas cortadeiras. Más, além de impedir que a árvore respire, essa prática não afasta as formigas. Fique longe da cal. Tinta óleo, então nem pensar.

Espinhos sem dor – Se os espinhos de um cacto ficarem espetados em sua pele, retire-os com ajuda de uma fita adesiva. Basta encostá-las várias vezes no local afetado, até que os espinhos saiam.

A importância dos pedriscos – Sempre utilize pedriscos com cactos. No fundo do vaso, eles evitam que as raízes saiam pelo orifício de drenagem. Por cima da terra, impede que as regas apodreçam a base do caule dos cactos. Além disso, eles deixam o vaso mais bonito.

Escolher hortênsias rosas ou azuis – A coloração depende dos níveis de acidez e alcalinidade do solo. Em um solo ácido, a hortênsia produz flores azuladas. Em um solo alcalino, produz flores róseas. Para intensificar o azul ou transformar hortênsias rosas em azuis, prepare uma solução com 20g de sulfato de alumínio ou de pedra-ume diluídos em 10 litros de água e regue a planta com mistura duas vezes ao ano. Mas se você quer hortênsias azuis produzam flores rosas, será preciso podá-las, eliminando boa parte das folhas, e transplantá-la para um canteiro preparado com 200 a 400g de calcário dolomítico por m².

Podas certas - Faça a poda de galhos com cortes em bisel (na diagonal). Caso contrário, você dificulta a cicatrização da planta e facilita o surgimento de infecções.

Amarração em “8” – Trepadeira e outras plantas de caule frágil precisam de tutores para que a ação de chuvas e de ventos fortes não as prejudique. O melhor amarrilho para prendê-las é o em forma de “8”.

O regador ideal – Prefira regadores de clivo fino para aguar as plantas, pois ele diminui o volume de água que recai sobre elas. Ainda assim, procure verter os jatos iniciais, sempre mais fortes, fora o local de rega. Com isso, você evita quebras de ramos e buracos no solo.

Plantas tropicais no frio – Se você vive em regiões de clima ameno a frio e cultiva plantas tropicais, cubra-as com uma manta de TNT, um tecido bem leve, para evitar o congelamento.

Poda constante – A unha-de-gato plantada rente ao muro ou a uma parede precisa de poda constante. Caso contrário, seus ramos crescem muito e engrossam podendo prejudicar a construção.

Para ter um muro verdinho – Plante as mudas de unha-de-gato a cada 25 cm da extensão de um muro se quiser que ele fique coberto por ela em cerca de dois anos.

Quando os botões caem – Se sua camélia derruba os botões florais ainda fechados é sinal que o solo está acido demais. Aplique 200g de calcário dolomitico ou calcifico na projeção da capa uma vez por ano.

Como conduzir trepadeiras – Assim que a trepadeira atingir a altura desejada, corte um palmo da ponta mais alta para estimular brotações laterais. A partir daí, basta amarrar a trepadeira onde você quer que ela suba.

Geada no jardim – Não é propriamente a geada que queima as plantas, mas o sol da manhã, que derrete o gelo queima as folhas. Além de cobrir as plantas a noite, em especial as tropicais, regue o jardim pela manhã para fazer o degelo antes que o sol chegar forte.

Bromélias espalhadas – A maneira mais fácil de propagar bromélias é pelos brotos laterais formados após floração.

Para que serve cada tipo de poda - Poda de florescimento e frutificação: prepara a planta para que no próximo ano ela produza mais. Trata-se de eliminar os ramos que produziram no ano anterior. É comum em azaléias, roseiras e hortênsias. Pode de formação e manutenção: dá forma a planta quando jovem. Exige manutenção toda semana durante a primavera e o verão, e a cada 15 dias nas estações frias. É comum em frutíferas, como laranjeiras e o pessegueiro, e em plantas ornamentais, como o buxinho e o hibisco. Pode ser de limpeza ou fitossanitária: pode ser feita em todas as plantas e serve para eliminar galhos secos, doentes e mal formados.

Como fazer uma cerca viva de arbustos – O espaçamento ideal gira em torno de 40 a 80 cm entre as mudas. Isso proporciona um bom fechamento, ao mesmo tempo em que facilita a manutenção de cada planta.

Frutíferas em vaso – Você pode cultivar frutíferas como acerola, laranja, pitanga e jabuticaba em vaso. Más será preciso podá-las depois de cada frutificação para que as plantas não ultrapassem as larguras dos vasos. Na mesma época, convém retirar o torrão do vaso e cortar as raízes que estiverem enrolando.

Plantas sem luz – Sintomas - os caules crescem demais, as folhas velhas se alongam e as folhas novas não nascem. Causas prováveis – pouca luz e excesso de nitrogênio provocado por super-adubação. Solução – coloque a planta num lugar mais iluminado e suspenda as adubações.

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Sintomas – as pontas das folhas endurecem e murcham e as inferiores amarelam e caem.
- Causa provável – pouca água.
- Solução – regue até que a água escorra pelo fundo do vaso pelo furo de drenagem. Não regue até o solo secar.

Plantas sem flores
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a planta apresenta folhagem vistosa, mas floresce pouco ou nem chega a florescer.
- Causas prováveis – Excesso de adubo, em especial do elemento nitrogênio, ou então o vaso pode estar pequeno para a planta.
- Solução – evite adubos ricos em nitrogênio durante o crescimento da planta. Opte pela farinha de osso. Procure também passar a planta para um vaso maior.

Luz por igual – Gire o vaso de suas plantas pelo menos uma vez por semana para que elas recebam luz por igual. Um truque ajuda muito a evitar o trabalho. Coloque um espelho atrás do vaso para que ele reflita a luz onde há sombra.

Vaso novo – De tempos em tempos, as orquídeas precisam de vasos novos. Primeiro porque os nutrientes esgotam e segundo, porque os vasos podem ficar pequenos diante do desenvolvimento da planta.

Cuide da rega – Em dias normais de sol faça regras diárias, de manhã cedo ou no final da tarde e em áreas sobre marquises e em vasos internos, executando 2 a 3 regas semanais.

Efetue cortes de grama com frequência quinzenal – Cortando apenas 1/3 da altura total das folhas de cada vez, pois cortes muito baixos prejudicam a rebrotação da grama.

Adubação trimestral do jardim externo – Adubação química. Em vasos e plantas de interior use adubo liquido diluído, aplicando-o a cada 20/30 dias.

Afofar os canteiros de folhagem mensalmente – Retirando os inços antes que floresçam e dêem sementes.

Evite podas em época de crescimento e florescimento - Procurando executá-las, quando necessário, no outono-inverno.

No plantio de arbustos e árvores coloque tutores para minimizar as ações do vento – Fazendo que a árvore desenvolva em tronco reto e não solte o torrão após o plantio.

Vasos de cimento exigem manutenção periodicamente -Devem ser lixados e pintados, com o passar dos anos, dependendo as plantas que encontram-se nele, faz-se necessária a substituição por um modelo de tamanho maior para reservar mais espaço a raiz que pode provocar rachaduras quando muito apertada.

Ao plantar uma muda - Cuidado para não “esfacelar” o torrão (“massa” de composto “fixa” ao redor das raízes) dela. Isto pode causar um déficit de adaptação da planta, ou mesmo, com seu estado geral.

Muito cuidado com a drenagem de vasos e floreiras – Sobretudo floreiras fixas. Quando o processo não é bem feito, pode ocasionar acumulo de água, que pode vir a causar a morte da planta.

Dentro do possível – Use “coberturas” em vasos e floreiras. Evitem respingos na rega, retém a umidade e garantem um interessante padrão estético.

Ao instalar vasos em coberturas – Observe o diâmetro do vaso em comparação à altura da planta. Uma desproporção muito grande (planta alta e vaso pequeno) acaba normalmente por ocasionar o tombamento em relação de ventos fortes, além do que, o maior volume de terra, torna as regas menos frequentes.

Recomenda-se o uso de pratos quando da instalação de vasos – Dependendo do ambiente, não marcam o revestimento pelo efeito da umidade e fornecem com acabamento ao conjunto.

Normalmente ao se realizar plantios em vasos – Floreiras ou mesmo canteiros, é natural que exista uma pequena variação para baixo no nível de terra, que ocorre em função da compactação do material.

Logo em seguida a qualquer conclusão de plantio – Regue intensamente a vegetação. Isto diminui o “trauma” de adaptação da planta.

Faça manutenção – Tão importante quanto a escolha das espécies adequadas para cada ambiente, cuidadoso transporte, criterioso manuseio e plantio, é indispensável prever um plano de manutenção desde a implantação de uma área verde ou conjunto de vasos e floreiras.

Em regra, recomenda-se que este trabalho seja realizado quinzenalmente, em alguns casos mensalmente. Consiste em podas, adubações específicas, tratamento de pragas, afofamento de solo, reposição de compostos orgânicos, corte de grama, retirada de inços e ervas daninhas (que possuem várias maneiras de propagação, se não devidamente controladas podem atingir níveis críticos), troca de mudas de época, reposicionamento de mudas, etc.

O tratamento profissional, com conhecimentos, produtos e ferramentas adequadas é fundamental para que o projeto inicial mantenha sua beleza e características peculiares.

Em resumo, uma correta manutenção faz a diferença no sentido de se ter uma área verde que progressivamente ganha mais imponência e destaque. A falta de cuidados com esta (composta de seres vivos), pode provocar perda de espécies e declínio contínuo de seu aspecto.

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Você quer que as flores das plantas que estão dentro da sua casa durem mais? Você gostaria que elas dessem mais flores? Seguindo estes conselhos simples a sua casa vai ficar sempre cheia de vida e cor.

Passos
1 – Compre plantas com muitos caules. Quanto mais caules, mais flores ela produzirá;

2 – A medida que os ramos forem crescendo, retire as pontas. De cada ramo de que você cortar a ponta nascerão dois novos, que produzirão mais flores;

3 – De cada três botões de flores que nascerem, pode um. Os que ficarem produzirão flores maiores e mais duradouras;

4 – Retire os ramos quando eles começarem a murchar. Em vez de continuar alimentando essa parte danificada, a planta terá mais reservas para fazer nascer novos botões;

5 – Um elemento muito importante na floração é o magnésio. Acrescente uma dose extra no adubo de cada semana;

6 – Se você borrifar água nas plantas para refrescá-las, não molhe as flores, porque se fizer isso elas durarão menos;

7 – Quando uma flor começar a ficar feia, corte-a pelo pedúnculo. Isso favorecerá o nascimento de novos botões;

8 – Regue mais as suas plantas durante a floração. É nessa época que elas mais precisam de água. Mas nunca deixe o vaso encharcado;

Na época de floração, coloque adubo toda semana, principalmente se você tiver acabado de comprá-la, para que esta fase dure mais e se repita várias vezes na temporada.

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OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Eucharis_amazonica

Planta herbácea também conhecida como Lírio-do-amazonas, Estrela-d’alva, e Estrela-de-belém. É um gênero de plantas bulbosas floríferas ornamentais da família das Amarilidáceas, de fácil cultivo e de flores perfumadas, originárias das florestas úmidas da Amazônia do Brasil, Colômbia, Peru, Equador e América Central.

Existem mais de 25 espécies diferentes deste gênero, a maior parte delas cultivadas nos jardins do mundo inteiro.

A inflorescência é sustentada por um longo escapo floral, do tipo umbela, com cerca de 3 a 10 flores grandes, brancas, cerosas e muito perfumadas. As flores do lírio-da anunciação são semelhantes às flores de narciso (Narcissus cyclamineus). A floração geralmente ocorre na primavera.

É uma planta excelente para ambientes internos e varandas, é uma das poucas plantas que floresce na sombra. Além disso, mesmo sem flores, podemos apreciá-la, pois sua folhagem é muito decorativa.

Também pode ser plantada em vasos largos e, caso seja bem cuidada, recebendo boa luminosidade, irrigação e adubação é capaz de florescer até três vezes ao ano.

Ela precisa de muita claridade, com boa iluminação, mas não gosta de luz solar direta, especialmente nos dias quentes de verão. O local ideal para esta planta bulbosa no jardim é em canteiros adubados sob a copa das árvores, onde a luz difusa do ambiente é ideal para o seu desenvolvimento.

Plantada em vasos, ela pode ser levada para ambientes internos bem iluminados.

Deve ser cultivado em substrato leve, fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado frequentemente. O lírio-da anunciação aprecia o calor tropical, mas pode ser cultivado em estufas nos países de clima temperado.

Os canteiros devem ser reformados a cada dois anos. É sensível ao ataque de lagartas, ácaros e fungos. Multiplica-se por separação dos bulbos que se formam junto a planta mãe e por divisão da touceira.

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Nephrolepis-exaltata

Quem olha uma samambaia não imagina que ela seja quase tão velha quanto os dinossauros. Essa primitiva família de plantas possui uma estrutura muito simples, incapaz de gerar flores ou frutos. Por ser uma planta bem antiga, na jardinagem, a samambaia vem recebendo há décadas modificações genéticas que a tornam mais exótica e resistente, é o caso da mini-havaiana.

O gênero Nephrolepis possui cerca de 30 espécies, algumas delas tão comuns que chegam a ser consideradas ervas daninhas, vicejando espontaneamente em qualquer tipo de solo que seja ligeiramente ácido e bastante úmido.

Além de ser uma planta de pequeno porte, compacta e de fácil cultivo, requer um ambiente muito similar ao que temos em nossas casas e apartamentos. Prefere climas amenos, sem muito calor, sol direto ou ventos fortes. Como toda samambaia, precisa ser protegida daquelas rajadas que fazem o vaso rodopiar, quando suspenso. Se a ponta da folha em desenvolvimento sofrer atrito com a parede, para de crescer.

É uma samambaia de aparência escultural e felpuda, extremamente dócil e companheira, pois pode ir para qualquer lugar. Ao contrário das suas parentes, a mini samambaia havaiana não cresce muito, sendo perfeita para interiores. Também não precisa de muita luz. A minha vive bela e feliz perto da janela do quarto. Tudo o que faço é regá-la quando sinto o vaso leve.

O curioso é que a mini samambaia havaiana é uma das diversas variantes existentes da samambaia americana, ou samambaia de Boston, a Nephrolepis exaltata. Vários cruzamentos, melhoramento genético e mutações originaram esta pequena joia felpuda, bastante diferente da espécie original..

Hoje é a samambaia miniatura mais cultivada no Brasil. Como acontece com as plantas dessa família, a havaiana se reproduz por divisão dos rizomas (os “caules peludos”) ou por esporos, aquele pozinho marrom que fica embaixo das folhas: basta que eles caiam em solo bem fofo, úmido e rico em nutrientes, para que produzam mudas.

Mantenha o vaso em local ventilado e de alta incidência de luz, mas onde não bata sol direto nas folhas.

A mini samambaia-havaiana deve ser mantida úmida e protegida de correntes de vento. Mantenha o vaso em local ventilado e de alta incidência de luz, mas onde não bata sol direto nas folhas.

Essa espécie reage bem à adubação orgânica: borra de café, saquinhos usados de chá, casca de ovo triturada e outros adubos caseiros podem ser usados uma vez por semana, polvilhados no substrato e regados em seguida.

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