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Daylily - Hemerocallis - clump division

Fazer mudas através do processo de divisão de touceira é simples, porém um pouco delicado. É um método muito utilizado em jardinagem para propagação vegetativa de plantas ornamentais, (orquídeas, samambaias, etc.), e também em alguns casos em plantas alimentícias, (bananeiras, gengibre, assafrão, etc.).

Essa técnica é também chamada de divisão de rizomas, ou divisão de plantas,  como o próprio nome diz, é repicar uma planta matriz em vários pedaços  para transformá-la em várias mudas, Porém requer muito cuidado para  não danificar suas gemas de brotação nem comprometer demais o seu sistema radicular.

A multiplicação por touceiras apresenta alguma vantagem, quando plantas entouceiradas que poderiam perfeitamente ser multiplicadas por sementes demandarem mais tempo para atingirem a fase adulta e florescer. Além de que, a divisão de touceiras é um método fácil e garantido, ideal para propagação de plantas domésticas.

Dividindo as touceiras:
O método é simples e poderá ser descrito da seguinte maneira:
Em primeiro lugar deve-se verificar se a planta está realmente entouceirada.

Se a planta estiver em vasos:
- Remova a planta do vaso, com todo o cuidado para não danificar as frentes de crescimento (brotos);
- Remova o excesso de substrato para facilitar a visualização do sistema radicular;
- Estude a planta para observar onde deverá ser recortada de forma que cada parte permaneça com um número de brotação não inferior a 3;
- De posse de uma tesoura de jardim ou qualquer outro instrumento cortante, separe as novas mudas, sem machucar demasiadamente os rizomas além do necessário.

Se a planta estiver plantada no chão:
- De posse de uma ferramenta apropriada, ex: enxada, remova a planta com cuidado;
- Em seguida siga as mesmas orientações acima;
Dividida as partes, plante cada muda  em seu respectivo vaso, com substrato apropriado para cada tipo de planta;
- Na maioria dos casos, a nova muda já poderá ser transplantada diretamente em seu local definitivo;
- Coloque os vasos em locais sombreados até o pegamento total da muda;
- Recomenda-se  regar as plantas regularmente, sem encharcamentos;
- Assim que a novas plantas começarem a emissão de brotos e folhas, já poderá ser colocadas em seus locais apropriados.

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OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


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Geralmente, quando compramos ou ganhamos uma planta comprada em supermercado, elas estão lindas, floridas, cheias de vida, após uma semana, ela morreu.

Para evitar a morte e mantê-la saudável, devemos fazer a aclimatação delas, ou seja, fazer o processo de adaptação da planta em um ambiente totalmente novo, com características completamente diferentes.

A aclimatação é necessária para a planta manter-se com vida, com  saúde e com o mesmo vigor,  diante de uma nova realidade de luminosidade, temperatura, umidade, solo, tratos culturais, etc.

Os produtores dessas plantas precisam trabalhar em regime acelerado, para colocarem o maior número de plantas no mercado, a preços competitivos, para se manterem na ativa,  caso contrário, serão engolidos pelos seus concorrentes.

A produção de mudas é feita em estufas, com enraizamento estimulado por hormônios, alimentadas com adubo foliar, com sistemas de iluminação, temperatura, umidade, ventilação, automaticamente controlados.

As plantas prontas saem dessas condições ideais de dentro das estufas, e colocadas em meios de transportes não tão adequados,  e depois de viajarem horas, dias, são depositadas nos pontos de venda: floriculturas, supermercados, etc.

O publico comprador está circulando por esses estabelecimentos e ao vê-las se apaixona e como o preço da planta é convidativo, acaba levando para casa, uma, duas, três ou, mais variedades de plantas. Chegando em casa, passado alguns dias, a plantinha começa a definhar, ou  então, morre. E você frustrado, não sabe o porquê, nem o que fazer para tentar salvá-la.

Então, o que fazer?
Para salvar a sua plantinha, você deverá fazer a aclimatação dela para o ambiente externo, e os procedimentos deverão Iniciar assim que a planta chegar em sua casa:

Procedimentos:
- Colocar a planta em um ambiente semi sombreado, cuja temperatura seja agradável e que não oscile muito, durante o transcorrer do dia.

- Dependendo da planta, deverá receber luz solar pela manhã e à tardinha.

- Manter a umidade do substrato do vaso, sem encharcamento. O excesso de água  poderá matar a planta por afogamento.

- Borrifar, com água, somente as folhas da planta, algumas vezes no o decorrer do dia, e dependendo de: quanto mais seco for o clima da sua região, aumentar em mais vezes o processo de borrifar com água.

- Uma vez por semana, borrifar com adubo folhar, obedecendo às indicações do fabricante, inscritas no rótulo do frasco.  Esse processo deverá ser feito no início da noite, pois será melhor aproveitado, quando os estômatos das folhas estarão totalmente abertos.

- Com o passar dos dias, (mais ou menos depois de uma semana), ir diminuindo gradativamente o processo de borrifar com água as folhas da planta, por exemplo: de cinco vezes para quatro. Depois de alguns dias, de quatro para três, e assim sucessivamente até permanecer em uma ou duas vezes ao dia, dependendo do clima.

- Manter o substrato levemente umedecido diariamente e a adubação folhar uma vez a cada quinze dias.

- Com esses detalhes simples, o sistema radicular da planta, que ainda era ineficiente, se desenvolve e a planta não morrerá por desidratação, nem por falta de nutrientes, nem mesmo por variação de temperatura,  porque ela foi condicionada a enfrentar um novo ritmo de vida.

- As plantas lenhosas, ou semi lenhosas, como azaléias e crisântemos, depois de aclimatadas se tornarão plantas bastante rústicas que poderão ser plantadas no jardim a pleno sol.

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Bromelia karatas L.
Bromélias são plantas relativamente rústicas e de fácil cultivo. São plantas de clima tropical e adaptam-se com certa facilidade em ambientes diversos:  internos ou externo desde que tomados alguns cuidados básicos com relação à luminosidade e umidade.

A planta, geralmente,  adaptada de um tanque reservatório, formado pelas axilas na base de suas folhas, onde armazena água de chuva, orvalho e nutrientes como: (resíduos vegetais, poeira, dejetos de pássaros, etc.), com o qual faz a sua manutenção. Na natureza, essa adaptação, garante-lhe a sobrevivência nos períodos de secas mais prolongadas.

Cultivo doméstico de uma Bromélia:
- Manter o substrato do vaso levemente umedecido.

No verão:
- Regar a planta de três a quatro vezes por semana, apenas completando a água do seu tanque reservatório natural.

- Pulverizar com água apenas as folhas da planta, quando a temperatura ambiente ultrapassar os 30°C, ou quando a umidade relativa do ar estiver muito baixa, ou, quando a planta apresentar sinais de desidratação.

No inverno:
Regar a planta de uma a duas vezes por semana, apenas completando a água do seu tanque reservatório natural.

Nota:
Na hora das regas, não é necessário trocar a água existente no tanque reservatório das bromélias, somente adicionar, repondo a quantidade em falta.

Tratos culturais:
- Com a eficiência alimentar através do tanque reservatório existente nas bromélias, o sistema de adubação mais recomendado para a planta, é a adubação foliar.  E poderá ser utilizado a fórmula NPK 10:10:10, seguindo as recomendações no rótulo do produto, especificadas pelo fabricante.

- Remover apenas as folhas secas da planta, caso necessário.

- Caso perceba sinais de decadência da planta, ou infestação de pragas, certamente alguma coisa está errada, pois, a planta está lhe pedindo socorro. Observe-a de perto: Se for excesso de água, diminua as regas. Se for o sistema de iluminação inadequado,  mude a planta de lugar. Se for o substrato impróprio, mude a planta de vaso. Faça isso, mas, não deixe sua planta morrer por falta de cuidados.

Nota:
As bromélias que apresentarem folhas, geralmente acinzentadas, rígidas, estreitas ou, com espinhos, precisam de mais luminosidade.  Porém, as de folhas mais largas, macias, de cor verde escuro, preferem ambientes mais sombreados.  No entanto, ambas precisarão receber a quantidade de luz necessária para o seu desenvolvimento.

Caso haja necessidade de trocar o substrato:
- Remover a planta do vaso.

- Colocar uma camada de brita, de aproximadamente 3 cm,  no fundo do vaso, para proporcionar uma boa drenagem de água.

- Completar o vaso com o substrato desejado.

- Replantar a muda, enterrando somente o seu sistema radicular, observar que a base de suas folhas deverá permanecer acima da linha do substrato.

- Tutorar a muda, caso a fixação pelas raízes, seja ineficiente.

Substrato:
- Em linhas gerais, o substrato a ser utilizado deverá ter uma textura leve, de baixa densidade, que permita boa aeração e drenagem de água de chuva ou das regas.

Exemplos de substrato – combinação alternativa:
- Poderá ser utilizado: uma mistura homogênea de fibra de coco com esterco bovino curtido, na proporção de 1:1.

- Poderá ser utilizado também: casca de arroz carbonizada misturada a terra comum de boa qualidade, na proporção de 1:1.

- Poderá ser utilizado ainda: uma mistura de terra de boa qualidade, Areia de rio, humos de minhoca, fibra, (que poderá ser: de coco, casca de pinus ou serragem), também na proporção de 1:1:1:1.

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A primeira coisa a se saber a respeito de plantas suculentas é que todo cacto é uma suculenta, mas que nem toda suculenta é um cacto. As plantas chamadas de suculentas são aquelas que têm a capacidade de sobreviver à falta de luz e água. Isso acontece porque elas conseguem armazenar água tanto nas suas folhas, como nos seus troncos e raízes.

A planta Hoya kerrii é uma suculenta, conhecida popularmente como Planta-Coração devido a forma que adquire que lembra um coração. Também pode receber como nome popular Flor-de-cera ou Cacto-coração. Essa planta pertence a família a Apocynaceae e está na categoria de cactos e suculentas, trepadeiras e folhagens.

Sua origem é a Ásia (China, Indonésia, Tailândia, Laos e Vietnã). Pode atingir alturas entre 2.4 a 3.0 m e a luminosidade de que precisa é a luz difusa ou meia sombra. O ciclo de vida dessa planta é o perene, uma planta incrível que pode ser ótima para ornamentação.

Trata-se de uma planta trepadeira, suculenta e epífita que possui folhas cuja forma lembra um coração. Devido a sua forma essa planta passou a ser cultivada em todo o mundo. Os seus ramos têm raízes aéreas que tem como responsabilidade absorver nutrientes de matéria orgânica no seu ambiente.

As folhas da Hoya kerrii têm como principais características serem brilhantes e de tom verde claro. Destaque ainda para a forma variegada que possui margens de folhas de um tom branco-creme. Assim como outras flores-de-cera a Planta-Coração possui uma inflorescência pendente e tem grande durabilidade.

O florescimento dessa planta acontece durante o verão e conta com diversas flores cerosas, pequenas e com um perfume bastante suave. As flores dessa planta são o resultado da sobreposição de duas estrelas. A flor maior na base é a corola e a menor que fica no ápice é a corona. A corona é vermelha e a corola é branca.

A forma mais comum de cultivo dessa planta é deixá-la crescer livre seguindo a sua natureza de trepadeira. A planta pode ser replantada num vaso maior e de preferência com a ajuda de algum tipo de suporte como grades, treliças e cercas entre outras.

No começo do cultivo a planta-coração apresenta um crescimento bastante lento e que acontece em fases. Porém, depois que ela cresce um pouco começa a apresentar dezenas de folhas e assim o seu crescimento se torna mais rápido gradativamente.

Vale destacar que pode demorar anos até que a planta floresça pela primeira vez. Um tipo de planta bastante indicado para varandas e interiores que tenham uma boa iluminação.

A dica para que a sua planta cresça com saúde é cultivá-la sob meia-sombra ou então com luz difusa. O solo deve ser drenável e de preferência enriquecido com matéria orgânica, a irrigação deve ser feita regularmente. Cuide para não encharcar o substrato para que as raízes não acabem apodrecendo.

Uma planta que aprecia bastante o calor tropical, a dica é reduzir as regas durante o inverno. A fertilização orgânica é uma boa opção para a primavera e o verão, porém, deve ser leve. Cuidado também com a incidência direta do sol nas folhas, pois pode causar queimaduras nas folhas.

Se for cultivar a planta em vasos prefira os modelos em que a planta fique bem apertada, pois ela gosta. A multiplicação dessa planta pode ser feita facilmente através de estaquia de ramos ou mesmo de folhas. O cultivo deve ser feito de forma que as folhas ou ramos sejam colocados para enraizar no substrato humoso e drenável que deve ser mantido sempre úmido.

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A rega é sem dúvida um dos cuidados mais importantes que você deve ter com suas orquídeas. Nas condições brasileiras geralmente elas precisam ser regadas uma vez a cada 2 dias, ou até mesmo uma vez por semana.

De um modo geral, em um orquidário a rega precisa ser moderada e você deve estar sempre atento ao nível de umidade no substrato.

O melhor modo de verificarmos isso é colocando o dedo a 2 cm de profundidade no substrato. Caso o seu dedo sinta umidade, não regue. Se não quiser sujar seu dedo, utilize um palito de sorvete, fincando-o no vaso. Se o palito sair úmido, não regue, se sair seco, pode regar. Se você estiver na dúvida entre regar ou não, não regue, pois elas  adoram umidade no substrato, mas detestam água em abundância, estagnada no fundo do vaso, por isto, pires ou pratos debaixo do vaso jamais.

Água acumulada no fundo dos vasos faz as raízes da planta apodrecerem, comprometendo fatalmente sua orquídea. O uso de vasos e placas de fibra de coco pendurados em 45º facilita a drenagem da água, assim como o uso de pedra de brita de até 2 cm no fundo do vaso.

Regue com maior abundância durante os dias quentes. Nas estações mais frias, reduza a rega.

Muita umidade também favorece o aparecimento de fungos e nematóides, que têm a capacidade de entrar em dormência por meses ou até anos nos vasos. Daí a predileção do cultivo de orquídeas em locais arejados.

A água deve ser borrifada de preferência no início da manhã, uma vez por semana se a planta estiver em local úmido. O uso de borrifador é o ideal, pois regadores e mangueiras espirram muita água, passando fungos ou vírus de uma planta para outra e removendo os nutrientes.

Muitas orquídeas conseguem retirar parte das suas necessidades diárias de água de que precisam do ar. Por isto é uma boa idéia manter orquídeas próximas a aquários, que aumentarão sutilmente a umidade do ar.

Em alguns casos, recomenda-se antes da rega levantar o vaso com cuidado e perceber seu peso, para saber se a rega é necessária ou não. Em plantas presas em placas de fibra de coco as regas costumam ser mais frequentes, visto que o tempo de secagem da placa é mais rápido.

Quando for o momento da rega, regue abundantemente. Quanto mais lenta e demorada for a rega, mais água será armazenada no substrato e nas raízes. Regue os vasos ao menos até que a água comece a escorrer através dos drenos do vaso.

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raízes de orquídeas

As orquídeas não brilham pelas suas folhas, algumas nem folhas têm. A grande maioria dispõe de um “pseudo bolbo”.
Este último é particularmente visível nas Cymbidium e as Odontoglossum. Pseudo porque não é um verdadeiro bolbo, como nas tulipas, mas simplesmente a base das folhas.

Esse inchaço reserva alimento e água, o que permite à planta sobreviver a longos períodos de seca. De ondede conclui que as plantas que disponham desse pseudo bolbo não conseguem sobreviver longos períodos sem rega. E portando, uma rega regular é muito importante para a sua boa saúde.

Raízes Catasetum

Quando as raízes saem dos vasos
As raízes das orquídeas podem perturbar um amante de plantas.
Com umas formas que mais fazem lembrar umas pernas de aranha e de uma cor esverdeada quando geralmente as raízes das plantas são brancas (sem cor), e com a mania de saírem dos vasos.

Não podemos esquecer que as orquídeas são na grande maioria epífitas, vivem nas árvores.

É portanto, natural que as raízes saem dos vasos, para realizarem a sua função principal. Servem de depósitos de nutrientes e água e ajudam as plantas a reterem e acumularem de material nutritivo que se deposita em suas bases. Em alguns casos são também órgãos clorofilados capazes de realizarem fotossíntese durante os períodos em que as plantas perdem as folhas. Variam em espessura, de muito finas a extremamente grossas. A estrutura das raízes diferencia-se muito entre as orquídeas, conforme a maneira e local onde crescem.

É até muito bom sinal quando vemos a nossa orquídea desenvolver raízes fora dos vasos, indica que se encontra de boa saúde.

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A raíz é composta de várias partes: A coifa, a zona lisa (ou de crescimento), a zona polífera (dos pêlos absorventes), a zona suberosa (ou de  ramificação) e o colo (ou coleto).

1. Coifa – É uma espécie de capuz que protege a ponta da raíz. Nessa região, existem células pequenas e relativamente delicadas que se multiplicam intensamente, promovendo o crescimento vertical da raíz. A coifa envolve e protege essas células contra o atrito com as partículas do solo e contra o ataque de microorganismos diversos.

2. Região lisa (ou de crescimento) – É a região onde ocorre o alongamento das células que foram produzidas na ponta protegida pela coisa, o grande alongamento das células, nessa região, permite o crescimento da raíz. Assim, para que uma raíz cresça bem, deve haver: multiplicação de células (na ponta) e alongamento celular (na região lisa).

3. Região polífera (dos pêlos absorventes) – Nessa região existem pêlos absorventes, que retiram do solo água e sais minerais, que vão formar a seiva bruta. É também chamada zona de absorção.

4. Região suberosa (ou de ramificação) – Região na qual a raíz se ramifica, originando as raízes secundárias, que auxiliam a fixação da planta no solo e aumentam a superfície da absorção.

5. Colo (ou coleto) – Ponto de encontro da raíz com o caule.

TIPOS BÁSICOS DE RAÍZES
Vimos que as angiospermas podem ser divididas em dois grandes grupos: monocotiledôneas e dicotiledôneas. Nesses grupos, verificam-se dois tipos básicos de raízes fasciculadas e pivotantes.

Raízes fasciculadas

Raízes fasciculadas
As raízes fasciculadas compõem-se de um conjunto de raízes finas que temorigem em um único ponto. Não existem nessas raízes uma ramificação mais desenvolvida que outra. Também chamadas de raízes em cabeleira, as raízes fasciculadas ocorrem nas monocotiledôneas, como a grama, o milho, a cama, etc.

Raízes pivotantes

Raízes pivotantes
Nesse sistema de raízes, existe uma raíz principal geralmente maior que as demais e que penetra verticalmente no solo. Da raíz principal partem as raízes laterais, que também se ramificam. As raízes pivotantes, também chamadas de raízes axiais, ocorrem nas dicotiledôneas, como o feijão, o café, a laranjeira, o abacateiro, o ipê, etc.

TIPOS ESPECIAIS DE RAÍZES
As raízes têm função de absorção e de fixação. Mas algumas plantas possuem tipos especiais de raízes com outras funções.

Os principais exemplos de raízes:

Raízes tuberosas

Raízes tuberosas
As raízes tuberosas contêm grande reserva de substâncias nutritivas e são muito utilizadas na nossa alimentação. Como exemplo dessas raízes pode citar a mandioca, a cenoura, a beterraba, o cará, a bata doce e o nabo.

Raízes escoras

Raízes escoras
Essas raízes, também chamadas de raízes suportes, partem do caule e se fixam no solo, aumentando a superfície de fixação da planta. Geralmente são encontradas nas plantas que se desenvolvem nos mangues, ambientes de solos movediços; é o caso da planta chamada mangue-verde do gênero Rhizophora.

Raízes tabulares

Raízes tabulares
As raízes tabulares são achatadas como tábuas que encontramos em algumas árvores de grande porte. Auxiliam a fixação da planta no solo e possuem poros que permitem a absorção de gás oxigênio da atmosfera. A sumaúma da Amazônia apresenta raízes tabulares.

Raízes sugadoras

Raízes sugadoras
São raízes de plantas parasitas, como a erva-de-passarinho, que penetram no caule de uma planta hospedeira sugando-lhe a seiva.

Raízes respiratórias ou pneumatóforas

Raízes respiratórias ou pneumatóforas São raízes de algumas plantas que se desenvolvem em locais alagadiços. Nesses ambientes, como mangues, o solo é geralmente muito pobre em gás oxigênio.
Essas raízes partem de outras existentes no solo e crescem verticalmente, emergindo da água, possuem poros que permitem a absorção de oxigênio atmosférico.

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Conhecida também por Arbusto-da-neve, Folha-de-seda e Breinia, a Mil-folhas é uma planta arbustiva, originária das Ilhas do Pacíficico e na Polinésia e pertencem à família  Phyllanthaceae.

É uma planta que tem um ciclo de vida perene, ou seja, durante todo o ano podemos vê-la florescendo e bastante viva.

Seu porte é médio, alcançando até 1,20 metros de altura, tamanho tradicional dessa planta.

Suas folhas são ovaladas e lindamente pintadas de verde, branco, rosa e vermelho e até mesmo completamente brancas, dependendo da cultivar. As flores, masculinas ou femininas, são discretas e sem importância ornamental.

Como toda planta, a Mil-cores vai precisar de alguns cuidados especiais quanto ao seu cultivo. O ideal é que seja plantada sob a meia sombra, pois a planta não gosta muito de receber a luz direta do sol, principalmente nas horas mais quentes do dia.

Se for cultivada em vasos, deixe-a cerca de 3 ou 4 horas exposta ao sol, que é o ideal para sua planta crescer bem. Só atente-se nessa exposição, pois ela deve ficar sob o sol  somente nas últimas horas do dia. Procure manter a planta sempre em locais com o clima quente úmido e evitar expô-la ao frio. Então ambientes internos com climatizadores de ar estão fora de cogitação.

As regas devem ser frequentes, pois essa planta já gosta de solos mais úmidos, porém evite deixar o solo encharcado, pois você pode matar a sua mil cores ou então ajudar na proliferação de fungos e doenças.  O ideal é você realizar regas 2 vezes por semana apenas. O solo deve ser arenoso e bastante rico em material orgânico.

Como adubar A Mil-folhas
O melhor para adubar a mil-cores é fazer uma mistura de uma parte de areia grossa de construção, para uma parte de terra comum de jardim, para uma parte de terra vegetal e para uma parte de composto orgânico. Isso fará com que a sua planta tenha crescimento moderado.

O fertilizante ideal é o do tipo NPK que deve ser aplicado de 3 a 4 vezes por ano, fórmula de 10-10-10. O correto é aplicar 3 colheres de sopa sempre ao redor da planta e nunca junto ao caule para não prejudicar o crescimento.

Se a planta for cultivada em vasos, o indicado é que essa quantidade seja diminuída para também retardar o crescimento da planta. As podas devem ser feitas todos os anos, uma vez apenas e sempre na primavera, pois é quando a mil-cores está em fase mais propícia a crescimento.

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Miltonia spectabilis

Estas robustas orquídeas epífitas, de crescimento cespitoso, ocorrem desde o centro do Brasil até á Argentina. Elas habitam tanto as matas mais secas como as úmidas e formam, quase sempre, touceiras respeitáveis, não raro cobrindo troncos e ramos inteiros e largas superfícies.

Possui um grande número de espécies hibridas conhecidas hoje, cerca de 1.000. Todas as espécies são epífitas e crescem melhor com pouca luz ou luz intermediária.

Possuem grande variedade de cores nas flores. As cores variam muito, nos tons branco, rosa, roxo, vermelho, violeta são comuns. Existem até flores praticamente negras.

No Brasil são distribuídas principalmente pela região do sudeste brasileiro, sobretudo Espírito Santo, Rio, São Paulo e Minas Gerais.

São plantas caracterizadas pela presença de uma ou duas folhas apicais e mais duas folhas que saem da base dos pseudobulbos, de onde são projetadas as hastes florais. Suas inflorescências podem ser uniflorais ou multiflorais, dependendo da espécie.

Suas flores são sempre belas, com um labelo grande em relação às sépalas e pétalas, sempre planas e arredondadas na sua extremidade. Todas as espécies possuem duas políneas.

As Miltonias necessitam de luminosidade média, bastante circulação de ar e umidade. Podem ser cultivadas em vasos de barro com xaxim, bem como em placas e estufas de clima intermediário.

A fertilização, com adubo líquido deve ser a cada terceira rega, com fertilizante balanceado. Com adubos orgânicos, no início de cada estação, menos no inverno.

Preferem ser cultivadas em suportes como palito ou placa de xaxim ou troncos de corticeira ou pedaços de galhos com casca grossa, já que não gostam de excesso de água e têm rizoma longo. Quando cultivadas em vaso deve usar-se pouco substrato

A inflorescência se inicia na base do pseudobulbo e se desenvolve em haste razoavelmente longa que chega a atingir 50 cm. As flores, de tamanho médio tem geralmente de 5 a 7 cm.

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Oncidium forbesii
Este é mais um dos mega gêneros, com aproximadamente 600 espécies distribuídas por toda a América tropical, desde o México até o norte da Argentina.

Caracteriza-se por uma grande diversidade morfológica de suas espécies, porém de forma geral possui pseudobulbos semelhantes aos das Miltonias e Odontoglossum, com hastes florais provenientes da base dos pseudobulbos, nos quais encontram-se duas folhas.

Suas flores sempre são de cores predominantes entre amarelas, marrons, verdes, alaranjadas, brancas, róseas e não raramente tigradas.

A grande maioria das espécies é epífita, porém existem também espécies terrestres e rupícolas, seus pseudobulbos em grande parte das espécies são ovalados e achatados. Muito utilizados como flor-de-corte.

Podem ser encontradas em regiões com altitudes que variam desde o nível do mar até 4000 metros, sempre em florestas úmidas.

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O híbrido amarelo é popularmente chamado de “Chuva de Ouro” e extensamente comercializado.

Com sua estrutura bulbosa e flores numerosas e de tamanho pequeno, o Oncidum é de fácil adaptação em placas, onde se reproduz e emite brotos e flores com certa facilidade. É uma planta fácil de ser criada em apartamentos, contando que tenha boa luminosidade no local.

Não existe uma maneira padrão válida para cultivar todas as espécies de Oncidium. Seu cultivo vai depender da origem da espécie em questão. Algumas espécies gostam de uma luminosidade bastante intensa, mas não deve receber os raios solares diretamente. Outras espécies gostam de meia sombra e outras podem florir com meia sombra ou muita luz.

Devem ser cultivadas em estufas de clima intermediário, em vasos de barro com fibra de coco, sempre com excelente drenagem, ou em placas de peroba ou de fibra de coco, sempre com água abundante durante todo o ano

Durante o inverno, algumas espécies precisam de um período de repouso bem severo, outras nem tanto mas de qualquer modo, esta diminuição de rega não pode provocar o enrugamento dos pseudobulbos e das folhas. Em geral, no sul e sudeste brasileiro, de onde a maior parte das espécies é originária, o inverno é seco, então durante este período, na natureza, eles não recebem muito água, apenas o orvalho da noite que é bem pesado.

Ambientes como o cerrado, chapadas e campos de altitude também são bastantes secos neste período. As espécies que são originárias da Floresta Atlântica precisam de mais umidade do que aquelas que vêm de regiões mais secas. Em flor, a freqüência da rega deverá ser reduzida de maneira considerável.
Em locais de clima quente, pode-se aplicar fertilizante durante o ano inteiro, mas em locais de inverno mais rigoroso pode não ser a melhor opção.

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