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catlleya walkeriana

Cultivar orquídeas é um hobbie que trás muita alegria e conhecimento, mas exige dedicação e paciência. Quem já está cultivando ou pretende cultivar sabe que existem técnicas e praticas que envolvem, entre outras questões adubação, rega, luminosidade e ventilação.

Orquídeas são consideradas plantas perenes, isto é vivem continuamente, sempre seguindo uma rotina de fases. Brotação e crescimento, floração e frutificação e dormência.

Por falta de informação, a prática de manejar orquídeas pode ser feita de maneira errada e prejudicar a planta e em casos mais graves, pode leva-la a morte. Para evitar que isso aconteça, abaixo uma lista dos dez erros mais comuns no cultivo de orquídeas:

1 – Ventilação – As orquídeas se desenvolveram ao longo de milhares de anos e adquiriram a capacidade de retirar do ar nutrientes e umidade para crescer e se desenvolver. Por isso elas não toleram ambientes sem circulação de ar.

E quando não há condições o cultivador vai perceber pois o crescimento fica prejudicado, com pouca ou nenhuma floração e ainda o aparecimento e a disseminação de pragas e fungos aumenta consideravelmente. Quanto mais arejado for o local de cultivo melhor, sem corrente de vento forte, apenas circulação de ar.

2 – Luminosidade – Este é um item fundamental no cultivo de orquídeas, pois dela depende a floração das orquídeas. Planta com menos luminosidade que necessita não dá flor, só crescendo a parte vegetativa.

Se for cultivar em orquidário prefira locais iluminados pois é mais fácil controlar a intensidade do sol com a tela de sombreamento diminuindo também a temperatura, do que tentar cultiva-las na sombra. Nem todas as espécies se adaptam se não tiver boa luz.

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3 – Rega – Primeiro acabar com um mito. As orquídeas precisam e gostam de umidade sim. Mas para regar com eficiência é preciso atenção e observação, pois se regar de mais favorece o surgimento de fungos e outras pragas, além de apodrecer as raízes.

As raízes não suportam ficar encharcadas, pois são como esponjas e depois que absorvem a água precisam secar para depois molhar de novo.

Outra questão diferente de regar, é a umidade ambiente. Observe as roupas no varal se secarem rápido é porque a umidade está baixa e nesse caso se já tiver regado as Orquídeas pode molhar apenas o chão para que aumente a umidade do ar no ambiente em que elas são cultivadas.

Isto às vezes é melhor que jogar agua nelas, pois simula o habitat de muitas espécies, onde sempre tem agua por perto, seja de um rio, lago, nevoeiro noturno, etc.

Outra maneira de evitar os excessos na hora da rega é vaporizar agua apenas nas folhas, deixando o substrato mais seco, intercalando com regas normais em que se molha a planta toda.

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4 – Adubação - É essencial para o sucesso no cultivo, mas o grande erro aqui é não seguir a recomendação do fabricante. A captação de recursos pelas orquídeas é muito lenta, pois tem o sistema  de vegetação CAM, que é igual ao dos cactos.

É normal que quem inicie no cultivo de orquídeas tenha pressa e aumente a dosagem do adubo querendo ver o resultado rápido, mas isso só vai prejudicar e em casos mais graves vai queimar a planta literalmente. a diferença entre adubo e veneno está na dose.

Quando adquirir o adubo, leia atentamente o rotulo e siga as instruções de aplicação. Os melhores opções para que inicia e não conhece muito são os adubos orgânicos, e os organominerais, porque são alimentos completos para as orquídeas e atuam também no substrato melhorando a condição das raízes e da captação de recursos. Antes da adubação é importante regar as plantas para deixa-las bem hidratadas.

5 – Disposição – As orquídeas são plantas que necessitam de espaço para que se desenvolvam e o arejamento é fundamental pois como a maioria delas vegeta de forma epífita, o ar tem um papel fundamental na saúde delas.

A recomendação é de pelo menos 10 cm de distancia entre os vasos. Quanto mais perto a distancia, mais fácil para a disseminação de pragas e fungos, além de dificultar a rega e a adubação.

Sapatinho

6 – Substrato – Como a quantidades de espécies de orquídeas é enorme e os habitats são os mais variados cada espécie exige um substrato para o cultivo. Além disso, outro fator que prejudica demais as orquídeas são os substratos velhos e saturados ou ainda aqueles que estão com muito resíduos de adubações continuas que acaba queimando as raízes.

Existem vários tipos de raízes, por isso vários tipos de substratos. De maneira geral para as necessidades das orquídeas o substrato ideal é que seja volumoso, de média a alta porosidade e de baixa densidade.

No aspecto químico o PH deve estar entre 5 e 6 , de baixa salinidade. Esses qualidades propiciam boa nutrição para as raízes, boa fixação, aeração e ausência de fungos e pragas.

Os substratos mais usados atualmente são: musgo esfagno, carvão vegetal, chips de coco, pedras como seixo rolado e brita, casca de arroz carbonizada, casca de pinus, casca de macadâmia.

Estes podem ser usados sozinhos ou misturados usando sempre um que acumula mais umidade e outro que é mais seco e arejado para as raízes respirarem. Além desses existem ainda os substratos regionais como exemplo o caroço de açaí e a casca do coco seco.

Também se utiliza madeiras em pedaços, troncos e cascas como a peroba, cedro, cabreúva, canela, guaraiúva, café, Sansão do campo, etc.

Potinara

7 – Vasos – Um erro muito comum é confundir a orquídea com uma planta terrestre e por falta de informação a pessoa escolhe um vaso que não é próprio para o cultivo de orquídeas. Muitas vezes de tamanho exagerado, além de misturar vários tipos de vasos no cultivo o que acaba dificultando o cultivo na questão da rega e secagem dos vasos.

Se o vaso não é adequado os prejuízos são o apodrecimento das raízes. Os mais usados atualmente são os vasos de barro, os de plástico e os cachepots de madeira, além de troncos  e cascas de árvores.

Sempre que for usar um novo vaso escolha o tamanho conforme a planta onde a medida é encostar a planta numa das bordas e medir de dois a três dedos livres na frente para que ela cresça. Isso pode parecer apertado e é o ideal para que a planta fique firme e se desenvolva permanecendo nesse vaso por até dois anos quando deverá ser replantada.

8 – Clima – Quando se começa a cultivar orquídeas é comum as pessoas quererem de tudo, sem se preocupar com as necessidades da planta e o que ocorre é que muitas vezes a planta adquirida precisa de um clima especifico e acaba sofrendo e até morrendo em um clima diferente frustrando o iniciante.

É fundamental avaliar o clima que você tem na sua região e na hora de comprar pergunte ao produtor qual é o clima exigido pela orquídea que você quer para saber se é compatível. Sempre tenha a identificação das plantas que adquirir, pois com o nome é fácil fazer uma pesquisa sobre o habitat e as necessidades da planta usando a Internet.

Rodriguezia Venusta

9 – Combate às pragas – Esse é um item que acaba com o sonho de muitos iniciantes que por praticas de cultivo errado em locais muito úmidos e mal iluminados e sem ventilação acabam causando a desnutrição da planta e consequentemente o ataque de fungos e pragas, porque para que todos saibam essa é a lei da natureza sobre sustentabilidade.

“Tudo o que é vegetal se reintegra ao meio de forma a beneficiar e reciclar.”
Então plantas debilitadas são atacadas pois estão sendo recicladas e servindo a outros seres, insetos ou fungos, etc.

Como prevenção as pragas e doenças eu posso citar o óleo de neem que é natural extraído de uma árvore e que atua prevenindo e combatendo centenas de problemas em plantas, desde insetos a diversos tipos de fungos e bactérias, não sendo prejudicial nem ao ser humano nem aos animais.

É vendido em gardens e agropecuárias e o modo de usar é especificado pelo fabricante. Além do óleo de neem existem receitas caseiras e naturais que são preventivos ao aparecimento de problemas e podem ser aplicados regularmente como a Canela, cebola, cravo, alho, fumo, pimenta etc.

Mas a ação mais importante  está na correta e regular nutrição da orquídea pois existem nutrientes específicos que fazem naturalmente a defesa da planta.

10 – Cultivar em locais inadequados – O desejo de ter um orquidário com diversas espécies pode fazer com que algumas delas não se adaptem. O segredo é pesquisar o habitat das plantas que se pretende adquirir e quais as espécies que são da mesma região ou clima comum.

No mundo são mais de 30.000 mil espécies de diversos gêneros, epífitas, rupícolas e terrestres, além de mais de 250.000 mil diferentes híbridos que possuem as características herdadas dos ”pais” e podem vegetar em mais tipos de clima do que as espécies.

Saiba que o clima é fundamental no cultivo de orquídeas e chega a ser 80% do sucesso no cultivo e na saúde da planta.

Esses são os erros mais comuns e que acabam atrapalhando o cultivo das orquídeas e também de outras plantas. Plantas são como nós, quando chegam em um novo local vão procurar se adaptar, e por isso o mais interessante é fazer um tipo de ” quarentena” e apenas observar, evitando mexer ou já replantar.

Quando os primeiros sinais de que a planta começa a vegetar, como uma brotação ou emissão de raízes aparecer, é a indicação que ela está se adaptando ao novo local.
A paciência e a observação são as duas qualidades que mais evoluem no cultivo de orquídeas, pois sem elas dificilmente se consegue.

Neste mundo moderno, cheio de pressões e cobranças. cultivar orquídeas é a maneira mais correta de se equilibrar. Uma orquídea a mais, um remédio e um psiquiatra a menos.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Ansellia africana-1

A alguns anos atrás esse gênero continha mais 5 espécies, só que com o tempo foi-se percebendo que na verdade essas eram apenas variedades de uma mesma planta. Esse erro aconteceu devido a grande variedade de formas e cores das flores.

Antigamente existiam:
* Ansellia gigantea
* Ansellia humilis
* Ansellia nilótica
Entre outras

E hoje elas foram transformadas em variedades da ansellia africana.
* Variedade nilótica
* Variedade nigra
* Variedade black darkness

Para saber mais sobre essa espécie, suas características, curiosidades e como cultivá-la, continue lendo esse artigo.

Características
A ansellia africana é uma planta de porte médio e em alguns casos grande.

Ela normalmente atinge cerca de 50 centímetros, mas em algumas variedades pode passar de 1 m.

Ela é uma orquídea epífita e em alguns casos terrestres e como o nome já diz, ela é uma orquídea africana.

Por serem principalmente epífita, a ansellia possui raízes aéreas e uma coisa que você deve se lembrar, suas raízes são naturalmente brancas.

Em outras orquídeas, uma raiz branca pode significar falta de água, mas na ansellia não.

Você pode encontrar essa orquídea em seu habitat natural em costas secas perto de risos, normalmente em árvores altas. É importante lembrar que elas vivem em áreas com muita seca.

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Curiosidades e Informações extras
Também conhecida como orquídea-leopardo, a ansellia é confundida com o gênero  Cyrtopodium. Isso ocorre porque como elas vivem em habitats muito parecidos, com o passar dos anos elas foram evoluindo e se parecendo cada vez mais.

Flores
As flores dessa orquídea foram o motivo para tanta confusão em relação as espécies. Existem diversos formatos e também diversas cores que podemos encontrar na natureza, mas normalmente elas são bem parecidas.

As flores possuem entre 5 e 6 centímetros de diâmetro e podem durar até 15 dias. Elas aparecem no final do caule e são meio amareladas e com manchas. Essas manchas podem ser de diversos formatos e cores.

Normalmente a floração ocorre após o inverno ou durante o verão gerando cerca de 20 flores.

Cultivo da Ansellia africana
Essa é uma planta de cultivo simples. Ela é muito resistente e se você vive em uma região com temperaturas mais altas, essa é a escolha ideal. Aprecia temperaturas mais quentes e durante o inverno que sua rega seja diminuida.

Umidade
A umidade deve ser média, não muito alta nem muito baixa. O recomendado é algo entre 65% a 75%. Lembre-se que a umidade é muito importante para combater doenças e deixar a sua orquídea saudável, por isso, busque oferecer um bom local para sua orquídea.

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Iluminação
Essa assim como as orquídeas chuva de ouro gosta muito de luz. A ansellia deve ter uma grande exposição a luz, mas sempre de modo indireto. Para que você saiba se está fazendo isso da maneira correta, observe suas folhas. Se elas estiverem amareladas, você está fazendo certo.

Mas lembre-se, é só no caso da ansellia que esta regra se aplica, em outras orquídeas, folhas amareladas significa excesso de sol. Caso as folhas da ansellia africana estejam amareladas, ela terá uma ótima floração.

Substrato
O substrato depende muito de onde você for cultivar a sua orquídea. Por exemplo, caso escolha cultivá-las em uma árvore, não precisa colocar substrato. Mas caso a cultive em um vaso ou cesto, isso pode ser necessário.

O substrato para a ansellia deve ter uma excelente drenagem e principalmente fornecer uma boa aeração para as raízes.

Por isso, alguns dos substratos recomendados são:
* Carvão
* Brita
* Turfa
* Casca de pinus
Entre outros

E lembre-se o replantio deve ocorrer assim que os substratos começarem a ficar velhos.

Rega
A rega é o fator mais complicado na hora de cultivar essa orquídea. Isso porque como elas em seu habitat natural ficam muito tempo sem água, em sua casa ou jardim, você terá que fazer a mesma coisa.

Basicamente, durante o período de crescimento dessa orquídea, ela deve ser regada após o substrato secar. Já durante os outros períodos, você deve diminuir a quantidade de rega.

Durante o inverno, você deve diminuir drasticamente a periodicidade que molha sua planta. Regue de tempos em tempos e se possível apenas faça a vaporização. Esse período de seca durante o inverno é necessário para que a ansellia floresça.

Ansellia africana

Onde Cultivar
A ansellia é uma orquídea epífita e de grande ou médio porte, por isso, é recomendado que você a cultive em algum dos seguintes locais:
* Árvores
* Cachepôs
* Cestas penduradas
* Vasos fundos

Evite vasos rasos e também não a planta na terra. A escolha do local certo vai ajudar muito na hora de cultivar sua planta.

Temperatura
Essa é uma orquídea que vive em locais quentes e não está acostumada com o frio. Por isso, ela é ideal para pessoas que vivem em locais com temperaturas mais quentes.

Ela gosta de temperaturas maiores em seu período de crescimento e durante o seu descanso, essa temperatura deve abaixar um pouco.

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Dendrobium Loddigesii

A dendrobium loddigesii é uma das plantas mais famosas do gênero dendrobium. Muito conhecidas por suas flores parecerem um olho-de-boneca, as dendrobium são orquídeas muito admiradas no mundo dos orquidófilos.

Essa é uma orquídea recomendada para a grande maioria dos cultivadores, por ser de fácil cultivo e rápido crescimento.

Por isso, se você quer aprender mais sobre as características e principalmente sobre o cultivo da dendrobium loddigesii, continue lendo.

Características
Assim como as outras dendrobium, essa planta é originária da Ásia, especialmente dos seguintes países da China, Vietnã e Laos.

Ela pode ser encontrada de várias formas, em cima de árvores (epífita), sobre rochas (litófita) e, até mesmo na terra (terrestre).

O seu habitat natural pode ser descrito como: Florestas úmidas em  altitudes entre 900 a 1600 m acima do mar e umidade alta

Saber essas informações é algo necessário para que você entenda melhor como deve ser o cultivo dessa espécie. A dendrobium loddigesii é uma orquídea de pequeno porte, normalmente não passando de 30 cm.

Flores
Agora que você já aprendeu sobre as principais características dessa planta, vamos entender e apreciar um pouco mais suas flores.

Essa orquídea floresce no final do outono e início da primavera. Suas flores normalmente duram 15 dias, possuem um leve perfume e medem entre 3 a 5cm de comprimento.

Ao cultivar essa dendrobium, você vai perceber que pouco antes de sua floração, ela perde praticamente todas as suas folhas. Não se assuste, pois, isso é normal para essa dendrobium.

Dendrobium Loddigesii

Cultivo da Dendrobium loddigesii
Como já dito no início deste artigo, o cultivo desta orquídea é algo simples, mas isso pode mudar.

Caso more em uma região onde as temperaturas são maiores, infelizmente terá problemas em cultivar a dendrobium loddigesii, pois, ela é uma orquídea que gosta de temperaturas mais frias.

Onde plantar
Como já dito, essa é uma orquídea que pode ser rupícola, epífita ou terrestre e nesses três casos, o local onde plantar é diferente.

Mas felizmente, a grande maioria dos orquidários vende apenas as dendobrium. loddigesii epífita, por isso, não vamos abordar os outros tipos.

Basicamente ela pode ser plantada em árvores, amarrada em troncos ou placas ou vasos de barro, plástico ou cachepot.

Escolha um local que deixe sua planta confortável e que seja de fácil acesso para que você possa cultivá-la facilmente.

Iluminação
A iluminação é o fator principal para se fazer suas orquídeas florescerem.

Para descobrir qual a iluminação ideal para sua dendrobium loddigesii, você pode seguir essas dicas:
* As folhas estão com um tom de verde mais escuro que o normal, significa falta de luz;
* As folhas estão amareladas ou queimadas, significa excesso de luz.

Essa dendrobium gosta de uma boa luminosidade, mas evite ao máximo sol direto. O ideal para essa planta é um sombreamento entre 40 a 50%.

Dendrobium Loddigesii

Substrato
Os substratos ajudam a completar o que as orquídeas não conseguem sozinhas. Por exemplo, uma orquídea que não consegue reter bem a umidade, vai gostar de um substrato com uma boa retenção de umidade.

No caso dessa dendrobium, o recomendado é um substrato com ótima drenagem e que também deixe as raízes “respirarem”.

Algumas opções para essa orquídea são:
* Carvão vegetal
* Cascas de pinus
* Pedaços de madeira
* Esfagno

Dendrobium Loddigesii

Rega e adubação
As regas para essa orquídea são bem simples e, você apenas deve seguir as dicas abaixo:
* Pouco antes da floração (planta sem folhas): diminuir muito ou suspender a rega
* Após e durante a floração: regar quando o substrato secar

Quanto a adubação, ela deve ser realizada a cada 15 dias, exceto no período antes da floração. Para adubá-las, você pode utilizar adubos orgânicos ou químicos.

Temperaturas
Por último, vamos falar sobre o fator mais “complicado” no cultivo dessa orquídea, a temperatura.

Basicamente a dendrobium loddigessi gosta de temperaturas mais frias ou médias. Por isso, se você viver em regiões mais frias, essa orquídea será fácil para se cultivar.

Garanta que a temperatura média fique entre 7ºC a 30ºC, e durante a manhã a temperatura deve ser ao menos 4ºC maior do que a noite.

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Os amantes de flores não resistem a um belo exemplar de orquídea, então vamos aprender como evitar erros que podem até matar sua orquídea.

A flor multicolorida é um convite ao cultivo, mas nem todo mundo obtém sucesso no plantio. E mesmo quem já está habituado com a planta, volta e meia se depara com um vaso ‘caidinho’.

Se você vive atrás de dicas para manter as suas sempre saudáveis e bonitas, usando poucos produtos químicos.

Segundo especialistas, colocando em prática os cuidados certos, as orquídeas podem se manter perfeitas por muito tempo.

Veja algumas falhas comuns com as orquídeas e saiba como reverter a situação:
* Cultivá-las em vasos de plástico. Prefira os vasos de barro, que são porosos e drenam melhor a água. Isso evita o apodrecimento das raízes;

* Permitir que elas extrapolem o limite do vaso. O ideal é mantê-las dois dedos para dentro da superfície;

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* Trocá-las de vaso sem reparar de que lado surgem os novos brotos. Chamados de “parte da frente” da orquídea, os brotos devem ficar livres, nunca encostados na parede;

* Esquecer de acrescentar nó de pinho ou placas de madeira à planta. Além de decorar o vaso, os substratos conservam a água por mais tempo;

* Não esterilizar a tesoura antes de podá-las. Para essa operação, utilize um maçarico portátil ou a própria chama do fogão, mas atenção, espere o instrumento esfriar antes de usá-lo. Esterilize novamente antes de manipular outra planta, para evitar transmissão de doenças;

* 6. Não passar um cicatrizante após a poda. Neste caso, utilize canela em pó que é um cicatrizante natural;

* Ignorar as manchas na folhagem. Elas podem indicar que a planta tenha sido atacada por uma praga;

* A dica é usar detergente líquido diluído em água. Lave bem todas as folhas e raízes e borrife a concentração nas folhas. Se a infestação for grande, passe o sabão puro, sem diluir. Depois, deixe a orquídea por 24 horas na sombra, lave e replante;

* Usar o mesmo vaso depois de eliminar pragas. O ideal é trocar o recipiente por um novo.

Caso não seja possível, lave-o bem com cloro e finalize com detergente neutro, enxaguando antes de replantar sua orquídea;

* Não reparar na coloração da folhagem. Se estiver muito escura, é sinal de carência de luz. Nesse caso, troque a orquídea de lugar;

* Não identificar as orquídeas com plaquinhas. Além do nome da espécie, anote o período de sua última floração.

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Mais algumas dicas úteis para suas orquídeas
A primeira dica é algo bem básico, mas que poucos vendedores ensinam aos clientes: orquídeas gostam e precisam de sol.

Embora a maioria das plantas da família Orchidaceae nasça e cresçam em locais sombreados, elas precisam de luz solar para se desenvolver bem. Então, providencie um lugar próximo de uma janela, onde sua orquídea possa receber os primeiros raios solares da manhã.

Nada de deixar a planta esturricando embaixo de um sol escaldante, mas aquele sol fraquinho da manhã fará um bem enorme para sua orquídea.

Orquídeas devem ser regadas com generosidade. É um mito pensar que, por serem plantadas em substrato e viverem em árvores (a maioria são epífitas), as orquídeas precisam de pouca água. O importante é não ter acúmulo de água, para evitar que as raízes apodreçam ou que a planta seja atacada por fungos e bactérias.

Evite cachepots neste primeiro contato com o mundo das orquídeas e prefira vasos com furos. Qualquer vaso furado vai ajudar você se tornar um expert em orquídeas – pode ser de barro, madeira ou até mesmo de plástico.

O importante é regar a planta com água em abundância e permitir que todo o excesso escorra.

Agora, se você realmente precisa de um cachepot, prefira um de vidro. Desta forma, você consegue ver se tem água acumulada no fundo – e, com um pouquinho de jeito, conseguirá tombar o recipiente para que a água possa sair. Lembre-se de tomar cuidado para que o substrato não derrame pela casa.

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