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fertilizante
Sempre existe a dúvida, porque tenho que adubar minhas plantas e qual fertilizante devo usar?
Os adubos ajudam a proteger contra fungos e a acelerar a floração, entre outras funções, a iluminação e água são essenciais ao desenvolvimento de plantas, mas uma boa adubação do solo pode dar uma ajudinha à natureza.

Existem nos mercados fertilizantes granulados, líquidos e em pó, com funções que vão de proteção a durabilidade das flores.

Para a chamada adubação de base são necessários os macronutrientes: nitrogênio (N), fósforo (P), potássio (K). Os produtos costumam conter os três, em proporções indicadas pela sigla NPK, formada pela notação química de cada elemento.
Valores como 10 – 10 – 10, indicam a mesma medida das três substâncias, e em casos como 12 – 12 – 17 ou 04 – 14 – 08 a quantidade dos elementos é diferenciada.

A escolha entre um ou outro tipo depende do tipo de planta, porque cada elemento exerce uma função diferente:
- nitrogênio - fortalece raiz, haste e folhas.
- potássio - aumenta a resistência do vegetal a doenças e pragas, além de aumentar a produção de sementes e estender a durabilidade das flores.
- fósforo - essencial ao desenvolvimento de flores e sementes.

Granulado, líquido ou pó.
Os adubos granulados devem ser usados apenas uma vez a cada seis meses. Os modelos líquidos ou em pó podem ser aplicados toda semana. Esse dois últimos tipos de fertilizante costumam conter outras substâncias, conhecidas como micronutrientes – zinco, cobre, manganês, sódio -, e são dissolvidos na proporção de uma colher de chá  para cada litro de água.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


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As plantas, normalmente, são capazes de produzir seu próprio alimento, retirando do solo, da água e das condições de luminosidade, tudo o que precisam para crescerem fortes e sadias.
No entanto, nem sempre as condições são ideais para que elas possam realizar essa tarefa satisfatoriamente, é aí que entra em cena a fertilização, garantindo os nutrientes necessários para um crescimento saudável.

Ter plantas bonitas até mesmo dentro de casa é o sonho de muitas pessoas. Acontece que com o passar do tempo, a terra dos vasos, jardineiras ou mesmo do jardim começa a ficar esgotada, além de nem sempre conter boas doses de nutrientes. Nessa hora, temos de dar uma mãozinha para a natureza e reforçar a nutrição das plantas.

Não é difícil perceber quando as plantas estão apresentando sinais de nutrição deficiente. Estes são os mais comuns:
* O crescimento se torna lento;
* Espécies floríferas apresentam floração pobre ou ausente, com colorido apagado e sem vida;
* A planta fica com os caules e as hastes fracas e debilitadas;
* A folhagem apresenta-se pequena, com folhas miúdas, sem brilho ou amareladas.
* As folhas inferiores caem com facilidade e a planta fica menos resistente ao ataque de pragas ou doenças.

Como aplicar um fertilizante?
Antes de tudo, é preciso lembrar que existem vários tipos de fertilizantes disponíveis no mercado: em pó, líquido, na forma de cristais solúveis, em bastões ou em pastilhas. Os fertilizantes em pó, cristais solúveis e líquidos são bem práticos – é só diluir em água. Já os fertilizantes em forma de bastões ou pastilhas são colocados diretamente na terra e têm a vantagem de apresentar uma ação lenta e gradativa, pois vão liberando os nutrientes aos poucos. Por outro lado, eles tendem a concentrar os sais minerais na área de terra em que foram fixados, podendo queimar as raízes mais próximas.
Existem, também, os chamados adubos foliares que, diluídos em água, são aplicados em aspersão sobre as plantas. É o tipo de fertilizante mais recomendado quando se deseja um efeito imediato, em plantas muito subnutridas.

Normalmente, as plantas necessitam de três elementos essenciais para o seu bom desenvolvimento: Nitrogênio, Fósforo e Potássio: a famosa “trinca” NPK. Veja porque eles são tão importantes:

(N) Nitrogênio: Fabrica a clorofila e estimula o crescimento de folhas e brotos. Uso: Em todos os tipos de folhagens de interior
(P) Fósforo: Ajuda a produzir raízes saudáveis e estimula o surgimento dos botões de flores. Uso: Em todos os tipos de plantas de interior, principalmente floríferas
(K) Potássio: Produz folhas saudáveis e estimula a produção de flores e frutos. Uso:Todas as plantas floríferas, com bulbos e plantas com frutos

Além destes elementos, microelementos como o ferro, zinco, cobre, manganês e magnésio também fazem parte da maioria das fórmulas. Eles participam de processos essenciais como a fotossíntese e a respiração. Os elementos mais importantes geralmente vêm descritos com seus símbolos e as respectivas porcentagens. Por exemplo: NPK 10-20-10.

Quando fertilizar demais…
Fertilizar uma planta em excesso pode ser tão prejudicial quanto deixar de fazê-lo. É preciso não confundir fertilizante com remédio, por isso, antes de mais nada, procure determinar as causas de uma planta fraca e pouco saudável. Às vezes, o problema pode ser causado por um ataque de pragas e doenças. Nesse caso, é preciso tratar a planta para acabar com o mal.

Use sempre as doses indicadas na embalagem dos produtos. No caso de dúvida, aplique sempre uma dose menor.
Adubação em excesso só traz problemas, veja o que pode ocorrer, quando a “comida” é demais:
* Surgimento de manchas amarronzadas nas folhas, parecendo queima;
* Folhas com as bordas murchas ou enroladas;
* Má formação das folhas;
* Distúrbios no desenvolvimento: a planta pode ficar mais ativa no inverno e crescer menos na primavera e verão, por exemplo;
* Surgem massas ou crostas brancas na superfície da terra ou dos vasos, principalmente nos de barro ou cerâmica;
* Em casos mais graves, a planta pode secar temporariamente e até morrer.

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Oncidium variegatium - Tolumnia
Com mais de mil gêneros e 30 mil espécies, as orquídeas estão entre as queridinhas das plantas para se cultivar em casa ou para presentear alguém. Os motivos são inúmeros: são bonitas, coloridas, perfumadas, cabem em qualquer lugar e, com poucos cuidados, podem durar anos e anos. Veja algumas dicas e como cultivá-las e aprenda um pouco mais sobre a flor.

Um orquidário pode ser feito em qualquer espaço, basta um cantinho iluminado e muito carinho para você ter orquídeas lindas em casa.  Encontre o local:

No quintal
Orquídeas vão bem tanto em ambiente interno quanto em externo. Quem mora em casa pode deixar os vasos no quintal, sobre uma tábua apoiada em tijolos (no chão, eles atraem lesmas).

Dentro de casa
Se você mora em apartamento, aproveite o parapeito de uma janela: vale o da sala, do quarto, da cozinha e até mesmo da área de serviço!

As 5 maiores dúvidas sobre as orquídeas
* Nunca colocar pratinhos sob os vasos de orquídeas. Orquídeas não gostam de ter água parada nas raízes;

* Evite plantar orquídeas na terra, já que poucas orquídeas são terrestres. Na dúvida, plante em substrato, uma mistura de carvão, casca de coco e tronco de árvore, vendida em floriculturas;

* Teoricamente as orquídeas só precisam de água e mais dana, mas, se você borrifar sua orquídea uma vez por mês com adubo NPK 20-20-20, ela pegará menos doenças e dará flores maiores e mais bonitas;

* Nem todas as orquídeas devem ser amarradas nas árvores, esse suporte funciona melhor com espécies chamadas “epífitas”, que naturalmente vivem sobre os galhos, como phalaenopsis e chuva-de-ouro;

* Nenhuma orquídea fica 12 meses com flor. Mesmo assim, você terá a casa florida o ano todo se escolher ao menos uma espécie de cada estação.

Os 5 segredos da rega perfeita
* Com o dedo indicador, toque o substrato (a “terrinha”) e sinta se ele está seco. Se estiver bem úmido, nada de água.

* Vai regar? Leve o vaso para uma pia ou um tanque e deixe a água encharcar a planta até escorrer pelos furinhos. Molhe inclusive na parte debaixo das folhas. Deixe escorrendo por alguns minutos até voltar o vaso para o lugar em que ele estava.

* Se a planta estiver florida, tome cuidado para não derrubar água na flor. Não é que ela não goste de rega, não! O problema é que flores molhadas atraem pulgões, fungos e bactérias.

* Orquídeas como as chuva-de-ouro ou as catleyas, que têm caule gordinho, precisam de menos água do que as outras. Essa região é chamada de pseudobulbo e serve como uma reserva de comida.

A espécie mais adequada à sua região
Se você mora na região Sul
Aspásia (Aspasia lunata)

Se você mora na região Centro-Oeste
Encíclia (Encyclia)

Se você mora na região Sudeste
Cimbídium (Cymbidium)

Se você mora na região Nordeste
Cirtopódium (Cyrtopodium)

Se você mora na região Norte
Cocheleantes (Cochleanthes amazonica)

Todo o Brasil
Catleia (Cattleya)
Chuva-de-ouro (Oncidium)
Falenópsis (Phalaenopsis)

Tenha orquídeas com flor o ano todo
Aqui vai um calendário da época em que cada orquídea* dá flor

Primavera
Outubro: Brassia chloroleuca, Lycaste skinneri e Oncidium cebolleta
Novembro: Cattleya nobilior, Laelia purpurata e Promenaea stapelioides
Dezembro: Cattleya guttata, Dendrobium chrysanthum e Oncidium flexuosum

Verão
Janeiro: Aspásia luneta, Dendrobium phalaenopsis e Oncidium pumilum
Fevereiro: Brassavola perrine, Cattleya “Chocolate Drop” e Miltônia spectabilis
Março: Cattleya (híbrido), Doritis pulcherrima e Paphiopedilum callosum

Outono
Abril: Colmanara “Wildcat”, Encyclia cochleata e Ludisia discolor
Maio: Epidendrum longispata, Laelia anceps e Rodriguezia venusta
Junho: Gomesa crispa, Cymbidium giganteum e Phalaenopsis amabilis

Inverno
Julho: Cattleya trianae, Cymbidium (híbrido) e Zygopetalum crinitum
Agosto: Cattleya aurantiaca, Dendrobium superbum e Oncidium “Sharry Baby”
Setembro: Cattleya intermedia, Dendrobium nobile e Phalaenopsis schilleriana

* Foram dados os nomes científicos porque os nomes populares das espécies mudam de acordo com a região do país.

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Paeonia sp. )

A Peônia é uma planta originária da Ásia, sul da Europa e oeste da América do Norte. Seu nome deriva do grego Peone – deus da medicina.
O gênero compreende cerca de 80 espécies, entre plantas herbáceas e lenhosas. Ocorrem também diversas variedades resultantes de hibridizações e seleções, principalmente na China, onde é uma importante planta ornamental, sendo considerada símbolo nacional.

Seu porte varia de de 0,5 a 1,5 m de altura. Apresenta folhas compostas, com folíolos inteiros ou lobadas, caducas em algumas espécies. As flores são grandes, delicadamente perfumadas, podendo ser simples, semi dobradas e dobradas, de cores muito variadas, surgindo na primavera-verão.

Devem ser cultivadas a pleno sol, em solos férteis e ricos em matéria orgânica, recebendo regas regulares. É uma planta que não se adapta a climas quentes, devendo ser cultivada à meia-sombra.

É muito utilizada como flor-de-corte, isolada ou em grupos, maciços e renques. Sua propagação é feita por sementes, enxertia e divisão dos rizomas.

A semente precisa passar por estratificação pra germinar.
A estratificação é o processo de exposição de sementes a uma temperatura de aproximadamente 1,5º graus .Você pode fazer isso, colocando-as em sua geladeira, colocando as sementes em uma toalha de papel umedecida, não encharcada, com água purificada, sem cloro (água encanada contém cloro não serve, danifica a semente), posicione as sementes um pouco afastadas umas das outras, em seguida dobre a toalha e coloque em um saco zip-lock (saco plástico que é fechado com pressão dos dedos muito usado para congelar alimentos) marqie as variedades caso estiver usando mais de um tipo de planta, manter na geladeira, não no congelador, durante 40 a 60 dias. Quando retirá-las da geladeira, retire as sementes da toalha e plante-as imediatamente, use pequenos tabuleiros (bandeja com vários orifícios, próprio para produzir mudas) ou uma caixa de madeira comum com  boa drenagem. Em seguida coloque sob a luz solar direta.

Mantenha o solo sempre úmido, não encharcado, nunca regue quando o sol estiver muito forte .

Quando as mudas estiverem com cinco ou seis folhas transplante para lugar definitivo, jardim, vaso ou floreira a sua escolha.

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Adenium boehmianum
O Adenium, embora alguns pensem ser uma planta difícil de ser cuidada, é uma espécie relativamente fácil de ser cultivada, desde que você considere a sua planta como se fossem duas completamente diferentes, com necessidades diferentes em diferentes períodos do ano.

No verão, quando está em pleno crescimento, ele deve ser tratado como planta tropical, regado abundantemente e com frequência, e bem adubado.

No inverno ele precisa de ambiente seco, deve ser tratado como um cacto, com muita iluminação e com regas ocasionais.

Como a maioria das suculentas, o Adenium quando adormecido durante o inverno, é suscetível a podridão radicular causada pelo acumulo de água no substrato. Por isso, deve ser plantado em substrato bem drenado a arejado. A combinação é: 50% de substrato para plantio de hortaliças, 40% de areia grossa e 10% de pedrisco de brita peneirado.

O vaso deve ser apenas um pouco maior do que o tamanho da massa radicular, para reter pouca umidade e evitar a podridão das raízes. No entanto, o tamanho do vaso restringe o crescimento da planta. Assim, a cada ano, o tamanho do vaso deve ser aumentado. O ideal é que o vaso tenha o formato de tigela, um pouco maior que o sistema radicular.

Como a maioria das plantas suculentas, o Adenium precisa de muita luz para o seu florescimento, mas o sol muito forte pode queimar as às flores de tons mais escuros. O ideal é cultivar Adenium em viveiros cobertos com plástico e tela sombrite com malha 50%.

O Adenium pode permanecer com folhas em quase todo o ano, principalmente se cultivado em viveiros, mas, algumas espécies perdem todas as folhas durante o inverno. Para estas espécies, a rega durante a desfolha deve ser moderada, para evitar a podridão das raízes.

Os ácaros e a podridão das raízes, são os maiores problemas no cultivo do Adenium. Também os percevejos costumam aparecer na época em que a planta desenvolve as vagens de sementes após a polinização. Os pulgões aparecem ocasionalmente na época após a germinação, quando as mudinhas apresentam 3 pares de folhas.

Para o controle do Phytium SP, fungo causador da podridão radicular, é recomendável a adição de canela em pau no substrato de plantio. O Adenium, não deve ter um crescimento muito acelerado para não prejudicar na formação dos galhos. Fertilizantes nitrogenados na fase de crescimento, causam o alongamento da planta e a perda de seu valor estético e comercial. Utilize fertilizante com a formulação 8-6-6, a cada 25 dias, na fase de crescimento da planta. Utilizo também hormônio de floração logo após o período de dormência e fertilizante fosfatado, logo após a polinização manual e inicio do aparecimento de vagens de sementes, para fortalecer a planta e para que ela não aborte as vagens.

Substrato para Adenium
Utilizar 10kg de areia lavada de construção, 10 kg de pedrisco (brita) bem fina, 10 litro de esterco bem curtido de galinha ou de vaca, 10 litros de carvão bem miudinho, 10 litros de palha de arroz carbonizada ou palha velha (aquela que já está escurecendo de velha) misture tudo isso bem misturado, se preferir poderá acrescentar 5 colheres de torta de mamona e 5 colheres de sopa de farinha de osso, tudo isso vai deixar um substrato bem drenado e rico em nutrientes.

Nutrição para Adenium
PH do meio de Cultivo

A acidez e a alcalinidade têm ação preponderante sobre a absorção das substâncias nutritivas. O excesso de um ou de outro pode produzir alteração do sistema radicular e dos caules e folhas.

As plantas só absorvem os nutrientes numa faixa estreita de pH e esses valores variam dentro de certos limites para cada espécie vegetal.

Além disso geralmente o meio ácido dificulta a dissolução de certos sais. Sabe-se também que a acidez excessiva pode, por outro lado, solubilizar quantidades exageradas de sais de manganês, ferro, zinco, cobre e alumínio, o que torna o meio tóxico para as plantas.

Parece que só na faixa de pH compreendido entre 6 e 7 os sais são solubilizados nas quantidades ideais e entre 4 e 9, a absorção é possível. A alcalinidade alta, por sua vez, insobilizando o ferro, o manganês, etc., cria as deficiências desses minerais.

Cálcio
É um dos chamados macronutrientes secundários junto com o magnésio (Mg) e o enxofre (S). Os efeitos indiretos do cálcio são tão importantes quanto o seu papel como nutriente. O cálcio promove a redução da acidez do substrato, melhora o crescimento das raízes, aumento da atividade microbiana, aumento da disponibilidade de molibdênio (Mo) e de outros nutrientes. Reduzindo a acidez do substrato, diminui a toxidez do alumínio (Al), cobre (Cu) e manganês (Mn). Plantas que apresentam altos teores de cálcio resistem melhor a toxidez destes elementos. Os sintomas de deficiência de cálcio são morte da gema apical, clorose e necrose internervais nas folhas mais novas, sintomas de deficiências em Ca2+ são mais pronunciados nos tecidos jovens, já que praticamente inexiste o seu transporte no floema. Tecidos deformados e enrolados são encontrados em plantas deficientes. As vagens chochas e as folhas enroladas são sintomas de deficiência de cálcio.

Fósforo
Dos macronutrientes primários, o fósforo é absorvido em menores quantidades que os demais, entretanto sua presença no solo é indispensável para o crescimento e produção vegetal. Interfere nos processos de fotossíntese, respiração, armazenamento e transferência de energia, divisão celular, crescimento das células. Contribui para o crescimento prematuro das raízes e formação das sementes. Por interferir em vários processos vitais das plantas, deve haver um suprimento adequado de fósforo desde a germinação. O fósforo, na planta, apresenta uma grande mobilidade. As plantas quando jovens absorvem maiores quantidades de fósforo ocorrendo um crescimento rápido e intenso das raízes em substratos com níveis adequados do nutriente. A falta de fósforo ocasiona uma taxa de crescimento reduzida desde os primeiros estágios de desenvolvimento da planta. As folhas mais velhas adquirem coloração arroxeada, em razão do acúmulo do pigmento antocianina. Em estádios de desenvolvimento mais tardios, as folhas apresentam áreas roxo-amarronzadas que evoluem para necroses. Essas folhas caem prematuramente, e a planta retarda sua floração e frutificação. A absorção de fósforo pelo Adenium é afetada principalmente pela concentração de fósforo na solução do substrato. A acidez ou a alcalinidade do substrato, o tipo e a quantidade de matéria predominante, o teor de umidade, a compactação, o modo de aplicação dos fertilizantes e as temperaturas baixas na fase de emergência das plantas também afetam a absorção desse nutriente. A correção do substrato pode ser feita preventivamente com a aplicação de fertilizante fosfatado antes do plantio.

Potássio
É o nutriente mais extraído pelo Adenium. A deficiência de potássio torna lento o crescimento das plantas; as folhas novas afilam e as velhas apresentam amarelecimento das bordas, tornando-se amarronzadas e necrosadas. O amarelecimento geralmente progride das bordas para o centro das folhas. Ocasionalmente verifica-se o aparecimento de áreas alaranjadas e brilhantes. A falta de brilho e aveludamento nas flores, em muitos casos, é também devida à deficiência de potássio. O teor de potássio no solo, a taxa de lixiviação, a calagem excessiva ou a presença de altos teores de cálcio, magnésio e amônia no substrato afetam a disponibilidade de potássio para a planta. A correção pode ser feita com a adubação em cobertura de sulfato ou cloreto de potássio, seguida de irrigação.

Nitrogênio
A deficiência de nitrogênio leva ao amarelecimento e posteriormente à queda das folhas inferiores, as plantas ficam com folhas e flores pequenas e falta geral de robustez. Normalmente uma planta em baixos níveis de nitrogênio terá hastes nuas com tufos de folhas pequenas e rígidas nas extremidades. O excesso ocasiona um rápido crescimento da planta , ocasionando a produção de folhas grandes e ampliando os espaços de entrenós dos ramos. Níveis controlados de nitrogênio e fósforo devem ser utilizados para controlar o crescimento da planta. Baixos níveis contribuir para o crescimento demorado por isso o produtor deve decidir os níveis de nitrogênio para atender às suas necessidades. Eu utilizo a formulação química de fertilizante com 8 de nitrogênio, com isso a planta demora um pouco mais para crescer mas o seu ciclo de vida e bem maior. O nitrogênio pode ser utilizado em duas formas, amoníaco e nitrato. Utilizo na forma de nitrato N que favorece a um crescimento mais compacto da planta em comparação à amônia. As fontes orgânicas fornecem nitrogênio amoniacal. A foto mostra um Adenium com deficiência de nitrogênio

Nutrição
Problemas nutricionais ocorrem devido a inúmeras razões além da falta real de um nutriente específico ou até mesmo da composição química da água utilizada para a irrigação. Compreender as necessidades de nutrição desta espécie de planta é a chave para a solução e prevenção de muitos outros problemas que ocorrem no cultivo do Adenium.

O Adenium se desenvolve melhor com uma quantidade moderada de nutrição suplementada com micros e macros nutrientes. Parte da razão do sucesso de uma boa nutrição da planta é a composição do meio de cultivo, assegurando capacidade de ligação química destes nutrientes (por exemplo, cobre). Outro fator importante é uma boa drenagem do meio de cultivo para garantir a lixiviação dos nutrientes aplicados.

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Hoya bella

Esta bela flor-de-cera miniatura, constitui uma planta rasteira, originária da Índia, Burma e Indonésia. Tem folhagem rija verde-escuro, ovalada e pontiaguda e buquês com oito a dez flores pequenas, perfumadas, cerosas, brancas, com centro vermelho, desabrochando no verão.

As folhas medem 1,5 cm de largura e 2,5 cm de comprimento. A planta cresce ereta até uns 30 cm e, depois, espalha-se formando um ótimo exemplar pendente. A Hoya bella pode subir por um suporte ou pender de um vaso suspenso.

A flor-de-cera é uma planta perene, de folhas carnosas e glabras, caule tortuoso com raízes que se prendem a suporte ou outras plantas, sendo considerada um cipó de tamanho médio.

É cultivada pela beleza de suas flores pequenas, estreladas, com pecíolo cor-de-rosa claro, parecendo açucaradas e que se prendem a estruturas cilíndricas que florescem todos os anos.

Seu florescimento vai da primavera até o outono, sendo que a abundância da florada desabrocha no começo do verão.

Cultivo:
Necessita de meia sombra, o sol forte queima suas folhas.

Tutores, fios de arame e treliças são necessárias para suportar seus ramos, podendo ser cultivada em solo de canteiro junto a muros ou mesmo em vasos.

Prepare o solo com uma mistura rica em matéria orgânica, como composto de folhas e húmus de minhoca, colocando na cova de plantio o adubo granulado formulação NPK 10-10-10.

No fundo da cova não esqueça de colocar areia para garantir boa drenagem.

A adubação de cobertura poderá ser feita uma vez por ano, no inverno, antes que inicie sua florada.

As regas deverão ser regulares no verão e quase suspensas no inverno.

Locais protegidos de ventos e do frio são os melhores para cultivo, pois a flor-de-cera não tolera temperaturas muito baixas.

Para fazer a propagação da espécie, utilize ramos com folhas, pois as gemas têm capacidade de enraizamento fácil.
Por vezes ao tocar as folhas no solo estes enraízam. Aproveite a ocasião para fazer as mudas, mas aguarde a planta não estar com flores, evitando um stress muito grande.

Paisagismo:
Seu cultivo em pérgolas e arcos é muito interessante, porém não conseguirá sozinha preencher uma pérgola, necessitando de muitas mudas.

O melhor modo de colocá-la num projeto de ajardinamento é, em um poste da pérgula, enrolar a planta ao redor de uma luminária no jardim (desde que não fique com sol da tarde forte nas folhas), colocando num vaso com treliça de bambu.

A consorciação com outras plantas não costuma dar muito certo, pois ela é um cipó, uma liana que vai se enrolando nas outras plantas.

Se permitir ela irá se enrolar nas grades de ferro e formar uma rede, quando desejar pintar a grade verá que sua benevolência com ela é prejuízo seu.

Mas é uma bela trepadeira, exótica, que atrai olhares quando está florida e para pequenos espaços nos jardins, para jardins de sacada faz belo efeito.

Primavera e verão
Quando o exemplar estiver muito grande para o vaso, replante-o em setembro. No verão, as temperaturas acima de 27°C não perturbam a planta, desde que ela esteja numa posição bem clara, protegida dos raios solares diretos.

Nesse período realiza-se a maior parte da nova brotação, por isso regue com regularidade e nunca permita o ressecamento do solo, em especial no caso das miniaturas.

Mas evite encharcar o composto. Aumente a umidade do ar pulverizando água semanalmente ou todos os dias, se estiver muito quente. Deixe o vaso em lugar arejado e adube com fertilizante líquido, a cada três ou quatro semanas, de outubro a março.

Outono e inverno
Providencie uma boa luminosidade, sem deixar a planta em pleno sol. Mantenha a temperatura acima de 10°C e regue apenas para prevenir o ressecamento do solo. Areje o ambiente, mas evite correntes de ar. Pulverize água ao redor da planta, uma vez por semana, a fim de umedecer a atmosfera.

Propagação
Coloque as sementes em mistura apropriada, no final de setembro ou começo de outubro. Mantenha o solo úmido e sombreado; cubra o conjunto com plástico transparente para manter a umidade do ar e deixe-o à temperatura de 24°C. Depois da germinação, descubra a sementeira. No momento em que as mudas puderem ser manuseadas, plante-as em vasos individuais.

Em dezembro, faça estacas de galho, cortando logo abaixo de um nó. Mergulhe o corte em pó de hormônio enraizador e plante-a. Cubra com plástico transparente e deixe a 24°C, até que surjam as primeiras brotações, o que ocorre por volta de dois meses depois. Trate as mudas como plantas adultas.

Cuidados:
A flor-de-cera já foi muito usada em decoração de varandas e pátios.
Procure um viveirista para conseguir espécies bem formadas, com brotos e flores.
- Folhas amareladas resultam de excesso de água. Deixe o composto secar um pouco e passe a regar menos.
- Forneça bastante luminosidade ao exemplar, mas proteja-o do sol direto e nunca pulverize água na parte mais quente do dia.
-Folhas murchas, que caem, devem-se a regas inadequadas: mantenha o solo sempre úmido.
- Combata as cochonilhas lanuginosas com um pincel embebido em partes iguais de água e álcool.
- Para um arranjo atraente, conduza os ramos da planta por um arco de arame, enrolando-os com cuidado. Mantenha os ramos em posição amarrando barbante macio a sua volta, de maneira frouxa.

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vaso-de-barro
Quando você vai escolher as plantas para decorar a sua casa, seja na parte interna ou na parte externa, considere também os vasos. Pode parecer que não tem nada a ver, mas na verdade, faz uma grande diferença quando conseguimos o vaso certo para espécie de planta que estamos cultivando. E mais ainda, esteticamente falando.

Não é tão fácil encontrar o vaso ideal para espécie de planta, isso porque a quantidade de modelos disponíveis atualmente no mercado para comprar é tanta, que ficamos na dúvida da escolha. Além do tipo de material, você encontrará diferenças de tamanho e acabamentos, entre outras coisas.

A primeira coisa que deve ser levada em consideração quando se procura um vaso não é a estética, como pode parecer, e sim, o tamanho da planta. Ou melhor, o quanto ela crescerá . Muitas espécies precisam de espaço para raiz e o caule.

Os vasos com plantas fazem parte do planejamento de jardins, seja de locais ensolarados a terraços, sacadas e interiores. O tamanho e o material serão determinados não só pelo gosto do proprietário mas em função do tipo de planta que será colocado.

Os tipos de vasos encontrados no comércio são:

barro queimado
Barro queimado –
Esse é o mais o mais comum, é mais barato e é onde as plantas sempre ficam bem. Vasos de barro para locais úmidos não são convenientes, costumam criar lodos.

barro-vitrificado
Barro vitrificado – Esses recebem uma camada esmaltada a quente, em geral são pintados. Bom em qualquer tipo de cultivo.

vaso de cimento
Cimento – Esses são muito pesados, mas comportam mudas de grande crescimento. São baratos, mas movê-los depois de plantados é um grande problema, melhor plantar no lugar onde ficarão.

vaso de plástico
Plástico – Esses são encontrados em todos os tamanhos; em geral vêm dos produtores e floriculturas. Tendem a rachar se deixados ao sol. Pouco dispendiosos e bons para cultivar orquídeas, crassas e cactos, pois não retém água e não dão fungos.

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Fibra de coco – Esse material é relativamente novo, veio para substituir o xaxim, cuja comercialização é proibida por lei ambiental. A fibra provém da indústria de coco. É material orgânico que sofrerá decomposição, principalmente em lugares mais quentes. Poderá haver interação de materiais em decomposição com as raízes das plantas, gerando problemas de toxidez.

Preparando o  Vaso
Se for passar substância asfáltica, retirar o pó dentro do vaso e pintar. Também pintar a parte externa com tinta e decorar a gosto. Após secagem total, iniciar os procedimentos do seguinte modo:
* Colocar no furo de drenagem um caco de cerâmica ou brita para manter o escapamento da água de rega;
* Colocar aproximadamente 1 cm de altura de areia de construção, também para facilitar a drenagem;
* Pôr a terra previamente misturada, deixando espaço para plantio da muda;
* Plantar;
* Completar a terra, deixando um centímetro pelo menos de vaso, para evitar que a água de rega derrame;
* Regar;
* Manter à sombra, se possível até uns 10 dias após o plantio.

Características de um Vaso de Planta ideal
* Não importa qual é a espécie da planta ou o tipo de vaso que você escolheu, é importante em qualquer caso que ele tenha os furos na parte de baixo para drenagem. O solo não pode ficar alagado nunca, isso causaria o apodrecimento das raízes. Caso você compre um vaso sem os furinhos, faça-os você mesmo;
* Os furos de drenagem do vaso devem ser de acordo com o tamanho do mesmo, quanto maior, a quantidade de orifícios deve ser mais também;
* Você pode usar em vasos de qualquer material pedras no fundo ou cacos de telha, ambos ajudam na drenagem e conseguem evitar o encharcamento;
* Antes de comprar um vaso para planta que deseja cultivar se informe bem sobre todos os detalhes dela e avalie o que ela irá precisar. Nunca faça o contrário, vaso primeiro e planta depois;
* Não perca seu tempo tentando cultivar uma planta que não se adapta ao tipo de clima do lugar onde você mora;
* Prepare a terra da planta com muito cuidado, procure sempre enriquecê-la com material orgânico;
* Lembre-se que não basta plantar e pronto, qualquer planta exige cuidados, umas mais outras menos.

Preparando a Terra
A terra para vasos é uma mistura em partes iguais de terra de canteiro comum sem inços, composto vegetal, composto orgânico e areia de construção. Se adicionar uma colher de sopa de adubo granulado para cada quilo de terra, garantirá alimento para a planta por bastante tempo.

Composto Vegetal
Encontrado em floriculturas e supermercados, é feito de areia, terra e resíduos de folhas decompostas. Pode ser feito em casa.

Composto Orgânico
É feito com excrementos de animais como gado vacuum, caprinos, ovinos, aves, misturado à serragem e passa por decomposição (ouve-se também como “curtido”). Adquire-se nos mesmos locais do composto vegetal.

Adubo Granulado
Existem no mercado muitas marcas e com formulações diversas. Para escolher, a receita é simples: para plantas de vaso ou mesmo arbustos de jardins que nos alegram com suas flores, use a formulação NPK, onde o P ou fósforo é o número maior. Exemplo: 4-14-8. Se a planta só tem folhagem verde e suas flores não interessam, use a fórmula NPK onde o Nitrogênio é maior, como 15-10-10, como para gramados, samambaias e dracenas.

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OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Hoya carnosa

A flor-de-cera (Hoya carnosa) é uma trepadeira originária da China, que durante o verão produz flores duráveis, com um perfume levemente adocicado.
É uma planta perene de fácil cultivo, pertencente à família das Asclepiadáceas.
O maior atrativo desta planta está justamente nas flores que inspiram seu nome popular: elas realmente apresentam uma aparência cerosa, como se fossem feitas de porcelana.

Dicas de cultivo
A flor-de-cera multiplica-se bem por estacas de galho. Depois de formada a muda, uma boa dica é plantá-la para que cresça sobre uma treliça ou caramanchão interno e até num vaso grande equipado com um anel de arame, onde a trepadeira possa apoiar-se. Plante-a num solo preparado com a seguinte mistura: 2 partes de terra comum de jardim, 2 partes de terra vegetal 1 parte de areia.

Luminosidade e temperatura
A planta precisa de muita luminosidade, mas não tolera sol direto. O sol da manhã é tolerável. Trata-se de uma planta de clima mais para o quente, sendo que a temperatura ideal gira em torno de 20 a 25 graus C.

Regas
No período da primavera e verão a flor-de-cera necessita de regas regulares, mas no outono e inverno o ideal é reduzir bastante a freqüência, deixando secar a superfície do substrato entre uma rega e outra. As folhas carnosas armazenam água e fazem uma “reserva”.

Adubação
A flor-de-cera não é muito exigente em adubações. Para estimular a floração e a saúde da planta, é recomendável fertilizá-la com um produto rico em potássio a cada 20 dias durante a primavera e na época de floração.

Como evitar e tratar problemas
Folhas secas e com manchas
Indica ambiente muito seco. Como medida de emergência, recomenda-se pulverizar toda a planta com água. Providencie um local com mais umidade no ambiente.

Manchas escuras nas folhas
Geralmente são indícios de que a planta recebeu muita luz solar direta. Em alguns casos, as manchas indicam ataque de fungos.

Queda de brotos e botões
Podem ocorrer quando a planta recebe corrente de ar frio; por ter sido trocada de lugar, alterando suas condições de luminosidade, temperatura e umidade ou por calor excessivo.

A planta não floresce
Por luminosidades insuficiente; pode estar faltando algum nutriente para a planta; a umidade do ambiente pode estar muito baixa ou a planta necessita ser replantada por estar muito grande.

Folhas amarelas com pontos pretos
* Pode ser excesso de regas. A solução é cortar as partes danificadas e reduzir as regas até que a planta esteja recuperada.
* Excesso de sol direto. Mude a planta de lugar.
* Substrato pobre em nutrientes, especialmente nitrogênio. Forneça uma boas adubação para a planta, por exemplo, (NPK 30-10-10)
Esse enorme grupo de plantas congrega cerca de 200 espécies diferentes. A maioria revela-se trepadeira, enquanto algumas têm hábitos arbustivos ou, ainda, pendentes.

Em relação a outros tipos de planta, a flor-de-cera quase não apresenta problemas, como pragas e doenças. O gênero tornou-se muito popular no cultivo em função de seus buquês de pequenas flores, com formato de estrela e consistência rija, semelhante às antigas flores feitas de cera, fato que lhe valeu o nome popular.

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Echeveria agavoides
Provenientes de regiões de bastante calor, as suculentas são espécimes ideais para ambientes de sol forte e pouca água, pois absorvem e armazenam quase toda a água que conseguem extrair do meio. Encontram-se vários exemplares na África, Madagascar, desertos e regiões semi-áridas, como o cerrado brasileiro. Facilmente adaptáveis, são encontradas hoje em dia em barracas de hortos em grandes cidades.

Qualquer um se apaixona pelas suculentas. Elas são plantas fofinhas e bem pequeninas que se assemelham aos cactos, tanto na hora dos cuidados quanto em aspectos. Essas plantinhas são ótimas para enfeitar a casa, o quintal e qualquer parte interna ou externa do lar. Porém, para mantê-la sempre saudável e com um bom desenvolvimento, é preciso tomar algumas precauções e saber trata-la. Neste artigo, você vai descobrir como cuidar das suas suculentas e qual a melhor forma de protegê-la.

Só pra esclarecer, suculenta é qualquer planta capaz de armazenar água, seja nos troncos, raízes ou folhas. Assim os cactos, as agaves, são todas suculentas, embora chamemos só essas de folhas gordinhas por esse nome.

A capacidade de armazenar água e a grande resistência faz com que elas exijam pouquíssima manutenção. Geralmente basta u substrato bem drenado, no mínimo 4 horas diárias de sol(quando tomam pouco sol, as folhas crescem mais espaçadas) e um bom regime de regas.

Para tê-las em casa por um bom tempo, basta seguir estas dicas:
Sua suculenta pode ser plantada tanto no vaso plástico como no de cerâmica, mas tenha sempre em mente que o plástico vai exigir um número menor de regas, pois ele não absorve a água como o de cerâmica, e permanece mais tempo molhado.

Use um substrato bem drenado:
1 parte de terra vegetal
1 parte de terra comum
2 partes de areia de construção grossa

Depois de plantar,regue e cubra o substrato com pedrinhas brancas, para dar mais um cherme!
As regas devem ser cuidadosas, uma vez por semana no verão, de maneira abundante, e uma vez a cada quinze dias no inverno. Não use pulverizadores para não formar um ambiente úmido em torno das plantas. Essa é só uma sugestão – você descobre a medida – se perceber que suas plantas estão murchando, aumente gradativamente a quantidade de água. Se elas ficarem encharcadas, vão apodrecer de baixo para cima e aí sua plantinha já era…

Não adube excessivamente seus vasos. O excesso de adubo faz com que as plantas cresçam exageradamente e fiquem muito suculentas. A planta fica estiolada (comprida e magrinha) e com as portas abertas para o aparecimento de doenças. Use 1 colher de café rasinha de NPK 10-10-10 a cada mês nos vasinhos e elas se manterão bonitas. Use só a farinha de osso (1 colher de chá/vaso) uns 2 meses antes da floração, que ocorre na primavera.

As suculentas são fáceis de cuidar, requerem pouquíssima água e muitas espécies possibilitam mudas obtidas através do destaque de folhas sadias e estas deixadas sobre o solo de um vasinho.

Suculentas dentro de casa:
Muitas espécies de suculentas adaptam-se bem em ambientes fechados. Crássulas mantêm-se bem perto de janelas com sol constante (norte), enquanto Haworthias preferem sol mais fraco (janelas voltadas para o sul). Aloes e Gasterias podem manter-se à meia-sombra.

Plantas pendentes, como Ceropegias e Hoyas também. Echeverias e Rosularias também preferem janelas com pelo menos 4 horas de sol.

Cultivando fora de casa:
Muitas suculentas preferem ambientes externos. Podem suportar bem geadas, no entanto, aconselha-se protegê-las de temperaturas menores que 5ºC.
Crássulas desenvolvem-se bem ao ar livre, mas não toleram geadas fortes. Gasterias, Aloes e Haworthias preferem locais sombreados.
Algumas espécies de pequeno porte (algumas echeverias e crassulas) não gostam do ambiente externo e precisam da proteção de um local fechado.

As suculentas procuram as fontes de maior luminosidade e tendem a inclinar-se. Deve-se girar de tempos em tempos o vaso ou bandeja onde elas se encontram.

Quanto à temperatura, algumas espécies suportam variações entre 5° C a 80° C, entretanto a maioria delas detesta geadas e temperaturas abaixo de 5° C.

Quando plantada em vaso, certifique-se que o vaso tem tamanho suficiente para acomodar as raízes com folga. V árias espécies de suculentas podem ser agrupadas em um único vaso. Tome o cuidado de colocar juntas apenas as espécies com as mesmas necessidades de solo, água e sol. Cuide também para que plantas mais altas não façam sombra em plantas pequenas.

Só faço o replantio caso deseje um jardim em bandeja, colocando algumas espécies de tamanhos, necessidades e cores que combinem. Cubra com pedrinhas brancas a terra e pronto.

Uma boa ventilação é importante apenas para espécies que possam ser cultivadas ao ar livre.

As suculentas podem ser adubadas de três em três meses, suspendendo durante o inverno.

Reprodução de suculentas
1 – Estaquia de folhasMuitas suculentas podem ser multiplicadas por estaquia de folhas, como Crassulas e Echeverias. Se a folha destacar com facilidade do caule, é provável que este método de propagação terá bons resultados. Esta é a maneira mais rápida e fácil de obter filhotes de rosetas.
* Escolha folhas maduras e saudáveis. Destaque-as com cuidado na junção com o caule e deixe-as em repouso por um ou dois dias.
* Você pode aguardar até que apareçam raízes e pequenas folhas no local de junção da folha com o caule para então plantá-la. Aguarde que as raízes estejam firmes e as novas folhas bem desenvolvidas antes de remover a folha-mãe.
* Outra maneira de induzir o aparecimento da muda é colocar as folhas (com o local de junção para baixo) em um vaso com terra e umedecer o substrato.

2 – Estaquia de galhos:
Caso a planta tenha caule lenhoso, é possível fazer a muda a partir de galhos.
* Escolha um galho saudável e com folhas novas. Corte o galho com estilete afiado e limpo.
* Elimine as folhas maiores ou corte-as ao meio. Espere um ou dois dias para que o local do corte fique seco.
* Você pode estimular o aparecimento de raízes aplicando hormônio de enraizamento no local do corte e então plantar o galho, ou aguardar o surgimento natural de raízes em alguns dias.

Filhotes:
Algumas suculentas, como a “rosa-de-pedra” produz “filhotes” logo abaixo de suas folhas, junto à planta, de maneira que basta retirar estas pequenas mudas e plantá-las em local definitivo.

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O cacto é uma planta adaptada à vida em regiões desérticas, podendo passar longos períodos sem água. Os cactos são plantas suculentas, da família das cactáceas, sem folhas ou quase desprovidas delas. Podem enfrentar as secas graças à capacidade que têm de acumular água em seus tecidos, e a de condensar a umidade atmosférica em espinhos e estruturas denominadas aréolas. O sistema radicular desenvolvido permite-lhes explorar grande volume de solo, absorvendo a água disponível e acumulando-a nos parênquimas aqüíferos de seus caules.

Para que elas possam se desenvolver bem em sua casa, elas precisam de alguns cuidados básicos e essenciais.

Os cactos necessitam de sol, ventilação e não suportam excesso de umidade. Isso é o básico para quem deseja cultivar cactos. A exceção fica por conta dos minicactos (aqueles que encontramos até em supermercados, em pequenos vasinhos) que, em geral, têm menos de três anos. Como ainda são bem jovens, os minicactos apresentam menor resistência à exposição direta dos raios solares. Neste caso, é melhor colocá-los em áreas claras e arejadas, mas longe da luz solar direta.

A água é talvez o fator mais importante para o sucesso no cultivo de cactos. A quantidade de água necessária para a manutenção destas plantas depende de outros fatores (terra, drenagem, temperatura, etc.), sendo difícil determinar uma periodicidade exata para as regas. Mas, dá para chegar numa média, de acordo com os períodos do ano. No verão, as espécies com mais de três anos devem ser regadas a cada 5 ou 6 dias; já os minicactos a cada 4 dias. No inverno, os cactos mais velhos devem receber água a cada 12 dias e os jovens a cada 8 dias. Toda a terra ao redor deverá ser molhada, mas não encharcada. Deixe que a água seja absorvida antes de colocar mais água.

A mistura de terra indicada para o cultivo de cactos pode ser obtida misturando partes iguais de areia e de uma boa terra para plantas caseiras. Para fertilizar, recomenda-se, uma vez por mês, substituir a água da rega por um fertilizante líquido básico para plantas verdes diluído na proporção indicada pelo fabricante.

Replantio
Uma questão que sempre se levanta é o replantio dos cactos: geralmente, o cacto deve ser replantado quando o vaso estiver pequeno demais para a planta, lembrando que a mistura de terra do novo vaso deve conter terra vegetal e areia (dessas usadas em construção), para garantir a boa drenagem. Além disso, para retirar o cacto do antigo vaso é preciso muito cuidado, pois os espinhos podem machucar. Uma boa dica é usar folhas de jornal dobradas várias vezes, em forma de tira, para envolver o cacto e desprender suas raízes com a outra mão (basta torcer levemente o vaso), sem forçar muito, para não quebrar a planta. Depois de solto, é só encaixar o cacto no novo recipiente. Com uma ferramenta de jardinagem pequena, pressione a terra do vaso, para firmar bem a planta.

Plantando em jardins
O plantio de cactos em jardins pede outros cuidados. O principal deles é escolher o local adequado para evitar acúmulo de umidade. Não se deve escolher um local baixo ou em desnível, para evitar que a água das chuvas forme poças ou fique parada. Como já foi explicado, a água em excesso causa o apodrecimento dos cactos e pode até matá-los. O ideal é escolher um local mais alto ou até fazer um morrinho, amontoando terra e apoiando com pedras. O aspecto visual fica bem interessante.

Preparo das covas:
Para espécies que chegam a mais de 2 m de altura, faça covas com cerca de 40 cm de profundidade; para espécies menores (as mais comuns) faça covas rasas, com cerca de 15 cm. Coloque no fundo das covas, uma camada de pedrinhas (tipo brita) e, por cima, coloque a mistura de terra (pode-se usar a terra retirada do buraco, misturada à areia de construção e terra vegetal, tudo em partes iguais).

Plante os cactos usando a dica de segurá-los com a faixa de jornal. Em volta dele, por cima da terra, espalhe outra camada de pedrinhas, para auxiliar na drenagem. Para fertilizar cactos de jardim, siga a mesma periodicidade indicada para os cactos de vasos.

É importante lembrar que para conseguir um bonito efeito com cactos em jardins é necessário saber escolher bem as espécies, que devem ter a resistência necessária à exposição direta aos raios solares, à chuva e ao vento constante. Uma boa idéia é consultar um produtor ou especialista na hora da compra, para ter certeza de escolher os tipos de cactos adequados ao seu jardim.

Obs.:
O ideal para cactos é deixar sem pratinho e regar por cima até sair água pelo fundo. Isso elimina sais e excesso de nutrientes, sem contar que se as raízes ficam enxarcadas eles morrem.

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