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Nephrolepis-exaltata

As samambaias são plantas muito comuns cultivadas dentro de casa, como uma planta caseira, ou no jardim. Essas plantas existem desde os tempos pré-históricos em dezenas de milhares de espécies. Elas podem ser abertas e com pouca vegetação ou fechadas e espessas, mas seus cuidados e necessidades são praticamente os mesmos.

Em geral, as samambaias exigem poucos cuidados e são resistentes, mas requerem um pouco de manutenção para que possam crescer mais abundantemente.

Conheça os segredinhos para ter suas samambaias sempre verdinhas, cheias de brotos e bonitas.

Cuidando das samambaias dentro de casa
1 – Encontre um local adequado .

Se existe algo que as samambaias não apreciam é o vento, em alguns casos surgem até mesmo queimaduras nas folhas devido ao vento frio.

Para evitar desfolhamento e queimadura é necessário que a sua samambaia fique protegida do vento. Porém, atente também para a necessidade de que o local em que você vai deixar a sua samambaia seja arejado evitando assim a proliferação de fungos.

Você pode colocar sua samambaia próxima a uma janela voltada para o norte caso não seja possível uma voltada para o sul. Mantenha a planta um pouco afastada da janela para que receba mais luz solar indireta.

Pteris cretica

Mantenha a umidade alta ao redor da samambaia. Assim como avencas e rendas-portuguesas, samambaias também gostam de solo úmido e sol fraco. Níveis altos de umidade no ar são perfeitos para as samambaias que amam umidade.

Há duas maneiras de aumentar a umidade para sua planta: plante-a com dois vasos ou adicione um umidificador no local. Para plantá-la em dois vasos, escolha um outro vaso um pouco maior que o vaso da planta. Encha-o com musgo bem umedecido com água e depois coloque o outro vaso dentro dele. Cubra o topo do solo e a beira do vaso interno com o musgo umedecido e umedeça-o a cada dois ou três dias para que continue úmido.
* Se for utilizar um umidificador, coloque-o próximo à samambaia para obter o melhor crescimento possível;
* Você pode umedecê-la primeiro com um borrifador e água morna, mas apenas aproximadamente a cada três dias, pois o excesso pode causar manchas.

Mantenha a temperatura constante. A maioria das espécies de interiores é tropical, embora nem todas elas requeiram um clima tropical. Certifique-se de que a temperatura em sua casa (ou pelo menos do local onde a samambaia está) esteja próxima a 21°C.

As samambaias conseguem suportar temperaturas de até 15°C, mas não se desenvolverão bem em temperaturas baixas. Se tiver na dúvida, aumente a temperatura.
* Considere colocar sua planta no banheiro, pois a temperatura e a umidade costumam ser maiores por causa do chuveiro.

Nephroleps cordifolia.

Regue regularmente. As samambaias amam um ambiente úmido e também solos úmidos. Certifique-se de que a mistura de plantio da planta esteja sempre úmida (mas nunca encharcada). Para isso, talvez seja necessário regar um pouco todos os dias em vez de regar muito irregularmente.

Faça de duas a três vezes por semana, mas sempre no verão, as samambaias precisam mais água do que no inverno. Molhe o vaso por igual, tomando cuidado para não encharcar, o que poderia causar apodrecimento da raiz. O segredo é nunca deixar o vaso totalmente seco. As samambaias gostam de receber um chuvisco sobre as folhas, então borrife-as de vez em quando.

Adube as samambaias. Para suas plantas ficarem tão lindas quanto na floricultura, misture 2 col. (sopa) de torta de mamona e 1 col. (sopa) de farinha de osso e espalhe na terra, a cada 40 dias. Você também pode borrifar as folhas num mês com NPK 20-20-20 e, no outro, com NPK 15-05-30, seguindo as orientações de diluição da embalagem. No entanto, para começar a adubá-la, você deve esperar ao menos seis meses após tê-la plantado em um vaso.

Remova partes mortas ou doentes da planta. As samambaias caseiras são capazes de contrair algumas doenças, mas tendem a ser resistentes e tolerar a umidade. Se sua planta parecer estar doente, corte as áreas danificadas. Se ela começar a morrer como resultado de descuido, faça o mesmo, removendo a área danificada/morta com uma tesoura de poda. Se toda a planta parecer estar doente, o melhor é removê-la antes que a doença se espalhe para outras plantas caseiras.

Transplante as samambaias após um ano ou mais. Ao longo do tempo, as samambaias ficarão maiores que o vaso onde foram originalmente plantadas. O tempo entre os transplantes variará dependendo da saúde da planta, mas talvez você precise replantá-la em um vaso maior após seis meses.

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Cuidando de Samambaias Fora de Casa
Plante samambaias no local ideal.
Se já tiver samambaias em seu jardim, você provavelmente não precisará movê-las a não ser que estejam apresentando sinais de doença. As samambaias gostam de muita sombra e umidade e se desenvolvem bem debaixo da copa de algumas plantas ou árvores maiores. Plante (ou transplante) samambaias em um local que receba luz solar indireta do sul. Se elas forem deixadas em uma área com luz solar direta, suas folhas queimarão.

Mantenha o solo úmido. Se não costuma chover em sua região, será necessário regar as samambaias diariamente para que o solo permaneça úmido. Adicione uma camada densa de folhas de pinheiro ou húmus de folhas sobre as samambaias; o ideal é uma espessura de cerca de 5 cm a 8 cm. Essa camada ajudará a reter a umidade e manter o ritmo de evaporação relativamente alto para que o ar próximo às samambaias seja um pouco mais úmido..

Adube as samambaias uma vez por mês. Após seis meses do plantio original, você já pode começar a adubar as plantas para obter um maior crescimento. Escolha um adubo orgânico em spray e aplique-o às samambaias (seguindo as instruções da embalagem). Ademais, é possível adicionar uma camada de composto e húmus ao solo para criar um melhor ambiente de crescimento para as samambaias.

Não deve ser realizada na época do plantio pois pode causar deficiências nas raízes. Um mês após a muda passar para o vaso definitivo, caso o faça, faz-se adubação leve com 2 colheres (sopa) de torta de mamona e farinha de osso, repetindo a cada 40 dias. A adubação líquida é feita de 15 em 15 dias.

Acabando com as pragas. É comum aparecerem lagartas que comem as folhas. Faça uma catação manual. Contra pulgões e ácaros, pulverize com calda de fumo para afastá-los. Se eles aparecerem na planta, corte as folhas afetadas tentando evitar que a doença se alastre. Para eliminar, só pulverizando com inseticida.

A praga que realmente representa um problema para as samambaias são as cochonilhas. O ataque pode ser feito por vários tipos de cochonilha, as samambaias de folhas mais longas como a samambaia-espada (Nephrolepis) são as principais vítimas.

O combate a essa praga pode ser feito com o uso de sulfato de nicotina. Basicamente é um tipo de fumo que é posto de molho na água, depois é coado e por fim aspergido. Outro ingrediente que pode ajudar o óleo de nim.

samambaia-lâmina-de-espada (nephrolepis-duffy)

Corte folhas danificadas. Se você notar que sua samambaia está com folhas doentes ou danificadas, use uma tesoura de poda para cortá-las. Esse procedimento manterá a integridade do resto da planta e se for uma doença, impedirá que espalhe para outras plantas.

Se necessário, transplante-a. As samambaias podem ficar bem grandes ao longo do tempo e precisam ser divididas e transplantadas. Para dividir uma samambaia grande em várias samambaias menores, cave cuidadosamente a planta e suas raízes. Separe a planta em partes; a samambaia costuma crescer em montes, o que facilita sua divisão. Replante cada parte da planta e regue-as bem.

As samambaias também devem ser podadas. Quando aparecem folhas amarelas, faça uma poda, abrindo espaço para as brotações. As mudas que surgirem da extensão do rizoma (caule subterrâneo) devem ser retiradas, evitando-se que a planta cresça demais e tenha que ser transplantada para um vaso maior. A renda-portuguesa e a samambaia-de-metro queimam com o frio; portanto, recomenda-se podá-las inteiramente antes de o inverno chegar ou deixá-las em local mais quente durante a estação fria. Depois, elas brotam vigorosas.

Fazendo mudas de samambaias. A maneira mais fácil de fazer uma muda de samambaia é com parte do rizoma. Em algumas espécies, ele é um filamento, como ocorre nas samambaias-americana, de metro e rabo-de-peixe; em outras, parece o rabo de um bicho peludo. É o caso da das rendas portuguesa e francesa.

No primeiro tipo, o rizoma lança novas mudas periodicamente (na rabo-de-peixe é mais raro). Quando isso acontece, retire a muda cuidadosamente, cortando as folhas grandes na metade e tomando cuidado para não danificar os brotos. A seguir, plante-a em outro vaso.

Quando os rizomas são do segundo tipo, formam um emaranhado compacto. Para fazer a muda, corta-se um pedaço, de preferência que esteja com broto, espetando-o em um vaso com substrato. Sempre no verão é a melhor época para retirar mudas.

A samambaia no paisagismo. As samambaias podem ser usadas para o paisagismo em vários tipos de ambientes, pode ser tanto em residências como em empresas. Para deixar a planta dentro de casa ou no escritório a dica usar vasos de tamanho médio ou grande, o melhor material é a cerâmica.

Quem preferir pode fazer o cultivo das samambaias em vasos de plástico daqueles pretos ou mesmo dentro de cachepot para um visual mais bonito.

Uma dica interessante é colocar a samambaia para decorar o banheiro, pois essas plantas se adaptam bem a umidade desse cômodo. Porém, é importante observar se a sua samambaia terá luz suficiente nesse ambiente para crescer saudável.

Sem luz a samambaia acaba definhando e não resiste por muito tempo. Cuide muito bem desse detalhe e a sua samambaia irá durar por um bom tempo.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


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Um jardim é capaz de alegrar qualquer ambiente da casa. Por menor que seja, um vaso com plantas leva cor, vida e um ar mais puro ao dia a dia.

Se uma espécie já faz bem por si só, imagine então reunir diferentes exemplares em um local específico, com direito a prateleiras e diversos recipientes coloridos?

Então, que tal mudar o visual da casa, sem gastar quase nada, fazendo um jardim? Não tem espaço? Não se preocupe, este é um jardim vertical.

Para montar um em casa é simples e rápido – basta escolher os componentes adequados.

Veja agora dicas e idéias de paisagismo que irão mudar o seu cantinho e trazer mais beleza e charme para o seu lar.

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O paisagismo e a jardinagem trazem vida à sua casa. Quem é apaixonado por plantas sabe que elas são capazes de mudar o visual de um ambiente, por mais humilde e simples que ele seja.

Mas nem todo mundo tem espaço suficiente para ter um jardim e o que acaba predominando são pequenos vasos de flores e plantas ornamentais estrategicamente distribuídos pela casa.

Mas com o jardim vertical você pode dar um passo além e imprimir muito mais personalidade e charme à sua decoração. Além disso, essas “paredes vivas” ajudam a diminuir os efeitos nocivos dos poluentes e a temperatura do ambiente.

Tipos de jardim vertical
Existem vários, podem ocupar uma parede inteira ou apenas uma parte, o limite para a sua estrutura e material quem vai ditar será o seu bolso: blocos de concreto que podem preencher uma parede inteira ou fachada, garrafas pet, xícaras, madeira de demolição… a lista de materiais é imensa e fica a cargo da sua imaginação defini-la.

O ideal é montá-lo na varanda, fachada, garagem, sala ou até mesmo na cozinha. Se o seu banheiro tem uma ótima ventilação, poderá comportar bem um jardim vertical.

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O tipo de planta vai depender do material escolhido, em geral o ideal é optar pelas de raízes mais superficiais. Na cozinha, por exemplo, uma boa pedida é fazer uma horta vertical.

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Como montar
Existem várias técnicas para os mais diferentes bolsos, mostraremos 2 bem econômicas: treliças de ferro e placas de fibra de coco ou madeira de demolição. É sempre importante cuidar para que a parede esteja bem impermeabilizada.

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Treliças de ferro ou madeira
Fácil de encontrar, você pode comprar 1 placa ou mais de acordo com a área que pretende cobrir. A treliça de ferro deve ser chumbada à parede, já a de madeira pode ser aparafusada.

Com a ajuda de ganchos prenda os vasos de plantas ou outros envases mais criativos, veja algumas ideias:

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Placas de fibra de coco ou madeira de demolição
Pode ser usada também em espaços muito pequenos porque tanto a fibra de coco como a madeira de demolição pode ficar aparentes, ajudando a compor o visual. Com a parede impermeabilizada, basta aparafusar as placas.

Muito cuidado coma irrigação e drenagem dos vasinhos, sempre verifique colocando o dedo nos vasos para ver se o solo não está muito encharcado ou muito seco, a terra não deve estar nem muito seca nem encharcada.

Escolha sempre a espécie recomendada para o tipo de lima e iluminação onde o jardim será instalado.

A adubação deve ser frequente, o ideal é fazer uma adubação química de NPK no verão, com a quantidade e formulação especifica para as espécies utilizadas e no inverno o ideal é utilizar produtos orgânicos.

O que usar nos vasinhos
- Terra
. Ou mistura de terra orgânica e vegetal.

- Argila expandida
. Sacos de 1 ou 2 kg

- Manta de drenagem

- Adubo NPK 10.10.10

- Mudas, sementes ou plantas
. Escolha de acordo com a profundidade do vaso;
. Vasos menos profundos: plantas de raízes superficiais (dinheiro-em-penca, lambari roxo, peperômia, samambaias, etc.);
. Vasos mais profundos: flores em geral (orquídeas, bromélias, etc.).

Em qualquer das opções listadas acima, deve-se tomar alguns cuidados especiais na manutenção do jardim vertical.

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Aeschynanthus radicans 'Rasta'
Planta de textura herbácea, epífita e delicada pertencente à família Gesneriaceae e originária da Ásia.

A aparência tropical da flor-batom torna-a uma planta diferenciada, com flores facilmente reconhecíveis e folhagens adequadas para ficarem penduradas em vasos alongados. Quando estas plantas dão flores, que se assemelham a batom, com suas bases longas e delgadas, são perfeitas para beija-flores.

É uma planta com altura de 1 a 3 m,  com características  singulares. Ela é delicada em suas formas e apresenta em suas flores de aroma pungente. Por isso,  elas atraem os beija-flores. Sua textura é herbácea, rizomatosa e epífita.

Suas flores são de  cor  vermelha, e se reúnem nas pontas das hastes. Elas são  muito vistosas, têm a aparência de um cálice tubular. Muitos acham, que suas flores são muito semelhantes ao formato de batom. Por isso  o nome popular pelo qual ela é conhecida.

O florescimento acontece quando está terminando a primavera (é nessa época que se pode retirar as mudas) e se prolonga até o final do verão.

A folhagem da flor-batom, são opostas, ovadas em seu formato e são também cerosas e um tanto suculentas. Elas têm uma textura média. Sua tonalidade é de coloração verde e, dependendo do lugar onde está plantada, é levemente bronzeada, ou seja, meio avermelhada e são dispostas em ramos longos, também de cor avermelhada e finos.

Aeschynanthus radicans
Essas curiosas e belas flores são pendentes, por isso ficam muito bem cultivadas em jardineiras,  cestas suspensas ou de alguma outra forma onde elas possam derramar suas flores e suas folhagens.

Elas necessitam de estar em  luz difusa ou em meia sombra. Por isso,  a escolha para se colocar essas plantas recai para interiores bem iluminados, ou varanda ou para pátios.

A  Planta-batom  é excelente para decorar pátios, também por ser de longa duração, ou seja, suas folhagens e flores se mantêm bonitas  por muito tempo.

Na hora de escolher onde colocá-la, além do cuidado com relação a luz do sol,  deve-se também  saber  que se a escolha for por varandas ou pátios, ela deverá ficar fora de lugares onde haja a ocorrência de vento, já que ela não suporta correntes de ar. Outra coisa interessante nessa planta, ela não gosta de ser trocada de lugar. Escolha bem o local onde ela será colocada porque deverá ser uma escolha definitiva.

O uso no paisagismo
A flor-batom  é muito usada  em decoração,  por paisagistas, porque mesmo sem flores ela tem um visual bonito, ornamental.

No paisagismo, ela tem sido usada formando  belíssimos jardins verticais, plantadas em placas de coco. Essa forma de plantio, é interessante e inovadora e o resultado é muito bom. Porque ela  sendo  uma planta epífita, aceita bem essa forma de cultivo, se desenvolve rápido e o efeito visual é lindo.

florbatom
Sobre as plantas epífitas
Apesar de as plantas epífitas (como a flor-batom) viverem sobre outras plantas, elas não agem como as plantas parasitas. Porque como suas raízes são superficiais, não absorvem alimento (seiva) das plantas hospedeiras. Esse tipo de planta, as epífitas, jamais  causam nenhum tipo de dano ao arbusto ou árvore onde elas estão hospedadas.

Percebe-se muito o epifitismo nas florestas onde as plantas herbáceas não dispõem de espaço e de luz suficiente para o seu desenvolvimento. Exemplo: as florestas tropicais. Por essas razões  algumas espécies de plantas conseguiram se desenvolver sobre outras plantas acima do nível do solo. Algumas, aquelas que mais chamaram a atenção, foram selecionadas, entre elas  a flor-batom.

Como plantar a flor-batom
Para se conseguir mudas dessa planta,  a melhor forma é retirar hastes  das touceiras que elas formam. Todas as vezes  que se for retirar mudas, deve-se esperar pelo início da primavera ou depois da floração.

Para retirar mudas, escolha sempre aquelas que não estão tão visíveis. Depois que retirar as hastes da planta, retire as folhas. Enterre  as hastes.
Você pode fazer o seu canteiro para as mudas, em caixas preparadas com: mistura de casca de arroz misturado com composto orgânico, areia úmida ou perlita.

Deixe as hastes protegidas em local com luminosidade (a planta precisa de luz solar), irrigando-as para manter a umidade. Ela só poderá ser transplantada quando as hastes estiverem com raízes. Isso se dará quando a planta começar a se desenvolver.

Para se transplantar as mudas, recomenda-se todo o cuidado. Um deles é  a escolha onde ela ficará. Já foi explicado que a flor-batom, não gosta de ser trocada de lugar. Se ela for  usada para ornamentação exterior, pode-se acrescentar à mistura, adubo animal de curral.

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Devido ao odor esse tipo de adubo, não deve  fazer parte da mistura usada para vasos que serão usados para ornamentação de interiores. É recomendável para quem não possui um ambiente interior com bastante iluminação, que essa planta seja cultivada em áreas externas pelo menos até o início de sua floração.

Agora que você já conhece a flor-batom já pode começar a pensar em colocá-la no seu projeto de paisagismo. É possível deixar o jardim mais bonito com essa espécie. Só não esqueça de “combiná-la” com outras plantas que necessitem do mesmo tipo de tratamento, isso facilita os cuidados posteriores.

Plantando a flor-batom em um vaso
No caso de preferir plantá-la em vasos (esses, deverão ser preparados antes do plantio) ou jardineiras, a mistura usada será a mesma daquela  para o preparo das mudas. 

A maioria das pessoas cultiva a flor-batom em vasos que ficam pendurados, para mostrar os grandes ramos que pendem dela. Elas também ficam atraentes em floreiras de janela. Se você mora em uma área onde estas plantas tolerarão a vida ao ar livre, um vaso em um quintal ou terraço é um local adequado para cultivá-las.

Fazendo mudas da flor-batom
Para plantar mais flores-batom, prepare vários vasos úmidos com turfa. Corte de 7 a 12 cm da ponta de cada haste no início da primavera, quando o crescimento se inicia. Enfie o final do pedaço que você cortou no composto. Mantenha-o úmido, mas não encharcado. Uma vez que as raízes cresçam, tome cuidado para “deixar a planta pegar firmeza” antes de colocá-la ao ar livre.

Ela se desenvolve melhor em lugares de clima equatorial, subtropical ou tropical. É uma planta que  se adapta melhor em climas quentes ou amenos e não suporta geada.

Para o seu cultivo, o solo deve ser fértil, rico em húmus, bem drenável e convém lembrar que a irrigação deve ser feita a intervalos regulares sem, no entanto, encharcá-la. Não deve ser regada durante o inverno. Porque suas raízes podem apodrecer.

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Regas
Mantenha o solo de sua flor-batom úmido, mas não encharcado. Borrife as folhas com água periodicamente, especialmente no verão ou em climas muito secos. Sendo uma videira tropical, a planta cresce melhor em um ambiente úmido.

Se ela estiver pendurada ao ar livre, simplesmente regue-a com a mangueira ou instale um dispositivo de borrifamento cronometrado logo acima da planta. Quando a umidade fica muito baixa, as flores-batom desenvolvem folhas marrons e secas, que pendem sobre a planta.

Outro sintoma da baixa umidade é quando as flores ficam pretas. Um sistema de borrifamento instalado para o abastecimento de água pode ser programado para umidificar periodicamente as folhas. Se a planta estiver no interior de uma casa, um umidificador colocado perto dela pode ajudar a manter a umidade.

Podando a flor-batom
Se ela passar por um período de seca, a flor-batom pode perder algumas folhas e parecer fraca. Você poderá podar estes galhos com má aparência, geralmente após o período de floração, e ela voltará a crescer, exuberante e vibrante. Não repita este procedimento muito frequentemente. Uma vez que as pontas de cada haste são onde as flores crescem, o corte excessivo pode resultar em falta de flores.

Curiosidades sobre a flor-batom
Ela é chamada pelos amantes da botânica de  planta manhosa. Isso porque ela prefere ser irrigada com água morna e gosta de sofrer beliscamento na ponta dos seus ramos. Esses beliscamento estimula o aumento das folhagens. Elas ficam muito mais densas.

Vasinho de Flores

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Ardisia-crenata1

Planta da família Myrsinaceae com origem na Ásia – China e Japão.

Trata-se de uma planta que possui folhagem e frutos decorativos. A sua ramagem é ereta e ramificada, sua textura semi-herbácea. Folhas perenes, cerosas e de coloração verde-escura com margens finamente onduladas e serrilhadas.

Já as suas inflorescências são compostas por pequenas flores, estreladas, perfumadas, hermafroditas e de uma coloração branca ou rosada.

A Ardísia  tem pouco valor ornamental. No período do verão até o começo do inverno surgem nessa planta os cachos de numerosos frutinhos esféricos que são parecidos com pequenas cerejas.

A cor desses frutinhos é vermelho vibrante, muito duráveis podendo permanecer muitas vezes até a próxima floração. O crescimento dessa planta é moderado e se destaca quando isolada no jardim assim como dentre pequenos grupos ou em renques. Uma planta que atrai passarinhos, geralmente eles vêm apreciar os seus frutos.
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Uso na decoração
Um dos motivos que tornam a Ardísia bastante procurada envasada é o fato de poder ser utilizada para a decoração de interiores. Fica muito bem em ambientes bem iluminados, em sacadas ou mesmo em pátios.

É possível manter essa planta no litoral desde que ela esteja bem protegida dos ventos fortes, pois esses podem danificar a sua folhagem e ainda derrubar os seus lindos frutos. Também indicamos que a planta seja protegida do sol intenso nas horas mais quentes do dia.

Cultivo
A planta deve ser cultivada sob o sol pleno ou então a meia-sombra. O solo deve ser fértil, profundo e enriquecido com matéria orgânica. A irrigação deve ser regular e o clima que aprecia é o mais ameno. Apesar disso pode se desenvolver numa ampla faixa climática e tolera temperaturas de até -10°C, tornando-se caduca nessas condições.

A sua multiplicação deve ser feita por estaquia e por sementes. Pelo fato de ter uma propagação fácil pode se tornar uma planta invasora em algumas situações.

A Ardísia é uma boa opção, pois não exige manutenção e também não é exigente em relação a fertilidade. Pelo fato de ter pouca quantidade de raízes não muito profundas tem boa adaptação a cultiva em canteiros rasos, vasos e jardineiras.

A luminosidade ideal para uma Ardísia é a intensa, mas o sol direto pode queimar as suas folhas. Sendo assim o seu cultivo deve ser feito em áreas de meia sombra e que tenha sol apenas pela manhã ou então sob árvores.

Na cova do plantio é necessário acrescentar composto orgânico e húmus de minhoca. No caso de solos muito compactados é necessário acrescentar areia ou material vegetal decomposto com alguma textura, um exemplo é o composto de folhas. Essa mistura deve ter boa drenagem, pois a Ardísia não suporta solo encharcado.
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Adubação
A Ardísia necessitará de adubação de reposição, tanto plantada em canteiros ou vasos, de uma a duas vezes por ano. Para isso utilize uma colher de sopa de adubo granulado do tipo NPK na formulação de 10-10-10 numa garrafa PET de 2 litros. Coloque água e sacuda bem para que se dissolva.

Um dia antes da aplicação você deverá regar o substrato para que haja a formação de um bulbo úmido. No dia seguinte você deverá colocar 1 copo com a mistura de água e adubo na muda. É muito importante cuidar para que não toque na planta.

Os frutos da Ardísia tem boa capacidade de germinação e é facilmente propagada. Pode surgir junto ao tronco muitas novas mudinhas. As regas devem ser regulares junto com as outras plantas.

Uso no paisagismo
A Ardísia é uma planta que combina muito bem com canteiros de arbustos coloridos, folhagens variegadas ou mesmo que tenham flores brancas ou vermelhas. Porém, nem sempre é possível fazer esse tipo de combinação porque muitas plantas necessitam de sol então é necessário contar com plantas de meia sombra em canteiros ou vasos.

Uma dica é que o uso de várias mudas num mesmo vaso ganha um visual bem ornamental e com um efeito muito bonito.

Outros detalhes sobre a Ardísia
Tronco
O tronco dessa planta é um caule fino e ereto, os seus ramos se inclinam de forma natural com o peso dos seus frutos.

Água
A Ardísia aprecia um solo que esteja ligeiramente úmido e jamais encharcado. Bastante tolerante a estiagem, deve ser regada cerca de 2 vezes por semana. Durante o inverno você pode e deve diminuir a quantidade de água.

Clima Ideal
Tem preferência por um clima ameno, mas é tolerante a qualquer tipo de temperatura. Nos lugares de clima muito frio acaba perdendo as suas folhas que depois voltam a nascer quando a temperatura sobe.

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Necessidades para o cultivo
Essa planta prefere um solo que seja rico em matéria orgânica, profundo, mas também pode ser cultivada praticamente em qualquer lugar desde que haja uma boa drenagem. Uma planta rústica que não exige muitos cuidados, mas vale destacar que é importante que o substrato não fique encharcado.

Dicas de fertilização
Para que a planta fique bem vistosa é importante contar com um bom fertilizante NPK. A fórmula indicada é a 04-14-08, use de 1 a 3 colheres de sopa, isso depende do tamanho do vaso. No caso de Ardísia plantada no jardim deve-se usar de 3 a 8 colheres de sopa, claro que depende do tamanho da planta.

Para fazer a aplicação correta coloque o fertilizante ao redor do caule, porém, cuide para que não encoste na planta.

A propagação
A propagação dessas plantas deve ser feita por sementes e estaquia. Germina com bastante facilidade embaixo da planta. É comum encontrar mudinhas que brotam através de sementes que caem e exatamente por isso pode se tornar uma planta invasora.

Multiplica-se facilmente por estaquia e por sementes. Devido a facilidade de propagação, pode-se tornar invasora em algumas situações.

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Crassula_ovata

Conhecida como a planta do dinheiro do Feng Shui, essa suculenta popular tem muitas características maravilhosas.

A planta-jade é uma espécie suculenta, perene, com folhagem carnuda, arredondada e  florescimento ornamentais.

Ela atinge facilmente mais de 90 cm. Talvez as plantas maduras produzam grupos de pequenas flores rosas ou brancas no outono se foram colocadas para fora ao sol do verão e depois as trazido para dentro.

É uma planta que pertence à família Crassulaceae e sua origem é na África do Sul e é uma suculentas mais fáceis de cultivar, tanto para jardineiros iniciantes como para aqueles de final de semana.

Seu caule é ramificado, verde e suculento quando jovem, e vai gradativamente lignificando, adquirindo uma tonalidade parda. Os ramos e o caule são robustos, curtos e retorcidos, conferindo à planta um aspecto envelhecido.

Crassula ovata

As folhas são ovaladas a elípticas, opostas, suculentas e de uma bela cor verde-jade. Sob sol pleno, algumas variedades desenvolvem margens avermelhadas, enquanto outras adquirem tonalidades amarelas, laranjas ou vermelhas em toda a folha.

Floresce no inverno e primavera, despontando inflorescências terminais, com numerosas flores estreladas, perfumadas, de cor branca ou rosa.

Os frutos que se seguem são do tipo cápsula, com pequenas e numerosas sementes. Há diferentes cultivares da planta-jade, alguns poderiam dizer que lembram as orelhas do Shrek.

Quando plantada em vasos, a planta-jade torna-se uma árvore em miniatura, formando um bonsai praticamente natural. No entanto, nesta espécie é um tanto difícil modificar a posição dos ramos, que quebram-se com facilidade.

Ela pode ornamentar tanto ambientes internos como externos, pois se adapta a uma grande variação de luminosidade. Tenha cuidado, no entanto, de expor gradativamente uma planta que estava na sombra ao sol, para não provocar queimaduras nas folhas.

crassulaovata

No jardim, adapta-se bem a locais bem drenados, podendo formar renques formais ou informais, topiarias, ou grupos com outras plantas.

Seu cultivo deve ser sob sol pleno, meia sombra ou luz difusa, em solo arenoso, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos esparsos e regulares.

A planta-jade pode ficar facilmente de duas semanas a um mês sem rega. Por ser uma planta suculenta, não tolera encharcamento, o que provoca um rápido apodrecimento do sistema radicular e da base do caule.

Por este motivo, é aconselhável reduzir consideravelmente as regas no inverno. A planta é resistente a curtos períodos de estiagem. Adapta-se bem às regiões litorâneas, tolera o frio e os ventos, mas deve ser protegida de geadas durante a floração.

Troque o vaso usando uma mistura de terra preta e areia quando os nutrientes da terra precisarem ser reabastecidos. Depois de trocar a terra, a planta costuma reagir. Elas costumam viver por anos.

Alimente as plantas uma ou duas vezes por ano, menos no verão, senão podem crescer muito rápido.

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O florescimento só ocorre em plantas expostas à luz direta do sol.

Sua multiplicação é feita facilmente por estaquia de ramos ou folhas, que devem ser postos a cicatrizar à sombra antes de colocar no substrato.

Depois de ser plantada em um vaso grande, a planta-jade não gosta de ser movida. Se ela parecer muito seca, não está recebendo o suficiente de luz solar.

Borrife as folhas regularmente para remover a poeira das folhas, senão a poeira as sufocará.

Dicas
* Uma planta-jade pode ser passada para seus netos. Elas costumam viver por anos, mesmo quando suas raízes têm um espaço limitado, embora elas não gostem disso;
* Lembre-se de que as plantas-jade se desenvolvem pela luz solar, então deixe-as em um bom local onde possam receber luz solar, mesmo que seja indireta;
* Quando uma folha cair, coloque-a de volta na terra para que enraíze;
* Adicione enfeites no vaso para dar um efeito decorativo.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


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Planta pertencente à família Urticaceae, originária da Itália e Mediterrâneo.

Trata-se de uma suculenta de forração com folhas verdes ou amarelas brilhantes, com grande número de pequenas flores, e cultivada em todo mundo como planta ornamental.

Ela cresce rente ao chão em esteiras e é por vezes utilizada na ornamentação de jardins ao lado de samambaias. Ela pode ser cultivada em ambientes fechados como uma planta de casa.

Quando cultivada em vasos suspensos dá um grande efeito pendente. Em regiões mais frias, ela entra em hibernação e ressurge vigorosa quando a temperatura aumenta.

O seu florescimento se dá no final do verão e no início da primavera. Suas flores são hermafroditas, minúsculas e de tonalidade branco-rosadas.  Suas folhas são o atrativo especial da planta, conferindo quando plantada ao chão um exuberante tapete verde de textura uniforme.

Ela deve ser utilizada em forrações de canteiros, jardineiras e naqueles lugares onde a grama normalmente não se desenvolve. Necessita de muita luminosidade em ambiente de meia sombra.

O solo ou substrato onde será cultivada deverá ser rico em matéria orgânica, poroso e bem drenado. As regas devem ser feitas em dias alternados sem encharcar.

Uma curiosidade à parte da Soleirolia, diz respeito às suas minúsculas flores: quando maduras e secas, no menor toque, elas explodem, soltando um pozinho branco como acontece com a “Brilhantina” (Pilea Microphylla).

Nas regas é que percebe-se muito bem esse fenômeno. Na verdade são os grãos de pólen saindo do androceu, ou seja: do órgão sexual masculino. Gineceu (a parte feminina) fica por localizada na parte mais baixa e rosada da flor.

Lagrina de bebe

Suas folhas originais são bem escuras, mas com melhoramentos genéticos as folhas ficaram mais claras e até variegadas. Pode substituir a grama em locais de pouco sol, mas não tolera o pisoteio.

Ela encanta os olhos e não é muito conhecida no Brasil, mas já conquistou seu espaço entre a preferência dos paisagistas. Pode ser cultivado em vasos, canteiros, mas seu charme são nos vasos suspensos e floreiras afixadas em janelas e muros.

Muito exótica, essa forração chegou à pouco tempo no Brasil e pode chegar até 15 cm de altura. Na sua espécie original suas folhas são de cor verde-escuras, mas com o melhoramento genético é possível encontrá-la na versão mesclada de branco (”variegada”) e verde bem clarinho, quase amarelas (”Aurea”).

Sua floração é outro espetáculo, a quantidade de flores brancas é grande e encanta os olhos, surgem no final do Verão e início da Primavera.

Soleirolia soleiroliii variegata

A Lágrima-de-bebê prefere o clima ameno, mas já se adaptou em quase todas as regiões do Brasil, desde que não receba sol pleno direto. O solo preferido da planta é úmido, mas não pode ser encharcado, deve ser fértil e rico em matéria orgânica.

Sua propagação é bem simples, basta fazer separação da ramagem que ela brota rapidamente, porque possui micro-raízes nos caules, a poda periódica ajuda estimular o crescimento da planta.

Ela tem sido muito utilizada para substituir a grama tradicional em locais com sombreamento onde a grama tende a ficar “fraca”, mas tenha cautela, a Lágrima-de-bebê não resiste à pisoteio.

Por utilizar pouco espaço para raízes, este belo exemplar pode facilmente decorar seu escritório ou demais partes internas de sua residência, desde que tenha bastante incidência de luz, para isso é aconselhável transportá-la pelo menos uma vez por semana para ficar ao ar livre e assim recarregar suas energias e suprir suas necessidades.

Ela pode ser disposta em canteiros, em vasos, jardineiras, cestas pendentes e arandelas (vasos de parede), só não pode faltar na sua casa, sua decoração vai ficar mais atraente com a presença desta bela espécie.

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Planta suculenta das regiões quentes e áridas do Sul da África (clima subtropical seco). Conhecida também como arbusto-do-elefante ou grama-do-elefante fornece uma folhagem suculenta para os elefantes sedentos. É também conhecida como Mini-jade, embora não seja da família do Jade (Crassula arborescens minor).

A Portulaca é uma planta de grande resistência se adequando bem ao interior aquecido e seco. No inverno, temperaturas entre 10ºC e 16ºC são bem toleradas. No interior necessita apenas ficar junto a uma janela bem iluminada e bem arejada, principalmente no verão.

No Brasil, devemos tomar cuidado apenas no extremo sul, no inverno, para evitar temperaturas muito baixas e geadas. Em algumas regiões do sudeste do país, mais precisamente no sudoeste de Minas Gerais, ela tem resistido a pequenas geadas e temperaturas de até 5ºC por períodos curtos sem necessidade de se colocá-la dentro de casa, mesmo porque por lá as casas não possuem aquecimento interno. Mas a Portulaca gosta mesmo é de sol pleno e ambiente arejado. Quanto mais sol ela recebe, mais compacto será seu aspecto e menores serão suas folhas.

A Portulaca é uma planta suculenta possuindo galhos, brotos e folhas carnudas com capacidade de armazenar água por largos períodos. Possui folhas gordas, arredondadas com cerca de um a 2 cm de tamanho e delicadas flores.

Apresenta densa folhagem brilhante verde esmeralda e tronco e galhos robustos de cores canela a cinzento. Seu tronco e flores possuem uma textura diferente, se assemelhando à borracha.

Adapta-se muito bem ao clima do Brasil, e tem como característica marcante a pouca necessidade de atenção, ideal para bonsaístas que viajam muito ou que, por qualquer outro motivo, tem dificuldade de regar as plantas diariamente. A Portulaca pode resistir falta de água por até 4 semanas sem com isso mostrar sinais de fraqueza. Também resiste bem a solos pobres em nutrientes. A sua estilização também é muito fácil, dada a mobilidade de seus galhos e tronco, é a planta ideal para um iniciante.

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Na adubação deve-se usar um fertilizante líquido foliar para bonsai uma vez por mês ou a cada quatro semanas na primavera e verão. Reduza a adubação no outono. No outono farinha de osso. Não adube nos meses de inverno.

Regue apenas quando o solo estiver bem seco, já que esta espécie requer pouca água. No inverno pode se espaçar bem as regas.

A frequência de rega dependerá também do tamanho do vaso. Para saber quando a planta precisa de água, observe bem as folhas: se começarem a ficar enrugadas e finas, é por que está tendo poucas regas. Se as folhas crescem cheias, rápido e distante umas das outras é porque deve estar sendo regada em excesso.

O espaçamento entre as folhas também pode ser sinal de pouco sol. Lembrando que folhas enrugadas também podem ocorrer após um transplante ou poda drástica (tanto do tronco quanto das raízes). A folha pode ficar fina e enrugada pela perda de capacidade de absorção de água pelas raízes daí consumindo o estoque das folhas e não por falta de rega.

Os galhos devem ser podados no início da primavera até o fim do verão. Novos brotos em qualquer época, para manter a forma do bonsai.

Corte os brotos reduzindo a um ou dois pares de folhas após quatro ou cinco pares terem se formado (geralmente no final do verão). A Portulaca tem tendência a desenvolver crescimento para baixo, tanto nos brotos novos quanto pendendo galhos mais desenvolvidos. Pode ser necessário usar “muletas” para não deixar os galhos penderem muito. Evite tirar todas as folhas de um galho, pois ele tenderá a secar e cair.

O solo precisa ter uma boa drenagem. Na mistura para se formar o substrato, é bom observar que a proporção de material inorgânico é bem alta (80%), pois se tratam de espécimes de clima semi desértico, ou seja, solo pobre em material orgânico e rico em partículas minerais, consequentemente de alto pH (alcalino). Como substrato vegetal (20%) podemos usar húmus, cascas de pinheiro, fibra de coco, etc.

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O transplante deve ser feito a cada dois anos, reenvase e troque a terra, aparando as raízes.

Bonsais mais velhos devem ser transplantados a cada três ou cinco anos. O transplante pode ser feito em qualquer época do ano, mas o ideal é no fim da primavera. Não regue o bonsai por cinco dias após o transplante.

A melhor época para fazer a aramação é do meio para o fim do verão, tenha cuidado, pois a casca desta árvore é sensível e os galhos tendem a se quebrar facilmente, ainda mais por sua flexibilidade, podemos pensar que ele vai dobrar até onde queremos, mas eles podem quebrar, nos surpreendendo.

Nesta espécie de bonsai, utiliza-se como alternativa, a poda corretiva, contrapesos e “muletas” feitos de pequenos tocos de galhos cortados e bambu. Evitando-se assim quebrar ou ferir os galhos.

Dicas: Em resumo, siga estas poucas regras abaixo e desfrute um lindo e resistente bonsai.
* Nunca regue com solo úmido, espere que ele esteja seco;
* Exponha o bonsai ao máximo de sol possível;
* Adube pouco, uma vez ao mês;
* Evite temperaturas abaixo de 10ºC;
*Pode sempre com tesoura afiada, nunca pince com os dedos;
* Sempre pode deixando pelo menos um par de folhas. Galhos sem folha irão secar e morrer (cair);
* Substrato com boa drenagem;
* Não se preocupe se você tiver que viajar, sua Portulaca vai sobreviver. Dê um bom banho antes e após sua viagem.

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Da família Brassicaceae o goivo é uma planta semi-herbácea, florífera, nativa da região mediterrânea. Relatos indicam que seu cultivo em escala comercial no mundo iniciou-se nos anos 1920. Por aqui, a maior parte dos exemplares encontrados é oriunda do Japão, onde produtores locais têm grande dedicação ao plantio da espécie.

Seu porte é pequeno, atingindo cerca de 45 cm de altura em média. Seu caule é ereto a levemente tortuoso e lenhoso na base. As folhas são lineares, de margens inteiras e pubescentes, o que dá a folhagem uma coloração verde acinzentada.

As flores surgem na primavera, em inflorescências eretas e terminais. Elas podem ser simples ou dobradas e de diversas cores, desde o branco, rosa, vermelho até o violeta, com diversas tonalidades intermediárias.

Seu fruto é do tipo síliqua e apenas os espécimes de flores simples os produzem, mas das sementes se originam plantas de flores simples e dobradas (As plantas de flores dobradas são estéreis).

Próprio para bordaduras e maciços, o goivo é uma planta graciosa e rústica, com folhagem e floração decorativas.

Além disso, suas flores são muito perfumadas e algumas variedades liberam seu aroma de maneira mais intensa à noite. As longas inflorescências também podem ser colhidas para utilização em buquês e arranjos florais, como flor-de-corte. Ainda podem ser plantadas em vasos e jardineiras, desde que bem drenáveis.

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O florescimento do goivo se dá naturalmente na primavera, mas em condições de cultivo protegido pode ocorrer mais de uma vez por ano. Após o florescimento, quando se procede à poda e à retirada da haste floral, em alguns casos pode-se conduzir a planta buscando a rebrota de mais hastes, que darão uma nova colheita.

O goivo deve ser cultivado sob sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.

A  adubação da espécie deve ser realizada mensalmente após o transplante. Atente-se para o uso de adubos corretos para as respectivas fases de crescimento e florescimento da planta.

O plantio do goivo é feito com sementes, e não exige muitos cuidados graças à rusticidade da espécie, mas se adapta melhor a climas amenos.

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A germinação inicia-se de sete a 14 dias depois da semeadura. Apesar de não tolerar o excesso de água, não resiste à falta de irrigação, que deve ser realizada diariamente, porém, com baixo volume de água.

As sementes de goivo costumam ser encontradas em supermercados, lojas agropecuárias e casas de jardinagem. Recomenda-se fazer a semeadura no fim do verão ou no início do outono.

Na hora do plantio, a dica é colocar de duas a três sementes em cada célula da bandeja
a uma profundidade de 0,5 cm. A irrigação deve ser feita diariamente.

Embora tenha a possibilidade de ser vendida também como flor de corte para decoração, formação de buquês e composição de arranjos florais, o goivo é uma dessas plantas que, por aqui, são exploradas somente para utilização em projetos paisagísticos e de jardinagem em casas e estabelecimentos comerciais.

Suas flores são bastante perfumadas, com uma palheta de cores que passa pelo branco, rosa, vermelho e violeta.

A planta é capaz de tolerar curtos períodos de estiagem, mas não resiste a encharcamento. Apesar de bienal, deve ser tratado como anual, pois perde a beleza com o tempo.

A remoção das inflorescências velhas estimulam um novo florescimento. Aprecia o clima ameno, mas pode ser conduzido em estufas em regiões de clima temperado.

flores se abrindo

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Paeonia_lactiflora

A Peônia é uma planta herbácea, perene, pertencente à família Paeoniaceae, com altura aproximada de 60 a 75 cm.

São plantas com grandes e belíssimas flores perfumadas que encantam um jardim e sua origem é da Ásia, Sul da Europa e Oeste da América do Norte, sendo hoje cultivadas em todo o mundo.

O gênero Peônia compreende dezenas de espécies, de plantas herbáceas e arbustos.
Existem também diversas variedades resultantes de hibridizações e seleções de peônias, principalmente na China, onde ela é uma importante planta ornamental, sendo considerada, inclusive, como símbolo nacional.

As espécies que se encontram nos viveiros não são espécies botânicas, mas os híbridos e cultivares, obtidos a partir da intersecção de determinadas espécies de floração de peônias, são geralmente divididos em dois grupos principais: as peônias árvore e peônias herbáceas.

São plantas que possuem uma folhagem verde escura recortada, bonita e abundante. Possuem ramos semi-lenhosos que por vezes se desenvolvem a partir de rebentos que crescem na base da planta.

Os ramos laterais desenvolvem-se proporcionando uma largura que chega aos 20 a 30 cm. As raízes são grossas e tuberosas. As folhas são recortadas, de cor verde escura por cima e acinzentada por baixo, ovaladas e em número de nove em cada seção, cada uma com, pontas profundamente serrilhadas e pontiagudas.

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As suas flores são exuberantes e de cores e formas variadas. Surgem em cada ramo na primavera, em número variado e têm o feitio de uma taça com 8 a 12 cm de largura e 8 a 10 pétalas, podendo ter cor branca, rosa, vermelho ou salmão, com estames amarelos. Podem ser perfumadas ou não e quando atingem a maturidade, possuem uma cápsula na base que constitui o fruto onde as sementes se abrigam. Algumas flores têm pétalas dobradas.

Muitas variedades possuem uma mancha roxa na base de cada uma das pétalas, proporcionando um efeito deslumbrante. Existem imensos cultivares disponíveis no mercado, embora esta planta não seja muito fácil de encontrar nos viveiros mais conhecidos.

Quando as flores são muito grandes o caule pode ter tendência para dobrar, para ajudar a planta e proteger as flores, pode colocar-se um tutor no centro do aglomerado de folhas onde se encontram as flores maiores e mais pesadas.

Periodicamente deve-se retirar as flores desbotadas e murchas. A peônia é uma flor que pode ser cultivada quer em vasos quer em jardins.

Pode ser plantada individualmente ou formando conjuntos de várias cores, dando assim cor, graça e alegria ao local onde se encontram.
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Quando adquiridas com raiz as plantas devem ser plantadas com a cicatriz do enxerto abaixo da superfície uns 12 a 15 cm, para que as novas raízes possam se desenvolver com abundância. À medida que as flores murcham, deixe secar o cálice que contém as sementes, mas corte as folhas secas para que não atraiam fungos.

Estas plantas necessitam de sol direto ou quando muito, sombra parcial. Nos climas muito quentes, prefere alguma sombra nas horas de maior calor.

peônia

As peônias gostam de solo fértil, úmido, mas bem drenado. Exigem água em abundância no período inicial de crescimento e devem ser fertilizadas no início da primavera, para que as flores possam ser grandes e em abundância. Toleram solos mais calcários.

Dão-se bem em zonas de clima continental moderado. Esta herbácea perene desaparece completamente no inverno e regressa de novo no início da primavera, necessitando de um período frio para voltar a emergir e florir de novo.

Durante o período de frio dão-se bem com temperaturas abaixo dos 4,4º C por cerca de até dois meses.

Enquanto estão dormentes gostam mais do tempo frio do que quente, razão pela qual elas nem sempre dão flor e podem ser atacadas por fungos, justamente por causa do calor e da umidade. Por outro lado, nas regiões muito frias, deve cobrir-se o solo com folhas ou aparas de pinheiro junto ao caule, para proporcionar proteção às raízes.

A reprodução faz-se por semente, mas este processo leva 2 ou 3 anos a dar resultados que nem sempre correspondem à planta de onde as sementes provieram, por se tratar de cultivares.

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A melhor maneira de propagar peônias é dividindo as raízes tuberosas e replantar as divisões durante o tempo frio, nunca antes de o inverno começar. Os chamados “olhos” devem ser plantados a uma profundidade de 5 cm, para que a planta não deixe de dar flor.

Na primavera, as estacas retiradas dos caules mais tenros e que se encontram em crescimento, fertilizadas com um pó próprio para esse fim, depois plantadas em solo meio úmido, desenvolvem-se bem, se não no primeiro ano, logo no segundo ano.

As peônias são plantas de manutenção fácil, vivem anos seguidos (podem ir até aos 50) e são ideais para crescer misturadas em sebes, junto a arbustos ou em canteiros com plantas perenes variadas.

Nas flores para colocar em jarra, deve escolher-se um botão quando este começar a abrir e mantê-lo em local seco e fresco durante as primeiras 24 horas, sem água; depois, corta-se 1 cm da base no pé, antes de colocar a flor em água. Há mais de 2.000 anos várias partes desta planta eram utilizadas para fins medicinais tanto na Ásia como na Europa, existindo hoje em dia pesquisas variadas a partir dos extratos retirados desta planta para utilização em medicina.

Alerta: Aparentemente todas as partes desta planta são ligeiramente tóxicas e não devem ser ingeridas sob nenhuma forma.

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Weigela floridamm

Todos aqueles que querem começar um jardim, deveriam conhecer a teoria da jardinagem para que a sua plantação seja feita da forma mais certa.

Além de conhecer jardinagem, você precisa ainda conhecer mais cada planta que você vai cultivar, já que cada uma dessas pede uma quantidade de sol ideal, uma quantidade de água ideal, uma quantidade de adubo ideal, entre outras necessidades.

As plantas vivem como nós humanos, alguns precisam de mais ou menos vitaminas e nutrientes, outros consomem mais água, alguns não podem passar muito tempo ao sol, etc.

A Veigela é um ótimo exemplo de planta que se você não atentar bem sobre o cultivo, poderá ter problemas na plantação. Essa planta é um arbusto, sendo considerado rústico, mas com algumas necessidades que devem ser observadas principalmente no primeiro ano da sua planta.

De todos os cuidados essenciais para essa planta, você vai perceber que algumas são mais delicadas e “cobrarão” um pouco mais da sua atenção, como acontece com a temperatura ideal para planta.

Abaixo será encontrada as principais características sobre o cultivo da Veigela, assim como as principais características dessa planta que pode ser cultivada facilmente em seu jardim.

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A Veigela está entre as espécies de plantas da família das Caprifoliaceae. É de origem do continente asiático com muita incidência na China, na Coréia do Norte e na Coréia do Sul e, portanto, algumas características desses lugares implicam e muito no desenvolvimento da planta. Uma dessas características é o melhor clima para cultivar a planta sendo o subtropical, o temperado e o tropical os mais indicados nesse caso.

Essa planta categorizada como arbustos e cercas vivas, apesar de ser originária dos lugares acima citados, pode ser facilmente cultivada em qualquer parte do mundo desde que este ofereça as condições ideais de clima, umidade e iluminação.

Sendo cultivada de acordo com as condições citadas mais abaixo, a Veigela pode crescer entre 90 cm e 3 m de altura, chegando a esse máximo já na fase adulta de sua vida. A planta apresenta um ciclo de vida perene o que significa que você terá esse tipo de plantação brotando durante o ano inteiro em seu jardim.

Fisicamente, essa é uma planta muito ramificada e estas ramagens se apresentam sempre bem ereta e arqueada, o que faz com que o seu florescimento crie um aspecto decorativo, por isso a planta ser tão utilizada como cerca viva.

As suas folhas são ovaladas e postas de forma oposta em cada ramo com alguns poucos pecíolos e margem serrilhadas, todas sempre alternando entre a tonalidade verde e avermelhada.

As flores apresentam-se sempre solitárias ou em alguns poucos cachos, sempre na extremidade de cada ramo. Elas são pequenas e as cores variam podendo ser rosa, amarela, branca ou vermelha. Os frutos, em forma de cápsula, são secos, mas contém muitas sementes.

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Cultivo da Veigela
Por ser uma planta rústica, não há muita preocupação com os cuidados, pois a Veigela não vai cobrar tanto isso de você. A manutenção da planta fica restrita a praticamente as adubações anuais assim como as podas que também devem ser feitas com esse intervalo de tempo.

O cultivo regular deve ser feito sob o sol pleno, com solo bem fertilizado, drenado, rico em matéria orgânica e irrigado com regularidade certa. Apesar de para o cultivo certo ser indicado o sol pleno, a planta vai preferir ser cultivada em clima frio e com um pouco de umidade. Essa planta também não vai tolerar climas muito quentes, principalmente o calor tropical e não responde muito bem aos períodos de estiagem. Se você for cultivar a Veigela em locais onde o clima predominante é o subtropical, você deve deixar sempre a sua planta à meia sombra para ela crescer bem.

A fertilização, independente de clima, deve ser rica em fósforo no início e no final da primavera, pois isso vai estimular a floração da planta. Quanto terminar a floração da Veigela, você deve podar no máximo um terço dos ramos mais velhos para dar espaço aos novos que crescerão na próxima floração. Sua reprodução é feita por estaquias feita a partir dos ramos lenhosos e por sementes.

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Doenças da Planta
Toda planta está sujeita a adquirir algumas doenças e não seria diferente com a veigela. Ela apresenta as doenças comuns tanto em cercas vivas quanto em arbustos e você precisa atentar-se muito para que sua planta não seja contaminada. Sendo uma planta rústica, como vocês puderam já notar nas afirmações mais acima citadas, pode ocorrer o aparecimento de algumas doenças e fungos, e dificilmente você perceberá.

O problema mais comum é a podridão da raiz que pode acontecer com a sua planta. Isso acontece porque a Veigela vai exigir um solo bem úmido e o clima ideal não é o com temperaturas mais altas, vai acontecer de períodos onde você vai irrigar sua planta e o solo permanecerá ainda úmido por um tempo além do ideal. Isso vai gerar um crescimento de madeira apodrecida além de folhas murchas.

O Oídio é outro problema comum na veigela. Esse fungo passa a agir na planta através da absorção de seus nutrientes o que deixa uma nódoa esbranquiçada nas folhas.

Para tratar de qualquer um desses problemas, o ideal é você procurar produtos fungicidas que são facilmente encontrados em lojas que vendem produtos para plantas. A aplicação vai variar de acordo com cada fungicida e alguns ainda serão necessários a sua mistura com água devido a concentração em alto volume.

Opte sempre pelos mais naturais para evitar que agridam tanto a sua planta e só suspensa a aplicação quando perceber que o a doença sumiu por completo.

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