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Caso muita gente ainda não saiba, as planta suculentas caíram no gosto popular há alguns anos.

Elas se caracterizam por ter folhas “graúdas”, a ponto de algumas conseguirem armazenar água em seu interior. Ela também é uma planta bastante resistente, raramente vindo a perecer por falta de água, por exemplo.

Antes de mais nada, é preciso saber escolher o solo ideal para que as suculentas possam ser cultivadas. É necessário para que um solo realmente forte e nutritivo para receber as suculentas as seguintes medidas: duas partes de terra já adubadas contra uma parte de areia grossa.

Isso irá fazer com que a planta tenha boa drenagem de usa água, evitando que ela possa morrer pelo excesso dela. Essa intolerância à umidade extrema está intimamente ligada com o fato de que as raízes da suculenta podem acabar apodrecendo, fazendo que ela morra.

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Agora, uma coisa é certa: é necessário que ela seja regada sim, já que nenhuma planta sobrevive sem água. Porém, as doses de água devem ser bastante moderadas, devendo ser feitas somente quando o substrato se mostrar seco o suficiente para poder justificar a rega.

E, além disso, a água deve ser depositada diretamente nesse substrato, já que quando a água é colocada em suas folhas, essas podem se acumular e, dessa maneira, virar um foco fácil para o mosquito da dengue, além de não ser efetivo nutricionalmente para a planta.

Essas plantas têm uma necessidade ímpar: precisam de muita, mas muita luz. Por causa disso, elas sobrevivem muito bem em tempo aberto com incidência solar a todo o momento.

Porém, você já deve ter percebido que a suculenta também pode ser criada nas áreas internas, não é verdade? Isso se aplica. Porém, é necessário que o ambiente tenha uma iluminação bastante suficiente para ela.

O replantio
A suculenta é uma planta que pode ser replantada diversas vezes, sendo uma das maneiras mais simples para poder fazer isso: quando uma folha se solta do substrato, ela pode ser “replantada”. No caso, basta apenas colocá-la sob o solo que ela dará conta de criar uma nova raiz e, a partir daí, uma nova suculenta estará se desenvolvendo.

Os criadores dessa planta dizem que quando isso acontece, ou seja, de muitas folhas se soltarem das suculentas, costumam fazer um “berçário”, ou seja, diversas suculentas que podem vir a nascer.

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Existe uma suculenta que é carinhosamente conhecida como “orelha do Shrek”, por causa que o seu formato arredondado lembra e muito a da orelha do querido personagem de animação.

Ela é uma das suculentas mais resistentes que existe, sendo que ela pode ser plantada em diversos tipos de vasos, desde os vasos de plástico comum até os mais sofisticados feitos de barro ou de porcelana.

Ela não necessita de manutenção constante, mas precisa com que a luz do sol incida sobre ela o máximo possível. Por ser uma suculenta que pode ser cuidada dentro de casa, a “orelha do Shrek” deve ser colocada o mais próximo possível de uma janela, para que ela possa receber a luz solar com mais facilidade.

Essas dicas estão voltadas para aquelas pessoas que têm um apreço especial pelas suculentas. Lembre-se que elas são plantas perfeitas para se fazer diversos arranjos, para dar um toque mais clean em sua casa.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


planta beisebol

Não é novidade para ninguém que, em cada canto do mundo, há uma grande variedade de plantas, animais, relevos, rios, enfim. Nem sempre, um país apresenta a mesma geografia em todo o lugar.

O Brasil é um grande exemplo disso: o norte, repleto de florestas por conta da Floresta Amazônica; o sudeste, rodeado de montanhas (principalmente entre o Sul de Minas e o interior de São Paulo) e o centro do país, que é tomado por um grande planalto mostra apenas uma pequena fração de como a geografia do nosso país é complexa.

Em se tratando das plantas, é bastante comum nos depararmos com diversos tipos de vegetais, cada um com algum tipo de característica, seja ela visual ou interna que, de uma forma ou de outra, acaba por chamar a atenção das outras pessoas.

É claro que, além de plantas muito bonitas e exuberantes, é capaz de se encontrar outras muito exóticas e, as vezes, até muito estranhas, principalmente em locais onde não se conhece muito da vida ambiental.

Aqui nesse artigo será mostrado um pouco mais sobre a planta Beisebol, bem como algumas informações curiosas acerca dela. Vamos lá?

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A planta Beisebol
Para início de conversa, a planta beisebol tem esse nome por causa do seu formato arredondado, além de suas folhas estarem dispostas de uma maneira que fazem lembrar as costuras de uma bola de beisebol. Apesar do nome, que remete a um esporte tradicional dos Estados Unidos, a planta é originária da África do Sul.

Porém, vale a pena ressaltar que, pela sua alta procura, ela está cada dia mais ameaçada de extinção por conta da exploração desenfreada que a espécie sofre desde que foi descoberta, pelo seu excêntrico formato, amplamente utilizado em diversos tipos de decoração.

Por conta disso, leis foram lançadas na África do Sul de maneira a proibir a sua extração nas florestas nativas do país. Porém, isso não impediu que a planta fosse ser cultivada em diversos jardins espalhados por todo o mundo.

É uma planta que não pode ser exposta diretamente a luz solar por muito tempo, gostando de períodos com sombra, podendo chegar a até 20 cm de comprimento. Por conta disso, ela necessita de água (mas a nível moderado) durante o verão e, durante o inverno, ela pode se manter totalmente seca.

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Lembre-se: ela não gosta de muita água. Apesar de o inverno ser uma estação seca, a planta beisebol consegue se dar muito bem sem os suprimento de água necessário para tal.

E se prepare também: por ser uma espécie difícil de se conseguir, justamente pelas proibições governamentais de exploração da planta, uma simples muda da planta beisebol pode ser vendida por até 100 reais.

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carvão

As orquídeas estão entre as plantas mais queridas das pessoas, principalmente dos brasileiros, no entanto, não dá para falar sobre as orquídeas e tratá-las como se elas fossem homogêneas, pois elas possuem uma grande variedade de espécies, de cores, de tamanhos, de preferências, etc.

Há algumas orquídeas que gostam mais de viver sobre os substratos, como carvão, como a madeira cortada, ou madeira do tronco de árvores, assim como também há algumas espécies que podem ser plantadas no solo, na terra mesmo.

Por esse motivo é muito importante na hora de adquirir a sua flor, ou a sua muda de flor, que você pergunte ao vendedor de qual tipo ela é, do que ela gosta, qual o nome específico da sua espécie, para que assim você possa cuidar dela melhor e ela possa ser mais saudável dando muitas lindas flores.

Para cuidar das suas flores em casa, é indicado que você pesquise um pouco sobre elas, em geral, as orquídeas não gostam de muito sol direto e nem de muita água, por esse motivo uma coisa muito importante é que elas estejam plantadas em lugares onde a água possa escoar, como em vasos perfurados ou substratos espaçados.

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Substrato de Carvão
Substrato é onde se coloca ou planta uma orquídea, é o material em cima do qual ela irá crescer, é o material que fornecerá para elas nutrientes, apoio e sustentação.

Muitas pessoas optam por plantar suas orquídeas sobre o carvão ou adicionar carvão ao local onde elas estão, isso porque o carvão é rico, por exemplo, em potássio o que faz com que ele possa trazer mais vitalidade à planta e inclusive salvá-la em casos que ela está quase a morrer.

Há opções de cortar o carvão em pedaços bem pequenos, como quadradinhos de 1 ou 2 cm, por 1 ou 2 cm e colocar no local onde elas estão, no vaso ou em volta dela na terra, ou ainda há a opção de colocá-las em substratos de pedaços grandes de carvão, seja qual for a sua opção, tenha a certeza que isso pode ajudar muito a sua planta.

O mais indicado é que o carvão seja novo, para que as impurezas de um carvão reutilizado não contaminem a planta ou interfiram negativamente no crescimento dela.

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No entanto, é importante citar que não são todos os tipos de orquídeas que gostam realmente do carvão, você pode fazer testes observando como ela se sai com a introdução desse mineral, se ela começar a mostrar respostas positivas e maior vitalidade, continue com o tratamento, se ela aparentar ficar meio caidinha, secar ou qualquer outro sintoma negativo, interrompa o seu tratamento.

Como saber se posso usar ou não, você pode pesquisar sobre a espécie de orquídea que tem em casa, existem muitos sites especializados nessa planta, afinal ela é muito popular, mas se ainda assim você não encontrar tantas informações, faça o teste você mesmo e aos poucos, observe a sua planta todos os dias para avaliar as suas respostas ao tratamento.

Lembre-se também que a maneira mais verdadeira de saber é testando, pois existem muitos fatores que podem afetar a saúde da sua planta, tal como o meio onde ela está inserida, o clima do local e condições meteorológicas, como a umidade e as temperaturas médias, além disso, há o tipo de solo ou substrato, entre muitos outros fatores.

Por fim, é a combinação de todos eles que irá definir o que fazer e como cuidar da sua orquídea, e também como ela irá reagir à suas ações de tratamento.

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columéia

A Columnea hirta rouba a cena e ganha status de protagonista no final da primavera e durante todo o verão, com seus longos ramos repletos de flores vermelho-alaranjadas cobertas por uma pelugem muito delicada.

Parente da conhecida Columeia-gloriosa (Columnea gloriosa) e de tantas outras columéias, a herbácea é generosa com quem não tem o sol sempre à disposição: precisa e apenas duas horas diárias de luz e floresce mais que suas irmãs – enquanto a maior parte das columéias concentra as flores apenas nas pontas dos ramos, a Columnea hirta tratou de de espalhá-las por toda a ramagem semi pendente. Oferece ainda como bônus a visita constante dos beija-flores.

Nativa da Costa Rica, a espécie é típica de clima quente e úmido e vai bem em quase todo o Brasil – a exceção é a região Sul, onde as temperaturas são mais baixas. Porém, com alguns cuidados, – o plantio em local protegido do frio e de geadas, como as varandas e jardins de inverno – é possível cultivá-la até mesmo nessas áreas.

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Versátil como ela só, pode ser plantada em vasos e jardineiras suspensas; em jardins verticais, combinada com samambaias; e usada para forrar vasos mais altos.

Para ter belas flores
O recomendado é acomodar a columéia em vasos para pendentes preenchidos com uma mistura de terra vegetal, 10% de húmus de minhoca e 2% de torta de mamona.

As regas podem ser feitas três vezes por semana no verão e duas vezes no inverno, pois a planta não é fã de solos encharcados.

Já a adubação, sempre nos meses de agosto, novembro e fevereiro, limita-se à aplicação de NPK 4-14-8. Use uma colher de café nos vasos de até 10 litros e triplique a dose nos maiores.

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Para controlar o crescimento da columéia e estimular novas brotações, é importante podar os ramos logo após o fim da florada – no máximo até o mês de fevereiro.

Essa pode ser leve, apenas com o corte dos ponteiros, ou mais radical se o objetivo for revigorar a planta e intensificar a florada na primavera seguinte. Nesse caso, reduz o comprimento dos ramos a apenas 15 cm.

No que se refere às pragas, o ataque mais comum é o de cochonilhas, combatidas com aplicações de óleo mineral ou vegetal agrícola nas folhas da planta. Quem preferir um tratamento mais caseiro pode recorrer a uma solução de sabão neutro.

Outra dica é, na hora da rega, molhar também as folhas da planta, principalmente nos dias mais secos, já que muitas vezes as cochonilhas se escondem na parte inferior das lâminas.

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Características
* Família: Gesneriáceas.
* Origem: Costa Rica.
* Características: herbácea, perene de hábito epífito. Tem ramos espessos, de consistência suculenta, retorcidos e semipendentes, que podem atingir até 1 m de comprimento.
* Folhas: são verde-claras ou variegadas, estreitas, longas – com até 4 cm de comprimento – e cobertas por pelugem. Nascem aos pares, diametralmente opostas e com mais intensidade na parte terminal dos ramos.
* Flores: despontam isoladas ao longo dos ramos no final da primavera e durante o verão. São tubulares, com até 7 cm de comprimento, e têm o lobo superior elevado e os lobos laterais longos e estreitos. De tonalidade vermelho-alaranjadas e interior amarelo, são cobertas por pelugem e atraem beija-flores.
* Luz: meia-sombra ou sombra.
* Solo: poroso, rico em matéria orgânica, solto e bem drenado.
* Clima: tropical quente e úmido.
* Regas: três vezes por semana no verão e duas no inverno.
* Plantio: preencha um vaso de 5 litros com terra vegetal acrescida de 10% de húmus de minhoca e 2% de torta de mamona. Acomode as mudas e cubra o torrão com substrato.
* Adubação: em agosto, novembro e fevereiro, com NPK 4-14-8. Use uma colher de café nos vasos de até 10 litros e três nos de 15 ou 20 litros.
* Podas: após a florada – e no máximo até o mês de fevereiro –, corte os ponteiros para controlar o tamanho da planta e estimular novas brotações. Quem preferir também pode fazer uma poda mais radical e deixar os ramos com apenas 15 cm de comprimento.
* Propagação: por sementes, estaquia ou divisão de touceira.
* Pode ser plantada em vasos, jardineiras suspensas e é sucesso em jardins verticais.
* Se destaca por sua folhagem e flores alaranjadas cobertas por uma pelugem delicada. * Não precisa de muita luz solar e floresce por toda sua extensão, sendo perfeita para atrair beija-flores.

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