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Caliandra vermelha

A caliandra-vermelha é um arbusto muito ramificado, nativo do Brasil e pertencente à família Leguminosae. Sua altura varia de 2 a 4 m de altura, com folhas permanentes.

Sua flores flores vermelhas, grandes, em formato de pom-pom e muito densas, são formadas durante a primavera e o verão, adequado para o plantio isolado, a pleno sol.

É uma espécie muito ornamental, devido principalmente ao charme de suas flores felpudas. Ela é excelente para formar cercas vivas topiadas ou renques informais.

Suas folhas se fecham à noite ou quando a planta perde muita água. Os botões florais começam a aparecer no final da Primavera e ao longo do Verão e parecem pequenas framboesas que  surgem da axila das folhas.

Após secarem surgem os frutos, vagens que se partem quando maduros, espalhando as sementes por toda parte. A coloração do tronco é de um tom cinza-claro, quando novo, tornando-se marrom com o tempo e podendo ficar quase negro.  Também pode ser plantada isolada, criando um certo destaque ao jardim quando está florida.

As caliandras precisam de muita luz para florescer de maneira abundante, sendo o ideal colocá-las no exterior, protegidas com telas de sombreamento (sempre que possível). Em regiões com estações bem definidas, é possível mantê-las dentro de casa, desde que seja em um local com bastante luminosidade e boa ventilação.

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Nunca as coloque próximas a fontes de calor. A caliandra é uma planta sensível ao frio, e seu crescimento torna-se lento em temperaturas baixas. Devemos protegê-la do frio colocando-a em locais onde o vento frio não a atinja.

O solo para plantio deverá ser neutro tendendo para o ácido, deverá conter matéria orgânica e com boa capacidade de reter água e umidade. Ela vive bem em solo arenoso e argiloso.

Um bom solo para o cultivo da caliandra deverá ser poroso e conter matéria orgânica (casca de pinos em pedaços miúdos, ou outra matéria orgânica curtida etc.). Toda matéria orgânica usada dever ter um período de curtição superior a 180 dias para que não queime as raízes das nossas árvores e nem as envenene ao liberarem os gases tóxicos que se formam com o curtimento e que é prejudicial à planta.

Para compor o substrato, pode-se utilizar a seguinte combinação: 15% de areia 2 a 3 mm ou pedrisco +45% de cacos miúdos de cerâmica 3 a 5 mm + 40% de matéria orgânica – casca de pinos calcinada 2 a 3 mm é um ótimo material (para facilitar a drenagem) evite usar cascas de tamanhos maiores.

Obs.: Aqueça toda a mistura a 180° por 20 minutos para eliminar parasitas e seus possíveis ovos. Todo material deverá estar seco e ser peneirado antes de ser usado, para retirada de partículas minúsculas e pó. Essa mistura é para cidades de clima quente. Caso você more em locais mais frios use uma mistura com menos matéria orgânica e mais cacos de cerâmica.

A rega deverá ser abundante no início da primavera onde a planta necessitará de mais água e deverá ser em quantidade menor no inverno. Em dias de muito calor (acima de 30ºC) regue duas vezes ao dia ou mais e se possível faça pulverizações – evite pulverizar quando a planta estiver florida para não prejudicar a floração.

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Da primavera ao outono o crescimento da caliandra é intenso e isso faz com que o consumo de água aumente. No inverno o consumo é moderado. A planta não gosta de solos muito encharcados assim uma maneira de não errar e molhar quando o solo estiver seco, não molhe enquanto ainda estiver úmido.

Nas épocas em que a caliandra estiver protegida em ambientes internos, devemos redobrar os cuidados evitando regar enquanto sua terra permanecer úmida. Evite deixar o solo completamente encharcado por muitos dias o que pode danificar as raízes da árvore.

Durante o verão tome cuidado para não deixar o solo secar de mais, pois poderá causar danos a folhagem e isso acarretará a perdas das flores e das folhas que ficarão logo amareladas. O solo deverá manter um bom teor de umidade, porém sem ficar constantemente encharcado, por isso uma boa composição do solo é importante.

Adubação
A escolha do tipo de adubo dependerá do interesse do cultivador para com sua árvore, por exemplo, se ela estiver em formação uma boa rotina de adubação nitrogenada produzirá um excelente resultado. O uso de adubos foliares contendo micros nutrientes deverá ser aplicado em um clico de adubação pelo menos uma vez ao ano.

Uma adubação contendo menos nitrogênio e mais fósforo e potássio poderá ser mantida até início da floração. Um bom ciclo deveria conter uma adubação com fósforo e potássio durante o inverno com um adubo de ação lenta isso. Mais muito cuidado com o uso de adubos nas suas caliandras, pois qualquer erro poderá levar sua árvore a morte. Na dúvida, erre para menos. Não adube durante a floração.

Existem adubos de ação lenta como Osmocote que poderá ser usado. Outro adubo (orgânico) riquíssimo em fósforo é a farinha de osso. Uma mistura orgânica que produz resultado excelente é: Torta de Algodão ou Mamona 50% + Farinha de osso 40% colocada na borda do vaso a cada trinta dias na proporção de uma colher de sopa rasa para vasos com 20 a 22 cm de comprimento (vasos menores ou maiores deverão receber quantidade proporcional ao seu tamanho, coloque a mistura em um potinho perfurado e enterrado para que a mistura não se espalhe e com o tempo torne o substrato do vaso compactado, retire o potinho com a mistura a cada 2 meses). Use adubo contendo micros nutrientes S, B, Cu, Mn e Zn pelo menos uma vez ao ano. De preferência aos adubos foliares.

caliandras vermelha

Lembre-se: Nunca adube uma planta doente ou recém transplantada, nem sobre o sol forte; faça-o de preferência nas primeiras horas do dia ou nas últimas horas da tarde. Faça uma rega pelo menos uma hora antes de efetuar cada adubação mesmo que ela seja foliar. Em épocas muito quentes não se deve adubar, assim também como em épocas de frio intenso. Desenvolva o seu próprio calendário de adubação de acordo com as suas observações.

Desenvolva o seu próprio calendário de adubação de acordo com as suas observações.

Poda – Faça uma poda para melhorar a aeração da planta, e permitir que o sol atinja as partes internas da mesma. Os brotos devem ser podados até o 1º ou 3º par de folhas durante toda época de crescimento.

As Podas mais drásticas devem ser feitas no final do inverno. Ao os podar ramos mais novos analisem a direção das gemas logo abaixo do corte, pois a brotação saíra daquele ponto desta forma, evite cortar acima das gemas que darão origem a brotos voltados para cima ou para baixo ou para dentro da planta.

Deixe os pequenos ramos crescerem até que estejam firmes com as suas folhas muito bem formadas para poda-los. Se desejar um maior fortalecimento do ramo deixe que ele cresça livre até alcançar a espessura desejada então faça a poda.

A caliandra possui uma impressionante capacidade de regeneração suportando assim podas drásticas e emitindo novos brotos em madeira velha. Faça uma poda de limpeza para remover todos os brotos que forem indesejados: os que surgirem nas axilas dos galhos secundários e terciários, os que brotarem na raiz.

Cuidado com a poda constante, pois ela pode interferir na produção de flores. Mantenha sempre uma limpeza retirando flores e folhas secas e retira do solo as ervas daninha.

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Transplante
Muda nova
Ao transplantar as novas mudas de caliandra, corte a raiz principal logo abaixo das raízes capilares e espalhe cuidadosamente o restante de suas raízes .

Faça este procedimento a cada ano até que você observe uma boa formação de raízes superficiais. Se quiser que sua muda tenha um rápido desenvolvimento plante-a no chão em um jardim onde tome muito sol e tenha uma boa rotina de adubação e regas os resultados são surpreendentes. 

Mudas mais velhas ou ÁrvoresA cada dois ou três anos nas árvores mais velhas e todos os anos no caso de exemplares em formação. Faça o desembaraço das raízes com um gancho diminuindo o torrão e corte as raízes que tiveram um grande desenvolvimento depois pode 1/3 das que restar, a caliandra suporta até uma poda de 2/3 de suas raízes. Lembre-se que desejamos o desenvolvimento das raízes capilares (finas como cabelos).

Propagação da Caliandra
A planta é facilmente propagada através do plantio de sua sementes que tem um bom poder de germinação também pode ser multiplicada por estaquia ou um método que já produzirá uma planta pronta para ir para o vaso é a alporquia.

Doenças e Pragas
A caliandra é uma planta muito resistente, mas podem ocorrer ataques de pulgão e cochonilhas, estes podem ser tratados facilmente com inseticida para plantas ornamentais.

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Dicas
* Faça uma boa irrigação pelo menos uma hora antes de adubar a sua árvore.
* Árvores floríferas costumam ser cultivadas em vasos um pouco mais fundo que o normal. Os vasos poderão ser vidrados ou não.
* Tome cuidado com os pulgões eles transmitem doenças as suas plantas.
* Evite molhar as flores para que não caiam e possam produzir frutos.
* Caso apareça alguma doença fúngica, retire as folhas atacadas, esta ação feita logo no início evita a utilização de fungicidas.
* A caliandra não crescerá dentro de casa, ela precisa de luz solar plena para que cresça bem. Deixe suas árvores fora de casa até que as flores se abram, aí então podem ser levadas para dentro, mas é preciso que fiquem em um local bem claro, próximo à janela e ainda assim por apenas dois dias.
* Evite o excesso de água nas regas: o ideal é fornecer água à planta apenas quando o solo apresentar-se seco, sem encharcar.
* Mantenha um registro de todas as adubações e podas efetuadas com o maior detalhamento possível, no futuro, análise e repita as ações que deram bons resultados nos anos anteriores.

pingos sobre lago

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


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Os cactos são um dos grupos botânicos mais interessantes. Evoluídos no continente americano, desenvolveram uma adaptação à escassez de umidade que os torna únicos, a sua extraordinária variedade de formas, tamanhos, cores e flores dão a estas flores um valor estético que os amantes da jardinagem sabem bem apreciar.

Em seguida uma pequena explicação de como transplantar um cacto e igualmente importante quando transplantar um cacto.

Os cactos requerem mudanças a cada dois ou quatro anos, por causa do esgotamento do substrato e de seu crescimento. Eles precisam ser replantado assim que as raízes saírem pelos orifícios de drenagem do vaso ou assim que eles chegarem na borda do vaso.

Vale ressaltar que isso só deve ser feito em estações secas, evite replantar cactos durante o inverno, pois a umidade pode apodrecer as raízes.

Para a maioria das espécies de cactos, você precisará replantar assim que as raízes começarem a sair pelos orifícios de drenagem do vaso, ou assim que ele chegar na borda do vaso. Isso normalmente ocorre a cada dois a quatro anos.

cacto

Replante seu cacto durante a estação seca, geralmente no final do inverno ou no início da primavera. As raízes podem quebrar durante o processo, e umidade pode apodrecer essas raízes quebradas.

É melhor que o novo vaso seja alguns centímetros maior do que o anterior. No fundo deverá colocar uma camada de cascalho ou de pedras pequenas para assegurar uma boa drenagem para o cacto.

O substrato deve conter uma boa proporção de areia (até uns 50%. O resto pode completar com turfa, ou com uma mistura de turfa e terra do jardim. No seu centro de jardinagem encontrará substratos específicos para o cacto).

No momento do transplante deverá eliminar com muito cuidado a terra que pretende eliminar com um objeto pontiagudo. Se alguma raiz estiver danificada, aplique carvão em pó pulverizado e deixe sem água durante cerca de 10 dias.

O cacto deve ser plantado ao mesmo nível em que se encontrava, deve respeitar a altura do pescoço.

O vaso para onde transplantará o cacto deve ficar situado num lugar com sombra durante alguns dias.

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Como retirar a planta do vaso antigo?
Como sabemos, a maioria dos espinhos dos cactos são inofensivos e não tóxicos, porém, podem ser bastante dolorosos quando vão de encontro direto com a pele. Por isso, antes de replantar, use luvas de couro grosso para proteger as mãos dos espinhos.

Para retirar o cacto do vaso antigo, utilize um objeto pontiagudo para facilitar a remoção. O objetivo é desprender a terra do interior do vaso. Você pode utilizar uma faca cega, fazendo movimentos para que a terra saia como se fosse uma massa sólida.

É preciso que a terra saia por completo antes de retirar o cacto. Para ajudar nesse procedimento, pegue algumas folhas de jornal e puxe cuidadosamente o cacto pela ponta superior, levantando-o do vaso.

Como cuidar do cacto para o vaso novo?
Durante a mudança do cacto, deve utilizar-se luvas de goma rija, à prova de picos e com um material envolvente. É importante não danificar as raízes porque poderiam fazer fungos na planta.

No momento do transplante deverá eliminar com muito cuidado a terra que pretende eliminar com um objeto pontiagudo. Se alguma raiz estiver danificada, aplique carvão em pó pulverizado e deixe sem água durante cerca de 10 dias.

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O cacto deve ser plantado ao mesmo nível em que se encontrava, deve respeitar a altura do pescoço.

O vaso para onde transplantará o cacto deve ficar situado num lugar com sombra durante alguns dias.

Importante
* Se quiser transplantar um cacto com toda a fiabilidade, é recomendável que entre em contato com o seu jardineiro de confiança.

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Kaizuka é uma pequena árvore que tem sido muito utilizada nos projetos de jardinagem e paisagismo, e a escolha dessa espécie não é à toa.

Kaizuka tem uma beleza única e valoriza diferentes projetos e estilos de jardim, que podem variar desde áreas amplas, até mesmo a um vaso.

Então, se você quer conhecer um pouco mais dessa espécie, conhecer suas características e peculiaridades, como cuidar e manter, na jardinagem, o post vai te mostrar tudinho.

A kaikuza é também conhecida popularmente como Caiazuka, Caizuca, Cipreste-kaizuka, Junípero-chinês e Kaiazuca. A planta é originária da Ásia -  China e Japão.

Apesar da  kaizuka ser uma árvore de origem chinesa, ela se adapta muito bem aos diversos climas de diversas regiões do mundo, desde que fique longe de locais úmidos.

Frequentemente é usada para a confecção de bonsais por sua aparência rústica e tronco avermelhado, em seu país de origem pode chegar aos 25 m de altura, mas ela cresce de acordo com o espaço que possui, logo, pode se adaptar à muitos tipos de ambiente e é muito comum encontrá-las dentro de apartamentos.

O formato das suas folhas muda conforme a idade sendo que, quando mais jovens suas folhas possuem aparência mais clara e larga e quando adultas, as folhas se tornam escuras e compactas.

Seu cultivo deve ser sob pleno sol em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. É tolerante à salinidade e após estabelecido torna-se tolerante a seca.

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A incidência de luz sobre a kaizuka deve ser intensa, durante a maior parte do ano com exceção do verão ou dos dias mais ensolarados, nestes casos a planta não deve tomar sol diretamente ou deve estar protegida do sol do meio dia ao menos.

Durante o inverno ou períodos de constante frio, suas folhas internas costumam se queimar e secar, você pode retirá-las, isso ajuda no desenvolvimento das folhas que estão saudáveis.

A rega deve ser realizada de acordo com a estação atual. Como plantas naturalmente chinesas eles podem ser bem rígidas nessa questão.

Na primavera, o melhor momento para se regar é assim que a terra secar ou não apresentar umidade no substrato.

Geralmente no verão ou em períodos de calor ou acima de 25ºC é aconselhável regar a sua kaizuka todos os dias. Deve se evitar deixar o vaso encharcado, ou então se ele ainda estiver com a terra úmida, adie a rega.

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No inverno ou em períodos mais frios deve se tomar cuidado ao deixar a terra muito úmida, a frequência de rega deve ser reduzida pois se a terra ficar encharcada é provável o aparecimento de fungos ou bactérias que podem fazer mal às raízes da sua planta.

A adubação do kaizuka deve ser feita com adubos orgânicos, de preferência de decomposição lenta. Pode-se usar o adubo NPK (nitrogênio, fósforo e potássio) 10-10-10 ou 10-05-10. Esses adubos podem ser facilmente encontrados em lojas de jardinagem e a troca de terra desta árvore pode ser feita de 4 em 4 anos, quando ela crescer além do vaso, lembrando que, ela pode facilmente se adaptar a vasos que não sejam muito grandes.

É comum de se ver em apartamentos ou cômodos pequenos pela sua alta capacidade de adaptação. Caso pretenda mantê-la dentro de casa, apenas lembre se de que deve ser num local com bastante iluminação e circulação de ar,

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A árvore-de-júpiter é também conhecida popularmente como: resedá, extremosa, flor-de-merenda e suspiros. É uma planta da família Lithraceae, nativa da República Popular da China e Índia.

A espécie foi introduzida nos Estados Unidos em 1790 pelo botânico André Michaux e é cultivada hoje em dia como árvore ornamental.

É uma árvore perene, de médio porte e altamente ornamental, apresenta pequenas folhas verdes, com floração que ocorre durante todo o verão e desponta na forma cônica e terminal, muito ornamental também, com numerosas flores que trai muitos polinizadores.

Com tronco liso de tons claros, marmorizado, á árvore-de-júpiter apresenta porte com cerca de 6 m de altura. Com inflorescências que contém inúmeras flores crespas de diversas cores, como: rosa, branca e roxa, de acordo com a variedade.

Não possui raízes agressivas, o que faz desta arvore uma excelente opção para arborização urbana de: praças, parques e calçadas; Apresenta facilidade de germinação e de cultivo.

Sua época de floração longa é uma das razões de sua atração. Em alguns climas florescerão durante quase seis meses. Também é de interesse sua casca que tende a se desprender em pequenas partes. Uma vez que as flores murcharem, a semente crescerá rapidamente no próximo ano.

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Os únicos inimigos reais que tem são os pulgões e a umidade. As árvores-de-júpiter são muito bonitas, de pouca manutenção e ideais para qualquer jardim.

No Brasil, é utilizada amplamente em arborização urbana. Por tratar-se de um arbusto conduzido facilmente reproduzido através de estaqueamento, foi tida como panacéia para o plantio em ruas com fiação elétrica.

Como resultado, em algumas cidades esta espécie sozinha representa mais de 20% das árvores em via pública.  Por tratar-se de uma planta exótica que, além de ocorrer em quantidades excessivas, possui flores que a abelha nativa jataí sempre está presente.

Seu plantio tem sido desencorajado em planos diretores desenvolvidos para diversas cidades brasileiras. Assim, apresenta diversas desvantagens, como:
* Grande quantidade de brotações emitidas em resposta a danos pequenos, como os causados por choques em roçada, formando “moitas”;
* Grande suscetibilidade à infestação por ervas-de-passarinho (Loranthaceae) (se cultivada próxima a outras árvores de grande porte suscetíveis, pode atuar como fonte de infestação, aumentando os riscos de acúmulo de ervas em galhos grandes e consequentemente facilitando sua queda);
* Massa foliar reduzida, especialmente quando encontrada com epífitas;
* Infestação por oídio e facilidade da disseminação do patógeno devido à alta frequência populacional da planta hospedeira;
* Necessidade de sucessivas podas drásticas para manutenção do equilíbrio devido à natureza das raízes;
* Baixa eficiência como equipamento urbano, pois devido à massa foliar reduzida fica restrita à função ornamental.

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Por tratar-se de uma planta exótica que, além de ocorrer em quantidades excessivas,  possui flores que a abelha nativa jataí sempre está presente. Seu plantio tem sido desencorajado em planos diretores desenvolvidos para diversas cidades brasileiras.

Para plantá-la esses são os materiais necessários
* Árvore adaptada à sua área de cultivo.
* Fertilizante para plantas de flores.
* Solo bem drenado.

Cultivo
Certifique-se que sua árvore-de-júpiter seja plantada em um solo com boa drenagem e fértil. Use um fertilizante de boa qualidade elaborado para plantas de flores e arbustos. Siga as instruções do fertilizante em particular.

Tire os rebentos e brotos de novos ramos. Lembre que a Lagerstroemia é predominantemente arbustiva em seu hábito. Você precisará ficar atento aos brotos laterais se desejar mantê-la como uma árvore.

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Lute contra os pulgões com uma solução fraca de sabão pulverizando as folhas. Os pulgões na realidade não fazem mal, mas deixam um resíduo pegajoso que se pode transformar em uma grande quantidade de fungos ou mofo que podem ser desagradáveis e inclusive prejudiciais.

Acrescente água regularmente quando estiverem recém-plantadas. Quando são grandes, as árvores de Júpiter podem tolerar condições bastante áridas.

Pode a árvore de Júpiter uma vez que tenha perdido todas suas folhas no outono. Isto garantirá que ela manterá sua forma de árvore, uma vez que começarem a sair as folhas na primavera.

Observação
* Teste as diferentes variedades, ou fale com seu jardineiro a respeito da melhor escumilha para sua localização específica.
* A maioria das escumilhas é cultivada como árvore, mas são belos arbustos florais se lhes for permitido crescer dessa maneira.
* Regue o solo à volta da árvore, mas mantenha as flores e folhas secas para impedir doenças por fungos.
* Os ambientes úmidos podem favorecer o aparecimento de fungos; fale com seu jardineiro a respeito de como tratar deste problema.
* Certifique-se de não quebrar a casca ao redor da árvore, que provavelmente iria matá-la.

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