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Gerbera jamesonii

Originárias da África do Sul, as gérberas são flores lindas e delicadas e são plantas são muito populares. Atualmente a flor gérbera ocupa o quinto lugar entre as flores de corte mais comercializadas, perdendo apenas para a tulipa, o crisântemo, o cravo e a rosa.

Podendo chegar a 40 cm de altura, são aproximadamente 30 espécies que compõem o gênero Gérbera. Suas cores mais comuns são o vermelho, o rosa, o branco, o amarelo e o laranja. A floração dessas plantas ocorre durante todo o ano, principalmente no inverno e na primavera.

Apesar de serem fortes, essas plantas, assim como todas as outras, necessitam de alguns cuidados De jardinagem. Abaixo serão dadas algumas dicas para quem deseja aprender como cuidar da gérbera.

Um dos pontos principais é o correto preparo do solo, que, de preferência deve conter um pouco de areia. Para que as gérberas cresçam bonitas e saudáveis, é necessário caprichar na adubação do solo, que deve ser orgânica ou NPK 4-10-8. O substrato da planta deve ser úmido, porém não encharcado. A rega deve ocorrer de uma a duas vezes por semana, somente em períodos secos.

Em locais de clima ameno, a planta precisa de luz solar direta. Em regiões muito quentes, deve ficar à meia-sombra, pois a gérbera não suporta temperaturas muito altas. Por outro lado, em regiões muito frias e sujeitas a geadas, ela chega a perder as folhas no inverno. Caso não ocorra nenhum problema, a planta rebrota espontaneamente assim que a temperatura volta a se elevar.
Sua gérbera vai florescer bem no período entre a primavera e o outono. Assim que acabar a floração, corte as hastes das flores murchas, bem na base da planta.

Retirar as folhas secas também é essencial para o bom crescimento da planta. As pétalas com aspecto envelhecido também devem ser cortadas.

Outra dica é manter as plantas longe de ambientes fechados, pois isso pode ocasionar o ressecamento das flores. Em regiões mais frias, é necessário que as plantas recebam incidência direta de luz solar. Já em lugares mais quentes, elas devem permanecer à meia sombra.

Geralmente, as gérberas duram alguns anos, contudo é na segunda floração que costumam ser mais viçosas. Caso a gérbera esteja em um vaso, é necessário que este seja grande, de modo que não limite o crescimento de suas raízes. Do contrário a flor raramente voltará a florescer ou, caso floresça, suas flores não serão de boa qualidade.

Observe que a gérbera é uma excelente flor de corte, e que possui grande duração.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


mini-cacto

Algumas pessoas optam por ter mini-cactos em casa porque acreditam que eles demandam menos atenção e cuidado que outros tipos de plantas que necessitam de água todos os dias. De certa forma não deixa de ser verdade que esse tipo de planta exige menos tempo do seu dono, mas como todo ser vivo necessita de alguns cuidados e atenção.

Se você está pensando em ter mini-cactos em casa ou no jardim é importante que saiba que sais os cuidados essenciais para que essas plantas cresçam e se desenvolvam da melhor forma possível. Confira abaixo dicas de como cuidar dessas belas e diferentes plantas.

Características dos mini-cactos
Os mini-cactos podem ser plantados a partir de mudas e também sementes compradas em lojas especializadas em jardinagem. Porém, somente plantar não será o suficiente para que os seus Cactos cresçam e se desenvolvam. Como toda planta os seus mini-cacto também precisam de atenção e cuidados.

Estufas improvisadas
Os profissionais que trabalham com o cultivo de mini-cactos contam com a tecnologia ao seu favor na hora de promover um ambiente controlado e próximo do extremo de calor que essas plantas exigem. Porém, como nem sempre temos acesso a essa tecnologia é importante contar com a criatividade.

Nesse caso a dica é substituir as superestufas tecnológicas por garrafas PET, o mais legal é que você ainda promove a reciclagem. Comece o procedimento plantando os seus mini-cactos em vasos definitivos, é importante que esse vaso seja proporcional ao tamanho atual da sua planta.

Depois de fazer o replante é necessário regar a terra que envolve a planta, coloque então a garrafa PET. Basta cortar o fundo da garrafa e encaixá-la sobre a planta, observe que o excesso de água escorrerá de forma normal para o fundo do vaso e ficará uma boa umidade na garrafa.

Essa umidade que fica que na estufa improvisada será absorvida pelo mini Cacto. Esse truque da miniestufa pode ajudar a acelerar em até 25% o crescimento da sua planta.

Regas
Ao contrário de muitas plantas o mini-cacto não gosta muito de água isso porque é uma planta que tem a capacidade de armazenar uma grande quantidade do líquido. Por isso a dica é que a rega seja feita apenas uma vez por semana durante o verão.

Durante o inverno as regas podem ficar reduzidas a apenas 1 por mês. Se você colocar muita água no seu mini cacto arrisca mata-lo. Se você mora numa região muito úmida é importante usar vasos de cerâmica, pois eles ajudam a manter a sua planta longe da umidade.

Nunca regue os mini-cactos mais do que o necessário, pois você pode acabar matando a sua planta.

Adubando os mini-cactos
Como toda planta pode ser necessário usar adubo para ajudar a crescer e se desenvolver. Vale a pena ficar de olho se o seu mini-cacto está saudável e se for necessário procure por um tipo de adubo específico.

Os cactos precisam ter produtos que foram pensados para eles e não para outros tipos de plantas, pois não estamos falando de um vegetal como outro qualquer.

Tamanho do vaso
Uma coisa interessante em relação ao Mini-cacto é que o tamanho do vaso influencia no tamanho final da planta. Quanto menor for o vaso que você usar para o Mini-cacto, menor ele ficará, então pense nisso na hora de escolher o da sua planta.

Usando pedrinhas para decorar
Uma forma de ajudar a preservar a umidade é colocar pedrinhas sobre a terra, por isso é tão comum ver esse tipo de planta com pedrinhas. Um adubo natural que pode ajudar o seu mini-cacto é casca de fruta picada.

Não mexa nos mini-cactos
Também é importante que você evite mexer e balançar o seu mini-cacto, pois isso pode prejudicar o seu desenvolvimento. Não parece, mas se trata de uma planta bastante sensível.

Onde comprar mini-cacto?
É possível encontrar os mini-cactos em diversos lugares para comprar como, por exemplo, em supermercados, casas de jardinagem, floriculturas ou mesmo em exposição de flores e demais acessórios de jardinagem.

Os preços são bastante acessíveis podendo encontrar Mini-cCacto a partir de R$ 3,00. Trata-se de uma planta que pode ser ótima companhia e não exige tanta atenção do dono. Podem ajudar a trazer mais sofisticação ao ambiente em que estão inseridos. Na verdade tudo depende de como você insere essas plantas na sua casa.

Os mini-cactos na decoração
Quando temos mini-cacto em vaso em branco o resultado é algo mais elegante que ajuda a sofisticar o ambiente. Já quando contamos com vaso cor de terra criamos um ambiente mais rústico em torno da planta.

Também podemos criar uma ideia de ambiente mais árido usando um vaso preto, o cacto por si é uma planta que fala muito e passa uma ideia de força e ao mesmo tempo de independência.

O cacto é uma planta bastante diferenciada e que transmite grande personalidade para a sua casa e diz muito sobre você.

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cochonilha

As cochonilhas são insetos que se parecem com algodão com bocas sugadoras. Elas sugam os fluidos de folhas e caules, roubando nutrientes essenciais das plantas.

Parentes próximos das cigarras e dos pulgões, as cochonilhas apresentam formas muito variadas, o que dificulta a sua identificação. A coloração pode ser branca, marrom, avermelhada, verde ou enegrecida. Algumas espécies possuem corpo mole e se depositam sobre as plantas como se fosse algodão, enquanto outras têm uma carapaça dura. Sempre em conjunto, os insetos normalmente se instalam nas axilas das folhas (ponto onde a folha encontra o caule), sob as folhas, nos ramos e troncos das árvores e até mesmo em frutos e raízes.

Elas se alimentam de todas as partes da planta, mas especialmente sobre as partes novas da planta em crescimento. As folhas murcham e ficam amareladas e, em espécies produtoras, as frutas podem cair prematuramente.

Primeiro surgem pequenas bolinhas brancas que se mantêm praticamente estáticas nos caules mais próximos às folhas. Depois, as folhas começam a apresentar manchas e murchar. Logo em seguida, a planta perde vigor a ponto de, em casos extremos, morrer.

Esse é caminho resumido de um típico ataque de cochonilhas, uma das pragas mais prejudiciais às plantas ornamentais. Embora minúsculos, medindo não mais do que 35 mm, esses insetos sugadores de seiva podem fazer grandes estragos nas plantas.

A proteção do jardim contra esses intrusos começa na manutenção das plantas em condições saudáveis. O ataque dessa e de outras pragas sempre ocorre em plantas submetidas a condições ambientais e/ou nutricionais impróprias. Entre os fatores que propiciam esses ataques, ela destaca a existência de solo ou substrato inadequados, quantidade insuficiente de luz, falta de água, déficit de nutrientes ou adubação em excesso. Outro fator favorável às cochonilhas é a eliminação dos predadores naturais, como percevejos, joaninhas, moscas e alguns fungos.

Em teoria, todas as espécies vegetais utilizadas na ornamentação de jardins e de interiores, quando submetidas a condições inadequadas de cultivo, estão vulneráveis ao ataque de cochonilhas. No caso das plantas suculentas, algumas espécies são mais suscetíveis, como nas Echeverias (rosas-de-pedra). Outras plantas comumente atacadas por esses insetos são a hortência chinesa, a camélia, as laranjeiras e os limoeiros.

Como intervir?
Livrar o jardim das cochonilhas não é tarefa difícil. De acordo com a intensidade e as condições do ataque, o controle pode ser feito com a poda e a destruição das áreas mais comprometidas. A limpeza das partes mais infestadas com esponja ou escova secas, ou a remoção dos insetos com cotonete embebido em vinagre ou álcool etílico, também são medidas que surtem efeito.

Para os casos em que é necessária uma intervenção mais dura, uma solução é pulverizar a planta atacada com emulsões de sabão de coco ou detergente neutro e, em seguida, pulverizar óleo mineral emulsionável. O óleo mata os animais por asfixia ao formar uma película sobre eles que impede a respiração. Para maior proteção das plantas, é importante que a pulverização seja feita sempre no final da tarde quando há menor incidência de sol.

A batalha contra as cochonilhas pode ser vencida, ainda, com a aplicação de inseticidas de baixa toxicidade próprios para uso em plantas ornamentais. Outra estratégia de combate válida é a pulverização de extratos vegetais naturais, como a calda de fumo e a calda de santa-maria (ver receitas abaixo).

Receitas caseiras contra cochonilhas
Calda de fumo
Ingredientes:
100 gramas de fumo de corda;
1/2 litro de álcool;
1/2 litros de água;
100 gramas de sabão em pedra neutro.

Preparo:
Misture 100 gramas do fumo cortado em pedacinhos em 1/2 litro de álcool. Acrescente 1/2 litro de água e deixe a mistura curtir por aproximadamente 15 dias. Após este período, corte o sabão em pedaços pequenos e dissolva-o em 10 litros de água. Misture o sabão à calda de fumo curtida. Em áreas com ataques muito intensos, pulverize a mistura diretamente sobre as plantas. Caso a infestação ainda seja pequena, dilua o preparo em até 20 litros de água limpa antes da pulverização. As aplicações devem ser feitas em períodos de sol ameno. Uma dose  tende a resolver o problema, caso os bichinhos não desapareçam, porém,  vale borrifar as plantas atacadas uma vez por semana, até que a infestação acabe.

Calda de Santa Maria
Ingredientes:
200 gramas de erva–de–santa–maria (Dysphania ambrosioides);
1 litro de água fria;

Preparo:
Amoleça 200 g de erva de Santa Maria em 1 litro de água fria durante 6 horas. Aperte bem as folhas para extrair o suco. Dilua o extrato obtido em 5 litros de água limpa. Pulverize o preparado sobre as partes atacadas uma vez por semana, sempre sob sol ameno, até que a praga seja eliminada.

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(Helianthus annus)

Embora seja muito comum no Brasil, o Girassol não é nativo no país, é uma planta originária da América do Norte, com grande adaptabilidade a diferentes condições climáticas. A planta pertence à família Asteraceae.

A flor do Girassol é uma das maiores do mundo, por vezes atingindo aproximadamente 30 cm de diâmetro, podendo o caule atingir até 3 m de altura. São encontradas em diversas cores, porém a cor amarelo ouro é o mais famoso e o mais comum.

O nome Girassol foi dado pelo “comportamento” da planta, o movimento denominado heliotropismo,  onde a flor Girassol nasce voltada para o leste e ao longo do dia segue o sol de leste a oeste, movimentando-se estimulado pela luz solar.

Segue algumas dicas para você que quer cultivar girassóis em seu jardim:
Os cuidados  do girassol começam com um solo bem drenado e com boa estrutura. Para isso, recomenda-se o uso de 2 (duas) partes de substrato de jardim junto com uma parte de húmus de minhoca. Também é preciso que a planta esteja em um ambiente com sol, devendo receber pelo menos de 3 a 4 horas de sol por dia, já que a flor não consegue viver em ambientes sombreados.

A flor não pede cuidados especiais. Somente os cuidados comuns com as plantas, que são regar, adubar e cuidar com carinho e amor, no entanto, vale lembrar que, como o próprio nome da flor diz, ela não consegue sobreviver em outros tipos de luz. Tanto seu nome popular, girassol, como seu nome científico,

As regas dependem do clima, mas o solo deve ser rico em matéria orgânica e ser mantido úmido. Se estiver fazendo muito calor, é necessário regar muito, até 2 (duas) vezes ao dia. Importante é regar bem cedo ou no fim do dia, quando o sol está se pondo. Não se pode  regar nas horas mais quentes do dia.

Os girassóis são muito úteis na paisagismo, as variedades gigantes e ramificadas podem ser plantados em renques junto a cercas e muros, para escondê-los temporariamente.

Deve-se ter cuidado ao utilizar os gigantes, pois em espaços pequenos podem se tornar desproporcionais “reduzindo” as construções. As variedades anãs são adequadas para formação de maciços, bordaduras e canteiros e são muito comercializadas em vasos e jardineiras também.

Podem ser de flores simples e dobradas e de cores diversas, mas principalmente amarelas, vermelhas, alaranjadas e marrons.

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Astromélia

As Astromélias são originárias do Brasil, Chile e Peru. Apesar de seu nome não muito atrativo, são de uma beleza ímpar. Suas flores lembram os lírios e é por esse motivo que em muitos lugares são conhecidas por “miniaturas de lírios”, apesar disso, possuem um tamanho menor.

Para quem não conhece muito, é importante ficar atento aos cuidados, pois as astromélias são plantas não muito tolerantes a estações frias e secas. Desenvolvem-se com mais facilidade se estiverem um solo úmido e bastante fértil, cultivado com adubações naturais regulares.

Gostam bastante de sol, mas para evitar que suas delicadas flores queimem é importante que sejam mantidas a meia sombra.

Cultivada em vasos ou em áreas ajardinadas, a astromélia conquista pela beleza de suas hastes com numerosas flores. A espécie, bastante ornamental, exibe pétalas delicadas e com grande variedade de cores.

A flor é composta por seis pétalas idênticas ou quatro iguais mais duas diferentes, que servem para indicar o pouso aos polinizadores. Conhecida pela diversidade de cores, que variam entre tons de rosa, vermelho e amarelo, a astromélia é muito usada na elaboração de arranjos e buquês. Mas pode compor canteiros, bordaduras e maciços.

No cultivo doméstico, o plantio é feito com mudas ou sementes em solos bem adubados e drenados. A espécie tem desenvolvimento rápido, mas é importante não descuidar da manutenção. Nesse quesito, além das regas e adubação regulares, é recomendável a poda para controlar o crescimento desproporcional e conceder mais harmonia ao espaço.

As astromélias são as graciosidades em forma de planta. Além de serem lindas para compor arranjos de flores ou mesmo buquês, elas podem ser utilizadas na culinárias. Isso é possível pois algumas das variedades de Astromélias têm raízes feculentas e comestíveis, ou seja, podem ser utilizadas na fabricação de farinhas e, consequentemente, de bolos, pães e outros alimentos.

Entretanto, o uso na alimentação deve ser cauteloso, pois algumas espécies de Astromélias são tóxicas.

Plantio
O solo precisa ser solto e bem adubado para colocação das mudas, que devem ser plantadas com espaçamento em torno de 50 cm. Abra uma cova de acordo com o tamanho do torrão e deposite-o cuidadosamente para não prejudicar a raiz. Cubra com terra, aperte levemente e regue.

Quando em solo propício, muitas vezes elas é considerada uma praga, pois seu crescimento é muito rápido e ela se alastra com muita facilidade – chegando ao ponto de “abafar” o crescimento de outras espécies de flores.

Precauções
É importante lembrar que a flor não tolera o frio intenso, por isso evite plantá-la em locais em que ocorrem geadas. E, graças ao seu rápido desenvolvimento, ela pode prejudicar espécies menores quando plantadas muito próximas. Por outro lado, fica ao redor de árvores.

Pragas
É importante estar atento ao aparecimento de pragas ou doenças. As mais comuns são a lagarta, o pulgão e a cochonilha. O controle varia, mas sempre recomenda-se a aplicação de inseticidas naturais ou orgânicos, como a calda de fumo e o óleo de neem.

Floração
A astromélia tem sua eflorescência entre os meses da primavera e do verão. Nesse período, os caules eretos evidenciam a ramificação no topo com um número variável de flores. As principais tonalidades da espécie são o rosa, lilás, amarelo, laranja, vermelho e o tradicional branco.

A planta é muito usada na decoração de eventos e na produção de buquês de noiva e arranjos para presentes. Além de flor de corte, a espécie é cultivada em canteiros, maciços, bordaduras e até pequenos vasos.

Obs.: Durante o desenvolvimento da astromélia, tenha atenção especial com a irrigação, que deve ser intensificada nos dias mais quentes.

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Cultivar flores necessita da nossa atenção e uma série de cuidados, mas é muito prazeroso para os apaixonados por flores cultivarem vasos. Entre as flores que são mais utilizadas no cultivo em vasos temos: Violeta, Crisântemo,Margarida, Antúrio, Samambaia e Orquídea.

Cada flor possui um jeito único de ser cuidada de acordo com sua espécie, procure se informar sobre as necessidades da planta, a manutenção deve ser constante, retirar galhos secos, adubação, prevenção de pragas.

Existe uma gama de opções para se criar em vasos. Para vasos pequenos devem ser aquelas que não crescem muito e não precisam de sol para viver. Já os vasos grandes são para as plantas que crescem mais e precisam de um pouco de sol em alguns momentos do dia.

Flores que possuem coloração mais variada e porte médio
Margarida, Íris, Tulipa, Magnólia, Violeta, Crisântemo e Narciso. Tipos de plantas que necessitam de espaço, por isso, devem ser plantadas em vasos maiores, além disso, gostam exposição solar ao entardecer.

Algumas plantas são mais delicadas e por isso exigem, além de adubação, cuidados com a temperatura. Entre essas plantas estão: Bromélia, Antúrio, Orquídeas, Amor-Perfeito e Violeta. Fogem do sol direto, preferem lugares fechados e exigem regas ao menos duas vezes na semana, porém, em pequenas quantidades.

Violetas
Violetas: originárias da África, Estados Unidos e Japão possuem aproximadamente seis mil espécies catalogadas. Além disso, as violetas são muito susceptíveis a pragas e à variações na temperatura. Não molhe as folhas e a copa das violetas, pois elas podem vir a apodrecer, coloque apenas um pouco de água no pratinho do vaso.

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Samambaias: tiveram origem a milhões de anos atrás, e seu nome vem do tupi e significa, “aquele que se torce em espiral”. A maior parte das espécies preferem ambientes sombreados. Samambaias também não gostam de alterações de lugar, pois elas acostumam-se com a luminosidade, temperatura e umidade local. Geralmente são cultivadas em xaxim, que retêm mais a umidade e permitem que as raízes respirem melhor.

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Antúrios: tiveram origem na América do Sul, e pode ser cultivada em todo o país. Quem deseja cultivar Antúrios fique tranquilo, é uma planta de fácil cultivo e não requer muitos cuidados, somente a escolha de um local sombreado, devido a ação prejudicial do sol.

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Margaridas: teve origem em regiões do Hemisfério Norte. Elas devem ser regadas regularmente, mas sem exageros, e, de vez em quando, deve-se arrancar folhas e flores velhas para favorecer seu florescimento contínuo.

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Crisântemos: são originários da Ásia. Exigem cuidados como manutenção da temperatura (entre 18°C e 27°C), luz indireta, água de 2 a 3 vezes por semana e adubagem. É o grupo de plantas para flores mais comercializado no Brasil.

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Orquídeas: suas várias espécies possuem diferentes usos, desde a fabricação da baunilha até a fabricação de perfumes. Por possuir inúmeras espécies diferentes (aproximadamente 20.000 espécies) e de ambientes distintos não é possível apresentar cuidados básicos do seu cultivo, antes de tudo deve-se descobrir a que espécie pertence para, a partir daí, procurar os cuidados necessários a espécie em questão.

No geral, os cuidados para se cultivar flores em vasos variam de acordo com o tipo e a espécie de flor, cada espécie necessita de uma quantidade de luminosidade, umidade, temperatura, adubação. Antes de cultivar flores em vasos pesquise as características e necessidades de cada flor, e também os vários gêneros e espécies existentes.

Afinal, tanto flores de pequeno porte, como violetas, quanto outras de médio (ou grande) porte, como samambaias, podem ser cultivadas em vasos, desde que seu cultivo seja adequado as necessidades de cada planta.

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Violetas

Violetas são plantas sensíveis, seu crescimento e ciclo de vida dependem de diversos fatores. No Brasil, ficaram conhecidas no século XIX e são oriundas da África, Estados Unidos e Japão. Pertencem à família Gesneriaceae e possuem mais de 2 mil espécies.

Com flores pequenas, possuem diversas variações e cores, sendo mais facilmente encontradas nos tons de rosa, branco, multicor e roxo. Este tipo de planta é perene e não aprecia a ação direta do sol nem regas diárias. Solos ricos em minerais e temperaturas entre 15° C e 27° C são propícios para a criação de violetas, que, nessas circunstâncias, pode florir o ano todo.

São flores que estão sempre presentes em casas e apartamentos. Por serem fáceis de cultivar e muito bonitas, elas ganham a preferência das donas de casa.

Embora sejam plantas herbáceas com raízes pequenas, as violetas necessitam de vasos que tenham bocas largas, e no mínimo 12 cm de altura, pois precisam de espaço para que receba apoio para suas folhas, mas quanto maior o espaço, melhor.

Vasos de plástico
Esses são os mais usados entre essas plantas e podem abrigá-las até no máximo um ano, período após o qual elas passam a necessitar de vasos de barro, para que o excesso de água possa ser absorvido e elas possam “respirar” normalmente.

É importante não utilizar prato embaixo do vaso, pois a violeta pode ter as raízes apodrecidas pelo resto de água que fica acumulado, sem falar no risco de dengue, já que as regas devem ser feitas semanalmente no inverno e duas vezes por semana no verão.

Vasos de Barro
Esses tem a vantagem de absorver o excesso de água e permitir que as raízes da planta “respirem” adequadamente. Vale lembrar que as violetas são plantas muito sensíveis ao excesso de umidade, chegando muitas vezes a sofrer ataques de pulgões quando em ambientes muito úmidos.

Manter Longe do Sol
- As violetas são flores de vaso por excelência, tanto que não suportam luz solar direta e devem ser mantidas rigorosamente à meia-sombra. Embora sejam plantas que não gostem de muita luz, não devem permanecer em recintos fechados por muito tempo, pois suas folhas vão ficando amareladas e as raízes podem sofrer o ataque de fungos.

Outro cuidado essencial é regar a violeta não em suas folhas, mas sim sobre a superfície da terra, evitando deixar água no prato. Isto deve ser feito duas vezes por semana no verão e no inverno apenas uma vez por semana. O adubo também deve ser cuidado, sendo que deve ser fornecido a cada trinta dias. Além disso, elas precisam de ambientes com 18ºC no mínimo.
Assim como outras flores de vaso, depois de alguns meses a violeta pode crescer ao ponto de preencher todo o vaso – precisando, nesse caso, de uma muda.

Para verificar se a flor precisa ser transferida de vaso, basta retirar um pouco de terra rente a borda do vaso. Se ao retirar uma fina camada da superfície você perceber que o interior do vaso está tomado pelas raízes da planta, está mais do que na hora de passar a violeta para um vaso maior.

Para tanto, retire com cuidado a planta do vaso atual – tomando cuidado para “descolar” as raízes do vaso. Faça uma poda nas extremidades das raízes que estiveram em contato com o vaso.

Antes de replantar a violeta no novo vaso, insira alguns pedriscos e pedaços de cerâmica no fundo do vaso, para facilitar a drenagem da água. Use também terra vegetal com húmus, que são ricas em nutrientes essenciais para essas plantas.

Preencha metade do vaso com a mistura de terra e humús, insira a violeta, e preencha o restante do vaso. Ao preencher o vaso com a mistura de terra, tome o cuidado de não encostar os caules mais próximos da terra.

Mesmo sendo plantas pequenas e de fácil cultivo, as violetas precisam de cuidados e atenção como qualquer outra planta. Com o cultivo adequado, a beleza dos ambientes fica garantida com esta espécie.

Com alguns cuidados e respeitando as necessidades do vegetal, é possível que a sua violeta cresça saudável e com flores que brotarão por um longo período.

Instruções
-
Escolha um local com sombra, mas ao alcance dos raios solares. Se você mora em apartamentos, dê preferência a vasos dispostos em jardineiras ou prateleiras situadas em pontos iluminados.

- Para montar o vaso, coloque pedrinhas ou pedaços de isopor no fundo. Em seguida, ponha terra de construção, substrato vegetal e um pouco de humus de minhoca.

- Para regar as violetas, não utilize água com cloro, pois a planta não aprecia. Caso a água da sua casa tenha um alto teor dessa substância, deixe-a descansar por 12 horas antes de regar.

- Para reprudizir suas violetas, faça cortes diagonais na base de folhas saudáveis que tenham atingido, pelo menos 5 cm. Plante em terra rica, adubada e espere enraizar. Quando isso acontecer, transfira para um vaso preparado com pedras/isopor, terra, substrato e humus.

- Violetas estão predispostas a pragas como ácaros e chonchonilhas. Utilize uma mistura de fumo de rolo e água para pulverizá-las se estiverem sob o ataque destes parasitas. Em casos graves de raízes contaminadas, retire a planta do vaso, lave as raízes com água e replante em um novo vaso. Coloque este mesmo vaso em um outro local, distante de onde a planta estava anteriormente.

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cacto-parafuso((Cereus Peruvianos var. Tortuosus) )

No feng shui, cactos são considerados grandes guardiões da casa e purificadores do ambiente – acredita-se até que formem uma barreira contra as ondas emitidas por aparelhos eletrônicos. Crenças fantasiosas à parte, esse nativo de regiões áridas e isoladas é um exemplo de perseverança, adaptabilidade e integração.

Os cactos crescem em muitas partes do mundo. A América do Sul e a África do Sul são especialmente representativas dos diferentes tipos de cactos existentes no nosso planeta.

Os Cactos pertencem à família Cactaceae e possuem aproximadamente 84 gêneros e umas 1.400 espécies..Em geral esse tipo de planta é usada para fins ornamentais, mas também pode ser utilizada na agronomia.

Podemos definir essas plantas como pouco usuais uma vez que estão adaptadas a ambientes extremamente áridos e quentes. Uma das principais e mais curiosas características dos Cactos é a capacidade de conservar água.

Essas plantas são um ótimo exemplo de adaptação ao ambiente extremo, o caule do Cacto se expandiu em estruturas suculentas verdes e perenes para conseguir conter a clorofila que é necessária para a vida.

Os espinhos são as folhas que no processo de evolução se reduziram, a principal função deles é realizar a respiração da planta. Também são essenciais para a produção de energia e transpiração do Cacto. Os espinhos ajudam a evitar a grande perda de água, um dos motivos que torna essa planta capaz de armazenar o líquido da vida.

Quando o Cacto está inserido na natureza os espinhos também têm a função de proteção da planta contra possíveis predadores.

Os cactos sempre foram plantas populares, em parte devido à enorme variedade de cactos que se pode encontrar, mas também pelos poucos cuidados que exigem para crescer e viver. Isto significa que os cactos são as plantas ideais para todo o tipo de jardineiro.

O fato da maioria dos cactos necessitar de poucos cuidados para gozar de boa saúde, torna-os extremamente fáceis de manter, tanto em interior como em exterior. Devido à enorme variedade de cactos, é difícil generalizar sobre as condições ideais para cada espécie. Cada uma tem as suas preferências. No entanto, existem muitos tipos de ambientes que se adaptam inteiramente, ou em parte, à maioria das espécies.

Vasos
O tamanho dos vasos é muito importante para os cactos. Se o vaso for demasiado pequeno pode provocar a asfixia das raízes. Os cactos crescerão pouco, ou nada, e eventualmente morrerão. Se o vaso for demasiado grande, terá demasiada terra e absorverá demasiada água, o que levará eventualmente ao apodrecimento das raízes.

Em geral, pode-se dizer que os cactos bulbosos (por exemplo, os da familia Lophophora) crescem mais confortavelmente em vasos que são apenas ligeiramente maiores que as suas raízes. Os cactos tuberosos (por exemplo, os da família Trichocereus) necessitam normalmente de vasos um pouco maiores.

Os vasos são normalmente de barro/cerâmica ou plástico. Em geral, as pessoas que fazem jardinagem como hobby, costumam escolher vasos de barro. Estes vasos permitem aos cactos respirar melhor e a terra seca mais rapidamente. Os vasos de barro são mais caros que os de plástico.

Assegura-te de que o vaso tem um ou mais buracos no fundo. Os cactos preferem absorver a água por baixo.

Terra
Uma boa mistura de terra pode fazer toda a diferença para o teu cacto. No entanto, a escolha do tipo de mistura depende em muito do tipo de clima.

A terra normal para vasos não é geralmente a adequada para a maioria dos cactos. Esta tipo de solo tem a capacidade de reter a água durante muito tempo. Isto é algo terrível para os cactos. Os centros de jardinagem costumam ter terra especial para cactos, que resulta bem para a grande maioria dos cactos. Mas, a maioria dos amantes da jardinagem prefere usar misturas preparadas por eles próprios, depois de vários anos de experiência.

Misturas a serem usadas para o substrato dos cactos:
- turfa
- fibra de coco
- terra para vasos
- cascalho miúdo
- perlite
- pedra pome
- pedra calcaria

A maior parte das misturas são compostas por 20 a 25% de matéria orgânica e o restante é material inorgânico. É muito importante que a mistura seja leve e solta. Caso contrário, irá absorver demasiada água, e provocar o apodrecimento das raízes. Os cactos também precisam de um certo número de nutrientes e de oligoelementos. Eventualmente, o solo ficará esgotado destes nutrientes.É por isso recomendada a adição de um pouco de estrume na mistura, uma vez por ano.

Luminosidade
A quantidade certa de luz é talvez a parte mais difícil na manutenção dos cactos. Especialmente se vives num país frio e escuro, deves assegurar-te que os teus cactos recebem bastante luz, pelo menos de vez em quando. Os cactos estão naturalmente acostumados a receber muita luz. A maior parte dos cactos consegue sobreviver com menos luz, mas o seu crescimento será mais lento e nunca irão florescer.

Durante o verão, os cactos normalmente recebem mais luz do que no inverno. A maioria dos cactos necessita, na realidade, de apenas algumas horas de luz solar.

Vale lembrar que excesso de luz também pode causar problemas. Se os cactos receberem demasiada luz, o lado exposto ao sol perderá a cor, resultando em queimaduras. Isto pode causar marcas permanentes.

Temperatura
É bem sabido que os cactos gostam de calor. É por isso que crescem nas regiões mais quentes do planeta. Mas mesmo os países mais quentes têm noites frias. Por essa razão, muitos cactos aguentam temperaturas mais baixas. Alguns até são capazes de suportar a geada, durante um curto período, desde que recebam calor e luz durante o dia.

Dentro de casa, os cactos podem geralmente ser mantidos a temperatura ambiente. Nas regiões onde os cactos conseguem também sobreviver no exterior, é melhor mantê-los dentro de casa durante o inverno, de qualquer forma.

Água
A causa mais comum para a morte dos cactos é o excesso de água. O nosso conselho é, portanto, não os regues demias. A maioria das pessoas acha difícil perceber quando é que os seus cactos necessitam de água. A melhor coisa a fazer é deixar a terra secar completamente antes de regar outra vez. Um medidor de humidade pode ser bastante útil nestas situações. Em caso de dúvidas, o melhor é não regar já.

No verão, os cactos necessitam de mais água do que no inverno.
Verão: rega os teus cactos uma vez por semana.
Inverno: rega os teus cactos 2 ou 3 vezes durante o período inteiro de inverno.

No entanto, estas recomendações podem variar dependendo dos cactos e do ambiente em que se encontram!

É melhor regar por baixo, onde se encontram as raízes. Por isso, os vasos devem ter sempre um ou mais buracos no fundo e um prato por baixo. Quando deitas água no prato, a terra absorve a água do fundo até ao topo, atingindo facilmente as raízes. Deita fora a água que não for absorvida após 2 minutos. Os cactos maiores poderão demorar mais 1 minuto ou 2, a absorver a água de que necessitam.

Transplante
Os cactos, e especialmente as suas raízes, não gostam de ser transplantados. No entanto, alguns crescem bastante rápido, e se os mantivermos num vaso demasiado pequeno, as suas raízes irão ressentir-se. Os cactos param de crescer e acabam por morrer. Por isso necessitam de ser transplantados, de vez em quando, para vasos maiores, para manter o crescimento.

São necessários alguns cuidados no transplante de cactos. Não são só os cactos que podem ficar danificados. Os picos são difíceis de passar despercebidos. Portanto, o melhor é usar luvas espessas ou um pano dobrado para proteger as tuas mãos, quando manuseias os cactos. A melhor época para transplantar cactos é logo a seguir ao período de inverno.

Doenças
A maioria dos cactos é vulnerável as mesmas doenças e pragas que as outras plantas de casa e jardim. Por isso é importante controlar regularmente os teus cactos. Também aqui, é melhor prevenir do que remediar. Assegura-te que crias o ambiente adequado, onde os cactos possam crescer bem, e os insetos e bactérias não tenham quaisquer hipóteses.

Os fungicidas e pesticidas podem rapidamente erradicar insetos e pragas. No entanto, tem cuidado com as super doses. Muitas vezes os cactos também morrem por causa desses produtos. Siga sempre cuidadosamente as instruções da embalagem.

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OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Viola tricolor

Planta rústica, da família Violaceae, originária dos continentes europeus e asiáticos e que exige poucos cuidados.

É uma planta herbácea, anual, que atinge uma altura entre 20 a 25 cm. Sua propagação é feita através de sementes, no outono.

São cultivadas em jardins, vasos e jardineiras de qualquer tamanho, em local ensolarado e com substrato rico em composto orgânico, solto e bem drenado.

Suas flores se apresentam de maneira isolada ou agrupadas em hastes florais. Florescem quase o ano inteiro. principalmente durante o inverno e primavera. São flores geralmente violetas e rosas, podendo apresentar também várias cores.

São cultivadas em jardins e gostam de climas amenos, embora alguns tipos apreciem climas quentes e úmidos.

No verão essas plantas precisam estar em ambientes com meia-sombra e muita luz,  embora não suportem sol direto entre 10 e 17 horas, e devem ser também protegidas de ventos fortes. O solo ideal deve ser arenoso e rico em matéria orgânica.

As regas precisam ser feitas de 2 a 3 por semana nos meses quentes e uma vez por semana nas épocas frias.

O plantio deve ser feito com um substrato composto encontrado no comércio ou prepara-se uma mistura peneirada, contendo 2/3 de terra vegetal e 1/3 de areia fina.

No paisagismo a planta é cultivada em grandes canteiros de uma só cor ou de cores variadas, em algumas cidades deste país são a atração para turistas.

Uma dica para completar vasos de plantas perenes:
Não retirar a planta do recipiente, somente introduzi-lo no substrato. Quando passar o ciclo ou a estação, retirar e substituir por outra planta, como a petúnia, por exemplo.

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Kalanchoe_blossfeldiana_var__Calandiva

Calanchoe é uma planta de origem africana, do gênero ‘suculentas’, da família Crassulaceae e também é conhecida no Brasil por nomes populares, como: flor da fortuna, saião, erva da costa, coerana e eoirama branca. Com altura máxima medindo em torno de 30cm, esta planta se adapta a solos férteis, soltos e bem drenados. Em geral, a Calanchoe é muito utilizada na decoração, tanto interna, quanto externa, podendo formar lindos maciços e bordas de jardins, devido à delicadeza e ao colorido de suas flores, que podem variar entre as tonalidades de vermelho, amarelo, laranja, rosa, branco e roxo.

Resistente ao calor e a pouca umidade, esta é uma planta que se adéqua a ambientes iluminados naturalmente e exige poucos cuidados, podendo tornar qualquer local mais agradável e aconchegante. Por ser uma planta suculenta, regas semanais durante o inverno ou duas vezes por semana no verão são suficientes. A época de floração da Calanchoe ocorre entre o final de outono e se estende até a primavera.

Saiba, a seguir, alguns detalhes de como escolher, cuidar e podar a Calanchoe para que permaneça bonita por mais tempo:

Como escolher a Calanchoê
- Na hora da compra, procure pelas plantas que apresentem um aspecto saudável, com folhas inteiras e viçosas, livres de manchas;
- Verifique se existem insetos em suas hastes ou flores, pois este tipo de ocorrência prejudica a durabilidade da planta;
- Escolha plantas com maior número de botões fechados, que ainda irão se abrir, tendo em vista que isto significa que a durabilidade da planta será maior;
- Evite plantas com folhas não uniformes, com poucas flores ou botões, com manchas ou acondicionadas em vasos desproporcionais.

Como cuidar do Calanchoê em casa
Ambiente e iluminação
Evite colocar a planta em locais escuros, pois suas folhas podem se tornar amareladas, murchar e cair. Lugares bem iluminados como jardins ou varandas são os mais indicados, tendo em vista que esta planta é bem resistente. Por ser de natureza rústica, se suas necessidades de iluminação, ventilação e rega periódica forem atendidas, esta planta não necessita de maiores cuidados com ataques de pragas ou doenças.

Tipo de solo
A planta se adapta em solos férteis, ricos em material orgânico. O ideal é o solo solto, poroso, drenado e rico em matéria orgânica. Para o plantio em vasos, recomenda-se a seguinte mistura: 1 parte de terra comum, 1 parte de terra vegetal e 2 partes de areia.

Umidade
A Calanchoê não tolera o excesso de água, por isto procure regar apenas quando o substrato estiver quase seco. Cuide para não encharcar o solo. Quando for regar, também evite deixar que a água caia sobre as folhas, pois isto acaba manchando-as. As flores também não devem receber água diretamente, tendo em vista que este descuido causa o seu apodrecimento rapidamente. Em dias de muito calor ou em regiões quentes, regar a planta duas vezes por semana é o suficiente. Durante o inverno, regar apenas uma vez por semana é o ideal.

Como podar a Calanchoê
Os cuidados com a poda são bastante simples. Muitas doenças que causam apodrecimento de folhas e flores são causadas por excesso de água, portanto é necessário que as partes danificadas sejam retiradas da planta imediatamente, evitando assim que a doença se espalhe.

Propagação ou reprodução
Para formar novas plantas, basta utilizar os brotos que surgirem nas bordas de suas folhas adultas, plantando-os em solo fértil e bem drenado, tanto em vasos quanto em jardins.

Com base nestas dicas simples, é possível ter a beleza das flores de Calanchoê enfeitando o ambiente por mais tempo.

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