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jardim flores

Muitas pessoas que gostam de flores, natureza, jardinagem, evidentemente sonham em ter um belo jardim para chamar de seu. Aquelas que possuem um bom quintal podem pensar em cultivar flores e ter o próprio jardim.

Se nunca fizeram um antes ou se já fizeram há muito tempo atrás e só agora resolveu dedicar-se de novo a jardinagem, não importa, o importante é ter vontade de criar esse espaço e aproveitar bons momentos ao ar livre.

Aliás, cultivar flores em jardins não é só bom pela beleza do resultado final, mas também é uma excelente forma de passar o dia.

O primeiro ponto fundamental para quem está querendo cultivar flores em jardins é pensar qual será a localização.

No caso de quem nunca fez a atividade antes, o conselho é que ele seja em um lugar que receba bastante luz solar. Considere pelo menos metade do dia como ideal.

Além da luz do sol, o solo também tem que ser bom, para que as flores possam crescer bonitas e fortes. A terra ideal tem que ter um pH equilibrado e perceba o que as flores que você vai plantar exigem, como por exemplo, um solo ácido.

Algumas plantas podem preferir a terra alcalina e tem aquelas flores que tanto faz. Neste caso, é melhor escolher as mais “ecléticas”.

Ainda analisando o solo será necessário ver que tipo de nutrientes tem naquela terra e trabalhar também o nível de umidade.

Para se ter um jardim bonito é muito importante analisar bem o solo antes de iniciar o cultivo. Quando você conhece bem a terra, saberá escolher bem as flores que se adaptam melhor aquele determinado solo.

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O conselho para quem está começando a fazer jardinagem é usar pequenas áreas para plantar, não saia cultivando no solo todo. Reserve um primeiro espaço de cerca de 1,5 m por 3 m. É mais fácil para conseguir manter as flores no início e depois com a experiência vá aumentando a área e cultivando mais flores no seu jardim.

Outro detalhe importante é em relação a água, é necessário que as flores estejam perto de um lugar que seja fácil ter o líquido para regá-las.

O colorido das flores no jardim
Na hora de cultivar flores em jardins é bom usar alguns critérios na escolha de que espécie usar. Um dos principais é os tipos de flores existentes, que será feita entre perianuais, que significa que elas morrerão no inverno, mas voltarão na primavera. Outra alternativa, são as flores anuais, que estarão bonitas o ano inteiro.

Além desse critério, considere também o estilo do seu jardim, para definir quais serão as flores protagonistas e as “complementares”. O orçamento também é fator que deve ser levado em consideração. Algumas plantas exigem mais atenção e mais gastos do que outras. Um equilíbrio entre as que exigem pouca manutenção com as que exigem mais atenção pode ser a melhor solução.

Todos os fatores devem ser analisados para você conseguir comprar a planta que atenda as suas necessidades e conseguir montar um jardim de flores lindo.

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Utensílios para cultivar um jardim
Para o cultivo de flores em jardins é necessário ter o material certo para trabalhar com a terra. As ferramentas de jardinagem são fundamentais. Tesouras, pás, sacho, regador e forquilha são aqueles principais, que dão o ponto de partida para o trabalho.

Com os instrumentos necessários na mão para cultivar flores em jardim é hora de preparar o solo para receber cada uma das plantas. É com um bom solo que se garante um jardim florido e perfeito.

As ervas daninhas devem ser retiradas, além disso, retire raízes, lixo, qualquer tipo de intruso que tenha no solo, antes de começar o cultivo.

O segundo passo é remexer bem a terra e depois disso, acrescentar o adubo que dará mais “energia” ao solo para ajudar no crescimento das flores. Uma vez com adubo é necessário alisar a terra e regá-la. Com um pedaço de pau se pode “desenhar” a terra, fazendo a forma que você gostaria que o seu jardim tivesse.

Dicas para cultivar flores no jardim
Na parte de trás do jardim devem ficar as plantas mais altas, deixando as médias no meio e as rastejantes e pequenas na frente. Para delimitar o jardim podemos usar pequenos objetos e ou pedras, a parte decorativa é muito importante para deixar o seu jardim mais bonito.

Além disso, elas podem ser colocadas estrategicamente de forma que evitem que a água da chuva escorra. A borda também é importante para ajudar no combate contra as ervas daninhas.

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Depois do solo pronto e das flores escolhidas é hora de escolher como elas serão plantadas, o melhor é usar as sementes, siga as indicações do rótulo para colocá-las na terra.

Se você escolheu as plantas por estacas ou envasadas, lembre-se que o buraco feito no solo deve ser duas vezes maior do que o vaso onde elas estão, pois a planta está entre 6 a 7 cm de profundidade.

No fundo do buraco use o adubo ou a compostagem, uma camada de 6 ou 7 cm, isso será uma fonte de alimentação para as flores nas primeira semanas. Em seguida, use água para encher o buraco e aguarde até que todo o líquido tenha sido absorvido. Encha novamente e dessa vez vá colocando terra até fechar o buraco.

Não basta plantar e pronto, depois é necessário dar a devida atenção, fazendo a limpeza do jardim, todos os dias de preferência. Só assim você terá um espaço perfumado, colorido e florido.

Fique observando o seu jardim para entender o que está faltando, se a luz do sol, sem tem algum tipo de praga ou doença, ou se será necessário trocar as flores de lugar.

Também pode optar por colocar novas flores no seu jardim, fazendo de forma a combinar com as flores que já cresceram e fazem bonito.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


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A Santolina é um arbusto entouceirado pertencente à família Asteraceae e sua origem é do Mediterrâneo e Europa.

É reconhecido por seu delicioso aroma, que perfuma tudo ao seu redor. Costuma ter um tamanho baixo, não chegando a ultrapassar os 90 cm de altura, contando com uma ramagem bastante ramificada, que acabam por formar densas moitas.

Suas folhas costumam apresentar uma coloração acinzentada, divididas finamente, pontiagudas e aromáticas, lembrando as folhas ciprestes. As flores são do tipo capítulo, bastante delicadas e lembram pompons pequenos com cores amarelo brilhantes, e bastante perfumadas. Costumam florescer mais durante o verão.

No paisagismo, a santolina pode ser usada para formar bordaduras e maciços, para demarcar caminhos e canteiros. Por ser uma planta rústica e possuir maior tolerância à falta d’água, acaba sendo a planta ideal para ser cultivada em jardins rupestres, que cumprem o estilo mediterrâneo, contemporâneo ou campestre.

As cores acinzentadas de sua folhagem compõem um interessante contraste com outras plantas que apresentam cores verdes. As flores dessa planta, assim que colhidas, podem fazer parte de um bonito arranjo floral e, quando secas, são ótimas para pout pourri de ervas aromáticas, usada para manter a saúde dos armários, deixando-os longe das traças e ainda para que os mesmos fiquem perfumados, guarda-roupas e bibliotecas. Pode ser plantada em jardineiras e vasos.

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Pode ser cultivada preferencialmente em sol pleno, em terras com perfeita drenagem, de preferência em arenosos, ricos em matéria orgânica e com irrigação com intervalos espaçados. Tolera períodos curtos de estiagem, e não gosta de solo encharcado. A poda suficiente ajuda na estimulação, no adensamento e ainda no formato mais arredondado do arbusto.

Depois de alguns anos, a planta pode vir a perder a beleza e precisa passar pelo replantio. Prefere um clima mais ameno de regiões tropicais ou subtropicais de altitude. Pode ser multiplicada por divisão da ramagem já com raiz, sementes ou estacas. É recomendado o espaçamento de aproximadamente 40 cm entre uma planta e outra.

É uma planta que recebe outros nomes, como Abrótano-fêmea, Guarda-roupa, Camomila-de-mahón e Rosmaninho. Como já dissemos, é um arbusto que pode chegar a uma altura de 40 centímetros, bastante cheirosa, finamente pontiaguda e recortada. Depois de ter sido podada acaba adquirindo o formato arredondado, mas se não for podada todos os anos pode se espalhar pelo chão, em ramas, e depois pode chegar a se abrir.

As flores são bastante delicadas e, por isso, chamam bastante a atenção nos jardins. E são amplamente utilizadas.

Costuma-se formar os jardins a partir de tonalidades diferentes de cinzas, contrastando com o amarelo. Precisa de muita água, e sol para se desenvolver de forma adequada.

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Propagação da Santolina
Através de sementes
A forma de se propagar esta planta é feita de maneiras distintas, podendo ser por meio da remoção dos capítulos maduros, por sementes, deixados para secar fora do sol sobre um jornal.

Depois basta fazer a separação das sementes que parecem perfeitas e deixar em sementeiras ou ainda em caixotes que tenham uma mistura de areia e solo mineral ou ainda substrato de casca de arroz, desde que mantidos úmidos.

Depois da fase de semeadura, é necessário regar o substrato e deixar sob um saco plástico para auxiliar na manutenção da umidade.

Assim que ocorrer a brota das plantas é preciso remover o plástico, e ainda manter úmido o substrato até que as plantas se desenvolvam completamente.

O transplante da planta para seu lugar definitivo deve ocorre somente quando apresentar um número maior que seis folhinhas e, assim podem passar pelo manuseio.
O saco ou o pote deverá possuir grande quantidade de substrato rico em matéria orgânica, e mistura com partes iguais com solo mineral e areia, além de composto orgânico.

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Através de estacas de galho
Outra maneira de se cultivar essa planta é remover os ponteiros de jovens ramos e deixar repousar em substrato inerte de casca de arroz ou de areia mantido úmido até que atinja a fase de enraizamento.

É necessário cobrir o substrato para procurar evitar que a umidade se perca.

Depois de ocorrer o enraizamento, deve-se fazer o transporte dos potes para o mesmo preparado usado acima.

Para deixar no vaso definitivo ou no canteiro, deve-se primeiramente fazer a preparação do solo, revolvendo com uma profundidade aproximada de 15 cm, juntar adubo animal de aves ou de gado, bem curtido e ainda mais composto orgânico, misturando ambos.

O agregamento de adubo químico NPK com fórmula de 10-10-10 pode ser feito se a terra estiver pobre demais em nutrientes, sendo que uma quantia de apenas 100 g/m², bem misturada a terra.

Faça um buraco que tenha o tamanho do torrão, coloque a muda e ponha por cima a terra, dando suaves apertadinhas para que fixe bem.

Depois de concluir o plantio é necessário que se faça a rega por meio de jatos d’água finos e leves. Como mencionamos anteriormente, a santolina é uma planta que precisa de bastante sol.

Seu cultivo pode se dar em lugares variados, como em jardineiras, vasos, canteiros extensos unitários ou em conjunto com palmeiras e árvores. Ainda é utilizada como acabamento de caminhos e bordadura de maciços.

Ela tolera um pouco as geadas e o frio, entretanto seu cultivo fica mais centrado em áreas de clima temperado.

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A Lichia é uma espécie botânica pertencente à família Sapindaceae. É uma árvore frutífera conhecida popularmente como lechia, lichia, lichi ou uruvaia. Os termos também se aplicam ao fruto da árvore.

A sua origem é de países orientais, como Tailândia e China, porém, a planta não encontrou problemas em se adaptar ao clima brasileiro.

No Brasil não só pode ser cultivada como pode ser feito o plantio em vasos e para quem gosta, será possível consumi-la o ano inteiro. Mas não é tudo muito simples assim: plantou, colheu e comeu.

Depois de cultivar tem que se ter paciência, o pé só crescerá aproximadamente 5 anos depois e aí sim, entrará na fase de florescência. E mais, é importante que o cultivo seja feito corretamente para que ela cresça como se espera.

Dicas para o plantio da Lichia
Espaço é fundamental.
A lichia poderá ser plantada em vasos desde que eles ofereçam a ela um bom espaço para que se desenvolva e cresça bem. A planta precisa de um vaso compatível com o seu porte. Considere vasos que fica entre 40 a 60 litros.

Luminosidade é vital.
Depois de plantar a lichia em um vaso não esqueça de colocá-lo em partes da sua varanda, quintal ou terraço em que ela possa receber bastante sol. O ideal é que a planta fique exposta pelo menos a 4 horas de sol diariamente.

Drenagem é tão importante quanto a rega.
Ela deverá ter no fundo uma camada de argila expandida ou britas e em seguida, faça uma cobertura com manta geotêxtil. Isso facilitará o escoamento da água e evitará que a terra fique encharcada.

Não se esqueça de que ela precisa ser plantada em uma terra com excelente teor de matéria orgânica e que a rega, principalmente, durante a chegada dos frutos não pode ser esquecida. A terra não poderá ficar seca de jeito nenhum.

Não se esqueça de adubar a planta a cada 3 meses. Esse detalhe fará toda diferença no sabor das frutas.

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Fique de olho e não facilite com o controle de doenças e pragas

Passo a passo de como cultivar Lichia
* O primeiro passo é comprar as sementes no lugar certo, compre-as em viveiros que passam por fiscalização. Essa compra garantirá a longevidade da sua planta. Para conservá-las, elas deverão ficar em temperatura entre 10 a 15 graus, em lugar úmido e não poderão ficar guardadas por mais de oito semanas;

* Fique atento com o clima na hora de plantar a sua lichia. É um tipo de planta que costumam ser muito exigente. Ela até se desenvolve em zonas tropicais, porém, nesse ambiente a sua produção não chega ao máximo. O ideal é que ela passe por um clima seco e frio antes de entrar no período de florescimento;

* A lichia gosta de solos profundos e é fundamental que ele seja bem drenado, sem esquecer-se de enriquecer com matéria orgânica;

* Na hora de fazer as mudas da lichia fique atento em relação ao diâmetro, considere como ideal ou  1,5 ou 2,5. Espere o clima úmido para plantá-las, que costuma ser entre janeiro e março. A floração pode ser esperada para os meses de junho e junho;

* Se for para comercializar, lembre-se que a cor vermelha da casca desaparece muito rápido.

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Tirando as dúvidas:
1 – O esterco de porco pode ser usada no plantio da lichia, mas especialistas ressaltam que não se deve usar esse tipo de esterco cru. A razão para ter esse cuidado é o fato de que a raiz da lichia se queima com muita facilidade. Além disso, o conselho  é que o esterco de porco seja curtido 30 dias antes de ser colocado na planta. E mais, que junto com ele seja acrescentado 200 gramas de calcário e 200 gramas de superfosfato simples (observar quantidade de esterco de porco antes de usar essas quantidades).

2 – Uma lichia que foi cultivada através de uma muda enxertada e chegou a idade de 4 anos estará dando flores e frutos pela primeira vez, porém, se ela der poucos cachos ou apenas florir discretamente, é normal?
* Não considere que a planta não esteja bem, é uma situação normal, mesmo que tenha partido de uma muda enxertada. Na verdade, as consideradas melhores mudas são aquelas que foram produzidas através do processo de alporquia e não pelo enxerto. Mas, independentemente de uma ou outra é uma situação normal.

A lichia é muito nova no Brasil e ainda não se tem tantas pesquisas a respeito do seu desenvolvimento e de particularidades como essa. Pode-se considerar que é uma planta que necessita passar por um estresse hídrico, que significa deixá-la sem água.

O ideal ainda seria que ela se encontrasse em um lugar cuja temperatura ficasse em torno de 14 e 15ºC e esse tempo deveria ser de no mínimo 200 horas. É dessa particularidade que as flores virão.

Se estiverem pensando em fazer o plantio de lichia em um vaso, façam-no sem medo, porque é possível.

Lembrem-se de detalhes importantes que farão a diferença, como por exemplo, que ela deverá ser tratada sempre como uma árvore frutífera. Na prática isso quer dizer que além da água ela necessita de nutrientes.
A água além de cuidar da planta totalmente ajuda a encorpar o fruto. Sem nutrientes, os frutos caem.

Não esperem uma floração longa porque não seria normal e lembrem-se que caso na primeira vez a sua lichia não ser frutos, no próximo ano com certeza ela dará. Caso isso não aconteça, aí sim, terão um problema evidente e deverão corrigi-lo para salvar a planta.

Na dúvida, antes de tomarem qualquer providência é melhor pedir conselhos de quem vendeu as mudas ou sementes.  Mas, podem ter certeza, fazendo tudo certinho, com paciência, verão a lichia dando frutos e poderão saboreá-los.

espalhando folhas

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Ter um jardim bem cuidado, cheio de flores e plantas bonitas, requer atenção. Afinal, ele pode ser atacado por pragas que se alimentam de vegetais e encontram uma bela fonte de comida nos canteiros domésticos.

E, por mais que os cuidados com as plantas sejam os melhores possíveis, sempre há o risco de que elas contraiam fungos e outras pragas. Algumas delas são difíceis de serem eliminadas e é preciso um controle rigoroso para elas abandonem a sua plantação. Existem uma infinidade de pragas e fungos que atacam as hortas e até mesmos diversas flores do seu jardim, impedindo que as suas folhas se desenvolvam e que a estrutura cresça de forma vistosa

Para resistir ao ataque de pulgões, cochonilhas, lagartas, formigas e outras pragas e doenças, as plantas precisam estar saudáveis, com a imunidade em alta.

O clima quente faz com que os insetos se desenvolvam e se reproduzam mais rapidamente. O calor também deixa as plantas vulneráveis e, por isso, elas precisam ser observadas com maior atenção.

Vamos então ver conhecer algumas maneiras de eliminar essas pragas de uma maneira natural, sem agredir o ar com fertilizantes químicos.

Extrato de fumo com pimenta contra lagartas
As lagartas são a fase jovem da borboleta. Todas são muito vorazes e algumas tem o hábito noturno.
* Pulverize com extrato de fumo com pimenta sobre as lagartas. Outro cuidado é o esmagamento dos ovos nas folhas ou a catação manual das lagartas., com cuidado de usar luvas grossas para evitar queimaduras.

Numa garrafa de 1 litro, misture 50 g de fumo de rolo picado e pimenta malagueta. Complete com água e deixe repousar por uma semana. Dilua em 10 litros de água e pulverize.

Controle de lesmas
Caracterizam-se pelo corpo mole e segmentado. Quando se deslocam, deixam para trás um rastro de substância viscosa e brilhante.
* Distribua à noite, ao redor das plantas e canteiros, uma faixa de uns 15 cm de largura de pó de cal virgem ou de cinzas de madeira. Use também iscas de pão embebido em leite ou cerveja e coloque-as no pé da planta que precisa de proteção. As lesmas virão até as iscas, simplificando a catação manual.

Extrato de fumo no controle dos pulgões
Insetos que sugam seiva das plantas. Existem de diversas cores. A maioria é desprovida de asas e vive em colônias.
* Pulverize com extrato de fumo.
O extrato de fumo deve ser preparado se seguinte forma: Coloque um pouco do fumo de rolo picado  em uma tigela e cubra com álcool (líquido ou gel) Quando o fumo tiver absorvido todo o álcool, coloque novamente um pouco de álcool diluído em água. Deixe por 48 horas em local fresco.
Torça o preparado em um pano ralo e guarde-o em uma garrafa em local escuro.
Pulverize este extrato sobre toda a folha para espantar pulgões. Se desejar também combater cochonilhas, na hora de usar, misture cerca de um copo desse líquido com 100 g de sabão neutro derretido em água quente. Acrescente mais 10 litros de água, coe e pulverize.

Preparo da Calda Bordalesa
Para prevenir suas plantas contra o ataque de fungos e ácaros, prepare em casa a calda bordalesa.
* Ingredientes:
200 g de sulfato de cobre;
200 g de cal virgem;
20 litros de água;
Saco de pano ou “perfex”.

Preparo:
- Coloque numa vasilha 18 litros de água;
- Faça uma espécie de sachê com o perfez ou saco de pano, e preencha-o com 200 g de sulfato de cobre;
- Mergulhe parcialmente o sachê na água por 3 ou 4 horas, ou até que o sulfato de cobre se dissolva por completo;
- Numa outra vasilha, dissolva 200 g de cal em 2 litro de água. Despeje a mistura na solução de sulfato de cobre e mexa bem;
- Finalmente, antes de aplicar a calda bordalesa, é bom fazer um teste de acidez, mergulhando no preparo uma lâmina de ferro.
Se o preparado estiver muito ácido, o que pode prejudicar as plantas, a lâmina de ferro escurecerá. Neste caso acrescente um pouco mais de leite de cal à calda e repita o teste. Faça isso quantas vezes forem necessárias, até a lâmina não escurecer mais.

Extrato de fumo contra Brocas
São larvas que se alojam nas raízes de plantas formando galerias nos tecidos dos troncos.
* Aplique injeções de extrato de fumo dentro dos orifícios  das galerias feitas pelas brocas nos troncos e galhos. Logo em seguida, tampe a entrada com cera derretida.
O extrato de fumo deve ser preparado se seguinte forma: Coloque um pouco do fumo de rolo picado  em uma tigela e cubra com álcool (líquido ou gel) Quando o fumo tiver absorvido todo o álcool, coloque novamente um pouco de álcool diluído em água. Deixe por 48 horas em local fresco.
Torça o preparado em um pano ralo e guarde-o em uma garrafa em local escuro. Pulverize este extrato sobre toda a folha para espantar pulgões. Se desejar também combater cochonilhas, na hora de usar, misture cerca de um copo desse líquido com 100 g de sabão neutro derretido em água quente. Acrescente mais 10 litros de água, coe e pulverize.

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Sabão e fumo contra cochonilhas
São insetos sugadores com ou sem carapaça, que retiram os açúcares da  seiva. Vivem em colônias e não tem asas.
* Pulverize com sabão e fumo ou regue sob pressão. Em casos de ataques muito fortes, utilize a calda de sabão e fumo acrescida de óleo mineral. Se forem poucas as plantas atacadas, lave as partes afetadas com bucha, água e sabão ou detergente.
A calda de sabão pode ser preparada da seguinte forma:
Dilua 50 g de sabão neutro raspado em 5 litros de água quente. Esfrie, coe e pulverize.

Calda de Agave contra formigas
Para o combate contra formigas podemos utilizar folhas de  Agave.
* Pegue três folhas de agave (Agave americana L. e Agave atrovirens), macere e misture com água. Depois é só localizar a entrada do formigueiro e despejar o preparado. Ele reduz o desenvolvimento das formigas dentro do próprio formigueiro.

Cal virgem contra Ácaros
Os ácaros são organismos minúsculos que lembram pequenas aranhas.
* Polvilhe as plantas atacadas com cal virgem ou limpe esguichando jatos finos de água.

Tomateiro contra Pulgões
As folhas e o caule do tomateiro (Lycopersicum esculentum) têm ação inseticida contra diversos insetos, inclusive pulgões.
* Há duas formas de preparo: ferva as folhas e caules em água e deixe esfriar ou coloque as folhas de molho em água fria por 24 horas. Qualquer uma das misturas deve ser pulverizada sobre as plantas.

Tomilho contra lagartas, percevejos e pulgas
Plantado junto ao repolho, o tomilho (Thymus vulgaris) repele a lagarta das folhas. Também tem ação contra percevejos e pulgas.
*Para afugentar percevejos e pulgas, moa as folhas secas e polvilhe-as sobre as plantas e o solo.

Pimenta repelente de pulgão e cochonilha
Os frutos da pimenta (Capsicum annuum) são repelentes de pulgões, cochonilhas e insetos em geral.
* Coloque a pimenta em uma vasilha e soque-a até triturar bem. Cubra com água e deixe descansar de um dia para o outro. No dia seguinte, mexa bem e coe em um pano ralo ou coador para não entupir o pulverizador.

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Tagetes ou cravo-de-defunto contra nematoide e broca do tomate
O cravo-de-defunto (Tagetes patula) quando plantado em hortas, jardins ou pomares, repele insetos e mantém o solo livre de nematóides. Plante tagetes junto aos tomateiros para evitar a broca do tomate. Quando usada como cama para cães, ela afugenta pulgas.
* Para repelir insetos, macere folhas e flores e coloque-as em álcool diluído em água por 12 horas. Para 200 g da planta macerada, utilize 1 litro de álcool. Neste caso, dilua o extrato em 15 litros de água e pulverize sobre as plantas atacadas.

Mostarda contra cochonilha
As sementes da Mostarda (Sinapis alba) combatem a cochonilha.
* Moer as sementes misturando 100 g do pó em 1 litro de água. Coe e pulverize.

Pimentas contra pragas em geral
Os frutos da pimenta (Capsicum annuum) são repelentes de pulgões, cochonilhas e insetos em geral.
* Coloque a pimenta numa vasilha e soque-a até triturar bem. Cubra com água e deixe descansar de um dia para o outro. No dia seguinte, mexa bem e coe em um pano ralo ou coador para não entupir o pulverizador.

Mandioca contra Nematóide
A mandioca (Nabuhit utilissima) pode ser usada no combate a nematóides.
* Lave a mandioca crua e sem casca e reaproveite a água, regando com ela plantas de solo.

Manjericão contra moscas, mosquitos e besouro-da-batata
O manjericão (Oncimum basilicum) é um bom repelente de moscas e mosquitos se plantado perto da casa e é ótimo contra o besouro-da-batata.
* Para combater pulgões e outros insetos, deixe as folhas em água fria por 24 horas, em seguida, coe e pulverize a solução.

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Girassol contra insetos
O Girassol (Helianthus anuus) é um excelente repelente de insetos através de suas folhas e flores.
* Coloque flores ou folhas em água e deixe ferder por 1 minuto. Coe, deixe esfriar e pulverize sobre as plantas atacadas.

Hortelã contra ratos, formigas e insetos
A planta hortelã (Menta piperita) se plantada nas bordaduras dos canteiros, repele ratos, formigas além de insetos.
* Ferva água junto com a erva, deixe esfriar e pulverize sobre as plantas. O chá de hortelã é muito útil para as plantas em geral, protegendo-as e desinfetando-as.

Fruta-do-conde ou pinha contra broca, cochonilha e pulgões
A fruta-do-conde ou pinha (Annona squamatosa) tem ação contra brocas, cochonilhas e pulgões através de suas sementes e raízes.
* Triture as sementes ou raízes e espalhe sobre os locais infestados.

Cebola controla insetos
A cebola (Allium cepa) controla lagartas em beterrabas, broca e ferrugens em plantas, também combate pulgões:
* Corte a cebola em fatias ou bata no liquidificador com água. Adicione meio litro de água. Borrife a mistura sobre as plantas 2 vezes ao dia num intervalo de 5 dias. Plante cebola perto da planta lantana ou cambará para repelir brocas.

Cinamomo contra gafanhotos e pulgões
As folhas do Cinamomo (Melia azedarach) são inseticidas contra gafanhotos e seus frutos combatem pulgões.
* Deixe as folhas de molho em água fervente por cerca de 10 minutos e, em seguida, pulverize.
No caso de utilização dos frutos, corte-os e deixe de molho em uma solução com 50% de água e 50% de álcool durante 24 horas. Coe e pulverize em seguida.

Babosa como cicatrizantes de cortes
A babosa (Aloes spp) poderoso cicatrizante de cortes e feridas dos troncos das árvores.
*  Passe a polpa diretamente nos cortes para evitar o ataque de fungos e outras doenças.

Receita para o controle do Tatuzinho  em hortaliças
O tatuzinho é uma praga que ataca as hortaliças e se alimenta de raízes, porém esta não se caracteriza por trazer grandes prejuízos no cultivo de hortaliças.
Seu controle pode ser efetuado através de iscas conforme o protocolo abaixo.
* 1 kg de farelo de trigo + 50 ml de melaço + 10 g de defensivo do grupo dos Carbonatos (menos agressivo)Mistura-se os produtos com água necessária para formar uma massa (tipo bolo) Pegar a isca, colocar ao redor da planta. A noite Os tatuzinhos se alimentarão da isca, procedendo seu controle.
Outros insetos como: grilos, paquinhas e lagarta rosca também são controlados com a mistura.

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Controle do Mofo-branco ou Oídio da Roseira
Uma das doenças mais importantes da roseira é o Oídio. Esta doença ataca principalmente folhas, ramos novos e botões florais. Seu controle se dá através de podas da parte doente, recolhendo-se as folhas doentes e queimando-as. Cobre-se as partes podadas com pasta fúngica.

Outra forma de controle é o uso de sulfato de cobre + enxofre, conforme veremos abaixo.
* Para cada  litro de água, misturar 3 g de sulfato de cobre + 3 grama de enxofre.
Colocar os produtos em pequenas quantidades de água para a diluição. Depois juntar com o restante da água passando por  uma peneira para reter os resíduos sólidos dos produtos misturados para evitar o entupimento dos bicos na hora da pulverização. Mistura-se bem e faz-se a aplicação por cima e por baixo das folhas. Repete-se o mesmo procedimento a cada 15 a 20 dias.
Deve-se aplicar preventivamente mesmo sem o ataque da doença. Este produto serve para o controle da pinta preta da roseira também.
Lembrando-se que o preparo e aplicação do produto deve ser efetuado com EPI (equipamento de proteção individual)

Pasta para pincelamento do tronco em citros:
Enxofre Ventilado…………………………………..1kgCal Hidratada…………………………………………2kg
Sal de cozinha……………………………………….0,5kg
Inseticida fosforado, em 1/4 da dosagem recomendada para cochonilhas
Água…………………………………………………15 litros.
* Indicado para o pincelamento de troncos e base  dos ramos principais, na prevenção de brocas e cochonilhas em citros.

Como eliminar a parasita Fio-de-ovos (Cuscuta polimorfa)
O Fio-de-ovos é um parasita muito difícil de extirpar, pois é um vegetal sem folhas, sem clorofila e sem raízes. É constituído apenas dos fios amarelos dos quais saem pequenas estruturas que penetram na planta hospedeira para retirar a seiva. Esse parasita, um problema grave nos EUA, chegou ao Brasil com sementes de alfafa. O parasita tem predileção por algumas plantas, por exemplo, costuma proliferar na Coroa-de-cristo, parasitando ainda Hibiscos e Resedá. O combate deve ser feito, sempre que possível, extirpando-se a planta parasitada junto com o parasita, substituindo-a por uma muda que deve ser acompanhada, catando-se manualmente a Cuscuta assim que aparecer, para que não prolifere. Sendo possível, pode-se retirar o parasita da planta, mas é trabalhoso e serviço a longo prazo, para evitar a reinfestação.

Repelente contra Pernilongos, Borrachudos e Mosquito da Dengue
1/2 litro de álcool;
1 pacote de cravo da Índia (10 gr);
1 vidro de óleo de neném (100ml)
* Deixe o cravo curtindo no álcool uns 4 dias agitando, cedo e de tarde;
Depois coloque o óleo corporal (pode ser de amêndoa, camomila, erva-doce, Aloe vera).
Passe só uma gota no braço e nas pernas e o mosquito foge do cômodo. O cravo espanta formigas da cozinha e dos eletrônicos, espanta as pulgas dos animais.
O repelente evita que o mosquito sugue o sangue, assim, ele não consegue maturar os ovos e atrapalha a postura, vai diminuindo a proliferação. A comunidade toda tem de usar, como num mutirão.

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OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


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As petúnias são espécies vegetais bastante utilizadas em jardins, devido ao tamanho de suas flores e a grande variação das cores que elas possuem.

O nome petúnia-perene é como a planta é popularmente conhecida, contudo a planta também é chamada de petúnia-violeta, petúnia-pendente e petúnia. A petúnia-perene é uma planta nativa do Brasil e Argentina – América do Sul.

Essa espécie vegetal, petúnia-pendente, faz parte da família das Solanaceae, que possui 10 gêneros e 3.000 espécies diferentes de plantas. As espécies desta família são facilmente encontradas na região da América do Sul, e são plantas que possuem uma grande capacidade de adaptação e devido a sua rusticidade, podem ser tornar espécies vegetais invasoras.

As espécies dessa família são encontradas sob a forma de árvores, ervas e em algumas situações se apresentam como trepadeiras.

A petúnia-perene é uma espécie vegetal herbácea que possui ramos que são longos e flexíveis. Caracterizam-se por apresentarem belas flores que podem ser usadas no paisagismo e com efeitos ornamentais nos jardins.

A petúnia-perene possui a característica de ser perene, isto é, são flores que possuem um ciclo de vida longo, no caso, se caracterizam por serem flores anuais (vivem mais que um ano). Apesar de a planta apresentar essa característica, ela precisa de reforma anuais, quando cultivadas em canteiros para que se desenvolvam plenamente.

A petúnia-perene se caracteriza também, por ser uma espécie vegetal rústica, que significa dizer que ela consegue crescer e se desenvolver sem a necessidade de serem tomados maiores cuidados da parte de quem cultiva essa espécie. Inclusive, ela se caracteriza por ser mais rústica que as outras espécies de petúnias.

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É uma planta de pequeno porte, quando se trata com relação a sua altura, contudo se não forem tomados cuidados ela pode atingir uma grande dimensão horizontal.

As folhas da petúnia-perene são opostas, possuem formato oval e são pilosas. As folhas da se caracterizam por apresentarem natureza permanente.

As flores são pequenas, mas de grande beleza, são numerosas e apresentam a coloração roxa. O florescimento dessa espécie vegetal ocorre em todas as épocas do ano, primavera, verão, outono e inverno.

Cultivo da Petúnia-perene
A petúnia-perene é uma planta que possui uma grande capacidade de adaptação as situações climáticas, e ela pode ser cultivada em locais que apresentam os seguintes climas: continental, equatorial, oceânico, subtropical, tropical e temperado .

É uma planta que deve ser cultivada sob pleno sol quando cultivadas em ambientes com clima mais frio. A espécie aprecia o clima frio, isso explica a origem da espécie estar em países como Brasil e Argentina.

O solo ideal para o cultivo dessa planta é o solo fértil, e que seja enriquecido com material orgânico. Ela se adapta melhor ao solo úmido, contudo não pode ser encharcado para não causar o sufocamento das raízes, por isso é importante que o solo tenha uma boa capacidade de drenagem. Como a planta gosta da umidade, o ideal é que se permita que o solo seque antes da próxima rega.

Devem ser realizadas irrigações periódicas para manutenção do solo em condições adequadas para o cultivo da petúnia-perene. O ideal é que as regas sejam feitas no período da manhã, pois é importante que as plantas estejam hidratadas antes do sol mais quente.

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No caso da petúnia-perene ser cultivada em vasos, ela pode ser irrigada todos os dias, e nos períodos mais quentes podem ser realizadas duas regas por dia.

Outro aspecto importante no cultivo dessa planta é realizar podas para a retirada das folhas e flores envelhecidas. Essas podas irão melhorar o aspecto visual da planta e, além disso, irão evitar que ocorra a propagação de fungos na planta, o que evitará que a planta produza sementes. Esse processo é importante, pois quando a petúnia-perene gera bastantes sementes a produção de flores diminui o que irá reduzir a beleza da espécie vegetal cultivada.

Os fatores fundamentais para o cultivo da petúnia-perene de forma que a planta se mantenha bonita e saudável são: o sol, a irrigação e aplicação de material orgânico. A utilização perfeita desses recursos produz a condição necessária para termos uma planta em perfeito estado.

Apesar de ser uma planta perene, a petúnia-perene precisa ser tratada como uma espécie anual, pois a espécie perde a sua beleza com o passar do tempo.

A planta pode ser cultivada com o intuito de formar canteiros, maciços e bordaduras. Essa espécie também pode ser cultivada em vasos, floreiras e jardineiras.

No caso do cultivo da petúnia-perene em vasos, esses não precisam ser grandes, pois a planta pode ser cultivada como pendente, onde os ramos saem pelas bordas, caindo como o efeito de uma cascata.

O indicado é que sejam usados vasos plásticos de boca larga, para que sejam colocadas várias mudas e assim o vaso de cultivo da Petúnia-perene fica mais repleto.


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Propagação da Petúnia-perene
A planta se multiplica por estacas e por dispersão das sementes.  Essa espécie vegetal normalmente se propaga na época do verão.

O processo de reprodução por estaquia consiste na formação de estacas com as pontas do ramo da Petúnia-perene. Essas estacas precisam ter a presença de folhas, ramos e raízes para que elas tenham condições de gerar uma nova espécie da planta. De uma maneira geral as estacas são colocadas para enraizar na época da primavera, contudo a planta consegue se desenvolver em qualquer período.

O processo de multiplicação por dispersão das sementes consiste em espalhar as sementes que foram geradas pela planta em outros locais apropriados para o cultivo.

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As petúnias são plantas da família Solanaceae e originárias da Argentina – América do Sul.

É uma planta herbácea de longos ramos flexíveis, com folhagem delicada e possui folhas ovaladas e pequenas. Devido ao seu florescimento precoce, ainda no inverno, geralmente a petúnia é uma das primeiras flores de jardim disponíveis ainda antes do início da primavera.

Suas flores são grandes e apresentam várias cores, como rosa, branca, vermelha, violeta de diversas tonalidades e combinações entre elas. Muitas vezes as suas flores só fecham no meio do verão.

Elas são bastante indicadas para regiões de clima ameno, como o mediterrâneo, subtropical e temperado. É uma excelente planta para canteiros, maciços e dobraduras. Também fica bem em vasos e floreiras, e dá sofisticação ao jardim.

Ela deve ser plantada a pleno sol e em solo bastante fértil e adubado com matéria orgânica. A petúnia precisa ser regada periodicamente e gosta da temperatura fria, apesar do sol ser imprescindível para o seu desenvolvimento.

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Apesar do seu ciclo de vida ser perene, podemos considerar que o ciclo de vida da petúnia é anual, já que perde a beleza com o tempo, florescendo apenas na época citada.

Onde colocar na sua casa petúnias-comuns
As petúnias-comuns são ótimas opções para varandas, pois enfeitam e costumam ficar bem nesse ambiente, dando um efeito ornamental incrível.

Essas plantas possuem de 15 a 30 cm de altura. Há as variedades anã e compacta da petúnia-comum, que são mais delicadas para o plantio. Para plantar a petúnia, use as sementes que podem ser semeadas durante o ano todo, em um ambiente protegido.

Adube-as sempre, elas crescem mais fortes quando são adubadas a cada quatro semanas. Além do adubo tradicional, há a alternativa de usar um fertilizante solúvel em água, que é mais prático. A petúnia não exige muito espaço, e o seu vaso não precisa ser grande.

É recomendável que o vaso seja de plástico e de boa larga, assim poderão ser plantadas mais de uma muda da petúnia, tornando o vaso mais cheio e belo.  Se você plantar a petúnia junto a outras plantas perenes, procure deixá-la em seu vaso original. Dessa forma, dá para substituí-la por outra quando o seu ciclo chegar ao fim, e sua casa vai se manter linda e elegante.

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A Jacobínia tem origem na América do Sul e está entre as espécies de planta na família das Acanthaceae.

Apesar de ser uma planta sul americana, a Jacobínia pode ser cultivada tranquilamente em diversas outras regiões, desde que apresentem as condições ideais para seu cultivo. Então com essa diversidade de locais onde a Jacobínia pode ser cultivada, consequentemente ela receberá outros nomes populares como Jacobina, Justícia-rosa, Justícia, entre outros.

Se for cultivada sob as condições ideais, a planta pode chegar até 2,5 m de altura. Tendo essa planta em seu jardim, você terá também um grande arbusto com inflorescências bastante vistosas.

O caule será sempre ereto e bem herbáceo, com diversas ramificações e folhas pubescentes e com uma nervura bem marcante, o que dá um visual bem especial à planta, mudando sempre de uma planta para a outra, o que é um atrativo muito grande.

As inflorescências da Jacobínia são bem grandes e você vai encontrar um número bem considerável de flores nestas. Elas se apresentam sempre nas cores vermelha, rosa, laranja, amarela ou branca.

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Por ser um arbusto, você vai ver com muita frequência a Jacobínia utilizada em paisagismo. Então, com essa possibilidade, você pode ousar bastante e deixar o seu espaço muito mais bonito.

Se decidir utilizá-la em jardins totalmente decorativos, atente-se para tutorar a sua planta para deixá-la ainda mais bonita.

Quando cultivar, perceba se o terreno existe um semi-bronzeamento porque nesses ambientes a planta não cresce bem e pode até não florescer.

A Jacobínia pode ser plantada tanto em vaso como diretamente à terra e sempre em locais bem iluminados e arejados. Uma boa dica é plantá-la sob a copa de árvores ou próxima à muros.

Se você observar um pouco as flores da Jacobínia perceberá que ela produz uma espécie de plumas que são bem marcantes dessa espécie e elas ficam muito parecidas com um Flamingo, tanto que você vai ouvir algumas pessoas se referindo à planta como “planta flamingo”, mesmo sendo menos popular. Vamos conhecer alguns detalhes sobre o cultivo desse arbusto.

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Como cultivar a Jacobínia
O melhor clima para cultivar essa planta é o equatorial, tropical e subtropical, por serem os climas típicos das regiões de origem da planta, mas isso não significa que ela se limite apenas à essas condições de clima.

Sendo cultivada à meia sombra em solo enriquecido com uma boa matéria orgânica vai deixar a sua planta muito bonita. As regas devem ser regulares, principalmente nas primeiras semanas de plantação. Isso faz com que a sua planta cresça muito mais saudável. Essas regas devem ser feitas pelo menos 1 vez por semana e caso a sua região tenha chuvas constantes, assim como no inverno, você pode suspender essas regas caso chova nesse intervalo.

Como é uma planta que possui o ciclo de vida perene, você vai ter flores aparecendo durante o ano inteiro, o que faz a planta ser ainda mais bonita. Se a planta estiver cultivada em locais onde o clima é mais quente, as flores nascem ainda mais em maior quantidade, mas a melhor época mesmo para aparecerem novas flores é durante a primavera e durante o verão.

Logo após a floração da Jacobínia, o mais indicado é que seja realizada uma poda dos ramos para que ela continue crescendo bem. A multiplicação da planta é feita por estaquias.

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Se quiser, pode estimular o crescimento mais rápido fazendo pelo menos três adubações por ano e com uma fórmula bem balanceada. Com esse aditivo, a sua Jacobínia irá gerar lindas inflorescências também.

Dê preferência por fertilizar a planta durante a primavera porque é justamente nessa época que a sua planta começa a crescer de fato, logo após a brotação. Repita esse processo de fertilização no verão e no inverno.

Se ainda não sabe como aplicar e quanto aplicar em sua terra, você pode seguir o seguinte parâmetro:
* Aplique 1 colher de sopa de adubo de liberação lembra com formulação de 10-10-10 sempre que for fazer uma nova fertilização;
* Quando for trabalhar a terra adubada, faça isso com até 10 centímetros do caule da planta para o adubo não entre em contato diretamente com a sua planta e evite que as folhas se queimem, tipo de problema que acontece quando esse cuidado não é tomado.

Dicas
* Evite deixar a Jacobínia exposta em regiões onde existe uma frequência grande de geadas, pois isso vai prejudicar o crescimento da sua planta. Elas até suportam uma geada, mas se não estiverem protegidas, perderão todas as folhas;
* Atente-se sobre o ataque de pragas como pulgões, lagartas, formigas, cochonilhas e outras comuns em arbustos.

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Samambaia amazonas (Polypodium decumanum)

Presença marcante da jardinagem , as samambaias estão de volta! Para dar aquele suntuoso volume às composições, arquitetos, decoradores e paisagistas abrem cada vez mais espaço a elas em seus projetos paisagísticos e transformam o cantinho verde em verdadeiras “micro florestas”.

Seu habitat natural não são apenas bosques e florestas: algumas samambaias podem viver nas rochas, outras em penhascos à beira do mar e há aquelas que vivem na água. O certo é que ao longo destes milhões de anos, as espécies foram se adaptando a todo tipo de ambiente. Entretanto, uma característica em comum à maioria das espécies é a preferência por locais sombreados.

A dica é importante para quem quer ter sucesso no cultivo destas plantas: se conseguirmos reproduzir em casa as condições naturais em que elas vivem, os resultados serão bem melhores.

Aprenda onde e como cultivá-las e dê também lugar a uma samambaia no seu jardim, terraço, varanda e até mesmo no living, pois elas suavizam os ambientes onde são colocadas devida a sua folhagem com formatos e disposição muito interessante.

Essa planta não gosta de sol muito forte, e é importante deixar o vaso em ambiente protegido e iluminado, é recomendado que a samambaia tome muito pouco sol no período da manhã. Uma curiosidade interessante é que essa planta não gosta de vento, e por isso ela deve estar em local protegido.

Dicas importantes de como cuidar da samambaia:
– Regar: É importante que ela seja regada algumas vezes por semana, de 2 a três vezes, mas sempre no verão, pois essa planta precisa de mais água na época do verão do que na época mais fria, do inverno.

Regue o vaso e tome bastante cuidado para não molhar muito, pois a raiz pode apodrecer. Nunca deixe o xaxim seco e chuvisque água nas folhas da samambaia, pois ela gosta.

samambaia renda francesa (Rumohra adiantiformis)

Cuidados
– Podar: Quando aparecer folhas amarelas é indicado que você pode, é importante que as brotações tenham espaço. As mudas que forem surgindo do rizoma devem ser tiradas, pois dessa forma, evita-se o crescimento da planta e o transplante dela para outro vaso maior.

– Adubar: É indicado que a adubação não seja feita no período do plantio, pois as raízes podem ser danificadas. Depois de um mês que a muda passou para o vaso que ela irá ficar definitivamente, você pode fazer a adubação com duas colheres pequenas de torta de mamona e farinha de osso, repita a adubação após 40 dias.

– Pragas: Se aparecer pragas na planta é importante que você faça uma limpeza manual. Calda-de-fumo é bom para afastar pulgões e ácaros. Se essas pragas forem vistas na planta, é recomendado que as folhas que foram afetadas sejam cortadas, e para eliminar de vez as pragas pulverize com inseticida.

Samambaia-cabelo-de-vênus

Limpar
– Mudas: A forma mais simples de produzir uma muda dessa planta é com o pedaço do rizoma. Dois tipos de rizomas são mais comuns, são o metro e o rabo-de-peixe.

No rizoma de metro, o rizoma lançará novas mudas, quando isso acontecer você deve retirar a muda com bastante cuidado, depois corte na metade as folhas grandes, mas tome muito cuidado para que os brotos não sejam danificados. Posteriormente, plante a muda em um vaso diferente.

Vasos
No rizoma rabo-de-peixe, os rizomas irão formar um emaranhado abundante, e você deve cortar um pedaço, preferencialmente que contenha broto e depois o espete num vaso contendo substrato. E uma dica interessante: A estação do verão é a época indicada para retirar mudas das samambaias.

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Íris germanica
As pragas e doenças são causadores de muitos prejuízos em plantas ornamentais. Esses problemas fitossanitários podem ter origens diversas:
* Devido ao grande número de plantas de uma mesma espécie cultivada (monocultura);
* Adaptação do agente causador à planta hospedeira;
* Grande número de plantas exóticas que “importam” esses agentes.

Esses problemas podem ser resolvidos em casa, utilizando técnicas e cuidados simples.

Seguem algumas dicas de como proceder com alguns probleminhas que temos com nossas plantas, espero que seja útil.

1. Sintomas: Folhagem murcha, terra seca.
Causa: Falta de água
Tratamento sugerido: Retire a planta do sol, vaporize a folhagem; depois de uma hora mergulhe a planta numa bacia molhando o substrato por imersão. Leve o bonsai para um local sombreado por alguns dias.

2. Sintomas: Folhagem que murcha seguidamente e terra que seca muito rápido ou escorre pelas bordas (água não penetra no solo).
• Causa: Excesso de raízes
• Tratamento sugerido: Troque a terra imediatamente. Pode as raízes e use um vaso um pouco maior se necessário. Vaporize a folhagem.

3. Sintomas: Folhas murchas e terra úmida
• Causa: Raízes apodrecidas
• Tratamento sugerido: Retire a planta do vaso, limpe as raízes com jato de água ou mergulhe repetidas vezes numa bacia d’água; corte as raízes apodrecidas. Reenvase em composto com muita areia.

4. Sintomas: Galho que muda subitamente de cor
• Causa: Vírus
• Tratamento sugerido: Corte as áreas afetadas, esterilize as ferramentas usadas de modo a não contaminar outras plantas.

5. Sintomas: Folhas e veios amarelados
• Causa: Deficiência mineral
• Tratamento sugerido: Aplique um fertilizante mineral que inclua ferro, manganês, zinco e magnésio

6. Sintomas: Topo do bonsai está com folhas queimadas e secas
• Causa: Sol muito forte
• Tratamento sugerido: Retire a planta do sol, levando-a para um local mais sombreado; vaporize a folhagem.

7. Sintomas: Galhos baixos do bonsai estão secando, não desenvolvem folhas novas.
• Causa: Falta de sol (luminosidade) nos galhos inferiores
• Tratamento sugerido: Pode o topo do bonsai eliminando o excesso de folhas, gire o vaso de vez em quando, faça uma leve fertilização, mantenha o topo com pouca folhagem.

8. Sintomas: Coníferas com verde pálido, pouca brotação anual.
• Causa: Ácaros ou cochonilhas
• Tratamento sugerido: Aplique um inseticida mineral ou orgânico, pode os galhos com excesso de folhagem, coloque em local ensolarado.

9. Sintomas: Furo no tronco do bonsai
• Causa: Brocas
• Tratamento sugerido: Injete algum inseticida nos furos com uma seringa.

10. Sintomas: Tronco úmido, escuro e com limo.
• Causa: Excesso de água
• Tratamento sugerido: Lave com escova de dentes toda a região do tronco afetada, molhe somente a terra nas próximas vezes.

11. Sintomas: Limo em madeira morta
• Causa: Umidade
• Tratamento sugerido: Limpe com escova de dentes e aplique calda sulfocáustica com pincel pequeno.

12. Sintomas: Limo no vaso
• Causa: Algas
• Tratamento sugerido: Limpe o vaso com escovinha. Use uma solução de água sanitária (Tipo clorox) diluída; depois de seco o vaso, passe uma leve camada de óleo mineral.

13. Sintomas: Crosta branca no vaso e até na terra
• Causa: Depósito de sais minerais; pode ser duas as causas: água com excesso de cloro ou uso de adubo mineral com muita frequência.
• Tratamento sugerido: Limpe a crosta do vaso com escovinha, água e detergente; molhe a planta mergulhando-a numa bacia com água que cubra toda a terra do vaso por aproximadamente 1/2 hora.

14. Sintomas: Pó branco em folhas
• Causa: Míldio
• Tratamento sugerido: Tratar com fungicida (Tipo calda bordalesa) molhe somente a terra evitando molhar a folhagem; retire as folhas atacadas.

15. Sintomas: Folhas com pó cor de ferrugem
• Causa: Fungos
• Tratamento sugerido: Tratar com fungicida ( Tipo calda bordalesa ), molhe somente a terra evitando molhar a folhagem; retire as folhas atacadas.

16. Sintomas: Folhas novas muito maiores que as demais
• Causa: Excesso de nitrogênio
• Tratamento sugerido: Molhe bem o bonsai para remover o excesso de fertilizante, leve a planta para local ensolarado, remova as folhas indesejadas.

17. Sintomas: Folhas caem subitamente
• Causa: Choque de calor
• Tratamento sugerido: Leve a planta para local sombreado, vaporize a folhagem remanescente e molhe bem a terra.

18. Sintomas: Pouca brotação nova e pequena para o normal
• Causa: Excesso de raízes
• Tratamento sugerido: Reenvase a planta, podando as raízes, use um bom composto.

19. Sintomas: Mesmo sintoma apresentado no item anterior, mas a planta não apresenta excesso de raízes.
• Causa: Falta de Nitrogênio
• Tratamento sugerido: Fertilize levemente e mais seguido.

20. Sintomas: Escamas brancas nas folhas novas e brotos.
• Causa: Mosca branca
• Tratamento sugerido: Vaporize inseticida mineral ou orgânico.

21. Sintomas: Folhagem de crescimento alongado; folhas muito espaçadas, verde pálido.
• Causa: Luz insuficiente
• Tratamento sugerido: Mova a planta para local ensolarado aos poucos, podando o crescimento muito alongado.

22. Sintomas: Coníferas azuis que passam para verde
• Causa: Carência de magnésio
• Tratamento sugerido: Use adubo mineral completo. A cor azul se intensifica com o sol, verifique se a planta está em local adequado.

23. Sintomas: Árvore que não floresce
• Causa: Poda em época errada
• Tratamento sugerido: Se a planta já alcançou a idade de florescer a poda deve ser feita na Primavera somente depois de as flores murcharem e caírem. A poda anual muito profunda remove os botões florais; adube plantas que florescem com fosfato ( Farinha de osso ou adubo mineral no Outono).

24. Sintomas: Formigas andando por galhos e tronco
• Causa: Pulgões e cochonilhas
• Tratamento sugerido: Use inseticida orgânico ou mineral vaporizando a folhagem.

25. Sintomas: Novos brotos das folhagens não abrem
• Causa: Deficiência de fósforo
• Tratamento sugerido: Fertilize com farinha de osso ou adubo mineral tipo 4-10-8 ou similar

26. Sintomas: Flores que não abrem
• Causa: Deficiência de potássio
• Tratamento sugerido: Fertilize como no caso anterior.

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Callisia fragrans
No nosso calor tropical ou nos desertos da África, cada espécie de planta tem o seu jeito de sobreviver. Da mesma forma que o coqueiro guarda, em cada coco, toda aquela água cheia de nutrientes para poder se reproduzir em solos arenosos, a família das suculentas também conserva líquidos (os chamados “sucos”, daí a origem do nome) dentro das folhas e caule para resistir a climas mais difíceis.

As propriedades que conservam os cactus cheios d’água são as mesmas que fazem a Aloe-vera matéria-prima daqueles produtos de beleza que usamos tanto no verão (principalmente depois das inevitáveis queimaduras de sol).

Por isso, as plantas dessa espécie são algumas das mais fáceis de manter em climas tropicais como o nosso. As suculentas produzidas em viveiros estão acostumadas a condições mais amenas, com um pouco de sol e água por dia, sem exageros. Já as versões “naturais” são mais resistentes a exposições mais longas ao sol – mas também exigem um pouco mais de água.

Para um jardim regado todos os dias, é preciso um bom sistema de drenagem: em jardineiras, por exemplo, é importante ter um ralo para escoar o excesso de água.

Além de tudo isso, elas se reproduzem com muita facilidade: é só tirar uma folhinha e plantar, molhando a terra um pouco (a cada dois dias). Depois de (uma semana), você já tem uma linda suculenta enfeitando o jardim.

Multiplicar suculentas é fácil: pegue qualquer folha que caiu, deixe-a cicatrizar por um dia e logo jogue em cima da terra – do jeito que cair, está bom. Ela tem reservas de nutrientes e de água e dentro de aproximadamente uma semana lança finíssimas raízes. A folha mãe vai sendo sugada, até que murcha completamente quando a nova plantinha, clone da planta mãe, começa a tomar vigor. Quando pequenas, todas se parecem. O “modelo” só ficará visível quando ela crescer um tanto.

Crassula marnieriana
Cultivo de Cactos e Suculentas
Para o cultivo em vaso um bom substrato é essencial podendo ser composto da seguinte maneira: 50% de areia – não de praia, 50% de terra vegetal. Pode ser acrescentado o húmus de minhoca na proporção de um terço do volume de terra vegetal. Os espécimes jovens não devem ser expostos diretamente ao sol o dia inteiro, precisando apenas de luminosidade intensa. A rega não deve ser excessiva, pois pode apodrecer o cacto.

Cotyledon tomentosa + Sedum baeticum
Em vasos
Os cactos necessitam de sol, ventilação e não suportam excesso de umidade. Isso é o básico para quem deseja cultivar cactos. A exceção fica por conta dos minicactos (aqueles que encontramos até em supermercados, em pequenos vasinhos) que, em geral, têm menos de três anos.

Como ainda são bem jovens, os minicactos apresentam menor resistência à exposição direta dos raios solares. Neste caso, é melhor colocá-los em áreas claras e arejadas, mas longe da luz solar direta.

Água
Este é talvez o fator mais importante para o sucesso no cultivo de cactos. A quantidade de água necessária para a manutenção destas plantas depende de outros fatores (terra, drenagem, temperatura, etc.), sendo difícil determinar uma periodicidade exata para as regas. Mas, dá para chegar numa média, de acordo com os períodos do ano.

No verão, as espécies com mais de três anos devem ser regadas a cada 5 ou 6 dias; já os minicactos a cada 4 dias. No inverno, os cactos mais velhos devem receber água a cada 12 dias e os jovens a cada 8 dias. Toda a terra ao redor deverá ser molhada, mas não encharcada. Deixe que a água seja absorvida antes de colocar mais água.

Terra e fertilizante
A mistura de terra indicada para o cultivo de cactos pode ser obtida misturando partes iguais de areia e de uma boa terra para plantas caseiras. Para fertilizar, recomenda-se, uma vez por mês, substituir a água da rega por um fertilizante líquido básico para plantas verdes diluído na proporção indicada pelo fabricante.

Replantio
Uma questão que sempre se levanta é o replantio dos cactos: geralmente, o cacto deve ser replantado quando o vaso estiver pequeno demais para a planta, lembrando que a mistura de terra do novo vaso deve conter terra vegetal e areia (dessas usadas em construção), para garantir a boa drenagem. Além disso, para retirar o cacto do antigo vaso é preciso muito cuidado, pois os espinhos podem machucar.

Uma boa dica é usar folhas de jornal dobradas várias vezes, em forma de tira, para envolver o cacto e desprender suas raízes com a outra mão (basta torcer levemente o vaso), sem forçar muito, para não quebrar a planta. Depois de solto, é só encaixar o cacto no novo recipiente. Com uma ferramenta de jardinagem pequena, pressione a terra do vaso, para firmar bem a planta.

Crassula falcata
Em Jardins
O plantio de cactos em jardins pede outros cuidados. O principal deles é escolher o local adequado para evitar acúmulo de umidade. Não se deve escolher um local baixo ou em desnível, para evitar que a água das chuvas forme poças ou fique parada. Como já foi explicado, a água em excesso causa o apodrecimento dos cactos e pode até matá-los.

O ideal é escolher um local mais alto ou até fazer um morrinho, amontoando terra e apoiando com pedras. O aspecto visual fica bem interessante.

Preparando as covas
Para espécies que chegam a mais de dois metros de altura, faça covas com cerca de 40 centímetros de profundidade; para espécies menores (as mais comuns) faça covas rasas, com cerca de 15 centímetros. Coloque no fundo das covas, uma camada de pedrinhas (tipo brita) e, por cima, coloque a mistura de terra (pode-se usar a terra retirada do buraco, misturada à areia de construção e terra vegetal, tudo em partes iguais).

Plante os cactos usando a dica de segurá-los com a faixa de jornal. Em volta dele, por cima da terra, espalhe outra camada de pedrinhas, para auxiliar na drenagem. Para fertilizar cactos de jardim, siga a mesma periodicidade indicada para os cactos de vasos.

É importante lembrar que para conseguir um bonito efeito com cactos em jardins é necessário saber escolher bem as espécies, que devem ter a resistência necessária à exposição direta aos raios solares, à chuva e ao vento constante. Uma boa idéia é consultar um produtor ou especialista na hora da compra, para ter certeza de escolher os tipos de cactos adequados ao seu jardim.

Crassula ovata 6

Cuidados c/ suculentas
As plantas suculentas necessitam de cuidados especiais durante o inverno. Neste período é preciso regular as regas, cobrir ou remover as plantas para proteger contra geadas. A rega deve ser espaçada, pois o excesso pode provocar o apodrecimento das raízes.

Por isso, as regas devem ser feitas em dias ensolarados, para o sol secar o excesso de umidade, e com água morna, sendo que os intervalos entre as regas variam entre diferentes espécies de plantas suculentas.

A rega nos Kalanchoe spp., por exemplo, pode ser realizada uma vez por semana e em Cactaceae, plantas mais velhas devem ser regados a cada doze dias e as mais jovens a cada oito dias, molhando-se toda a terra ao redor da planta sem encharcá-la. Tanto as plantas suculentas cultivadas em vaso como as plantadas em terra necessitam de luz intensa e direta o maior número de horas possível.

No inverno o sol é fraco e não proporciona a mesma quantidade de luz que as outras estações. Dentro de casa, com o uso de ar condicionado a temperatura fica adequada, mas faz com que o ar fique muito seco, o que é prejudicial para as plantas.

As plantas suculentas também são muito sensíveis a geadas, provocando sintomas de queima, pois estas são naturais de regiões em que não há ocorrência de geadas. As plantas suculentas em jardins podem ser protegidas por tendas de polietileno ou outras películas plásticas armadas sobre elas no final do dia, ou se não incomodar o fator estético, a tenda pode ficar armada durante todo o inverno até haver passado o risco de geadas.

Plantas em vaso, que estão ao ar livre, podem ser removidas do local, sendo levadas para dentro de casa ou para estufas ornamentais. Estas estufas fornecem controle de iluminação, umidade relativa e temperatura ideal.

Janela-menina

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