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Litchi_chinensis
No Brasil há inúmeras frutas exóticas e diferentes e, uma delas é a lichia. Esse fruto tem origem na China. Entretanto, já chegou a diversos outros países, antes de aportar em terras brasileiras.

Suas árvores tem um porte grande, apesar dos pequenos frutos, e podem chegar a medir até 15 m de altura. Os frutos surgem a partir de cachos, podendo ter aparência coliforme ou oval. Os mesmos possuem uma polpa com coloração branca e têm uma vantagem extra, já que são ricos em vitamina C. A lichia pode tanto ser consumida em compostas e doces como ao natural.

É uma fruta arredondada que se desenvolve em árvores com galhos e troncos delicados. As folhas da árvore são largas dividindo-se em oito folhas menores.

A casca dessa fruta é vermelha e espinhosa, com uma fruta delicada e branca dentro dela. A semente que é encontrada no fruto pode variar de tamanho conforme a variedade da espécie.

Depois de feita a retirada da semente, é recomendado que seja feito o plantio imediatamente, já que deixá-la em exposição por um tempo maior impedirá seu crescimento. Entretanto, fazer o cultivo da planta por meio de sementes é complicado, pois muitas delas podem não se desenvolver.

A árvore de lichia passa a produzir frutos depois de um período que varia entre de 5 a 10 anos, o que torna o cultivo da lichia mais recomendado para os jardineiros mais experientes.

As sementes de lichia precisam ser adquiridas a partir de viveiros com fiscalização. Caso as mesmas sejam armazenadas de forma incorreta, acabam perdendo sua longevidade com maior rapidez. Para obter grande viabilidade das sementes, fazendo com que elas durem até oito semanas é preciso que sejam conservadas em lugares úmidos e com temperatura baixa, variando entre os 10ºC e 15ºC.

Para fazer p plantio da lichia tem que se ficar atento ao clima, já que é uma planta bastante exigente à temperatura. Em áreas onde predomina o clima tropical a lichia consegue um pleno desenvolvimento, entretanto apresenta desvantagem na produção, pois não é capaz de render o suficiente. Em razão disso, esta planta precisa estar num clima seco e frio antes de ganhar suas flores e, após, durante o restante do ano o clima precisa ser úmido e quente.

Também é preciso que se dê atenção para o fator da precipitação, já que a Lichia só tem adaptação positiva em lugares onde a precipitação está entre os 1250 e ainda os 1700 mm por ano. Em se tratando do solo ideal, ela se adapta bem naqueles mais profundos, que tenham uma boa drenagem e que possuam alto índice de matéria orgânica.

Assim que resolver fazer suas mudas de lichia é preciso que se fique atento quanto ao diâmetro delas, já que é preciso ter entre 1,5 e 2,5 cm e o plantio precisa ser efetuado quando o clima estiver úmido, o que ocorre geralmente nos meses de janeiro a março. Já entre os meses que vão de junho a julho acontece o período de floração da lichia.

Se bem cultivada, a árvore de lichia costuma produzir no máximo 45 quilos de fruta e no mínimo 30, entretanto no Brasil ela pode chegar a produzir até 300 kg durante o ano.

Plantando sementes de Lichia
Materiais necessários
*
Vaso com 09 cm;
* Terra boa e própria para ser usada na jardinagem;
* Lichias que esteja em perfeito estado;
* Elástico;
* Saco Plástico em cor escura;
* Fertilizante que possa ser dissolvido em água.

Plantio – Passo a passo
*
Primeiro, retire a semente que é encontrada dentro da fruta;
* Encha o vaso que tem a mão com terra para jardinagem estéril. Coloque um pouco de água na terra, para que a mesma escorra por baixo do vaso;
* Nessa terra, faça um pequeno buraco e nele enterre entre quatro e cinco sementes da fruta e ponha mais ou menos dois centímetros de terra por cima, para que a semente fique bem protegida e tenha mais espaço para se desenvolver;
* Ponha o saco plástico em cima do vaso e prenda com a ajuda de elástico convencional;
* Deixe o vaso num escuro e quente. Observe o vaso todos os dias e molhe o solo, se achar que é preciso. A muda da planta deve surgir a partir de duas semanas;
* Retire o saco plástico depois que a planta ter brotado e ponha numa janela onde o sol bata indiretamente;
* Depois que as mudas tenham entre três ou quatro folhas, já podem ser retiradas, e plantadas ao ar livre, usando como base a mesma profundidade que estava no primeiro lugar;
* Deixe a muda da lichia num lugar que tenha bastante iluminação depois de três ou até quatro semanas. Quando perceber que o solo que está plantado a muda está ficando seco, molhe-o com cuidado, e use fertilizante que dissolva em água, conforme as instruções que vêm inseridas no pacote, fazendo isso de duas em duas semanas.

A muda de Lichia cresce com bastante rapidez e até atingir os 20 cm de altura vai muito bem. Não se desespere se ela não crescer muito mais, além disso, já que isso somente irá acontecer depois dos dois anos, mostrando um crescimento vagaroso e pouco notável.

Plantando Lichia em vasos
A Lichia não só pode ser cultivada como pode ser feito o plantio em vasos e para quem gosta, será possível consumi-la o ano inteiro. Mas não é tão simples assim, plantou, colheu e comeu. Depois de plantar a muda terá que ter paciência, o pé só crescerá aproximadamente 5 anos depois e aí sim, entrará na fase de florescência. E mais, é importante que o cultivo seja feito corretamente para que ela cresça como se espera.

Mas para cultivá-la em vaso é importante que ela tenha:
1 – Espaço é fundamental. A lichia poderá ser plantada em um vasos desde que ele ofereça a ela um bom espaço para que se desenvolva e cresça bem. A planta precisa de um vaso compatível com o seu porte. Considere vasos que fica entre 40 a 60 litros.

2 – Luminosidade é vital. Depois de plantar a lichia em um vaso não esqueça de colocá-lo em partes da sua varanda, quintal ou terraço em que ela possa receber bastante sol. O ideal é que a planta fique exposta pelo menos a 4 horas de sol diariamente.

3 – Drenagem é tão importante quanto a rega. Ela deverá ter no fundo uma camada de argila expandida ou britas e em seguida, faça uma cobertura com manta geotêxtil. Isso facilitará o escoamento da água e evitará que a terra fique encharcada.

4 – Não se esqueça de que ela precisa ser plantada em uma terra com excelente teor de matéria orgânica e que a rega, principalmente, durante a chegada dos frutos não pode ser esquecida. A terra não poderá ficar seca de jeito nenhum.

5 – Não se esqueça de adubar a planta a cada 3 meses. Esse detalhe fará toda diferença no sabor das frutas.

6- Fique de olho e não facilite com o controle de doenças e pragas.

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OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


amarelamento

É normal que muitas pessoas fiquem preocupadas quando as folhas de suas orquídeas começam a amarelar e cair, ninguém gosta de perdê-las. Mas entenda que existem diversos fatores para isso acontecer.

Por isso, é necessário avaliar todos eles. Só você, que convive com sua orquídea, ou alguém que possa avaliá-la ao vivo, poderá descobrir o que realmente está causando o amarelamento.

Principais motivos para as folhas amarelarem
São várias as possíveis cores das folhas de uma orquídea. Variam do “verde profundo” até um verde bem clarinho mais amarelado mesmo.
Então, se sua orquídea está amarelando, mantenha a calma e tente identificar o problema primeiro.

Folhas verdes-amareladas
Geralmente indicam excesso de luminosidade. Neste caso, basta mover para um lugar com um pouco menos de claridade, ou que não receba sol, para que em algumas semanas a cor das folhas voltem a mudar.

É importante ressaltar que, algumas espécies têm as folhagens mais amareladas e isso e normal, mas em geral, as folhas das orquídeas devem ter um verde vivo.

Orquídea sob stress
Veja alguns tipos de estresses que a orquídea pode passar:
- É comum o amarelamento e queda das folhas antigas quando a orquídea sofre com o replante. Então o substrato foi trocado recentemente, não se desespere.

- Quando compramos uma orquídea, precisamos saber que, provavelmente, ela estava em um ambiente diferente da nossa casa. Por isso, o amarelamento também é comum.

- Caso você não saiba, a maioria dos substratos tem uma durabilidade de 1 a 3 anos. O mais comum é a orientação de trocar o substrato a cada dois anos. Substrato velho, geralmente se torna ácido, e isso dificulta a absorção dos nutrientes fornecidos pelos adubos. Consequentemente causando o amarelamento das folhas.

- Também é importante observar o sistema radicular (raízes), pois se estiver debilitado, também causa o amarelamento das folhas. Geralmente nesse caso, além do amarelamento, percebe-se uma desidratação, seja pelas folhas ou pelos pseudobulbos, e nota-se raízes escurecidas e ocas.

Oncidium

O amarelamento é muito comum em Oncidium quando é reenvazada.

Doenças fúngicas
Quando se trata de doença causada por algum fungo, além das folhas amarelarem, outro sintoma que aparece junto, são as manchas escuras ou pintinhas. Neste caso precisa tratar a planta.

Cochonilhas, pulgões e nematelmintos
Cochonilhas são insetos que sugam a seiva da orquídea. A forma mais comum dela é a branca. A folha parece que está coberta com uma fina camada de algodão.

Algumas vezes a folha fica com pintas amarelas (na maioria com o centro branco), mas em caso intenso, pode amarelar a folha inteira e deixá-la enrugada.

Para resolver isso, basta lavar a folha com uma esponjinha ou escovinha + água com sabão de coco.

Assim como as cochonilhas, os pulgões também são sugadores, mas o sintoma da folha antes de amarelar, é ficar com a aparência desidratada e alaranjada, sintoma que mostra que além dos pulgões também existe a presença dos nematelmintos.

Pulgões e cochonilhas devem ser tratados com inseticidas de plantas vendidos em mercados e casas agrícolas. Já os nematelmintos com produtos específicos. Pergunte por defensivos em casas agrícolas.

Deficiência nutricional
A ausência ou baixa quantidade de alguns nutrientes podem causar o amarelamento. Isso acontece principalmente na deficiência de Nitrogênio e de Cálcio.

Como é responsável pelo crescimento das plantas, a deficiência de Nitrogênio é notada através de orquídeas em tamanhos menores, sem crescimento ou com crescimento muito lento, presença de poucas folhas e folhas amareladas.

Isso pode ser corrigido com um adubo rico em Nitrogênio, ex.: NPK 30-10-10.  A deficiência de cálcio também é outro motivo.

Nesse caso, o amarelamento das folhas começa, geralmente, das pontas das folhas para o centro da orquídea (base ou pseudobulbos).

Para resolver, é necessário fazer uma adubação rica em cálcio.

O adubo de cálcio, por não ser compatível com alguns elementos dos adubos NPK, geralmente é vendido separado.

É muito comum achar a combinação cálcio + magnésio.
Recomenda-se aplicar adubo à base de cálcio a cada 20 ou 30 dias. Verifique na embalagem!

Envelhecimento das folhas
É comum, quando as folhas estão ficando “velhas”, irem amarelando. Isso causa mais espanto e medo nas Phalaenopsis.

Nesse caso, o amarelamento começa de baixo para cima, ou seja, nas folhas mais próximas das raízes.

Fiquem atentos, pois quando se trata de folhas “maduras”, se percebe o surgimento de folha nova no topo da Phalaenopsis. O normal é amarelas 1 ou 2 flores da base.

Não há o que fazer, isso é um processo normal e faz parte do ciclo da orquídea.

Espécies perenes
Algumas espécies, após a floração, perdem algumas ou todas as folhas. Isso é bastante comum em algumas espécies de Dendrobium.

Nesse caso, as flores amarelam por completo e caem naturalmente.  Por isso verifique se a sua orquídea é alguma espécie perene antes de se desesperar.

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dama-da-noite

A Dama da Noite é uma planta que é conhecida e se caracteriza por exalar um perfume peculiar no período noturno. O perfume desta espécie vegetal está entre os mais fortes exalados por plantas.

A denominação Dama-da-noite é uma das formas que a espécie vegetal é conhecida, no entanto existe uma série de outros nomes pelos quais a planta é conhecida popularmente como: Flor da Noite, Jasmin-da-noite e Rainha-da-noite.

A Dama da Noite é uma espécie vegetal que faz parte da família de plantas chamada de Solanaceae. Essa família de espécies vegetais, a Solanaceae, é composta por 10 gêneros e 3.000 espécies distintas.

É uma planta nativa do continente Americano (América do Sul, América do Norte e América Central), sendo oriunda do México e das Antilhas. Existem algumas espécies que são oriundas da Índia.

Características da planta
A Dama-da-noite é uma planta arbustiva, que são aquelas espécies que apresentam um porte pequeno quando comparadas as árvores e se caracterizam por ramificarem muito próximo ao solo.

É uma espécie vegetal que possui textura semi lenhosa, perene, isto é possui um ciclo de vida maior que dois anos, que no reino vegetal é considerado longo.

Possui um caule ereto e ramificado, os seus ramos são recurvados (no inicio os ramos são eretos, no entanto ficam pendentes nas suas pontas).

A Dama-da-noite é uma planta de médio porte, possuindo uma altura média de 1,80 me, contudo ela pode atingir em torno de 4,0 m de altura.

Suas folhas são simples, perenes, apresentam um formato que variam do oval ao lanceolado, brilhantes e sua textura se assemelha ao couro e são sustentadas por pecíolos longos.

Sua inflorescência é muito abundante, e normalmente surgem nos períodos da primavera e do verão. As inflorescências dão suporte a um grande número de flores, que possuem formato tubular e apresenta a coloração creme esverdeada.

A planta é bastante conhecida e popular por suas flores apresentarem um aroma bastante forte e intenso, normalmente no período da noite.

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As flores dessa espécie vegetal são bastante atrativas para os animais noturnos, como por exemplo, morcegos.

É uma planta com características ornamentais, sendo bastante usada no paisagismo. Devido ao seu odor, ela também é usada pela indústria da perfumaria.

Os hábitat naturais de cultivo da Dama-da-noite, são as regiões que possuem o clima tropical. No entanto, essa espécie vegetal se adapta a ser cultivada em locais que apresentam clima equatorial e subtropical.

É uma espécie vegetal rústica, que exige poucos cuidados para cultivo, necessitando apenas que o local de cultivo seja quente e úmido. Deve ser cultivada sob pleno sol ou no máximo a meia sombra quando cultivadas em locais extremamente quentes.

O cultivo da Dama-da-noite em locais a meia sombra tende a diminuir o forte perfume, pois desta forma a floração será menor, o que acabará resultando em menor perfume exalado.

O solo ideal para o cultivo é o do tipo arenoso e o solo deve ser fértil e que apresente uma boa capacidade de drenagem. Para manter a fertilidade do solo, é interessante que seja feito o uso de material orgânico para enriquecimento do solo.

As irrigações devem ser feitas de forma regular, para que o solo mantenha condições adequadas de cultivo para a espécie. O ideal é que se irrigue apenas quando o solo estiver seco.

É uma espécie vegetal que pode sofrer podas, que devem ser realizadas após a floração principal.

Epiphyllum Oxipetalum

É uma planta que não suporta temperaturas frias (frio intenso e geadas fortes) e a salinidade (não deve ser cultivada em locais próximo a praia). A planta é muito vigorosa e cresce de forma rápida.

Ela pode ser cultivada em vasos, contudo precisará de bastante atenção com as adubações e as regas, pois elas precisarão ser mais frequentes que o normal. Pode ser  conduzida como uma trepadeira, isso acontece através da realização das podas e do tutoramento da espécie vegetal.

Fazendo isso, a planta irá perfumar pátios, calcadas e servindo como uma cobertura natural de arcos, treliças, caramanchões e outros tipos de suportes. É interessante que não se cultive a Dama-da-noite próxima a janelas de quartos, principalmente de crianças e pessoas sensíveis, pois a forte fragrância chega a ser enjoativa para algumas pessoas e até mesmo causar relações alérgicas.

Multiplicação
A Dama-da-noite é uma espécie vegetal que se multiplica por sementes e por estaquia. Normalmente a multiplicação se faz na primavera e do verão. A multiplicação por sementes consiste em dispersar as sementes que são geradas pelas flores em locais apropriados para o cultivo, para que desta forma as sementes consigam enraizar, se desenvolver e gerar novas plantas.

A multiplicação por estaquia consiste na separação de estacas com as pontas do ramo da Dama da Noite, essas estacas precisam ter ramos, folhas e raízes para que quando colocadas em local de cultivo e tenham condições de gerar uma nova espécie.

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Vaso ciclame

Gênero botânico pertencente à família Myrsinaceae. O nome o nome popular no Brasil varia entre Ciclame, Ciclame-da-Pérsia, Ciclame-de-Alepo ou Ciclâmen.

Nativa da Europa e da Ásia, essa é uma planta florífera muito cultivada em vasos graças a seu pequeno porte, não ultrapassa 20 cm de estatura, folhas verde escuro e flores coloridas muito vistosas que contrastam com a cor de suas folhas causando um ótimo efeito no ambiente.

A planta é pequena, não ultrapassa 20 cm, e costuma ser cultivada em vasos de interiores. Costuma florescer mais no final do inverno e início da primavera, pode ficar florida o ano todo dependendo da forma de cultivo, porém tende a morrer se passar muito tempo florescendo graças ao enorme desgaste que isso causa a planta.

A planta é de clima ameno, de meia sombra, mas precisa de sol direto durante quatro horas por dia. Desse modo, o ideal é colocá-la próxima à janela, mas protegida do vento. Recomenda-se regar duas vezes por semana.

É uma planta perene, mas tem sido cultivada como anual. Assim, muitas pessoas, quando a vêem murchar, acreditam que ela está morta, mas seu bulbo irá florir dentro de um ano novamente, se hidratado como indicado.

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Como plantar
Geralmente é plantada em vaso, embora possa ser criada em área externa desde que devidamente protegida do sol a pino. Devemos sempre mantê-la em local que receba uma boa quantidade de iluminação indireta, ou então que receba luz direta de manhã ou a tarde. Utilize solo fértil, geralmente o que a planta vier plantada da floricultura já terá a composição ideal, porém se necessitar plantá-la em outro lugar, não esqueça de adicionar um pouco de adubo orgânico e NPK rico em fósforo no começo da floração.

Como cuidar
O ideal é que a planta seja regada em dias alternados, não se deve deixar o solo secar, porém o excesso de água também pode matar essa planta, que alias é bem sensível a doenças. Graças a isso é bom sempre ficar atento em remover ramos mortos que podem ser um prato cheio para a proliferação de bactérias e fungos.

Após o termino da floração a água deve ser reduzida e não adicionar mais fósforo durante alguns meses para que a planta descanse por um tempo, você pode tentar manter a floração dessa planta por mais tempo que o natural através da rega e adubação, porém ela provavelmente morrerá em pouco tempo. Após o tempo de dormência, logo antes do inicio de uma nova época de frio, volte a adicionar um pouco de adubo orgânico e NPK ao solo.

As cores mais comuns entre os ciclames são o branco, o vermelho, o lilás, o rosa e o salmão. Algumas espécies podem apresentar mais de uma cor de cada vez. A sua aparência incomum é um dos seus grandes atrativos. Os botões de ciclame assumem uma forma que se assemelha a um cisne, devido ao longo caule e o seu aspecto que lembra a cabeça pendente de uma ave, com o bico para baixo.

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Quando os botões se abrem, as pétalas mostram-se distribuídas nas pontas das hastes, lembrando uma borboleta com as suas asas fechadas.

A folhagem dessa planta é um espetáculo à parte. As folhas possuem o formato clássico de um coração e têm sido usadas como ornamentação mesmo quando não há flores. O seu tom de verde é bastante forte e apresenta pintas branquinhas que lembram o mármore.

Muitos jardineiros amadores desistem de cultivar essas flores por considerá-las muito complexas. Entretanto especialistas afirmam que o seu cultivo pode ser bastante simples, a partir do momento em que se compreende o seu processo de desenvolvimento.

Elas devem ser mantidas em ambientes ventilados, protegidas da umidade e do calor. A rega deve ser feita a cada três dias, quando a temperatura ambiente estiver mais fria ou mais seca.

Atualmente, os ciclames são algumas das flores mais vendidas do mercado. Elas são usadas para presentear nas mais variadas ocasiões, tanto em vasos quanto em buquês de flores.

As flores presenteadas em arranjos podem durar cerca de quinze dias, se foram colocadas num vaso com água. Já os ciclames que vierem em vasinhos com terra duram ainda mais: cerca de três a quatro semanas, mesmo sem cuidados especiais.

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Crassula ovata
A  Crassula ovata é também conhecida popularmente como Árvore-da-amizade, Planta-da-sorte ou Planta-do-dinheiro.

É uma planta suculenta nativa da África do Sul, e é comum como uma planta de casa em todo o mundo.

Apresenta-se com ramos grossos e suaves, arredondadas folhas carnudas que crescem em pares opostos ao longo dos ramos, de um verde jade rico.

O crescimento do caule novo é da mesma cor e textura das folhas, mas torna-se marrom e lenhosa com a idade. Sob as condições corretas, eles podem produzir pequenas brancas ou rosa estrelas como flores no início da primavera. Presta-se facilmente para bonsai, dentro de casa.

O nome Crassula é o diminutivo do latim crassus que significa grosso ou gordura, referindo-se à natureza carnuda do gênero como um todo. O nome da espécie ovata significa em forma de ovo, referindo-se as folhas.

Há mais de 300 espécies de Crassula e, aproximadamente 150 são encontradas no sul da África, onde elas são comuns.

A planta é um dos maiores símbolos do Feng Shui, usada comumente em entradas de casas e nos jardins.

Apesar de ser uma planta originaria da África, ela se adaptou muito bem em tantas outras regiões inclusive aqui em nosso Brasil.

Crassula_ovata
Cuidados
- Como suculenta, a Crassula ovata requer rega normal quando o solo está seco no verão, e pouca rega no inverno. Muita água fará com que ela perca suas folhas (é fácil identificar rega excessiva pela aparência característica das folhas caídas) e, eventualmente, a haste irá apodrecer.

- Embora possa sobreviver à rega excessiva, o melhor é mantê-lo em um ciclo de 10-20 dias, no verão, e menos ainda (até um mês seco) no inverno. Deixando o solo seco entre as regas é essencial para uma planta saudável.

- Cresce em pleno sol, no entanto não tolera calor ou exposição excessiva ao sol direto,  mostrando os danos que vão desde folhas queimadas à perda de folhas e caules apodrecendo.

- A maioria das espécies comuns irá tolerar um grau limitado de geada, mas a exposição excessiva ao frio irá matá-las.

- A crassula ovata prefere solo bem drenado, e com bastante matéria orgânica misturada a pedriscos para aumentar а porosidade e criar as condições ideais para o crescimento satisfatório da planta.

- Caso ela tome bastante sol tem uma tendência de suas folhas, com o tempo, ficarem avermelhadas, dando uma coloração exótica a toda a planta.

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- Prefere solo bem drenado, e com bastante matéria orgânica misturada a pedriscos para aumentar a porosidade e criar as condições ideais para o crescimento satisfatório da sua planta.

- A questão das regas é bem parecida, por exemplo, dos cactos, no verão regue sempre que o solo estiver bem seco, uma vez ao mês, por exemplo, ou de 20 em 20 dias caso o clima esteja muito seco. E no inverno não regue, a planta do dinheiro tem uma enorme capacidade de armazenamento de água. Por isso fique tranquilo ela já fez sua reserva para passar todo o inverno;

- As crassula ovata tem uma facilidade de adaptação muito grande quanto a luminosidade (o que faz dela uma das prediletas por paisagistas para decorar interiores). Por isso você terá uma grande facilidade ao escolher o local onde sua planta irá permanecer. Caso elas tomem bastante sol tem uma tendência de suas folhas com o tempo ficarem avermelhadas, dando uma coloração exótica a toda a planta;

- As crassula ovata, devem ser podadas sempre na primavera, o que estimulará o seu desenvolvimento e o formato que a planta vai adquirir. Tenha em mente que a vida média de uma crassula ovata é de 30 anos, quando for escolher o vaso e o formato ideal para a poda. Lembre-se também que suas folhas são bastante pesadas, por isso mesmo a necessidade da poda anual, para não comprometer o caule com o peso excessivo das folhas e estimular o crescimento do caule para suportar o peso;

- É sensível à pragas como as cochonilhas que causam uma deformação que impede o crescimento da planta, para evitar esse tipo de praga o melhor é usar uma solução caseira de sabão em pó e água na proporção de ½ colher de sopa de sabão para cada litro de água. Faça isso uma vez por semana enquanto observar que o ataque não cessou de vez. Evite o máximo possível usar pesticidas, porque todas as suculentas são muito sensíveis a pesticidas, o que poderá inclusive vir a matar a planta;

- Quando bem cuidada a crassula ovata floresce uma vez ao ano, normalmente no inverno ou outono, principalmente se estive em um local assombreado.

Bem, com essas dicas de cuidados, você terá em sua casa, por longos anos sua Crassula ovata.

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Drosera Intermedia
Quando pensamos em plantas, só o que vem à nossa cabeça é a possibilidade delas conseguirem seus nutrientes pelas raízes (água e minerais) e também da fotossíntese. Isso confunde, quando, por exemplo, vemos uma planta que se alimenta de outros animais.

As chamadas plantas carnívoras ou, na sua maioria as plantas insetívoras, são plantas com a capacidade de atrair pequenos animais, incluindo insetos (principais presas), aracnídeos e até mesmo anfíbios, répteis e aves, capturar (através de armadilhas compostas por folhas modificadas), digerir (através de enzimas digestivas) e utilizar os nutrientes (principalmente compostos nitrogenados) de suas presas.

Habitam geralmente solos pobres, encharcados e ácidos (baixo pH) com pouca disponibilidade de nitratos (essenciais para a síntese da molécula de clorofila), dependendo assim do nitrogênio contido nas proteínas dos animais, mas, como todo vegetal, é dependente da energia proveniente da luz para sobreviver.

As plantas carnívoras ocorrem predominantemente na faixa tropical do planeta, ocorrendo grande biodiversidade nas Américas, Austrália e Sudeste Asiático. Um menor número de espécies ocorre no sul da Europa e da África, sendo que as mais bem adaptadas ao seu habitat de ocorrência são encontradas em locais inóspitos como o Alasca, Escandinávia e deserto australiano.

Plantas carnívoras
Como já foi dito acima, tais plantas capturam e se alimentam de insetos e outros animais, para conseguir energia, pois vivem em solos pobres em nitrogênio e a proteína da presa é essencial para produzir compostos essenciais que participam de diversas reações que mantém a planta viva, sendo um destes processos a fotossíntese.

Portanto, estas plantas realizam fotossíntese como tantas outras plantas. A captura é feita por folhas modificadas, mas ela ainda mantém células com cloroplastos. As únicas plantas que não fazem fotossíntese não tem a cor verde característica da clorofila e vivem parasitando outras plantas para sobreviver (Monotropa uniflora e cipó-chumbo).

Monotropa uniflora

Cipó-chumbo (Cuscuta Umbellata)-
Como funciona o mecanismo de captura?
Como existem diferentes famílias (Nepenthaceae, Sarraceniaceae, Droseraceae e Lentibulariaceae) que são as principais e outras com algumas espécies que têm este hábito, também existem diferentes mecanismos de captura. Estas folhas modificadas produzem químicos que atraem as presas e também apresentam estruturas pegajosas que capturam elas.

Algumas formam estruturas foliares em forma de poço onde o inseto ou outro animal não consegue sair ou como em algumas espécies que têm um mecanismo sensível ao toque que, através da perda de água, faz com que a folha se feche e pronto, adeus para o bichinho. Ele será digerido por enzimas que vão dissolver todo o material orgânico, disponibilizando as moléculas necessárias para a sobrevivência da planta.

O interessante é ver que vários tipos diferentes de plantas que não têm nenhuma relação de parentesco evolutivo apresentam tal hábito. Isto quer dizer que plantas insetívoras e/ou carnívoras apresentam uma evolução paralela, em que esta adaptação apareceu diversas vezes durante a história evolutiva. A isto chamamos convergência evolutiva.

As famílias

Nepenthaceae

Nepenthes sibuyanensis
É uma família de plantas carnívoras angiospérmicas (plantas com flor). O grupo é monotípico e conta apenas com um gênero, Nepenthes, que ocorre nos trópicos do Velho Mundo, nomeadamente no sul da China, Indonésia e Filipina, Austrália Índia e Nova Caledônia.

As plantas desta família possuem na ponta de suas folhas estruturas semelhantes a jarros, sendo na verdade continuações da própria folha modificadas, com as bordas do limbo unidas formando uma ânfora.

Sobre a abertura desta ânfora encontra-se uma estrutura semelhante a uma “tampa”, normalmente colorida, servindo de proteção estática para que a armadilha não se encharque. Isso faz com que apenas uma porção de líquido encontre-se em seu interior, e é neste líquido que insetos, aranhas e mesmo pequenos pássaros ficam presos ao escorregarem para dentro do tubo – atraídos pelas cores e pelos odores segregados pelas glândulas situadas na base da tampa.

Uma vez dentro, uma parede cerosa e pêlos no interior da folha voltados para baixo evitam que esta possa ser escalada, e ali os animais são digeridos. Esta família possui os maiores espécimes de plantas carnívoras, e tem a forma de uma trepadeira (sendo que a estrutura entre a folha e a armadilha atua na sustentação da planta, de maneira análoga às gavinhas das videiras).

Esta família possui algumas das maiores espécies de plantas carnívoras e tem a forma de uma trepadeira, sendo que a estrutura entre a folha e a armadilha atua na sustentação da planta, de maneira análoga às gavinhas das videiras.

Sarraceniaceae
É uma família de plantas angiospérmicas (plantas com flor). O grupo compreende 15 espécies, classificadas em três gêneros de plantas carnívoras. As sarraceneáceas atraem as presas através do cheiro característico do seu néctar e aprisionam-nas dentro de folhas de formato tubular, cheias de água e enzimas digestivas (bactérias no caso de Darlingtonia).

Darlingtonia

Sarracenia

Heliamphora neblinae
Os gêneros Darlingtonia e Sarracenia são oriundos da América do Norte, enquanto que as espécies de Heliamphora são nativas da América do Sul.

As Sarraceneáceas crescem em solos pobres em nutrientes, de características ácidas, e usam os insetos capturados como suplemento nutricional. São plantas perenes, que crescem todos os anos a partir de um rizoma e que desaparecem durante o Inverno.

Esta família consiste de plantas carnívoras com folhas saindo de um rizoma subterrâneo, folhas estas unidas pelas bordas formando um comprido jarro, semelhante à família Nepenthaceae. São encontradas na sua maioria em climas temperados, e entram em um período de dormência nas épocas mais frias do ano.

Algumas espécies de aranhas-caranguejeiras podem viver em suas armadinhas para caçar suas presas, mas como apenas sugam os fluidos dos insetos, nem a planta nem a aranha saem prejudicadas.

Droseraceae
É uma família de plantas angiospérmicas (plantas com flor). A ordem à qual pertence esta família está por sua vez incluída na classe Magnoliopsida (Dicotiledôneas): desenvolvem, portanto embriões com dois ou mais cotilédones.

As droseráceas são plantas carnívoras que se alimentam de uma forma singular, as plantas possuem gotículas de uma substância pegajosa em suas folhas e caule, de modo que se um inseto pousar nela, a planta se dobra na região em que o ser pousou e suga os seus corpos.

Drosera paleacea ssp

Dionaea

Aldrovanda vesiculosa
A família abriga os gêneros Drosera, Dionaea e Aldrovanda (Aldrovanda vesiculosa). As plantas do gênero Drosera, o único da família com mais de uma espécie, possuem tricomas glandulares (”tentáculos”) que recobrem principalmente suas folhas e que, ao secretarem uma substância pegajosa, atraem suas presas. Estas ficam aprisionadas nas armadilhas adesivas onde morrem e são lentamente digeridas, tendo os nutrientes de seus corpos absorvidos pela superfície das folhas. O gênero Dionaea é composto apenas pela espécie Dionaea muscipula, a popular “papa-moscas”.

Lentibulariaceae
É uma família composta por aproximadamente 340 espécies de plantas carnívoras, fragmentadas em 3 gêneros, Pinguicula, Genlisea e Utricularia, com ocorrência principalmente nas regiões tropicais e temperadas.

Pinguicula-esseriana

Genlisea flexuosa

Utricularia pubescens
Frequentemente são responsáveis por formarem grandes populações em áreas de brejo, sendo assim complementam a massa de matéria orgânica, nesses ambientes, indicando sua grande importância ecológica. No Brasil a família está representada pelos gêneros Genlisea e Utricularia. Destacamos o gênero Utricularia, com aproximadamente 220 espécies distribuídas por todo o mundo, exceto em regiões áridas e ilhas oceânicas, ocorrendo em sua grande maioria na  América do Sul..

Essa família apresenta tricomas do tipo glandular ou sésseis. Tricomas que são encontrados em toda a folha. As suas folhas são alternas ou verticiladas, ausência de estípulas. Possui inflorescências que são racemos terminais, as vezes resumidas em uma única flor.

Apresentam flores bissexuais, com cálice com quatro a cinco sépalas e corola bilabiada. A antera possui apenas um lóculo e o ovário sincárpico, com placentação central-livre e ínfero.

O gênero Pinguicula pertence à família Lentibulariaceae, mas possui estratégia parecida com as Droseras. Esta família também possui estratégias passivas e ativas. Em Utricularia, gênero de plantas basicamente aquáticas, a maior parte das folhas (senão todas) são submersas e extremamente modificadas em filamentos muito ramificados.

Em alguns pontos destes filamentos, encontram-se pequenas câmaras vazias, seladas por uma válvula e guarnecidas por pêlos. Larvas ou animais planctônicos, ao encostarem nestes pêlos, detonam um processo semelhante ao da Dionaea, abrindo a válvula e provocando uma súbita corrente de água para o interior das câmaras, carregando o animal consigo, onde ele será digerido.

Outras famílias
Além destas quatro famílias, há plantas carnívoras menos conhecidas em outras famílias:

Cephalotaceae Neger
Cephalotaceae
É uma família cuja única espécie é Cephalotus follicularis. Esta espécie possui uma elaborada, mas pequena, armadilha do tipo ânfora (uns poucos centímetros no máximo), e está restrita ao sudoeste da Austrália.

Drosophyllum lusitanicum

Drosophyllaceae
Essa família inclui o Drosophyllum lusitanicum, uma planta carnívora endêmica de Portugal, Espanha e norte de Marrocos.

Há também algumas espécies de Bromeliaceae, como a  Brocchinia reducta e Catopsis berteroniana, que são reconhecidamente plantas carnívoras.

Brocchinia reducta

Catopsis berteroniana

As Bromélias são monocotiledôneas, e como são naturalmente plantas coletoras de chuva pela forma de sua folhagem, e muitas espécies são epífitas e coletam detritos (Bromélia tanque), não é de se espantar que algumas tenham desenvolvido um hábito em direção à carnivoria ao adicionar cera, glândulas digestivas e pêlos voltados para baixo à sua estrutura.

Como a maioria das carnívoras, Cephalotus e Bromélias carnívoras são encontradas em regiões de solos pobres (ou com deficiência de nutrientes, como ocorre com as bromélias epífitas), alta luminosidade, muita umidade e incêndios naturais regulares ou outras perturbações do habitat. Elas realizam a fotossíntese, mas mesmo assim precisam se alimentarem de animais pequenos para suprir suas necessidades biológicas, esses insetos possuem nitrogênio, muito importante para a planta, e a fotossíntese fica responsável pelos açúcares.

Como a presa é atraída?
Na hora de atrair a presa, a planta carnívora se utiliza de um tipo muito particular de estratégia. O odor mais forte e a cor vibrante são elementos muito centrais nesse momento. Porém, quando se trata de um animal, não é suficiente apenas apostar na cor e cheiro. Assim, a planta carnívora se vale do próprio corpo. Como? Adequando sua folhagem para que esta se torne uma espécie de armadilha.

Em todo o mundo, há pesquisas que apontam para a existência de quase 600 espécies de plantas com esse padrão. A diversidade de armadilhas é bem ampla: há algumas folhas que se fecham, outras liberam substâncias e líquidos pegajosos que tornam a presa cativa. Há ainda as plantas que se revestem de pelos “colantes”.

Mais recentemente, a ciência catalogou uma espécie de carnívora que possui folha pegajosa abaixo do solo. Assim, consegue capturar germes. Chamada de Philcoxia minensis, pode ser observada no Cerrado brasileiro.

Philcoxia minensis
A Philcoxia minensis mostrou ser letal com os vermes. O gênero tem espécies em Minas Gerais, na Bahia e em Goiás, que também podem ser carnívoras. Ela esconde sob a areia minúsculas folhinhas grudentas que usa para capturar vermes

A planta carnívora, diferente do que é mostrado nos filmes, não é sempre gigantesca. A maioria delas possui média de 15 cm de altura. Em alguns casos, chegam a ter mais de metro. Como são menores, dão preferência às presas inseridas no universo dos insetos. Daí alguns pesquisadores até chamarem esse tipo de espécie de insectívora. As chamadas de Nepenthes são maiores e podem capturar animais de maior porte. Mas, não há condições de se alimentarem de pessoas.

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OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


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O tabaco-ornamental é uma planta herbácea, perene e muito florífera. Pertence à família Solanaceae e é originária da América do Sul, Argentina e Brasil.

A planta cresce de 30 até 1,80 m de altura com folhas pequenas e espatuladas, verdes e apresentam pecíolos alados.

Floresce na primavera e verão, em profusão. As lindas flores tubulares, lembram pequenas estrelas atraem os beija-flores com suas cores e também os jardineiros. São bem delicadas e liberam uma fragrância à tardinha e à noite.

Elas ainda têm o grande poder de atrair lindas borboletas e beija-flores. A cor típica é branca, mas atualmente há diversas cultivares de cor verde-limão, rosa, salmão, vermelho e roxo.

A planta é interessante em maciços e bordaduras em jardins semi-sombreados. Locais em que muitas vezes outras plantas não floresceriam.

Plantar essa flor no jardim é um hábito difícil de parar. A natureza pouco exigente delas é apreciada e tornaram-se as favoritas anuais para canteiros, floreiras e vasos de janela.

Também vai muito bem acrescentando volume em jardins de rosas. Pode ainda ser plantada em vasos e jardineiras, adornando pátios e varandas.

A variedade de flores brancas ‘Grandiflora’ é muito perfumada e a escolha perfeita para jardins que serão admirados à noite, pois suas flores brilham em noites com a claridade da lua.

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O tabaco-ornamental é uma planta nativa, rústica e versátil, que poderia ser melhor explorada no paisagismo brasileiro. Nos Estados Unidos já foram desenvolvidas muitas variedades e híbridos, com mais ou menos perfume e de cores e portes diversos.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Prefere à meia-sombra ou sombra filtrada, em local fresco.

Em locais de clima temperado é conduzida com anual, pois não resiste ao frio invernal. O beliscamento da ponteira de planta, propicia o crescimento lateral, deixando-a com aspecto mais cheio. É bom remover as flores velhas, estimulando assim uma nova floração.

Instruções para plantio
- Escolha um local onde sua fragrância noturna possa ser apreciada e receba incidência total de sol, ou uma sombra parcial. Ao escolher o local antes de comprá-las é possível determinar antes a quantidade necessária;

- Compre mudas individuais da planta que estão disponíveis em viveiros e lojas de jardinagem na primavera. As cores geralmente são branca, rosa, vermelho, roxo ou salmão. Elas são anuais e resistentes em todas estações e florescem do verão até a primeira geada;

- Para plantar as mudas utilize uma espátula para cavar um buraco pequeno, ligeiramente mais largo que as raízes e na mesma profundidade em que estavam crescendo. Gentilmente devolva o solo original e firme-o em volta da muda plantada com as mãos.

- Irrigue as plantas regularmente

Sua multiplicação é feita através de sementes, estacas e divisão das touceiras. É comum encontrarmos pequenas mudas em torno da planta mãe, resultado da queda natural das sementes no solo.

Advertências
- O tabaco-ornamental é uma auto semeadora e voltará na próxima estação;

-. As variedades menores geralmente são menos perfumadas. As maiores são melhores localizadas no fundo do jardim e podem precisar de uma estaca. Verifique os rótulos ou embalagens quando comprar as plantas e sementes para informações detalhadas da variedade escolhida.

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flores da Hoya kerrii
A planta Hoya kerrii é também conhecida popularmente como Flor-de-cera ou Cacto-coração devido à forma que adquire que lembra um coração. Essa planta pertence a família a Apocynaceae.

Sua origem é da Ásia, China, Indonésia, Tailândia e Vietnã. Pode atingir alturas entre 2.4 a 3.0 m e a luminosidade de que precisa é a luz difusa ou meia sombra. O ciclo de vida dessa planta é o perene, uma planta incrível que pode ser ótima para ornamentação.

Trata-se de uma planta trepadeira, suculenta e epífita que possui folhas cuja forma lembra um coração. Devido a sua forma essa planta passou a ser cultivada em todo o mundo. Os seus ramos têm raízes aéreas que tem como responsabilidade absorver nutrientes de matéria orgânica no seu ambiente.

As folhas da planta-coração têm como principais características serem brilhantes, e serem de um tom verde claro. Destaque ainda para a forma variegada que possui margens de folhas de um tom branco-creme. Assim como outras flores-de-cera a planta-coração possui uma inflorescência pendente e tem grande durabilidade.

O florescimento dessa planta acontece durante o verão e conta com diversas flores cerosas, pequenas e com um perfume bastante suave. As flores dessa planta são o resultado da sobreposição de duas estrelas. A flor maior na base é a corola e a menor que fica no ápice é a corona. A corona é vermelha e a corola é branca.

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Cultivo
Existem duas formas principais para cultivar e utilizar a planta planta-coração. A forma mais comum de cultivo dessa planta é em viveiros através da estaquia de folhas e em vasos pequenos. A forma que a planta adquire de coração é muito apreciada e por isso faz um grande sucesso sendo comercializada em vasos.

Depois de adquirir a planta em vasos é interessante partir para a segunda forma de cultivo mais comum da planta-coração que é deixá-la crescer livre seguindo a sua natureza de trepadeira. A planta pode ser replantada num vaso maior e de preferência com a ajuda de algum tipo de suporte como grades, treliças e cercas entre outras.

No começo do cultivo a planta-coração apresenta um crescimento bastante lento e que acontece em fases. Porém, depois que ela cresce um pouco começa a apresentar dezenas de folhas e assim o seu crescimento se torna mais rápido gradativamente.

Vale destacar que pode demorar anos até que a planta floresça pela primeira vez. Um tipo de planta bastante indicado para varandas e interiores que tenham uma boa iluminação.

A dica para que a sua planta cresça com saúde é cultivá-la sob meia-sombra ou então com luz difusa. O solo deve ser drenável e de preferência enriquecido com matéria orgânica, a irrigação deve ser feita regularmente. Cuide para não encharcar o substrato para que as raízes não acabem apodrecendo.

Uma planta que aprecia bastante o calor tropical, a dica é reduzir as regas durante o inverno. A fertilização orgânica é uma boa opção para a primavera e o verão, porém, deve ser leve. Cuidado também com a incidência direta do sol nas folhas, pois pode causar queimaduras nas folhas.

Se for cultivar a Hoya kerrii em vasos prefira os modelos em que a planta fique bem apertada, pois ela gosta. A multiplicação dessa planta pode ser feita facilmente através de estaquia de ramos ou mesmo de folhas. O cultivo deve ser feito de forma que as folhas ou ramos sejam colocados para enraizar no substrato humoso e drenável que deve ser mantido sempre úmido.

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Curiosidades sobre a planta-coração
A trepadeira pode chegar a medir até 4 m de altura, possui hastes de diâmetro de 7 mm e as tem forma de coração tem largura de 6 cm e podem ter 5 mm de espessura.

As plantas adultas dessa espécie podem apresentar inflorescências de 5 cm de diâmetro e cerca de 25 flores. Essas flores têm a capacidade de produzir bolas pequeninas de néctar que tem um tom vermelho meio castanho. O cheiro dessas flores é fraco geralmente.

Planta coração – uma planta suculenta
A primeira coisa a se saber a respeito de plantas suculentas é que todo cacto é uma suculenta, mas que nem toda suculenta é um cacto. As plantas chamadas de suculentas são aquelas que têm a capacidade de sobreviver à falta de luz e água. Isso acontece porque elas conseguem armazenar água tanto nas suas folhas, como nos seus troncos e raízes.

Trata-se de uma característica que ajuda essas plantas a sobreviver em temperaturas bastante elevadas e também em climas áridos como os da África e até mesmo da América, local de origem desse tipo de planta. A característica principal dessas plantas é armazenar umidade no seu tecido carnudo que está presente em seus caules, raízes e folhas. Esse tipo de planta conta com sistemas de redução de perda de água.

São conhecidas cerca de 22.000 espécies de plantas suculentas dentre as quais apenas 2 mil são de cactos. Somente no Brasil são conhecidas mais de 100 espécies de plantas classificadas como suculentas.

A planta-coração é um tipo de cacto e assim uma suculenta, devido a isso é uma planta que gosta e se desenvolve bem nos climas mais quentes do mundo. Como possui grande capacidade de armazenar água não precisa de uma rega constante, quando é regada em excesso pode acabar com as raízes apodrecidas devido ao encharcamento.

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humulus

O lúpulo é uma planta trepadeira que cresce rapidamente e é nativa das ilhas britânicas. Humulus lupulus é mais comumente chamado de lúpulo.

Pertence à família Cannabaceae, tradicionalmente usado, junto com o malte (grão malteado), a água e o levedo, na fabricação do chope e da cerveja.

O lúpulo é um conservante natural, sendo essa uma das principais razões para ser adotado na produção de cerveja.

No calor do cozimento da mistura, o lúpulo libera suas resinas de sabor amargo, dando à cerveja sabor característico.

O lúpulo era adicionado diretamente ao barril de cerveja após a fermentação para mantê-la fresca enquanto era transportada. Foi assim que um estilo particular de cerveja surgiu, a Índia Pale Ale.

Na virada do século XVIII, os cervejeiros britânicos começaram a enviar cerveja forte, com muito lúpulo adicionado aos barris para preservar a bebida durante a viagem de vários meses para a Índia. No final da viagem, a cerveja acabava adquirindo grande intensidade de aroma e sabor de lúpulo. Perfeito para satisfazer a sede de pessoal britânico nos trópicos.

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Além de um constituinte da cerveja, o lúpulo é cultivado como trepadeira ornamental em jardins em áreas subtropicais e temperadas. Também é usado em pequena escala na alimentação, produzindo o chamado “aspargo de lúpulo”

O fruto — ou os cones — da planta agem como conservantes e adicionam um sabor amargo à bebida. O lúpulo também pode ser usado para fazer um chá calmante e relaxante ou pode ser cultivado e apreciado por sua bela folhagem abundante.

Cultivo
- Prepare um canteiro grande, com solo profundo, rico e bem drenado. Acrescente bastante esterco para obter melhores resultados. Esse local deve ter pleno sol e estar perto de uma fonte de água para tornar a rega mais fácil. O lúpulo precisa de algum tipo de estrutura de apoio, portanto escolha um local ao lado de uma cerca ou instale uma treliça, estacas, postes ou arcos.

- Comece em meados do inverno se for plantar por sementes. Deixe-as na água por 24 horas e, em seguida, coloque-as em um saco plástico com musgo de turfa úmido e deixe na geladeira por cerca de seis semanas.

- Plante as sementes em recipientes pequenos e mantenha-as em um local quente e protegido das geadas. As sementes devem começar a crescer em cerca de quatro semanas, mas pode demorar mais tempo. O primeiro ano de crescimento será muito lento. Transfira as plantas para o canteiro durante a primavera.

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- Mantenha o rizoma refrigerado até que o canteiro esteja preparado, caso cultive uma muda ou um rizoma. Mergulhe o rizoma em uma solução de água morna e fertilizantes em pó para as raízes e deixe de molho durante uma hora, antes do plantio. Plante os rizomas a pelo menos 90 cm de distância entre si e cubra com uma camada de terra de 5 cm.

- Mantenha as plantas bem regadas e não deixe o solo secar. Utilize uma cobertura de solo orgânica e fertilize regularmente. Tome cuidado com o oídio, os pulgões e os ácaros, e trate a planta imediatamente se um desses problemas comuns surgir. Comece a colocar as plantas sobre os suportes quando elas tiverem cerca de 30 cm de altura.

Advertências
-
O lúpulo cresce lentamente no primeiro ano, mas muito rapidamente nos anos seguintes — de 2,5 a 7,5 cm por dia e até 6 m de comprimento. Apenas as plantas femininas produzem os cones que são usados ​​para fabricar cerveja.

- A planta pode irritar a pele, causando dermatite de contato em algumas pessoas. Use luvas ao lidar com essas plantas.

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A pimenteira, que dar sabor a muitas receitas da culinária do Brasil e do mundo, está ficando famosa quando o assunto é ornamentação.

Elas estão ganhando destaque na decoração pela sua beleza, um equilíbrio perfeito do verde das suas folhas com a cor brilhante da pimenta.

As pimenteira são cultivadas em vasos pequenos e por isso, cabem nos mais diversos espaços quando o assunto é usá-las para decoração de interiores. Isso mesmo, ela pode ser cultivada dentro de casa em um vaso.

Apesar de toda a sua beleza e uso na decoração, o forte da pimenteira continua sendo como um condimento que dá mais sabor aos pratos. E sendo por um motivo ou pelo outro é bem verdade que a procura por pimenteiras nas floriculturas aumento e muito nos últimos tempos, afirmam os donos deste tipo de comércio.

Uma outra vantagem da pimenteira é em relação a sua aparência, ela muda de cor durante a fase de amadurecimento. Ela está verdinha e passa pela tonalidade laranja, em várias nuances, até ficar com o seu característico vermelho vivo.

pimenteira

Cultivo da pimenteira
Antes de começar o cultivo saiba de alguns detalhes que farão toda a diferença para que sua pimenteira cresça bonita e saudável:
* O solo deve ser leve, profundo, fértil e bem drenado;

* O clima deve ser quente para o cultivo;

* Ela pode ser plantada até mesmo em um pequeno vaso, não precisa de grandes áreas;

* A colheita acontece entre o quinto dia até o 55 depois da fase de floração;

* Escolha entre as pimenteira mais cultivadas no Brasil pela facilidade: pimenta-do-reino, pimenta de bode, de cheiro, cumari, malagueta e dedo de moça. Na ornamentação são plantadas as vermelhas;

* As sementes da pimenta normalmente são híbridas;

* Plantando a pimenteira no vaso é melhor optar por mudas de produtores.

Se você estiver plantando pela primeira vez uma pimenta escolha aquelas que são mais resistentes, as que não se deixam abater facilmente pelo ataque de doenças. Outro detalhe importante é a aplicação de bactericidas e fungicidas. Não esqueça também de prevenir pragas no seu cultivo.

A poda deverá ser feita no período de frutificação, isto é, logo no fim dessa fase. E ela é necessária para estimular o rebrotamento da planta e que ela continue a produzir.

A pimenteira pode dar frutos durante vários meses, o que vai fazer com que isso aconteça ou não é a temperatura, a fertilidade e as características do lugar em que ela foi plantada.

A colheita pode durar depois da floração entre 50 a 55 dias. Quanto maior for a temperatura de onde ela foi cultivada e está sendo cuidada, mas chances do desenvolvimento dela acontecer mais rápido.

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