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Zygopetalum Rhein Blue
Este é um gênero composto por cerca de 16 espécies sul-americanas. Caracteriza-se por possuir pseudobulbos ovais, com várias folhas laterais e apicais e inflorescência multifloral saindo da base dos pseudobulbos.

Suas pétalas e sépalas são livres, possuindo labelo trilobado com calosidade basal bem característica. São plantas encontradas como terrestres e epífitas, em florestas úmidas em regiões com altitude que varia entre 300 e 1500 metros.

Podem ser cultivadas em vasos de barro com xaxim, sempre bem drenados, com água abundante durante todo o ano. O melhor é o vaso de fibra de coco. Não é bom o uso de cachepô.

Zygopetallum crinitum
Zygopetalum crinitum:
Vegeta em matas úmidas e é uma bela espécie epífita brasileira, que floresce entre julho e setembro, exalando delicioso perfume.
Os pseudobulbos são ovóides e as folhas estreitas e lanceoladas.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Polystachya zambesiaca
Gênero composto por aproximadamente 150 espécies, distribuídas, principalmente, pela África, com apenas algumas espécies encontradas em Madagascar, Ásia e Américas.

São plantas geralmente de porte pequeno, com pseudobulbos de várias formas, normalmente formando pequenas touceiras.

São bastante parecidas com Bulbophyllum, porém podem ser facilmente distinguidas devido às suas inflorescências serem apicais. Suas flores são normalmente pequenas e com coloração bem diversificada. Possuem sempre hastes florais eretas, apicais e normalmente multiflorais.

As flores geralmente são virada s para baixo, como chapéus. Podem ser cultivadas em pequenos vasos, com boa drenagem, ou em placas de peroba.

Existem espécies de clima frio e quente, como também espécies que são encontradas a mais de 3000 metros acima do nível do mar.

Uma das mais belas Polystachia é a Polystachia. Kermesina, espécie africana, encontrada em altitudes de aproximadamente 11000 pés, em Ruanda.

É uma planta de porte pequeno, porém é compensada pela beleza de suas flores de cor vermelho sangue.

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Maxillaria_tenuifolia
Existem aproximadamente 700 espécies descritas neste gênero, distribuídas desde o Caribe e América Central até o sul do Brasil e norte da Argentina. Como todo grande gênero, as diferentes morfologias e formas vegetativas são presentes. Também vêm sendo criados diversos novos gêneros a partir de espécies incluídas originalmente como Maxillarias.

A grande diferença de formas e colorido das flores também estão presentes neste gênero, sendo que as Maxillarias com colorido mais intenso e com flores de maior tamanho encontram-se na Cordilheiras dos Andes, do Peru até a Colômbia.

As Maxillarias brasileiras são plantas menores tanto no tamanho da planta quanto das flores, bem como de colorido menos fascinante.

As Maxillarias andinas crescem em altitudes que vão de 1000 até 3000 metros, enquanto que as brasileiras são encontradas em locais de menos altitude. Por este fator, as Maxillarias andinas necessitam de maior umidade, menos luminosidade e temperaturas mais amenas.

Na natureza, as Maxillarias como Maxillaria sanderiana, Maxillaria lepidota, Maxillaria striata, Maxillaria longipétala, etc. crescem muitas vezes em conjunto com os Phragmipedium e podem ser tanto terrestres quanto epífitas. Diversas vezes, uma mesma espécies é encontrada nas duas formas.

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Epidendrum baquence 2010 (2)

Gênero que ocorre nas Américas, do México ao Brasil. Também é conhecida como Orquídea-estrela ou Orquídea-crucifixo. Com mais de 1000 espécies conhecidas e descritas, sofreu diversas subdivisões nos últimos anos e diversos gêneros, como Dimerandra, Encyclia, Hormidium, Oesterdella, foram criados a partir dele.

Mesmo assim, continua tendo status de mega gênero. Suas espécies estão distribuídas por toda América tropical e podem ser reconhecidas pelo estreito rostillum, porpossuírem labelo unido à coluna, formando um tubo.

Muitas espécies possuem pseudobulbos parecidos com hastes florais, porém várias espécies apresentam diferentes formas vegetativas. Normalmente, possuem quatro políneas.

O gênero está dividido em mais de 50 seções e vários esforços têm sido feitos no intuito de que outros gêneros sejam aceitos porque, desta forma, possa-se tornar o Epidendrum um gênero mais homogêneo.

As condições de cultivo, como nos mega gêneros mencionados anteriormente, variam muito, dependendo da região de onde origina-se a espécie.

Existem espécies epífitas, rupícolas e terrestres, e para cada uma as condições são diferentes, porém na sua maioria, são plantas que devem ser cultivadas em clima intermediário, com boa ventilação e umidade, sem necessitarem de grande adubação nem de períodos secos durante o ano.

Na sua maioria são plantas de fácil cultivo, que podem ser bem cultivadas em conjunto com as Cattleyas.

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Murta (Murraya sp.)

Os nomes populares das plantas variam muito de região para região; por essa razão, costumamos usar o nome científico para especificar uma planta.

É a melhor maneira de garantir que ela sejá identificada em qualquer região.

A primeira palavra na classificação de uma planta identifica o gênero, por exemplo, Erythrina, Tibouchina ou Murraya.

Existem, no entanto, muitas espécies de Murraya e, por isso, usa-se um segundo nome que identifica a espécie de um gênero. Por exemplo: Murraya exótica – o segundo nome normalmente descreve a qualidade que caracteriza a planta em questão.

Muitas vezes nos deparamos com nomes como Murraya sp., o que isso significa?

O sp. é uma abreviatura que se refere a todas as espécies desse gênero ou, então, a apenas uma delas, sem especificar qual.

Caso exista mais de uma variedade natural, de uma mesma espécie, haverá um terceiro nome para identificar cada uma delas.

Uma variedade produzida com a intervenção do homem é conhecida como “cultivar” – em geral identificada pela abreviatura cv. Neste caso, adiciona-se um terceiro nome, como se fosse um “nome de batismo”, por exemplo: cv. “Valentina” ou cv. “Song of Paris”.

Como padronização, os nomes científicos das plantas devem seguir as normas do Código Internacional de Nomenclatura Botânica, que determina, entre outras regras, que sejam grafados em latim, que o nome do gênero seja escrito com letra maiúscula e o nome da espécie com letra minúscula.

O nome científico é importante, pois identifica a planta em qualquer lugar, não importando o seu nome popular. Assim, aquela violeta africana que você tem em casa chama-se Saintpaulia ionantha em qualquer lugar do mundo.

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Cereus peruvianus var. tortuosus

Originário da América do Sul, possivelmente Peru, o “cacto parafuso” se desenvolve, naturalmente, na forma espiral. A espiral pode ser no sentido horário ou anti-horário, numa mesma planta. As razões para esta diversificação não são conhecidas.

O número de costelas por haste varia de 4 a 9, formando um efeito de alta plasticidade. As plantas podem ter uma ou muitas hastes.

É indicado para cultivo em ambiente interno ou externo. Quando cultivado em vasos, o porte da planta irá depender do espaço do vaso para o desenvolvimento das raízes e crescimento da planta.

A irrigação da planta em vasos deve ser feita uma vez por mês. Utilizar meio litro de água por vez. A água pode ser colocada diretamente sobre a planta, auxiliando na remoção de pó e mantendo a planta mais vistosa. Se mantida na rua e recebendo chuva, não há necessidade de molhar. A natureza irá cuidar dela. Não tolera água acumulada. Evitar prato sob o vaso.

As flores são em número variável e surgem no final da primavera-verão: maravilhosas, grandes, branco com lilás e se abrem à noite. A razão das flores abrirem à noite é para permitir que sejam fecundadas por insetos e pássaros noturnos.

O fruto tem a forma e tamanho de uma maçã e quando maduro tem a cor avermelhada. Devido ao formato e à cor avermelhado também é chamado de “maçã dos Andes”. Os frutos apresentam um grande número de pequenas sementes em seu interior.

Quando cultivados em ambientes internos ou externos, destacam-se por suas formas exóticas criando um diferencial marcante para residências e jardins.

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Anguloa brevilabris

Gênero que possui cerca de onze espécies nativas da Venezuela, Colômbia, Equador e Peru, nas regiões andinas. Às vezes é referenciada também como espécie do gênero Lycaste;  usados nas  hibridações resultam no gênero híbrido Angulocaste.

Cresce em regiões geográficas de altitudes media a elevadas (1.200 a 2.500m), eventualmente epífita e na maioria das vezes terrestre, em solos úmidos e protegidas da luz solar direta. Uma das vantagens das orquídeas do gênero Anguloa Ruiz & Pavón é que suas flores são duráveis, vistosas e perfumadas com fragrância  lembrando canela e erva doce.

No cultivo doméstico, não apresenta dificuldades, vegetam melhor em regiões de clima mais frio ou intermediário. Pode ser plantada em vaso de barro ou plástico. Um dos segredos do sucesso no cultivo das espécies Anguloa está em mantê-las em substrato terrestre rico em húmus, numa mistura desse composto com terra vegetal e areia grossa em vasos bem drenados, mas sempre úmidos com boa luminosidade indireta. Nos meses mais quentes e secos proporcionar 70% de umidade.

No inverno é natural que as folhas dos pseudobulbos mais antigos caiam, época em que  suportam bem baixa umidade mas nunca o substrato completamente seco.
Regar após o substrato secar completamente.

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Pelo formato grande (4,0 x 4,5 x 6,5cm) e exótico de suas flores lembrando tulipas, as espécies do gênero Anguloa são conhecidas mundialmente como orquídea tulipa (tulip orchid). Os pseudobulbos são ovóides, robustos com folhas duplas plicadas, verde claro, grandes, finas e flexíveis.

No período de floração (inverno) deixar o substrato mais seco, e tão logo surjam novos brotos acompanhados da inflorescência, aumentar as regas, cuidando para não ensopar o substrato. A inflorescência brota da base do pseudobulbo em grande número, com uma flor cada uma. Nessa fase diminuir as regas evitando molhar os botões florais.

A adubação ideal de manutenção é o NPK 20-10-20, diluido na água das regas. Para promover boa floração usar adubo orgânico composto de torta de mamona e farinha de osso num canto do vaso.
No Brasil esta espécie floresce fins do inverno e verão.

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Daylily - Hemerocallis - clump division

Fazer mudas através do processo de divisão de touceira é simples, porém um pouco delicado. É um método muito utilizado em jardinagem para propagação vegetativa de plantas ornamentais, (orquídeas, samambaias, etc.), e também em alguns casos em plantas alimentícias, (bananeiras, gengibre, assafrão, etc.).

Essa técnica é também chamada de divisão de rizomas, ou divisão de plantas,  como o próprio nome diz, é repicar uma planta matriz em vários pedaços  para transformá-la em várias mudas, Porém requer muito cuidado para  não danificar suas gemas de brotação nem comprometer demais o seu sistema radicular.

A multiplicação por touceiras apresenta alguma vantagem, quando plantas entouceiradas que poderiam perfeitamente ser multiplicadas por sementes demandarem mais tempo para atingirem a fase adulta e florescer. Além de que, a divisão de touceiras é um método fácil e garantido, ideal para propagação de plantas domésticas.

Dividindo as touceiras:
O método é simples e poderá ser descrito da seguinte maneira:
Em primeiro lugar deve-se verificar se a planta está realmente entouceirada.

Se a planta estiver em vasos:
- Remova a planta do vaso, com todo o cuidado para não danificar as frentes de crescimento (brotos);
- Remova o excesso de substrato para facilitar a visualização do sistema radicular;
- Estude a planta para observar onde deverá ser recortada de forma que cada parte permaneça com um número de brotação não inferior a 3;
- De posse de uma tesoura de jardim ou qualquer outro instrumento cortante, separe as novas mudas, sem machucar demasiadamente os rizomas além do necessário.

Se a planta estiver plantada no chão:
- De posse de uma ferramenta apropriada, ex: enxada, remova a planta com cuidado;
- Em seguida siga as mesmas orientações acima;
Dividida as partes, plante cada muda  em seu respectivo vaso, com substrato apropriado para cada tipo de planta;
- Na maioria dos casos, a nova muda já poderá ser transplantada diretamente em seu local definitivo;
- Coloque os vasos em locais sombreados até o pegamento total da muda;
- Recomenda-se  regar as plantas regularmente, sem encharcamentos;
- Assim que a novas plantas começarem a emissão de brotos e folhas, já poderá ser colocadas em seus locais apropriados.

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Geralmente, quando compramos ou ganhamos uma planta comprada em supermercado, elas estão lindas, floridas, cheias de vida, após uma semana, ela morreu.

Para evitar a morte e mantê-la saudável, devemos fazer a aclimatação delas, ou seja, fazer o processo de adaptação da planta em um ambiente totalmente novo, com características completamente diferentes.

A aclimatação é necessária para a planta manter-se com vida, com  saúde e com o mesmo vigor,  diante de uma nova realidade de luminosidade, temperatura, umidade, solo, tratos culturais, etc.

Os produtores dessas plantas precisam trabalhar em regime acelerado, para colocarem o maior número de plantas no mercado, a preços competitivos, para se manterem na ativa,  caso contrário, serão engolidos pelos seus concorrentes.

A produção de mudas é feita em estufas, com enraizamento estimulado por hormônios, alimentadas com adubo foliar, com sistemas de iluminação, temperatura, umidade, ventilação, automaticamente controlados.

As plantas prontas saem dessas condições ideais de dentro das estufas, e colocadas em meios de transportes não tão adequados,  e depois de viajarem horas, dias, são depositadas nos pontos de venda: floriculturas, supermercados, etc.

O publico comprador está circulando por esses estabelecimentos e ao vê-las se apaixona e como o preço da planta é convidativo, acaba levando para casa, uma, duas, três ou, mais variedades de plantas. Chegando em casa, passado alguns dias, a plantinha começa a definhar, ou  então, morre. E você frustrado, não sabe o porquê, nem o que fazer para tentar salvá-la.

Então, o que fazer?
Para salvar a sua plantinha, você deverá fazer a aclimatação dela para o ambiente externo, e os procedimentos deverão Iniciar assim que a planta chegar em sua casa:

Procedimentos:
- Colocar a planta em um ambiente semi sombreado, cuja temperatura seja agradável e que não oscile muito, durante o transcorrer do dia.

- Dependendo da planta, deverá receber luz solar pela manhã e à tardinha.

- Manter a umidade do substrato do vaso, sem encharcamento. O excesso de água  poderá matar a planta por afogamento.

- Borrifar, com água, somente as folhas da planta, algumas vezes no o decorrer do dia, e dependendo de: quanto mais seco for o clima da sua região, aumentar em mais vezes o processo de borrifar com água.

- Uma vez por semana, borrifar com adubo folhar, obedecendo às indicações do fabricante, inscritas no rótulo do frasco.  Esse processo deverá ser feito no início da noite, pois será melhor aproveitado, quando os estômatos das folhas estarão totalmente abertos.

- Com o passar dos dias, (mais ou menos depois de uma semana), ir diminuindo gradativamente o processo de borrifar com água as folhas da planta, por exemplo: de cinco vezes para quatro. Depois de alguns dias, de quatro para três, e assim sucessivamente até permanecer em uma ou duas vezes ao dia, dependendo do clima.

- Manter o substrato levemente umedecido diariamente e a adubação folhar uma vez a cada quinze dias.

- Com esses detalhes simples, o sistema radicular da planta, que ainda era ineficiente, se desenvolve e a planta não morrerá por desidratação, nem por falta de nutrientes, nem mesmo por variação de temperatura,  porque ela foi condicionada a enfrentar um novo ritmo de vida.

- As plantas lenhosas, ou semi lenhosas, como azaléias e crisântemos, depois de aclimatadas se tornarão plantas bastante rústicas que poderão ser plantadas no jardim a pleno sol.

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Bromelia karatas L.
Bromélias são plantas relativamente rústicas e de fácil cultivo. São plantas de clima tropical e adaptam-se com certa facilidade em ambientes diversos:  internos ou externo desde que tomados alguns cuidados básicos com relação à luminosidade e umidade.

A planta, geralmente,  adaptada de um tanque reservatório, formado pelas axilas na base de suas folhas, onde armazena água de chuva, orvalho e nutrientes como: (resíduos vegetais, poeira, dejetos de pássaros, etc.), com o qual faz a sua manutenção. Na natureza, essa adaptação, garante-lhe a sobrevivência nos períodos de secas mais prolongadas.

Cultivo doméstico de uma Bromélia:
- Manter o substrato do vaso levemente umedecido.

No verão:
- Regar a planta de três a quatro vezes por semana, apenas completando a água do seu tanque reservatório natural.

- Pulverizar com água apenas as folhas da planta, quando a temperatura ambiente ultrapassar os 30°C, ou quando a umidade relativa do ar estiver muito baixa, ou, quando a planta apresentar sinais de desidratação.

No inverno:
Regar a planta de uma a duas vezes por semana, apenas completando a água do seu tanque reservatório natural.

Nota:
Na hora das regas, não é necessário trocar a água existente no tanque reservatório das bromélias, somente adicionar, repondo a quantidade em falta.

Tratos culturais:
- Com a eficiência alimentar através do tanque reservatório existente nas bromélias, o sistema de adubação mais recomendado para a planta, é a adubação foliar.  E poderá ser utilizado a fórmula NPK 10:10:10, seguindo as recomendações no rótulo do produto, especificadas pelo fabricante.

- Remover apenas as folhas secas da planta, caso necessário.

- Caso perceba sinais de decadência da planta, ou infestação de pragas, certamente alguma coisa está errada, pois, a planta está lhe pedindo socorro. Observe-a de perto: Se for excesso de água, diminua as regas. Se for o sistema de iluminação inadequado,  mude a planta de lugar. Se for o substrato impróprio, mude a planta de vaso. Faça isso, mas, não deixe sua planta morrer por falta de cuidados.

Nota:
As bromélias que apresentarem folhas, geralmente acinzentadas, rígidas, estreitas ou, com espinhos, precisam de mais luminosidade.  Porém, as de folhas mais largas, macias, de cor verde escuro, preferem ambientes mais sombreados.  No entanto, ambas precisarão receber a quantidade de luz necessária para o seu desenvolvimento.

Caso haja necessidade de trocar o substrato:
- Remover a planta do vaso.

- Colocar uma camada de brita, de aproximadamente 3 cm,  no fundo do vaso, para proporcionar uma boa drenagem de água.

- Completar o vaso com o substrato desejado.

- Replantar a muda, enterrando somente o seu sistema radicular, observar que a base de suas folhas deverá permanecer acima da linha do substrato.

- Tutorar a muda, caso a fixação pelas raízes, seja ineficiente.

Substrato:
- Em linhas gerais, o substrato a ser utilizado deverá ter uma textura leve, de baixa densidade, que permita boa aeração e drenagem de água de chuva ou das regas.

Exemplos de substrato – combinação alternativa:
- Poderá ser utilizado: uma mistura homogênea de fibra de coco com esterco bovino curtido, na proporção de 1:1.

- Poderá ser utilizado também: casca de arroz carbonizada misturada a terra comum de boa qualidade, na proporção de 1:1.

- Poderá ser utilizado ainda: uma mistura de terra de boa qualidade, Areia de rio, humos de minhoca, fibra, (que poderá ser: de coco, casca de pinus ou serragem), também na proporção de 1:1:1:1.

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