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Dichondra repens1

A dicondra é uma erva prostrada, rizomatosa e de textura herbácea, semelhante aos trevos. Sua ramagem é arroxeada e bastante ramificada.

As folhas são reniformes (em forma de rim), arredondadas, como orelhas de rato, o que lhe valeu o nome popular. As cores variam entre o verde-escuro, prateado e até mesmo o verde-limão, geralmente com página inferior prateada.

Apresenta pequenas flores solitárias, sem relevância ornamental. Algumas variedades de dicondra apresentam flores ornamentais.

A dicondra é uma excelente forração, substituindo o gramado com maestria, principalmente em locais semi-sombreados. No entanto não é tão resistente ao pisoteio, ficando com um aspecto um pouco amassado, demorando um pouco para se regenerar.

Apresenta uma textura delicada e densa, formado um tapete alto e macio, cobrindo bem o solo. Utilize-a em áreas de baixo tráfego, entre pisantes e entre vãos de pedras e escadarias. Também pode ser plantada em vasos, como folhagem pendente.

Seu cultivo deve ser sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, destorroado, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente.

Quando bem estabelecida, é mais resistente à seca que os gramados, principalmente à meia-sombra.

Não tolera o frio, geadas ou estiagem prolongada. De baixa manutenção, exige duas fertilizações por ano e cortes mensais.

Multiplica-se por sementes ou por divisão da ramagem enraizada. Em alguns casos pode tornar-se invasiva.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


rainha-do-abismo

Espécie nativa do Paraná, numa região com 1100 m de altitude, o que justifica o nome popular de rainha-do-abismo, embora entre os botânicos sua denominação seja “Edlweiss brasileira”.

Esta planta tem uma grande batata que emerge do solo e é recoberta por penugem branca e prateada. Os caules atingem até 25 cm de altura, sustentando quatro folhas ovais também cobertas por essa penugem branca e prateada.

As flores, de tonalidade alaranjada, nascem no Verão e continuam desabrochando durante os meses do Outono.

No Inverno, a folhagem cai e a planta entra em hibernação, período em que as regas devem ser suspensas, só voltando a acontecer no final da Primavera, quando as folhas brotam novamente.

Ao plantar a rainha-do-abismo em vaso, é importante que o solo seja composto por terra arenosa, húmus de minhoca, terra vegetal e vermiculite em partes iguais. Além disso adicione, para cada vaso, meia colher de sopa de calcário dolomítico.

Verifique também a drenagem do vaso, para permitir o escoamento de qualquer excesso de água das regas. E por falar em regas, elas devem ser feitas com uma quantidade de água apenas suficiente para evitar o ressecamento da terra.

O melhor local para cultivar esse tipo de planta é um ambiente bem claro, que tanto pode ser iluminado pela luz indireta do sol como por lâmpadas especiais, que deverão permanecer acesas durante doze horas ininterruptas por dia.

Quanto à multiplicação, você poderá fazê-la através das sementes ou pela divisão da batata, no início da Primavera.

Já a adubação de reposição precisa ser feita mensalmente: aplique na terra fertilizante líquido rico em fósforo (P), mas apenas durante o período de vegetação ativa da planta.

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Pau-Brasil

Poucos brasileiros já tiveram o privilégio de ver uma árvore de pau-brasil. Isso porque as regiões onde eram encontradas grandes quantidades desta espécie sofreram um violento processo de devastação que praticamente fez com que o pau-brasil fosse incluído na lista das espécies ameaçadas de extinção. Porém, graças a algumas iniciativas louváveis no campo da preservação do meio ambiente, nos últimos anos, nossa árvore aos poucos vai tentando recuperar seu status de cidadã brasileira.

Talvez você não saiba, mas ás arvores são identificadas sempre por dois nomes. Um (às vezes, vários) é aquele como nós popularmente a chamamos e o outro é como os cientistas, preocupados com a classificação rigorosa de suas espécies, a denominam e registram.

Com o pau-brasil não poderia ser diferente. Seu nome científico é Caesalpinia echinata Lam.. Ora, mas isso mais parece um palavrão ou até mesmo uma ofensa para a pobre da árvore! Nada disso!

Acontece que, como em todo nome científico, há neste batismo algumas regras bem simples que, uma vez conhecidas, tiram das palavras seu ar arrogante e indecifrável. Vejamos que regras são essas. Primeiramente, as palavras estão escritas em latim que, apesar de ser uma língua morta (ninguém mais fala latim hoje em dia), ainda batiza diversas descobertas da ciência.

Vamos desvendar o primeiro mistério: o primeiro nome de uma árvore sempre diz respeito a seu gênero, aqui no caso, “Caesalpinia” – que na verdade é uma homenagem a um grande médico e botânico do século XVI – Andrea Cesalpino. Próximo enigma: o segundo nome de uma árvore se refere à sua espécie. A palavra “echinata” é a forma latina do adjetivo “equinado”, que nada mais quer dizer do que “vegetal cheio de espinhos”.

E, por fim, a terceira palavra que dá nome a uma árvore é a abreviação do nome da pessoa que a registrou. “Lam.” é a abreviação de Lamarck, o botânico que, em 1789, descreveu o pau-brasil, conforme as normas da nomenclatura botânica.

Não foi tão difícil desvendar o significado do nome científico, correto? Agora, vamos aos nomes populares com os quais os indígenas, os europeus e, nós brasileiros, chamávamos e ainda chamamos, nossa árvore Caesalpinia: ibirapitanga, ibirapiranga, ibirapita, muirapiranga, orabutã, brasileto, pau-rosado e pau-de-pernambuco.

As características do pau-brasil
Em relação à sua forma, ela é uma planta espinhenta (equinada, lembra-se?) que chega a medir de 8 a 30 metros de altura. Seu tronco mede de 40 a 70 cm de diâmetro e suas folhas têm de 10 a 20 cm. Sua madeira é dura, muito pesada, compacta, resistente e de textura fina e incorruptível – como aliás deveriam ser muitos políticos brasileiros, não é verdade? Ah, se alguns deles tomassem lições com o pau-brasil.

A madeira é uniformemente laranja ou vermelho-alaranjada e se torna vermelho-violácea com reflexo dourado após o corte. Suas flores são amarelas, sendo que uma das pétalas apresenta uma mancha vermelho-púrpura. Das flores exala um suave perfume.

A área de ocorrência do pau-brasil se estende do Rio Grande do Norte a São Paulo, sempre na floresta pluvial atlântica, mas sua freqüência mais expressiva se dá no sul da Bahia.

As informações biológicas nos dão conta de que ela é uma planta semidecídua, heliófita ou esciófita. Se você ficou na mesma, não se desespere! Faremos uma breve pausa para esclarecer tais conceitos. Semidecíduas são as árvores das quais somente metade das folhas se desprende. Heliófitas são aquelas que precisam do sol (hélio) para se desenvolver.

Já as esciófitas, são justamente seus opostos, pois elas precisam da sombra (escio) para sobreviver. Tais características são peculiares à floresta pluvial atlântica.
Nossa ibirapitanga ocorre preferencialmente em terrenos secos e inexiste na cordilheira marítima, sendo uma planta típica do interior da floresta primária densa.

Sua floração se dá a partir do final de Setembro, prolongando-se até meados de Outubro. Entre Novembro e Janeiro se dá a maturação dos frutos.

As sementes são obtidas colhendo-se os frutos (vagens) diretamente da árvore quando iniciam a abertura espontânea. Em seguida, deve-se levá-las ao sol para completar a abertura e a liberação das sementes.

Deve-se prestar muita atenção para o início da abertura das vagens, uma vez que esse processo não dura mais que alguns dias. 1 kg de sementes contém aproximadamente 3.600 unidades.

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plantas suculentas

Plantando suculentas passo à passo:
1. Forre o fundo do vaso com a manta Bidim para impedir que o substrato escorra durante as regas. Em seguida, coloque aproximadamente 3 cm de tijolito ou brita e uma camada fina de areia para drenagem. Se necessário reduza o furo do vaso com cacos ou pedras;
2. Coloque um pouco de substrato, lembrando que iremos usar um pouco do torrão das plantas;
3. Com as plantas ainda nos vasos faça um projeto organizando as plantas e as pedras decorativas, de forma que uma não atrapalhe a visão da outra. O ideal é que a disposição das plantas permita a visão de qualquer ângulo do vaso, formando novas paisagens. Utilize sua sensibilidade e não se esqueça dos conceitos de harmonia, equilíbrio e proporção;
4. Faça uma limpeza das mudas (eliminação de folhas mortas ou danificadas e excesso de raízes);
5. Depois de plantar os componentes do arranjo, salpique o substrato delicadamente ao redor das raízes, utilize a colher pequena para firmar as raízes e o substrato em volta das mudas;
6. Coloque uma camada de areia e logo em seguida use a forração que mais lhe agradar, se quiser utilize outros elementos decorativos como pedras, enfeites e miniaturas;
7. Limpe as plantas com a trincha ou pincel, regue levemente utilizando o borrifador e faça a limpeza do vaso;
8. Deixar em lugar protegido e à meia sombra por 1 dia.
A maioria das casas especializadas em artigos de jardinagem vende todos os materiais, inclusive pedras, seixos e cascalhos, para montar e decorar mini jardins.

Cuidados
1. Suculentas são plantas que devido ao acúmulo de água em seus tecidos (caules e folhas) têm a aparência de “gordinhas”. Como os cactos são, geralmente, originárias de regiões com irrigação escassa e adaptadas a esta condição;
2. Deixe o mini jardim em local que receba de 3 a 4 horas diárias de sol. Você pode deixá-lo dentro de casa por um certo período e levá-lo novamente para um local onde receba mais luz;
3. Deve ser regado uma vez por semana no inverno e de 4 em 4 dias no verão; não utilize pratos ou recipientes que armazenem água; a umidade em excesso pode causar apodrecimento das plantas ou doenças que são difíceis de curar;
4. O uso de um bom substrato no plantio reduz a necessidade de adubação. Se achar necessário faça a adubação foliar de acordo com as instruções do fabricante do produto e sempre pela manhã;
5. A troca de vaso ou substrato deve ser feita preferencialmente no início de setembro. Normalmente é realizada uma vez por ano, ou quando você julgar necessário, para trocar o vaso, por excesso de mudas ou desgaste do substrato utilizado.

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violetas
- Embora seja mais adequado cultivar violetas dentro de algum ambiente, elas necessitam de luz e temperatura ideal, a qual deve ser em torno de 25ºC, não podendo oscilar muito. Procure não trocar muito de lugar a planta, pois elas precisam de tempo para adaptação e isso pode não ser bom.

- Não devem ser mantidas totalmente em locais totalmente fechados, uma vez que as folhas e suas pétalas poderão acabar amarelando e a raiz morrer em decorrência dos possíveis fungos.

- Cuidado com o vaso onde você irá manter sua violeta, pois se deve mantê-las em vasos de barro ao invés de vasos feitos de plástico, uma vez que os vasos de barros acabam absorvendo o excesso de umidade e evitam que a planta apodreça. Evite vasos pequenos demais, pois podem ser prejudiciais para o desenvolvimento da raiz e, consequentemente, da flor.

- Em relação ao adubo, opte por adubos orgânicos, permitindo o fortalecimento adequado do solo onde ficará a planta. Evite exagerar na dose de adubo, pois em excesso ele poderá trazer problemas e matar a raiz. Poderá ser utilizado adubo industrializado, mas atente-se para a dosagem indicada e as informações repassadas pelo fabricante.

- Ao regar a sua violeta, atente-se para não molhar as folhas da flor, evitando que elas também apodreçam. Também não use água com cloro, mas, se fores regar com água da torneira, ferva a água e regue as plantas após esfriar totalmente. Água mineral também é aconselhada. Em dias quentes você deverá regar a violeta até duas vezes na mesma semana, caso perceba que o substrato está muito seco, nos períodos de inverno regue apenas uma única vez. Evite deixar sua violeta diretamente sobre a luz solar, pois elas acabam morrendo e, por isso, mantenha sua violeta a meia luz.

Se a planta estiver doente, retire-a do vaso e pulverize o substrato com fungicida. Para adubar, utilize um adubo 4/14/8, ou seja, 4 partes de nitrogênio, 14 de fósforo e 8 de potássio. Coloque ao redor da planta e nunca no centro, sem exagerar na quantidade.

Esse adubo é usado para qualquer planta que tenha flor. Para aqueles vasinhos onde normalmente as violetas são vendidas, você deve usar uma colher (café) de adubo, uma vez por mês.

Como as violetas se desenvolvem bem, em condições ideais de temperatura, umidade relativa, luminosidade, etc., estas infelizmente também são as condições ideais para o surgimento de algumas doenças. Entre as principais destacam-se as causadas pelos fungos:
Phytophtora: podridão do pé, cor verde escuro/marrom, preto. A infecção envolve a planta até que caia. Ao cortar o caule no sentido longitudinal encontra-se 2 listas de cor marrom.
Pythium: planta com aparência de falta d’água, as folhas de baixo são marrons e as raízes normalmente apodrecidas. Encontra-se também lesões na planta, principalmente nos primeiros 2 cm, embaixo da superfície da terra.
Erwinia crysanthemi: apodrecimento da raíz que difere das outras doenças por apresentar raízes pretas e aguadas, ou manchas nas folhas.
Bothrytis cinerea: a parte infectada apresenta cor cinza.
Siga essas dicas e as violetas vão ficar sempre bonitas e saudáveis.

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hortensias

As hortênsias são originárias da Ásia, mais especificamente China e Japão e espalhou-se pelo mundo como planta ornamental em meados do século XIX. Existem mais de 600 variedades diferentes.

Entre os meses de Setembro e Fevereiro elas florescem e encantam os jardins e praças das regiões serranas do Brasil. Admiradas por sua generosa floração, as hortênsias também são popularmente conhecidas como rosa-do-japão e hidrângea.

É um arbusto de ciclo de vida perene (longo) que pode chegar a 1,5 m de altura. As folhas deste arbusto são grandes, ovaladas, de cor verde-clara, firmes e com bordas dentadas. No Outono as folhas caem.

No Brasil a floração ocorre na primavera/verão. As inflorescências agrupam-se formando buquês bem arredondados, contendo grande número de flores que podem ter uma coloração que varia entre violeta, azul, lilás, rosa, vermelho e branco. A hortênsia se dá muito bem em climas mais amenos, tendo melhor floração em lugares frios.

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Na verdade a hortênsia é mais uma planta cujas flores não são o que parecem. Aquela espécie de “bolinha” que há no centro é que é a flor. As falsas pétalas coloridas na verdade são folhas modificadas. Por esta razão, conforme o buquê começa a formar-se as flores ainda são verdes, amadurecendo lentamente até adquirir a cor final.

A planta tem diversas utilizações na composição de um jardim. Pode ser plantada tanto em vasos como diretamente no solo, isolada ou em grupos – é comum ver o uso de hortênsias em grupos numerosos, formando uma cerca-viva. Fica bem em bordaduras e maciços. Também podem ser cultivadas como planta de interior desde que haja uma boa ventilação e não faça calor excessivo no local onde a planta ficará.

Por ser planta rústica exige poucos cuidados, mas preferencialmente deve ser cultivada em solo rico em matéria orgânica. A hortênsia prefere solos ácidos, onde cresce mais colorida (tanto folhas como flores) e tem maior desenvolvimento. Mas em solos alcalinos, apesar de um colorido menos atraente também vive muito bem.

A planta deve ser regada com muita frequência. Em climas mais secos convém regar diariamente, principalmente enquanto está florindo. Deve ser cultivada à meia sombra com luz solar indireta, em boa quantidade. Em regiões onde o clima e seco e quente não é recomendável a exposição direta ao sol, principalmente no verão. Já no sul do Brasil não tem qualquer problema cultivá-la sob sol pleno, já que o Verão é chuvoso. Evite plantar hortênsias junto a árvores ou outras plantas com as quais ela possa competir pela umidade.

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Plantio e reprodução
Em qualquer época do ano pode-se fazer o transplante de uma muda, menos nos meses mais quentes, pois dificilmente vingarão. Caso adquira ou tenha produzido uma muda de hortênsia e queira transplantá-la tome alguns cuidados. O solo no qual será plantada deve ser bem rico em matéria orgânica. Plantando diretamente no solo, faça um buraco que tenha duas vezes o diâmetro da raiz da planta. A planta deve ficar no mesmo nível do chão. Afofe um pouco a terra que a envolve, mas sem descobrir as raízes. Com a terra afofada as raízes espalham-se melhor. Aperte levemente o solo ao redor da planta para eliminar bolsões de ar. Regue bem. Procure colocar uma cobertura vegetal junto à base para que ela não perca umidade facilmente.

Deve ser adubada na Primavera, com adubos que contenham potássio mas pouco nitrogênio e fósforo. Existem adubos específicos para hortênsias que devem ser utilizados em intervalos de 15 a 20 dias. No Inverno deve ser adubada com orgânicos para estimular seu crescimento. Excesso de adubo pode prejudicar a planta, levando-a produzir muitas folhas e poucas flores.

Quando acabar a floração é hora de podar as hortênsias, para que no ano seguinte a floração seja mais intensa. Não corte os galhos que não tenham dado flores, pois são os que darão flores no ano seguinte.

A reprodução das hortênsias faz-se por estaquia, sendo o Outono a melhor época do ano tanto para a multiplicação como para o transplante. As mudas podem ser feitas a partir dos galhos cortados durante a poda, dando preferência aos mais jovens e saudáveis. Para facilitar o enraizamento pode-se utilizar um hormônio enraizador. Leva cerca de 60 dias para que se desenvolvam as raízes.

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O segredo das sua cores
Ao contrário do que muita gente imagina, não existem hortênsias de várias cores, mas sim, plantas que adquirem cores variadas de acordo com o pH (potencial de acidez, neutralidade e alcalinidade de uma substância ou solução) do solo onde estão plantadas. Uma mesma planta pode dar flores azuis, rosas ou brancas, se a terra que a cerca tiver o pH alterado. Qualquer pessoa pode escolher a cor das flores das hortênsias que tem no jardim de casa. Basta tornar o solo mais ácido ou mais alcalino. Existem fertilizantes à venda que ajudam a ativar a tonalidade das flores, tornando-as azuis ou rosas. Mas caso você queira fazer seus próprios experimentos sem recorrer às facilidades do mundo moderno, mãos à obra.

Flores azuis – Para que sua hortênsia produza flores azuis o solo deve ser ácido. Em um solo rico em alumínio elas nascerão lindamente azuis, chegando ao violeta. Caso o solo não seja ácido faça uma mistura de 20 g de sulfato de alumínio, sulfato de ferro ou pedra ume, diluído em 5 litros de água e regue a planta com esta mistura duas vezes por semana, começando cerca de 40 a 50 dias antes do início da floração. Quanto mais alumínio contiver o solo onde está plantada a hortênsia mais escura será sua cor podendo nascer buquês de flores violetas. Há porém outra “receita” específica para que a hortênsia produza flores violetas. Neste caso coloque palhas de aço usadas dentro de água. Deixe até que a água esteja da cor da ferrugem. Depois regue a hortênsia com esta água uma vez por semana.

Flores rosas – Para que sua hortênsia produza flores rosa o solo deve ser alcalino. No caso de que sua hortênsia de flores azuis produza flores rosa, antes de mais nada, pode-a eliminando a maioria das folhas (isto é necessário para eliminar o máximo possível do alumínio que a planta contenha). Replante-a em um local com a terra preparada com uma mistura de 200 a 400 g de calcário dolomítico por m2. O calcário dolomítico é um corretivo para o solo que pode ser encontrado em viveiros ou lojas de plantas e produtos para jardinagem. Assim têm-se flores rosa de tonalidades variadas, podendo inclusive dar origem a flores brancas. Quanto mais alcalino o solo ficar mais clara será a cor das flores, culminando em hortênsias de buquês brancos.
Adicionando Carbonato de Sódio (não confunda com bicarbonato de sódio) à terra pode-se conseguir flores multicoloridas.

Controlando as pragas
Galhas: folhas e pétalas atacadas tornam-se espessas e deformadas apresentando, às vezes, manchas esbranquiçadas. As extremidades dos ramos também podem manifestar o problema, tornando-se “esgalhadas”.
Controle: elimine as partes afetadas e utilize um fungicida do tipo Calda Bordalesa (sulfato de zinco, cal e água).

Oídio: a planta apresenta manchas esbranquiçadas na frente e verso das folhas e até no cálice da flor. Com o tempo, as folhas apresentam coloração cinza escuro e começam a cair prematuramente.
Controle: reduza a quantidade de água nas regas, isole as plantas atacadas ou suspeitas e faça pulverizações com fungicida em casos mais severos.

Seca de ponteiros: apresenta-se na forma de uma podridão marrom escura, que se inicia na ponta do ramo e se espalha para baixo, atingindo a haste principal. Pode provocar até a morte da planta.
Controle: faça a poda dos ponteiros atacados e proteja o corte com uma pasta à base de oxicloreto de cobre.

Clorose: toda a folhagem pode tornar-se amarela.
Controle: normalmente, o problema surge por deficiência nutricional. Deve-se observar a adubação correta, verificando se há carência dos nutrientes.

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coroa-de-cristo

Arbusto espinhoso originário de Madagascar, muito difundido no Brasil, onde é utilizado como planta ornamental e como proteção em cercas vivas.

Conhecida popularmente no Brasil como “Coroa-de-cristo”, “Colchão de Noiva”, “Dois Irmãos”, “Bem-Casados”, Coroa-de-Espinhos”, “Martírios”, “Duas Amigas”, “Coroa-de-Nossa-Senhora” entre outras denominações.

É considerado um arbusto suculento por reter água o suficiente para tolerar pequenos períodos de estiagem; muito ramificado, pode atingir até 1 m de altura se não for devidamente podado. Suas inflorescências de cores vivas, vermelhas; amarelas; brancas ou em tons rosa, dependendo da variedade, dão à coroa-de-cristo um elevado valor ornamental. As brácteas destacam as pequenas flores no centro e florescem durante todo o ano.

A coroa-de-cristo possui espinhos afiados com cerca de 3 cm de comprimento. Além destas extremidades pontiagudas, o arbusto requer cuidados também no que diz respeito à toxicidade.

A planta é rica em um látex leitoso que é exsudado quando a planta sofre algum tipo de trauma, tal como um corte. Nesse látex são encontradas várias substâncias cáusticas e tóxicas. Os principais componentes tóxicos do látex são os ésteres de forbol que causam queimação, irritação e inflamação quando em contato com a pele. O contato do látex com olhos pode levar à cegueira se não tratado adequadamente, recomenda-se plantá-la em áreas rurais como divisor de espaços ou em áreas onde não haja trânsito frequente de crianças e animais domésticos.

Por ser uma planta suculenta, prefere ambientes com baixa umidade relativa do ar e solo sem encharcamento, por isso as regas devem ser feitas preferencialmente com o solo seco. Permite podas de contenção e limpeza

É uma planta de fácil manutenção, tem grande resistência. E pode ser cultiva não apenas como cerca-viva, mas também como renques, ou em jardins com pedras. Multiplica-se por semente ou estaquia. Deve ser cultivada em dolo arenoso, acrescido de matéria orgânica, sob sol pleno ou meia sombra.

Rústica a planta não exige muito cuidado, e só deve ser regada quando o solo estiver seco. Adube com o fertilizante químico NPK 04-14-08. Com estes pequenos cuidados você terá uma planta saudável e florida o ano inteiro.

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Dendrobium densiflorum

Orquídea originária do sudoeste asiático,  bem chamativa por causa da abundante quantidade de flores e pelo seu rápido crescimento e entouceiramento.

Seu cultivo não é tão simples e precisamos ter atenção a algumas dicas para que ela tenha um bom desenvolvimento.
Essas dicas também são válidas para outras espécies de Dendrobium, como: Den. acinaciforme, aduncum, amoenum, aphyllum ou pierardii, chysotoxum, densoflorum, draconis, aggregatum ou lindley, nobile, pendulum ou crassinode.

Clima e Temperatura
O clima ideal para seu cultivo é ameno/temperado. Este Dendrobium é originário de regiões com estação de chuva e de estiagem. Saber disso é importante para que possamos tentar fazer o nosso cultivo o mais próximo possível do seu habitat.
Nas épocas de chuva o clima é mais quente, com a temperatura média em torno de 25° C. Já nas épocas de estiagem, o clima é mais fresco, com temperatura média de 19°C no início do período. Já de em meados ao fim do período de estiagem, as temperaturas são um pouco mais elevadas.
Sua floração acontece no fim do inverno e para florir, ela precisa de uma queda de temperatura nesta estação.

Ventilação
Esta espécie, assim como grande parte do gênero Dendrobium, precisa de muita ventilação.
Algumas vezes é recomendado, inclusive o uso de ventiladores para auxiliar no processo de secagem das raízes.

Água
A rega deve ser dividida em duas fases e uma fase preparatória, de acordo com os períodos da planta (crescimento, repouso e início da fase do crescimento).

Fase de crescimento
Esta fase é marcada pelo surgimento de novos brotos e novas raízes.
Na fase de crescimento, é importante que ele receba generosa quantidade de água no início da manhã, mas que no fim da tarde as raízes já estejam secas ou quase secas. Para isso, você precisa procurar um lugar de boa ventilação ou até mesmo usar um ventilador.
A quantidade de rega é maior nesse período, porque a planta absorve mais água do que no período vegetativo, com isso o substrato secará mais rápido.

Atenção! Antes de receber mais água, as raízes precisam estar sem umidade, se estiver com dúvida sobre molhar ou não, é o que eu sempre digo: Deixe mais um dia sem aguar!

Fase de repouso
Quando os pseudobulbos estão desenvolvidos, entra a fase do repouso, geralmente entre o fim do verão e o outono.
A quantidade de água absorvida será menor do que na fase de crescimento.
Nos primeiros 3 meses do período vegetativo, o ideal é que o vaso fique bem seco até 7 dias após a rega, e que fique seco por alguns dias até que receba água em grande quantidade (para encharcar a planta) novamente.
Passado os 3 meses iniciais do período vegetativo, a água deverá ser cortada, pois ele não suporta raízes molhadas nos dias mais frios do inverno. O máximo é utilizar um pulverizador em dias espaçados.
Apesar de não receber rega, a umidade do ar deve ser elevada. (entre no site do clima tempo e veja a umidade relativa do ar na sua região, isso ajudará).
Para ajudar a manter a umidade no ambiente de cultivo, você pode manter vasos de bromélias no mesmo local onde seu Dendrobium thyrsiflorum está, e também umedecer o chão.

Inicio da fase de crescimento
Como ela ficou muito tempo na estiagem, é preciso ter cautela na hora de re-introduzir a rega. Inicialmente, você irá apenas pulverizar de forma que o substrato fique levemente úmido, sem encharcá-lo. Quando as raízes estiverem desenvolvidas, você pode passar a dar água abundante (nos cuidados da fase de crescimento – descrita acima).

Umidade
Na região de onde é originário, esta orquídearecebe bastante umidade. Nos períodos de chuva de 70 a 80%, ou seja, alta umidade do ar. Mesmo nos períodos de estiagem (sem chuva e clima mais frio), a umidade ainda é bem elevada, em torno de 50 a 60%. Por isso, quando retirarmos a rega, é importante manter uma ótima umidade do ar! Na fase de crescimento devemos aumentar bem a umidade do ar.

Adubação
A adubação deve ser frequente nos meses de crescimento.

Luminosidade (luz natural)
Na fase de crescimento, precisam de bastante luz, mas, eu não indico o sol direto no exemplar. O ideal é que estejam em local com muita luminosidade natural, mas sem exposição aos raios solares.

Local de cultivo e substrato
Pode ser cultivado em árvores, placas, vasos de barro e até cachepôs. O ideal é que quando cultivado em vaso, o substrato seja grosso para facilitar a aeração, ou seja, ele deve permitir a secagem o mais rápido possível, evitando que as raízes fiquem úmidas por muito tempo.
As raízes precisam se secar rapidamente e completamente entre as regas!

Fase
Nem toda espécia de Dendrobium apresenta período de repouso definido, mas esse é o caso do Dendrobium thyrsiflorum e outros (Den. acinaciforme, aduncum, amoenum, aphyllum ou pierardii, chysotoxum, densoflorum, draconis, aggregatum ou lindley, nobile, pendulum ou crassinode…).

O período de repouso é essencial para essas espécies, pois é nele que acontece a formação dos botões florais.

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Na verdade não existe uma fórmula geral para cultivar plantas, uma vez que cada planta tem necessidades particulares.

O primeiro passo para cultivar corretamente uma planta é identificar a planta que você deseja ter em casa. Mesmo se você não conseguir saber qual é a espécie, procure saber ao menos o gênero ou família. Assim será mais fácil acertar onde posicionar a planta, bem como regar e fertilizar. Uma vez que você sabe que planta tem em mãos, você pode se informar sobre os dados relativos ao cultivo desta.

Não adianta plantar uma Ixora coccínea em um local com pouco sol, assim como não é possível ter orquídeas em locais muito ensolarados. Posicionar as plantas em locais inadequados é um erro muito comum feito por amadores e muitas vezes a planta acaba morrendo.

As plantas ornamentais mais interessantes, geralmente precisam de muito sol para produzir flores e frutos abundantes. Se você não possui um local assim, pode cultivar plantas que vivam bem na sombra. Neste caso, forneça o máximo possível de luz. Uma varanda ou janela é a melhor escolha.

A rega é um dos fatores mais importantes no cultivo das plantas. Muitas plantas podem morrer se ficarem um único dia sem água no verão e outras podem morrer se forem regadas demasiadamente.

A maioria das plantas em vasos precisa de regas diárias. No entanto, muitas plantas podem dispensar este cuidado por dias, como por exemplo, muitas espécies de orquídeas ou cactos.

Tenha em mente que plantas que ficam expostas ao sol tendem a desidratar mais. No Verão não se esqueça de regar as plantas, ao menos uma vez por dia. Reduza a rega de acordo com a proximidade do Inverno.

Existe um mito de diz que as plantas não devem ser regadas quando estão no sol. Na verdade, o que se deve evitar é molhar as folhas quando estão no sol porque estas podem “queimar”.

Embora as plantas tenham a capacidade de obter da luz toda a energia de que precisam, ainda assim elas dependem de nutrientes que proporcionam a matéria prima para o desenvolvimento dos vegetais.

Os fertilizantes essenciais são basicamente um combinação de minerais que conhecemos por NPK.

Conheça seus elementos:
(N) Nitrogênio: Ligado a produção da clorofila, este mineral estimula o crescimento de folhas e brotos. É empregado em todas as folhagens.
(P) Fósforo: Ajuda a manter as raízes saudáveis e estimula florações. Essencial em todas as plantas ornamentais, principalmente na obtenção de flores.
(K) Potássio: Proporciona folhas saudáveis e estimula a produção de flores e frutos.

Existem diversas concentrações destes minerais disponíveis no mercado. A mais usada é na formulação 10-10-10, que é recomendada principalmente visando o crescimento vegetativo. Para se obter bons resultados, se informe sobre as necessidades da espécie que pretende fertilizar.

A maioria das plantas em vaso devem ser podadas e re-envasadas em no máximo a cada dois anos.

Isto ocorre porque as raízes vão crescendo e no vaso logo ficam confinadas em um local apertado, impedindo o arejamento e desenvolvimento da planta. Fora isso, a terra entre as raízes tende a compactar, agravando a circulação de ar e os nutrientes do substrato também diminuem, tornando a terra infértil.

janela

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OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Catasetum_expansum

Ao iniciar o cultivo de Catasetum é necessário a escolha de um local com boa ventilação e que tenha uma cobertura para proteção do excesso de chuva e separado de outras plantas.
A maioria dos Catasetum são plantas de regiões quentes, e maioria das espécies não tolera a exposição por muito tempo a baixa temperatura, ou seja, inferior a 4 ºC e neste caso as plantas deverão ser abrigadas em lugares aquecidos.
Gosta de intensa luminosidade, e locais com alta umidade relativa do ar, gerando flores robustas e muitas vezes perfumadas de até seis centímetros. Pode pegar até quatro horas de sol fraco no início da manhã.

Plantio:
O transplante ou plantio deverá ser feito no final do inverno, quando as plantas começam a brotar e emitir as raízes novas. Os vasos indicados são de plástico para as regiões secas e de barro para as regiões onde há muita umidade e deve-se escolher vaso proporcional ao tamanho das plantas. O substrato fica a critério de cada um, o importante é que dê condições de aeração, fixação e disponibilidades de nutrientes.

Ciclo vegetativo:
Os Catasetum tem dois períodos distintos ou seja período de crescimento e período de dormência. No período de crescimento os mesmo necessitam de muita água, adubação e tratos culturais, enquanto no período de dormência, que começa logo após as quedas das folhas é neste período que as plantas deverão ficar sem receber água e protegidos de chuvas, com exceção as espécies do alto Amazonas que poderão ser irrigados levemente a cada 15 dias evitando de irrigar nos dias de alta umidade ou dias que a temperatura estiver baixa.
Esse gênero é um dos poucos que tem o sexo apresentado na forma “monóica”, exibindo flores masculinas e femininas, os dois sexos na mesma planta.
Suas hastes florais alcançam trinta centímetros de altura e brota geralmente no outono. Seu labelo é riniforme, com sua parte interna de coloração vermelho-alaranjado. Possui ainda pseudobulbos cilíndricos, vigorosos e chamativos.

Irrigação:
Irrigar somente pela manhã e evitar de irrigar nos dias de alta umidade de modo que à tarde as partes aéreas das plantas estejam enxutas, se a sua região é de alta umidade faça a irrigação somente no substrato evitando que os pequenos brotos fiquem com a água acumulada, o que pode vir a causar o apodrecimento do mesmo. A rega é feita com maior vigor no período de crescimento (verão), diminuindo de acordo com a proximidade do período de repouso (inverno).

Adubação:
Para se obter plantas fortes é necessário uma boa adubação no período de crescimento mas sem exagerar na dosagem. Usa-se as doses recomendadas, porem aplique com mais freqüência, usando a formulação balanceada (Ex: 10-10-10 ou 20-20-20), dependendo do substrato, pode-se fazer o uso da torta de mamona, usando meia colher de chá em uma só aplicação logo após o inicio da brotação, não é recomendado aplicar quando o substrato for xaxim ou musgo.

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