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Posts para categoria ‘Ervas daninhas’

Mimosa_pudica

Um simples toque com as mãos ou o passar dos ventos fazem com que a Mimosa pudica recolha suas folhas. Essa é uma característica marcante da planta popularmente conhecida como dormideira ou não-me-toques, já que é muito sensível a movimentos direcionados.

Com suas delicadas flores rosas, que possuem o formato de um globo, essa é uma planta que harmoniza muito bem com a decoração de  salas-de-estar.

Com origem na América, a dormideira pode ser encontrada no Brasil em áreas tropicais, mas sua presença está marcada em todas as regiões do país. Em Mato Grosso, por exemplo, uma abundância dessa planta arbustiva pode caracterizá-la como invasora ou erva daninha, já que consegue interferir no desenvolvimento de outros cultivos.

Aliás, quando se trata de crescimento, a mimosa costuma crescer perto de superfícies, sem o enraizamento de suas hastes. O verde de suas folhas possui uma intensidade mediana e o vegetal pode chegar a 1 m de comprimento.

mimosa-pudica

Cultivando a Mimosa pudica em casa
Planta que aprecia incidência solar, a Mimosa pudica precisa ficar em locais estratégicos quando cultivadas tanto dentro quanto fora de casa. O vegetal precisa de, pelo menos, quatro horas de pleno sol,

Necessita ficar próximo de uma janela para receber sol direto em suas folhas. A mesma recomendação vale para ambientes externos, podendo, também, pegar sol de manhã ou tarde.

Por conta de seu crescimento, é orientado cultivar a planta em vasos ou em pequenos maciços. As regas precisam ser realizadas uma vez por semana, com podas nos meses em que não há florescimento para revigorar a dormideira.

Aliás, para quem deseja apreciar suas flores, elas surgem após 45 dias da semeadura, entre janeiro e outubro.

Ou seja, é possível admirar a delicadeza das flores da mimosa quase o ano todo. Inclusive, uma curiosidade é que a expressão “pudica” significa algo que é recatado, tímido e reservado – características da planta.

dormideira

Cuidado com os espinhos
Um alerta é o cuidado com os pequenos espinhos presentes nos ramos da dormideira. Por isso, seja em salas e dormitórios, seja em jardins, sugere-se  posicionar o vegetal em locais mais altos para evitar possíveis acidentes com crianças ou, até mesmo, pets.

Outro ponto é que, assim como diversas plantas, é preciso se atentar a suas propriedades tóxicas. Ingerida em doses altas, pode causar problemas – mais um motivo para deixar a mimosa em áreas fora do alcance de  crianças e animais.

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Quem possui um jardim, certamente tem receio de sofrer com o surgimento de ervas daninhas e, por essa razão, é fundamental saber como eliminar esse tipo de planta que cresce de maneira inapropriada e pode causar danos graves às outras plantas.

As ervas daninhas nada mais são do que aquelas plantas que crescem de forma silvestre em qualquer local. Isto é, sem que tenham sido plantadas por ninguém.

Em um jardim, elas possuem um poder de causar má impressão visual, na maioria dos casos por crescerem de forma feia, além de dificultar o controle da pessoa que está tomando conta desse espaço.

Elas podem ser qualquer espécie, desde que tenham crescido de maneira silvestre em um local onde literalmente não foi chamada. Quando surgem, conseguir remove-las deve ser a maior prioridade do jardineiro.

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Como eliminar ervas daninhas do jardim?
As ervas daninhas quando surgem no jardim causam uma tremenda dor de cabeça para quem está cuidando. Eliminá-las, de fato, dá trabalho, porque em muitos casos elas crescem pegadas ao caule de alguma árvore, dificultando ainda mais sua retirada.

Para eliminá-las, existem alguns métodos recomendados por especialistas em jardinagem. Alguns deles são bem diferentes dos outros. Confira abaixo:

Arranque manual da raiz da erva daninha
Sim, não é nada fácil conseguir remover a erva daninha de maneira manual e é necessário tomar cuidado para não se ferir nesse processo.

É preciso arrancar a raiz do problema, literalmente, e não só o caule, pois assim ela continuará crescendo normalmente. O ideal é que seja feito por um profissional.

Herbicidas
Antes de mais nada, é necessário ressaltar que o uso de produtos químicos pode gerar problemas para outras plantas que não tem nenhuma relação com o problema.

Portanto, usar herbicidas para matar ervas daninhas deve ser feito de maneira cuidadosa, somente na planta que deseja eliminar. Também é importante ser feito por um profissional.

erva-daninha

Opções caseiras e simples
* Água fervente do cozimento de legumes: atua como um herbicida poderoso contra as ervas daninhas, pois dificultará que os matinhos continuem crescendo.

* Água fervente do cozimento de massas: assim como no exemplo acima, também se trata de um truque antigo e bastante eficiente sobre ervas que nascem no gramado.

* Vinagre branco: tem atuação direta nas raízes, podendo eliminá-las em três dias caso aplicado da maneira certa.

* Sal: tem ação herbicida para eliminação e prevenção.

* Farinha de milho: também se trata de um herbicida natural potente que controla a germinação das sementes das ervas daninhas.

erva daninha

Como se prevenir de novas ervas daninhas?
Para erradicar de uma vez por todas, o primeiro passo sempre será a prevenção delas, pois quando falamos em erva daninha não existe defesa melhor do que se prevenir.

Para isso, a técnica apropriada para evitar o desenvolvimento dessas espécies é manter a grama do jardim em boas condições e bem nivelada, com corte regular. Assim, certamente impedirá a degradação do solo e a germinação de matagal.

Utilizar uma camada de matéria orgânica estendida sobre a terra também dificulta a aparição das ervas.

banquinho

erva daninha

Que tal dar adeus para aquelas plantinhas indesejadas que aparecem sempre nos vasos? Trevos, musgos, entre outras plantinhas sempre crescem nos vasinhos e isto pode atrapalhar o desenvolvimento da planta principal do vaso.

Essa dica é especial sobretudo para fazer com suculentas. Faça também e aproveite para deixar os seus vasos sem as indesejáveis ervas daninhas que teimam em aparecer em nossos vasinhos.

Além de evitar as ervas daninhas, essa dica também vai espantar os famosos caramujos que também prejudicam muito as nossas plantinhas. Veja como é fácil de fazer.

Carvão triturado
Para fazer essa espécie de repelente para ervas daninhas, caramujos e demais invasores, você deverá usar carvão triturado na superfície da terra no vaso.

Basta providenciar carvão mineral e triturá-lo com um martelo ou outra ferramenta que você tenha em casa.

carvão triturado

Frisando que tem que ser o carvão que vem no saco. Não dá para utilizar o carvão em um churrasco, por exemplo e depois querer utilizar em seus vasos.

Basta espalhar na superfície dos vasinhos e pronto. Pode conferir o resultado e ver que as plantinhas invasoras vão deixar de aparecer.

Claro que pode aparecer uma ou outra no decorrer do tempo, mas você vai abaixar significativamente a proliferação e a incidência dessas ervas daninhas.

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erva daninha

Há quem lhes chame de ervas daninhas, uma denominação um tanto ou quanto depreciativa, porém estas plantas que nascem espontaneamente, têm imensas vantagens, elas podem ser indicadoras do tipo de solo, de alguns desequilíbrios e têm a capacidade de enriquecer e melhorar as condições do solo.

Estas plantas também têm a função de restabelecer o solo, vejamos o exemplo das plantas que crescem em solos compactos onde a tendência natural é que cresçam plantas de raízes longas e profundas.

Elas descompactam o solo naturalmente, as suas raízes ao penetrar na terra, permitem a entrada de água e de ar, quando a planta morre essas raízes, dão lugar a túneis e a sua decomposição enriquece o solo.

Além de todas as vantagens referidas acresce o fato de algumas serem comestíveis e de apresentarem importantes propriedades medicinais. A natureza é sabia, nada existe sem razão!

Veja aqui a baixo alguns exemplos de plantas indicadores.

Oxalis oxyptera (Medium)

Azedinha ou trevo (Oxalis oxyptera): Poderá indicar níveis baixos de pH, ou seja solos ácidos, com deficiência de cálcio molibdênio. Propaga-se facilmente através de um volvo enterrado profundamente no solo e por sementes.

As Oxalis oxyptera são capazes de espalhar as suas sementes sozinhas, pressionam e conseguem projetar as suas sementes a uma distância de mil vezes o seu comprimento. Algumas plantas desta família são tóxicas quando ingeridas em grandes quantidades.

Portulaca oleracea

Beldroegas (Portulaca oleracea): É indicadora de solos bem estruturados, em matéria orgânica e umidade. Protege o solo da ação do clima. Reproduz-se através de sementes guardadas numa cápsula ovóide que a dado momento explode e espalha as sementes.

Sementes essas que podem manter-se viáveis por várias décadas. É comestível e encerra em si grandes propriedades medicinais.

Amaranthus spp3

Bredo ou Caruru (Amaranthus Ssp): Indica a presença de nitrogênio e matéria orgânica. É comestível e há até quem o prepare em substituto ao espinafre.

Baccharris trimera

Carqueja (Baccharris trimera): É indicadora de solo pobre e compacto. Multiplica-se por semente. É usada em alguns temperos e possui propriedades medicinais importantes.

Taraxum officinalis

Dente-de-leão (Taraxum officinalis): Indica um solo fértil com alto teor de boro. Esta planta é designada como erva daninha, contudo ela é comestível e são grandes os benefícios  do dente-de-leão para a saúde.

Trata-se de uma planta cuja raiz principal é espessa e carnuda, pode estender-se no solo até 15 cm de profundidade. Para remover esta planta, deve-se cavar em profundidade e arrancar a raíz na totalidade, cada fragmento esquecido origina uma nova planta.

Não deixe a planta formar sementes, cada exemplar pode dar origem a 5000 novas plantas num raio de 5 km de distância.

Galinsoga-parviflora

Erva-da-moda (Galinsoga parviflora): Esta planta é indicadora de solos com excesso de nitrogênio, com deficiência em cobre. É comestível, também é usada como tempero depois de desidratada e é detentora de propriedades medicinais.

Cynodon dactylon

Grama-de-seda (Cynodon dactylon): É indicadora de solo muito compactado e pisados. Geralmente a infestação regride quando se verifica uma melhoria das condições do solo. Propaga-se por raízes, estolões e sementes.

Cyperus rotondus

Tiririca (Cyperus rotondus): Por norma a presença desta erva é indicadora de solos ácidos, compactos e anaeróbicos. poderá também revelar um solo pobre em magnésio.

Rumex_obtusifolius

Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius): É indicadora de um solo compacto, úmido e argiloso, é frequente encontrá-la em terrenos calcados.

Propaga-se por sementes e pela raiz. Uma planta pode produzir 60000 sementes com forte poder de germinação, que podem permanecer no solo adormecidas até 21 anos. Qualquer fragmente de raiz pode dar inicio de vida a uma nova planta.

Raphanus raphanistrum

Saramago (Raphanus raphanistrum): Indica carência de boro e manganês. A sua propagação faz-se por meio de sementes. As suas folhas mais jovens são comestíveis.

Plantago major

Tanchagem ou língua-de-ovelha (Plantago major): Indica solos compactos, densos e pouco arejados. A sua propagação dá-se por meio das sementes, que são dispersadas através do vento. É uma planta de elevado interesse na área medicinal.

Urtica dioica

Urtigas (Urtica dioica): A presença de urtigas, pode indicar excesso de nitrogênio e de matéria organiza, pode também indicar uma deficiência de cobre e um pH ácido. Esta planta reproduz-se através de sementes e de rizomas que se estendem no solo.

Corte as urtigas rentes ao solo e desenterre a raiz, os fragmentos que ficam não vão rebentar. Estas ervas são comestíveis e também guardam em si grandes vantagens.

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