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Posts para categoria ‘Cactos e Suculentas’

Crassula rupestris ssp. marnieriana

A grande maioria dos cactos e suculentas necessita ser transplantados em média de 3 a 5 anos depois de plantados. Se o vaso está cheio, necessariamente não é sinal de que é a hora do transplante para outro vaso, ou mesmo transplante para o jardim.

Fique atento, pois o sinal de que esta na hora do transplante é quando as raízes já estão saindo para fora dos buracos dos vasos. Caso não haja raízes próximas aos buracos de drenagem, espere mais um pouco, pois até esse momento não existe uma real necessidade de transplantar a espécie.

A época mais indicada para transplante é durante a época de crescimento, na grande maioria das espécies de suculentas e cactos é no início da Primavera.

O procedimento correto para o transplante começa pelo cuidado com sua planta, jamais puxe-a para fora do recipiente, você pode acabar quebrando sua planta ou quebrando suas raízes, o que pode levá-la a morte.

cactos
Para soltar mais facilmente as raízes, sem danificá-las, se estiverem em recipientes de plástico, primeiramente deixe que solo esteja bem seco, então aperte o recipiente em toda a sua volta, para ir soltando o solo e raízes. Logo em seguida, vire o recipiente de lado e a planta deslizará para fora.

Se estiver em recipiente de cerâmica, vire-o de cabeça pra baixo e a planta vai se soltar naturalmente. Caso isso não ocorra, empurre a planta com uma caneta introduzida nos buracos de drenagem. Tome cuidado com os espinhos ao manusear os cactos.

Após a retirada da planta, antes de transplantar para o novo recipiente, de uma podada nas raízes, principalmente nas partes onde quebraram e que estejam enroladas, o que prejudica o crescimento da planta.

Após esses procedimentos sua planta estará pronta para ir para o novo substrato e recipiente.

Dica: Vale lembrar que após o transplante é necessário esperar alguns dias pra regar e algumas semanas para fertilizar.

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A flor-de-maio é uma planta nativa da região norte do estado do Rio de Janeiro do Brasil, sendo encontrada em um local muito específico do estado.

É uma planta herbácea epífita e suculenta, que pode ser cultivada em vasos à sombra ou meia sombra. Suas flores são muito ornamentais e são bastante conhecidas por esse motivo, tendo cores vermelhas, rosas, brancas ou amarelas. Tem preferências por terra orgânica e que seja bem drenada, mas prefere clima quente e úmido.

Independentemente do seu nome, suas flores começam a aparecer no mês de abril, e se estende até o mês de julho. As flores-de-maio são cactáceas de formato e cores em tons de dégradé bem exóticas.

No mês de maio chegam as flores, na verdade há flores durante o ano inteiro no Brasil, devido ao clima tropical (quente e úmido), mas é no mês de maio que aparecem as flores de cores mais exóticas que encantam visitantes e expositores em diversos lugares do país.

Schlumbergera truncata5
Dentro dessa espécie, o que ninguém sabe nem desconfia é que a flor de maio pertence à família das cactáceas, entretanto não chega a ser um cacto como os que nós estamos mais acostumados a ver, verdes, altos e cheios de espinhos. Isso se dá devido a essa planta ter surgido do cruzamento entre duas variedades de cactáceas a Schlumbergera e a espécie Z. truncatus buckleyi, sendo ambas nativas do Brasil.

Na flor de maio, os talos se bifurcam enquanto que na ponta dos ramos pendentes as flores aparecem. A planta floresce durante vários meses ao longo do ano, mas ela tem esse nome popular devido ao seu ápice de floração que acontecem mesmo durante o mês de maio. Suas flores têm forma de capuz, com aproximadamente 7 cm de comprimento e cores que variam do lilás ao branco.

Cultivo da flor-de-maio
Não é uma planta que exige muitos cuidados na hora do cultivo, logo depois de sua floração ela entra em repouso, uma espécie de descanso. Nesse período o solo deve ser mantido seco e sem adubação, uma rega de 10 em 10 dias é o suficiente.

É importante salientar que é nesse período que a troca de vaso deve ser feita caso queira fazer mudas para replantá-las. Para retirar, basta arrancar um pequeno ramo e misturar em terra bem adubada junto com areia grossa, e durante a primavera inicie uma adubação e as regas devem ser mais frequentes, uma ou duas vezes ao longo da semana.

Essa planta tem preferências por lugares bem iluminados e se possível com sol direto. Por isso ela deve ser usada como decoração apenas depois de já florida, caso contrário não se desenvolverá. Mesmo dessa forma, é preferível colocá-la em local onde haja bastante incidência de luz.

Schlumbergera truncata
Cuidados
Por ser um membro da família dos cactos, essa planta se torna também muito resistente à seca. É uma planta que permite fazer mudas muito facilmente, apenas destaque um pequeno pedaço dela, como um raminho, que é chamado por quem entende do assunto e especialistas de artículo, e aonde for plantá-la misture terra comum com terra vegetal. Antigamente elas eram mais cultivadas em vasos de xaxim, que hoje se tornou proibido por ser incorreto ecologicamente.

Hoje se encontram no mercado especializado vasos de fibra-de-coco, que embora seja um pouco caros, garantem uma maior adaptabilidade das plantas. Os cuidados necessários para manter a flor de maio saudável e bonita, são quase os mesmos que se deve ter com um cacto, como ela é resistente a períodos mais secos, não é necessário fazer a rega comumente como se faz com outras plantas.

A cada 40 dias, aproximadamente, é recomendável fazer uma adubação. Existe um fertilizante, o NPK 04-14-08 que pode ser encontrado em casas especializadas de fertilizantes. Vem em uma caixinha e ele é todo em forma de bolinhas, as instruções do verso devem ser seguidas para que a adubação não prejudique a planta.

Nesse tipo de planta, quando você rega muitas vezes, pode ser que suas raízes apodreçam e isso prejudica todo o desenvolvimento da planta podendo até matá-la. Mas também não deixe que a sua planta morra de sede, ela é resistente a períodos secos, mas não significa que ela vive sem água (nenhum ser vivo vive sem água).

Schlumbergera truncata1
Portanto, sempre que perceber que a terra está seca, jogue uma quantidade de água significativa, mas não para encharcar, coloque antes do ponto de encher o pratinho embaixo, isso pode ajudar no apodrecimento das raízes.

Em habitat natural é uma planta que exige pouco em relação à qualidade de terreno, pois se instala em qualquer lugar da terra, e procura troncos ou pedaços de madeira em que possa se agarrar.

Uma dica importante na hora de replantar, principalmente se você for utilizar sementes no plantio, é usar uma garrafa pet, cortada ao meio, dessa forma você encaixa a garrafa no vaso e deixa a semente em uma espécie de estufa, o que ajuda a quebrar a dormência da semente mais rápido, assim você economiza algumas semanas.

Depois que a planta já tiver germinado, quando começa o processo de desenvolvimento de plântula e tudo o mais, deve-se ter mais cuidado com adubação e rega, procure se informar sobre essa espécie para não cometer erros.

Pesquise e fale com quem tenha plantado, ou cultiva a flor de maio, mesmo que ela não seja exigente com cuidados, algumas precauções devem ser levadas em consideração para manter a sua planta saudável e sempre bem florida.

Essa planta é muito recomendada para dar de presente, pois transmite audácia e sentimentos belos que uma pessoa possa sentir, já que maio é o mês das mães, é uma ótima dica de presente para presentear a pessoa que a gente mais gosta.

Mas também é indicada para presentear representando o amor em suas diversas formas. Seja para mãe, esposa, filha, irmã, flores sempre representam algo especial, ou sentimentos que devem ser significativos de uma pessoa para alguém especial.

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Pilosocereus pachycladus
O cacto-azul é escultural e exótico e tem grande valor como planta ornamental porque se apresenta estruturalmente de uma forma muito bonito e tem a cor azulada. Ele tem o porte ereto e arbustivo e pode chegar a 10 m de altura enquanto os seus ramos podem ter de diâmetro 11 cm.

O cacto azul faz parte da família Euphorbiaceae e sua origem é brasileira, o que significa que pode ser cultivado no nosso território. Para ornamentação pode ser usado em jardins com pedras e em conjuntos ou cultivado isoladamente. Porém, para que cresça bonito e forte deve ser plantado à meia sombra ou sol pleno. E uma planta que cresce lentamente, portanto é ter paciência. Não tolera o frio, pois o seu clima perfeito é o tropical seco.

Cultivo do cacto-azul
O substrato ideal para o cultivo de cactos é o solo seco, arenoso e com muitas pedras. Por isso, para que ele cresça bonito é necessário criar um subsolo que retenha a água, que pode ser feito com: folhas para fazer um composto orgânico que devem ficar próximas ao solo mineral, cascalho, cascas de árvore, areia e cascas de árvores em decomposição.

Os cactos, além disso, preferem solos com um alto teor de pH, aliás, bem superior ao exigido por outras plantas ornamentais. Estamos falando de algo em torno de 6 a 6,5, que pode ser conseguido com turfa. Porém, melhor ainda, é o conseguido com o húmus da minhoca que fica em torno de 7,0.

Os cactos possuem raízes enormes o que faz necessário que se prepare um solo bem profundo, com cerca de 15 cm mais ou menos, isso também garante a drenagem adequada tanto para as regas quanto para a chuva. Já, se o cultivo for dentro de vasos fundos, será necessário usar manta geotêxtil ou vaso brita, são modos de evitar que a terra fique compacta no furo da drenagem o que acarretaria encharcamento.

Pilosocereus pachycladus1
Além disso, é necessário antes de colocar o substrato, adicionar um pouco de areia, não abrindo mão de uma boa mistura para facilitar a drenagem e fertilizante para moderar o quanto a terra consegue reter a água.

Também é necessário usar adubo granulado para a cobertura da adubação e que não tenha muito nitrogênio na composição. Porém, esse produto fará com que o cacto cresça mais rápido, o que aparentemente pode ser uma vantagem, mas na verdade não é, porque ele perde os nutrientes. Por isso, é necessário compensar com o NPK 04-14-08.

Reprodução de cactos através de sementes
As sementes dos frutos dos cactos normalmente são pretas e o seu fruto é chamado de cereus, que é capaz de produzir várias delas ao mesmo tempo, estamos falando de centenas.

A melhor maneira de retirar a poupa do fruto para usá-la no cultivo é colocando na água, depois coe com um pano. Em seguida, as sementes devem ser lavadas e todo o resíduo de mucilagem retirado porque nele é que moram os fungos. Seque ao sol e não esqueça de retirar as fibras, que acabam sendo aderidas pela semente.

Pode-se usar uma bandeja de semeadura, que pode ser encontrada em qualquer loja que venda material de jardinagem ou se preferir, use uma caixa de fruta ou bacia plástica, só não pode esquecer de fazer os furos no fundo. Neste caso, a casca de arroz carbonizada serve como substrato.

Na hora de semear, distribua bem as sementes e de preferência cubra com um pouco de areia, que deve ser peneirada antecipadamente.

O tempo de germinação é de 30 a 45 dias, porém, pode acontecer desse tempo aumentar, isso dependerá do gênero de cactus foi escolhido para cultivo.

flores de Pilosocereus pachycladus
Dicas
* Não se esqueçam que, o melhor momento para semear o cactos é durante o verão;

* Não jogue água na sementeira;

* Se for colocar a bandeja onde estão as sementes, sobre uma lâmina de água não será necessário regar. Claro, que isso só funciona se for escolhido um substrato pequeno para sementeira;

* Quando a sua mistura for de areia e pó de coco, ela deverá ser de 5 e no máximo 6 cm. Quando o substrato é feito de areia pura, a altura passa para 4;

* A bandeja não deverá nunca ser mergulhada dentro d’água para evitar que cresçam fungos;

* Se não tiver uma estufa para colocar a bandeja de sementes poderá usar uma cobertura de plástico, que serve para criar o clima úmido que a planta precisa para se desenvolver;

* Saiba que as plantas que são cultivadas através de sementes são melhor para aclimatação e mais rústicas;

* O cactos deve ficar na sementeira durante 3 a 4 semanas. Depois desse período deverá ser feita a adubação de cobertura e quando for tirar as mudas, muito cuidado, porque elas são muito frágeis;

* Depois dessa fase da retirada das mudas da sementeira, espera-se passar de 4 a 5 meses para fazer o transplante delas para os vasos permanentes. Esses vasos, de preferência, devem ter a boca bem larga, como se fossem grandes bacias, onde é possível cultivar em grupos;

* Caso tenha optado por fazer o cultivo do cacto em viveiro é melhor para evitar o problema, chuvas fortes, que com certeza, danificam as plantas quando estas não estão bem amparadas;

* Outra dica para quem é jardineiro de primeira viagem é usar uma tela fina, dessas colocadas para evitar os mosquitos, bem em cima de cada um dos vasos com os cactos. Já quem pretende cultivar a planta para comercializá-la, é aconselhável deixá-las no mesmo vaso pelo menos até o segundo ano de semeadura;

* De todos os gêneros de cactos, o cereus é o que tem o crescimento mais rápido, por isso, todas as instruções relatadas acima devem ser desconsideradas, porque os períodos serão muito menores.

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Temperatura ideal para cultivar cactos
Não é novidade para ninguém dizer que os cactos gostam mesmo é de calor.  Se viverem em regiões onde o frio é mais intenso, certamente terá um grande problema durante o inverno.

Porém, não quer dizer que as temperaturas alternadas sejam um problema. Em lugares que fazem calor de dia e frio a noite, o cultivo é sem problemas.

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Os cactos são um tipo de planta rústica que pouco vemos em ambientes. O certo “preconceito” para/com essa planta se dá principalmente devido seus espinhos e o risco de acidentes. Acontece que apesar dessa beleza estranha, o cacto tem uma significância bem especial para a natureza e está presente em algumas crenças.

Características gerais do cacto
Existe uma variedade enorme de cactos na natureza e todas estas plantas fazem parte da família das cactáceas. Elas possuem formas diversas, mas a maioria é redonda, achatada ou colunar. Existem alguns cactos que ainda dão flores e estas possuem uma beleza sem igual.

A grande característica dos cactos é a ausência de folhas na maioria das variedades desta planta. Você encontrará espinhos em substituição a estas e não é à toa que eles existem. Os espinhos ajudam a planta a não perder água na transpiração, já que são plantas que encontramos em regiões áridas e isoladas, geralmente com pouca incidência de regas ou chuvas.

Falando em sol, a resistência dessa planta ao calor é impressionante, não sendo por acaso que se destacam nas regiões mais secas do mundo. Isso se dá porque o cacto possui uma espécie de “pele” que é bem espessa e revestida por uma cera. Esse revestimento faz com que a planta perca pouca água e consiga manter-se hidratada por mais tempo do que outras plantas na natureza.

Coroa-de-frade – Melocactus zehntneri
Você vai encontrar tamanhos diversos de cactos no meio ambiente, sendo dos menores como é o caso da Coroa-de-frade e da Cadeira-de-sogra, até os maiores como a Figueira-da-índia que pode crescer até 6 m de altura. Existe de fato uma diversidade muito grande na natureza e você pode escolher a mais adequada para você e seu ambiente. Podendo ter a planta tanto dentro como fora de casa.

Habitat dos cactos
Como já citado acima, encontramos naturalmente uma variedade de cactos em lugares mais áridos, porém essas plantas podem ser cultivadas em diversos ambientes. Como vamos encontrar mais de 2 mil espécies diferentes de cactos catalogadas, a diversidade de habitat é praticamente incontável.

A região de maior incidência de cactos no mundo é aqui no Brasil, com mais de 300 variedades nativas de nossas terras, também aparecendo facilmente em todo o continente americano, fato que levou os cactos a serem chamados de plantas do “Novo Mundo”. Ainda encontrará algumas espécies do Canadá à Patagônia.

Apesar de serem plantas de locais bem secos, você pode encontrar algumas variedades de cactos em florestas abertas ou fechadas o que comprova a diversidade de cultivo para esta planta.

Dedo-de-dama – Mammillaria elongata
O cultivo dos cactos
O cultivo dessa planta é bem simples porque os cactos são espécies rústicas e por esse motivo não “cobram” muitos cuidados de seus donos. Existem apenas algumas poucas regrinhas básicas para o seu cultivo de forma que a planta se desenvolva muito bem em qualquer ambiente.

O cacto pode ser cultivado diretamente no solo ou em vasos, dependendo do tamanho da planta. Pode também tê-los em ambientes abertos como jardins ou em locais internos como salas e outros cômodos da casa.

Apesar de ser de cultivo simples, é importante que seja seguido algumas regrinhas bem básicas e atribuídas à todos os cactos independente de sua variedade. As plantas precisam de acesso ao sol direto. Se for cultivado em ambientes internos, certifique-se de que ele estará localizado em um local com a luz do sol aparente. Não se preocupe com o sol direto  e em excesso porque isso não vai danificar a planta.

A terra deve ser parcialmente drenada e não ter umidade alguma. Claro que o cacto vai precisar de água para sobreviver, mas evite deixar a areia umedecida para não matar a planta. A quantidade de regas vai depender diretamente do local onde está sendo cultivado o cacto.

Se a planta está em um local com muito acesso ao sol, o ideal é que as regas sejam feitas uma vez por semana. Já aquelas que estão em ambiente fechados ou sob a sombra, uma vez a cada duas semanas é o suficiente para manter a sua planta bem hidratada. Se nesse intervalo de tempo chover, suspenda as regas se perceber que a areia do seu cacto está umedecida.

figueira-da-índia
Formas de cultivo
Os cactos podem ser mantidos em vasos ou diretamente ao solo. Se a primeira opção for mais viável para a planta, já que o tamanho dela influencia diretamente nessa escolha, alguns cuidados devem ser tomados sobre a areia de cultivo. A medida correta para cada vaso é de três partes de areia para uma de terra. Deve-se ainda, acrescentar argila para que a drenagem seja melhor.

Adicione também um pouco de areia grossa lavada, uma parte de terra e outra com húmus ou xaxim. A quantidade ideal para cada um desses componentes vai variar de acordo com a temperatura da região e também com a quantidade de sol que o cacto recebe por dia. Quanto mais hidratação a planta precisar, mais partes desses itens devem ser acrescidos no vaso.

Já para aquelas pessoas que vão cultivar o cacto diretamente no solo, o melhor ambiente para se fazer isso é em locais secos. Procure a parte do jardim onde o acesso ao sol é maior, o solo deve ser formado por cascalho e areia, pois esses itens ajudarão no escoamento da água das regas, evitando que a terra fique umedecida e prejudique o crescimento do cacto.

Evite locais que sejam muito baixos e/ou que estejam em desnível, esse tipo de terreno faz com que a água da chuva se acumule e forme poças acumulando dessa forma umidade desnecessária para a sua planta. Caso o terreno possua essas características naturalmente, pode ser improvisar um morrinho e manter cacto sempre elevado.

Orelha-de-coelho – Opuntia microdasys
Luminosidade e adubação
Estes são também dois itens fundamentais para a planta. A quantidade de luz ideal para os cactos vai depender muito do habitat natural dele. Espécies de desertos, por exemplo, precisarão de mais luz para sobreviver.

Já a adubação deve ser sempre combinada com as regas. É necessário aplicar um pouco de fertilizante diluído a cada três ou cinco semanas, durante a fase de crescimento dos cactos.

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Epiphyllum Ackermannii
O cacto-orquídea é originário do México e faz parte da família Cactácea. Porém, também pode ser encontrada em outras regiões tropicais, como a América do Sul e Central. No seu ambiente natural, o cacto-orquídea tem os raios do sol filtrados pela copa da árvore que ela fica fixada, pois apesar de gostar do calor, não gosta de recebê-lo diretamente.

O cacto-orquídea é uma daquelas plantas que buscam outra para garantir hospedagem. Normalmente, elas crescem sob folhagem densa e na parte mais alta das árvores. Pois, apesar de não gostar do sol direto, elas adoram lugares bem iluminados.

Ainda falando do sol, o único horário que esse tipo de planta ainda atura os raios solares direto é na parte da manhã. Porém, em horas mais quentes ela não suporta mesmo o calor e precisam estar na sombra. É uma planta que quanto mais recebe luz, mais as suas flores são coloridas.

Características do cacto-orquídea
Trata-se de uma espécie epífita e suas flores que são um verdadeiro espetáculo chegam a medir entre 10 a 18 cm, a cor é vermelha bem vibrante. Falando nisso, o momento do espetáculo da florescência é entre primavera e verão. Esse detalhe as faz diferente de outras espécies de cactos, pois essas plantas, normalmente, florescem em outra época do ano.

Uma vez que as flores desabrocham, ficam vários dias abertas e nem sempre, mais acontece, elas dão sementes em frutos, bem pequenas, nutritivos e globosos, que possuem a cor violácea.

Com os estudos e a tentativa de se “fazer” novas espécies, é possível encontrar o cacto-orquídea com flores de outras cores e com um delicioso perfume. Trata-se, na verdade, de um cruzamento, derivado a cor magenta bem no centro da planta. Elas ainda são diferentes no formato dos talos, que são achatados, suculentos e segmentados e são muito semelhantes a folhas.

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Cultivo do cacto-orquídea
Para se cultivar o cacto-orquídea, como qualquer outra planta, é necessário observar alguns detalhes, como por exemplo, o substrato. Ele deverá ser rico em húmus, matéria orgânica, areia de rio lavada e terra preta. Com esses “ingredientes” você tem o lugar perfeito para plantar o cacto-orquídea, com boa aeração e drenagem, importantes para o bom desenvolvimento dela. Outra dica é deixá-lo ainda melhor misturando cascas e também folhas em decomposição.

Lembre-se que o cacto gosta de umidade, mas que não seja muita. As raízes não podem ficar de forma alguma completamente secas. Por isso, a rega deve ser feita com frequência. Observe que a quantidade de água deve ser controlada de acordo com a região, o quanto a planta fica fora ou dentro de casa. Normalmente, quando estão na parte interna, a rega feita uma única vez na semana pode ser suficiente e no frio, a cada 10 dias.

O cacto-orquídea cresce muito bem quando está exposto à temperatura que varia entre 16 e 24 graus. Além disso, outra boa época para ele é durante o outono e inverno, em que as temperaturas ficam entre 16 a 18ºC. Porém, frio excessivo, essa planta não gosta e não resiste.

Epiphyllum ackermannii1
Adubação e outras dicas sobre o cultivo
O adubo deve ser feito durante a primavera e considere o tempo a cada 2 semanas. Seguindo a seguinte fórmula: NPK 10-10-10. O produto deve ser diluído em água conforme indica a embalagem.

Depois de pronta é só molhar o substrato até que ele fique bem úmido. Além disso, é indicado usar húmus de minhoca no substrato, uma colher logo quando começa a primavera é indicado. O repouso do cacto-orquídea é depois da floração.

Voltando ao plantio, a melhor forma de fazê-lo é através de estaquia, mas com sementes também dá para ter cacto-orquídea. A estaca deve ter o tamanho entre 10 a 12 cm e a base deve ser cortada na forma da letra “V”. Outra dica é usar canela em pó, polvilhar sobre o corte, serve para manter os fungos longe.

Depois de fazer esse processo, coloque as estacas em um lugar com sombra e com boa ventilação e espere passar 7 dias. Tempo para que seque.

Feito isso é só preparar o vaso com terra orgânica e plantar as estacas, observando que elas precisam estar no fundo entre 5 e 6 cm. A terra não pode ficar encharcada, e sim, deve ser mantida úmida. Depois é só deixar o vaso em um lugar bem iluminado, mas que a luz do sol não chegue diretamente. As raízes costumam a demorar entre 3 a 6 semanas para aparecer.

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O que fazer quando aparecem pragas?
As pragas que mais atacam os cactos-orquídea são: bactérias, fungos e cochonilhas. Podemos considerá-los verdadeiros vilões, que podem acabar com a sua planta.
* No caso das cochonilhas, o ataque pode ser ameno, como pode ser intenso, no primeiro caso, elas podem ser combatidas com a retirada manual com a ajuda de um cotonete.

Porém, quando o ataque é intenso, somente um produto pode acabar com elas. Você pode cortar com a tesoura a parte afetada, fazer uma mistura de detergente, álcool etílico e água e pulverizar. Costuma ser uma mistura muito eficiente. Outra maneira de acabar com elas é usando óleo mineral. Basta pulverizar o produto para que elas sejam eliminadas com asfixia;

* Para que as pragas e as doenças se espalhem no cacto-orquídea é aconselhável a eliminação das partes podres o quanto antes, principalmente, quando ficam escuras;

* Se você observar que existem manchas ou furos no caule pode significar que a planta passou por mudanças bruscas de temperatura que ocorreu durante o dia e depois a noite. Fique atento para evitar que isso aconteça, e proteja durante a noite;

* Quando ela fica muito exposta o sol termina com a aparência amarelada. Porém, basta que volte para o tipo de iluminação que gosta para que a cor normal volte. A pouca luz faz com que algumas partes comecem a murchar;

* Como acontece com qualquer planta, se ela receber água demais, as raízes ficarão podres.

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A família botânica Cactaceae é representada pelos cactos, são aproximadamente 84 gêneros e 1.400 espécies nativas das Américas. São frequentemente usados como plantas ornamentais, mas alguns também na agricultura.

São plantas que sofreram grande adaptação para ambientes extremamente quentes ou áridos, apresentando ampla variação anatômica e capacidade fisiológica de conservar água.

Apresentam uma modificação caulinar chamada de Cladólio. Seus caules expandiram-se em estruturas suculentas verdes perenes contendo a clorofila necessária para vida e crescimento, enquanto suas folhas transformaram-se nos espinhos pelos quais os cactos são bem conhecidos. Algumas espécies confundem-se com a família Euphorbiaceae.

Os cactos apresentam grande quantidade de formatos e tamanhos e suas flores são bem grandes com espinhos e ramos também.

Muitas espécies apresentam floração noturna já que são polinizadas por insetos ou pequenos animais noturnos, principalmente mariposas e morcegos. Os cactos variam de baixos e globulares a altos e colunares.

Descrição
Crescendo tanto como árvores, forrações ou arbustos, os cactos são plantas que possuem espinhos diferencialmente das demais plantas. A maioria das espécies cresce diretamente sobre o solo, mas existem algumas epífitas também. Quase todos os cactos possuem uma seiva de sabor amargo, e leitosa no seu interior.

folhas de cactus
Folhas
Em muitas espécies as folhas são grandes ou inteiramente reduzidas, modificadas em espinhos, reunidos em um ponto saliente ou deprimido, que constitui a aréola, de onde se originam ramos, folhas, flores, etc…

Rebutia flavistylus
Flores
As flores são hermafroditas, solitárias ou em inflorescências multifloras, são grandes e abrem tanto durante o dia como à noite, dependendo da espécie. Seu formato varia de tubular, campanulada ou plana, medindo de 2 mm a 30 cm.

A maioria apresenta sépalas numerosas, de cinco a cinquenta, com formas variáveis do exterior para o interior da flor, mudando de brácteas para pétalas. O androceu é formado de numerosos estames, chegando até a 1.500, com anteras muito pequenas. O gineceu possui um ovário ínfero e unicolar, composto por vários carpelas e diversos óvulos com uma placenta carnosa.

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Fruto
Os cactos possuem frutos do tipo baga, ou mesmo cápsula carnosa, que podem chegar a ter até 3 mil sementes. Alguns cactos podem viver até 300 anos, enquanto outros vivem apenas 25 anos.

Adaptação à seca
Em alguns ambientes que ocorre pouca precipitação pluviométrica como, desertos, caatingas, lugares semi áridos e cerrados, as plantas, conhecidas como xerófitas, possuem folhas espessas e reduzidas e são suculentas.

Todos os cactos são suculentos, além disso, apresentam diversas outras adaptações para sobreviver nesse tipo de ambiente. Algumas famílias de suculenta como Agavaceae, Crassulaceae, Liliaceae, Euphorbiaceae  e Vitaceae, reduzem sua transpiração para perder menos água através do metabolismo ácido crassulaceano. Quando a transpiração não ocorre durante o dia, os estômatos das plantas permanecem fechados enquanto que a planta armazena dióxido de carbono, que ficará ligado ao ácido málico que será liberado aos poucos através da fotossíntese.

A expectativa de vida de um cacto raramente é superior a 300 anos, e há cactos que vivem somente 25 anos, os quais já florescem com dois anos.

Os cactos são originários quase exclusivamente do Mundo Novo. Isto significa que são nativas somente das Américas e Caribe. Há entretanto uma exceção, a Rhipsalis baccifera, esta espécie ocorre também na África Tropical, Madagascar e Sri Lanka além da América Tropical.

Rhipsalis
Acredita-se que os cactos devem ter evoluído nos últimos 30 a 40 milhões de anos. Há muito tempo, as Américas estiveram unidas aos outros continentes, mas separaram-se devido ao movimento das placas tectônicas. A espécie original do novo mundo deve ter-se desenvolvido após a separação dos continentes. Distância significativa entre os continentes somente ocorreu em torno dos últimos 50 milhões de anos. Isto pode explicar porque os cactos são tão raros na África.

Quando os cactos evoluíram os continentes já se tinham separado. Muitas suculentas dos velho e novo mundos apresentam uma semelhança impressionante com os cactos e são frequentemente referidos como “cactos” pela população. Isto é, entretanto, devido à evolução paralela; nenhuma delas é proximamente relacionada às Cactaceae.

cactos
Habitat dos cactos
Quando estão em habitat natural, o solo fica completamente seco ao longo do ano (a maioria das vezes), devido a esse fato os cactos precisam de uma adaptação para serem resistentes a esse tipo de seca muito longa. Essas plantas são suculentas e bastante resistentes para reter umidade e sobreviver em ambientes bem secos.

Com capacidade para absorver gás carbônico do ar durante a noite, através da abertura de seus estômatos, realizam trocas gasosas para a realização da fotossíntese e assim evitam abrir os estômatos durante o dia, que é mais quente dessa forma pouca água é perdida pela respiração. A ausência de folhas nessas plantas e a epiderme dura, serve para ajudar a transpiração, sendo o mínimo possível, que permite uma perda de umidade para o ar mínima.

Usos
Os cactos são cultivados no mundo todo, e possuem uma visão bem familiar em vasos e jardins decorativos onde o clima é quente. Frequentemente fazem parte de jardins xerofíticos ou jardins em lugares de regiões áridas. Alguns países como Austrália possuem limitações em relação ao fornecimento de água da cidade, dessa forma, plantas que são mais resistentes à seca são mais populares.

Echinocactus grusonii
Com essa noticia várias plantas resistentes à seca como o cacto têm seu cultivo amplamente difundido nesses países. Espécies como Echinocactus grusonii conhecido popularmente como Cacto-dourado do tambor, são bem valorizados em projetos de paisagismo. Comumente usado como cerca viva em lugares onde não há tantos recursos naturais ou meios financeiros para que uma cerca permanente seja construída.

Esses tipos de cercas são usados por proprietários e por paisagistas como segurança. Os espinhos intimidam pessoas desconhecidas e não autorizadas a aventurar-se em propriedades privadas, podendo impedir arrombamentos quando plantados próximos a janelas também.

Usos no paisagismo e na decoração
Existem cactos que são muito procurados para decoração e paisagismo, pois quando plantados em vasos brancos dão um ar mais sofisticado, uma das espécies mais procuradas é a Euphorbia lactea cristata. Esses cactos suculentos podem ser plantados em pequenos vasos e podem ser distribuídos em qualquer local da casa, sobre mesas ou na varanda.

Euphorbia lactea var. cristata
A utilização de vasos em cor branca ou outros tons dão destaque ao cacto. Montar um jardim apenas com cactos de diferentes espécies pode se tornar uma atividade apaixonante. Cactos são plantas que não necessitam de tanta manutenção como as outras plantas normais. As regas são feitas poucas vezes no mês e não há poda para essas plantas. Além de elas serem visualmente muito bonitas, deixaram o seu jardim com ar bem exótico.

Usar vasos de vidro e areia também deixam o ambiente bem exótico, lembrando o deserto e pode combinar com decorações artesanais. Algumas espécies são tão pequenas que podem ser plantadas até em xícaras de café, que deixadas na cozinham também dão outra cara ao ambiente.

Cereus hilmannianus sp uruguayanus
Alguns cactos, como o Cereus, ficam muito bem na entrada das casas, como eles são conhecidos como protetores do lar, a entrada é um bom lugar para ser colocado. Existem diversas maneiras de decorar a casa com diferentes tipos de cactos, os maiores são mais indicados para ficar do lado de fora, mas existem muitas espécies de cactos que têm pequeno porte, e você pode decorar a casa do lado de dentro com estes.

Depois que bem posicionar os cactos da maneira como preferir, não se esqueça de deixá-los longe de locais de passagem, pois devido aos seus espinhos acidentes podem acontecer e pessoas podem se machucar feio.

Os cactos são plantas espinhentas que crescem tanto como árvores, arbustos ou forrações. A maioria diretamente sobre o solo, mas há grande quantidade de espécies epífitas.

Praticamente todos os cactos contém uma seiva amarga, algumas vezes leitosa, em seu interior.

Selenicereus grandiflorus
Reprodução dos cactos
Alguma flores de cacto formam longos tubos de até 30 cm de modo que somente as mariposas possam alcançar seu néctar e consequentemente polinizá-las. Há também exemplos de especializações para morcegos, beija-flores e algumas espécies de abelhas. A duração das flores é muito variável. Muitas flores, por exemplo, as do Selenicereus grandiflorus, popularmente conhecido como Rainha-da-noite, somente permanecem inteiramente abertas por duas horas noturnas. Outros cactos florescem por uma semana inteira. A maioria dos cactos necessitam de um polinizador. Alguns são autógamos e auto polinizam-se. Devido à sua elevada habilidade em reter a água, partes destacadas das plantas podem sobreviver por longos períodos e raízes desenvolvem-se em qualquer segmento do corpo da planta.

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Cultivo em vaso
Um bom substrato é essencial podendo ser composto da seguinte maneira: 50% de areia lavada de rio, 50% de terra vegetal. Pode ser acrescentado o húmus de minhoca na proporção de um terço do volume de terra vegetal. Os espécimes jovens não devem ser expostos diretamente ao sol o dia inteiro, precisando apenas de luminosidade intensa. A rega não deve ser excessiva, pois pode apodrecer o cacto.

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Tem muita gente que opta por ter mini-cactos em casa porque acreditam que eles demandam menos atenção e cuidado que outros tipos de plantas que necessitam de água todos os dias. De certa forma não deixa de ser verdade que esse tipo de planta exige menos tempo do seu dono, mas como todo ser vivo necessita de alguns cuidados e atenção.

Quem estiver pensando em ter mini-cactos em casa ou no jardim é importante que saiba que dos os cuidados essenciais para que essas plantas cresçam e se desenvolvam da melhor forma possível.

Os cactos
Os cactos pertencem à família Cactaceae e possuem aproximadamente 84 gêneros e umas 1.400 espécies nativas das Américas. Em geral esse tipo de planta é usado para fins ornamentais, mas também pode ser utilizada na agronomia.

Podemos definir essas plantas como pouco usuais uma vez que estão adaptadas a ambientes extremamente áridos e quentes. Uma das principais e mais curiosas características dos cactos é a capacidade de conservar água.

Essas plantas são um ótimo exemplo de adaptação ao ambiente extremo, o caule do Cacto se expandiu em estruturas suculentas verdes e perenes para conseguir conter a clorofila que é necessária para a vida.

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Os espinhos são as folhas que no processo de evolução se reduziram, a principal função deles é realizar a respiração da planta. Também são essenciais para a produção de energia e transpiração do cacto. Os espinhos ajudam a evitar a grande perda de água, um dos motivos que torna essa planta capaz de armazenar o líquido da vida.

Quando o cacto está inserido na natureza os espinhos também tem a função de proteção da planta contra possíveis predadores.

Como cuidar dos mini-cactos em casa
Os cactos podem ser plantados a partir de mudas e também sementes compradas em lojas especializadas em jardinagem. Porém, somente plantar não será o suficiente para que eles cresçam e se desenvolvam. Como toda planta os cactos também precisam de atenção e cuidados.

As regas
Ao contrário de muitas plantas o mini-cacto não gosta muito de água isso porque é uma planta que tem a capacidade de armazenar uma grande quantidade do líquido. Por isso a dica é que a rega seja feita apenas uma vez por semana durante o verão.

Durante o inverno as regas podem ficar reduzidas a apenas 1 por mês. Caso coloque muita água nos cactos está arriscado matá-los. Se sua região for muito úmida é importante usar vasos de cerâmica, pois eles ajudam a manter a planta longe da umidade.

Por isso nunca regue os cactos mais do que o necessário, pois pode acabar matando a planta.

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Adubando os cactos
Como toda planta, pode ser necessário usar adubo para ajudar a crescer e se desenvolver. Vale a pena ficar de olho se o mini cacto está saudável e se for necessário procure por um tipo de adubo específico.

Os cactos precisam ter produtos que foram pensados para eles e não para outros tipos de plantas, pois não estamos falando de um vegetal como outro qualquer.

Tamanho do vaso para mini-cacto
Uma coisa interessante em relação ao cacto é que o tamanho do vaso influencia no tamanho final da planta. Quanto maior for o vaso que for usado maior ele ficará, então pense nisso na hora de escolher o da sua planta.

Pedrinhas para decorar
Uma forma de ajudar a preservar a umidade e decorar o vasinho, é colocar pedrinhas sobre a terra, por isso é tão comum ver esse tipo de planta com pedrinhas. Um adubo natural que pode ajudar o seu mini cacto é casca de fruta picada.

Uma dica importante é evitar mexer e balançar o cacto, pois isso pode prejudicar o seu desenvolvimento. Não parece, mas se trata de uma planta bastante sensível.

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Onde comprar mini-cactos?
É possível encontrá-los em diversos lugares, como por exemplo, em supermercados, casas de jardinagem, floriculturas ou mesmo em exposição de flores e demais acessórios de jardinagem.

Os preços são bastante acessíveis podendo encontrar cactos a partir de R$ 3,00. Trata-se de uma planta que pode ser ótima companhia e não exige tanta atenção do dono. Podem ajudar a trazer mais sofisticação ao ambiente em que estão inseridos. Na verdade tudo depende de como você insere essas plantas na sua casa.

O uso do mini-cacto na decoração
Quando temos mini-cacto em vaso em branco o resultado é algo mais elegante que ajuda a sofisticar o ambiente. Já quando contamos com vaso cor de terra criamos um ambiente mais rústico em torno da planta.

Também podemos criar uma idéia de ambiente mais árido usando um vaso preto, o cacto por si é uma planta que fala muito e passa uma ideia de força e ao mesmo tempo de independência.

O cacto é uma planta bastante diferenciada e que transmite grande personalidade para a sua casa e diz muito sobre você.

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Estufas improvisadas no cultivo de Cactos
Profissionais que trabalham com o cultivo de cactos contam com a tecnologia ao seu favor na hora de promover um ambiente controlado e próximo do extremo de calor que essas plantas exigem. Porém, como nem sempre temos acesso a essa tecnologia é importante contar com a criatividade.

Nesse caso a dica é substituir as super-estufas tecnológicas por garrafas PET, o mais legal é que você ainda promove a reciclagem. Comece o procedimento plantando os cactos em vasos definitivos, é importante que esse vaso seja proporcional ao tamanho atual do cacto.

Depois de fazer o replante é necessário regar a terra que envolve o cacto, coloque então a garrafa PET. Basta cortar o fundo da garrafa e encaixá-la sobre o mini-cacto, observe que o excesso de água escorrerá de forma normal para o fundo do vaso e ficará uma boa umidade na garrafa.

Essa umidade que fica que na estufa improvisada será absorvida pelo mini-cacto. Esse truque da mini-estufa pode ajudar a acelerar em até 25% o crescimento da planta.

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Urumbeta é espécie de planta da família das Cactaceae que tem sua origem na América do Norte, com maior incidência no México.

Trata-se de um cacto que pode ser cultivado facilmente em qualquer região e, dependendo da região, ela vai receber diversos outros nomes como cacto-sem-espinhos, palma-doce, palma-miúda, palma-forrageira, palmatória-doce, entre outros.

Essa planta pode chegar até 5 m e altura se cultivada corretamente. Adapta-se muito bem à climas secos, o que a torna caracterizada como uma planta xerófita.

Seu ramo é articulado e achatado, o caule já é cilíndrico. As folhas são bem poucas e com espinhos pequenos ao seu redor.

A formação dos ramos dessa planta é chamada popularmente de “Palma” e é exatamente a palma que se torna responsável pela fotossíntese da planta. As flores da urumbeta são um pouco alaranjadas, rosas ou vermelhas e possuem um estame na cor rosa bem longo, o que dar uma aparência bem exótica a essas flores.

Elas aparecem durante todo o ano, já que a urumbeta possui ciclo de vida perene, mas entre setembro e março o florescimento é maior.

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Cultivo da urumbeta
O cultivo da urumbeta é muito simples porque como ela é uma planta rústica, não vai exigir tantos cuidados. Ela pode ser cultivada sozinha ou em grupos e também quando tutorada pode ser usada como cerca viva, pois devido os seus espinhos torna-se bastante defensiva. Pode ser plantada diretamente ao solo ou em vasos.

O cultivo deve ser feito sob o sol pleno ou a meia sombra. O solo deve estar devidamente fertilizado e ser bem drenável e preferencialmente ser arenoso.

Se quem for cultivar essa planta em uma região onde o clima é mais seco, será tranquilo, inclusive essa resiste bem à períodos de estiagem, assim como à solos de baixa fertilidade. Claro que se for cultivado em um solo mais rico e mais irrigável, ela vai florescer mais e melhor e os intervalos entre uma brotação e outra será menor também. A urumbeta multiplica-se por sementes e também por estaquia dos artículos.

Pragas
A cochonilha é uma praga bem comum na urumbeta. Apesar de muitas vezes a implantação desse inseto na planta ser intencional, já que ele é responsável pela produção do carmim, se não existir um controle desse bichinho, ele pode acabar matando a sua planta.

Essa praga é um parasita muito pequeno e são sempre brancos, que se alimentam da seiva das plantas até que retirem todo esse alimento e a planta seque. Para identificar a cochonilha na planta, bolinhas brancas serão encontradas grudadas nos caules, parecendo algodão, principalmente próximo às folhas.

Como elas transformam a seiva da planta em um gel parecido com mel, pode atrair outros insetos e formigas, o que aumenta mais ainda o ataque da planta doente. A falta da seiva na planta faz com que ela fique também propícia à outros fungos.

A interrupção desse bichinho na sua planta, só é feito através de predadores, no caso a joaninha  e alguns tipos de vespas.

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Mas além da cochonilha, outros problemas de doenças de plantas vão afetar a urumbeta. A umidade excessiva, por exemplo, vai fazer com que a urumbeta crie um fungo responsável pelo apodrecimento de diversas partes da planta.

Esse fungo pode ser identificado rapidamente, quando começarem a aparecer manchas marrons na extensão da sua planta e a mesma começar a murchar apenas em algumas partes.

Para solucionar esse problema as regas poderão ser suspensas, pois com certeza está fazendo com uma frequência maior do que a devida. Lembrando sempre que como a urumbeta é um cacto e cactos são típicos de regiões mais secas, naturalmente essa planta não vai exigir tanta umidade em seu corpo ou no solo onde está plantada.

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A Echinocactus grusonii, chamado popularmente de Cadeira-de-sogra tem origem na América do Norte e sua maior incidência é do México. Categorizada como uma planta suculenta e também um cacto, a cadeira-de-sogra é uma planta de ciclo de vida perene e se você apresentar as condições ideais de cultivo, mínimas para a espécie, será bem fácil de ter no jardim.

Apesar de ser de origem norte americana, a cadeira-de-sogra pode ser cultivada em qualquer região e devido a isso, vai também receber outros nomes populares como cacto-bola, poltrona-de-sogra, entre outros.

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Assim como qualquer planta, a cadeira-de-sogra vai com certeza se adaptar em alguns tipos especiais de clima, como as regiões que apresentam os climas Equatorial, Semiárido, Subtropical e Tropical. Dessa forma ela pode chegar até 1 m de altura, seu tamanho máximo.

A cadeira-de-sogra tornou-se um dos cactos mais populares em jardins apesar de estar, segundo pesquisadores e estudiosos da área, ameaçado na natureza.  A aparência da planta é bem nodosa e tem o seu crescimento aparentemente como um grande globo.

Quando está na sua fase adulta, ela chega a ter 35 costelas, que são divisórias, camadas, da planta. Na fase mais jovem, consequentemente essa quantidade será menor. Os espinhos são longos e apresentam-se na forma reta ou curvada, dependendo muito do tipo da planta.

As cores sempre amarelas e em casos mais raros, eles aparecem na cor branca. As flores da cadeira de sogra são amarelas também e brotam sempre no verão, ao redor da coroa que forma a planta.

Um detalhe muito importante é que elas só aparecem quando a planta atinge 20 anos de vida e depois da primeira floração, as flores voltam a aparecer sempre na mesma época. Como é um cacto, você não encontrará folhas nessa espécie e a fotossíntese então, vai ser feita pelo tronco.

Para aquelas pessoas que gostam de colecionar espécies diferentes e exóticas de plantas, essa é uma espécie perfeita, não somente pela sua forma como também pela sua durabilidade e adaptabilidade em qualquer ambiente.

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Como cultivar a cadeira-de-sogra
Muita gente pode ter a cadeira de sogra em jardins do estilo mexicano, jardins de pedra ou qualquer um nessa linha, pois a planta se encaixa perfeitamente nesses casos. Aquelas pessoas que gostam de colecionar diferentes tipos de plantas, preferem manter a cadeira-de-sogra em vasos bem largos e bem rasos, o que é uma ótima opção também, principalmente quando decoradas com pedrinhas.

O cultivo deve ser feito em solo bem permeável e as regas regulares e periódicas. A planta gosta de sol, assim como todo cacto, portanto o canteiro deve ficar a sol pleno e caso opte por cultivar em um espaço interno ou que não tenha acesso com muito sol, pode deixar a meia sombra, mas que receba luz solar por pelo menos 4 horas por dia.

Típica de regiões onde o clima é mais quente, a cadeira-de-sogra não vai resistir a cultivos feitos em regiões com o clima frio ou geadas. A multiplicação da planta é feita por sementes que devem ser implantadas em solo devidamente tratado.

Como foi dito mais acima, a cadeira-de-sogra é um típico cacto e, portanto vai ser uma planta mais resistente tanto ao calor e exposição ao sol como também ao espaçamento das regas. Mas mesmo sendo tipicamente uma planta com mais força para alguns fatores, ainda assim é preciso tomar algumas precauções, pois pequenos problemas podem danificar a sua planta para sempre, quando não a matam.

A cadeira-de-sogra, assim como diversos cactos podem ser comprados em lojas de jardinagem e supermercados. Quando essas plantas são adquiridas, elas na maioria das vezes têm menos de três anos, então os cuidados devem ser diretos, como o tratamento da terra de cultivo e as regas.

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Nessa primeira fase, os cactos não apresentam tanta resistência ao sol, então o ideal é deixá-los em um lugar com sombra até que ele se desenvolva mais. As regas vão mudar de acordo com o período do ano.

Por exemplo, no verão com certeza deve ser regado mais do que no inverno. Quando então for mês mais quente do ano, o ideal é que seja regado com intervalos de 5 ou no máximo 6 dias, isso também se a planta tiver mais de três anos, menos que isso a cada 4 dias é o suficiente.

Já nos meses mais frios, esse espaçamento pode aumentar para 12 dias quando o cacto tiver mais de três anos e 8 dias quando forem os mais jovens. Um fator importante que deve ficar atento quando for regar a sua planta, é que o ideal é deixá-la úmida, jamais encharcada.

Evite que poças se formem ao redor do seu cultivo. Quando for regar, despeje a água de forma devagar, de preferência dando espaçamentos para que a terra absorva toda a água antes de despejar mais.

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Nativa de regiões desérticas da África, o colar-de-pérolas é uma planta suculenta muito curiosa, devido à forma esférica de suas folhas, semelhantes à ervilhas. Esta adaptação das folhas torna a planta muito resistente à perda de água e consequentemente aos períodos de seca.

As folhas ainda tem uma estreita faixa transparente, como um janela, para que a luz penetre no seu interior e aumente a fotossíntese. Quando sob iluminação suficiente, produz flores pequenas, compostas, brancas e com um delicioso perfume de canela. Ocorre ainda uma variedade de folhas variegadas.

É uma espécie suculenta muito utilizada como uma planta pendente. Além do seu nome popular mais conhecido, a espécie pode ser chamada de rosário ou pérola-verde.

Com relação a sua altura de crescimento, é considerada uma planta de pequeno porte, atingindo menos de 15 cm no geral. No que se relaciona ao seu ciclo de vida, ele pode ser perene, mas deve ser cultivado em luz difusa, meia sombra e sol pleno.

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Descrição da espécie
A planta colar-de-pérolas é herbácea, suculenta e rasteira, cultivada para ser usada como uma planta pendente. Suas hastes costumam crescer bastante, atingindo entre 0,60 e 1,00 m de comprimento.

Durante a época do verão, as suas folhas costumam ficar em uma coloração verde clara, mas é muito mais comum que as folhas comecem a nascer com uma tonalidade em verde escuro.

As folhas costumam parecer com ervilhas bem verdinhas, sendo pequenas demais, possuindo no máximo 0,5 cm de diâmetro. O pecíolo dessas espécies, que ficam nas folhas, é quase séssil. Do mesmo, parte uma linha com uma cor verde mais escuro do que aquele que começa a crescer no início do crescimento das folhas de verdade.

O tom é meio transparente que acaba por terminar em uma pequena ponta, sendo bastante parecido com uma pérola, chegando a ser comparada com o acabamento para brincos. Esta planta costuma ser muito resistente as temperaturas baixas e quando está para ser cultivada, prefere os climas mais quentes. Por causa disso, são possibilitadas de serem cultivadas em diversas partes do Brasil, por exemplo. As temperaturas amenas também não acabam por estragar o desenvolvimento desta espécie.

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As flores da planta podem crescer de forma rápida, igualando-se as suas folhas. Todas as flores crescem em formato de capítulos, com a coloração bem branca e com os estames coloridos de uma cor púrpura, extremamente forte e que acaba por atrair alguns insetos polinizadores. As flores costumam florescer na primavera e possuem um perfume bastante chamativo, diferente e que atrair alguns insetos.

Modo de cultivo
Para começar, a espécie é propriamente cultivada em vasos, para que desenvolva a sua forma pendente, demonstrando toda a sua beleza. Durante o verão, por mais que a espécie tolere muito bem as altas temperaturas, o sol nunca poderá incidir por completo em suas folhas, evitando este contato direto.

Mesmo assim, o local de cultivo deverá estar repleto de luz para o seu bom desenvolvimento. Portanto, um lugar ideal ara começar o cultivo desta suculenta é um que seja bem luminoso, pegando o sol fraco das manhãs, mas que tenha sombras para proteger a planta do sol forte da tarde.

Com relação às regas, elas devem ser mais espaçadas durante as épocas quentes, possuindo mais resistência dessa maneira para suportar o calor. Assim, para irrigar, o substrato deve estar bem seco, mas as regas, mesmo que espaçadas, devem ser abundantes.

No inverno, a quantidade de água deve ser diminuída para evitar que fungos surjam ao longo das folhas e também do solo onde a espécie se encontra. Nesta etapa do cultivo, é preciso presta muita atenção, já que os fungos apodrecem as plantas por completo.

O substrato para cultivo deverá ser muito bem drenado, onde muita matéria orgânica deverá estar presente. Areia e outros materiais orgânicos de textura bem grosseiras também devem estar presentes no solo de cultivo. Neste caso, usar húmus de minhoca misturados com compostos orgânicos pode ser uma ótima opção para começar a preparar o solo para cultivo, de forma que a planta comece a se desenvolver da forma mais correta possível.

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O recipiente para cultivo como vasos e jardineiras não podem ser extremamente profundos justamente para que a matéria orgânica possa penetrar com mais facilidade no interior das plantas.

Durante a drenagem e as regas, colocar no fundo dos vasos a chamada manta geotêxtil. Ela vai ajudar a gerar uma efusão para que a água de irrigação não fique presa ao solo, podendo estragar a plantação.

Junto à manta, uma mistura de areia úmida também poderá ser colocada para permitir a vasão da água durante as regas em todas as épocas do ano. Ao preencher o solo com os objetivos necessários, colocar a muda e acomoda-la bem ao fundo.

Logo em seguida, preencher o buraco com o substrato já preparado, ou seja, o resto do solo que foi usado em toda a preparação prévia do substrato orgânico para a planta. Nunca esquecer de regar assim que a sua planta estiver bem acomodada.

No início do cultivo, é sempre bom proteger a espécie do frio, chuvas e do calor excessivo. O ideal mesmo é que ela permaneça em um local mais arejado pelo menos nos primeiros dias do seu crescimento, para que ela possa se acostumar com o ambiente.

Vale lembrar que o seu florescimento não ocorre em todas as regiões em detrimento deste fato.

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