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Posts para categoria ‘Cactos e Suculentas’

rosa-de-pedra

No nosso calor tropical ou nos desertos da África, cada espécie de planta tem o seu jeito de sobreviver. Da mesma forma que o coqueiro guarda, em cada coco, toda aquela água cheia de nutrientes para poder se reproduzir em solos arenosos, a família das suculentas também conserva líquidos (os chamados “sucos”, daí a origem do nome) dentro das folhas e caule para resistir a climas mais difíceis.

Por isso, as plantas dessa espécie são algumas das mais fáceis de manter em climas tropicais como o nosso. As suculentas produzidas em viveiros estão acostumadas a condições mais amenas, com um pouco de sol e água por dia, sem exageros. Já as versões “naturais” são mais resistentes a exposições mais longas ao sol – mas também exigem um pouco mais de água. Para um jardim regado todos os dias, é preciso um bom sistema de drenagem: em jardineiras, por exemplo, é importante ter um ralo para escoar o excesso de água.

Além de tudo isso, elas se reproduzem com muita facilidade: é só tirar uma folhinha e plantar, molhando a terra um pouco (a cada dois dias). Depois de uma semana, você já tem uma linda suculenta enfeitando o jardim.

Cuidados com as suculentas
As plantas suculentas necessitam de cuidados especiais durante o inverno. Neste período é preciso regular as regas, cobrir ou remover as plantas para proteger contra geadas.

A rega deve ser espaçada, pois o excesso pode provocar o apodrecimento das raízes. Por isso, as regas devem ser feitas em dias ensolarados, para o sol secar o excesso de umidade, e com água morna, sendo que os intervalos entre as regas variam entre diferentes espécies de plantas suculentas.

A rega nos Kalanchoe spp., por exemplo, pode ser realizada uma vez por semana. Tanto as plantas suculentas cultivadas em vaso como as plantadas em terra necessitam de luz intensa e direta o maior número de horas possível.

No inverno o sol é fraco e não proporciona a mesma quantidade de luz que as outras estações. Dentro de casa, com o uso de ar condicionado a temperatura fica adequada, mas faz com que o ar fique muito seco, o que é prejudicial para as plantas.

As plantas suculentas também são muito sensíveis a geadas, provocando sintomas de queima, pois estas são naturais de regiões em que não há ocorrência de geadas. As plantas suculentas em jardins podem ser protegidas por tendas de polietileno ou outras películas plásticas armadas sobre elas no final do dia, ou se não incomodar o fator estético, a tenda pode ficar armada durante todo o inverno até haver passado o risco de geadas.

Plantas em vaso, que estão ao ar livre, podem ser removidas do local, sendo levadas para dentro de casa ou para estufas ornamentais. Estas estufas fornecem controle de iluminação, umidade relativa e temperatura ideal.

Use um substrato bem drenado, da seguinte maneira1 parte de terra vegetal; 1 parte de terra comum; 2 partes de areia de construção grossa.

Reprodução através das folhas
Multiplicar suculentas é muito fácil: pegue qualquer folha que caiu, deixe-a cicatrizar por um dia e logo jogue em cima da terra – do jeito que cair, está bom. Ela tem reservas de nutrientes e de água e dentro de aproximadamente uma semana lança finíssimas raízes.

A folha mãe vai sendo sugada, até que murcha completamente quando a nova plantinha, clone da planta mãe, começa a tomar vigor. Quando pequenas, todas se parecem. O “modelo” só ficará visível quando ela crescer um tanto. Depois de a plantinha pegar, regue e cubra o substrato com pedrinhas brancas, são um charme.

Adube-a com 1 colher de café rasinha de NPK 10-10-10 a cada mês nos vasinhos e elas se manterão bonitas. Use só a farinha de osso (1 colher de chá/vaso) uns 2 meses antes da floração, que ocorre na primavera.

Adube-a com 1 colher de café rasinha de NPK 10-10-10 a cada mês nos vasinhos e elas se manterão bonitas. Use só a farinha de osso (1 colher de chá/vaso) uns 2 meses antes da floração, que ocorre na primavera.
Mas não adube excessivamente seus vasos. O excesso de adubo faz com que as plantas cresçam exageradamente e fiquem muito suculentas. A planta fica estiolada (comprida e magrinha) e com as portas abertas para o aparecimento de doenças.

Deixe seus vasinhos ao sol, a maioria das suculentas gosta dele. Sempre observe o desenvolvimento e pesquise sobre as necessidades da sua planta, só assim ela ficará sadia e poderá oferecer toda sua beleza.

Não use pulverizadores em suas suculentas para não formar um ambiente úmido em torno das plantas. Essa é só uma sugestão – você descobre a medida – se perceber que suas plantas estão murchando, aumente gradativamente a quantidade de água.

Reprodução por estaquia de galhos
Caso a planta tenha caule lenhoso, é possível fazer a muda a partir de galhos.

- Escolha um galho saudável e com folhas novas. Corte o galho com estilete afiado e limpo;

- Elimine as folhas maiores ou corte-as ao meio. Espere um ou dois dias para que o local do corte fique seco.

Dia-de-Chuva

mini-cacto

Algumas pessoas optam por ter mini-cactos em casa porque acreditam que eles demandam menos atenção e cuidado que outros tipos de plantas que necessitam de água todos os dias. De certa forma não deixa de ser verdade que esse tipo de planta exige menos tempo do seu dono, mas como todo ser vivo necessita de alguns cuidados e atenção.

Se você está pensando em ter mini-cactos em casa ou no jardim é importante que saiba que sais os cuidados essenciais para que essas plantas cresçam e se desenvolvam da melhor forma possível. Confira abaixo dicas de como cuidar dessas belas e diferentes plantas.

Características dos mini-cactos
Os mini-cactos podem ser plantados a partir de mudas e também sementes compradas em lojas especializadas em jardinagem. Porém, somente plantar não será o suficiente para que os seus Cactos cresçam e se desenvolvam. Como toda planta os seus mini-cacto também precisam de atenção e cuidados.

Estufas improvisadas
Os profissionais que trabalham com o cultivo de mini-cactos contam com a tecnologia ao seu favor na hora de promover um ambiente controlado e próximo do extremo de calor que essas plantas exigem. Porém, como nem sempre temos acesso a essa tecnologia é importante contar com a criatividade.

Nesse caso a dica é substituir as superestufas tecnológicas por garrafas PET, o mais legal é que você ainda promove a reciclagem. Comece o procedimento plantando os seus mini-cactos em vasos definitivos, é importante que esse vaso seja proporcional ao tamanho atual da sua planta.

Depois de fazer o replante é necessário regar a terra que envolve a planta, coloque então a garrafa PET. Basta cortar o fundo da garrafa e encaixá-la sobre a planta, observe que o excesso de água escorrerá de forma normal para o fundo do vaso e ficará uma boa umidade na garrafa.

Essa umidade que fica que na estufa improvisada será absorvida pelo mini Cacto. Esse truque da miniestufa pode ajudar a acelerar em até 25% o crescimento da sua planta.

Regas
Ao contrário de muitas plantas o mini-cacto não gosta muito de água isso porque é uma planta que tem a capacidade de armazenar uma grande quantidade do líquido. Por isso a dica é que a rega seja feita apenas uma vez por semana durante o verão.

Durante o inverno as regas podem ficar reduzidas a apenas 1 por mês. Se você colocar muita água no seu mini cacto arrisca mata-lo. Se você mora numa região muito úmida é importante usar vasos de cerâmica, pois eles ajudam a manter a sua planta longe da umidade.

Nunca regue os mini-cactos mais do que o necessário, pois você pode acabar matando a sua planta.

Adubando os mini-cactos
Como toda planta pode ser necessário usar adubo para ajudar a crescer e se desenvolver. Vale a pena ficar de olho se o seu mini-cacto está saudável e se for necessário procure por um tipo de adubo específico.

Os cactos precisam ter produtos que foram pensados para eles e não para outros tipos de plantas, pois não estamos falando de um vegetal como outro qualquer.

Tamanho do vaso
Uma coisa interessante em relação ao Mini-cacto é que o tamanho do vaso influencia no tamanho final da planta. Quanto menor for o vaso que você usar para o Mini-cacto, menor ele ficará, então pense nisso na hora de escolher o da sua planta.

Usando pedrinhas para decorar
Uma forma de ajudar a preservar a umidade é colocar pedrinhas sobre a terra, por isso é tão comum ver esse tipo de planta com pedrinhas. Um adubo natural que pode ajudar o seu mini-cacto é casca de fruta picada.

Não mexa nos mini-cactos
Também é importante que você evite mexer e balançar o seu mini-cacto, pois isso pode prejudicar o seu desenvolvimento. Não parece, mas se trata de uma planta bastante sensível.

Onde comprar mini-cacto?
É possível encontrar os mini-cactos em diversos lugares para comprar como, por exemplo, em supermercados, casas de jardinagem, floriculturas ou mesmo em exposição de flores e demais acessórios de jardinagem.

Os preços são bastante acessíveis podendo encontrar Mini-cCacto a partir de R$ 3,00. Trata-se de uma planta que pode ser ótima companhia e não exige tanta atenção do dono. Podem ajudar a trazer mais sofisticação ao ambiente em que estão inseridos. Na verdade tudo depende de como você insere essas plantas na sua casa.

Os mini-cactos na decoração
Quando temos mini-cacto em vaso em branco o resultado é algo mais elegante que ajuda a sofisticar o ambiente. Já quando contamos com vaso cor de terra criamos um ambiente mais rústico em torno da planta.

Também podemos criar uma ideia de ambiente mais árido usando um vaso preto, o cacto por si é uma planta que fala muito e passa uma ideia de força e ao mesmo tempo de independência.

O cacto é uma planta bastante diferenciada e que transmite grande personalidade para a sua casa e diz muito sobre você.

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cacto-parafuso((Cereus Peruvianos var. Tortuosus) )

No feng shui, cactos são considerados grandes guardiões da casa e purificadores do ambiente – acredita-se até que formem uma barreira contra as ondas emitidas por aparelhos eletrônicos. Crenças fantasiosas à parte, esse nativo de regiões áridas e isoladas é um exemplo de perseverança, adaptabilidade e integração.

Os cactos crescem em muitas partes do mundo. A América do Sul e a África do Sul são especialmente representativas dos diferentes tipos de cactos existentes no nosso planeta.

Os Cactos pertencem à família Cactaceae e possuem aproximadamente 84 gêneros e umas 1.400 espécies..Em geral esse tipo de planta é usada para fins ornamentais, mas também pode ser utilizada na agronomia.

Podemos definir essas plantas como pouco usuais uma vez que estão adaptadas a ambientes extremamente áridos e quentes. Uma das principais e mais curiosas características dos Cactos é a capacidade de conservar água.

Essas plantas são um ótimo exemplo de adaptação ao ambiente extremo, o caule do Cacto se expandiu em estruturas suculentas verdes e perenes para conseguir conter a clorofila que é necessária para a vida.

Os espinhos são as folhas que no processo de evolução se reduziram, a principal função deles é realizar a respiração da planta. Também são essenciais para a produção de energia e transpiração do Cacto. Os espinhos ajudam a evitar a grande perda de água, um dos motivos que torna essa planta capaz de armazenar o líquido da vida.

Quando o Cacto está inserido na natureza os espinhos também têm a função de proteção da planta contra possíveis predadores.

Os cactos sempre foram plantas populares, em parte devido à enorme variedade de cactos que se pode encontrar, mas também pelos poucos cuidados que exigem para crescer e viver. Isto significa que os cactos são as plantas ideais para todo o tipo de jardineiro.

O fato da maioria dos cactos necessitar de poucos cuidados para gozar de boa saúde, torna-os extremamente fáceis de manter, tanto em interior como em exterior. Devido à enorme variedade de cactos, é difícil generalizar sobre as condições ideais para cada espécie. Cada uma tem as suas preferências. No entanto, existem muitos tipos de ambientes que se adaptam inteiramente, ou em parte, à maioria das espécies.

Vasos
O tamanho dos vasos é muito importante para os cactos. Se o vaso for demasiado pequeno pode provocar a asfixia das raízes. Os cactos crescerão pouco, ou nada, e eventualmente morrerão. Se o vaso for demasiado grande, terá demasiada terra e absorverá demasiada água, o que levará eventualmente ao apodrecimento das raízes.

Em geral, pode-se dizer que os cactos bulbosos (por exemplo, os da familia Lophophora) crescem mais confortavelmente em vasos que são apenas ligeiramente maiores que as suas raízes. Os cactos tuberosos (por exemplo, os da família Trichocereus) necessitam normalmente de vasos um pouco maiores.

Os vasos são normalmente de barro/cerâmica ou plástico. Em geral, as pessoas que fazem jardinagem como hobby, costumam escolher vasos de barro. Estes vasos permitem aos cactos respirar melhor e a terra seca mais rapidamente. Os vasos de barro são mais caros que os de plástico.

Assegura-te de que o vaso tem um ou mais buracos no fundo. Os cactos preferem absorver a água por baixo.

Terra
Uma boa mistura de terra pode fazer toda a diferença para o teu cacto. No entanto, a escolha do tipo de mistura depende em muito do tipo de clima.

A terra normal para vasos não é geralmente a adequada para a maioria dos cactos. Esta tipo de solo tem a capacidade de reter a água durante muito tempo. Isto é algo terrível para os cactos. Os centros de jardinagem costumam ter terra especial para cactos, que resulta bem para a grande maioria dos cactos. Mas, a maioria dos amantes da jardinagem prefere usar misturas preparadas por eles próprios, depois de vários anos de experiência.

Misturas a serem usadas para o substrato dos cactos:
- turfa
- fibra de coco
- terra para vasos
- cascalho miúdo
- perlite
- pedra pome
- pedra calcaria

A maior parte das misturas são compostas por 20 a 25% de matéria orgânica e o restante é material inorgânico. É muito importante que a mistura seja leve e solta. Caso contrário, irá absorver demasiada água, e provocar o apodrecimento das raízes. Os cactos também precisam de um certo número de nutrientes e de oligoelementos. Eventualmente, o solo ficará esgotado destes nutrientes.É por isso recomendada a adição de um pouco de estrume na mistura, uma vez por ano.

Luminosidade
A quantidade certa de luz é talvez a parte mais difícil na manutenção dos cactos. Especialmente se vives num país frio e escuro, deves assegurar-te que os teus cactos recebem bastante luz, pelo menos de vez em quando. Os cactos estão naturalmente acostumados a receber muita luz. A maior parte dos cactos consegue sobreviver com menos luz, mas o seu crescimento será mais lento e nunca irão florescer.

Durante o verão, os cactos normalmente recebem mais luz do que no inverno. A maioria dos cactos necessita, na realidade, de apenas algumas horas de luz solar.

Vale lembrar que excesso de luz também pode causar problemas. Se os cactos receberem demasiada luz, o lado exposto ao sol perderá a cor, resultando em queimaduras. Isto pode causar marcas permanentes.

Temperatura
É bem sabido que os cactos gostam de calor. É por isso que crescem nas regiões mais quentes do planeta. Mas mesmo os países mais quentes têm noites frias. Por essa razão, muitos cactos aguentam temperaturas mais baixas. Alguns até são capazes de suportar a geada, durante um curto período, desde que recebam calor e luz durante o dia.

Dentro de casa, os cactos podem geralmente ser mantidos a temperatura ambiente. Nas regiões onde os cactos conseguem também sobreviver no exterior, é melhor mantê-los dentro de casa durante o inverno, de qualquer forma.

Água
A causa mais comum para a morte dos cactos é o excesso de água. O nosso conselho é, portanto, não os regues demias. A maioria das pessoas acha difícil perceber quando é que os seus cactos necessitam de água. A melhor coisa a fazer é deixar a terra secar completamente antes de regar outra vez. Um medidor de humidade pode ser bastante útil nestas situações. Em caso de dúvidas, o melhor é não regar já.

No verão, os cactos necessitam de mais água do que no inverno.
Verão: rega os teus cactos uma vez por semana.
Inverno: rega os teus cactos 2 ou 3 vezes durante o período inteiro de inverno.

No entanto, estas recomendações podem variar dependendo dos cactos e do ambiente em que se encontram!

É melhor regar por baixo, onde se encontram as raízes. Por isso, os vasos devem ter sempre um ou mais buracos no fundo e um prato por baixo. Quando deitas água no prato, a terra absorve a água do fundo até ao topo, atingindo facilmente as raízes. Deita fora a água que não for absorvida após 2 minutos. Os cactos maiores poderão demorar mais 1 minuto ou 2, a absorver a água de que necessitam.

Transplante
Os cactos, e especialmente as suas raízes, não gostam de ser transplantados. No entanto, alguns crescem bastante rápido, e se os mantivermos num vaso demasiado pequeno, as suas raízes irão ressentir-se. Os cactos param de crescer e acabam por morrer. Por isso necessitam de ser transplantados, de vez em quando, para vasos maiores, para manter o crescimento.

São necessários alguns cuidados no transplante de cactos. Não são só os cactos que podem ficar danificados. Os picos são difíceis de passar despercebidos. Portanto, o melhor é usar luvas espessas ou um pano dobrado para proteger as tuas mãos, quando manuseias os cactos. A melhor época para transplantar cactos é logo a seguir ao período de inverno.

Doenças
A maioria dos cactos é vulnerável as mesmas doenças e pragas que as outras plantas de casa e jardim. Por isso é importante controlar regularmente os teus cactos. Também aqui, é melhor prevenir do que remediar. Assegura-te que crias o ambiente adequado, onde os cactos possam crescer bem, e os insetos e bactérias não tenham quaisquer hipóteses.

Os fungicidas e pesticidas podem rapidamente erradicar insetos e pragas. No entanto, tem cuidado com as super doses. Muitas vezes os cactos também morrem por causa desses produtos. Siga sempre cuidadosamente as instruções da embalagem.

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Planta conhecida popularmente como Planta-Coração devido a forma que adquire que lembra um coração. Também pode receber como nome popular Flor-de-cera ou Cacto-coração. Essa planta pertence a família a Apocynaceae e está na categoria de cactos e suculentas, trepadeiras e folhagens.

A origem da Planta-Coração é a Ásia, China, Camboja, Java, Indonésia, Tailândia, Laos e Vietnã. Pode atingir alturas entre 2.4 a 3.0 metros e a luminosidade de que precisa é a luz difusa ou meia sombra. O ciclo de vida dessa planta é o perene, uma planta incrível que pode ser ótima para ornamentação.

Trata-se de uma planta trepadeira, suculenta e epífita que possui folhas cuja forma lembra um coração. Devido a sua forma essa planta passou a ser cultivada em todo o mundo. Os seus ramos têm raízes aéreas que tem como responsabilidade absorver nutrientes de matéria orgânica no seu ambiente.

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As folhas da Hoya kerrii têm como principais características serem brilhantes, codiformes e serem de um tom verde claro. Destaque ainda para a forma variegada que possui margens de folhas de um tom branco-creme. Assim como outras flores-de-cera a Planta-Coração possui uma inflorescência do tipo umbela que é pendente e tem grande durabilidade.

O florescimento dessa planta acontece durante o verão e conta com diversas flores cerosas que são hirsutas, pequenas e com um perfume bastante suave. As flores dessa planta são o resultado da sobreposição de duas estrelas. A flor maior na base é a corola e a menor que fica no ápice é a corona. A corona é vermelha e a corola é branca.

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O Crescimento Da Planta-Coração
No começo do cultivo a planta-coração apresenta um crescimento bastante lento e que acontece em fases. Porém, depois que ela cresce um pouco começa a apresentar dezenas de folhas e assim o seu crescimento se torna mais rápido gradativamente.

Vale destacar que pode demorar anos até que a planta floresça pela primeira vez. Um tipo de planta bastante indicado para varandas e interiores que tenham uma boa iluminação.

A dica para que a sua planta cresça com saúde é cultivá-la sob meia-sombra ou então com luz difusa. O solo deve ser drenável e de preferência enriquecido com matéria orgânica, a irrigação deve ser feita regularmente. Cuide para não encharcar o substrato para que as raízes não acabem apodrecendo.

Uma planta que aprecia bastante o calor tropical, a dica é reduzir as regas durante o inverno. A fertilização orgânica é uma boa opção para a primavera e o verão, porém, deve ser leve. Cuidado também com a incidência direta do sol nas folhas, pois pode causar queimaduras nas folhas.

Se for cultivar a Hoya kerrii em vasos prefira os modelos em que a planta fique bem apertada, pois ela gosta. A multiplicação dessa planta pode ser feita facilmente através de estaquia de ramos ou mesmo de folhas. O cultivo deve ser feito de forma que as folhas ou ramos sejam colocados para enraizar no substrato humoso e drenável que deve ser mantido sempre úmido.

A espécie Hoya kerrii faz parte do gênero Hoya que é nativo do sudeste da Ásia. O nome da espécie é uma homenagem a Arthur Francis George Kerr que foi um médico britânico que colecionava plantas e que chegou a escrever livros sobre botânica.

Essa planta pode ser chamada também de “Coração Sorte” devido a sua forma e na Europa é bastante vendida no Dia de São Valentim. A trepadeira que pode chegar a medir até 4 metros de altura possui hastes de diâmetro de 7 mm. As folhas da Hoya kerrii que tem forma de coração tem largura de 6 cm e podem ter 5 mm de espessura.

As plantas adultas dessa espécie podem apresentar inflorescências de 5 cm de diâmetro e cerca de 25 flores. Essas flores têm a capacidade de produzir bolas pequeninas de néctar que tem um tom vermelho meio castanho. O cheiro dessas flores é fraco geralmente.

A planta-coração é um tipo de cacto e assim uma suculenta, devido a isso é uma planta que gosta e se desenvolve bem nos climas mais quentes do mundo. Como possui grande capacidade de armazenar água não precisa de uma rega constante, quando é regada em excesso pode acabar com as raízes apodrecidas devido ao encharcamento.

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Cereus peruvianus var. tortuosus

Originário da América do Sul, possivelmente Peru, o “cacto parafuso” se desenvolve, naturalmente, na forma espiral. A espiral pode ser no sentido horário ou anti-horário, numa mesma planta. As razões para esta diversificação não são conhecidas.

O número de costelas por haste varia de 4 a 9, formando um efeito de alta plasticidade. As plantas podem ter uma ou muitas hastes.

É indicado para cultivo em ambiente interno ou externo. Quando cultivado em vasos, o porte da planta irá depender do espaço do vaso para o desenvolvimento das raízes e crescimento da planta.

A irrigação da planta em vasos deve ser feita uma vez por mês. Utilizar meio litro de água por vez. A água pode ser colocada diretamente sobre a planta, auxiliando na remoção de pó e mantendo a planta mais vistosa. Se mantida na rua e recebendo chuva, não há necessidade de molhar. A natureza irá cuidar dela. Não tolera água acumulada. Evitar prato sob o vaso.

As flores são em número variável e surgem no final da primavera-verão: maravilhosas, grandes, branco com lilás e se abrem à noite. A razão das flores abrirem à noite é para permitir que sejam fecundadas por insetos e pássaros noturnos.

O fruto tem a forma e tamanho de uma maçã e quando maduro tem a cor avermelhada. Devido ao formato e à cor avermelhado também é chamado de “maçã dos Andes”. Os frutos apresentam um grande número de pequenas sementes em seu interior.

Quando cultivados em ambientes internos ou externos, destacam-se por suas formas exóticas criando um diferencial marcante para residências e jardins.

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Haworthia emelyae powdered sugar
A maneira de regar os cactos e suculentas pode ser diferente, dependendo do local onde se encontram, sombra ou sol intenso.

O momento de regar é sempre quando o solo estiver muito seco, tentando evitar os jatos de água muito fortes, pois podem danificar as folhas, procure usar um jato mais suave, isso toma mais tempo, mas como elas não exigem mais que uma rega por semana durante o verão, e uma vez ao mês durante o inverno esse momento chega a ser um prazer.

Certifique-se que o solo está bem seco antes da rega para que assim evite o apodrecimento das raízes. Outra forma de saber a hora de regar é quando eles estão murchinhos e sem vida.
As Euphorbias necessitam um número bem menor de rega, pois essas apodrecem com muita facilidade.

Um bom truque é colocar suas suculentas em algum lugar que ao final da tarde elas estejam a sombra, principalmente no alto calor do verão, e não esqueça no alto calor do verão é hora de aumentar a quantidade de rega e não regá-las quando ainda tiver sol, regue a tardinha, caso contrário você poderá estar fazendo um cozido de suas suculentas.

Nunca deixe água nos pratinhos, pois dependendo do tempo que ali estiverem essa água poderá ajudar a apodrecer a sua plantinha, é por isso  que o vaso ou canteiro devem ser bem drenado e arejado.

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Sedum rubrotinctum

As cobiçadas suculentas são ótimas plantas para cultivar em regiões de clima quente e árido, elas são plantas que requerem poucas regas, poucos cuidados e costumam estar sempre com uma aparência linda durante o ano todo.

Tendo alguns cuidados no inverno, certamente elas estarão belas em todas as estações do ano.

Se você mora em locais muito frios, com neve e geada, você terá que providenciar uma coberta para esses dias mais gelados. Temperaturas congelantes podem matar algumas suculentas que não são apropriadamente cuidadas.

Mesmo necessitando de alguns cuidados no inverno, as suculentas ainda assim não são plantas de difícil cuidado.

Com apenas 5 passos você cuida da sua suculenta para que ela fique linda e saudável:
1º passo

No final do outono pare de regar em excesso. As Suculentas nessa fase necessitam sentir um pouco a falta de agua, só para então receber a próxima rega. Eu costumo dizer que, quando você pensar que ela precisa de rega, espere pelo menos mais uns 3 dias.

2º passo
Certifique-se que o solo seja bem drenado. As Suculentas precisam estar em solo seco durante os meses de inverno porque suas raízes apodrecem com facilidade e isso poderá matá-las. Melhorar a drenagem de seu solo se dá pela adição de areia.

3º passo
Durante o inverno regue somente uma vez por mês, por 5 minutos e nunca regue quando o solo estiver congelado. Talvez você se sinta tentada a regar, mas não caia na tentação, com a umidade do ar ela certamente já terá a agua que necessita.

4º passo
Cubra com um pano, um lençol ou tolha as Suculentas que não são resistentes as temperaturas abaixo de zero. Assim que as temperaturas subirem retirem o pano.

5º passo
As Suculentas que forem resistentes as temperaturas abaixo de zero não necessitam ser cobertas, pois estas necessitam da circulação de ar para se manterem secas.

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Essa planta originária do México tem características únicas e escultóricas, graças a suas folhas retorcidas que lembram os tentáculos de um polvo.

Desenvolve em alturas de 600 a 1.700 acima do nível do mar, desde que cultivada em solos arenosos, bem drenados e com baixa umidade ambiental. As populações indígenas, há tempos, usam as fibras das folhas, depois de secas, para fazer sabão, devido as altas concentrações de saponina.

A silhueta é invulgar e muito jeitosa, por isso deve ocupar uma posição de destaque no jardim, tomando o cuidado com a associação de outras espécies, para não atrapalhar seu caráter escultural. Entretanto acompanha perfeitamente: Aptenias, echeverias de tonalidades rosadas, lamprantos, onze-horas e Seduns, além de pedras.

Seu porte [e de 1,00 a 1,50 m de altura, podendo alcançar 5,00 m e um diâmetro de 3,00 m em estado nativo.
Sua flor, amarela, mede 7 m de altura. Folhagem acinzentada, com folhas retorcidas formando uma roseta e bordas desprovidas de espinhos.
Própria para clima subtropical árido (suporta ventos fortes e temperaturas de até 10º) e deve ser cultivada a sol pleno.

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Lampranthus Productus

Essa espécie de suculenta muito decorativa, vem ganhando cada vez mais os jardins, por ter flores muito vistosas, mas algumas pessoas a cultivam de forma errada.

Por ser categorizado e levar o nome de cacto, muitos pensam que todos os cactos são iguais, o que não é bem verdade. No caso dessa planta, a diversidade de cultivo é bem considerável e vale a pena conhecer mais sobre o assunto.

O Cacto-margarida é uma planta originária do continente africano que está entre as espécies de plantas da família das Aizoaceae. Sua maior incidência acontece na África do Sul e categorizada como cacto e planta suculenta de flores perenes, essa espécie também pode ser utilizada como planta de forração, mas somente em ambientes onde fica ao sol pleno.

É favorecido por regiões onde o clima é equatorial, oceânico, subtropical e tropical, sendo possível chegar até 15 cm de altura quando cultivada de forma correta. Possui um ciclo de vida perene, o que significa que o florescimento leva cerca de 2 anos para surgir e vai fazer com que você tenha flores, folhas e frutos brotando durante todo o ano no seu jardim.

Lampranthus Productus
É uma planta muito suculenta e muito florífera, e pode ser utilizada em jardins como  forração. O cacto-margarida é muito semelhante à outra planta chamada “onze horas” e por esse motivo vamos encontrar muitos detalhes iguais entre o cultivo de uma e de outra. As flores da planta aparecem sempre na primavera e no verão, sempre na cor rosa e é muito adorada por abelhas.

É uma que gosta de sol, então se você vai cultivá-la em um espaço interno, procure manter o mínimo de raio solar que uma planta precisa que é de 4 horas diárias, caso contrário a sua planta não se desenvolverá de forma correta.

Por ser uma planta suculenta, ela consegue reter uma boa quantidade para manter-se hidratada por um espaço de tempo bem considerável. Por esse motivo, evite deixar a planta com muita água acumulada, assim como regar com mais regularidade. Isso pode ser feito em um espaçamento de tempo maior fazendo com que a terra seque entre uma rega e outra. O ideal é você regar 1 vez por semana caso não tenha chuvas nesse período.

Quando ao clima, a planta se desenvolve bem em regiões onde o clima é mais ameno. Evite plantar em locais onde o clima é muito frio, pois a sua planta não irá tolerar as baixas temperaturas.  Não é necessário podar essa espécie porque a sua formação já é suficiente para que ela cresça bem e bem formada.

Prefira plantá em solos ricos em matéria orgânica e que tenha uma boa capacidade de drenagem. A multiplicação do cacto margarida é feita por estacas, e estas devem ser feitas após o florescimento da planta.

Preparo do solo
Se for cultivá-lo em vaso, misture 2 partes de areia grossa de construção para 1 parte de terra vegetal e 1 parte de composto orgânico. Para que as suas mudinhas cheguem a terra e fixem-se nela com firmeza, é necessário que você prepare os vasos adequadamente.

Como preparar o vaso
-
Cubra o fundo do vaso com pedrinhas, cacos de telhas, argila expandida ou qualquer outro tipo de material que absorva a umidade.

- Em um balde ou qualquer recipiente, misture areia, terra vegetal e terra comum com uma proporção de 1 parte de cada. Nessa mistura use sempre areia de construção e nunca areia de praia, pois essa segunda possui composição salina e vai matar a sua planta.

- Adicione um pouco de húmus de minhoca, ou qualquer adubo orgânico que achar ideal.

- Agora acrescente essa mistura toda dentro do vaso e deixe espaço apenas para colocar a sua muda. Acrescente a planta, sempre retirando o plástico e complete a plantação cobrindo a planta com mais areia misturada como indicamos mais acima.

- Pressione levemente a terra de modo que a planta fique fixa mas bem fofa e a sua muda fique firme. Coloque algumas pedrinhas, mas só para decorar e pronto, sua muda de cacto margarida está devidamente plantar. Agora é só manter as regas e os cuidados ideais para que ela cresça saudável.

É bom lembrar que o lugar onde você vai deixar a sua planta, principalmente nessa primeira fase, influencia diretamente no seu crescimento. Deixe a sua planta em um local onde receba sol e ar, mas nada de forma exagerada. O ideal é que você deixe em um local mais tranquilo sob esses aspectos e após ela germinar por completo, você mude o vaso para um local definitivo.

A fertilização, independente se for feito o cultivo em vaso ou diretamente à terra, na preparação do substrato, você deve colocar 5 colheres de sopa de fertilizante do tipo NPK com formulação 04-14-08. Essa quantidade deve ser para cada metro quadrado.

Depois de 60 dias de fertilizado, acrescente 1 colher de sopa por cada planta cultivada espalhando sempre ao redor dela, jamais junto ao caule. Repita esse processo após 60 dias e mantenha essa regularidade para manter a sua planta saudável.

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Stapelia variegata

Nativa da África do Sul, a Flor Estrela da família das asclepidáceas é uma suculenta bem rústica e exótica. É também conhecida como Cacto Estrela-do-mar.

Suas folhas carnosas, chegam até 20 cm de comprimento, possuem protuberâncias parecidas com espinhos, mas que maleáveis e nada agressivas.

Com o tempo adquirem aspecto rastejante, e pendem como se fossem uma cascata verde.

As flores em formato de estrela, são o grande atrativo da espécie, surgem do verão ao outono e podem atingir até 7 cm de diâmetro, em tom amarelado e salpicado por pintas marrom-avermelhadas.
Os frutos em forma de vagem,surgem depois da floração e chegam até 12 cm de comprimento.
Aprecia sol pleno ou meia-sombra em solo arenoso e enriquecido com matéria orgânica.

Suas incríveis flores, de aparência exótica, liberam um leve cheiro que se assemelha a carniça ou peixe-podre. Mas apesar desta característica um tanto quanto bizarra, não deixam de ser flores maravilhosas e que chamam muita atenção, seus talos desenvolvem cores diferentes de acordo com a exposição ao sol.

Solo, local e informações de cultivo:
* Umidade: baixa-média.
* Temperatura: 10-30˚C. Resistente ao calor. Tolera pequenos períodos de frio.
* Luz: sol pleno a sombra bem iluminada.
* Solo: qualquer substrato que retenha água e tenha boa drenagem é suficiente. Se seu substrato não tiver muita aeração, deve incluir areia, perlita ou brita.
* pH do solo: 7.5 a 8.5 (alcalino)
* Irrigação: irrigue regularmente no verão, enquanto se desenvolve. Diminua drasticamente a irrigação no inverno.

Necessita de local com boa ventilação. No Paisagismo a planta é ideal para jardins-de-pedra, combinada com outras suculentas e cactos.

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