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Posts para categoria ‘Cactos e Suculentas’

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A maneira de regar os cactos e suculentas pode ser diferente, dependendo do local onde se encontram, sombra ou sol intenso.

O momento de regar é sempre quando o solo estiver muito seco, tentando evitar os jatos de água muito fortes, pois podem danificar as folhas, procure usar um jato mais suave, isso toma mais tempo, mas como elas não exigem mais que uma rega por semana durante o verão, e uma vez ao mês durante o inverno esse momento chega a ser um prazer.

Certifique-se que o solo está bem seco antes da rega para que assim evite o apodrecimento das raízes. Outra forma de saber a hora de regar é quando eles estão murchinhos e sem vida.
As Euphorbias necessitam um número bem menor de rega, pois essas apodrecem com muita facilidade.

Um bom truque é colocar suas suculentas em algum lugar que ao final da tarde elas estejam a sombra, principalmente no alto calor do verão, e não esqueça no alto calor do verão é hora de aumentar a quantidade de rega e não regá-las quando ainda tiver sol, regue a tardinha, caso contrário você poderá estar fazendo um cozido de suas suculentas.

Nunca deixe água nos pratinhos, pois dependendo do tempo que ali estiverem essa água poderá ajudar a apodrecer a sua plantinha, é por isso  que o vaso ou canteiro devem ser bem drenado e arejado.

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Sedum rubrotinctum

As cobiçadas suculentas são ótimas plantas para cultivar em regiões de clima quente e árido, elas são plantas que requerem poucas regas, poucos cuidados e costumam estar sempre com uma aparência linda durante o ano todo.

Tendo alguns cuidados no inverno, certamente elas estarão belas em todas as estações do ano.

Se você mora em locais muito frios, com neve e geada, você terá que providenciar uma coberta para esses dias mais gelados. Temperaturas congelantes podem matar algumas suculentas que não são apropriadamente cuidadas.

Mesmo necessitando de alguns cuidados no inverno, as suculentas ainda assim não são plantas de difícil cuidado.

Com apenas 5 passos você cuida da sua suculenta para que ela fique linda e saudável:
1º passo

No final do outono pare de regar em excesso. As Suculentas nessa fase necessitam sentir um pouco a falta de agua, só para então receber a próxima rega. Eu costumo dizer que, quando você pensar que ela precisa de rega, espere pelo menos mais uns 3 dias.

2º passo
Certifique-se que o solo seja bem drenado. As Suculentas precisam estar em solo seco durante os meses de inverno porque suas raízes apodrecem com facilidade e isso poderá matá-las. Melhorar a drenagem de seu solo se dá pela adição de areia.

3º passo
Durante o inverno regue somente uma vez por mês, por 5 minutos e nunca regue quando o solo estiver congelado. Talvez você se sinta tentada a regar, mas não caia na tentação, com a umidade do ar ela certamente já terá a agua que necessita.

4º passo
Cubra com um pano, um lençol ou tolha as Suculentas que não são resistentes as temperaturas abaixo de zero. Assim que as temperaturas subirem retirem o pano.

5º passo
As Suculentas que forem resistentes as temperaturas abaixo de zero não necessitam ser cobertas, pois estas necessitam da circulação de ar para se manterem secas.

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Essa planta originária do México tem características únicas e escultóricas, graças a suas folhas retorcidas que lembram os tentáculos de um polvo.

Desenvolve em alturas de 600 a 1.700 acima do nível do mar, desde que cultivada em solos arenosos, bem drenados e com baixa umidade ambiental. As populações indígenas, há tempos, usam as fibras das folhas, depois de secas, para fazer sabão, devido as altas concentrações de saponina.

A silhueta é invulgar e muito jeitosa, por isso deve ocupar uma posição de destaque no jardim, tomando o cuidado com a associação de outras espécies, para não atrapalhar seu caráter escultural. Entretanto acompanha perfeitamente: Aptenias, echeverias de tonalidades rosadas, lamprantos, onze-horas e Seduns, além de pedras.

Seu porte [e de 1,00 a 1,50 m de altura, podendo alcançar 5,00 m e um diâmetro de 3,00 m em estado nativo.
Sua flor, amarela, mede 7 m de altura. Folhagem acinzentada, com folhas retorcidas formando uma roseta e bordas desprovidas de espinhos.
Própria para clima subtropical árido (suporta ventos fortes e temperaturas de até 10º) e deve ser cultivada a sol pleno.

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Lampranthus Productus

Essa espécie de suculenta muito decorativa, vem ganhando cada vez mais os jardins, por ter flores muito vistosas, mas algumas pessoas a cultivam de forma errada.

Por ser categorizado e levar o nome de cacto, muitos pensam que todos os cactos são iguais, o que não é bem verdade. No caso dessa planta, a diversidade de cultivo é bem considerável e vale a pena conhecer mais sobre o assunto.

O Cacto-margarida é uma planta originária do continente africano que está entre as espécies de plantas da família das Aizoaceae. Sua maior incidência acontece na África do Sul e categorizada como cacto e planta suculenta de flores perenes, essa espécie também pode ser utilizada como planta de forração, mas somente em ambientes onde fica ao sol pleno.

É favorecido por regiões onde o clima é equatorial, oceânico, subtropical e tropical, sendo possível chegar até 15 cm de altura quando cultivada de forma correta. Possui um ciclo de vida perene, o que significa que o florescimento leva cerca de 2 anos para surgir e vai fazer com que você tenha flores, folhas e frutos brotando durante todo o ano no seu jardim.

Lampranthus Productus
É uma planta muito suculenta e muito florífera, e pode ser utilizada em jardins como  forração. O cacto-margarida é muito semelhante à outra planta chamada “onze horas” e por esse motivo vamos encontrar muitos detalhes iguais entre o cultivo de uma e de outra. As flores da planta aparecem sempre na primavera e no verão, sempre na cor rosa e é muito adorada por abelhas.

É uma que gosta de sol, então se você vai cultivá-la em um espaço interno, procure manter o mínimo de raio solar que uma planta precisa que é de 4 horas diárias, caso contrário a sua planta não se desenvolverá de forma correta.

Por ser uma planta suculenta, ela consegue reter uma boa quantidade para manter-se hidratada por um espaço de tempo bem considerável. Por esse motivo, evite deixar a planta com muita água acumulada, assim como regar com mais regularidade. Isso pode ser feito em um espaçamento de tempo maior fazendo com que a terra seque entre uma rega e outra. O ideal é você regar 1 vez por semana caso não tenha chuvas nesse período.

Quando ao clima, a planta se desenvolve bem em regiões onde o clima é mais ameno. Evite plantar em locais onde o clima é muito frio, pois a sua planta não irá tolerar as baixas temperaturas.  Não é necessário podar essa espécie porque a sua formação já é suficiente para que ela cresça bem e bem formada.

Prefira plantá em solos ricos em matéria orgânica e que tenha uma boa capacidade de drenagem. A multiplicação do cacto margarida é feita por estacas, e estas devem ser feitas após o florescimento da planta.

Preparo do solo
Se for cultivá-lo em vaso, misture 2 partes de areia grossa de construção para 1 parte de terra vegetal e 1 parte de composto orgânico. Para que as suas mudinhas cheguem a terra e fixem-se nela com firmeza, é necessário que você prepare os vasos adequadamente.

Como preparar o vaso
-
Cubra o fundo do vaso com pedrinhas, cacos de telhas, argila expandida ou qualquer outro tipo de material que absorva a umidade.

- Em um balde ou qualquer recipiente, misture areia, terra vegetal e terra comum com uma proporção de 1 parte de cada. Nessa mistura use sempre areia de construção e nunca areia de praia, pois essa segunda possui composição salina e vai matar a sua planta.

- Adicione um pouco de húmus de minhoca, ou qualquer adubo orgânico que achar ideal.

- Agora acrescente essa mistura toda dentro do vaso e deixe espaço apenas para colocar a sua muda. Acrescente a planta, sempre retirando o plástico e complete a plantação cobrindo a planta com mais areia misturada como indicamos mais acima.

- Pressione levemente a terra de modo que a planta fique fixa mas bem fofa e a sua muda fique firme. Coloque algumas pedrinhas, mas só para decorar e pronto, sua muda de cacto margarida está devidamente plantar. Agora é só manter as regas e os cuidados ideais para que ela cresça saudável.

É bom lembrar que o lugar onde você vai deixar a sua planta, principalmente nessa primeira fase, influencia diretamente no seu crescimento. Deixe a sua planta em um local onde receba sol e ar, mas nada de forma exagerada. O ideal é que você deixe em um local mais tranquilo sob esses aspectos e após ela germinar por completo, você mude o vaso para um local definitivo.

A fertilização, independente se for feito o cultivo em vaso ou diretamente à terra, na preparação do substrato, você deve colocar 5 colheres de sopa de fertilizante do tipo NPK com formulação 04-14-08. Essa quantidade deve ser para cada metro quadrado.

Depois de 60 dias de fertilizado, acrescente 1 colher de sopa por cada planta cultivada espalhando sempre ao redor dela, jamais junto ao caule. Repita esse processo após 60 dias e mantenha essa regularidade para manter a sua planta saudável.

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Stapelia variegata

Nativa da África do Sul, a Flor Estrela da família das asclepidáceas é uma suculenta bem rústica e exótica. É também conhecida como Cacto Estrela-do-mar.

Suas folhas carnosas, chegam até 20 cm de comprimento, possuem protuberâncias parecidas com espinhos, mas que maleáveis e nada agressivas.

Com o tempo adquirem aspecto rastejante, e pendem como se fossem uma cascata verde.

As flores em formato de estrela, são o grande atrativo da espécie, surgem do verão ao outono e podem atingir até 7 cm de diâmetro, em tom amarelado e salpicado por pintas marrom-avermelhadas.
Os frutos em forma de vagem,surgem depois da floração e chegam até 12 cm de comprimento.
Aprecia sol pleno ou meia-sombra em solo arenoso e enriquecido com matéria orgânica.

Suas incríveis flores, de aparência exótica, liberam um leve cheiro que se assemelha a carniça ou peixe-podre. Mas apesar desta característica um tanto quanto bizarra, não deixam de ser flores maravilhosas e que chamam muita atenção, seus talos desenvolvem cores diferentes de acordo com a exposição ao sol.

Solo, local e informações de cultivo:
* Umidade: baixa-média.
* Temperatura: 10-30˚C. Resistente ao calor. Tolera pequenos períodos de frio.
* Luz: sol pleno a sombra bem iluminada.
* Solo: qualquer substrato que retenha água e tenha boa drenagem é suficiente. Se seu substrato não tiver muita aeração, deve incluir areia, perlita ou brita.
* pH do solo: 7.5 a 8.5 (alcalino)
* Irrigação: irrigue regularmente no verão, enquanto se desenvolve. Diminua drasticamente a irrigação no inverno.

Necessita de local com boa ventilação. No Paisagismo a planta é ideal para jardins-de-pedra, combinada com outras suculentas e cactos.

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Planta originária do Sul da África, pertencente à família  Mesembryanthemaceae, encontrada em regiões secas onde há mínima quantidade de chuvas. Essas plantas surpreendem pela capacidade de camuflagem na natureza, com seu formato de pedras encantam colecionadores do mundo todo. Também são conhecidas como Cacto-pedra.

Suas flores surgem no Verão e início do Outono em formas de margaridas, que se abrem mais a cada dia durante pelo menos uma semana.

Nas regas da Lithops devem-se tomar muito cuidado, pois elas apodrecem com regas abundantes e também podem morrer se não regadas por muito tempo. No hemisfério sul, deve-se prestar muita atenção ao clima, em lugares úmidos durante o Verão é aconselhável que as regas tenham um espaço de 10 em 10 dias ou mais (com 1 colher de sopa de água). No inverno devem ser regadas de 20 em 20 dias (com uma colher de sopa). Sempre observando a umidade do ar e regar somente se a terra do vaso estiver totalmente seca.

Como no seu habitat natural, os Lithops se localizam entre pedras, acabam recebendo a luz do sol às vezes em parte do dia (4 a 5 horas por dia). Se a planta não recebe certa quantidade de luz do sol direta por algumas horas ao dia, começam a crescer delgadas e alongadas, inclinando-se para um lado para receber mais luz. Também perdem a coloração e os lados das plantas ficam verdes.

Os Lithops são plantas perenes que desenvolvem um novo par de folhas a cada ano. Começam a crescer durante a troca de folhas, continuam através do Inverno e Primavera. No fim da Primavera ou no começo do Verão, as plantas começarão a entrar no período de dormência. No habitat, é necessário que sua sobrevivência se recline durante o longo período de calor intenso e de pouco ou nada de chuva, utilizando a água armazenada previamente no último verão. Com a aproximação de dias mais frescos e mais curtos do outono, as Lithops crescerão novamente.

A primeira mostra de crescimento da planta, se nota quando a fenda entre as folhas começa a abrir-se e nos dias seguintes, um botão aparecerá através desta e logo depois uma flor branca ou amarela se revelará.

As flores de muitas espécies de Lithops têm um perfume doce. Se uma planta não floresce no primeiro ano, talvez não esteja ainda adulta. Lithops geralmente devem ter de 3 a 5 anos de idade antes que comecem a florescer. Enquanto que a fenda entre as folhas se separa, um novo par de folhas surge. Uma planta mais velha, aumenta de tamanho na divisão e começa produzindo dois pares de folhas novas, essa planta então terá dois ” corpos ” unidos a um sistema de raízes. Algumas plantas de coleções têm tanto dez ou mais corpos por planta, mas leva muitos anos para desenvolver uma planta deste tamanho.

Uma sugestão de lugar ideal para as Lithops é agrupar as plantas em um vaso de cerâmica ou barro em forma de prato, entremeado com pedras redondas de vários tamanhos e cores.

As plantas então podem exibir sua natureza e se tornam quase indistinguíveis das pedrinhas. Os vasos devem ter alguma profundidade para não inibir as raízes de crescerem adequadamente. Certifique-se de que os furos de drenagem sejam proporcionados para o vaso.

Utilize uma mistura de drenagem rápida do solo (uma mistura de solo para cactos e suculentas deve ter areia agregada em proporção de cerca de 2 porções de mistura de areia para 1 de solo). Plante as plantas com espaçamento, fazendo um buraco no solo para acomodar a raiz mestra e para baixar a porção do corpo. Coloque as plantas no solo de modo que cerca de 3/4 da altura da planta permaneça sobre o nível do solo para permitir que a planta respire.

Espalhe a terra ao redor da raiz mestra cuidadosamente, fixe alguns pedriscos entre as plantas e finalmente derrame uma camada fina de areia grossa ou pedriscos ao solo exposto. Algumas plantas parecerão ter desaparecido de vista entre as pedrinhas.

Obs.: Plantar Lithops em terrários não é recomendado devido a umidade extrema.

As ácaros são as pragas que atacam as vezes as Lithops. Seu tamanho pequeno os deixa passar despercebidos, mas o dano que causam pode-se perceber como pontos pequenos de tecido fino branco de cicatriz na superfície da planta. Qualquer inseticida usado para controle de ácaros que for seguro para a maioria das plantas de interior se pode utilizar.

Através de pesquisas e experiência própria descobri que se regarmos muito no inverno as Lithops crescem alongadas e não florescem no outono. A baixa luminosidade e água excessiva prejudicam o desenvolvimento normal dessas plantas e ainda perdem seu formato de pedrinhas.

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Cada vez mais as autoridades ambientais brasileiras estão adotando medidas para inibir a utilização dos derivados de xaxim (Dicksonia sellowiana), que está na lista de espécies de plantas em perigo de extinção. Como o xaxim era o substrato mais usado para orquídeas, cultivadores de todo o Brasil continuam testando alternativas. O problema é que é difícil encontrar substratos à altura dele. Mas também não é impossível, já que essas plantas são espécies epífitas ou rupestres. Assim, precisam de algo que se pareça ao máximo com o galho de uma árvore ou uma rocha, dependendo do tipo da orquídea. Esse substrato cumprirá duas funções básicas: oferecer suporte e uma superfície que acumule nutrientes.

Abaixo espécies de substratos que estão apresentando melhores resultados com cada uma das opções disponíveis no mercado.

carvão vegetal
a) Carvão vegetal:
É o carvão comum, igual ao de churrasqueira, mas que sempre deve ser novo, pois os que já foram usados prejudicam a planta.
-Vantagens: o carvão vegetal sozinho é ótimo para locais de clima úmido. Já em locais de clima seco, deve ser acompanhado de outro substrato que retenha umidade (como o pinus, por exemplo).
- Desvantagens: necessita de adubações mais freqüentes. É muito leve, não segura a planta e, em razão de sua porosidade, tende a acumular sais minerais. Por isso, precisa de regas freqüentes com água pura. O carvão vegetal muitas vezes é fabricado a partir do corte de árvores de matas naturais, o que incentiva a devastação de florestas. Por último, o manuseio do carvão suja as mãos.
- Durabilidade: cerca de 2 anos. Depois disso ele fica saturado de sais minerais e começa a esfarelar. É indicado para Vanda, Ascocentrum , Rhynchostylis.

casca de pinus (Medium)
b) Casca de pinus: É a casca da árvore Pinus elliotti.
- Vantagens: é fácil de ser encontrado e retém adubo.
- Desvantagens: possui excesso de tanino e se decompõe muito rápido. Também quebra com facilidade e não fixa bem a planta no vaso, necessitando para isso de um tutor.
- Durabilidade: no máximo 1 ano. É indicado para Cimbidium. Vanda, Catttleya e Laelia.

Ardósia (Medium)
c) Pedaços de Ardósia: pedra, normalmente escura, utilizada para pisos.
- Vantagens: é rica em ferro, o que ajuda no crescimento e na floração.
- Desvantagens: não retém água.
- Durabilidade: longa e indefinida. É Indicado para Orquídeas rupícolas como a Pleurotallis  teres e a Bulbophyllum rupiculum.

caquinhos de barro (Medium)
d) Caquinhos de barro: pedaços de vasos de cerâmica e telhas sempre novos, pois os mais antigos e já usados podem estar atacados por fungos.
- Vantagens: são porosos, conservam a acidez num nível bom além de reterem umidade e adubo. São bem arejados e sustentam melhor a planta no vaso.
- Desvantagens: não têm nutrientes.
- Durabilidade: no máximo 5 anos. É indicado para Vanda, Ascocentrum, Rhynchostylis.

brita e dolomita (Medium)
e) Pedras brita e dolomita: pedras usadas em construções. A brita é de cor cinza e a dolomita é a branca, também usada em aquários.
- Vantagens: são facilmente encontradas e ajudam no enraizamento das plantas.
- Desvantagens: retêm sais dos adubos e queimam as pontas das raízes de algumas espécies. Pesam mais que os compostos orgânicos. Necessitam de muita adubação pois não tem nenhum valor nutritivo. As britas soltam muito cálcio, o que pode prejudicar alguns tipos de orquídeas.
- Durabilidade: elas não se deterioram. É indicado para Cattleyas e Laelia purpurata.

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f) Nó-de-pinho: é o gomo que se forma na araucária (Araucária heterophyla)
- Vantagens: os nós são colhidos do caule de pinheiros em estado de decomposição e não possuem substancias tóxicas.
- Desvantagens: é difícil de encontrar na maior parte do Brasil.
- Durabilidade: longa e indefinida. É indicado para Cattleyas e Micro-orquídeas.

casca-de-peroba (Medium)
g) Casca de peroba: é a casca rugosa da árvore peroba-rosa (Aspidosperma pyrifolium).
- Vantagens: grande durabilidade, rugosa, retém pouca água. Com esta casca, podem-se cultivar orquídeas na vertical, prendendo as placas de peroba numa tela de alambrado ou parede.
- Desvantagens: por ser um substrato duro, é preciso regar as plantas mais vezes. Também não retém adubo.
- Durabilidade: mais de 5 anos. É Indicado para Orquídeas que gostam de raízes expostas, como Miltônia, Oncidium, Brassia, Brassavola, Encyclia e Cattlaeya walkeriana.

caroço de açaí (Medium)
h) Caroço de Açaí: semente da palmeira muito comum na região amazônica.
- Vantagens: é barato e abundante, na região de origem dessa palmeira (Belém e outras cidades do Pará). Conserva a acidez num nível bom para as orquídeas e retém a quantidade ideal de adubo e de umidade. Também não possui excesso de tanino ou outras substâncias tóxicas.
- Desvantagens: em regiões úmidas, deteriora-se com muita rapidez devendo ser trocado, pelo menos, a cada 2 anos. As orquídeas devem ficar em local coberto para que o substrato não encharque. Não é encontrado tão facilmente em outras regiões do país.
- Durabilidade: 3 anos É Indicado para todos os gêneros de orquídeas cultivados no Brasil.

coco desfibrado
i) Coco desfibrado: produto feito a partir de cocos que sobram da comercialização da água e são vendidos em estado rústico.
- Vantagens: contém macro e micro nutrientes importantes para o crescimento e desenvolvimento da planta. Possui várias opções em vasos e outros formatos à venda. Há versões vendidas sem o excesso de tanino, substância que pode queimar as raízes.
- Desvantagens: não retém muito adubo e é carente de nitrogênio. Não é recomendado para regiões frias e úmidas porque retém muita água e as raízes podem apodrecer.
- Durabilidade: mais de 3 anos. É Indicado para Miltônias, Oncidium e micro-orquídeas.

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j) Fibra de coco prensada: produto industrializado feito a partir do coco desfibrado. Pode ser encontrado em forma de vasos, pequenos cubos, bastões, placas ou fibras. Um dos mais conhecidos é o COXIM, que tem causado muita polêmica entre os orquidófilos. Alguns acham que é o substituto ideal para o xaxim, já para outros ele não é recomendável porque encharca. O nome é uma referência ao material utilizado (coco + xaxim)
- Vantagens: conserva a acidez num nível bom e necessita de poucas regas, pois é muito absorvente. Demoram mais para aparecer crostas verdes (uma espécie de musgo) comuns nos xaxins e que, em excesso, podem prejudicar a planta. É ideal para regiões mais secas e quentes.
- Desvantagens: não retém muito adubo e é carente de nitrogênio. Ao absorver a água, o coxim aumenta um pouco de tamanho e se expande. Ao secar, volta ao seu volume original. Por esta razão, os cubos devem ser colocados de forma desarrumada e não socados em vasos, para não estourá-los. O excesso de tanino pode queimar as raízes. Não é recomendado para regiões frias e úmidas porque retém muita água e as raízes podem apodrecer.
- Durabilidade: mais de 5 anos (em regiões de clima seco) É Indicado para Miltônia, Phalaenopsis e Vanda.

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k) Tutor vivo: árvores de casca rugosa, como o Abui, o Marmelo, a Jaqueira, a Romãzeira, a Figueira, a Gabirobeira, o Limão cravo, entre outras.
- Vantagens: é o substrato que melhor imita as condições naturais das florestas. É excelente para compor situações de paisagismo e cultivo.
- Desvantagens: torna inviável transportar as orquídeas para outros lugares, como exposições, por exemplo.
- Durabilidade: enquanto a árvore estiver viva. É Indicado para todas as orquídeas epífitas (que crescem em árvores), como a Cattleya labiata, a Cattleya aclandiae, a Laelia purpurata e a Dendobrium nobile, entre outras. Só é preciso levar em consideração o clima do lugar. Não adianta colocar uma orquídea que gosta de umidade numa árvore em pleno cerrado, por exemplo.

casca de cajazeira
l) Casca de Cajazeira: casca da árvore frutífera cajazeira (Spnodias venulosa). As indicadas são as grossas e duras que evitam os cupins e as brocas.
- Vantagens: os vãos nas cascas seguram a umidade que ajuda no enraizamento. A casca é renovável, o que a torna ecologicamente correta.
- Desvantagens: é difícil de encontrar. Decompõe-se facilmente por causa da umidade, do calor e das bactérias. Uma outra preocupação é o tanino. Elemento prejudicial que precisa ser eliminado.
- Durabilidade: mais de 5 anos. É indicado para Cattleya walkeriana e Cattleya nobilior.

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m) Casca de Sambaiba: casca da Curatella Americana, uma arvoreta de 3 m de altura parecida com o cajueiro, mas que não dá frutos.
- Vantagens: a casca é renovável, o que a torna ecologicamente correta.
- Desvantagens: na hora da coleta, pode gerar acidentes pois dentro da casca vivem animais peçonhentos como escorpiões.
- Durabilidade: mais de 3 anos. É Indicado para Cattleya.

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n) Esfagno – Fique de olho porque apesar de serem apontados como substitutos para o xaxim, estas opções apresentam alguns problemas. É um musgo retirado da beira dos rios, usado para cultivar mudas de orquídeas a partir de sementes. Apesar de ser encontrado em lojas especializadas, sua coleta é proibida pelo IBAMA e ainda não há cultivadores desse tipo de substrato no Brasil. Quem compra esfagno está contribuindo para uma ação extrativista não controlada, igual à que ocorre com o xaxim.

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o) Piaçava – Fique de olho porque é obtida da sobra na fabricação de vassouras, é um dos substratos que muitos orquidófilos estão olhando com desconfiança. Quem já usou, gostou enquanto ela era nova, mas com menos de um ano, surgiram problemas. Por isso, por enquanto é bom evita-la.
O problema foi o aparecimento de um fungo que destrói as raízes da planta. Apesar dessa primeira experiência negativa, ela ainda está em estudo e não foi descartada. No caso da piaçava, falta mais pesquisa. Talvez algum pré-tratamento transforme-a em um substrato eficiente.

Para substituir com eficiência o xaxim, o substrato alternativo deve ter as seguintes qualidades:
- Reter bem os nutrientes depois de cada adubação para libera-lo aos poucos.
- Ser facilmente encontrado no mercado.
- Não possuir substâncias que sejam tóxicas para a planta.
- Sustentar a planta com firmeza.
- Permitir uma boa aeração para raízes.
- Reter água na quantidade ideal, sem encharcar.
- Manter o pH equilibrado.
- Durar de 2 a 3 anos, pelo menos. Como é difícil encontrar uma opção que reúna todas estas características, a solução é unir um substrato que retenha muita umidade com outro que retenha pouca umidade. Assim, é mais fácil produzir um equilíbrio para a planta
- Antes do plantio, lave bem o substrato com água de torneira. Depois deixe-o de molho, no mínimo uma hora, com água sanitária (1/3 de copo para 8 litros de água – balde), depois passar em água limpa (enxaguar). Isso ajuda a eliminar o excesso de tanino (uma substância tóxica) e matar fungos e bactérias
- Mensalmente coloque o substrato (com a orquídea junto) em um balde com água de torneira por 15 minutos. Assim serão eliminados os excessos de sais que podem queimar as raízes. É uma simulação do que acontece nas florestas, quando cai uma chuva torrencial.
- Faça adubações periódicas com NPK 20.20.20, pois nenhum, dos substratos alternativos possui a vantagem de liberar tantos nutrientes quanto o xaxim.

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suculentas

Muitas espécies de suculentas adaptam-se bem em ambientes fechados. Crássulas mantêm-se bem perto de janelas com sol constante (norte), enquanto Haworthias preferem sol mais fraco (janelas voltadas para o sul). Aloes e Gasterias podem manter-se à meia-sombra. Plantas pendentes, como Ceropegias e Hoyas também se adaptam bem a ambientes internos. Echeverias e Rosularias também preferem janelas com pelo menos 4 horas de sol.

Alguns cuidados ao manter plantas suculentas em vasos:
a) Certifique-se que o vaso tem tamanho suficiente para acomodar as raízes com folga. Raízes precisam de espaço para desenvolver-se.
b) Várias espécies de suculentas podem ser agrupadas em um único vaso. Tome o cuidado de colocar juntas apenas as espécies com as mesmas necessidades de solo, água e sol. Cuide também para que plantas mais altas não façam sombra em plantas pequenas.

Fora de casa
Muitas suculentas preferem ambientes externos. Podem suportar bem geadas, no entanto, aconselha-se protegê-las de temperaturas menores que 5ºC. A boa ventilação também colabora para o bom desenvolvimento das suculentas fora de casa.

Crássulas desenvolvem-se bem ao ar livre, mas não toleram geadas fortes. Gasterias, Aloes e Haworthias preferem locais sombreados. Algumas espécies de pequeno porte (algumas echeverias e crassulas) não gostam do ambiente externo e precisam da proteção de um local fechado.

Algumas agaves e crassulas podem alcançar tamanhos realmente grandes. Algumas espécies de Crassulas podem alcançar 3 metros de altura.

Como cultivar
As suculentas se propagam principalmente por estaquia de folhas ou estaquia de ramos (é só tirar um galhinho e colocar pra enraizar).

A substrato ideal de plantio é uma mistura de partes iguais de terra comum, areia grossa e 1/2 parte de húmus de minhoca e encher um caixote, desses de uva mesmo. Distribua as  folhas e deixe enraizando.

Se forem poucas, já podem ser plantadas diretamente no vasinho onde vão ficar, economiza tempo e espaço.

Pra escolher a folha: ela já deve estar adulta e bem carnosa, sem aparência enrugada, ou amarelada. Essa folha vai ser a reserva da sua muda até que ela possa produzir sozinha seu próprio alimento.

Cuidados com Suculentas
A maioria das suculentas são muito resistentes e, ao contrário de muitas outras plantas, prosperar em abandono! Elas requerem cuidados mínimos e, a seguir apenas algumas orientações simples, vai fazer bem.

Luz
Suculentas podem ser cultivadas dentro ou fora, mas, como outras plantas, elas precisam de muita luz. A maioria exige ou filtrada dom maior parte do dia ou 1 a 2 horas de sol direto por dia. Muitos vão sobreviver muito bem em pleno sol, mas no Verão você vai precisar para apresentá-los em etapas: 1-2 horas na primeira semana, 3-4 horas da próxima semana, todos os dias. Algumas espécies requerem apenas boa iluminação, por exemplo: Aloe, Scilla, Gasteria, Haworthia.

Água
A quantidade de água necessária depende de muitos fatores: tipo de recipiente (terracota secam mais rápido do que outros vasos), o tamanho do recipiente, a altura do recipiente, época do ano, a posição, calor, etc umidade,

Durante os meses mais quentes, a água cuidadosamente, em seguida deixar o solo secar antes de ir para reidratação. Coloque o seu dedo um par de centímetros para baixo no solo e sentir se o solo está úmido. Em caso de dúvida, é mais seguro do que submarinos exagere. Suculentas armazenam água em seus caules e folhas e podem tolerar períodos de seca sem danos.

Durante os meses de frio, a água com menor freqüência e menos profundamente. Tente água pela manhã, quando um dia ensolarado é esperado para que qualquer excesso evaporar ao sol.

Quando cultivada em um vaso alto, você vai precisar tomar cuidado quanto as regas, pois  como suas raízes não alcançam o fundo do vaso, qualquer excesso de água na base pode causar doenças fúngicas. Tente apenas metade de um copo a cada rega. Você pode tentar colocar bolas de isopor na base de cerca de um terço da altura para ajudar a evitar isso e para auxiliar a drenagem.

Pragas e Doenças
Muitas suculentas são propensas a Mealy Bug (que aparecem como pequenas bolas brancas nas folhas para o interior da planta) e pulgões (minúsculos insetos negros, muitas vezes sobre as flores). A pulverização com Confidor regular nos meses mais quentes vão impedir os danos do inseto.

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Cotyledon tomentosa

Saiba como tratar dessas plantas de folhas gordinhas e tenha em casa um jardim bonito e fácil de manter

Essas plantas conseguem viver bem, mesmo nos desertos e nos ambientes muito quentes e secos. Para realizar essa façanha, as suculentas usam a mesma estratégia dos camelos e dromedários: armazenam água em grande quantidade.

É graças às folhas gordas e cheias de líquido que elas agüentam passar o dia todo sob o sol e permanecer tão lindas quanto uma orquídea saída da estufa.

Esse não é o único truque dessas plantas, que são típicas da África e têm mais de 12 mil espécies pelo mundo. Irmãs dos cactos, elas costumam ter espinhos ou uma espécie de penugem nas folhas, que retém o máximo de umidade possível.

As suculentas que têm folhas usam outro recurso para obter o mesmo efeito: são cobertas por uma cera grossa, que lhes dá um aspecto lustroso e evita a evaporação. Desse jeito, o estoque de água fica preservado por mais tempo.

Os 4 cuidados básicos
Um lugar ao sol
Como são originárias de regiões muito quentes, as suculentas gostam de sol pleno e pouca água. Se elas estiverem plantadas em vaso, regue-as duas vezes por semana ou quando sentir que a terra está seca ao toque. Nunca deixe sobrar água no prato: quase nenhuma planta gosta de ficar com raízes encharcadas. Já as suculentas cultivadas diretamente no chão requerem mais regas, porque o processo de evaporação da água é bem mais acelerado.

Novinha em folha
Esqueça todas aquelas complicações de estacas e sementes: suculentas se propagam muito rapidamente. E ainda têm a vantagem de não precisar de uma planta macho e outra fêmea, como acontece com algumas espécies. Quando uma folha cai no chão, logo cria raízes e surge outra muda. Se quiser brincar de jardineira, tire uma folhinha da sua suculenta e coloque a ponta na terra. Continue regando normalmente.

A grande família
As suculentas são plantinhas pacíficas e sem exigências de espaço. Por isso, podem viver em grandes famílias, todas num mesmo vaso. A quantidade de espécies juntas vai depender do tamanho e da profundidade do vaso. Antes de começar, tome o cuidado de agrupar plantas que tenham os mesmos gostos de água e sol. Também preste atenção para não deixar que as maiores façam sombra nas menores. Vire o vaso de vez em quando, para ter um crescimento por igual.

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C/150/3 Cephalocereus senilis

Nome popular: Homem Velho – Cabeça de Velho
Família: Cactácea
Altura: Entre 5 e 15 m de altura
Origem: México
Luminosidade: Pleno sol ou meia sombra

A planta é nativa da região centro-leste do México (estados de Hidalgo e Veracruz), onde cresce em áreas rochosas calcárias, entre os 1,000 e os 1,500 m de altitude, caracterizado por um clima ameno e seco no Inverno, quente, com raras e curtas chuvas no verão, com temperaturas altas diariamente.

O nome do gênero é a combinação da palavra grega “kephale” = cabeça e Cereus, nome de outro gênero de Cactaceae, o nome da espécie é a palavra latina “senil” = de uma cabeça, velho, portanto, “Cereus de um velho “, com referência óbvia.

O Cephalocereus senilis tem crescimento lento, normalmente não ramificados, apenas, em alguns casos, na base e raramente na parte superior, com a epiderme verde-acinzentado, tendendo para a cinza com a idade.

As hastes de até 30 cm de diâmetro, quando em estado selvagem, pode atingir e ultrapassar a 10 m de altura.

As flores em forma de funil, são noturnas, solitárias, com cerca de 9 cm de comprimento e com um 8 cm de diâmetro Corolla, de cor-de-rosa, o tubo floral é coberto por escamas esparsas. As flores são polinizadas por morcegos nectarívoros, como Leptonycteris curasoae e nivalis, mexicana Choeronycteris e Glossophaga soricina.

Os melhores locais para o cultivo ao ar livre são os locais rochosos ou pedregosos, áridas ou semi-áridas, mesmo pobres, desde que tenha uma perfeita drenagem, em pleno sol e em climas com Invernos secos e Verões chuvosos..

Quando em vaso, é cultivado em substrato poroso, com boa drenagem, que pode ser formadao, com partes iguais de terra comum de jardim fertilizada, areia grossa e pedra calcária triturada, com uma camada superior formada por pedra apenas, a fim de limitar o risco de podridão, no Inverno deve ser colocado em locais bem arejados com temperaturas em torno de, possivelmente, a 10-15°C.

A rega no verão deve ser moderada, permitindo que o substrato posa secar completamente antes de irrigar novamente.

Sendo facilmente sujeitos a ataques por ácaros, deve ser inspeccionada com frequência, a fim de permitir uma intervenção rápida, se for necessário.

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