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Posts para categoria ‘Cactos e Suculentas’

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Embora as suculentas sejam resistentes e umas das plantas mais simples de cuidar, é fácil causar um desequilíbrio e matá-las. Mas com a combinação correta de água, luz e solo, suas suculentas, estejam elas na área externa ou interna, vão florescer e prosperar.

Essas plantas proporcionam uma linda decoração. Elas são perfeitas para pessoas minimalistas que não gostam de plantas com muita manutenção.

Para ajudar os jardineiros de primeira viagem que resolveram ter uma suculenta em casa, segue abaixo dicas de como cuidar de forma adequada dessas pequenas plantas. Assim, como resolver problemas referentes a elas.

Suculentas que estão dentro de casa
Ter plantas dentro de casa é ótimo para purificar o ambiente e dar mais cor a ele. Mas se você está cuidando de uma suculenta pela primeira vez ou já deixou alguma morrer dentro de casa, saiba que elas precisam de ar fresco.

Orelha do Shrek- Crassula gollum

Escolhendo as suculentas
Apesar de a maioria das suculentas gostarem de muito sol, algumas se adaptam a lugares com uma quantidade reduzida de luz. Evite as suculentas que tem tons em roxo, vermelho e laranja, pois elas não irão florescer com pouca luz direta.

Procure por suculentas que se dão melhor em ambientes internos, como Jade, Babosa, echeveria e planta zebra.

Recipiente
As suculentas precisam ficar em um vaso que possibilite uma boa drenagem da água, pois se as raízes ficarem muito tempo numa terra encharcada, elas apodrecem. Então, prefira vasos de cerâmica, barro ou que tenha furos na sua base.

Se sua suculenta veio em um vaso de plástico, sem nenhum furo na base coloque-a em um vaso que tenha uma drenagem melhor.

Os terrários de vidro não são os melhores recipientes para as suculentas, pois eles não têm uma boa drenagem e não deixam a suculenta se desenvolver de forma saudável.

Mas se você quer ter um terrário com suculentas, o que pode ser feito é colocar uma boa camada de pedrinhas no fundo, depois carvão em pedaços e, por fim, terra e as suculentas. Assim, a água em excesso fica na base, onde estão as pedrinhas.

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Cultivo no solo
A suculenta apodrece em solo errado que retém muita umidade. Na natureza, elas são encontradas em climas áridos, que recebem bem pouca chuva, em solos que retêm pouca quantidade de água. Então, assim deve ser com sua suculenta em casa.

Por isso, evite plantar as suculentas diretamente na terra pronta de jardim. Procure fazer uma mistura com terra e outros tipos de solo que são mais leves e retém pouca água, como a perlita. Para isso, misture 1: 1 de solo e perlita.

Dedique esse tempo para garantir que o solo da sua suculenta não vai matá-la por excesso de água.

Luz
Como a suculenta é uma planta de clima árido, ela precisa pegar luz direta do sol. Por isso, procure fazer com que sua suculenta receba, pelo menos, algumas horas de luz solar por dia.

Tente colocá-la no peitoril da janela ou em outra área que você tem certeza que vai receber luz do sol pelo menos a maior parte do dia. Se você observar sua suculenta e notar que suas folhas estão com muito espaço entre uma e outra, é provável que esteja faltando sol. Então, transfira ela para um lugar com mais sol.

Mas se suas suculentas estão apresentando algumas queimaduras nas folhas, elas estão recebem muito sol, que está queimando as folhas. Neste caso, coloque elas em um lugar que receba menos sol.

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Regas
As suculentas são mais resistentes à seca, por isso não é preciso manter o solo sempre encharcado. O importante é regar, esperar até o solo estar quase seco e regar novamente. Manter esse ciclo de regar e quase secar é importante.

Caso você esqueceu de regar e a terra se desgrudou da parede do vaso é necessário regá-la bem até voltar a ficar bem hidratada e depois voltar com o ciclo de rega.

Por outro lado, se a terra nunca seca, é preciso verificar a relação de solo com perlita ou replantar a suculenta em um vaso com furos suficientes para a drenagem.

Cinco razões pelas quais suas suculentas continuam a morrer
* Embora as suculentas sejam simples de serem cultivadas, elas também precisam de atenção e condições equilibradas para crescerem. Isso não significa que elas precisam de alta manutenção.

* Se elas tiverem a quantidade de sol e água adequada, elas vão crescer de forma saudável. Mas se alguma coisa estiver em desequilíbrio, elas vão sentir. Vamos ver alguns dos problemas que mais ocorrem com suculentas e ver qual a solução para eles.
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* Água em excesso
Quantidade de água em excesso podem matar as suculentas. Elas começam a amarelar e apodrecer.

Então, se você notar água sobrando no prato que fica sob o vaso ou a terra muito encharcada, pare de regar. Dê para a sua suculenta alguns dias para que a terra do vaso seque um pouco.

Espere até que o solo esteja todo seco, para então voltar a regar. Se tiver sorte, conseguirá salvar a suculenta.

* Pouca rega
Não é porque as suculentas gostam de climas áridos que não é preciso regá-las. Elas precisam de água. Então, regule a frequência com que você rega as suculentas.

Em caso de pouca rega, as folhas vão secar ou parecerem enrugadas. Nesse caso, molhe o solo do vaso até que a água saia pelos orifícios da base para encharcar bem a terra. Assim que o solo secar novamente, volte a regar a suculenta.

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* Condições inadequadas do solo
Como já havíamos estabelecido, as suculentas devem ter um solo bem equilibrado para sobreviver. Se a sua planta não estiver ótima, recoloque-a em um solo devidamente preparado para suculentas com orifícios de drenagem adequados nos vasos.

* Luz em excesso
Se as suculentas começarem a apresentarem manchas pretas ou brancas, é preciso observar, pois pode ser luz de mais que ela está recebendo.

Nem todas as suculentas gostam de muito sol. Faça uma pesquisa sobre o tipo que você tem para determinar qual é a melhor quantidade de luz solar. Muitas só preferem sol parcial ou a luz do amanhecer/noite.

* Pouca luz
Se as suas suculentas estão com as folhas muito espaçadas ou estão perdendo a cor, é provável que estejam recebendo pouca luz. Então, posicione-as em lugares que recebem maior quantidade de luz solar.

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Fazendo mudas de suculentas
A maioria de suculentas que tem folhas produzem novas mudas por meio das folhas. Para isso retire algumas folhas e coloque sobre um vaso com terra. Em poucos dias você vai ver que elas começarão a brotar. Assim que tiverem com raiz e um bom brotinho, transplante para um vaso próprio.

Outras suculentas só produzem mudas por meio de brotos que crescem ao redor da planta. Então, assim que eles estiverem fortes é só arrancá-los com cuidado e transplantar para um vaso.

Agora que você sabe tudo sobre as suculentas, continue aumentando sua coleção. Comece uma jornada alegre descobrindo novas suculentas para você amar e cuidar.

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As suculentas que tanto fazem sucesso são plantinhas que demandam pouca rega e cuidados simples. Você pode regar uma vez por semana ou a cada 10 dias (se o clima por aí for quente) e basta uma pequena quantidade de água – nem pense em encharcar a terra!

Veja como plantar suculenta em xícara; você vai precisar de:
1 xícara
Pedrinhas
Areia
Terra
Muda de suculenta (ou cactus)

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Passos
O primeiro passo é separar uma quantidade razoável de pedrinhas ou pedrisco. Se sua xícara for do tamanho das de chá, o ideal é deixar pelo menos 2 cm de altura a camada de pedras. Faça o mesmo com um punhado de areia (areia de construção mesmo).

Se você aproveitar uma suculenta que já esteja em um vasinho, separe delicadamente com uma colher a terra da raiz – esse processo exige bastante cuidado para não “machucar” a raiz da planta.

Com a própria terra do vaso, preencha a xícara até atingir mais ou menos a metade de seu volume com terra. Transplante a suculenta para a xícara e cubra com mais um pouco de terra – mas não muito para não sufocar a planta, vá até o limite da raiz.

Decore com pedrinhas coloridas daquelas de aquário ou pedriscos bonitos. Seu vaso/xícara está prontinho!

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Cuidados
Para cuidar da suculenta na xícara, lembre-se de que não há furo para a água drenar. A areia e a pedra farão a drenagem necessária, mas deixe para regá-la somente quando a terra estiver totalmente seca. Se tiver úmida ao toque, nem pense em regar!

Não se preocupe achando que a planta irá morrer de sede, as suculentas acumulam bastante água em suas folhas e aguentam longos períodos de seca, assim como o cactus. A quantidade de água varia de acordo com o tamanho da xícara.

As suculentas plantadas em xícaras de café já ficarão felizes com uma tampinha de água (dessas de garrafa PET). Já as suculentas plantadas em xícaras de chá podem levar de duas a três tampinhas de água.

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Os cactos e suculentas tem a fama de não precisarem de nutrição, o que é um mito. Todas as plantas incluindo os cactos e as suculentas precisam de nutrientes para um bom desenvolvimento.

Muitos cactos e suculentas guardam reservas de água e nutrientes pois a maioria vive em locais onde há a falta destes recursos.

Então como adubar?
1 – Adubo orgânico – são os adubos provenientes da decomposição de produtos da natureza: folhas, madeira, restos de alimentos vegetais, esterco de gado ou aves, papel, entre outros. Sem os produtos de origem animal (carnes), e seus derivados (leite, iogurtes, …), e temperos (principalmente o sal).

Compre adubos orgânicos já estáveis (prontos para uso), pois se ainda estiverem em processo de compostagem pode trazer riscos a sua planta. Procure por marcas já conhecidas, ou pergunte ao atendente da loja qual o mais indicado.

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Escolhido o adubo siga esta receita de como usar
Estes adubos podem ser incorporados no substrato em uma proporção de 5% do volume total. Incluir mais 2 a 5% de calcário dolomítico para regular o PH.
Ou podem ser colocados na superfície do vaso, quando não há a troca de vaso e terra.

O ideal que a troca seja feito em cada primavera. Procure não fazer manutenção no inverno, pois o frio aumenta a possibilidade da planta estar em período de dormência e não “gostar” da troca.

Você pode preparar o adubo orgânico em casa
Utilize um recipiente grande com furo no fundo, pode ser um vaso, coloque areia no fundo, depois restos de vegetais, folhas, …, cubra com terra vegetal. Vá fazendo camadas produtos orgânicos e terra.

Deixe a última camada como terra para evitar ratos e odores desagradáveis. Regue todo dia. Depois de 6 meses aproximadamente (existem fatores como temperatura, umidade, … e o tempo varia, algumas pessoas conseguem isso em 3 meses), o produto deverá apresentar-se como terra comprada, este é o principal ponto para saber se o material está pronto.

Agora é só misturar o calcário dolomítico e o substrato.

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2 – Adubos minerais ou químicos – adubos vendidos comercialmente como NPK (10-10-10; 4-14-8; entre outras formulações). Procure adubos completos, que incluam micronutrientes. Alguns adubos com micronutrientes disponíveis no mercado que indico: Linha Forth Jardim, Biofert, e Peters.

Dicas: faça a diluição antes de aplicar, aplique em quantidades baixas (se for errar sempre erre por menos), aplique na sombra ou em dias nublados, e no inverno suspenda a adubação.

Pode ser aplicado uma vez por mês nos períodos de calor, e no período frio deve-se suspender a adubação.

Uma novidade que tem aparecido nas lojas são os adubos com liberação lenta de nutrientes. Estes são usados apenas a cada 6 meses. O que diminui os risco de esquecermos de “alimentar” nossa coleção.

O mais conhecido são o Basacote e o Osmoscote. A diferença entre os dois é a velocidade na absorção. O ideal é utilizar ambos, pois um complementa o outro.

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O cacto-sianinha e uma planta que pertence a família Cactaceae e sua origem é do México. O ambiente perfeito para esse tipo de cacto é nas florestas tropicais e chuvosas, onde se “hospedam” nas árvores, penduradas.

Os ramos da cacto-sianinha são achatados com lóbulos que se intercalam, por isso, os nomes populares de cacto-sianinha e também cacto-zig-zag. Ramos esses, que não superam a medida de 60 centímetros, onde se concentram alguns espinhos pequenos.

Para os estudiosos, os ramos do cacto-sianinha, que tem uma forma particular é o resultado de um processo de transição pelo qual passou de deserto para floresta. Fazendo que o novo ambiente a umidade não fosse mais tão simples e que a luz do sol chegasse com “dificuldade” impedida pela copa das árvores.

Foi então, que o cacto desenvolveu o caule delgado e amplo para que conseguisse armazenar água e garantir o quanto precisava e tornou-se eficiente para captar a luz dos raios solares.

Selenicereus Anthonyanus

Características do Cacto-sianinha
O cacto-sianinha possui uma estrutura fragmentada e fina e isso serve para que as folhas se desenvolvam, aquelas que foram perdidas há um tempo razoável atrás. As raízes são lançadas dos ramos, adventícias, e graças a isso elas podem perfeitamente se fixarem nas árvores, até mesmo em pontos mais alto. E fazem isso porque querem conseguir pegar o máximo da luz solar possível.

As flores do cacto-sianinha são grandes e por isso, se tornam uma bela atração da planta, a medida delas pode variar entre 10 a 15 centímetros, possuem pétalas na cor creme, porém, são vermelhas nas partes mais externas.

O horário de florescimento é uma outra particularidade dessa espécie, as flores costumam abrir ao entardecer, porém, só chegam na sua plenitude junto com o cair da noite.

Falando em noite, é considerado o momento do dia que os insetos noturnos e os morcegos exercem a função de polinizadores. Porém, não se sabe ainda muito sobre a polinização do cacto-sianinha.

Um detalhe que vale destacar é o quanto são cheirosas as flores do cacto-sianinha. Porém, para sentir esse odor é necessário aguardar que a noite chegue, pois durante o dia, ela está fechada novamente e não se sente mais o perfume.

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Como é uma planta com hábitos noturnos e que duram um breve período, o cacto-sianinha acaba sendo pouco conhecido pelas pessoas, até mesmo pelos amantes das flores.

Outro ponto que faz com que ela não seja tão popular é a não facilidade que tem em florescer. Isso só acontece quando a planta está em um lugar que oferece exatamente aquilo que ela encontra no seu habitat natural.

o Brasil, por exemplo, as flores quando aparecem, acontece somente no mês de novembro. Em geral, o cacto-sianinha gosta de luz do sol filtrada e muita luz, tolera o sol direto somente se for de manhã e suporta a meia sombra.

É uma planta que tem um lindo visual para qualquer paisagem e também pode ser plantada em vasos ou cestas, porém, precisa ter uma ótima drenagem, pois não suportam a umidade em excesso. Como é uma planta pendente, deve obrigatoriamente estar pendurada, mesmo quando em vasos.

As suas raízes são aéreas e isso faz com que ela vá se agarrando e com isso “aumentado” a planta. Por isso, é uma planta que combina muito com o plantio perto de árvores recantos, muros e pedras. Na parte externa é melhor colocá-la diretamente no solo.

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Dicas para o plantio do Cacto-sianinha
* Substrato: o tipo de substrato que o cacto-sianinha mais gosta é aquele orgânico. Por isso é considerada uma excelente mistura a que tiver, considere partes iguais para cada item: areia de rio lavada, terra orgânica ou turfa, húmus de minhoca. No fundo, a drenagem deve ser feita com brita.

* Água: entre uma rega e outra a planta prefere que o substrato fique completamente seco, então, o ideal é regar uma única vez por semana. No inverno, o tempo entre uma rega e outra pode ser ainda maior. Nos dias de muito calor, é bom usar um pulverizador para refrescar a planta.

A temperatura que o cacto-sianinha gosta é entre 13 e 26 graus, porém, quando bem protegida, suporta a temperatura de 10 graus ou até menos.

* Adubação: é aconselhável que seja feita a cada 3 meses com os seguintes “ingredientes”: usar uma colher (de sopa) de composto orgânico feito da seguintes mistura – rochas moídas e torta de mamona. É considerado muito bom porque além de ser rico em nutrientes, os libera aos poucos para as plantas. Outra opção de adubo é o húmus da minhoca.

Caso prefira usar os adubos químicos, eles liberam mais rápido os nutrientes. Use a fórmula: NPK 20 – 20 -20. Quando aplicado na primavera a quantidade ideal é de 1,0; no verão 2,0; no outono, 1,0 e no inverno 0,5, nesta última estação do ano, pode-se optar por não fazer o adubo.

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Propagação
A propagação do cacto-sianinha é feita com estacas ou com sementes. Para se usar o método das estacas basta usar qualquer uma das partes dos ramos, depois é só esperar secar, se formará uma camada que protegerá o corte, será hora de usar.

O substrato deve ser leve e ter a mistura de areia com terra vegetal. A ponta da estaca, já com a proteção no corte, deve ser inserida no substrato observando a profundidade, entre 3 e 5 cm. O lugar deve ser úmido.

Enquanto estiverem crescendo as raízes é possível colocar no vaso que será a “casa” definitiva da planta. O ideal é fazer essa etapa no outono. No caso das sementes, deve ser feito rapidamente, o tempo germinativo acaba em pouco tempo. Para se ter um bom resultado é melhor usar uma estufa no caso das sementes.

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Problemas que podem afetar a planta
O cacto-sianinha é atacado por pulgões, cochonilha farinhenta, caracóis e lesmas. No caso das cochonilhas retire-as com um cotonete, quando não são em grande quantidade ou use óleo de nem ou mineral.
* Um dos problemas que afeta muito essa planta é a bactéria erwinia que causa a podridão negra. E se elas ficarem em um lugar com muita umidade, facilita a vida das bactérias, que se desenvolvem mais facilmente.

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