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Posts para categoria ‘Cactos e Suculentas’

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O kalanchoe é uma planta muito indicada não somente pela sua beleza, mas também pela praticidade de cultivar. Para saber como cultivar corretamente uma espécie de planta, você precisa também conhecer um pouco sobre ela, pois dessa forma vai entender algumas reações da planta em seu jardim e algumas de suas necessidades também.

É uma planta com origem na Holanda, da Ilha de Madagascar, mas muito cultivada em diversas regiões do mundo inteiro. Ela não possui um porte grande, não chegando a mais de 25 cm de altura. É categorizada como uma flor, muito bela inclusive e pode ser cultivada tanto em ambientes internos como externos.

Apesar de ter uma aparência bem delicada, a kalanchoe é bem resistente. Apresenta uma folhagem bem grossa, suculentas,  sempre na cor verde e com as bordas onduladas. As flores da planta sempre aparecem no final do outono e permanecem vivas até o final do inverno e quando começa a primavera, ela já inicia um novo ciclo e as flores brotadas começam a serem trocadas. Os tons desta linda flor, variam entre vermelho, alaranjado, amarelo, rosa, lilás e branco.

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Apesar de ter esse ciclo natural, muitos agricultores acabam induzindo a floração do kalanchoe em outras épocas do ano para que ela se mantenha no mercado sempre, já que existe uma busca muito grande por essa espécie durante o ano inteiro.

É uma espécie que tem um ciclo de vida que pode chegar até 2 anos de duração, mas tudo vai depender dos cuidados dispensados à planta. Após o término de um ciclo, ela não brota naturalmente pela segunda vez, vai ser necessário você realizar o replantio da espécie.

Aqui no Brasil, dependendo de onde a planta será cultivada, ela vai receber diferentes nomes populares sendo os mais comuns como flor-da-fortuna, flor-do-papai e calandiva.

Também pode ser encontrada uma diversidade incrível de cores das flores. Elas variam entre o vermelho, o laranja, o amarelo, o rosa e o branco.  As pétalas são bem simples e podem ser duplas ou triplas, dependendo da formação da planta.

Cultivo
A melhor forma de cultivar o kalanchoe é utilizando floreiras ou então bordaduras em jardins.

Pode-se ainda criar uma diversidade incrível de plantas combinando as cores da espécie ou cultivando uma única cor. Eles reagem bem uns aos outros independentes da sua formação.

Indico claro, a variação de cores para que se tenha um resultado mais alegre e bem colorido, o que vai deixar o seu jardim muito mais bonito.

Kalanchoe
Regas
Todas as plantas precisam de uma certa frequência para regas, pois elas precisam se manter hidratadas principalmente se forem cultivadas em ambientes externos onde existe um contato direto e maior com a luz do sol. No caso do kalanchoe, o ideal é regar de 2 a 3 vezes por semana nos meses mais quentes e 1 vez por semana nos meses mais frios.

Se nos meses mais quentes existir certa frequência de chuvas, principalmente nos dias de rega, você pode suspender para não encharcar demais a planta.

Cuidados no cultivo do kalanchoe
Mais acima foi citado que o kalanchoe é uma planta bem resistente e isso é um fato, mas esse detalhe não significa que pode-se deixar a planta ao léu, sem dispensar alguns cuidados, pois mesmo aquela planta mais rústica vai precisar de atenção de vez em quando. No caso do kalanchoe deve ficar atento para:
* Cultivá-lo sempre em solo que estejam bem drenados, que sejam férteis e ricos em matéria orgânica.

* A capacidade de drenagem do solo é importante porque a planta não gosta de ambientes encharcados, então o solo precisa conseguir absorver bem e rápido as regas.

* Deve sempre ser cultivado à meia sombra. A planta precisa de muita luz para se desenvolver, mas no verão ela não vai suportar o sol direto, principalmente entre as 10 da manhã e as 17 horas.

* Sempre que for observado algumas hastes velhas na sua planta retire todas à medida que elas vão murchando. Isso faz com que a planta abra espaço para flores novas.

* Durante as regas, evite molhar as flores e as folhas pois isso vai causar o apodrecimento das mesmas e se ela estiver sob o sol, deixará manchas amareladas o que tira a beleza da planta.

* O espaçamento ideal entre uma planta e outra é de pelo menos 20 cm.

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Adubação e fertilização
Esse processo é bem delicado e vai exigir muita atenção, já que a aplicação excessiva reduzida de adubo e fertilizante na planta vai comprometer diretamente no seu crescimento.

O melhor fertilizante para se usar nessa espécie é o mineral NPK na formulação 04-14-08. Para que o seu solo fique sempre úmido, o que vai ser muito bom para a planta, pode-se misturar ao solo onde o kalanchoe está plantado um pouco de grama seca ou então palha de arroz. Elas absorvem o calor e evita que o solo fique totalmente seco. Dessa maneira o kalanchoe não sofrerá com seca de solo.

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Como plantar o kalanchoe
O cultivo é simples, porém requer um pouco de atenção. Siga o passo a passo para que não deixe ser passado nenhum detalhe.
Passo 1: Em um vaso ou canteiro misture fertilizante NPK de formulação que já foi indicado mais acima junto com a terra que receberá a planta.

Passo 2: Nessa primeira fase da planta, regue com frequência deixando sempre a terra um pouco umedecida, principalmente se você estiver no verão. Cuidado apenas para não deixar muito encharcado, pois isso vai ajudar na proliferação de fungos na sua planta.

Passo 3: Até os 21 primeiros meses observe a planta e mantenha cuidados como a temperatura ideal, exposição à luz, os níveis de fertilizante e também a quantidade de retenção de água, pois isso pode matar a sua planta.

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Crássula (Graptopetalum paraguayense)

As Suculentas são plantas originárias de climas áridos e secos que armazenam água em suas raízes, talos e folhas, motivo pelo qual possuem estruturas grossas e carnudas.

Nesses tempos de pouca água, são plantas ideais para cultivo já que necessitam de regas esporádicas. No entanto demandam luz solar intensa e direta, e o melhor local para cultivá-las é próximo às janelas ou em jardineiras protegidas da chuva.

Na adubação uma dica: coloque uma colher de café de NPK 10-10-10 a cada mês nos vasinhos. Também vale usar uma colher de chá de farinha de osso nos vasos dois meses antes de começar a floração das plantas.

Agora que você já sabe como cultivá-las, conheça algumas espécies e escolha suas preferidas, e com as dicas corretas e atenção às necessidades individuais dessa espécie de planta você terá o resultado perfeito.

O cultivo das plantas suculentas em vasos é considerado moderadamente fácil. Vejam só:
Prepare os vaso com drenos, cascalho e a terra apropriada para as suculentas.

O bacana das plantas suculentas é que você pode estar em pleno 40ºC do Rio de Janeiro ou com 10ºC em Porto Alegre que olhando para elas dá a sensação de estamos no deserto. É isso que elas fazem em qualquer lugar que sejam plantadas.

Dentro de casa, cultivadas em vasos, as suculentas dão um ar exótico para a decoração. E a boa notícia é que depois de cultivadas como se deve são bem fáceis de cuidar. Duas coisas essenciais para qualquer tipo de planta e exigidos ao mínimo pelas suculentas são: poda e água, elas gostam de pouca.

Para uma pessoa que ainda não está com os dotes de jardineiro aprimorado, começar o cultivo pelas suculentas é uma boa opção.

Pegue o vaso com os drenos e acrescente o cascalho que deve ficar na altura, mais ou menos, de 2, 5 cm. Ele é fundamental para que não se crie nas raízes uma umidade excessiva que causaria doenças e poderia até fazer com que elas apodrecessem.

Com o cascalho a água da rega escoará como se deve e jamais acontecerá o encharque da terra.

Sobre o vaso, os de barro são aconselhados para o cultivo de suculentas, sem falar que são lindos e o contraste com a planta fica perfeito para sua decoração.

Lembre-se que as raízes da suculenta são grandes e por isso, o vaso deve ter um tamanho que não comprometa o crescimento delas, principalmente, se você optar por plantar mais de uma muda.

Não tem problema caso você queira plantar em um vaso pequeno as suas suculentas e quando elas crescerem transportá-las para um vaso maior, desde que isso seja feito com cuidado e observando as “regras”.

Depois do cascalho é hora de colocar a terra para as suas plantas e lembre-se que ela deverá ocupar  3/4 de todo o volume do vaso.

Há também a opção de preparar um substrato especial para as suculentas, que normalmente são feitas com escória vulcânica, perlita e areia.

Suculentas

Vale ressaltar que as suculentas podem morrer pouco depois do cultivo, quando estão crescendo, porque o substrato em que foram colocadas não era adequado. Até mesmo o substrato fértil demais pode interferir de forma negativa no crescimento das suculentas.

Antes de prepara a terra para a sua suculenta se informe do que é necessário para ser 100% adequado.

Depois da terra é hora de colocar a suculenta dentro do vaso e a maneira correta de pegá-la é com cuidado pelo caule e depois dentro do vaso fazer com que ele fique ao nível da boca do mesmo. Em seguida, vá colocando com as mãos mais substrato até preencher toda área que ficou em volta da planta e de modo que ela esteja firme dentro do vaso.

Agora é hora de regar. Assim que terminou de plantar a sua suculenta comece a colocar água até que você veja que está saindo pelo dreno. Atenção: faça isso somente se o substrato que foi colocado estiver seco, caso já esteja úmido não faça a rega.

Quando comprar a planta veja se ela precisa de regas semanais ou mensais e também o que o clima influencia nisso. Existe uma diferença entre uma espécie e outra de suculentas.

A suculenta deverá receber adubo uma vez ao mês e de preferência com produto rico em fósforo e com menor quantidade de nitrogênio. Veja qual a dose recomenda o rótulo e dilua metade dela na água antes de aplicá-la. O produto deverá ser aplicado diretamente na terra.

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Com cultivar suculentas em jardins
Apesar de se tratar de flores que amam o clima seca, elas se desenvolvem em qualquer jardim, sem problemas. Nem a diferença climática impede que elas sejam cultivadas em qualquer região. Podemos dizer que as suculentas são irmãs dos cactos, porém, elas podem ser encontradas com uma grande variedade de tamanhos, cores e formatos.

Você vai precisar para cultivar suculentas no jardim de: mangueira, pá de jardinagem e uma boa área na parte externa de casa.

O primeiro passo é preparar a parte do terreno do seu jardim que será usada para fazer o cultivo. Escolha aquele canto em que o sol atinge de cheio e de preferência que seja arenoso. Não esqueça de fazer de forma com que o solo seja bem drenado.

Retire grama e ervas daninhas caso tenham e depois faça o arado do solo. Retire também pedras e quebre qualquer torrão que encontrar pelo caminho.

O segundo passo é fazer a escolha das espécies de suculenta você gostaria de plantar. Misture formas, cores e tamanhos e na hora de cultivar faça “arranjos”, agrupe as que são do mesmo tipo. As suculentas mais usadas em projetos de paisagismo são: sedums, aloe e planta jade.

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Antes de cultivar as suculentas, olhe o jardim e planeje como irá colocá-las, de que forma, com que espaço entre cada uma delas. Faça tudo da forma mais harmônica possível e claro, que deixe o seu jardim ainda mais bonito.

A pá de jardinagem servirá para fazer as covas. Considere o tamanho ideal de cada uma, que sejam maior do que as raízes juntas. E lembre-se que a base da planta não deve superar muito a borda do solo.

Depois de colocar as mudas é hora de cobri-las com a terra. Faça esse processo com as mãos e delicadamente, mas certifique-se de que as plantas estão bem firmes no solo.

E chegou a hora de irrigar. Sendo no jardim e muitas, use a mangueira. A irrigação nesta fase serve também para ajudar que as raízes fiquem firmes dentro do solo. Porém, a rega não deverá ser repetida nos dias seguintes.

Quando comprar as mudas procure informação sobre a rega que cada uma delas precisa, normalmente varia entre uma vez por semana ou somente uma vez por mês. Observe essa diferença também na hora de plantá-las uma próxima da outra. Coloque perto aquelas que exigirem o mesmo tipo de rega.

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suculentas

Plantas consideradas como suculentas são todas aquelas o talo, a raiz ou as folhas apresentam uma aparência mais gordinha, permitindo que haja o armazenamento de água em suficiente quantidade para se manterem bem, independente se forem regadas ou não com frequência, por isso se mostram bem diferentes das plantas comuns.

Esta forma de adaptação faz com que essas plantas possam ter reservas de líquido por prolongados períodos, sobrevivendo assim a ambientes secos e áridos, lugares que para qualquer outro tipo de planta seria impossível de se desenvolver.

Exemplo de Suculenta
O exemplo mais comum que temos de planta suculenta é o cacto, nos quais seus talos possuem uma capa grossa de tecido parenquimatoso. Além deles há muitas outras famílias de vegetais que apresentam as mesmas características.

A facilidade de adaptação das suculentas faz com que possam desenvolver muito bem em ambientes quase sem habitação, e com isso possuem quase nenhuma competição por parte das demais espécies, sendo que nesses locais há grande escassez de indivíduos herbívoros. Para auxiliar na apreensão da pouca umidade contida no local, muitas dessas plantas são pubescentes, com isso mostram uma superfície cheia de pelos que seguram o orvalho que se forma nas primeiras horas do dia.

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Outras formas usadas para aumentar a retenção da umidade é a diminuição da superfície em contrapartida ao volume da planta, restringindo o número de raízes e o tamanho das mesmas bem como, a ampliação de partes de cera na parte de cima de talos e das folhas. Desta forma diminuem o processo de perda d’água por meio da evaporação.

Reprodução das plantas suculentas
* A primeira coisa a se fazer para conseguir uma reprodução adequada de suculenta é escolher uma folha que esteja bonita e saudável.
* Assim que a mesma for escolhida deve ser removida com bastante cuidado, diretamente na ligação que tem com o caule da planta.
* Deixe a folha ou as folhas escolhidas repousarem durante aproximadamente 03 dias no mínimo e no máximo uma semana, num recipiente. Saibam que esse é o segredo para que a reprodução seja um sucesso. Fazendo desta forma, a ponta da folha irá cicatrizar, e formará uma espécie de calo, e não correrá o risco de apodrecer e acabar morrendo. Entretanto, se quiser, pode deixar a planta ali por mais tempo, de forma que ela repouse e surjam raízes e, em determinados caso, até mesmo brotos.
* Depois de processo de espera e descanso é só partir para o plantio da muda. Assim que o broto começa a aparecer e crescer a folha primeira passa a secar até chegar a morrer, a partir desse momento é possível fazer o transporte da muda para o vaso que achar melhor.

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Dicas importantes
Entretanto, veja bem sem as raízes estão prontas e as folhas novas desenvolvidas e firmes antes de partir para a remoção. Uma ideia interessante é já plantar a folha em um lugar definitivo, para que elas possam preencher todo o vaso e haja a preocupação com o transporte da planta. Também é necessário regar a planta de vez em quando, já que muda precisa de rega para poder se desenvolver de maneira plena.

Finalmente, seja paciente com a natureza, já que todo o processo de reprodução é como se fosse magia, devagar, mas ali, debaixo da terra as coisas estão acontecendo, no tempo das plantas e não no seu. Caso já plante a folha com a raiz desenvolvida e o brotinho em processo, todo o desenvolvimento da planta acontece com maior rapidez. Por isso, se for apressado, plante tudo já assim.

Lembre-se que apenas retirar a folha mãe da planta original e sair plantando na terra não funciona. É preciso que se tenha paciência e que aguarde a folha cicatrizar e até mesmo, como já foi dito, criar raízes e brotos e somente depois colocá-la num solo apropriado.

Às vezes esse tipo de reprodução vem a surgir por acaso, quando se pega as folhas caídas do chão, se deposita num potinho e logo as mesmas criam brotos e raízes.

Há ainda a possibilidade de as suculentas se propagarem de forma natural, podendo ser isso facilmente observado em jardins e até mesmo em vasos grandes onde as suculentas acabam tomando conta de quase todo ele.

Muitos insistem em mencionar que as plantas suculentas não são chegadas a água, mas quem tem uma delas em casa sabe que elas gostam sim, mas preferem não ficar encharcadas como muitas outras plantas. Todos os seres vivos gostam de água e precisam dela para se manterem saudáveis e até mesmo felizes.

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As regas ideais
As regas ideias para as suculentas devem acontecer sempre que se percebe a necessidade das plantas, ou seja, algo em torno de uma vez durante a semana nos meses mais frios e nos mais quentes no máximo duas por semana e até uma, depende do comportamento da planta.

Mas, da mesma forma que as pessoas, as plantas também apresentam um comportamento único, com isso, o que vale para uma delas pode não valer para as demais. Por isso é aconselhável que se consulte sites com informações sobre os possíveis cuidados a serem tomados com vários tipos de suculentas.

Além disso, muitas delas preferem ficar completamente no sol outras, no entanto, preferem ser colocadas a meia sombra, já que se desenvolvem melhor nessas condições. Então, fique atento ao tipo de suculenta que irá reproduzir e veja qual o melhor local para abrigá-las, sem correr o risco de perdê-las.

É importante também que se coloque as plantas numa terra adubada, e que possua uma drenagem adequada, para que ao final do vaso ela não fique encharcada, senão, pouco a pouco as raízes acabarão apodrecendo e, quando você notar, já não terá mais suas queridas plantas.

Por isso, é fundamental que, no fundo do vaso sejam colocados alguns pedregulhos ou cacos de telha para permitir que o excesso de água colocado possa sair livremente e não fique acumulado na terra.

Lembre-se de por a água somente na terra e não diretamente na planta, para não encharcar demais.

Aproveite as dicas e tenha muitas suculentas para embelezar sua casa.

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flor-de-maio

A flor-de-maio é uma planta nativa da região norte do estado do Rio de Janeiro do Brasil, sendo encontrada em um local muito específico do estado.

É uma planta herbácea epífita e suculenta, que pode ser cultivada em vasos à sombra ou meia sombra. Suas flores são muito ornamentais e são bastante conhecidas por esse motivo, tendo cores vermelhas, rosas, brancas ou amarelas. Tem preferências por terra orgânica e que seja bem drenada, mas prefere clima quente e úmido.

Independentemente do seu nome, suas flores começam a aparecer no mês de abril, e se estende até o mês de julho. As flores-de-maio são plantas cactáceas e suas flores apresentam-se de cores em tons de dégradé bem exóticas.

No mês de maio chegam as flores, na verdade há flores durante o ano inteiro no Brasil, devido ao clima tropical (quente e úmido), mas é no mês de maio que aparecem as flores de cores mais exóticas que encantam visitantes e expositores em diversos lugares do país.

Apesar da flor-de-maio pertencer à família das cactáceas ela não chega a ser um cacto como os que nós estamos mais acostumados a ver, verdes, altos e cheios de espinhos. Isso se dá devido a essa planta ter surgido do cruzamento entre duas variedades de cactáceas a Schlumbergera e a espécie Z. truncatus buckleyi, sendo ambas nativas do Brasil.

Flor-de-maio (Schlumbergera truncata)

Na flor-de-maio, os talos se bifurcam enquanto que na ponta dos ramos pendentes as flores aparecem. A planta floresce durante vários meses ao longo do ano, mas ela tem esse nome popular devido ao seu ápice de floração que acontecem mesmo durante o mês de maio. Suas flores têm forma de capuz, com aproximadamente 7 cm de comprimento e cores que variam do lilás ao branco.

Cultivo
Não é uma planta que exige muitos cuidados na hora do cultivo, logo depois de sua floração ela entra em repouso, uma espécie de descanso. Nesse período o solo deve ser mantido seco e sem adubação, uma rega de 10 em 10 dias é o suficiente.

estaquia

É importante salientar que nesse período a troca de vaso deve ser feita caso queira fazer mudas para replantá-las.  A reprodução se faz por estaquias das folhas, para isto, basta retirar, um pequeno ramo e misturar em terra bem adubada junto com areia grossa, e durante a primavera inicie uma adubação e as regas devem ser mais frequentes, uma ou duas vezes ao longo da semana.

Essa planta tem preferências por lugares bem iluminados e se possível com sol direto. Por isso ela deve ser usada como decoração apenas depois de já florida, caso contrário não se desenvolverá. Mesmo dessa forma, é preferível colocá-la em local onde haja bastante incidência de luz.

flordemaio

Por ser um membro da família dos cactos, essa planta se torna também muito resistente à seca. Antigamente elas eram mais cultivadas em vasos de xaxim, que hoje se tornou proibido por ser incorreto ecologicamente. Hoje se encontram no mercado especializado vasos de fibra de coco, que embora seja um pouco caros, garantem uma maior adaptabilidade das plantas.

Os cuidados necessários para manter a flor de maio saudável e bonita, são quase os mesmos que se deve ter com um cacto, como ela é resistente a períodos mais secos, não é necessário fazer a rega comumente como se faz com outras plantas.

A cada 40 dias, aproximadamente, é recomendável fazer uma adubação. Existe um fertilizando 4-14-08 que pode ser encontrado em casas especializadas de fertilizantes. Vem em uma caixinha e ele é todo em forma de bolinhas, as instruções do verso devem ser seguidas para que a adubação não prejudique a planta.

Nesse tipo de planta, quando você rega muitas vezes, pode ser que suas raízes apodreçam e isso prejudica todo o desenvolvimento da planta podendo até matá-la. Mas também não deixe que a sua planta morra de sede, ela é resistente a períodos secos, mas não significa que ela vive sem água (nenhum ser vivo vive sem água).

Portanto, sempre que perceber que a terra está seca, jogue uma quantidade de água significativa, mas não para encharcar, coloque antes do ponto de encher o pratinho embaixo, isso pode ajudar no apodrecimento das raízes.

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Em habitat natural é uma planta que exige pouco em relação à qualidade de terreno, pois se instala em qualquer lugar da terra, e procura tronco ou pedaços de madeira em que possa se agarrar.

Uma dica importante na hora de replantar, principalmente se você for utilizar sementes no plantio, é usar uma garrafa pet, cortada ao meio, dessa forma você encaixa a garrafa no vaso e deixa a semente em uma espécie de estufa, o que ajuda a quebrar a dormência da semente mais rápido, assim você economiza algumas semanas.

Depois que a planta já tiver germinado, quando começa o processo de desenvolvimento de plântula e tudo o mais, deve-se ter mais cuidado com adubação e rega, procure se informar sobre essa espécie para não cometer erros.

Pesquise e fale com quem tenha plantado, ou cultiva a flor de maio, mesmo que ela não seja exigente com cuidados, algumas precauções devem ser levadas em consideração para manter a sua planta saudável e sempre bem florida.

ventos

Epiphyllum ackermannii

Também conhecido como Pluma-de-Santa-Teresa o Cacto-orquidea é uma planta da família das Cactáceas, com origem no México, regiões tropicais da América Central e América do Sul.

São plantas epífitas, com flores grandes (10 -18 cm), muito lindas , de cor vermelha vibrante, que florescem na primavera e verão e, diferente da maioria dos cactus, as flores permanecem abertas por vários dias. Podem produzir pequenas sementes em frutos, que são globosos, nutritivos e de cor violácea.

Recentemente seu nome científico foi alterado para Disocactus ackermanni, o que gera alguma dúvida de identificação. Existem muitas hibridações, gerando plantas com flores de diversas tonalidades, algumas abrindo somente à noite com intenso perfume.

Cacto-orquídea (Epiphyllum 'Pegasus')Cacto-orquídea (Epiphyllum ‘Pegasus’)

Um cruzamento muito apreciado é o Epiphyllum pegasus, com uma coloração magenta no centro da planta, tão intensa que chega a ser fosforescente.

Os cactos-orquídeas possuem talos achatados, segmentados, suculentos, que parecem folhas. O correto é chamá-los de cladódios, que é definido como um gomo que dilatado parece uma folha. As margens destes segmentos são onduladas, contendo locais com pequenos espinhos eretos, mas macios. Também são destas bordas que surgem os botões florais.

Não tem caules muito longos, inicialmente cilíndricos, torna-se planos (às vezes triangulares nas espécies híbridas) ao afastarem-se da base. A planta vai crescendo recurvada, adicionando novos cladódios de forma pendente, como uma samambaia.

Toda esta estranha aparência tem um belo efeito decorativo. As raízes lançam novos caules a cada ano, em cujas pontas podem surgir raízes aéreas.

Estes cactos epífitos são silvestres, da mata, enraizando-se onde haja matéria orgânica disponível e boa umidade. Quer seja nas forquilhas das árvores ou fendas de rochas. Em nossas casas, podemos utilizar vasos plásticos (não precisam ser grandes, pois não tem muitas raízes) tanto interna como externamente. Janelas bem iluminadas são um bom local. Do lado de fora, apenas em locais sombreados não desenvolve.

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Quando em seu ambiente natural os raios do sol são filtrados pela copa da árvore onde está fixada. Está espécie não recebe o sol diretamente, pois são àquelas plantas que desenvolvem-se sob folhagem densa procuram a parte alta onde há mais luz disponível. Assim podemos concluir que apesar de não gostarem de sol intenso, precisam de alta luminosidade.

Ainda toleram o sol da manhã mas é preciso evitar esta exposição nas horas mais quentes. Não se dão bem na sombra. Estudos no México indicam que quanto maior a luminosidade mais intensa serão as cores das flores.

O substrato de cultivo deve ser rico em matéria orgânica, húmus, terra preta e areia de rio lavada, propiciando boa drenagem e aeração. Cascas também podem ser misturadas. Sobre o substrato colocar folhas em decomposição.

Apesar de ser um cactus, aprecia umidade. Mas não em excesso. Desta forma, devemos ficar atentos ao nível de umidade do solo, não permitindo que as raízes fiquem totalmente secas. Então, a receita é irrigar com a frequência que mantenha o recipiente nem totalmente úmido nem completamente seco. Isto vai depender de cada região e se a planta estiver dentro ou fora de casa. Digamos, naqueles em ambientes cobertos, uma vez por semana. No inverno, a cada 10 dias.

Pode-se dizer que durante o período de crescimento o ideal são temperaturas mínimas diárias entre 16 e 24º C. Já durante o repouso vegetativo (outono/inverno), 16 a 18ºC. Não gosta de frio excessivo, não resistindo a geadas. Sofre abaixo de 10º C, mas há registros onde suporta temperaturas próximas de 0º C.

Nestes locais muito frios o correto é transferir a planta para interiores no inverno, caso estejam ao relento. Temperaturas altas durante o verão propiciam florações de muito boa qualidade.

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Na primavera e verão adubar a cada 2 semanas com uma fórmula de NPK 10-10-10 ou mesmo menor (5-5-5 /8-8-8). A quantidade de N pode ser menor. Faça uma diluição de ¼ de colher de sopa por litro de água. Prepare a solução em função do número de vasos que se tenha.

Molha-se o substrato até ficar bem umedecido. Húmus de minhoca (ou outro composto orgânico) também pode ser acrescido e misturado ao substrato com uma colher, no início da primavera. Após a floração, a planta entra em período de repouso, sem necessidade de adubação. Como observação importante diria para não usar fórmulas onde o N seja superior ao P o K.

A forma mais comum é por estaquia. Também por sementes é possível, mas é mais demorado. O tamanho certo para uma estaca é por volta de 10-12 cm. Corta-se a base em forma de “V”. Pode-se polvilhar canela em pó no corte para prevenir a entrada de fungos.

Deixa-se secar as estacas em local sombreado e bem arejado por uns 7 dias. Isto impede o apodrecimento. Após, em vaso com terra orgânica, enterra-se as estacas a uns 5-6 cm de profundidade. Manter a terra úmida, nunca encharcada ou seca demais.

Os vasos devem estar em local iluminado mas sem receber luz direta do sol (ou em sombrites de 50 a 70% de sombreamento). Pode demorar de 3 a 6 semanas para enraizar.
A melhor época para esta operação é a primavera ou verão, depois do florescimento.

Não faça estacas logo após a floração,pois a planta gastou muita energia no florescimento. Espere umas 3 semanas para fazer esta operação. Depois, é preciso aguardar a planta atingir um certo crescimento vegetativo para colocá-la em local definitivo e começar com as adubações regulares.

As estacas de partes vegetativas mais novas da planta enraízam mais rapidamente do que as mais velhas. Apesar que qualquer secção acabará enraizando. Uma outra forma de fazer uma muda é utilizando cladódios que contenham raízes adventícias. São raízes aéreas e basta cortar a estaca com estas raízes e colocar na terra.

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Pragas, doenças e outros problemas
Cochonilhas, fungos e bactérias são os piores vilões.

– As cochonilhas, quando o ataque não é tão intenso, podem ser catadas manualmente com um cotonete. Em caso de infestações é preciso usar algum defensivo. Num primeiro momento, corta-se com uma tesoura as partes afetadas. Uma pulverização com água, detergente e álcool etílico é bastante eficiente. Também pulverizar com óleo mineral mata estes insetos por asfixia.
– Dar as condições exigidas pela espécie é a melhor forma de protegê-la contra pragas e doenças. Plantas que apresentam a podridão negra precisam ser eliminadas.
– Manchas ou furos no caule geralmente são causados por mudanças bruscas de temperatura entre o dia e a noite. Só em ambientes controlados pode-se evitar esta adversidade.
– Excesso de sol causa aparência amarelada. Levando a planta para uma iluminação correta, tende a voltar à cor normal. Partes vegetativas que ficam murchas, amolecidas indicam pouca luz.
– Muita água causará um rápido apodrecimento das raízes.

Outras considerações
– Cuidado para não perturbar a planta no período de florescimento, a não ser para molhá-la. Pessoas que lidam com Epiphyllum há anos dizem que a planta é sensível, desaconselhando mesmo tocar nas flores ou botões florais, para que não caiam. Assim como também mudar o vaso de lugar nestas ocasiões.
– A cada 2-3 anos é necessário trocar de vaso, quando renova-se o substrato. O ideal é fazer isto depois de umas 3 semanas após a floração.
– Para obter uma planta vigorosa e com muitas flores, faz-se uma poda de formação naqueles vasos onde as estacas plantadas começaram a se desenvolver. Se as estacas forem apicais faça um corte retirando 4-5 gemas. Isto irá estimular a ramificação.

Este corte precisa ser inclinado para que a seiva escorra e para que também não se acumule umidade, o que evita podridões e consequente perdas. A utilização de canela é recomendada.

É melhor fazer esta operação com o solo mais seco, havendo assim menor saída de seiva. As partes podadas podem gerar novas estacas, conforme procedimento já explanado anteriormente.

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A aloe vera é natural da África, por isso, se adapta melhor em climas quentes e secos, com muito sol. Mas com os cuidados adequados, pode ser facilmente cultivada dentro de casa. O Estado de Santa Catarina é um dos maiores produtores brasileiros dessa planta, apesar do clima ameno.

A aloe vera pode ser plantada em um vaso simples, de barro ou plástico, dos que encontramos em supermercados. O único cuidado é protegê-la do frio intenso, ao qual não é acostumada. Outra grande vantagem dessa planta é que ela pode ser colhida o ano inteiro, pois suas folhas (até 30 por planta) permanecem praticamente imutáveis durante as quatro estações.

Como cultivar aloe vera em casa
Escolha o local mais ensolarado da casa, de preferência, ao ar livre. Se você não tiver um quintal ou jardim, pode escolher uma varanda ou mesmo o peitoril de uma janela. O importante é que a babosa receba o máximo possível de luz solar.

Compre um vaso grande, pois a planta cresce bastante e tem raízes fortes. A terra vendida em lojas de jardinagem pode ser usada. Você não precisa comprar uma muda ou sementes, aliás, se conhecer alguém que já tenha uma planta de babosa em casa, pode pedir uma das folhas com as raízes e plantar no seu vaso para obter uma nova planta.

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Regue uma vez por mês ou duas, se morar em um clima seco demais. A aloe vera quase não precisa de água, por isso, tenha cuidado para não encharcar a terra. Sempre regue suas plantas no início da manhã (até às 10h) ou no final da tarde (depois das 16h), quando o sol não estiver tão forte.

É uma planta que não deveria faltar em nenhum lar, pois esta possui várias propriedades benéficas tanto para a saúde quanto para a beleza. É uma planta conhecida como “a planta milagrosa”, já que tem múltiplos usos, por isso é recomendável ter pelo menos uma delas no jardim ou no interior do seu lar. A grande vantagem da planta é que não precisa de muita atenção, pois não precisa de cuidados demais para se manter perfeita.

Como plantá-la
* Use um vaso largo e raso para esta planta, esqueça os vasos muito pequenos e é melhor que não seja pesado demais, assim você pode deslocá-la facilmente para o interior ou o exterior.

* Misture um pouco de terra com areia ou perlita, já que as babosas precisam de um solo poroso e nutritivo. Este tipo de planta não gosta que suas raízes estejam na água, por isso precisam de um terreno de fácil e rápida drenagem.

* Ao chegar a primavera, adube o solo com húmus de minhoca, você também o pode o fazer durante os transplantes.

* Se tiver a planta de aloe vera dentro de casa, coloque em um lugar onde receba a maior quantidade de luz natural possível. Caso você a coloque no exterior, procure um lugar à luz do sol, mas tenha em conta que quando chover ou tiver risco de geadas você deve cobri-la para protegê-la.

* Esqueça a idéia de andar com o regador todos os dias, você deve regar a babosa a cada 15 ou 20 dias, utilizando pouca água e despejando-a diretamente sobre a terra, sem deixar o vaso transbordado de água. Tenha em conta que a planta com muita água apodrece.

Durante o inverno a planta entra num período de hibernação, pelo qual os seus níveis de exigência de água diminuem de forma considerável. Já, no verão, elas precisam de muita água para crescer como é devido.

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Problemas e pragas
A aloe vera tem alguns problemas e pragas, mas é sensível ao excesso de rega. Alagado, o solo encharcado pode provocar ferrugem, mofo de água, podridão da coroa e manchas foliares fúngicas. É uma planta incrivelmente resistente a maioria das pragas, mas às vezes é atacada pela cochonilha. A remoção manual da praga ou um spray de meia-água, com um pouco de álcool meio metilado irá repelir os insetos, mas a melhor medida preventiva é evitar o excesso de rega.

Propagação
Uma vez madura, a aloe vera vai produzir pequenos “filhotes” ou desdobramentos. Arranque-os e plante em vasos separados, se necessário, para propagar a planta. Não permita que os bebês se tornem grande demais, ou eles vão tirar os nutrientes da planta mãe.

Replantando
A aloe vera pode crescer e ficar muito grande, mais de 1,2 m em alguns casos. Quando a planta tornar-se bem pesada para o vaso, é hora de mudar a planta para um vaso maior.

Como aparar uma aloe vera
Embora a planta não seja aparada da maneira típica das outras plantas, há alguns métodos de utilização, poda e controle a seguir para manter a saúde de uma aloe vera. Saiba quais folhas deixar, quais remover e quando remover. Pode-se podar uma aloe vera para promover s saúde, o crescimento ou a aparência atrativa da planta.

Remova uma folha de aloe vera corretamente
Utilize uma faca afiada para extrair uma folha pela base da planta, perto da terra. Selecione uma das plantas externas já que são as mais velhas e que contêm a maioria do gel. Com a faca, cuidadosamente corte qualquer borda afiada do final da folha.

Essas folhas podem ser fatiadas e utilizadas com propósitos medicinais. No caso de você não ter utilizado todo o gel da folha, amarre o restante da folha num pacote plástico selável e guarde na geladeira até precisar do gel de aloe vera novamente.

Mantenha a planta saudável
Remova quaisquer folhas secas, mortas ou danificadas. Folhas altamente descoloridas também podem ser removidas. Pestes ou doenças podem infectar a planta, por isso há a necessidade dessas folhas serem removidas.

Controle o tamanho da aloe vera removendo raízes
Quem cultiva a aloe vera tem que lidar com as ramificações da planta, principalmente  cuidar bem das plantas, para manter uma planta forte e saudável. Essas ramificações roubam energia da planta principal. Quando as folhas novas e pequenas chegam a cerca de 8 cm a 12 cm, as retire – com raízes e tudo – do vaso.

Na maioria das vezes, é possível simplesmente puxar e arrancar a ramificação sem causar danos às plantas. Porém, você pode precisar retirar toda a planta do vaso, separar as raízes e as ramificações da planta principal. Para evitar danificar as plantas. Esse processo de redução irá manter a planta num tamanho aparável e manejável.

Pode raízes de aloe vera
Ao recolocar uma aloe vera no vaso, apare a maioria das raízes compridas. Isso facilita na reimplantação, mas também permite o crescimento de raízes mais fortes. Regue moderadamente até que a planta se adapte ao seu novo local – pode levar semanas.

Estimule o crescimento das folhas verdes cortando caules de flor logo depois de florescerem e antes de soltarem sementes. Como flores aparecem raramente em aloes vera cultivadas dentro de casa, se esse for o seu caso você provavelmente não terá que fazer este passo.

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Não basta gostarmos de flores para termos um vistoso jardim, elas precisam de cuidados que por falta de tempo nem sempre podemos dispensar a elas, entretanto podemos sim resolver esta questão de uma maneira inteligente escolhendo as espécies certas para que tenhamos um jardim florido o ano todo sem muito trabalho.

Plantas versáteis como o sedum-vistoso que se adapta muito bem a qualquer estação e qualquer ambiente é uma das boas opções que temos para nos ajudar nessa tarefa.

Além disso, ela é muito resistente de forma que duram muitos anos sem precisar de renovação. Além das flores ela também dá frutos.

Como se trata de uma planta que normalmente não atinge mais do que 60 cm de altura, ela não precisa de muito espaço. É uma planta lindíssima, resistente e que somente precisa de cuidados quanto ao excesso de regas ou chuva. Com essas características pode ser a flor ideal para quem não dispõe de tempo para cuidá-las.

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O sedum-vistoso é uma planta da família Crassulaceae, originária da Ásia. É uma planta herbácea, suculenta, florífera e ramificada, com cerca de 60 cm de altura.

O caule é ereto e carnoso e as folhas são opostas, igualmente espessas, de coloração verde-azulada, formato oval e com bordos denteados.

As inflorescências surgem no verão e são muito grandes, densas e vistosas, formadas por inúmeras flores de cor rósea, branca ou vermelha e formato de estrela. Durante a frutificação, as flores dão lugar a sementes amarronzadas.

No paisagismo esta bela florífera presta-se para a formação de maciços e bordaduras, principalmente ao longo de muretas e paredes, disfarçando as linhas retas da construção. Também pode ser plantada em vasos e jardineiras.

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Em geral ela aprecia o solo arenoso e é pouco exigente quanto a fertilidade. É tolerante a salinidade do solo, o que a torna apropriada ao plantio no litoral. Após sua implantação torna-se mais bonita e forte a cada ano, pois armazena reservas em suas raízes tuberosas.

Não é uma planta que precisa de grandes cuidados, pois ela é até resistente. Felizmente, ao contrário de muitas outras espécies de flores, não perde consideravelmente a sua beleza. Dessa forma, é possível ter uma planta lindíssima durante muitos e longos anos.

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, bem drenável, leve, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente. É necessário ter algum cuidado com a chuva ou mesmo regas em excesso, mas de resto aguenta qualquer tipo de clima e é tolerante a períodos de estiagem.

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Um dos maiores símbolos do Feng Shui, é а famosa crassula ovata, também conhecida como Árvore-da-amizade e Planta-do-dinheiro.

A crassula ovata é uma planta suculenta da família Crassulaceae com origem na África do Sul.

Apresenta um ciclo de vida perene, com suas folhas carnudas е grossas de um verde jade brilhante. Usada comumente em entradas de casas е nos jardins, mas também muito usada para se fazer lindos bonsai.

Mesmo sendo originária da África a planta-jade se adaptou bem em outras regiões inclusive aqui no Brasil.

Como cultivar a crassula ovata
Como toda suculenta, a crassula ovata é muіtо fácil de propagar, bastando para isso uma pequena estaca ou mesmo uma folha da planta mãe colocada em um canto de um vaso e em pouco tempo mais de um mês você terá uma muda da planta.

A crassula ovata prefere solo bem drenado, e com bastante matéria orgânica misturada а pedriscos para aumentar a porosidade e criar as condições ideais para о crescimento satisfatório da ѕuа crassula ovata.

Elа é uma planta originária dе encostas rochosas е áridas dа África, lembre-se disso ао escolher о local onde ficará ѕuа crassula ovata.

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A questão dаѕ regas é bem parecida, роr exemplo dоѕ cactos, nо verão regue sempre quе о solo еѕtіvеr bem seco, umа vez ао mês, оu dе 20 еm 20 dias caso о clima еѕtеја muіtо seco. E nо inverno nãо regue. A planta-jade tеm umа enorme capacidade dе armazenamento dе água, pоr іѕѕо fique tranquilo еlа јá fez ѕuа reserva раrа passar todo о inverno.

Aѕ crassula ovata tеm umа facilidade dе adaptação muіtо grande quanto а luminosidade (о quе faz dеlа umа dаѕ prediletas роr paisagistas раrа decorar interiores). Pоr іѕѕо vосê tеrá umа grande facilidade ао escolher о local onde ѕuа planta ira permanecer. Caso еlаѕ tomem bastante sol tеm umа tendência dе ѕuаѕ folhas соm о tempo ficarem avermelhadas, dando umа coloração exótica а toda а planta.

Aѕ crassula ovata, devem ѕеr podadas sempre nа primavera, о quе estimulará о ѕеu desenvolvimento е о formato quе а planta vai adquirir. Tеnhа еm mente quе а vida media dе umа crassula ovata é dе 30 anos, quаndо fоr escolher о vaso е о formato ideal раrа а poda.

Lembre-se tаmbém quе ѕuаѕ folhas ѕãо bastante pesadas, роr іѕѕо mеѕmо а necessidade dа poda anual, раrа nãо comprometer о caule соm о peso excessivo dаѕ folhas е estimular о crescimento dо caule раrа suportar о peso.

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Pragas
Cochonilhas –
São pragas que causam umа deformação impedindo о crescimento dа planta. Pаrа evitar еѕѕе tipo dе praga о melhor é usar umа solução caseira dе sabão еm pó е água nа proporção dе ½ colher dе sopa dе sabão раrа cada litro dе água.

Faça іѕѕо umа vez роr semana enquanto observar quе о ataque nãо cessou dе vez. Evite о máxímo possível usar pesticidas, porque todas аѕ suculentas ѕãо muіtо sensíveis а pesticidas, о quе poderá inclusive vir а matar а planta.

Solo
As plantas-jade crescem melhor em solo bem drenado, que não tem turfa ou outras partículas que irão reter grandes quantidades de água. Essas plantas desfrutam de encostas rochosas e solo árido, logo, muitas misturas de terra diferentes são utilizadas para imitar as condições naturais favoráveis. Alguns produtores recomendam solo 50/50 misturas de solo orgânico para perlite, haydite, turface, ou cascalho pequeno e grão.

Alguns jardineiro utilizam pedras de rio ou casca de pinheiro. O consenso geral entre os produtores é que o solo tem de ser drenado rapidamente e tem de secar entre as regas, deve ter uma boa quantidade de areia e cascalho no seu interior.

Floração
Para incentivar a floração, permita que a planta fique sem água na estação de inverno. Quando os dias ficarem curtos, retirar a água completamente e deixar a planta suportar as noites frescas.

Várias semanas deste tratamento, seco e frio seguido de rega regular irá resultar em flores em todos os dias mais curtos do ano. Regas regulares, ou noites muito quentes, a planta mantém-se saudável, mas sem flor.
Quаndо bem cuidada а crassula ovata floresce umа vez ао ano, normalmente nо inverno оu outono, principalmente ѕе еѕtіvеr еm um local sombreado.

Propagação

As plantas-jade são notoriamente fáceis de propagar. Elas podem ser propagadas por estacas de caule ou folha. Em estado selvagem, caules e folhas, muitas vezes, rompem ao cair no chão, e depois de algumas semanas, eles podem crescer e formar uma nova planta. Ou, elas podem ser cortadas e colocadas num recipiente com água até obter raízes a crescer (cerca de 2 semanas), e em seguida, plantadas no solo.

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O cacto-azul é uma planta escultural, exótico e tem grande valor como planta ornamental porque se apresenta estruturalmente de uma forma muito bonita e tem a cor azulada. Ele tem o porte ereto e arbustivo e pode chegar a 10 m de altura enquanto os seus ramos podem ter de diâmetro 11 cm.

É uma planta da família Euphorbiaceae e tem sua origem no Brasil, o que significa que pode ser cultivado no nosso território. Para ornamentação pode ser usado em jardins com pedras e em conjuntos ou cultivado isoladamente. Porém, para que cresça bonito e forte deve ser plantado à meia sombra ou sol pleno. É umas planta de crescimento lento e não tolera o frio, pois o seu clima perfeito é o tropical seco.

Cultivo do cacto-azul
O tipo ideal de substratos para seu cultivo deve ser em solo seco, arenoso e com muitas pedras. Por isso, para que ele cresça bonito é necessário criar um subsolo que retenha a água, que pode ser feito com: folhas para fazer um composto orgânico com cascalho, cascas de árvore, areia e cascas de árvores em decomposição.

Os cactos em geral, preferem solo com um alto teor de pH, aliás, bem superior ao exigido por outras plantas ornamentais. Estamos falando de algo em torno de 6 a 6,5, que pode ser conseguido com turfa. Porém, melhor ainda, é o conseguido com o húmus da minhoca que fica em torno de 7,0.

Todos os cactos possuem raízes enormes o que faz necessário que se prepare um solo bem profundo, com cerca de 15 cm mais ou menos, isso também garante a drenagem adequada tanto para as regas quanto para a chuva. Já, se o cultivo for dentro de vasos fundos, será necessário usar manta geotêxtil ou vaso brita, são modos de evitar que a terra fique compacta no furo da drenagem o que acarretaria encharcamento.

Além disso, é necessário antes de colocar o substrato, adicionar um pouco de areia, não abrindo mão de uma boa mistura para facilitar a drenagem e fertilizante para moderar o quanto a terra consegue reter a água.

Também é necessário usar adubo granulado para a cobertura da adubação e que não tenha muito nitrogênio na composição. Porém, esse produto fará com que o cacto cresça mais rápido, o que aparentemente pode ser uma vantagem, mas na verdade não é, porque ele perde os nutrientes. Por isso, é necessário compensar com a fórmula NPK 4-14-8.

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Saiba como é a reprodução de cactos através de sementes
As sementes dos frutos dos cactos normalmente são pretas e o seu fruto é chamado de cereus, que é capaz de produzir várias delas ao mesmo tempo, estamos falando de centenas. A melhor maneira de retirar a poupa do fruto para usá-la no cultivo é colocando na água, depois coe com um pano. Em seguida, as sementes devem ser lavadas e todo o resíduo de mucilagem retirado porque nele é que moram os fungos. Seque no sol e não se esqueça de retirar as fibras, que acabam sendo aderidas pela semente.

Você pode usar uma bandeja de semeadura, que pode ser comprada em qualquer loja que venda material de jardinagem ou se preferir, use uma caixa de fruta ou bacia plástica, só não pode esquecer-se de fazer os furos no fundo. Neste caso, a casca de arroz carbonizada serve como substrato.

Na hora de semear, distribua bem as sementes e de preferência cubra com um pouco de areia, que deve ser peneirada antecipadamente.

O tempo de germinação é de 30 a 45 dias, porém, pode acontecer desse tempo aumentar, isso dependerá do gênero de cactus foi escolhido para cultivo.

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Dicas
* E não se esqueça, o melhor momento para semear o cactos é durante o verão.
* Não jogue água na sementeira.
* Se você colocar a bandeja onde estão as sementes sobre uma lâmina de água não será necessário regar. Claro, que isso só funciona se você escolher um substrato pequeno para sementeira.
* Quando a sua mistura for de areia e pó de coco, ela deverá ser de 5 e no máximo 6 centímetros. Quando o substrato é feito de areia pura, a altura passa para 4.
* A bandeja não deverá nunca ser mergulhada dentro d’água para evitar que cresçam fungos.
* Se você não tiver uma estufa para colocar a bandeja de sementes poderá usar uma cobertura de plástico, que serve para criar o clima úmido que a planta precisa para se desenvolver.
* Saiba que as plantas que são cultivadas através de sementes são melhor para aclimatação e mais rústicas.

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* O cactos deve ficar na sementeira durante 3 a 4 semanas. Depois desse período deverá ser feita a adubação de cobertura e quando for tirar as mudas, muito cuidado, porque elas são muito frágeis.
* Depois dessa fase da retirada das mudas da sementeira, espera-se passar de 4 a 5 meses para fazer o transplante delas para os vasos permanentes. Esses vasos, de preferência, devem ter a boca bem larga, como se fossem grandes bacias, onde é possível cultivar em grupos.
* Caso você tenha optado por fazer o cultivo do cacto em viveiro é melhor para evitar o problema, chuvas fortes, que com certeza, danificam as plantas quando estas não estão bem amparadas.
* Outra dica para quem é jardineiro de primeira viagem é usar uma tela fina, dessas colocadas para evitar os mosquitos, bem em cima de cada um dos vasos com os cactos. Já quem pretende cultivar a planta para comercializá-la, é aconselhável deixá-las no mesmo vaso pelo menos até o segundo ano de semeadura.
* De todos os gêneros de cactos, o cereus é o que tem o crescimento mais rápido, por isso, todas as instruções relatadas acima devem ser desconsideradas, porque os períodos serão muito menores.

Temperatura ideal para o cultivo de cactos
Não é novidade para ninguém dizer que os cactos gostam mesmo é de calor.  Se você vive em regiões onde o frio é mais intenso, certamente terá um grande problema durante o inverno. Porém, não quer dizer que as temperaturas alternadas sejam um problema. Em lugares que fazem calor de dia e frio a noite, o cultivo é sem problemas.

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Mammillaria hahniana

Os amantes da jardinagem que acham que não têm as habilidades necessárias para cultivar plantas saudáveis em casa podem ter interesse em aprender a cultivar cactos. Essas suculentas do deserto exigem cuidados mínimos e são resistentes sob as condições corretas.

Várias horas de luz solar por dia e um solo com boa drenagem são essenciais para que os cactos vivam. Uma vantagem dessas plantas fáceis de manter é que, depois que as necessidades básicas delas são atendidas, pouquíssimos cuidados são necessários.

Além disso, há diversas variedades únicas disponíveis para o cultivo dentro de casa que podem embelezar qualquer parapeito sem o trabalho que outras plantas domésticas exigem.

Os cactos crescem em muitas partes do mundo. A América do Sul e a África do Sul são especialmente representativas dos diferentes tipos de cactos existentes no nosso planeta.

Este tipo de planta gosta de crescer em locais que poucas outras plantas apreciam, e uma vez que a maioria dos cactos cresce em regiões áridas, as pessoas associam-nos em geral com os desertos. No entanto, apenas uma pequena parte dos cactos cresce em áreas extremamente secas.

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Os cactos sempre foram plantas populares, em parte devido à enorme variedade de cactos que se pode encontrar, mas também pelos poucos cuidados que exigem para crescer e viver. Isto significa que os cactos são as plantas ideais para todo o tipo de jardineiro.

Devido à enorme variedade de cactos, é difícil generalizar sobre as condições ideais para cada espécie. Cada uma tem as suas preferências. No entanto, existem muitos tipos de ambientes que se adaptam inteiramente, ou em parte, à maioria das espécies.

Ítens necessários para cultivar cactos:
* Vaso de cerâmica ou terracota;
* Cacto;
* Solo de envasamento para cacto;
* Luvas de jardinagem;
* Cascalho ou areia;
* Fertilizante para plantas cultivadas em ambientes internos com nitrogênio e fósforo.

Vamos aos passos
Vasos
Em primeiro lugar vamos aos recipiente para cultivar seu cacto. O tamanho dos vasos é muito importante para os cactos. Se o vaso for demasiado pequeno pode provocar a asfixia das raízes. Os cactos crescerão pouco, ou nada, e eventualmente morrerão. Se o vaso for demasiado grande, terá demasiada terra e absorverá demasiada

Em geral, pode-se dizer que os cactos bulbosos  crescem mais confortavelmente em vasos que são apenas ligeiramente maiores que as suas raízes. Os cactos tuberosos  necessitam normalmente de vasos um pouco maiores.

Os vasos são normalmente de barro/cerâmica ou plástico. Em geral, as pessoas que fazem jardinagem como hobby, costumam escolher vasos de barro. Estes vasos permitem aos cactos respirar melhor e a terra seca mais rapidamente. Os vasos de barro são mais caros que os de plástico.

Assegura-te de que o vaso tem um ou mais buracos no fundo. Os cactos preferem absorver a água por baixo.

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Terra
Uma boa mistura de terra pode fazer toda a diferença para o teu cacto. No entanto, a escolha do tipo de mistura depende em muito do tipo de clima.

A terra normal para vasos não é geralmente a adequada para a maioria dos cactos. Este tipo de solo tem a capacidade de reter a água durante muito tempo. Isto é algo terrível para os cactos.

Os centros de jardinagem costumam ter terra especial para cactos, que resulta bem para a grande maioria dos cactos. Mas, a maioria dos amantes da jardinagem preferem usar misturas preparadas por eles próprios, depois de vários anos de experiência.

Ingredientes que são muitas vezes usados nas misturas de terra para cactos:
* turfa;
* fibra de coco;
* terra para vasos;
* cascalho miúdo;
* perlite;
* pedra pome;
* pedra calcária

A maior parte das misturas é composta por 20-25% de matéria orgânica e o restante é material inorgânico. É muito importante que a mistura seja leve e solta.

Caso contrário, irá absorver demasiada água, e provocar o apodrecimento das raízes. Os cactos também precisam de um certo número de nutrientes e de oligoelementos. Eventualmente, o solo ficará esgotado destes nutrientes. É por isso recomendada a adição de um pouco de estrume na mistura, uma vez por ano.

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Luminosidade
A quantidade certa de luz é talvez a parte mais difícil na manutenção dos cactos. Especialmente se vives num país frio e escuro, deves assegurar-te que os teus cactos recebem bastante luz, pelo menos de vez em quando. Os cactos estão naturalmente acostumados a receber muita luz.

A maior parte dos cactos conseguem sobreviver com menos luz, mas o seu crescimento será mais lento e nunca irão florescer. Durante o verão, os cactos normalmente recebem mais luz do que no inverno.

A maioria dos cactos necessita, na realidade, de apenas algumas horas de luz solar. Não te esqueças de colocar sempre os cactos (adultos) perto de janelas. Também é possível fornecer luz artificial aos cactos.

As lâmpadas fluorescentes são uma opção, pois fornecem bastante luz. As desvantagens são que estas lâmpadas fornecem pouco calor, e têm de ser colocadas a uma distancia máxima de 10-30 cm por cima dos cactos.

Lembra-te que demasiada luz também pode causar problemas. Se os cactos receberem demasiada luz, o lado exposto ao sol perderá a cor, resultando em queimaduras. Isto pode causar marcas permanentes.

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Temperatura
É bem sabido que os cactos gostam de calor. É por isso que crescem nas regiões mais quentes do planeta. Mas mesmo os países mais quentes têm noites frias. Por essa razão, muitos cactos aguentam temperaturas mais baixas. Alguns até são capazes de suportar a geada, durante um curto período, desde que recebam calor e luz durante o dia.

Dentro de casa, os cactos podem geralmente ser mantidos a temperatura ambiente. Nas regiões onde os cactos conseguem também sobreviver no exterior, é melhor mantê-los dentro de casa durante o inverno, de qualquer forma.

Água
A causa mais comum para a morte dos cactos é o excesso de água. O nosso conselho é, portanto: Não os regues demasiado.

A maioria das pessoas acha difícil perceber quando é que os seus cactos necessitam de água. A melhor coisa a fazer é deixar a terra secar completamente antes de regar outra vez. Um medidor de umidade pode ser bastante útil nestas situações. Em caso de dúvidas, o melhor é não regar já.

No verão, os cactos necessitam de mais água do que no inverno.
* Verão: regue os cactos uma vez por semana.

* Inverno: regue os cactos 2 ou 3 vezes durante o período inteiro de inverno.

No entanto, estas recomendações podem variar dependendo dos cactos e do ambiente em que se encontram.

É melhor regar por baixo, onde se encontram as raízes. Por isso, os vasos devem ter sempre um ou mais buracos no fundo e um prato por baixo. Quando deitas água no prato, a terra absorve a água do fundo até ao topo, atingindo facilmente as raízes. Deita fora a água que não for absorvida após 2 min. Os cactos maiores poderão demorar mais 1 ou 2 min, a absorver a água de que necessitam.

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Transplante
Os cactos, e especialmente as suas raízes, não gostam de ser transplantados. No entanto, alguns crescem bastante rápido, e se os mantivermos num vaso demasiado pequeno, as suas raízes irão ressentir-se. Os cactos param de crescer e acabam por morrer. Por isso necessitam de ser transplantados, de vez em quando, para vasos maiores, para manter o crescimento.

São necessários alguns cuidados no transplante de cactos. Não são só os cactos que podem ficar danificados. Mas suas mãos podem sair feridas, pois há espinhos que podem passar despercebidos, e aí … Portanto, o melhor é usar luvas espessas ou um pano dobrado para proteger as tuas mãos, quando manuseias os cactos.

A melhor época para transplantar cactos é logo a seguir ao período de inverno.

Doenças
A maioria dos cactos é vulnerável as mesmas doenças e pragas que as outras plantas de casa e jardim. Por isso é importante controlar regularmente os teus cactos. Também aqui, é melhor prevenir do que remediar. Assegura-te que crias o ambiente adequado, onde os cactos possam crescer bem, e os insetos e bactérias não tenham quaisquer hipóteses.

Os fungicidas e pesticidas podem rapidamente erradicar insetos e pragas. No entanto, tem cuidado com as super doses. Muitas vezes os cactos também morrem por causa desses produtos. Segue sempre cuidadosamente as instruções da embalagem. Tente sempre usar produtos amigos do ambiente e dos animais.

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