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Posts para categoria ‘Cactos e Suculentas’

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Essa suculenta é, sobretudo uma planta para colecionadores iniciantes, pois tem fácil cultivo, necessitando apenas de alta luminosidade, de preferência sol pleno, e poucas regas, para que se matenha sempre compacta e não perca seu formato exuberante.

Forma uma bela moita de até 8 cm de altura, suas folhas são morrom-avermelhadas dispostas em 4 direções, característica principal de uma Pagoda. Essa suculenta  não suporta altas temperaturas, sendo assim indicada principalmente para cultivo na região no sul do Brasil.

Só no Brasil contamos com mais de 100 tipos de suculentas, plantas cuja característica mais marcante é o fato de armazenarem boa quantidade de água nas raízes, no talo ou nas folhas, o que varia de acordo com a espécie.

Essa adaptação lhes permite manter reservas por períodos prolongados e mesmo viver em locais áridos, secos e de temperatura elevada, como onde surgiram: principalmente em regiões da África e da América.

Embora cactos e agaves sejam considerados suculentas, essa designação costuma ser feita apenas para as variedades de folhas miúdas, gordinhas e cerosas.

São ótima opção para quem tem vontade de cultivar plantas ornamentais mas não dispõe de tempo e dedicação para cuidados minuciosos.

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Ficam muito bem em pequenos vasos tanto em ambientes internos (vasos ou diretamente no solo em jardins de inverno), quanto externos como beirais de janelas, jardineiras, sacadas, pequenos jardins, vasos largos, etc.

Algumas espécies conforme crescem tendem a ficar pendentes ou preencher completamente o vaso onde estão, criando belos efeitos!

Como são extremamente ornamentais, podem ser arranjadas de inúmeras maneiras, seja compondo um ambiente com várias espécies, seja sozinhas num singelo vasinho!

Não exigem cuidados específicos, apreciam pouca água, ficam bem tanto ao sol quanto à sombra, estão sempre bonitas e possuem ciclo de vida perene!

chuva de flores

vasi de barro

Nesta matéria  será mostrado como cuidar de mini cactos que estão com tudo e vão dar um charme extra em qualquer cantinho. Por sua facilidade de cuidado e manutenção, os cactos têm sido os escolhidos da vez pelos moradores de grandes cidades, com vidas corridas, para dar um toque de verde e trazer a natureza para dentro de casa. E mesmo para quem mora em pequenos espaços, é possível apostar nesta tendência.

Mantê-las sob o sol
A primeira coisa a levar em consideração é que os cactos, do grupo das suculentas, gostam de lugares ensolarados. Como são plantas de deserto, apenas a claridade intensa não é suficiente.

O ideal são pelo menos 2 a 3 dias de sol por semana. Muita gente costuma colocar seus mini cactos no banheiro. O problema de como cuidar de mini cactos nesse ambiente, é que normalmente não há incidência de sol direto, o que é prejudicial para as plantinhas.

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Flores de mini cactos
Alguns mini cactos vêm com florzinhas coloridas acopladas. Elas são lindas, sim, porém são de mentira! E acredite: são muito prejudiciais aos cactos. Para colocar essas flores, é preciso furá-los com uma agulha ou alfinete.

Se você tem um desse em casa, o ideal é tirar a flor para que a planta cicatrize essa região e continue crescendo normalmente. Mas não pense que nunca verá uma flor no seu mini cactos – eles podem dar flores de verdade! Geralmente elas duram poucos dias, de 3 a 4, e são bem fininhas e delicadas.

Como o crescimento se dá
Se você alimentar o seu mini cactos com substrato, tomar todos os cuidados, e colocar em vasos maiores, ele pode crescer (e deixar de ser mini). Às vezes, ele pode crescer desordenadamente por falta de luz. Pode começar a ficar torto, ou mais fino.

Para mantê-lo num tamanho mais enxuto, é preciso deixá-lo em vasinhos menores com pouca terra e pouco substrato.

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Rega dos mini cactos
Em um vaso com furo embaixo, a rega deve ser feita a cada 15 ou 20 dias. Caso ele fique no sol direto, a água vai evaporar mais rápido e esse intervalo precisará ser menor. Mas a dica é checar quando a terra estiver seca: aí sim seus cactos estão precisando de água. É um ponto primordial de como cuidar de mini cactos com excelência!

Como cuidar de mini cactos e criar lindos arranjos
Para combinar com outras plantas em um arranjo, é preciso escolher espécies de ambientes parecidos (que precisam de sol e de pouca água).

O mais comum é combinar cactos com outros tipos de suculentas. Desta forma tem como Cuidar de Mini Cactos e criar um arranjo lindíssimo.

Alguns Tipos de Cactos

Mammilaria decipiens
1. Almofada de alfinetes
Nome científico: Mammilaria decipiens
País de origem: Nativo das Américas
Características: São pequenos cactos que se aglomeram; existem mais de 200 espécies deste tipo. Seus espinhos são esbranquiçados e ele floresce no verão. Cultivado em Sol pleno.

Rhipsalis baccifera

2. Cacto macarrão
Nome científico: Rhipsalis baccifera
País de origem: Nativo da África
Características: O cacto macarrão é um cacto diferente e exótico, e tem esse nome popular graças ao seu formato. Não possui espinhos e chega a medir até 90cm. É cultivado em meia sombra.

Rhipsalidopsis gaertneri Regel

3. Flor de outubro
Nome científico: Rhipsalidopsis gaertneri Regel
País de origem: Brasil e América do Sul
Características: Esse cacto chega a uma altura de 40cm e também não possui espinhos. Cultivado em meia sombra com regas regulares, apenas quando seca o substrato.

Echinopsis chamaecereus

4. Cacto amendoim
Nome científico: Echinopsis chamaecereus
País de origem: Argentina
Características: Tem esse nome porque suas hastes têm diâmetro do tamanho de um amendoim. É uma planta ramificada de 30 cm, que floresce na primavera e suas flores são vermelhas. Cultivado em meia sombra.

Epiphyllum Ackermannii

5. Cacto orquídea
Nome científico: Epiphyllum Ackermannii
País de origem: Nativo da América central e América do Sul
Características: Cresce entre 60cm até 1m, floresce entre o verão e a primavera e suas flores são vermelhas. Cultivado em meia sombra.

Schlumbergera truncata

6. Flor de maio
Nome científico: Schlumbergera truncata
País de origem: Nativo da América do Sul
Características: É um dos cactos mais apreciados e difundidos e mais uma espécie que não possui espinhos. Floresce no outono e sua altura chega a 40cm. Cultivado em meia sombra com regas.

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7. Cadeira de sogra
Nome Científico: Echinocactus grusonii
País de origem: México
Características: Grande e redondo, esse cacto chega a medir 60cm de diâmetro. Seus afiados espinhos são longos e amarelados e ele produz grandes flores isoladas de cor amarela.

Epithelantha micromeris

8. Cacto botão
Nome Científico: Epithelantha micromeris
País de origem: Texas, Arizona e norte do México
Características: O cacto botão tem altura de 6 cm, floresce nos meses quentes e, após a floração, produz um fruto vermelho comestível. Se propaga por divisão de planta e por sementes. É cultivado em Sol pleno com regas esporádicas.

Escobaria sneedii

9. Rabo de raposa
Nome científico: Escobaria sneedii
País de origem: México
Características: Seus espinhos são brancos e contrastam com suas flores, que podem ser rosas, laranjas ou amarelas. Floresce nos meses quentes e cresce até 27cm. Cultivado em meia sombra.

Opuntia humifusa

10. Língua do diabo
Nome científico: Opuntia humifusa
País de origem: Nativa de países do leste da América do Norte
Características: Tem muito espinho e floresce na primavera em Sol pleno. Tem flores amarelas e frutos comestíveis. Sua altura chega a 45 cm.

Sulcorebutia rauschii

11. Mil cores
Nome científico: Sulcorebutia rauschii
País de origem: Argentina e Bolívia
Características: São pequenos cactos globulares coloridos que se aglomeram. Floresce no verão e suas flores são de cor magenta. Cultivado em meia sombra.

Hatiora salicornioides

12. Rhipsalis de flor amarela
Nome científico: Hatiora salicornioides
País de origem: Brasil
Características: Essa é uma das poucas espécies de cactos que não possui espinhos. Cresce até 1m, floresce entre o verão e a primavera e suas pequenas flores são amarelas ou alaranjadas. Cultivado em meia sombra.

Cephalocereus senilis

14. Barba de velho
Nome científico: Cephalocereus senilis
País de origem: Nativo da América Central
Características: Seu nome popular é devido a grande quantidade de pelos brancos que a planta possui. Só floresce após 20 anos de plantio e suas flores são vermelhas. Cultivado em sol pleno.

Echinocereus reichenbachii

15. Cacto ouriço
Nome científico: Echinocereus reichenbachii
País de origem: México
Características: Floresce no verão e cresce até 1,5m. Deve-se cultivar em Sol pleno.

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O Cacto parafuso é um arbusto grande, pertence à família Angiospermae, nativo da America do Sul, perene, suculento, ereto, ramificado, espinescente, de 2-4 m de altura e 10-12 cm de diâmetro.

Hastes verdes e retorcidas igual parafuso, de coloração geral verde-acinzentada. O número de sulcos por haste varia de 4-9 e as plantas podem ter uma ou muitas hastes.

O “cacto parafuso” se desenvolve naturalmente, na forma espiral. A espiral pode ser no sentido horário ou anti-horário, numa mesma planta. As razões para esta diversificação não são conhecidas.

Acredita-se que esta forma é derivada da espécie típica por mutação genética, surgida no sudoeste do Paraná.

Flores grandes, solitárias, de cor branca com lilás e se abrem à noite, são dispostas sobre pedúnculos espessos e distribuídas ao longo do terço apical das hastes. Surgem no final da primavera e verão.

A razão das flores abrirem à noite é para permitir que sejam fecundadas por insetos e pássaros noturnos.

Fruto grande e quando maduro tem a cor avermelhada, apresenta um grande número de sementes em seu interior.

Em paisagismo é usada em jardins como planta isolada ou em conjunto formando maciços ou renques. É indicado para cultivo em ambiente interno ou externo.

Quando cultivado em vasos, o porte da planta irá depender do espaço do vaso para o desenvolvimento das raízes e crescimento da planta.

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Como cultivar cacto parafuso
É uma espécie resistente, de fácil cultivo e seu crescimento é acelerado podendo se manter dentro ou fora de casa. Neste primeiro ambiente, ele necessita ter o máximo de sol por dia, assim como o segundo, porém precisa que seu vaso seja girado para que o cacto não cresça torto, em direção da luz.

Não é tolerante a baixas temperaturas, principalmente geada. Assim, durante as estações mais frias a adubação pode ser suspensa para evitar fungos ou bactérias. Durante o ano as irrigações podem ser espaçadas, de modo que o solo seque completamente entre uma rega e outra.

O solo deve ser rico em matéria orgânica e arenoso, além de ser bem drenado. As suas flores são um fenômeno que para que ocorra precisa estar em um local com muita luz solar direta.

Por isso, em ambientes internos é mais difícil florescer. A propagação do cacto parafuso é feita por estacas de ramos ou pelas sementes.

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Cotyledon orbiculata L.

O Bálsamo é uma erva aromática da família da Crassulacease originária da África do Sul, Ásia e grande parte da América Tropical, conhecida também como Pau-de-bálsamo, balso, cabraiba, óleo vermelho, cabureiba e pau vermelho.

Além das propriedades terapêuticas, geralmente usada para problemas digestivos, cicatrizantes e emolientes, sendo os seus princípios ativos os ácidos benzoicos e cinâmico, sua indicação terapêutica são para as inflamações gastrointestinais e de pele, úlcera, erisipela, afecções do aparelho respiratório e urinário, diabetes, bronquite crônica, queimaduras e frieiras.

O Bálsamo também é muito conhecido por ser uma planta ornamental. A planta tem o caule ramificado e chega a medir entre 30 e 90 cm, as folhas são carnosas, brilhantes e o seu formato é espatulado a ovado, curvadas para cima, de cor verde a bronzeada e dispostas em rosetas nas extremidades dos ramos, composta de 3 a 11 folíolos.

Cotyledon-orbiculata

As inflorescências surgem no Outono e Inverno, terminais e compostas por pequenas e abundantes flores brancas bastante decorativas, dispostas em ramos simples nas hastes das folhas e são bem famosas por seu perfume ser semelhante ao das rosas, as vagens são alongadas, curva, tendo entre 1 e 2 sementes com pedúnculo achatado.

Por ser uma planta suculenta, o bálsamo é muito resistente a estiagem, no entanto, é bastante sensível ao encharcamento que provoca o apodrecimento das raízes. A erva tolera geadas e multiplica-se por estaquia dos ramos e folhas, e por separação das brotações laterais.

Quanto às propriedades, a erva é cicatrizante, anti-inflamatória e emoliente. O bálsamo é uma espécie interessante para compor a horta doméstica. É ainda uma excelente opção para o jardineiro iniciante por sua facilidade de cultivo, baixa manutenção e rusticidade.

Cotyledon_orbiculata

Dicas para cultivar o Bálsamo
Deve ser cultivado sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, preferencialmente arenoso, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado semanalmente na primavera e verão, sendo no inverno irrigado apenas uma vez a cada mês.
* Para um bom cultivo, é necessário o clima, solo e fertilização adequados. O solo deve ser areno-argiloso, leve e bem drenado. Deve colocar composto orgânico a 5Kg/ m2, luminosidade a meia-sombra e sol pleno. Adapta-se a qualquer cima, mas prefere clima seco e quente;

* Uma das principais necessidades da erva é o sol. Uma exposição diária direta de no mínimo 5 horas, pois sem essa exposição, elas podem crescer fracas e até mesmo com diminuir o crescimento; e como o bálsamo é uma planta usada para fins medicinais, pode perder as propriedades terapêuticas e a suas flores perderem o aroma;

* Para preparar o solo, cave bem fundo, no mínimo 30 cm e se o solo for duro ou conter uma quantidade significativa de argila, adicione algumas pás de material orgânico como adubo, húmus de folhas ou estrumo curtido e também um pouco de areia grossa para melhorar a drenagem;

* As ervas, em geral, preferem um solo neutro ou levemente alcalino, então depois de realizar o preparo do solo com esses materiais acima citados, verifique com um kit de teste, disponível em centros ou lojas de jardinagem, o equilíbrio ácido ou alcalino. Se a acidez for superior a 7,5 na escala pH, aplique uma pequena camada de cal;

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* Se cultivado em vasos ou jardineiras, o ideal é que os vasos tenham pelo menos 25 cm de altura. Porém, antes de qualquer coisa, certifique-se de que o vaso seja adequado à espécie;

* Na hora de montar um vaso ou uma jardineira, avalie se proporcionam drenagem adequada, garantida por um ou mais furos no fundo;

* Antes de plantar, prepare o recipiente com uma camada de argila expandida no fundo. Por cima coloque uma manta de drenagem ou areia e depois um pouco de substrato. Posicione as mudas e complete o vaso com terra;

* Utilize substrato – terra pronta para adubagem – e a cada 30 dias misture adubo orgânico, como húmus de minhoca (para o Bálsamo, esse período pode ser superior a 30 dias);

* Coloque o dedo na terra para verificar se é necessário aguar. Geralmente, rega-se uma vez por semana, mas essa equação depende do vaso, da temperatura e do local onde a planta está;

* Quando for colher, nunca arranque a folha, pois isso enfraquece a planta. O correto é cortar com tesoura a ponta dos ramos;

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* Como o bálsamo é uma planta que se adapta melhor as condições climáticas mais secas e quentes, uma boa opção quando for transplantá-lo do vaso para o jardim é aplicar uma pequena camada de cascalhos pequenos, pois o cascalho tem a função de absorver água e umidade;

* Embora a maioria das ervas seja razoavelmente resistente às pragas, algumas são sensíveis a fungos, ferrugem ou ácaros, e outras “adoradas” por lagartas.

Você pode aproveitar as qualidades repelentes naturais de certas ervas para produzir seu próprio borrifador não venenoso e usá-lo casa haja contaminação no plantio de Bálsamo.

– Como preparar
Colha algumas folhas de ervas que parecem nunca ser atingidas por pragas – por exemplo, hortelã-verde ou arruda e depois despeje água fervente sobre as folhas (três partes de água para uma de ervas) e deixe em infusão durante 15 minutos.
Quando esfriar, coe a mistura em pano fino e pulverize as plantas contaminadas. Repita o processo uma vez por semana e depois da chuva, usando a cada vez uma nova fervura da mistura;

* No paisagismo, o bálsamo pode ser aproveitado isolado ou em grupos, formando assim maciços ou bordaduras informais em jardins contemporâneos, desérticos ou pedregosos. Versátil, também pode ser plantado em vasos e jardineiras, adornando varandas, pátios e sacadas;

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Estas são algumas dicas de como cultivar o Bálsamo, que podem também serem seguidas para o plantio e cultivo de outras ervas medicinais em casa.

As flores dessa planta florescem durante o outono e também no inverno. Na parte medicinal o bálsamo é utilizado para tratamento de queimaduras, gastrites e inflamações na pele.

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