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Posts para categoria ‘Cactos e Suculentas’

suculentas

Ninguém pode discordar que ter plantas em casa traz uma sensação boa e até mesmo uma energia positiva. Mas muita gente não leva jeito com as plantinhas e acaba deixando-as morrer de sede.

As suculentas são uma boa opção para quem é um pouco esquecido, pois elas precisam de pouca água e poucos cuidados.
São plantas lindas com diversas formas, cores e texturas. Depois de se apaixonar por elas, muita gente começa a colecionar.

Você pode reservar um cantinho na sua casa e colocá-las em uma mesa, ou em prateleiras. Elas precisam de pouca água, mas precisam de muita luz. Então, mantenha-as perto de janelas, em lugar bem iluminado.

Também é importante manter qualquer planta em lugar arejado, pois quando não existe ventilação, o ambiente fica propício para o aparecimento de doenças e pragas.

Com as dicas corretas e atenção às necessidades individuais dessa espécie das plantas suculentas você terá o resultado perfeito.

O cultivo das suculentas em vasos
1- Prepare: vaso com drenos, cascalho e a terra apropriada para as suculentas.

O bacana das plantas suculentas é que você pode estar com temperaturas à 40ºC ou com 10ºC,  que olhando para elas dá a sensação de estamos no deserto. É isso que elas fazem em qualquer lugar que sejam plantadas.

Dentro de casa, cultivadas em vasos, as suculentas dão um ar exótico para a decoração. E a boa notícia é que depois de cultivadas como se deve são bem fáceis de cuidar. Duas coisas essenciais para qualquer tipo de planta e exigidos ao mínimo pelas suculentas são: poda e água, elas gostam de pouca.

Para uma pessoa que ainda não está com os dotes de jardineiro aprimorado, começar o cultivo pelas suculentas é uma boa opção.

1 – Pegue o vaso com os drenos e acrescente o cascalho que deve ficar na altura, mais ou menos, de 2, 5 centímetros. Ele é fundamental para que não se crie nas raízes uma umidade excessiva que causaria doenças e poderia até fazer com que elas apodrecessem.

Com o cascalho a água da rega escoará como se deve e jamais acontecerá o encharque da terra.

Sobre o vaso, os de barro são aconselhados para o cultivo de suculentas, sem falar que são lindos e o contraste com a planta fica perfeito para sua decoração.

Lembre-se que as raízes da suculenta são grandes e por isso, o vaso deve ter um tamanho que não comprometa o crescimento delas, principalmente, se você optar por plantar mais de uma muda.

Não tem problema caso você queira plantar em um vaso pequeno as suas suculentas e quando elas crescerem transportá-las para um vaso maior, desde que isso seja feito com cuidado e observando as “regras”.

2 – Depois do cascalho é hora de colocar a terra para as suas plantas e lembre-se que ela deverá ocupar  3/4 de todo o volume do vaso.

Há também a opção de preparar um substrato especial para as suculentas, que normalmente são feitas com escória vulcânica, perlita e areia.

Vale ressaltar que as suculentas podem morrer pouco depois do cultivo, quando estão crescendo, porque o substrato em que foram colocadas não era adequado. Até mesmo o substrato fértil demais pode interferir de forma negativa no crescimento das suculentas.

Antes de prepara a terra para a sua suculenta se informe do que é necessário para ser 100% adequado.

3 – Depois da terra é hora de clocar a suculenta dentro do vaso e a maneira correta de pegá-la é com cuidado pelo caule e depois dentro do vaso fazer com que ele fique ao nível da boca do mesmo. Em seguida, vá colocando com as mãos mais substrato até preencher toda área que ficou em volta da planta e de modo que ela esteja firme dentro do vaso.

4 – Agora é hora de regar. Assim que terminou de plantar a sua suculenta comece a colocar água até que você veja que está saindo pelo dreno. Atenção: faça isso somente se o substrato que foi colocado estiver seco, caso já esteja úmido não faça a rega.

Quando comprar a planta veja se ela precisa de regas semanais ou mensais e também o que o clima influencia nisso. Existe uma diferença entre uma espécie e outra de suculentas.

5 – A suculenta deverá receber adubo uma vez ao mês e de preferência com produto rico em fósforo e com menor quantidade de nitrogênio. Veja qual a dose recomenda o rótulo e dilua metade dela na água antes de aplicá-la. O produto deverá ser aplicado diretamente na terra.

O cultivo de suculentas no jardim
Apesar de se tratar de flores que amam o clima seca, elas se desenvolvem em qualquer jardim, sem problemas. Nem a diferença climática impede que elas sejam cultivadas em qualquer região. Podemos dizer que as suculentas são irmãs dos cactos, porém, elas podem ser encontradas com uma grande variedade de tamanhos, cores e formatos.

Você vai precisar para cultivar suculentas no jardim de: mangueira, pá de jardinagem e uma boa área na parte externa de casa.

1 – O primeiro passo é preparar a parte do terreno do seu jardim que será usada para fazer o cultivo. Escolha aquele canto em que o sol atinge de cheio e de preferência que seja arenoso. Não se esqueça de fazer de forma com que o solo seja bem drenado.

Retire grama e ervas daninha caso tenham e depois faça o arado do solo. Retire também pedras e quebre qualquer torrão que encontrar pelo caminho.

2- O segundo passo é fazer a escolha das espécies de suculenta você gostaria de plantar. Misture formas, cores e tamanhos e na hora de cultivar faça “arranjos”, agrupe as que são do mesmo tipo. As suculentas mais usadas em projetos de paisagismo são: seduns, cacto, aloé e planta-jade.

3 – Antes de cultivar as suculentas, olhe o jardim e planeje como irá colocá-las, de que forma, com que espaço entre cada uma delas. Faça tudo da forma mais harmônica possível e claro, que deixe o seu jardim ainda mais bonito.

4 – A pá de jardinagem servirá para fazer as covas. Considere o tamanho ideal de cada uma, que sejam maiores do que as raízes juntas. E lembre-se que a base da planta não deve superar muito a borda do solo.

5 – Depois de colocar as mudas é hora de cobri-las com a terra. Faça esse processo com as mãos e delicadamente, mas certifique-se de que as plantas estão bem firmes no solo.

6 – E chegou a hora de irrigar. Sendo no jardim e muitas, use a mangueira. A irrigação nesta fase serve também para ajudar que as raízes fiquem firmes dentro do solo. Porém, a rega não deverá ser repetida nos dias seguintes.

Quando comprar as mudas procure informação sobre a rega que cada uma delas precisa, normalmente varia entre uma vez por semana ou somente uma vez por mês. Observe essa diferença também na hora de plantá-las uma próxima da outra. Coloque perto aquelas que exigirem o mesmo tipo de rega.

Com reproduzir as plantas suculentas
Plantas consideradas como suculentas são todas aquelas o talo, a raiz ou as folhas apresenta uma aparência mais gordinha, permitindo que haja o armazenamento de água em suficiente quantidade para manterem-se bem, independente se forem regadas ou não com frequência, por isso se mostram bem diferentes das plantas comuns.

Esta forma de adaptação faz com que essas plantas possam ter reservas de líquido por prolongados períodos, sobrevivendo assim a ambientes secos e áridos, lugares que para qualquer outro tipo de planta seria impossível de se desenvolver.

Exemplo de suculenta
O exemplo mais comum que temos de planta suculenta é o cacto, nos quais seus talos possuem uma capa grossa de tecido parenquimatoso. Além deles há muitas outras famílias de vegetais que apresentam as mesmas características.

Cactus monstruoso - Cereus peruvianus var. monstruosus

A facilidade de adaptação das suculentas faz com que possam desenvolver muito bem em ambientes quase sem habitação, e com isso possuem quase nenhuma competição por parte das demais espécies, sendo que nesses locais há grande escassez de indivíduos herbívoros. Para auxiliar na apreensão da pouca umidade contida no local, muitas dessas plantas são pubescentes, com isso mostram uma superfície cheia de pelos que seguram o orvalho que se forma nas primeiras horas do dia.

Outras formas usadas para aumentar a retenção da umidade é a diminuição da superfície em contrapartida ao volume da planta, restringindo o número de raízes e o tamanho das mesmas bem como, a ampliação de partes de cera na parte de cima de talos e das folhas. Desta forma diminuem o processo de perda d’água por meio da evaporação.

Reprodução de plantas suculentas
1 – A primeira coisa a se fazer para conseguir uma reprodução adequada de suculenta é escolher uma folha que esteja bonita e saudável.
2 – Assim que a mesma for escolhida deve ser removida com bastante cuidado, diretamente na ligação que tem com o caule da planta.
3 – Deixe a folha ou as folhas escolhidas repousarem durante aproximadamente 03 dias no mínimo e no máximo uma semana, num recipiente. Saibam que esse é o segredo para que a reprodução seja um sucesso. Fazendo desta forma, a ponta da folha irá cicatrizar, e formará uma espécie de calo, e não correrá o risco de apodrecer e acabar morrendo. Entretanto, se quiser, pode deixar a planta ali por mais tempo, de forma que ela repouse e surjam raízes e, em determinados caso, até mesmo brotos.
4 – Depois de processo de espera e descanso é só partir para o plantio da muda. Assim que o broto começa a aparecer e crescer a folha primeira passa a secar até chegar a morrer, a partir desse momento é possível fazer o transporte da muda para o vaso que achar melhor.

Dicas Importantes
Entretanto, veja bem sem as raízes estão prontas e as folhas novas desenvolvidas e firmes antes de partir para a remoção. Uma ideia interessante é já plantar a folha em um lugar definitivo, para que elas possam preencher todo o vaso e haja a preocupação com o transporte da planta. Também é necessário regar a planta de vez em quando, já que muda precisa de rega para poder se desenvolver de maneira plena.

Finalmente, seja paciente com a natureza, já que todo o processo de reprodução é como se fosse magia, devagar, mas ali, debaixo da terra as coisas estão acontecendo, no tempo das plantas e não no seu. Caso já plante a folha com a raiz desenvolvida e o brotinho em processo, todo o desenvolvimento da planta acontece com maior rapidez. Por isso, se for apressado, plante tudo já assim.

Lembre-se que apenas retirar a folha mãe da planta original e sair plantando na terra não funciona. É preciso que se tenha paciência e que aguarde a folha cicatrizar e até mesmo, como já foi dito, criar raízes e brotos e somente depois colocá-la num solo apropriado.

Às vezes esse tipo de reprodução vem a surgir por acaso, quando se pega as folhas caídas do chão, se deposita num potinho e logo as mesmas criam brotos e raízes.

Há ainda a possibilidade de as suculentas se propagarem de forma natural, podendo ser isso facilmente observado em jardins e até mesmo em vasos grandes onde as suculentas acabam tomando conta de quase todo ele.

Muitos insistem em mencionar que as plantas suculentas não são chegadas a água, mas quem tem uma delas em casa sabe que elas gostam sim, mas preferem não ficar encharcadas como muitas outras plantas. Todos os seres vivos gostam de água e precisam dela para manterem-se saudáveis e até mesmo felizes.

Como regar as planta suculentas
As regas ideias para as suculentas devem acontecer sempre que se percebe a necessidade das plantas, ou seja, algo em torno de uma vez durante a semana nos meses mais frios e nos mais quentes no máximo duas por semana e até uma, depende do comportamento da planta.

Mas, da mesma forma que as pessoas, as plantas também apresentam um comportamento único, com isso, o que vale para uma delas pode não valer para as demais. Por isso é aconselhável que se consulte sites com informações sobre os possíveis cuidados a serem tomados com vários tipos de suculentas.

Além disso, muitas delas preferem ficar completamente no sol outras, no entanto, preferem ser colocadas a meia sombra, já que se desenvolvem melhor nessas condições. Então, fique atento ao tipo de suculenta que irá reproduzir e veja qual o melhor local para abrigá-las, sem correr o risco de perdê-las.

É importante também que as suculentas sejam plantadas numa terra adubada, e que possua uma drenagem adequada, para que ao final do vaso ela não fique encharcada, senão, pouco a pouco as raízes acabarão apodrecendo e, quando você notar, já não terá mais suas queridas plantas. Por isso, é fundamental que, no fundo do vaso sejam colocados alguns pedregulhos ou cacos de telha para permitir que o excesso de água colocado possa sair livremente e não fique acumulado na terra. Lembre-se de por a água somente na terra e não diretamente na planta, para não encharcar demais.

Aproveite as dicas e tenha muitas suculentas para embelezar sua casa.

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Pilosocereus pachycladus

O cacto-azul pertence a família Euphorbiaceae e sua origem é brasileira, o que significa que pode ser cultivado no nosso território. É um cacto é escultural e exótico e tem grande valor como planta ornamental porque se apresenta estruturalmente de uma forma muito bonito e tem a cor azulada. Ele tem o porte ereto e arbustivo e pode chegar a 10 me de altura enquanto os seus ramos podem ter de diâmetro 11 cm.

Pode ser usado em jardins com pedras e em conjuntos ou cultivado isoladamente. Porém, para que cresça bonito e forte deve ser plantado a meia sombra ou sol pleno. É uma planta de crescimento lento, por isso deve-se ter paciência.

Não é novidade para ninguém dizer que os cactos gostam mesmo é de calor.  Se você vive em regiões onde o frio é mais intenso, certamente terá um grande problema durante o inverno. Porém, não quer dizer que as temperaturas alternadas sejam um problema. Em lugares que fazem calor de dia e frio a noite, o cultivo é sem problemas.

flores do Pilosocereus pachycladus
O tipo ideal de substratos para o cultivo de cactos em geral, é em solo seco, arenoso e com muitas pedras. Por isso, para que ele cresça bonito é necessário criar um solo que retenha a água, que pode ser feito com: folhas para fazer um composto orgânico que devem ficar próximas ao solo mineral, cascalho, cascas de árvore, areia e cascas de árvores em decomposição.

Além disso, os cactos preferem solo com um alto teor de pH, aliás, bem superior ao exigido por outras plantas ornamentais. O pH ideal deve ficar em torno de 6 a 6,5, que pode ser conseguido com turfa. Porém, melhor ainda, é o conseguido com o húmus da minhoca que fica em torno de 7,0.

Os cactos possuem raízes enormes o que faz necessário que se prepare um solo bem profundo, com cerca de 15 cm mais ou menos, isso também garante a drenagem adequada tanto para as regas quanto para a chuva. Já, se o cultivo for dentro de vasos fundos, será necessário usar manta geotêxtil ou vaso brita, são modos de evitar que a terra fique compacta no furo da drenagem o que acarretaria encharcamento.

Além disso, é necessário antes de colocar o substrato, adicionar um pouco de areia, não abrindo mão de uma boa mistura para facilitar a drenagem e fertilizante para moderar o quanto a terra consegue reter a água.

Também é necessário usar adubo granulado para a cobertura da adubação e que não tenha muito nitrogênio na composição. Porém, esse produto fará com que o cacto cresça mais rápido, o que aparentemente pode ser uma vantagem, mas na verdade não é, porque ele perde os nutrientes. Por isso, é necessário compensar adubando-os com o NPK na formulação 04-14-08.

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MammillariaElongata2

Cactácea florífera e muito popular, nativa de áreas rochosas, da região central do México.

É um cacto de pequeno porte, que chegam a 30 cm de largura por 15 cm de altura, muito procurado por colecionadores.

A planta é desprovida de folhas, e se caracteriza por ramos alongados, verdes, cilíndricos, suculentos, semelhantes a dedos e recobertos por espinhos.

Os ramos formam grupos densos, podem ser retos ou recurvados, e de diversas cores, como branco, amarelo, creme, castanho, marrom e vermelho. A cor dos espinhos tem importância primordial na cor geral da planta, pois eles cobrem grande parte da superfície dos ramos e surgem em grupos radiais, formando pequenas estrelas.

As flores surgem na primavera, dispostas em circunferência no topo dos ramos. Elas podem ser brancas, amarelas ou róseas. Os frutos que se seguem são bagas vermelhas, globosas e contém numerosas sementes.

No cultivo em vasos, estes podem o de plástico usado na produção da planta ou de cerâmica.

O substrato usado deverá ser uma mistura de húmus de minhoca, areia com granulometria grosseira e adubo animal de curral bem curtido, na proporção de 3:2: 1/2 .

Caso seja usado em ambientes internos, usar somente adubo NPK na formulação10-10-10, usando uma colherinha das de chá da medida que acompanha o granulado para um vasinho de tamanho médio. Misturar bem tudo.

Forrar o fundo do vaso com um pedaço de geomanta e colocar areia úmida.

Depois o substrato, acondicionar o torrão da muda e completar com o restante do substrato regando bem.

Como regar os cactos
- As regas dos cactos devem ser abundantes e muito espaçadas;
-
Evitar molhar a planta, colocar somente no substrato.;
- No inverno, deixar a água a utilizar repousar para ficar na mesma temperatura do ambiente onde está a planta, evitando causar um choque térmico;
- Água sobre o corpo dos cactos costuma ocasionar manchas acastanhadas, sintoma de necrose dos tecidos.

Como repor adubo no Cacto Dedo-de-dama
-
A adubação de reposição poderá ser feita com adubo NPK granulado na formulação , 4-14-8, no inverno;
- Dissolver 1 colher de sopa em água, regar o substrato que deverá estar úmido de rega no dia anterior;
- A rega antecipada com água propicia a formação de um bulbo úmido ao redor das raízes;
- Assim, quando no dia seguinte o adubo dissolvido penetrará mais facilmente no substrato, alcançando as raízes das plantas.
- Fertilize também na primavera ou verão, com adubos químicos ou orgânicos.

Multiplicação do Cacto Dedo-de-moça por sementes
Os cactos se multiplicam facilmente por sementes.
- Use sementeira comercial ou qualquer recipiente descartável;
- Peneire o substrato, que deverá ser húmus de minhoca e casca de arroz carbonizada.
- Caso não disponha desta última, substitua por areia de construção. Alisar a superfície e semear;
- Peneire o substrato seco para cobrir em camada bem fina. Depois regar com jato bem fino;
- Cubra com plástico e mantenha em cultivo protegido longe do sol. Após a emergência descubra a sementeira e mantenha certa umidade no substrato;
- O transplante ocorrerá quando puder manusear a plantinha;
- Plante em vasos coletivos ou individuais proporcionais ao tamanho da planta. O substrato deverá ser o mesmo indicado para o plantio.
- A multiplicação também pode ser feita muito mais facilmente por separação dos ramos. Coloque os ramos para cicatrizar à sombra, por pelo menos 24 horas antes do plantio.

No paisagismo:
Este cacto pode ser plantado isolado ou formando conjuntos com outros cactos e suculentas. Apesar de ser mais comum seu cultivo em vasos, também pode ser apreciado no jardim, em canteiros pedregosos, com inspiração desértica e em jardins modernos e contemporâneos, que valorizem a textura e forma curiosa da planta. Presta-se também como forração, mas não tolera pisoteio.

Esta espécie de cacto também tem grande efeito decorativo, ideal para adornar interiores, sobre aparadores ou mesinhas, que sejam iluminadas pelo sol por pelo menos algumas horas do dia. Escolha vasos e cachepôs bonitos, de cerâmica, resina ou metal, rasos e com boca larga para valorizá-los.

É possível fazer uma coleção destas plantas num peitoril de janela ou num balcão, onde terão luz natural para se desenvolver.

Ambientes com ar condicionado não são problema, pois os cactos apreciam ar seco.
Não se esquecer de regar, no entanto, senão começam a murchar.

Pessoas que residem em apartamentos com sacada poderão fazer cultivo em condomínio, isto é, plantar uma coleção de pequenos cactos em um vaso baixo de boca larga.

Por ser bastante tolerante à seca, é ideal para terraços e sacadas expostas, assim como salas e quartos com ar condicionado.

Seu cultivo deve ser sob pleno sol ou meia sombra, em solo arenoso, perfeitamente drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado abundantemente, mas a intervalos bem espaçados.

Não resiste ao encharcamento, que provoca o rápido apodrecimento da planta. Reduza as regas no inverno, para que possa resistir ao frio intenso.

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Rhypsalis 2
Espécie vegetal oriunda das regiões tropicais do planeta (principalmente a América do Sul, América Central, América do Norte), no entanto elas estão espalhadas por todo o planeta – África, Ásia, Europa e Oceania.

A planta que recebe popularmente o nome de Cacto Macarrão (graças ao seu formato) é um cacto diferente e exótico.

Pertencente à família botânica Cactaceae essa espécie vegetal se destaca por sua beleza e excentricidade, o que faz com que ela seja usada por decoradores e paisagistas, na composição de ambientes interiores decorados com plantas.

A família Cactaceae abrange 90 diferentes gêneros que estão distribuídos em aproximadamente 1.400 espécies.

As espécies vegetais dessa família se caracterizam por serem arbustivas, suculentas, com uma consistência dura (mas não apresentam lignina, que tornam a estrutura com aspecto lenhoso) e geralmente apresentam espinhos.

A maioria das espécies vegetais cactáceas que existem são nativas do continente Americano, existindo somente um gênero que é nativo da África.

Uma das peculiaridades dessa família são os diferentes tipos de caule que existem em suas espécies: cilindro, cônico, globo e espalmada. De uma maneira geral, o caule é ramificado e suculento.

As ramificações dos caules das cactáceas podem ser longas ou curtas e apresentarem folhas ou não. No entanto, existe a presença de espinhos, que geralmente ocorrem devido a transformação evolutiva das folhas.

Rhypsalis 3
Características do Cacto-macarrão
O Cacto-macarrão é uma espécie vegetal herbácea e epífita, e se caracteriza por ser um cacto diferente, sendo visto em arvores mais antigas, inclusive nas maiores cidades.

Essa espécie vegetal é muito comum nas regiões de Mata Atlântica, se destacando pelos ramos de formato cilíndrico, que formam verdadeiras cabeleiras de cor verde, sobre as árvores.

Apesar de ser um cacto com características de planta epífita, o Cacto Macarrão não prejudica as espécies vegetais em que ele vive hospedado.

Caracteriza-se por ser uma espécie vegetal de pequeno porte, atingindo uma altura que varia de 30 até 90 cm. Os ramos dessa espécie vegetal podem alcançar o comprimento 2 m.

É uma planta que possui ciclo de vida perene, isto é, apresenta um ciclo de vida grande e longo, que no caso do reino vegetal é quando a planta vive um  período maior que 2 anos.

Seu caule tem a sua composição em diversas partes (chamadas de artículos) que se ramificam bastante. Os ramos geralmente possuem formato cilíndrico e são pendentes.

A planta produz pequenos frutos de formato redondo, que no verão tem grande poder atrativo sobre aves e pássaros. Os frutos possuem cor branca e rosa.

A espécie floresce geralmente na primavera e no verão. As flores possuem cor tendendo ao branco (esbranquiçada), e são compostas no decorrer dos ramos terminais.

Pode ser cultivado em vasos e em placas de fibra de coco ou placas de casca de árvores,  no entanto eles se dão muito bem quando são cultivados em jardineiras e em cestas pendentes.

O Cacto Macarrão é uma ótima opção para a composição de jardins verticais, deixando cobertas paredes que possuem luminosidade a meia sombra, ou mesmo ambiente internos.

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Como cultivar o Cacto-macarrão
O Cacto Macarrão é uma espécie vegetal típica de cultivo em clima tropical, no entanto ela é facilmente encontrada em locais que apresentam clima subtropical e equatorial, o que facilita a sua propagação e por isso se espalhou com extrema facilidade por todo o planeta.

Apesar de ser uma espécie vegetal que aprecia o clima quente e úmido, é uma planta que deve ser cultivada a meia sombra ou a sombra total, devido a isso, se dá o fato de encontrarmos essa planta junto a árvores antigas. O local ideal para o cultivo do Cacto Macarrão é sob a copa de uma árvore, que irá gerar as condições ideais para o bom desenvolvimento dessa espécie vegetal.

A planta exige cuidados semelhantes aos das plantas epífitas. De cor verde, essa espécie vegetal é uma folhagem que compõe muito bem com outras espécies vegetais como por exemplo: as orquídeas, as samambaias e as bromélias.

É uma planta que deve ser cultivada fazendo a aplicação de substrato apropriado para as espécies vegetais epífitas, sendo indicado o mesmo aplicado para as orquídeas (fibra de coco aliada a composto orgânico), podendo ser plantada e cultivada em vasos, arvores e até mesmo em paredes.

Deve ser regada com regularidade, pois a planta aprecia a umidade, contudo o solo não deve ficar encharcado, pois essa situação pode ocasionar o sufocamento das raízes, o que pode levar a planta à morte.

O ideal é que seja regado ao menos 2 ou 3 vezes a cada semana. Faça a rega de maneira que o substrato não fique seco, isto é, mantenha o solo ligeiramente úmido, essa condição é importante para o bom desenvolvimento da planta.

O solo ideal para o cultivo é aquele que possui uma boa capacidade de drenagem, para absorver a água utilizada na rega dessa planta.

Apesar de o Cact-macarrão ser uma planta típica de locais quentes, ela consegue tolerar e suportar o clima frio e as temperaturas mais baixas.

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Flores do Cacto-macarrão
Quando o Cacto-macarrão dá flores, as cores podem ser das mais variadas: brancas, vermelhas, amarelas e quase transparentes, de acordo com cada espécie. As flores geralmente são muito pequenas e parecem bolotinhas vistas de longe.

Por isso, a planta é considerada tão feminina. Lembrando que as suculentas também são espécies da mesma família do Cacto-macarrão e que costumam ter características muito parecidas com elas, inclusive com relação a floração. Como acontece com seus primos, o Cacto-macarrão aguenta dias sem água nenhuma porque possui o mesmo mecanismo de armazenamento de água nos caule.

Multiplicação do Cacto-macarrão
O Cacto-macarrão é uma espécie que se multiplica de duas maneiras diferentes:
- Por dispersão de suas sementes;
- Por estaquia;

A multiplicação por dispersão das sementes consiste em espalhar as sementes geradas pelas flores do Cacto Macarrão. As sementes podem ser espalhadas de maneira natural, pelo vento e pelas aves quando se alimentam dos pequenos frutos, e pela ação do ser humano, que coloca as sementes em situações aptas para o cultivo do Cacto Macarrão.

A multiplicação por estacas consiste em formar pequenas estacas das pontas dos ramos do Cacto Macarrão. Essas estacas são cortadas com a presença de ramos e folhas, e são colocadas em covas com o substrato ideal para que possam se desenvolver e gerar um novo Cacto Macarrão. As estacas devem ser feitas no começo da primavera ou no fim do inverno.

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No nosso calor tropical ou nos desertos da África, cada espécie de planta tem o seu jeito de sobreviver. Da mesma forma que o coqueiro guarda, em cada coco, toda aquela água cheia de nutrientes para poder se reproduzir em solos arenosos, a família das suculentas também conserva líquidos (os chamados “sucos”, daí a origem do nome) dentro das folhas e caule para resistir a climas mais difíceis.

Por isso, as plantas dessa espécie são algumas das mais fáceis de manter em climas tropicais como o nosso. As suculentas produzidas em viveiros estão acostumadas a condições mais amenas, com um pouco de sol e água por dia, sem exageros. Já as versões “naturais” são mais resistentes a exposições mais longas ao sol – mas também exigem um pouco mais de água. Para um jardim regado todos os dias, é preciso um bom sistema de drenagem: em jardineiras, por exemplo, é importante ter um ralo para escoar o excesso de água.

Além de tudo isso, elas se reproduzem com muita facilidade: é só tirar uma folhinha e plantar, molhando a terra um pouco (a cada dois dias). Depois de uma semana, você já tem uma linda suculenta enfeitando o jardim.

Cuidados com as suculentas
As plantas suculentas necessitam de cuidados especiais durante o inverno. Neste período é preciso regular as regas, cobrir ou remover as plantas para proteger contra geadas.

A rega deve ser espaçada, pois o excesso pode provocar o apodrecimento das raízes. Por isso, as regas devem ser feitas em dias ensolarados, para o sol secar o excesso de umidade, e com água morna, sendo que os intervalos entre as regas variam entre diferentes espécies de plantas suculentas.

A rega nos Kalanchoe spp., por exemplo, pode ser realizada uma vez por semana. Tanto as plantas suculentas cultivadas em vaso como as plantadas em terra necessitam de luz intensa e direta o maior número de horas possível.

No inverno o sol é fraco e não proporciona a mesma quantidade de luz que as outras estações. Dentro de casa, com o uso de ar condicionado a temperatura fica adequada, mas faz com que o ar fique muito seco, o que é prejudicial para as plantas.

As plantas suculentas também são muito sensíveis a geadas, provocando sintomas de queima, pois estas são naturais de regiões em que não há ocorrência de geadas. As plantas suculentas em jardins podem ser protegidas por tendas de polietileno ou outras películas plásticas armadas sobre elas no final do dia, ou se não incomodar o fator estético, a tenda pode ficar armada durante todo o inverno até haver passado o risco de geadas.

Plantas em vaso, que estão ao ar livre, podem ser removidas do local, sendo levadas para dentro de casa ou para estufas ornamentais. Estas estufas fornecem controle de iluminação, umidade relativa e temperatura ideal.

Use um substrato bem drenado, da seguinte maneira1 parte de terra vegetal; 1 parte de terra comum; 2 partes de areia de construção grossa.

Reprodução através das folhas
Multiplicar suculentas é muito fácil: pegue qualquer folha que caiu, deixe-a cicatrizar por um dia e logo jogue em cima da terra – do jeito que cair, está bom. Ela tem reservas de nutrientes e de água e dentro de aproximadamente uma semana lança finíssimas raízes.

A folha mãe vai sendo sugada, até que murcha completamente quando a nova plantinha, clone da planta mãe, começa a tomar vigor. Quando pequenas, todas se parecem. O “modelo” só ficará visível quando ela crescer um tanto. Depois de a plantinha pegar, regue e cubra o substrato com pedrinhas brancas, são um charme.

Adube-a com 1 colher de café rasinha de NPK 10-10-10 a cada mês nos vasinhos e elas se manterão bonitas. Use só a farinha de osso (1 colher de chá/vaso) uns 2 meses antes da floração, que ocorre na primavera.

Adube-a com 1 colher de café rasinha de NPK 10-10-10 a cada mês nos vasinhos e elas se manterão bonitas. Use só a farinha de osso (1 colher de chá/vaso) uns 2 meses antes da floração, que ocorre na primavera.
Mas não adube excessivamente seus vasos. O excesso de adubo faz com que as plantas cresçam exageradamente e fiquem muito suculentas. A planta fica estiolada (comprida e magrinha) e com as portas abertas para o aparecimento de doenças.

Deixe seus vasinhos ao sol, a maioria das suculentas gosta dele. Sempre observe o desenvolvimento e pesquise sobre as necessidades da sua planta, só assim ela ficará sadia e poderá oferecer toda sua beleza.

Não use pulverizadores em suas suculentas para não formar um ambiente úmido em torno das plantas. Essa é só uma sugestão – você descobre a medida – se perceber que suas plantas estão murchando, aumente gradativamente a quantidade de água.

Reprodução por estaquia de galhos
Caso a planta tenha caule lenhoso, é possível fazer a muda a partir de galhos.

- Escolha um galho saudável e com folhas novas. Corte o galho com estilete afiado e limpo;

- Elimine as folhas maiores ou corte-as ao meio. Espere um ou dois dias para que o local do corte fique seco.

Dia-de-Chuva

mini-cacto

Algumas pessoas optam por ter mini-cactos em casa porque acreditam que eles demandam menos atenção e cuidado que outros tipos de plantas que necessitam de água todos os dias. De certa forma não deixa de ser verdade que esse tipo de planta exige menos tempo do seu dono, mas como todo ser vivo necessita de alguns cuidados e atenção.

Se você está pensando em ter mini-cactos em casa ou no jardim é importante que saiba que sais os cuidados essenciais para que essas plantas cresçam e se desenvolvam da melhor forma possível. Confira abaixo dicas de como cuidar dessas belas e diferentes plantas.

Características dos mini-cactos
Os mini-cactos podem ser plantados a partir de mudas e também sementes compradas em lojas especializadas em jardinagem. Porém, somente plantar não será o suficiente para que os seus Cactos cresçam e se desenvolvam. Como toda planta os seus mini-cacto também precisam de atenção e cuidados.

Estufas improvisadas
Os profissionais que trabalham com o cultivo de mini-cactos contam com a tecnologia ao seu favor na hora de promover um ambiente controlado e próximo do extremo de calor que essas plantas exigem. Porém, como nem sempre temos acesso a essa tecnologia é importante contar com a criatividade.

Nesse caso a dica é substituir as superestufas tecnológicas por garrafas PET, o mais legal é que você ainda promove a reciclagem. Comece o procedimento plantando os seus mini-cactos em vasos definitivos, é importante que esse vaso seja proporcional ao tamanho atual da sua planta.

Depois de fazer o replante é necessário regar a terra que envolve a planta, coloque então a garrafa PET. Basta cortar o fundo da garrafa e encaixá-la sobre a planta, observe que o excesso de água escorrerá de forma normal para o fundo do vaso e ficará uma boa umidade na garrafa.

Essa umidade que fica que na estufa improvisada será absorvida pelo mini Cacto. Esse truque da miniestufa pode ajudar a acelerar em até 25% o crescimento da sua planta.

Regas
Ao contrário de muitas plantas o mini-cacto não gosta muito de água isso porque é uma planta que tem a capacidade de armazenar uma grande quantidade do líquido. Por isso a dica é que a rega seja feita apenas uma vez por semana durante o verão.

Durante o inverno as regas podem ficar reduzidas a apenas 1 por mês. Se você colocar muita água no seu mini cacto arrisca mata-lo. Se você mora numa região muito úmida é importante usar vasos de cerâmica, pois eles ajudam a manter a sua planta longe da umidade.

Nunca regue os mini-cactos mais do que o necessário, pois você pode acabar matando a sua planta.

Adubando os mini-cactos
Como toda planta pode ser necessário usar adubo para ajudar a crescer e se desenvolver. Vale a pena ficar de olho se o seu mini-cacto está saudável e se for necessário procure por um tipo de adubo específico.

Os cactos precisam ter produtos que foram pensados para eles e não para outros tipos de plantas, pois não estamos falando de um vegetal como outro qualquer.

Tamanho do vaso
Uma coisa interessante em relação ao Mini-cacto é que o tamanho do vaso influencia no tamanho final da planta. Quanto menor for o vaso que você usar para o Mini-cacto, menor ele ficará, então pense nisso na hora de escolher o da sua planta.

Usando pedrinhas para decorar
Uma forma de ajudar a preservar a umidade é colocar pedrinhas sobre a terra, por isso é tão comum ver esse tipo de planta com pedrinhas. Um adubo natural que pode ajudar o seu mini-cacto é casca de fruta picada.

Não mexa nos mini-cactos
Também é importante que você evite mexer e balançar o seu mini-cacto, pois isso pode prejudicar o seu desenvolvimento. Não parece, mas se trata de uma planta bastante sensível.

Onde comprar mini-cacto?
É possível encontrar os mini-cactos em diversos lugares para comprar como, por exemplo, em supermercados, casas de jardinagem, floriculturas ou mesmo em exposição de flores e demais acessórios de jardinagem.

Os preços são bastante acessíveis podendo encontrar Mini-cCacto a partir de R$ 3,00. Trata-se de uma planta que pode ser ótima companhia e não exige tanta atenção do dono. Podem ajudar a trazer mais sofisticação ao ambiente em que estão inseridos. Na verdade tudo depende de como você insere essas plantas na sua casa.

Os mini-cactos na decoração
Quando temos mini-cacto em vaso em branco o resultado é algo mais elegante que ajuda a sofisticar o ambiente. Já quando contamos com vaso cor de terra criamos um ambiente mais rústico em torno da planta.

Também podemos criar uma ideia de ambiente mais árido usando um vaso preto, o cacto por si é uma planta que fala muito e passa uma ideia de força e ao mesmo tempo de independência.

O cacto é uma planta bastante diferenciada e que transmite grande personalidade para a sua casa e diz muito sobre você.

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cacto-parafuso((Cereus Peruvianos var. Tortuosus) )

No feng shui, cactos são considerados grandes guardiões da casa e purificadores do ambiente – acredita-se até que formem uma barreira contra as ondas emitidas por aparelhos eletrônicos. Crenças fantasiosas à parte, esse nativo de regiões áridas e isoladas é um exemplo de perseverança, adaptabilidade e integração.

Os cactos crescem em muitas partes do mundo. A América do Sul e a África do Sul são especialmente representativas dos diferentes tipos de cactos existentes no nosso planeta.

Os Cactos pertencem à família Cactaceae e possuem aproximadamente 84 gêneros e umas 1.400 espécies..Em geral esse tipo de planta é usada para fins ornamentais, mas também pode ser utilizada na agronomia.

Podemos definir essas plantas como pouco usuais uma vez que estão adaptadas a ambientes extremamente áridos e quentes. Uma das principais e mais curiosas características dos Cactos é a capacidade de conservar água.

Essas plantas são um ótimo exemplo de adaptação ao ambiente extremo, o caule do Cacto se expandiu em estruturas suculentas verdes e perenes para conseguir conter a clorofila que é necessária para a vida.

Os espinhos são as folhas que no processo de evolução se reduziram, a principal função deles é realizar a respiração da planta. Também são essenciais para a produção de energia e transpiração do Cacto. Os espinhos ajudam a evitar a grande perda de água, um dos motivos que torna essa planta capaz de armazenar o líquido da vida.

Quando o Cacto está inserido na natureza os espinhos também têm a função de proteção da planta contra possíveis predadores.

Os cactos sempre foram plantas populares, em parte devido à enorme variedade de cactos que se pode encontrar, mas também pelos poucos cuidados que exigem para crescer e viver. Isto significa que os cactos são as plantas ideais para todo o tipo de jardineiro.

O fato da maioria dos cactos necessitar de poucos cuidados para gozar de boa saúde, torna-os extremamente fáceis de manter, tanto em interior como em exterior. Devido à enorme variedade de cactos, é difícil generalizar sobre as condições ideais para cada espécie. Cada uma tem as suas preferências. No entanto, existem muitos tipos de ambientes que se adaptam inteiramente, ou em parte, à maioria das espécies.

Vasos
O tamanho dos vasos é muito importante para os cactos. Se o vaso for demasiado pequeno pode provocar a asfixia das raízes. Os cactos crescerão pouco, ou nada, e eventualmente morrerão. Se o vaso for demasiado grande, terá demasiada terra e absorverá demasiada água, o que levará eventualmente ao apodrecimento das raízes.

Em geral, pode-se dizer que os cactos bulbosos (por exemplo, os da familia Lophophora) crescem mais confortavelmente em vasos que são apenas ligeiramente maiores que as suas raízes. Os cactos tuberosos (por exemplo, os da família Trichocereus) necessitam normalmente de vasos um pouco maiores.

Os vasos são normalmente de barro/cerâmica ou plástico. Em geral, as pessoas que fazem jardinagem como hobby, costumam escolher vasos de barro. Estes vasos permitem aos cactos respirar melhor e a terra seca mais rapidamente. Os vasos de barro são mais caros que os de plástico.

Assegura-te de que o vaso tem um ou mais buracos no fundo. Os cactos preferem absorver a água por baixo.

Terra
Uma boa mistura de terra pode fazer toda a diferença para o teu cacto. No entanto, a escolha do tipo de mistura depende em muito do tipo de clima.

A terra normal para vasos não é geralmente a adequada para a maioria dos cactos. Esta tipo de solo tem a capacidade de reter a água durante muito tempo. Isto é algo terrível para os cactos. Os centros de jardinagem costumam ter terra especial para cactos, que resulta bem para a grande maioria dos cactos. Mas, a maioria dos amantes da jardinagem prefere usar misturas preparadas por eles próprios, depois de vários anos de experiência.

Misturas a serem usadas para o substrato dos cactos:
- turfa
- fibra de coco
- terra para vasos
- cascalho miúdo
- perlite
- pedra pome
- pedra calcaria

A maior parte das misturas são compostas por 20 a 25% de matéria orgânica e o restante é material inorgânico. É muito importante que a mistura seja leve e solta. Caso contrário, irá absorver demasiada água, e provocar o apodrecimento das raízes. Os cactos também precisam de um certo número de nutrientes e de oligoelementos. Eventualmente, o solo ficará esgotado destes nutrientes.É por isso recomendada a adição de um pouco de estrume na mistura, uma vez por ano.

Luminosidade
A quantidade certa de luz é talvez a parte mais difícil na manutenção dos cactos. Especialmente se vives num país frio e escuro, deves assegurar-te que os teus cactos recebem bastante luz, pelo menos de vez em quando. Os cactos estão naturalmente acostumados a receber muita luz. A maior parte dos cactos consegue sobreviver com menos luz, mas o seu crescimento será mais lento e nunca irão florescer.

Durante o verão, os cactos normalmente recebem mais luz do que no inverno. A maioria dos cactos necessita, na realidade, de apenas algumas horas de luz solar.

Vale lembrar que excesso de luz também pode causar problemas. Se os cactos receberem demasiada luz, o lado exposto ao sol perderá a cor, resultando em queimaduras. Isto pode causar marcas permanentes.

Temperatura
É bem sabido que os cactos gostam de calor. É por isso que crescem nas regiões mais quentes do planeta. Mas mesmo os países mais quentes têm noites frias. Por essa razão, muitos cactos aguentam temperaturas mais baixas. Alguns até são capazes de suportar a geada, durante um curto período, desde que recebam calor e luz durante o dia.

Dentro de casa, os cactos podem geralmente ser mantidos a temperatura ambiente. Nas regiões onde os cactos conseguem também sobreviver no exterior, é melhor mantê-los dentro de casa durante o inverno, de qualquer forma.

Água
A causa mais comum para a morte dos cactos é o excesso de água. O nosso conselho é, portanto, não os regues demias. A maioria das pessoas acha difícil perceber quando é que os seus cactos necessitam de água. A melhor coisa a fazer é deixar a terra secar completamente antes de regar outra vez. Um medidor de humidade pode ser bastante útil nestas situações. Em caso de dúvidas, o melhor é não regar já.

No verão, os cactos necessitam de mais água do que no inverno.
Verão: rega os teus cactos uma vez por semana.
Inverno: rega os teus cactos 2 ou 3 vezes durante o período inteiro de inverno.

No entanto, estas recomendações podem variar dependendo dos cactos e do ambiente em que se encontram!

É melhor regar por baixo, onde se encontram as raízes. Por isso, os vasos devem ter sempre um ou mais buracos no fundo e um prato por baixo. Quando deitas água no prato, a terra absorve a água do fundo até ao topo, atingindo facilmente as raízes. Deita fora a água que não for absorvida após 2 minutos. Os cactos maiores poderão demorar mais 1 minuto ou 2, a absorver a água de que necessitam.

Transplante
Os cactos, e especialmente as suas raízes, não gostam de ser transplantados. No entanto, alguns crescem bastante rápido, e se os mantivermos num vaso demasiado pequeno, as suas raízes irão ressentir-se. Os cactos param de crescer e acabam por morrer. Por isso necessitam de ser transplantados, de vez em quando, para vasos maiores, para manter o crescimento.

São necessários alguns cuidados no transplante de cactos. Não são só os cactos que podem ficar danificados. Os picos são difíceis de passar despercebidos. Portanto, o melhor é usar luvas espessas ou um pano dobrado para proteger as tuas mãos, quando manuseias os cactos. A melhor época para transplantar cactos é logo a seguir ao período de inverno.

Doenças
A maioria dos cactos é vulnerável as mesmas doenças e pragas que as outras plantas de casa e jardim. Por isso é importante controlar regularmente os teus cactos. Também aqui, é melhor prevenir do que remediar. Assegura-te que crias o ambiente adequado, onde os cactos possam crescer bem, e os insetos e bactérias não tenham quaisquer hipóteses.

Os fungicidas e pesticidas podem rapidamente erradicar insetos e pragas. No entanto, tem cuidado com as super doses. Muitas vezes os cactos também morrem por causa desses produtos. Siga sempre cuidadosamente as instruções da embalagem.

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Planta conhecida popularmente como Planta-Coração devido a forma que adquire que lembra um coração. Também pode receber como nome popular Flor-de-cera ou Cacto-coração. Essa planta pertence a família a Apocynaceae e está na categoria de cactos e suculentas, trepadeiras e folhagens.

A origem da Planta-Coração é a Ásia, China, Camboja, Java, Indonésia, Tailândia, Laos e Vietnã. Pode atingir alturas entre 2.4 a 3.0 metros e a luminosidade de que precisa é a luz difusa ou meia sombra. O ciclo de vida dessa planta é o perene, uma planta incrível que pode ser ótima para ornamentação.

Trata-se de uma planta trepadeira, suculenta e epífita que possui folhas cuja forma lembra um coração. Devido a sua forma essa planta passou a ser cultivada em todo o mundo. Os seus ramos têm raízes aéreas que tem como responsabilidade absorver nutrientes de matéria orgânica no seu ambiente.

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As folhas da Hoya kerrii têm como principais características serem brilhantes, codiformes e serem de um tom verde claro. Destaque ainda para a forma variegada que possui margens de folhas de um tom branco-creme. Assim como outras flores-de-cera a Planta-Coração possui uma inflorescência do tipo umbela que é pendente e tem grande durabilidade.

O florescimento dessa planta acontece durante o verão e conta com diversas flores cerosas que são hirsutas, pequenas e com um perfume bastante suave. As flores dessa planta são o resultado da sobreposição de duas estrelas. A flor maior na base é a corola e a menor que fica no ápice é a corona. A corona é vermelha e a corola é branca.

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O Crescimento Da Planta-Coração
No começo do cultivo a planta-coração apresenta um crescimento bastante lento e que acontece em fases. Porém, depois que ela cresce um pouco começa a apresentar dezenas de folhas e assim o seu crescimento se torna mais rápido gradativamente.

Vale destacar que pode demorar anos até que a planta floresça pela primeira vez. Um tipo de planta bastante indicado para varandas e interiores que tenham uma boa iluminação.

A dica para que a sua planta cresça com saúde é cultivá-la sob meia-sombra ou então com luz difusa. O solo deve ser drenável e de preferência enriquecido com matéria orgânica, a irrigação deve ser feita regularmente. Cuide para não encharcar o substrato para que as raízes não acabem apodrecendo.

Uma planta que aprecia bastante o calor tropical, a dica é reduzir as regas durante o inverno. A fertilização orgânica é uma boa opção para a primavera e o verão, porém, deve ser leve. Cuidado também com a incidência direta do sol nas folhas, pois pode causar queimaduras nas folhas.

Se for cultivar a Hoya kerrii em vasos prefira os modelos em que a planta fique bem apertada, pois ela gosta. A multiplicação dessa planta pode ser feita facilmente através de estaquia de ramos ou mesmo de folhas. O cultivo deve ser feito de forma que as folhas ou ramos sejam colocados para enraizar no substrato humoso e drenável que deve ser mantido sempre úmido.

A espécie Hoya kerrii faz parte do gênero Hoya que é nativo do sudeste da Ásia. O nome da espécie é uma homenagem a Arthur Francis George Kerr que foi um médico britânico que colecionava plantas e que chegou a escrever livros sobre botânica.

Essa planta pode ser chamada também de “Coração Sorte” devido a sua forma e na Europa é bastante vendida no Dia de São Valentim. A trepadeira que pode chegar a medir até 4 metros de altura possui hastes de diâmetro de 7 mm. As folhas da Hoya kerrii que tem forma de coração tem largura de 6 cm e podem ter 5 mm de espessura.

As plantas adultas dessa espécie podem apresentar inflorescências de 5 cm de diâmetro e cerca de 25 flores. Essas flores têm a capacidade de produzir bolas pequeninas de néctar que tem um tom vermelho meio castanho. O cheiro dessas flores é fraco geralmente.

A planta-coração é um tipo de cacto e assim uma suculenta, devido a isso é uma planta que gosta e se desenvolve bem nos climas mais quentes do mundo. Como possui grande capacidade de armazenar água não precisa de uma rega constante, quando é regada em excesso pode acabar com as raízes apodrecidas devido ao encharcamento.

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Cereus peruvianus var. tortuosus

Originário da América do Sul, possivelmente Peru, o “cacto parafuso” se desenvolve, naturalmente, na forma espiral. A espiral pode ser no sentido horário ou anti-horário, numa mesma planta. As razões para esta diversificação não são conhecidas.

O número de costelas por haste varia de 4 a 9, formando um efeito de alta plasticidade. As plantas podem ter uma ou muitas hastes.

É indicado para cultivo em ambiente interno ou externo. Quando cultivado em vasos, o porte da planta irá depender do espaço do vaso para o desenvolvimento das raízes e crescimento da planta.

A irrigação da planta em vasos deve ser feita uma vez por mês. Utilizar meio litro de água por vez. A água pode ser colocada diretamente sobre a planta, auxiliando na remoção de pó e mantendo a planta mais vistosa. Se mantida na rua e recebendo chuva, não há necessidade de molhar. A natureza irá cuidar dela. Não tolera água acumulada. Evitar prato sob o vaso.

As flores são em número variável e surgem no final da primavera-verão: maravilhosas, grandes, branco com lilás e se abrem à noite. A razão das flores abrirem à noite é para permitir que sejam fecundadas por insetos e pássaros noturnos.

O fruto tem a forma e tamanho de uma maçã e quando maduro tem a cor avermelhada. Devido ao formato e à cor avermelhado também é chamado de “maçã dos Andes”. Os frutos apresentam um grande número de pequenas sementes em seu interior.

Quando cultivados em ambientes internos ou externos, destacam-se por suas formas exóticas criando um diferencial marcante para residências e jardins.

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Haworthia emelyae powdered sugar
A maneira de regar os cactos e suculentas pode ser diferente, dependendo do local onde se encontram, sombra ou sol intenso.

O momento de regar é sempre quando o solo estiver muito seco, tentando evitar os jatos de água muito fortes, pois podem danificar as folhas, procure usar um jato mais suave, isso toma mais tempo, mas como elas não exigem mais que uma rega por semana durante o verão, e uma vez ao mês durante o inverno esse momento chega a ser um prazer.

Certifique-se que o solo está bem seco antes da rega para que assim evite o apodrecimento das raízes. Outra forma de saber a hora de regar é quando eles estão murchinhos e sem vida.
As Euphorbias necessitam um número bem menor de rega, pois essas apodrecem com muita facilidade.

Um bom truque é colocar suas suculentas em algum lugar que ao final da tarde elas estejam a sombra, principalmente no alto calor do verão, e não esqueça no alto calor do verão é hora de aumentar a quantidade de rega e não regá-las quando ainda tiver sol, regue a tardinha, caso contrário você poderá estar fazendo um cozido de suas suculentas.

Nunca deixe água nos pratinhos, pois dependendo do tempo que ali estiverem essa água poderá ajudar a apodrecer a sua plantinha, é por isso  que o vaso ou canteiro devem ser bem drenado e arejado.

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