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Posts para categoria ‘Cactos e Suculentas’

rosadodeserto

A conhecida rosa-do-deserto é uma suculenta pertencente à família Apocinaceae e de origem africana, Sul da África e Península Ibérica.

Seu caule é espesso que vai se moldando conforme seu crescimento, chamando muita atenção pela sua beleza.

Para poder suportar os longos períodos de estiagem, começou a fazer reservas de água e nutrientes no interior de seus caules. O resultado disso são suas formas exóticas e impressionantes, verdadeiras esculturas naturais decoradas com uma bela e exuberante floração! Seu nome não poderia ser mais sugestivo: rosa do deserto.

Conhecida também por Lírio-impala, a rosa do deserto é uma planta herbácea que pode ser cultivada em vasos, atingindo porte médio de 60 cm a 1 m mas, se cultivada para crescer livremente direto no solo, pode alcançar até 3 m de altura. Sua principal característica são os caules engrossados na base, a valiosa reserva de água e nutrientes.

Suas folhas são dispostas em espiral e reunidas nas pontas dos ramos. A bela e abundante floração apresenta-se em várias cores, que vão do creme ao vinho escuro, e surge na primavera, podendo estender-se durante todo o verão e até o outono, dependendo da região. O formato das flores é tubular, com cinco pétalas, que nos remete às flores da alamanda – que pertence à mesma família.

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Dicas de Cultivo:
Não é desafiador o cultivo da rosa-do-deserto e a planta irá recompensá-lo com suas formas incomuns, Ela necessita de sol direto, pelo menos na metade do dia. Pode ser cultivada à meia-sombra, porém, o resultado não é tão satisfatório.
Recomenda-se o cultivo em solo arenoso e bem drenado. A mistura de terra vegetal e areia em partes iguais é o substrato ideal.

A planta requer poucas regas, o ideal é regar apenas quando notar que o solo apresenta-se seco com a pressão dos dedos. A rosa-do-deserto não requer muita adubação, mas para estimular a floração, pode-se utilizar adubação orgânica.

Em regiões frias também é possível cultivar este espécie, lembrando, no entanto, que caso a temperatura fique abaixo de 10ºC, as folhas cairão e a planta entrará em dormência aguardando a temperatura elevar-se.

Esculturas naturais:
A dica para obter as formas esculturais na base do caule é a seguinte: a cada replantio, que deve ser realizado a cada 2 ou 3 anos, deve-se levantar um pouco a planta, de forma a deixar a parte superior das raízes exposta. Não se preocupe, o procedimento não irá prejudicar a planta, pois ela irá enraizar normalmente.

Já para obter a floração intensa e exuberante, o segredo é manter a planta nutrida com uma adubação orgânica de boa qualidade.

Por seu formato exótico e peculiar, a rosa-do-deserto, assim como as orquídeas e os bonsais, atrai muitos admiradores.

Em várias partes do mundo encontramos colecionadores e clubes de cultivadores que se dedicam a reproduzir esta espécie, aplicando todo o seu conhecimento na produção de plantas com caules extremamente esculturais, além muito decorativas em função da combinação entre formatos e florações impressionantes.

Por esta razão, existem exemplares capazes de alcançar valores elevados no mercado, assim como ocorre com outras plantas como os bonsais.

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Cuidados Especiais
Nunca regar a rosa do deserto a ponto de encharcá-la. Esse procedimento prejudica a planta em vários sentidos, além de favorecer a proliferação de fungos.

Se em sua região ocorrem invernos rigorosos, procure mudar o vaso da planta para locais protegidos durante a noite e, durante o dia, coloque-a onde possa receber bastante luz solar. Nestas regiões, não é aconselhável cultivá-la em áreas externas, especialmente onde ocorram geadas com frequência.

As rosas-do-deserto encontradas em floriculturas geralmente são cultivadas de sementes e são similares às espécies verdadeiras encontradas na natureza. Nas condições adequadas, a rosa-do-deserto pode ser uma planta de crescimento rápido e deslumbrante.

Materiais necessários para o plantio
* Vaso de planta;
* Solo comercial para vasos;
* Pedra-pome, cascalho limpo e pequeno, ou areia limpa;
* Fertilizante de plantas domésticas

Selecione um vaso que tenha boa drenagem e um prato que não retenha água que possa ser absorvida de volta pela planta. O vaso deve ser um pouco maior que a massa de raízes da planta. Alguns cultivadores recomendam um vaso que tenha o formato de uma tigela rasa, porque ele permite uma drenagem e secagem do solo mais rápidas, bem como fornece espaço suficiente para as raízes crescerem.

Misture completamente qualquer tipo de solo de envasamento com um material limpo de drenagem, como pedra-pome, areia ou cascalhos pequenos. Acrescente 1/3 ou metade do material de drenagem à terra do vaso. Se você usar terra com turfa, a rosa-do-deserto deve ser replantada a cada um ou dois anos. Ela é altamente suscetível ao apodrecimento da raiz e o remédio é evitar a retenção de líquido na terra do plantio.

Coloque a planta num local ensolarado durante a primavera e verão para obter crescimento normal e florescimento. Muita sombra enfraquecerá a planta, fazendo com que ela não tenha flores. Ela cresce do lado de fora durante os meses quentes de verão, mas são muito sensíveis a climas mais frios e neve. Em climas mais tropicais, ela pode ser usada em paisagismo.

Forneça bastante água durante a época de crescimento. Embora ela seja tolerante à seca e possa ser deixada sem água por uma semana ou duas com um solo bem drenado, ela também pode ser regada diariamente. Comece a regar menos conforme se aproxima o frio e a planta entra num período dormente. Enquanto ela estiver nessa fase de dormência, dê a ela pouca água, a fim de evitar o apodrecimento da raiz, e não a exponha diretamente ao sol.

Alimente a planta – na metade da quantidade recomendada pelo rótulo – com um fertilizante balanceado de plantas domésticas durante os meses de crescimento. Não irá prejudicar a planta fertilizá-la uma vez por semana, durante essa época, contanto que a mistura seja diminuída pela metade da quantidade recomendada. Os fertilizantes não devem ser aplicados diretamente às raízes. Sempre regue um pouco a planta antes para evitar a queimadura das raízes e queda de folhas. Durante a fase dormente, não é necessária a fertilização.

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Como prevenir doenças da rosa-do-deserto
Previna doenças mantendo sua Adenium livre de lagartas, cochonilhas e ácaros.

Medidas preventivas podem ajudar as suas rosas-do-deserto a ficarem livres de doenças. Elas são propensas a problemas de fungos nas folhas e pestes, como cochonilhas. Inspecione as plantas regularmente contra a presença de insetos e fique de olho nos níveis de umidade para manter a planta saudável.

Manuseie as raízes de rosa-do-deserto com cuidado para prevenir danos quando for plantar. Aplique uma camada morta de cascalho ou rocha magmática em volta da planta, mas nunca camadas mortas orgânicas. Plante em um local com drenagem adequada para prevenir o apodrecimento da planta e doenças.

Escolha um solo bem drenado. Coloque a plantam num local completamente ensolarado para aquecimento apropriado, a fim de manter a planta seca. Regue a rosa-do-deserto consistentemente, mas não em excesso. Deixe que o solo seque antes de regar novamente. Borrife as folhas sem encharcá-las. Limite ou cesse a irrigação durante períodos de chuva ou temperaturas frias.

Inspecione as plantas regularmente contra a presença de pestes, particularmente no começo da época de crescimento. Remova cochonilhas, lagartas, ácaros e qualquer outra peste de jardim em suas rosas-do-deserto. Aplique Bt (Bacillus thuringiensis), óleo de Neem ou Sabadilla nas folhas das plantas. Borrife sabão inseticida quando os insetos invadirem. Aplique os inseticidas Apply Cryptolamus montrouzieri e Beauvaria bassiana para prevenir o aparecimento e destruir cochonilhas.

Aplique 3 gramas por litro de fungicida à folhagem da rosa-do-deserto uma vez a cada duas semanas. Remova as folhas e flores danificadas ou secas. Pode caules apodrecidos com podadores e prendedores limpos. Desinfete as ferramentas após cada uso. Puxe pontas mortas de ramos apodrecendo. Corte hastes danificadas até que você atinja a porção branca e saudável da planta.

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Rosa-de-Pedra (Echeveria elegans)

As plantas suculentas são aquelas nas quais a raiz, talo ou as folhas foram engrossados para permitir o armazenamento de água em quantidades muito maiores que nas plantas normais. Esta adaptação lhes permite manter reservas do líquido durante períodos prolongados, e sobreviver em ambientes áridos e secos que para as outras plantas seriam inabitáveis.

A adaptação das suculentas lhes permite colonizar ambientes pouco habitados, que recebem pouca competição por parte de outras espécies e, nos quais os herbívoros são escassos. Para possibilitar a captação da escassa umidade presente no ambiente, muitas suculentas são pubescentes, ou seja, apresentam uma superfície coberta de pêlos que retém o orvalho matutino.

Outras técnicas empregadas para maximizar a retenção da umidade é a redução da superfície em comparação com o volume da planta, limitando o número de ramificações e o comprimento das mesmas e, o desenvolvimento de camadas de cera na superfície das folhas e talos. Desta maneira reduzem o processo de perda de água por evaporação.

Existem milhares de espécies de plantas suculentas, classificadas em várias famílias. A maioria pertence as aizoáceas, as cactáceas e as crasuláceas, com mais de mil espécies cada uma.

São plantas lindas com diversas formas, cores e texturas. Conforme a família a que pertencem, podem ter flores vistosas, ou de expressão ornamental secundária.

Encontramos diversas plantas suculentas em diferentes famílias, com grandes diferenças de formato, tamanho, composição de tecidos e elementos.

Florada da Yucca elephantipes

Existem plantas suculentas semilenhosas de porte arbóreo, como a Yucca elephantipes, que pode atingir até 10 m de altura.

Planta-pedra (Lithops)

No outro extremo estão as minúsculas e raras Plantas-pedra (Lithops), nativas das regiões subtropicais áridas no sul da África. Tem cerca de 2 cm de diâmetro, são difíceis de cultivar e restritas a poucos colecionadores e geram belíssimas flores com mais que o dobro do seu tamanho.

Como Cuidar de suculentas:
1 – Em primeiro lugar lembrem-se de as plantas suculentas gostam de bastante luminosidade e se inclinam facilmente para encontrar o melhor ângulo. Portanto, vire os seus vasos de tempos em tempos para que a planta receba luz em todas as suas partes.

2 – Regue suas plantas 1 ou 2 vezes durante o mês, até que escorra água pelo fundo do vasinho. Não molhe, de forma alguma, suas folhas. Molhe apenas o substrato. É importante manter as suculentas em lugar arejado, pois quando não existe ventilação, o ambiente fica propício para o aparecimento de doenças e pragas.

3 – Um bom substrato com 50% de terra vegetal ou barro e 50% de areia permitem uma excelente drenagem para que a planta consiga reter o suficiente de água para sua sobrevivência, sem que isso faça apodrecer as suas raízes. O vaso deve ter o tamanho ideal que dê bastante espaço para o desenvolvimento e acomodação das raízes.

4 – É indicado fazer a adubação de 3 em 3 meses, mas durante os meses de inverno é melhor suspender, 1 colher de café de NPK 10-10-10 a cada 3 meses nos vasos médios e elas se manterão bonitas. Use também farinha-de-osso 1 colher de chá uns 2 meses antes da floração.

5 – A maioria das suculentas se multiplica por estaquias das próprias folhas. Em espécies como as Crassulas e Echeverias, as folhas se destacam facilmente do caule, e esse já e um modo prático e fácil de propagação da planta que terá excelentes resultados.

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Aloé

Os Cactos pertencem à família das Cactaceae. São aproximadamente 84 gêneros e 1400 espécies nativas das Américas. São frequentemente usados como plantas ornamentais, mas alguns também na agricultura.

São plantas pouco usuais, adaptadas a ambientes extremamente quentes ou áridos, apresentando ampla variação anatômica e capacidade fisiológica de conservar água.

Os cactos, na grande maioria têm espinhos, alguns muito agudos e longos, outros pequeninos e numerosos, formando uma “penugem”.

Conseguem sobreviver em ambientes extremamente quentes e áridos, pelo fato de terem a capacidade de acumular água em seus tecidos, pertencem à família das cactáceas,

Para se adaptarem as regiões áridas, ao longo dos anos, começaram por perder as folhas para diminuir a área de evaporação, enquanto engrossavam o tronco para que pudessem armazenar água por longos períodos de seca.

Depois vieram os espinhos que, além de protegê-los dos predadores, chegam a amenizar a intensidade do sol e o frio da noite.

Existem espécies que possuem folhas e são notavelmente grandes e normais, enquanto em outras espécies são minúsculas.

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As cactáceas têm flores lindas, as pétalas são delicadas e com diversas colorações e nuances de tons. Uma coisa interessante a respeito dos cactos é que todas as espécies florescem, mas tem alguns tipos que somente florescem depois dos 80 anos de idade ou quando atingem uma altura superior a 2 m.

Florescem esporadicamente durante o ano, mas principalmente nas épocas de calor, final de primavera até o final do verão.

No Brasil, os cactos são encontrados nas restingas da mata atlântica, no cerrado e na caatinga. Como resistem bem a ambientes estressantes, com falta de água e altas temperaturas, exigem pouca manutenção, rega e fertilização e são muito usadas como plantas ornamentais nas grandes cidades, pois possuem formas e cores exuberantes e lindas flores. Jardins de cactos são modernos e atraem aves, já que a maioria das plantas possuem flores e frutos.

A maioria das cactáceas apresenta crescimento muito lento e espinhos que não são venenosos, mas podem machucar. Os espinhos são a característica fundamental dos cactos: “resquícios” de folhas existentes há centenas de anos, as estruturas são adaptações aos ambientes a fim de diminuir a perda de água.

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Porém, há exceções, como as espécies Rhipsalis sp, que não apresentam espinhos, mas devem viver protegidas do sol.

Terra e água
Todos os cactos são plantas suculentas, porque em alguma parte de seu corpo reservam água para sobreviver. A parte suculenta pode ser a folha, o caule, o rizoma ou a raiz, ou seja, todo cacto é uma suculenta, mas nem toda suculenta é cacto. A principal diferença entre suculentas e cactos é que os cactos possuem aréolas, que são pequenos círculos salientes de onde nascem rebentos, espinhos e flores.

Mesmo que reservem água e sejam resistentes ao calor, os cactos como qualquer outro ser vivo não podem ficar sem água. Em casa, geralmente, as cactáceas devem ser regadas uma vez por semana ou a cada quinze dias. Todavia, vasos internos podem precisar de água apenas uma vez por mês.

A periodicidade depende do tamanho do vegetal, mas para não errar, a melhor e mais eficaz maneira de verificar a necessidade de rega é sentindo o substrato: se a terra estiver muito seca é hora de molhar.

Os cactos são plantas de sol pleno, mas altamente adaptáveis, podem viver dentro de casa sem problemas, desde que recebam luz. Como precisam de solo bem seco, é de vital importância manter o substrato bem drenado.

Para isso, use areia e cascalhos misturados à terra. Esse cuidado garante porosidade e leveza ao substrato, importante, principalmente, nos jardins sujeitos a chuvas. O uso de substrato muito argiloso, como a popular “terra vermelha”, e que retenha muita água por muito tempo é prejudicial à planta, pois o encharcamento excessivo causa o apodrecimento das raízes e a morte do cacto.

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Vasos, adubos e podas
A adubação pode ser realizada com fertilizantes de longa durabilidade, conhecidos como de lenta liberação (geralmente nitrogenados e encapsulados), mas também com os orgânicos com regularidade mensal e em pequenas doses. O recomendado é o uso de duas partes de terra adubada de boa qualidade com duas partes de areia lavada para ajudar no escoamento da água.

Existem cactos de todos os tamanhos, desde os mini até os de grande porte, e todos podem ser plantados em vasos, pois tendem a acompanhar o crescimento das raízes.

Se não há espaço no recipiente, a planta simplesmente para seu lento desenvolvimento. Porém, o ideal é que o vaso acompanhe o tamanho da planta, sendo trocado, assim como o substrato, anualmente.

A altura mínima de 7 cm para os vasos de mini-cactos, com distância entre a planta e a borda do recipiente entre 2 a 3 cm, é o indicado. Quando o transplante for desejado, envolva a planta em papelão ou várias camadas de jornal para facilitar o manejo. O novo vaso deve ser um terço maior que o anterior.

Os cactos também podem ser podados, mas se forem plantados em local adequado, considerando a dimensão da planta adulta, não há necessidade de podas. Se houver demanda, corte deve ser feito em época de seca, não de chuvas.

A reprodução pode se dar por sementes, propagação de brotos ou estaquia. Muitas espécies globulares produzem brotos laterais em abundância e delas é possível fazer a divisão e replantio.

Devemos cortar os ramos laterais, esperar cicatrizar o corte por 48 horas, na sombra, e depois efetuamos o plantio do ramo. Já a reprodução por sementes é muito mais trabalhosa, inclusive pela demora no crescimento.

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Conhecida como a planta do dinheiro do Feng Shui, essa suculenta popular tem muitas características maravilhosas.

A planta-jade é uma espécie suculenta, perene, com folhagem carnuda, arredondada e  florescimento ornamentais.

Ela atinge facilmente mais de 90 cm. Talvez as plantas maduras produzam grupos de pequenas flores rosas ou brancas no outono se foram colocadas para fora ao sol do verão e depois as trazido para dentro.

É uma planta que pertence à família Crassulaceae e sua origem é na África do Sul e é uma suculentas mais fáceis de cultivar, tanto para jardineiros iniciantes como para aqueles de final de semana.

Seu caule é ramificado, verde e suculento quando jovem, e vai gradativamente lignificando, adquirindo uma tonalidade parda. Os ramos e o caule são robustos, curtos e retorcidos, conferindo à planta um aspecto envelhecido.

Crassula ovata

As folhas são ovaladas a elípticas, opostas, suculentas e de uma bela cor verde-jade. Sob sol pleno, algumas variedades desenvolvem margens avermelhadas, enquanto outras adquirem tonalidades amarelas, laranjas ou vermelhas em toda a folha.

Floresce no inverno e primavera, despontando inflorescências terminais, com numerosas flores estreladas, perfumadas, de cor branca ou rosa.

Os frutos que se seguem são do tipo cápsula, com pequenas e numerosas sementes. Há diferentes cultivares da planta-jade, alguns poderiam dizer que lembram as orelhas do Shrek.

Quando plantada em vasos, a planta-jade torna-se uma árvore em miniatura, formando um bonsai praticamente natural. No entanto, nesta espécie é um tanto difícil modificar a posição dos ramos, que quebram-se com facilidade.

Ela pode ornamentar tanto ambientes internos como externos, pois se adapta a uma grande variação de luminosidade. Tenha cuidado, no entanto, de expor gradativamente uma planta que estava na sombra ao sol, para não provocar queimaduras nas folhas.

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No jardim, adapta-se bem a locais bem drenados, podendo formar renques formais ou informais, topiarias, ou grupos com outras plantas.

Seu cultivo deve ser sob sol pleno, meia sombra ou luz difusa, em solo arenoso, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos esparsos e regulares.

A planta-jade pode ficar facilmente de duas semanas a um mês sem rega. Por ser uma planta suculenta, não tolera encharcamento, o que provoca um rápido apodrecimento do sistema radicular e da base do caule.

Por este motivo, é aconselhável reduzir consideravelmente as regas no inverno. A planta é resistente a curtos períodos de estiagem. Adapta-se bem às regiões litorâneas, tolera o frio e os ventos, mas deve ser protegida de geadas durante a floração.

Troque o vaso usando uma mistura de terra preta e areia quando os nutrientes da terra precisarem ser reabastecidos. Depois de trocar a terra, a planta costuma reagir. Elas costumam viver por anos.

Alimente as plantas uma ou duas vezes por ano, menos no verão, senão podem crescer muito rápido.

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O florescimento só ocorre em plantas expostas à luz direta do sol.

Sua multiplicação é feita facilmente por estaquia de ramos ou folhas, que devem ser postos a cicatrizar à sombra antes de colocar no substrato.

Depois de ser plantada em um vaso grande, a planta-jade não gosta de ser movida. Se ela parecer muito seca, não está recebendo o suficiente de luz solar.

Borrife as folhas regularmente para remover a poeira das folhas, senão a poeira as sufocará.

Dicas
* Uma planta-jade pode ser passada para seus netos. Elas costumam viver por anos, mesmo quando suas raízes têm um espaço limitado, embora elas não gostem disso;
* Lembre-se de que as plantas-jade se desenvolvem pela luz solar, então deixe-as em um bom local onde possam receber luz solar, mesmo que seja indireta;
* Quando uma folha cair, coloque-a de volta na terra para que enraíze;
* Adicione enfeites no vaso para dar um efeito decorativo.

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Portulacaafra

Planta suculenta das regiões quentes e áridas do Sul da África (clima subtropical seco). Conhecida também como arbusto-do-elefante ou grama-do-elefante fornece uma folhagem suculenta para os elefantes sedentos. É também conhecida como Mini-jade, embora não seja da família do Jade (Crassula arborescens minor).

A Portulaca é uma planta de grande resistência se adequando bem ao interior aquecido e seco. No inverno, temperaturas entre 10ºC e 16ºC são bem toleradas. No interior necessita apenas ficar junto a uma janela bem iluminada e bem arejada, principalmente no verão.

No Brasil, devemos tomar cuidado apenas no extremo sul, no inverno, para evitar temperaturas muito baixas e geadas. Em algumas regiões do sudeste do país, mais precisamente no sudoeste de Minas Gerais, ela tem resistido a pequenas geadas e temperaturas de até 5ºC por períodos curtos sem necessidade de se colocá-la dentro de casa, mesmo porque por lá as casas não possuem aquecimento interno. Mas a Portulaca gosta mesmo é de sol pleno e ambiente arejado. Quanto mais sol ela recebe, mais compacto será seu aspecto e menores serão suas folhas.

A Portulaca é uma planta suculenta possuindo galhos, brotos e folhas carnudas com capacidade de armazenar água por largos períodos. Possui folhas gordas, arredondadas com cerca de um a 2 cm de tamanho e delicadas flores.

Apresenta densa folhagem brilhante verde esmeralda e tronco e galhos robustos de cores canela a cinzento. Seu tronco e flores possuem uma textura diferente, se assemelhando à borracha.

Adapta-se muito bem ao clima do Brasil, e tem como característica marcante a pouca necessidade de atenção, ideal para bonsaístas que viajam muito ou que, por qualquer outro motivo, tem dificuldade de regar as plantas diariamente. A Portulaca pode resistir falta de água por até 4 semanas sem com isso mostrar sinais de fraqueza. Também resiste bem a solos pobres em nutrientes. A sua estilização também é muito fácil, dada a mobilidade de seus galhos e tronco, é a planta ideal para um iniciante.

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Na adubação deve-se usar um fertilizante líquido foliar para bonsai uma vez por mês ou a cada quatro semanas na primavera e verão. Reduza a adubação no outono. No outono farinha de osso. Não adube nos meses de inverno.

Regue apenas quando o solo estiver bem seco, já que esta espécie requer pouca água. No inverno pode se espaçar bem as regas.

A frequência de rega dependerá também do tamanho do vaso. Para saber quando a planta precisa de água, observe bem as folhas: se começarem a ficar enrugadas e finas, é por que está tendo poucas regas. Se as folhas crescem cheias, rápido e distante umas das outras é porque deve estar sendo regada em excesso.

O espaçamento entre as folhas também pode ser sinal de pouco sol. Lembrando que folhas enrugadas também podem ocorrer após um transplante ou poda drástica (tanto do tronco quanto das raízes). A folha pode ficar fina e enrugada pela perda de capacidade de absorção de água pelas raízes daí consumindo o estoque das folhas e não por falta de rega.

Os galhos devem ser podados no início da primavera até o fim do verão. Novos brotos em qualquer época, para manter a forma do bonsai.

Corte os brotos reduzindo a um ou dois pares de folhas após quatro ou cinco pares terem se formado (geralmente no final do verão). A Portulaca tem tendência a desenvolver crescimento para baixo, tanto nos brotos novos quanto pendendo galhos mais desenvolvidos. Pode ser necessário usar “muletas” para não deixar os galhos penderem muito. Evite tirar todas as folhas de um galho, pois ele tenderá a secar e cair.

O solo precisa ter uma boa drenagem. Na mistura para se formar o substrato, é bom observar que a proporção de material inorgânico é bem alta (80%), pois se tratam de espécimes de clima semi desértico, ou seja, solo pobre em material orgânico e rico em partículas minerais, consequentemente de alto pH (alcalino). Como substrato vegetal (20%) podemos usar húmus, cascas de pinheiro, fibra de coco, etc.

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O transplante deve ser feito a cada dois anos, reenvase e troque a terra, aparando as raízes.

Bonsais mais velhos devem ser transplantados a cada três ou cinco anos. O transplante pode ser feito em qualquer época do ano, mas o ideal é no fim da primavera. Não regue o bonsai por cinco dias após o transplante.

A melhor época para fazer a aramação é do meio para o fim do verão, tenha cuidado, pois a casca desta árvore é sensível e os galhos tendem a se quebrar facilmente, ainda mais por sua flexibilidade, podemos pensar que ele vai dobrar até onde queremos, mas eles podem quebrar, nos surpreendendo.

Nesta espécie de bonsai, utiliza-se como alternativa, a poda corretiva, contrapesos e “muletas” feitos de pequenos tocos de galhos cortados e bambu. Evitando-se assim quebrar ou ferir os galhos.

Dicas: Em resumo, siga estas poucas regras abaixo e desfrute um lindo e resistente bonsai.
* Nunca regue com solo úmido, espere que ele esteja seco;
* Exponha o bonsai ao máximo de sol possível;
* Adube pouco, uma vez ao mês;
* Evite temperaturas abaixo de 10ºC;
*Pode sempre com tesoura afiada, nunca pince com os dedos;
* Sempre pode deixando pelo menos um par de folhas. Galhos sem folha irão secar e morrer (cair);
* Substrato com boa drenagem;
* Não se preocupe se você tiver que viajar, sua Portulaca vai sobreviver. Dê um bom banho antes e após sua viagem.

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A Dama da Noite é uma planta que é conhecida e se caracteriza por exalar um perfume peculiar no período noturno. O perfume desta espécie vegetal está entre os mais fortes exalados por plantas.

A denominação Dama-da-noite é uma das formas que a espécie vegetal é conhecida, no entanto existe uma série de outros nomes pelos quais a planta é conhecida popularmente como: Flor da Noite, Jasmin-da-noite e Rainha-da-noite.

A Dama da Noite é uma espécie vegetal que faz parte da família de plantas chamada de Solanaceae. Essa família de espécies vegetais, a Solanaceae, é composta por 10 gêneros e 3.000 espécies distintas.

É uma planta nativa do continente Americano (América do Sul, América do Norte e América Central), sendo oriunda do México e das Antilhas. Existem algumas espécies que são oriundas da Índia.

Características da planta
A Dama-da-noite é uma planta arbustiva, que são aquelas espécies que apresentam um porte pequeno quando comparadas as árvores e se caracterizam por ramificarem muito próximo ao solo.

É uma espécie vegetal que possui textura semi lenhosa, perene, isto é possui um ciclo de vida maior que dois anos, que no reino vegetal é considerado longo.

Possui um caule ereto e ramificado, os seus ramos são recurvados (no inicio os ramos são eretos, no entanto ficam pendentes nas suas pontas).

A Dama-da-noite é uma planta de médio porte, possuindo uma altura média de 1,80 me, contudo ela pode atingir em torno de 4,0 m de altura.

Suas folhas são simples, perenes, apresentam um formato que variam do oval ao lanceolado, brilhantes e sua textura se assemelha ao couro e são sustentadas por pecíolos longos.

Sua inflorescência é muito abundante, e normalmente surgem nos períodos da primavera e do verão. As inflorescências dão suporte a um grande número de flores, que possuem formato tubular e apresenta a coloração creme esverdeada.

A planta é bastante conhecida e popular por suas flores apresentarem um aroma bastante forte e intenso, normalmente no período da noite.

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As flores dessa espécie vegetal são bastante atrativas para os animais noturnos, como por exemplo, morcegos.

É uma planta com características ornamentais, sendo bastante usada no paisagismo. Devido ao seu odor, ela também é usada pela indústria da perfumaria.

Os hábitat naturais de cultivo da Dama-da-noite, são as regiões que possuem o clima tropical. No entanto, essa espécie vegetal se adapta a ser cultivada em locais que apresentam clima equatorial e subtropical.

É uma espécie vegetal rústica, que exige poucos cuidados para cultivo, necessitando apenas que o local de cultivo seja quente e úmido. Deve ser cultivada sob pleno sol ou no máximo a meia sombra quando cultivadas em locais extremamente quentes.

O cultivo da Dama-da-noite em locais a meia sombra tende a diminuir o forte perfume, pois desta forma a floração será menor, o que acabará resultando em menor perfume exalado.

O solo ideal para o cultivo é o do tipo arenoso e o solo deve ser fértil e que apresente uma boa capacidade de drenagem. Para manter a fertilidade do solo, é interessante que seja feito o uso de material orgânico para enriquecimento do solo.

As irrigações devem ser feitas de forma regular, para que o solo mantenha condições adequadas de cultivo para a espécie. O ideal é que se irrigue apenas quando o solo estiver seco.

É uma espécie vegetal que pode sofrer podas, que devem ser realizadas após a floração principal.

Epiphyllum Oxipetalum

É uma planta que não suporta temperaturas frias (frio intenso e geadas fortes) e a salinidade (não deve ser cultivada em locais próximo a praia). A planta é muito vigorosa e cresce de forma rápida.

Ela pode ser cultivada em vasos, contudo precisará de bastante atenção com as adubações e as regas, pois elas precisarão ser mais frequentes que o normal. Pode ser  conduzida como uma trepadeira, isso acontece através da realização das podas e do tutoramento da espécie vegetal.

Fazendo isso, a planta irá perfumar pátios, calcadas e servindo como uma cobertura natural de arcos, treliças, caramanchões e outros tipos de suportes. É interessante que não se cultive a Dama-da-noite próxima a janelas de quartos, principalmente de crianças e pessoas sensíveis, pois a forte fragrância chega a ser enjoativa para algumas pessoas e até mesmo causar relações alérgicas.

Multiplicação
A Dama-da-noite é uma espécie vegetal que se multiplica por sementes e por estaquia. Normalmente a multiplicação se faz na primavera e do verão. A multiplicação por sementes consiste em dispersar as sementes que são geradas pelas flores em locais apropriados para o cultivo, para que desta forma as sementes consigam enraizar, se desenvolver e gerar novas plantas.

A multiplicação por estaquia consiste na separação de estacas com as pontas do ramo da Dama da Noite, essas estacas precisam ter ramos, folhas e raízes para que quando colocadas em local de cultivo e tenham condições de gerar uma nova espécie.

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Crassula ovata
A  Crassula ovata é também conhecida popularmente como Árvore-da-amizade, Planta-da-sorte ou Planta-do-dinheiro.

É uma planta suculenta nativa da África do Sul, e é comum como uma planta de casa em todo o mundo.

Apresenta-se com ramos grossos e suaves, arredondadas folhas carnudas que crescem em pares opostos ao longo dos ramos, de um verde jade rico.

O crescimento do caule novo é da mesma cor e textura das folhas, mas torna-se marrom e lenhosa com a idade. Sob as condições corretas, eles podem produzir pequenas brancas ou rosa estrelas como flores no início da primavera. Presta-se facilmente para bonsai, dentro de casa.

O nome Crassula é o diminutivo do latim crassus que significa grosso ou gordura, referindo-se à natureza carnuda do gênero como um todo. O nome da espécie ovata significa em forma de ovo, referindo-se as folhas.

Há mais de 300 espécies de Crassula e, aproximadamente 150 são encontradas no sul da África, onde elas são comuns.

A planta é um dos maiores símbolos do Feng Shui, usada comumente em entradas de casas e nos jardins.

Apesar de ser uma planta originaria da África, ela se adaptou muito bem em tantas outras regiões inclusive aqui em nosso Brasil.

Crassula_ovata
Cuidados
- Como suculenta, a Crassula ovata requer rega normal quando o solo está seco no verão, e pouca rega no inverno. Muita água fará com que ela perca suas folhas (é fácil identificar rega excessiva pela aparência característica das folhas caídas) e, eventualmente, a haste irá apodrecer.

- Embora possa sobreviver à rega excessiva, o melhor é mantê-lo em um ciclo de 10-20 dias, no verão, e menos ainda (até um mês seco) no inverno. Deixando o solo seco entre as regas é essencial para uma planta saudável.

- Cresce em pleno sol, no entanto não tolera calor ou exposição excessiva ao sol direto,  mostrando os danos que vão desde folhas queimadas à perda de folhas e caules apodrecendo.

- A maioria das espécies comuns irá tolerar um grau limitado de geada, mas a exposição excessiva ao frio irá matá-las.

- A crassula ovata prefere solo bem drenado, e com bastante matéria orgânica misturada a pedriscos para aumentar а porosidade e criar as condições ideais para o crescimento satisfatório da planta.

- Caso ela tome bastante sol tem uma tendência de suas folhas, com o tempo, ficarem avermelhadas, dando uma coloração exótica a toda a planta.

crassulaovata
- Prefere solo bem drenado, e com bastante matéria orgânica misturada a pedriscos para aumentar a porosidade e criar as condições ideais para o crescimento satisfatório da sua planta.

- A questão das regas é bem parecida, por exemplo, dos cactos, no verão regue sempre que o solo estiver bem seco, uma vez ao mês, por exemplo, ou de 20 em 20 dias caso o clima esteja muito seco. E no inverno não regue, a planta do dinheiro tem uma enorme capacidade de armazenamento de água. Por isso fique tranquilo ela já fez sua reserva para passar todo o inverno;

- As crassula ovata tem uma facilidade de adaptação muito grande quanto a luminosidade (o que faz dela uma das prediletas por paisagistas para decorar interiores). Por isso você terá uma grande facilidade ao escolher o local onde sua planta irá permanecer. Caso elas tomem bastante sol tem uma tendência de suas folhas com o tempo ficarem avermelhadas, dando uma coloração exótica a toda a planta;

- As crassula ovata, devem ser podadas sempre na primavera, o que estimulará o seu desenvolvimento e o formato que a planta vai adquirir. Tenha em mente que a vida média de uma crassula ovata é de 30 anos, quando for escolher o vaso e o formato ideal para a poda. Lembre-se também que suas folhas são bastante pesadas, por isso mesmo a necessidade da poda anual, para não comprometer o caule com o peso excessivo das folhas e estimular o crescimento do caule para suportar o peso;

- É sensível à pragas como as cochonilhas que causam uma deformação que impede o crescimento da planta, para evitar esse tipo de praga o melhor é usar uma solução caseira de sabão em pó e água na proporção de ½ colher de sopa de sabão para cada litro de água. Faça isso uma vez por semana enquanto observar que o ataque não cessou de vez. Evite o máximo possível usar pesticidas, porque todas as suculentas são muito sensíveis a pesticidas, o que poderá inclusive vir a matar a planta;

- Quando bem cuidada a crassula ovata floresce uma vez ao ano, normalmente no inverno ou outono, principalmente se estive em um local assombreado.

Bem, com essas dicas de cuidados, você terá em sua casa, por longos anos sua Crassula ovata.

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flor-de-maio
A flor de maio pertence à família das Cactáceas, e sua origem é brasileira. E como todos os cactos, possuem reservas de água em seu caule e, assim, conseguem suportar curtas estiagens…

Trata-se de plantas resistentes, adaptadas ao clima tropical, e precisam receber a luz, direta do sol pela manhã ou, à tardinha, pelo menos umas 4 horas diariamente.

Propagação
A flor de maio poderá ser propagada por estaquia dos gomos (caule) ou, por sementes.

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Propagação por estaquia dos gomos (caule)
Retirar dois segmentos inteiros de gomos (caule). Os melhores segmentos são os das extremidades da planta.

Enterrar o segmento inferior de forma que o outro segmento fique perpendicular com relação ao nível do solo do vaso.

Caso necessário, poderá ser colocado um palito espetado ao solo, como tutor, para que o gomo superior fique em posição ereta.

O solo deverá ser mantido ligeiramente umedecido.

Substrato
Deve ser misturado de forma homogênea:
Terra de boa qualidade, fibra de coco e areia lavada na proporção de 2:2:1.

O substrato deverá apresentar textura leve, totalmente drenável. A areia entra na composição apenas para aumentar a drenagem de água.

A planta não tolera substrato denso encharcado e com pouca drenagem.

Regas
O substrato deverá ser mantido levemente úmido, sem encharcamento. – Nos períodos mais secos do ano, haverá a necessidade de aumentar o numero de regas.

Observar os gomos da planta.  Caso apresentarem-se murchos, enrugados, é sinal de desidratação, neste caso, deverá aumentar a frequência das regas, de forma que o substrato fique sempre levemente umedecido.

Obs.:
O método de propagação de mudas por estaquia de gomos, deverá ser realizado no início da primavera, quando as plantas estarão saindo do seu período de dormência vegetativa.

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Propagação por sementes
As sementes são aqueles pontinhos negros que aparecem dentro da substância gelatinosa dos frutinhos, geralmente na cor vermelho arroxeado, que aparecem nas bordas dos gomos (caule), após período de floração.

Para semear, os frutos deverão estar na fase final de maturação.

Preparar um vaso, tamanho médio, com substrato de fibras de coco, ou similar, enchendo-o até a sua metade.

Umedecer o substrato uniformemente.

Espremer os frutinhos maduros, sobre o substrato de coco, de forma que a substância gelatinosa, contendo as sementes, fique totalmente distribuída.

Umedecer levemente, com um borrifador manual, para que as sementes entrem em contato direto com o substrato.

Cobrir a superfície superior do vaso, com plástico transparente, formando uma pequena estufa. Isso irá manter a umidade e a temperatura um pouco mais estável.

Colocar o vaso em local com bastante iluminação, sem o contato direto com a luz solar.

Umedecer sempre que perceber que o substrato estiver seco.

Logo as sementes se transformarão em pontinhos verdes e começarão a se desenvolver.

- As plantinhas deverão ser transferidas para vasos individuais, quando perceber que terão condições suficientes para essa mudança de habitat.

Obs.:
A multiplicação de mudas por sementes trata-se de um método lento, muito demorado parta a obtenção de plantas adultas.  O método mais acelerado, geralmente utilizado para se obter resultados rápidos, é o da estaquia dos gomos (caule).

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Trata-se de uma planta suculenta de vida anual originária da Argentina, Brasil, Uruguai.

Suas flores podem ser simples ou dobradas, em variadas cores e tons entre o branco, rosa, amarelo, vermelho, laranja, púrpura, etc.

São plantas totalmente adaptadas a climas: equatorial, tropical, subtropical e, deverá ser cultivada em pleno sol.

Sua floração ocorre nos meses mais quentes do ano.

As flores só se abrem quando o calor do sol começar a ficar mais forte, por volta das 11:00 horas, e permanecem abertas enquanto houver sol forte. À tarde, quando a luz do sol perder a sua intensidade, elas se fecharão novamente. É por esse motivo, deu a origem do seu nome popular.

A planta é de fácil cultivo, propaga-se por sementes e por estaquia de ramos.

Propagação por sementes
A melhor época para plantar as sementes é o início da estação chuvosa, (primavera). As sementes deverão ser semeadas em seus locais definitivos, (vasos, jardim, etc.).

O solo deverá ser afofado, e as sementes lançadas aleatoriamente, porém, bem distribuídas. Cobrir as sementes com uma fina camada de solo peneirado.

Regar sem provocar encharcamento, e manter o solo levemente umedecido. Em poucos dias as sementes germinarão.

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Propagação por estaquia de ramos
Cortar ramos com mais ou menos 10,0 cm de comprimento, e enterrar até a metade no solo, diretamente em seu local definitivo. Num período de mais ou menos 15 dias, a estaca já estará enraizada emitindo brotos

Solo
Trata-se de uma planta rústica, tolerante a pequenas estiagens e a baixa fertilidade do solo. Mas para demonstrar toda sua beleza e exuberância floral, deverá ser cultivada em solo fértil, rico em matéria orgânica, e totalmente drenável.

Regas
O solo deve ser mantido ligeiramente umedecido com regas periódicas, sem provocar exageros.

A planta poderá ser cultivada em vasos, jardineiras, jardins, etc. Por tratar-se de uma planta suculenta, não suportará pisoteio.

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Flor-de-maio
Assim como a Flor de Maio, a Flor de Outubro também é da família das cactáceas. Uma das diferenças, como o nome já diz, é a data em que costumam ocorrer as flores. Além disso, a forma das flores e folhas também é um pouco diferente.

São plantas muito resistentes, que gostam de luz, porém não gostam de pegar sol direto por mais que 4 horas por dia.
Se você gosta de cores fortes, um vaso com Flor de Outubro vai deixar a sua casa muito mais alegre!

Como fazer mudas de Flor de Outubro ou Flor de Maio
1 – Arranque uma folha destacando-a da folha debaixo.
Não corte a parte debaixo da folha. Segure-a e mexa de um lado para o outro para que ela se solte exatamente no ponto que se encaixa com a outra folha.

2 – Enterre a parte de baixo na terra e posicione-a de maneira que ela fique em pé.

3 – Regue pouco, sem encharcar o solo.
Se o local onde você mora for muito seco, observe as folhas. Se estiverem ficando enrrugadas, é sinal de desidratação, então aumente a frequência da rega.

Coloque uma leve camada de musgo seco sobre a terra para manter a terra protegida. Assim quando for regar, a força da água não faz buracos e a folha continua firme no mesmo local que foi plantada.

4-Regue uma vez por semana e tenha perseverança para cuidar da folha até nascer outra folhinha como na foto acima.

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Como cuidar da Flor-de-outubro ou da Flor-de-maio para que elas deem flores
1 – Mantenha-as em local arejado e bem iluminado. A falta de luz enfraquece muito estas plantas e se não receberem luz suficiente podem morrer. Porém não deixe-as pegar sol direto por mais que 4 horas, pois o sol direto pode queimar as folhas.

2 – Regue quando a terra estiver seca. Geralmente uma vez por semana, mas a frequência pode variar, dependendo da região que você mora. Em lugares com clima mais seco, aumente a frequência da rega.

3 – Mantenha a terra nutritiva, ou seja, adube a cada 2 meses. Pode adubar com esterco, com farinha de osso ou com adubos vendidos em casas de jardinagem, como o Green-Fix, por exemplo.

Seja sempre cauteloso com as adubações, pois adubo demais também mata qualquer planta. Então quando comprar adubo, leia as instruções e siga a quantidade descrita no rótulo. Se tiver dúvida, é melhor usar menos adubo do que usar em excesso.

Se for usar esterco, certifique-se que ele está bem curtido, ou seja, bem seco e antigo. Esterco fresco fermenta e pode matar a planta.

4 – Quando perceber que têm botões de flores, não deixe-as pegar sol direto, pois o sol desbota as flores.

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