Subscribe to PlantaSonya Subscribe to PlantaSonya's comments




Posts para categoria ‘Orquídeas e Bromélias’

Herbácea perene, epífita, orquídea-amor-perfeito

Nome Popular: miltônia, orquídea-amor-perfeito
Nome Científico: Miltônia Hybrid
Família: Orchidaceae
Origem: híbrido
Como Cuidar/Cultivar a sua Miltônia Hybrid?
O cultivo deve ser feito em locais de clima ameno, com temperatura entre 15°C e 35°C e sob sombreamento médio, as regas devem ser diárias, mantendo o substrato úmido.

http://3.bp.blogspot.com/_x99guRlpF9o/ScYi3iJgdQI/AAAAAAAABnE/k7bUFIBeIWs/s400/orquideas.jpg

Às vezes, temos uma orquídea que apresenta uma boa coloração verde,aparenta saúde, e, no entanto, de uma hora para outra, começa a regredir, definhar…Quando vamos examinar a planta, vemos que o enraizamento não está bom. Isto pode ser causado por uma série de fatores, dos quais os mais comuns são: substrato velho e esgotado, com ph alterado; excesso de umidade, causada por uma drenagem insuficiente no vaso; cochonilhas deraiz; lesmas e caracóis; etc. Para solucionarmos o problema, devemos, antes de mais nada, corrigir as causas, através do replantio adequado:

1) Desenvasamos a planta, eliminando bulbos secos e cortando todas as raízes velhas e mortas, com tesoura de poda apropriada, afiada e limpa. Em seguida, lavamos bem a planta. Podemos usar uma escova de dentes, embebida em água e sabão neutro (sabão de coco) para remover cochonilhas, pulgões, etc. Mais uma passada de água, sob a torneira, para remover o sabão. E penduramos a planta (de cabeça para baixo fica mais fácil) em um lugar de sombra e bem arejada, para secar por dois dias. Não é necessário ficar com pena da planta. Ela está bem!

2) Uns três dias após estas preliminares, iremos proceder ao replante. Aí entra o Complexo B (as vitaminas do grupo B), facilmente comprado em qualquer farmácia, sem necessidade de receita médica. De preferência, comprar em “solução”. É muito mais fácil o manuseio. Um vidrinho de Complexo B, ao custo de R$ 6,00
aproximadamente, dá para muito tempo, ou use levedura de cerveja, moendo os comprimidos e colocando-os na água.

3) preparamos um banho de imersão para a planta. Umas quinze gotas do complexo para cada litro de água. E deixamos a orquídea mergulhada por uma hora (não há perigo de afogamento!). Depois do banho da orquídea, podem jogar a água em outras plantas (mesmo que não sejam orquídeas), que elas também se beneficiarão da presença das vitaminas do grupo B. Entretanto, é conveniente que essa operação seja feita no final da tarde. O excesso de luminosidade prejudica esse medicamento,fazendo com que certos princípios fiquem alterados e não produzam o efeito desejado.

4) Em seguida, podemos replantar a orquídea. Para isso, é necessário que façamos uma zona de drenagem no fundo do vaso, colocando cacos de vasos, ou de telhas (tijolo não serve – retém muita umidade), ou pedra britada, numa quantidade que atinja um terço da altura do vaso. Sobre essa drenagem iremos fazer o replantio, utilizando, evidentemente, substrato novo. Só iremos regar a planta uns três a quatro dias depois. Após isso, durante um a dois meses, umas duas vezes por semana, e sempre em dia seguinte a uma rega normal (E SEMPRE EM FINAL DE TARDE PARA EVITAR O PROBLEMA DOS EFEITOS DA LUZ), borrifem a planta toda, inclusive substrato, com uma solução de 5 a 8 gotas do complexo B por litro de água. Com as sobras, podem borrifar outras orquídeas / plantas.
O Complexo B tem efeito de enraizador. Fará com que a planta emita novas raízes com muito mais rapidez, além de serem raízes bem mais fortes. A saúde de uma orquídea é vista pelo estado de suas raízes.

orquídea

[orquídea+spatinho.jpg]

Esta é uma espécie de orquídea (Orchidaceae) do sudeste Asiático, nordeste da Índia e Bangladesh, onde cresce em terrenos calcários próximo de cursos de água, à sombra de arbustos e ervas altas. Extremamente resistente, quando em bom estado atinge um tamanho razoável – tanto de folhas como de raízes, que são grossas e bastante compridas.

Conhecido pelo nome comum de sapatinho (devido à forma do seu labelo), é muito cultivada por motivos culturais e comerciais (mercado interno e exportação), sendo muito utilizado nas decorações típicas de Natal.

É considerada a mais representativa. Talvez isso se deva também ao fato ter sido a segunda espécie do gênero a ser introduzida na Europa, em 1822. É também uma das espécies mais utilizadas na produção de híbridos devido às suas flores grandes e com boa consistência, e consta da árvore genealógica de muitos híbridos complexos.ivo

Esta planta prefere solos arejados, altamente orgânicos, com muita matéria vegetal em decomposição. Apesar de gostar de muita luz, não aprecia o sol direto, podendo queimar as suas folhas. Apesar de preferir temperaturas amenas, superiores a 15ºC, poderá sobreviver e florescer em climas mais frios desde que não ocorra geada.

O substrato tem boa drenagem, seca entre, boa luz indireta com alguma exposição ao final da tarde. No inverno, menos água – principalmente após a floração – e mais 1 hora ou 2 de luz direta, adubo pouco e apenas durante o crescimento ativo.

Esta espécie aguenta bem, desde que protegida do sol e do vento. Mas claro, dentro de casa a planta fica maior e as folhas mais bonitas e lustrosas!

(*) Meristema – é o conjunto de células que originam por diferenciação, todos os órgãos de uma planta, quer sejam eles raízes, caules, gavinhas, folhas, flores, frutos ou sementes e todos os diferentes tecidos que constituem estes órgãos.


As Catléias estão entre as mais bonitas e populares orquídeas, sendo por este, entre outros motivos, as preferidas para a produção de híbridos comerciais da moda, normalmente com orquídeas do gênero Laelia, Brassavola e Brassia, amplamente disponíveis no mercado. Suas flores são bastante grandes e vistosas e surgem durante a primavera ou outono. São rizomatosas e possuem um pseudobulbo alongado e bastante intumescido, com uma ou duas folhas também rígidas e intumescidas. As Catléias se diferenciam das Lélias por apresentarem 4 políneas*, enquanto as segundas apresentam 8 políneas.

Ao adquirir uma Catléia florida, mantenha-a dentro de casa, próxima a uma janela bem iluminada. Regue-a sempre que o substrato secar. Suas flores são muito duráveis se cuidadas desta maneira. Quando a flor murchar e secar, remova-a, juntamente com a haste floral, cortando com uma tesoura esterilizada. A partir deste momento você poderá replantá-la caso necessário.

As Catléias são em sua maioria epífitas, isto é, desenvolvem-se sobre o tronco das árvores. Por este motivo você pode cultivá-las sobre as árvores, inicialmente amarradas com barbantes ou sisal. Podem ser cultivadas em vasos também, preferencialmente de barro, madeira ou cerâmica, bem forrados com pedriscos para uma perfeita drenagem. O substrato pode ser composto de uma mistura de cascas de árvores, carvão vegetal, cascas e fibras de coco, entre outros materiais próprios para epífitas.

Não enterre o rizoma (caule paralelo ao solo), ele deverá ficar sobre o substrato. Devem ser cultivadas à meia-sombra, com regas frequentes no verão e reduzidas no inverno.

A Adubação deve ser suave e diluída, preferencialmente orgânica, como torta de mamona e farinha de ossos. Atualmente encontramos adubos próprios para orquídeas, de liberação lenta.

Multiplica-se por divisão da planta, preservando pelo menos 3 pseudobulbos para cada muda, com rizoma e raízes. Evite subdividir demais as plantas, sob pena de elas enfraquecerem muito.

Comercialmente pode ser multiplicada por meristema, através de uma avançada tecnologia laboratorial que permite a produção em grande escala de milhares de clones da mesma planta.

Massas cerosas: são constituídas por grãos de pólen, é uma substância viscosa e transparente, presente nos estames de algumas flores, principalmente nas orquidáceas e asclepiadáceas.


As orquídeas são plantas muito resistentes e robustas. Mas como todo ser vivo podem adoecer e morrer ou serem atacadas por parasitas e insetos que acabam levando para a planta infecções oportunistas que, se não evitadas ou combatidas, podem levar a morte às orquídeas rapidamente.

Não são necessárias medidas mirabolantes e caríssimas para proteger as suas orquídeas do ataque de doenças e de pragas. Normalmente como se aplica a nós mesmos; a higiene e a observância de alguns hábitos saudáveis podem representar uma barreira eficaz ao aparecimento dessas doenças ou de pragas.

Se você cria suas orquídeas em uma estufa ou em áreas protegidas com telas; mantenha a área da estufa e o perímetro do telado muito bem limpo. Evite cultivar outras flores juntamente com as orquídeas no mesmo espaço. É muito comum que pragas que atacam as orquídeas sejam hospedadas por outras plantas sem que essas manifestem sintomas dessas doenças.

Tampe furos e corrija desníveis no solo e nas telas; buracos nas paredes e frestas ou qualquer material acumulado nas proximidades dos locais em que você cria as suas orquídeas. Esses são pontos de vivência para vetores que podem atacar suas orquídeas ou servirem como transmissores de doenças perigosas para elas.


Limpe sempre muito bem as áreas em que você vai manter suas flores plantadas ou as áreas nas quais você trabalhou com suas orquídeas. Esfregue com água e sabão e use uma escova para auxiliá-lo nessa tarefa. Use produtos a base de cloro para a desinfecção desses locais sempre que possível. A prevenção contra fungos e insetos deve ser levada a sério e a aplicação de inseticidas e de fungicidas deve ser feita a cada noventa dias em média.

As pragas mais comuns são os percevejos das orquídeas que causa um estrago significativo ao sugar a seiva da planta e ao transmitir viroses que podem matar a planta rapidamente. Os pulgões são uma praga importante porque se reproduzem de forma acelerada e podem matar as orquídeas; pois sugam grandes quantidades de seiva e deixam a planta em estado de desnutrição acentuada. Normalmente são conduzidos até as orquídeas pelas formigas.

As cochonilhas que também sugam a seiva da planta e podem devastar uma criação de orquídeas em um tempo relativamente curto porque atacam em grandes quantidades. Mas podem ser combatidas de forma relativamente simples lavando-se a área das orquídeas atacadas com água e sabão neutro e esfregando-se a região com uma escova macia. A vespinha negra ataca os bulbos e destrói a planta e os caracóis e lesmas que comem as áreas onde as flores das orquídeas vão nascer e causam um prejuízo significativo se sua criação tiver como alvo o comércio.

Além desses parasitas, os fungos e os vírus são uma importante fonte de prejuízos e de dores de cabeça para os cultivadores de orquídeas. Mas a realidade é que se tomarmos os devidos cuidados sanitários e mantivermos uma atenção com as condições de saúde da planta, é muito mais difícil que elas adoeçam e que essas pragas tenham condições de proliferarem em suas orquídeas.

Tenha atenção, cuidado e carinho com suas orquídeas e tudo correrá em perfeita harmonia.

orquidea rosa

Nada é pior para um amante de flores do que as pragas que assolam nossas queridas flores e destroem, em pouco tempo, toda a beleza e a delicadeza que as flores são capazes de nos proporcionar.

Quando você se dedica ao cultivo de orquídeas, as coisas pioram muito. Principalmente se, junto com as orquídeas, você cultiva outras flores no seu jardim. Infelizmente será praticamente impossível consolidar o cultivo delas com as outras flores de forma aberta e extensiva. As orquídeas são flores robustas e resistentes, porém precisam de certos cuidados que a exposição ao tempo num jardim aberto pode tornar impossível. Isso sem falar que as outras flores acabarão se transformando em vetores de pragas e de doenças importantes que poderão arruinar as suas orquídeas de forma cruelmente rápida.

Contudo, nem tudo está perdido. Tomando alguns cuidados com suas orquídeas e com uma atenção redobrada as condições de fitossanidade no local onde você iniciará o seu orquidário devem ser suficientes para garantir uma boa saúde e o florescimento de flores belíssimas e de orquídeas saudáveis e de bom tamanho.

Se não conseguir criar as suas orquídeas numa estufa separada, crie um cercado com uma tela em volta delas de forma e evitar que os insetos que venham das outras flores e que possam carregar doenças e outros problemas capazes de afetar suas orquídeas em formação.

Apesar de o efeito estético ser ótimo, você nunca deve cultivar suas flores encostadas em paredes, cercas ou muros. Isso evitará que insetos e roedores se aproveitem de frestas e das paredes para terem acesso as suas flores e assim alimentarem-se delas ou levarem parasitas que poderão prejudicá-las em sua florescência. Manter também os vasos das orquídeas e das flores bem limpos e livres de mofos é uma questão que deve ser observada com extremo cuidado. Limpar muito bem antes de plantar as flores ou as orquídeas com uma solução a base de cloro de forma a eliminar germes patogênicos e parasitas invisíveis que levarão doenças para as orquídeas e para as flores do seu jardim. De preferência, antes mesmo de povoar o local escolhido com as flores e com as orquídeas pulverize com fungicida e com os inseticidas recomendados de maneira a criar uma barreira profilática contra parasitas e microorganismos contaminantes.

Pragas que sugam a seiva das plantas devem ser combatidas ferozmente. Pois agindo assim, elas causam fraqueza e impedem que se formem as tão sonhadas e queridas flores das orquídeas e das outras plantas. Além disso, os orifícios que provocam nos caules das plantas podem servir como porta de entrada para inúmeros germes patogênicos que são de difícil tratamento e que podem ocasionar a morte delas.

Um grande problema em cultivar orquídeas e flores de outras espécies em jardins sem proteção ou abertos são as formigas. Implacavelmente dotadas de uma disciplina sem igual, as formigas podem se alimentar das plantas ou trazer outros animais para alimentarem-se das orquídeas e produzir um néctar que lhes é aprazível (algumas espécies de formigas criam pulgões da mesma maneira que humanos criam bois e vacas). O resultado, em qualquer uma das duas modalidades de infestação, é dramático e pode levar a morte das plantas. Impedindo que as orquídeas dêem flores.Combater essas pagas e manter a sanidade do jardim não é uma tarefa muito fácil e que não acaba nunca. Mas tomar esses cuidados com suas orquídeas e flores tem uma recompensa óbvia e que vale qualquer sacrifício: flores e orquídeas belíssimas.

Epidendro

A Epidendrum denticulatum, é uma orquídea terrestre nativa do Brasil, encontrada desde o Espírito Santo até o Rio Grande do Sul. Seu labelo apresenta-se levemente franjado, lembrando dentes, por isso o nome denticulatum.

Possui flores lilases ou laranja, surgindo de uma haste, e duram muitos meses.

Pude observá-la em seu ambiente natural, em Itapoá, Santa Catarina, quando na época, a uns 10 anos atrás ainda via-se muitas delas nos terrenos baldios. Infelizmente a expansão imobiliária reduziu substancialmente sua área e hoje já não existem mais.

A adubação deve ser feita uma vez por semana com NPK 20-20-20 e um pouco de adubo orgânico (torta de mamona, farinha de osso ou húmus de minhoca) a cada dois meses.


vandas (Small)

Luminosidade – Este é um fator muito importante para o cultivo de uma Vanda, as vandas precisam de luz para florescer e crescer com vigor. Uma Vanda que não está florescendo, muito provavelmente está recebendo menos luz do que o necessário. Essas orquídeas florescem com sombreamentos em uma escala de 70% de sombra a sol pleno.

A maioria adapta-se muito bem com telas que deixam passar 40% da luminosidade do sol.
As vandas englobam inúmeras outras orquídeas, as do gênero Mokara, Renantera, entre outras, podem ser cultivadas diretamente no sol, em jardins, praças ou coberturas. As demais vandas, quando usadas em paisagismo, podem ficar protegidas pelos galhos de árvores maiores, seja quando penduradas ou fixadas nos troncos dessas árvores, ou também em locais onde a luz solar não incida nos períodos mais quentes do dia.

- Sintomas de baixa luminosidade: folhas com colorido verde muito escuro, ausência ou baixo índice de floração por mais de um ano em vandas adultas, enfraquecimento da planta com perda de folhas e maior suscetibilidade a doenças.

As Vandas produzem mudas? As Vandas têm crescimento monopodial, ou seja, crescem sempre para cima. As vandas produzem mudas ocasionalmente. Muitas vezes a produção de novas mudas em uma Vanda adulta é determinada por dois fatores:

- Excelente cultivo - a planta muito bem cultivada pode interpretar fisiologicamente que poderá emitir novas mudas sem sofrer necessidades climáticas ou nutricionais.

- Sofrimento vegetal - uma Vanda adulta que esteja sofrendo por carência nutricional ou injúrias climáticas poderá emitir várias mudas na tentativa de preservar a espécie, já que a planta mãe corre o risco de morrer. Neste momento as mudas alimentam-se por um bom tempo dos nutrientes da planta adulta, servindo esta como substrato nutricional, uma vez que nos primeiros meses as mudas jovens ainda não emitiram suas raízes.

orquídea epífita

São as orquídeas que não enraízam no solo, mas se fixam aos troncos e outras estruturas, representam hoje mais de 90% de todas as espécies de orquídeas. Algumas podem ainda ser terrestres, ou mesmo rupículas (de crescimento em cima de pedras). Gostam, de maneira geral, de luz e regas moderadas.

As orquídeas são largamente cultivadas no Brasil e no mundo e seu comércio movimenta grandes somas de dinheiro todos os anos em um mercado crescente. No Brasil, grandes orquidários no Sudeste já produzem centenas de milhares de plantas por ano, que são exportadas para outros países ou vendidas até em supermercados. A Phalaenopsis principalmente, por ser uma planta conhecida por se adaptar bem em apartamentos.

O primeiro passo para cultivar uma orquídea com sucesso é a identificação correta do gênero ou espécie e o conhecimento de seu habitat de origem, para saber de suas necessidades naturais em seu meio. A partir destas informações, o cultivo de orquídeas ornamentais é contrário do que se pensa, uma tarefa relativamente fácil, se respeitadas as regas semanais, os critérios de exposição de luz (na maioria dos casos, luminosidade de 50%, a chamada meia-sombra e nunca sol direto) e a adubação periódica com substratos ricos e apropriados a cada fase de desenvolvimento da planta.

Orquídeas podem ser cultivadas em vasos, placas de xaxim ou fibra de coco e ainda em madeira ou mesmo em árvores, terra ou pedra, dependendo da espécie. Podem florir, em sua maioria, uma vez ao ano, quando tratadas de maneira correta.

Mudas podem ser nutridas com uma colher de chá de farinha de osso a cada mês nas beiradas do vaso, acelerando assim seu crescimento. Os híbridos são de uma maneira geral extremamente resistentes, e podem prosperar mesmo em condições adversas de cultivo, crescendo mais rápido que as espécies “naturais”. Incontáveis cruzamentos de gêneros ou espécies geraram inúmeros híbridos. Veja mais »

orquídea

A rega é sem dúvida um dos cuidados mais importantes que você deve ter com suas plantas. De um modo geral, em um orquidário a rega precisa ser moderada e você deve estar sempre atento ao nível de umidade no substrato.

O substrato da planta deve estar levemente úmido, mas nunca encharcado. Orquídeas adoram umidade no substrato, mas detestam água em abundância, estagnada no fundo do vaso. Por isto, pires ou pratos debaixo do vaso jamais. Água acumulada no fundo dos vasos faz raízes da planta apodrecerem, comprometendo fatalmente sua orquídea. O uso de vasos e placas de xaxim pendurados em 45 graus facilita a drenagem da água, assim como o uso de pedra de brita de até dois centímetros no fundo do vaso.

Regue com maior abundância durante os dias quentes. Nas estações mais frias, reduza a rega.

Muita umidade também favorece o aparecimento de fungos e nematóides, que têm a capacidade de entrar em dormência por meses ou até anos nos vasos. Daí a predileção do cultivo de orquídeas em locais arejados.

A água deve ser borrifada de preferência no início da manhã, uma vez por semana se a planta estiver em local úmido. O uso de borrifador é o ideal, pois regadores e mangueiras espirram muita água, passando fungos ou vírus de uma planta para outra e removendo os nutrientes.

Muitas orquídeas conseguem retirar parte das suas necessidades diárias de água de que precisam do ar. Por isto é uma boa idéia manter orquídeas próximas a aquários, que aumentarão sutilmente a umidade do ar.

Em alguns casos, recomenda-se antes da rega levantar o vaso com cuidado e perceber seu peso, para saber se a rega é necessária ou não. Em plantas presas em placas de xaxim as regas costumam ser mais frequentes, visto que o tempo de secagem da placa é mais rápido.