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  • Archive for the ‘Cultivos e Cuidados’ category

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    As dálias são plantas originárias do México e pertencem à família das compostas, compreendendo um enorme número de espécies e variedades.
    Atualmente são flores que se encontra com facilidade dos jardins do nosso país e são também muito vendidas nas lojas florais. O seu aspecto atraente e a facilidade do seu cultivo e manutenção tornam-na bastante atrativa. Após a sua sementeira, proliferam rapidamente e têm uma vida longa.

    São plantas herbáceas com raiz tuberosa e possuem folhas opostas e compostas, que se apresentam em algumas com o formato inteiro e noutras em formas dentadas, de tom verde-escuro e divididas em oval.

    Existem variadíssimas espécies resultantes de uma constante escolha e seleção por parte dos cultivadores e apresentam-se em quase todas as cores, exceto o azul, que ainda não foi conseguido pelos produtores.

    As dálias necessitam de terra normal, adubada e umedecida, com uma boa drenagem. Se quiserem plantar dálias de interior, não se esqueçam de colocar seixos ou cacos no fundo dos vasos. A rega deve ser abundante e em dias alternados.

    A plantação das sementes deve ser feita na Primavera, altura em que ocorre a multiplicação dos tubérculos e a sua floração tem lugar no Outono. Quando esta acontece, as flores devem estar plenamente expostas ao Sol e é desta exposição que vai depender a sua coloração a par com as condições climatéricas a que estiver exposta.

    Depois de terminada a floração deve podar a planta, extraindo de seguida os tubérculos da terra, após o que deve colocar a planta em ambiente fresco e escuro, isolada em turfa até ao final do Inverno, transplantando-as quando já tiver acabado o tempo das geadas.

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    Fornecer luz às plantas não é apenas um cuidado, mas uma necessidade fundamental para preservar sua beleza, sai saúde e seu bom desenvolvimento. É por meio desse recurso que consegue realizar a fotossíntese, atividade que proporciona vigor suficiente para continuar vivendo e crescendo equilibradamente.

    As espécies vegetais são seres autotróficos, ou seja, capazes de produzir seu próprio alimento. Isso é possível graças à fotossíntese, que transforma energia luminosa em energia química, processando dióxido de carbono (CO ), água (H O) e outros minerais e resultando  no Oxigênio (O ),

    Embora precisem de luminosidade para sobreviver, não existindo plantas que suportem sua falta total, a intensidade adequada varia conforme espécies. Essa é uma situação natural que ocorreu nos sub-bosques das florestas com a formação de um dossel (camada continua de folhagem formada pelas copas das árvores mais altas), fazendo com que houvesse uma competição de luz, surgindo, assim, esses estratos de espécies mais adaptadas a pouca claridade.

    Portanto, pode-se dividir a vegetação em relação à tolerância de luminosidade, compondo três grupos: pleno sol, meia-sombra e sombra. O primeiro é caracterizado por precisar de bastante exposição ao sol direto, pelo menos, quatro horas todos os dias.
    O segundo aprecia iluminação abundante, mas não suporta sol direto nos horários quentes do dia, já o último não gosta de incidência solar direta, porém, deve receber indireta de duas a três horas diariamente.

    Pode parecer difícil determinar a quantidade de iluminação ideal para cada planta, mas algumas particularidades oferecem dicas parta acertar no cultivo.
    Folhas duras e cerosas indicam alta exigência de luz; as mais maleáveis apontam necessidade de meia-sombra. Raízes aéreas e hábito de se apoiar em outros exemplares são características típicas daquelas que suportam sombra.

    Ainda acrescentando, as espécies que devem receber sol direto abundante, normalmente, produzem bastante flores de tom vibrante e possuem folhas de tonalidade clara, coloridas e pequenas, podendo ser ainda suculentas ou desenhadas com um ângulo mais reto. As de sombra e meia-sombra quase não apresentam flores e, quando essas estruturas aparecem, são discretas. Suas folhas são largas, arqueadas e de cor verde-escuro.

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    As plantas sapatinho-de-judia (Thunbergia mysorensis), flor-de-sino (Campanula medium), azaléia (Rhododendron simsii), fórmio (Phormium tenax) cróton (Codiaeum variegatum), angelônia (Angelonia africanus), ixora (Ixora coccínea), hemerocale (Hemerocallis x hybrida), agapanto (Agaapanthus africanus) e orquúdea-bambu (Arundina graminifolia), são exemplares de pleno sol

    Espécies como samambaias (Nephrolepsis sp), clorofito (Chlorophylum como sum), antúrio (Antthurium andreanum), lírio-da-paz (Spathiphyllum wallisii), calateia-barriga-de-sapo (Calathea veitchiana), costela-de-adão (Monstera deliciosa), clúsia (Clusia fluminensis), ciclame (Cyclamen persicum), pleomele (Dracena reflexa) e helicônia (Heliconiaceae) sw desenvolvem bem em ambientes à meia-sombra.

    Para locais nos quais a luminosidade é restrita, podem ser utilizadas exemplares de grama-preta (Ophiopogon japonicus), asplênio (Asplenium nidus), café-de-salão (Aglaonema commutatum var. maculatum), punhal-malaio (Alocasia x amazônica), maranta-de-burle-marx (Calathea burle-marx), ripsális (Rhipsalis bacífera) e chifre-de-veado (Platycerium bifurcatum).

    Fornecer luminosidade inadequada pode ser extremamente prejudicial à planta, interferindo na sua saúde e no seu desenvolvimento. Alguns sinais evidenciam a falta e o excesso desse recurso.

    Quando é proporcionada mais luz que o necessário, surgem manchas queimadas e secas do centro para fora das folhas. No entanto no caso de escassez, a folhagem seca por inteiro, uniformemente.

    Ao perceber o erro de cultivo, é importante corrigi-lo. Entretanto, a mudança de ambiente deve ser gradual para não acarretar na morte do exemplar. Dependendo do seu nível de sofrimento, o período de recuperação pode ser bastante demorado.

    Os exemplares dispostos em vasos também merecem cuidados especiais quanto à luminosidade, lembrando que, durante o Inverno precisam ser levados para ambientes mais iluminados.

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    Nomalmente os jardins possuem uma diversidade de plantas que os enfeitam e os deixam mais bonitos. Eles são os cartões de visita de uma casa e precisam estar sempre bem cuidados. Dentre tantas opções de plantas para serem colocadas a dica é fazer jardim com Columéias, uma planta diferente e que com certeza se adaptará muito bem ao seu jardim.

    Columéia é uma planta da família gesneriáceas e que é dividida em diferentes tipos de columeias que são as seguintes:
    . Gloriosa
    . Peixinho
    . Batom

    Confira uma breve explicação sobre cada uma delas, como cuidar e cultivá-las.

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    Columéia Gloriosa
    Possui origem na Costa Rica. Ela é uma planta que normalmente cresce nos troncos de diversas árvores, além de ser uma planta epífita que pode atingir 90 c,de comprimento quando seus ramos ficam pendentes nas árvores. A Columéia não necessita de muita luz, isto significa que o sol não precisa estar em contato com ela todo o tempo. Elas gostam de lugares mais úmidos e ambientes quentes, porém na época de inverno elas gostam de lugares em que o ambiente possua temperaturas baixas, pois assim elas podem entrar em seu repouso. Ela não necessita de muita água. Além disso, elas não podem ser colocadas em outros lugares no período em que as flores estiverem nascendo e depois que já estiver florida, é necessário que elas sejam podadas. A adubação é necessária de três em três semanas.

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    Columéia Peixinho

    Seu nome original é Nematanthus wettsteinii e sua origem é do nosso próprio país, As suas flores possuem uma cor laranja e ganhou o nome de columéia peixinho, devido a sua aparência ser semelhante ao peixe Plati. Suas folhas são muito bonitas e verdes escura. Elas devem ser cultivadas em local onde haja um pouco de sombra, além de terem que ser regadas com regularidades. Seu solo deve estar sempre úmido, não tolera ambientes onde hajam geadas. Não necessitam de podas e precisam ser adubadas.

    columéia batom

    Columéia Batom
    Ela possui esse nome por ter um aspecto semelhante ao de um batom. Seu verdadeiro nome é Aeschynanthus pulcher é de origem Java. Suas flores podem ser vistas durante quase todo o ano e elas possuem uma cor laranja-avermelhado, muito bonita e chamativa. Podem ser colocadas, tanto nos jardins como em lugares fechados. Devem ser regadas até 3 vezes por semanas em tempos de calor e apenas uma vez quando estiver frio.

    São cultivadas em lugares com alguma sombra, porém precisam de bastante luz para sobreviver.
    Todos os tipos de Columéias são muito parecidas e a vantagem é que se adaptam muito bem ao nosso clima, fazendo com que floresçam e fiquem muito bonitas.
    Já que ficou sabendo um pouco mais sobre essas belíssimas plantas, compre aquela que mais lhe agradar e coloque-as em um belo vaso ou em seu jardim para enfeitar a sua casa.

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    Seu nome popular se deve ao formato de sua flor, que quando pressionadas se abrem, parecendo uma “boca”.
    A Boca-de-leão é uma planta rústica da família das scrophulariáceas e exige poucos cuidados. Caracteriza-se por ser uma herbácea de pequeno porte, perene, mas cultivada também como bienal e, no Brasil, principalmente como anual. Sua origem é na África e regiões mediterrâneas da Europa. Pode atingir uma altura entre 70 e 35 cm e alguns tipos chegam a até 1 m.

    Suas flores são agrupadas em hastes florais e florescem na Primavera e no Inverno. São agrupadas em hastes florais e florescem na primavera e no inverno. Apresentam várias cores como, branco, rosa, vermelho vivo e amarelo, sendo as brancas frequentemente são usadas nas decorações de casamentos.
    Devem ser cultivadas em solo composto de terra de jardim e terra vegetal, com regas regulares. Aprecia o frio e necessita reforma anual. Multiplica-se por sementes.

    Utilizada para bordadura, jardins de pedra e, ainda, como flor de corte. Necessita de luz abundante. O melhor solo é o arenoso e rico em matéria orgânica. Precisa ser regada de 2 a 3 vezes por semana nos meses quentes e 1 vez por semana nas épocas frias. Gosta de bastante sol.

    Adubar 1 vez por ano com farinha de osso, farinha de peixe ou torta de algodão, usando fosforita, superfosfato e termofosfato ou NPK rico em N e matéria orgânica
    Ela está sujeita a doenças de origem fúngica.

    Alguns colibris e insetos conseguem afastar as pétalas da flor para atingir o depósito de néctar que existe na base da corola.
    Propagam através de sementes durante o outono e durante também o inverno, dependendo do tipo.

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    Aspargo - Asparagus densiflorus Sprengeri

    Nome Científico: Asparagus densiflorus Sprengeri
    Nome Popular: Aspargo, aspargo-pendente, aspargo-ornamental
    Família: Asparagaceae
    Origem: África do Sul
    Ciclo de Vida: Perene

    Este aspargo é ótimo para plantar em jardineiras e vasos suspensos, como fazemos com as samambaias, valorizando desta maneira sua folhagem pendente e delicada. Como o aspargo-pluma, o aspargo-pendente apresenta as folhas verdadeiras transformadas em espinhos, enquanto as pseudo-folhas são em forma de agulha.

    Durante todo o ano apresenta flores brancas, discretas e pequenas além de frutinhos vermelhos e esféricos. Sua utilização paisagística deve valorizar a textura de sua folhagem.
    Devem ser cultivadas a meia-sombra, em vasos ou jardineiras com terra rica em matéria orgânica, regadas a intervalos regulares. É uma planta muito tolerante ao frio. Sua multiplicação se faz por sementes e por divisão da planta, preservando a sua estrutura.

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    Um bonsai precisa ter outros atributos entretanto além de simplesmente estar num vaso raso. A planta deve ser uma réplica artística de uma árvore natural, em miniatura. Deve simular os padrões de crescimento e os efeitos da gravidade sobre os galhos, além das marcas do tempo e estrutura geral dos galhos. Essencialmente é uma obra de arte produzida pelo homem através de cuidados especializados.

    Existem vários tipos de bonsai, que variam na sua origem, características e cuidados.Entre os mais conhecidos são:
    - Carmona; – Ficus; – Romãzeira; – Figueira; – Ligustrum; – Laranjeira; – Oliveira; – Ulmeiro; – Pinheiros; – Pyracantha; – Sageretia; – Serissa.

    Cuidados
    Nos períodos de forte calor, em pleno verão, convém protegê-los do sol intenso do meio-dia. Para isso, pode-se adicionar uma malha de sombra, ou simplesmente situá-los à sombra de uma planta maior, o qual lhe proporcionará umidade e atenuará os fortes raios do sol. Os Bonsai de climas tropicais, não são acostumados a mudanças bruscas de temperatura. Por isso devem ser protegidos de queda de temperatura e geadas. De maneira geral, a menos que as temperaturas sejam muito baixas, nas árvores tipo mediterrânicas, como oliveiras, romãzeiras, etc. será suficiente um telhado para evitar que congelem. Neste caso, não deve ser regada de noite, apenas pela metade da manhã.

    Onde colocar o Bonsai?
    O local ideal para que os Bonsai vivam bem é no exterior, em varandas, terraços ou em jardins com sol, mas protegidos do vento.
    Durante o inverno deve-se colocar o Bonsai em ambiente interno próximo a uma varanda, por exemplo, e bem longe de fontes de calor como, televisores, ar condicionados, aquecedores, etc. As folhas precisam ser regadas freqüentemente para combater o ambiente seco característico desta época do ano. É aconselhável que se vire o Bonsai periodicamente para obter radiação solar em todos os lados e assim, conseguir um desenvolvimento igual em todos os ramos.

    Como se rega o Bonsai?
    O Bonsai necessita de muita água para se desenvolver. Quando for regar é importante que se regue de maneira que a terra fique encharcada, até que água saia pelos orifícios no fundo do vaso. Pode se molhar as folhas, mas é de fundamental importância que a terra fique bem molhada.
    Uma vez por semana e sobre tudo nos períodos de crescimento, é aconselhável submergir o Bonsai num barril ou balde com água, de maneira que todo vaso fique coberto, deixar de molho de 15 a 20 minutos. Em seguida, deixar escorrer. Com isso é evitado possíveis zonas secas do vaso ou que a terra seca se encolha e a água passe pelos lados sem chegar a entrar e empapar devidamente a terra. Após o procedimento pode-se regar normalmente o Bonsai, assim que necessário. A pulverização deverá ser mais freqüente à medida que o calor aumente ou que o ambiente estiver muito seco, sendo indispensável quando colocado em ambiente interno.
    Também é aconselhável em períodos que tenham sofrido stress, seja devido à recuperação de um transplante ou qualquer outro motivo que a árvore esteja visivelmente ressentida.
    Periodicamente deve ser observado o fundo do vaso, pois pode haver raízes saindo pelos orifícios do vaso, o qual irá impedir a passagem livre da água. O excesso de raiz pode ser removida (cortada) em qualquer época do ano.

    Como se aduba os Bonsai?
    Em momento de crescimento é de fundamental importância a correta adubação dos Bonsai. O período de crescimento é de Maio a Junho e de Setembro a Novembro em plantas mediterrânicas e de primavera a outono em plantas tropicais. Antes de inserir as doses de adubo é de suma importância seguir as medidas que o fabricante do fertilizante indica. Se for adicionada uma quantidade maior, estará correndo o risco de queimar o Bonsai.

    Como conservar a forma do Bonsai?
    A forma dos Bonsai mantém se mediante o recorte dos galhos longos que ultrapassam a copa da árvore. Se não houver a poda correta, a fim de pouco tempo as folhas do interior da copa ficarão de cor amarela e começarão a cair. Pelo menos uma vez ao ano é aconselhável a remoção de folhas velhas.

    Como transplantar os Bonsai?
    Chega o momento em que, a qualquer planta contida em um vaso, as raízes crescem tanto que não deixam espaço para o desenvolvimento de novas raízes e a terra esgota sua vitalidade. Chegou o momento de transplantar.
    - Tirar a planta do vaso e, com auxílio de um pau ou bambu, deve-se desenredar as raízes, tirando a terra velha.
    - Recortar 1/3 das raízes, começando pelas grossas e aproximando o corte mais possível ao tronco para que saia uma cabeleira fina de raízes novas, pois estas raízes são as que realmente “trabalham” pela planta (as raízes grossas servem especialmente para o suporte da árvore).
    - Forrar o vaso com uma grade para evitar que saia a terra nova pelos buracos do vaso, e com um arame para segurar a árvore e evitar o rompimento das raízes finas enquanto esteja enraizando.
    - Despejar a um pouco da terra no vaso (deixar em forma de “monte” no centro do vaso)
    - Acomodar o Bonsai com as raízes bem distribuídas radialmente, corrigindo a face e posição da planta se for necessário.
    - Acrescentar o resto da terra nova especial para Bonsai, fazendo entrar bem entre as raízes com a ajuda de um pau.
    - Atar o arame para fixar bem a árvore ao vaso.
    - Regar até que a água saia bem clara pelos buracos do vaso.

    Ferramentas para podas de bonsai
    Muitas e muito variadas são as ferramentas especiais para Bonsai, mas, entre elas, as mais imprescindíveis pelas suas características são:
    Kuikiri: Podadora côncava para cortes de ramos médios e grossos.
    Pinças: Para cortar os ramos finos do interior do Bonsai.
    Alicate: Para colocar e cortar arames.
    Kumade: Ancinho para transplantes.

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    Família: Ericáceas
    Origem: China e Japão
    Porte: Atinge até 2 m. de altura
    Floração: Inverno e início da Primavera
    Propagação: Estacas de galho
    Luminosidade: Sol pleno/meia-sombra
    Regas: Regulares, sempre que o solo estiver seco

    A azaléia, um arbusto da família das Ericáceas, tornou-se muito popular e hoje pode ser encontrada formando cercas-vivas, compondo maciços em jardins, alegrando corredores e entradas mesmo plantada em um vaso. Um dos segredos do seu sucesso é que a floração ocorre justamente nos meses de inverno e traz um pouco de colorido num período em que a maioria das plantas encontra-se em repouso. Outro segredo é que a azaléia é uma planta relativamente rústica e resistente: suporta com bravura certas condições bem adversas e, por isso, é muito usada em jardins e praças públicas, dando um toque de “vida” até mesmo nos canteiros das grandes avenidas de cidades como São Paulo, tão castigada do ponto de vista ecológico-paisagístico.
    A variedade mais popular no Brasil é a Rhododendron indicum, que originalmente produz flores roxas, rosas e brancas, mas graças à intervenção humana, pode ser encontrada em inúmeras matizes chegando até ao vermelho brilhante.

    Solo - Por ser um arbusto rústico, a azaléia adapta-se bem a qualquer tipo de solo, porém, para produza uma florada exuberante, o ideal é cultivá-la usando a seguinte mistura de solo:
    · 2 partes de terra comum de jardim
    · 1 parte de areia
    · 1 parte de composto orgânico

    Plantio: Não é necessário plantá-las em covas exageradamente profundas pois suas raízes são superficiais. As adubações para acelerar o crescimento são desaconselháveis pois podem produzir ramos muito longos e fracos com poucas flores.  Uma boa cobertura morta após o plantio produz bom resultado no desenvolvimento das mudas novas.

    Luminosidade e regas - As azaléias não florescem dentro de casa e precisam de luz solar plena para crescerem bem. Para mantê-las em áreas internas, deixe as plantas fora de casa até que as flores se abram, aí então podem ser levadas para dentro, mas é preciso que fiquem em um local bem claro, próximo à janela. O cultivo pode ser feito à meia-sombra desde que a planta receba luz solar direta pelo menos 4 horas por dia. Evite o excesso de água nas regas: o ideal é fornecer água à planta apenas quando o solo apresentar-se seco, sem encharcar.

    Adubação - Floradas pouco exuberantes ou brotos que não crescem é sinal que falta nutrientes para a azaléia. Adube uma vez por mês com a seguinte mistura:
    · 1 parte de farinha de ossos
    · 1 parte de torta de mamona
    Se for utilizar fertilizante químico, dê preferência para aqueles ricos em fósforo (o P da fórmula NPK). Ou seja, escolha um NPK onde o P seja maior que o N e o K. Ex: um NPK de fórmula 4-12-4.

    Podas - Depois da floração, a poda é uma boa medida para estimular o surgimento de novos brotos e garantir uma próxima florada bem exuberante. Aproveite para fazer uma boa limpeza na planta, retirando as flores murchas e as folhas amarelas. Assim que terminar a floração das azaléias, retire os galhos em excesso e corte as pontas dos outros galhos, até chegar ao formato e tamanho que você quiser. Para aumentar a próxima floração, elimine as pontas de todos os galhos que floresceram este ano.

    Obs. Quando cultivada em vasos deve ser adubada mensalmente com NPK 4-14-8 em pequenas quantidades.  Para se obter plantas mais compactas é recomendada a poda dos ponteiros e quando for necessário o transplante para outro vaso use  uma mistura com 50% de matéria orgânica. As pragas mais comuns nas azaléias de vasos são ácaros e cochonilhas.

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    Você já regou, podou, trocou de vaso, mas nada adianta: sua planta continua amarelada e ressecada, como se fosse palha. Já pensou que talvez, ela esteja em um lugar não muito adequado e, por isso, sofre com as condições impróprias para o cultivo?
    Neste texto algumas explicações do que levar em conta ao criar uma espécie em casa.

    Preparando o terreno
    Antes de ter uma planta em casa, reflita sobre quais serão as suas necessidades e as da espécie com a qual você pretende conviver. Lembre-se de que algum tempo deverá ser dedicado a cuidados especiais, como poda, rega e troca esporádica de terra. Além disso, elas apreciam estar em espaços compatíveis com seus tamanhos e expostas a condições de umidade, luminosidade e ventilação adequadas. Por isso, conheça bem a espécie, buscando o máximo de informações possível, e verifique se é adequada à realidade do seu lar e da sua rotina. Cada planta possui uma necessidade de luz, algumas não resistem a ventos fortes ou determinados tipos de clima. E devem ser bem escolhidas para evitar que venham com pragas.

    Cada caso, um vaso
    Sempre coloque a planta em um espaço correspondente ao seu tamanho quando adulta, para evitar  que a raíz se enovele. Escolha substratos que permitam a respiração fácil das raízes, que tenham boa drenagem e retenham nutrientes e água em boa quantidade. Os substratos são misturas de dois ou mais componentes, podendo ser um deles o solo mineral, que dão as condições físicas e químicas favoráveis à planta.
    As plantas dentro de casa consomem rapidamente os nutrientes do substrato onde estão plantadas, por isso é interessante que seja jogado sobre a terra, a cada três meses, um adubo mineral do tipo NPK 10-10-10. É possível encontrar no mercado uma série de adubos balanceados e com instruções detalhadas de uso, no rótulo.

    Água na medida certa
    A drenagem da água é super importante também, e tanto o excesso quanto a falta são prejudiciais à planta. Portanto, sinta diariamente a umidade da terra com a ponta dos dedos. Faça furos no vaso, aplique uma camada drenante (uma cobertura de pedras e areia no fundo) e depois coloque a terra com a muda por cima. Grande parte das plantas cultivadas em casa vem da Mata Atlântica, onde o calor e a umidade são muito elevados. Assim casas com sistema de ar condicionado são pouco propícias para o cultivo, porque reduzem a úmida relativa e a temperatura dos ambientes. Se você sentir que o espaço está seco, borrife água nas folhas, para equilibrar a umidade. Cada espécie deve ser irrigada de maneira diferente.

    Por isso, mais uma vez, é necessário conhecer bem a planta antes de levá-la para casa. Uma calanchoê, por exemplo, não necessita de tantas regas quanto um lírio da paz – que pede solo úmido e irrigações constantes.

    Luz é essencial
    Não é possível cultivar plantas sem luz, portanto, em ambientes muito escuros, elas não ganham boa aparência. Em interiores, a luz indireta abundante é a melhor opção para as plantas. Luz direta sobre elas pode provocar queimaduras. Uma boa dica para que o verde receba luz de forma uniforme é rotacionar o vaso de tempos em tempos, assim, o crescimento será mais homogêneo.

    Sem bichinhos
    É muito comum que as plantas domésticas sofram ataques de predadores por estarem fora de seu habitat natura, insetos ácaros e fungos dever ser, preferencialmente, combatidos com produtos naturais, com nenhuma ou baixa toxicidade, por causa das pessoas e dos animais que convivem com elas. Uma receita caseira (existem várias) pode ser utilizada nesses casos. Faça uma mistura de:
    1 litro de água
    1 colher (sopa) de sabão em pó (ou de coco) e,
    1 colher (sopa) de álcool.
    Essa mistura deve ser borrifada sobre a planta afetada para eliminar insetos menos resistentes. O óleo de Nim é considerado um dos biopesticidas mais potentes. Misturado à água, em proporções adequadas ao porte da planta, pode combater mais de 200 espécies de insetos, e ainda tem ação fungicida.

    Casa arejada
    Ventos fortes são nocivos às plantas, já que são capazes de rasgá-las e desidratá-las. As espécies que se adaptam a essas condições são as folhas menores. Contudo, ambiente arejados são os preferidos das espécies, pois o ar é renovado constantemente, facilitando sua respiração.

    Cuide bem
    Naturalmente, casas n/ao são meios ideais para as plantas. E, se a vontade de cultivar alguns exemplares para deixar seu lar mais verde, carinho e cuidado são os melhores ingredientes que você pode oferecer. É um organismo que precisa ser observado com bastante frequência.

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    Verbena azul
    Possuidor de cerca de 120 espécies diferentes de herbáceas floríferas de pequeno porte, este gênero botânico é caracterizado por plantas de baixa estatura, grande resistência e floração abundante, somado isso com a grande variação de espécies similares que diferem entre si geralmente na cor e no formato das folhas, as verbenas conquistaram uma posição de destaque entre plantas utilizadas para decorar pequenos ambientes pois ficam boas tanto em vasos quanto em jardineiras ou formando moitas em jardins.
    Nativa da América do Sul, essa planta não costuma apresentar nenhum problema para ser cultivada no Brasil, sua maior limitação é necessitar de bastante sol para que possa se desenvolver bem, logo, para quem pretende cultivá-la envasada, deve-se tomar cuidado ao posicionar o vaso. Não existe nenhum problema em criá-la a pleno sol, na verdade é até aconselhável.

    Tipo de Solo
    Tal qual a maioria das plantas nativas de clima tropical, a verbena possui uma grande afinidade com solos ricos em nutrientes, porém que não segurem muita água, para que não fiquem encharcados e assim não favoreçam a proliferação de doenças. Para isso pode-se fazer uma mistura entre o solo onde a planta será plantada com areia grossa e fertilizante orgânico.

    Como Cuidar
    Irrigue de forma a nunca deixar o substrato da planta totalmente seco, mas sem nunca encharcá-lo, umedecer ele diariamente costuma ser a melhor forma. De tempos em tempos adicione um pouco de fertilizante químico NPK rico em fósforo para auxiliar a floração da verbena.
    Caso sua planta, após alguns anos comece a ficar pouco vistosa, pode ser necessário realizar um replantio, para isso cave um pouco, extraia as piores partes da planta e replante o resto.

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