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bastão-do-imperador

Também conhecido como Flor-de-Cera, Gengibre-Tocha e Flor-da-Redenção, o Bastão-do-imperador é uma planta bulbosa pertencente à família Zingiberaceae e sua origem é na Indonésia – Ásia.

Pode atingir uma altura entre 3,6 e 4,7 m. Tem o ciclo de vida perene e deve ser cultivado em locais de meia-sombra.

Suas flores são bem chamativas e podem ser vistas a longa distância. As folhas dessa planta são largas, coriáceas e apresentam hastes longas. O nome dessa planta vem da sua inflorescência que se caracteriza por ter brácteas vermelhas com flores também vermelhas e o lábio amarelo.

A haste que sustenta essa inflorescência é robusta e longa. Um tipo de planta muito valorizada nos jardins contemporâneos e tropicais. Pode ser cultivada isoladamente ou em grupos. O florescimento acontece no verão e na primavera. O bastão-do-imperador é uma ótima opção de flor de corte.

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Pode ser usada para criar lindos arranjos florais que além de duráveis são muito elegantes. É possível encontrar algumas variedades de flores brancas ou róseas da bastão-do-imperador. O cultivo deve ser feito em solo fértil e preferencialmente a meia sombra. Para ajudar a planta a se desenvolver a dica é que o solo seja rico em matéria orgânico.

A irrigação deve ser feita com frequência, uma planta que não suporta geadas, frio ou ventos fortes. A sua multiplicação pode ser feita através de sementes, rizomas ou então divisão da touceira.

Variedades de tons de vermelho e branco
A Bastão-do-imperador é uma planta robusta que pode ser um atrativo interessante para o seu jardim. As suas longas folhas contam com uma grande variedade de tonalidades que variam do verde rosado até um marrom avermelhado.

O gênero Etlingera possui uma grande variedade de espécies que quase sempre apresentam lindas e vistosas inflorescências. Para deixar o seu jardim mais colorido você pode apostar na variedade de tons de vermelho, desde o escuro até o tom rosa. Para ter algumas flores brancas opte pela variedade chamada de Branco-de-sabá.

Quem deseja uma flor mais exótica pode apostar numa espécie de Bastão-do-imperador que tem um tom marrom que é quase negro. A flor dessa planta parece uma tulipa e a sua folhagem também é diferente. A coloração da folhagem é de um bronze, algumas variedades têm folhas que podem chegar ao tom marrom chocolate.

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Cultivo do Bastão-do-imperador
Esse tipo de planta prefere os solos ricos em matéria orgânica para o cultivo, além disso, é importante que haja um espaçamento entre as touceiras bem generoso. A dica é que o espaço seja de no mínimo 2,50 m entre as fileiras e 1,50 m entre as covas.

A distância é importante, pois as touceiras ficam enormes no que concerne a altura e a extensão. A planta exige um solo úmido para se desenvolver e aprecia temperaturas elevadas e por isso mesmo precisa de calor para se desenvolver.

O calor constante é necessário para que seja possível estimular o florescimento. Quando o ambiente tem uma temperatura favorável a planta pode crescer bastante entouceirando com bastante rapidez. A origem do sistema de rizomas acontece diretamente das inflorescências uma vez que essas são separadas das hastes vegetativas.

Após ser plantada  planta costuma levar cerca de um ano e meio a dois anos para florescer.

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Bastão-do-imperador comestível
O Bastão-do-imperador além de ornamental devido as suas lindas flores também é comestível. Trata-se de um ingrediente presente em diversos pratos culinários de países da Ásia. Para que possa ser utilizada como ingrediente essa planta deve ser fatiada finamente.

Depois disso pode fazer parte de vários pratos, o resultado em termos de sabor é uma sensação picante. Porém, é diferente do gengibre comercial.

Dicas de luz, temperatura e umidade
Trata-se de uma planta que é capaz de se adaptar bem numa grande faixa de temperatura. Os cuidados devem ser mais intensos nos casos de quem deseja fazer um cultivo comercial do Bastão-do-imperador. A temperatura indicada para o cultivo dessa planta durante o dia é de 22°C a 35°C e de noite de 18°C a 27°C.

Como são plantas vigorosas costumam crescer rapidamente e por isso mesmo é importante implantar quebra ventos como uma forma de proteção. O melhor momento para fazer a implantação dos quebra ventos é durante os períodos chuvosos, de preferência no começo das chuvas. O plantio das mudas ou dos rizomas deve ser feito durante as horas mais amenas do dia.

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Bastão-do-imperador - Etlingera elatior

Numa definição rápida, podemos dizer que são plantas que possuem reservas nutricionais para a sua sobrevivência em condições desfavoráveis ao seu desenvolvimento, como falta de água e baixas temperaturas.

Estas reservas ficam numa estrutura que são caules modificados e adaptados para acumular nutrientes. Estes caules podem se apresentar de várias formas ou tipos: bulbos, cormos, tubérculos e rizomas. Para saber a diferença entre eles e mais detalhes,

A maioria das plantas têm as raízes saindo diretamente do caule. Outras têm uma espécie de “cebola”, chamada de bulbo.

São órgãos de reserva que permitem ao embrião sobreviver durante o tempo de dormência antes de desabrochar novamente.

Têm grande durabilidade e podem sobreviver por longo tempo, brotando anualmente. Isto acontece porque se trata de um processo vegetativo que torna possível o cultivo e a produção de mais exemplares.

Podemos adquirir em floriculturas plantas bulbosas já desenvolvidas ou podemos adquirir os bulbos para plantio em vasos.

O bulbo nada mais é que um talo comprimido com uma parte basal de onde se desenvolvem raízes.

No bulbo está contida uma gema embrionária que pode desenvolver folhas e flores, protegida por uma série de folhas carnosas ou secas.

O exemplo mais simples é a cebola e o alho. O tipo de bulbo do alho é chamado de tunicado, pois as folhas que o envolvem parecem uma veste.

O cormo desenvolve-se na base do talo e sua estrutura é feita de escamas finas parecendo membranáceas.

Renova-se a cada ano e junto ao principal formam-se pequenos cormos que podem dar origem a outras plantas.

Lírio Spindel lilja

Escolhendo as espécies
Muitas vezes somos traídos pelos nossos desejos, por isso, na hora de escolher as espécies prefira as que são adequadas para o clima da sua região e para o local do plantio. Assim, você evita decepções e prejuízos. Existem espécies de plantas com bulbos para as mais variadas regiões, desde aquelas com clima frio até as mais quentes. Informe-se e pesquise bastante antes de comprar.

Saiba como armazená-los
Depois da compra, se não puder plantar o bulbo imediatamente, armazene-o em local seco, fresco e arejado. Uma boa dica é colocar os bulbos numa bandeja forrada com areia ou com papel limpo e seco, mantendo-os separados uns dos outros. Para não perder a noção, cole próximo a cada um deles uma etiqueta indicando a sua espécie e também a data da compra. A circulação de ar é muito importante para evitar o apodrecimento e para prevenir doenças, mas é sempre bom evitar locais com fortes correntes de ar, especialmente frio.

Alpínia - Alpinia purpurata

Plantar em vaso ou canteiro?
Plantas bulbosas não precisam de solo profundo e se desenvolvem bem em vaso. Jacintos preferem vasos pequenos, já Alpínias têm porte grande e devem ser plantadas diretamente no chão. Conheça bem as necessidades de cada espécie.

Chegou a hora de plantar em canteiros
Sem precipitações. Se for fazer o plantio em canteiros, evite após dias seguidos de chuva, quando o solo está muito molhado. Nesse caso, espere alguns dias até que a terra fique menos encharcada.

A boa drenagem é condição fundamental para o sucesso no plantio de bulbos, pois evita o surgimento de fungos. Se o solo for muito argiloso, coloque uma camada de mais ou menos 2 cm de areia grossa no fundo da cova.

Por outro lado, um solo muito seco dificulta a floração dos bulbos. Neste caso, incorporar um pouco de composto orgânico à terra ajuda a garantir a umidade necessária.

Chegou a hora de plantar em vasos
Novamente é preciso lembrar que uma boa drenagem é fundamental. Os vasos devem ter furos de drenagem no fundo. Se não forem suficientes, aumente seu tamanho ou quantidade.

Quanto à mistura de solo recomendada para vasos, é só prepará-la de acordo com as necessidades da espécie a ser plantada.

Jacinto - Hyacinthus orientalis

Prepare o substrato ideal
Acima da camada de drenagem, acrescente um pouco de areia comum. Então, prepare o substrato misturando duas partes de areia para uma de terra e outra de húmus – ponha uma pequena camada dessa mistura antes de posicionar o bulbo.

Faça a drenagem corretamente
Escolhido o vaso, faça uma camada de drenagem de mais ou menos 3 cm no fundo: você pode usar pedras, cacos de telha, argila expandida e até mesmo pedaços de isopor. Se o vaso for de plástico, use um material pesado para dar sustentação.

Profundidade de plantio
Existe uma regra básica orientando que os bulbos devem ser plantados com uma profundidade equivalente entre 3 a 5 vezes o seu tamanho. Mas é fato que a profundidade de plantio pode realmente afetar a floração dos bulbos. Se eles forem plantados muito profundos, podem perder energia até chegarem na superfície do solo e o resultado é que as flores podem até nem aparecer. Por outro lado, se forem plantados muito rasos, podem sofrer com a ação do sol, do vento e da chuva.

Para cultivar estas plantas não necessitamos de grandes espaços. Algumas se desenvolvem bem em interiores, assim que para apartamentos e jardins de sacadas as plantas bulbosas são uma excelente opção para ter em casa.

O único inconveniente é que durante seu período de dormência não teremos flores nem folhagem.

Ao planejar o espaço, coloque além das bulbosas algumas plantas de folhagens decorativas e de florações em épocas diferentes, assim a decoração não será prejudicada.

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Cuidados após o plantio
Para ter um crescimento saudável, os bulbos precisam de umidade adequada o ano todo. O solo deve ser regado de 2 a 3 vezes por semana. É claro que nos períodos muito quentes e secos, as regas devem ser mais regulares.

Muita gente prefere cortar as folhagens das plantas de bulbo assim que termina a floração, porque acham que vão perder a energia. Mas isso não é recomendável. Os bulbos obtêm suas reservas de alimento justamente absorvendo a energia solar por meio do processo de fotossíntese de sua folhagem.

Assim, o ideal é deixar que as folhas murchem, fiquem amarelas e somente depois disso devemos cortá-las. Outra dica: não descarte os bulbos que se formam ao redor dos maiores. Plante-os em local separado e terá belos “filhotes” de seus exemplares.

Como evitar problemas
Bulbos não se desenvolvem como as sementes, por isso, o plantio tem alguns macetes. No Brasil, eles costumam ser plantados no outono para florir na primavera. Nosso clima costuma ser quente e úmido demais para a maioria das plantas bulbosas, daí algumas delas simplesmente não germinarem – como acontece com as tulipas, por exemplo. Você terá sucesso se escolher espécies mais adaptadas ao clima da sua cidade. Agapantos e Amarílis, por exemplo, crescem muito bem no Brasil.

Acerte na profundidade
O tamanho do bulbo indica a profundidade que ele deve ser posicionado no vaso: use a medida da altura como referência abaixo do solo. Um bulbilho de alho, por exemplo, ficará uns 3 cm enterrado, ao passo que uma Amarílis será posicionada mais fundo, de 5 a 10 cm.

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Controle a umidade
Após posicionar o bulbo, complete o vaso com substrato e regue uma vez por semana. Essas plantas não suportam umidade constante, portanto, deixe o vaso e, local fresco e espere a terra secar entre uma rega e outra.

Cuide bem dos brotos
Nas primeiras semanas, o bulbo deve ser mantido na claridade, mas sem sol direto. Quando o broto surgir da terra, coloque o vaso semana após semana em local que receba sol apenas pela manhã. O crescimento a partir desse momento será rápido.

Bônus: O que fazer quando as flores morrerem?
O ciclo de vida das plantas bulbosas costuma ser anual: ao fim de oito a dez meses, elas murcham as flores, perdem as folhas e parecem mortas, mas não estão. Quando isso acontecer, desenterre os bulbos novos, lave-os, seque-os bem e guarde-os embrulhados em papel toalha (nunca em plástico!) no gavetão de legumes da geladeira. No próximo outono, eles estarão prontos para serem plantados e darem flores por mais um ano.

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Pertencente à família Ciommelinaceae a erva-da-fortuna é considerada uma planta invasora, mas uma das características que mais faz a alegria de quem tem um espécime dessa planta em casa é o fato de que ela se múltipla bem facilmente. Qualquer estaca dessa planta dá ótimos resultados de propagação. As estacas dessa espécie enraízam com bastante facilidade.

Uma coisa importante para que a sua planta fique com mais vida e mais bonita é encontrar um lugar com bastante sol e luz para ela. Os demais cuidados incluem uma boa rega, mantenha a terra sempre úmida.

Tenha todos os cuidados necessários para que nenhuma parte desta planta entre em contato direto com o meio ambiente exterior. Nunca a plante diretamente no solo.

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A Tradescantia fluminensis propaga-se facilmente e não deixa crescer plantas endêmicas, algumas das quais são espécies ameaçadas. É de muito difícil erradicação.

Cultivada como planta de interior pode constituir um elemento de decoração muito interessante. Os seu caules longos e pendentes, acrescentam de imediato um toque de natureza ao local onde estiverem.

A planta é muito tolerante e as regras de manutenção são simples. Gosta de luz forte, principalmente as variedades cujas folhas não sejam totalmente verdes, às quais se deve dar mesmo algumas horas de sol. A espécie verde não precisa de tanta luz.

Enquanto o tempo estiver quente, a rega deve ser abundante e o ambiente da divisão onde estão deve ter alguma umidade. Borrifar ocasionalmente as folhas com água pode ajudar nesta tarefa. No inverno, regar apenas o suficiente para não deixar a terra ficar demasiado seca.
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Propagam-se em qualquer época do ano e pode-se usar terra comum, como sempre com pedras no fundo do vaso para proporcionar um bom escoamento. Se cortarmos os caules em qualquer ponto, a planta ramifica, tornando-se mais densa e mais bonita.

Tolera bem a sombra. As flores são brancas e aparecem pela primavera.

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Beri-silvestre - Canna limbata

Não é a toa que quando alguém fala do Brasil, sempre associa o nosso país à cores, natureza e alegria, pois o nosso país é rico e cheio de belezas naturais. Tudo o que nos cerca é feito disso.

Toda a nossa cultura é envolta de um colorido encantador e cheio de uma beleza única, realmente só encontrada por essas terras tupiniquins. Aqui vamos encontrar uma diversidade de florestas tropicais incríveis e por elas, flores únicas e cheias de uma beleza também exclusiva do nosso território.

Vamos conhecer melhor a beri-silvestre, uma flor de um colorido vivo e encantador. Linda, viva e muito popular entre paisagistas e pessoas que gostam de cultivar flores mais brasileiras, as beri-silvestres vêm ganhando muito mais espaço nos jardins do Brasil afora e até mesmo do mundo inteiro.

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Para quem está começando o seu jardim e ainda não sabe muito sobre essa planta, o ideal é ler bem antes de começar a cultivar, para aprender tudo sobre as suas maiores

Essas espécies de plantas pertencem à família das Cannaceae e popularmente, além de beri-silvestre também recebe o nome de bananeirinha, variando de nome dependendo da região onde é cultivada.

Essa planta é de origem brasileira o que faz com que possamos nos sentir mais em casa cultivando-a, pois as condições de terreno e iluminação sempre são mais propícias a nós. A beri-silvestre possui floração perene, o que significa que você terá uma planta que brota durante todo o ano.

Por ser uma planta rústica, ela vai exigir um pouco menos de atenção, sendo necessário apenas que se dê as condições ideais para que ela sobreviva. A beri-silvestre vai florescer em cores vermelhas e amarelas principalmente na primavera e no verão, quando as flores aparecem com mais facilidade.

Essa planta vai exigir uma quantidade extra de água, por isso também, é tão comum encontrar a beri-silvestre em locais alagados. Quando usadas em decoração, dê preferência a cultivar essa flor em locais mais úmidos para ela manter-se sempre viva e bonita.

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Cultivo
A beri-silvestre tem um tamanho médio de 1,5 a 3 m se bem cuidada, incluído todo o seu ramo. Como foi dito mais acima, esta é uma planta rústica e não exige cuidados muito especiais, mas ao mesmo tempo é necessário lhe dar as condições de cultivo ideais para que a planta floresça bem.

Nesse caso, a planta exige um cultivo a sol pleno, regas constantes e se tiver como deixar essa planta em ambientes mais úmidos, ainda é melhor para o seu cultivo. A beri silvestre se desenvolve muito bem em locais “molhados” e algumas pessoas chegam a considerá-la como uma planta aquática, mas essa não vive submersa ou emersa em jardins aquáticos, ela de fato precisa de um solo fertilizado para germinar.

Solo para cultivo
O solo para cultivar a beri-silvestre deve ser rico em matéria orgânica, então o ideal é fertilizá-lo bem antes de colocar as sementes ou mudas. Para a multiplicação da planta pode também realizar através das touceiras, que são divisões de plantas a partir de uma parte, nesse caso de caules com raízes vivas. Basta apenas coletar os caules quando estes estivem totalmente desenvolvidos e adaptados à terra e replantar em outro solo. Antes de fazer o replantio, o indicado é que você limpe bem a sua planta para tirar os restos da areia de um solo e possíveis fungos ou doenças existentes.

No caso da multiplicação por sementes. Não é aconselhável deixar canteiro muito alagado nessa primeira fase, pois pode matar a sua planta. O ideal é que seja aumentada as regas quando a sua planta já começar a brotar de verdade e pode ir aumentando a medida que ela vai passando de uma fase para outra. Na fase adulta, pode deixar os solos bem encharcados. Plantando a beri-silvestre com sementes, observe também sempre se a raiz da sua planta está bem colocada para que ela cresça perfeita e sem deficiência na sua formação.

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O ideal é que a planta seja cultivada em jardins devido a sua necessidade de umidade, como foi dito mais acima, mas se quiser, também pode cultivar um exemplar dessa espécie em vasos de fibra de coco. As flores da beri-silvestre não resistem muito bem ao vento, então se optar por cultivá-la em vaso, evite deixar a planta onde o vento é muito forte, pois o risco da planta morrer cresce bastante.

Se for cultivada em locais mais frios, é bom deixá-las mais expostas ao sol, pois ela não apresenta muita resistência à climas mais reduzidos.

Quando for adubar a beri-silvestre, é necessário prepará-la de uma forma especial. Mais acima foi comentado sobre fertilizar bem o solo antes de colocar a sua muda ou as sementes. Pois bem, o ideal é que a planta seja adubada pelo menos uma vez ao ano com um fertilizante chamado torta de mamona ou farinha de peixe. É bom também acrescentar fertilizante do tipo NPK rico em nitrogênio.

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Conhecendo as flores da Beri-silvestre
A espécie possui variação de cores em amarela, vermelha e laranja, o que também contribui na variação dos nomes populares. O agrupamento da beri-silvestre é feito através de hastes florais que possui a sua florescência mais ativa durante o verão, mas nas outras estações pode ocorrer a florescência de algumas poucas flores.

A firmeza de suas cores muito viva, faz com que a beri-silvestre seja muito popular entre paisagistas e muito usada em arranjos florais, principalmente no verão, estação que elas se tornam mais populares devido a sua florescência, como vimos mais acima.

Os beija-flores, agentes polinizadores de muitas plantas, também são atraídos pelas beri-silvestres, o que faz com que, cultivando esse tipo de flor, além de ter uma linda coloração em seu jardim ainda terá esse lindo pássaro muito comumente passeando por ele.

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