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O cultivo dessas plantas não oferece maiores dificuldades. Com um pouco de boa vontade e dedicação, em pouco tempo podemos fazer uma bela coleção. Cultive-as em local mais sombrio e mais úmido do que os recomendados para as outras orquídeas. Pulverize o ambiente e as plantas diariamente, na parte da manha e à tarde, mesmo durante o inverno. Cultive-as em pequenos vasos plásticos, em xaxim desfibrado ou sphagnum. O seu substrato deve ser trocado anualmente.

Algumas pessoas são meramente juntadores de orquídeas. Colocam em um canto de sua casa ou apartamento um grupo de orquídeas, compradas ou recebidas de presente, sem nenhum critério de escolha.

Estão lá porque tinham uma flor bonita. Em dado momento, evoluem para colecionadores e começam a comprar por gosto com a planta. Em seguida tornam-se orquidófilos, ou seja: uma pessoa que gosta de orquídeas, estuda para melhor saber a respeito delas, onde são encontradas e como devem ser cultivadas.

Dentre os orquidófilos existem os especializados, que se fixam em um determinado gênero ou espécie e procuram saber tudo a respeito e tentam adquirir o que existe de melhor e mais bonito no gênero escolhido ou espécie escolhida. Já os diversificados procuram variedades, raridades, originalidade. Muitas vezes as plantas não são bonitas, mas dão prazer individual, apenas.
De maneira geral, as micro-orquídeas apresentam flores com pouco ou nenhum interesse decorativo. São difíceis de encontrar, pois não é qualquer orquidário que as vende e são difíceis de cultivar, pois exigem um bom sombreamento, uma dose adequada de umidade.

Hábito vegetativo
Algumas, como as pertencentes à sub-tribo Laeliinae que possuem pseudobulbos, são mais tolerantes às variações de umidade.
As pertencentes ao grupo Oncidiineae são pouco tolerantes a luz, pois, possuem folhas muito delicada.
Os gêneros Stereochilus e Cleisostoma, pertencentes à sub-tribo Sarcanthinae, também não tem como armazenar umidade e, por isso, precisam de cautela neste aspecto.

Umidade e eliminação
As micro-orquídeas são muito sensíveis a mudanças bruscas no cultivo. Necessitam de umidade controlada, proteção contra excesso de luminosidade, pois suas folhas podem ser queimadas quando expostas ao sol e se isso acontece dificilmente se recuperam.

Cuidados
Tipos de vasos: devem-se procurar vasos que reproduzam o ambiente natural, pois não gostam de ser contrariadas e custam a sobreviver em condições adversas.
Ambiente de cultivo: buscar fazer micro-climas dentro do orquidário.

Ambientação
Quando trouxer uma planta para a sua coleção deve-se começar a cultivá-la em ambiente mais escuro, mudando gradativamente para um mais claro até conhecer suas preferências. Quanto à temperatura, deve-se proceder da mesma maneira.
Avaliar a umidade relativa de seu ambiente e, se for necessário, usar de artifícios, como, por exemplo, cultivo em garrafas pet fazendo um reservatório de água no fundo.

Ventilação
Este item é fundamental, pois todos os outros são anulados na falta de uma boa ventilação no seu ambiente e ventilação não quer dizer vendaval.

Consequências
O cultivador de micro-orquídeas terá uma coleção personalizada, que será totalmente diferente da coleção de outras pessoas. Isto é o que alguns buscam quando cultivam micro-orquídeas. Acabam tendo destaque nas exposições e o desprezo dos repolhistas, que vão dizer que você tem estufa em uma caixa de sapato.

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Nardo

Nardo vem de duas palavras gregas “polyos” = branco e “anthos” = flor e significa “planta com flores brancas.” A corola tem uma ligeira tonalidade rosa. É comumente conhecida como jacinto indiano.

Gênero botânico pertencente à família Agavaceae, nativa da América do Sul e é composto por apenas uma espécie. Foi introduzido na Europa no início do século XVII. Pertence à família das Amaryllidaceae.

É herbácea, perene, de raiz tuberosa. As folhas são longas, verde-claro, e reúnem-se na base das hastes florais. Em geral, esta planta é cultivada para flores de corte, mas também pode ser plantadas para formar pequenos grupos isolados.

As flores ocupam quase um terço das hastes floridas. Geralmente atingem uma altura de cerca de 1 m, e exalam um perfume muito doce e florescem do Verão ao Outono. Cada haste produz 2 ou 3 flores.

A planta é sensível ao frio e o seu plantio deve ser feito pleno sol no mês de abril, a uma profundidade de 4-5 cm, em solo rico em matéria orgânica, leve e muito permeável. A rega deve ser moderada ao longo do ano, exceto no verão e na época da floração, que deve ser mais abundante.

Não há dificuldades de cultivo. A primeira coisa a lembrar é que só florescem uma vez. Os pequenos tubérculos que se formaram em torno do bulbo principal são separados e armazenados em local fresco e seco, à espera de ser plantada na primavera seguinte. Floresce no terceiro ano de ser plantada.

PARIS

Índice

Ela é uma planta rústica e que exige poucos cuidados. Suas origens são os continentes europeu e asiático. Ela se propaga através de sementes no outono. O amor-perfeito é uma planta de ciclo anual, que atinge altura entre 20 e 25 cm, caracterizada por caule curto e ramificada, com folhas lisas, cerosas e denteadas. São cultivadas em canteiros férteis, de boa drenagem, no entanto úmidos e a pleno sol. Preferem clima ameno.

Suas flores se apresentam de maneira isolada ou agrupadas em hastes florais. Florescem quase o ano inteiro. principalmente durante o inverno e primavera. São flores geralmente violetas e rosas, podendo apresentar também várias cores.

- São cultivadas em jardins e gostam de climas amenos, embora alguns tipos apreciem climas quentes e úmidos.

- Essas plantas precisam estar em ambientes com meia-sombra e muita luz durante o verão, embora não suportem sol direto entre 10 e 17 horas, e devem ser também protegidas de ventos fortes. O solo ideal deve ser arenoso e rico em matéria orgânica.

- O Amor perfeito precisa ser regado de duas a três vezes por semana nos meses quentes e uma vez por semana nas épocas frias.

- Pode ser feita em canteiros, em caixas ou bandejas específicas para esta finalidade. Utiliza-se como substrato um composto encontrado no comércio ou prepara-se uma mistura peneirada, contendo 2/3 de terra vegetal e 1/3 de areia fina.

- As sementes são colocadas em sulcos rasos, em fileiras contínuas, quando se faz uso de canteiros ou caixas, e utilizadas na proporção de 2-3 sementes, em cada forma ou tubete, quando semeadas em bandejas. Após semear, irrigar o substrato.

- Quando semeadas em canteiros, utilizar cobertura alta nas horas mais quentes do dia, para proteção das mudas.

Se você pretende expressar seus sentimentos a alguém, seja irmão, amigo ou namorado, a flores de amor-perfeito são perfeitas.

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shiitake
Os cogumelos pertencem a um grupo biológico diferente de animais, plantas e bactérias – o grupo dos fungos. Ao contrário das plantas que conseguem produzir a sua própria matéria orgânica a partir de da luz solar, os cogumelos necessitam outros seres vivos para a sua alimentação, absorvendo nutrientes da matéria orgânica do substrato onde residem.

A parte visível do cogumelo chama-se micélio e este é constituído por uma rede de finos filamentos chamadas hifas. No entanto, a maior parte do cogumelo encontra-se debaixo do solo, ou dentro do substrato onde ele se desenvolve.
Os cogumelos são uma boa fonte alimentar, já que contêm elevados teores de proteínas, minerais, vitaminas e até algumas propriedades medicinais.

Se por um lado se deve introduzir estes alimentos na nossa dieta, por outro existe o fator econômico. Os cogumelos comprados podem ser caros e existem formas relativamente simples de cultivá-los em casa.

O período desde a inoculação e a altura em que se pode colher os cogumelos é relativamente pequeno e pode durar aproximadamente 3 semanas. Existe ainda a vantagem de se poder reutilizar o substrato como um bom adubo do solo.
Os cogumelos que mais facilmente se cultivam em casa são o cogumelo orelha-de-pau, o shiitake e o pleuroto.

O material necessário é:
- Álcool;
- Luvas de látex;
- Caixa;
- Água;
- Saco de plástico;
- 3Kg de restos orgânicos e restos domésticos (por exemplo: batata, borras de café, palha, aparas de madeira ou cascas de vegetais). Estes materiais devem estar completamente secos.

- 600g de esporos da espécie que se pretende cultivar.

- Primeiro deve-se cortar os materiais do substrato em pequenos pedaços de aproximadamente 5 a 10 cm. Depois de desinfetar bem as mãos e antebraços, usando o álcool, devem-se colocar as luvas de látex para misturar todo o material cortado. Pode-se usar uma tina para fazer a mistura do substrato.

Em seguida deve-se misturar cerca de 7 litros de água aquecida e mexer bem até que todo o material fique molhado. Pode-se deixar o material do substrato de molho durante 12 horas ou de um dia para o outro. Deixe escorrer a água para que o material não fique encharcado demais.

Colocar o material dentro de um saco de plástico e inocular com os esporos do cogumelo escolhido. Deve-se colocar o saco numa caixa, prensar bem e cobrir com um plástico escuro. Na parte superior do saco, deve-se realizar 5 orifícios com 1,5 cm aproximadamente, para permitir a entrada de ar e a formação dos cogumelos.

Deve-se deixar incubar durante 20 a 30 dias num local escuro, seco, limpo e com temperaturas amenas. Será possível observar o desenvolvimento dos cogumelos e a colheita deve ser realizada cerca de 5 dias depois de se ver o chapéu com uma margem plana.

Quando se demora tempo demais a realizar a colheita, por vezes pode-se observar uma acumulação de esporos, mas os cogumelos podem ser consumidos de qualquer forma.

Depois da primeira colheita o fungo entra em repouso e o processo volta a acontecer cerca de 10 dias depois.
Depois de obter 3 colheitas o fungo deixa de ter capacidade de produzir novas colheitas porque o substrato se encontra de certa forma esgotado para este fim. No entanto, pode-se abrir o saco e usar o substrato como fertilizante orgânico.

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ROSEIRA
As rosas têm uma merecida reputação de serem plantas exigentes e difíceis de cuidar. Algumas rosas exigem mais manutenção do que outras, mas no geral, cultivar rosas é algo que mesmo um iniciante pode fazer.

Não há nenhuma mágica necessária quando se trata de crescer rosas, lindas rosas. Rosas adoram água e uma alimentação de fertilizante regular, sendo assim, mantenha esses dois fatores em mente e sua recompensa será plantas saudáveis com lindas flores.

Com mais de duas mil variedades de rosas para escolher, cada uma com sua própria fragrância distinta, a seleção pode ser um desafio difícil. O hábito de crescimento de plantas e o jeito que irá parecer em seu jardim depois de plantada deve ser levado em conta. Lembre-se que os tipos de solo variam por regiões e que aquela cor vermelha escura que pode conseguir no norte pode tornar-se cor de rosa no sul.

Saber as diferenças entre as variedades também é importante, já que possuem condições de crescimento distintas, sendo assim, saiba o que está plantando. Selecione uma área onde pretende plantar suas rosas e saiba de antemão o jeito que irá ficar após florescer para que possa complementar o jardim.

As rosas podem crescer de 25 a 90 centímetros de altura nas variedades miniatura, até 60 centímetros de altura para rosas anãs e de 60 a 90 centímetros de altura para híbridos e floribundas enquanto as alpinistas e caminhantes podem crescer de 200 a 900 centímetros de comprimento. Novamente, certifique-se de saber o que você quer plantar e onde.

Existem 5 coisas básicas para se lembrar quando cultivar rosas:

1. Rosas devem ter plena exposição ao sol (6 a 8 horas por dia);
2. Plante-as em solo rico e frouxo com muitos nutrientes (esterco misturado no solo com adubo);
3. Quanto aos nutrientes, prefira sangue seco e farinha de ossos;
4. Molhe as rosas bem, rosas adoram água, sendo assim, plante-as em solo bem drenado e molhe-as na base para evitar com que as folhas fiquem úmidas (molhar com gotas ou spray de água é melhor);
5. Cubra-as com bastante folhas e após o plantio, essas folhas irão armazenar água dentro e manter as ervas daninhas distantes.

- Não plante todas as suas rosas de uma vez só, prefira plantá-las em intervalos separados de uma ou duas semanas, isso prolonga a floração de forma continuada, tendo em vista que não florescem todas de uma vez.

- Tenha certeza de proteger as rosas contra insetos. Insetos são os que carregam a maior parte das doenças.

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violeta africana

As violetas, ou violetas africanas (Saintpaulia Ionantha), são fáceis de adquirir, sendo encontradas em floriculturas, supermercados e feiras. Essa planta, apesar do que muitos pensam, não exige muitos cuidados.

As flores podem ser azul escuro, cor-de-rosa, lilás, brancas, cor-de-vinho, multicor, entre outras variações. Ficam bem na decoração da casa e do jardim, sendo necessárias apenas regas espaçadas e adubação trimestral para a sua manutenção.

O que acontece é que após compradas, as plantas, geralmente, não são transferidas de vaso, o que pode ocasionar na sua morte devido ao tipo de mistura utilizada. Assim que se adquire tal vegetal, deve-se realizar o plantio em um novo vaso, reduzindo, assim, a probabilidade de sua morte em poucos dias.

Para isso, esse passo a passo apresenta valiosas dicas sobre como plantar violetas. É necessário apenas seguir rigorosamente as etapas e cuidar das plantas da maneira correta.

- Coloque um vaso de barro ou cerâmica de molho por 24 horas em um balde cheio de água. Isso fará com que ele não absorva toda a umidade da planta assim que o transplante for feito.
A cerâmica ou barro são bons para o plantio por serem feitos de material orgânico. Separe também uma boa muda de violeta, que deve ter folhas grandes, brilhosas, de tonalidade verde- escuro e flores vistosas. Evite plantas com pontos brancos, queimaduras nas folhas ou totalmente sem flores.

- Após separados estes itens, acondicione no fundo do vaso pedaços de telhas, isopor picado ou pedrinhas, que podem ser britas. Isso fará com que as raízes das plantas se mantenham saudáveis devido à irrigação facilitada pelos furinhos do vaso.

- Coloque substrato vegetal no fundo do vaso. A terra deve ser de qualidade para que a planta viva mais tempo.

- Separe a planta do recipiente onde veio plantada com cuidado eliminando resquícios de terra antiga. No caso de transplante por doença, após retirar a planta, lave suas raízes com água em abundância. Isso pode fazer com que a planta se salve de parasitas e fungos.

- Coloque areia de construção por cima do substrato e insira a planta cuidadosamente. Não deixe a terra se acumular nas folhas, isso pode prejudicar a planta.

- Preencha o espaço restante do vaso com húmus de minhoca. Fixe a planta, como delicadeza para não socar a terra para o desenvolvimento saudável do caule. Regue a planta semanalmente e aplique adubo trimestralmente. Isso poderá fazer com que sua violeta viva o tempo máximo de quatro anos.

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Avenca 01

Planta do tipo feto, a avenca é conhecida desde os antigos tempos como planta das matas e foi muito cultivada em interiores.

As avencas são samambaias, perenes, com rizomas e folhagem delicada, alcançando de 30 a 40 cm de altura.

Elas são muito utilizadas na decoração de ambientes internos ou em jardineiras, suavizando os ambientes onde são colocadas, devido à folhagem com formatos e disposição bastante interessantes. Algumas variedades são variegadas (manchadas).

As folhas são delicadas, compostas de pequenos segmentos e saem diretamente do rizoma. Este se desenvolve horizontalmente quase à superfície do solo.

A planta pode atingir entre 30 até 40 cm de altura, com muitas folhas e forma bastante irregular.

A avenca tem sido cultivada há muito tempo e por isso tornou-se uma das plantas mais populares que se conhece. Mas exige cuidados constantes, pois, muito suscetível, sente-se agredida pela mais leve mudança no ambiente. Todas as espécies possuem folhagem delicada, com muitos folíolos que pendem de caules finos, eretos, rijos e de cor marrom-escuro.

Tem difusão mundial, com espécies e variedades da Europa, Ásia, Austrália e das Américas.

As raízes consistem em caules delgados, mas robustos, que crescem sob o solo, a pouca profundidade. Na verdade, não se trata de uma raiz, mas de um rizoma. Recebendo tratamento adequado, ele estará em constante brotação, lançando novas folhagens que nascem enroladas como pequeninas bolas verdes e vão se soltando à medida que o caule se desenvolve.

Esta planta, muito admirada por sua delicadeza, exige certos cuidados para desenvolver-se satisfatoriamente em nossa casa.

Algumas variedades são usadas até na medicina popular como calmante para a tosse ou problemas no couro cabeludo. Mas é principalmente como planta ornamental que as avencas são admiradas.

O nome científico, Adiantum, deriva do grego ‘adiantos’ que significa que não se molha’, pois as gotas de chuva deslizam sobre as folhas da avenca, sem molhá-las.

Como e onde plantar
Embora seja uma planta delicada e que necessite de certos cuidados para se desenvolver bem, seguindo os passos adequados você dificilmente terá algum problema maior.

O segredo para o cultivo da avenca reside em fornecer-lhe calor, muita umidade atmosférica e fora do vento direto, caso contrário a planta fenecerá.

O segredo para ter plantas bonitas e saudáveis em casa é dar a elas condições próximas as de seu habitat de origem. Ou seja, pensar na composição da terra, na incidência de luz, na água e na nutrição. No caso do cultivo em vasos, prefira recipientes de barro ou cerâmica por imitarem o solo, possibilitando que as raízes respirem mais facilmente.

À noite, evite deixar as espécies sob a iluminação artificial. Assim como as pessoas, elas precisam passar horas no escuro. Quando chove, sempre que possível, coloque os vasos debaixo d’água – as plantas ganham viço depois de um bom banho de chuva. Essas regras simples nasceram da observação e da sensibilidade dos apaixonados por jardinagem.

O ideal é que você faça o cultivo dessa planta em vasos em lugares dentro de sua casa, para poder ter um melhor controle do clima, no entanto, se você mora em um local que não possui estações muito geladas e dispõe de áreas protegidas de vento e sol direto em seu jardim, pode também tentar criar essa planta no exterior.

Certifique-se que no local onde irá plantá-la não receba sol direto durante as horas mais quentes do dia, para que não tenha suas folhas queimadas. Não plante-a também em local que a temperatura caia demais ou fique demasiadamente no escuro, mesmo sendo uma planta sensível ao sol forte, possui hábitos tropicais e grande necessidade de luz e calor.

Adubação e Substrato da Avenca
A adubação desta planta não deve ser muito frequente, para reposição de nutrientes usar nossa recomendação de adubo granulado formulação 10-10-10, uma colher de sopa dissolvida em 2 litros de água.

Usar de 1 a 2 copos pequenos da mistura no substrato, a cada 3 ou 4 meses. Um dia antes umedecer bem o substrato para pronta penetração da mistura líquida de adubo e água.

Tipo de Solo
Essa planta é extremamente susceptível a morrer caso acometida por fungos provenientes de um solo encharcado, logo devemos fazer uma mistura de solo que não só garanta à planta todos os nutrientes necessários, mas também que tenha uma grande drenagem. Misture ao solo cerca de um terço de areia grossa e um terço de fertilizante orgânico baseado em pó de xaxim.

Os Cuidados
Essa planta aprecia o clima úmido, logo evite que o solo resseque completamente, mas em hipótese alguma encharque-o. Geralmente pequenas regas diárias são o ideal para atingir esse fim.

Adicione um pouco de adubo orgânico semestralmente sobre o substrato da planta, porém não encostado a seu caule. As irrigações farão o papel de fazer com que o adubo penetre na terra e chegue as raízes, isso garantirá que a planta tenha nutrientes para manter-se sempre saudável. Faça também podas de limpeza sempre que notar a proliferação de galhos secos ou mortos.

Primavera e Verão
Plante ou replante a avenca nos meses de primavera, num bom composto orgânico formado por duas partes de terra, uma parte de calcário, uma de areia, outra de carvão vegetal granulado e um pouco de fertilizante de boa qualidade.

Coloque a planta em local semi-sombreado para que os raios solares não a atinjam diretamente. Verifique se a temperatura não está muito alta, pois as avencas detestam o calor excessivo. Quando isso acontecer, proteja o vaso, borrifando bastante água a seu redor para aumentar a umidade atmosférica no ambiente. Além disso, coloque o vaso sobre um prato contendo seixos molhados.

Regue com regularidade, nos meses de calor, apenas para manter o composto bem úmido, tendo o cuidado de não encharcá-lo. Em pleno verão, molhe duas vezes por semana.

Adube a cada quinze dias, com fertilizante líquido (você pode misturá-lo à água das regas), durante toda a primavera e o verão.

Outono e Inverno
Não exponha suas avencas a temperaturas inferiores a 13°C, senão sua folhagem desaparecerá e ela poderá morrer. O mesmo acontece quando a planta recebe correntes de ar frio.

Se os ramos escurecerem e começarem a murchar depois do inverno, corte-os com uma tesoura pontuda e afiada, bem rente à terra.

Água na Dose Certa
Para saber qual é a quantidade de água de que cada espécie precisa, basta observar o desenvolvimento das plantas para descobrir suas necessidades:

- Sinta a umidade da terra pressionando o dedo no vaso até 2,5 cm de profundidade. Regue apenas se perceber que o solo está seco.
- Procure molhar as plantas pela manhã. Assim haverá tempo para a absorção e a evaporação de um eventual excesso. A umidade que persiste por toda a noite aumenta a chance de um ataque de fungos.
- Use um regador que passe entre as folhagens sem machucá-las e libere um pequeno volume de água por vez. Os de bico longo funcionam bem.
- Durante os meses de inverno, as regas devem ser mais espaçadas, pois as plantas entram em repouso.
- Vasos de barro absorvem mais água que os de plástico e pedem um intervalo menor entre as regas. Mas é justamente a porosidade do material que permite que as raízes respirem melhor.

As avencas necessitam ainda de umidade no ar. Para criar essa condição, um recurso é pulverizar água ao redor da planta todos os dias, mesmo sem molhar a terra. Outra sugestão é tentar reproduzir uma mata, agrupando vários vasos num mesmo local.

Juntas, as plantas transpiram e liberam maior volume de vapor d’água. Longos períodos sem regas deixam as plantas ressecadas e debilitadas – algumas não se recuperam e chegam a morrer.

Quando você viajar, peça para um amigo que goste de jardinagem assumir a tarefa de regar ou, se a ausência for curta, instale no vaso um gotejador de plástico com regulagem de vazão.

Uma alternativa para manter a terra úmida é a técnica do barbante: coloque água em uma garrafa PET, feche e faça um furo na tampa. Passe um barbante pela abertura, de forma que ele chegue ao fundo do recipiente. Enterre a outra ponta do fio no vaso.

Luz Garante o Verde
Sem luminosidade, as plantas não realizam a fotossíntese, uma de suas funções essenciais, com a avenca não é diferente. O pigmento verde clorofila, sob a ação da luz, retém gás carbônico, libera oxigênio e vapor d’água, que refresca os ambientes. A fotossíntese também é o processo pelo qual as espécies produzem os açúcares que as alimentam.

Se você cultiva exemplares dentro de casa, não se esqueça destes detalhes:
-  A claridade das janelas chega lateralmente às plantas, que tendem a crescer em direção à luz. Resultado: um lado fica mais farto e viçoso que o outro. Para evitar o problema, gire o vaso com regularidade.

- Quem tem quintal ou varanda aberta pode fazer um rodízio: deixe os vasos que ficam em ambientes fechados tomando o sol da manhã por alguns dias e traga os que estiverem na área externa para o interior.

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Essa é a Amarílis, Açucena, Flor-da-imperatriz, cujo nome científico é Hippeastrum hybridum, da família Amarilidáceas e originária do Brasil, Peru e México.
Esta flor tipicamente tropical encantou os europeus a ponto de inspirar por lá a criação de vários híbridos.

O bulbo fica ali durante meses debaixo da terra. Parece que secou e não dá mais sinal de vida, de repente, conforme o inverno vai embora e a primavera recebe seus dias mais quentes, dá para perceber que surge o primeiro verde das hastes. Daí para frente, durante o restante da primavera e todo o verão podemos assistir, numa explosão de flores, a recompensa dos meses em que o bulbo ficou repousando na terra e armazenando energia.

O espetáculo do renascimento da planta pode se repetir por muitos anos, há casos de bulbos capazes de repetir este ciclo por cerca de 10 anos, dependendo dos cuidados que recebem no cultivo. E o resultado aparece sempre na forma de flores exuberantes – algumas chegam a medir 20 cm de diâmetro em cores diversas, que vão do branco ao vermelho intenso, passando pelo rosa, coral e lindos degradês e mesclas.

Também pode ter seu período de florescimento prolongado em regiões onde o inverno não é muito rigoroso.

Para ter sucesso no cultivo das amarílis, o primeiro passo é adquirir bulbos de boa procedência.
Depois, é só seguir algumas regras básicas e aguardar o espetáculo.

Dicas:
* Escolha um vaso com pelo menos 15 a 20 cm de diâmetro, pois os bulbos são grandes. Se for plantar em canteiros ou jardineiras, lembre-se de manter 25 cm de espaçamento entre os bulbos;

* Prepare um substrato com boa drenagem. Existem no mercado produtos já prontos, ideais para canteiros, vasos e floreiras;

* Coloque o substrato para cultivo dentro do vaso, posicione o bulbo deixando a ponta (também conhecida como “pescoço”) para fora e aperte bem a terra ao redor do bulbo;

* A dica para as regas é bem simples: nos meses frios, uma vez por semana e nos meses quentes, de duas a três vezes,

* Mantenha em planta num local com bastante claridade. O cultivo na sombra gera hastes florais esticadas, frágeis e quebradiças.

* Para adubação recomenda-se composto orgânico. Na falta dele, pode-se utilizar NPK 10-10-10 ao redor dos bulbos, sem deixar encostar.

* Depois de cada floração é recomendável cortar as hastes e as folhas amarelas. Neste momento, pode-se retirar o bulbo da terra e extrair os possíveis bulbilhos que se formam ao redor – eles podem ser plantados e gerar novas plantas.

* O bulbo principal deve voltar para a terra e continuar a receber os mesmos cuidados relativos às regas e adubação. Isso vai garantir a energia suficiente para a produção de um novo espetáculo!

Como a planta se desenvolve:
1. Depois de meses repousando, o bulbo começa a brotar ao sinal dos primeiros dias quentes da primavera.
2. Após cerca de 10 a 12 dias surgem as primeiras hastes florais, seguidas das folhas.
3. O crescimento é bem rápido, após cerca de 25 a 30 dias, as flores já começam a se abrir.
4. A floração é intensa e para continuar sadia, a planta deve ser mantida em local bem iluminado.

A floração da planta ocorre de outubro a dezembro, produzindo haste floral com duas, quatro ou oito flores grandes, nas cores vermelha, rosa, coral, mesclada e branca, dependendo da variedade
Deve ser cultivada em solo arenoso e bem drenado, a sol pleno e meia-sombra e regadas  até 3 vezes por semana no verão e uma vez por semana no inverno
Sua multiplicação é feita por divisão de bulbos.

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Flor da Camélia sinensis

Espécie arbórea da família Theaceae que pode chegar até 15 m de altura, nativa das florestas do nordeste da Índia e sul da China.

Possui folhas escuras, lustrosas, com nervuras bem marcadas nas superfícies, de margem inteiramente denteada, e as folhas mais novas são cobertas de pequenos tricomas brancos.

As flores surgem solitárias ou aos pares nas axilas das folhas. São pequenas, com pétalas brancas e muito perfumadas, possuem muitos estames com um pistilo com 3 estigmas.

No Brasil há poucas plantações, mas já foram observados indivíduos crescendo na mata, sem a interferência humana, o que mostra que o clima deste país é muito favorável à plantação em larga escala.

Frequentemente o cultivo da Camellia sinensis no Brasil está associado a colônias japonesas.

Seu cultivo depende de um solo fértil, ácido e bem irrigado, sob sol pleno ou luz solar filtrada. Necessita de calor moderado, por isso tem sido plantada nos trópicos junto a montanhas e planaltos até 1.600 m de altitude. É produzido em maior ou menor escala em todas as áreas tropicais e semi tropicais do mundo.

Há uma variedade com flores rosadas destinada à ornamentação de jardins.

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Planta originária da Europa e conhecida popularmente como Flor-sininho, caracteriza-se  por um pequeno arbusto com delicadas flores numerosas e geralmente aparecem em conjuntos de pequenos cachos, geralmente nas cores branca, violeta, rosa, azul e lilás, em formato de sino.

É uma excelente opção para enfeitar bordas de jardins e varandas, a ‘Campânula Medium’ é a mais conhecida e comumente utilizada.

A Campânula pode ser cultivada em diferentes locais, tanto em canteiros, quanto em jardineiras e vasos. Porém, em lugares extremamente quentes, é aconselhável o seu plantio ao abrigo da luz solar direta, cujo excesso pode debilitá-la. É preferível a escolha de locais a meia sombra, que possuam boa iluminação.

Principais dicas de como cultivar e cuidar de Campânulas:
Solo e adubação:
É necessário que este possua um bom nível de nutrientes para que a planta cresça rapidamente e apresente um grande numero de cachos floridos. A aplicação de fertilizantes deve seguir uma certa rotina, preferencialmente mensal ou quinzenal. O adubo orgânico e os fertilizantes ricos em fósforo auxiliam no desenvolvimento da planta e na obtenção de flores viçosas e de tonalidade exuberante. Cobrir o solo com casca de árvore ajuda a manter a umidade, prevenindo contra o ressecamento em regiões muito quentes ou expostas ao sol. Em regiões muito frias, onde ocorrem geadas constantemente, a opção mais indicada é cobrir o solo com serragem, evitando assim que as folhas da planta toquem a terra e murchem, apodrecendo logo em seguida.

Irrigação:
A Campânula deve ser irrigada diariamente, principalmente nas épocas mais quentes do ano, porém, evitando o excesso de água para não encharcar o solo. A irrigação demasiada pode favorecer o aparecimento e a proliferação de fungos que causam a doença da planta. Em compensação, o solo seco demais prejudica a formação das flores.
É indicada a verificação da umidade do solo antes de irrigar novamente e, as melhores horas para regar as plantas são sempre pela manhã e ao final da tarde. A drenagem do solo em terras propícias ao alagamento pode ser facilitada com o uso de areia grossa.

Poda:
Após as flores murcharem, imediatamente devem ser podadas com tesoura específica para este tipo de trabalho, a qual deve estar limpa e esterilizada. Agindo desta forma, a floração se prolonga por varias semanas, mantendo o belo visual da planta por mais tempo.

Reprodução e ciclo de vida:
A reprodução da Campânula acontece por meio de sementes e divisões da planta com replantio. O ciclo de vida das flores ocorre entre os meses de julho a setembro.

De posse destas dicas de como cuidar desta belíssima planta, torna-se mais fácil e gratificante manter um jardim florido e vivido, que alegra o ambiente e traz uma sensação de relaxamento e bem estar, tanto para os moradores, quanto para os visitantes.

Bom cultivo !!!

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