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Framboesas maduras

Não há nada como caminhar no seu jardim e colher framboesas polpudas e frescas, para desfrutar puras ou com cereais ou sorvete. Framboesas são bastante fáceis de cultivar, e tudo o que você não comer logo podem ser congelado ou transformado em conserva para uso posterior no ano. O cultivo de plantas, especialmente as plantas frutíferas, bem vale o esforço.

Veja como cultivar framboesas
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As framboesas vêm em dois tipos diferentes: as de verão e as perenes. Framboesas de verão ficam geralmente maduras e prontas para a colheita, em julho. Framboesas perenes na verdade não produzem frutos constantemente, apesar de seu nome. Estas plantas de bagas produzem frutos por cerca de três ou quatro meses, normalmente entre agosto e outubro, dependendo do clima e das condições de cultivo.

- Framboesas de verão são um pouco exigentes e mais difíceis de crescer, pois necessitam de solo quase perfeito e boas condições de rega. Pés de framboesas perenes são muito sensíveis.

- Quando no plantio de framboesas, escolha um local bem drenado e adubado em seu jardim para plantá-las. Elas gostam de um solo úmido, com abundância de adubo ou matéria orgânica. As framboesas ficam melhores em pleno sol, mas as cultivadas em sombra parcial também podem ser bem sucedidas. O transplante de pés de framboesa comprados de uma estufa é a melhor maneira de plantá-las no seu jardim.

- Coloque os pés de framboesa a cerca de 70 cm de distância em linhas separadas por cerca de 1,82 m de distância. O início da primavera é a melhor época para o plantio.

- Cave buracos rasos para seus pés de framboesa, pondo fertilizantes ou adubo para o solo durante isso. Retire todas as ervas daninhas e outras raízes, pois estas atrapalham as raízes superficiais das framboesas. Plante as framboesas e cubra as raízes com cerca de 3 polegadas de solo, seguido por uma leve camada de composto. Mantenha o solo úmido para permitir que pés de framboesa vinguem.

- Cultivar framboesas é bastante interessante. Você sabia que framboesas crescem a partir de ramas que por sua vez, crescem a partir da planta? As plantas produzem o equivalente a duas temporadas de ramas, no primeiro ano vão brotar ramas verdes, e na segunda temporada serão produzidas ramas cobertas de uma casca muito fina, de cor marrom.

- Como as ramas crescem alto, você terá que inserir postes em seu jardim e estacas em seus pés de framboesa para mantê-los em pé, e resistir a danos ou rupturas. Você também pode usar uma treliça para esta finalidade.

- Quando suas ramas de framboesa começaram a produzir frutos, mantenha as ramas podadas após a colheita das framboesas. Uma das melhores dicas de jardinagem é nunca cortar ramas novas que ainda não brotaram frutos, pois estas serão da próxima estação de cultivo. Depois de todos os frutos terem sido colhidos, remova todas as ramas que frutificaram. Depois da última geada de inverno, pode suas plantas uma vez mais para oferecer boa circulação de ar para as ramas novas crescerem.

- Para cultivar pés de framboesa existentes, prenda a ponta de uma rama no chão e deixe-a enraizar. Então, basta cortar o novo broto da planta-mãe. A framboesa precisa de cerca de 1-2 polegadas de água por semana para um crescimento ótimo. Remova ramas que mostrarem sinais de doença ou dano.

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Victoria_Dahlias

A Dália é uma planta herbácea de porte médio, perene. É originária do México e chega a atingir 1,50 m. Produz flores isoladas na Primavera e no Verão, de cores muito variadas. É efetivamente uma planta de grandes espaços, no entanto, com a enorme variedade de híbridos que atualmente existem, já deve haver variedades criadas para crescerem em vasos.

Nome científico: Dahlia
Nome popular: Dália-de-jardim
Luz: Prefere sol pleno.
Solo: Permeável e rico em matéria orgânica.
Regas:
Não precisa de regas regulares
Temperatura: É uma planta de clima temperado que no Inverno perde a parte aérea entrando em dormência.
Ciclo: Anual
Cores das flores: Amarela; Matizada; Rosada; Roxa; Vermelha.

Existem diversas variedades que lhe atribuem diferentes formas: simples, dobradas, semi dobradas, em formato de estrelas, esféricas, lembrando pompons, crespas ou retorcidas, curtas ou alongadas, espessas ou delicadas, grandes ou pequenas, etc…
Multiplica-se por semente, estaquia e a forma mais segura, por divisão de raízes.
Ao retirar as raízes da terra deve-se deixá-las penduradas de cabeça para baixo, pois o caule ainda tem armazenada alguma água que precisa de ser drenada. Também se deve catalogá-la quando se vai guardar para saber que cor possui.

São flores sedentas, por isso verificar os níveis de água e retirar as folhas desnecessárias para reduzir a transpiração e consequente desidratação da planta.
O seu nome deriva do botânico que as propagou no norte da Europa, Anders Dahl

As flores secas devem ser retiradas para que outras flores tomem o seu lugar.
Pode ser usada como flores de corte para colorir e enfeitar a casa, no entanto não são boas para jarros largos pois devido ao seu grande peso, as flores tendem a cair e o efeito estético pode não ser o melhor. Jarras estreitas e altas são o mais indicado. Também são agradáveis em pequenos bouquês de duas ou três flores para mesas pequenas ou apontamentos de cor viva.

Não são difíceis de criar, de uma forma básica e desde que tenham espaço para crescer, essencial nas variedades de maior porte, agua em quantidade, uma dose de adubo semanal quando estão floridas, terra de boa drenagem (gostam de agua mas não de estar alagadas) e bastante sol mas não demasiado quente, tudo correrá bem e o ciclo completar-se-á.
No entanto, os profissionais das estufas de flores de corte que comercializam as suas flores, possuem truques valiosos para as fazerem dar melhores flores.

As flores por vezes necessitam de ser tutoradas devido ao seu tamanho e peso.
Depois da floração a planta irá pouco a pouco definhando e a água deve ser gradualmente reduzida até desaparecer por completo. Os tubérculos (raízes), devem ser desenterrados e guardados em lugar seco e fresco até á próxima plantação.
É nesta época que se podem dividir os rizomas e posteriormente criar novas plantas.
Caso deixe os tubérculos enterrados no jardim ou floreiras, certifique-se de que se mantém secos e protegidos de geadas fortes.

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lavanda

As lavandas são vibrantes e cheias de cor, com flores lilás, cor de rosa, brancas e azuis. As lavandas são uma das flores mais populares, com mais de 250 variedades. Elas fazem belas ondulações, cheias de cor.

As lavandas têm milhares de variedades, a rosa e a roxa são as mais populares. Elas crescem de plantas anãs até 1 ou 2 metros; variedades grandes crescem até 8 m. Plantas antigas podem crescer tão alto quanto 4 metros, com abrangência de cerca de 3 m. Existe uma variedade para atender a cada vontade de qualquer pessoa. E são arbustos de baixa manutenção.

Ao requisitar suas lavandas, certifique-se que são garantidas de enraizarem por conta própria ou em estoque, e enxertadas em ligustro. Certifique-se de falar com o seu viveiro sobre todos os detalhes antes de encomendá-las.

Dicas para o plantio
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Plante na primavera, logo que o solo possa ser trabalhado. O plantio tardio pode diminuí-las, e elas não terão crescimento normal no primeiro ano.
- Em climas com invernos rigorosos, é recomendado que você as plante no outono.
- Nos solos de calcário ou neutros, espace as lavandas em 1,5 m. Certifique-se que é uma área ensolarada, com pelo menos 6 horas de sol diárias.
- Espalhe as raízes verticalmente. Lavandas entrelaçam suas raízes, perto da superfície do solo.
- Coloque por cima terra limpa, adicionando um adubo equilibrado, e esterco seco.
- Regue abundantemente até primeira floração, exceto se você tiver muita chuva. Use uma cobertura solta sobre as raízes.

Como cuidar das lavandas
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Tome cuidado ao manusear as plantas, para evitar prejudicá-las.
- Corte o tufo ou grama das hastes para evitar danos do cortador de grama.
- Tome cuidado ao cortar. Se você aprender a cortá-los eles terão um melhor crescimento no próximo ano.
- Cuidado com as pragas. Brocas do caule fazem buracos na planta, deixando para trás serragem, coincidindo com o novo crescimento, causando distorções que só podem ser vistas quando analisadas perto da folha.
- Distorções são causadas por condições climáticas e a proliferação de mofo no final do verão.

Poda
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Corte os ramos próximos do solo primeiro;
- Use uma serra estreita para evitar danos;
- Se for um arbusto grande, corte os brotos;
- Remova os pendões de sementes;
- O corte pode reduzir as flores.

Plante lavandas numa área onde exista uma boa drenagem, elas não gostam de ter suas raízes encharcadas. Você pode regá-las inconstantemente, mas o faça totalmente. Limpe as ervas daninhas para lhes dar uma aparência limpa. Ponha cobertura levemente para conservar a umidade, e mantenha as ervas daninhas longe para que possam sair novos brotos.

Considere o local para a lavanda, pois ela é resistente e vai crescer muito ao longo dos anos, bem como se espalhar.

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avenca

Não existe segredo para ter plantas bonitas e saudáveis em casa é dar a elas condições próximas as de seu habitat de origem. Para tal feito basta pensar na composição da terra a ser usada, na incidência de luz, na água e na nutrição.

Veja os segredos para tratar o jardim de vasos de um jeito carinhoso e encontre sugestões de acessórios que ajudam na manutenção.

No caso do cultivo em vasos, prefira recipientes de barro ou cerâmica por imitarem o solo, possibilitando que as raízes respirem mais facilmente. À noite, evite deixar as espécies sob a iluminação artificial: assim como as pessoas, elas precisam passar horas no escuro. Quando chove, sempre que possível, coloque os vasos debaixo d’água, com isso as plantas ganham viço depois de um bom banho de chuva. Essas regras simples nasceram da observação e da sensibilidade dos apaixonados por jardinagem. Convivendo de perto com seus exemplares preferidos, você também pode descobrir como tratá-los da melhor maneira possível. Quem gosta de plantas já entende o assunto. Mesmo que a pessoa erre um pouco no começo, basta ter paciência e atenção à natureza para aprender. As espécies vão nos guiando.

Água na dose certa
Como saber qual é a quantidade de água de que cada espécie precisa? Um caminho é observar o desenvolvimento das plantas para descobrir suas necessidades. Grande parte dos exemplares morre por excesso de água e não por falta dela. É preferível regar freqüentemente e sem exageros. Terra encharcada propicia o aparecimento de fungos e pragas e provoca o apodrecimento das raízes.

Para não errar na dose, veja algumas dicas:
• Sinta a umidade da terra pressionando o dedo no vaso até 2,5 cm de profundidade. Regue apenas se perceber que o solo está seco.
• Procure molhar as plantas pela manhã. Assim haverá tempo para a absorção e a evaporação de um eventual excesso. A umidade que persiste por toda a noite aumenta a chance de um ataque de fungos.
• Use um regador que passe entre as folhagens sem machucá-las e libere um pequeno volume de água por vez. Os de bico longo funcionam bem.
• Durante os meses de inverno, as regas devem ser mais espaçadas, pois as plantas entram em repouso.
• Vasos de barro absorvem mais água que os de plástico e pedem um intervalo menor entre as regas. Mas é justamente a porosidade do material que permite que as raízes respirem melhor.

Algumas espécies, como a avenca, necessitam ainda de umidade no ar. Para criar essa condição, um recurso é pulverizar água ao redor da planta todos os dias, mesmo sem molhar a terra. Isso cria um microclima apropriado. Outra sugestão é tentar reproduzir uma mata, agrupando vários vasos num mesmo local. Juntas, as plantas transpiram e liberam maior volume de vapor d’água. Longos períodos sem regas deixam as plantas ressecadas e debilitadas, algumas não se recuperam e acabam morrendo. Quando você viajar, peça para um amigo que goste de jardinagem assumir a tarefa de regar ou, se a ausência for curta, instale no vaso um gotejador de plástico com regulagem de vazão.
Uma alternativa para manter a terra úmida é a técnica do barbante: coloque água em uma garrafa PET, feche e faça um furo na tampa. Passe um barbante pela abertura, de forma que ele chegue ao fundo do recipiente. Enterre a outra ponta do fio no vaso.

O preparo da terra
A chamada mistura básica, usada para a maioria das plantas, tem a seguinte proporção de tipos de solo e outros ingredientes: 1/3 de areia de rio (a areia de mar não deve ser empregada devido à grande quantidade de sal), 1/3 de terra comum e 1/3 de material orgânico (húmus, esterco), do qual as plantas vão retirar os nutrientes fundamentais. Para dar leveza à receita, pode-se substituir a areia por algum substrato pronto que contenha vermiculita (rochas trituradas), palha de arroz ou outro item que deixe a composição mais areada e mantenha a água e os nutrientes disponíveis por mais tempo. Espécies tropicais, como as samambaias, que apreciam a umidade, podem ser plantadas em outra proporção de ingredientes: 2/4 de húmus, 1/4 de terra e 1/4 de areia.

Qualquer que seja o tipo de planta, as dicas abaixo ajudam a aproveitar melhor os nutrientes do solo:
• As regas vão achatando a terra. Sempre que notar que ela está endurecida, revolva para afofar, com o cuidado de não ferir caules e raízes.
• Se não conseguir deixar a terra soltinha, verifique se as raízes da espécie cresceram demais. Em caso positivo, é hora de transplantá-la para um vaso maior.

Luz garante o verde
Sem luminosidade, as plantas não realizam a fotossíntese, uma de suas funções essenciais. O pigmento verde clorofila, sob a ação da luz, retém gás carbônico, libera oxigênio e vapor d’água, que refresca os ambientes. A fotossíntese também é o processo pelo qual as espécies produzem os açúcares que as alimentam. É por isso que, em local escuro, as plantas enfraquecem a ponto de fenecer. Há, claro, exceções. As variedades de interior, de verde mais intenso, suportam melhor os ambientes com baixa luminosidade. Já as folhagens coloridas, como o cróton, e as espécies floridas não abrem mão de luz solar para realçar seus matizes. Se você cultiva exemplares dentro de casa, não se esqueça destes detalhes:
• A claridade das janelas chega lateralmente às plantas, que tendem a crescer em direção à luz. Resultado: um lado fica mais farto e viçoso que o outro. Para evitar o problema, gire o vaso com regularidade.
• Quem tem quintal ou varanda aberta pode fazer um rodízio: deixe os vasos que ficam em ambientes fechados tomando sol por alguns dias e traga os da área externa para o interior.

Cuidados ao podar
A remoção de partes da planta só deveria ser efetuada com um objetivo: dar saúde e vigor à espécie. Isso quer dizer retirar galhos secos, doentes e mal-formados, que danifiquem o equilíbrio do formato original da planta. A operação é conhecida como poda de limpeza. Excetuando esses casos, não se deveria podar, pois cada corte desnecessário faz a planta sofrer um estresse.
No caso de plantas lenhosas, que tenham galhos duros e secos, recomenda-se, após o corte, passar algum cicatrizante no local, como o gel das folhas de babosa (Aloe vera) ou própolis em gotas. Espécies que dão flores merecem uma atenção a mais: sempre remova as flores secas e murchas. Flores mortas podem apodrecer e levar ao aparecimento de fungos.

Adubo que revigora
Os três elementos básicos para um solo sadio estão contidos na sigla NPK, que significa nitrogênio, fósforo e potássio. Eles podem ser comprados juntos, em um adubo à venda em lojas de jardinagem, ou separados, em fontes naturais. O nitrogênio é encontrado em húmus de minhoca, esterco e torta de mamona, o fósforo, na farinha de ossos, e o potássio, em cinzas de madeira obtidas da queima de lenha. Você pode pedir o material em uma pizzaria ou padaria. Já as cinzas de churrascarias contêm muito sal e prejudicam as plantas.

Outras dicas para uma adubação correta
• Use de preferência adubos orgânicos. Eles contêm os mesmos microorganismos do solo e tornam a terra nutritiva e fofa para que as plantas respirem melhor.
• Retire cerca de um terço da terra do vaso, acrescente o adubo a ela, na proporção indicada, e depois recoloque a mistura no recipiente.
• Após a adubação, molhe a terra. A água serve de condutor para os sais minerais e dissolve eventuais excessos, que podem prejudicar as raízes.

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Cultivo
A água é um dos fatores fundamentais para o cultivo das plantas carnívoras. Uma vez que elas se ressentem muito com qualquer substância química, há sempre necessidade de verificar a composição da água da torneira antes de regar esse tipo de planta. O cloro, entre outros elementos, pode até matá-la. Se você tiver um poço ou a oportunidade de coletar água das chuvas, seria a melhor solução para as regas. Caso contrário, a única saída para molhar o vaso consiste na água destilada.

O índice de alcalinidade também se revela importante. As plantas carnívoras não apreciam águas calcárias (também conhecidas como “águas pesadas”). Se sua fonte contém altos teores de calcário, será preciso neutralizá-la com a adição de vinagre. Coloque uma colher (de chá) de vinagre para 4,5 litros de água. Outra alternativa é ferver a água por uns dez minutos, deixando-a esfriar, antes de utilizá-la.

Regue livremente, pois essas plantas são naturais de regiões encharcadas. Dando-lhes um composto, elas se desenvolvem muito bem dentro de casa. Cultive-as em vasos de plástico, que são melhores que os de barro para reter a umidade. Coloque os recipientes sobre uma vasilha rasa -cerca de 5 cm de profundidade, com água até a metade.

O composto requerido pelas plantas carnívoras precisa ser um pouco diferente dos usados costumeiramente, pois isso significa mais saúde para o exemplar . O solo tem de permitir uma boa drenagem e, ao mesmo tempo, conseguir reter a umidade. Além disso, necessita de uma constituição porosa, na qual o ar possa circular à vontade.

O esfagno fresco é ótima opção para exemplares grandes e vigorosos. A mistura de partes iguais de esfagno, turfa e areia também pode ser empregada. Não adicione adubo ao composto, pois esses vegetais apresentam uma grande habilidade para conseguir seus nutrientes e há o risco de você alimentá-los em excesso. Eles conseguirão o que precisam das presas que fizerem.

O replantio deve ser realizado na primavera, apenas para exemplares que apresentam raízes muito amontoadas. Nessa época também se faz a propagação pela divisão das plantas. Cada muda deve ter alguns ramos novos e um pouco de raiz. Encaixe as mudas em vasos pequenos, onde a raiz caiba sem apertos.

As carnívoras não se ressentem com a temperatura. No verão suportam ambientes entre 10 e 21ºC, e no inverno sobrevivem se o termômetro marcar até 5ºC. Quando esquentar, abra as janelas, pois as plantas apreciam ar fresco. Deixe os vasos em local com boa luminosidade indireta, uma vez que o sol forte pode queimar folhas e flores. Se o calor estiver muito forte, transfira os exemplares para uma posição mais fresca.

A Darlingtonia requer que suas raízes permaneçam refrescadas no verão. Regue a planta com frequência, várias vezes por dia, se houver muito calor. Utilize água fria, derramando-a por cima do composto.

O inverno constitui o período de descanso para essas plantas, que começam a fenecer no outono. Corte as folhas e as flores mortas. Tire os vasos da vasilha com água e, durante o inverno, apenas umedeça o solo. Mantenha os exemplares no peitoril de uma janela, de preferência num ambiente fresco.

Pragas e Doenças
As plantas carnívoras quase nunca são atacadas por insetos. Entretanto, é possível que sejam infestadas pelo pulgão verde.

Remova os insetos manualmente; não use inseticidas, pois eles podem ser prejudiciais. Se o mofo cinzento ou a podridão atacarem a planta, use benomil, que entra na composição de certos fungicidas. O benomil pode ser empregado sem perigo para a planta. Corte fora as partes afetadas e aplique o fungicida.

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tulipas vermelhas

Tulipas são flores de Primavera, que chama a atenção em toda a volta. O Outono é a época de começar a plantar os bulbos que florescerão na Primavera.
Embora associemos as tulipas com a Holanda, elas se originaram na Pérsia; na verdade, o nome tulipa significa capacete em persa e refere-se ao formato da flor.
As tulipas estão disponíveis em várias cores, tamanhos e formas, e o melhor de tudo, elas são fáceis de se cultivar.

Decida onde você quer plantar sua tulipa e como você quer que seu canteiro de flores seja. As tulipas ficam melhor quando plantadas em aglomerados de 5-10, e não em uma linha reta. Elas vêm em uma enorme gama de cores, incluindo vermelho, amarelo, rosa, preto, roxo, branco, laranja, e multicoloridas. As tulipas podem florescer no início, no meio ou no fim da estação. Elas podem ser curtas (menos de 20 cm), médias (20 – 45 cm), ou altas (acima de 45 cm). Leve tudo isto em consideração quando plantá-las em seu jardim e antes de comprar os bulbos.

A comprar de bulbos de alta qualidade é muito importante. Como regra geral, quanto maior o bulbo, maior será a flor. Evite bulbos que estejam muchos, secos, ou com mofo ou cortes. Se você não for plantar os bulbos imediatamente após a compra, armazene-os em um local fresco e seco. Não guarde-os dentro de casa ou em uma garagem aquecida.

Depois de escolher a localização e comprar os bulbos, prepare o solo removendo pedras e ervas daninhas, quebrando pedaços de solo, e adicionando fertilizantes especiais para tulipa e farinha de osso. Se você fizer isso, seus bulbos vão durar mais e suas flores vão ficar mais bonitas. Enquanto você puder cavar buracos no chão, você pode continuar a plantar bulbos. O solo deve estar a cerca de 60 graus, 15 a 20 cm de profundidade.

Plante os bulbos com 15 a 20 cm de profundidade com as pontas para cima, isso deve ser de 3 a 4 vezes mais profundo que a largura do bulbo. Deve haver 10 a 15 cm de terra cobrindo o topo do bulbo. Coloque os bulbos na mesma profundidade se você quiser que eles floresçam ao mesmo tempo. Plante os bulbos de 10 a 15 cm separados em conjuntos de 5 a 10. Firme o solo e regue bem. Em climas muito frios, cubra os bulbos com adubo.

Fertilize duas vezes por ano. Comece com adubo antes de as florações aparecerem na Primavera. Em seguida, adicione uma pequena dose de adubo no final da temporada em fevereiro ou março, visando prepará-las para a primavera seguinte. Revolva um pouco o solo na base dos bulbos das plantas, em seguida salpique um pouco de cristais de fertilizante. Como as chuvas da primavera ou a sua irrigação irão embeber o solo ao longo das próximas semanas, os cristais chegarão às raízes e fertilizarão suas flores.

Regue as tulipas regularmente. Se o seu quintal recebe chuva mais de uma vez por semana, isto é ótimo. No entanto, se você vive em um clima mais frio ou seco, então assegure-se de regar em grande quantidade pelo menos uma vez por semana para mantê-las florescendo.

Corte as partes mortas. Quando as flores começarem a murchar e morrer, não se esqueça de cortá-las com tesoura afiada antes que impactem o resto da planta. Cortar as plantas alguns centímetros para baixo no caule, de modo que se separem do resto da planta.

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trevo

O trevo de quatro folhas é uma variação pouco frequente do trevo comum. Segundo a superstição, encontrar este tipo de trevo é um presságio de sorte porque as quatro folhas representariam esperança, fé, amor e fortuna.
Atualmente as sementes de trevos de quatro folhas estão à venda em lojas especializadas. Cultive-as no seu jardim e atraia boas energias.

É necessário que você tenha:
sementes de trevo-de-quatro-folhas (Marsilea quadrifolia)
½ balde de cal

Como plantar
1 – Are a terra do jardim onde você tiver decidido cultivar o trevo. Você pode optar por lugares que recebam sol ou à meia sombra;
2 – Distribua sobre o terreno trabalhado meio balde de cal por metro quadrado e revolva com uma pá ou enxada;
3 – Deixe a cal repousar durante uma semana para ser incorporada pelo solo e aumentar assim seu nível de alcalinidade;
4 – Espalhe as sementes sobre o terreno do modo mais uniforme possível;
5 – Cubra as sementes com uma camada fina de terra que não supere o triplo do tamanho das sementes;
6 – Regue moderadamente sem encharcar para manter o solo sempre úmido. Os trevos não têm tolerância a secas;
7 – A vida produtiva do trevo é de até quatro anos. Durante este período você pode cortá-lo ou permitir as florações.

O trevo é uma planta silvestre comestível e com propriedades medicinais. Ele é utilizado como expectorante, regulador hormonal feminino e diurético.

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dendrobium
O gênero Dendrobium é um dos maiores da família Orquidácea, só perdendo para o gênero Bulbophyllum.
O número de espécies que ele contem não é muito preciso. Muitos botânicos dizem que é de, pelo menos, 1000, enquanto outros acham que é de mais de 1400.
O gênero é tão grande que se pensa em dividi-lo em gêneros menores, mas os taxonomistas não deram sua aprovação. Em vez disso, ele é dividido em seções.

Originalmente do Sudeste da Ásia, o Dendrobium tem uma vasta distribuição: das ilhas do Pacífico ao Himalaia, incluindo Burma, Malásia, Sul da China, Tailândia, Japão, Filipinas, Austrália e Nova Zelândia. Em especial está a Papua Nova Guiné, onde há uma grande quantidade de Dendrobiums diferentes.

A grande maioria dos Dendrobiums é de plantas epífitas. Umas poucas foram encontradas em rochas e outras, em ainda menor número, são terrestres. O nome Dendrobium vem do grego    “dendros” = árvore e “bios” = vida ou, em outras palavras, “planta vivendo nas árvores”.
Adaptado a um vasto número de diferentes “habitats”, os Dendrobiums variam consideravelmente em sua estrutura. As folhas variam em tamanho, de minúsculas a muito grandes, cilíndricas, suculentas, persistentes ou decíduas, longas, estreitas ou largas, com formas curiosas e numa grande variedade de tons de verde. Umas poucas têm pelos.

Os pseudobulbos podem ser ovóides, fusiformes, lisos ou com nós salientes, na forma de canas longas, macias ou duras, pendentes ou eretas. Há plantas com pseudobulbos mínimos, com cerca de 1 cm (Den. delicatum, Den. awesii) e outros que chegam a 5 m.
O Dendrobium é planta simpodial, geralmente com um rizoma do qual novos pseudobulbos ou novas raízes se desenvolvem cada ano.
As flores são muito variáveis em forma, textura, duração e em grande parte são grandes e coloridas.

Quase todas as cores podem ser encontradas nesse gênero, exceto, talvez, o azul, sendo que algumas cores contrastantes numa única flor, o que a torna espetacular. da Den. obtusisepalum, da Nova Guiné, de cor amarela e alaranjada, belíssimo.
Há flores que duram menos que um dia e outras que duram muitos meses, como é o caso do Dendrobium cuthbertsonii, que chegam a durar 9 meses. A maioria tem flores que duram de 2 a 3 semanas. Em poucas plantas as flores são solitárias, mas na maioria elas são em cachos.

Os Dendrobiums são as orquídeas mais floríferas na natureza e também em cultivos com boas condições, o que os fazem mais atrativos e dos mais populares mundialmente. Cada ano mais pessoas se tornam conhecedoras da beleza dos Dendrobiums. É natural, então, que muitos hibridadores tenham se concentrado grandemente nesse gênero. Em muitos casos os híbridos são um melhoramento das espécies e os híbridos modernos são mais fáceis de cultivar do que as espécies colhidas nos seus habitats.
Há Dendrobiums em todos os tipos de climas : frio, temperado, quente úmido e quente seco e embora sejam extremamente diferentes, na maioria dos Dendrobiums, as necessidades são as mesmas.

O cultivo da Dendrobium
Luz
Quase todos gostam de luz natural intensa para que desenvolvam pseudobulbos saudáveis, mas deve ser evitado o sol forte direto, que pode queimar suas folhas. Esse tipo de luz, entretanto, não é necessário o ano todo, mas sim no período de crescimento ativo. Por causa disso é difícil criar Dendrobiums dentro de casa ou sob luz artificial.

Temperatura
Conforme já dissemos, há Dendrobiums para quase todas as condições de temperatura e por causa de suas necessidades especiais, em têrmos de água e calor, é possível dividir o gênero em seis grupos de cultivo, que consideraremos mais adiante.

Umidade e rega
Durante seu período de crescimento, o Dendrobium necessita de regas abundantes, particularmente no verão. Entre uma rega e outra é importante deixar o substrato secar quase completamente. Boa ventilação e a boa secagem das raízes entre as regas são absolutamente essenciais, senão a função respiratória da planta, da qual as raízes são responsáveis, fica seriamente comprometida.
No verão a freqüência das regas é de uma vez a cada dois ou três dias. No outono e no inverno, há duas situações a considerar:
Dendrobium com folhas persistentes: deve ser dada uma quantidade de água que evite os pseudobulbos murcharem (+/- uma vez por semana).
Dendrobium com folhas decíduas: não deve ser regado, a não ser muito espaçadamente, para evitar que ele seque demais.
O nível de umidade deve ser 60-70% durante o crescimento e ele pode ser reduzido grandemente no período de repouso.

Adubação
O Dendrobium em geral necessita de muita adubação e isso deve ser feito no mínimo duas vezes por mês no verão e enquanto está crescendo, com um fertilizante do tipo NPK 30-10-10 ou 20-20-20 e no fim do verão e no outono um fertilizante com mais fósforo (P) para prepará-lo para a floração. Exceção a essa regra geral são as espécies de grande altitude da Nova Guiné, que necessitam bem pouca adubação.
Nunca se deve esquecer de molhar o substrato antes de aplicar o fertilizante. Os livros aconselham que durante o período de repouso não se deve adubar os Dendrobiums, mas há orquidófilos que usam adubo nessa época, porém em menos quantidade.

Replantio e substrato
Replantar é um aspecto importante no cultivo dos Dendrobiums.
Eles devem ficar firmes no vaso, com algum suporte. Plantas frouxas nunca se desenvolvem. O vaso deve ser tão pequeno quanto possível, proporcional ao tamanho das raízes.
Um vaso pequeno garante uma melhor drenagem e a secagem das raízes entre as regas. Sob essas condições o substrato se decompõe muito mais devagar e o replante, que é um evento dramático para o Dendrobium, somente será feito a cada três ou quatro anos. Esse intervalo ajuda a produzir raízes vigorosas, o que não seria o caso se replantado anualmente.
O problema do equilíbrio que surge com plantas longas num vaso pequeno, pode ser resolvido colocando o vaso pequeno dentro de um maior e entre eles pedras ou então dependurando o vaso.
O vaso dependurado é ideal para cultivar Dendrobiums pendentes e mais, essa solução beneficia a planta com mais calor e luz, melhora a drenagem e concorre para seu melhor crescimento. Vasos com aberturas no fundo e na lateral arejam o substrato e o seca mais rapidamente.
Muitos orquidófilos usam placas de xaxim, casca de árvores ou troncos para amarrar os Dendrobiums, criando condições parecidas com as do habitat.
O momento ideal para o replantio é quando as raízes começam a crescer, o que acontece com os Dendrobiums na primavera. É um erro grande replantar quando a orquídea está em repouso, o que pode ocasionar a sua morte.

Algumas precauções a serem a serem observadas :
- Não regar por uma ou duas semanas, mantendo a planta na sombra, onde não seja muito quente.
- Deve-se usar um spray na folhagem para evitar ressecamento.
- O tipo de substrato varia consideravelmente: fibra de coco, pedaços de casca de pinho, etc.
- Não se deve usar sfagno ou outro substrato que retenha muita água.

Propagação
As espécies de Dendrobium são facilmente reproduzidas através das sementes. Também através de meristema ou outras técnicas de cultura de tecidos.
Um método extremamente fácil e bem popular de propagação é através dos keikis, pequenas plantas que se desenvolvem em pseudobulbos, tipo canas antigas, que devem ser destacados quando tiverem dois ou três pseudobulbos e raízes de 5 a 10 cm. Essas mudas são idênticas à planta mãe.
A divisão das plantas, ao replantar, não é um bom método de reprodução. Se a divisão é feita com um rizoma muito curto, o choque da planta pode ser muito grande. A tendência moderna é replantar e deixar um intervalo de umas três semanas antes de fazer a divisão no próprio vaso e não regar dentro de uma semana.
Como em todas as orquídeas simpodiais, a regra dos três pseudobulbos deve ser seguida. Isto produz um melhor efeito estético e as flores serão de melhor qualidade.
O corte de pseudobulbos é outro método de reprodução. É possível cortar um pseudobulbo velho em 10 ou mais peças, cada uma possuindo entrenós. Coloque-os num meio úmido e morno como em areia ou sfagno. Em poucas semanas algumas plantinhas aparecem, tipo keikis, que podem ser plantados mais tarde.

Pragas e doenças
Dendrobiums sofrem com as mesmas pestes que as outras orquídeas criadas num orquidário: ácaros, pulgões e cochonilhas são as piores. Caramujos e lesmas atacam os brotos e botões das flores e devem ser catados à noite.
Também várias bactérias e fungos atacam os Dendrobiums.
Vírus não é um grande problema com os Dendrobiums, a não ser que sejam contaminados por plantas infectadas na coleção.

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Os  cactos necessitam de sol, ventilação e não suportam excesso de umidade. Isso é o básico para quem deseja cultivar cactos. A exceção fica por conta dos mini-cactos (aqueles que encontramos até em supermercados, em pequenos vasinhos) que, em geral, têm menos de três anos. Como ainda são bem jovens, os mini-cactos apresentam menor resistência à exposição direta dos raios solares. Neste caso, é melhor colocá-los em áreas claras e arejadas, mas longe da luz solar direta.

Água
Este é talvez o fator mais importante para o sucesso no cultivo de cactos. A quantidade de água necessária para a manutenção destas plantas depende de outros fatores (terra, drenagem, temperatura, etc.), sendo difícil determinar uma periodicidade exata para as regas. Mas, dá para chegar numa média, de acordo com os períodos do ano. No verão, as espécies com mais de três anos devem ser regadas a cada 5 ou 6 dias; já os mini-cactos a cada 4 dias. No inverno, os cactos mais velhos devem receber água a cada 12 dias e os jovens a cada 8 dias. Toda a terra ao redor deverá ser molhada, mas não encharcada. Deixe que a água seja absorvida antes de colocar mais água.

Terra e fertilizante
A mistura de terra indicada para o cultivo de cactos pode ser obtida misturando partes iguais de areia e de uma boa terra para plantas caseiras. Para fertilizar, recomenda-se, uma vez por mês, substituir a água da rega por um fertilizante líquido básico para plantas verdes diluído na proporção indicada pelo fabricante.

Replantio
Uma questão que sempre se levanta é o replantio dos cactos: geralmente, o cacto deve ser replantado quando o vaso estiver pequeno demais para a planta, lembrando que a mistura de terra do novo vaso deve conter terra vegetal e areia (dessas usadas em construção), para garantir a boa drenagem. Além disso, para retirar o cacto do antigo vaso é preciso muito cuidado, pois os espinhos podem machucar.
Uma boa dica é usar folhas de jornal dobradas várias vezes, em forma de tira, para envolver o cacto e desprender suas raízes com a outra mão (basta torcer levemente o vaso), sem forçar muito, para não quebrar a planta. Depois de solto, é só encaixar o cacto no novo recipiente. Com uma ferramenta de jardinagem pequena, pressione a terra do vaso, para firmar bem a planta.

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hortelã
Ao iniciar o cultivo de ervas medicinais, você deve procurar saber as necessidades dessas plantas e providenciar um local adequado para elas. Para plantá-las em canteiros é preciso avaliar as qualidades do solo e a luminosidade do local. Em interiores, você precisa se preocupar também com o tipo de recipiente.

Solo
De modo geral, as ervas apreciam solos fofos e bem drenados. Os de consistência argilosa são ideais para os canteiros, mas convém que você acrescente um pouco de farinha de ossos, a fim de torná-los mais férteis. Se você for plantar em vasos, use a mistura clássica com partes iguais de terra, areia e composto orgânico. Para garantir boa drenagem, coloque uma camada de pedrinhas no fundo do vaso.

Regas
O excesso de água é um dos principais inimigos das ervas medicinais. Por isso, as regas precisam ser feitas com cuidado. Aplique-as com o auxílio de um regador de crivo fino e nunca use mangueira. Quando for regar plantas de vaso, molhe até a água começar a sair pelo buraco de drenagem. Se o vaso estiver em interiores, disponha um recipiente para captar o excesso de água e retire-a quando parar de pingar. Você também pode regar os vasos deixando-os sobre uma vasilha rasa com água (prato ou bandeja). Aos poucos, a água do recipiente vai se infiltrando pelo buraco de drenagem, e cerca de uma hora depois o vaso já estará úmido. Você pode perceber isso pela coloração da terra na superfície: ela se torna mais escura quando úmida.

Luminosidade
A maior parte das ervas precisa receber mais de cinco horas de sol direto por dia. Mas algumas, como a  hortelã e a erva-cidreira, crescerão bem num local sem luz direta, desde que bem iluminado. Uma janela ensolarada, em geral, é suficiente para cultivá-las. Caso a luminosidade proporcionada pela janela seja pouca, procure completá-la com a utilização de luz artificial. Para isso, basta providenciar uma lâmpada focal (spot). Para locais pouco iluminados naturalmente, o uso de lâmpadas fluorescentes especiais para o cultivo de plantas pode ser a solução. é necessário, no entanto, que você acople a um refletor as lâmpadas que serão utilizadas, a fim de que a luz não se disperse. Se deixadas a uma distância de 30 a 40 cm dessas lâmpadas, as ervas precisarão de 14 a 16 horas de luz e de 8 a 10 horas de escuridão para se desenvolverem bem. Com um pouquinho de prática, você descobrirá quando suas plantas precisarão de mais ou de menos luz.

Temperatura e umidade do ar
As ervas crescerão satisfatoriamente numa atmosfera interna semelhante é ideal para os seres humanos: nem muito seca, nem muito úmida. A umidade relativa do ar deve ser mantida entre 30 e 50%. Se ela for inferior, coloque uma bandeja com uma camada de pedrinhas sob o vaso, e encha de água. A evaporação dessa água dará à planta a umidade de que ela necessita. As temperaturas noturnas baixas não são propícias às ervas. Mas isso não chega a ser problema, com exceção da região sul do Brasil, onde ocasionalmente ocorrem geadas.

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