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Posts com tag ‘cultivo’

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Quem não gostaria de poder colher morangos fresquinhos e apetitosos dentro de sua cozinha, varanda ou terraço?
Não é difícil de fazer uma jardineira com esses adorados frutinhos, basta seguir os passos abaixo:

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Materiais necessários: Manta bidim; Terra preta adubada; Muda de morango; Argila expandida; Serragem; Canivete e Tesoura para poda

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1 – Coloque uma camada de 5 cm de argila expandida na floreira

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2 – Cubra a argila com a manta bidim

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3 – Despeje 15 cm de terra

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4 – Tire as mudas dos vasos com cuidado

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5 – Acomode-as na terra, deixando um espaço de 10 cm entre uma e outra

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6 – Coloque terra em torno das raízes

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7 – Preencha com terra, compactando o material até as mudas ficarem estáveis

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8 – Cubra a superfície de terra com serragem para evitar que o morango apodreça em contato com a umidade

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9 – Faça uma poda de limpeza, tirando as folhas machucadas e ressecadas

Agora, basta deixar o vaso em uma área ensolarada, regando-a diariamente no fim da tarde. A terra deve ficar umedecida, nem seca, nem encharcada. Repita a poda de limpeza quando houver necessidade

Entre os meses de Maio e Setembro, você já poderá colher os seus morangos. Em torno de dois a três anos após a primeira colheita. É  recomendável trocar as mudas, pois a planta vai diminuindo a produção

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Orquídea Vanda

Luminosidade
Este é um fator muito importante para o cultivo de uma Vanda, as vandas precisam de luz para florescer e crescer com vigor. Uma Vanda que não está florescendo, muito provavelmente está recebendo menos luz do que o necessário. Essas orquídeas florescem com sombreamentos em uma escala de 70% de sombra a sol pleno. A maioria adapta-se muito bem com telas que deixam passar 40% da luminosidade do sol.

A família das Vandas engloba várias orquídeas, entre elas: as do gênero Renanthera, Rhynchostylis, Ascocentrum, entre outras. Podem ser cultivadas diretamente no sol, em jardins, praças ou coberturas. As demais vandas, quando usadas em paisagismo, podem ficar protegidas pelos galhos de árvores maiores, seja quando penduradas ou fixadas nos troncos dessas árvores, ou também em locais onde a luz solar não incida nos períodos mais quentes do dia.

- Sintomas de baixa luminosidade: folhas com colorido verde muito escuro, ausência ou baixo índice de floração por mais de um ano em Vandas adultas, enfraquecimento da planta com perda de folhas e maior suscetibilidade a doenças.

- Sintomas de excesso de luz: Folhas amareladas ou com queimaduras, perda de folhas e algumas vezes desidratação.

Ventilação
É muito importante que as Vandas estejam em um ambiente arejado. Essa medida ajuda na saúde das plantas pois facilita que sequem mais rápido evitando o aparecimento de doenças.
O vento também proporciona às plantas uma limpeza dos possíveis microorganismos nela instalados.
As Vandas se bem fixadas em árvores no jardim, suportam ventos fortes. Para as plantas suspensas, proteja das rajadas de vento. Como dito anteriormente, o vento deve ser evitado em temperaturas mais baixas.

Floração abundante
Você já sabe que o principal fator para uma excelente floração das Vandas é a quantidade de luz que ela recebe.
As Vandas podem florescer até quatro vezes ao ano e a cada florada portar mais flores em suas hastes. Uma Vanda bem florida é fascinante.
Alguns cuidados neste período podem ser bem interessantes para deixar a sua planta ainda mais bonita. Quando os botões já estiverem definidos, evite borrifá-los com adubo. Essa regra também vale para as flores, pois o sal do adubo junto com sol e calor podem provocar micro-queimaduras nas pétalas, prejudicando muito a estética da planta.

Água: principal elemento no cultivo
As Vandas adoram água, elas devem ser regadas abundantemente e de preferência todos os dias, a não ser em regiões ou estações frias.

A rega ideal é no início da manhã para dar à planta tempo de secar até que os raios solares aumentem de intensidade. Em média, em duas horas estarão secas.

Alguns cultivadores preferem colocar substrato na cesta plástica das vandas, para que assim retenham mais umidade e não seja necessário regas diárias (só recomendo este método para cultivadores experientes).

A água da chuva é a melhor a ser usada para qualquer vegetal, inclusive para as Vandas.

Em regiões frias, não molhe a planta se a temperatura estiver abaixo de 12°C. Se o frio permanecer por semanas, estabeleça um ritmo de duas regas semanais apenas, mas sempre molhando acima desta temperatura.

Para molhar suas Vandas, utilize uma mangueira com ponta tipo chuveiro, sem jato forte. Molhe intensamente toda a planta até que as raízes mudem de coloração para um verde mais intenso. Isso significa que a planta absorveu a água.

Temperatura
As Vandas são muito resistentes e vivem muito bem em temperaturas entre 12°C a 40°C, em dias mais quentes, é aconselhável ventilar mais, ou elevar a umidade do ar.
Já foram feitas experiências com Vandas em temperaturas de até 4°C por um período curto de tempo, alguns sintomas apresentados pelas plantas foram a perda dos botões e a parada momentânea de crescimento das raízes. Logo que a temperatura aumenta, a planta volta ao seu crescimento normal. Se o frio for muito intenso durante vários dias seguidos, é necessário protegê-la do vento.
A temperatura muito baixa faz a planta parar de crescer, retomando o seu metabolismo semanas depois.

Adubando sua vanda corretamente
As Vandas precisam de muito alimento, pois crescem indefinidamente. Com isso para se manterem fortes, saudáveis e com excelentes e várias floradas anuais, é muito importante fornecer uma boa alimentação a elas.
O adubo Plant Prod, usado em duas formulações: 20-20-20 ou  15-30-15 (quando sai o pendão floral) na concentração de 1 gr / l (gramas por litro). Além do Nitrogênio, Fósforo e Potássio que são indispensáveis às plantas, este adubo também dispõe em sua formulação outros micronutrientes.
A adubação deve ser feita diluindo-se bem o adubo em água e após regando toda a planta abundantemente.
O adubo deve ser aplicado preferencialmente cedo pela manhã antes do sol bater nas plantas.

Como plantar sua vanda
O plantio de uma Vanda é uma etapa muito importante do cultivo da planta, elas adaptam-se em diversos ambientes.

Cada vez mais estão sendo usadas em paisagismo, fixadas em árvores ou colocadas próximas ao chão com um suporte tipo tutor.

Também podem ser penduradas embaixo de árvores que permitam boa luminosidade, próximo a janelas de apartamentos ou casas e em vários outros ambientes claros.

Com flor, as Vandas podem ser levadas para decorar outros ambientes e até colocadas em vasos fechados enrolando suas raízes, para isso umedeça as raízes anteriormente.

Quanto mais fresco e sombreado o local, mais tempo durarão as flores, uma vanda florida pode permanecer até 45 dias com flor.

Mas lembre-se, para que sua vanda floresça novamente ela não poderá permanecer em locais muito sombreados após a queda das flores.

O vaso para as Vandas serve apenas como um suporte de fixação, algumas delas podem  até mesmo sem vaso, as raízes nunca devem ficar enterradas em qualquer que seja o substrato, a não ser plantas muito jovens, que podem ser cultivadas em vasos com brita, musgo, pedaços de madeira, etc.

As Vandas são orquídeas monopodiais (crescem na vertical) e epífitas (entrelaçam suas raízes em outras plantas para sua fixação), desta forma, as raízes aéreas devem ficar soltas. A melhor forma é suspendê-las em cestas plásticas ou de madeira, usando um arame.

O material mais utilizado são as cestas plásticas devido à menor incidência de fungos, pois secam rapidamente.

Nas cestas elas ficam livres para emitir suas raízes em qualquer direção, o tamanho da cesta pode ser pequeno, aproximadamente 10 cm para uma planta adulta, se for pendurar uma planta jovem, faça numa cesta deste tamanho para que não haja remoção quando a planta crescer, pois as Vandáceas sentem quando são removidas.

Havendo necessidade de replante, deixe as raízes totalmente submersas com a cesta num recipiente com água até que as mesmas amoleçam e seja mais fácil colocá-las na cesta maior.

Obs.: Não deixar as vandas a pleno sol no verão por mais de 30 min. Resultado vai queimar as folhas e aparecer uma mancha oval escura.
Nunca molhar depois de 17:00 h, elas devem passar a noite secas.

Dia-de-Chuva

Amor perefeito

O amor-perfeito é uma perene utilizada como anual pela maioria das pessoas. Ela se desenvolve bem quando as temperaturas à noite ficam em torno de 10°C, e é uma das flores de inverno mais comuns no sul e sudeste. Quando começa a esquentar geralmente ficam feias e são substituídas.

Em lugares realmente frios ficam dormentes até a Primavera e florescem durante Primavera e Verão. Nesses climas o amor-perfeito está sempre bonito e é utilizado como perene.

São plantas pequenas, com 10 a 20 cm de altura dependendo da variedade, e que formam pequenos montes com as flores aparecendo acima da folhagem. As flores variam muito em tamanho, podendo ir de 3 até 10 cm, sendo que o tempo frio colabora para que fiquem maiores.

É possível encontrar amor-perfeitos de todas as cores imagináveis: amarelo, laranja, vermelho, azul, violeta, roxo e até mesmo preto! Devido ao grande número de cores, milhares de cultivares estão disponíveis apresentando diversos padrões. Os mais comuns são os gigantes suiços, com manchas pretas que parecem faces olhando para você.

A planta não existe na natureza e é resultado de extensivo cruzamento entre as espécies Viola tricolor, Viola lutea, Viola altaica e algumas outras. A maioria dessas são nativas da Europa e Ásia Menor.

Crescem em quase qualquer tipo de solo, porém precisam de muita matéria orgânica para alimentar a produção de flores. Em climas frios preferem sol pleno e meia sombra onde é mais calor. Podem ser plantadas na sombra, mas a quantidade de flores irá diminuir.

Propagação
A propagação é feita facilmente por sementes que devem ser plantadas no fim do verão (de preferência em Março), para que estejam em tamanho de floração no inverno.

É importante que a temperatura ultrapasse os 25° nas primeiras horas após o plantio, pois isso leva à dormência das sementes.

Plante de preferência no fim da tarde, quando já estiver mais fresco, e deixe o vaso exposto durante a noite para resfriar. Podem ser enterradas a alguns milímetros de profundidade e germinam em 3 a 5 dias.

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Aceroleira

A acerola é considerada uma fruta rústica e de fácil adaptação, por isso ela pode ser cultivada em vários lugares, suportando as diversas influências do clima. Entretanto, para que a árvore frutífera se desenvolva sem dificuldades e dê bons frutos, seu plantio deve acontecer em áreas com clima tropical ou subtropical (temperatura ideal é 26ºC).

O cultivo da acerola em casa
A acerola é uma das frutas mais fáceis de cultivar em casa devido o seu caráter adaptável. O pé com as saborosas frutinhas pode crescer no pomar, no jardim ou mesmo em grandes vasos. Mas, para que a planta se desenvolva de forma saudável, é necessário reconhecer as suas necessidades básicas.

O cultivo da acerola é intenso durante a temporada de calor e não requer muitas chuvas para que os frutos se desenvolvam. Entretanto, como qualquer planta, é essencial regar periodicamente, renovar o adubo e fazer podas. Não há restrições quanto ao tipo de terra usada no cultivo, podendo o solo ser arenoso ou argiloso.

A propagação das acerolas pode ser feita através das sementes, mas este meio acaba comprometendo a uniformidade do pomar. É mais aconselhável comprar uma muda pronta feita por um produtor credenciado para dar início ao seu cultivo em casa.

- O primeiro passo consiste no preparo do terreno, que deve estar arado e gradeado para que a planta encontre condições de se desenvolver. Faça covas na medida certa para o plantio, com pelo menos 30 dias de antecedência, valorizando as dimensões de 40 x 40 x 40 cm.

- As covas devem ser adubadas para que o solo se torne fértil e permita o desenvolvimento da aceroleira. Misture com a terra o esterco de curral, 200 g de superfosfato, 3 gramas de zinco e 1 litro de torta de mamona. Preencha as covas.

- Plante a muda e aguarde os primeiros sinais de crescimento. Quando a planta atingir de 60 a 70 cm é necessário fazer a primeira poda para que os ramos se formem melhor.

- A planta começa a produzir frutos com dois ou três anos após o início do cultivo. O período que se estende do florescimento a formação das frutinhas dura em média 20 dias.  Com relação à colheita, ela dura oito meses em regiões de clima quente e de quatro a seis meses em áreas de temperatura amena.

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Luminosidade
Este é um fator muito importante para o cultivo de uma Vanda, as vandas precisam de luz para florescer e crescer com vigor. Uma Vanda que não está florescendo, muito provavelmente está recebendo menos luz do que o necessário. Essas orquídeas florescem com sombreamentos em uma escala de 70% de sombra a sol pleno. A maioria adapta-se muito bem com telas que deixam passar 40% da luminosidade do sol.

A família das Vandas engloba várias orquídeas, entre elas: as do gênero Renanthera, Rhynchostylis, Ascocentrum, entre outras. Podem ser cultivadas diretamente no sol, em jardins, praças ou coberturas. As demais vandas, quando usadas em paisagismo, podem ficar protegidas pelos galhos de árvores maiores, seja quando penduradas ou fixadas nos troncos dessas árvores, ou também em locais onde a luz solar não incida nos períodos mais quentes do dia.

- Sintomas de baixa luminosidade: folhas com colorido verde muito escuro, ausência ou baixo índice de floração por mais de um ano em Vandas adultas, enfraquecimento da planta com perda de folhas e maior suscetibilidade a doenças.

- Sintomas de excesso de luz: Folhas amareladas ou com queimaduras, perda de folhas e algumas vezes desidratação.

Ventilação
É muito importante que as Vandas estejam em um ambiente arejado. Essa medida ajuda na saúde das plantas pois facilita que sequem mais rápido evitando o aparecimento de doenças.

O vento também proporciona às plantas uma limpeza dos possíveis microorganismos nela instalados.

As Vandas se bem fixadas em árvores no jardim, suportam ventos fortes. Para as plantas suspensas, proteja das rajadas de vento. Como dito anteriormente, o vento deve ser evitado em temperaturas mais baixas.

Floração abundante
Você já sabe que o principal fator para uma excelente floração das Vandas é a quantidade de luz que ela recebe.

As Vandas podem florescer até quatro vezes ao ano e a cada florada portar mais flores em suas hastes. Uma Vanda bem florida é fascinante.

Alguns cuidados neste período podem ser bem interessantes para deixar a sua planta ainda mais bonita. Quando os botões já estiverem definidos, evite borrifá-los com adubo.

Essa regra também vale para as flores, pois o sal do adubo junto com sol e calor podem provocar micro-queimaduras nas pétalas, prejudicando muito a estética da planta.

Água: principal elemento no cultivo
As Vandas adoram água, elas devem ser regadas abundantemente e de preferência todos os dias, a não ser em regiões ou estações frias.

A rega ideal é no início da manhã para dar à planta tempo de secar até que os raios solares aumentem de intensidade. Em média, em duas horas estarão secas.

Alguns cultivadores preferem colocar substrato na cesta plástica das vandas, para que assim retenham mais umidade e não seja necessário regas diárias (só recomendo este método para cultivadores experientes).

A água da chuva é a melhor a ser usada para qualquer vegetal, inclusive para as Vandas.

Em regiões frias, não molhe a planta se a temperatura estiver abaixo de 12°C. Se o frio permanecer por semanas, estabeleça um ritmo de duas regas semanais apenas, mas sempre molhando acima desta temperatura.

Para molhar suas Vandas, utilize uma mangueira com ponta tipo chuveiro, sem jato forte. Molhe intensamente toda a planta até que as raízes mudem de coloração para um verde mais intenso. Isso significa que a planta absorveu a água.

Temperatura
As Vandas são muito resistentes e vivem muito bem em temperaturas entre 12°C a 40°C, em dias mais quentes, é aconselhável ventilar mais, ou elevar a umidade do ar.

Já foram feitas experiências com Vandas em temperaturas de até 4°C por um período curto de tempo, alguns sintomas apresentados pelas plantas foram a perda dos botões e a parada momentânea de crescimento das raízes. Logo que a temperatura aumenta, a planta volta ao seu crescimento normal. Se o frio for muito intenso durante vários dias seguidos, é necessário protegê-la do vento.

A temperatura muito baixa faz a planta parar de crescer, retomando o seu metabolismo semanas depois.

Adubando sua vanda corretamente
As Vandas precisam de muito alimento, pois crescem indefinidamente. Com isso para se manterem fortes, saudáveis e com excelentes e várias floradas anuais, é muito importante fornecer uma boa alimentação a elas.
O adubo Plant Prod, usado em duas formulações: 20-20-20 ou  15-30-15 (quando sai o pendão floral) na concentração de 1 gr / l (gramas por litro). Além do Nitrogênio, Fósforo e Potássio que são indispensáveis às plantas, este adubo também dispõe em sua formulação outros micronutrientes.
A adubação deve ser feita diluindo-se bem o adubo em água e após regando toda a planta abundantemente.
O adubo deve ser aplicado preferencialmente cedo pela manhã antes do sol bater nas plantas.

Como plantar sua vanda
O plantio de uma Vanda é uma etapa muito importante do cultivo da planta, elas adaptam-se em diversos ambientes.

Cada vez mais estão sendo usadas em paisagismo, fixadas em árvores ou colocadas próximas ao chão com um suporte tipo tutor.

Também podem ser penduradas embaixo de árvores que permitam boa luminosidade, próximo a janelas de apartamentos ou casas e em vários outros ambientes claros.

Com flor, as Vandas podem ser levadas para decorar outros ambientes e até colocadas em vasos fechados enrolando suas raízes, para isso umedeça as raízes anteriormente.

Quanto mais fresco e sombreado o local, mais tempo durarão as flores, uma vanda florida pode permanecer até 45 dias com flor.

Mas lembre-se, para que sua vanda floresça novamente ela não poderá permanecer em locais muito sombreados após a queda das flores.

O vaso para as Vandas serve apenas como um suporte de fixação, algumas delas podem  até mesmo sem vaso, as raízes nunca devem ficar enterradas em qualquer que seja o substrato, a não ser plantas muito jovens, que podem ser cultivadas em vasos com brita, musgo, pedaços de madeira, etc.

As Vandas são orquídeas monopodiais (crescem na vertical) e epífitas (entrelaçam suas raízes em outras plantas para sua fixação), desta forma, as raízes aéreas devem ficar soltas. A melhor forma é suspendê-las em cestas plásticas ou de madeira, usando um arame.

O material mais utilizado são as cestas plásticas devido à menor incidência de fungos, pois secam rapidamente.

Nas cestas elas ficam livres para emitir suas raízes em qualquer direção, o tamanho da cesta pode ser pequeno, aproximadamente 10 cm para uma planta adulta, se for pendurar uma planta jovem, faça numa cesta deste tamanho para que não haja remoção quando a planta crescer, pois as Vandáceas sentem quando são removidas.

Havendo necessidade de replante, deixe as raízes totalmente submersas com a cesta num recipiente com água até que as mesmas amoleçam e seja mais fácil colocá-las na cesta maior.

Obs.: Não deixar as vandas a pleno sol no verão por mais de 30 min. Resultado vai queimar as folhas e aparecer uma mancha oval escura.
Nunca molhar depois de 17:00 h, elas devem passar a noite secas.

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pimenta-dedo-de-moçapimenteira+dedo-de-moça

Essas plantas de sabor picante usadas na culinária estão cada vez mais presentes em residências, escritórios e outros locais como parte da decoração interna. A pimenteira chama a atenção principalmente pelo jogo de cores entre o vermelho da pimenta e o verde de suas folhas, e atualmente muitas floriculturas já vendem a planta para quem deseja tê-la em casa.

A pimenta também atrai os olhares devido às alterações de cor que se verificam nas fases de amadurecimento da planta e que transitam entre o verde, o laranja e o vermelho vibrante.

No Brasil, a planta é cultivada principalmente pela agricultura familiar. Não suporta não suporta geadas e tem sensibilidade às baixas temperaturas.

Para cuidar da planta, é preciso primeiro saber o quanto regar. As regas devem ser regulares. A pimenteira não gosta de ficar encharcada, mas se deve evitar que a terra fique completamente seca, o ideal e manter a terra sempre úmida.

A planta deve ficar exposta ao sol menos um período do dia, seja manhã ou tarde. O ideal é 4 horas de exposição.

Fique atento: depois de dar frutos, ela começa a murchar cada vez mais. O processo de frutificação exige muita energia da planta e, portanto, após sua frutificação o ideal é realizar o replantio, a poda de galhos e folhas secas ou mortas, adubar e manter as regas diárias.

O cultivo da pimenta deve ser feito em solo fértil, profundo e bastante drenado. Quem for plantar em casa, pode dar preferência para pimenteiras de porte menor e com pimentas vermelhas e o ideal é adquiri-las com produtores se for cultivá-las em vasos.

Entre os cuidados para cultivar pimenta está a necessidade de não se encharcar as plantas quando for irrigar as mudas e também escolher plantas mais resistentes, usar corretamente bactericidas e fungicidas para afastar doenças.

A colheita da pimenteira acontece normalmente de 50 a 55 dias depois que a planta floresce e a poda deve ser feita depois da frutificação.

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suculentas

Muitas espécies de suculentas adaptam-se bem em ambientes fechados. Crássulas mantêm-se bem perto de janelas com sol constante (norte), enquanto Haworthias preferem sol mais fraco (janelas voltadas para o sul). Aloes e Gasterias podem manter-se à meia-sombra. Plantas pendentes, como Ceropegias e Hoyas também se adaptam bem a ambientes internos. Echeverias e Rosularias também preferem janelas com pelo menos 4 horas de sol.

Alguns cuidados ao manter plantas suculentas em vasos:
a) Certifique-se que o vaso tem tamanho suficiente para acomodar as raízes com folga. Raízes precisam de espaço para desenvolver-se.
b) Várias espécies de suculentas podem ser agrupadas em um único vaso. Tome o cuidado de colocar juntas apenas as espécies com as mesmas necessidades de solo, água e sol. Cuide também para que plantas mais altas não façam sombra em plantas pequenas.

Fora de casa
Muitas suculentas preferem ambientes externos. Podem suportar bem geadas, no entanto, aconselha-se protegê-las de temperaturas menores que 5ºC. A boa ventilação também colabora para o bom desenvolvimento das suculentas fora de casa.

Crássulas desenvolvem-se bem ao ar livre, mas não toleram geadas fortes. Gasterias, Aloes e Haworthias preferem locais sombreados. Algumas espécies de pequeno porte (algumas echeverias e crassulas) não gostam do ambiente externo e precisam da proteção de um local fechado.

Algumas agaves e crassulas podem alcançar tamanhos realmente grandes. Algumas espécies de Crassulas podem alcançar 3 metros de altura.

Como cultivar
As suculentas se propagam principalmente por estaquia de folhas ou estaquia de ramos (é só tirar um galhinho e colocar pra enraizar).

A substrato ideal de plantio é uma mistura de partes iguais de terra comum, areia grossa e 1/2 parte de húmus de minhoca e encher um caixote, desses de uva mesmo. Distribua as  folhas e deixe enraizando.

Se forem poucas, já podem ser plantadas diretamente no vasinho onde vão ficar, economiza tempo e espaço.

Pra escolher a folha: ela já deve estar adulta e bem carnosa, sem aparência enrugada, ou amarelada. Essa folha vai ser a reserva da sua muda até que ela possa produzir sozinha seu próprio alimento.

Cuidados com Suculentas
A maioria das suculentas são muito resistentes e, ao contrário de muitas outras plantas, prosperar em abandono! Elas requerem cuidados mínimos e, a seguir apenas algumas orientações simples, vai fazer bem.

Luz
Suculentas podem ser cultivadas dentro ou fora, mas, como outras plantas, elas precisam de muita luz. A maioria exige ou filtrada dom maior parte do dia ou 1 a 2 horas de sol direto por dia. Muitos vão sobreviver muito bem em pleno sol, mas no Verão você vai precisar para apresentá-los em etapas: 1-2 horas na primeira semana, 3-4 horas da próxima semana, todos os dias. Algumas espécies requerem apenas boa iluminação, por exemplo: Aloe, Scilla, Gasteria, Haworthia.

Água
A quantidade de água necessária depende de muitos fatores: tipo de recipiente (terracota secam mais rápido do que outros vasos), o tamanho do recipiente, a altura do recipiente, época do ano, a posição, calor, etc umidade,

Durante os meses mais quentes, a água cuidadosamente, em seguida deixar o solo secar antes de ir para reidratação. Coloque o seu dedo um par de centímetros para baixo no solo e sentir se o solo está úmido. Em caso de dúvida, é mais seguro do que submarinos exagere. Suculentas armazenam água em seus caules e folhas e podem tolerar períodos de seca sem danos.

Durante os meses de frio, a água com menor freqüência e menos profundamente. Tente água pela manhã, quando um dia ensolarado é esperado para que qualquer excesso evaporar ao sol.

Quando cultivada em um vaso alto, você vai precisar tomar cuidado quanto as regas, pois  como suas raízes não alcançam o fundo do vaso, qualquer excesso de água na base pode causar doenças fúngicas. Tente apenas metade de um copo a cada rega. Você pode tentar colocar bolas de isopor na base de cerca de um terço da altura para ajudar a evitar isso e para auxiliar a drenagem.

Pragas e Doenças
Muitas suculentas são propensas a Mealy Bug (que aparecem como pequenas bolas brancas nas folhas para o interior da planta) e pulgões (minúsculos insetos negros, muitas vezes sobre as flores). A pulverização com Confidor regular nos meses mais quentes vão impedir os danos do inseto.

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flores

Para aqueles que estão plantando sementes pela primeira vez, fica difícil acreditar que algo tão pequeno possa dar origem a uma planta tão grande, mas você ficará surpreso com a velocidade que essas plantas crescem!

Dicas específicas para plantar sementes de petúnias pendentes:

- Evite plantar suas sementes diretamente no local definitivo. Um dos melhores lugares para plantá-las são potes de iogurtes vazios; ocupam pouco espaço, e na hora do transplante basta quebrá-los e retirar a planta sem estressá-la.

- Nunca plante mais que três sementes no mesmo pote. Separar muitas plantas juntas, além de trabalhoso, irá perturbar demais as raízes delas.

- Não enterre as sementes, pois elas precisam de luz. No escuro não irão germinar. Também tenha certeza de que a capinha amarela se desmanchou, pois dentro dela a semente não consegue receber luminosidade.

- Quanto mais calor mais rápido irão nascer. No frio também podem demorar até 2 semanas (contra alguns dias em situações quentes). Mantenha o solo encharcado (mas sem água parada) até que veja os primeiros sinais de verde, e depois disso deixe que seque um pouco para que as raízes possam receber oxigênio. E o mais importante, não exponha as sementes ao sol direto de forma alguma.

Transplantando e fertilizando

Quando suas plantas estiverem com dois pares de folhas, é uma boa idéia colocar cada uma em um pote individual (caso tenha colocado mais de uma semente). Antes de fazer isso regue bem para ter certeza de que as raízes estarão hidratadas. Em alguns dias elas já estarão acostumadas com o novo local e as raízes rapidamente começarão a ocupar o espaço novo.

A partir deste momento o crescimento começa a ser muito acelerado, e os nutrientes do solo são consumidos rapidamente, portanto é hora de começar a fornecer um “alimento” extra. Inicialmente é melhor usar uma dose bem baixa de fertilizante líquido – 2 ml de fertilizante em 1 litro de água. Utilize essa mistura para regar a planta uma vez por semana, molhando até que a água escorra pelo fundo do pote. Lembre-se que o fertilizante sempre deve ser aplicado no solo úmido (nunca seco)!

Crescendo em local com luminosidade adequada, e recebendo o fertilizante semanalmente, um mês após a germinação sua planta estará parecida com a da foto acima. Nesse estágio as raízes já ocuparam todo o espaço disponível e começam a sair pelos furos de drenagem, um sinal de que precisam de um lugar maior para continuar crescendo!

Plantio e Crescimento
Um dos fatores mais importantes na hora do plantio é o espaçamento. Lembre-se que suas mudas irão crescer tanto abaixo quanto acima do solo, dê espaço para as raízes e para os galhos que irão nascer em breve. Ao plantar em vasos deixe pelo menos 25 cm de espaço entre uma planta e outra.

Caso tenha disponível, misture fertilizante em grãos no substrato que irá utilizar no vaso, pois eles dissolvem aos poucos e darão nutrientes para as plantas a longo prazo.

Escolha de preferência um dia nublado para fazer o transplante, melhor ainda se estiver chovendo. Após plantá-las no local definitivo, seja ele um vaso ou o próprio jardim, não aplique fertilizante líquido por uma semana, pois é o período que as raízes precisam para se adaptar.

Depois de adaptada, a planta estará pronta para ocupar todo espaço novo que recebeu e para isso precisa receber nutrientes novamente. A partir de agora faça uma mistura de 2,5 ml de fertilizante em 1 litro de água e aplique duas vezes na semana, todas as semanas! Quando as flores começarem a surgir, a petúnia irá gastar muita energia na produção delas, e uma semana sem receber a mistura irá fazer diferença.

Você também irá notar que, até então, suas plantas estavam crescendo apenas para cima, e não ‘pendentes’ como na foto. Esse hábito só começa a aparecer de 7 a 8 semanas após o plantio, quando brotos começarão a aparecer no nó (junção da folha com o caule) de cada uma das folhas de sua petúnia.

Agora, cada um desses brotos irá rapidamente crescer e dará origem a um galho, fazendo com que sua pequena planta com apenas um galhinho de uma hora pra outra fique muito bem ramificada, com 8 a 10 brotos laterais.

Quando os galhos já estiverem grandes e a planta bem estruturada, aos poucos as flores começam a aparecer, apenas algumas inicialmente mas rapidamente surgirão em toda a sua extensão. A petúnia é uma planta de dia longo, o que significa que irá florir mais rapidamente nos dias com mais de 12 horas de luz (Primavera e Verão).

Manutenção
O três fatores mais importante para manter suas plantas saudáveis são sol, água e fertilizante. A partir dessa combinação a planta produz energia para continuar viva, e a falta de qualquer um deles irá prejudicar o desempenho.

A rega deve ser feita de preferência pela manhã, mas pode ocorrer à noite também. O importante é que as plantas estejam bem hidratadas antes do sol quente (após as 10 da manhã). Em vasos ela pode ser regada diariamente, e duas vezes por dia nos dias mais quentes. As petúnias crescem melhor com o solo sempre úmido, mas não encharcado, portanto certifique-se de que o vaso tem boa drenagem.

Além disso, é importante remover as flores velhas. Além de melhorar a aparência e evitar a propagação de fungos nos tecidos em decomposição, fazendo isso você evita a formação de sementes. Lembre-se sempre que o objetivo principal de todo ser vivo, portanto de toda a planta, é se reproduzir. Quando a petúnia começa a produzir muitas sementes, as substâncias químicas dentro dela entendem isso como um sinal de “missão cumprida”, e a produção de flores diminui drasticamente.

Pelo menos a cada 15 dias perca alguns minutos e corte com algum objeto bem afiado todas as flores velhas e cápsulas de sementes que estejam em formação. O modo correto é cortar o próprio galho em que a flor fica. Não adianta apenas arrancar a flor, pois o local em que as sementes se formam continua lá. Veja as fotos para entender melhor:

Para quem gosta de coletar sementes, lembre-se que as petúnias pendentes são híbridas, e as sementes produzidas por elas na maioria das vezes não irá gerar plantas iguais à planta mãe. Após algumas gerações de sementes colhidas as petúnias acabam retornando ao seu fenótipo original – flores roxas ou rosas.

Problemas Comuns
As petúnias são organismos vivos, e estão sujeitas à todo tipo de problema. Aqui estão os mais comuns desde erro humano até problemas com insetos.

Espaçamento
O problema de espaçamento não tem solução, portanto é um ponto que irei insistir novamente. As petúnias começam pequenas, mas depois ficam muito grandes, e se não receberem espaço adequado acabam cobrindo todas outras plantas que forem colocadas no vaso com elas. Tenho bastante experiência com plantas e depois de muitos erros e acertos  passei a usar o mínimo de plantas possível por vaso.

A situação mais comum e acaba acontecendo com todo mundo pelo menos uma vez, é o esquecimento de regar uma planta. Plantas no solo precisam de bem menos água do que as de vaso, e demoram mais para sentir a falta de água. Já as de vaso sentem muito rapidamente, e às vezes até parecem que morreram. Não se desespere, pois as petúnias têm grande facilidade em se recuperar desse tipo de situação. Primeiro retire-as do sol e do vento o mais rápido possível, e em seguida molhe o solo diversas vezes, fazendo com que a água penetre até o fim do vaso. Se for possível, mergulhe o vaso em água e deixe mergulhado por 5 minutos. Mantenha na sombra até que se recuperem, e não coloque fertilizante na planta por pelo menos uma semana, até que se recupere.

Folhas inferiores amarelando: Esse é o sintoma mais claro de excesso de água. Somente regue seus vasos se o solo estiver seco ao tato, e prefira regar uma vez só com bastante água à ficar regando várias vezes.

Folhas amarelando (planta inteira): Quando as petúnias estão com as folhas verde claras ou amarelas e o crescimento lento, o motivo mais provável é a falta de nitrogênio. Aplique o fertilizante regularmente e em algumas semanas elas devem voltar a cor normal. Outro possível motivo é a falta de água, que altera o pH do solo e gera deficiência na absorção de ferro nas plantas. Nesse caso mantenha o solo sempre bem irrigado.

Folhas roxas/caules roxos: É resultado da falta de fósforo para as plantas. Esse tipo de sintoma é comum durante o inverno em lugares frios, e some assim que as temperaturas aumentam. Caso as folhas estejam roxas e as temperaturas não estejam baixas, então a dose de fertilizante não está sendo suficiente. O número correspondente ao fósforo é o segundo número que aparece na embalagem dos fertilizantes.

Folhas secas e quebradiças, flores deformadas: Quando há excesso de fertilizante no solo, a planta pode ficar intoxicada e o crescimento novo começa a nascer com problemas. As folhas não se desenvolvem direito, e ficam duras, como se tivessem sido queimadas, já as flores ficam deformadas e não chegam a abrir direito. Essa situação não tem solução, a não ser esperar que a planta se recupere, o que pode demorar mais de 1 mês. Evite esse tipo de problema aplicando fertilizante sempre numa dose abaixo da recomendada na embalagem.

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Essas são as maiores dúvidas de quem gosta de cultivar Rosas.

Onde plantar?
De preferência, num local ensolarado e bem arejado. Para florescer bem e praticamente o ano todo, a roseira precisa de sol pleno, ou seja, pelo menos de 6 a 7 horas diárias de luz solar direta. Recomenda-se um local arejado, para evitar a o surgimento de fungos nas folhas e flores, especialmente em regiões chuvosas.

Que tipo de solo é mais adequado?
As roseiras podem se desenvolver bem em qualquer tipo de solo, mas é preferível garantir uma terra mais para argilosa, que tenha boa drenagem. O solo rico em húmus é especialmente benéfico para as rosas. Quanto ao pH, o índice ideal situa-se entre 6,5 e 7 (neutro). Em lojas de produtos para jardinagem, é possível adquirir kits para medir o pH do solo. Se for necessário fazer a correção, uma boa dica é a seguinte: a adição de 150g de calcário dolomítico por m2 de canteiro eleva em 1 ponto o índice de pH; por outro lado, 150g de sulfato de ferro por m2, diminui o pH em 1 ponto.

Como preparar o canteiro?
Cerca de uma semana antes de plantar as mudas, cave bem a terra até cerca de 40 cm de profundidade. Para cada m2 de canteiro, incorpore uma mistura de 15 Kg de esterco curtido de gado e 200g de farinha de ossos.

Qual é o espaçamento que devemos deixar entre as mudas na hora do plantio?
Existem vários tipos ou variedades de roseiras (silvestres, híbridas-de-chá, sempre-floridas, miniaturas, rasteiras, arbustivas, trepadeiras e cercas-vivas) e o espaçamento vai depender da variedade de rosa que estiver sendo plantada. É possível basear-se no seguinte:
· arbustivas: 1 metro entre as mudas
· trepadeiras: de 1 a 2 metros entre as mudas
· cercas-vivas: 50 a 80 cm entre as mudas
· híbridas-de-chá e sempre-floridas: 50 cm entre as mudas
· miniaturas: 20 a 30 cm entre as mudas
· rasteiras: 30 cm entre as mudas

Qual é o período ideal para o plantio?
Se o plantio for feito com mudas “envasadas” (normalmente vendidas em sacos plásticos), não há restrição para o plantio: pode ser feito em qualquer época do ano, mas os especialistas recomendam evitar os meses mais quentes, sempre que possível. Já para o plantio com mudas chamadas de “raiz nua”, o período mais indicado vai da segunda metade do Outono à primeira metade da Primavera.

Como devem ser as regas das roseiras?
Logo após o plantio das mudas e até a primeira floração, regue moderadamente, mas todos os dias. Depois disso, recomenda-se regar uma vez por semana no inverno e duas vezes por semana em época de seca. Na temporada de chuvas é possível até suspender as regas. Uma dica: a terra deve permanecer ligeiramente seca entre uma rega e outra.

Qual é a adubação indicada para fortalecer e estimular a floração das roseiras?
De preferência, deve-se fazer de 2 a 3 adubações anuais: a primeira logo após a poda anual (entre Julho e Agosto); a segunda entre Novembro e Dezembro e a terceira entre os meses de Janeiro e Fevereiro. A melhor adubação é a orgânica, baseada em esterco animal, composto orgânico, farinha de ossos e torta de mamona. As quantidades, para cada metro quadrado de canteiro, são as seguintes:
· 20 litros de esterco curtido ou 2 kg de composto orgânico
· 200g de farinha de ossos
· 100g de torta de mamona
Espalhe a mistura em volta das plantas e incorpore-a ao solo.

Quando podar?
A primeira poda deve ser feita cerca de um ano após o plantio e repetida todos os anos, entre os meses de Julho a Agosto.

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Cotyledon tomentosa

Saiba como tratar dessas plantas de folhas gordinhas e tenha em casa um jardim bonito e fácil de manter

Essas plantas conseguem viver bem, mesmo nos desertos e nos ambientes muito quentes e secos. Para realizar essa façanha, as suculentas usam a mesma estratégia dos camelos e dromedários: armazenam água em grande quantidade.

É graças às folhas gordas e cheias de líquido que elas agüentam passar o dia todo sob o sol e permanecer tão lindas quanto uma orquídea saída da estufa.

Esse não é o único truque dessas plantas, que são típicas da África e têm mais de 12 mil espécies pelo mundo. Irmãs dos cactos, elas costumam ter espinhos ou uma espécie de penugem nas folhas, que retém o máximo de umidade possível.

As suculentas que têm folhas usam outro recurso para obter o mesmo efeito: são cobertas por uma cera grossa, que lhes dá um aspecto lustroso e evita a evaporação. Desse jeito, o estoque de água fica preservado por mais tempo.

Os 4 cuidados básicos
Um lugar ao sol
Como são originárias de regiões muito quentes, as suculentas gostam de sol pleno e pouca água. Se elas estiverem plantadas em vaso, regue-as duas vezes por semana ou quando sentir que a terra está seca ao toque. Nunca deixe sobrar água no prato: quase nenhuma planta gosta de ficar com raízes encharcadas. Já as suculentas cultivadas diretamente no chão requerem mais regas, porque o processo de evaporação da água é bem mais acelerado.

Novinha em folha
Esqueça todas aquelas complicações de estacas e sementes: suculentas se propagam muito rapidamente. E ainda têm a vantagem de não precisar de uma planta macho e outra fêmea, como acontece com algumas espécies. Quando uma folha cai no chão, logo cria raízes e surge outra muda. Se quiser brincar de jardineira, tire uma folhinha da sua suculenta e coloque a ponta na terra. Continue regando normalmente.

A grande família
As suculentas são plantinhas pacíficas e sem exigências de espaço. Por isso, podem viver em grandes famílias, todas num mesmo vaso. A quantidade de espécies juntas vai depender do tamanho e da profundidade do vaso. Antes de começar, tome o cuidado de agrupar plantas que tenham os mesmos gostos de água e sol. Também preste atenção para não deixar que as maiores façam sombra nas menores. Vire o vaso de vez em quando, para ter um crescimento por igual.

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