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Os Chifres-de-veado são plantas domésticas curiosamente incomuns. A planta tem vários hábitos de crescimento com frondes basais e foliares (folhas grandes divididas).

As frondes da base são grandes e redondas, e se fixam a uma superfície que cresce em camadas sobrepostas. As frondes foliares são eretas e se dividem, produzindo estruturas amarronzadas de esporos que podem ser germinadas em novas plantas. O cultivo da samambaia-chifre-de-veado concede uma estranha beleza à decoração de sua casa.

Crescem em florestas úmidas tropicais e subtropicais, mas pode-se cultivá-las em casa, desde que se entendam alguns fatos básicos sobre a sua composição. São plantas plantas epífitas (não captam água e nutrientes do solo) que precisam das árvores como apoio.

As frondes verdes realizam a fotossíntese para o crescimento. As frondes da base capturam os resíduos que caem, coletando deles os nutrientes. Os Chifres-de-veado têm raízes, mas estas são usadas apenas para sua fixação às estruturas. Não retire as escamas acinzentadas que dão à samambaia uma aparência empoeirada. A função dessas escamas é interromper a evaporação.

Como fixá-las
Os Chifres-de-veado crescem em árvores ou em outras estruturas ao ar livre. Eles se desenvolvem bem em temperaturas de, pelos menos, 21,1ºC, mas não em temperaturas abaixo de 12,7ºC. Em outros climas, a chifre-de-veado cresce bem em interiores, em substrato leve e poroso, contendo partes iguais de turfa e musgo de esfagno picado. Adicione um pedaço de cortiça ao vaso para as raízes se prenderem ou cultive a planta em placas de cortiça fixadas a uma parede. Não perturbe a samambaia depois que ela estiver fixada ao seu apoio.

Cultivo
Mantenha úmido o apoio da samambaia durante o ano inteiro, mas regue bastante nos meses de verão. Na primavera, adicione uma cobertura de adubo fresco para oferecer nutrientes. Cultive a planta à luz solar, mas não direta, pois ela cresce naturalmente sob a luz filtrada da floresta tropical. Em interiores cultive-as em áreas com muita circulação de ar e pouca umidade para evitar o apodrecimento da raiz.

Propagação
Colha as mudas enraizadas de um Chifre-de-veado a partir da base. Plante-as em um vaso com adubo. Mantenha-as posicionadas com um arame dobrado ou estacas de madeira. Conserve o solo úmido até crescerem o suficiente para serem transplantadas.

Pode-se também colher os esporos maduros das frondes foliares. Os esporos devem ser de cor marrom-brilhante. Corte um pedaço de fronde com esporos maduros e ponha-o em um saco de papel até os esporos se dispersarem ou ficarem lanosos, com tonalidade amarronzada e seca. Encha um vaso fundo com fragmentos de um vaso de barro e, em cima destes, aplique uma camada de turfa ou esfagno. Espalhe os esporos no alto do substrato e ponha o vaso em um pires com água para fornecer umidade. Transplante-os para vasos novos, a espaços de cerca de 5 cm, quando estiverem grandes o suficiente para serem manuseados.

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Nenufar, Nymphaea 154

Planta aquática da família Nymphaeaceae, nativa da costa leste dos Estados Unidos, mas está perfeitamente naturalizada na Europa.

Este é o menor de todos os Nenúfares. As flores têm pétalas muito brancas com um centro amarelo e aveludado. A flor é aromática, atinge 10-23 cm de diâmetro e dura todo o Verão em praticamente todas as regiões de Portugal. As folhas, redondas e largas, têm cerca de 10 a 13 cm de largura e cada planta, quando desenvolvida, ocupa normalmente uma superfície de 1,2 a 1,8 m.

Quando as folhas se desenvolvem e ocupam muita da superfície da água, o que acontece com frequência, as flores que normalmente flutuariam à superfície crescerão um pouco mais à procura de espaço e de luz e elevam-se uns centímetros acima da água, com grande elegância.

As pétalas abrem de manhã e fecham-se ao fim do dia. Cada flor dura cerca de três a quatro dias, mas quando retirada do seu habitat natural para ser colocada numa jarra por exemplo, dura muito menos. O Nenúfar é uma planta perene, que hiberna no Inverno até chegarem os primeiros dias quentes da Primavera. Existem várias seleções de cores e tipos diferentes, que podem encontrar-se em Portugal nos viveiros de maior dimensão.

Nenufar, Nymphaea 154
É uma planta aquática que gosta de luz solar direta e vive submersa em profundidades que vão desde os 7,6 cm a 1,8 metros. Não exige nenhum tipo de solo especial, mas dá-se melhor numa mistura que contenha barro e pedrisco fino. Adapta-se facilmente a climas temperados e/ou tropicais.

A propagação é feita por cuidadosa divisão dos rizomas, pelo menos de 3 em 3 anos, no fim do Inverno quando começam a despontar as primeiras folhas. Coloque cada raiz no meio do vaso, mais para cima e paralela ao fundo.

O vaso deve ser em rede de plástico perfurado, de preferência forrado com uma tela grossa sintética resistente à água mas que permita o encharcamento das raízes, impedindo que a terra caia para os lados e saia do vaso.

Depois de completar com uma mistura de mais terra e pedrisco até à superfície, cubra esta com pedrisco compacto para não deixar que o solo se escape do vaso. Comprima um pouco e coloque na água à profundidade desejada, em cima de tijolos dispostos no fundo para facilitar o manuseamento futuro. Não se esqueça de deixar uma pega, fio de nylon ou outro dispositivo que ajude a erguer o vaso quando for necessário fazer uma limpeza às raízes ou mesmo dividi-las, sem ter que esvaziar o local onde se encontram. Se conviverem com peixes, este aspecto é mesmo essencial.

Podem ser plantadas em locais muito pequenos ou em alternativa em lagos profundos. Também se dão bem em potes grandes, banheiras velhas enterradas no jardim, etc.

Desenvolvem-se extraordinariamente em lagos (naturais ou artificiais), charcos ou outros locais onde a corrente seja fraca, uma vez que não apreciam o movimento excessivo da água.

Desde que as raízes (rizomas ou tuberosas) estejam cobertas no mínimo por 7 a 10 cm de água, os Nenúfares desenvolvendo-se com grande facilidade de ano para ano. Não exigem quase nenhum cuidado especial, mas gostam que se vá cortando as folhas mais velhas que, aliás, se tornam rapidamente amarelas e feias.

Esta planta é compacta, produz um efeito espetacular e as flores são muito aromáticas. Torna-se perfeita para jardineiros que possuam um pequeno tanque ou lago artificial e queiram iniciar-se na cultura de plantas aquáticas.

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As flores são capazes de tornar qualquer ambiente mais bonito, alegre e até mesmo perfumado. Acontece que nem todos nós sabemos qual flor ou planta cultivar, isso porque cada planta possui uma forma de certa de cultivo, um local certo para o desenvolvimento, dentre outros.

Porém, há plantas que se adaptam melhor a determinadas condições e são mais fáceis de serem cultivadas, como a Danúbio-azul, por exemplo.

Essa planta que produz lindas flores é originária da parte sul dos Estados Unidos da América e pertence à família Asteraceae.

Prefere clima temperado para seu desenvolvimento, especialmente para o período de floração, que ocorre entre a primavera e o verão. Porém, nos lugares que apresentam um inverno não muito rigoroso, pode apresentar lindas flores durante todos os meses do ano.

Suas flores são formadas com pétalas que representam franjas e muito parecidas àquelas da Centáurea. As mesmas podem ter diversas colorações, como brancas, azuis, róseas, roxas e ainda amarelas, conforme o modo de cultivo. As hastes das flores podem quebrar ou simplesmente pender depois de chuvas muito fortes.

A beleza e delicadeza d planta pode ser um diferencial aplicado em qualquer tipo de jardim, sendo especialmente recomendado para aqueles que seguem a linha mais campestre.

Apesar de ser tão bonita e chamativa é uma planta de fácil cultivo, exigindo muito pouca manutenção e ainda pode ser plantada em jardineiras e vasos, enfeitando as sacadas e janelas, deixando tudo mais alegre e bonito. Além disso, a Danúbio-azul ainda pode ser utilizada como flor de corte, tendo uma duração bastante acentuada em buques e arranjos florais.

Cultivo
Seu cultivo deve ser efetuado sempre sob o sol pleno, num solo que seja bastante fértil, com excelente drenagem, acidez acentuada, e bem enriquecido com muita matéria orgânica, além de ser regado com certa regularidade.

Essa planta gosta de bastante sol, porém, por ter alta durabilidade ainda é capaz de suportar o tempo de meia sombra, diminuindo também sua quantidade de flor. Ela ainda prefere o solo mais umedecido, entretanto resiste muito bem a períodos curtos de estiagem. Assim como muitas outras espécies é bem resistente às temperaturas mais baixas.

Para conseguir uma maior estimulação de futuras deve-se fazer a remoção das flores já velhas. Lembrando que a multiplicação da Danubio-azul deve ser efetuada mediante a divisão das touceiras já com raízes.

A propagação também pode ser efetuada através de sementes, porém é necessária a quebra de dormência com a temperatura de 4ºC durante ao menos seis semanas. E mesmo depois disso é preciso se esperar por diversas semanas para que aconteça a germinação.

Essa planta possui características especiais que a tornam ainda muito mais bonita e cativante, especialmente em razão de sua forma de pequenas rosetas, bem fofas, possuindo folhas basais em tonalidade verde-escuro, estreitas, lanceoladas, e também pecioladas.

Durante a época do verão aparecem alguns ramos bem eretos, que possuem as folhas em tamanho menor. Já em regiões que possuem o clima temperado, sua floração acontece, como já dissemos, entre a primavera e verão.

Em qualquer jardim, o danúbio-azul pode ser uma delicada e bonita bordadura, da mesma forma que pode criar conjuntos ou maciços em composição com outros tipos de plantas. Pode ser muito usado em jardins na frente de residências, por chamar bastante a atenção e atrair os olhares admirados dos transeuntes.

Vamos relembrar os pontos importantes do cultivo?
-
A planta gosta de sol forte para se desenvolver;
- Prefere um solo com alto teor de fertilidade e acidez;
- Não gosta de solo muito encharcado e o mesmo precisar estar repleto de matéria orgânica;
- Apesar de preferir ficar sob o sol bem forte, a Danubio-azul resiste muito bem à meia sombra, mas que fique claro, nessas condições ela apresentará uma quantidade bem menor de flor, ao contrário do que ocorreria na outra condição.;
- Mesmo gostando de uma rega regular, caso passe por períodos de estiagem curtos, sobrevive muito bem;
- Pode não parecer, mas a planta possui grande resistência durante as temperaturas mais baixas;
- Sempre que quiser obter uma floração mais abundante e viva é preciso tirar fora as flores já velhas fora, e, desta forma conseguir promover a estimulação de uma nova florada;
- A forma mais adequada de se fazer o plantio correto dessa espécie de planta é através da divisão das touceiras já com raiz formada, já que o plantio através de sementes é mais trabalhoso e bastante demorado, exigindo a quebra da dormência através de temperaturas baixas, aproximadamente 4ºC durante mais ou menos seis semanas. E o pior é que mesmo passando por todo o procedimento, ainda será preciso esperar por mais algumas semana para saber se, de fato, a semente irá germinar;
- A Danúbio-azul é planta bastante adaptada ao clima do Brasil, por isso pode ser cultivada em qualquer região, desde que tomados os devidos cuidados com a mesma.

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Arbusto florífero, nativo da costa oeste da Austrália. Apresenta ramagem esparsa e ramificada e pode alcançar 4 m de altura, dependendo do cultivar.. A espécie foi encontrada pela primeira vez por biólogos na região do Mediterrâneo.

A espécie se desenvolve melhor nos locais que possuem constante luz solar. É uma  planta com características duradoura, ou seja, não é qualquer vento ou ataque de fungos e bactérias que vai causar a morte, mas sim conjuntos de fatores determinantes que consegue afetar o ciclo perene. Interessante notar que grande parte dos arbustos eretos  outra família florais não tem a mesma capacidade de resistência.

O poder aromático da espécie ganha destaque nos jardins do mundo todo. Isso acontece por causa do organismo capaz de fabricar substância oleosa que aumenta o perfume do ambiente.

A floração inicia no final do inverno, com pequenas flores auxiliam nas tonalidades que podem variar entre rosada e branca.

É necessário fazer uma poda de forma qualificada, completa e não apenas nas beiradas. Quanto melhor ficar o corte mais chances existem de acontecer apoio à evolução em termos de tamanho. Quando podar não se esqueça de que apenas os ramos tenros podem ser cortados, ou seja, procure não podar as partes lenhosas da planta.

Por causa das dificuldades no plantio existem poucos jardineiros que investem no cultivo para vender de forma massificada. Nesse sentido existe tendência dos preços serem maiores às unidades que se estabelecem em estufas e seguem às floriculturas da cidade.

No paisagismo geralmente é utilizada na composição com outras plantas de clima seco, como em jardins rochosos ou de inspiração desértica ou mediterrânea. No jardim ela pode ser plantada isolada, em grupos ou em renques; mas também adapta-se ao cultivo em vasos e jardineiras. Na Austrália, é uma das flores-de-corte mais populares, com uma durabilidade excepcional após o corte.

Cultivo
Seu cultivo deve ser sob sol pleno, em solo bem drenável, preferencialmente arenoso ou pedregoso, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos espaçados.

Prefere os climas secos, não tolerando solos encharcados ou elevada umidade ambiental.

É uma planta ideal para áreas litorâneas, com clima subtropical seco ou semi-árido. Com o crescimento tendem a tombar, portanto é interessante tutorá-la ou oferecer suporte caso esteja indo rápido demais.

É muito rústica e tolera bem geadas. Após queimadas ou roçadas é capaz de rebrotar. Sua multiplicação é feita através de suas sementes, mas é mais usada a estaquia dos ramos lenhosos.

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As Proteas

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Proteas são plantas arbustivas, exóticas e florescentes, nativas da África do Sul e da Austrália, são conhecidas também como Arbustos-de-açúcar. Suas flores costumam figurar em arranjos florais, e as plantas podem ser cultivadas com facilidade no hemisfério sul, e suas variedades mais compactas podem ser cultivadas em ambientes internos.

Estes arbustos apresentam enormes bulbos rodeados por pétalas finas e coloridas. Apesar da protea ser nativa da África do Sul e Austrália, jardineiros americanos conseguem cultivar essas belas plantas com um pouco de cuidado, adicionando um charme em destaque a qualquer jardim.

Existe muitas espécies de Protea  Apesar de uma grande “flor” definir a aparência das plantas protea, na verdade não é apenas uma única flor. As folhas finas com formato de pétalas cercam um conjunto de flores pequenas tubulares, dando à planta uma aparência de um enorme botão de flor. A protea cresce na vertical, em hastes, atingindo tamanhos de alguns centímetros até 7 metros, e normalmente apresentam variedades de folhas – ou pétalas – rosa claras, vermelhas, amarelas e laranjas próximas à parte de cima. As folhas ao longo da haste variam de finas e com textura de couro a espinhosas, em tons verdes e cinzas.

Cerca de 330 espécies de protea crescem nativamente na África do Sul. Elas prosperam em climas moderados com pouca umidade. Esta planta exótica floresce em solos arenosos bem drenados com um pH entre 5 e 6 e baixo conteúdo de fósforo.

O solo deve permanecer úmido, mas não encharcado. Deve-se podar a protea,9 colhendo seus frutos maduros. Isso ajuda a prevenir doenças e controlar o crescimento das folhas. A protea responde bem a fertilizantes com liberação lenta e pouco fósforo aplicado cerca de três vezes ao ano.

A protea precisa de solo preparado sem raízes ou capins. Geadas e temperaturas extremamente altas podem danificar as folhas de algumas espécies de protea, especialmente as do gênero Leucadendron e Leucospermum. A exportação de protea não era popular até o meio de 1980, então você talvez tenha que procurá-las em lojas de jardinagem especializadas e viveiros, normalmente vêm em vasos. O fungo Phytophthora, conhecido como “podridão”, normalmente afeta a protea. Previna a infecção plantando a protea apenas em solos preparados.

Variedades de Protea
Existem diversas variedades de proteas, desde a Protea-Rei (Cynaroides), com suas flores de 10 cm que parecem pires, até a Protea Mini Mink (Lacticolor), que possui flores menores, de coloração creme-rosada.

Protea Mini Mink (Lacticolor)

Como cultivar Protea
Instruções
- Entenda as necessidades do solo para o cultivo de protea e prepare o local apropriadamente. Essa planta precisa de terra com excelente drenagem. Se o seu solo é pesado, com uma textura argilosa, misture pequenas quantidades de areia, até que a água desapareça rapidamente quando adicionada à superfície da terra.

- Acrescente emulsão fertilizante de peixes, que torna o solo ligeiramente acídico, além de simultaneamente enriquecê-lo. Meça e distribua o fertilizante de acordo com as instruções do fabricante, já que cada marca varia em concentração e instruções de administração.

- Use a pá para cavar um buraco no solo preparado, que seja profundo o suficiente para cobrir completamente a raiz da protea. Coloque a planta dentro do buraco e cubra com a terra que foi preparada. Se você estiver cultivando a partir de sementes, enterre-as 3 cm abaixo da superfície do solo.

- Cubra o solo em torno da planta com folhas para maximizar a retenção de água da terra. Se forem utilizadas sementes, deixe o solo descoberto até que as plantas brotem.

- Regue pouco e frequentemente. A protea não gosta de ficar constantemente molhada, então sessões leves, porém profundas de rega são recomendadas. Considere regar as plantas bem cedo de manhã ou no início da noite, quando o calor do sol não estiver forte.

- Pode a protea. Uma poda leve uma vez por ano é o suficiente. Apare por volta de um quarto da planta, com foco em ramos velhos. Isso ajuda a rejuvenescer a Protea e pode fazer com que ela volte a crescer mais grossa e frondosa.

A proteia, uma família de plantas que produz muitos tipos de flores coloridas, pode ser propagada a partir da semente com o auxílio de água ou fumaça, de acordo com o Discover Protea, e mudas também podem produzir híbridos dessa planta.

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Germinação da semente
As sementes da proteia não germinarão a não ser que tenham absorvido água, tenham sido expostas à fumaça ou sofrido por baixas temperaturas do solo, e seus cultivadores expõem as sementes a várias combinações de água, fumaça e outras substâncias químicas para liberá-las do estado de dormência.

Mudas
Os jardineiros propagam os híbridos de proteia, como a “Protea compacta x susannae”, a “Leucadendron” e outras variedades, com mudas, garantindo que a planta nova terá os mesmos traços genéticos da mãe. Ainda, os viveiros comerciais plantam as mudas em estufas para obterem melhores condições de cultivo.

Cultivo
Variedades diferentes de proteia têm necessidades e ciclos de crescimento diferentes. A “Pincushion protea”, por exemplo, floresce apenas do fim da primavera ao início do verão, enquanto que a “Leucadendron” floresce como uma planta perene. A maioria das proteias reage bem a muitos climas e solos diferentes, embora a “Protea cynaroides” exija um ambiente com pouca ou nenhuma geada.

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Gloriosa rothschildiana
A Gloriosa é uma trepadeira decídua, nativa da África do Sul, que pode atingir uma altura de 2,5 metros. Também conhecida como Lírio-chama, a videira produz flores vermelhas, amarelas e laranjas com pétalas onduladas.

A Gloriosa é conhecida como uma trepadeira muito diferente das outras, especialmente por suas pétalas. Pertence á família Liliaceae.

Possuem folhas ornamentais, que se alongam e se transformam em gavinhas, que permitem a ascenção da planta através de suportes.

Podem ser cultivadas em treliças no jardim ou em vasos dentro de casa. Devido à sua natureza tropical, as gloriosas requerem muita umidade e temperaturas acima de 23°C durante o dia. Videiras de gloriosa produzem vagens que contêm sementes vermelhas redondas, que começam no final do inverno e vão até o início da primavera.

Suas pétalas são muito vistosas, com pétalas recurvadas, amarelas e vermelhas em direção à base, formadas na verão e primavera. Devido à sua beleza e certa durabilidade, suas flores servem também como flor de corte. Existem também variedades de flores amarelas e de porte anão.

Como cuidar
Seu cultivo deve ser sob sol pleno ou meia-sombra, em solo bem drenável, leve e enriquecido com matéria orgânica, regado regularmente.

É tolerante às baixas temperaturas de inverno, mas vegeta em uma ampla faixa climática, desde países de clima temperado até tropical.

Em locais de inverno rigoroso deve-se remover suas raízes do solo, e armazená-la, protegendo-a das baixas temperaturas. Não tolera estiagem. Não necessita podas. Multiplica-se por sementes e principalmente pela separação das raízes tuberosas.

A gloriosa se desenvolve melhor quando planta sob sol pleno ou à meia-sombra, em solo bem drenado, mantido sempre úmido, mas evitando o encharcamento.

É tolerante às baixas temperaturas de inverno. No inverno ela perde suas folhas e entra em dormência. Apesar de preferir temperaturas mais baixas, a gloriosa cresce relativamente bem em regiões tropicais também.

Como reproduzir
Podemos multiplicá-las separando-se as raízes tuberosas durante o inverno.

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(Helianthus annus)

Embora seja muito comum no Brasil, o Girassol não é nativo no país, é uma planta originária da América do Norte, com grande adaptabilidade a diferentes condições climáticas. A planta pertence à família Asteraceae.

A flor do Girassol é uma das maiores do mundo, por vezes atingindo aproximadamente 30 cm de diâmetro, podendo o caule atingir até 3 m de altura. São encontradas em diversas cores, porém a cor amarelo ouro é o mais famoso e o mais comum.

O nome Girassol foi dado pelo “comportamento” da planta, o movimento denominado heliotropismo,  onde a flor Girassol nasce voltada para o leste e ao longo do dia segue o sol de leste a oeste, movimentando-se estimulado pela luz solar.

Segue algumas dicas para você que quer cultivar girassóis em seu jardim:
Os cuidados  do girassol começam com um solo bem drenado e com boa estrutura. Para isso, recomenda-se o uso de 2 (duas) partes de substrato de jardim junto com uma parte de húmus de minhoca. Também é preciso que a planta esteja em um ambiente com sol, devendo receber pelo menos de 3 a 4 horas de sol por dia, já que a flor não consegue viver em ambientes sombreados.

A flor não pede cuidados especiais. Somente os cuidados comuns com as plantas, que são regar, adubar e cuidar com carinho e amor, no entanto, vale lembrar que, como o próprio nome da flor diz, ela não consegue sobreviver em outros tipos de luz. Tanto seu nome popular, girassol, como seu nome científico,

As regas dependem do clima, mas o solo deve ser rico em matéria orgânica e ser mantido úmido. Se estiver fazendo muito calor, é necessário regar muito, até 2 (duas) vezes ao dia. Importante é regar bem cedo ou no fim do dia, quando o sol está se pondo. Não se pode  regar nas horas mais quentes do dia.

Os girassóis são muito úteis na paisagismo, as variedades gigantes e ramificadas podem ser plantados em renques junto a cercas e muros, para escondê-los temporariamente.

Deve-se ter cuidado ao utilizar os gigantes, pois em espaços pequenos podem se tornar desproporcionais “reduzindo” as construções. As variedades anãs são adequadas para formação de maciços, bordaduras e canteiros e são muito comercializadas em vasos e jardineiras também.

Podem ser de flores simples e dobradas e de cores diversas, mas principalmente amarelas, vermelhas, alaranjadas e marrons.

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Astromélia

As Astromélias são originárias do Brasil, Chile e Peru. Apesar de seu nome não muito atrativo, são de uma beleza ímpar. Suas flores lembram os lírios e é por esse motivo que em muitos lugares são conhecidas por “miniaturas de lírios”, apesar disso, possuem um tamanho menor.

Para quem não conhece muito, é importante ficar atento aos cuidados, pois as astromélias são plantas não muito tolerantes a estações frias e secas. Desenvolvem-se com mais facilidade se estiverem um solo úmido e bastante fértil, cultivado com adubações naturais regulares.

Gostam bastante de sol, mas para evitar que suas delicadas flores queimem é importante que sejam mantidas a meia sombra.

Cultivada em vasos ou em áreas ajardinadas, a astromélia conquista pela beleza de suas hastes com numerosas flores. A espécie, bastante ornamental, exibe pétalas delicadas e com grande variedade de cores.

A flor é composta por seis pétalas idênticas ou quatro iguais mais duas diferentes, que servem para indicar o pouso aos polinizadores. Conhecida pela diversidade de cores, que variam entre tons de rosa, vermelho e amarelo, a astromélia é muito usada na elaboração de arranjos e buquês. Mas pode compor canteiros, bordaduras e maciços.

No cultivo doméstico, o plantio é feito com mudas ou sementes em solos bem adubados e drenados. A espécie tem desenvolvimento rápido, mas é importante não descuidar da manutenção. Nesse quesito, além das regas e adubação regulares, é recomendável a poda para controlar o crescimento desproporcional e conceder mais harmonia ao espaço.

As astromélias são as graciosidades em forma de planta. Além de serem lindas para compor arranjos de flores ou mesmo buquês, elas podem ser utilizadas na culinárias. Isso é possível pois algumas das variedades de Astromélias têm raízes feculentas e comestíveis, ou seja, podem ser utilizadas na fabricação de farinhas e, consequentemente, de bolos, pães e outros alimentos.

Entretanto, o uso na alimentação deve ser cauteloso, pois algumas espécies de Astromélias são tóxicas.

Plantio
O solo precisa ser solto e bem adubado para colocação das mudas, que devem ser plantadas com espaçamento em torno de 50 cm. Abra uma cova de acordo com o tamanho do torrão e deposite-o cuidadosamente para não prejudicar a raiz. Cubra com terra, aperte levemente e regue.

Quando em solo propício, muitas vezes elas é considerada uma praga, pois seu crescimento é muito rápido e ela se alastra com muita facilidade – chegando ao ponto de “abafar” o crescimento de outras espécies de flores.

Precauções
É importante lembrar que a flor não tolera o frio intenso, por isso evite plantá-la em locais em que ocorrem geadas. E, graças ao seu rápido desenvolvimento, ela pode prejudicar espécies menores quando plantadas muito próximas. Por outro lado, fica ao redor de árvores.

Pragas
É importante estar atento ao aparecimento de pragas ou doenças. As mais comuns são a lagarta, o pulgão e a cochonilha. O controle varia, mas sempre recomenda-se a aplicação de inseticidas naturais ou orgânicos, como a calda de fumo e o óleo de neem.

Floração
A astromélia tem sua eflorescência entre os meses da primavera e do verão. Nesse período, os caules eretos evidenciam a ramificação no topo com um número variável de flores. As principais tonalidades da espécie são o rosa, lilás, amarelo, laranja, vermelho e o tradicional branco.

A planta é muito usada na decoração de eventos e na produção de buquês de noiva e arranjos para presentes. Além de flor de corte, a espécie é cultivada em canteiros, maciços, bordaduras e até pequenos vasos.

Obs.: Durante o desenvolvimento da astromélia, tenha atenção especial com a irrigação, que deve ser intensificada nos dias mais quentes.

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As flores são capazes de enfeitar os ambientes residenciais, deixando-os mais alegres e frescos. A varanda se destaca como um dos espaços mais beneficiados com o cultivo, afinal, ela se torna mais acolhedora e leva para dentro da propriedade um pouco do encanto da natureza.

Apesar de todas as vantagens de decorar com flores, acaba sendo complicado definir quais as espécies mais indicadas, sobretudo para a varanda de um apartamento. O espaço é limitado, as condições de sobrevivência nem sempre favoráveis e as necessidades de cada planta cultivada precisam ser respeitadas para que elas possam florir.

Uma das maiores dificuldades encontradas pelos moradores está em lidar com a manutenção. Algumas espécies são mais sensíveis do que outras e, em consequência, exigem mais cuidados com relação a regas, adubo e iluminação. Como a varanda nem sempre consegue simular o habitat natural de cada planta, é recomendado optar por espécies mais resistentes.

Como escolher flores para a varanda
Em primeiro lugar, determine quais as espécies de flores que vão se adaptar ao lugar com mais facilidade. Para obter esta informação, procure levar em conta as características da varanda, ou seja, sua exposição a fatores climáticos como sol, vento e chuva.

Um aspecto que influência na escolha das melhores espécies para a varanda é a estação, afinal, algumas plantas não ficam floridas durante o ano todo. Cada período do ano, sendo ele Verão, Primavera, Outono ou Inverno, tem as suas flores sazonais.

Ao determinar as flores que serão cultivadas na varanda do apartamento, procure levar em conta os hábitos de vida dos moradores. Quando não existe tempo para cuidar diariamente das plantas, é necessário optar pelas espécies mais resistentes e independentes.

Uma boa sugestão para decorar varanda é a ixora, uma espécie com flores miúdas e delicadas que deixam o paisagismo com um visual muito mais bonito. Este tipo de planta é perfeito para montar canteiros, se adapta facilmente aos locais com sol ou sombra, apresenta resistência e garante flores o ano todo. A petúnia e a gardênia também são possibilidades para cultivar.

Quando os raios solares incidem com muita força na varanda, não são todas as plantas que suportam a exposição. Assim, não demora muito tempo para aparecer os primeiros danos, como folhas amareladas e flores murchas. Em ambientes com sol e calor, recomenda-se o cultivo de Buxinho, Gerânio, Azaléia , Onze horas e Gerânio.

As varandas que não possuem acesso à claridade do sol combinam com outras espécies de plantas, tais como violeta africana, antúrio, begônia e lírio da paz, sobretudo porque sobrevivem com pouca luz e calor.

Depois de conhecer algumas espécies de flores para varanda de apartamento, escolha a mais apropriada para o seu projeto paisagístico da área.

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Tulipas

Não é necessária muita técnica ou espaço para se criar flores em casa. Deve-se apenas atentar para a espécie escolhida e a sua adaptação ao clima do local onde se pretender realizar o cultivo.

Se não há um quintal disponível para se ter um jardim com variadas espécies de cores e tamanhos diferentes, as flores podem ser cultivadas em jardineiras, corredores de apartamentos e até mesmo em vasos perto da janela. O importante é que haja claridade para a planta poder realizar o processo de fotossíntese, de onde tira o seu “alimento”.

É necessário destacar que o importante mesmo é escolher a espécie certa que se adapte bem ao local onde será plantada e ao seu tempo disponível, já que cuidar de plantas exige tempo e dedicação.

- Escolha o espécie correta de acordo com o espaço disponível e o clima da sua cidade conversando com pessoas que já cultivam plantas há muito tempo. Ao comprá-la, dê preferência a uma muda grande e vistosa.

- Separe o substrato vegetal, a areia de construção, o humus e as pedrinhas ou pedaços de isopor. Comece a montar o vaso/jardineira pelas pedras ou isopor. Caso possua um canteiro, não será necessário utilizá-las.

- Após posicionar as pedras no fundo do local onde será pantada a muda, coloque um pouco de areia de construção e posicione a muda.

- Coloque o resto da terra de construção, acrescente substrato vegetal e humus de minhoca para finalizar. Faça uma rega imediatamente após o processo.

- Coloque água e adubo respeitando as necessidades da espécie. De maneira geral, para florir as plantas precisam de adubo a cada três semanas.

Para que as plantas cresçam bem em vasos, uma boa drenagem é fundamental. Os furos de drenagem precisam ser cobertos para que a terra fique bem colocada; pedaços de cerâmica quebrados, uma tela fina ou um filtro de café são boas escolhas. Você pode também adicionar uma camada de pedras pequenas, perlita, ou areia grossa no fundo do vaso. Em áreas internas ou em varandas, em que a água que escorre do vaso causaria algum dano, coloque uma bandeja embaixo do vaso para coletar o excesso.

Sempre estude e procure saber informações sobre as espécies que você tem em casa, para cultivar de melhor maneira sua florzinha.  Uma casa com flores é uma casa cheia de vida. Coloridas e perfumadas, as flores, além de alegrar e trazer vida ao ambiente, são ótimas opções de decorar o ambiente sem gastar muito.

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