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Posts com tag ‘cultivo’

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Da família Solanaceae (que é a mesma do tomate, berinjela e pimentões. Tem origem no continente americano.
A pimenta biquinho é a mais nova opção de investimento nas propriedades rurais. A variedade atraiu a atenção dos consumidores por ser pimenta sem ardor e poder ser saboreada até mesmo como aperitivo.

A planta é de porte baixo, ereta e de coloração verde-escura. Frutos de formato triangular arredondado formando um biquinho, medindo cerca de 3,5 a 2,5 cm, com coloração verde-amarelada e vermelha brilhante quando maduros.

Para plantar escolha bem a área do canteiro, preferencialmente terras com alto teor de matéria orgânica. Revolva a terra entre 10 e 20 cm de profundidade misturando para cada 10 m² de canteiro 300 g (1 copo) de adubo Superfosfato de uma fórmula comercial, ou 1,5 kg (1,5 litros) de esterco bem curtido ou húmus uma semana antes da semeadura ou do transplante. Irrigar uma vez por dia, sem encharcar, de preferência no início da manhã ou no final da tarde.

A pimenta biquinho também pode ser cultivada em vasos nas residências.

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viola tricolor

As violetas são plantas muito populares no Brasil e de cultivo muito fácil. A beleza de suas flores encanta e a diversidade de espécies possibilita inúmeras configurações diferentes de aplicação.

Através de processos de hibridação existem hoje cerca de 18 espécies diferentes de violeta, com cerca de 6 mil variedades. As flores apresentam cores variadas: brancas, azuis, roxas, róseas e ainda vermelhas. Seus estames finalizam a beleza, em pequenas bolsas amarelas de pólen, que saem do centro das flores.
Seu ciclo de produção é de aproximadamente 32 semanas, sendo 20 semanas para formação da muda e 12 para florescimento. Após a primeira floração irá florescer por nove meses se estiver em boas condições e descansar nos três meses seguintes.

As violetas podem ser plantadas em vasos pequenos, de 12 a 16 cm de diâmetro, de preferência de barro, pois absorvem o excesso de umidade. Podendo ainda ser plantadas em vasos plásticos, ou utilizando-se cachepôs, desde que neste último não fique em contato com o fundo, para que evite o contato constante com a água residual das regas.

O substrato para plantio de violetas deve ser uma mistura de boa qualidade e com boa aeração. À duas partes de terra pode-se acrescentar uma parte de vermiculita, com a finalidade de promover melhor drenagem. As raízes desta planta são muito sensíveis, podendo apodrecer se ficarem encharcadas.

Para o plantio devem ser utilizados vasos com furo na base, colocando-se pedrinhas ou cacos de cerâmica no fundo, para compor a camada drenante. Em seguida, acrescenta-se o substrato e coloca-se a muda, centralizando-a no vaso, e cuidando para que não fique muito enterrada. Logo após o plantio faça uma rega até que a água escorra no prato.
As regas devem ser muito cuidadosas. Geralmente acrescentando-se água no prato, e sempre evitando afogá-las, uma vez que respiram pelas raízes. Uma vez por mês, regue-as por cima do vaso, para eliminar excesso de sais minerais do solo. A copa e as folhas não devem ser molhadas em nenhuma hipótese, pois suas folhas retém água e apodrecem. No verão as regas devem acontecer 2 vezes por semana e no inverno uma única vez. A água da rega nunca deve ter temperatura inferior a 21°C, e deve ficar em repouso ou ser fervida, para eliminar o cloro.

Na escolha do local ideal de cultivo, devem ser observadas a luminosidade e a temperatura; sendo que a planta deve receber muita luminosidade, porém sem incidência direta do sol, e a temperatura deve variar entre 18° e 28°C.  Para as variedades que possuem folhas grandes, de hastes longas e cor verde intenso, há necessidade de mais luminosidade, enquanto que as variedades de folhas claras requerem menos luz. Se houver falta de luz as violetas não florescem, e, se houver excesso, suas folhas ficam com as bordas queimadas.

A cada 30 dias, devem ser adubadas, alternando-se entre os adubos orgânicos (farinha de osso, húmus, estercos) e os minerais (NPK). Existem ainda no mercado (em lojas de produtos para jardinagem) fertilizantes químicos específicos para violetas.
As violetas podem sofrer ataques de pragas, como: pulgões, ácaros, tripes, etc.., ou ainda ser infectadas por doenças, como fungos por exemplo. Os sintomas são visíveis, e poderão ser percebidos com a simples observação. Após a detecção de qualquer alteração na planta, é aconselhável procurar um profissional, para análise do sintoma e conselho de providências.

Se suas violetas estiverem dentro das condições ideais acima indicadas, sendo bem adubadas e regadas conforme as recomendações, dificilmente correrão riscos, e ainda te presentearão constantemente com excelentes floradas.

por do sol

As Rosas e as Camélias são duas das flores mais belas que existem. Motivo de inspiração de poetas ou compositores, a verdade é que também você; pode deixar-se levar pelos seus encantos.

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A rosa deve ser cultivada num local onde o sol bata diretamente durante 6 ou 7 horas por dia. A luz solar deve incidir sobre a flor diretamente, para garantir o fortalecimento da mesma, embora não possamos esquecer que este local deve ser bastante arejado para prevenir o aparecimento e a respectiva multiplicação de certos fungos. Ainda que as roseiras se adequam a qualquer tipo de solo, recomendamos o seu cultivo em áreas com boa drenagem e com solo um pouco argiloso.

O pH do solo deve estar entre 6.5 e 7, e para ter a certeza que o solo é indicado basta medir o pH com utensílios próprios à venda em casas de jardinagem. Para preparar o canteiro corretamente, a terra deve ser cavada até cerca de 40 cm de profundidade. O espaço que vai deixar entre cada uma delas vai variar consoante o tipo de rosa que for plantar. Por exemplo, se for uma trepadeira é conveniente deixar um espaço de 1 ou 2 m, daí que este cultivo só seja possível em zonas amplas. Para canteiros e zonas mais pequenas recomenda-se o cultivo, por exemplo, de rosas rasteiras, que exigem uma diferença entre elas de apenas 30 cm.

Antes de florirem pela primeira vez, as rosas devem ser regadas diariamente em quantidades normais, mas após a primeira floração aconselha-se a rega semanal, de Inverno, e duas vezes por semana, de Verão. Tome atenção por causa das pragas e dos ataques que as rosas podem sofrer, pois são o gênero de plantas propensas a estes riscos.

De origem asiática, e com características bem diferentes, a planta a seguir é, por excelência, uma flor daqui a poucos dias vamos entrar: Outono – Inverno: a Camélia.

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A época ideal para o cultivo das camélias é a fase em que as temperaturas já não estão muito elevadas, sendo a sua a época de floração ideal na altura do Outono e Inverno. As camélias exigem um solo muito rico do ponto de vista orgânico, mas não há dúvida alguma que também em vasos as camélias conseguem apaixonar qualquer um. Por isso, e no caso de plantá-las em vasos, saiba que é imprescindível colocar no vaso uma parte com um composto orgânico rico por forma a satisfazer as necessidades inerentes à camélia.

As camélias precisam apenas de algumas horas de sol direto, conseguindo adaptar-se bastante bem a temperaturas baixas. Regue a camélia com bastante frequência, isto nos primeiros meses, podendo posteriormente começar a espaçar mais as regas à planta. O excesso de água poderá fazer com que surjam fungos e até mesmo algumas manchas nas folhas. Habitualmente, as camélias são fortes ao ataque de doenças, pragas, insetos, ou fungos, mas a verdade é que é necessário criar as condições para que elas mesmas criem as suas defesas.
As camélias são flores que duram bastante tempo, e mesmo que as compre numa florista facilmente constata que elas mantêm-se belas por muito tempo, isto desde que não lhes toque nas folhas. Muitos são os arranjos florais que exibem a presença das camélias, e a verdade é que as suas folhas resistem por muito tempo, além de toda a beleza e brilho inerente a esta flor.

Rosas ou Camélias são flores que podem embelezar harmoniosamente a sua casa, desde que lhes crie as condições necessárias para a sua sobrevivência. No entanto, não esqueça que o cultivo em vaso e o respectivo cultivo em solo, por exemplo, no seu jardim, tem pequenas diferenças entre eles. Daí que, deva tirar todas as dúvidas num estabelecimento direcionado para a área de jardinagem. Deixe que os outros se apaixonem pelo cenário inebriante que pode criar com estas flores.

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A Bananeira-do-mato, conhecida também como papagaio, é de origem tropical, apresentando belo formato que apresenta grande interesse ornamental e é fácil de cultivar.
As flores são protegidas por inflorescências de tons fortes como o vermelho, amarelo e verde (cores que lhe dão o nome de planta-papagaio em algumas regiões) e protegem flores muito bonitas e exuberantemente coloridas.
Essas flores pendem da planta e proporcionam um belo espetáculo de cor contrastante com o verde forte desta planta. Geralmente a flor possui uma cor vermelha intensa no centro, adquirindo uma tonalidade amarelada e esverdeada conforme vai se aproximando das bordas.

O néctar dessas flores é usado como alimento por diversos animais, em especial beija-flores. A Heliconia Rostrata atrai também diversas outras variedades de pássaros, por isso é muito plantada em jardins e outros locais com o objetivo de atrair esses animais.
Essa planta não se reproduz apenas através do plantio de sementes, mas também utilizando seus órgãos subterrâneos, que servem também como fonte de reserva de água e nutrientes para esta planta, para ser utilizado pela planta em caso de desenvolvimento sazonal ou escassez de recursos.

Quando bem cuidada e irrigada, essa planta floresce o ano inteiro, preferindo períodos mais quentes como primavera e verão. É uma planta que não se adapta bem a extremos de temperatura.
Esta planta é cultivada em ambientes domésticos para fins estéticos (como ornamentar jardins) ou como decoração de muros, ou como flores de corte. Quando adulta forma touceiras muito belas que lembram pequenas bananeiras.

Deve ser deve ser cultivada exposta a sol intenso ou no máximo a meia-sombra, pois não tolera o frio intenso, geadas ou ventos muito fortes.
O solo deve ser rico em matéria orgânica e fértil, e a planta também precisa de irrigação frequente. A plantação é feita a espaçamentos de no mínimo 80 centímetros, sendo que os rizomas são depositados a 10 centímetros de profundidade.

Se o solo for rico em matéria orgânica e fértil a Heliconia Rostrata não precisa de adubação constante. Caso contrário, o solo deve ser adubado com certa frequência para manter no solo os nutrientes necessários para a planta. O adubo pode ser feito com material orgânico como cascas de frutas ou esterco, ou comprado em lojas especializadas em jardinagem.

A Helicônia Rostrata não tolera estiagem, gostando de unidade moderada. Por isso em períodos de seca aumentar a quantidade de irrigações. Como também não suporta o frio intenso ou geadas, a planta deve ser protegida com lonas na ocorrência desses fenômenos.
A ocorrência de ventos fortes também prejudica a planta, principalmente se for cultivada com intenções ornamentais, pois o vento rasga suas flores e folhas.

É uma planta que não cresce muito, chegando no máximo a 3 metros de altura. No caso de ser plantada rente a muros para decoração, deve ser seguido um espaçamento de 3 a 3,6 metros entre cada planta.
Seguindo essas dicas de plantio e cultivo a Helicônia Rostrata crescerá bonita e saudável, podendo ser usada para fins ornamentais.

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O Antúrio é uma espécie originária da Colômbia, pertencente à família Araceae, de cultivo fácil, principalmente em regiões quentes e úmidas. É uma das flores tropicais mais procuradas e utilizadas na ornamentação.

É uma tradicional planta do paisagismo, e fez parte de uma moda antigam tendo seu o brilho renovado recentemente. É utilizada há muito tempo em vasos para decorar interiores, atualmente, também, compõe maciços e bordaduras em jardins externos. O melhoramento genético proporcionou diversas variedades, com portes diferentes e flores de coloração vermelha, rosa e branca.

È uma flor ornamental que pode ser cultivada em todo o Brasil, principalmente em lugares úmidos e frescos. Sua exigência quanto à umidade, requer que a mesma seja plantada sempre à meia-sombra, em substratos ricos em matéria orgânica, como a fibra de côco misturado com terra vegetal, com regas freqüentes e adubação adequada para florescer.

Produz flores, durante todo o ano, que emergem da base de cada nova folha. A sequência folha, flor, folha, flor é mantida durante toda a vida da planta. A primeira flor aparece após um ano de cultivo, e para atingir o padrão comercial são necessários dois anos.

É uma das flores ornamentais mais usadas na decoração de interiores e na formação de arranjos florais devido as suas características exóticas e sua durabilidade. Sua inflorescência (a parte tida como flor) chega a durar até 60 dias num vaso com água, após ser retirada da planta. Entretanto, a beleza e durabilidade da planta na composição de arranjos e decorações dependem de fatores importantes. Em locais onde a umidade do ar é baixa, a folhagem deve ser pulverizada com água, para manter seu frescor e brilho. Para o corte, a inflorescência só deve ser retirada, quando estiver totalmente formada.

Anthurium andraeanum

Bem populares no mercado interno, algumas espécies como o Anthurium andreanum – chamado de “paleta-de-pintor.

Anthurium scherzerianum 1

e o Anthurium scherzeranum, conhecido como “flor-de-flamingo”, são conhecidas por apresentar a espádice recurvada, lembrando a forma do flamingo.

O antúrio possui grande valor comercial, sendo usado como planta de vaso e flor de corte em locais com pouca incidência de sol. Como flor de corte, seu uso é crescente devido a sua conformação típica.
Comercialmente, a flor do antúrio, é composta pela espata colorida e o espácide, porção cilíndrica que se projeta da espata. O espácide é a inflorescência do antúrio.

Nome Científico: Anthurium andraeanum
Nome Popular:
Antúrio
Família: Araceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Colômbia
Ciclo de Vida: Perene

O Anthurium andraeanum é uma espécie com origem na Colômbia, de cultivo fácil, principalmente em regiões quentes e úmidas. É uma das flores tropicais mais procuradas e
utilizadas na ornamentação.

Flor ornamental de corte pertencente à família das Aráceas (Araceae), o incluindo mais de 600 espécies, muitas delas herbáceas tropicais, originárias das regiões quentes e centrais da América do Sul. Menos que um décimo dessas espécies encontra-se em cultivo. Do ponto de vista comercial, a principal espécie do gênero é o Anthurium andraeanum Lindl, utilizado como flor corte e também como planta de vaso devido ao seu tamanho, sua coloração e a
longevidade de suas flores.
O antúrio adapta-se bem a uma ampla faixa de solo, porém, de preferência os bem drenados.
O cultivo do antúrio deve ser implantado em locais sombreados, protegidos da incidência direta dos raios solares. Diferentes sistemas de sombreamento podem ser utilizados, desde ripados, folhas de palmeiras ou sombras naturais de arvores de maior porte.

As Araceaes constituem uma família de plantas altamente diversificadas em hábitos e aparência, de vasta distribuição, principalmente nas regiões tropicais do globo. Suas plantas
são perenes possuem caule herbáceo consistente, ascendente, existindo também os tipos
acaules. O que é conhecido como flores, na realidade, trata-se de folhas modificadas coloridas, a que botanicamente se denomina espata.
Algumas espécies de antúrios são nativas no Brasil, como, por exemplo, o A. harrisii, A.belleum
Schott; A. radicans Koch; A. regale Linden; A. scandens Engl e A.scherzerianum Schott, sendo a espécie A. andreanum Lindl, a mais comum no Brasil.

As folhas dos antúrios são em forma de coração. As inflorescências eretas e firmes apresentam espatas (folhas modificadas) ovaladas, nas cores branca, vermelha ou rósea, e espádices de cores variadas. Gostam de locais sombreados e por isso, são ideais para cultivo em ambientes internos.
Importante ressaltar que deve ser feita uma limpeza anual nas plantas, removendo as folhas de modo a permanecerem quatro a cinco folhas por planta; capinas; cobertura anual dos canteiros com serapilheira, pó de xaxim, folhas, restos vegetais ou outros materiais disponíveis.

Preparo do solo
Esta planta desenvolve-se melhor em solos porosos, com alto teor de matéria orgânica.
Salienta-se que é importante fazer uma análise do solo e de acordo com o resultado deve-se iniciar a adubação. A vegetação também deve ser levada em consideração. Deve-se realizar as análises: química, residual, e de nematóides da água e da terra do local.

Adubação
A adubação na cultura do antúrio requer muitos elementos, quais sejam (em ordem de
importância): C (carbono), H (hidrogênio), O (oxigênio) N (nitrogênio), K (potássio), Ca (cálcio), P (fósforo), Mg (magnésio), Bo (boro), Fe (ferro), Mn (manganês) e Zn (zinco).
Além disso, deve ter pH entre 4.0 e 6.0, (ou seja, um pouco mais ácido) o que pode ser obtido misturando-se duas partes de composto orgânico bem curtido (esterco de vaca, cavalo, húmus de minhoca etc.) complementada com restos de xaxim e gravetos semi decompostos e bem picados.

Recomenda-se o uso de 10 a 15 litros de esterco curtido com composto orgânico. A aplicação deve ser dividida em 2 ou 3 vezes iguais, mantendo um nível satisfatório de matéria orgânica. O esterco pode substituir ou completar os seguintes nutrientes: carvão vegetal, cinzas, emulsão de peixe, enxofre, fermentado organo – mineral, húmus, pó de rocha e silício.

A muda plantada deve ser mantida sob vigilância para livrá-la das ervas daninhas, aplicando-se uma vez por mês cerca de uma colher de chá, rasa, de uréia, por muda. Devido à alta porcentagem de material vegetal há muita lixiviação dos nutrientes usados, assim, duas vezes por ano aplicar nova camada de esterco de curral ou substrato orgânico sobre a superfície do vaso.

Abaixo, seguem receitas de mistura universal que satisfaz as necessidades do maior número de plantas e de preparo de solos para plantas ornamentais:
- 7 partes de terra argilosa preta;
- 3 partes de esterco curtido ou composto orgânico;
- 2 partes de areia grossa.

Pode-se aperfeiçoá-la adicionando em cada 5 kg da mistura acima os seguintes ingredientes:
- ½ colherinha de giz moído ou calcário (exceto para as azáleas que preferem solo ácido);
- 2 colherinhas de farinha de ossos ou 1 de cinzas de ossos;
- 2 colherinhas de superfosfato simples;
- 1 colherinha de sulfato de potássio ou cloreto de potássio.

Obs.: Deve-se dispensar o potássio caso o composto orgânico tenha em sua composição fragmentos do pseudo-caule inteiro com as folhas de bananeira.
A carência de nitrogênio em plantas de antúrio faz com que as mesmas tenham  desenvolvimento precário, folhas pequenas e em reduzido número.
As folhas mais velhas perdem gradualmente a coloração verde, que é substituída por uma coloração verde clara, terminando por apresentarem uma coloração amarela. Numa fase mais avançada da carência, as folhas de coloração amarelada apresentam área necrótica.

O fósforo também possui um papel fundamental para o desenvolvimento das raízes e produção de enzimas. Alguns sintomas causados pela deficiência de fósforo em antúrios que consiste na:
Atrofia da planta com reduzido número de folhas: as folhas novas são pequenas, estreitas e verde-escuras, com curtos pecíolos e as folhas velhas são cloróticas, com áreas necróticas ao longo das margens afetando também o sistema radicular, acarretando poucas raízes vivas.
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clúsia (Clusia fluminensis)

A clúsia (Clusia fluminensis) é uma planta nativa do litoral de São Paulo e Rio de Janeiro. Pode ter o porte de arbusto ou arvoreta, podendo atingir até 6 m de altura se não for podada.
É uma planta muito ornamental, por conta de suas folhas rijas e em forma de gota (a clúsia é uma planta que pertence à espécie das gutíferas; não só pelo formato das folhas, claro, mas também por produzir uma seiva de consistência de resina chamada guta), de um verde-escuro bem brilhante.

É excelente para a implantação de cercas-vivas e renques rústicos e bem resistentes e é a escolha perfeita para soluções paisagísticas litorâneas por gostar do solo tipicamente leve (areno-argiloso) da beira do mar, onde algumas plantas encontram dificuldades em se adaptar.
Este solo deve ser fértil para que a clúsia desenvolva-se em sua plenitude. O terreno pode receber sol pleno ou estar à meia-sombra; as regas devem ser periódicas e o reforço de adubo, semestral.

Pode também ser plantada em vasos em terraços ou ambientes internos, além de arbustos informais isolados ou em grupos no jardim.
As flores brotam na Primavera e no Verão; são pequenas, brancas com o centro num tom vermelho róseo. A clúsia é uma espécie chamada dióica, ou seja, possui plantas masculinas e femininas. A clúsia tem a capacidade de absorver gás carbônico durante a noite, diferente da grande maioria das plantas, que só respiram na presença da luz (para quem não se lembra, essa “respiração” é chamada de fotossíntese).

Se o objetivo é manter o porte arbustivo, as podas de contenção devem ser frequentes.
Multiplica-se facilmente por estaquia, alporquia ou por sementes.

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dália

As dálias são plantas originárias do México e pertencem à família das compostas, compreendendo um enorme número de espécies e variedades.
Atualmente são flores que se encontra com facilidade dos jardins do nosso país e são também muito vendidas nas lojas florais. O seu aspecto atraente e a facilidade do seu cultivo e manutenção tornam-na bastante atrativa. Após a sua sementeira, proliferam rapidamente e têm uma vida longa.

São plantas herbáceas com raiz tuberosa e possuem folhas opostas e compostas, que se apresentam em algumas com o formato inteiro e noutras em formas dentadas, de tom verde-escuro e divididas em oval.

Existem variadíssimas espécies resultantes de uma constante escolha e seleção por parte dos cultivadores e apresentam-se em quase todas as cores, exceto o azul, que ainda não foi conseguido pelos produtores.

As dálias necessitam de terra normal, adubada e umedecida, com uma boa drenagem. Se quiserem plantar dálias de interior, não se esqueçam de colocar seixos ou cacos no fundo dos vasos. A rega deve ser abundante e em dias alternados.

A plantação das sementes deve ser feita na Primavera, altura em que ocorre a multiplicação dos tubérculos e a sua floração tem lugar no Outono. Quando esta acontece, as flores devem estar plenamente expostas ao Sol e é desta exposição que vai depender a sua coloração a par com as condições climatéricas a que estiver exposta.

Depois de terminada a floração deve podar a planta, extraindo de seguida os tubérculos da terra, após o que deve colocar a planta em ambiente fresco e escuro, isolada em turfa até ao final do Inverno, transplantando-as quando já tiver acabado o tempo das geadas.

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Aspargo - Asparagus densiflorus Sprengeri

Nome Científico: Asparagus densiflorus Sprengeri
Nome Popular: Aspargo, aspargo-pendente, aspargo-ornamental
Família: Asparagaceae
Origem: África do Sul
Ciclo de Vida: Perene

Este aspargo é ótimo para plantar em jardineiras e vasos suspensos, como fazemos com as samambaias, valorizando desta maneira sua folhagem pendente e delicada. Como o aspargo-pluma, o aspargo-pendente apresenta as folhas verdadeiras transformadas em espinhos, enquanto as pseudo-folhas são em forma de agulha.

Durante todo o ano apresenta flores brancas, discretas e pequenas além de frutinhos vermelhos e esféricos. Sua utilização paisagística deve valorizar a textura de sua folhagem.
Devem ser cultivadas a meia-sombra, em vasos ou jardineiras com terra rica em matéria orgânica, regadas a intervalos regulares. É uma planta muito tolerante ao frio. Sua multiplicação se faz por sementes e por divisão da planta, preservando a sua estrutura.

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Você já regou, podou, trocou de vaso, mas nada adianta: sua planta continua amarelada e ressecada, como se fosse palha. Já pensou que talvez, ela esteja em um lugar não muito adequado e, por isso, sofre com as condições impróprias para o cultivo?
Neste texto algumas explicações do que levar em conta ao criar uma espécie em casa.

Preparando o terreno
Antes de ter uma planta em casa, reflita sobre quais serão as suas necessidades e as da espécie com a qual você pretende conviver. Lembre-se de que algum tempo deverá ser dedicado a cuidados especiais, como poda, rega e troca esporádica de terra. Além disso, elas apreciam estar em espaços compatíveis com seus tamanhos e expostas a condições de umidade, luminosidade e ventilação adequadas. Por isso, conheça bem a espécie, buscando o máximo de informações possível, e verifique se é adequada à realidade do seu lar e da sua rotina. Cada planta possui uma necessidade de luz, algumas não resistem a ventos fortes ou determinados tipos de clima. E devem ser bem escolhidas para evitar que venham com pragas.

Cada caso, um vaso
Sempre coloque a planta em um espaço correspondente ao seu tamanho quando adulta, para evitar  que a raíz se enovele. Escolha substratos que permitam a respiração fácil das raízes, que tenham boa drenagem e retenham nutrientes e água em boa quantidade. Os substratos são misturas de dois ou mais componentes, podendo ser um deles o solo mineral, que dão as condições físicas e químicas favoráveis à planta.
As plantas dentro de casa consomem rapidamente os nutrientes do substrato onde estão plantadas, por isso é interessante que seja jogado sobre a terra, a cada três meses, um adubo mineral do tipo NPK 10-10-10. É possível encontrar no mercado uma série de adubos balanceados e com instruções detalhadas de uso, no rótulo.

Água na medida certa
A drenagem da água é super importante também, e tanto o excesso quanto a falta são prejudiciais à planta. Portanto, sinta diariamente a umidade da terra com a ponta dos dedos. Faça furos no vaso, aplique uma camada drenante (uma cobertura de pedras e areia no fundo) e depois coloque a terra com a muda por cima. Grande parte das plantas cultivadas em casa vem da Mata Atlântica, onde o calor e a umidade são muito elevados. Assim casas com sistema de ar condicionado são pouco propícias para o cultivo, porque reduzem a úmida relativa e a temperatura dos ambientes. Se você sentir que o espaço está seco, borrife água nas folhas, para equilibrar a umidade. Cada espécie deve ser irrigada de maneira diferente.

Por isso, mais uma vez, é necessário conhecer bem a planta antes de levá-la para casa. Uma calanchoê, por exemplo, não necessita de tantas regas quanto um lírio da paz – que pede solo úmido e irrigações constantes.

Luz é essencial
Não é possível cultivar plantas sem luz, portanto, em ambientes muito escuros, elas não ganham boa aparência. Em interiores, a luz indireta abundante é a melhor opção para as plantas. Luz direta sobre elas pode provocar queimaduras. Uma boa dica para que o verde receba luz de forma uniforme é rotacionar o vaso de tempos em tempos, assim, o crescimento será mais homogêneo.

Sem bichinhos
É muito comum que as plantas domésticas sofram ataques de predadores por estarem fora de seu habitat natura, insetos ácaros e fungos dever ser, preferencialmente, combatidos com produtos naturais, com nenhuma ou baixa toxicidade, por causa das pessoas e dos animais que convivem com elas. Uma receita caseira (existem várias) pode ser utilizada nesses casos. Faça uma mistura de:
1 litro de água
1 colher (sopa) de sabão em pó (ou de coco) e,
1 colher (sopa) de álcool.
Essa mistura deve ser borrifada sobre a planta afetada para eliminar insetos menos resistentes. O óleo de Nim é considerado um dos biopesticidas mais potentes. Misturado à água, em proporções adequadas ao porte da planta, pode combater mais de 200 espécies de insetos, e ainda tem ação fungicida.

Casa arejada
Ventos fortes são nocivos às plantas, já que são capazes de rasgá-las e desidratá-las. As espécies que se adaptam a essas condições são as folhas menores. Contudo, ambiente arejados são os preferidos das espécies, pois o ar é renovado constantemente, facilitando sua respiração.

Cuide bem
Naturalmente, casas n/ao são meios ideais para as plantas. E, se a vontade de cultivar alguns exemplares para deixar seu lar mais verde, carinho e cuidado são os melhores ingredientes que você pode oferecer. É um organismo que precisa ser observado com bastante frequência.

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As flores perenes são as espinhas dorsais de um jardim de flores. As flores anuais fazem um belo show, florescendo em todas as estações em muitos casos, mas são as flores perenes que dão caráter a um jardim, confiavelmente retornando anos após ano. A maioria das flores perenes reduz-se a apenas raiz e caule todos os anos; estas partes ficam dormentes durante o inverno, e o crescimento da parte superior do caule volta na primavera. A maioria das flores perenes floresce apenas algumas semanas durante o verão, por isso é necessário um planejamento cuidadoso para assegurar cores em seu jardim ao longo de toda a estação.

- As plantas perenes recaem em uma de duas classes. Existem plantas perenes lenhosas, tais como árvores e arbustos que não definham todos os anos, e há plantas perenes herbáceas, que definham. A maioria das flores perenes são herbáceas.

- As plantas perenes são muito mais caras do que as anuais. Planeje o seu jardim no papel antes de colocar qualquer planta no terreno, para não ter de mudá-las de lugar mais tarde. Uma alternativa é cultivar a partir de sementes, embora as plantas perenes possam ser notoriamente difíceis de brotar. Algumas precisam ser expostas a temperaturas frias, e em seguida temperaturas quentes; algumas precisam ser embebidas em água; e para outras ainda, você terá que raspar o revestimento da semente, processo que é chamado de escarificação.

- Considere quando cada planta irá florescer. Você quer um contínuo show de cores todo o verão, ou quer uma explosão de cores, todas de uma só vez? Considere também quais plantas perenes crescerão melhor na sua localização. Se o seu coração tem preferência por uma determinada espécie que é muito frágil para a sua área, pode ser possível cultivá-la em um vaso durante o verão e levá-la para dentro quando as temperaturas começam a cair.

- Quando tiver decidido onde plantar cada uma das plantas perenes, prepare o terreno. Este passo é muito importante, porque muito provavelmente as plantas vão permanecer no mesmo local durante vários anos. Se a área a ser plantada nunca foi cultivada, você precisará solarizar o solo. Para isto, cubra com folhas de plástico claro ou preto a área onde será o jardim e deixe o plástico no lugar durante o verão. Isto vai matar qualquer erva na área, juntamente com a maioria das pragas e sementes de plantas daninhas. Aplique vários centímetros de adubo orgânico, como um composto ou esterco bem decomposto. Misture um pouco deste adubo com terra, empurrando para baixo do solo. Isto também dará uma certa estrutura ao solo arenoso, e ajudará a romper um pouco o solo mais argiloso. O solo deve ter uma textura fina e quebradiça quando você tiver terminado.

- Se você escolheu plantas perenes que florescem na primavera, elas podem ser colocadas no jardim no outono. A maioria das plantas perenes que florescem no outono prefere ser plantada na primavera; por isso, se você solarizou o seu solo talvez seja necessário esperar até o próximo ano para plantar estas.

- Para plantar as suas plantas, cave um buraco duas vezes maior que a raiz (bulbo) de cada planta. Retire a planta do vaso em que veio. Se as raízes de sua planta estão presas umas nas outras desprenda gentilmente as raízes. Isto pode causar um pouco de choque de transplante, mas a planta deve recuperar-se rapidamente. Coloque-o no buraco preparado, em seguida, preencha com solo em toda a volta. Firme um pouco a terra com a palma da sua mão, e adicione mais se necessário. O nível do solo deve ser aproximadamente o mesmo que havia no vaso.

- Leia os rótulos das suas plantas cuidadosamente. Algumas plantas podem levar vários anos para atingir seu tamanho normal, assim plante-as de acordo com a forma como quer que seu jardim se pareça em três anos.

- Se o terreno de jardim tende a ser muito seco ou alagadiço, escolha plantas perenes que tolerarão estas condições. É pouco provável que você seja bem sucedido em mudar o seu solo, a menos que se disponha a gastar muito tempo e esforço na construção de canteiros elevados.

- Conheça as necessidades de água de suas plantes, e regue-as de acordo com estas necessidades. Duas irrigações moderadas por semana é melhor do que uma irrigação intensa. Regas freqüentes com leves quantidades de água não fazem realmente bem nenhum. A água vai evaporar antes de alcançar as raízes da planta, e muito provavelmente os borrifos constantes entre as folhas já úmidas vão espalhar doenças.

- Aplique uma camada de cobertura orgânica (folhas, gravetos, etc) para conservar a umidade e fornecer nutrientes às plantas. Estas porções de matéria orgânica em decomposição são preferíveis aos adubos líquidos, porque se decompõe lentamente, proporcionando um abastecimento constante de nutrientes durante um longo período de tempo. Este material pode ser obtido do próprio jardim: uma mistura de pedaços de grama que sobram depois de se cortar a grama, folhas e caules finos que caíram das plantas e/ou árvores, se você quiser pode acrescentar pequenas quantidades de restos de sua cozinha (cascas de frutas e legumes, crus e sem temperos, não use sementes porque podem brotar – bagunçando seu jardim).

- Para manter a floração de suas plantas perenes por tanto tempo quanto possível, pode-as regularmente. Isto significa remover flores murchas antes de secarem e começarem a fornecer sementes. Se as flores produzirem sementes, isto sinaliza para a planta que o final do período de crescimento está próximo, e a planta vai parar de produzir florações.

- Se depois de alguns anos suas plantas perenes começarem a parecer muito cheias e não estiverem mais crescendo tão vigorosamente, pode ser que tenham que ser divididas. Desenterre cuidadosamente o pé e corte-o dividindo-o em várias plantas. Se a planta for muito grande, pode ser mais fácil dividi-la usando dois garfos de jardinagem encostados um ao outro de costas e puxar porções das raízes para separá-las.

- Pode as plantas perenes no outono. Remova todos os crescimento de até três centímetros acima da coroa. Jogue as sobras em sua pilha de compostos. Se você os deixar no jardim, poderão atrair doenças e pragas.

- Quando o terreno estiver completamente congelado, aplique uma espessa camada de cobertura morta para proteger as raízes. Isso ajuda a evitar que o terreno se erga, o que poderia arrancar suas plantas.

Talvez você prefira intercalar seus canteiros de plantas perenes com plantas anuais nos primeiros um ou dois anos, até que comecem a preencher o espaço disponível. Depois disso, você terá um canteiro de flores que é uma alegria para os olhos durante toda a estação, com muito pouca manutenção.

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