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Begonia-6

A Begônia é mais uma das excelentes plantas que pode manter no interior do seu apartamento ou plantar no seu jardim.

São plantas muito populares e bonitas, existindo cerca de 1400 espécies em todo o mundo. Quase todas são fáceis de cultivar, quer dentro de casa, quer em jardins no Verão. São plantas nativas de regiões tropicais, principalmente da América Central e América do Sul.

Possuem folhas atrativas e, algumas espécies, apresentam flores coloridas, que variam do branco ao vermelho. Devido a esta enorme variedade de cores são ideais para utilizar na decoração de apartamentos.

Como qualquer planta, os cuidados essenciais são necessários para manter este tipo de plantas sempre bonitas e nas melhores condições. São destacados os seguintes:
* Em relação à temperatura, as begônias plantadas em vasos são plantas tropicais muito delicadas e, por essa razão, não apreciam grandes variações de temperatura ou correntes de ar. A temperatura ideal para mantê-las sempre felizes encontra-se entre os 20º e os 28ºC. Já as Begônias-cerosas, de canteiros, preferem um clima mais ameno e não toleram bem as chuvas.

* São plantas que apreciam bastante luminosidade, por isso evite locais do apartamento mais escuros.

* O solo ideal para o seu cultivo deve ser um solo bem drenado. Pode fazer uma mistura com 1/3 de areia, 1/3 de terra comum e 1/3 de húmus, ao qual acrescenta um pouco de adubo para fortalecer a planta. De tempos em tempos reforce a adubação com um pouco de fertilizante NPK rico em fósforo e mais um pouco de adubo orgânico.

* A rega deve ser feita de forma a que a planta se mantenha sempre umedecida. Contudo tenha cuidado com os encharcamentos, que podem levar ao apodrecimento da raiz e consequentemente à morte prematura da planta. Apenas o solo deve ser regado. Evite molhar as suas folhas.

* Ácaros e fungos podem atacar as begônias, visto elas só florescerem em ambientes úmidos. Se isso acontecer procure por conselho em lojas especializadas em produtos para controle de pragas, numa florista ou centro de jardinagem perto de sua casa.

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Confete (Diascia spp)

O gênero Diascia contém cerca de 70 espécies, e muitas delas são ornamentais. São pequenas plantas ornamentais originárias da África do Sul.

São plantas floríferas herbáceas, de ramagem delicada r muito ramificada. Apresentam folhas opostas, simples e com margens denteadas. Floresce desde o início da primavera até meados de outono. Suas inflorescências são longas, com flores de corola expandida em cinco divisões, em formato de sino e de cores diversas, como o rosa, o laranja, o salmão e outras tonalidades.

De folhagem brilhante e flores mimosas a tornam uma planta maravilhosa para plantarmos em maciços e bordaduras, assim como em mistura com outras plantas em conjuntos campestres ou em jardins de pedra.

Diascia spp
As espécies de hábito prostrado e pendente são ideais para plantar em cestas, vasos e jardineiras suspensas, sempre bem drenados, visto que o confete não tolera encharcamento. Apesar de perene, é utilizada também como anual.

Seu cultivo deve ser sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, leve, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares.

A fertilização deve ser feita mensalmente durante o período vegetativo. Aprecia o clima ameno e suporta até -5ºC. Quando as flores murcharem, podem ser podadas com tesoura, para que renovem a folhagem e floresçam novamente.

A multiplica-se por sementes, estaquia e divisão da ramagem enraizada.

janela florida

Abutilon striatum

A Lanterna Chinesa é uma planta que pertence a família das Malvaceae, que é composta por 252 gêneros e 2.330 espécies que estão espalhadas por todo o mundo, com destaque para a América do Sul, principalmente para países como: Brasil, Argentina, Paraguai e Bolivia.

Trata-se de um arbusto tropical oriundo da América Central, sendo nativo da Guatemala. Ela é muito confundida com outra planta, a chamada Abutilon Megapotamicum.

Abutilon Megapotamicum.
Pode atingir até 3m de altura. Quando podada adequadamente, pode ser cultivada como trepadeira. As flores são solitárias, com pecíolos longos e pendentes, formando um sino, daí o seu nome popular. As estrias vermelhas em composição com o amarelo dão lhe um aspecto particularmente atrativo para o uso ornamental.

Planta de fácil cultivo. Pode ser utilizada isoladamente ou para formar renques e cercas vivas, a exemplo de suas irmãs da família Malvaceae.

A Lanterninha Chinesa (como também é conhecida) é uma planta de habitat natural o clima tropical ou subtropical, no entanto, ela é uma espécie que pode ser cultivada em qualquer clima, tanto que encontramos essa espécie vegetal sendo plantada e bem desenvolvida em regiões que possuem climas: Tropical, Subtropical, Equatorial e Mediterrâneo.

Deve ser cultivada em solo fértil, que possua boa capacidade de drenagem e com luminosidade a pleno sol, apesar de que, essa espécie vegetal apresenta um grau de resistência ao frio, suportando até mesmo frios intensos como as geadas (de leve intensidade).

Aprecia o solo areno argiloso para seu bom cultivo. O solo onde é cultivado o arbusto deve sofrer irrigação de forma regular, podendo ser feita uma media de suas vezes por semana. Porém, quando estivermos nas épocas mais quentes, as regas podem ser reforçadas, enquanto que nas épocas mais frias, as regas podem ser reduzidas.

No entanto, é necessário que sejam tomados cuidados, pois apesar da planta gostar do solo úmido, é preciso evitar que este fique encharcado, pois essa situação pode acarretar com o sufocamento das raízes da espécie vegetal. O solo para o cultivo da Lanterna Chinesa pode sofrer aplicação de material orgânico para melhor desenvolvimento da planta. Essa espécie vegetal gosta de muito material orgânico para o pleno desenvolvimento.

A Lanterna Japonesa pode sofrer podas para a sua boa formação. A realização destas podas, ajudam a planta a renovar a sua folhagem, mantendo a planta sempre bela. Essas podas podem ser feitas anualmente.

Pode ser cultivada em qualquer parte do território brasileiro, sem problemas com relação a adaptação a variação climática do nosso país.

Pragas e doenças que afetam a Lanterninha chinesa
As mais comuns são formigas e cochonilhas. Normalmente associadas, por sinal. Inúmeros produtos no mercado dão conta do recado, mas, cá entre nós, o nada substitui os bons e velhos cuidados preventivos:
* Fertilização do solo, preferencialmente com adubo orgânico (composteira). Ganha-se, com isso, duas coisas: melhoria nas defesas da própria planta, e melhoria da estrutura do solo, o que garante maior eficácia a longo prazo;
* Regas adequadas. No caso da lanterna-chinesa, devem ser de pelo menos duas vezes por semana, na fase a adulta e diariamente ou a cada dois dias, nos primeiros 60 dias de plantio (dependendo do clima local).

Como reproduzir
A reprodução, deve ser feita ao final do inverno, com estacas semi-lenhosas. Selecione uma bem saudável faça o corte em 45º, próximo a gema, e retire suas folhas, colocando o galhopara descansar em um vidro ou garrafa pet com água (se necessário, utilize um hormonio enraizador) à meia-sombra, ou em composto orgânico não totalmente curtido. Pessoalmente, obtive melhores resultados no último caso.

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Adenium

A Rosa do Deserto é uma planta que desperta paixão em todo o mundo, da mesma forma que orquídeas, bromélias, cactos, suculentas, carnívoras e bonsais. Há colecionadores dedicados à esta fantástica espécie, que produzem plantas com caules excepcionalmente esculturais e florações magníficas.

É uma planta suculenta, de aspecto escultural e floração exuberante. Seu caule é engrossado na base, uma adaptação para guardar água e nutrientes em locais áridos. Alcança de 1 a 3 m de altura se deixada crescer livremente, em jardins.

Apresenta folhas dispostas em espiral e agrupadas nas pontas dos ramos. Elas são inteiras, coriáceas, simples, de forma elíptica a espatulada, verdes e com nervura central de cor creme. Raríssimas variedades apresentam variegações, com folhas creme, salpicadas de verde.

As florações podem ser obtidas em plantas ainda jovens, com apenas 15 cm de altura. O florescimento geralmente ocorre na primavera, sendo que há possibilidade de sucessivas florações no verão e outono. As flores são tubulares, simples, de cores variadas, indo do branco ao vinho escuro, passando por diferentes tons de rosa e vermelho. Muitas variedades apresentam mesclas e degrades do centro em direção as pontas das pétalas. Há ainda variedades de flores dobradas, triplas, quádruplas e quíntuplas

Essa espécie ainda permite enxertia, o que é bastante interessante para se produzir em uma mesma planta flores de cores diferentes. Plantas antigas, de variedades raras, e bem trabalhadas alcançam preços exorbitantes no mercado, assim como bonsais.

Um dos segredos para deixar a base do caule interessante é levantar um pouco a planta, deixando a parte superior das raízes exposta a cada replantio, que deve ser realizado a cada 2 ou 3 anos. A planta enraizará normalmente. Para obter um aspecto engrossado e florações intensas, a utilização de um fertilizante de boa qualidade é fundamental. Ela não é muito exigente em nitrogênio, portanto uma fórmula específica de floração, que contenha mais fósforo é indicada. Jamais fertilizar uma planta sem antes irrigá-la, sob pena de queimar raízes e provocar queda das folhas.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo perfeitamente drenado, neutro, arenoso, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos esparsos e regulares. Não tolera o frio abaixo de 10ºC ou encharcamento. Apesar dessas exigências em drenagem não é bom deixá-la muito tempo sem regas. Em países de clima temperado e frio ela se torna semi-decídua e deve ser conduzida em estufas aquecidas no inverno. Ainda que tolere meia-sombra, florações abundantes só serão obtidas sob sol pleno. Podas de formação devem ser criteriosas para não formar deformidades não naturais e cicatrizes feias na planta, e luvas, pois sua seiva é altamente tóxica. Multiplica-se por sementes e estacas, porém o caule (caudex) grosso só se origina de sementes.

Como cultivar
O Adenium é uma espécie relativamente fácil de ser cultivada, desde que você considere a sua planta como se fossem duas completamente diferentes, com necessidades diferentes em diferentes períodos do ano.

No verão, quando em pleno crescimento, ela deve ser tratada como planta tropical, regada abundantemente e com freqüência, e bem adubada.

No inverno ela precisa de ambiente seco, deve ser tratada como um cacto, com muita iluminação e com regas ocasionais.

Como a maioria das suculentas, o Adenium quando adormecido durante o inverno, é suscetível a podridão radicular causada pelo acumulo de água no substrato. Por isso, deve ser plantado em substrato bem drenado a arejado. A combinação é: 50% de substrato para plantio de hortaliças, 40% de areia grossa e 10% de pedrisco de brita penerado.

O vaso deve ser apenas um pouco maior do que o tamanho da massa radicular, para reter pouca umidade e evitar a podridão das raízes. No entanto, o tamanho do vaso restringe o crescimento da planta. Assim, a cada ano, o tamanho do vaso deve ser aumentado. O ideal é que o vaso tenha o formato de tigela, um pouco maior que o sistema radicular.

Como a maioria das plantas suculentas, o Adenium precisa de muita luz para o seu florescimento, mas o sol muito forte pode queimar as às flores de tons mais escuros. O ideal é cultivar Adenium em viveiros cobertos com plástico e tela sombrite com malha 50%.

O Adenium pode permanecer com folhas em quase todo o ano, principalmente se cultivado em viveiros, mas, algumas espécies perdem todas as folhas durante o inverno. Para estas espécies, a rega durante a desfolha deve ser moderada, para evitar a podridão das raízes.

Os ácaros e a podridão das raízes, são os maiores problemas no cultivo do Adenium. Também os percevejos costumam aparecer na época em que a planta desenvolve as vagens de sementes após a polinização. Os pulgões aparecem ocasionalmente na época após a germinação, quando as mudinhas apresentam 3 pares de folhas.

Para o controle do Phytium SP, fungo causador da podridão radicular, recomendo a adição de canela em pau no substrato de plantio. O Adenium, não deve ter um crescimento muito acelerado para não prejudicar na formação dos galhos. Fertilizantes nitrogenados na fase de crescimento, causam o alongamento da planta e a perda de seu valor estético e comercial. Utilize fertilizante com a formulação 8-6-6, a cada 25 dias, na fase de crescimento da planta. Utilizo também hormônio de floração logo após o período de dormência e fertilizante fosfatado, logo após a polinização manual e inicio do aparecimento de vagens de sementes, para fortalecer a planta e para que ela não aborte as vagens.

Substrato para Adenium
Utilizar 10kg de areia lavada de construção, 10 kg de pedrisco (brita) bem fina, 10 litro de esterco bem curtido de galinha ou de vaca, 10 litros de carvão bem miudinho, 10 litros de palha de arroz carbonizada ou palha velha (aquela que já está escurecendo de velha) misture tudo isso bem misturado, se preferir poderá acrescentar 5 colheres de torta de mamona e 5 colheres de sopa de farinho de osso, tudo isso vai deixar um substrato bem drenado e rico em nutrientes.

Fertilização para Adenium
PH do meio de Cultivo
A acidez e a alcalinidade têm ação preponderante sobre a absorção das substâncias nutritivas. O excesso de um ou de outro pode produzir alteração do sistema radicular e dos caules e folhas.

As plantas só absorvem os nutrientes numa faixa estreita de pH e esses valores variam dentro de certos limites para cada espécie vegetal.

Além disso geralmente o meio ácido dificulta a dissolução de certos sais. Sabe-se também que a acidez excessiva pode, por outro lado, solubilizar quantidades exageradas de sais de manganês, ferro, zinco, cobre e alumínio, o que torna o meio tóxico para as plantas.

Parece que só na faixa de pH compreendido entre 6 e 7 os sais são solubilizados nas quantidades ideais e entre 4 e 9, a absorção é possível. A alcalinidade alta, por sua vez, insobilizando o ferro, o manganês, etc., cria as deficiências desses minerais.

Cálcio
É um dos chamados macronutrientes secundários junto com o magnésio (Mg) e o enxofre (S). Os efeitos indiretos do cálcio são tão importantes quanto o seu papel como nutriente. O cálcio promove a redução da acidez do substrato, melhora o crescimento das raízes, aumento da atividade microbiana, aumento da disponibilidade de molibdênio (Mo) e de outros nutrientes. Reduzindo a acidez do substrato, diminui a toxidez do alumínio (Al), cobre (Cu) e manganês (Mn). Plantas que apresentam altos teores de cálcio resistem melhor a toxidez destes elementos. Os sintomas de deficiência de cálcio são morte da gema apical, clorose e necrose internervais nas folhas mais novas, sintomas de deficiências em Ca2+ são mais pronunciados nos tecidos jovens, já que praticamente inexiste o seu transporte no floema. Tecidos deformados e enrolados são encontrados em plantas deficientes. As vagens chochas e as folhas enroladas são sintomas de deficiência de cálcio.

Fósforo
Dos macronutrientes primários, o fósforo é absorvido em menores quantidades que os demais, entretanto sua presença no solo é indispensável para o crescimento e produção vegetal. Interfere nos processos de fotossíntese, respiração, armazenamento e transferência de energia, divisão celular, crescimento das células. Contribui para o crescimento prematuro das raízes e formação das sementes. Por interferir em vários processos vitais das plantas, deve haver um suprimento adequado de fósforo desde a germinação. O fósforo, na planta, apresenta uma grande mobilidade. As plantas quando jovens absorvem maiores quantidades de fósforo ocorrendo um crescimento rápido e intenso das raízes em substratos com níveis adequados do nutriente. A falta de fósforo ocasiona uma taxa de crescimento reduzida desde os primeiros estágios de desenvolvimento da planta. As folhas mais velhas adquirem coloração arroxeada, em razão do acúmulo do pigmento antocianina. Em estádios de desenvolvimento mais tardios, as folhas apresentam áreas roxo-amarronzadas que evoluem para necroses. Essas folhas caem prematuramente, e a planta retarda sua floração e frutificação. A absorção de fósforo pelo Adenium é afetada principalmente pela concentração de fósforo na solução do substrato. A acidez ou a alcalinidade do substrato, o tipo e a quantidade de matéria predominante, o teor de umidade, a compactação, o modo de aplicação dos fertilizantes e as temperaturas baixas na fase de emergência das plantas também afetam a absorção desse nutriente. A correção do substrato pode ser feita preventivamente com a aplicação de fertilizante fosfatado antes do plantio.

Potássio
É o nutriente mais extraído pelo Adenium. A deficiência de potássio torna lento o crescimento das plantas; as folhas novas afilam e as velhas apresentam amarelecimento das bordas, tornando-se amarronzadas e necrosadas. O amarelecimento geralmente progride das bordas para o centro das folhas. Ocasionalmente verifica-se o aparecimento de áreas alaranjadas e brilhantes. A falta de brilho e aveludamento nas flores, em muitos casos, é também devida à deficiência de potássio. O teor de potássio no solo, a taxa de lixiviação, a calagem excessiva ou a presença de altos teores de cálcio, magnésio e amônia no substrato afetam a disponibilidade de potássio para a planta. A correção pode ser feita com a adubação em cobertura de sulfato ou cloreto de potássio, seguida de irrigação.

Nitrogênio
A deficiência de nitrogênio leva ao amarelecimento e posteriormente à queda das folhas inferiores, as plantas ficam com folhas e flores pequenas e falta geral de robustez. Normalmente uma planta em baixos níveis de nitrogênio terá hastes nuas com tufos de folhas pequenas e rígidas nas extremidades. O excesso ocasiona um rápido crescimento da planta , ocasionando a produção de folhas grandes e ampliando os espaços de entrenós dos ramos. Níveis controlados de nitrogênio e fósforo devem ser utilizados para controlar o crescimento da planta. Baixos níveis contribuir para o crescimento demorado por isso o produtor deve decidir os níveis de nitrogênio para atender às suas necessidades. Eu utilizo a formulação química de fertilizante com 8 de nitrogênio, com isso a planta demora um pouco mais para crescer mas o seu ciclo de vida e bem maior. O nitrogênio pode ser utilizado em duas formas, amoníaco e nitrato. Utilizo na forma de nitrato N que favorece a um crescimento mais compacto da planta em comparação à amônia. As fontes orgânicas fornecem nitrogênio amoniacal. A foto mostra um Adenium com deficiência de nitrogênio

Nutrição
Problemas nutricionais ocorrem devido a inúmeras razões além da falta real de um nutriente específico ou até mesmo da composição química da água utilizada para a irrigação. Compreender as necessidades de nutrição desta espécie de planta é a chave para a solução e prevenção de muitos outros problemas que ocorrem no cultivo do Adenium.

O Adenium se desenvolve melhor com uma quantidade moderada de nutrição suplementada com micros e macros nutrientes. Parte da razão do sucesso de uma boa nutrição da planta é a composição do meio de cultivo, assegurando capacidade de ligação química destes nutrientes (por exemplo, cobre). Outro fator importante é uma boa drenagem do meio de cultivo para garantir a lixiviação dos nutrientes aplicados.

Saiba diferenciar uma espécie de outra

Adenium Multiflorum

Adenium Multiflorum
Adenium Multiflorum é freqüentemente confundido como uma variedade de Adenium Obesum, mas é bem diferente de muitas maneiras. É provavelmente a segunda espécie mais fácil de ser encontrada. Geralmente, tem o tronco (caudex) mais estreito do que o Adenium Obesum, e é uma espécie decidual, com dormência obrigatória no inverno e floresce de maio a agosto, enquanto a planta está sem as folhas. As flores são abundantes e, possivelmente, o mais impressionante de todo o grupo. As pétalas são afiadas em forma de estrela, de vermelho brilhante e de diferentes larguras que é nitidamente delimitada a partir das partes brancas interiores.

Adenium Somalense

Adenium Somalense
Adenium Somalense é outra espécie variável. Ocorre desde o sul da Somália, Quênia e na Tanzânia. Na Somália e áreas adjacentes do Quênia as plantas de ocorrência natural alcançam até 15 metros de altura, com tronco maciçamente inchados. Em outras áreas, é mais arbustiva e semelhante ao Adenium Obesum. As flores são um pouco menores, mas semelhantes ao Adenium Obesum. O Adenium Somalense de variedade Crispum, forma um grande caudex espesso, onde crescem algumas hastes delgadas, geralmente com menos de 1 metro de altura. As flores são menores do que a maioria de outras espécies de adeniums , mas com lindas listras vermelhas e brancas. É muito utilizado por bonsaistas e muito difícil de ser encontrados em viveiros comerciais.

Adenium Socotranum

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O Adenium Socotranum é o mais raro de todos. É uma espécie endêmica da ilha de Socotra no Oceano Índico ao sul da península Arábica e do leste do Corno de África e que pertence ao Iêmen. É o gigante do grupo, com troncos maciços de até 10 metros de altura e 8 metros de diâmetro! Por muitos anos, Socotra hospedou um porto naval soviético e nunca permitiu a disponibilidade de plantas e sementes fora dos limites da ilha. Nos últimos anos, as visitas a ilha ficaram mais acessíveis, mas as autoridades são muito protetoras dos recursos naturais e a coleta de plantas e sementes é considerada ilegal. Adenium Socotranum ocorre aos milhares na ilha, mas pouquíssimos exemplares da espécie existem fora dela e por isso são caras e raras de se encontrar. É bom explicar que o Socotranum tailandês, chamado de Thai-Socotranum, não é o Adenium Socotranum nativo de Socotra, e sim um híbrido resultado de cruzamentos entre espécies.

Adenium Arabicum

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Adenium Arabicum, como o próprio nome sugere, vem da Península Arábica, especialmente a Arábia Saudita e o Iêmen. Isto é pouco estudado e é possível que na verdade existam duas plantas diferentes provenientes dessa área. Em seu ambiente natural, na Arábia Saudita, é bastante alto, até 8 metros, e um pouco semelhante a Adenium Somalense. A outra forma é baixa, com ramificação um pouco reclinadas e base do caudex esférico com 2 metros de diâmetro.

Adenium Obesum

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Adenium obesum é generalizada e variável em seu habitat natural. Ela ocorre em uma faixa larga em toda a África subsaariana, do Senegal ao Sudão e Quênia. Sua variabilidade na natureza é refletida por sua variabilidade no cultivo. Tem um período relativamente longo de florescimento no verão e continua em crescimento durante o inverno se mantido em ambiente coberto. É a espécie mais amplamente difundida em cultivo e é a mais usada para hibridação. As flores são de tamanho variável, mas podem chegar até 10 centímetros de diâmetro, dependendo dos tratos culturais. As margens das pétalas variam do rosa ao vermelho intenso, e desvanecem-se gradualmente ao branco perto do centro. Plantas jovens desenvolvidas a partir de sementes têm um caudex distintamente inchado (seedling) e, eventualmente, a planta desenvolve um tronco muito forte. É uma espécie altamente desejável. A variação de cores chega ao incrível numero de 500.

Adenium Oleifolium

Adenium Oleifolium
Adenium Oleifolium é outra espécie menor, com um metro de diâmetro do caudex e ramificação de até dois metros de altura. É nativa do deserto de Kalahari, ao sul de Botswana, Namíbia e norte da África do Sul. É uma espécie de crescimento lento com flores relativamente pequenas. Não é muito cultivada em viveiros, devido suas flores serem muitos pequenas , mas é muito importante para trabalhos de hibridização.

Adenium Boehmianum

Adenium Boehmianum
Adenium Boehmianum é originária do noroeste Namíbia e sul de Angola. É uma espécie de crescimento lento, e leva vários anos para florescer. As flores são de rosa pálido e uniforme parecidas com as do swazicum e sua floração acontece de novembro a maio. O caudex e a ramificação possui uma coloração prateada e a exemplo de swazicum, também tem folhas caducas que tem a coloração verde-acizentada e dobrado ao longo da nervura central. A seiva é usada como veneno de flecha e suas folhas são usadas para fazer uma pomada que alivia a dor causada por picadas de cobra e de escorpião por tribos nativas do sul da Namíbia.

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Vinagreira (Hibiscus sabdariffa)

Planta subarbustiva, florífera e bastante versátil. Originária da Ásia, ela é conhecida no mundo todo por suas qualidades como ornamental, medicinal e comestível.

As flores surgem no outono e inverno, e duram apenas um dia. Elas são solitárias, brancas a amarelas, com um cálice carnoso na base, de cor vermelha intensa.

É uma excelente opção para canteiros junto a muros e no jardim presta-se para plantio isolado ou em grupos, como em maciços, por exemplo.

É uma planta de rápido crescimento e comportar-se como bienal, é interessante seu uso como uma cerca-viva temporária. Sua folhagem, textura e flores remetem ao estilo tropical.

Hibiscus sabdariffa

Seu cultivo deve ser sob sol pleno, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.

Apesar de ser uma planta perene, a vinagreira deve ser conduzida como anual ou bienal, pois perde a beleza e o vigor com o tempo, necessitando de replantio.

Suscetível ao ataque de nematóides, que enfraquecem as plantas de forma gradual. Por este motivo não é indicado replantá-la anualmente no mesmo local. No tolera frio intenso ou geadas.

Sua multiplicação é feita por sementes postas a germinar em estufa no fim do inverno.

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A Petúnia é uma planta originária da África d0 Sul. É  uma planta bastante popular, que apresenta uma diversidade de cores e tipos. No Brasil, ela geralmente é encontrada em regiões mais amenas, como sul e sudeste.

Dentre os tipos mais comuns para comercialização, podemos mencionar as herbáceas e as pendentes. As herbáceas atingem no máximo 40 cm de altura, e, quando chegam a este ponto, desenvolvem o crescimento lateral, o que as torna bastante volumosas. Já as pendentes contêm hastes longas, e apresentam  flores menores que as das herbáceas, porém em maior quantidade.

As flores dessa planta têm formato de sino, e seu perfume, extremamente agradável, é exalado no período da noite.

Ainda que se desenvolvam bem abaixo de sol em lugares com o clima mais baixo, as petúnias herbáceas são suscetíveis às queimaduras, se expostas totalmente expostas ao sol em regiões equatoriais. No entanto, as perenes se adaptam muito bem, mesmo em ambientes quentes.

O plantio da petúnia pode ocorrer em qualquer época do ano, por meio de sementes ou mudas. Optando por plantá-las em sementes, é necessário dispensar cuidado redobrado nas primeiras semanas, para que cresçam bem. Entretanto, para pequenas criações, recomenda-se adquiri-las em mudas, visto que iniciaram o seu desenvolvimento, o que torna mais fácil a sua criação.

As petúnias devem ser plantadas ao sol ou à meia sombra desde que recebam bastante iluminação. Seu solo deve ser rico em matéria orgânica e bem irrigado, porém não encharcado. Antes de plantar é necessário adubá-lo abundantemente.

Uma sugestão é suar o NPK 20-20-20 ou 15-20-20), mas se forem difíceis de achar, compre os dois tipos predominantes: aquele rico em nitrogênio, como NPK 20-10-10), e aquele rico em fósforo e potássio o NPK 4-14-8. Os dois últimos favorecem a floração, o primeiro a boa saúde das folhas. Se forem sólidos, espalhe umas três colheres em volta das plantas. Se forem líquidos (ou feitos para dissolver), borrife a cada duas semanas.

O cultivo de petúnias é simples. Para mantê-la bonitas basta regá-las diariamente. Embora sejam resistentes as pragas, pulverizá-las mensalmente com produtos específicos é uma excelente forma de evitar esses problemas. E por último, aconselha-se replantá-las no final do ano, para retirar partes mortas e deixá-las ainda mais vívidas e belas.

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Begônia

Já estamos no finalzinho do verão e com a proximidade do outono, inicia-se um novo período para os seus jardins e as plantas. É esta época do ano um excelente período para realizar duas tarefas no jardim: limpeza e adubação

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O primeiro passo para cuidar do jardim nessa época do ano é fazer uma boa limpeza. Elimine insetos e ervas daninhas que provavelmente invadiram canteiros e vasos durante o inverno. Folhas e galhos secos devem ser eliminados com uma poda de limpeza (veja abaixo). Rastelos ajudam na tarefa da limpeza. Aproveite também para dar manutenção aos canteiros já formados, escarificando o solo para favorecer a aeração ou oxigenação das raízes. Evite neste caso o uso de enxada ou pá – esse trabalho deve ser realizado com escarificador ou sacho, pois esta ferramenta permite acessar o espaço entre as plantas sem, contudo, danificá-las.

Prepare o solo para a adubação
Nos vasos e jardineiras use um ancinho para revolver a terra superficialmente. Sempre que possível, prefira ingredientes orgânicos para fazer a adubação (húmus de minhoca, torta de mamona ou farinha de osso).

Cuidado com as podas: essa tarefa merece atenção
Nada de podar plantas que vão florir no inverno ou início da primavera, pois sua floração pode ser prejudicada. Podas educativas (aquelas que dirigem o crescimento das folhagens) também não são recomendadas. O certo é fazer apenas uma poda de limpeza, retirando folhas amareladas e galhos secos para favorecer a penetração dos raios solares entre os galhos da planta. Essa poda de limpeza é especialmente indicada para as cercas vivas.

Dicas para fazer a poda de limpeza sem erros:
- Com tesouras de pontas finas é possível alcançar áreas de acesso mais difícil em arbustos e cercas vivas, mas para hastes lenhosas é essencial usar uma tesoura de poda adequada, para não “mastigar” os caules.

- Use ferramentas sempre muito bem afiadas, evitando danificar as plantas.

- Para podar folhas mortas, faça um corte limpo, na extremidade do pecíolo, exatamente onde a haste da folha encontra o ramo.

Dê uma ajuda para as plantas que precisam de apoio
De uma maneira geral, as plantas no outono perdem uma boa parte de suas folhas, o que oferece uma ótima oportunidade para verificar as condições das plantas que precisam de suporte, tutores e treliças. Verifique as condições gerais destes apoios e aproveite para corrigir a condução dos ramos que cresceram durante o verão. Evite fazer cortes e podas de correção, eliminando apenas os ramos que apresentarem algum problema sério (como quebra, ataque maciço de insetos ou pragas, etc.).

Garanta a umidade das plantas sem encharcar
Com o final do verão e a diminuição do calor, a quantidade de água das regas deve ser diminuída, pois a evaporação no outono é menor. Por outro lado, as plantas estarão entrando num período no qual as chuvas diminuem e o solo passa a ficar mais ressecado. Uma ótima medida é aproveitar para incorporar à terra elementos com ação hidrorretentora, ou seja, que absorvem e mantém a umidade na quantidade certa. O mais recomendado é o húmus de minhoca que além de cumprir essa função ainda contém bons nutrientes para as plantas.

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O lírio tocha ou Tritoma,  é uma planta herbácea e de aspecto exótico, originária da África do Sul;
As folhas estreitas e muito longas nascem do solo. As inflorescências são em forma de pino, com flores cilíndricas. De inicio, de um belo coral, depois alaranjado, e ao abrir a flor, passa a amarelo.

Com um belo colorido em degradée, as flores se abrem de baixo para cima, conferindo tonalidades mais vivas no ápice da inflorescência enquanto a base vai adquirindo cores mais claras.

Existem muitas variedades: umas de apenas 40 cm e outras que podem atingir 1,5 m de altura.
Conforme a variedade, as suas inflorescências podem ser: vermelho, amarelo, laranja ou creme. A sua exuberância é ainda mais notória, quando cultivado em tufos densos, ou no centro de canteiros.

Multiplica-se por divisão de touceiras. Divisão que deverá ser feita na primavera. A nova planta só floresce passados dois anos.

As exigências de cultivo do lírio tocha são simples. Precisa de sol pleno, solo fértil e fresco, regas freqüentes no verão e adubações na primavera.
Floresce , do outono ao inverno. Devem-se cortar as flores murchas, para prolongar o periodo de floração da planta.

É uma planta que tolera bem ao frio e às geadas. Utilize sempre luvas grossas para manipular esta planta.

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lavatera-trimestris

Uma espécie que possui flores muito impressionantes é a curiosa  lavatera-de-três-meses, Ela possui uma coloração muito específica e que pode ser facilmente identificada de longe. Com seus nome populares, características marcantes e a sua especialidade para o paisagismo de jardins podem ser os fatores mais importantes para que a espécie seja bastante escolhida para ser cultivada em diversos locais. Sua folhagem, flores e cheiro podem ser essenciais para que jardineiros pelo mundo todo saiam a sua procura.

Os primeiros vestígios da planta forma encontrados em alguns países da  Europa. Depois, pesquisadores encontraram vestígios da espécie na área do Mediterrâneo.

É uma planta anual que se destaca por sua floração abundante e bela. Seu porte é um pouco maior que a maioria das floríferas anuais de jardim, alcançando 45 a 80 cm de altura.

As flores surgem na primavera e verão, e são grandes, solitárias, simples, em forma de trompete e muito vistosas. Podem ser rosas, brancas ou vermelhas, de acordo com o cultivar, em diferentes tonalidades.São flores bastante atrativas para abelhas e borboletas.

Em jardins a planta é perfeita para a formação de maciços e bordaduras. Os tons delicados de suas flores acrescentam um charme ao paisagismo. Também pode ser plantada em vasos e jardineiras, adornando pátios e varandas.

A espécie é fácil de cultivar mas precisa se algumas regras para o seu desenvolvimento saudável. Para começar, é preciso ficar bem atento aos solo de cultivo da planta. Ele precisar estar composto com muita matéria orgânica. Deve ser regada com um bom espaçamento entre uma rega e outra.

Embora ela adore água, não tolera o encharcamento de suas raízes. O excessivo uso de água durante o seu plantio pode ser péssimas consequências para o desenvolvimento da espécie,s até porque a água em excesso pode apodrecer as raízes. Apesar de ser intolerante ao excesso de irrigação, ela é bastante tolerante aos curtos períodos de estiagem, se tornando uma espécie sem grandes exigências para o seu cultivo.

É preciso tomar cuidado com as geadas, já que a espécia não costuma tolera-las. Em locais mais frios, ela não se desenvolve de forma correta, podendo atingir apenas a sua altura mínima, sem contar que o surgimento das suas flores acaba não atingindo o seu ciclo normal.

A sua multiplicação é bem fácil e simples, mas precisa de alguns métodos para que a propagação funcione. Suas sementes devem ser colocadas para germinar no final do inverno e de preferência em estufas para um cultivo mais elaborado.

No início da primavera, a multiplicação poderá ser feita dentro do jardim, em meio ao solo de plantio. A planta é bastante sensível à transplantes, uma técnica muito comum durante a multiplicação de plantas de ciclo de vida anual.

A planta pode aceitar inclusive, a renovação de canteiros de forma anual, o que favorece muito a sua forma principal de propagação.

chuva88

Lycaste Anguloa

Lycastes são plantas decíduas em vários graus, desde de fortemente decídua, como a Lycaste aromática de flores amarelas que florescem com pseudobulbos verdes e sem folhas, como a Lycaste skinneri que mantém as folhas durante a floração. Este gênero produz flores triangulares grandes e cerosas de longa duração. As plantas caracterizam-se pelos pseudobulbos arredondados e folhas plissadas.

As necessidades de luz são variáveis. As espécies de folhagem caduca necessitam de níveis de luz idênticos aos das Catleyas – 50% a 70% de sombra. A luz deve ser aumentada quando os novos rebentos formam os pseudobolbos. As espécies de folhagem permanente crescem melhor com menos luz – 60% a 80% de sombra.

Para as espécies de folhagem perene, a temperatura deve ser constante e nunca elevada. As noites deverão rondar os 15ºC e os dias deverão situar-se entre os 22 a 28ºC. As espécies caducifolias podem tolerar uma variação maior, até 35ºC durante o dia e 10ºC à noite durante o período de repouso no inverno.

O reenvasamento deve ser feito quando aparecem os novos rebentos, normalmente na primavera. Usa-se geralmente um substrato fino que seque rapidamente, como por exemplo, uma mistura de casca de pinheiro e perlite (3:1). As divisões não devem ter menos que 2 pseudobulbos, e o vaso escolhido deve ser suficientemente grande para permitir 2 anos de crescimento.

A planta deve ser posicionada de forma a que os novos rebentos fiquem o mais afastados possível da bordo do vaso, para permitir o maior número possível de rebentos sem sobrelotar o vaso. Espalhar as raízes sobre um cone de substrato e distribuí-lo à volta das raízes até à junção com o pseudobulbo. Calcar o substrato com firmeza à volta das raízes. Manter a umidade elevada e o substrato relativamente seco até à formação de raízes novas.

A rega deve ser abundante durante o desenvolvimento, normalmente no verão. O substrato deve começar a secar antes da próxima rega. As plantas decíduas devem ficar quase completamente seca durante o período sem folhas, as sempre verde devem  ficar ligeiramente seca após a formação do pseudobulbo. Não molhar as folhas, e especialmente as nova brotações para prevenir a podridão e as pintas nas folhas.

A umidade deve ser mantida entre 40% a 70%. Espécies decíduas necessitam de menos unidade quando em dormência. Circulação de ar ajuda a prevenir danos nas folhas pelos fungos.

Adubar regularmente e intensamente durante o desenvolvimento. A formulação 30-10-10 é recomendada durante o crescimento, normalmente durante o verão, No outono ou quando o desenvolvimento encerrou reduzir a adubação ou mudar para a formulação 10-30-20 para estimular a floração.

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