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Também chamada de flor-mágica, a violeta-pendente é uma planta cuja beleza e delicadeza fizeram com que essa flor ganhasse uma popularidade incrível e hoje é muito utilizada em ornamentações temporárias ou definitivas.

Quando é bem cultivada, produz flores em larga escala o que faz com que o seu jardim fique ainda mais bonito. Para quem gosta de jardinagem, ter um exemplar dessa flor em sua casa é muito bom.

A violeta-pendente está entre as espécies de plantas que fazem parte da família das Gesneriaceae. A origem dessa planta é da América do Norte, com sua maior incidência no México, mas caso esteja em uma região onde o solo e o clima é propicio a esse cultivo, com certeza conseguirá ter lindos exemplares dessa planta no jardim.

A violeta-pendente desenvolve melhor em regiões onde os climas equatorial, subtropical e tropical são predominantes, já que são esses os climas da região de origem da planta.

Apesar de tipicamente ser uma planta da América do Norte, é encontrada a violeta-pendente em diversas regiões ao redor do mundo e por esse motivo, também pode ser encontrada com outras denominações populares como é o caso da violeta-de-cordão, como também é conhecida essa planta.

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Quando bem cultivada, ela pode alcançar até 15 cm de altura e o ciclo de vida dessa planta é perene, o que significa que cultivando-a terá um tempo maior de brotação, que pode levar até 2 anos para ser concluído e dessa forma, terá flores nascendo durante o ano inteiro.

Considerada uma planta herbácea, ou seja, um tipo de vegetação mais rasteira e que também pode ser utilizada para pasto, a violeta pendente é muito florífera e rizomatosa.

As folhas dessa planta são bem pequenas e apresentam-se com uma forma ovalada, com bordas denteadas e as nervuras bem marcadas. As cores das folhas podem ser verde real ou um verde mais bronzeado, o que dará um aspecto todo diferenciado à planta.

Elas têm uma textura aveludada, assim como os ramos que compõem a planta. Quando chega o verão, a violeta pendente apresenta uma quantidade enorme de flores em formato tubular ou de trompete.

Essas flores possuem as cores branca, amarela, rosa, vermelho, violeta ou azul. Como elas são volumosas, podem ser plantadas em grandes cestas suspensas ou em floreiras e usadas em varandas para ornamentar o ambiente.

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Cultivo
Se a violeta-pendente for cultivada em um jardim aberto ou em varanda, como indicado mais acima, com certeza a planta irá crescer muito mais bonita. Isso se dá pelo fato dela apreciar bastante o sol, principalmente do período da manhã  e da tarde.

Evite apenas deixar a planta muito exposta durante o sol do meio dia porque por ele ser bastante forte pode ressecá-la e também fazer com que ela perca um pouco da coloração, visto que a violeta pendente é muito delicada.

O cultivo deve ser feito sempre sob a meia sombra e em terreno onde o substrato é mais arenoso, fértil e com uma boa capacidade de drenagem, já que a violeta pendente não reage muito bem à solos muito encharcados.

A terra também deve estar bem enriquecida com matéria orgânica e o local deve ser irrigado frequentemente para manter a planta sempre muito bem hidratada. Durante o outono, é indicado que você reduza as regas, pois nesse período a violeta-pendente entra em um estado de dormência e nesse período ela não precisará de água, pois se manterá suficientemente hidratada.

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Esse estado de dormência dura até aproximadamente o início da primavera. Se quiser, enquanto estiver nesse período de repouso, pode colher todos os rizomas para plantar depois ou então pode deixá-los enterrados, mas nesse caso eles devem permanecer sempre secos para que sejam úteis.

A multiplicação da violeta-pendente é feita através da divisão dos rizomas como citado mais acima e estas devem ser feitas sempre durante o inverno. Em setembro, outubro e novembro, o ideal é que a planta seja reguada com água morna, pois isso vai também estimular o crescimento da planta.

Apesar de nos meses de inverno a flor secar e os seus rizomas ficarem sem atividades, a planta ainda permanecerá viva e por esse motivo, vai exigir calor e também umidade para que quando o período acabe, ela tenha energia suficiente para reviver.

As flores começam a brotar a partir do início de dezembro e vai até março. Cada uma dessas flores dura apenas alguns poucos dias, mas como no período de brotação há um grande volume de flores aparecendo, logo ela é substituída por uma nova.

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Como cuidar
Mesmo conhecendo alguns detalhes sobre o cultivo, ainda é necessário saber de pontos importantes para que a violeta-pendente seja bem cuidada. Utilizar sempre composto orgânico, por exemplo, é um fator que vai contribuir grandemente para que a planta por completo cresça saudável.

Os rizomas devem ser plantados sempre no final do mês de agosto ou então de setembro e sempre em uma cova de pelo menos 2,5 cm de profundidade para que a violeta-pendente fixe-se bem ao solo.

Pode colocar de 6 a 8 rizomas por cova ou em um vaso para que tenha uma floração bem cheia e bonita. Quando a violeta-pendente estiver no início da germinação, evite que ela sofra com temperatura abaixo de 15º C e também não a deixe no sol direto.

Nos dias mais quentes, deve ser borrifado um pouco de água ao redor do vaso mas nunca sobre as folhas ou as flores. A adubação deve ser feita sempre a cada duas semanas e com um bom fertilizante.

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A hera-de-canteiro é também conhecida por nomes tais como, erva-de-são-joão e hera-terrestre é uma planta herbácea, com característica rasteira, de florescimento e folhagem ornamentais.

Suas folhas produzem um aroma e apresentam formação arredondada a reniformes, ou seja, com formato de rim, apresentando coloração arroxeada ou esverdeada, com pontas crenadas, e um pecíolo comprido.

É uma planta que pertence à família Lamiaceae e origina-se da Europa e Ásia.

Ainda há uma forma variada da planta, que possui as folhas margeadas de branco, sendo bastante comum para cultivar. Os ramos das plantas são longos, quase em formato quadrangular e apresenta áreas cobertas por uma lanugem fina. Da parte de onde provem os nós saem as raízes e os pecíolos foliares, fazendo com que a planta se espalhe pela superfície do lugar.

Essa planta apresenta flores bastante bonitas e delicadas, geralmente em formato tubular e axilar, com coloração que pode variar entre o roxo e o azul. As flores aparecem sempre na primavera.

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Determinadas variedades oferecem uma folhagem mais de aparência decorativa, enquanto as demais se sobressaem pelo florescimento em excesso.

Em razão de serem bastante variadas, as heras-de-canteiro são muito utilizadas no paisagístico. Elas servem tanto para cobrir os canteiros ou até mesmo os maciços que estão à meia sombra, para se transformar em verdadeiros tapetes, especialmente embaixo de arbustos e das copas das árvores.

Em lugares com temperatura mais baixa, ela pode ganhar um pouco mais de luz solar, sendo uma excelente opção para ser usada em jardins rochosos, desde que tenham um pouco de umidade.

Quando a mesma é plantada diretamente em vasos, cestas pendentes ou jardineiras suspensas é capaz de formar charmosas e longas cabeleiras. Atuando tanto como pano de fundo para outras espécies de flores, tais como a boca-de-leão, o amor-perfeito, dentre outras.

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Entretanto, seu crescimento deve ser sempre muito bem supervisionado, já que a mesma pode fugir do controle, chegando a áreas como jardins e dentro da residência.

Apesar de ser bastante vistosa, ela é uma planta delicada e frágil, portanto, não suporta ser pisoteada. Além disso, durante o plantio é preciso que seja manuseada com bastante cuidado, bem como durante a etapa da adubação e do replantio.

Para que ocorra a renovação de suas folhagens é necessário que se roce um pouco os arbustos, usando para isso lâminas bem afiadas, senão os galhos não são removidos de acordo.

Além de enfeitar os canteiros e vasos por todos os lugares, a hera terrestre é uma planta comestível, podendo ser ingerida de maneira refogada ou crua. Suas folhas proporcionam uma picante, fresca e saborosa salada.

Glechoma-hederacea-Variegata

Cultivo
A hera-de-canteiro deve sempre ser cultivada à meia sombra, num solo de grande fertilidade, bem adubado, com a drenagem adequada, e ainda enriquecido com uma grande de matéria orgânica, bem como uma rega frequente, pois sua principal exigência é um solo úmido.

É uma planta rústica não precisa de adubo, mas para garantir folhas mais saudáveis, adubar com NPK 10-10-10, seguindo orientação do fabricante. Aceita podas, o que estimula novas brotações.

Essa planta tem preferência pelo clima ameno e não suporta seu solo seco. Quando se vai fazer a aplicação de fertilizantes, é importante que não se aplique aqueles que contenham o boro em sua composição, já que o mesmo apresenta toxidade para essa espécie.

A planta não gosta também de muito calor, pois suas folhas e flores acabam murchando com grande rapidez. Sua multiplicação é mais eficaz quando feita através da estaquia dos ramos, mergulhia ou divisão das touceiras enraizadas.

Hera-de-canteiro (Glechoma hederacea L.)

Cultivo em vasos
Também é possível seu cultivo em vasos como pendente, sozinhas ou consorciadas com outras plantas de espécies diferentes, desde que tenham as mesmas necessidades de luz, substrato e umidade.

Deve-se proteger o fundo do vaso com pedrinhas ou geomanta e uma camada de areia úmida. Colocar o substrato feito de uma mistura de húmus de minhoca, composto orgânico e 50 g de adubo granulado do tipo NPK formulação 10-10-10.

Colocar parte no fundo, acomodar o torrão e preencher as laterais, firmando a muda. Regar.

Para fazer mudas da hera-de-canteiro basta retirar pedaços de ramos com até 0,25 m, sempre com entrenós visíveis, retirar as folhas que ficarão enterradas com cuidado para não danificar as gemas e colocar em perlita, areia ou casca de arroz carbonizada mantendo a umidade e em cultivo protegido.

Quando enraizar começará a emitir novas folhas, quando poderá ser transplantada para vasos ou canteiros.

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Schefflera actinophylla 228

A árvore-guarda-chuva também é conhecida por outros nomes tais como: brassaia, cheflera, árvore-polvo ou cheflera-da-folha-grande. Essa árvore é classificada também em outras categorias, são elas: folhagens, árvores ornamentais, arbustos tropicais e arbustos.

Adapta-se bem ao nosso clima, o tropical, mas também gosta e pode viver bonita e sem problemas nos climas subtropical, oceânico e equatorial. Porém, não é uma planta originária do nosso país, ela tem origem na Oceania, na Indonésia, na Austrália, em Nova Guiné e em Java e faz parte da família Araliaceae.

Pode-se dizer que ela possui o ciclo de vida perene e que precisa de sol pleno para ficar saudável e bonita, mas também fica bem na luz difusa e na meia sombra. Sobre as características, a altura varia entre: acima de 12 anos, 9 a 12 metros, e antes disso, de 6 a 9 metros ou de 4.7 a 6 metros.

Ela tem um único tronco ereto e ele tem pouca ramificação. As raízes se apresentam superficiais e “agressivas”. Por isso, elas afloram a superfície da terra daquelas que são mais velhas.

As folhas da árvore guarda-chuva se apresentam com as seguintes características: ovaladas e um pouco elípticas, os folíolos são pêndulos, além disso, elas são compostas, digitadas e muito grandes.

A cor das folhas da árvore guarda-chuva é um verde bem escuro e brilhante e a apresenta uma textura que faz lembrar do couro.

A árvore guarda-chuva também tem frutos, que são vermelhos, pequenos e globosos. Dentro deles, você pode encontrar sementes, entre 10 a 12, que parecem ter o mesmo formato de um rim.

Quem gosta mesmo dos frutos e também das flores são as aves silvestres. Elas encontram em ambos um néctar abundante, sem falar que a polpa é muito suculenta.

Sua inflorescência começa no fim da primavera e continua durante o verão. É quando a folhagem aparece ainda mais vistosa e grande.  Sobre as suas características, pode-se dizer que elas são rácemo, isto é, com divisões recobertas de pequenas flores, todas elas, na cor vermelha.

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Curiosidade sobre a árvore Guarda-chuva
Os pássaros depois de saborearem o néctar dos frutos e das flores da árvore guarda-chuva, eles acabam fazendo a dispersão. Porém, a parte curiosa é que uma semente pode germinar bem no galho de uma árvore, o que é chamado de epífitas.

A árvore Guarda-chuva na ornamentação e no jardim
A árvore guarda-chuva pode ser usada para enfeitar um jardim, simplesmente assumindo o papel de árvore. Porém, ela pode ser usada de outras formas e por isso, é chamada de versátil.

Outra maneira de ter um exemplar da espécie e conduzindo-a em vasos, enquanto ainda são mudas jovens e neste caso, elas passam a ser um perfeito ornamento. Nesta fase, elas possuem uma folhagem linda que é perfeita para usar em vasos. E como ela não gosta de muita luz, não tem problema nenhum deixá-la dentro de casa, pelo contrário.

Se optar usá-la em um vaso dentro de casa, procure deixá-la em um lugar que pegue pouco sol ou de dia ou da tarde, mas que ela não esteja sujeira a correntes de ar. Também é importante que ela não fique em um ambiente com ar condicionado.

A árvore guarda-chuva, além da primeira espécie, pode ser encontrada em mais duas, a chamada “Nova”, que tem como principal característica os folíolos com recortes ou a variegata, que se apresenta com os folíolos com manchas creme.

É uma planta considerada de fácil propagação e por isso é dita como invasiva em determinados casos.

Schefflera actinophylla

Cultivo
Como já foi dito o tipo de luminosidade que a árvore guarda-chuva gosta, agora vamos somente reforçar dizendo em que tipo de luminosidade ela deverá ser cultivada, que é na meia sombra ou no sol pleno.

Outra coisa muito importante é a preparação do solo, que precisa ser enriquecido com matéria orgânica, fértil, e que seja drenável. Falando em irrigação, no primeiro ano ela deve ser feita regularmente. Todas essas indicações também servem para o cultivo em um vaso.

A árvore guarda-chuva não é uma planta que se adapta fácil, uma vez fora do clima e da luminosidade que ela precisa, ela perde o brilho das folhas. Por outro lado, é considerada uma árvore rústica, na prática significa que é muito difícil que ela adoeça.

Apesar de preferir o calor, ela até que suporta o frio, quando o mesmo não persiste por um longo período. O mesmo serve para os períodos de estiagem, se forem curto ela suporta. Porém, quando o frio é muito forte, e diante de geadas fortes, ela não suporta.

Por isso, não vale a pena tentar plantá-la em um jardim cujo o clima do lugar não é o ideal para ela. Prefira os locais com clima temperado.

Para completar, se você quer saber como multiplicar a árvore guarda-chuva, isso pode ser feito com alporques, sementes ou estaquia dos ramos.

Schefflera

O que é alporques ou alporquia
Fazer alporques significa estimular a planta para que as raízes cresçam mais rápido e forte, e isso se faz, enrolando um pedaço de ramo ou musgo, com um pedaço de plástico, que precisa ter sido umedecido antes. Espere passar um tempo para ver que serão formadas raízes, e daí elas podem ser retiradas para serem plantas.

Dia-de-Chuva

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A planta buquê-de-noiva faz parte da família das Rosaceae e tem sua origem marcada para o continente asiático, onde a maior incidência da planta acontece na China e no Japão. Mesmo tendo esses locais como berço, essa flor é muito cultivada em diversos outros países do mundo e devido a essa variação, vai receber outros nomes populares como grinalda-de-noiva e outros mais.

Devido o seu formato curioso, a planta recebeu esse nome e hoje é uma das mais populares no oriente, sendo ainda utilizada como um buquê natural por noivas dessa região.

A planta quando bem cultivado pode chegar até 2 m de altura e desenvolve-se melhor em regiões de climas continental, mediterrâneo, oceânico, subtropical, temperado e tropical devido ser os climas típicos de sua região de origem.

O ciclo de vida dessa planta é perene, o que significa que ela vai levar um período maior para concluir todo o ciclo de brotação de flores, podendo levar até 2 anos para que isso aconteça. Devido esse longo período, haverá flores nascendo no jardim o ano inteiro, o que vai fazer com que o ambiente fique ainda mais bonito com essa espécie sendo cultivada.

Categorizada como um arbusto, o buquê-de-noiva possui uma delicadeza sem igual. Esse nome mais popular foi dado devido à disposição das flores que se agrupam de forma semelhante a um buquê de noiva já pronto. A aparência das flores também tem uma leveza e um romantismo que combinam totalmente com o nome que foi dado à planta.

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As folhas possuem uma coloração verde bem escura, são pequenas, lanceoladas e as pontas são todas serrilhadas. Já as flores são brancas e podemos dizer que elas são miniaturas de rosas.

Existem duas variações onde podem ser simples ou então dobradas, sendo esta última a mais cultivada. A floração do buquê-de-noiva tem início sempre na primavera e no início do verão, portanto é sempre nesse período que novas flores despontarão em seu jardim.

Elas podem ser plantadas isoladas ou em pequenos grupos e se você desejar, ainda pode utilizar essa espécie para formar cercas vivas ou então renques. Além de deixar o ambiente mais bonito, passará uma imagem mais delicada.

Se for tutorada, a planta também pode ser usada como uma planta trepadeira, principalmente sobre treliças ou então sobre outros suportes pequenos.

Cultivo
Essa planta não é de difícil cultivo, mas por ser um pouco delicada, deverá  sempre tomar alguns cuidados para evitar que ela morra. O cultivo deve ser feito sempre sob o sol pleno e caso queira, pode deixar em ambientes com uma sombra parcial, pois o buquê-de-noivas vai responder bem a esse tipo de iluminação.

O substrato da planta deve estar rico em matéria orgânica e possuir uma boa capacidade de drenagem. Esse último detalhe se dar porque a sua planta buquê de noivas não vai tolerar solos completamente encharcados, além de facilitar o aparecimento de fungos e doenças comuns em plantas.

Spirea cantoniensis

Adubação
As adubações devem ser sempre anuais e as regas mantidas regularmente para que o solo não seque e consequentemente a sua planta também. Uma poda deverá ser feita, tanto para deixa-la ainda mais compacta e arredondada, o que vai fazer com que a ramificação e a renovação da ramagem aconteçam mais facilmente, como também vai ajudar na aparência responsável pelo nome popular da planta. Importante salientar que essas podas só devem ser feitas após a floração.

A planta buquê-de-noiva pode ser cultivada em regiões com diversos climas típicos como citamos mais acima, mas ela vai se desenvolver melhor em regiões onde o clima frio é mais predominante. A multiplicação é feita por estaquias ou então por sementes.

Como plantar
Para plantar o buquê de noiva, deve atentar-se sobre alguns detalhes, como por exemplo, o local que deve ser sempre ao sol. Mais acima foi citado que a planta pode ser deixada em um ambiente onde tenha uma sombra mediana.

De fato isso pode acontecer, mas somente depois da planta totalmente germinada e já tendo ultrapassado a primeira fase de vida, que é sempre a fase mais delicada para qualquer espécie.

Os canteiros devem ser sempre permeáveis e bem adubados. O solo pode ser preparado você abrindo uma cova de aproximadamente 30 cm e adicionando adubo animal de gado do tipo bem curtido.

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A quantidade de cerca de 2 quilos por cada metro quadrado que será plantado é o ideal. Acrescente também composto orgânico, que você poderá comprar em qualquer casa de jardinagem pelo nome de terra preta.

Nunca coloque a muda com o saco de cultivo, pois isso bloqueará o crescimento da planta. Para não correr o risco de danificar a planta, corte o plástico com uma tesoura comum ou de jardinagem, mas jamais o arranque. Coloque o torrão à terra e deixe-o bem fixado para que a planta cresça bem. A partir desse dia, regue diariamente e só suspenda em caso de chuvas.

As podas podem ser feitas para conter a altura da planta e sempre após cada floração como citamos mais cima. Quando precisar repor os nutrientes da sua planta, faça sempre no início do inverno.

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