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Alegria da Casa

As alegrias-da-casa (Impatiens Walleriana) são um gênero de plantas que englobam cerca de 1000 espécies de plantas de flor pertencentes à família Balsaminaceae. Estas plantas são fortes e tenras, anuais e perenes originárias da Ásia, América do Norte e África do Sul. Algumas espécies são plantas anuais e produzem flores desde o começo do verão até aos primeiros dias do inverno, enquanto as espécies perenes, encontradas em climas mais moderados, podem florescer durante todo o ano. Ambas podem ser cultivadas no interior ou no exterior, mas sempre protegidas da luz solar direta. As espécies híbridas desta planta detêm uma grande importância comercial como plantas de jardim. Estas espécies eram originalmente conhecidas como ervas daninhas da Costa Rica.

Propagação
São fáceis de propagar a partir de uma planta adulta, tirando e plantando estacas da planta em qualquer época entre os meses de Abril e Setembro. Escolha rebentos fortes e saudáveis e corte estacas com cerca de 5-10 cm de comprimento. Retire as folhas da parte inferior dos caules e ponha as estacas para enraizar em água num local onde haja bastante luz, mas sem as expor a sol direto. Ao fim de algumas semanas, as estacas começam a lançar raízes. Quando estas estiverem suficientemente desenvolvidas, as plantas podem ser mudadas para vasos com uma mistura para plantas.

Como tratar delas
Se comprar uma alegria-da-casa já plantada num vaso, coloque-a num local onde receba luz forte, mas não sol quente direto. Regue pouco no Inverno, mas a partir da Primavera mantenha a terra sempre úmida. Durante a estação da floração adube duas vezes por semana com um adubo líquido; de vez em quando, desponte para a planta se manter densa. Esta planta é colorida, vistosa e de várias cores produzindo flores brancas, vermelhas, cor de rosa, laranjas e outras… São ideais para interessar as crianças pelos prazeres da jardinagem.

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Cultivo de Flores
As pessoas se dedicam ao cultivo das flores por vários motivos diferentes, algumas simplesmente pelo seu amor a natureza e em especial as flores, outras como um negócio e outras ainda como uma forma de terapia, pois mexer com a terra, plantar, regar e esperar para ver crescer é uma das melhores formas de terapia para as pessoas no mundo moderno, que vivem um cotidiano estressante com muitos compromissos e pressões.

Cuidados básicos para ter flores bonitas
São cinco os princípios fundamentais para cultivar flores bonitas dentro de casa, e que não podem ser negligenciados: luminosidade seja natural ou artificial, ventilação, a temperatura do ambiente, a adubação ou fertilização, uma vez que estando sob condições diferentes das naturais, as plantas em ambientes fechados precisam receber doses de nutrientes extras através do uso de fertilizantes tipo foliar todo o mês e a cada 3 meses a aplicação de adubo líquido diretamente na terra, e por fim as regas que no verão devem ser feitas a cada dois dias, enquanto que no inverno a média é de 2 vezes na semana.

Escolha das plantas
A variedade de flores e plantas que podem ser cultivadas em vasos dentro de casa é bem ampla, e vão desde arbustos as diversas espécies de flores e até pequenas árvores, com colorido e tamanho bastante diversificados. Uma boa dica se você está começando nesta arte de cultivar plantas é escolher espécies mais resistentes, que não devem apresentar problemas de adaptação, entre elas podemos citar a prímula, as violetas, as begônias, os antúrios, e os filodendros e também os bonsais entre outros. Essas espécies não dependem de exposição ao sol de forma direta e, portanto se adaptam bem em ambientes internos. Outras espécies como as azaléias, os gerânios e as calêndulas também se adaptam bem dentro de casa, mas necessitam da luz solar direta, portanto podem ser cultivadas em locais que peguem a luz do sol.

Há muitas espécies de flores e plantas que podem ser cultivadas dentro de casa e com certeza alguns vasos de flores coloridas dentro de sua casa ou apartamento vão mudar o astral do ambiente e serão uma excelente terapia para quem cuida delas. Esse é um passatempo gratificante.

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petúnia perene (Petunia integrifolia)

Nome Científico: Petunia Integrifolia
Nome Popular: Petúnia-perene
Família: Solanaceae
Origem: América do Sul
Ciclo de Vida: Perene

As Petúnias-perenes são mais rústicas que as demais petúnias. Embora chamadas de perenes, elas necessitam reformas anuais dos canteiros. Suas flores são menores, no entanto não perdem em beleza, além disso, são muito numerosas e sempre arroxeadas. O florescimento se estende por todo o ano. Presta-se à formação de canteiros, maciços e bordaduras, assim como em vasos e floreiras. Deve ser cultivada a pleno sol em substrato bastante fértil, enriquecido com matéria orgânica, com irrigações periódicas. Aprecia o frio. Apesar de perene, deve ser tratada como anual, pois perde a beleza com o tempo. Multiplica-se por estacas.

Os três fatores mais importantes para manter suas plantas saudáveis são: sol, água e fertilizante. A partir dessa combinação a planta produz energia para continuar viva, e a falta de qualquer um deles irá prejudicar o desempenho.

A rega deve ser feita de preferência pela manhã, mas pode ocorrer à noite também. O importante é que as plantas estejam bem hidratadas antes do sol quente (após as 10 da manhã). Em vasos ela pode ser regada diariamente, e duas vezes por dia nos dias mais quentes. As petúnias crescem melhor com o solo sempre úmido, mas não encharcado, portanto certifique-se de que o vaso tem boa drenagem.

Além disso, é importante remover as flores velhas. Além de melhorar a aparência e evitar a propagação de fungos nos tecidos em decomposição, fazendo isso você evita a formação de sementes. Lembre-se sempre que o objetivo principal de todo ser vivo, portanto de toda a planta, é se reproduzir. Quando a petúnia começa a produzir muitas sementes, as substâncias químicas dentro dela entendem isso como um sinal de “missão cumprida”, e a produção de flores diminui drasticamente.

Pelo menos a cada 15 dias perca alguns minutos e corte com algum objeto bem afiado todas as flores velhas e cápsulas de sementes que estejam em formação. O modo correto é cortar o próprio galho em que a flor fica. Não adianta apenas arrancar a flor, pois o local em que as sementes se formam continua lá.

Para quem gosta de coletar sementes, lembre-se que as petúnias pendentes são híbridas, e as sementes produzidas por elas na maioria das vezes não irá gerar plantas iguais à planta mãe. Após algumas gerações de sementes colhidas as petúnias acabam retornando ao seu fenótipo original – flores roxas ou rosas.

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Problemas Comuns
As petúnias são organismos vivos, e estão sujeitas à todo tipo de problema. Aqui estão os mais comuns desde erro humano até problemas com insetos.

Espaçamento
O problema de espaçamento não tem solução, portanto é um ponto que irei insistir novamente. As petúnias começam pequenas, mas depois ficam muito grandes, e se não receberem espaço adequado acabam cobrindo todas outras plantas que forem colocadas no vaso com elas. Tenho bastante experiência com plantas e depois de muitos erros e acertos  passei a usar o mínimo de plantas possível por vaso.  Vejam uma foto de uma jardineira de 50cm com duas petúnias, um gerânio e um gerânio pendente:

A diferença entre as duas fotos é de 4 semanas. Repare como as petúnias tomaram conta do vaso e acabaram sufocando o gerânio pendente, e como já não há mais espaço livre sendo que elas irão dobrar de tamanho antes de começar a florir de fato. Esse vaso continuou perfeito mesmo após meses, as petúnias ficaram enormes e floridas, porém as raízes eram tantas que era preciso regá-lo duas vezes ao dia todos os dias para mantê-lo vivo.

Esqueci de regar minhas petúnias, e agora?
Essa é provavelmente a situação mais comum, e acaba acontecendo com todo mundo pelo menos uma vez. Plantas no solo precisam de bem menos água do que as de vaso, e demoram mais para sentir a falta de água. Já as de vaso sentem muito rapidamente, e as vezes até parecem que morreram. Não se desespere, pois as petúnias tem grande facilidade em se recuperar desse tipo de situação. Primeiro retire-as do sol e do vento o mais rápido possível, e em seguida molhe o solo diversas vezes, fazendo com que a água penetre até o fim do vaso. Se for possível, mergulhe o vaso em água e deixe mergulhado por 5 minutos. Mantenha na sombra até que se recuperem, e não coloque fertilizante na planta por pelo menos uma semana, até que se recupere.

Folhas inferiores amarelando
Esse é o sintoma mais claro de excesso de água. Somente regue seus vasos se o solo estiver seco ao tato, e prefira regar uma vez só com bastante água à ficar regando várias vezes.

Folhas amarelando (planta inteira)
Quando as petúnias estão com as folhas verde claras ou amarelas e o crescimento lento, o motivo mais provável é a falta de nitrogênio. Aplique o fertilizante regularmente e em algumas semanas elas devem voltar a cor normal. Outro possível motivo é a falta de água, que altera o pH do solo e gera deficiência na absorção de ferro nas plantas. Nesse caso mantenha o solo sempre bem irrigado.

Folhas roxas/caules roxos
É resultado da falta de fósforo para as plantas. Esse tipo de sintoma é comum durante o inverno em lugares frios, e some assim que as temperaturas aumentam. Caso as folhas estejam roxas e as temperaturas não estejam baixas, então a dose de fertilizante não está sendo suficiente. O número correspondente ao fósforo é o segundo número que aparece na embalagem dos fertilizantes.

Folhas secas e quebradiças, flores deformadas
Quando há excesso de fertilizante no solo, a planta pode ficar intoxicada e o crescimento novo começa a nascer com problemas. As folhas não se desenvolvem direito, e ficam duras, como se tivessem sido queimadas, já as flores ficam deformadas e não chegam a abrir direito. Essa situação não tem solução, a não ser esperar que a planta se recupere, o que pode demorar mais de 1 mês. Evite esse tipo de problema aplicando fertilizante sempre numa dose abaixo da recomendada na embalagem. Particularmente prefiro aplicar doses baixas (de 2,5ml por litro de água) duas vezes na semana.

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Torênia (Torenia fournieri)
É uma planta da família das Escofulariáceas. Originária da Ásia ela cresce até cerca de 30 cm de altura. Em algumas regiões, é conhecida como “amor-perfeito-do-pará”, por sua semelhança com o famoso amor-perfeito. É uma planta indicada para o plantio como forração ou bordadura em canteiros. A Torenia deve ser cultivada a pleno sol, mas suporta meia-sombra. Floresce o ano todo, mas diminui a floração nos meses mais quentes. Reproduz-se por meio de sementes e floresce cerca de 2 meses após o plantio. A planta pode ser cultivada em vasos, jardineiras ou canteiros, em solo com boa drenagem. Recomenda-se manter o solo úmido é fornecer adubação líquida, um pouco mais diluída do que a recomendada na embalagem.

Ranúnculo (Ranunculus)

Ranúnculo (Ranunculus)

A planta conhecida como Ranúnculo (Ranunculus) produz flores de agosto a setembro e deve ser mantida em local fresco e claro. As regas são frequentes, mas é preciso cuidado para não encharcar. Para garantir boa floração, recomenda-se fornecer adubação líquida, uma vez por semana, também um pouco mais diluída. Quando a planta começar a secar, retire o rizoma da terra e deixe secar à sombra. Depois, guarde embrulhado em um saco de papel, mantendo num local fresco e seco. Evite colocar na geladeira. No início de março, plante num vaso com terra de boa qualidade e coloque em local onde haja bastante luminosidade, ou onde receba sol apenas uma parte do dia.
Ambas as plantas podem ser cultivadas no terraço do seu apartamento, mas recomendo que providencie alguma proteção contra ventos fortes.

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violetas

As violetas, originária da Tanzânia, são plantas fáceis de cuidar. Enfeitam colorindo, graças às cercas de seis mil espécies já catalogadas. Cuidar de violetas é atividade comum e gratificante.

Embora os vasinhos de plásticos sejam mais charmosos e há quem tenha sucesso até com o cultivo em xaxins, as violetinhas vão bem mesmo em vasos de barro. Eles absorvem o excesso de umidade que pode até apodrecer as raízes da planta. Deve ter um furo na base, para a drenagem da água das regas.

Antes de receber a muda, é conveniente mergulhar o vaso em algumas horas para com as paredes úmidas, assim o material não roubará a umidade do solo. Faça uma camada de drenagem no fundo do vaso, colocando um pedaço de cerâmica sobre o orifício e encha o vaso com a terra.

Pode ser usada uma mistura com duas partes de terra de jardim, duas de terra vegetal e uma vermiculite. Plante a muda, centralizando a raiz e molhe até a água escorrer para o prato. Jogue o liquido fora e regue novamente.

A terra em que estiver plantada não deve ser encharcada, pois o excesso de água provoca o apodrecimento das raízes. As raízes das violetas são muito sensíveis, sendo importante que a terra usada no plantio seja uma mistura de boa qualidade, com boa aeração. Recomenda-se um pH em torno de 5,5 até 6,5.

O plantio das matrizes e mudas não deve ser muito profundo, pois isso provoca o apodrecimento da planta.O melhor é fazer uma pequena cavidade com o dedo e introduzir uma folha sadia, sem enterrar. Essa folha será a matriz que irá originar as mudas.

Quando isso começar a acontecer, torna-se necessário retirar a folha matriz para forçar o crescimento independente. As flores de violetas necessitam de vários elementos químicos. A parte básica da adubação são os macronutrientes: Nitrogênio, Fósforo e Potássio.

As aplicações de adubos são necessários, durante todo o ciclo (ex. nitrato de cálcio, uréia e nitrato de potássio).O melhor local é aquele com boa luminosidade, mas sem incidência direta dos raios solares. A temperatura ideal para as violetas varia de 22 a 24 graus centígrados – o mínimo é 15 graus e o máximo 30.

Com pouca luz, elas não florescem; com muita, são capazes de florescer, mas suas folhas ficam queimadas nas bordas. A luz solar filtrada pelo vidro de uma janela, por exemplo, e temperaturas em torno de 25 graus C formam o ambiente ideal para a planta.

Se for colocar o vaso no parapeito da janela, uma boa dica para garantir o crescimento simétrico da violeta é ir virando o vaso, semanalmente, obedecendo sempre o mesmo sentido.

Cuidados: A violeta também é susceptível a algumas pragas (tripes, ácaros, etc.). Se sua violeta apresenta alguns sintomas, a resposta pode ser a seguinte:
Manchas queimadas: alto nível de E.C., intoxicação por produtos químicos.

Amarelecimento das folhas: índices de luz, baixo nível dos principais macronutrientes.

Folhas com manchas brancas/amarelas: água com temperatura inferior a 21ºC, principalmente no frio.
Manter o vaso no prato, em lugar fresco, com luz indireta.O maior pecado é molhar a copa e as folhas da violeta. Para que não apodreçam, o melhor é colocar água no pratinho.
Cuidado, no entanto, para não afogá-las, já que respiram pelas raízes. No verão, molhe duas vezes por semana e no inverno, uma vez só.

A cada mês, faça uma rega por cima, deixando que a água leve embora os sais minerais que concentram sobre o solo prejudicando-o.

Importante: Ferva a água ou deixe descansando um dia para que o cloro, tão odiado pelas violetas, evapore. Para a adubação, alterne os fertilizantes orgânicos (origem animal ou vegetal, como esterco e farinhas de osso e de peixe) com os inorgânicos (derivados do refino do petróleo ou de extrações minerais).

O NPK (nitrogênio + fósforo + potássio) é um fertilizante inorgânico apreciado por essas plantas. Vem no teor desejado e você pode optar pela composição 10-10-5.
A temperatura ambiente é aceitável até um mínimo de 18 graus centígrados.

Reprodução: Para fazer a propagação, há vários métodos. Um método bem simples, que pode ser feito com plantas de mais de uma copa, consiste em deixar secar a terra do vaso e depois remover a touceira. Divida-a em partes menores e replante num outro recipiente. Mesmo sem raiz, a muda poderá ser plantada e dará origem a uma nova violeta.

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Cultivo de suculentas dentro de casa
Muitas espécies de suculentas adaptam-se bem em ambientes fechados.
Crássulas mantêm-se bem perto de janelas com sol constante (norte), enquanto Haworthias preferem sol mais fraco (janelas voltadas para o sul). Aloes e Gasterias podem manter-se à meia-sombra. Plantas pendentes, como Ceropegias e Hoyas também se adaptam bem a ambientes internos.
Echeverias e Rosularias também preferem janelas com pelo menos 4 horas de sol.

Alguns cuidados ao manter plantas suculentas em vasos:
1. Certifique-se que o vaso tem tamanho suficiente para acomodar as raízes com folga. Raízes precisam de espaço para desenvolver-se.
2. Várias espécies de suculentas podem ser agrupadas em um único vaso. Tome o cuidado de colocar juntas apenas as espécies com as mesmas necessidades de solo, água e sol. Cuide também para que plantas mais altas não façam sombra em plantas pequenas.

Fora de casa
Muitas suculentas preferem ambientes externos. Podem suportar bem geadas, no entanto, aconselha-se protegê-las de temperaturas menores que 5ºC. A boa ventilação também colabora para o bom desenvolvimento das suculentas fora de casa.
Crássulas desenvolvem-se bem ao ar livre, mas não toleram geadas fortes. Gasterias, Aloes e Haworthias preferem locais sombreados. Algumas espécies de pequeno porte (algumas echeverias e crassulas) não gostam do ambiente externo e precisam da proteção de um local fechado.
Algumas agaves e crassulas podem alcançar tamanhos realmente grandes. Algumas espécies de Crassulas podem alcançar 3 metros de altura.

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Cultivar plantas em casa pode ser visto como forma de distração e até mesmo como uma espécie de terapia. Contudo, é fundamental que quem cultiva esteja focado na saúde da planta, sendo necessários alguns cuidados. Entre os problemas mais comuns estão a queima de flores e folhas, além do aparecimento de pragas, como pulgões, cochinilhas e lagartas.

Os cuidados que podem parecer pequenos fazem toda a diferença para que a planta esteja bonita e saudável. No inverno, quando tem início o frio, quem tem planta em casa deve se lembrar de que todos os processos vitais ficam mais lentos, o que faz com que precisem de mais atenção.

Em dias mais secos e com mais ventos, como durante o outono e o inverno, é normal que a planta necessite de mais água. Há também a tendência de que a terra retenha mais líquido. Por isso, são necessárias mais regas. Mas é importante as pessoas ficarem atentas às características de cada planta. No caso da violeta e da begônia, por ecemplo, como se trata de plantas sensíveis, quando recebem muita água, é normal que melem, não só as flores, mas também as folhas.

Para plantas cultivadas em ambiente interno, a indicação é que recebam menos água. Em áreas internas, a água que fica na terra da planta demora mais a evaporar. Portanto, a rega deve acontecer uma vez por semana. O ideal é que a terra seja tocada, só assim é possível saber se ela está úmida ou se a planta precisa ser regada.

Não é necessário encharcar o vaso porque isto acaba lavando a terra, resultando na perda de nutrientes. Outro cuidado diz respeito ao momento em que a rega é realizada. Não é indicado regar plantas ao meio-dia porque este é o momento do auge da fotossíntese. O ideal é que a água seja colocada no início da manhã ou no final da tarde.

É preciso também ter cuidado com a temperatura da água. Esta deve estar próxima à temperatura ambiente para que não haja choque térmico, prejudicando a saúde das plantas. Outra dica é sempre afofar a terra, fazendo com que esta fique arejada.

Vasos
Os vasos de cerâmica absorvem mais água porque são recipientes porosos, assim, são necessárias mais regas. Os vasos de cimento não apresentam este tipo de problema. Já os plásticos não são indicados quando a exposição ao tempo é constante, visto que desbotam e ressecam. A fibra de coco é uma boa opção natural, destacando a importância de colocar areia nos pratos dos vasos de plantas no lugar da água.

Combate às pragas
Para afastar pragas, como pulgões e cochonilhas, o uso de inseticida natural é recomendável. Para prepará-lo, basta usar 200 gramas de fumo de rolo, que deve ser fervido em um litro de água. Depois, deixe a mistura abafada até que esfrie. Em seguida, coe e borrife nas plantas. O inseticida natural deve ser usado a cada 15 dias.

Poda
Muitas plantas passam, durante o outono e o inverno, pelo período de dormência. Com isso, se a poda for realizada nesta época, a brotação é forçada. A recomendação é que a poda ocorra no final do inverno ou no início da primavera. O ideal é efetuar a poda logo após a floração se encerrar.

O cultivo de plantas requer cuidados especiais quanto à luminosidade. “Há casos em que as pessoas retiram plantas do ambiente interno e as esquecem longe da sombra. Um dia de só já é suficiente para que fique toda queimada.” Entre as plantas que devem ser cultivadas em ambiente com sombra estão antúrios (foto acima à direita), lírios da paz e algumas espécies de palmeiras.

Adubação
O adubo química representa um risco à planta quando não aplicado por um profissional. A aplicação em local inadequado e em quantidade incorreta pode até matar a planta. Como alternativa, utilize o húmus de minhoca, que não requer dosagem exata. O produto deve ser usado a cada três meses.

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Adubar: Para alimentar plantas de varanda/terraço basta acrescentar á água de rega a dose recomendada de adubo.

Regar: Deve regar-se de manhã ou ao fim do dia para evitar que as plantas se queimem. Regar o suficiente para que a terra se mantenha úmida, sem excesso ou faltas. Se for possível, utilizar água da chuva.

Podar: Retirar as flores já murchas e, no caso das sardinheiras as hastes que não voltam a florir, é uma forma leve de poda que ajuda a que toda a força da planta fique disponível para a floração atual.

Necessidades especiais: Há plantas com mais necessidade de determinados nutrientes, como é o caso da petúnia, que precisa de mais ferro que a generalidade das plantas. Neste caso, opte por adubar tendo em conta esta necessidade particular.

Diversidade

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Combinando plantas de diferentes alturas e formas de crescimento, obtém-se o efeito mais harmonioso, cultivando em vaso.

Primeiro plante a fila traseira, com plantas que cresçam a direito (30 a 50 cm). Depois as plantas mais baixas e as que se penduram na parte da frente. Deve sempre atentar a que cada uma tenha espaço suficiente para crescer.

Também é preciso ter em conta as necessidades de luz das plantas, e só se devem agrupar no mesmo vaso plantas com necessidades semelhantes.

Na varanda ou terraço podem plantar-se anuais, mas não só. Por exemplo as sardinheiras (geranium) e os brincos-de-princesa (fuchsia) conservam-se facilmente durante o Inverno: podam-se ligeiramente e colocam-se num local claro antes das primeiras geadas. Este lugar deve ser fresco, uma arrecadação com luz natural ou um quarto de hóspedes onde não se utilize aquecimento a tempo inteiro. Durante o Inverno regam-se pouco e, no início da Primavera voltam a podar-se e colocam-se num lugar de temperatura agradável e com luz.

O tipo de terra
É muito importante escolher uma boa terra. Em primeiro lugar, as plantas de varanda/terraço precisam de mais nutrientes do que outras plantas e a terra do vaso deve ter uma estrutura especialmente resistente: tem que aportar às raízes a água suficiente, quer depois de uma temporada chuvosa, quer em tempo muito seco, quando esta sofre de forma intensiva com o calor.

Uma terra para este fim terá que ser, então, rica em nutrientes, oligo-elementos, estável, e que equilibre o aporte de água (argila).

Criar um paraíso (mesmo em espaços pequenos)

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Com uma decoração atrativa, mesmo uma varanda pequena pode converter-se num oásis florido. Geralmente, as plantas de interior que florescem devem ser trazidas “à rua” (varanda ou terraço) quando acaba o inverno. Se desejar começar a plantar mais cedo, deverá proteger as plantas dos últimos dias frios, cobrindo-as ou resguardando-as em casa.

Para escolher o vaso, o limite é a imaginação. Dos clássicos vasos e floreiras de plástico, terracota ou madeira a vasos de metal, velhas banheiras, bacias, regadores, todos os recipientes são válidos para uma decoração original. Importante mesmo é que tenham furos para escoamento da água!

Devem, no entanto, observar-se algumas regras. Os vasos deverão ter de 20 a 25 cm de profundidade, o mesmo valendo para a largura, para que se possam plantar filas duplas e obter uma cobertura total do espaço. Caso a rega seja uma dificuldade, pode optar-se por vasos com sistema de rega ou reservatório, para evitar perder as flores no Verão.

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Cattleya Gaskeliana var. caerulea

A orquídea pertence a uma família do Reino Vegetal, subdividida em cerca de 1.800 gêneros e possui centenas de espécies. O número de espécie oscila entre 35.000, espalhadas entre os quatro cantos do mundo. Existem orquídeas extremamente pequenas (microorquídeas) e até plantas com mais de 3 metros de altura.

Na região do cerrado brasileiro são três espécies mais importantes e ornamentais orquídeas, todas do gênero das Cattleyas.

As orquídeas possuem 3 sépalas e 3 pétalas, uma delas diferenciada chamada de labelo, de onde exala o perfume para atrair seus polinizadores, como insetos e até alguns morcegos. Outra coisa que a caracteriza é a sua coluna – o conjunto formado pelos órgãos sexuais masculinos e femininos na mesma flor. Assim que a flor é polinizada ela murcha e logo começa a se formar uma cápsula. A cápsula tem aparência de uma carambola que, quando madura (seu amadurecimento pode variar de 6 meses a 1 ano) fica marrom e se abre espalhando as milhares sementes existentes em seu interior, através, dos agentes da natureza, como chuva, vento, pássaros etc.

De acordo com seu lugar de origem, as orquídeas são classificadas como epífitas (vivem em árvores, não são parasitas e estão presentes em maior número), terrestres (crescem no solo, raízes grossas e pilosas), rupícolas (grudam em pedras, vivem em pleno sol) e saprófitas – muito raras (desprovidas de clorofila e alimentam-se de restos vegetais ou animais em decomposição, exemplo: Rhizanthella gardneri).

A forma de crescimento das orquídeas também é importante conhecer. Ele pode ser monopodial (crescimento na direção de um eixo central) com ou sem nenhum substrato no vaso que é o caso da Phalaenopsis e a Vanda sucessivamente.

1 - Fatores que influenciam m seu desenvolvimento
Os principais fatores que devem ser observados para o sucesso da cultura são os seguintes:

- Luminosidade é Essencial!
Escolha uma ou mais janelas que recebam bastante sol, principalmente o da manhã. Essas janelas devem ser protegidas por telas (sombrite ou mosquiteiro), variando a graduação entre 50 e 70% de acordo com a luz ambiente, deste modo as orquídeas terão claridade suficiente para a realização da fotossíntese (“energia” para planta).

No geral, não e aconselhável a planta receber luz do sol direta, pois as folhas queimam com facilidade.

- Ventilação
Após as chuvas o vento, na natureza, sopra secando as raízes, por isso nos vasos deve se atentar para o substrato, não deixando-o encharcado por muito tempo. Assim o vaso deve ser bem ventilado evitando que a raiz apodreça.

- Regas
As regas devem ser feitas de modo que a planta seja bem molhada. Somente após seu substrato estar completamente seco é que ela deve ser regada novamente. As raízes que estão dentro do substrato devem receber oxigenação para viver e isso somente é possível se o substrato secar. É melhor errar molhando pouco do que demais!

Nunca molhe as plantas quando as folhas estiverem quentes pela incidência da luz solar. Molhe pela manhã ou no fim da tarde, quando o sol estiver no horizonte. Se precisar molhar durante o dia, espere uma nuvem cobrir o sol por cerca de 10 minutos para que as folhas esfriem. Somente, então, borrife as folhas, pois as umedecer é extremamente benéfico.

O amarelecimento das folhas pode ser resultado da morte das raízes, sintoma mais característico das regas em excesso. Em dias de muito calor ou em locais muito quentes, é interessante deixar o solo do orquidário úmido; de um modo geral as orquídeas apreciam a umidade atmosférica.
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tulipa
Muita gente pensa que as tulipas são originárias da Holanda, tamanha a associação existente entre elas e este país. Entretanto, segundo a maioria das referências, as tulipas, na verdade, são turcas e foram levadas para a Holanda por volta de 1560, depois que o botânico Conrad von Gesner as catalogou em 1559, usando bulbos originais coletados em Constantinopla, atual Istambul. O nome da flor foi inspirado na palavra “tulipan” que significa “turbante” (o formato da tulipa lembra mesmo um turbante). Outras referências defendem que as tulipas são originárias da China, de onde foram levadas para as montanhas do Cáucaso e Pérsia.

A flor da tulipa cresce solitária de um bulbo, quando ela murcha o bulbo se reconstitui dando origem a uma nova flor, uma única vez por ano, mas para isso são necessários cuidados especiais, lembrando que a tulipa é especialmente sensível ao calor.

Planta da família das Liliáceas, a tulipa produz folhas que podem ser oblongas, ovais ou lanceoladas (em forma de lança). Do centro da folhagem surge uma haste ereta, com uma flor solitária formada por seis pétalas. Cores e formas são bem variadas. Existem muitas variedades cultivadas e milhares de híbridos em diversas cores, tons matizados, pontas picotadas, etc.

Na hora de adquirir um vaso de tulipas, prefira aquele com as flores ainda em botão. Dessa forma, você terá as belas tulipas por mais tempo. Mantenha o vaso em local fresco, com boa luminosidade, mas longe de ventos e do sol forte. Outra dica interessante é colocar 1 ou 2 pedras de gelo, pela manhã e à tarde, sobre o substrato (mistura de terra) do vaso, todos os dias. Assim podemos diminuir o excesso de calor.

No clima brasileiro é difícil conseguir que a planta floresça mais de uma vez, mas com algumas técnicas, dá para tentar fazê-la dar flores pelo menos mais uma vez. O processo é demorado e um tanto complicado, mas para quem gosta de jardinagem, pode ser um desafio compensador:

1. Quando as flores da primeira floração murcharem, corte-as, inclusive as folhas. Retire os bulbos da terra, limpe-os levemente com uma escova macia e mantenha-os em local fresco e arejado por cerca de 3 meses, sem deixar que se molhem.
2. Passado esse período, plante-os num vasinho plástico com terra vegetal umedecida, sem estar encharcada. Embrulhe o vasinho num plástico e coloque-o no congelador da geladeira durante uns 6 meses (temperatura ideal entre 2 e 5 graus C).
3. Passado esse tempo, é hora de tirar o vasinho da geladeira e levá-lo para um local fresco e com boa luminosidade por mais 2 meses, lembrando de manter a terra sempre úmida.
4. Depois disso, o vasinho deve voltar ao congelador, novamente embrulhado em plástico, onde vai permanecer por mais 6 meses.
5. Agora é hora de levar o vaso para um local iluminado. Se tudo der certo, a tulipa estará florida no período de trinta a cinqüenta dias.

Todo esse processo tem como objetivo simular as condições climáticas existentes no habitat natural das tulipas e que estimulam os bulbos a rebrotarem.

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