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cattlabicolor

É uma espécie de hábito epífita, mas também pode ser encontrada na forma terrestre vegetando sobre detritos de folhas e pedaços de madeira caídos de árvores nas florestas de galeria, geralmente próximas a rios ou brejos. Em algumas regiões também pode ser encontrada na forma rupícola, vegetando sobre rochas.

Vegeta em regiões de cerrado, sempre entre os 500 e 1.200 metros acima do nível do mar, mas mesmo vegetando regiões de cerrado, não tolera luz solar direta, buscando sempre locais um pouco mais protegidos da incidência direta do sol e sempre com bastante ventilação.

Pode ser encontrada dispersa pelos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás e Distrito Federal.

Alguns orquidófilos fazem severas diferenciações da Cattleya bicolor de acordo com o estado que é encontrada, porém trata-se de uma mesma espécie independente das suas características morfológicas.

No estado de São Paulo, mais precisamente no Vale do Paraíba e Serra da Mantiqueira e no Rio de Janeiro, na Serra do Mar, ela foi denominada Cattleya bicolor var. bicolor. As flores das plantas dessa região são bem menores que as de outros estados, de colorido verde até bronze-avermelhado, suas pétalas, sépalas e principalmente o labelo bem mais estreitos, em sua maioria não produzindo flores de boa forma.

Já as plantas encontradas no estado de Minas Gerais, em algumas cidades como Pará de Minas, Itabira e outras mais, são chamadas de Cattleya bicolor var. minasgeraisensis. Sempre com flores de ótima forma, de tamanho bem maior que as encontradas em São Paulo e Rio de Janeiro, e de colorido com bastante variação. Nesse hábitat foram encontradas a maioria das variedades dentre dessa espécie.

Pode ser encontrada também no estado de Goiás, pegando as divisas com os estados de Minas Gerais e Distrito Federal, e são chamadas Cattleya bicolor var. brasiliensis. Também possuem muito boa forma  e colorido muito intenso.

Planta
O aspecto vegetativo é bem típico, mas tem variações de acordo com a região natural da planta. Mas no geral é planta possui rizoma forte, que emite raízes grossas e flexuosas, pseudobulbos fusiformes, cilíndricos e sulcados, eretos ou arqueados, lembram a cana-de-açúcar e algumas plantas de determinadas regiões como as de Minas Gerais, que podem ultrapassar um metro e meio de altura.

Pseudobulbos encimados por duas ou três folhas elíptico-lanceoladas, coriáceas, rígidas, com mais ou menos 15 centímetros de comprimento, por 8 centímetros de largura e de colorido sempre verde bem escuro.

Flor
Tem como início de sua floração o final do mês de dezembro, atingindo seu ápice no início do mês de fevereiro.

A inflorescência surge em espata simples no meio das folhas, com hastes florais podendo atingir até 30 centímetros de altura e  podendo portar até 15 flores de mais ou menos 10 centímetros de diâmetro.

Uma particularidade que a diferencia de qualquer outra das Cattleyas bifoliadas,  é a falta dos lóbulos laterais, que deixa assim, toda coluna exposta. O lóbulo frontal em forma de leque ou pá e com bastante substância, apresenta uma canaleta que sai por baixo da coluna e que se prolonga até o meio do labelo, sendo outra característica bem marcante dessa espécie.

Abaixo algumas das variedades da Cattleya bicolor:
- Alba: pétalas e sépalas completamente verdes e sem qualquer mácula, com labelo totalmente branco-puro.
Albescens: pétalas e sépalas de colorido verde, com pouquíssimas ou mesmo sem qualquer mácula, e labelo com leve ou quase imperceptível sopro rosado.
Coerulea: pétalas e sépalas podendo ir do verde-amarelado ao verde-bronzeado, com ou sem máculas na tonalidade lilás-azulado, e labelo com colorido lilás-azulado.
Measureiana: pétalas e sépalas de colorido típico, podendo ir do verde-bronzeado ao marrom bem escuro, e labelo totalmente branco-puro.
Semi-alba: pétalas e sépalas podendo ir do colorido verde-amarelado ao verde, sem qualquer tipo de mácula e labelo com colorido lilás de intensidade variável.
Suave: pétalas e sépalas podendo ir do colorido verde-amarelado ao verde-bronzeado e labelo com colorido róseo bem pálido.
Típica: pétalas e sépalas podendo ir do colorido verde-bronzeado ao marrom bem intenso (chocolate), com ou sem máculas de intensidade e quantidade variável e labelo lilás bem intenso.

Cultivo
Planta muito exigente no tocante a umidade e aeração de suas raízes, o que torna seu cultivo um pouco mais complicado como a maioria das Cattleyas bifoliadas.

Desenvolve-se muito bem em vasos de barro ou cestinhos de madeira, desde que preenchidos com fibra de xaxim lavada ou mesmo cubos de xaxim, de modo que as raízes fiquem sempre bem aeradas.

A Cattleya bicolor não é muito tolerante com relação ao excesso de divisões, principalmente quando em plantas pequenas.

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bambuzal
No Brasil, onde predominam os climas tropical e subtropical, o bambu encontra excelentes condições para desenvolver-se e cresce mais rapidamente que o eucalipto e o pinheiro. Cresce tanto em regiões ao nível do mar, em regiões tropicais, como em altitudes de aproximadamente 1.300 metros, em regiões montanhosas.

Para seu cultivo, deve-se primeiramente verificar qual a utilização que se lhe pretende dar, a fim de escolher a espécie mais adequada; deve-se verificar também qual o tipo que mais se adapta às condições da região. Para tanto, deve-se procurar um agrônomo, que poderá orientar na escolha mais adequada.

Clima
O bambu desenvolve-se  melhor em regiões de altas temperaturas, livres de mudanças bruscas e de secas muito prolongadas. É um vegetal muito sensível à geadas, e seu crescimento pode ser afetado nesses períodos, apresentando folhas queimadas, o que provoca a conseqüente morte dos brotos.
As chuvas, por sua vez, desempenham papel de grande relevância, pois um alto teor de umidade é muito importante para o desenvolvimento da planta. A sugestão de agrônomos e técnicos especializados no assunto é que o bambu seja plantado no período das chuvas, isto é, de outubro a março (região sul), embora alguns sugiram que os meses mais adequados sejam outubro e novembro.

Devido ao crescimento veloz, o bambu demanda muita água e nutrientes. Chuvas abundantes (equivalentes a 1.200 e 1.800 mm por ano, em média), e distribuídas durante o ano são as condições básicas de que essa cultura necessita, sobretudo quando se pretende uma produção comercial.
Atualmente estão sendo realizados melhoramentos pela multiplicação de espécies, verificando-se assim qual a melhor época de plantio.
Para as espécies de ramificações, é mais indicada para o plantio a época seca, enquanto os períodos chuvosos, mais frescos, são recomendados para as espécies formadoras de touceiras.

Solo
Entre as inúmeras vantagens do bambu, está a sua pouca exigência com relação ao solo. Produz bem em quase todos os tipos de solo, mas prefere os de maior profundidade, mais férteis e com boa drenagem, que sejam também arenosos e leves. Para o plantio evitam-se  os terrenos compactos, argilosos e sujeitos a encharcamentos, assim como os solos excessivamente ácidos ou alcalinos. O terreno tem de ter equilíbrio, favorecendo assim seu desenvolvimento.

Próximo às margens de rios, riachos e lagos, desde que não sejam encharcados, essa planta tem demonstrado bom desenvolvimento. O terreno para o seu plantio também não tem necessariamente de receber preparo especial, desde que se verifique que nele há fertilidade de nível médio, o que no caso pode dispensar a adubação. Entretanto, segundo os especialistas, se o solo for tratado, a planta responderá satisfatoriamente.

Para quem deseja grande cultivo, aconselha-se providenciar análise de solo, que pode ser realizada na Casa da Agricultura mais próxima, e através dela providenciar a adubação equivalente, de acordo com os resultados obtidos.
No cultivo destinado a produção de brotos para a alimentação, recomenda-se indispensavelmente análise de solo e por conseqüência a adubação mais adequada, pois só assim o terreno poderá fornecer suficientemente os principais nutrientes, entre eles o potássio.

Quando se pretende uma exploração mais intensiva, além de adubação completa recomenda-se também uma calagem de solo. Considerando-se a análise de solo, na época de plantio, deve-se elevar o índice de saturação em bases para 60%, quando inferior a 50%. Aconselha-se a aplicação no solo de 12 Kg/há de N (nitrogênio), 24 Kg/ha de P2O5 e 12 Kg/há de K2O.

O bambu é uma planta que oferece muitas vantagens econômicas:
1 – Rápido crescimento
O amadurecimento de um bambu acontece em três a quatro anos, mais rápido que a mais rápida árvore. A partir do terceiro ou quarto ano já se pode colher colmos e brotos;

2 – Facilidade de plantio estabelecimento, manutenção e colheita
O bambu não exige técnicas complexas para o seu estabelecimento. A colheita fortalece o bambual e é feita com instrumentos manuais. O transporte é facilitado pelo seu peso leve em comparação às madeiras;

3 – Utilidades adaptáveis
O bambu tem várias aplicações. Pode ser utilizado como combustível, papel, material de construção, alimento, etc.

4 – Fins ecológicos
O bambu é um material que pode substituir a madeira em diversos aspectos e com isso diminuir o impacto ambiental através do desflorestamento. Também pode ser usado para reduzir a erosão do solo;

5 – Inserção cultural
Cerca de um bilhão de pessoas moram em casas de bambu no mundo. Muitas culturas utilizam o bambu em muitos aspectos da vida, música, cerimônias, alimentação, etc.

Controle de Bambu Invasivo (Alastrante)
Os bambus de rizomas leptomorfos são invasivos. Estendem seus rizomas por muitos metros linearmente e por isso são chamados também de alastrantes. Então acabam tomando conta de terrenos abandonados, ou aparecendo por debaixo de um muro. A mesma razão que leva o bambu a ser usado para contenção de encosta, o endurecimento do solo, frustra muitas tentativas de controle. O bambu não pode apenas ser cortado. Deve-se cortar os culmos invasores, podendo regar para forçar um apodrecimento dos rizomas. E torna-se a cortar os novos colmos insistentes. Pode-se cortar os rizomas, cavando e usando uma pá como ferramenta de corte.
Uma forma de controle preventivo é o estabelecimento de barreiras físicas enterradas, que impedem a passagem do rizoma. Placas de plástico, alumínio podem servir, mas é importante lembrar que o rizoma de um bambu pode ser BEM agressivo e furar barreiras.

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roseiras

1. Onde plantar?
De preferência, num local ensolarado e bem arejado. Para florescer bem e praticamente o ano todo, a roseira precisa de sol pleno, ou seja, pelo menos de 6 a 7 horas diárias de luz solar direta. Recomenda-se um local arejado, para evitar a o surgimento de fungos nas folhas e flores, especialmente em regiões chuvosas.

2. Que tipo de solo é mais adequado?
As roseiras podem se desenvolver bem em qualquer tipo de solo, mas é preferível garantir uma terra mais para argilosa, que tenha boa drenagem. O solo rico em húmus é especialmente benéfico para as rosas. Quanto ao pH, o índice ideal situa-se entre 6,5 e 7 (neutro). Em lojas de produtos para jardinagem, é possível adquirir kits para medir o pH do solo. Se for necessário fazer a correção, uma boa dica é a seguinte: a adição de 150g de calcário dolomítico por m2 de canteiro eleva em 1 ponto o índice de pH; por outro lado, 150g de sulfato de ferro por m2, diminui o pH em 1 ponto.

3. Como preparar o canteiro?
Cerca de uma semana antes de plantar as mudas, cave bem a terra até cerca de 40 cm de profundidade. Para cada m2 de canteiro, incorpore uma mistura de 15 Kg de esterco curtido de gado e 200g de farinha de ossos.

4. Qual é o espaçamento que devemos deixar entre as mudas na hora do plantio?
Existem vários tipos ou variedades de roseiras (silvestres, híbridas-de-chá, sempre-floridas, miniaturas, rasteiras, arbustivas, trepadeiras e cercas-vivas) e o espaçamento vai depender da variedade de rosa que estiver sendo plantada. É possível basear-se no seguinte:
· arbustivas: 1 metro entre as mudas
· trepadeiras: de 1 a 2 metros entre as mudas
· cercas-vivas: 50 a 80 cm entre as mudas
· híbridas-de-chá e sempre-floridas: 50 cm entre as mudas
· miniaturas: 20 a 30 cm entre as mudas
· rasteiras: 30 cm entre as mudas

5. Qual é o período ideal para o plantio?
Se o plantio for feito com mudas “envasadas” (normalmente vendidas em sacos plásticos), não há restrição para o plantio: pode ser feito em qualquer época do ano, mas os especialistas recomendam evitar os meses mais quentes, sempre que possível. Já para o plantio com mudas chamadas de “raiz nua”, o período mais indicado vai da segunda metade do outono à primeira metade da primavera.

6. Como devem ser as regas das roseiras?
Logo após o plantio das mudas e até a primeira floração, regue moderadamente, mas todos os dias. Depois disso, recomenda-se regar uma vez por semana no inverno e duas vezes por semana em época de seca. Na temporada de chuvas é possível até suspender as regas. Uma dica: a terra deve permanecer ligeiramente seca entre uma rega e outra.

7. Qual é a adubação indicada para fortalecer e estimular a floração das roseiras?
De preferência, deve-se fazer de 2 a 3 adubações anuais: a primeira logo após a poda anual (entre julho e agosto); a segunda entre novembro e dezembro e a terceira entre os meses de janeiro e fevereiro. A melhor adubação é a orgânica, baseada em esterco animal, composto orgânico, farinha de ossos e torta de mamona. As quantidades, para cada metro quadrado de canteiro, são as seguintes:
· 20 litros de esterco curtido ou 2 Kg de composto orgânico
· 200g de farinha de ossos
· 100g de torta de mamona
Espalhe a mistura em volta das plantas e incorpore-a ao solo.

8. Quando deve ser feita a poda?
A primeira poda deve ser feita cerca de um ano após o plantio e repetida todos os anos, entre os meses de Julho e Agosto.

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Tolumnia Genting Leopard

As orquídeas do gênero Tolumnia pertencem ao grupo dos Oncidium e são plantas pequenas com lindas e cintilantes flores multicoloridas. Ao todo são cerca de 18 espécies distribuídas pelo Caribe, com uma espécie ocorrendo no extremo sul da Flórida. Hoje em dia existem incontáveis híbridos dentro desse gênero e a cada ano novos mais surgem.

O fascínio que elas exercem sobre os orquidófilos está no fato de serem orquídeas miniatura, com folhas de 8 a 10 cm de comprimento apenas, mas com grandes inflorescências em relação ao tamanho da planta.

Um cacho chega a ter de 20 a 30 cm de comprimento e pode ostentar flores com 2 a 4 cm de diâmetro. As Tolumnia também são chamadas de Oncidium Equitante, pois as suas folhas são imbricadas, isto é, estão trepadas umas sobre as outras, formando uma espécie de leque, onde as folhas de fora estão montadas sobre as de dentro, como telhas em um telhado. Equitante quer dizer “montado à cavalo”, numa alusão à posição das folhas.

Na natureza as Tolumnia vivem em galhos finos de arbustos ralos, com algumas raízes soltas balançando ao vento, à maneira das nossas conhecidas Ionopsis e Comparettia.
Diferente dessas duas, no entanto, as Tolumnia crescem bem expostas à luz do sol, nas pontas dos galhos. Em algumas espécies, as folhas chegam a ficar bronzeadas.

A umidade que necessitam elas recebem do sereno noturno ou da evaporação da água no solo arenoso. Com pseudobulbos tão pequenos que chegam a ser inexistentes, o armazenamento da água dentro das folhas, que em uma planta saudável, ficam gordinhas, à maneira das brassavolas, como se fossem uma planta suculenta.
As folhas possuem um leve serrilhado na borda, sensível ao tato. Em cultivo, as Tolumnia devem ser plantadas ou em pedaços de galhos finos de cafeeiro, por exemplo, ou em pequenos vasos com substrato de drenagem muito rápida.

O pior inimigo das Tolumnia é o excesso de água, sendo em caso de dúvida melhor borrifar do que regar. O local ideal para mantê-las no orquidário é junto das Cattleya walqueriana e Cattleya nobiliar, sempre em situação de muita luz, substrato seco e uma rega leve ou borrifo diário simulando o sereno.

Em caso delas estarem em vasos, as regas devem ser ainda mais reduzidas, mas constantes. Na natureza as raízes ao se fixarem nas árvores, correm ao longo dos galhos por grandes distâncias.

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Origem: África do Norte, Ilhas Canárias e Cabo Verde
Dimensão máxima: Até 80 cm de altura e 60 cm de largura
Folhagem: Persistente
Tipo de solo: Bem drenado
Clima: A aloé vera é cultivada em muitas regiões do mundo. Nas regiões onde as temperaturas podem descer abaixo de 5°C no inverno, é melhor cultivar a aloe vera em vaso e em casa
Exposição:  Sol
Crescimento: Rápido.

A Aloé vera acompanha o homem há mais de 5000 anos. Seja qual for a época e o lugar, as utilizações são muito variados e não mudaram ao longo dos tempos.

A Aloe vera pode também ser utilizada como uma planta de casa decorativa. Não há dúvida de que vai conseguir encontrar em sua casa um local para colocar uma planta de porte erguido e escultural. Vai também aprender a extrair a polpa para o seu uso pessoal. Finalmente, a planta aloe vera é uma planta eficaz contra a poluição entre os quais contra o monóxido de carbono, o benzeno e o tolueno.

Como cultivar a aloe vera:
A aloe vera é uma planta suculenta, o que quer dizer uma planta gordurosa adaptada aos ambientes áridos.
Por isso é preciso ter em atenção a frequência das regas, não deixando que o solo fique demasiado úmido, sobretudo no inverno.
O solo deverá ser bem drenado para evitar que a água estagne ao nível das raízes.
Para a plantação em vaso, vamos ajustar o tamanho do vaso ao tamanho da planta. Um vaso ou um canteiro de 15 litros deve chegar. Se as temperaturas descerem a temperaturas muito abaixo de 0ºC, deve colocar a planta dentro de casa numa varanda ou num lugar com bastante iluminação.

A Aloe vera precisa de muita luz. No entanto é melhor evitar colocá-la atrás de um vidro para evitar que as folhas se queimem.

Como extrair a polpa da Aloé Vera
- Cortar uma folha de aloe vera na sua base com uma faca bem afiada para uma melhor cicatrização;
- Coloque a folha num papel absorvente;
- Cortar a folha no sentido do comprimento em pedaços de 2 cm de largura;
- Espere 3 minutos, até que a seiva amarela caia no pedaço de papel;
- Retire as pontas espinhosas;
- Cortar cada pedaço no meio em duas fatias iguais;
- Recuperar a polpa com a ajuda de uma espátula de madeira.

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Dalias

Originárias do México, as dálias receberam esse nome em homenagem ao botânico sueco que as descobriu: Andreas Dahl. Se você quer cultivá-las no seu jardim, siga estes conselhos.

Passos
1 – As dálias devem ser plantadas em lugares que recebem muito sol, mas precisam ficar protegidas do vento.

2 – Prepare o terreno, desmanchando os torrões com uma enxada ou uma pá de bico.

3 – Adicione bastante material orgânico ao solo, como terriço ou esterco de cavalo.

4 – Se o solo for muito compacto (argiloso), acrescente dois ou três baldes de areia de rio para melhorar a drenagem.

5 – Plante os tubérculos a uma profundidade de cerca de 10 cm, com uma distância de 20 cm entre eles.

6 – Se plantar variedades altas (de até 1 m. de altura), coloque uma estaca junto ao tubérculo para orientar o crescimento.

7 – Durante os primeiros meses, regue moderadamente para evitar que as raízes fiquem em um terreno encharcado.

8 – Aumente a quantidade de água da rega à medida que os botões forem aparecendo.

9 – A partir do momento em que a dália estiver florescendo, retire as flores quando elas murcharem, para estimular novas florações.

10 – Após a época de floração, corte a parte aérea da planta, desenterre os tubérculos e limpe toda a terra que houver neles.

11 – Guarde os tubérculos em um lugar escuro, fresco e seco durante o inverno.

A época ideal para o plantio é no início da primavera. Você pode replantar os mesmos tubérculos durante dois ou três anos.

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A maioria das orquídeas pode ser plantada em vasos de barro ou plástico de tamanho compatível com o da planta. É aconselhável o replante anual, ou pelo menos a cada dois anos, em virtude da decomposição ou deterioração do substrato e também pelo crescimento das mesmas, principalmente quando elas começam a deixar o espaço físico existente nos vasos, emitindo novos brotos e raízes fora dos mesmos.

Em primeiro lugar demos ter em mãos os materiais abaixo:
- Tesoura de poda
- Etiquetas de Identificação
- Estacas de Sustentação (Para orquídeas de hastes longas)
- Amarrilho (para fixar as plantas nas hastes)
- Pulverizador de água (pode ser aqueles modelos utilizados em salões de beleza para molhar os cabelos)

Basicamente devemos realizar os seguintes procedimentos, quando do plantio ou replante de orquídeas em vasos, sejam eles de barro ou plástico:
- Os vasos devem ser lavados em água potável, com adição de água sanitária, na proporção de 10%.
- O material para a drenagem a ser utilizado nos vasos, também deverá ser lavada em água potável com adição de água sanitária na proporção de 10%. O meio de drenagem mais utilizada é a brita, cujo tamanho deverá ser proporcional ao tamanho do vaso e da orquídea que será ali plantada. Aconselhamos não utilizar cacos de telhas e/vasos cerâmicos já utilizados, em função de que os mesmos podem ser hospedeiros de doenças e pragas entre outros.
- Deve-se adicionar uma pequena camada de brita no fundo do vaso, devendo a mesma ocupar cerca de 25% da área do vaso. Este procedimento irá permitir a drenagem rápida e constante do excesso de água, seja da chuva, seja da rega artificial.
- O restante da área do vaso deverá ser completado com o substrato a ser utilizado, podendo inclusive ser a própria brita que neste caso servira tanto como drenagem, como substrato. Devendo é claro deixar espaço físico para a planta e suas raízes.
- Algumas orquídeas apresentam crescimento apical limitado, também conhecida por simpodiais, ou seja, após o termino do crescimento de um caule ou pseudobulbo, o novo broto desenvolve-se formando o rizoma e um novo pseudobulbo, num crescimento contínuo. Crescendo em duas direções na Horizontal e na Vertical, originando os pseudobulbos. As Laelias e Cattleyas, por exemplo, e vão emitindo brotos um na frente do outro.

Para esse tipo de planta, devemos proceder ao seu plantio da seguinte maneira:
- Lave a orquídea em água corrente, limpando e tirando todo excesso de substrato existente em suas raízes.
- Corte com uma tesoura flambada (colocada em fogo por alguns minutos) as raízes mortas, folhas e pseudobulbos velhos, mortos ou muito desidratados.
- Após a realização destes cortes, a orquídea deverá ser colocada em água potável, (por alguns minutos) com adição de produto que ajudará no processo de emissão de novas raízes.
- Pegue a orquídeas com uma das mãos, revestindo suas raízes com o substrato escolhido (Fibra de Coco ou Sfagno), desfibrado e lavado, cuidando para deixar o rizoma (caule) na parte superior e totalmente descoberto.
- Logo após coloque a orquídea dentro do vaso com a parte traseira encostada na sua borda e a parte dianteira voltada para dentro do vaso.
- A seguir completa-se o vaso com o substrato escolhido, calcando levemente em volta da mesma.
- Após a colocação do substrato de forma que a orquídea fique firmemente plantada, se necessário, pode-se estaquear a mesma, com estaca de plástico ou fio galvanizado, fazendo que os pseudobulbos fiquem mais que possível na vertical em relação ao vaso.
- As orquídeas nunca devem ser plantadas rente as bordas do vaso e sim abaixo dessas uns 2,00 cm.
- É aconselhável que fiquem em ambiente arejado e sombreado, diminuindo-se as regas. Podendo-se realizar algumas pulverizações diárias quando possível.
- Para se realizar o plantio, devemos deixar a traseira da orquídea, encostada na beira do vaso e espaço na frente para dar lugar a novos brotos. Não se deve enterrar o rizoma, somente as raízes.
- Algumas orquídeas tem dificuldades de se adaptarem dentro de vasos, quando plantadas de maneira convencional. Nesse caso, o ideal é plantá-las em casca de peroba, devendo ser colocado entre as raízes e casca de peroba, esfagno ou xaxim desfibrado prendendo as mesmas através de cordão de algodão ou arame galvanizado. Alguns: exemplos dessas espécies são: C. walkeriana, C. schilleriana, C. aclandiae.
- Podemos ainda utilizar cachepôs, para o plantio deste tipo de orquídea, desde que seja utilizado como substrato, pedaços de casca de peroba, cubos de xaxim ou mesmo brita com tamanho médio, tudo isto para tornar a drenagem eficiente.
- Orquídeas monopodiais que crescem na vertical como Vandas, Ascocendas, Rhynchostyls, Ascocentrum, devem ser plantadas no centro do vaso ou serem colocados em cachepôs sem nenhum substrato. Nesse caso as mesmas exigem um cuidado especial. Deve-se molhar não só as raízes, mas também as folhas com água adubada todos os dias. Por exemplo, se o fabricante de um adubo líquido recomenda diluir um mililitro desse adubo em um litro de água ao invés de um litro, dilua em 20 litros ou mais e borrife cada duas ou três horas, principalmente em dias quentes e secos.
- No caso de orquídeas monopodias, como Vanda, Renanthera, Rhynchostylis, que soltam mudas novas pelas laterais, deve-se esperar que emitam pelo menos duas raízes para, então, separar da planta mãe.
- As orquídeas do tipo vandáceas vão crescendo indefinidamente, atingindo metros de altura. Nesse caso, pode-se fazer uma divisão, cortando o caule abaixo de 2 ou mais raízes e fazer um novo replante. Se a base ficar com alguns pares de folhas, emitirá novos brotos.
- Plantas novas (que ainda não floriram) ou seedling que foram adquiridos recentemente de orquidários comerciais, devem sempre que possível serem retiradas do vaso original e se realizar o plantio conforme descrito anteriormente. Este procedimento se torna necessário em virtude do substrato que a orquídea estava plantada, pois como não sabemos sua origem, qualidade, idade e principalmente a adaptação da orquídea no novo ambiente (orquidário).
-  Orquídeas adquiridas via Internet, em sua grande maioria não vêm acompanhadas dos respectivos vasos e conseqüentemente sem substrato. Neste caso, quando da chegada das mesmas via correio, devemos tirá-las imediatamente da caixa, leva-las para um ambiente protegido, dentro do orquidário, mas na medida do possível longe das demais orquídeas, borrifá-las com água potável para a reidratação nas primeiras 24 horas, após devemos submetê-las há um tratamento a base de inseticida e fungicida. 48 horas após estes procedimentos, as mesmas estão prontas para serem plantadas/replantadas conforme descrito anteriormente.
- A divisão de orquídeas deve ser feito quando a planta estiver emitindo raízes novas, o que se percebe pelas pontinhas verdes nas extremidades das raízes, não importando a época, inverno ou verão.
- Quando for realizar a divisão, cada parte deverá ficar com, no mínimo, três bulbos, tendo-se o cuidado de não machucar as raízes vivas, o que se consegue molhando-as, pois ficam mais maleáveis.
- Sempre flambeie com fogo o instrumento (tesoura ou faca) que vai ser utilizado para dividir a orquídea, para ter certeza que a lâmina não está contaminada por vírus.

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Lithops

Ao contrário do que originalmente poderia se pensar, os cactos (e muitas suculentas) necessitam de umidade constante nos primeiros estágios de vida (os primeiros 6 meses), o que determina os cuidados necessários para sucesso na sua propagação por sementes. Sendo assim, vários métodos têm sido propostos, sempre com o intuito de garantir as condições apropriadas para germinação. Na minha experiência pessoal, o maior fator de insucesso são as infecções por fungos, que são favorecidas pelo ambiente úmido e quente. Quanto ao erro mais comum dos iniciantes, é enterrar as sementes ao invés de deixá-las na superfície, o que ocasiona baixas taxas de germinação.

1. Preparo do solo para plantio de sementes de cactos
As misturas para plantio de cactos, tanto adultos quando sementes são muito variáveis entre os colecionadores, mas reservam entre si algumas similaridades:
a) São ricos em areia. Normalmente pelo menos 3 ou 4 partes de areia contra 1 parte de solo de jardim é utilizado. Se o solo de jardim for muito argiloso eu recomendaria 4:1. No meu caso, tenho um trecho de terra muito arenoso em meu terreno, utilizo a terra arenosa daqui diretamente para o plantio.
b) Devem evitar matéria orgânica. A matéria orgânica, no caso dos cactos, vai facilitar o surgimento de doenças por fungos, e o crescimento excessivo de algas na superfície do meio. É melhor utilizar apenas terra com características minerais, com pouca ou nenhuma matéria orgânica.
c) Devem ser esterilizados. Após montar a mistura necessária, esta deve ser perfeitamente esterilizada. Eu utilizo 45 min no forno a 260C (do fogão) em uma forma de alumínio para bolo. Outra possibilidade é adicionar água à mistura e esterilizar no forno de microondas por 10 min. O ideal é fazer esta esterilização no dia em que for fazer o plantio, para evitar que o solo se contamine com esporos de fungos novamente ao ficar exposto ao tempo.

2. Recipientes

Diversos recipientes podem ser utilizados, mas não devem ser muito grandes. Vasos plásticos, copinhos usados de iogurte, embalagens transparentes de margarina, são opções. No caso de aproveitar copos de iogurte e outros recipientes, lembrar que devem ser feitos muitos furos no fundo, para garantir uma boa drenagem. Além dos furos, uma camada de 1-2 cm de pedrisco fino deve ser adicionada ao fundo do vaso para garantir a drenagem.

3. Como manter a umidade
No meu caso, compro caixas plásticas retangulares completamente transparentes de freezer, que cabem normalmente 9 copos de iogurte no seu interior, e têm tampa. Isto se constitui uma câmara ideal para germinação, mantendo a umidade necessária. Repare que é bom utilizar algo que evite ter que efetuar mudanças posteriores, tantos nos recipientes como na câmara, pois as plântulas (também chamadas seedlings) devem ficar cerca de 6 meses nessas condições, antes de serem replantados individualmente. Outro método que tenho visto freqüentemente nas coleções consiste de utilizar uma garrafa PET transparente (ex. Coca-Cola ou Fanta, não utilize as verdes!!!). Corta-se a garrafa mais ou menos a 1/3 a partir da base e faz-se os furos na parte inferior. Após o plantio a parte de cima é encaixada, para servir como mini-estufa para garantir a umidade (a mesma função da caixa do método 1). O método da PET é interessante, pois permite que, após algum tempo, se retire a tampinha da garrafa, o que vai tornar o ambiente um pouco mais seco, e posteriormente retirar a cúpula completamente, para aclimatar as plantas à baixa umidade.

4. Assepsia e fungicidas

Devido às condições de umidade necessárias para a germinação, são freqüentes os problemas com doenças causadas por um fungo de solo (chamado Fusarium sp.). A melhor maneira de evitar isso é ter um solo livre destes patógenos para início e manter o seu controle com fungicida. Para esterilização do solo o mais fácil é o método através do calor, como explicado no item 1. Para melhorar ainda a assepsia, é recomendável esterilizar todo o equipamento restante com água sanitária diluída. A diluição adequada é 1 parte de água sanitária e 9 partes de água. Nesta mistura mergulho todos os vasos, e depois passo um pouco na caixa ou na garrafa PET. Não é necessário enxaguar, já que esta mistura não é tóxica para as sementes. Costumo deixar o pedrisco também dentro da mistura antes de adicionar nos vasos. Como fungicidas, os mais comuns são: sulfato de cobre, mancozeb e captan (uso este último). Dilui-se e coloca-se dentro de um spray (tipo de passar roupa) para ir tratando os vasos esporadicamente ao menor sinal de fungo (é fácil ver algum bolor crescendo sobre sementes não germinadas) ou morte súbita de algumas plântulas.

Passo a Passo para germinar os cactos (baseado nos princípios acima)

Materiais necessários: mistura arenosa, pedrisco, recipientes, caixa plástica ou garrafa PET preparada, água sanitária e fungicida.
1. Esterilize a terra e deixe esfriando.
2. Esterilize os vasos, pedrisco, e caixa de germinação com água sanitária (1:9)
3. Preencha os vasos com 1-2cm de pedrisco e depois a mistura arenosa até 0,5 cm antes da borda superior. A mistura deve ser bem fina, pois se sobrarem pedrinhas, grumos etc, as plântulas podem morrer quando a raizinha fina não conseguir penetrar.
4. Molhe os vasos por baixo, mergulhando o fundo em um potinho com água até a umidade chegar completamente à superfície (adicione um pouco da água sanitária diluída aqui se quiser deixar a mistura completamente esterilizada, isso não atrapalha a germinação desde que seja diluída).
5. Adicione com cuidado as sementes de cactos sobre a superfície (as sementes de cacto requerem luz para germinar e portanto não devem ser enterradas. Espalhe as sementes com cuidado na superfície, deixando cerca de 0,5 cm entre elas, lembrando que as plântulas vão crescer 6 meses antes de haver replante.
6. Toque ligeiramente cada semente para que afunde ligeiramente no substrato, mas ficando ainda exposta à luz (é melhor enterrar de menos do que demais, as vezes até mesmo suprimo esta fase para sementes muito pequenos).
7. Organize e etiquete com os dados da espécie/variedade , fonte das sementes e data de plantio.

De forma geral o cuidado daí em diante consiste de manter a umidade constante (utilizando um spray muito fino. Não se deve regar diretamente os potes, pois as pequenas plântulas morrem se forem deslocadas nas fases iniciais. Atenção também aos fungos. No primeiro mês aplico alguns jatos do fungicida cerca de 2 vezes por semana. Após o primeiro mês, passo a retirar a tampa da caixa no período noturno, de forma a secar gradativamente. As condições de seca típicas de cactos só devem ser aplicadas após o replantio, que varia de espécie para espécie. Com Astrophytum, que apresenta sementes grandes e crescimento rápido, o replantio normalmente ocorre com 6 meses. Com espécies mais lentas pode chegar a um ano. Não se deve ter pressa em retirar as plantinhas dos potes inicias, enquanto nao estiverem realmente amontoadas e lutando por espaço.

rosas

Azalea-rhododendron_yedoense

Entre as tantas espécies de azaléias, as originárias da Coréia (azaléia-coreana) se destacam pela floração intensa, que ocupa quase a totalidade do arbusto e deixa poucas folhas à mostra. Nas cores lilás-arroxeado e rosa, as flores aparecem no inverno e seguem até a primavera. Aceitam poda e preferem clima frio.

Solo: Por ser um arbusto rústico, a azaléia adapta-se bem a qualquer tipo de solo, porém, para produza uma florada exuberante, o ideal é cultivá-la usando a seguinte mistura de solo:
· 2 partes de terra comum de jardim
· 1 parte de areia
· 1 parte de composto orgânico

Luminosidade e regas: As azaléias não florescem dentro de casa e precisam de luz solar plena para crescerem bem. Para mantê-las em áreas internas, deixe as plantas fora de casa até que as flores se abram, aí então podem ser levadas para dentro, mas é preciso que fiquem em um local bem claro, próximo à janela. O cultivo pode ser feito à meia-sombra desde que a planta receba luz solar direta pelo menos 4 horas por dia. Evite o excesso de água nas regas: o ideal é fornecer água à planta apenas quando o solo apresentar-se seco, sem encharcar.

Adubação: Floradas pouco exuberantes ou brotos que não crescem é sinal que falta nutrientes para a azaléia. Adube uma vez por mês com a seguinte mistura:
· 1 parte de farinha de ossos
· 1 parte de torta de mamona
Se for utilizar fertilizante químico, dê preferência para aqueles ricos em fósforo (o P da fórmula NPK). Ou seja, escolha um NPK onde o P seja maior que o N e o K. Ex: um NPK de fórmula 4-12-4.

Podas: Depois da floração, a poda é uma boa medida para estimular o surgimento de novos brotos e garantir uma próxima florada bem exuberante. Aproveite para fazer uma boa limpeza na planta, retirando as flores murchas e as folhas amarelas. Assim que terminar a floração das azaléias, retire os galhos em excesso e corte as pontas dos outros galhos, até chegar ao formato e tamanho que você quiser. Para aumentar a próxima floração, elimine as pontas de todos os galhos que floresceram este ano.

Controlando problemas
Galhas
– folhas e pétalas atacadas tornam-se espessas e deformadas apresentando, às vezes, manchas esbranquiçadas. As extremidades dos ramos também podem manifestar o problema, tornando-se “esgalhadas”. Controle: Elimine as partes afetadas e utilize um fungicida do tipo Calda Bordalesa.

Oídio – A planta apresenta manchas esbranquiçadas na frente e verso das folhas e até no cálice da flor. Com o tempo, as folhas apresentam coloração cinza escuro e começam a cair prematuramente. Controle: Reduza a quantidade de água nas regas, isole as plantas atacadas ou suspeitas e faça pulverizações com fungicida em casos mais severos.

Seca de ponteiros – Apresenta-se na forma de uma podridão marrom escura, que se inicia na ponta do ramo e se espalha para baixo, atingindo a haste principal. Pode provocar até a morte da planta. Controle: Faça a poda dos ponteiros atacados e proteja o corte com uma pasta à base de oxicloreto de cobre.

Clorose – Toda a folhagem pode tornar-se amarela. Controle: Normalmente, o problema surge por deficiência nutricional. Deve-se observar a adubação correta, verificando se há carência dos nutrientes.

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phal equestris

A espécie Phalaenopsis equestris é originária das Filipinas e Taiwan, onde é encontrada em regiões de baixas altitudes é uma bela planta com maravilhosa floração.
Apresenta folhas coriáceas medindo  14 cm x  5 cm em média (ref. comprimento e largura maiores), formato oblongo-lanceolado, carnudas e muito sensíveis à luz solar direta. A inflorescência que sai da região basal da planta forma haste ramificada, com dezenas de flores pequenas medindo ente 2 e 3 cm de diâmetro e fragrância exótica, lembrando o perfume da C. violacea.  Suas flores de pétalas e sépalas no tom rosa, variam muito enquanto diversidade de tons, razão porque é frequentemente encontrada sob a designação Phalaenopsis rosea, Além desse sinônimo, possui outra dezena, incluindo Phalaenopsis riteiwanensis, Phalaenopsis stauroglottis com algumas nomenclaturas apresentando as variedades: alba, aurantiaca, aurea , cyanochila, leucaspis e leucotanthe.

Pode ser cultivada em todo o Brasil, principalmente nas regiões de clima mais quente e úmido, em substrato misto comum para aquelas híbridas, sem grandes mistérios e dificuldade, apesar de produtores comerciais em larga escala optarem por casca de pinus.

Pode ser cultivada num substrato mix de casca de peroba rosa, esfagno, cacos de telha e palha de arroz carbonizada, com enraizamento denso e saudável. O gênero Phalaenopsis é um dos ideais para cultivo em interiores, próximos de janelas ou aberturas com boa luminosidade filtrada por cortinas.

A adubação é a comum a toda orquídea, lembrando, sem exageros e usando água desmineralizada (da chuva) ou filtrada.

Analisando a etmologia da nomenclatura “equestris”, palavra latina que significa  “relacionado a cavalo”,  enquanto explicação dada pelo taxonomista, se se referenciou ao formato da flor, é obscuro – talvez seu formato lembre a cabeça de um eqüino. É encontrada também na forma alba, além de dezenas de híbridos. Recomenda-se manter a haste floral  na planta porque nesta espécie é comum brotar  novas plântulas (conhecidas como “keikis”).
Seguindo essa recomendação poderá brotar até duas plântulas.

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