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    Phalaenopsis

    Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o cultivo de orquídeas não é exclusividade de quem têm grandes espaços, com jardins e orquidários espaçosos.
    Orquídeas também podem ser cultivadas em recintos mais fechados, desde que se tomem alguns cuidados adicionais para que se possa simular o ambiente natural da planta.Todas as orquídeas podem ser cultivadas em apartamento, basta que se tenha espaço e iluminação suficientes. Já foi constatado floração até de Vandas e Cymbidiuns em varandas de apartamentos entre centenas de outras variedades, florescendo bem em apartamentos.

    Onde colocar
    As plantas necessitam de iluminação adequada, então é conveniente colocá-las próximo a janelas ou em varandas.
    Deve-se tomar o cuidado de respeitar o limite de 50% de iluminação, que pode ser obtido com cortinas que permitam esta quantidade de incidência solar.

    Quando e como regar

    Não há um calendário correto para se seguir aos regar as plantas. O correto é regar sempre que o substrato estiver seco.
    Plantas em vasos de fibra de coco em geral requerem regas semanais. Orquídeas plantadas em troncos requerem regas diárias. A melhor forma de regar é submergindo os vasos em água, e permitir que esta migre para dentro destes, evitando assim lavar os nutrientes do solo.
    Acostume-se a verificar a quantidade de água nos vasos através do peso. Vasos secos costumam ficar bastante leves. Lembre-se que ter uma planta é como ter um animal de estimação, que requer cuidados diários.
    Se você abandonar sua orquídea é quase certeza que ela irá sofrer com a falta de cuidades e poderá morrer.
    O cuidado com as orquídeas é uma atividade que não pode ser chamada de trabalho, mas sim um momento de relaxamento. Ao cuidar de suas orquídeas você estará cuidando de sua mente e de sua saúde.

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    A melhor maneira de regar é imergir o vaso num recipiente com água e deixar por alguns minutos. Se você regar um vaso ressecado com um regador, pode ocorrer de a água encontrar um canal por onde escorrer e o resto do substrato continuar totalmente seco. Um meio de verificar a umidade do vaso é aprender a sentir o peso, segurando com as mãos ou através de um exame visual. Não use a mesma água em que foi mergulhado um vaso, para outro, pois, se no primeiro houver fungos nocivos à planta, o outro vaso irá se contaminar.

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    As trepadeiras crescem com facilidade, basta ter um bom suporte. Por isso são ideais para cercar a sua casa e dar mais privacidade e estilo ao seu jardim ou quintal.

    Para escolher a espécie mais adequada para cada caso, leve em conta os fatores abaixo.
    1 – Sol e sombra:
    • Quando a cerca está na sombra, a hera é uma boa opção.
    • Se o lugar recebe sol, mas o pé da planta está à sombra, você pode escolher espécies de flor, como a clemátis ou o maracujá.
    • Você pode resolver as exposições a pleno sol com o jasmim-amarelo ou a primavera.

    2 – Espaço grande ou pequeno:
    • Se o muro que você quer cobrir está em um corredor ou você não quer roubar espaço do jardim, cuidado, porque algumas trepadeiras de grande porte crescem muito em volume.
    • A madressilva, por exemplo, se expande mais do que a ervilha-de-cheiro, que cresce para cima em vez de “engordar”.

    3 – Folhas caducas ou perenes:
    • Se você quer garantir intimidade o ano todo, opte pelas plantas de folha perene, como a hera ou o jasmim.
    • Se o objetivo é ter sombra no verão, o melhor é uma planta que perca as folhas no inverno, como a gloriosa e a dama da noite (que fecha as folhas na presença dos raios de sol).

    4 – Flores:
    • Se a cerca está totalmente exposta ao sol ou em meia-sombra e, principalmente, com a base protegida, escolha uma trepadeira com flor, como primavera, maracujá, jasmim, clemátis, tumbérgia-azul ou até as roseiras trepadeiras.

    Todas as trepadeiras se desenvolvem com mais vigor se recebem adubo a cada 15 dias durante a época de floração.

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    Vanda

    Como plantar uma Vanda
    O plantio de uma Vanda é uma etapa muito importante do cultivo da planta, elas adaptam-se em diversos ambientes.
    Cada vez mais estão sendo usadas em paisagismo, fixadas em árvores ou colocadas próximas ao chão com um suporte tipo tutor.
    Também podem ser penduradas embaixo de árvores que permitam boa luminosidade, próximo a janelas de apartamentos ou casas e em vários outros ambientes claros.

    Com flor, as vandas podem ser levadas para decorar outros ambientes e até colocadas em vasos fechados enrolando suas raízes, para isso umedeça as raízes anteriormente.
    Quanto mais fresco e sombreado o local, mais tempo durarão as flores, uma Vanda florida pode permanecer até 45 dias com flor.
    Mas lembre-se, para que sua Vanda floresca novamente ela não poderá permanecer em locais muito sombreados após a queda das flores (veja mais detalhes em luminosidade ).

    O vaso para as Vandas serve apenas como um suporte de fixação, algumas delas cultivamos até mesmo sem vaso, as raízes nunca devem ficar enterradas em qualquer que seja o substrato, a não ser plantas muito jovens, que podem ser cultivadas em vasos com brita, musgo, pedaços de madeira, etc.

    As Vandas são orquídeas monopodiais (crescem na vertical) e epífitas (entrelaçam suas raízes em outras plantas para sua fixação), desta forma, as raízes aéreas devem ficar soltas. A melhor forma é suspendê-las em cestas plásticas (as cestas plásticas evitam o surgimento de fungos, pois secam rapidamente) ou de madeira, usando um arame.
    Nas cestas elas ficam livres para emitir suas raízes em qualquer direção, o tamanho da cesta pode ser pequeno, aproximadamente 10 cm para uma planta adulta, se for pendurar uma planta jovem, faça numa cesta deste tamanho para que não haja remoção quando a planta crescer, pois as Vandáceas sentem quando são removidas.

    Havendo necessidade de replante, deixe as raízes totalmente submersas com a cesta num recipiente com água até que as mesmas amoleçam e seja mais fácil colocá-las na cesta maior.

    Adubando sua Vanda corretamente
    As Vandas precisam de muito alimento pois crescem indefinidamente e não possuem substrato. Com isso para se manterem fortes, saudáveis e com excelentes e várias floradas anuais, é muito importante fornecer uma boa alimentação a elas, pelo menos semanalmente. A dose é pelo menos o dobro da utilizada em outras orquídeas.

    Obs: O adubo deve ser aplicado preferencialmente cedo pela manhã, quando o sol está menos intenso. Poderá ser pulverizado na planta, mas o ideal é regá-las com esta água adubada. Um regador de jardim servirá bem neste caso. Quando a coleção for maior, uma caixa d’água com uma pequena bomba pode ser instalada facilmente. Neste caso o adubo deverá ser adicionado a água da caixa na dosagem 2x maior do que a indicada pelo fabricante, na maioria das vezes 2ml/litro. Para outras orquídeas e espécies de vandaceas use 1ml/litro.

    Como regá-las
    As Vandas adoram água, elas devem ser regadas abundantemente e de preferência todos os dias, a não ser em regiões ou estações frias.
    A rega ideal é no início da manhã para dar à planta tempo de secar até que os raios solares aumentem de intensidade. Em média, em duas horas estarão secas.
    Alguns cultivadores preferem colocar substrato na cesta plástica das vandas, para que assim retenham mais umidade e não seja necessário regas diárias (só recomendamos este método para cultivadores experientes).
    A água da chuva é a melhor a ser usada para qualquer vegetal, inclusive para as vandas.

    Em regiões frias, não molhe a planta se a temperatura estiver abaixo de 12°C. Se o frio permanecer por semanas, estabeleça um ritmo de duas regas semanais apenas, mas sempre molhando acima desta temperatura.
    Para molhar suas Vandas, utilize uma mangueira com ponta tipo chuveiro, sem jato forte. Molhe intensamente toda a planta até que as raízes mudem de coloração para um verde mais intenso. Isso significa que a planta absorveu a água.

    Ventilação
    É muito importante que as Vandas estejam em um ambiente arejado. Essa medida ajuda na saúde das plantas pois facilita que sequem mais rápido evitando o aparecimento de doenças.
    O vento também proporciona às plantas uma limpeza dos possíveis microorganismos nela instalados.
    As vandas se bem fixadas em árvores no jardim, suportam ventos fortes. Para as plantas suspensas, proteja das rajadas de vento. Como dito anteriormente, o vento deve ser evitado em temperaturas mais baixas.

    Temperatura
    As Vandas são muito resistentes e vivem muito bem em temperaturas entre 12°C a 40°C, em dias mais quentes, é aconselhável ventilar mais, ou elevar a umidade do ar.
    Já foram feitas experiências com Vandas em temperaturas de até 4°C por um período curto de tempo, alguns sintomas apresentados pelas plantas foram a perda dos botões e a parada momentânea de crescimento das raízes. Logo que a temperatura aumenta, a planta volta ao seu crescimento normal. Se o frio for muito intenso durante vários dias seguidos, é necessário protegê-la do vento.
    A temperatura muito baixa faz a planta parar de crescer, retomando o seu metabolismo semanas depois.

    Luminosidade

    Este é um fator muito importante para o cultivo de uma vanda, as vandas precisam de luz para florescer e crescer com vigor. Uma vanda que não está florescendo, muito provavelmente está recebendo menos luz do que o necessário. Essas orquídeas florescem com sombreamentos em uma escala de 70% de sombra a sol pleno. A maioria adapta-se muito bem com telas que deixam passar 40% da luminosidade do sol.

    A família das Vandas engloba várias orquídeas, entre elas: as do gênero Mokara, Renanthera, Rhynchostylis, Ascocentrum, entre outras. Podem ser cultivadas diretamente no sol, em jardins, praças ou coberturas.
    As demais Vandas, quando usadas em paisagismo, podem ficar protegidas pelos galhos de árvores maiores, seja quando penduradas ou fixadas nos troncos dessas árvores, ou também em locais onde a luz solar não incida nos períodos mais quentes do dia.

    - Sintomas de baixa luminosidade: folhas com colorido verde muito escuro, ausência ou baixo índice de floração por mais de um ano em vandas adultas, enfraquecimento da planta com perda de folhas e maior suscetibilidade a doenças.
    - Sintomas de excesso de luz: Folhas amareladas ou com queimaduras, perda de folhas e algumas vezes desidratação.

    Floração
    Você já sabe que o principal fator para uma excelente floração das vandas é a quantidade de luz que ela recebe.
    As vandas podem florescer até quatro vezes ao ano e a cada florada portar mais flores em suas hastes. Uma vanda bem florida é fascinante.

    Alguns cuidados neste período podem ser bem interessantes para deixar a sua planta ainda mais bonita. Quando os botões já estiverem definidos, evite borrifá-los com adubo.
    Essa regra também vale para as flores, pois o sal do adubo junto com sol e calor podem provocar micro-queimaduras nas pétalas, prejudicando muito a estética da planta.

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    pimenta-capsicum-2

    Da família Solanaceae (que é a mesma do tomate, berinjela e pimentões. Tem origem no continente americano.
    A pimenta biquinho é a mais nova opção de investimento nas propriedades rurais. A variedade atraiu a atenção dos consumidores por ser pimenta sem ardor e poder ser saboreada até mesmo como aperitivo.

    A planta é de porte baixo, ereta e de coloração verde-escura. Frutos de formato triangular arredondado formando um biquinho, medindo cerca de 3,5 a 2,5 cm, com coloração verde-amarelada e vermelha brilhante quando maduros.

    Para plantar escolha bem a área do canteiro, preferencialmente terras com alto teor de matéria orgânica. Revolva a terra entre 10 e 20 cm de profundidade misturando para cada 10 m² de canteiro 300 g (1 copo) de adubo Superfosfato de uma fórmula comercial, ou 1,5 kg (1,5 litros) de esterco bem curtido ou húmus uma semana antes da semeadura ou do transplante. Irrigar uma vez por dia, sem encharcar, de preferência no início da manhã ou no final da tarde.

    A pimenta biquinho também pode ser cultivada em vasos nas residências.

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    viola tricolor

    As violetas são plantas muito populares no Brasil e de cultivo muito fácil. A beleza de suas flores encanta e a diversidade de espécies possibilita inúmeras configurações diferentes de aplicação.

    Através de processos de hibridação existem hoje cerca de 18 espécies diferentes de violeta, com cerca de 6 mil variedades. As flores apresentam cores variadas: brancas, azuis, roxas, róseas e ainda vermelhas. Seus estames finalizam a beleza, em pequenas bolsas amarelas de pólen, que saem do centro das flores.
    Seu ciclo de produção é de aproximadamente 32 semanas, sendo 20 semanas para formação da muda e 12 para florescimento. Após a primeira floração irá florescer por nove meses se estiver em boas condições e descansar nos três meses seguintes.

    As violetas podem ser plantadas em vasos pequenos, de 12 a 16 cm de diâmetro, de preferência de barro, pois absorvem o excesso de umidade. Podendo ainda ser plantadas em vasos plásticos, ou utilizando-se cachepôs, desde que neste último não fique em contato com o fundo, para que evite o contato constante com a água residual das regas.

    O substrato para plantio de violetas deve ser uma mistura de boa qualidade e com boa aeração. À duas partes de terra pode-se acrescentar uma parte de vermiculita, com a finalidade de promover melhor drenagem. As raízes desta planta são muito sensíveis, podendo apodrecer se ficarem encharcadas.

    Para o plantio devem ser utilizados vasos com furo na base, colocando-se pedrinhas ou cacos de cerâmica no fundo, para compor a camada drenante. Em seguida, acrescenta-se o substrato e coloca-se a muda, centralizando-a no vaso, e cuidando para que não fique muito enterrada. Logo após o plantio faça uma rega até que a água escorra no prato.
    As regas devem ser muito cuidadosas. Geralmente acrescentando-se água no prato, e sempre evitando afogá-las, uma vez que respiram pelas raízes. Uma vez por mês, regue-as por cima do vaso, para eliminar excesso de sais minerais do solo. A copa e as folhas não devem ser molhadas em nenhuma hipótese, pois suas folhas retém água e apodrecem. No verão as regas devem acontecer 2 vezes por semana e no inverno uma única vez. A água da rega nunca deve ter temperatura inferior a 21°C, e deve ficar em repouso ou ser fervida, para eliminar o cloro.

    Na escolha do local ideal de cultivo, devem ser observadas a luminosidade e a temperatura; sendo que a planta deve receber muita luminosidade, porém sem incidência direta do sol, e a temperatura deve variar entre 18° e 28°C.  Para as variedades que possuem folhas grandes, de hastes longas e cor verde intenso, há necessidade de mais luminosidade, enquanto que as variedades de folhas claras requerem menos luz. Se houver falta de luz as violetas não florescem, e, se houver excesso, suas folhas ficam com as bordas queimadas.

    A cada 30 dias, devem ser adubadas, alternando-se entre os adubos orgânicos (farinha de osso, húmus, estercos) e os minerais (NPK). Existem ainda no mercado (em lojas de produtos para jardinagem) fertilizantes químicos específicos para violetas.
    As violetas podem sofrer ataques de pragas, como: pulgões, ácaros, tripes, etc.., ou ainda ser infectadas por doenças, como fungos por exemplo. Os sintomas são visíveis, e poderão ser percebidos com a simples observação. Após a detecção de qualquer alteração na planta, é aconselhável procurar um profissional, para análise do sintoma e conselho de providências.

    Se suas violetas estiverem dentro das condições ideais acima indicadas, sendo bem adubadas e regadas conforme as recomendações, dificilmente correrão riscos, e ainda te presentearão constantemente com excelentes floradas.

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    As Rosas e as Camélias são duas das flores mais belas que existem. Motivo de inspiração de poetas ou compositores, a verdade é que também você; pode deixar-se levar pelos seus encantos.

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    A rosa deve ser cultivada num local onde o sol bata diretamente durante 6 ou 7 horas por dia. A luz solar deve incidir sobre a flor diretamente, para garantir o fortalecimento da mesma, embora não possamos esquecer que este local deve ser bastante arejado para prevenir o aparecimento e a respectiva multiplicação de certos fungos. Ainda que as roseiras se adequam a qualquer tipo de solo, recomendamos o seu cultivo em áreas com boa drenagem e com solo um pouco argiloso.

    O pH do solo deve estar entre 6.5 e 7, e para ter a certeza que o solo é indicado basta medir o pH com utensílios próprios à venda em casas de jardinagem. Para preparar o canteiro corretamente, a terra deve ser cavada até cerca de 40 cm de profundidade. O espaço que vai deixar entre cada uma delas vai variar consoante o tipo de rosa que for plantar. Por exemplo, se for uma trepadeira é conveniente deixar um espaço de 1 ou 2 m, daí que este cultivo só seja possível em zonas amplas. Para canteiros e zonas mais pequenas recomenda-se o cultivo, por exemplo, de rosas rasteiras, que exigem uma diferença entre elas de apenas 30 cm.

    Antes de florirem pela primeira vez, as rosas devem ser regadas diariamente em quantidades normais, mas após a primeira floração aconselha-se a rega semanal, de Inverno, e duas vezes por semana, de Verão. Tome atenção por causa das pragas e dos ataques que as rosas podem sofrer, pois são o gênero de plantas propensas a estes riscos.

    De origem asiática, e com características bem diferentes, a planta a seguir é, por excelência, uma flor daqui a poucos dias vamos entrar: Outono – Inverno: a Camélia.

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    A época ideal para o cultivo das camélias é a fase em que as temperaturas já não estão muito elevadas, sendo a sua a época de floração ideal na altura do Outono e Inverno. As camélias exigem um solo muito rico do ponto de vista orgânico, mas não há dúvida alguma que também em vasos as camélias conseguem apaixonar qualquer um. Por isso, e no caso de plantá-las em vasos, saiba que é imprescindível colocar no vaso uma parte com um composto orgânico rico por forma a satisfazer as necessidades inerentes à camélia.

    As camélias precisam apenas de algumas horas de sol direto, conseguindo adaptar-se bastante bem a temperaturas baixas. Regue a camélia com bastante frequência, isto nos primeiros meses, podendo posteriormente começar a espaçar mais as regas à planta. O excesso de água poderá fazer com que surjam fungos e até mesmo algumas manchas nas folhas. Habitualmente, as camélias são fortes ao ataque de doenças, pragas, insetos, ou fungos, mas a verdade é que é necessário criar as condições para que elas mesmas criem as suas defesas.
    As camélias são flores que duram bastante tempo, e mesmo que as compre numa florista facilmente constata que elas mantêm-se belas por muito tempo, isto desde que não lhes toque nas folhas. Muitos são os arranjos florais que exibem a presença das camélias, e a verdade é que as suas folhas resistem por muito tempo, além de toda a beleza e brilho inerente a esta flor.

    Rosas ou Camélias são flores que podem embelezar harmoniosamente a sua casa, desde que lhes crie as condições necessárias para a sua sobrevivência. No entanto, não esqueça que o cultivo em vaso e o respectivo cultivo em solo, por exemplo, no seu jardim, tem pequenas diferenças entre eles. Daí que, deva tirar todas as dúvidas num estabelecimento direcionado para a área de jardinagem. Deixe que os outros se apaixonem pelo cenário inebriante que pode criar com estas flores.

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    Helicônia Rostrata

    A Bananeira-do-mato, conhecida também como papagaio, é de origem tropical, apresentando belo formato que apresenta grande interesse ornamental e é fácil de cultivar.
    As flores são protegidas por inflorescências de tons fortes como o vermelho, amarelo e verde (cores que lhe dão o nome de planta-papagaio em algumas regiões) e protegem flores muito bonitas e exuberantemente coloridas.
    Essas flores pendem da planta e proporcionam um belo espetáculo de cor contrastante com o verde forte desta planta. Geralmente a flor possui uma cor vermelha intensa no centro, adquirindo uma tonalidade amarelada e esverdeada conforme vai se aproximando das bordas.

    O néctar dessas flores é usado como alimento por diversos animais, em especial beija-flores. A Heliconia Rostrata atrai também diversas outras variedades de pássaros, por isso é muito plantada em jardins e outros locais com o objetivo de atrair esses animais.
    Essa planta não se reproduz apenas através do plantio de sementes, mas também utilizando seus órgãos subterrâneos, que servem também como fonte de reserva de água e nutrientes para esta planta, para ser utilizado pela planta em caso de desenvolvimento sazonal ou escassez de recursos.

    Quando bem cuidada e irrigada, essa planta floresce o ano inteiro, preferindo períodos mais quentes como primavera e verão. É uma planta que não se adapta bem a extremos de temperatura.
    Esta planta é cultivada em ambientes domésticos para fins estéticos (como ornamentar jardins) ou como decoração de muros, ou como flores de corte. Quando adulta forma touceiras muito belas que lembram pequenas bananeiras.

    Deve ser deve ser cultivada exposta a sol intenso ou no máximo a meia-sombra, pois não tolera o frio intenso, geadas ou ventos muito fortes.
    O solo deve ser rico em matéria orgânica e fértil, e a planta também precisa de irrigação frequente. A plantação é feita a espaçamentos de no mínimo 80 centímetros, sendo que os rizomas são depositados a 10 centímetros de profundidade.

    Se o solo for rico em matéria orgânica e fértil a Heliconia Rostrata não precisa de adubação constante. Caso contrário, o solo deve ser adubado com certa frequência para manter no solo os nutrientes necessários para a planta. O adubo pode ser feito com material orgânico como cascas de frutas ou esterco, ou comprado em lojas especializadas em jardinagem.

    A Helicônia Rostrata não tolera estiagem, gostando de unidade moderada. Por isso em períodos de seca aumentar a quantidade de irrigações. Como também não suporta o frio intenso ou geadas, a planta deve ser protegida com lonas na ocorrência desses fenômenos.
    A ocorrência de ventos fortes também prejudica a planta, principalmente se for cultivada com intenções ornamentais, pois o vento rasga suas flores e folhas.

    É uma planta que não cresce muito, chegando no máximo a 3 metros de altura. No caso de ser plantada rente a muros para decoração, deve ser seguido um espaçamento de 3 a 3,6 metros entre cada planta.
    Seguindo essas dicas de plantio e cultivo a Helicônia Rostrata crescerá bonita e saudável, podendo ser usada para fins ornamentais.

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    O Antúrio é uma espécie originária da Colômbia, pertencente à família Araceae, de cultivo fácil, principalmente em regiões quentes e úmidas. É uma das flores tropicais mais procuradas e utilizadas na ornamentação.

    É uma tradicional planta do paisagismo, e fez parte de uma moda antigam tendo seu o brilho renovado recentemente. É utilizada há muito tempo em vasos para decorar interiores, atualmente, também, compõe maciços e bordaduras em jardins externos. O melhoramento genético proporcionou diversas variedades, com portes diferentes e flores de coloração vermelha, rosa e branca.

    È uma flor ornamental que pode ser cultivada em todo o Brasil, principalmente em lugares úmidos e frescos. Sua exigência quanto à umidade, requer que a mesma seja plantada sempre à meia-sombra, em substratos ricos em matéria orgânica, como a fibra de côco misturado com terra vegetal, com regas freqüentes e adubação adequada para florescer.

    Produz flores, durante todo o ano, que emergem da base de cada nova folha. A sequência folha, flor, folha, flor é mantida durante toda a vida da planta. A primeira flor aparece após um ano de cultivo, e para atingir o padrão comercial são necessários dois anos.

    É uma das flores ornamentais mais usadas na decoração de interiores e na formação de arranjos florais devido as suas características exóticas e sua durabilidade. Sua inflorescência (a parte tida como flor) chega a durar até 60 dias num vaso com água, após ser retirada da planta. Entretanto, a beleza e durabilidade da planta na composição de arranjos e decorações dependem de fatores importantes. Em locais onde a umidade do ar é baixa, a folhagem deve ser pulverizada com água, para manter seu frescor e brilho. Para o corte, a inflorescência só deve ser retirada, quando estiver totalmente formada.

    Anthurium andraeanum

    Bem populares no mercado interno, algumas espécies como o Anthurium andreanum – chamado de “paleta-de-pintor.

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    e o Anthurium scherzeranum, conhecido como “flor-de-flamingo”, são conhecidas por apresentar a espádice recurvada, lembrando a forma do flamingo.

    O antúrio possui grande valor comercial, sendo usado como planta de vaso e flor de corte em locais com pouca incidência de sol. Como flor de corte, seu uso é crescente devido a sua conformação típica.
    Comercialmente, a flor do antúrio, é composta pela espata colorida e o espácide, porção cilíndrica que se projeta da espata. O espácide é a inflorescência do antúrio.

    Nome Científico: Anthurium andraeanum
    Nome Popular:
    Antúrio
    Família: Araceae
    Divisão: Angiospermae
    Origem: Colômbia
    Ciclo de Vida: Perene

    O Anthurium andraeanum é uma espécie com origem na Colômbia, de cultivo fácil, principalmente em regiões quentes e úmidas. É uma das flores tropicais mais procuradas e
    utilizadas na ornamentação.

    Flor ornamental de corte pertencente à família das Aráceas (Araceae), o incluindo mais de 600 espécies, muitas delas herbáceas tropicais, originárias das regiões quentes e centrais da América do Sul. Menos que um décimo dessas espécies encontra-se em cultivo. Do ponto de vista comercial, a principal espécie do gênero é o Anthurium andraeanum Lindl, utilizado como flor corte e também como planta de vaso devido ao seu tamanho, sua coloração e a
    longevidade de suas flores.
    O antúrio adapta-se bem a uma ampla faixa de solo, porém, de preferência os bem drenados.
    O cultivo do antúrio deve ser implantado em locais sombreados, protegidos da incidência direta dos raios solares. Diferentes sistemas de sombreamento podem ser utilizados, desde ripados, folhas de palmeiras ou sombras naturais de arvores de maior porte.

    As Araceaes constituem uma família de plantas altamente diversificadas em hábitos e aparência, de vasta distribuição, principalmente nas regiões tropicais do globo. Suas plantas
    são perenes possuem caule herbáceo consistente, ascendente, existindo também os tipos
    acaules. O que é conhecido como flores, na realidade, trata-se de folhas modificadas coloridas, a que botanicamente se denomina espata.
    Algumas espécies de antúrios são nativas no Brasil, como, por exemplo, o A. harrisii, A.belleum
    Schott; A. radicans Koch; A. regale Linden; A. scandens Engl e A.scherzerianum Schott, sendo a espécie A. andreanum Lindl, a mais comum no Brasil.

    As folhas dos antúrios são em forma de coração. As inflorescências eretas e firmes apresentam espatas (folhas modificadas) ovaladas, nas cores branca, vermelha ou rósea, e espádices de cores variadas. Gostam de locais sombreados e por isso, são ideais para cultivo em ambientes internos.
    Importante ressaltar que deve ser feita uma limpeza anual nas plantas, removendo as folhas de modo a permanecerem quatro a cinco folhas por planta; capinas; cobertura anual dos canteiros com serapilheira, pó de xaxim, folhas, restos vegetais ou outros materiais disponíveis.

    Preparo do solo
    Esta planta desenvolve-se melhor em solos porosos, com alto teor de matéria orgânica.
    Salienta-se que é importante fazer uma análise do solo e de acordo com o resultado deve-se iniciar a adubação. A vegetação também deve ser levada em consideração. Deve-se realizar as análises: química, residual, e de nematóides da água e da terra do local.

    Adubação
    A adubação na cultura do antúrio requer muitos elementos, quais sejam (em ordem de
    importância): C (carbono), H (hidrogênio), O (oxigênio) N (nitrogênio), K (potássio), Ca (cálcio), P (fósforo), Mg (magnésio), Bo (boro), Fe (ferro), Mn (manganês) e Zn (zinco).
    Além disso, deve ter pH entre 4.0 e 6.0, (ou seja, um pouco mais ácido) o que pode ser obtido misturando-se duas partes de composto orgânico bem curtido (esterco de vaca, cavalo, húmus de minhoca etc.) complementada com restos de xaxim e gravetos semi decompostos e bem picados.

    Recomenda-se o uso de 10 a 15 litros de esterco curtido com composto orgânico. A aplicação deve ser dividida em 2 ou 3 vezes iguais, mantendo um nível satisfatório de matéria orgânica. O esterco pode substituir ou completar os seguintes nutrientes: carvão vegetal, cinzas, emulsão de peixe, enxofre, fermentado organo – mineral, húmus, pó de rocha e silício.

    A muda plantada deve ser mantida sob vigilância para livrá-la das ervas daninhas, aplicando-se uma vez por mês cerca de uma colher de chá, rasa, de uréia, por muda. Devido à alta porcentagem de material vegetal há muita lixiviação dos nutrientes usados, assim, duas vezes por ano aplicar nova camada de esterco de curral ou substrato orgânico sobre a superfície do vaso.

    Abaixo, seguem receitas de mistura universal que satisfaz as necessidades do maior número de plantas e de preparo de solos para plantas ornamentais:
    - 7 partes de terra argilosa preta;
    - 3 partes de esterco curtido ou composto orgânico;
    - 2 partes de areia grossa.

    Pode-se aperfeiçoá-la adicionando em cada 5 kg da mistura acima os seguintes ingredientes:
    - ½ colherinha de giz moído ou calcário (exceto para as azáleas que preferem solo ácido);
    - 2 colherinhas de farinha de ossos ou 1 de cinzas de ossos;
    - 2 colherinhas de superfosfato simples;
    - 1 colherinha de sulfato de potássio ou cloreto de potássio.

    Obs.: Deve-se dispensar o potássio caso o composto orgânico tenha em sua composição fragmentos do pseudo-caule inteiro com as folhas de bananeira.
    A carência de nitrogênio em plantas de antúrio faz com que as mesmas tenham  desenvolvimento precário, folhas pequenas e em reduzido número.
    As folhas mais velhas perdem gradualmente a coloração verde, que é substituída por uma coloração verde clara, terminando por apresentarem uma coloração amarela. Numa fase mais avançada da carência, as folhas de coloração amarelada apresentam área necrótica.

    O fósforo também possui um papel fundamental para o desenvolvimento das raízes e produção de enzimas. Alguns sintomas causados pela deficiência de fósforo em antúrios que consiste na:
    Atrofia da planta com reduzido número de folhas: as folhas novas são pequenas, estreitas e verde-escuras, com curtos pecíolos e as folhas velhas são cloróticas, com áreas necróticas ao longo das margens afetando também o sistema radicular, acarretando poucas raízes vivas.
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    clúsia (Clusia fluminensis)

    A clúsia (Clusia fluminensis) é uma planta nativa do litoral de São Paulo e Rio de Janeiro. Pode ter o porte de arbusto ou arvoreta, podendo atingir até 6 m de altura se não for podada.
    É uma planta muito ornamental, por conta de suas folhas rijas e em forma de gota (a clúsia é uma planta que pertence à espécie das gutíferas; não só pelo formato das folhas, claro, mas também por produzir uma seiva de consistência de resina chamada guta), de um verde-escuro bem brilhante.

    É excelente para a implantação de cercas-vivas e renques rústicos e bem resistentes e é a escolha perfeita para soluções paisagísticas litorâneas por gostar do solo tipicamente leve (areno-argiloso) da beira do mar, onde algumas plantas encontram dificuldades em se adaptar.
    Este solo deve ser fértil para que a clúsia desenvolva-se em sua plenitude. O terreno pode receber sol pleno ou estar à meia-sombra; as regas devem ser periódicas e o reforço de adubo, semestral.

    Pode também ser plantada em vasos em terraços ou ambientes internos, além de arbustos informais isolados ou em grupos no jardim.
    As flores brotam na Primavera e no Verão; são pequenas, brancas com o centro num tom vermelho róseo. A clúsia é uma espécie chamada dióica, ou seja, possui plantas masculinas e femininas. A clúsia tem a capacidade de absorver gás carbônico durante a noite, diferente da grande maioria das plantas, que só respiram na presença da luz (para quem não se lembra, essa “respiração” é chamada de fotossíntese).

    Se o objetivo é manter o porte arbustivo, as podas de contenção devem ser frequentes.
    Multiplica-se facilmente por estaquia, alporquia ou por sementes.

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    dália

    As dálias são plantas originárias do México e pertencem à família das compostas, compreendendo um enorme número de espécies e variedades.
    Atualmente são flores que se encontra com facilidade dos jardins do nosso país e são também muito vendidas nas lojas florais. O seu aspecto atraente e a facilidade do seu cultivo e manutenção tornam-na bastante atrativa. Após a sua sementeira, proliferam rapidamente e têm uma vida longa.

    São plantas herbáceas com raiz tuberosa e possuem folhas opostas e compostas, que se apresentam em algumas com o formato inteiro e noutras em formas dentadas, de tom verde-escuro e divididas em oval.

    Existem variadíssimas espécies resultantes de uma constante escolha e seleção por parte dos cultivadores e apresentam-se em quase todas as cores, exceto o azul, que ainda não foi conseguido pelos produtores.

    As dálias necessitam de terra normal, adubada e umedecida, com uma boa drenagem. Se quiserem plantar dálias de interior, não se esqueçam de colocar seixos ou cacos no fundo dos vasos. A rega deve ser abundante e em dias alternados.

    A plantação das sementes deve ser feita na Primavera, altura em que ocorre a multiplicação dos tubérculos e a sua floração tem lugar no Outono. Quando esta acontece, as flores devem estar plenamente expostas ao Sol e é desta exposição que vai depender a sua coloração a par com as condições climatéricas a que estiver exposta.

    Depois de terminada a floração deve podar a planta, extraindo de seguida os tubérculos da terra, após o que deve colocar a planta em ambiente fresco e escuro, isolada em turfa até ao final do Inverno, transplantando-as quando já tiver acabado o tempo das geadas.

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