Subscribe to PlantaSonya Subscribe to PlantaSonya's comments




Posts com tag ‘cultivo’

Flor da Camélia sinensis

Espécie arbórea da família Theaceae que pode chegar até 15 m de altura, nativa das florestas do nordeste da Índia e sul da China.

Possui folhas escuras, lustrosas, com nervuras bem marcadas nas superfícies, de margem inteiramente denteada, e as folhas mais novas são cobertas de pequenos tricomas brancos.

As flores surgem solitárias ou aos pares nas axilas das folhas. São pequenas, com pétalas brancas e muito perfumadas, possuem muitos estames com um pistilo com 3 estigmas.

No Brasil há poucas plantações, mas já foram observados indivíduos crescendo na mata, sem a interferência humana, o que mostra que o clima deste país é muito favorável à plantação em larga escala.

Frequentemente o cultivo da Camellia sinensis no Brasil está associado a colônias japonesas.

Seu cultivo depende de um solo fértil, ácido e bem irrigado, sob sol pleno ou luz solar filtrada. Necessita de calor moderado, por isso tem sido plantada nos trópicos junto a montanhas e planaltos até 1.600 m de altitude. É produzido em maior ou menor escala em todas as áreas tropicais e semi tropicais do mundo.

Há uma variedade com flores rosadas destinada à ornamentação de jardins.

variegado

IMG_3150

Planta originária da Europa e conhecida popularmente como Flor-sininho, caracteriza-se  por um pequeno arbusto com delicadas flores numerosas e geralmente aparecem em conjuntos de pequenos cachos, geralmente nas cores branca, violeta, rosa, azul e lilás, em formato de sino.

É uma excelente opção para enfeitar bordas de jardins e varandas, a ‘Campânula Medium’ é a mais conhecida e comumente utilizada.

A Campânula pode ser cultivada em diferentes locais, tanto em canteiros, quanto em jardineiras e vasos. Porém, em lugares extremamente quentes, é aconselhável o seu plantio ao abrigo da luz solar direta, cujo excesso pode debilitá-la. É preferível a escolha de locais a meia sombra, que possuam boa iluminação.

Principais dicas de como cultivar e cuidar de Campânulas:
Solo e adubação:
É necessário que este possua um bom nível de nutrientes para que a planta cresça rapidamente e apresente um grande numero de cachos floridos. A aplicação de fertilizantes deve seguir uma certa rotina, preferencialmente mensal ou quinzenal. O adubo orgânico e os fertilizantes ricos em fósforo auxiliam no desenvolvimento da planta e na obtenção de flores viçosas e de tonalidade exuberante. Cobrir o solo com casca de árvore ajuda a manter a umidade, prevenindo contra o ressecamento em regiões muito quentes ou expostas ao sol. Em regiões muito frias, onde ocorrem geadas constantemente, a opção mais indicada é cobrir o solo com serragem, evitando assim que as folhas da planta toquem a terra e murchem, apodrecendo logo em seguida.

Irrigação:
A Campânula deve ser irrigada diariamente, principalmente nas épocas mais quentes do ano, porém, evitando o excesso de água para não encharcar o solo. A irrigação demasiada pode favorecer o aparecimento e a proliferação de fungos que causam a doença da planta. Em compensação, o solo seco demais prejudica a formação das flores.
É indicada a verificação da umidade do solo antes de irrigar novamente e, as melhores horas para regar as plantas são sempre pela manhã e ao final da tarde. A drenagem do solo em terras propícias ao alagamento pode ser facilitada com o uso de areia grossa.

Poda:
Após as flores murcharem, imediatamente devem ser podadas com tesoura específica para este tipo de trabalho, a qual deve estar limpa e esterilizada. Agindo desta forma, a floração se prolonga por varias semanas, mantendo o belo visual da planta por mais tempo.

Reprodução e ciclo de vida:
A reprodução da Campânula acontece por meio de sementes e divisões da planta com replantio. O ciclo de vida das flores ocorre entre os meses de julho a setembro.

De posse destas dicas de como cuidar desta belíssima planta, torna-se mais fácil e gratificante manter um jardim florido e vivido, que alegra o ambiente e traz uma sensação de relaxamento e bem estar, tanto para os moradores, quanto para os visitantes.

Bom cultivo !!!

lua1

pr

As Prímulas ou Primaveras são plantas herbáceas, perenes, por vezes cultivadas como anuais. Possui folhas enrugadas, de textura um pouco áspera, de cor verde médio a verde escuro e de cor mais clara na página inferior.

As flores de Prímulas ou Primaveras são compostas por cinco pétalas, sustentadas por um pedúnculo e agrupadas. Podem ser de cor amarela, branco, rosa, violeta, azul e vermelho. Geralmente surge no inverno e na primavera em florescência terminais, são bastante numerosas e simples, com perfume delicado. São encontradas em grande variedade de cores como branco, rosa, laranja, roxo e salmão. Esta planta não possui caule e mede algo em torno de 30 cm.

Ela deve ser cultivada em um bom solo fértil, adubado com matéria orgânica e que esteja sempre úmida. Sendo ela de clima subtropical, para adaptá-la ao clima quente do Brasil, é necessário ser mantida em ambientes frescos e sem exposição ao sol forte.

Resistem bem ao frio, mas não a geadas fortes. Temperaturas ambientes superiores a 16ºC reduzem o tempo de vida das flores. Se for colocada temporiamente em ambientes mais aquecidos, aumente-khes o grau de umidade pulverizando a folhagem.

Durante o período de floração, pode-se também aplicar adubo granulado ou líquido que seja rico em potássio. Esta aplicação deve ocorrer a cada duas semanas. Para o cuidado com suas flores, o recomendável é sempre remover as murchas e regularmente fertilizá-las.

Suas formas pequenas e coloridas lembram-nos um jardim. Parece ter sido feito com a mais profunda e delicada perfeição do mundo vegetal.

As prímulas de flores grandes são ideais para a decoração de casas, pois deixam o ambiente romântico e harmonioso.

chuva88

Jardim

O processo de plantio e manutenção das flores e plantas ornamentais requer alguns cuidados bem específicos. Confira abaixo os processos que possibilitarão o cultivo:

1. Preparo do solo:
Proceder a análise laboratorial do solo, visando conhecer o pH, fazer a aplicação da desinfecção do terreno, como por exemplo a eliminação de formigas, cupins e outros insetos daninhos que normalmente infestam os terrenos. Da mesma forma deverá ser feita uma limpeza completa da área disponibilizada para o cultivo de flores e plantas ornamentais eliminando as raízes e ervas daninhas.

Após as etapas acima deve-se preparar os espaços para montagem dos canteiros, viveiros ou estufas que irão receber o plantio das flores ou plantas ornamentais. Este plantio pode ser efetuado utilizando-se sementes ou mudas.

Definido os espaços em que serão cultivadas as flores ou plantas ornamentais, deverá partir então para a preparação do solo. O terreno deverá ser arado e posteriormente remexido com pá e rastelos, buscando com isto eliminar restos de raízes, pedras, galhos, e outras impurezas.

Após esse processo o canteiro/terreno destinado ao plantio será nivelado. Neste momento, os produtos destinados a correção de variações do solo, como acidez e outros deverão ser aplicados.

2. O plantio das sementes e mudas
Após o preparo do solo deve-se partir para o plantio propriamente dito, que irá ocorrer via semeadura ou mudas.
Esse processo requer conhecimento de técnicas avançadas para que as sementes tenham a germinação adequada, e as mudas possam crescer.

3. Rega:
É o processo de regar o produto de plantio, segundo critérios técnicos apresentados por profissional tecnicamente qualificado para indicar a melhor forma de aguar cada espécie de flores ou plantas ornamentais.

4. Repicagem:
É o ato ou efeito de transferir as pequenas plantas que já germinaram e brotaram para outros ambientes devidamente preparados e adequados para está finalidade.
Esse processo também será o momento para fazer o combate de doenças e eliminação de pragas que atacam as plantas.

5. Pragas:
Existem diversas pragas, por isso a manutenção de combate deverá ocorrer rotineiramente, evitando assim que os viveiros, canteiros ou estufas sejam infectados. Se não forem combatidas adequadamente infestarão todo o cultivo e apresentando doenças variadas, sendo a principal delas as fúngicas.

Seguem algumas pragas que atacam o cultivo de flores e plantas ornamentais:
- Pulgões – podem ser pretos, marrons, cinzas e até verdes. Buscam alojar-se nas folhas mais tenras, brotos e caules. Esta praga suga a seiva da planta e deixa as folhas amareladas e enrugadas;

- Cochonilhas – apresentam-se nas cores marrons e amarelos, alojam-se na parte inferior das folhas e nas fendas, além de sugar a seiva das plantas liberam substâncias pegajosa que facilita o ataque e proliferação de fungos;

- Moscas-brancas – pequenos insetos de coloração branca, sua presença pode ser notada ao esbarrar nas plantas infestadas, pode ser percebido também por meio de revoadas de minúsculos insetos brancos. A mosca-branca aloja-se na parte inferior das folhas e alimentam-se da seiva da planta.

- Lesmas e caracóis – são pragas que atacam a noite, furando e devorando folhas, caules e botões florais, chegando a atingir até mesmo as raízes subterrâneas.

- Lagartas – normalmente enrolam-se nas folhas jovens e literalmente devoram os brotos, hastes e folhas novas, formando uma espécie de teia para se protegerem.

- Ácaros – aparenta ser uma aranha de cor avermelhada, ataca flores, folhas e brotos, deixando marcas semelhantes à ferrugem, os ambientes frescos quentes e secos favorecem o desenvolvimento dessas pragas.

- Percevejos – provocam a queda de flores, folhas e frutos, prejudicando novas brotações.

- Tatuzinhos – são pragas comuns em jardins com umidade excessiva, vivem escondidos e alimentam-se de folhas, caules e brotos tenros, transmitem outros tipos de doenças às plantas.

- Nematóides – esta praga ataca pelo solo. Normalmente as plantas atacadas apresentam raízes grossas e cheias de fendas.

- Formigas – são insetos que cortam as folhas para levá-las ao formigueiro.

6. Doenças:
Seguem algumas doenças que infectam os cultivos de flores e plantas ornamentais:

- Pinta-preta – são bastante comuns em roseiras. Os sintomas iniciais são grandes manchas circulares marcadas por anéis concêntricos de cores amarelas e pretas, seguidas de encarquilhamento dos brotos e necrose das folhas.

- Ferrugem – normalmente ataca na primavera, com protuberâncias amarelas, pequeninas, terminando por aumentar e espalhar-se por grandes áreas, causando necrose e queda das folhas. A doença é difundida para os caules e brotos.

- Míldio – percebe-se quando as folhas estão com manchas amareladas ou avermelhadas na face superior e bolor branco-acidentado na face inferior correspondente, as folhas se enrolam e posteriormente caem.

- Oídio ou Cinza – são manchas brancas semelhantes a mofo, que depois se tornam amarelo-avermelhadas e acabam por secar a folhagem.

- Podridão – é o apodrecimento dos frutos, hastes, colo e folhas. Normalmente aparece em locais quentes e mal ventilados, ou como conseqüência do excesso de água e drenagem insuficiente.

janela e borboleta

Violetas

Violetas africanas (Saintpaulia ionantha

As violetas são uma das mais belas e delicadas dentre as espécies ornamentais para cultivo em vasos no interior dos ambientes.

É uma planta que não exige muitos cuidados, mas suas raízes são sensíveis por isso não se deve deixar à terra de seu vaso muito encharcada. Jamais deve-se molhar suas folhas e sua copa, pois ela pode apodrecer com a umidade. A violeta se adapta melhor em ambientes internos, gosta de luz, mas não deve ficar diretamente exposta ao sol. Embora a violeta seja muito cultivada em vasinhos plásticos, o mais indicado é que ela seja plantada em vasos de barro com alguns furos em sua base para drenagem do excesso de água.

Trata-se de planta delicada com folhas dispostas em roseta com formato levemente arredondado e cobertas por penugem aveludadas geralmente verdes. As flores são belas e abundantes, inodoras, apresentando-se, conforme a variedade, nas cores rosa, brancas, azuis ou mescladas. As Saintpaulia ionantha são bastante fáceis de serem cultivadas a nível doméstico até mesmo pelos leigos pois, para isso bastará seguir as seguintes recomendações:

1. Localizar os vasos em ponto onde haja boa luminosidade natural indireta, de preferência junto a uma janela voltada para o nascente.

2. Regar sempre que necessário, na quantidade suficiente para manter o solo do vaso com umidade regular porém sem encharcamento. As regas devem ser aplicadas com um regador de bico fino diretamente sobre a superfície do substrato (solo do vaso), nunca sobre as folhas, para evitar manchas que não desaparecem e são causadas pela água em temperatura inadequada. Evite-se também molhar através do prato, pois na realidade esse deve permanecer sempre livre do acúmulo de água para que não ocorra a invalidez da drenagem.

3. Verificar sempre as plantas para identificar a ocorrência de cochonilha (que são insetos sugadores na forma de uma massa branca como pequenas bolinhas brancas ou marrons que aparecem no verso das folhas e ou nos brotos) e ou de pulgões. Para combater e eliminar esses tipos de insetos, utilize um cotonete de algodão embebido em calda de fumo que pode ser feito com um pequeno pedaço de fumo de corda picado que se deixa de molho em água durante 24 horas, passado esse período côa-se num pano e mistura-se com álcool em partes iguais. Esse procedimento deverá ser repetido até a eliminação dos insetos, o que geralmente ocorre após a 3ª ou 4ª aplicação.

4. Adubar com fertilizante líquido de fórmula 4-14-8 ou 12-36-14, num intervalo de 15 em 15 dias, adicionando o fertilizante sempre em quantidade mínima – 1 copinho de café por vaso.

5. Quando as flores estiverem murchando deverão ser cortadas, assim como também se eliminarão as folhas secas ou machucadas.

6. A multiplicação pode ser feita através das folhas mais velhas com pecíolo (cabinho) que são colocadas para enraizar em areia e à sombra. Após o enraizamento, quando surgir a brotação das mudinhas na base do pecíolo procede-se o seu transplante para um vaso de barro com substrato composto por 1 parte de terra arenosa e 1 parte de húmus de minhoca.

janel40

copo-de-leite

Esta é uma planta de origem africana, mais especificamente do sudoeste africano. Também é conhecida pelos nomes de Lírio do nilo, Cala branca e Jarra.

Pode chegar a ter 1,5 m de altura, e toda a planta é tóxica, devido ao oxalato de cálcio (o mesmo que forma os cálculos renais. Pode provocar irritabilidade na pele e mucosas, caso entre em contato com elas.

Na verdade aquela parte branca da planta que normalmente achamos que é a flor não passa de uma folha modificada. As verdadeiras flores do copo-de-leite estão reunidas, formando uma estrutura que lembra uma espiga (a espádice). Esta coloração diferenciada da folha modificada serve para atrair os insetos polinizadores. As flores surgem após 60 a 90 dias após o plantio. Podem durar de 30 a 40 dias. No Brasil a floração é de Agosto a Janeiro (Primavera e Verão). Dependendo das condições do clima e solo onde se encontra a planta, pode florir o ano todo.

Como é uma planta rústica não necessita de grandes cuidados para ser cultivada. É recomendado o cultivo desta flor em grupos, pois valoriza o efeito paisagístico, sendo ideal para margens de lagos, por exemplo. Em seu habitat natural é encontrada mesmo junto a rios e lagos. Se sua cultura não for controlada, e adaptar-se bem ao meio, pode tornar-se uma praga.

Para a reprodução da planta deve-se separar os bulbos que ficam abaixo da terra, ou esperar que a planta produza sementes. Para que os Copos de Leite produzam sementes deve-se deixar que a planta produza seu fruto, mas até que a planta dê um fruto, acaba por consumir muita energia, diminuindo a quantidade de flores que a planta pode vir a dar. O espaçamento dos bulbos da planta deve ser de 20 cm entre elas, se plantadas em canteiros. Se cultivada em vaso, deve-se manter também um espaçamento de cerca de 20 cm, sendo que recomenda-se uma mistura de 1 parte de terra de jardim, 1 de terra vegetal e 2 partes de composto orgânico, para um equilíbrio do solo onde ficará a planta.

O cultivo do Copo de Leite precisa de solo rico, úmido e adubado, com boa luminosidade. Esta planta também pode ser cultivada à meia sombra, desde que receba luz solar ao menos 4 horas diárias. Quanto à rega, precisa ser regada ao menos um dia sim e um dia não, pois gosta de solo úmido. Mas atenção para que o solo não fique excessivamente úmido. O excesso de umidade pode ser prejudicial à planta, contribuindo para o aparecimento de bactérias e fungos. A bactéria Erwinea, que gosta do mesmo ambiente do Copo de Leite, pode provocar o murchamento do bulbo. Outro inimigo do copo-de-leite são os caracóis, que podem afetar o desenvolvimento da planta. Além disso, há um detalhe sobre a temperatura ideal para esta planta. Como são de clima quente adaptaram-se bem em locais de clima quente, mas durante a noite, gostam de temperaturas baixas.

Além do tradicional e mais conhecido copo-de-leite branco, existem outras variedades. A seleção e cruzamento com outras espécies deram origem à plantas coloridas, como o amarelo, laranja, rosa, vermelho, entre outras. Estas cores não são naturais, não se encontra copos-de-leite selvagens destas cores. São uma bela obra de arte humana.

Abaixo algumas das cores que o Copo de Leite adquiriu graças à ação humana. Reparem que além das novas cores, as folhas também podem ser diferentes, devido às espécies com as quais o Copo de Leite original (Zantedeschia aethiopica) foi cruzado.

calla

calla1

calla2

calla3

calla4

calla5

calla6

janela e castelo

Brasiliorchis picta

Originária do Brasil e Argentina, essa orquídea pertence à família das Orchidaceae). Trata-se de espécie muito variável, com morfologias diversas, que foram descritas com muitos nomes diferentes ao longo dos anos. Na realidade trata-se de um grupo de espécies de difícil separação modernamente consideradas mais como um complexo de espécies. Até recentemente eram classificadas no gênero Maxillaria.

A Brasiliorchis picta, é nativa da região sudeste do Brasil, podendo ser encontrada na forma epífita ou rupícola em elevações de 200 a 600 m.

A inflorescência que surge entre o Inverno e Primavera brasileiros, cresce em profusão de hastes da base dos pseudobulbos de Setembro a Janeiro, com uma única flor de cerca de 3,5 cm de diâmetro para cada haste, fragrância  suavemente adocicada, cujas pétalas e sépalas variam do branco ao amarelo pálido, e estas pontilhadas de vermelho ou ocre; labelo de cor parecida, com a parte central em amarelo mais forte e antera em tom avermelhado, com rajas de mesma cor na parte central interna inferior.

Seus pseudobulbos em formato fusiforme, podem ser curtos ou alongados e seu rizoma é forte, curto e bastante ramificado, formando touceiras bastante densas.

Pode ser cultivada em substrato de casca de coco, pedaços de xaxim em vasos comuns bem ventilados e drenados, mas o ideal é em cachepôs ou armações de madeira como vasos largos e rasos, assim ela tem a possibilidade de formar uma touceira grande, sob sombreamento em torno de 50%. Na ocasião da floração, a planta poderá adornar interiores com toda sua graça e beleza.

Podem também ser amarrada sob a copa das árvores, onde sua adaptação será excelente, só cuide para que a árvore escolhida não tenha casca descamante ou seja decídua. É uma orquídea bastante interessante para uso em jardins verticais, pelo aspecto entouceirado e hábito epifítico.

Seu cultivo deve ser sob meia-sombra ou sol pleno, em substrato próprio para epífitas, bastante drenável, mas com boa capacidade de reter umidade. A condição de meia-sombra é a mais indicada, principalmente em climas quentes. Em regiões subtropicais ou temperadas, o sol pleno é possível também.

Usar um substrato composto de fibra e casca de côco, que pode ser misturado com gravetos e cacos cerâmicos ou pedras. Sua multiplicação é feita por divisão de touceira, permanecendo cada nova muda com pelo menos três pseudobulbos e uma guia.

ouvindo-a-chuva

primavera

A buganvília é uma dessas plantas que seduz-nos apenas por ver suas impressionates flores de várias cores, que vão do roxo ao rosa. branco e amarelo.

Ter um lindo e colorido jardim custa muito pouco e não requer grandes espaços. As buganvílias florescem quase todo o ano e é muito fácil a manutenção.

Você precisa ter um espaço de 0,50 cm de diâmetro, em local ensolarado, Terra vegetal e mudas de buganvílias nas cores escolhidas.

Pode-se plantar até 3 mudas juntas. Acrescente terra vegetal para recobrir o solo e regue bem. Depois que as mudas estiverem bem adaptadas no local, regar uma vez por semana, conforme a região que forem plantadas.

Realize podas após a primeira floração, retirando todos os cachos de flores secas. Elimine brotos muito viçosos, fortalecendo assim os galhos que irão produzir mais flores.

Por ter um tronco maleável como um cipó, pode-se guiar as plantas para onde se desejar, A melhor temporada para se fazer mudas ou replantar mudas prontas é nos meses de maio, junho e julho, por causa da temperatura ser mais baixa.

Entre os cuidados tenha em mente que esta planta é um arbusto que cresce facilmente em qualquer lugar. Na verdade, suporta bem o calor, enquanto que o frio excessivo pode matar.

No momento de cuidar do dia-a-dia, devemos colocar a buganvília de frente para o sol e em um lugar onde há pouca umidade. No entanto, não devemos regar mais de duas ou três vezes por semana.

Deve ser plantada em solo bem drenado para evitar problemas com acúmulo de água. Escolha mudas de boa qualidade, ou faça suas próprias mudas. Use adubos orgânicos.

janela e castelo

flor gengibre

Erva perene, que faz pensar em comida oriental exótico. A flor desta planta é uma das 1.300 parentes de gengibre comestível pertencente à família Zingiberaceae. É uma das muitas flores exóticas que são coloridos e muito bem formada. Estas flores não são uma planta comum em casas, que colhem as plantas apenas para os seus rizomas comestíveis. Eles fazem uma aparição somente após dois anos do plantio dos rizomas.

Estas plantas são uma das variedades ornamentais perenes de gengibre. Eles podem suportar invernos suaves e congelamento mínimo. Você pode realizar jardinagem do recipiente para a planta. Um pouco de cuidado e você pode apreciar a flor por muitos anos.

Para crescer as flores, você precisa de solo bem drenado. Esta planta com flores deve ser colocada em uma área que recebe total à luz solar parcial. Depois de colocar o rizoma no solo, deve cobri-lo  com uma camada de composto 2 a 3 polegadas. Em seguida, a água, conforme necessário para manter a umidade do solo. Adubar a planta com um fertilizante nitrogenado rico cada mês. Um fertilizante que é especialmente preparado para rizomas e raízes também pode ser usado. As plantas que são cultivadas em vasos necessitam ser alimentadas com os fertilizantes solúveis em água.

A poda é importante e você precisa cortar as hastes florais que murcharam. Retire as folhas mortas e caules. Isso vai ajudar a promover um novo crescimento. Você também deve manter um olho para pulgões e outras pragas. Você pode lavar sua planta com água para se livrar desses erros. No caso de uma infestação grave, utilizar inseticidas. É importante que você tenha em mente que esta planta não pode tolerar temperaturas muito baixas. Portanto, o minuto as temperaturas começam a cair, levar a planta para o interior.

São conhecidos por sua beleza e fragrância. Eles não são apenas as plantas ornamentais, mas também conhecidas por sua culinária, bem como fins medicinais. Levam cerca de 2 anos para florescer.

1961222pue9132moc


Eu particularmente eu sou apaixonada pela Vanda, acho a flor um espetáculo. Além das cores vibrantes, o brilho das pétalas chamam muito a minha atenção.

É uma orquídea de origem asiática e costuma ser encontradas em regiões pantanosas, semelhante a mangues, onde, mesmo quando não chove, a umidade do ar é muito alta. Pelas características dessa região é fácil imaginar qual o ambiente ideal para ela: calor, muita luz, ventilação (circulação do ar), água e muita umidade.

Em condições ideais, ela pode florescer até quatro vezes por ano e suas flores podem durar cerca de 30 dias e são nas cores amarelo, laranja, vermelho, rosa e arroxeadas.

Ainda quanto a flor, há muitas variações de tamanho e algumas delas podem ser cobertas com manchas ou listras.

Quando a orquídea não estiver florindo, deve-se ficar atenta, pois alguma coisa deve estar errado. Pode ser por pouca água, pouca luminosidade ou falta de adubação.

Se uma Vanda adulta, bem enraizada, com folhas de igual dimensão do topo à base, que está em clima adequado (temperaturas maiores que 18ºC), não florescer, é porque faltou iluminação ou/e rega constante ou/e adubação.

Uma Vanda sem boas condições pode até florescer, mas sua haste será curta, com menos flores  e de menor tamanho.

As Vandas apreciam bastante água direto nas raízes, mas não gostam de ficar molhada muito tempo, pois isso pode causar o apodrecimento das raízes o que levará a sua morte.

Poderá ser molhada uma ou duas vezes no dia, sempre no início da manhã e/ou no final da tarde. É aconselhado nos dias de calor intenso, além de intensificar a rega para duas vezes no dia, molhar o chão onde sua planta fica, pois aumentará a umidade do ar.

Uma boa dica para saber se elas estão sendo bem regadas:
- Raízes curtas em Vanda saudável e com bom desenvolvimento indica que ela está recebendo a umidade adequada.

- Raízes longas e em excesso significam que o ambiente está um pouco seco ou as regas estão insuficientes.

- Perdas das folhas de baixo (próximas as raízes), é sinal de falta de água, o que pode levar à sua morte.

A Vanda gosta de clima quente e não suporta temperaturas muito baixas. Em temperatura inferior a 15ºC, pode entrar em estado de repouso ou estagnação por vários meses, ou seja, não vai crescer e nem dar flores.

Se a temperatura atingir 30ºC ou mais, mantenha o chão bem molhado, para aumentar a umidade relativa do ar ao redor dela. Ela suportará a temperatura alta sem problemas, contato que haja umidade no ambiente.

A planta requer mais adubo do que as demais orquídeas, porque suas raízes são aéreas e seu caule precisa crescer para uma nova floração.

O adubo deve ser do tipo foliar, e devido ao grande número de florações no ano, deve conter maior teor de fósforo, tipo 15-30-20.

É aconselhada adubação semanal ou no mínimo quinzenal, usando adubo foliar diluído e aplicando diretamente nas folhas e raízes.

Diferente das demais orquídeas, elas podem e devem ser adubadas quando estão floridas, somente deve haver cuidado para não atingir as flores.

Lembrando que, nunca se deve adubar em pleno sol, opte sempre pelo início da manhã ou fim da tarde.

A Vanda dispensa substrato, ela gosta de suas raízes limpas e soltas. Você pode deixá-la pendurada, ou amarrá-la num tutor vivo (árvores em geral) ou em pedaços de madeira. Neste caso, fixe-a voltada para o lado norte. Se for plantar em vaso ou cachepô de madeira, ele deve servir apenas de base e não deve ter substrato. Atenção! Nunca enterre suas raízes!

A Vanda deve ser colocada num local onde local onde receba luz direta do sol do início da manhã e do fim de tarde. É importante que a iluminação seja filtrada nas horas de sol mais forte.

Uma Vanda bem cultivada, pode ter até 3 hastes florais com 10 a 20 flores em cada uma. O cultivo adequado e dedicado pode aumentar até a durabilidade das flores, de 30 dias até 3 meses.

Depois de abertas, as flores continuam a crescer. Você pode observar que a primeira flor que abriu chega a ter uma diferença de 2 a 3 cm em relação a que abriu mais recentemente. O número e tamanho das flores também varia de acordo com a idade da planta. As primeiras floradas são de 5 a 9 flores, já a partir da quinta, ela pode atingir até 20 flores com tamanhos bem maiores que as da primeira florada.

As vandas tem crescimento monopodial, ou seja, crescem sempre para cima. As vandas produzem mudas ocasionalmente. Muitas vezes a produção de novas mudas em uma vanda adulta é determinada por dois fatores: – Excelente cultivo – a planta muito bem cultivada pode interpretar fisiologicamente que poderá emitir novas mudas sem sofrer necessidades climáticas ou nutricionais. -Sofrimento vegetal – uma vanda adulta que esteja sofrendo por carência nutricional ou injúrias climáticas poderá emitir várias mudas na tentativa de preservar a espécie, já que a planta mãe corre o risco de morrer. Neste momento as mudas alimentam-se por um bom tempo dos nutrientes da planta adulta, servindo esta como substrato nutricional, uma vez que nos primeiros meses as mudas jovens ainda não emitiram suas raízes.

ar