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Tulipa gesneriana 1

Numa definição rápida, podemos dizer que plantas bulbosas são plantas que possuem reservas nutricionais para a sua sobrevivência em condições desfavoráveis ao seu desenvolvimento, como falta de água e baixas temperaturas. Normalmente ficam localizados dentro do solo. Dentro dos bulbos desenvolvem-se as gemas, que são os embriões de novas plantas. E para armazenar o alimento, o bulbo precisa que as folhas façam a fotossíntese, absorvendo a energia solar e a transformando em alimento.

A reserva de nutrientes é muito importante para estas plantas, pois é isso que vai garantir o impulso inicial para o seu desenvolvimento no próximo ciclo. Os bulbos têm tanta capacidade de acumular nutrientes, que podem florir até mesmo se forem esquecidos numa prateleira!

Outra coisa muito gratificante sobre estas plantas tão especiais: dificilmente ficamos sem elas, pois antes de terminarem seu ciclo, elas geralmente deixam “filhotes” para dar prosseguimento à sua história.

Existem plantas de bulbos com folhas perenes, ou seja, elas conservam suas folhas, mesmo sem flores, e também as chamadas “caducas”, que (após a floração, a planta perde as folhas, ficando apenas o bulbo sob o solo. Estas espécies são chamadas de plantas anuais.

Bem, depois de toda essa introdução, então mãos à obra! Vamos aprender a cultivar bulbos (ou cormos, rizomas e tubérculos…):

Como escolher as espécies
Muitas vezes somos traídos pelos nossos desejos, por isso, na hora de escolher as espécies prefira as que são adequadas para o clima da sua região e para o local do plantio. Assim, você evita decepções e prejuízos. Existem espécies de plantas com bulbos para as mais variadas regiões, desde aquelas com clima frio até as mais quentes. Informe-se e pesquise bastante antes de comprar.

Como armazenar
Depois da compra, se não puder plantar o bulbo imediatamente, armazene-o em local seco, fresco e arejado. Uma boa dica é colocar os bulbos numa bandeja forrada com areia ou com papel limpo e seco, mantendo-os separados uns dos outros. Para não perder a noção, cole próximo a cada um deles uma etiqueta indicando a sua espécie e também a data da compra. A circulação de ar é muito importante para evitar o apodrecimento e para prevenir doenças, mas é sempre bom evitar locais com fortes correntes de ar, especialmente frio.

Plantando em canteiros
Sem precipitações. Se for fazer o plantio em canteiros, evite após dias seguidos de chuva, quando o solo está muito molhado. Nesse caso, espere alguns dias até que a terra fique menos encharcada.

A boa drenagem é condição fundamental para o sucesso no plantio de bulbos, pois evita o surgimento de fungos. Se o solo for muito argiloso, coloque uma camada de mais ou menos 2 cm de areia grossa no fundo da cova.

Por outro lado, um solo muito seco dificulta a floração dos bulbos. Neste caso, incorporar um pouco de composto orgânico à terra ajuda a garantir a umidade necessária.

Plantando em vasos
Lembrem-se que
uma boa drenagem é fundamental. Os vasos devem ter furos de drenagem no fundo. Se não forem suficientes, aumente seu tamanho ou quantidade.
Quanto à mistura de solo recomendada para vasos, é só prepará-la de acordo com as necessidades da espécie a ser plantada.

Profundidade de plantio
Existe uma regra básica orientando que os bulbos devem ser plantados com uma profundidade equivalente entre 3 a 5 vezes o seu tamanho. Mas é fato que a profundidade de plantio pode realmente afetar a floração dos bulbos. Se eles forem plantados muito profundos, podem perder energia até chegarem na superfície do solo e o resultado é que as flores podem até nem aparecer. Por outro lado, se forem plantados muito rasos, podem sofrer com a ação do sol, do vento e da chuva.

Cuidados após o plantio
Para ter um crescimento saudável, os bulbos precisam de umidade adequada o ano todo. O solo deve ser regado de 2 a 3 vezes por semana. É claro que nos períodos muito quentes e secos, as regas devem ser mais regulares.

Muita gente prefere cortar as folhagens das plantas de bulbo assim que termina a floração, porque acham que vão perder a energia. Mas isso não é recomendável. Os bulbos obtém suas reservas de alimento justamente absorvendo a energia solar por meio do processo de fotossíntese de sua folhagem. Assim, o ideal é deixar que as folhas murchem, fiquem amarelas e somente depois disso devemos cortá-las. Outra dica: não descarte os bulbos que se formam ao redor dos maiores. Plante-os em local separado e terá belos “filhotes” de seus exemplares.

Então, depois que as lindas flores murcharem, espere até que as folhas murchem e sequem para que o bulbo possa acumular energia suficiente para suportar o período de dormência e posteriormente possa alimentar a próxima geração, para então cortar as hastes das folhas e flores e retirar o bulbo do solo.

O bom de cultivar plantas com bulbos é que elas são surpreendentes. Brotam rapidamente, precisam de poucos cuidados e, quando menos se espera, surge uma floração belíssima. Algumas delas são até perfumadas!

Existem espécies de plantas com bulbos adequadas a quase todos os climas e com possibilidade de plantio em todas as estações do ano. Sabendo escolher as espéceis certas para a sua região e para cada estação, você poderá ter um jardim florido e colorido o ano inteiro.

Janela-menina

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


primula_obconica

A prímula é uma planta herbácea e florífera, utilizada principalmente na decoração de interiores. Ela não possui caule e seu porte raramente ultrapassa os 30 cm de altura. Suas folhas são simples, de margens denteadas e arredondadas, dispostas em roseta.

As flores surgem no final do inverno e na primavera, em inflorescências terminais, sustentadas por uma longa haste floral acima da folhagem, como um buquê. Elas são numerosas, simples ou dobradas, e delicadamente perfumadas, em uma grande variedade de tonalidades de rosa, roxo, vermelho, laranja, salmão e branco.

Estas prímulas de flores grandes e vistosas, emolduradas pela folhagem verde aveludada, são como lindos buquês, perfeitos para decoração da casa. Especialmente selecionadas para a utilização em vasos e jardineiras, elas acrescentam uma atmosfera muito romântica com suas flores de tons pastéis. Apesar de originalmente perenes, elas deve ser tratadas como anuais, pois perdem a beleza após o florescimento e suas próximas florações dificilmente serão tão esplendorosas como a primeira.

Esta espécie de prímula é considerada tóxica, e a manipulação da planta pode provocar irritação na pele e mucosas de pessoas sensíveis. Por este motivo também não é recomendado deixar a planta ao alcance de crianças e animais domésticos.

Seu cultivo deve ser à sob meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e mantido úmido.

A prímula é uma planta de clima temperado e subtropical, mas pode ser conduzida em regiões tropicais em ambientes frescos e protegidos do sol forte. Ela não tolera estiagem, encharcamento, ar-condicionado ou geadas. Para prolongar seu florescimento e saúde, recomenda-se remover as flores murchas e fertilizar regularmente.

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Azaléia (rododendro)

ARBUSTOS
São plantas de caule lenhoso, com ramificações desde a base do caule ou próximos à mesma, com porte de até 6 m de altura.
Ex.: Azaléia e Hibisco.

SUB-ARBUSTO
Possui lenho só na base, a maior da ramagem é herbácea.
Ex.: Hortência

ARVORETA
É uma pequena árvore, em geral não ultrapassa 3 m de altura.
Ex.: Flamboyant-anão, Ipê-anão.
Logo, a arvoreta não alcança o desenvolvimento de uma árvore. O plantio desses vegetais é adequado para calçadas estreitas, pois, eles realçam ambientes, embelezam praças e também são utilizados em cerca viva.
É importante levar em conta alguns critérios para a escolha das espécies, como o clima (frio/quente) e o local disponível para o plantio, com isso evitam-se podas. Uma boa dica é observar os arbustos da região.

Obs.: Ás vezes, podemos transformar um arbusto em árvore. Para isto, retira-se os ramos laterais e se conduz apenas o principal, transformando-o em um arbusto arbóreo. Um exemplo é Hibisco comumente encontrado em jardins ou calçadas.

PARTES ORNAMENTAIS
As plantas exercem diferentes funções e devem ser escolhidas de acordo com o espaço disponível. Há, por exemplo, as plantas de folhas coloridas, as que florescem e as que dão frutos.

A aquisição dessas plantas deve ser feita em viveiros idôneos. O ideal é comprar a muda com a metade da altura ou diâmetro que a planta teria quando adulta.
As mudas podem ser compradas com torrão ou sem torrão.

Mudas adquiridas com  torrão geralmente estão com suas raízes enoveladas, o que é um bom sinal. Ao plantá-las, é necessário desenrolar as raízes para que haja o plantio correto.

Mudas que não possuem torrão facilitam o transporte e a visualização das raízes, mas é necessário fazer uma beberagem, isto é, colocar nelas uma mistura de barro e água, para protegê-las. É importante observar se os arbustos estão densos, bem formados, com folhas sadias, vários caules no nível do solo, sem pragas ou doenças.

Plantio
O ideal é abrir uma cova de 1m, depois fechá-la, deixando uma cova com o diâmetro do recipiente (saquinho) que deve ser retirado no plantio, esse procedimento deixa o solo mais solto e facilita o desenvolvimento da raiz, evitando que se enovele, em seguida, faz-se a calagem (uma etapa do preparo do solo para cultivo agrícola na qual se aplica calcário com o objetivo de elevar os teores de cálcio e magnésio e equilibrar o pH do solo) e adubação.
As Hortênsias, em solos alcalinos, ficam com as flores rosa e lilases e em solos mais ácidos, da cor azul.

CERCA VIVA OU SEBE
Tratam-se de maciços da espécie arbustiva ou arbórea.
Plantam-se em fileiras, não junto ao muro, dividindo o ambiente ou proporcionando intimidade ao local; tem a função de dimuir os ruídos, reduzir a poeira, servir como quebra-vento, esconder locais com vistas não agradáveis, impedir a passagem de pessoas a locais restritos.

Entre uma planta e outra o ideal é manter mais ou menos 25 cm de distância uma da outra.

Categorias quanto ao porte
* Porte pequeno ou porte baixo de até 1,5 cm. Exemplo: Coroa-de-cristo
Usa-se em locais à beira do caminho, margens de canteiros.;

* Porte médio de 1,5 cm até 3 m. Exemplo: Camarão, Bela-Emília.
Faz-se a cerca viva em maciços destinados as linhas retas e monótonas dos alicarces de construção ou, também, para interromper fileiras de janelas, etc.

* Porte grande de 3 m até 6 m. Exemplo: Hibisco, Azaléia, Caliandra.
Usa-se em canto de muro, retaguarda de canteiro, para formar fundos.

Obs.: É aconselhável colocar poucas espécies.

Preparo do solo
A maioria dos arbustos prefere solo levemente ácido. Abaixa o pH: 50g de enxofre / m ou 150 g de sulfato de ferro / m.

Adubação
Na primavera NPK 6-12-6; e no fim do outono, farinha de osso.
Obs.: O sulfato de amônia é ótimo para Azaléia.
A superalimentação é prejudicial ao arbusto, queima as raízes.

Poda
As plantas em geral podem ser podadas e muitas, não necessariamente.
Na poda é necessário fazer a desinfecção dos instrumentos com água clorada ou sanitária, ou até mesmo mediante flambagem, para evitar a contaminação.

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jardinagem-organica

Muitos estão se voltando para a jardinagem orgânica, uma prática que dispensa produtos químicos e restabelece a relação natural entre plantas e meio ambiente. Tornar-se orgânico requer compromisso, mas o esforço valerá a pena se você quiser a garantia de que seu jardim será 100% ecologicamente correto.

Mais do que uma simples moda ecologicamente correta, a jardinagem orgânica é uma proposta de manutenção do equilíbrio do ecossistema que trará benefícios a tudo e a todos. E não é necessário ser proprietário de um quintal como antigamente; um  jardim orgânico pode ser feito em floreiras e cachepôs, num canto estratégico de qualquer apartamento.

O princípio básico da jardinagem orgânica é a eliminação de compostos químicos em sua montagem, especialmente nos quesitos nutricionais e da erradicação de pragas. O uso de adubos orgânicos como esterco bovino curtido, farinha de osso e oriunda de compostagem nutre por igual o substrato onde as plantas se desenvolverão. O uso de quaisquer pesticidas torna-se “proibido”, preferindo-se combater pragas, fungos e insetos ou usando predadores naturais ou lançando mão de expedientes alternativos, como o uso de substâncias naturais que não causem impacto ambiental.

Fazer um jardim orgânico no quintal é bem simples:
- Escolha um espaço em que se possa fazer um canteiro, preferencialmente retangular. Revolva a terra e deixe-a solta, fofa e sem torrões;
- Misture o composto orgânico de sua preferência (esterco curtido, adubo de compostagem) de forma homogênea com o auxílio de uma enxada e uma pazinha;
- Deixe o canteiro onde as mudas serão plantadas acima do nível do solo. Um monte de 30 centímetros é o suficiente;
- Com o auxílio de um ancinho, faça sulcos homogêneos no canteiro elevado para facilitar o plantio das sementes ou a transposição das mudas;
- Mudas precisam obedecer um espaçamento de um palmo uma da outra. Já as sementes precisam ser espalhadas de forma uniforme pelos sulcos. Recomenda-se misturar as sementes com areia para que elas possam ser espalhadas de forma mais uniforme;
- Regue diariamente as mudas ou sementes, de uma a duas vezes por dia dependendo do clima – quanto mais seco, maior a necessidade de água. Mantenha essa regularidade de rega até as mudas se desenvolverem.

Jardim orgânico em uma floreira ou cachepô:
- Escolha uma floreira com furos no fundo para facilitar a drenagem e não abra mão dos modelos cerâmicos. Floreiras plásticas podem ter elementos tóxicos em sua composição;
- Coloque no fundo um material chamado argila expandida, que vem em forma de pequenas pedras, cujo principal objetivo é manter a umidade do substrato;
- Acima da argila expandida, coloca-se uma manta para filtrar a água. A mais usada é a chamada manta geotêtxil ou de bidim, facilmente encontrada em lojas de jardinagem;
- Cubra a manta com terra orgânica, já devidamente misturada com o adubo, tomando-se o cuidado de não preencher a floreira até a borda;
- No caso das floreiras, o ideal é plantar mudas previamente compradas, vindas em torrões. Esses torrões devem ser distribuídos mantendo-se uma distância mínima de um palmo entre eles;
- Após a fixação dos torrões, complete o trabalho colocando mais terra orgânica para preenchimento dos vãos;
- Floreiras e vasos são muito usados para o plantio de pequenas hortas de temperos como cebolinha, salsa e manjericão.

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clivia

É uma planta bulbosa, perene, da família amaryllidaceae, originária da África do Sul e, adaptada a condições de baixa luminosidade.

É uma das plantas mais amigas do jardineiro iniciante, pois é uma espécie de cultivo bastante fácil e a sua vida pode ser bastante longa. Atinge uma altura máxima à volta dos 45 cm e apresenta flores cor de laranja, vermelhas ou amarelas, levemente perfumadas. Existem cultivares de folha matizada.

A planta se adaptou de tal forma ao clima brasileiro que, hoje, está presente por aqui em muitos parques e praças públicos dada sua baixa necessidade de manutenção.

Semelhantes às tulipas, as flores da clívia começam a se abrir no final da primavera e chegam ao clímax no verão, formando pequenos buquês alaranjados muito duráveis. Em grupo, cria um impressionante efeito ornamental, servindo como bordadura de canteiros à meia sombra.

Prefere clima ameno e solo úmido, preparado com partes iguais de terra rica em húmus de minhoca matéria orgânica. Em ambiente sombreado demais, as folhas se partem na vertical e a haste fica longa e com poucas flores.

Necessitam de pouca rega e o excesso de água pode mesmo causar o apodrecimento das raízes. Ao regar sua clívia, evite deixar água parada no “olho” da flor. Regas excessivas causam manchas amarelas nas folhas e podem levar ao apodrecimento das raízes.. Se cultivar esta espécie em vaso deve-se certificar que os buracos de drenagem estão sempre desobstruídos.

A adubação deve ser feita de março à setembro de 15 em 15 dias, com fertilizante dissolvido na água da rega.

Ao contrário da maioria das plantas, a clívia não sofre se as raízes estiverem comprimidas no vaso, sendo assim, só será necessário mudar para um vaso maior a cada 3 ou 4 anos.

Quando a flor secar é necessário cortá-la para evitar que se formem as sementes e, sejam consumidas as reservas do bulbo, caso isso aconteça a floração do próximo ano será maus pobre.

Como toda planta a clívia também é atacada por pragas e, a mais frequente é a cochonilha farinhenta (Pseudococus citri) que normalmente ataca a base das folhas.

Para que as Clivias floresçam ano após ano precisam de passar por um período de descanso durante o Inverno. Durante esse período (temperaturas baixas) a Clivia não deverá ser regada. Nos finais do Inverno quando começar a surgir a vara floral dar-se-á por concluído o período de descanso, voltando-se então a regar de forma gradual as plantas.

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Leucophyllum frutescens

A espécie arbustiva é originária do Deserto de Chihuahua, na América do Norte, com folhagem e florescimento ornamentais. As folhas são ovais e onduladas, com pubescência prateada, dando-lhes um aspecto de feltro. As flores são solitárias, tubulares e podem ser de cor branca, rosa, roxa ou azul, de acordo com a variedade. O florescimento ocorre após as chuvas de verão.

A planta é de baixa manutenção e sua beleza pode ser igualmente aproveitada, em diversos estilos de jardim, pois é um arbusto muito versátil. Pode ser plantada isoladamente, em grupos ou em renques, oferecendo um belo visual no jardim, devido à sua tonalidade prateada.

É uma planta que quase não necessita de podas, pois seu crescimento é lento. Ainda assim, as podas eventuais são importantes para manter a planta compacta e com bom aspecto.

Em jardins mais secos, a folha-de-prata tende a adquirir uma forma mais densa e nos jardins mais úmidos, sua ramagem se torna mais esparsa. Pode ser plantada em vasos também.

Seu cultivo deve ser em solos drenáveis, com pH levemente alcalino e irrigado de forma esparsa.

É tolerável ao frio, à estiagem e à maresia. As plantas mais jovens devem ser regadas duas vezes por semana, já as estabelecidas devem ser irrigadas apenas semanalmente no tempo muito seco.

Aprecia o calor. Não é necessário fertilizá-la, pois aprecia solos pobres. No entanto, a reaplicação de calcário anualmente favorece à planta. Não devem ser plantadas em locais encharcados, pois apodrece facilmente suas raízes.

Sua miltiplicação se faz por sementes e por estacas semilenhosas, postas a enraizar no final do verão, em substrato leve e drenável e mantido úmido.

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Anthurium-andreanum

Exótico e duradouro, o antúrio é uma das plantas mais usadas na decoração de interiores e na formação de arranjos florais. Sua inflorescência (a parte tida como flor) chega a durar até 60 dias num vaso com água, após ser retirada da planta.

O Antúrio é uma planta de fácil cultivo, que não dá trabalho e nem requer muitos cuidados. O primeiro passo é escolher um local sombreado para a planta, pois o excesso de sol é prejudicial ao antúrio. Procure deixar a planta à meia-sombra, isto é em locais com boa luminosidade, mas sem que receba os raios solares diretamente.

A mistura de solo indicada para o plantio é a seguinte:
1 parte de terra comum;
1 parte de terra vegetal;
2 partes de composto orgânico.

Se for plantar em canteiros, tente colocar as mudas sob a sombra de árvores ou arbustos grandes. Procure usar mudas bem desenvolvidas com cerca de 10 cm de altura.
Para controlar problemas com fungos nos canteiros, é recomendável fazer pulverizações periódicas com calda bordalesa.

De resto, os cuidados são poucos:
* regas frequentes sem encharcar;
* pulverizar as folhas com água durante o verão mais intenso;
* duas vezes ao ano, adubar com um composto orgânico;
* garantir sombra, calor e umidade;

O antúrio se reproduz por estaquia, já que suas flores são hermafroditas que não se fecundam por si só. Por isso, o recomendado é adquirir mudas de antúrio em viveiros de plantas de confiança.

Pode ser plantado diretamente no solo ou em vasos e floreiras. O substrato recomendável deve ser uma mistura equilibrada entre solo in natura e terra vegetal de boa qualidade que pode ser encontrada até em supermercados para que as necessidades nutricionais da flor sejam supridas. A adubação orgânica é a melhor escolha, seja esterco curtido ou produto de compostagem, reforçado com produtos como farinha de osso, e o pH deve permanecer na linha da neutralidade. O reforço na adubação deve ser semestral.

Como toda flor equatorial (ela é oriunda da Colômbia e do Equador), aprecia temperaturas que oscilem entre 20 e 29ºC, com umidade relativa do ar sempre acima de 50%. Não tolera incidência de raios soares diretos e geadas, tampouco gosta de escuridão total; uma iluminação difusa, indireta ou com uma cobertura que permita uma luminosidade ambiente entre 20 e 30% do total.

Ao plantar o antúrio no solo, faça um canteiro que deixa flor pelo menos 20 cm acima do solo; já em vasos e floreiras, coloque o substrato rico em matéria orgânica cuidadosamente em volta do rizoma sem apertar.

A rega deve ser diária, sem encharcamento – quando plantada em vasos, atenção redobrada com a drenagem. Como o antúrio necessita de climas com alta umidade relativa do ar, mantenha-o sempre umedecido nos invernos secos do Brasil com o auxílio de um pulverizador. A primeira inflorescência  rota um ano após o plantio em média, por isso tenha paciência e mantenha a flor sempre nutrida. É recomendado fazer o replantio do antúrio após os três anos de vida, sempre para um local com área maior.

O antúrio é uma flor que possui alta durabilidade tanto plantada quanto como flor de corte. Uma última curiosidade: o que consideramos a flor nada mais é do que o conjunto da espiga, chamada de espádice, com a bráctea (folha modificada) que geralmente tem tons vermelhos. A verdadeira flor encontra-se no espádice e são muito pequenas; elas juntam-se em forma de pequenas espigas.

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orquídea no habitat

São tipos de vegetais que não enraízam no solo, fixam-se em outras árvores ou em objetos elevados; rochas; telhas; contruções; etc., tem porte discreto, se fixam nos tecidos superficiais dos troncos e galhos para receber luz solar e umidade com mais facilidade do que diretamente no solo. São plantas sobre plantas, ou seja, plantas que vivem sobre outras plantas.

Dispõem de sistemas específicos para absorver umidade do ar e extrair sua alimentação mineral da poeira que recai sobre si; necessitam de grande quantidade de umidade e de luz.

O epifitismo é algo comum nas florestas tropicais, onde a competição por luz e espaço não permite que plantas herbáceas prosperem sobre o solo. Desta forma, algumas  espécies que conseguiam germinar sobre a casca das árvores, acima do nível do solo, foram selecionadas, e hoje encontram-se milhares de espécies com hábito epifítico.

Em geral, as epífitas vicejam sobre o tronco das árvores e dispõem de raízes superficiais que se espalham pela casca e absorvem a matéria orgânica em decomposição disponível. Muitas vezes, as raízes são acompanhadas por um fungo microscópico conhecido como micorriza, que se encarrega de transformar a matéria orgânica morta em sais minerais, facilitando a sua absorção pela planta. Por vezes, o epífito não absorve matéria prima da superfície da árvore ou arbusto, e suas raízes podem ser atrofiadas ou ausentes, de modo que o epífito utiliza seu hospedeiro apenas como suporte para alcançar seu ambiente ideal nos estratos da floresta.

As epífitas jamais buscam alimento nos organismos hospedeiros. Suas raízes superficiais não absorvem a seiva da planta hospedeira, não há qualquer relação de parasitismo. Ou seja, a presença de epífitas não prejudica a árvore ou arbusto onde elas vegetam.

A incidência de espécies epífitas diminui à medida que se aumenta a distância para a Linha do Equador, ou afasta-se das florestas úmidas para áreas mais secas.

Alguns exemplos de epífitas são as polipodiáceas (fetos ou samambaias); cactáceas (flor-de-maio); as bromeliáceas (bromélias ou gravatás) e as orquidáceas (orquídeas).

No caso das bromélias, existem as epífitas e as não epífitas, todas têm seu cálice em forma de rosa no ponto onde as folhas se juntam, chamada de disposição rosácea; este mecanismo faz com que recebam água da chuva, poeira e pequenos insetos mortos, que decompostos pela água e misturados à poeira serão aproveitados em sua nutrição.

As orquídeas tem cerca de 800 gêneros e quase 35.000 espécies já catalogadas e aproximadamente 5.000 em processo de catalogação até o ano de 2004, estão presentes em todos as partes do mundo, menos nas áreas polares. Elas têm as raízes revestidas com uma espécie de velame, um tecido formado por células mortas que atuam como uma esponja absorvendo a umidade e nutrientes.

Não são em todas as áreas da floresta que se encontram as epífitas, mas seu habitat geralmente é de difícil acesso aos seres humanos, pois não estão à disposição de interferências desse tipo. Para alcançá-las precisa-se de muito respeito e consideração, e para relacionar-se com seus elementos há que atravessar as barreiras que criam para a defesa desse importante mundo do reino vegetal.

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Cananga-do-Japão

Planta herbácea, originária da Ásia (Japão), que pode chegar a 60 cm de altura. Suas folhas são matizadas em diferentes tonalidades de verde na parte superior, sendo avermelhadas na parte inferior, formando grupos de folhas unidas na base.

A floração é na Primavera e ocorre antes do surgimento das folhas. As flores são levemente perfumadas e lembram orquídeas. A vida da flor é de cerca de um a três dias, mas abrem continuadamente fazendo com que a floração dure mais de um mês.

Prefere ambientes quentes e úmidos e devem ser cultivadas sob sol pleno ou a meia sombra. O cuidado é que o ar que a circunda tenha sempre umidade, pondendo-se tê-la próximo a fontes de água. As regas devem ser moderadas, pois em excesso pode levar ao apodrecimento dos bulbos ou surgimento de fungos.

Se plantadas em um vaso este deve ser baixo, pois quando as flores aparecerem terá uma boa estética.

No plantio em vasos deve-se misturar uma parte de terra comum, dois de composto orgânico e uma de terra vegetal. Se plantadas em canteiros, enquanto estiverem com folhas formarão um volume verde quase totalmente vertical, mas deve-se levar em conta o que se plantará ao redor pois as flores ficam mesmo juntas ao solo.

O solo deve ser rico em matéria orgânica para que a planta tenha um bom desenvolvimento. Quanto a propriedades medicinais das plantas, seus rizomas são utilizados para tratamentos de pele, triturados ou secos misturado a água formando uma pasta, além de serem acrescentadas outras ervas.

No Inverno a planta entra em um período de dormência que dura até a Primavera seguinte. Neste período de dormência as regas devem ser diminuídas ao mínimo ou mesmo suspensas.

A reprodução é feita pela divisão dos rizomas que devem ser plantados em uma mistura de terra como foi descrito acima.

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Tulipas
Ficamos muito felizes quando recebemos flores, e quase sempre a emoção ao recebê-las é tão grande que nosso primeiro pensamento era eternizá-las e mantê-las sempre lindas;  bem, sabemos que é impossível mantê-las vivas por muitos e muitos dias, mas é possível prolongar a vida das flores tomando alguns cuidados.

Saiba que há alguns cuidados básicos que fazem com que as flores consigam aguentar muitos dias sem perecer. A primeira dica é colocá-las num jarro com água assim que você as receber, mas antes corte com uma tesoura a pontinha do caule em ângulo inclinado e retire as folhas que ficarão abaixo da linha d’água; isso evita que bactérias se acumulem sobre as folhas e crie mal cheiro.

Troque a água do jarro, se possível todos os dias, se for difícil fazer a troca diária,  faça a cada dois dias, ou seja, dia sim, dia não. Ao trocar a água, lave o jarro internamente com sabão e água abundante para eliminar as bactérias que ficaram acumuladas na água anterior.

Relativamente a exposição solar, flores que estão plantadas em vasos com terra, procure deixa-las expostas ao sol no máximo até às 9h00 da manhã, ou após às 16h00, quando a intensidade dos raios solares são mais fracos. Quanto as flores que estão em um jarro dentro d’água não as exponha diretamente a luz solar. O ar condicionado também não é benéfico para as flores, já que faz com que elas se desidratem rapidamente e consequentemente venham a morrer.

Para prolongar a vida das suas flores você poderá utilizar algumas “receitinhas caseiras” como adicionar algumas gotinhas de lixívia na água ou quando trocar a água poderá  também colocar no jarro algumas pedrinhas de gelo para refrescá-la. Poderá optar também por adquirir compostos conservantes de flores, que podem ser encontrados facilmente em forma de sachês ou líquido, e são muito eficientes.

Quando perceber que uma das flores começa a murchar, retire-a imediatamente do vaso, para que o gás etileno libertado por ela, não faça as restantes flores murcharem. Outra dica é manter as flores longe das frutas, já que algumas frutas como a maçã, a banana ou a pêra também libertam gás etileno, que ocasiona a “morte” prematura das flores.

Observe as pétalas e folhas que estão envelhecendo e retire-as com cuidado para não estragar toda a flor, isso ajuda a mantê-la viva por mais tempo. Se você seguir estas pequenas dicas poderá prolongar a vida de suas flores em até uma semana a mais do que o tempo habitual de vida das mesmas.

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