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Callisia warszewicziana

Também conhecida como Tripogandra, Dragãozinho, a Callisia warszewicziana é uma planta suculenta, de folhagem e florescimento ornamentais, originária da América Central, Guatemala.

Seu caule é curto e emite ramificações que podem originar novas plantas. Suas folhas são dispostas em roseta, de aspecto triangular, textura suculenta e cerosa, de cor verde clara e com margens destacadas, bem claras. As folhas mais velhas adquirem tons avermelhados.

Floresce o ano todo, despontando longas hastes florais, com cerca de 60 cm de altura, carregadas de florzinhas roxas. As flores são atrativas para beija-flores.

É uma planta ideal para a formação de maciços, forrações e bordaduras. Por ter suas folhas com formas geométricas a tornam uma folhagem exuberante, mas o florescimento delicado e vistoso não deixa de ser um excelente atrativo também.

flores da Callisia warszewicziana
É uma planta de extrema rusticidade e baixa manutenção, não exigindo podas ou aplicação de defensivos. Também pode ser plantada em vasos e jardineiras.

Seu cultivo deve ser a sol pleno ou meia sombra, com um solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.

Não é uma planta que suporta frio intenso ou geadas. Sua multiplicação é feita por divisão das touceiras e separação das pequenas mudas que se formam na haste floral após a floração.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


(Phaius tankervilleae)

Orquídea terrestre, nativa de regiões tropicais da Ásia e Oceania, em locais de até 1300 metros de altitude, pantanosos e úmidos.

Ela apresenta pseudobulbos cônicos a ovais, envoltos desde a base pelas bainhas foliares. Suas inflorescências são altas, chegando a 1,8 m de altura, eretas, e com numerosas flores perfumadas e duradouras que se abrem sucessivamente de baixo para cima. Há também uma variedade ‘Alba’, com a flor amarelo-esverdeada e o labelo branco.

É uma das orquídeas terrestres mais fáceis de cultivar. Ela é muito rústica, de crescimento rápido a moderado e floração abundante. Com sua folhagem decorativa,  formando touceiras que prestam-se para plantios isolados, bordaduras e maciços, valorizam muito os jardins tropicais.

Pode ser plantada em vasos, preferencialmente largos e de pouca profundidade, e desta forma é própria para adornar interiores bem iluminados, varandas e pátios.

Deve ser cuktivada sob meia-sombra ou luz difusa, em substrato humoso, composto por terra comum, terra vegetal e material fibroso, como casca de pinus ou côco, mantido úmido, mas sem encharcamento. A porcentagem de sombreamento para esta espécie é de 30%. Não tolera o frio intenso ou geadas (manter acima de 5ºC). Aprecia adubações freqüentes durante o período de crescimento vegetativo e floração. Multiplica-se por separação dos pseudobulbos, sementes e estaquia do pendão floral (após a floração).

Requisitos para seu cultivo em áreas externas:
* Deve ser plantada somente em locais que nunca ficam expostos a temperaturas muito baixas. O solo deve ser úmido, bem drenado e rico em composto ou húmus. No inverno, deixe a terra ficar ligeiramente seca e evite molhar a folhagem quando for regar a orquídea.

* Certifique-se de que receba uma luz indireta ou fique sob sombra parcial debaixo da copa protetora de árvores ou arbustos altos.

* Aplique fertilizantes de forma leve e frequente, da primavera até o outono, quando a orquídea estiver efetivamente crescendo. Fertilizantes líquidos podem ser utilizados, mas devem ser aplicados utilizando somente 1/4 de sua potência, conforme as instruções do rótulo. Não fertilize durante o período mais seco do inverno.

* Depois que a orquídea florescer, transplante as moitas maiores. Mantenha a maior parte da massa de raízes quando for separar a muda e replantá-la.

Requisitos para o cultivo em áreas internas:
* Plante a orquídea em um recipiente espaçoso para acomodar suas raízes numerosas. A terra deve ser à base de turfa, úmida e bem drenada.

* Coloque a orquídea em um recipiente em uma janela bem iluminada sem luz direta do sol. A umidade deve ser alta e pode ser facilmente aumentada em um ambiente doméstico comum ao colocar o vaso em cima de um prato com pequenos seixos e água. A planta também pode ser borrifada.

* Molhe a orquídea para manter o solo úmido, mas sem encharcar. No inverno, a planta deve ficar ligeiramente mais seca antes da próxima irrigação. Utilize água na temperatura ambiente, não fria. Não jogue água nas folhas.

* Aplique fertilizantes durante a época de crescimento, da primavera até o outono, em cada terceira irrigação, utilizando um fertilizante específico preparado somente com 1/4 de sua potência, conforme as instruções da caixa. Não fertilize durante o inverno.

* Considere a possibilidade de transferir a planta de vaso somente depois que a orquídea se agarrar ao recipiente, como depois de dois a três anos. Mantenha o máximo possível da massa de raízes quando for transplantá-la para um recipiente maior. O transplante deve ocorrer depois da floração, não durante ou depois que o talo da flor começar a emergir.

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Begonia-6

A Begônia é mais uma das excelentes plantas que pode manter no interior do seu apartamento ou plantar no seu jardim.

São plantas muito populares e bonitas, existindo cerca de 1400 espécies em todo o mundo. Quase todas são fáceis de cultivar, quer dentro de casa, quer em jardins no Verão. São plantas nativas de regiões tropicais, principalmente da América Central e América do Sul.

Possuem folhas atrativas e, algumas espécies, apresentam flores coloridas, que variam do branco ao vermelho. Devido a esta enorme variedade de cores são ideais para utilizar na decoração de apartamentos.

Como qualquer planta, os cuidados essenciais são necessários para manter este tipo de plantas sempre bonitas e nas melhores condições. São destacados os seguintes:
* Em relação à temperatura, as begônias plantadas em vasos são plantas tropicais muito delicadas e, por essa razão, não apreciam grandes variações de temperatura ou correntes de ar. A temperatura ideal para mantê-las sempre felizes encontra-se entre os 20º e os 28ºC. Já as Begônias-cerosas, de canteiros, preferem um clima mais ameno e não toleram bem as chuvas.

* São plantas que apreciam bastante luminosidade, por isso evite locais do apartamento mais escuros.

* O solo ideal para o seu cultivo deve ser um solo bem drenado. Pode fazer uma mistura com 1/3 de areia, 1/3 de terra comum e 1/3 de húmus, ao qual acrescenta um pouco de adubo para fortalecer a planta. De tempos em tempos reforce a adubação com um pouco de fertilizante NPK rico em fósforo e mais um pouco de adubo orgânico.

* A rega deve ser feita de forma a que a planta se mantenha sempre umedecida. Contudo tenha cuidado com os encharcamentos, que podem levar ao apodrecimento da raiz e consequentemente à morte prematura da planta. Apenas o solo deve ser regado. Evite molhar as suas folhas.

* Ácaros e fungos podem atacar as begônias, visto elas só florescerem em ambientes úmidos. Se isso acontecer procure por conselho em lojas especializadas em produtos para controle de pragas, numa florista ou centro de jardinagem perto de sua casa.

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Confete (Diascia spp)

O gênero Diascia contém cerca de 70 espécies, e muitas delas são ornamentais. São pequenas plantas ornamentais originárias da África do Sul.

São plantas floríferas herbáceas, de ramagem delicada r muito ramificada. Apresentam folhas opostas, simples e com margens denteadas. Floresce desde o início da primavera até meados de outono. Suas inflorescências são longas, com flores de corola expandida em cinco divisões, em formato de sino e de cores diversas, como o rosa, o laranja, o salmão e outras tonalidades.

De folhagem brilhante e flores mimosas a tornam uma planta maravilhosa para plantarmos em maciços e bordaduras, assim como em mistura com outras plantas em conjuntos campestres ou em jardins de pedra.

Diascia spp
As espécies de hábito prostrado e pendente são ideais para plantar em cestas, vasos e jardineiras suspensas, sempre bem drenados, visto que o confete não tolera encharcamento. Apesar de perene, é utilizada também como anual.

Seu cultivo deve ser sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, leve, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares.

A fertilização deve ser feita mensalmente durante o período vegetativo. Aprecia o clima ameno e suporta até -5ºC. Quando as flores murcharem, podem ser podadas com tesoura, para que renovem a folhagem e floresçam novamente.

A multiplica-se por sementes, estaquia e divisão da ramagem enraizada.

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Lírio Longuiflorum

O lírio é originário da Europa, Ásia e América do Norte. Algumas espécies são nativas dos trópicos, de regiões com altitude elevada. Porém, todas as espécies existentes hoje são originárias de vários cruzamentos entre si, dando origem a inúmeras variedades e cores: são os chamados lírios híbridos. Os lírios pertencem à família das Liliáceas e os principais grupos são:

Os lírios são plantas de bulbo, assim como a tulipa, o amaryllis e até mesmo a nossa conhecida cebola. Eles emitem um único broto por bulbo, de onde saem as folhas e as flores.

Como cuidar do seu vaso de lírio
O lírio em vaso requer um local com boa iluminação, evitando o sol nas horas mais quentes do dia. Não deixe o substrato (a terra do vaso) secar completamente, molhando sempre que necessário, até que água saia pelos furos de drenagem do vaso; mas evite que a água se acumule no pratinho. Para fazer com que o lírio em vaso floresça novamente, o procedimento é complicado e não é garantido o sucesso.

Quem desejar tentar, deve seguir uma série de passos:
* Após a morte das flores, continue regando o lírio por mais 3 meses, depois pare de colocar água e espere que as hastes sequem completamente;

* Uma vez que as hastes estejam secas, retire os bulbos do vaso, coloque-os em um saco plástico perfurado, preenchido com material inerte (perlita, por exemplo) úmido. Coloque este saco plástico com os bulbos na parte menos fria da sua geladeira (onde são colocadas as verduras) e deixe lá por cerca de 4 meses. Cuide para manter os bulbos úmidos. Evite choque entre os bulbos e também o choque dos bulbos com outros objetos, pois há perigo de machucar os bulbos e os ferimentos são portas para a entrada de doenças.

* Passados os 4 meses, retire os bulbos da geladeira de plante-os. Deixe nos primeiros 10 dias em local bem fresco e arejado. Quando os brotos estiverem surgindo, leve o vaso para um local bem iluminado. Regue sempre que a terra estiver seca.

* Se tudo der certo, entre 2 e 3 meses os bulbos florescerão.

Como Plantar Lírios:
Por ser uma flor tão apreciada, caso você tenha um amplo jardim em sua residência, vale a pena cultivá-la, pois além de alegrar o seu lar, pode ser um importante componente para a elaboração de delicados arranjos, para decorar a sua casa em uma ocasião especial ou presentear.

O importante é dispor a planta em um vaso que receba boa iluminação, procurando ter o cuidado de evitar as radiações solares no horário mais quente do dia. Além disso, você deve ter o cuidado de evitar que a mistura de terra do vaso, o substrato fique muito seco, pois essa terra deve sempre se manter um pouco úmida.

Para isso, procure molhar sempre que precisar, até que saia um pouco de água por meio dos furinhos de drenagem existentes no vaso, mas é preciso ter cuidado para não deixar o liquido se acumular no pratinho, pois se torna foco de dengue. Uma sugestão é colocar areia nos pratinhos. Outra opção é dispor o vaso próximo a um ralo, o que dispensa o uso de pratinhos.

Os Lírios costumam viver por muitos anos, florescendo uma vez por ano, principalmente em junho e hibernam no restante do ano. É possível fazer com que os Lírios floresçam mais de uma vez ao ano, entretanto, trata-se de um procedimento altamente sofisticado e que pode não ser bem sucedido.

Para quem pretende arriscar, siga os seguintes procedimentos:
* Depois que as flores murcharem, prossiga na rega da planta por mais três meses. Após isso, interrompa a rega e procure aguardar a completa secagem das hastes da planta.

* Com as hastes completamente secas, remova os bulbos do vaso, disponha-os em um saco plástico com perfurações, procurando preenchê-lo com substrato úmido;

* Deixe o saquinho plástico com os bulbos dentro da geladeira, de preferência em seu compartimento menos frio, onde são armazenadas as verduras, deixando-o acondicionado aproximadamente quatro meses, tomando o cuidado para deixá-los sempre úmidos;

* É importante evitar que os bulbos se choquem com outros alimentos armazenados, pois esses machucadinhos podem favorecer a entrada de doenças e prejudicar o seu florescimento;

* Após os quatro meses, você pode retirar os bulbos da geladeira e replantá-los em vasos. Procure deixá-los em um local bem ventilado e fresco nos 10 primeiros dias;

* Assim que se formarem os brotos, disponha o vaso em um local bem servido de radiação solar, procurando regar sempre que o substrato estiver seco;

* Caso todos os procedimentos tenham sido benfeitos, os bulbos florescerão de dois a três meses.

Principais Cuidados com os Lírios:
* Por serem plantas muito delicadas, é preciso regá-las de uma maneira equilibrada, já que os bulbos dos Lírios podem apodrecer durante períodos muito úmidos, já que não se pode acumular água em torno das escamas da túnica, pois isso irá matar os bulbos rapidamente;

* Para minimizar as possibilidades de apodrecimento, procure plantá-los de lado, o que evita com que o líquido se acumule no colo da planta;

* Na hora do plantio, procure aplicar no vaso uma camada de cascalho fino com 2,5 centímetros em sua cova, que irá colaborar na drenagem do excesso de líquido.

Atenção na Hora de Escolher o Bulbo de Lírio:
Escolher um bulbo de Lírio saudável é fundamental para um plantio bem sucedido. Na hora de escolher, procure apertar suavemente o bulbo usando o indicador e o polegar. Escolha somente os bulbos mais firmes e que não tenham um aspecto oco. Também dê preferência para os bulbos que não possuem indícios do nascimento de novas raízes em sua base.

Tendo esses cuidados, você só terá belos lírios em seu jardim.

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Dillenia indica

Árvore originária da Ásia Tropical, mais especificamente da Índia. Também conhecida como Flor-de-abril e Maçã-de-elefante.

A Dillenia provavelmente foi trazida ao Brasil a pedido de D. João VI, se aclimatou muito bem em nosso território, sendo empregada como árvore ornamental. Pode chegar até 8 m de altura, de copa piramidal, com tronco de coloração pardo claro, de extrema beleza.

Suas folhas medem cerca de 25 a 30 cm, são de coloração verde claro, com nervuras bem delimitadas, sendo que o limbo foliar se assemelha a uma saia plissada.

Suas flores são brancas, solitárias, parecem com as flores da magnólia. Os frutos podem chegar a 20 cm de diâmetro e são formados por escamas que vão se imbricando. Estas escamas são grandes, espessas, bastante resistentes e fibrosas. Esses frutos,  verdes,  são cozidos e empregados no preparo de picles. Os gomos isolados produzem um suco muito aromático, ácido e agradável para alguns e são utilizados como tempero e até mesmo no preparo de refrigerantes.

Flor da Dillenia_indica

Fruto da Dillenia indica

O florescimento ocorre a partir de janeiro e pode ir até outubro e a frutificação ocorre de abril  a agosto. A Dillenia se torna muito bonita pois ao mesmo tempo encontram-se flores e frutos de  todos os tamanhos, variando do verde claro ao amarelo dourado.

Quando plantada em vias públicas pode se tornar problemática e até mesmo perigosa, pois a quantidade de frutos produzido é muito grande, podendo cair em cima de carros e até mesmo de pessoas que estejam passando sob sua copa.

Na Índia costumam plantá-la nos quintais, pois é de extrema utilidade. As folhas são usadas como lixas para polir madeira, além de outros utensílios como pratos e copos. A madeira é muito resistente, sendo empregada na fabricação de rodas hidráulicas, obras de carpintaria e na indústria naval, além de ser usada como lenha.

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Abutilon striatum

A Lanterna Chinesa é uma planta que pertence a família das Malvaceae, que é composta por 252 gêneros e 2.330 espécies que estão espalhadas por todo o mundo, com destaque para a América do Sul, principalmente para países como: Brasil, Argentina, Paraguai e Bolivia.

Trata-se de um arbusto tropical oriundo da América Central, sendo nativo da Guatemala. Ela é muito confundida com outra planta, a chamada Abutilon Megapotamicum.

Abutilon Megapotamicum.
Pode atingir até 3m de altura. Quando podada adequadamente, pode ser cultivada como trepadeira. As flores são solitárias, com pecíolos longos e pendentes, formando um sino, daí o seu nome popular. As estrias vermelhas em composição com o amarelo dão lhe um aspecto particularmente atrativo para o uso ornamental.

Planta de fácil cultivo. Pode ser utilizada isoladamente ou para formar renques e cercas vivas, a exemplo de suas irmãs da família Malvaceae.

A Lanterninha Chinesa (como também é conhecida) é uma planta de habitat natural o clima tropical ou subtropical, no entanto, ela é uma espécie que pode ser cultivada em qualquer clima, tanto que encontramos essa espécie vegetal sendo plantada e bem desenvolvida em regiões que possuem climas: Tropical, Subtropical, Equatorial e Mediterrâneo.

Deve ser cultivada em solo fértil, que possua boa capacidade de drenagem e com luminosidade a pleno sol, apesar de que, essa espécie vegetal apresenta um grau de resistência ao frio, suportando até mesmo frios intensos como as geadas (de leve intensidade).

Aprecia o solo areno argiloso para seu bom cultivo. O solo onde é cultivado o arbusto deve sofrer irrigação de forma regular, podendo ser feita uma media de suas vezes por semana. Porém, quando estivermos nas épocas mais quentes, as regas podem ser reforçadas, enquanto que nas épocas mais frias, as regas podem ser reduzidas.

No entanto, é necessário que sejam tomados cuidados, pois apesar da planta gostar do solo úmido, é preciso evitar que este fique encharcado, pois essa situação pode acarretar com o sufocamento das raízes da espécie vegetal. O solo para o cultivo da Lanterna Chinesa pode sofrer aplicação de material orgânico para melhor desenvolvimento da planta. Essa espécie vegetal gosta de muito material orgânico para o pleno desenvolvimento.

A Lanterna Japonesa pode sofrer podas para a sua boa formação. A realização destas podas, ajudam a planta a renovar a sua folhagem, mantendo a planta sempre bela. Essas podas podem ser feitas anualmente.

Pode ser cultivada em qualquer parte do território brasileiro, sem problemas com relação a adaptação a variação climática do nosso país.

Pragas e doenças que afetam a Lanterninha chinesa
As mais comuns são formigas e cochonilhas. Normalmente associadas, por sinal. Inúmeros produtos no mercado dão conta do recado, mas, cá entre nós, o nada substitui os bons e velhos cuidados preventivos:
* Fertilização do solo, preferencialmente com adubo orgânico (composteira). Ganha-se, com isso, duas coisas: melhoria nas defesas da própria planta, e melhoria da estrutura do solo, o que garante maior eficácia a longo prazo;
* Regas adequadas. No caso da lanterna-chinesa, devem ser de pelo menos duas vezes por semana, na fase a adulta e diariamente ou a cada dois dias, nos primeiros 60 dias de plantio (dependendo do clima local).

Como reproduzir
A reprodução, deve ser feita ao final do inverno, com estacas semi-lenhosas. Selecione uma bem saudável faça o corte em 45º, próximo a gema, e retire suas folhas, colocando o galhopara descansar em um vidro ou garrafa pet com água (se necessário, utilize um hormonio enraizador) à meia-sombra, ou em composto orgânico não totalmente curtido. Pessoalmente, obtive melhores resultados no último caso.

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poda

Poda
Uma prática que deve ser evitada é a poda frequente das árvores. Elas só necessitam de poda em três situações:
*Quando a muda é jovem, a fim de direcionar seu crescimento, denominada “poda de formação”;
*Quando apresenta ramos secos ou doentes (com fungos e plantas parasitas, por exemplo), chamada “poda de limpeza”;
*Quando coloca a segurança de pessoas ou imóveis em risco, a fim de se prevenir acidentes, que é a “poda de segurança”.
Mas, atenção: Não se esqueçam de que qualquer tipo de poda deve ser autorizada pela Prefeitura!

O munícipe não pode efetuar poda sem autorização, sob as penas da lei. Somente estão autorizados a efetuar podas em árvores urbanas:
* Prefeitura: podas de formação, limpeza e segurança, com reposição;
* Corpo de bombeiros: poda de segurança, em situação de emergência;
* Concessionária de energia elétrica: poda de segurança, a fim de desobstruir os fios da rede elétrica.

Corte
Assim como para a poda, o corte de árvores não é autorizado ao munícipio, que, ao constatar árvores com problemas, deve procurar a Prefeitura. A autorização para corte será possível apenas se:
* Apresentar risco iminente de queda;
* Seu estado fitossanitário estiver muito comprometido;
* Representar dano ao patrimônio público ou privado ou obstáculo ao acesso de veículos;
* Tiver comportamento de espécie invasora;
* Para a realização de obras.

Como manter suas árvores saudáveis.
Para garantir a sobrevivência e o bom desenvolvimento de sua árvore e também para evitar queda de galhos ou da própria árvore, uma série de cuidados devem ser tomados, tais como:
* Irrigação freqüente e abundante da muda (no mínimo em dias alternados) e, quando estiver crescida, na época seca;
* Condução da muda, para que cresça com bom direcionamento e não dobre ou caia. Pode-se conduzir a muda por meio de estacas de madeira ou outro material e realizando-se podas de formação, quando necessário;
* Adubação: pode ser feita com adubo químico, que se encontra à venda em diferentes proporções dos três principais elementos (N-P-K), ou com adubo orgânico, como húmus de minhoca ou esterco curtido. A adubação anual é desejável, pelo menos na fase de crescimento da árvore.
* Cuidados fitossanitários: eliminação de pragas (geralmente insetos), parasitas (como erva-de-passarinho) ou doenças (geralmente fungos) por meio de substâncias apropriadas, adquiridas em lojas especializadas;
* Ampliação do canteiro: é necessário caso se verifique que a árvore está prestes a ser “estrangulada” pela calçada ao redor.

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Grevilha-anã (Grevillea banksii)
Ao escolher a espécie arbórea para sua calçada, você deve considerar os seguintes aspectos:

1 – Adaptação da espécie local
A espécie deve ser adaptada ao clima local e também ser relativamente rústica para resistir a condições adversas (poluição causada por veículos e indústrias, vento, períodos curtos sem rega, etc.
Espécies nativas da região sempre são preferidas, pois já são adaptadas ao clima. Além disso, devemos valorizar a nossa flora e evitar possíveis problemas trazidos por espécies exóticas, como sua proliferação descontrolada (invasão biológica).

2 – Tamanho
Deve ser compatível com a largura da rua e da calçada e com a localização do ramal subterrâneo de água e esgoto do imóvel do local de plantio. Deve permitir o livre trânsito de pessoas nas calçadas, plantando-se no centro do primeiro metro contado a partir da sarjeta (ver seção Calçadas). Assim, é preciso conhecer as características do tronco (tipo de ramificação e diâmetro aproximado da copa da árvore adulta) para evitar a colocação de uma planta muito grande em local em que há pouco espaço.

Quanto à fiação, as concessionárias de energia elétrica da Cidade de São Paulo têm um prazo estabelecido por lei para enterrar a fiação. Por essa razão, a rede aérea não deve ser óbice ao plantio de árvores, uma vez que, sendo seu tempo de crescimento tipicamente de cinco a dez anos, dependendo da espécie, até que uma nova árvore se desenvolva, a fiação já deverá ter sido ou estar em vias de ser enterrada.

3 – Características Morfológicas
* Raiz:
deve-se preferir árvores com raízes profundas, pois aquelas com raízes superficiais (como flamboyant, falsa seringueira, figueira) devem ser evitadas, já que podem causar o levantamento da calçada;

* Caule: o caule deve ter fuste único para não impedir o trânsito de pedestres nas calçadas. Caules quebradiços, como do guapuruvu, podem provocar danos a telhados e muros, além de oferecer riscos aos pedestres e veículos. Por outro lado, espécies cujo tronco é muito duro, como o pau-ferro, são resistentes ao ataque por cupins, além de, no caso do exemplo, ainda ser muito ornamental. Há também o problema da altura do fuste, que, se muito baixo, prejudica a passagem de pedestres e pode provocar colisões com veículos, ao estacionarem

* Copa: a forma da copa não diz respeito apenas à ornamentação, mas também ao espaço necessário para a árvore e à oferta de sombra. As copas podem ser: arredondadas (ex: quaresmeira e cássias), horizontais (ex: flamboyant-anão), piramidais (ex: sucupira), colunares (ex.: cipreste), pendulares (ex: chorão).

* Folhas: existem espécies de árvores que perdem suas folhas numa determinada época do ano (caducas, ex.: paineira, ipê, tipuana, resedá, plátano) e outras que conservam suas folhas (perenes, ex.: quaresmeira, flamboyant-anão). Árvores caducas com folhas pequenas devem ser evitadas próximas a telhados, pois suas folhas podem entupir calhas, além de bueiros. Há também espécies com folhas ornamentais, coloridas ou variegadas (ex.: eritrina verde-e-amarela).

* Flores: as flores são sempre um dos principais itens na escolha da espécie, por sua cor, tamanho, odor, intensidade da florada. Além do aspecto ornamental, as flores também atraem pássaros e abelhas, que vêm em busca de néctar e pólen. Algumas espécies de árvores mantêm suas flores durante alguns meses (ex.: quaresmeira, manacá-da-serra) ou apenas por algumas semanas (ex.: ipê-amarelo).

* Frutos: o tamanho e o tipo do fruto devem ser considerados. Deve-se evitar o plantio de espécies com frutos grandes e carnosos em vias urbanas, pois sujam calçadas e podem atrair ratos e insetos, que podem atuar como vetores de doenças
(ex: mangueira, abacateiro). Espécies com pequenos frutos são preferíveis (ex: pitangueira, aceroleira, araçá), pois são ornamentais e atraem pássaros.

Uma relação não exaustiva de espécies arbóreas utilizadas em arborização urbana pode ser encontrada na tabela abaixo.

Nome popular Nome científico
Aceroleira Malpighia emarginata
Aldrago Pterocarpus violaceus
Alecrim Senna multijuga
Alecrim-de-
campinas
Holocalix balansae
Araçá Psidium cattleianum
Aroeira-pimenteira Schinus terebenthifolia
Aroeira-salsa Schinus molle
Canafístula Senna multijuga
Canelinha Nectandra megapotamica
Caroba Jacaranda brasiliana
Chuva-de-ouro Cassia ferruginea
Copaíba Copaifera langsdorffii
Dedaleiro Lafoensia pacari
Falsa murta Murraya exótica
Flamboyant anão Caesalpinia pulcherrima
Grevílea anã Grevillea banksii
Hibisco Hibiscus rosa-sinensis
Ipê amarelo-
cascudo
Tabebuia chrysotricha
Ipê-branco Tabebuia roseo-alba
Ipê-roxo Tabebuia avellanedae
Jacarandá-mimoso Jacaranda mimosaefolia
Magnólia-amarela Michaelia champaca
Manacá-da-serra Tibouchina mutabilis
Manduirana Senna macranthera
Mirindiba-rosa Lafoensia glyptocarpa
Oiti Licania tomentosa
Pata-de-vaca Bauhinia forficata
Pau-brasil Caesalpinia echinata
Pau-de-formiga Triplaris brasiliana
Pau-ferro Caesalpinia ferrea
Pau-viola Cytharexillum myrianthum
Pitangueira Eugenia uniflora
Quaresmeira Tibouchina granulosa
Resedá Lagerstroemia indica
Saponária Sapindus saponaria
Sassafrás Ocotea pretiosa
Sibipiruna Caesalpinia peltophoroides

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Hydrangea-01

A hortênsia é uma planta muito atrativa para decorar devido às suas grandes e formosas flores que crescem durante a primavera . Como não se adaptam às outras estações do ano, estas flores só se mantêm durante esta época. Durante o resto do ano, a hortênsia deve ser cuidada e tratada para estar bem preparada para a próxima floração. Vamos então às instruções para que isso aconteça:.

- A hortênsia é uma planta que precisa de muita luz, por isso durante a primavera como desfrutamos de muita luz solar, é necessário que o vaso esteja localizado onde haja sol, para que aproveite a energia da luz solar tão favorável para seu crescimento.

- Durante a noite, quando terminar as horas de luz, faça o possível para que a hortênsia esteja em um local fresco . Não submeta a planta constantemente a temperaturas altas.

- Para mantê-las sempre frescas, é aconselhável, durante a época de maior calor, regá-las todos os dias . Também não abuse da água para que não chegue a apodrecer, mas tente não manter a terra sempre úmida.

- Recomenda-se que esteja sempre que esteja constantemente pendente do vaso e que tire todas as ervas daninhas  que crescem à seu volta. Isso dará força e energia para o crescimento da planta. Além disso, tente podá-la constantemente e fazer com que o crescimento esteja centralizado em 3 talos. Desta forma, acumulará neles toda a força e energia e crescerão fortes.

- Antes da época de temperaturas muito baixas e possíveis geadas, mude sua hortênsia para uma área interna. A planta é muito sensível ao frio extremo e pode morrer. Evite o frio para que na época da primavera ela cresça e dê muitas flores.

- Quando a hortênsia estiver em uma área interna nas estações frias, tente fazer com que receba um pouco de luz solar de forma indireta. Isso ajudará a manter a energia e vida e a conservá-la melhor durante esses meses tão duros para ela.

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