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cacto

Espinhos sem dor
- Se os espinhos de um cacto ficarem espetados na sua pele, retire-os com a ajuda de uma fita adesiva. Basta encostá-la várias vezes no local afetado, até que os espinhos saiam.

Manutenção sem se machucar
- Para mudar um cacto de vaso sem se machucar passe uma faca ao redor do torrão e retire a planta, enrolando-a em uma tira de jornal.

- Se a terra estiver muito compactada, pressione o furo de drenagem com um bastão, para soltar o torrão.

A importância dos pedriscos
- Sempre utilize pedriscos com cactos. No fundo do vaso, eles evitam que as raízes da planta saiam pelo orifício de drenagem. Por cima da terra, impedem que as regas apodreçam a base do caule dos cactos. Além disso, eles deixam o vaso mais bonito.

A medida ideal
- Ao fazer o transplante de cactos para um outro vaso, não é preciso exagerar no tamanho do recipiente: de 2 a 4 cm de sobra entre a planta e a borda do vaso já são suficientes.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Crisantemos
Na hora de começar ou renovar um jardim a dúvida é sempre a mesma: que flores plantar e qual a melhor época para cada tipo. Para ajudá-lo nessa tarefa, foi selecionada algumas boas opções para o seu jardim, indicando qual o mês mais indicado para o plantio de cada uma. Confira:
Janeiro: Cravina, prímula, pomponete, sálvia, beijinho, petúnia, tagetes, dália anã, alyssum, estaca de azaléia, portulaca;

Fevereiro:
Boca-de-leão, cravina, repolho ornamental, beijinho, aster, rainha margarida, lobélia, petúnia, sálvia, tagetes;
Março: Phlox, tagetes, cravina, boca-de-leão, repolho ornamental, aster, rainha margarida, lobélia, beijinho;

Abril: Phlox, tagetes, cravina, boca-de-leão, junquilho (bulbo), repolho ornamental, lobélia, beijinho;

Maio: Junquilho, phlox, cravina, alyssum, dália, calêndula;

Junho: Phlox, cravina, alyssum, dália, calêndula;

Julho: Alyssum, begônia, tagetes, sálvia, cravina, phlox, aster, rainha margarida, verbena;

Agosto: Sálvia, petúnia, alyssum, tagetes, pomponates, begônia, dimorphoteca, ageratum, colleus, dália anã, lobélia, calêndula, phlox, portulaca, aster, rainha margarida, gomphrena, verbena;

Setembro: Sálvia, petúnia, gomphrena, tagetes, colleus, lobélia, dimorphoteca, calêndula, portulaca, begônia, dália anã, crista-de-galo, celósia, alyssum;

Outubro: Sálvia, petúnia, crista-de-galo, gomphrena, portulaca, tagetes, colleus, dália anã;

Novembro: Sálvia, petúnia, crista-de-galo, gomphrena, prímula, portulaca, tagetes, dália anã;

Dezembro: Sálvia, petúnia, crista-de-galo, prímula, tagetes, dália anã, alyssum;

Inverno: Basicamente amor-perfeito, cravina e repolho ornamental;

Primavera: Petúnia, sálvia, tagetes, dália anã, phlox, calêndula, pomponete, gomphrena.

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antúrios

Mesmo em espaços reduzidos é possível ter um cantinho ‘verde’, basta escolher a planta que se adapte às condições de cada ambiente

Mesmo num pequeno apartamento ou num cantinho do escritório, é possível, de maneira simples e sem maiores despesas, o cultivo de plantas. Tudo o que você precisa fazer é escolher as que se adaptem às condições que o local tem a oferecer.

Dentro de casa elas terão de suportar um nível de luminosidade inferior ao que receberiam no ambiente natural, contarão com menos umidade e terão espaço reduzido para suas raízes (já que serão cultivadas geralmente em vasos e jardineiras).
É possível fazer uma classificação simplificada das espécies, de acordo com o nível de luminosidade. Se o vaso ou jardineira estiver próximo à janela poderá ser classificado como ensolarado (se estiver na face norte), meia-sombra (nas faces leste ou oeste) ou sombreado (na face sul).

A irrigação segue a mesma regra das plantas que estão ao ar livre. As regas não deverão ser mais espaçadas do que requer cada espécie, nem mais abundantes do que ela necessita, porque isso pode ocasionar o apodrecimento das raízes. para evitar que isso aconteça, é importante tomar muito cuidado com relação à drenagem dos vasos e jardineiras, utilizando no fundo dos mesmos, argila expandida ou cacos de cerâmica, evitando assim o acúmulo de água nas raízes.

Plantas de pleno sol - Necessitam de quatro hora diárias de sol direto.
Ixora (Ixora ssp); Buxinho (Buxus sempervirens); Azaléia (Rhododrendon spp); Onze-Horas (Portulaca ssp); Gerânio (Perlagonium ssp), entre inúmeras outras.

Plantas de meia-sombra - Não recebem sol direto em nenhuma parte do dia, no entanto, precisam de pelo menos quatro horas diárias de luz indireta.
Violeta-Africana (Saint-paulia ionantha); Antúrio (Anthurium andreanum); Peixinho (Nemanthus spp); Lírio-da-Paz (Spathiphyllum wallisi); Cheflera (Schefflera arborícola); Begônia (Begônia ssp), entre outras.

Plantas de sombra - Recebem apenas luz difusa, entre quatro e seis horas por dia, sem sol ou claridade direta.
Jibóia (Epipremnum pinnatum); Palmeira-Ráfis (Rhapis excelsa); Singônio (Singonium angustatum); Café-de-Salão (Aglaonema ssp).

Temperatura
Quase todas as plantas se desenvolverão bem numa sala a uma temperatura de 20º C. Os cômodos com janelas envidraçadas são um pouco mais frescos, e muitas plantas se beneficiam com isso.

As plantas grandes em geral preferem condições mais frias e crescem melhor num hall, num corredor, num quarto pouco aquecido ou em algum lugar semelhante.
No inverno muitas plantas passam por um período de repouso no qual os requisitos de temperatura e luz – e consequentemente umidade – são menores. Quando uma planta precisa de um período de repouso, é aconselhável a temperatura mínima de inverno.

Água
O teor de umidade da terra do vaso é talvez mais importante que qualquer outra coisa, mesmo a temperatura adequada. As plantas colocadas em vasos pequenos, especialmente, podem ficar muito secas ou muito úmidas, e nos dias de sol talvez seja necessário aguar três ou quatro vezes ao dia, principalmente se os vasos forem de cerâmica. Vasos de plástico não permitem a evaporação, conservando assim, de certo modo, o nível de umidade do solo.

Se uma planta mantém-se mais seca do que o necessário, as folhas se enrolam e eventualmente caem, ao passo que, se a terra está demasiadamente encharcada, o crescimento é prejudicado, as folhas permanecem pequenas e o solo se cobre por um fino musgo verde.

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PEPEROMIA-INCANA
Ao cultivarmos plantas precisamos sempre ter em mente que estamos tratando de um ser vivo, que necessita de condições básicas para a sua sobrevivência,
como água, nutrientes e iluminação.

Nenhuma planta é capaz de crescer sadia com a ausência de luz, fundamental para o seu desenvolvimento. Algumas plantas conseguem viver com iluminação indireta, enquanto outras precisam de várias horas de exposição ao sol. Uma série de processos e reações que envolvem a sobrevivência de uma planta depende da energia que ela absorve da luz. Dentre estes processos, podemos citar a fotossíntese.

O tempo necessário de exposição à luz pode variar de planta para planta e o mesmo pode ser dito com relação à intensidade de luz. Plantas suculentas como os cactos, por exemplo, necessitam de luz solar direta pelo menos 5 horas por dia, enquanto que outras nem resistem à exposição aos raios solares diretos.

Veja a seguir a necessidade de luz de alguns tipos de planta, mas antes lembre-se:

- As plantas tendem a crescer sempre na direção da fonte de iluminação, por isso, para que cresçam de maneira uniforme, o ideal é girar o vaso periodicamente;

- Plantas bem adaptadas não precisam de mudanças. Evite mudá-las bruscamente de local, tentando manter os vasos sempre recebendo luminosidade uniforme de acordo com suas necessidades, pois as plantas podem se ressentir com as variações de luz.

Luz solar direta várias horas por dia
. cactos e suculentas em geral
. agave (Agave)
. cravina (Dianthus barbatus)
. crista-de-galo (Celosia)
. cróton (Crodiaeum)
. dracena (Dracaena)
. camarão-amarelo (Pachystachys lutea)
. boca-de-leão (Anthirrhinum majus)
. amarílis (Hippeastrum reginae)
. escovinha (Centaurea cyanus) * alamanda (Allamanda cathartica)
. babosa (Aloe vera, Aloe barbadensis)
. lanterninha-japonesa (Abutilon megapotamicum)
. sininho (Abutilon striatum)
. acácia-mimosa (Acacia podalyriaefolia)
. dália (Dahlia hibrida)
. papiro (Cyperus papyrus)
. lantana (Lantana camara)

Luz indireta e intensa
. coléus (Coleus blumei)
. arália (Fatsia japonica)
. espada-de-são-jorge (Sanseveria)
. jibóia (Philodendron oxycardium)
. maranta (Marantha)
. peperômia (Peperomia scandens)
. ciclame (Cyclamen persicum)
. gloxínia (Sinningia speciosa)
. agapanto (Agapanthus africanus)
. alstroméria (Alstroemeria pelegrina)
. begônia (Begonia)
. tinhorão (Caladium bicolor)
. calceolária (Calceolaria herbeohybrida)
. clívia (Clivia miniata)
. brinco-de-princesa (Fuchsia hibrida)
. flor-de-cera (Hoya carnosa)
. nandina (Nandina domestica)
. campainha ou ipoméia (Ipomoea tricolor)
. maria-sem-vergonha (Impatiens walleriana)
. beijo-de-frade (Impatiens balsamina)

Luz indireta não muito intensa
. aspargo (Asparagus)
. antúrio (Anthurium andreanum e Anthurium scherzerianum)
. violeta-africana (Saintpaulia ionantha)
. chifre-de-veado (Platycerium)
. singônio (Syngonium)
. asplênio (Asplenium nidus)
. melindre (Asparagus setaceus)
. calatéia (Calathea)
. fitônia (Fittonia verschaffeltii)
. filodendro (Philodendron scandens)
. árvore-da-felicidade (Polyscias fruticosa)
. alumínio ou piléia (Pilea cadierei)

Sombra, com pouca luminosidade e ar úmido
. samambaia-americana (Nephrolepsis exaltata)
. avenca (Adiantum raddianum)

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Odontoglossum vuylstekeara

Motivo
O fato de um PH mais ácido provocar a queima das raízes e o amarelamento das folhas pela falta de absorção de nutrientes desencadeando um quadro onde diversas suposições são consideradas antes mesmo de efetuar a correção do meio.

Porque da acidez
Existe uma tendência natural do substrato das orquídeas a ficarem ácidas com o tempo . Isto ocorre principalmente pelo emprego da água e da presença dos sais minerais encontrados nos diversos produtos de adubação e também devido ao próprio substrato que vai deteriorando com o tempo liberando pequenas concentrações ácidas para o meio.,

Como corrigir
Eu tenho empregado cinzas de carvão vegetal devido a menor presença de enxofre que pode ser altamente prejudicial as plantas.
As cinzas tem como componente principal o carbonato de potássio, que é bastante solúvel em água e portando de fácil interação com o meio. Correções brusca de PH não é indicado para as plantas, logo o ideal é colocar um pouco de cinza nos cantos do vaso e deixar que a própria rega se encarregue de liberar os compostos. Lembre-se que o potássio é componente da formulação NPK, logo se voce tem adubado a planta rotineiramente com formulações equilibradas, procure utilizar durante a correção uma formula com menos K (potássio).

Como Fazer
Prepare as cinzas queimando num recipíente apropriado uma certa quantidade de carvão vegetal comum. Procure fazer durante o meio da semana para não sentir motivado com o carvão aceso e abrir uma cerveja. Com certeza isto levaria a uma picanha na grelha ou até mesmo numa linguiça daquelas gordas e com bastante tempero. Nada contra o churrasco, muito pelo contrário, mas no nosso caso a presença de gorduras no meio das cinzas e altamente prejudicial as plantas.
Depois de gerar as cinzas deixa esfriar e em seguida guarde num pote fechado para evitar contaminação ou até mesmo a umidade. Os restos de carvão que sobrar da combustão você pode triturar e usar no meio dos novos substratos que voce for empregar para plantar novas orquídeas.

No vaso

Coloque uma colherzinha de chá de cinza em volta do vaso, procurando sempre evitar o contato direto com as raízes e também com as folhas das plantas.

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P.lambertii
Família:
Podocarpaceae
Nomes Populares: Pinheiro-bravo, pinheiro-do-mato, pinheirinho, pinho-bravo

Árvore de 8 a 25 m de altura, com tronco geralmente tortuoso, inclinado e curto, com casca pardacenta, levemente fendilhada, descamando-se em lâminas finas, que ficam mais ou menos soltas na árvore, caindo aos poucos e com as pontas dobradas para cima. Suas folhas são simples, alternas, lineares, coriáceas, de 3-7cm de comprimento e 0,4 cm de largura.

Trata-se de uma planta dióica. As estruturas femininas são solitárias, axilares, com pedúnculo delgado e carnoso de até 15 mm de comprimento. Os cones masculinos são umbeliformes, formados de até 6 amentilhos, com pedúnculo delgado de até 10 mm de comprimento. Por ser uma gimnosperma não apresenta frutos, mas seus pedúnculos carnosos e suculentos, de cor azulada ou roxo-escura são considerados pseudofrutos. Na extremidade destes ficam as sementes, uma por pedúnculo. A floração ocorre de setembro a dezembro e os pseudofrutos amadurecem de fevereiro a maio.

Perenifólia, heliófila e bastante rústica, ocorrendo sobre solos de baixa fertilidade e bem drenados. Apresenta dispersão descontínua e irregular, ocorrendo em certos pontos em agrupamentos quase puros. É encontrada principalmente em associações secundárias, sendo menos freqüente no interior da floresta clímax. Suas sementes são disseminadas por pássaros.

Ocorrência natural de Minas Gerais e Rio de janeiro até o Rio Grande do Sul. No Paraná ocorre exclusivamente na Floresta Ombrófila Mista e em alguns casos inicia a sucessão florestal primária em campos naturais (Estepe Gramíneo-lenhosa).

Árvore ornamental muito indicada para o paisagismo em geral. Seus pseudofrutos são comestíveis, servindo de alimento tanto para homens como animais silvestres, sobretudo pássaros. A madeira é apropriada para carpintaria comum, confecção de compensados, palitos de fósforo, brinquedos, lápis, forros e guarnições, sendo adequada também, para a produção de aglomerados, papel e celulose. O cozimento das folhas é usado no combate a anemias, doenças de glândulas e astenia. A resina é anti-catarral e usada também no tratamento de afecções da bexiga. É depurativo e estimula a sudorese. Os brotos das folhas dão um bom xarope, fortificante e estimulante.

As sementes têm viabilidade de armazenamento em camara fria superior a 6 meses. A germinação inicia-se entre 20 a 80 dias após a semeadura, apresentando poder germinativo geralmente superior a 50%. As mudas podem ser plantadas no campo após cerca de 8 meses e seu desenvolvimento é moderado.

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Rubus brasiliensis

Família: Rosaceae
Nomes Populares: Amora-verde, amora-branca, amora-do-mato

Arbusto espinhoso de ramos escandentes com altura variando entre 1 a 2 m. As folhas são compostas, geralmente com três folíolos de margem serreada e espinhos no pecíolo e nas nervuras principais.

Apresenta flores brancas reunidas em inflorescências paniculares terminais que se formam em diferentes épocas do ano, principalmente no verão. Os frutos são verdes (mesmo maduros), se sabor doce e muito agradável, sendo comum a maturação no final do verão.

Características Ecológicas:

Pioneira, heliófila e pouco exigente quanto às condições do solo. Muito comum em clareiras ou bordas de floresta, caracterizando comunidades vegetais nos estágios inicial e médio da sucessão.

Sua ocorrência vai de Minas Gerais até o Rio Grande do Sul. No Paraná ocorre na Floresta Ombrófila Mista e na Floresta Estacional Semidecidual.

Além de seu potencial ornamental, pelas belas flores e possibilidade de formação de cercas vivas, também é muito relevante pelo sabor de seus frutos, consumidos em estado natural ou na forma de geléias. Os frutos servem ainda como atrativos para a fauna silvestre.

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dicas

Você já regou, podou, trocou de vaso, mas nada adianta: sua planta continua amarelada e ressecada, como se fosse palha. Já pensou que talvez, ela esteja em um lugar não muito adequado e, por isso, sofre com as condições impróprias para o cultivo?
Neste texto algumas explicações do que levar em conta ao criar uma espécie em casa.

Preparando o terreno
Antes de ter uma planta em casa, reflita sobre quais serão as suas necessidades e as da espécie com a qual você pretende conviver. Lembre-se de que algum tempo deverá ser dedicado a cuidados especiais, como poda, rega e troca esporádica de terra. Além disso, elas apreciam estar em espaços compatíveis com seus tamanhos e expostas a condições de umidade, luminosidade e ventilação adequadas. Por isso, conheça bem a espécie, buscando o máximo de informações possível, e verifique se é adequada à realidade do seu lar e da sua rotina. Cada planta possui uma necessidade de luz, algumas não resistem a ventos fortes ou determinados tipos de clima. E devem ser bem escolhidas para evitar que venham com pragas.

Cada caso, um vaso
Sempre coloque a planta em um espaço correspondente ao seu tamanho quando adulta, para evitar  que a raíz se enovele. Escolha substratos que permitam a respiração fácil das raízes, que tenham boa drenagem e retenham nutrientes e água em boa quantidade. Os substratos são misturas de dois ou mais componentes, podendo ser um deles o solo mineral, que dão as condições físicas e químicas favoráveis à planta.
As plantas dentro de casa consomem rapidamente os nutrientes do substrato onde estão plantadas, por isso é interessante que seja jogado sobre a terra, a cada três meses, um adubo mineral do tipo NPK 10-10-10. É possível encontrar no mercado uma série de adubos balanceados e com instruções detalhadas de uso, no rótulo.

Água na medida certa
A drenagem da água é super importante também, e tanto o excesso quanto a falta são prejudiciais à planta. Portanto, sinta diariamente a umidade da terra com a ponta dos dedos. Faça furos no vaso, aplique uma camada drenante (uma cobertura de pedras e areia no fundo) e depois coloque a terra com a muda por cima. Grande parte das plantas cultivadas em casa vem da Mata Atlântica, onde o calor e a umidade são muito elevados. Assim casas com sistema de ar condicionado são pouco propícias para o cultivo, porque reduzem a úmida relativa e a temperatura dos ambientes. Se você sentir que o espaço está seco, borrife água nas folhas, para equilibrar a umidade. Cada espécie deve ser irrigada de maneira diferente.

Por isso, mais uma vez, é necessário conhecer bem a planta antes de levá-la para casa. Uma calanchoê, por exemplo, não necessita de tantas regas quanto um lírio da paz – que pede solo úmido e irrigações constantes.

Luz é essencial
Não é possível cultivar plantas sem luz, portanto, em ambientes muito escuros, elas não ganham boa aparência. Em interiores, a luz indireta abundante é a melhor opção para as plantas. Luz direta sobre elas pode provocar queimaduras. Uma boa dica para que o verde receba luz de forma uniforme é rotacionar o vaso de tempos em tempos, assim, o crescimento será mais homogêneo.

Sem bichinhos
É muito comum que as plantas domésticas sofram ataques de predadores por estarem fora de seu habitat natura, insetos ácaros e fungos dever ser, preferencialmente, combatidos com produtos naturais, com nenhuma ou baixa toxicidade, por causa das pessoas e dos animais que convivem com elas. Uma receita caseira (existem várias) pode ser utilizada nesses casos. Faça uma mistura de:
1 litro de água
1 colher (sopa) de sabão em pó (ou de coco) e,
1 colher (sopa) de álcool.
Essa mistura deve ser borrifada sobre a planta afetada para eliminar insetos menos resistentes. O óleo de Nim é considerado um dos biopesticidas mais potentes. Misturado à água, em proporções adequadas ao porte da planta, pode combater mais de 200 espécies de insetos, e ainda tem ação fungicida.

Casa arejada
Ventos fortes são nocivos às plantas, já que são capazes de rasgá-las e desidratá-las. As espécies que se adaptam a essas condições são as folhas menores. Contudo, ambiente arejados são os preferidos das espécies, pois o ar é renovado constantemente, facilitando sua respiração.

Cuide bem
Naturalmente, casas n/ao são meios ideais para as plantas. E, se a vontade de cultivar alguns exemplares para deixar seu lar mais verde, carinho e cuidado são os melhores ingredientes que você pode oferecer. É um organismo que precisa ser observado com bastante frequência.

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acácia rubra

Descrição de algumas espécies de árvores que mais nos interessam, pois se desenvolvem muito bem em nosso clima.

Acácia mimosa – Árvore altamente ornamental, exótica, com folhas perenes, cor acinzentada e com florescimento no mês de Agosto. Flores amarelas. É recomendada para o plantio em jardins, praças, ruas e margens de estradas, e deve ser plantada em solos profundos, e não tolera excesso de umidade.

Açoita cavalo – Árvore grande de até 16 m de altura e seu florescimento se dá nos meses de Janeiro e Fevereiro. Espécie florestal, nativa, com folhas caducas. É altamente recomendada para plantio nas margens dos rios, pois abrigam frequentemente entre sua folhagem, orquídeas, bromélias, parasitas e pequenos animais dos mais variados. Produz flores roxas e brancas muito procuradas pelas abelhas.

Álamo – Árvore exótica, florestal, com folhas caducas e de crescimento muito rápido. Requer solos com boa fertilidade e é recomendada para locais baixos, inclusive úmidos.

Cangerana – Árvore nativa florestal e aprecia terras secas e argilosas. A madeira é vermelha escura, com tonalidade marrom sendo resistente a insetos e mau clima. A espécie tem florescimento em duas épocas, uma em Fevereiro e outra de Setembro a Outubro.

Camboatá – Árvore florestal nativa, de folhas perenes e de crescimento lento. Altamente ornamental e seu porte é de médio a grande. Suas flores desabrocham na Primavera e são muito apreciadas por abelhas, e seus frutos por algumas espécies de pássaros.

Canafístula – Árvore florestal nativa, com folhas caducas e de crescimento muito rápido. É de grande porte e altamente ornamental pelas folhas verde-escuras, lustrosas e pelas exuberantes flores amarelas que desabrocham a partir de Janeiro. Recomenda-se o seu plantio em maciços densos, em jardins, praças, parques e margens de rodovias.

Canela amarela – Árvore florestal nativa, de grande porte, floresce na primavera. De crescimento rápido e é recomendada para reflorestamento em qualquer localização, inclusive para arborização de olhos d´água e vertentes. Os frutos são bastante apreciados por pequenos animais silvestres.

Caroba – Árvore nativa, florestal, espécie de porte médio a grande, de crescimento rápido e com folhas caducas. Desenvolve-se bem em solos profundos e férteis não tolerando umidade excessiva. A floração ocorre nos meses de Outubro e Novembro, sendo muito ornamental com suas exuberantes flores azuladas.

Cássia aleluia – Árvore altamente ornamental, exótica, de porte médio, com folhas caducas e flores amarelas. A floração ocorre nos meses de Dezembro e Janeiro. Seu plantio pode ser especificado para praças, jardins, ruas e margens de estradas. Crescimento muito rápido, produz flores a partir do segundo ano após plantio. É sensível às geadas.

Cássia imperial (chuva de ouro) – Árvore altamente ornamental de crescimento rápido, porte médio, com folhas perenes e flores amarelas muito marcantes. Recomenda-se para arborização de ruas, avenidas, parques, praças e jardins. É muito sensível ao frio.

Catalpa – Árvore florestal e ornamental exótica, de crescimento rápido, com folhas verde-amareladas e caducas. Produz vistosas flores brancas. Espécie altamente recomendada para reflorestamento, arborização de ruas, parques e jardins.

Cedro – Árvore florestal nativa com folhas caducas e de grande porte. Ornamental com florescimento em setembro e outubro. Adapta-se bem a solos férteis, mas sem umidade excessiva. Por isso recomenda-se o plantio em áreas mais altas.

Cerejeira – Árvore de porte médio, excelente espécie ornamental, frutífera, nativa, com folhas perenes e flores brancas e com crescimento lento. Deve ser plantada em locais baixos, mas sem umidade excessiva. Indicada para arborização de margens de rios, vertentes, olhos d’água e açudes. Seus frutos são muito apreciados por pássaros, peixes e pelos pequenos animais silvestres. Pode-se recomendar para o enriquecimento de matas.

Cinamomo sombrinha – Árvore ornamental exótica com folhas caducas e de rápido crescimento. Floresce nos meses de primavera e é resistente a geadas. Fornece boa sombra, indicada para  arborização de margens de estradas e de estacionamentos. Evitar seu plantio em ruas calçadas, devido ao vigor de suas raízes.

Cocão – Árvore frutífera, nativa e florestal. Espécie com folhas permanentes, pode ser usada para sombreamento, quebra-ventos e abrigos. Seu crescimento é médio e atinge uma altura de 7 a 8 m de altura. Seus frutos são muito apreciados pelos pássaros.

Erva-mate – Árvore florestal nativa de porte médio com folhas perenes e de crescimento lento. Prefere solos profundos e de boa fertilidade, não tolera solos úmidos. Nos primeiros anos é sensível a geadas, motivo pelo qual deve ser protegida. Serve para formar a “saia-baixa” de quebra-ventos. Seus frutos são muito apreciados pelos pássaros, principalmente pelo sabiá. Pode-se recomendar seu plantio para fins comerciais (chimarrão), e pela beleza da árvore como ornamental em ruas, praças, parques e margens de estradas.

Figueira – Árvore nativa, frutífera silvestre, grande porte, tronco curto, folhas perenes, altamente ornamental. Os frutos são muito apreciados pela fauna nativa, bastante sensível ao frio e de crescimento rápido. Espécie recomendada para enriquecer parques, praças e beira de estradas.

Guapuruvu – Árvore florestal e ornamental de crescimento muito rápido. Perde suas folhas nos meses de inverno, na primavera aparecem as flores amarelas, em cachos. Prefere solos férteis, sendo muito sensível às geadas. Altamente recomendada, pela sua imponência, na arborização de praças e parques. Madeira muito mole, por isso cuidar onde plantar o citado vegetal.

Ingá – Árvore frutífera nativa, com folhas perenes e de rápido crescimento. Produz frutos apreciados pelos pássaros, animais silvestres e pelo próprio homem. É muito ornamental pela exuberância de sua copada e pela sombra que fornece. Pode-se recomendar seu plantio nos olhos d’água, vertentes, margens de rios, açudes, em praças, jardins e margens de rodovias.

Ipê amarelo ornamental – Árvore nativa, ornamental de porte médio, com fôlhas caducas e de rápido crescimento. Se destaca pela sua farta floração a partir de setembro. Prefere solos profundos, bem drenados e com boa fertilidade. Espécie recomendada para plantio em jardins, parques e para arborização de ruas e avenidas.

Ipê roxo – Árvore florestal e ornamental nativa, de porte médio a grande com crescimento rápido. Folhas caducas e se destaca pela sua floração lilás a partir de Setembro. Prefere solos profundos bem drenados e com boa fertilidade. Pela sua beleza e exuberante floração, recomenda-se o uso em praças, parques e jardins.

Jacarandá – Árvore nativa, ornamental, de crescimento rápido e com folhas caducas. Florescimento em agosto e setembro, com flores roxas. De porte grande, é recomendada para jardins, parques, ruas, avenidas e margens de estradas.

Ligustro – Árvore exótica, ornamental de crescimento rápido e com folhas perenes. Recomendada para arborização de praças, parques e ruas. Tamanho pequeno (arbustiva).

Louro – Árvore nativa florestal cujo tronco alcança diâmetros superiores a 1 m. De crescimento rápido e com folhas caducas. As flores brancas se mostram nos meses de Fevereiro até Abril. Prefere solos profundos, bem drenados e com boa fertilidade.

Manduirana – Árvore nativa, com folhas perenes. Destaca-se pelo seu grande valor ornamental, com floração de cor amarela. Seu crescimento é bastante rápido podendo florescer aos dois anos de idade. Recomendado para arborização de praças, jardins, parques e ruas.

Magnólia – Árvore exótica de rara beleza. Folhas caducas, flores grandes com 2 tipos, um de cor branca e outro roxo, muito aromáticas. Crescimento bastante lento, com porte médio, resistente ao frio. Indicada para arborização de parques, praças e jardins.

Paineira – Árvore ornamental, porte grande, folhas caducas. Rápido crescimento, muito bonita sua estrutura, existindo 3 variedades de tonalidades de cor rosa. A floração ocorre quando caem as folhas, e o vegetal se cobre de flores, é muito marcante sua beleza. Recomendada para arborização de rodovias, parques, praças e jardins.

Pinheiro brasileiro – Árvore nativa, florestal, com folhas perenes. Ornamental, de rápido crescimento. Prefere solos profundos, bem drenados e com boa fertilidade. A araucária quase que dispensa comentários, porque é uma espécie conhecida e admirada no mundo inteiro pelo porte e beleza. Seu fruto (pinhão) é muito apreciado pela gralha, pelo homem e por diversos animais silvestres.

Quebra-foice ou angiquinho – Árvore nativa de porte pequeno, com folhas perenes, altamente ornamental. Recomendada para o plantio em jardins, praças e parques e é resistente às geadas.

Vime chorão – Árvore ornamental exótica de rápido crescimento. De porte médio a grande, perde suas fôlhas no inverno. Vegetal com forma pendular, e se dá muito bem em solos úmidos, por isso pode ser recomendada para arborização de açudes, margens de rios e para o embelezamento de jardins, praças, parques e margem de rodovias.

Sibipiruna – Árvore nativa de folhas perenes e de porte médio. Crescimento relativamente rápido, flores amarelas e sensível às geadas. Ornamental, altamente recomendada para arborização de ruas, parque, praças e jardins.

Timbaúva – Árvore florestal nativa, com folhas caducas. Ornamental, pode ser largamente usada em praças e jardins pela beleza de sua folhagem. Pouco atacada pelas pragas. Tem sombra abundante. Seu crescimento é rápido e se adapta bem a todos os tipos de solos, com exceção dos excessivamente úmidos.

Tipa – Árvore ornamental exótica de porte médio a grande, folhas caducas, e crescimento bastante rápido. Suas flores aparecem em outubro e novembro. Pode ser aproveitada para arborização de ruas, avenidas, parques, praças e rodovias sendo relativamente resistente ao frio.

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OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


cebolinha
Cientificamente chamada de Allium fistulosum, a cebolinha verde é uma planta originária da Ásia que costuma ser muito cultivada no Brasil, devido a sua facilidade de manejo e ao fato de servir como um excelente tempero em vários pratos. Seus “tubinhos verdes” (que são folhas adaptadas de aspecto curioso) podem ser consumidos de diversas formas e ajudam também na saúde das plantas, graças a um efeito repelente que seu cheiro causa a algumas pragas.
Devido a sua baixa estatura e finas raízes, típicas de plantas herbáceas, não é necessário muito espaço para cultivá-la, podendo ser plantada em pequenos vasos ou em canteiros.

Como Plantar a Cebolinha
A propagação destas plantas pode ser feita através da divisão de touceiras ou plantio por semente, no primeiro caso basta separar as diversas plantas que crescem junto em uma área maior, com o tempo a criação ficará mais densa com novos brotos nascendo a partir da rais das plantas originais.
Para realizar o plantio por sementes, devemos inicialmente preparar o solo de modo a garantir uma dose suficiente de nutrientes, o que pode ser obtido pela mistura com um pouco de adubo orgânico. As covinhas devem ser espaçadas cerca de 10 cm umas das outras de forma que a planta tenha espaço suficiente para suas raízes crescerem.

Como Cuidar
O solo deve ser mantido sempre ligeiramente úmido, mas sem nunca encharcá-lo. Por isso evite regar até que o chão comece a criar poças, regando de forma a não deixá-lo que seque é suficiente e não trará problemas como fungos para suas plantas.
Embora a cebolinha possa se adaptar a diversos climas, é aconselhável protegê-la de extremos como geadas, que prejudicam seu crescimento. Após 4 meses do seu plantio já teremos alguns ramos chegando próximos de 20 cm de comprimento, então já podemos começar a extrai-los para utilizarmos em condimentos, preferivelmente faça isso cortando próximos a base e não arrancando, para evitar remover as raízes, que geralmente vão fazer brotar um novo ramo.

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