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Muitos encontram uma flor que querem plantar, fazem um buraco, enfiam a flor no buraco e supõem que ela crescerá. Isso é subestimar o solo. Embora isso possa funcionar se tivermos um solo excelente, a maioria de nós precisa mudar a terra para criar um ambiente para que  as flores e plantas ornamentais se desenvolvam plenamente num jardim, por isto há a necessidade de se prepare adequadamente o solo ou substrato, que é a base das plantas.

O solo é a camada superficial natural da terra de um jardim, geralmente em torno da profundidade onde as raízes das plantas se desenvolvem.

O substrato, diferente do solo, é uma mistura ou meio preparado onde se desenvolvem as raízes das plantas cultivadas fora do solo, mas em ambiente limitado, como em vasos e floreiras.

A função do solo ou do substrato é dar suporte para as plantas, podendo ainda regular a disponibilidade dos nutrientes e da água para as raízes.

Então, como você pode melhorar o solo? O primeiro e mais importante passo é fazer um teste do solo para descobrir o que ele está precisando – e o que não está.

Após esse passo, se realiza a calagem, ou seja, a colocação de calcário na dosagem correta para corrigir o pH do solo. A maioria dos solos brasileiros é acida. Com isso, restarão disponíveis a maior parte dos nutrientes essenciais aos vegetais.

Além da correção do solo é necessária a colocação de adubos contendo todos os nutrientes essenciais para as plantas, como o Nitrogênio, Fósforo. Potássio, Cálcio, Magnésio e Enxofre (que são exigidos em maior quantidade), como também outros nutrientes, como Ferro, Manganês, Zinco, Cobre, Boro e Molibdênio em dosagens menores.

É imprescindível também a adição de matéria orgânica para melhorar as características biológicas e físicas do solo. O importante é a colocação desses insumos após o afofamento do solo e de forma homogênea, sempre antes do plantio. De preferência, de um mês a um mês e meio após a colocação da mistura, e do tipo de calcário que foi utilizado, para que ele reaja no solo.

Por fim começa-se a cavar as covas para o plantio, 20 cm para a maioria das plantas anuais e até 40 cm  para as plantas perenes.

Com todos esses cuidados, vamos garantir um bom desenvolvimento e crescimento das flores e plantas ornamentais no jardim.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


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Essa é a Amarílis, Açucena, Flor-da-imperatriz, cujo nome científico é Hippeastrum hybridum, da família Amarilidáceas e originária do Brasil, Peru e México.
Esta flor tipicamente tropical encantou os europeus a ponto de inspirar por lá a criação de vários híbridos.

O bulbo fica ali durante meses debaixo da terra. Parece que secou e não dá mais sinal de vida, de repente, conforme o inverno vai embora e a primavera recebe seus dias mais quentes, dá para perceber que surge o primeiro verde das hastes. Daí para frente, durante o restante da primavera e todo o verão podemos assistir, numa explosão de flores, a recompensa dos meses em que o bulbo ficou repousando na terra e armazenando energia.

O espetáculo do renascimento da planta pode se repetir por muitos anos, há casos de bulbos capazes de repetir este ciclo por cerca de 10 anos, dependendo dos cuidados que recebem no cultivo. E o resultado aparece sempre na forma de flores exuberantes – algumas chegam a medir 20 cm de diâmetro em cores diversas, que vão do branco ao vermelho intenso, passando pelo rosa, coral e lindos degradês e mesclas.

Também pode ter seu período de florescimento prolongado em regiões onde o inverno não é muito rigoroso.

Para ter sucesso no cultivo das amarílis, o primeiro passo é adquirir bulbos de boa procedência.
Depois, é só seguir algumas regras básicas e aguardar o espetáculo.

Dicas:
* Escolha um vaso com pelo menos 15 a 20 cm de diâmetro, pois os bulbos são grandes. Se for plantar em canteiros ou jardineiras, lembre-se de manter 25 cm de espaçamento entre os bulbos;

* Prepare um substrato com boa drenagem. Existem no mercado produtos já prontos, ideais para canteiros, vasos e floreiras;

* Coloque o substrato para cultivo dentro do vaso, posicione o bulbo deixando a ponta (também conhecida como “pescoço”) para fora e aperte bem a terra ao redor do bulbo;

* A dica para as regas é bem simples: nos meses frios, uma vez por semana e nos meses quentes, de duas a três vezes,

* Mantenha em planta num local com bastante claridade. O cultivo na sombra gera hastes florais esticadas, frágeis e quebradiças.

* Para adubação recomenda-se composto orgânico. Na falta dele, pode-se utilizar NPK 10-10-10 ao redor dos bulbos, sem deixar encostar.

* Depois de cada floração é recomendável cortar as hastes e as folhas amarelas. Neste momento, pode-se retirar o bulbo da terra e extrair os possíveis bulbilhos que se formam ao redor – eles podem ser plantados e gerar novas plantas.

* O bulbo principal deve voltar para a terra e continuar a receber os mesmos cuidados relativos às regas e adubação. Isso vai garantir a energia suficiente para a produção de um novo espetáculo!

Como a planta se desenvolve:
1. Depois de meses repousando, o bulbo começa a brotar ao sinal dos primeiros dias quentes da primavera.
2. Após cerca de 10 a 12 dias surgem as primeiras hastes florais, seguidas das folhas.
3. O crescimento é bem rápido, após cerca de 25 a 30 dias, as flores já começam a se abrir.
4. A floração é intensa e para continuar sadia, a planta deve ser mantida em local bem iluminado.

A floração da planta ocorre de outubro a dezembro, produzindo haste floral com duas, quatro ou oito flores grandes, nas cores vermelha, rosa, coral, mesclada e branca, dependendo da variedade
Deve ser cultivada em solo arenoso e bem drenado, a sol pleno e meia-sombra e regadas  até 3 vezes por semana no verão e uma vez por semana no inverno
Sua multiplicação é feita por divisão de bulbos.

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Oncidium Care

O melhor modo de plantio sem dúvida, seria o xaxim desfibrado, este ainda é o melhor substrato para o cultivo de orquídeas, mas não se encontra mais, e a vigilância no corte dos troncos da planta samambaiaçu está mais rigoroso.

Devemos dar preferência a vasos de cerâmica bem porosos. Para as plantas que gostam de mais umidade, podemos usar vasos de plástico. Mas para aquelas plantas que gostam de ter suas raízes aéreas, o ideal é o cachepô (cesto de madeira em sarrafinhos).

Quando cultivar as plantas em vasos, de cerâmica redondo, com furo no fundo e nas laterais, ou cônicos e também no de plástico, não se esqueça de colocar no fundo, em até um terço do recipiente, cacos de cerâmica limpos e picados, ou brita, ou isopor picado, ou ainda pedregulhos (pedras quando é peneirada a areia grossa) que é de bom resultado para obter perfeita drenagem. Os seedlings (plantas pequenas que ainda não floresceram) prosperam melhor em pequenos vasos plásticos e que tenham como substrato o Sphagnum vermelho (procedente do litoral).

1- Deixar o coco desfibrado, a casca de pinus, as folhas secas e o próprio vaso de molho, no mínimo uma hora, com água sanitária (1/3 de copo para 8 litros de água). Enxaguar em água limpa, quantas vezes for necessário, para retirar os resíduos da água sanitária;

2 – Utilizar o item anterior úmido (já escorrido);

3 – A ordem do substrato no vaso:
a) Uma camada de coco desfibrado.
b) Uma camada de casca de pinus.
c) Uma camada de folhas secas.
d) Uma camada de carvão triturado (moinha de carvão).
e) Meia colher (sopa) de farinha de osso ou outro.
f) Uma camada de coco desfibrado, até faltar dois dedos para preencher o vaso.
g) Colocar a muda já preparada na posição correta e prendê-la.
h) Completar com coco desfibrado (não cobrir totalmente o rizoma).
i) Colocar tutores (caso necessário) e amarrar os caules e folhas (posição vertical).
j) Quando o vaso for de plástico ou de barro (principalmente o cônico), colocar no fundo para drenagem: cacos, britas, pedregulhos, ou equivalentes.

4 – Depois de pronto mergulhar o vaso completo no tanque ou balde, por uns três  minutos até sair todas as bolhas de ar, ou debaixo da torneira, retirar e deixar escorrer.

5 – Permanecer o vaso em lugar coberto, sem incidência do sol direto, por um período de 07 (sete) a 10 (dez) dias.

6 – Nesse período não precisa aguar, somente borrifar as folhas diariamente.

7 – Depois desse período, levar o vaso para o orquidário, evitando o sol direto.

8 – Colocar a etiqueta com:
a) O número do vaso.
b) Data do envasamento.
c) Nome da Orquídea.
d) No verso as datas de floração.

9 – Para melhor controle, usar um fichário com todos os dados da orquídea e seu histórico.

10 – Adubar somente depois de 06 (seis) meses.

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Vandas laranja

A família Orchidaceae é uma das maiores entre as plantas floríferas, e assim representa o grupo mais evoluído na ordem Liliiflorae.

É sempre bom sabermos alguns detalhes básicos das nossas orquídeas, principalmente quando estamos iniciando no agradável hobby do cultivo de orquídeas, então vamos a esses detalhes:

Coluna ou Ginostêmio: Órgão carnudo que se projeta do centro da flor, resultado da fusão dos órgãos masculino (estame) e feminino (carpelo).

Antera: Contém grãos de pólen agrupados em 2 a 8 massas chamadas polínias.

Estigma: Depressão de superfície viscosa, órgão receptivo feminino onde são depositadas as polínias durante a polinização.

Ovário: Local onde se desenvolve a cápsula das sementes após a fecundação. Na maioria das plantas os ovários se apresentam: uniloculador, com placentas destacadas de maneira a se tocarem no centro do fruto. Esses frutos, depois de maduros, fendem-se com três aberturas, permanecendo ligadas na base.
Por essas fendas escapam as sementes, nos dias mais secos, arrastadas pelo vento.Uma semente média pesa aproximadamente cinco miligramas, sendo necessárias cerca de 200.000 sementes para se conseguir 1 g. Genericamente, cada cápsula de semente de orquídea tem entre 300 a 500.000 sementes. Quando visitar um habitat de orquídeas em flor, polinize bastante flores, colaborando com a propagação da espécie.

Sépala dorsal: É a pétala que se localiza acima da flor da orquídea.

Pétala: Como o próprio nome diz, são as pétalas superiores da flor. Existe uma de cada lado.

Sépala lateral: São pétalas que se localizam abaixo das pétalas, uma de cada lado, separadas pelo labelo.

Labelo: É a pétala com formato diferenciado e que se localiza do centro para baixo. Possui, em geral, formato de cone ou canudo. Dentro dele está o órgão reprodutor da orquídea, com a antera, os estigma e a coluna.

Pseudobulbos: Só está presente em orquídeas de crescimento simpodial, ou seja, que se desenvolve na horizontal.

Rizoma: É o eixo de crescimento da orquídea e uma das estruturas mais importantes.

Raízes: Absorventes e aderentes, são responsáveis pela alimentação da planta e por sua fixação.

Gema: São estruturas de crescimento, podem estar ativas ou inativas.

Meristema: Tecido, cujas células estão em constante processo de divisão celular, é uma gema ativa de crescimento da planta. Nas variedades simpodiais é quem norteia a direção do desenvolvimento.

Folhas: Responsáveis pela respiração e alimentação da planta.

Espata: Cabo da flor nasce de uma espécie de folha dupla, que possui formato de faca, esta formação é que recebe o nome de espata.

Pedicelo: É a haste floral.

Bainha: Membrana paleácea que protege a parte externa e inferior dos pseudobulbos. Ela tem a função de preservar as gemas e as partes novas da planta contra os raios solares mais fortes e insetos daninhos. Muitas vezes revestem o rizona e os caules novos, secam mais tarde e se desfazem totalmente. Depois de formado o pseudobulbo é aconselhável rasgar a bainha até o ápice, caso não tenha mais a função. Normalmente as bainhas, por seus formatos diferentes, determinam a classificação de plantas de diferentes gêneros.

Simpodiais: São as plantas que apresentam crescimento limitado, ou seja, após o termino do crescimento de um caule ou pseudobulbo, o novo broto desenvolve-se formando o rizoma e um novo pseudobulbo, num crescimento contínuo. como, por exemplo, Cattleya e Dendrobium, têm um eixo cujo crescimento cessa no fim de cada estação. Na base cresce então um novo ramo, que desenvolve o seu próprio pseudobulbo (caule engrossado, semelhante a um bulbo) e, eventualmente, a sua própria flor.

Monopodiais: São plantas com crescimento ilimitado, ou seja, com crescimento contínuo. Suas folhas são lineares, rígidas e carnosas, muitas vezes sulcadas ou semi-cilíndricas e dispostas simetricamente no caule da planta. como, por exemplo, Vanda e Phalaenopsis, têm um caule que cresce continuamente ano após ano, produzindo hastes florais a partir das axilas das folhas, ou opostas a elas.

Cápsula: Quando ocorre a polinização, o estigma se fecha, a flor começa a secar e o ovário inicia a formação da cápsula, que contem as sementes, até 500 mil ou mais. Leva de 6 meses a 1 ano até o amadurecimento.

Flor: Desde os tempos do paraíso terrestre o homem vive no meio de flores. Tudo isso não foi feito por acaso, não é um simples divertimento da Natureza, um simples prazer para os olhos humanos, mas sim para atrair seus agentes fecundadores.

Folhas: As folhas das orquídeas apresentam grande variedade. Existem folhas laminadas, de consistência coríacea (ligeiramente semelhante à consistência do couro), que armazenam água. Outras de folhas finas (como as Miltonias e alguns Oncidiuns) bastante sensíveis. Outras folhas, ainda, são caducas e caem quando o pseudobulbo completa o seu ciclo vegetativo (Catasetuns e Dendrobiuns do grupo Nobile). A folha é uma defesa da planta contra o excesso de transpiração, evitando perda de água e propiciando maior resistência à seca.

Pelo colorido das folhas podemos saber se as plantas estão recebendo luminosidade adequada. Quando amarelas ou amareladas, estão sendo cultivadas com muita luz. Se estiverem de cor verde escuro falta luminosidade para a planta.

As folhas devem ser mantidas sempre bem limpas para poderem respirar através dos Estômatos que se alojam no seu verso.

Cuidado para não expor plantas em pleno sol, pois a queimadura das folhas produz zonas necrosadas irreversíveis, que servem como uma porta aberta para pragas e doenças.

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suculentas

Musgos e limos são dois tipos de seres vivos fotossintetizantes, isto é, que produzem o seu próprio alimento (clorofilados), ou seja, que têm clorofila, sendo geralmente verdes, que vivem em ambientes úmidos ou que ficam úmidos em determinadas ocasiões.

As diferenças entre eles é que os musgos são plantas (briófitas), já os limos são algas (protozoários) por vezes associados com fungos (mixomicetos). Diferenciar os dois não é difícil. Se você consegue perceber folhinhas é musgo, se for apenas algo esverdeado sem estruturas visíveis, é limo. Porém, muitos usam “limo” como sinônimo de musgo ou mesmo de lama.

Eles nascem nos vasos porque muitos desses organismos soltam esporos ou afins que flutuam pelo ar aos bilhões constantemente. Quando uma destas estruturas reprodutivas ‘pousa’ em algum local propício, ela inicia seu metabolismo, ou seja, começa a viver. Geralmente isso é comum em vasos bem úmidos, já que são seres que dependem muito da umidade. Vasos com terra compactada também favorecem seu desenvolvimento, sobretudo dos musgos.

O limo, por ser uma alga, é naturalmente um ser de ambiente aquático, por isso dependem tanto da água.. Ele consegue crescer e se desenvolver nas calçadas, muros, vasos e afins enquanto estes estão muito úmidos. Apesar de estar crescendo em um muro, por exemplo, ele está dentro d’água quando chove ou quando a umidade está alta, pois são organismos minúsculos, e, assim, uma alga pode sobreviver em ambiente terrestre.

Já os musgos, ao contrário das demais plantas, não conseguem transportar água pelo corpo de forma rápida, por isso costumam ser pequenos: Se o topo das folhas estiver perto da parte que está absorvendo água, a distância que esta tem de percorrer é bem mais viável. Além disso, eles não possuem pólen, e para se reproduzir sexuadamente, eles liberam na água seus gametas (células reprodutivas, como os espermatozóides e ovários do ser humano) e estes nadam pelo ambiente até se encontrarem e dar origem a uma nova planta. Algo muito semelhante ao que as samambaias também fazem.

Eles conseguem sobreviver em vasos secos da algumas plantas suculentas, porque estes vasos não estão secos o tempo todo: Eles continuam úmidos por muitas horas após uma chuva ou uma rega, dando tempo do limo e/ou do musgo de nascer e se desenvolver até o momento em que este pequeno ambiente volta a secar e eles entram em dormência. Muitos musgos de desertos podem secar quase completamente, tendo só 5% de água em seus tecidos, para então voltarem a crescer e reproduzir quando finalmente chove.

Mesmo um solo compactado favorece o surgimento e desenvolvimento de musgos e limos, porque quando um vaso de suculentas está com o substrato compactado, a água das regas e das chuvas tende a demorar mais para se infiltrar, e fica por algum tempo ‘empoçada’ na superfície. Quando isso ocorre, além do risco para as suculentas (podridão), o ambiente se torna perfeito para o desenvolvimento dos musgos e limos, e, especialmente, para a sua reprodução. Em solos de cultivo, por exemplo, o surgimento deles permite ao cultivador a perceber que o solo está compactado demais.

Eles não causam nenhum mal às suculentas e às outras plantas porque eles vivem a vida deles sem interferir com a planta, podem até ser benéficos ao solo. Eles, apenas, são indicativos de que talvez o vaso esteja recebendo/mantendo umidade demais para as suculentas.

Os benefícios que os musgos e limos podem trazer às plantas é que, como são seres vivos,  eles produzem matéria orgânica e podem servir de alimento a outros seres. Isso ajuda, ainda que infimamente, a depositar matéria orgânica no solo e a manter uma um solo vivo e ativo. Além disso, dependendo do que se pretende com o vaso, eles podem ter um aspecto atraente e até interessante.

Quando perceber limos e algas nos vasos, não se preocupem, à princípio. Basta verificar se o solo não fica úmido por muitas horas após as regas e se não está compactado.

Uma única exceção digna de nota seria o caso de surgir um outro tipo de briófita: as hepáticas. Estas plantinhas não têm a mesma resistência à seca que seus parentes musgos, e por isso quando conseguem surgir significa que o solo fica úmido por muitas horas após as chuvas. Então, se você vir hepáticas em seus vasos de suculentas, elas estão te dando o sinal de que o substrato pode estar úmido a ponto de fazer mal às gorduchinhas.

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Como é difícil esperar um ano inteirinho para ver as flores de uma orquídea desabrochar, mas vele a pena, seja de mini orquídeas ou de grandes orquídeas o espetáculo é sempre o mesmo. Algumas, frágeis e delicadas, outras, rústicas e extravagantes. Não a quem não se encante com a beleza e o perfume das orquídeas. Sem duvida, elas são as flores mais desejadas. A àquelas que duram poucas horas como e o caso das Sobralias, outras, meses inteiros como acontece com algumas Phalaenopsis.

Todos que colecionam orquídeas têm o desejo que suas orquídeas soltem um grande cacho de flores e que essas flores durem por muito tempo.
Para que isso aconteça algumas dicas:
1- Mantenha sua orquídea na luminosidade ideal. Cada planta tem uma necessidade individual de luz, algumas precisam de pouca luz outras já gostam de baste luz, isso é fundamental para a floração, se você mantiver uma orquídea que gosta de muita luz, dentro de casa, onde tem pouca luz, ela pode não florir, e se florir, não será tudo o que podia ser.

- Espécies de orquídeas que gosta de pouca luz, algo entre 60 e 70%. Ideais para lugares mais fechados como os interiores das casas:
Phalaenopsis; Paphiopedilum

- Espécies que preferem mais luz, luminosidade a 50%:
Cattleya; Laeliocatlleya; Dendrobium; Oncidium; Laelia; Catasetum

2 – Adubações ricas em fósforo.
Uma adubação rica em fósforo 40 dias antes do período que a orquídea vai florir estimula a floração, ajuda a manter as flores por mais tempo alem de aumentar o numero de flores por haste floral.

Veja uma boa formula para estimular a floração.
N = Nitrogênio 4
P = Fósforo 45
K = Potássio 15

Adubos ricos em fósforo terão sempre o número do meio maior do que os outros. Mas não basta cuidar da planta apenas perto de sua floração, plantas bem cuidadas o ano todo florescem melhor. Plantas atacadas por doenças também pode não florir. Se, pretende ter sucesso no cultivo de orquídeas, ou de qualquer outra planta, terra que ser disciplinado.

3 – Evite molhar as flores
Flores que recebem água das chuvas duram menos e quase sempre mancham. A água facilita a ação de fungos. Se tiver como não molhar as flores elas duraram muito mais tempo. Evite também  jogar adubos ou qualquer outros produtos nas flores elas não gostam.

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Mini Amor-perfeito (Viola witrockiana híbrida)

Não há segredos para ter plantas bonitas e saudáveis em casa, basta dar a elas condições próximas ao de seu habitat de origem, ou seja, a composição da terra, a incidência de luz, água e na nutrição.

No cultivo em vasos, prefira recipientes de barro ou cerâmica, pois imitam o solo, possibilitando assim, que as raízes respirem mais facilmente. À noite, procure não deixar as espécies sob a iluminação artificial: assim como as pessoas, elas precisam passar horas no escuro.

Quando chover, sempre que possível, coloque os vasos debaixo d’água – as plantas ganham viço depois de um bom banho de chuva. Essas simples regras nasceram da observação e da sensibilidade dos apaixonados por jardinagem. Convivendo de perto com seus exemplares preferidos, você também pode descobrir como tratá-los da melhor maneira possível. Mesmo que a pessoa erre um pouco no começo, basta ter paciência e atenção à natureza para aprender. As espécies vão nos guiando.

Para saber qual é a quantidade de água de que cada espécie precisa, procure observar o desenvolvimento das plantas para descobrir suas necessidades. Grande parte dos exemplares morre por excesso de água e não por falta dela. É preferível regar freqüentemente e sem exageros. Terra encharcada propicia o aparecimento de fungos e pragas e provoca o apodrecimento das raízes

Veja algumas dicas para não errar na dose:
• Sinta a umidade da terra pressionando o dedo no vaso até 2,5 cm de profundidade. Regue apenas se perceber que o solo está seco.
• O ideal é molhar as plantas pela manhã. Assim haverá tempo para a absorção e a evaporação de um eventual excesso. A umidade que persiste por toda a noite aumenta a chance de um ataque de fungos.
• Procure usar um regador que passe entre as folhagens sem machucá-las e libere um pequeno volume de água por vez. Os de bico longo funcionam bem.
• Durante os meses frios do ano, as regas devem ser mais espaçadas, pois as plantas entram em repouso.
• Os vasos de barro absorvem mais água que os de plástico e pedem um intervalo menor entre as regas. Mas é justamente a porosidade do material que permite que as raízes respirem melhor.

Algumas espécies, como a samambaia e a avenca, necessitam ainda de umidade no ar. Para criar essa condição, um recurso é pulverizar água ao redor da planta todos os dias, mesmo sem molhar a terra. Isso cria um microclima apropriado.

Outra sugestão é tentar reproduzir uma mata, agrupando vários vasos num mesmo local. Juntas, as plantas transpiram e liberam maior volume de vapor d’água. Longos períodos sem regas deixam as plantas ressecadas e debilitadas – algumas não se recuperam e chegam a morrer. Quando você viajar, peça para um amigo que goste de jardinagem assumir a tarefa de regar ou, se a ausência for curta, instale no vaso um gotejador de plástico com regulagem de vazão. Uma alternativa para manter a terra úmida é a técnica do barbante: coloque água em uma garrafa PET, feche e faça um furo na tampa. Passe um barbante pela abertura, de forma que ele chegue ao fundo do recipiente. Enterre a outra ponta do fio no vaso.

Como preparar a terra para seus vasos
A chamada mistura básica, usada para a maioria das plantas, tem a seguinte proporção de tipos de solo e outros ingredientes: 1/3 de areia de rio (a areia de mar não deve ser empregada devido à grande quantidade de sal), 1/3 de terra comum e 1/3 de material orgânico (húmus, esterco), do qual as plantas vão retirar os nutrientes fundamentais. “Para dar leveza à receita, pode-se substituir a areia por algum substrato pronto que contenha vermiculita (rochas trituradas), palha de arroz ou outro item que deixe a composição mais areada e mantenha a água e os nutrientes disponíveis por mais tempo. Espécies tropicais, como as samambaias, que apreciam a umidade, podem ser plantadas em outra proporção de ingredientes: 2/4 de húmus, 1/4 de terra e 1/4 de areia.

Qualquer que seja o tipo de planta, aproveite as dicas abaixo para aproveitar melhor os nutrientes do solo:
* As regas vão achatando a terra. Sempre que notar que ela está endurecida, revolva para afofar, com o cuidado de não ferir caules e raízes.
* Se não conseguir deixar a terra soltinha, verifique se as raízes da espécie cresceram demais. Em caso positivo, é hora de transplantá-la para um vaso maior.

Luminosidade garante o verde
Sem luminosidade, as plantas não realizam a fotossíntese, uma de suas funções essenciais. O pigmento verde clorofila, sob a ação da luz, retém gás carbônico, libera oxigênio e vapor d’água, que refresca os ambientes. A fotossíntese também é o processo pelo qual as espécies produzem os açúcares que as alimentam. É por isso que, em local escuro, as plantas enfraquecem a ponto de morrer. Há, claro, exceções. As variedades de interior, de verde mais intenso, suportam melhor os ambientes com baixa luminosidade. Já as folhagens coloridas, como o cróton, e as espécies floridas não abrem mão de luz solar para realçar seus matizes.

Se você cultiva exemplares dentro de casa, não se esqueça destes detalhes:
* A claridade das janelas chega lateralmente às plantas, que tendem a crescer em direção à luz. Resultado: um lado fica mais farto e viçoso que o outro. Para evitar o problema, gire o vaso com regularidade.
* Quem tem quintal ou varanda aberta pode fazer um rodízio: deixe os vasos que ficam em ambientes fechados tomando sol por alguns dias e traga os da área externa para o interior.

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A remoção de partes da planta só deveria ser efetuada com um objetivo: dar saúde e vigor à espécie. Isso quer dizer retirar galhos secos, doentes e mal-formados, que danifiquem o equilíbrio do formato original da planta. A operação é conhecida como poda de limpeza. Excetuando esses casos, não se deveria podar, pois cada corte desnecessário faz a planta sofrer um estresse. No caso de plantas lenhosas, que tenham galhos duros e secos, recomenda-se, após o corte, passar algum cicatrizante no local, como o gel das folhas de babosa (Aloe vera). Espécies que dão flores merecem uma atenção a mais: sempre remova as flores secas e murchas. Flores mortas podem apodrecer e levar ao aparecimento de fungos.

Adubos revigorantes
Os três elementos básicos para um solo sadio estão contidos na sigla NPK, que significa Nitrogênio, Fósforo e Potássio. Eles podem ser comprados juntos, em um adubo à venda em lojas de jardinagem, ou separados, em fontes naturais. O Nitrogênio é encontrado em húmus de minhoca, esterco e torta de mamona, o Fósforo, na farinha de ossos, e o Potássio, em cinzas de madeira obtidas da queima de lenha. Você pode pedir o material em uma pizzaria ou padaria. Já as cinzas de churrascarias contêm muito sal e prejudicam as plantas.

Dicas para uma adubação correta:
* Use de preferência adubos orgânicos. Eles contêm os mesmos microorganismos do solo e tornam a terra nutritiva e fofa para que as plantas respirem melhor.
* Retire cerca de um terço da terra do vaso, acrescente o adubo a ela, na proporção indicada, e depois recoloque a mistura no recipiente.
* Após a adubação, molhe a terra. A água serve de condutor para os sais minerais e dissolve eventuais excessos, que podem prejudicar as raízes.

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buganvilia

A primavera (Bougainvillea spectabilis), planta originária do Brasil, também é conhecida como buganvília, ceboleiro, três-marias ou flor-de-papel – é uma espécie rústica, que exige poucos cuidados.

As belas e coloridas “flores” da primavera não são exatamente as flores da planta: são as folhas modificadas que envolvem as verdadeiras flores amareladas. Encontradas nas cores brancas, rosa, vermelho intenso ou laranja.

Seu cultivo é simples, em primeiro lugar devemos preparar o solo para o plantio com uma parte de terra comum de jardim, uma parte de terra vegetal e duas partes de areia, para facilitar a oxigenação.
Coloque uma fina camada de pedras britadas no fundo do vaso para auxiliar a drenagem, evitando tampar os buracos. Antes de plantar descarte o solo retido nas raízes. Inspecione as raízes e remova as partes mortas ou machucadas. Corte aproximadamente 2/3 do comprimento das raízes com uma tesoura limpa.

Essa pode parecer uma medida drástica, mas o controle do crescimento das raízes é essencial à criação e manutenção de sua planta. Em alguns casos, isso não é necessário.  Acomode a planta no vaso, espalhando as raízes no fundo. Complete o vaso e bata nas laterais para acomodar o solo, mas não aperte muito para não compactá-lo demais. O solo deve ficar no nível da borda do vaso, e o início do tronco deve ficar exatamente nivelado com o solo. Os três pontos principais são: Água, luz, e nutrição. Esses três pontos caminham juntos, e garantem uma planta saudável e com bom desenvolvimento.

O vaso deve ser colocado em local ensolarado. Para florescer, a planta precisa de pelo menos quatro horas diárias de sol.  Sua produção de alimento é obtida através da fotossíntese, se as folhas estiverem amarelando, é sinal de excesso de luz. Folhas escuras podem indicar falta de luz. Mova a planta até que ela se estabilize.

A rega deverá ser feita de acordo com o clima da época. Em dias normais, uma rega é suficiente, devendo-se fazer no início da manhã ou no fim da tarde. Em dias quentes e secos, pode precisar de até 2 regas no mesmo dia. Evite regas em excesso, só regue a planta quando o solo estiver quase seco. Teste o solo colocando o dedo, tentando mantê-lo sempre úmido, mas nunca encharcado, ou empapado. Regas excessivas matam as raízes por falta de ar e causam apodrecimento.

Adubações periódicas devem ser feitas, usando adubos orgânicos ricos em Fósforo, o vaso normalmente não supre completamente a necessidade da planta, os nutrientes são essenciais para o crescimento.

Troca de vaso – Como e quando?
Em uma planta saudável, o crescimento das raízes é vigoroso, mas o tamanho do vaso limita seu crescimento. Devemos transplantar quando suas raízes já estiverem ocupando completamente o vaso atual, principalmente quando a planta está nos seus primeiros anos de crescimento. Regra geral, podemos dizer que a planta é inicialmente transplantada de 2 em 2 anos, mas esse tempo pode variar. A cada troca de vaso, devemos cortar e eliminar cerca de dois terços de suas raízes, assim como no plantio inicial. Quem limita o tamanho da planta é o tamanho do vaso, que limita o crescimento das suas raízes.

O inseto que mais comumente ataca a planta é o pulgão (semelhantes às pulgas), que pode ser facilmente eliminado com uma mistura de detergente e água, pulverizada com um borrifador sobre a área atingida. No caso do aparecimento de lagartas, remova-as manualmente.

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Piracanta-coccinea
A escolha de um bonsai já adulto é sempre difícil, porque envolve vários aspectos como custo, local onde vai ser colocado (dentro ou fora de casa), a aparência do bonsai, a idade e o tamanho. Deve-se tomar cuidado na compra de falsos bonsais; é comum plantarem uma muda pequena de uma árvore em um vaso e vender como um bonsai já estabelecido.

A grande questão para se escolher um bonsai é o local onde vai ficar. A maioria das pessoas gostam de colocar o bonsai como adorno dentro de casa, outras já preferem fazer um lugar especial no quintal.

Tradicionalmente, as árvores das quais são feitas bonsais vêm de regiões de florestas úmidas da China e Japão, sendo essencialmente plantas para serem cultivadas no exterior da casa.

Espécies provenientes de regiões que têm clima temperado podem ser cultivadas perfeitamente dentro de casa.

Dentre as espécies que são adaptadas ao cultivo dentro de casa, podemos citar o bambu, ficus e camélia japonesa.

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Azaleia
Uma árvore em seu desenvolvimento normal necessita de uma considerável quantidade de água, a qual é obtida pelo desenvolvimento em profundidade e extensão das raízes no solo. Um bonsai é similar, necessitando de água frequentemente , principalmente no Verão.

O bonsai necessita de água fresca, livre de elementos físicos e químicos que sejam tóxicos. O ideal é coletar água da chuva, mas esta não é uma prática muito viável, podendo – se utilizar processo de purificação da água.

Deve-se ter um cuidado especial ao se utilizar água clorada, pois o cloro é tóxico para as plantas. É recomendado que se deixe um reservatório onde a água fique em repouso por alguns dias para que o cloro precipite.

Também não ser recomenda água muito fria, pois as plantas podem sofrer um choque térmico. A irrigação pode ser feita por pulverizadores automáticos se houver uma quantidade expressiva de vasos em casa, podendo ser feita por pulverizadores simples em caso de poucos vasos.

Quando o bonsai estiver dentro de casa, a irrigação deve ser feita de acordo com o volume do vaso. É primordial que nunca se deixe os vasos com excesso de água, devendo sempre observar o escoamento desta.

Além da água do solo, as raízes absorvem nutrientes que são vitais para o desenvolvimento das árvores. O vaso onde se desenvolve o bonsai não tem fontes de minerais suficientemente disponíveis, sendo necessário fazer regularmente o fornecimento destes.

Para o bonsai, já é comum utilizar fertilizantes sintéticos, particularmente fertilizantes líquidos. Um fertilizante ideal para o bonsai deve ter em torno de 50% de nitrato, 30% de fosfato e 20% de potássio.

É recomendado que se faça a adubação a cada três estações, e não se deve fazer a fertilização na época do florescimento e frutificação. O fornecimento de nitrato (N) tem como objetivo promover o desenvolvimento das folhas, galhos e o crescimento da planta em geral; o ácido fosfórico (P) promove a formação de raízes e o desenvolvimento de tecidos celulares, além de regular as atividades de reprodução e frutificação, e o potássio (K) estimula a produção de seiva e sua circulação, auxiliando no florescimento e frutificação.

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