Subscribe to PlantaSonya Subscribe to PlantaSonya's comments




Bemisia_argentifolii

A mosca-branca é uma das pragas mais conhecidas no mundo e está presente em praticamente todas as regiões agrícolas. Tecnicamente não se trata de uma mosca, pois é um hemíptero, mesma ordem dos pulgões e percevejos, e não díptero que é a ordem das moscas comuns. Uma regra prática para não confundir é o número de asas: hemípteros têm quatro asas enquanto que dípteros têm duas.

São insetos muito pequenos, medindo de 1 a 2 mm,de coloração branca, é não é difícil notar a sua presença: ao esbarrar numa planta infestada por moscas-brancas, ocorre uma pequena revoada de minúsculos insetos brancos. Prefere climas mais secos, onde são maiores sua longevidade e fertilidade.

Os danos causados por este inseto são, além da sucção de seiva que enfraquece as plantas. Como os pulgões, a mosca-branca também secreta uma substância açucarada que permite o desenvolvimento de fumagina, um tipo de fungo escuro que impede a fotossíntese nas plantas.

A mosca branca infesta muitas espécies de plantas conhecidas, como tomateiro, feijoeiro, soja, brócolis e diversas ornamentais. Também é encontrada em plantas daninhas presentes em jardins, terrenos baldios e cultivos comerciais.

É difícil eliminá-las; por isso, muitas vezes, é preciso aplicar insetidas específicos. Quando o ataque é pequeno, o uso de plantas repelentes, tais como: Tagetes ou Cravo-de-defunto (Tagetes sp.), Hortelã (Mentha sp.), Calêndula (Calendula officinalis), Arruda (Ruta graveolens), costuma dar bons resultados.

Também podemos utilizar armadilhas de coloração amarela, em lona, plástico, etiquetas, etc., untadas com óleo. Estas devem ser colocadas entre as plantas, na mesma altura das plantas presentes no local.

Dicas de como combater a Mosca branca
Primeiro, é necessário entender que as moscas não vão desaparecer de um dia para o outro, seja qual for a técnica aplicada para combatê-las. Portanto, a principal dica é empregar métodos preventivos periodicamente em consequência do número excedente destes insetos que vivem e atuam em comunidade.

Então acompanhe agora uma dica eficaz para garantir a eliminação de moscas brancas de sua propriedade sem grandes esforços ou gastos financeiros.

Materiais
Alguns pedaços de pano ou roupas velhas;
1 frasco de vinagre.

Como Fazer
Coloque os pedaços de pano (secos) em uma bacia e despeje vinagre sobre eles. É importante que os tecidos sejam umedecidos totalmente com a substância. Em seguida, pendure os panos próximo das áreas onde as moscas brancas costumam se alojar. Troque-os semanalmente;
Plantas repelentes. Adquira espécies de plantas que inibem a aproximação dos insetos e veja-se livre das moscas brancas, entre elas o Cravo-de-defunto (tagete), a arruda ou um pé de hortelã.

Cercas elétricas. A solução mais ampla de todas no combate das moscas brancas é a instalação de cercas elétricas no entorno da área de plantio em formato de estufa, já que os insetos podem vir de todas as direções. Este método só é recomendado para agricultores de espécies isoladas de plantas, flores e verduras, pois sua aplicação demanda suporte profissional especializado neste tipo de serviço.

Com estas dicas é plenamente possível acabar com as moscas brancas e prevenir-se contra as ações e ataques nocivos ao plantio e a saúde do ser humano. Experimente uma delas e comprove os resultados.

riacho

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


chifre-de-veado

As samambaias-chifre-de-veado (Platycerium spp.), ou apenas chifre-de-veado, são plantas domésticas curiosamente incomuns. A planta tem vários hábitos de crescimento com frondes basais e foliares (folhas grandes divididas). As frondes da base são grandes e redondas, e se fixam a uma superfície que cresce em camadas sobrepostas. As frondes foliares são eretas e se dividem, produzindo estruturas amarronzadas de esporos que podem ser germinadas em novas plantas. O cultivo do chifre-de-veado concede uma estranha beleza à decoração de sua casa.

Composição
O chifre-de-veado cresce em florestas úmidas tropicais e subtropicais, mas pode-se cultivá-las em casa, desde que se entendam alguns fatos básicos sobre a sua composição.
São plantas epífitas (não captam água e nutrientes do solo) que precisam das árvores como apoio. As frondes verdes realizam a fotossíntese para o crescimento. As frondes da base capturam os resíduos que caem, coletando deles os nutrientes. Não tem raízes, mas estas são usadas apenas para sua fixação às estruturas. Não retire as escamas acinzentadas que dão à samambaia uma aparência empoeirada. A função dessas escamas é interromper a evaporação.

Estruturas para fixação
O chifre-de-veado cresce em árvores ou em outras estruturas ao ar livre, se desenvolvem bem em temperaturas de, pelos menos, 21ºC, mas não em temperaturas abaixo de 12ºC. Em outros climas, a planta cresce bem em interiores, em substrato leve e poroso, contendo partes iguais de turfa e musgo de esfagno picado. Adicione um pedaço de cortiça ao vaso para as raízes se prenderem ou cultive a planta em placas de cortiça fixadas a uma parede. Não perturbe a samambaia depois que ela estiver fixada ao seu apoio.

Cultura
Mantenha úmido o apoio da samambaia durante o ano inteiro, mas regue bastante nos meses de verão. Na primavera, adicione uma cobertura de adubo fresco para oferecer nutrientes. Cultive a samambaia à luz solar, mas não direta, pois ela cresce naturalmente sob a luz filtrada da floresta tropical. Use luz artificial de, pelo menos, 400 velas. Cultive-as em áreas com muita circulação de ar e pouca umidade para evitar o apodrecimento da raiz.

Propagação
Colha as mudas enraizadas de um chifre-de-veado a partir da base. Plante-as em um vaso com adubo. Mantenha-as posicionadas com um arame dobrado ou estacas de madeira. Conserve o solo úmido até crescerem o suficiente para serem transplantadas. Pode-se também colher os esporos maduros das frondes foliares. Os esporos devem ser de cor marrom-brilhante. Corte um pedaço de fronde com esporos maduros e ponha-o em um saco de papel até os esporos se dispersarem ou ficarem lanosos, com tonalidade amarronzada e seca. Encha um vaso fundo com fragmentos de um vaso de barro e, em cima destes, aplique uma camada de turfa ou esfagno. Espalhe os esporos no alto do substrato e ponha o vaso em um pires com água para fornecer umidade. Transplante-os para vasos novos, a espaços de cerca de 5 cm, quando  estiverem grandes o suficiente para serem manuseados.

26

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Paphiopedilum

Para muitos, o cultivo de orquídeas é um bicho-de-sete-cabeças, Mas se engana quem pensa assim. Na grande maioria, as orquídeas brasileiras são epífitas, isto é, crescem presas às árvores, sem, contudo, roubar delas quaisquer nutrientes. As raízes são usadas apenas para fixar a planta no caule das árvores.

Ao escolher o que vai cultivar, procure sempre a espécies adaptadas a sua região. Como as orquídeas florescem apenas uma ou duas vezes por ano, é interessante possuir várias espécies diferentes (cujo ciclo de floração costuma ser também diferente). Isso aumenta as chances de ter sempre alguma planta florida.

Procure não coletar ou adquira plantas oriundas das matas, pois as orquídeas já foram bastante dilapidadas pelos mateiros e colecionadores gananciosos. Procure adquiri-las de empresas produtoras de mudas ou de orquidófilos que tenham plantas disponíveis.

Mantenha o vaso sempre úmido, jamais encharcado. É mais fácil matar uma orquídea por excesso do que por falta d’água. Não colocar pratinho com água debaixo do vaso, pois as raízes poderão apodrecer. Molhe abundantemente duas ou três vezes por semana, deixando a água escorrer totalmente. Nos outros dias, basta vaporizar as folhas de manhã cedo ou no final da tarde, quando a planta não estiver sob o sol.

Instale suas plantas em locais onde elas possam ser banhadas pelo sol no horário da manhã (até as 9 horas) ou no final da tarde (depois das 16 horas). Se a planta não tomar sol, ela não vai florescer. As orquídeas podem ser fixadas também no tronco de árvores, desde que estas não tenham uma sombra muito densa, como as mangueiras. O problema é que, quando florescerem, elas não poderão ser levadas para dentro de casa. Aliás, é recomendável manter os vasos, o máximo possível, na mesma posição e local.

As orquídeas necessitam de locais arejados. Evitar, porém, a ventilação muito forte.

Utilize um desses adubos foliares (líquidos) que se encontram na seção de jardinagem de todos os supermercados. Adicionar algumas gotas à água com que será feita a vaporização, no caso de usar pequenos pulverizadores. Procure molhar sobretudo a parte inferior das folhas de sua orquídea, pois é aí que se encontram os estômatos, que absorvem água e nutrientes.

Se as plantas forem cultivadas de uma forma adequada, elas estarão mais resistentes a pragas e doenças. Se não houver excesso de umidade, por exemplo, dificilmente os fungos irão atacar. De qualquer modo, previna-se. Um dos grandes inimigos de nossas orquídeas são as cochonilhas. Esses pequenos organismos sugam a seiva da planta e podem matá-la se não forem combatidos. Quem possui poucas plantas pode catá-los, um a um, antes que se propaguem. No caso de uma coleção maior, haverá necessidade de apelar para os defensivos. Dê preferência às fórmulas naturais, pois os produtos químicos industrializados costumam ser tão prejudiciais às plantas quanto a quem as cultiva. É recomendável consultar uma pessoa que tenha experiência com produtos naturais.

É interessante atribuir-lhe um código (numérico ou alfanumérico, como queira), para facilitar a identificação no caso de uma coleção de médio ou grande porte. Para isso anote o nome da espécie de sua orquídea numa plaqueta. Um desafio que os orquidófilos enfrentam é memorizar o nome de suas plantas, quase todos em Latim ou latinizados – raramente as orquídeas têm nomes populares. Mas isto termina se tornando um excelente exercício de memória. Desenvolva igualmente o hábito de anotar a data da floração de cada planta. Se ela não voltar a florescer na mesma época, no ano seguinte, isto pode ser um sinal de alerta: talvez ela esteja com algum problema. Examine, então, as condições de irrigação, luminosidade, ventilação.

Procure freqüentar uma associação de orquidófilos, este é o local mais apropriado para trocar idéias, tirar dúvidas sobre o cultivo de orquídeas e, de quebra, fazer novas amizades. Procure tirar proveito do convívio com os orquidófilos mais experientes. Na grande maioria, eles adoram repartir seus conhecimentos (conhecimentos que, aliás, serão sempre incompletos, pois, em se tratando de orquídeas, eternamente, todos têm algo para aprender).

janel17

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


eosa-arbustiva

Complemente as suas roseiras de jardim com outras plantas para conseguir um cenário de cores vibrantes. As plantas perenes, anuais, comestíveis, as ervas aromáticas e as plantas arbustivas, todas combinam facilmente com as roseiras.

Para escolher as melhores combinações, considere aspetos como o tempo de floração e a cor, a forma e a textura das plantas e a cor da folhagem. Assegure-se de que as plantas que escolher necessitem das mesmas condições de crescimento que as roseiras: muito sol, água em abundância e adubagem regular. Se optar por cultivar plantas comestíveis, use inseticidas ou fungicidas cujo rótulo mencione que são adequados a plantas comestíveis.

Torne o seu jardim mais atraente com alguns destes fenomenais companheiros de roseiras.

Aster x frikartii -
Aster x frikartii - As margaridas lilás-azuladas ficam lindamente no meio de rosas de outras cores. Reproduzem-se facilmente. Combinam perfeitamente com roseiras sempre-floridas ou arbustivas. 60 – 90 cm de altura x 45 – 60 cm de largura.

Heuchera sanguinea
Heuchera sanguinea – A folhagem desenvolve-se em várias tonalidades (âmbar, verde-amarelada, grená, cor de laranja, etc.). Selecione variedades que complementem ou contrastem com as flores das roseiras.
Nas regiões mais quentes, plante-as do lado este ou oeste das roseiras, de modo a que as flores da Heuchera sanguinea fiquem na sombra. De 15 a 25 cm de altura e largura.

hemerocalis

Lírios-de-um-dia (Hemerocallis) – A folhagem em arco fornece uma boa cobertura para os caules das roseiras. As flores em forma de trompete existem em quase todas as tonalidades.
As variedades anãs, plantadas a pelo menos 30 cm das rosas, competem menos com as raízes das roseiras. 45-75 cm de altura x 45 cm de largura.

gerânios
Gerânios (espécies do gênero Geranium) – Use esta planta arbustiva para disfarçar a base dos caules das roseiras, sobretudo dos tipos que crescem na vertical. De fácil crescimento e pouco exigentes.

Cebolinho
Ervas aromáticas – A profusão de cores, texturas e fragrâncias das suas folhagens faz com que as ervas aromáticas sejam uma opção natural para acompanhar as rosas. Devido à fragrância das suas folhas, muitas destas ervas ajudam a manter as pragas à distância. Entre as muitas opções, incluem-se o Rosmaninho, a Salva (procure tipos com folhas coloridas), o Cebolinho, a Borragem, o Alecrim, o Funcho e o Tomilho.

(Miscanthus sinensis
Herbáceas ornamentais - Com folhagem estreita e pendente, as herbáceas ornamentais fazem um belo contraste com as roseiras. As herbáceas altas podem criar um cenário de fundo para as roseiras verticais ou um ponto de interesse erguendo-se no meio de roseiras rasteiras. Algumas das herbáceas mais adequadas são o Capim-do-texas roxo (Pennisetum setaceum), a Eulália (Miscanthus sinensis) e a Festuca azul (Festuca glauca).

Salvia nemorosa
Salvas (espécies de gênero Sálvia) – As flores abrem-se em tons de azul, roxo, vermelho, branco ou rosa. Plante as variedades mais altas por trás ou entre as roseiras e plante as mais baixas em redor dos caules das roseiras. Resistem a coelhos e veados. 60 cm a 1,50 m de altura x 60 – 90 cm de largura.

Plantas de folhagem prateada – As plantas de folhagem prateada ficam lindíssimas com as rosas, pois o prateado faz com que as restantes cores pareçam mais intensas. Plante as variedades menores em redor da base das roseiras, dispondo as variedades mais altas por trás e entre as rosas, para um maior contraste. Experimente as seguintes plantas: Pó-de-prata (Senecio cineraria), Orelha-de-ovelha (Stachys byzantina), Dianthus ou santolina.

Senecio cineraria
As companheiras habituais das roseiras
Outras plantas frequentemente utilizadas para cobrir a base das roseiras são o Pé-de-leão (Alchemilla), as Campânulas e o Lírio-roxo (Iris germanica). Pense ainda em plantar Delfínios, Dedaleiras e Dálias para preencher os espaços vazios entre as roseiras. Acrescente clematites e bulbos (plantas que florescem normalmente na primavera e as belezas do verão, como os Lírios) para uma exibição ainda mais vibrante.

janela florida

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Rosa Meidiland

A plantação de roseiras como cobertura do solo é apenas um dos aspetos da crescente tendência de fazer um uso não tradicional das roseiras, associando-as a cercados ou perímetros.

As variedades rasteiras, como as roseiras “Flower carpet” e “Meidiland” e outras, cobrem o solo e proporcionam uma profusão de cores. No entanto, a plantação de roseiras rasteiras deve ser feita com cuidado.

Não se esqueça de que estas plantas ficarão sem folhas e um pouco frágeis no período de dormência e que precisam dos mesmos cuidados que as roseiras comuns.

Flower Carpet

Comece com uma pequena plantação de, por exemplo, 3 a 7 plantas. Prepare a terra com generosas quantidades de matéria orgânica, designadamente produtos de compostagem.

Plante-as através das telas de proteção (disponíveis em viveiros e centros de jardinagem) para evitar o aparecimento de plantas infestantes. Distancie as plantas de acordo com o crescimento de cada variedade. Instale um sistema de rega gota a gota e, para que fique mais bonita, cubra a área com vários centímetros de mulch orgânico, por exemplo, cascas de árvores.

465

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Fuchsia4

As Fuchsias são originárias da América Central e América do Sul, no Brasil é encontrada na Mata Atlântica. As variedades comerciais que se encontram hoje no mercado são híbridos provenientes de diversos cruzamentos.

É um arbusto pequeno, muito ramificado, em que tanto as pétalas quanto as sépalas podem ser de cores e de formas diferentes. Em geral suas flores são pendentes, em cores que variam entre violeta, rosa, branco, azul e vermelho, em diversas combinações. Podem se apresentar agrupadas em hastes florais, agrupadas em cachos ou isoladas. A ramagem geralmente é pendente (mas há exceções, como em pequenas moitas de 20 centímetros de altura). Só na América do Sul existem mais de 200 espécies diferentes de brinco-de-princesa, conhecida ainda como fúcsia, agrado e lágrima.

Floresce desde a Primavera até ao Outono de forma ininterrupta. Se a planta estiver protegida do frio pode manter-se em floração em pleno Inverno.

Como é um híbrido existe uma enorme quantidade de variedades com diferentes tamanhos, diferentes cores das flores e também hábitos de crescimento (há variedades de porte erecto e variedades de porte pendente).

Para ficar sempre bonito, o brinco-de-princesa requer boa iluminação, de preferência sob luz difusa ou meia-sombra, no entanto muitas variedades vão bem sob sol pleno. Mas um detalhe é unanime, as fúcsias apreciam o frio e, portanto deve-se dar preferência para o cultivo no sul do país e nas regiões serranas. Apesar de gostar do clima frio, não sobrevivem a uma temperatura abaixo de 0ºC.

Esta espécie gosta de umidade e benéfico fazer uma pulverização frequente das folhas, pois gostam muito das névoas, dos chuviscos e do ar fresco.

É uma planta que precisa de mais água que a maioria das outras plantas. É preferível regar com menos quantidade mas regar todos os dias.

Agradece um substrato ligeiramente ácido (pH de 5,5 a 6). A água da torneira com os seus carbonatos e bicarbonatos, tenderá a fazer subir o pH do substrato. A solução é tornar esta água um pouco mais ácida juntando, por exemplo ácido cítrico (encontra-se no sumo do limão).

Há um grande número de tipos, que foram obtidos pela hibridação de espécies obtidas na América do Sul. A flor é considerada um dos símbolos do Rio Grande do Sul. Podem ser cultivadas em vasos, como planta pendente, apoiadas em suportes ou em jardineiras. Depois do repouso do Inverno é aconselhável retirar metade do substrato anterior e substituí-lo por outro fresco.

Suas flores são bastante visitadas por beija-flores. Apesar de serem plantas perenes, muitas vezes elas são cultivadas como se fossem anuais, sendo replantadas todos os anos. Pode ser multiplicada tanto por sementes quanto por estacas feitas dos ramos.

As fuchsias são afetadas por fungos e insetos e as deformações que sofrem as suas folhas prejudicam bastante a aparência geral da planta pelo que devem pôr-se em prática medidas preventivas de controlo desses ataques. A praga mais comum são os pulgões que atacam esta planta especialmente na Primavera.

Poda de limpeza da Fuchsia.
Devem ser eliminados os seguintes elementos, de preferência no Inverno: ramos mortos, secos, quebrados ou doentes; ramos débeis ou mal orientados; ramos com excesso de vigor; flores murchas e frutos. Se necessário corrigir a assimetria do arbusto se a copa estiver descompensada.

Poda de floração da Fuchsia
A poda de floração baseia-se na técnica da desponta dos ramos. A desponta consiste no corte das extremidades tenras dos ramos. Esse corte vai provocar uma maior ramificação da planta, conseguindo-se uma forma mais arredondada e um maior número de flores (mais ramos é igual a mais flores). Os ramos são despontados deixando-os com 2 nós. Isto significa que cortamos por cima do segundo nó a partir da base do ramo. Desses nós vão sair novos ramos que vão ser igualmente despontados, deixando também um ou dois nós. O inconveniente da desponta é que se perde a floração mais precoce, porém a planta se apresentará mais compacta, arredondada e com uma floração massiva.

janela-chuva_1543

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


como-cuidar-e-cultivar-plantas-bulbosas

Bulbo ou bulbo é um tipo de órgão vegetal de algumas plantas perenes que inclui uma parte correspondente ao caule, geralmente de forma discoidal, da qual partem raízes e folhas modificadas escamiformes que servem como órgão de armazenamento de nutrientes que servirão a planta durante a época desfavorável, em que perdem a parte aérea, perdendo, portanto, a capacidade de realizar a fotossíntese.

As plantas bulbosas são conhecidas assim porque possuem bulbos, uma parte específica da estrutura destas espécies que costumam ficar e se desenvolverem por baixo da terra, se diferenciando de tantas outras plantas por ai. Este bulbo também pode ser conhecido como caule subterrâneo, e é lá que estas espécies tão especiais armazenam os seus nutrientes, durante as regas, adubação e outros elementos do cultivo. É muito importante lembrar que esta acumulação de nutrientes em um caule por debaixo da terra é o que garante o impulso inicial destas plantas para a primeira brotação e até mesmo para que elas possam se manter ao longo de todo o plantio!

Muitos pensam que é difícil cultivar plantas bulbosas, mas se enganam, pois elas são indicadas para os iniciantes em jardinagem, por serem rústicas e fáceis de lidar.

Dependendo da região, pode-se começar com canas, moréias, caládios, copos-de-leite, lírios-do-brejo, gladíolos e dálias. É imprescindível que seja pesquisado quais os bulbos mais adaptados à sua região, para não correr o risco de se frustrar com os bulbos. No norte e nordeste do pai,s por exemplo, deve-se começar com rizomas tropicais de gengibres, alpínias, canas e bastão do imperador e aos poucos vá experimentando os outros. Assim a chance de sucesso é maior.

Sabemos que o cultivo de tulipas e jacintos não é possível no nosso clima tropical, mas por que será? Isso acontece por que estes bulbos necessitam, em especial, de um período de frio chamado vernalização. A vernalização provoca mudanças químicas dentro do bulbo que permitem que ele se desenvolva com plenitude. Alguns bulbos precisam de condições específicas para que a vernalização ocorra bem. Não basta só ter frio, é preciso que seja a uma temperatura específica, constante e com umidade na medida certa e pelo tempo correto, o que é não é tão simplesmente alcançado colocando-se os bulbos na geladeira como alguns poderiam sugerir.

Frequentemente um dos erros no cultivo das plantas bulbosas diz respeito à profundidade com que elas são plantadas. Talvez pela ânsia de ver a planta brotar logo, ou por indicação de outra pessoa, geralmente os bulbos são plantados muito superficialmente. Quando estão novos, recém comprados e cheios de reservas não há problema, vemos flores e folhas bonitas, mas você pode crer que a próxima floração ficou comprometida, pois o bulbo não encontrou as melhores condições para o seu desenvolvimento. Portanto, o ideal é plantá-los na profundidade indicada para a espécie em questão.

Os bulbos gostam de ficar onde o solo é mais frio e úmido. Na dúvida, uma regrinha simples pode resolver:
- Plante os bulbos a uma profundidade de 3 a 5 vezes a sua própria altura. Não se esqueça de levar uma régua para o jardim. Hoje em dia há pazinhas com marcações de altura, ou mesmo transplantadores de bulbos, que são ferramentas práticas e úteis nesta tarefa de cavar, medir e plantar.

A maioria dos bulbos não tem uma preferência quanto ao tipo de solo. Ele pode ser arenoso, argiloso ou uma mistura destes dois. No entanto algumas espécies podem preferir um ou outro tipo específico de solo. A experiência e o aprofundamento no assunto vão lhe indicar o melhor caminho.

Apesar de aceitarem a maioria dos solos, os bulbos têm algumas exigências, quanto a porosidade, capacidade de drenagem, pH e aeração do solo. Ou seja, não pense que será só plantar em solo virgem. O solo deve ser bem trabalhado antes do plantio, pelo menos em uma camada de 20 centímetros de profundidade.

Os solos argilosos, que geralmente são pesados e compactos devem receber boa quantidade de matéria orgânica, na forma de terra vegetal, turfa, compostagem doméstica ou outro tipo de composto de folhas. Se for possível, melhore a capacidade de drenagem de um solo argiloso, elevando os canteiros onde serão plantados os bulbos.

Com os arenosos geralmente o problema é o inverso. Eles retêm poucos nutrientes e secam muito depressa. Nestes solos, a adição de matéria orgânica tem o efeito de aumentar a retenção de água e fertilizantes. Em todos os casos, a adição de matéria orgânica também estimula o desenvolvimento de microorganismos benéficos no solo, não obstante todos os outros benefícios citados.

Os bulbos preferem solos neutros a levemente ácidos. A adição de calcário corrige um pH ácido demais, uma característica freqüente dos solos brasileiros. Esta correção deve ser feita pelo menos um mês antes do plantio, com base na análise do solo, previamente realizada.

Além do índice de pH, a análise também fornece outras informações relevantes, como a textura do solo, se é arenoso, argiloso, quanto de matéria orgânica possui e quais os nutrientes que estão faltando.

Uma fertilização de base com um bom fertilizante granulado, preferencialmente de liberação lenta e com micronutrientes, é imprescindível para o desenvolvimento sadio e pleno das plantas bulbosas. Caso prefira fertilizantes orgânicos, acrescente um punhado de farinha-de-ossos à cova de plantio, para estimular intensas florações. Não esqueça de destorroar o solo e incorporar bem o composto orgânico e o fertilizante.

Dependendo da região, pode-se começar com canas, moréias, caládios, copos-de-leite, lírios-do-brejo, gladíolos e dálias. É imprescindível que seja pesquisado quais os bulbos mais adaptados à sua região, para não correr o risco de se frustrar com os bulbos. No norte e nordeste do pai,s por exemplo, deve-se começar com rizomas tropicais de gengibres, alpínias, canas e bastão do imperador e aos poucos vá experimentando os outros. Assim a chance de sucesso é maior.

Mas porque a dificuldade das tulipas e jacintos, darem uma ou duas floradas e não mais do que isso? Sabemos que o cultivo de tulipas não é possível no nosso clima tropical, mas por que será?

Isso acontece por que estes bulbos necessitam, em especial, de um período de frio chamado vernalização. A vernalização provoca mudanças químicas dentro do bulbo que permitem que ele se desenvolva com plenitude. Alguns bulbos precisam de condições específicas para que a vernalização ocorra bem. Não basta só ter frio, é preciso que seja a uma temperatura específica, constante e com umidade na medida certa e pelo tempo correto, o que é não é tão simplesmente alcançado colocando-se os bulbos na geladeira como alguns poderiam sugerir.

Frequentemente um dos erros no cultivo das plantas bulbosas diz respeito à profundidade com que elas são plantadas. Talvez pela ânsia de ver a planta brotar logo, ou por indicação de outra pessoa, geralmente os bulbos são plantados muito superficialmente. Quando estão novos, recém comprados e cheios de reservas não há problema, vemos flores e folhas bonitas, mas você pode crer que a próxima floração ficou comprometida, pois o bulbo não encontrou as melhores condições para o seu desenvolvimento. Portanto, o ideal é plantá-los na profundidade indicada para a espécie em questão.

Os bulbos gostam de ficar onde o solo é mais frio e úmido. Na dúvida, uma regrinha simples pode resolver:
- Plante os bulbos a uma profundidade de 3 a 5 vezes a sua própria altura. Não se esqueça de levar uma régua para o jardim. Hoje em dia há pazinhas com marcações de altura, ou mesmo transplantadores de bulbos, que são ferramentas práticas e úteis nesta tarefa de cavar, medir e plantar.

A maioria dos bulbos não tem uma preferência quanto ao tipo de solo. Ele pode ser arenoso, argiloso ou uma mistura destes dois. No entanto algumas espécies podem preferir um ou outro tipo específico de solo. A experiência e o aprofundamento no assunto vão lhe indicar o melhor caminho.

Apesar de aceitarem a maioria dos solos, os bulbos têm algumas exigências, quanto a porosidade, capacidade de drenagem, pH e aeração do solo. Ou seja, não pense que será só plantar em solo virgem. O solo deve ser bem trabalhado antes do plantio, pelo menos em uma camada de 20 centímetros de profundidade.

Os solos argilosos, que geralmente são pesados e compactos devem receber boa quantidade de matéria orgânica, na forma de terra vegetal, turfa, compostagem doméstica ou outro tipo de composto de folhas. Se for possível, melhore a capacidade de drenagem de um solo argiloso, elevando os canteiros onde serão plantados os bulbos.

Com os arenosos geralmente o problema é o inverso. Eles retêm poucos nutrientes e secam muito depressa. Nestes solos, a adição de matéria orgânica tem o efeito de aumentar a retenção de água e fertilizantes. Em todos os casos, a adição de matéria orgânica também estimula o desenvolvimento de microorganismos benéficos no solo, não obstante todos os outros benefícios citados.

Os bulbos preferem solos neutros a levemente ácidos. A adição de calcário corrige um pH ácido demais, uma característica freqüente dos solos brasileiros. Esta correção deve ser feita pelo menos um mês antes do plantio, com base na análise do solo, previamente realizada.

Além do índice de pH, a análise também fornece outras informações relevantes, como a textura do solo, se é arenoso, argiloso, quanto de matéria orgânica possui e quais os nutrientes que estão faltando.

Uma fertilização de base com um bom fertilizante granulado, preferencialmente de liberação lenta e com micronutrientes, é imprescindível para o desenvolvimento sadio e pleno das plantas bulbosas. Caso prefira fertilizantes orgânicos, acrescente um punhado de farinha-de-ossos à cova de plantio, para estimular intensas florações. Não esqueça de destorroar o solo e incorporar bem o composto orgânico e o fertilizante.

Sereno-da-noite_1490

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


mix de suculentas

No nosso calor tropical ou nos desertos da África, cada espécie de planta tem o seu jeito de sobreviver. Da mesma forma que o coqueiro guarda, em cada coco, toda aquela água cheia de nutrientes para poder se reproduzir em solos arenosos, a família das suculentas também conserva líquidos (os chamados “sucos”, daí a origem do nome) dentro das folhas e caule para resistir a climas mais difíceis.

As propriedades que conservam os cactus cheios d’água são as mesmas que fazem a aloe vera matéria-prima daqueles produtos de beleza que usamos tanto no verão (principalmente depois das inevitáveis queimaduras de sol).

Por isso, as plantas dessa espécie são algumas das mais fáceis de manter em climas tropicais como o nosso. As suculentas produzidas em viveiros estão acostumadas a condições mais amenas, com um pouco de sol e água por dia, sem exageros. Já as versões “naturais” são mais resistentes a exposições mais longas ao sol – mas também exigem um pouco mais de água. Para um jardim regado todos os dias, é preciso um bom sistema de drenagem: em jardineiras, por exemplo, é importante ter um ralo para escoar o excesso de água.

Além de tudo isso, elas se reproduzem com muita facilidade: é só tirar uma folhinha e plantar, molhando a terra um pouco [a cada dois dias]. Depois de [uma semana], você já tem uma linda suculenta enfeitando o jardim.

Mas, dá para chegar numa média, de acordo com os períodos do ano. No verão, as espécies com mais de três anos devem ser regadas a cada 5 ou 6 dias; já os minicactos a cada 4 dias. No inverno, os cactos mais velhos devem receber água a cada 12 dias e os jovens a cada 8 dias. Toda a terra ao redor deverá ser molhada, mas não encharcada. Deixe que a água seja absorvida antes de colocar mais água.

Terra e fertilizante
A mistura de terra indicada para o cultivo de cactos pode ser obtida misturando partes iguais de areia e de uma boa terra para plantas caseiras. Para fertilizar, recomenda-se, uma vez por mês, substituir a água da rega por um fertilizante líquido básico para plantas verdes diluído na proporção indicada pelo fabricante.

Replantio
Uma questão que sempre se levanta é o replantio dos cactos: geralmente, o cacto deve ser replantado quando o vaso estiver pequeno demais para a planta, lembrando que a mistura de terra do novo vaso deve conter terra vegetal e areia (dessas usadas em construção), para garantir a boa drenagem. Além disso, para retirar o cacto do antigo vaso é preciso muito cuidado, pois os espinhos podem machucar. Uma boa dica é usar folhas de jornal dobradas várias vezes, em forma de tira, para envolver o cacto e desprender suas raízes com a outra mão (basta torcer levemente o vaso), sem forçar muito, para não quebrar a planta. Depois de solto, é só encaixar o cacto no novo recipiente. Com uma ferramenta de jardinagem pequena, pressione a terra do vaso, para firmar bem a planta.

Em Jardins
O plantio de cactos em jardins pede outros cuidados. O principal deles é escolher o local adequado para evitar acúmulo de umidade. Não se deve escolher um local baixo ou em desnível, para evitar que a água das chuvas forme poças ou fique parada. Como já foi explicado, a água em excesso causa o apodrecimento dos cactos e pode até matá-los. O ideal é escolher um local mais alto ou até fazer um morrinho, amontoando terra e apoiando com pedras. O aspecto visual fica bem interessante.

Prepare as covas: para espécies que chegam a mais de dois metros de altura, faça covas com cerca de 40 centímetros de profundidade; para espécies menores (as mais comuns) faça covas rasas, com cerca de 15 centímetros. Coloque no fundo das covas, uma camada de pedrinhas (tipo brita) e, por cima, coloque a mistura de terra (pode-se usar a terra retirada do buraco, misturada à areia de construção e terra vegetal, tudo em partes iguais).

Plante os cactos usando a dica de segurá-los com a faixa de jornal. Em volta dele, por cima da terra, espalhe outra camada de pedrinhas, Aceita bem qualquer tipo de solo, mas o prefere rico e bem drenado.
Nunca observei a floração no jardim em que a cultivo.
“Pega” com muita facilidade, por estacas caulinares. É ideal para fazer maciços a pleno sol, pois, depois de enraizada, emite estolhos em profusão, com novas plantas na ponta sol, pois, depois de enraizada, emite estolhos em profusão, com novas plantas na ponta.

Cuidados c/ suculentas
As plantas suculentas necessitam de cuidados especiais durante o inverno. Neste período é preciso regular as regas, cobrir ou remover as plantas para proteger contra geadas. A rega deve ser espaçada, pois o excesso pode provocar o apodrecimento das raízes. Por isso, as regas devem ser feitas em dias ensolarados, para o sol secar o excesso de umidade, e com água morna, sendo que os intervalos entre as regas variam entre diferentes espécies de plantas suculentas. A rega nos Kalanchoe spp., por exemplo, pode ser realizada uma vez por semana e em Cactaceae, plantas mais velhas devem ser regados a cada doze dias e as mais jovens a cada oito dias, molhando-se toda a terra ao redor da planta sem encharcá-la. Tanto as plantas suculentas cultivadas em vaso como as plantadas em terra necessitam de luz intensa e direta o maior número de horas possível. No inverno o sol é fraco e não proporciona a mesma quantidade de luz que as outras estações. Dentro de casa, com o uso de ar condicionado a temperatura fica adequada, mas faz com que o ar fique muito seco, o que é prejudicial para as plantas.

As plantas suculentas também são muito sensíveis a geadas, provocando sintomas de queima, pois estas são naturais de regiões em que não há ocorrência de geadas. As plantas suculentas em jardins podem ser protegidas por tendas de polietileno ou outras películas plásticas armadas sobre elas no final do dia, ou se não incomodar o fator estético, a tenda pode ficar armada durante todo o inverno até haver passado o risco de geadas. Plantas em vaso, que estão ao ar livre, podem ser removidas do local, sendo levadas para dentro de casa ou para estufas ornamentais. Estas estufas fornecem controle de iluminação, umidade relativa e temperatura ideal.

janela

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Colocasia-esculenta

Planta de textura herbácea, da mesma família do Caládio (Caladium), originária da Ásia, que apresenta dupla função: como planta ornamental e de uso alimentício. No Brasil essa planta confunde-se muitas vezes com o inhame-verdadeiro ou cará, planta do gênero Dioscorea, que também é muito utilizada na alimentação.

A orelha-de-elefante apresenta folhas grandes, de cores que variam do verde ao roxo escuro, quase preto, de acordo com a cultivar. Ela é uma planta acaule com rizoma tuberoso que forma cormos espessos e de casca escamosa, fibrosa e de cor castanha.

É uma das plantas mais antigas cultivadas. Apesar de ser uma planta de alto valor nutricional, rica em vitaminas e energia, mas é tóxica se consumido cru, devido a ráfides de oxalato de cálcio contidas em seus órgãos.

Por esse mesmo motivo, não é recomendado o consumo da planta para pessoas com gota, artrite ou cálculo renal. Quase todas as partes da planta podem ser consumidas, desde as folhas, até as flores, mas principalmente os cormos, que encerram grande quantidade de amido e prestam-se para o preparo cozidas, assadas ou em produtos de panificação.

Seu cultivo deve ser sob sol pleno ou meia-sombra, em solo leve e fértil, enriquecido com matéria orgânica, mantido úmido.

É uma excelente planta palustre no paisagismo de lagos e riachos. Planta essencialmente tropical, não tolera o frio, mas pode ser utilizada protegida, na decoração de ambientes internos bem iluminados e em estufas. Sua multiplicação se faz por divisão das touceiras ou rizomas.

janela-tarde

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Impatiens-walleriana-3

Conhecida por nomes como, “Maria sem vergonha, Beijinhos, Não me toques, Alegria da casa”, etc… é uma planta linda mas muito melindrosa e frágil.

Se florescimento é quase todo o ano, isso se as condições assim o permitirem, mas obviamente é na primavera que está resplandecente de flores coloridas nas mais diversas cores.

Existem em varias cores sólidas e também em matizadas. Geralmente as flores são simples, mas ultimamente têm aparecido á venda plantas de flores dobradas realmente magníficas, parecendo muito com rosas miniatura, no entanto estas plantas de flores dobradas são bem mais sensíveis e pelo peso das suas flores geralmente têm tendência a cair, tendo por isso que ser tutoradas para se conseguir alguma altura.
A Maria-sem-vergonha não requer um tratamento especófocp, no entanto o local onde se devem colocar deve ser bem escolhido, pois disso depende em grande parte a sua sobrevivência e uma vez escolhido o local não devem ser trocadas de local.

Sua reprodução é feita por semente e por estaca em qualquer época do ano, sendo que na primavera as chances de a estaca pegar são bem maiores. As sementes encontram-se encerradas numa cápsula verde que quando pronta, se enrola e automaticamente liberta as sementes lateralmente na terra.

A reprodução por estacas é bem fácil. Deve-se escolher uma estaca saudáve, cortá-la e retirar todas as folhas, deixando cicatrizar (secar) por algumas horas antes de a enterrar na terra ou colocar num copo de água para criarem raízes.

Se a colocarem em água para criar raiz, ponham a suficiente para molhar toda a estaca, trocando a água de três em três dias. Se a colocarem diretamente na terra, escolham uma terra leve e coloquem o vaso dentro de casa perto duma janela a sul tendo o cuidado de regar todos os dias mas sem a deixar com água no pratinho.

Dar-se -ão conta de que a estaca está pegada quando nascerem novas folhas e o processo não é assim muito longo. Há que ter em conta que se colherem uma estaca que tenha flores, elas devem ser todas arrancadas e os botões também para não retirarem força á planta, pois o objetivo da estaca é que crie raízes não que dê flores.

A Maria-sem-vergonha gosta de calor e de alguma umidade, no verão é gulosa de água, mas não deve ter o pratinho por baixo do vaso com água, constante.

Gosta de muita luz, mas não suporta o sol direto, a não ser algumas horas pela manhã quando ainda não está muito quente, não gosta de ser colocada num local com muito vento nem em locais de grande passagem onde seja tocada, dá-se melhor em vasos de barro não vidrado, não gosta de terra barrenta (argilosa).

Se a colocar ao ar livre, coloque-a como bordadura em volta de uma árvore que dê sombra ou perto de um muro que também lhe proporcione sombra.

Fica linda em vasos de barro debaixo de um alpendre.
Tenha em conta que pela suavidade das suas folhas, ela é muito cobiçada por lesmas e caracóis que a devoram por completo, troncos inclusive.
Se a colocar em casa, na cozinha perto da janela talvez seja a melhor opção.

Geralmente quando deixada em livre crescimento a planta tem uma forma harmoniosa meio arredondada, no entanto com o passa do tempo ela pode crescer demasiado e começar a abrir, ficando os troncos mais nus de folhas, esta situação pode ser resolvida por uma poda ligeira de alguns tronquinhos que posteriormente poderão ser usados como estacas, fazendo com que a planta venha tebrotar de novo mais abaixo e a tornar novamente mais compacta.

A “Maria-sem-vergonha tem um ar delicado, feminino, mas é uma planta frágil no entanto existe duas variedades um pouco mais resistentes, que são:

Impatiens balsamina

Impatiens balsamina, que apesar de pertencer á mesma família não precisa de tantos cuidados e há quem a chame, a esta, de “Bicos de papagaio ou “Beijo de frade”.
As folhas são mais duras, geralmente verdes, serradas e pontiagudas e os troncos mais fortes, crescem geralmente para cima e quando grande abre em leque. também as flores são maiores,um pouco diferentes e de ar mais robusto, podendo haver aqui dobradas com maior facilidade. Esta variedade tolera mais a seca e a exposição ao sol, no entanto convém não exagerar.

Impatiens nova guiné

E a Impatiens nova guiné, não é tão alta como a anterior, mas resistente como esta. As folhas também são bicudas e geralmente serradas, mais duras que a Impatiens walleriana e geralmente também são bastante coloridas, inclusive os troncos. As flores são semelhantes a Impatiens walleriana, mas maiores, e o crescimento também é semelhante, mas pela rigidez das folhas perde aquele ar de delicadeza que tanto caracteriza a “Maria-sem-vergonha”.

janela pássaro

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.