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Os Goivos são plantas originárias do Mediterrâneo, Ásia, África do Sul. São flores graciosas de cores alegres e raiadas.

É uma planta herbácea, vivaz, cultivada como anual, com caules eretos e um pouco tortos, de base lenhosa com cerca de 30-60 cm de altura. A folhagem é densa, sendo as folhas estreitas, lineares a lanceoladas e de cor verde acinzentado.

As flores surgem na primavera, são agrupadas em hastes terminais, podem ser simples ou dobradas e de diversas cores, desde o branco, rosa, vermelho até o violeta, com diversas tonalidades intermediárias.

O Goivo ou Goiveiro é uma planta muito aromática, libertando um agradável perfume, algumas variedades liberam seu aroma de maneira mais intensa à noite.

O seu fruto é do tipo síliqua e apenas os espécimes de flores simples os produzem, mas das sementes originam-se novas plantas.

NomesPopulares: Goivo, Goiveiros, Goiveiro-da-rocha, Goiveiro-encarnado, Goivo-encarnado, Mathiola–incana.

Pode ser utilizado em canteiros, bordaduras, pequenos maciços, vasos, floreiras, tem um crescimento rápido e são bastante resistente ao frio.

Sementeira: No local definitivo na Primavera ou no Outono. Pode ser semeado em estufa no Inverno, transplantando as planta na Primavera para o exterior. Germinação entre 7-14 dias a 18-21ºC.

Transplantação: Primavera. Espaçamento entre 15-20 cm. Plantar de preferência em lugares abrigados e soalheiros.

Luz: Sol ou meia-sombra.

Solos: solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.

Rega: Regular. É capaz de tolerar curtos períodos de estiagem. São muito sensíveis ao excesso de água, logo não regar em demasia, pois pode provocar podridão dos caules e raízes.

Adubação: Aplicar um pouco de adubo para plantas de flor a cada 3-4 semanas sem ser em excesso pois pode provocar o escurecimento das folhas. A falta de nutrientes no solo pode provocar amarelecimento e a queda das folhas inferiores.

Floração: Primavera/Verão. A remoção das inflorescências velhas estimulam um novo florescimento.

Poda: Cortar as flores velhas de Goivo para prolongar a floração.

Multiplicação: Semente

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


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A flor do Crocus ou Açafrão é uma flor linda e delicada de cores muito vivas que encanta qualquer jardim. Muito apreciada por anunciar a Primavera, alguns Crocus prolongam a estação até ao Outono, florindo em algumas regiões no Inverno.

Originária da Região do mediterrâneo interior, Grécia, Balcãs, Médio Oriente, abre as suas corolas quando o frio se vai embora em janeiro ou fevereiro, e, se o frio regressar, eles tornam a dobrar as suas pétalas para se voltarem novamente a abrir no primeiro raio de sol.

O Crocus é também conhecida por Açafrão Erva-Ruiva, Açafrão ornamental.

É uma planta herbácea bulbosa de porte muito pequeno, com alturas entre os 10-25cm formando tufos. Existem mais de 80 espécies e centenas de híbridos e cultivares. Muitas vezes nascem primeiro as flores e só depois as pequenas folhas que são estreitas e lineares, de cor verde-claro e brilhante, com nervura central saliente e prateada.

As suas flores são em forma de copo, hermafroditas, surgem num longo pedúnculo, são perfumadas e podem apresentar várias cores e tons intensos desde o amarelo, branco, azul, creme, rosa, com riscas, etc.

Condições de cultivo
Plantar no local definitivo, debaixo de arbustos, arvores, jardins rochosos, canteiros ou floreiras. é uma planta sociável, pelo que se devem plantar vários na mesma área. Agrega-se muito bem a narcisos e tulipas.

Solo: Solos argilo-arenosos e férteis com boa drenagem.

As regas devem ser moderadas, pode-se adicionar um pouco de brita (pequenas pedras), ao solo, para obter uma drenagem mais desejável.

Devem ser cultivadas sob sol ou meia-sombra em climas frescos mas não tolera geadas fortes.

Sua multiplicação se faz por divisão dos bulbinhos que se formam em redor do bolbo principal. Esta operação só deve ser feita após as folhas murcharem por completo. Muitas espécies chegam a florir durante 20 anos.

Floresce na Primavera/Outono/Inverno.

Curiosidades: O açafrão uma especiaria muito conhecida e apreciada é obtida a partir dos estigmas de uma espécie de Crocus o Crocus sativus. Esta especiaria é utilizado desde a Antiguidade, principalmente na culinária mediterrânica, região de onde a variedade é originária, normalmente em risotos, caldos e massas. É atualmente a especiaria mais cara do mundo, uma vez que para a preparação de um quilo de açafrão são processadas manualmente mais de 200 mil flores da planta, a colheita, efetuada entre Outubro e Novembro, é inteiramente feita à mão, o mesmo acontecendo com a monda (operação que consiste em separar os estigmas da flor).

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A Erythrina é um gênero de árvores da família Fabaceae (Faboideae) que contem cerca de 130 espécies, distribuídas pelas zonas tropicais e subtropicais do mundo.

É uma árvore decídua que pode atingir até 30 m de altura, com um tronco de 30 a 90 cm de diâmetro, consoante a espécie.

Muitas espécies de Erythrina têm flores vermelhas brilhantes, e isto pode ser a origem do seu nome comum (Erythrina crista-galli).

A Erythrina crista-galli é também conhecida por Árvore-de-coral, Corticeira, Mulungu, eritrina, bucaré, entre outros.

Nem todas as espécies de Erythrina tem flores vermelhas brilhantes, o Wiliwili (E. sandwicensis) tem uma variação extraordinária na cor da sua flor, com laranja, amarelo, salmão, verde e branco. Este polimorfismo de coloração marcante é provavelmente único no gênero.

Esta espécie é endêmica das ilhas do Hawai. É a única espécie de Erythrina que nasce naturalmente lá. É normalmente encontrada em florestas secas na ilha de sotavento das encostas até uma altitude de 600 m.

As flores das Erythrina medem de 3 a 5 cm de comprimento, em numerosos cachos pendentes da extremidade dos ramos em inflorescência.

As suas folhas são grandes, em formato de losango e caem no inverno, desta forma a árvore permanece destituída de folhagem durante a floração.

As sementes de pelo menos um terço das espécies contêm potentes alcalóides de Erythrina, e alguns destes são usados para fins medicinais por indígenas. Todas as sementes são tóxicas em algum grau, mas algumas delas podem causar envenenamento fatal. Elas são resistentes e flutuantes e muitas vezes são levadas pelo mar para grandes distâncias e por isso são comummente chamadas de “feijão do mar”.

Muitos pássaros visitam as Erythrinas atraídos pelas suas flores ricas em néctar, sendo de salientar os beija-flores.

Devem ser cultivadas a pleno sol, em solo fértil, apreciando os lugares úmidos, como próximos a rios e lagos, o que deu origem ao nome popular corticeira-do-banhado. Multiplica-se principalmente por sementes, podendo também utilizar-se estacas.

Algumas árvores de coral são amplamente utilizadas ao longo das ruas e em parques, especialmente nas áreas mais secas. Em alguns lugares, como Venezuela, são usadas como árvores de sombra para as culturas de café ou cacau. Na região de Bengala, eles são usadas para a mesma finalidade em certas plantações.

São utilizadas como emblemas de alguns países, como por exemplo a Erythrina crista-galli é a flor nacional da Argentina e Uruguai.

É uma árvore espetacular sendo largamente utilizada no paisagismo urbano.

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A Renda-portuguesa é uma planta herbácea rizomatosa, de aparência delicada, que se desenvolvem por longos rizomas pilosos na cor marrom escuro, de onde partem as folhas compostas.

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A propagação se faz da seguinte maneira:
- A propagação da renda portuguesa é feita através de estaquia do rizoma.

- Selecionar rizomas saudáveis que apresentam pelo menos duas gemas, ou “borbulhas”, pois são delas que irão sair as novas mudas.

- Cortar com aproximadamente dez a quinze centímetros de comprimento.

- Fazer a desfolha do rizoma, deixando apenas as quatro folhas mais novas.

Plantando no vaso:
- Colocar uma camada de cascalho ou brita de aproximadamente quatro centímetros de altura no fundo do vaso, para uma boa drenagem de água.

- Colocar o substrato até a metade do vaso.

- Em seguida colocar o rizoma no centro do vaso e completar com substrato, apertando-o para fixar bem o rizoma.

- O rizoma deverá ser enterrado no substrato, até a sua metade.

- Colocar o vaso em local sombreado, regar sem encharcar e manter o substrato sempre levemente umedecido.

Observações:
- Os rizomas na época da preparação das mudas, devem ser plantados em vasos pequenos, pois a renda portuguesa é lenta no crescimento. Somente depois que ela começar o seu desenvolvimento poderá ser transplantada para vasos maiores.

- o processo de transplante para  outros recipientes maiores, deverão obedecer as mesmas características acima: cascalho no fundo do vaso, etc.

Cultivo:
- A renda portuguesa se desenvolve perfeitamente em ambientes com boa iluminação, porém sem a incidência direta do sol.

- Podem ser cultivadas em vasos colocados à meia sombra embaixo de árvores, ou dentro de casa, próximo a janelas, onde há maior incidência de claridade.

Os vasos mais indicados são aqueles que se apresentam com as seguintes características: profundidade rasa, com a boca enlanguescida, onde o espaço se torna maior, visto que os rizomas da desta planta se desenvolvem quase que exclusivamente, na superfície do substrato do recipiente onde é plantada.

Substrato:
- O substrato para o seu cultivo deverá ser rico em matéria orgânica.

- Pode ser uma mistura bem homogeneizada de fibra de coco,casca de pinus e esterco animal bem curtido, na proporção de 1:1:1.

Adubação:
- A aplicação de adubo foliar duas vezes por mês.

- Adubação química NPK 10-10-10. Misturar uma colher de sopa, rasa, de adubo granulado na formulação indicada,   em 2 litros de água,  agitar até dissolver por completo os grânulos, em seguida colocar cerca de 1 xícara de chá desta mistura, em cada vasinho.

- Na medida em que a planta for crescendo aumente a dosagem gradativamente, até chegar a um copo americano.

- A adubação química deverá ser feita a cada quatro meses.

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A maioria das flores se desenvolve melhor em uma ou mais épocas do ano, e conhecer esses períodos é essencial para ter êxito no cultivo das plantas.

No Verão, as flores que melhor se adaptam são a Orquídea, a Margarida, a Catleia, a Cáspia, a Boca-de-Leão, a Áster, o Antúrio, o Bico-de-Papagaio, a Bromélia, a Amarílis, a Flor-de-Lis e as Rosas.

Já entre as flores de Outono encontramos a Margaridinha, o Rabo-de-Gato, a Flor-de-Maio, a Azaleia, a Hortência, a Gérbera, a Strelitzia, o Gladíolo, a Gipsofila, a Angélica, o Tango, a Rosa, o Cymbidium, o Crisântemo, o Cravo, a Cravina, a Áster e a Tulipa.

O Inverno é a melhor época para plantar a Azulzinha, a Aprímula, a Begônia, a Flor-de-Sino, o Lírio da Paz, o Lupino, a Orquídea, a Tulipa, o Goivo, a Angélica, o Oncidium, a Íris, o Girassol, a Estátice e o Copo-de-Leite.

Entre as melhores opções de flores da Primavera podemos citar o Copo-de-Leite, o Girassol, o Agapanto, a Áster, o Antúrio, o Crisântemo, a Dália, o Lisanthus, a Rosa, o Tango, a Cravinha, a Gérbera, a Gipsofila, a Boca-de-Leão, a Estátice, a Frésia, a Petúnia, a Violeta, o Narciso e a Bromélia.

É importante salientar que cultivar flores fora de época, além de não proporcionar bons resultados, tem um custo bem mais caro, devido ao alto valor que as mudas são encontradas.

Contudo, para ter sucesso no cultivo de flores de cada estação, é imprescindível que nessas épocas sejam adotados alguns cuidados básicos:

Verão: É essencial regar as flores sempre que seu substrato estiver seco, o que normalmente ocorre todos os dias no verão. É importante lembrar que os melhores horários para molhar as plantas são aqueles em que não há incidência de luz solar sobre elas, pois, se a rega for realizada em períodos de sol, as plantas podem ser danificadas.

Outono: Essa é a melhor época para renovar os jardins ou plantações, recuperando-os do calor sofrido no verão. Aconselha-se limpar a terra, adubá-la e realizar a poda das plantas, retirando todas as folhas mortas e ervas daninhas.

Inverno: Durante esse período as regas devem ser diminuídas, visto que as plantas tendem a permanecer úmidas por mais tempo. A maioria das flores dessa época não precisa ser podada, então é aconselhável aproveitar esse período para tratar e adubar a terra.

Primavera: Nessa época as regas devem ser realizadas normalmente sempre que a planta estiver com a terra seca. Esse é o período mais favorável para plantar, já que, normalmente, não há calor nem frio excessivos.

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Na Europa, com o clima temperado, o inverno traz as geadas e a neve, mas na maior parte do Brasil, o inverno é apenas mais uma estação de calor. O frio que caracteriza esta estação está presente apenas nos estados do sul, sudeste e em regiões serranas e mesmo assim não chega a ser tão rigoroso. No entanto, apesar de não esfriar em outros locais do Brasil, o tempo se modifica um pouco, é época de chuvas no nordeste e secas no centro-oeste. A região norte é a única que não se altera muito, devido a ação reguladora da floresta.

Coníferas são naturalmente resistentes ao inverno.
No inverno característico e frio, de nossas regiões subtropicais, um pouco de atenção com o jardim pode garantir uma estação com flores e frutos, e preparar as plantas e o solo para a primavera que se aproxima. Algumas plantas são naturalmente resistentes ao frio, não exigindo tarefa alguma no inverno, como as coníferas (pinheiros e ciprestes). Outras, como as plantas tropicais, hortaliças e árvores frutíferas podem exigir alguma manutenção, mas nada que se compare às outras estações. Confira a seguir algumas dicas para a estação mais fria do ano:

1. Podas de arbustos e árvores: Em locais frios, muitas espécies de plantas cessam seu crescimento vegetativo, dormindo até a chegada da primavera. Entre estas espécies, encontram-se muitos arbustos e árvores, que necessitam de podas de limpeza e formação nesta época. Remova galhos secos, malformados e doentes, pois desta forma a luz ficará mais bem distribuída pela copa da planta. Não é muito difícil reconhecer as plantas que podem ser podadas nesta época. Geralmente as plantas originárias de clima temperado e as plantas que perdem as folhas no inverno. Não pode as plantas que estão em flor ou com botões, mesmo que tenham perdido as folhas, pois elas não estão dormindo, estão em plena atividade.

2. Combate a pragas e doenças: O inverno também é época ideal para combater pragas e doenças. A maioria delas reduz sua proliferação neste período, sendo um bom momento para controlá-las de forma mais eficiente. Fugindo à regra, algumas doenças fúngicas aumentam neste período, principalmente em regiões com longos períodos chuvosos. O mesmo acontece com as lesmas e caramujos, que se aproveitam da umidade, e da temperatura amena para devorar as folhas verdes.
Para evitar a infestação por estas pragas e doenças, enquanto as plantas estão mais sensíveis, é importante remover as restos das plantas anuais de verão, que estão mortas ou fracas nos canteiros. Retirar galhos secos, flores, frutos e folhas caídos, e colocá-los na compostagem, também ajuda a manter as pragas afastadas. Pulverizações preventivas, com fungicidas a base de cobre, como a calda bordalesa, devem ser realizadas pelo menos a cada mês, nas frutíferas, orquídeas, arbustos, mudas, sementeiras, etc.

3. Correção e adubação do solo: Nas plantas que estão em crescimento, floração e frutificação, adubações são bem vindas, principalmente com os adubos orgânicos, que têm liberação mais lenta. Em locais frios, misture esterco bem curtido e farinha de ossos à terra dos canteiros e vasos de bulbosas, petúnias, roseiras, prímulas, begônias e amores-perfeitos.

4. Proteção contra o frio: Coloque cobertura morta nos canteiros, seja no frio ou no calor. Esta cobertura além de servir como isolante térmico, irá repor a matéria orgânica, melhorando a fertilidade e a textura do solo, além de proteger as plantas na estiagem. Servem para esta função, serragem, cascas de pinus, folhas secas, aparas de grama, entre outros materiais.

Cobertura morta:
A cobertura morta é uma prática agrícola que consiste em cobrir a superfície do solo, preferencialmente nas entrelinhas, com uma camada de material orgânico, geralmente com sobras de culturas como a palha ou cascas. A palhada forma uma camada protetora sobre o solo, exercendo efeito físico sobre as sementes e a população de plantas daninhas, principalmente as jovens, atuando sobre a passagem de luz e liberando substâncias alelopáticas, desta forma, proporciona condições adversas para a germinação e o estabelecimento de espécies indesejadas e favoráveis ao desenvolvimento da cultura.
As plantas tropicais merecem uma atenção especial no frio. Elas são sensíveis às geadas e temperaturas muito baixas, e devem ser protegidas durante a noite com lonas, plásticos, tecidos de TNT ou mantas bidim. Este cuidado serve também às hortaliças, além de mudas de flores e forrações mais delicadas.

5. Irrigação especial: Como o frio reduz a evaporação da água, no inverno as regas são reduzidas. Via de regra, deve-se irrigar apenas quando a superfície do substrato apresentar-se seco. Para o gramado, basta ficar de olho nas folhinhas: quando elas começarem a enrolar é porque já está na hora de regar.

Outro cuidado importante é regar as plantas pela manhã, por dois motivos: A rega à tarde e à noite faz com que a terra permaneça muito tempo úmida, favorecendo pragas e doenças. Outra razão importante para regar pela manhã, é que, caso tenha ocorrido alguma geada à noite, você tem a chance de derreter o gelo antes do sol, evitando assim as típicas queimaduras nas folhas.

No nordeste, com a época das chuvas, as plantas dispensam maiores cuidados, pois ficam até mais bonitas. Adubações continuam sendo bem vindas nestas condições. No centro-oeste, ao contrário, a estiagem castiga as plantas tropicais, e irrigações e pulverizações suplementares fazem bastante diferença na saúde e vitalidade das plantas.

Em resumo, o inverno é um período de baixa manutenção, mas que exige alguns cuidados, para que as plantas atravessem o inverno com vitalidade. É o período de preparar a terra para as intensas atividades de primavera. No paisagismo, é o momento de planejar, escolher as espécies que vão ser plantadas na próxima estação e decidir como serão os canteiros. No quadro abaixo, há quatro listas com sugestões para você plantar, colher e podar no inverno e uma lista das espécies em flor nesta estação. Aproveite e tenha um inverno florido.

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Para obter sucesso no cultivo de orquídeas a primeira coisa que você deve saber é qual o gênero ou espécie e qual o habitat de origem da planta, para saber suas necessidades naturais em seu meio.

Sabendo tais informações fica fácil cuidar de suas orquídeas. Por exemplo, o cultivo de orquídeas ornamentais (como a Cattleya e a Phalaenopsis) é relativamente fácil, se respeitadas as regas semanais, os critérios de exposição de luz (normalmente o mais indicado é 50%, conhecida como meia-sombra e nunca o sol direto) e a adubação periódica com substratos ricos e apropriados a cada fase de desenvolvimento da planta.

As orquídeas podem ser cultivadas em vasos, fibra de coco ou em árvores. Quando tratadas de maneira adequada elas podem florir uma vez ao ano.
Mudas podem ser nutridas com uma colher de chá de farinha de osso a cada mês nas beiradas do vaso, acelerando assim seu crescimento. Os híbridos são de maneira geral extremamente resistentes, e podem prosperar mesmo em condições adversas de cultivo, crescendo mais rápido que as espécies “naturais”. Incontáveis cruzamentos de gêneros ou espécies geraram inúmeros híbridos.

Em sua maioria, orquídeas não toleram água em demasia, mas normalmente  gostam da presença de substrato rico e úmido. Por este motivo, os vasos jamais devem ficar sobre pratinhos que retém água, sob pena de encharcar as raízes e matar a planta.

É fundamental o arejamento das raízes, daí o uso de pedaços de xaxim ou fibra de coco como substrato, e não o pó deste. Dois anos é o tempo médio de vida útil do substrato, o qual deve ser substituído após esse período. O pó de fibra de coco é normalmente usado apenas quinzenalmente sobre o substrato (salpicar uma colher de sopa). Há ainda outros substratos  o esfagno, etc.

Para uma boa drenagem 1/3 do vaso deve ser preenchido com caco cerâmico. Por este motivo também é comum o uso de vasos de barro com furos nas laterais e vasos de plástico transparentes, que facilitam o contato da luz com o rizoma e acentuam o arejamento deste. A drenagem pode ser feita mantendo o vaso ou placa de coxim pendurado por arames e pendendo numa inclinação de 45º. De maneira geral, plantas penduradas estão mais protegidas de doenças e pragas.

Uma planta florida pode permanecer dentro de casa, perto de uma janela com boa fonte de luz, sempre evitando o sol direto. Durante esse período, deve-se molhar o substrato, dependendo da umidade ambiente, mas com rega bem moderada e jamais molhando as flores.

Após o fim da floração, pode-se fazer a retirada manual das flores secas e podar a haste com tesoura esterilizada em fogo.

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Cattleya guttata alba
As orquídeas apresentam variações quanto ao local onde se desenvolvem na natureza. Podem ser:

1) Epífitas - quando a orquídea se desenvolve em troncos e galhos de árvores. Apesar disso, ela não é uma parasita, pois não danifica nem retira nutrientes das árvores. O seu sustento vem do oxigênio que absorve através das folhas, da umidade do ar, do sol, da água da chuva e dos nutrientes que derivam das folhas e insetos mortos e decompostos que ficam depositados sobre os galhos e troncos.

2) Terrestres - são aquelas que vivem no solo. Geralmente são plantas de climas temperados, mais amenos; têm o sistema de raízes próprias para se desenvolverem na terra. Gostam de local menos ensolarado.

3) Rupícolas ou litofíticas – se desenvolvem em solo rochoso, em locais geralmente muito ensolarados. As raízes ficam protegidas nas fendas das rochas ou sob o mato. Essas orquídeas enfrentam condições adversas de temperatura: calor forte durante o dia e noites frias

4) Saprófitas - espécie subterrânea que cresce e floresce no subsolo, a Rhizanthella garneri, coletada pela primeira vez em 1928 na Austrália. Não tem clorofila e se desenvolve com a ajuda de um fungo.

A vontade de se ter a beleza das orquídeas em casa levou à busca de cultivos alternativos. Para o desenvolvimento adequado da orquídea fora de seu habitat natural, precisamos estar atentos aos seguintes fatores: luz, temperatura, umidade e água, adubação, substrato e vasos.

Partes das plantas e modo de crescimento
Quanto ao crescimento, as orquídeas podem ser classificadas em:

1) Simpodiais - plantas que crescem na horizontal, ou seja, o novo broto se desenvolve na frente do bulbo adulto formando o rizoma e um novo pseudobulbo, num crescimento contínuo.

2) Monopodiais - planta com crescimento vertical. Suas folhas são lineares, rígidas e carnosas,  muitas vezes sulcadas ou semi-cilíndricas, dispostas simetricamente no caule da planta. Ex. Vandas, Ascocendas.

Crescimentos novos, chamados de “frente”, começam na base do pseudobulbo guia, a partir das gemas. Muitas dessas orquídeas formam na base das folhas do pseudobulbo guia (de onde sairá a aste floral) uma estrutura especializada, tipo folha, chamada bainha. A função principal da bainha é proteger as gemas e as partes novas da planta. Uma característica das Cattleyas é a formação de uma estrutura chamada espata que serve para proteger o botão floral. Embora seja comum seu aparecimento, as vezes acontece de os botões nascerem sem espata.

Tipos de vasos, ferramentas necessárias e desinfecção.
Normalmente os vasos mais utilizados e facilmente encontrados são os de barro e os de plástico.
Vaso – De barro
Vantagens – Melhor aeração e consequentemente retém água por menos tempo
Desvantagens – Seca muito mais rápido

Vaso – De plástico.
Vantagens – Preço mais baixo, mais leve, fáceis de limpar.
Desvantagem – Retém mais umidade e pode favorecer o apodrecimento das raízes.

O formato dos vasos varia muito. Existem formatos que são mais apropriados para uma espécie do que para outra, contudo, como regra geral todos devem possuir uma boa capacidade de drenagem (furos largos e cacos de telha no fundo), propiciando um rápido escoamento da água.

Desinfecção
Caso você opte pela reutilização de um vaso, é imprescindível a desinfecção do mesmo antes de replantar uma orquídea, bem como de todas as ferramentas que irá usar (facas, tesoura de poda, pá de jardinagem etc.). Para desinfectar um vaso de plástico basta lavá-lo muito bem com água e água sanitária e deixá-lo secar ao sol. Já o vaso de barro, após a lavagem, ainda úmido, coloque-o por alguns segundos sobre a chama do fogo para queimar possíveis micróbios.
O mesmo deve ser feito com as ferramentas: flambe na chama do fogo a tesoura de poda e faca sempre que for cortar uma folha velha, raiz ou bulbo de sua orquídea.

Substratos
O substrato serve como suporte para a planta e ajuda a reter os nutrientes. Um bom substrato deve ter várias qualidades: ser durável (4 a 6 anos), ter fácil disponibilidade, preço acessível, facilidade de manuseio, capacidade de sustentar a planta, firmeza, ausência de toxidez, boa aeração, manutenção do pH, capacidade de retenção da água, porém sem encharcar, etc.

O Xaxim como está em extinção, está sendo substituído por outros substratos alternativos, como segue:

Esfagno ou musgo – Pode ser usado puro ou misturado com outros substratos e é recomendado para plantas que precisam de muita umidade para sobreviver, principalmente as mudinhas novas.

Casca de coco – É um bom substrato devido a abundância do material, porém deve ser obrigatoriamente extraído do coco seco, pois a casca do coco verde não é aconselhável por ser de curta duração, além de ser excelente local para fungos e bactérias que podem dificultar o enraizamento ou mesmo contaminar a planta, matando-a.

Coxim – É o tecido da casca do coco a base de tanino. E vendido na forma de vasos, cubos, bastões, placas, fibras e grânulos. Ainda é um material relativamente caro. Deve-se molhar com moderação pois ele retém a umidade por muito tempo.

Troncos – Deve ser de madeira resistente e de preferência com casca firme e rugosa. É fácil de usar e as plantas dificilmente sofrerão por umidade excessiva.

Tutor vivo (árvores) – É sem dúvida o substrato ideal, pois é o que melhor imita as condições naturais. O tutor vivo tem a desvantagem de não poder ser removido para as exposições.

Carvão vegetal – Pode ser usado como substrato isoladamente. Muitos orquidários estão usando carvão misturado com casca de pinus moída, pedra brita ou xaxim, com excelentes resultados. Bom para as plantas que não gostam de água acumulada nas raízes.

Caroço de açaí – Encontrado em abundância no Norte e Nordeste. Deve-se ter o cuidado de antes de utilizá-lo lavá-lo bem para tirar o pó e ferver durante 10 minutos para matar o embrião evitando assim a sua germinação. É um substrato de curta duração.

Material inorgânico – Entre os materiais usados podemos citar rocha vulcânica, brita de vários tamanhos, agregados como argila expandida, dolamita, etc.
Piaçava – é um substrato com boas características: é poroso, mas é formado em grade parte por lignina que não se decompõe. Bom para orquídeas que não gostam de muita umidade.
Casca de árvores - Podem ser usadas grandes lascas ou pode ser triturada, pura ou misturada com outros elementos. As mais usadas são casca de peroba e nó de pinho.
Outros tipos – Mistura de grãos de isopor, casca de pinus e carvão, rolha, casca de amendoim, casca de macadâmia.

Reprodução de Orquídeas
A natureza se encarrega de fazer a reprodução e multiplicação das orquídeas através de vetores como: vento, insetos, pássaros e formigas. O homem pode fazer mudas de orquídeas através de divisão de mudas, estaquia, produção de keikis, sementes e meristema. Os três primeiros têm a vantagem de reproduzir flores idênticas à planta-mãe, mas pequena quantidade de mudas. A reprodução por sementes pode gerar centenas de mudas, mas semelhantes à planta-mãe. Já o meristema (ou clone) produz flores idênticas e em grande quantidade.

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Astromélias
No verão, as regas e adubações devem ser mais freqüentes, principalmente para as plantas que ficam expostas ao sol. Em algumas regiões mais áridas, é necessário regá-las duas vezes por dia, sempre pela manhã e à tardinha, já com o sol baixo.

As plantas de interiores também tendem a ficar ressentidas com o ar muito seco, por isso, além das regas normais, borrife as folhagens com água na temperatura ambiente.

Nos casos mais sérios, agrupe as plantas em uma bandeja com água, sempre com cuidado para o vaso não ficar submerso. Não se esqueça de que, ficando em contato com a água, o solo do vaso vai ficar muito úmido, prejudicando as raízes das plantas. Por isso, mantenha-os apoiados em uma camada de pedregulhos. As espécies mais sensíveis e delicadas devem ser afastadas das janelas muito ensolaradas.

O verão é época propícia para o aparecimento de doenças. Para preveni-ias, remova folhas e flores murchas ou secas e ventile bem o ambiente. Se você notar alguma planta com sinais de doença ou praga, isole o vaso imediatamente, remova as partes afetadas e, se o problema persistir aplique produtos especiais para cada tipo de problema. Lembre-se de que esses produtos são tóxicos e devem ser aplicados de acordo com as instruções do fabricante.

Os vasos pendentes, além das regas normais, precisam ser imersos em água uma vez por mês, para o xaxim absorver bastante umidade. É só mergulhar o vaso em um balde com água por dois minutos.

No jardim, coloque estacas para as plantas com hastes mais delicadas, a fim de evitar que as chuvas fortes dessa época do ano danifiquem suas plantas.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


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Família: Orchidaceae
Origem: Américas

Baunilha é o nome popular dado às orquídeas do gênero Vanilla. Elas são plantas terrestres e trepadeiras, conhecidas mundialmente pelo aroma de seus frutos. Em geral, estas orquídeas apresentam caule verde, cilíndrico, de crescimento monopodial, podendo alcançar 20 a 30 m de comprimento, dependendo do suporte em que estão apoiadas. Além das raízes terrestres, elas também emitem raízes adventícias ao longo do caule, que aderem no suporte e são responsáveis pela sua fixação. Suas folhas são alternadas, ovais a lanceoladas, verde-escuras e reduzidas em algumas espécies.

As flores não são o principal atrativo deste gênero, ao contrário de outras orquídeas. Elas são bonitas e grandes, solitárias ou em rácemos, mas pouco duráveis, apresentam coloração amarela ou esverdeada, com o labelo de tonalidade amarela mais forte.

Quando polinizadas, originam frutos alongados e cilíndricos, que demoram alguns meses para amadurecer.

As baunilhas devem ser cultivadas à meia-sombra, sendo adequado filtragem de 50% da luz do sol por sombrite. Também desenvolvem-se muito bem sob a copa de árvores não muito densas, como as frutíferas em geral.

O plantio deve ser realizado com estacas longas, de pelo menos 80 cm, em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica.

Elas devem ser amarradas a tutores, como ripas de madeira de 1,5 metros ou tronco de árvores, pelo menos até a sua fixação através das raízes adventícias.

Adubações regulares com matéria orgânica, irrigação periódica e polinização manual são os principais tratos culturais da baunilheira estabelecida.

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