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  • Archive for the ‘Cultivos e Cuidados’ category

    Agapanthus
    Não exigem muitos cuidados e resistem a pragas.

    Estamos quase entrando na primavera, é época para observarmos e nos prepararemos para organizar, para o próximo ano, canteiros perenes que darão flores com pouquíssimos cuidados já que são resistentes à pragas.

    São os canteiros que formam manchas amarelas (Hemerocallis flava – lírio amarelo) e azuis e brancas (Agapanthus africanus-Agapanto). Essas plantas são formadas por divisão de touceiras, o que permite aumentá-las muito a cada ano a partir de uma matriz pequena. Elas devem plantadas em grupos formando canteiros que devem ficar de 7 a 10 centímetros acima do nível do gramado.

    Para fazer um canteiro escolhe-se a área a ser plantada desenhando o formato de seus contornos e tamanho de acordo com a quantidade de mudas. Lembramos sempre que a cada ano é possível aumentar um canteiro que foi feito economicamente com poucas mudas, a partir de abril por multiplicação de touceiras. Para isso é preciso arrancar uma touceira já formada e dividir as diversas hastes, cada uma com sua parcela de raiz que formará um novo pé da planta. Quem quer iniciar um plantio pequeno pode prever o aumento do canteiro ano a ano ou formação de novos canteiros.

    Para fazer um canteiro inicial de 1 metro quadrado, bastam apenas duas ou três caixas, para iniciar uma produção própria!

    No começo do novo canteiro é preciso regas freqüentes e após as mudas estarem pegas ela não exigirá maiores cuidados do que regas esporádicas e adubação com adubo animal bem curtido ou adubo químico NPK ou farinha de ossos em pequenas quantidades.

    flor de lotus

    Orquídeas híbridas

    Plantar orquídeas em vasos demasiadamente grande não é o ideal. Quando se planta uma orquídea, o bulbo mais velho deve ficar junto à parede do vaso, permitindo assim o seu crescimento adequado, em direção ao lado oposto.

    1/3 da parte do vaso deve ser preenchida de cacos de telha, que desse modo permitirá uma drenagem adequada. Não se deve apertar demasiadamente o substrato.

    Ao se instalar uma nova planta, devemos ampará-la com um tutor, facilitando assim o seu enraizamento e porte ereto. Os raios solares não devem atingir a planta por tempo muito longo. A meia luz é adequada para sua orquídea.

    As raízes das orquídeas precisam de bom arejamento, portanto não encharque sua planta. As orquídeas, em sua maioria, toleram mais a estiagem que períodos de muita chuva ou regas constantes.

    Uma leve umidade será ideal para suas plantas. Só devemos regar a orquídea quando o substrato estiver completamente seco.

    Os jatos suaves são os ideais. Os aplicados com violência só causam problemas. A água da chuva é a melhor que existe para a sua planta, desde que não seja em excesso.

    O corpo humano precisa de alimento e os vegetais também. O alimento da orquídea, como todos os vegetais é o adubo.

    A adubação da orquídea deve ser feita em doses homeopáticas e períodos intercalados. Adquira somente adubos inorgânicos de comprovada utilização na orquidofilia.

    Não se deve adubar em demasia a orquídea, pois muito adubo é prejudicial.
    A cada 20 ou 30 dias, faça uma pulverização foliar, isto é, diretamente nas folhas usando para isso uma bomba de flit, sem uso comum. Depois dessa aplicação, deixe de regar com água por 48 horas.

    formigas

    orquídeas

    As orquídeas ornamentais encantam as pessoas ao redor do mundo por serem plantas exóticas e de rara beleza. Possuem espécies diversificadas e, ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, não exigem tantos cuidados assim. Sua cultura é fácil quando tratada da maneira adequada. Precisam estar sempre à meia-luz, ou seja, com uma luminosidade constante de 50% e com uma adubação correta a cada fase da planta. Quando bem tratadas, podem florir uma vez ao ano, sempre na mesma época.

    As orquídeas podem ser cultivas em variados locais. Podem estar em vasos, em pedaços de madeira, em fibras de coco, diretamente em árvores ou placas de xaxim. Cada espécie é adequada a um local. O melhor não é plantar orquídea em vasos muito grandes.

    O fundamental no cuidado com estas plantas é na hora de regá-las, pois elas não se desenvolvem em substratos muito úmidos. O recomendado é mantê-los bem drenados. Caso contrário, as raízes se encharcam e a planta adoece e morre. As orquídeas devem ser molhadas assim que o substrato seca. Basta observá-las. Se ficar seco em torno de três dias, a orquídea deve ser regada de três em três dias, por exemplo. O melhor é regá-las no final da tarde ou no começo da manhã. Uma dica para saber se o substrato está úmido ou seco e cavar um pouco e colocar o dedo, sentindo se já está próprio para regar ou não.

    Outro cuidado importante para manter as plantas saudáveis é fazer uma adubação correta. Assim como o excesso de água, o excesso de adubação prejudica a planta. A aplicação do adubo pode ser feita no vaso, colocando uma colher de café de adubo orgânico de um lado do vaso. Conforme a irrigação, o adubo vai se dissolvendo e a planta vai absorvendo os nutrientes necessários. A próxima aplicação deverá ser feita em outro canto do vaso, sempre variando o lugar. Os intervalos entre as adubações podem ser feitos a cada três meses ou mais. Caso a orquídea esteja em xaxim ou fibra de coco esses próprios substratos já são fornecedores de nutrientes e, portanto, não há a necessidade de adubá-los. Os melhores adubos orgânicos são a torta de mamona e a farinha de osso ou a mistura conhecida como Bokashi. Esses adubos são encontrados facilmente no mercado.

    As orquídeas são plantas que dificilmente são atacadas por pragas e doenças. Porém alguns insetos como pulgões e cochonilhas podem se implantar nelas. Caso isso aconteça, a retirada dos pulgões pode ser feita misturando água e detergente e borrifando essa mistura na planta. Já com as cochonilhas o indicado é retirar esses insetos raspando as folhas da plantas com uma escova dental macia; fazendo isso embaixo da água. As plantas mais protegidas de doenças e pragas são as penduradas.

    Quando as raízes das orquídeas ocuparem todo o vaso é hora de colocá-la em um vaso maior ou dividi-la. Após a floração as flores secas devem ser retiradas e a haste deve ser podada com tesoura esterilizada. As espécies que podem se fixar em árvores podem ser colocadas lá sendo amarradas junto ao tronco da árvore.

    A prática de mini-orquidários está sendo bastante difundida entre os adoradores de orquídeas. Com essa prática é possível ter orquídeas florescendo durante todo o ano. Basta adquirir plantas com floração em épocas diferentes. Os cuidados são os mesmo. As orquídeas são cultivadas em vários vasos e embelezam a casa ao longo das quatro estações.

    flores-em-série4

    frutíferas

    É possível cultivar algumas espécies frutíferas em vasos, obedecendo a algumas exigências básicas, dá para ter em casa plantas como pitangueiras, romãzeiras e até jabuticabeiras em vasos.

    Tudo começa com a escolha da espécie: as que mais se adaptam a esse tipo de cultivo são:
    - Acerola
    - Romãzeira
    - Pitangueira
    - Limoeiro
    - Jabuticabeira

    Para que estas árvores cresçam fortes e sadias elas precisam de:

    Muito espaço - Uma das principais exigências é que as frutíferas precisam de espaço suficiente para crescer e se desenvolver bem. Então, procure escolher um vaso bem grande, bem espaçoso, para que as raízes cresçam sem problemas. Não se preocupe com o formato – redondos, quadrados, retangulares, o importante mesmo é que os recipientes sejam bem espaçosos.

    Boa drenagem - Quando for preparar o vaso para o plantio, é fundamental garantir um bom sistema de drenagem para escoar a água das regas. Antes de colocar a mistura de terra, coloque uma camada de argila expandida no fundo do vaso.

    Uma mistura nutritiva – Prepare a mistura de solo da seguinte forma: 1 parte de terra vegetal, 1 parte de húmus de minhoca e 1 parte de areia. Encha o vaso com a mistura até mais ou menos a metade e ajeite a muda de forma que ela fique na altura adequada à borda do vaso. Se for preciso, abra mais a cova ou coloque mais terra para chegar na altura desejada.

    Lembre-se de fazer a tarefa com cuidado, preservando o torrão de terra da muda, pois ele protege as raízes. Agora complete o vaso com a mistura de terra e faça uma rega abundante.

    Um local protegido no início – Terminado o plantio, é recomendável cobrir a superfície da terra com pedriscos: além do vaso ficar mais bonito, a cobertura protege e mantém a umidade. E por falar em proteção, no início, a planta deve ficar num local arejado, mas longe dos ventos fortes. Além disso, nesse período inicial do plantio da muda, ela deve receber bastante sol, mas nos horários mais amenos, de preferência na parte da manhã.

    Depois, é preciso sol direto e boa nutrição – Após o período de adaptação, a planta deve receber diariamente pelo menos 4 horas de luz solar direta.
    É preciso também cuidar da nutrição das frutíferas. No cultivo em vasos, as adubações devem ser realizadas com maior freqüência e adequadas à espécie escolhida.
    De forma geral, dê preferência às adubações orgânicas com esterco curtido, torta de mamona, húmus de minhoca, etc.

    jardineiros

    flores
    Para ter as plantas sempre bonitas é preciso alguns cuidados, siga essas dicas e terás plantas e flores sempre lindas e saudáveis.

    - As plantas têm que ser limpas.

    - Todo e qualquer fragmento de planta seco devem ser retiradas. As partes secas têm tendência a apodrecer rapidamente, especialmente numa cultura em vasos, sem grandes movimentos de ar.

    - Os restos de insetos também devem ser retirados, visto poderem também serem atacados por fungos, propagando-se para as plantas.

    - As algas e musgos (não confundir com o esfagno) abafam as plantas. Retirar as plantas do seu vaso para um novo, evita esse problema. Este fenômeno atinge todas as espécies de tamanho modesto como também as sementes.

    - É indispensável manter as folhas livres de pó e de resíduos de poluição, pois, além de melhorar a aparência da folhagem, impede-se também a obstrução dos poros através dos quais as plantas respiram.

    - A frequência com que uma planta necessita de ser limpa varia, obviamente, com a sua localização. Numa zona industrial, as folhas depressa ficam sujas, gordurosas e descoloridas, a menos que sejam bem lavadas cada uma ou duas semanas. Em algumas zonas rurais ou do litoral, podem decorrer meses até que apareça pó.

    - A maioria das plantas de pequenas dimensões pode beneficiar de uma leve pulverização com água. A pulverização deve ser ligeira e com água à temperatura ambiente.

    - Pode também, se for uma planta pequena, mergulhá-la na água para limpar a folhagem.

    - Evite usar detergentes para a limpeza das suas plantas.

    - Quando se tratar de plantas de folhas muito grandes ou que pelas suas dimensões se tornem difíceis de transportar, lave cada folha separadamente com uma esponja ou pano macio. Ao lavar as folhas, segure-as por baixo com uma das mãos e com a outra passe a esponja ou o pano levemente pela sua superfície. A página inferior não requer geralmente tantos cuidados como a superior, pelo que pode limpá-la mais ligeiramente.

    - Depois de lavar uma planta, não deixe água nas folhas, nos gomos dos ramos ou nas bainhas das folhas, pois essa umidade residual pode queimá-las ou causar-lhe “podridões.

    - Se à superfície da mistura se desenvolveu uma crosta branca, pode ser sinal de que a planta tem sido excessivamente regada ou adubada.

    - A existência de limos ou de uma vegetação diminuta à superfície da mistura pode indicar excesso de água ou drenagem deficiente.

    - Revolva a terra dos canteiros. Solos compactados dificultam a expansão das raízes e prejudicam a retirada dos nutrientes do solo. Por isso, uma boa medida é revolver a terra dos canteiros, para facilitar a aeração e a penetração de água.

    - Adubar para dar maior força às plantinhas.

    - Antes do início da Primavera faça as mudas por estaquia de ramos de várias espécies de plantas, como Hortênsia (Hidrangea macrophilla), Sininho (Abutilon magapotamicum), Flor-de-cera (Hoya carnosa), etc. Retire um galho com cerca de 10 cm. Tire as folhas do galho e deixe apenas as duas folhas da extremidade, cortadas ao meio no sentido horizontal. Molhe a base da estaca e mergulhe-a num hormônio enraizador em pó (encontrado em lojas de produtos para jardinagem). Prepare um recipiente com a mistura de terra adequada à espécie e plante a estaca. Regue regularmente. Após 2 ou 3 semanas, mais ou menos, você terá uma muda pronta para ser replantada.

    - A melhor maneira de preservar a saúde das plantas é proporcionar-lhes boas condições de desenvolvimento, pois os problemas, na sua maioria, têm origem em cuidados inadequados.

    - Grande parte das doenças resulta de um cultivo deficiente, e as suas causas mais comuns são fatores como um ar excessivamente seco ou úmido, a falta de arejamento entre as plantas demasiado próximas e excesso de água.

    - A primeira medida a tomar na luta contra as pragas consiste em isolar as plantas recém adquiridas num quarto por duas ou três semanas, durante as quais podem ser tratadas com um inseticida para todos os fins. Se o espaço disponível não permitir o isolamento, as novas plantas devem ser pelo menos cuidadosamente examinadas, não apenas para detectar os pequenos insetos, mas também as lesmas e os caracóis, que, desenvolvendo-se, as podem destruir totalmente.

    - Quanto às plantas que já possui, é conveniente observá-las regularmente para verificar se existem sinais de praga.

    - A melhor maneira de prevenir qualquer infecção é evitar que a água permaneça sobre as folhas e separar convenientemente as plantas uma das outras. As doenças são contagiosas.

    - Arranque as folhas e as flores mortas ou que lhe pareçam doentes logo que as detecte.

    - Para evitar o alastramento da infecção, utilize produtos químicos e antibióticos.

    - Use mistura de envasar estéril para minimizar o risco de doença das raízes.

    formiguinha

    Flor-de-Maio (Small)
    Nome científico: Schlumbergera truncata
    Nome popular:
    Flor-de-maio, flor-de-seda.
    Origem: Brasil.
    Características: Herbácea epífita e suculenta cultivada em vasos à meia-sombra ou à sombra. Sua floração é muito ornamental, nas cores róseas, vermelhas, brancas ou amareladas. Deve ser cultivada em terra orgânica e bem drenada. Prefere clima quente e úmido
    Propagação: Por estaquia de folhas.

    Apesar do nome, elas já começam a aparecer em abril e a floração se estende, às vezes, até julho. São as flores-de-maio, cactácea que encanta pelo formato exótico e cores em tons dégradé.

    E em maio chegam as flores. Na verdade, as flores chegam durante o ano inteiro no Brasil, graças ao clima tropical. Mas maio é especial porque com ele chegam aquelas flores exóticas, de cores singulares, que sempre encantam as pessoas.

    Dentro dessas espécies estão as flores-de-maio – ou Schlumbergera truncatus O nome científico revela o que pouca gente sabe: a flor-de-maio é uma cactácea, mas não é um cacto como aqueles que nos vêm à memória, altos e cheio de espinhos.

    A flor-de-maio surgiu de um cruzamento (entre a variedade Schlumbergera e a espécie Z. truncatus buckleyi) e é nativa do Brasil. Nela, os talos se bifurcam e as flores aparecem nas pontas dos ramos pendentes.

    A planta floresce durante vários meses, mas ela recebeu o nome popular porque o ápice da floração acontece mesmo em maio (dizem os floricultores que é o presente favorito para o Dia das Mães). Entretanto, desde meados de abril encontramos à venda vasos com a planta carregada de flores, que têm formato de capuz, com cerca de 7 centímetros e cores que variam do branco ao lilás.

    Não é uma planta difícil de ser cultivada. Depois da floração, a flor-de-maio entra em descanso. Nesse período, deve ser mantida com o solo seco, sem adubação: uma rega a cada dez dias é suficiente. É neste período também que deve ser feita a troca de vaso ou a retirada de mudas (basta retirar um ramo e plantar numa mistura de terra bem adubada com areia grossa). Na primavera, inicia-se a adubação e as regas se tornam mais freqüentes, uma ou duas vezes por semana.

    Elas gostam de lugares bem iluminados e, se possível, de sol direto. Por isso, só deve ser levada para a sala quando estiver florida – mesmo assim, é bom colocá-la num lugar onde receba luz numa parte do dia

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    Dendrobium

    De modo geral, as orquídeas, mais comuns de serem encontradas a venda no mercado, necessitam de poucos cuidados. a atenção deve ser voltada apenas na manutenção das plantas em lugares arejados (poucas espécies suportam ambientes fechados), luz solar indireta e regas moderadas, além de adubação adequada.

    Sobre o que seria “regas moderadas”, podemos definí-la como a que molhe bastante a planta, sendo renovada somente após a secagem completa da orquídea e substarto (base onde a planta está fixada).

    Foram relacionados os gêneros mais difundidos entre os leigos e colecionadores brasileiros, devendo-se levar em consideração que as plantas necessitam de cuidados específicos, respeitando as características de cada espécie.

    Cattleya (e Hadrolaelia)
    O cultivo das Cattleya é o mais específico, e muito variável segundo a espécie.
    Ponto fundamental para manutenção dessas plantas epífitas é saber que nenhuma tolera encharcamento e forte insolação.

    Este gênero adapta-se em vários tipos de suporte, como vasos cerâmicos ou plásticos, cestos de madeira, casca de arvore etc., e diversos outros substratos: xaxim, fibra de coco, casca de pinus, argilas expandida etc. A escolha do suporte e substrato é feita em função da espécie, disponibilidade para regas, arejamento, tipo de viveiro e clima local.

    No caso de divisão para a obtenção de mudas, essa é feita através do corte do rizoma, portando no mínimo cinco pseudobulbos saudáveis.

    Phalaenopsis
    O gênero Phalaenopsis é bastante resistente é requer poucos cuidados, sendo seus híbridos muito populares.

    Essas plantas toleram níveis variáveis de luminosidade, evitando-se apenas sol pleno. Normalmente deve-se levar em conta no cultivo o fator umidade. As plantas desidratam rapidamente, não suportando vento constante e principalmente invernal. O ideal é o cultivo em lugares arejados, mas não muito expostos.

    Observações importantes são:
    1º O ideal é o cultivo das espécies em vasos plásticos inclinados, de modo a evitar que o do miolo da planta acumule água (pode ser fatal).
    2º As plantas desse gênero não se desenvolve bem em substratos com xaxim, sendo usado mais freqüentemente misturas com esfagno e carvão vegetal.
    3º A haste floral, quando não cortada, pode produzir várias floradas, ou brotos (estes são induzidos a partir de hormônios especiais).

    Dendrobium
    Os Dendrobium do grupo nobile (e seus híbridos, que foram muito difundidos no Brasil), são extremamente resistentes e adaptáveis.

    Normalmente os Dendrobium florescem na primavera, necessitando de um bom período de repouso e choque hídrico: durante o inverno, após os brotos se desenvolverem completamente, é ideal que se reduza as regas ao mínimo, suspendendo-se a adubação, ao mesmo tempo em que a planta seja exposta ao Sol. Esses são cuidados primordiais para a floração.

    Essas plantas suportam bem qualquer tipo de substrato arejado e requerem uma boa e periódica adubação química.

    Já as mudas podem ser feitas a partir da divisão de touceiras no verão, ou através do corte de ramos velhos. Estes devem ser mantidos em lugares secos e iluminados por algumas semanas. Nas calosidades dessas hastes brotarão pequenas plantas, chamadas de “keikis”.

    Cymbidium
    Os Cymbidium são plantas bastante resistente, belas e populares, que possuem apenas o inconvenientemente de não florescerem bem em regiões quente.

    De modo geral, as plantas que se encontram facilmente no mercado são híbridos bem adaptados às condições brasileiras. Estas plantas dificilmente iram morrer se lhe forem dispensados os mínimos cuidados, como: substrato rico em matéria orgânica (pode ser uma mistura de terra com areia grossa), média luminosidade, circulação de ar e adubação regular.

    Para um bom florescimento os Cymbidium necessitam de ambiente frio, e alguns cultivadores costumam estimulá-los substituindo as regas por gelo moído ou água gelada colocados nas bordas dos vasos alguns meses antes da floração.

    Paphiopedilum
    Os Paphiopedilum de modo geral são orquídeas que necessitam de muita umidade e toleram o encharcamento (não sendo recomendável por longo período). Cada espécie pode requerer um cuidado especifico, mas genericamente não podem ser cultivadas em sol pleno, sendo que as espécies de folhas rajadas são mais sensíveis.

    No Brasil, eram muito cultivados em vasos de xaxim, sendo a terra usada como substrato. Hoje, o mais usual é o cultivo em vasos de plástico (que retêm mais umidade) preenchidos com uma misturas de areia, terra vegetal, carvão e isopor em porcentagens variáveis. O importante é produzir um substrato leve e arejado, que nunca fique compactado ou ressecado.

    Algumas espécies formam touceiras, e as mudas acabam se separando quase que espontaneamente após algumas florações.

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    azaleias (Small)
    Quando comprar, escolher o vaso ou muda que possuir maior quantidade de botões por abrir, pois assim ela durará por um tempo maior, florida em sua casa.

    Se adquirida em vaso, manter o vaso de azaléia sempre úmido, porém sem excesso de água, senão a flor acabará apodrecendo.

    As regas devem ser feitas de 2 a 3 vezes por semana, durante o verão, e de 1 a 2 vezes no inverno.

    Deixar o vaso em locais com luz indireta e evitar lugares de sol direto, prefira ambientes de meia-sombra.

    A temperatura ideal é de 15ºC, suportando até 28ºC.

    Quando a planta terminar a florada, é aconselhável podá-la e, se bem cuidada, ela voltará a florir em seu período natural (de julho a setembro). Se preferir, pode-se retirá-la do vaso, e plantá-la no jardim.

    borboletinha azul

    Nephrolepsis

    As plantas precisam viver num ambiente estável e ameno. Esta é a sua principal exigência para crescerem e se tornarem bonitas…

    As plantas que possui no interior da sua casa precisam de tantos cuidados como as plantas que embelezam qualquer jardim. Ainda que não estejam sujeitas ao sol ou ao frio e chuva intensa, convém dar-lhes todas as condições necessárias ao seu desenvolvimento. Assim, a temperatura durante o dia deve andar à volta dos 20 graus, enquanto que a da noite nunca deve ser inferior a 12 graus.

    Todavia, estes cuidados são ainda muito precários se quer ter a sua casa preenchida de bonitas flores. Cada planta tem necessidades próprias e muito particulares, que deve conhecer minuciosamente para lhe dar o melhor ambiente possível. Informe-se ao fazer a compra de uma qualquer planta, questionando a pessoa que a atendeu sobre o tipo de temperaturas adequadas à planta e as suas condições de sobrevivência.

    Quando as pontas e as folhas das plantas começarem a ficar com tons amarelados é um sinal evidente que estão a apanhar excesso de sol. O inverso acontece, quando o facto de haver uma ausência de luz demonstra uma queda excessiva dos botões, das folhas e das raízes. Em ambos os casos estamos a falar do efeito do sol nas plantas, quer seja em demasia ou em inexistência, sendo este o principal elemento da saúde e desenvolvimento das plantas.

    As plantas no interior da sua casa só devem ser regadas quando notar que as mesmas têm sede ou estão ressequidas. Lógico que se a temperatura for elevada, e no interior da casa fizer muito calor, é fundamental que regue as suas plantas. Tenha em conta a terra que está à superfície do vaso bem como a que está no seu interior. Este procedimento deve ser sempre feito semanalmente.

    No Inverno opte por regar a planta apenas quando a terra estiver seca, enquanto que no Verão a rega deverá ser executada com mais regularidade. Para limpar a planta, quer seja de Verão ou de Inverno, limpe-a com um pano seco e pode lavar as folhas com um pano úmido, que não tem qualquer problema. Ponha de parte todas as folhas secas que encontrar na planta ou ao seu redor, para evitar o aparecimento de bichos indesejáveis.

    Substitua a terra dos vasos com frequência, para que os nutrientes possam de novo atuar numa terra nova. O excesso de adubo não favorece muito a terra, a não ser que o mesmo seja introduzido normalmente. Optar por dar uma nova terra seca à planta é bem melhor que estar a encharcá-la de adubo. Se a fertilizar com húmus, em Março e em Julho, bastará e será o ideal.

    No Inverno nunca ouse adubar a terra, pois o resultado não será o melhor. Os fertilizantes solúveis são muito bons, e é outra das opções que lhe deixamos, mas só devem ser aplicados sobre a terra úmida. Saiba que um vaso de 15 cm necessita de meio litro de água, enquanto que um vaso de 25 cm precisa do triplo.

    As plantas, sejam elas de casa ou jardim, precisam sempre de muitos cuidados para os quais devem estar bem preparadas. Nos jardins floridos, nada melhor do que dar você também um pouco de cheiro a natureza e cor ao seu lar.

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    heliotropo (Small)

    Confira os cuidados que a área verde deve receber na estação mais fria do ano

    No inverno, as plantas podem sofrer com a baixa umidade. Borrifique água com frequencia

    Com a chegada do inverno o jardim pede alguns cuidados especiais, afinal, ele precisa estar preparado para suportar as baixas temperaturas e chegar à estação das flores ainda mais vivo e colorido.
    Então não perca tempo, preste muita atenção nas dicas abaixo e arregace as mangas.

    Rega
    Como esse período é marcado pela baixa umidade relativa do ar e escassez de chuvas, as espécies vegetais podem sofrer com a falta de água. Para não prejudicar o desenvolvimento das plantas é aconselhável borrifar água em suas folhas freqüentemente.
    Porém, não se deve encharcar o solo, pois a evaporação nessa época é menor e o excesso de água pode gerar doenças causadas por fungos e apodrecer as raízes.
    Uma dica simples para testar a umidade do solo: basta colocar o dedo na terra. Se estiver encharcada, cesse a irrigação.”

    Poda
    De acordo com a engenheira agrônoma e paisagista Daniela Infante, o abaste deve ser realizado somente no final da estação a fim de induzir a brotação durante a primavera.
    No frio, as espécies vegetais ficam com o metabolismo desacelerado e entram na chamada fase de dormência. Portanto, podas não são recomendadas. Apenas limpe as plantas, removendo galhos e folhas mortas. Mas fique atento para não extrair galhos que contenham botões florais em formação.
    Retire também os galhos mortos ou doentes e aqueles que estiverem impedindo a luz do sol de atingir o exemplar.

    Transplante
    O transplante é outra tarefa indicada na estação das baixas temperaturas, pois por estarem em dormência, as plantas sofrem menos danos. Ao realizá-lo, elimina-se parte das raízes e, consequentemente, a área de contato com o solo – pela qual a planta absorve a maior parte da água e nutrientes que necessita – é reduzida.
    A vantagem é que no inverno muitos exemplares estão sem folhas e gastam pouca energia para sua sobrevivência.
    Para replantar as mudas, faça covas com abertura compatível com as dimensões da planta e não economize no tamanho do torrão. Adube corretamente com produtos de origem orgânica, misturados a macro e micronutrientes.

    Para essas tarefas não esqueça de utilizar instrumentos bem afiados e limpos para não esmagar os ramos ou contaminá-los.

    Para plantas que produzem flores e frutos, o adubo mais indicado é o composto NPK 4.14.8

    Adubação
    No inverno, a adubação é indicada somente para espécies que se desenvolvem ou florescem durante o frio.

    Para realizá-la, é necessário revolver a terra antes de aplicar o adubo. Dê preferência a produtos com ingredientes orgânicos (compostos de esterco, húmus de minhoca, farinha de osso e torta de mamona), que não precisam de tanto rigor no momento da dosagem porque são gradativamente absorvidos pelo solo. No caso dos fertilizantes adquiridos em lojas de jardinagem, existem alguns específicos para determinadas plantas.

    Outra opção são os compostos NPK (nitrogênio, fósforo e potássio) nas proporções 10.10.10, pois contêm ingredientes importantes para o desenvolvimento das espécies vegetais já formadas. Para exemplares que produzem flores e frutos, o mais indicado é o composto NPK 4.14.8.
    Nos meses que antecedem o inverno é aconselhável adubar os exemplares que entrarão em dormência, pois, assim, podem aproveitar ao máximo os nutrientes. Opte também por adubos foliares aplicados por pulverizações porque, além de umedecerem as folhas, são facilmente absorvidos.

    Para gramados, é recomendado o composto granulado, que deve ser espalhado pela superfície. Fique atento às recomendações do fabricante e lembre-se que o inverno brasileiro não é muito rigoroso, então, a camada de cobertura vegetal ou compostos deve ser de aproximadamente 2 cm. Além disso, aproveite o período para arear o solo.

    jardineira