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  • Archive for the ‘Cultivos e Cuidados’ category

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    Você já regou, podou, trocou de vaso, mas nada adianta: sua planta continua amarelada e ressecada, como se fosse palha. Já pensou que talvez, ela esteja em um lugar não muito adequado e, por isso, sofre com as condições impróprias para o cultivo?
    Neste texto algumas explicações do que levar em conta ao criar uma espécie em casa.

    Preparando o terreno
    Antes de ter uma planta em casa, reflita sobre quais serão as suas necessidades e as da espécie com a qual você pretende conviver. Lembre-se de que algum tempo deverá ser dedicado a cuidados especiais, como poda, rega e troca esporádica de terra. Além disso, elas apreciam estar em espaços compatíveis com seus tamanhos e expostas a condições de umidade, luminosidade e ventilação adequadas. Por isso, conheça bem a espécie, buscando o máximo de informações possível, e verifique se é adequada à realidade do seu lar e da sua rotina. Cada planta possui uma necessidade de luz, algumas não resistem a ventos fortes ou determinados tipos de clima. E devem ser bem escolhidas para evitar que venham com pragas.

    Cada caso, um vaso
    Sempre coloque a planta em um espaço correspondente ao seu tamanho quando adulta, para evitar  que a raíz se enovele. Escolha substratos que permitam a respiração fácil das raízes, que tenham boa drenagem e retenham nutrientes e água em boa quantidade. Os substratos são misturas de dois ou mais componentes, podendo ser um deles o solo mineral, que dão as condições físicas e químicas favoráveis à planta.
    As plantas dentro de casa consomem rapidamente os nutrientes do substrato onde estão plantadas, por isso é interessante que seja jogado sobre a terra, a cada três meses, um adubo mineral do tipo NPK 10-10-10. É possível encontrar no mercado uma série de adubos balanceados e com instruções detalhadas de uso, no rótulo.

    Água na medida certa
    A drenagem da água é super importante também, e tanto o excesso quanto a falta são prejudiciais à planta. Portanto, sinta diariamente a umidade da terra com a ponta dos dedos. Faça furos no vaso, aplique uma camada drenante (uma cobertura de pedras e areia no fundo) e depois coloque a terra com a muda por cima. Grande parte das plantas cultivadas em casa vem da Mata Atlântica, onde o calor e a umidade são muito elevados. Assim casas com sistema de ar condicionado são pouco propícias para o cultivo, porque reduzem a úmida relativa e a temperatura dos ambientes. Se você sentir que o espaço está seco, borrife água nas folhas, para equilibrar a umidade. Cada espécie deve ser irrigada de maneira diferente.

    Por isso, mais uma vez, é necessário conhecer bem a planta antes de levá-la para casa. Uma calanchoê, por exemplo, não necessita de tantas regas quanto um lírio da paz – que pede solo úmido e irrigações constantes.

    Luz é essencial
    Não é possível cultivar plantas sem luz, portanto, em ambientes muito escuros, elas não ganham boa aparência. Em interiores, a luz indireta abundante é a melhor opção para as plantas. Luz direta sobre elas pode provocar queimaduras. Uma boa dica para que o verde receba luz de forma uniforme é rotacionar o vaso de tempos em tempos, assim, o crescimento será mais homogêneo.

    Sem bichinhos
    É muito comum que as plantas domésticas sofram ataques de predadores por estarem fora de seu habitat natura, insetos ácaros e fungos dever ser, preferencialmente, combatidos com produtos naturais, com nenhuma ou baixa toxicidade, por causa das pessoas e dos animais que convivem com elas. Uma receita caseira (existem várias) pode ser utilizada nesses casos. Faça uma mistura de:
    1 litro de água
    1 colher (sopa) de sabão em pó (ou de coco) e,
    1 colher (sopa) de álcool.
    Essa mistura deve ser borrifada sobre a planta afetada para eliminar insetos menos resistentes. O óleo de Nim é considerado um dos biopesticidas mais potentes. Misturado à água, em proporções adequadas ao porte da planta, pode combater mais de 200 espécies de insetos, e ainda tem ação fungicida.

    Casa arejada
    Ventos fortes são nocivos às plantas, já que são capazes de rasgá-las e desidratá-las. As espécies que se adaptam a essas condições são as folhas menores. Contudo, ambiente arejados são os preferidos das espécies, pois o ar é renovado constantemente, facilitando sua respiração.

    Cuide bem
    Naturalmente, casas n/ao são meios ideais para as plantas. E, se a vontade de cultivar alguns exemplares para deixar seu lar mais verde, carinho e cuidado são os melhores ingredientes que você pode oferecer. É um organismo que precisa ser observado com bastante frequência.

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    Verbena azul
    Possuidor de cerca de 120 espécies diferentes de herbáceas floríferas de pequeno porte, este gênero botânico é caracterizado por plantas de baixa estatura, grande resistência e floração abundante, somado isso com a grande variação de espécies similares que diferem entre si geralmente na cor e no formato das folhas, as verbenas conquistaram uma posição de destaque entre plantas utilizadas para decorar pequenos ambientes pois ficam boas tanto em vasos quanto em jardineiras ou formando moitas em jardins.
    Nativa da América do Sul, essa planta não costuma apresentar nenhum problema para ser cultivada no Brasil, sua maior limitação é necessitar de bastante sol para que possa se desenvolver bem, logo, para quem pretende cultivá-la envasada, deve-se tomar cuidado ao posicionar o vaso. Não existe nenhum problema em criá-la a pleno sol, na verdade é até aconselhável.

    Tipo de Solo
    Tal qual a maioria das plantas nativas de clima tropical, a verbena possui uma grande afinidade com solos ricos em nutrientes, porém que não segurem muita água, para que não fiquem encharcados e assim não favoreçam a proliferação de doenças. Para isso pode-se fazer uma mistura entre o solo onde a planta será plantada com areia grossa e fertilizante orgânico.

    Como Cuidar
    Irrigue de forma a nunca deixar o substrato da planta totalmente seco, mas sem nunca encharcá-lo, umedecer ele diariamente costuma ser a melhor forma. De tempos em tempos adicione um pouco de fertilizante químico NPK rico em fósforo para auxiliar a floração da verbena.
    Caso sua planta, após alguns anos comece a ficar pouco vistosa, pode ser necessário realizar um replantio, para isso cave um pouco, extraia as piores partes da planta e replante o resto.

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    Camellia-japonica

    As flores perenes são as espinhas dorsais de um jardim de flores. As flores anuais fazem um belo show, florescendo em todas as estações em muitos casos, mas são as flores perenes que dão caráter a um jardim, confiavelmente retornando anos após ano. A maioria das flores perenes reduz-se a apenas raiz e caule todos os anos; estas partes ficam dormentes durante o inverno, e o crescimento da parte superior do caule volta na primavera. A maioria das flores perenes floresce apenas algumas semanas durante o verão, por isso é necessário um planejamento cuidadoso para assegurar cores em seu jardim ao longo de toda a estação.

    - As plantas perenes recaem em uma de duas classes. Existem plantas perenes lenhosas, tais como árvores e arbustos que não definham todos os anos, e há plantas perenes herbáceas, que definham. A maioria das flores perenes são herbáceas.

    - As plantas perenes são muito mais caras do que as anuais. Planeje o seu jardim no papel antes de colocar qualquer planta no terreno, para não ter de mudá-las de lugar mais tarde. Uma alternativa é cultivar a partir de sementes, embora as plantas perenes possam ser notoriamente difíceis de brotar. Algumas precisam ser expostas a temperaturas frias, e em seguida temperaturas quentes; algumas precisam ser embebidas em água; e para outras ainda, você terá que raspar o revestimento da semente, processo que é chamado de escarificação.

    - Considere quando cada planta irá florescer. Você quer um contínuo show de cores todo o verão, ou quer uma explosão de cores, todas de uma só vez? Considere também quais plantas perenes crescerão melhor na sua localização. Se o seu coração tem preferência por uma determinada espécie que é muito frágil para a sua área, pode ser possível cultivá-la em um vaso durante o verão e levá-la para dentro quando as temperaturas começam a cair.

    - Quando tiver decidido onde plantar cada uma das plantas perenes, prepare o terreno. Este passo é muito importante, porque muito provavelmente as plantas vão permanecer no mesmo local durante vários anos. Se a área a ser plantada nunca foi cultivada, você precisará solarizar o solo. Para isto, cubra com folhas de plástico claro ou preto a área onde será o jardim e deixe o plástico no lugar durante o verão. Isto vai matar qualquer erva na área, juntamente com a maioria das pragas e sementes de plantas daninhas. Aplique vários centímetros de adubo orgânico, como um composto ou esterco bem decomposto. Misture um pouco deste adubo com terra, empurrando para baixo do solo. Isto também dará uma certa estrutura ao solo arenoso, e ajudará a romper um pouco o solo mais argiloso. O solo deve ter uma textura fina e quebradiça quando você tiver terminado.

    - Se você escolheu plantas perenes que florescem na primavera, elas podem ser colocadas no jardim no outono. A maioria das plantas perenes que florescem no outono prefere ser plantada na primavera; por isso, se você solarizou o seu solo talvez seja necessário esperar até o próximo ano para plantar estas.

    - Para plantar as suas plantas, cave um buraco duas vezes maior que a raiz (bulbo) de cada planta. Retire a planta do vaso em que veio. Se as raízes de sua planta estão presas umas nas outras desprenda gentilmente as raízes. Isto pode causar um pouco de choque de transplante, mas a planta deve recuperar-se rapidamente. Coloque-o no buraco preparado, em seguida, preencha com solo em toda a volta. Firme um pouco a terra com a palma da sua mão, e adicione mais se necessário. O nível do solo deve ser aproximadamente o mesmo que havia no vaso.

    - Leia os rótulos das suas plantas cuidadosamente. Algumas plantas podem levar vários anos para atingir seu tamanho normal, assim plante-as de acordo com a forma como quer que seu jardim se pareça em três anos.

    - Se o terreno de jardim tende a ser muito seco ou alagadiço, escolha plantas perenes que tolerarão estas condições. É pouco provável que você seja bem sucedido em mudar o seu solo, a menos que se disponha a gastar muito tempo e esforço na construção de canteiros elevados.

    - Conheça as necessidades de água de suas plantes, e regue-as de acordo com estas necessidades. Duas irrigações moderadas por semana é melhor do que uma irrigação intensa. Regas freqüentes com leves quantidades de água não fazem realmente bem nenhum. A água vai evaporar antes de alcançar as raízes da planta, e muito provavelmente os borrifos constantes entre as folhas já úmidas vão espalhar doenças.

    - Aplique uma camada de cobertura orgânica (folhas, gravetos, etc) para conservar a umidade e fornecer nutrientes às plantas. Estas porções de matéria orgânica em decomposição são preferíveis aos adubos líquidos, porque se decompõe lentamente, proporcionando um abastecimento constante de nutrientes durante um longo período de tempo. Este material pode ser obtido do próprio jardim: uma mistura de pedaços de grama que sobram depois de se cortar a grama, folhas e caules finos que caíram das plantas e/ou árvores, se você quiser pode acrescentar pequenas quantidades de restos de sua cozinha (cascas de frutas e legumes, crus e sem temperos, não use sementes porque podem brotar – bagunçando seu jardim).

    - Para manter a floração de suas plantas perenes por tanto tempo quanto possível, pode-as regularmente. Isto significa remover flores murchas antes de secarem e começarem a fornecer sementes. Se as flores produzirem sementes, isto sinaliza para a planta que o final do período de crescimento está próximo, e a planta vai parar de produzir florações.

    - Se depois de alguns anos suas plantas perenes começarem a parecer muito cheias e não estiverem mais crescendo tão vigorosamente, pode ser que tenham que ser divididas. Desenterre cuidadosamente o pé e corte-o dividindo-o em várias plantas. Se a planta for muito grande, pode ser mais fácil dividi-la usando dois garfos de jardinagem encostados um ao outro de costas e puxar porções das raízes para separá-las.

    - Pode as plantas perenes no outono. Remova todos os crescimento de até três centímetros acima da coroa. Jogue as sobras em sua pilha de compostos. Se você os deixar no jardim, poderão atrair doenças e pragas.

    - Quando o terreno estiver completamente congelado, aplique uma espessa camada de cobertura morta para proteger as raízes. Isso ajuda a evitar que o terreno se erga, o que poderia arrancar suas plantas.

    Talvez você prefira intercalar seus canteiros de plantas perenes com plantas anuais nos primeiros um ou dois anos, até que comecem a preencher o espaço disponível. Depois disso, você terá um canteiro de flores que é uma alegria para os olhos durante toda a estação, com muito pouca manutenção.

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    As orientações abaixo descritas poderão ser utilizadas, porém o mais importante, é que sejam adotadas como orientação básica, devendo ser ajustadas para cada situação:

    - As plantas em vaso pequeno requer rega mais freqüente do que a da mesma espécie plantada em vaso maior: volume menor de solo implica em menor reserva de água.

    - Solos com maior teor de areia, seca mais depressa que o solo com menor concentração de argila, húmus, pó de xaxim e outros que possuem capacidade maior de retenção de água.

    - Plantas em vasos de cerâmica vitrificada ou esmaltada e de plástico precisam de menos rega do que as que estiverem em vasos de barro cozido comum, porque nestes a água evapora mais depressa.

    - Muitas plantas requerem não apenas solo constantemente úmido, mas também alto grau de umidade do ar. A umidade do ar pode ser suplementada pela evaporação da água de recipientes de larga superfície (bandejas), posicionadas logo abaixo do vaso, mas sem contato com ele. Pode-se também borrifar água em aspersão bem fina sobre toda a parte aérea da planta que não tolere ambientes muito secos.

    - É preferível regar as plantas na primeira hora da manhã, de modo que ela disponha de reservas para o período diurno, quando é mais abundante sua perda de água, evaporada da superfície das folhas. Se não puder regar de manhã, regue à noite, mas não nas horas de sol quente.

    - A melhor água de rega é a da chuva. A de segunda melhor qualidade é a do degelo do congelador (depois de ter assumido a temperatura ambiente). Em princípio, toda água potável é também aceitável para as plantas, embora venha sendo cada vez mais difícil obter-se água verdadeiramente apropriada para beber ou regar, mesmo nas torneiras.

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    Hortência
    Admiradas por sua generosa floração, as hortênsias também são popularmente conhecidas como rosa-do-japão e hidrângea. O nome científico Hydrangea macrophylla significa “bebedoura de água”. Já o nome hortênsia foi uma homenagem a uma dama francesa do século XVIII, Hortense Lepante, que era mulher de um amigo do naturalista Philibert Commerson, responsável pela introdução da planta na Europa.

    As hortênsias são originárias da Ásia, mais especificamente China e Japão e espalhou-se pelo mundo como planta ornamental em meados do século XIX. Existem mais de 600 variedades diferentes.
    É um arbusto de ciclo de vida perene que pode chegar a 1,5 m de altura. As folhas deste arbusto são grandes, ovaladas, de cor verde-clara, firmes e com bordas dentadas. No outono as folhas caem.

    No Brasil a floração ocorre na primavera/verão. As inflorescências agrupam-se formando buquês bem arredondados, contendo grande número de flores que podem ter uma coloração que varia entre violeta, azul, lilás, rosa, vermelho e branco. A hortênsia se dá muito bem em climas mais amenos, tendo melhor floração em lugares frios.
    Na verdade a hortênsia é mais uma planta cujas flores não são o que parecem. Aquela espécie de “bolinha” que há no centro é que é a flor. As falsas pétalas coloridas na verdade são folhas modificadas. Por esta razão, conforme o buquê começa a formar-se as flores ainda são verdes, amadurecendo lentamente até adquirir a cor final.

    Compondo o jardim
    A hortênsia tem diversas utilizações na composição de um jardim. Pode ser plantada tanto em vasos como diretamente no solo, isolada ou em grupos – é comum ver o uso de hortênsias em grupos numerosos -, fomando uma cerca-viva. Fica bem em borbaduras e maciços. Também podem ser cultivadas como planta de interior desde que haja uma boa ventilação e não faça calor excessivo no local onde a planta ficará.
    Devido a seu formato, muitas flores e caule grosso central, é muito utilizada para decoração, compondo arranjos bem variados acompanhadas de outras flores e folhagens.

    Cuidados
    Por ser planta rústica exige poucos cuidados, mas preferencialmente deve ser cultivada em solo rico em matéria orgânica. A hortênsia prefere solos ácidos, onde cresce mais colorida (tanto folhas como flores) e tem maior desenvolvimento. Mas em solos alcalinos, apesar de um colorido menos atraente também vive muito bem.

    A planta deve ser regada com muita frequência. Em climas mais secos convém regar diariamente, principalmente enquanto está florindo. Deve ser cultivada à meia sombra, com luz solar indireta mas em boa quantidade. Em regiões onde o clima e seco e quente não é recomendável a exposição direta ao sol, principalmente no verão. Já no sul do Brasil não tem qualquer problema cultivá-la sob sol pleno, já que o verão é chuvoso. Evite plantar hortênsias junto a árvores ou outras plantas com as quais ela possa competir pela umidade.

    Plantio e reprodução
    Em qualquer época do ano pode-se fazer o transplante de uma muda, menos nos meses mais quentes pois dificilmente vingarão. Caso adquira ou tenha produzido uma muda de hortênsia e queira transplantá-la tome alguns cuidados. O solo no qual será plantada deve ser bem rico em matéria orgânica. Plantando diretamente no solo, faça um buraco que tenha duas vezes o diâmetro da raiz da planta. A planta deve ficar no mesmo nível do chão. Afofe um pouco a terra que a envolve mas sem descobrir as raízes. Com a terra afofada as raízes espalham-se melhor. Aperte levemente o solo ao redor da planta para eliminar bolsões de ar. Regue bem. Procure colocar uma cobertura vegetal junto à base para que ela não perca umidade facilmente.

    Deve ser adubada na primavera, com adubos que contenham potássio mas pouco nitrogênio e fósforo. Existem adubos específicos para hortênsias que devem ser utilizados em intervalos de 15 a 20 dias. No inverno deve ser adubada com orgânicos para estimular seu crescimento. Excesso de adubo pode prejudicar a planta, levando-a produzir muitas folhas e poucas flores.

    Quando acabar a floração é hora de podar as hortênsias, para que no ano seguinte a floração seja mais intensa. Não corte os galhos que não tenham dado flores pois são os que darão flores no ano seguinte.

    A reprodução das hortênsias faz-se por estaquia, sendo o outono a melhor época do ano tanto para a multiplicação como para o transplante. As mudas podem ser feitas a partir dos galhos cortados durante a poda, dando preferência aos mais jovens e saudáveis. Para facilitar o enraizamento pode-se utilizar um hormônio enraizador. Leva cerca de 60 dias para que se desenvolvam as raízes.

    O segredo das cores
    Ao contrário do que muita gente imagina, não existem hortênsias de várias cores, mas sim, plantas que adquirem cores variadas de acordo com o PH (potencial de acidez, neutralidade e alcalinidade de uma substância ou solução) do solo onde estão plantadas. Uma mesma planta pode dar flores azuis, rosas ou brancas, se a terra que a cerca tiver o PH alterado. Qualquer pessoa pode escolher a cor das flores das hortênsias que tem no jardim de casa. Basta tornar o solo mais ácido ou mais alcalino. Existem fertilizantes à venda que ajudam a ativar a tonalidade das flores, tornando-as azuis ou rosas. Mas caso você queira fazer seus próprios experimentos sem recorrer às facilidades do mundo moderno, mãos à obra.

    hort azul
    Flores azuis – Para que sua hortênsia produza flores azuis o solo deve ser ácido. Em um solo rico em alumínio elas nascerão lindamente azuis, chegando ao violeta. Caso o solo não seja ácido faça uma mistura de 20 g de sulfato de alumínio, sulfato de ferro ou pedra ume, diluído em 5 litros de água e regue a planta com esta mistura duas vezes por semana, começando cerca de 40 a 50 dias antes do início da floração. Quanto mais alumínio contiver o solo onde está plantada a hortênsia mais escura será sua cor podendo nascer buquês de flores violetas. Há porém, outra “receita” específica para que a hortênsia produza flores violetas. Neste caso coloque palhas de aço usadas dentro de água. Deixe até que a água esteja da cor da ferrugem. Depois regue a hortênsia com esta água uma vez por semana.

    Hortensia
    Flores rosas - Para que sua hortênsia produza flores rosas o solo deve ser alcalino. No caso de que sua hortênsia de flores azuis produza flores rosas, antes de mais nada, pode-a eliminando a maioria das folhas (isto é necessário para eliminar o máximo possível do alumínio que a planta contenha). Replante-a em um local com a terra preparada com uma mistura de 200 a 400 g de calcário dolomítico por m2. O calcário dolomítico é um corretivo para o solo que pode ser encontrado em viveiros ou lojas de plantas e produtos para jardinagem. Assim têm-se flores rosas de tonalidades variadas, podendo inclusive dar origem a flores brancas. Quanto mais alcalino o solo ficar mais clara será a cor das flores, culminando em hortênsias de buquês brancos.
    Adicionando Carbonato de Sódio (não confunda com bicarbonato de sódio) à terra pode-se conseguir flores multicoloridas.

    Controle de pragas
    Galhas: folhas e pétalas atacadas tornam-se espessas e deformadas apresentando, às vezes, manchas esbranquiçadas. As extremidades dos ramos também podem manifestar o problema, tornando-se “esgalhadas”.
    Controle: elimine as partes afetadas e utilize um fungicida do tipo Calda Bordalesa (sulfato de zinco, cal e água).

    Oídio:
    a planta apresenta manchas esbranquiçadas na frente e verso das folhas e até no cálice da flor. Com o tempo, as folhas apresentam coloração cinza escuro e começam a cair prematuramente.
    Controle:
    reduza a quantidade de água nas regas, isole as plantas atacadas ou suspeitas e faça pulverizações com fungicida em casos mais severos.

    Seca de ponteiros: apresenta-se na forma de uma podridão marrom escura, que se inicia na ponta do ramo e se espalha para baixo, atingindo a haste principal. Pode provocar até a morte da planta.
    Controle: faça a poda dos ponteiros atacados e proteja o corte com uma pasta à base de oxicloreto de cobre.

    Clorose: toda a folhagem pode tornar-se amarela.
    Controle: normalmente, o problema surge por deficiência nutricional. Deve-se observar a adubação correta, verificando se há carência dos nutrientes.

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    morangos

    Embora os morangos cresçam melhor quando cultivado em regiões úmidas e frias – é certo que existe uma variedade que vai crescer e produzir bastante, na região onde você mora.

    A sua plantação de morangos será um resultado direto dos cuidados que você lhe der.
    - Você deve ter em mente que os principais inimigos dos morangos são vermes e plantas daninhas. É melhor plantar seus canteiros de morango numa área que já foi cultivada. As áreas onde plantações anteriores já cresceram (como a batata) são um bom lugar para plantar um canteiro de morangos. Plantando em uma área que já foi utilizada, você tem uma grande garantia de que não está cheia de ervas daninhas e vermes.

    - Se você não tiver esse espaço, é importante assegurar-se de que o terreno onde estará plantando os seus morangos está muito bem preparado. Seus morangos crescerão neste canteiro por pelo menos dois anos. Pelo fato de os morangos terem um sistema de raízes raso, toda a sua umidade e nutrientes virão dos poucos centímetros mais superiores do solo. Seu solo deve ser rico em húmus – composto, turfa e estrume. Esses materiais irão ajudar a segurar umidade do solo. O solo deve ser ligeiramente ácido e apresentar um pH entre 5,5 a 6,0. Lavre a uma profundidade de 30 cm, deixando a terra bem esfarelada e solta.

    - A primavera é geralmente a melhor época para plantar morangos. Quantas plantas você vai cultivar dependerá de quantos morangos você quer colher. Um plantador de morangos principiante normalmente plantará entre 25-75 pés em seu canteiro.

    - A forma mais fácil de plantar morangos é em fileiras. Usando esse método, você vai plantar os pés em fileiras, a uma distância de cerca de 45 cm uns dos outros. Cada fileira adicional que você acrescentar deve estar a cerca de 8 cm de distância da fileira anterior. Este método de plantio permite que os pés de morango se espalhem pelo canteiro. Eles irão, em seguida, produzir novas plantas. Monitore a distância entre os morangos, à medida que vão surgindo; retire do solo cuidadosamente as unidades que estiverem próximas demais das outras, e replante-as um pouco mais afastadas. Quando um canteiro estiver muito tomado pela proliferação dos morangos, faça um novo canteiro e transfira para lá as plantas que ficaram em excesso nos canteiros anteriores.A quantidade de pés em seus canteiros tenderá a se manter equilibrada, porque novos pés surgem mas os que já existiam vão envelhecendo e deixando de produzir. Se a quantidade de plantas ficar realmente demais, e você não tiver mais onde fazer novos canteiros, providencie caixas de madeira, faça mini-canteiros com pés de morangos, e dê de presente a parentes, amigos, vizinhos, escolas, etc.

    Para plantar, faça um buraco de cerca de dezoito centímetros de largura. Faça-o com profundidade suficiente para as raízes de seus pés de morango. Coloque a planta no buraco com a coroa ligeiramente acima do nível do solo. Preencha o buraco com terra, firme o solo em volta da planta.
    - No primeiro período de cultivo, remova a floração. Não deixe nenhuma fruta crescer nesta época. Você só vai colher as primeiras frutas na segunda temporada de floração de seus pés de morango.
    - Cubra seus canteiros de morangos com palha durante os meses de Inverno. Isto protegerá os morangos do frio e dará uma boa cobertura orgânica (em decomposição) na primavera seguinte.
    - De manhã cedo é a melhor hora para colher os seus morangos maduros. Os morangos devem ser colhidos assim que amadurecem. Isso pode significar que você vai colher morangos todos os dias durante o período de colheita. Os morangos devem ser colocados em um local frio o mais rapidamente possível, para mantê-los frescos. Só lave as frutas quando for consumir ou congelar, não antes disto. A água faz os morangos estragarem mais rapidamente.

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    laelia alaori

    A orquídea na natureza se desenvolve em equilíbrio com o meio em que vive. Os pseudobulbos crescem, as raízes se espalham pelos galhos da árvore e enfrentam condições adversas sem serem danificadas com severidade. Quando cultivamos orquídeas em casa, o espaço físico limitado pelo vaso, um descuido com ou outros fatores externos levam as orquídeas a um stress, atrapalhando o seu desenvolvimento.

    Quando replantar as orquídeas
    Quando o substrato tiver mais de 3 anos, ou quando estiver deteriorado.
    Quando houver excesso de raízes dentro do vaso, o que pode causar dificuldades na aeração das mesmas. Quando houver pseudobulbos e raízes fora do vaso, fazendo com que a planta fique sujeita a acidentes (quedas), a insetos nocivos que atacam as raízes, brotos ou folhas (lesmas, formigas etc.).

    Cuidados para o replante
    -
    Evitar época de frio (geralmente a planta reage melhor em épocas mais quentes).
    - Replante apenas após a época de floração.
    - Não reutilizar o substrato velho para plantio de orquídeas.
    - Separe e desinfete tudo que vai ser utilizado: ferramentas, vasos, xaxim etc.
    - Para tirar a orquídea do vaso, sem muitos traumas; deixe-a de molho em um balde com água limpa por alguns minutos e depois puxe a planta gentilmente pelos pseudobulbos. Muito cuidado para não quebrar as raízes novas.
    - Retire o substrato velho e corte as bainhas e pseudobulbos secos e as raízes mortas.
    - Lave a planta em água corrente e sabão de coco neutro, usando uma escova de dentes macia; esfregue delicadamente as folhas, rizomas e raízes.
    - Após higienizar a planta, prepare o vaso para plantio.

    Para separar a mudas
    Você pode dividir um vaso de orquídeas e fazer várias mudas, desde que cada muda tenha no mínimo 4 pseudobulbos. Mudas com menos pseudobulbos podem “vingar” mas estarão mais sujeitas à morte.
    Obs.: Utilize ferramentas esterilizadas e pincele as partes dos pseudobulbos cortados e a área do rizoma com fungicida ou canela em pó. Isso evita fungos e cicatriza o corte.
    Escolha um vaso de tamanho proporcional ao tamanho da muda (lembre-se que vasos muito grandes acumulam água por mais tempo e podem apodrecer as raízes). Preencha o fundo do vaso com material de drenagem (pedras ou cacos de vaso).

    Plantio
    - Coloque o substrato no vaso e acomode a muda em um canto do vaso, deixando o broto voltado para o centro.
    - Complete o espaço com substrato, sem cobrir o rizoma da orquídea.
    - Aperte o substrato até sentir que a planta está firme. Se precisar, amarre um tutor (vareta de bambu ou arame) para firmar a planta.
    - Coloque a etiqueta de identificação com nome da orquídea e a data do replante.
    - Não regue por 5 a 7 dias. Só pulverize, se estiver muito quente, pela manhã ou ao entardecer.
    - Deixe a planta em local arejado e sombreado.
    - As raízes levarão de 3 a 6 meses para se fixarem no novo vaso.

    folh

    nó-de-pinho1

    O nó-de-pinho, ou simplesmente nó, é proveniente do pinheiro-do-paraná ou pinheiro-do-brasil (araucária angustifolia) uma planta da família das araucariáceas de grande porte, sendo exclusiva de hemisfério Sul. Esta espécie de conífera é frequente mente encontrada no sul do Brasil, em regiões de altitude elevada e locais onde o clima favoreça o seu crescimento, sendo portanto, a principal referência da formação florestal “Floresta Ombrófila Mista”.

    araucária
    Encontrado nos pinheiros já mortos há algum tempo, o nó-de-pinho aparece em grande quantidade ao longo do caule já decomposto. Este nó tem em média 30 cm de comprimento, podendo variar conforme o tamanho do pinheiro. Possuí uma forma ligeiramente cônica, muitas vezes contendo pequenos sulcos paralelos a sua extensão, proporcionando uma superfície pouco lisa. É de notável resistência, podendo permanecer intacto durante vários anos.

    A prática do cultivo de orquídeas em nó-de-pinho é, antes de mais nada, um método alternativo, que tem como objetivo aumentar a diversidade de substratos que atualmente prestam-se à orquidofilia. Esta prática apresenta uma série de benefícios às orquídeas e por consequência à natureza, que deixará de fornecer “alguns”exemplares de xaxim (Dicksonia sellowiana) que há muitos anos vêm sendo usados no cultivo de várias espécies de orquídeas. Este cultivo assemelha-se muito com outros métodos já conhecidos, como em cascas de árvore, estacas de xaxim, pedaços de madeira, etc.

    Entretanto, há algumas particularidades no cultivo em nó-de-pinho que mostram certas vantagens sobre as demais práticas. A maior parte das orquídeas epífitas procuram adaptar-se em substratos que tendem a posição vertical, ou seja, necessitam de algumas condições físicas que se identifiquem com as suas características de crescimento. Portanto, as orquídeas buscam uma melhor adaptação com os fatores físicos do seu substrato, dependendo das caraterísticas angulares do mesmo.

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    A forma aproximadamente cônica do nó-de-pinho auxiliará na fixação da orquídea e fornecerá um maior ângulo em sua evolução vegetativa, proporcionado uma maior ornamentação no conjunto floral e o substrato. Além da possibilidade de um melhor ângulo, o nó-de-pinho possuí grande durabilidade, podendo ser usado durante vários replantios sem perder suas características físicas.

    Um método de adubação muito prático para nutrição das plantas fixadas em nó-de-pinho é o de gotejamento, no qual é feita através da confecção de “saquinhos” (pequeno envolto) com a própria tela de sombreamento que usamos em nossos orquidários, servindo como sustentação para um adubo sólido. Este último, deverá ter um padrão granulométrico proporcional ao diâmetro dos furos da tela, pois assim evitará desperdícios. O adubo geralmente é composto por: torta de mamona, casca do ovos, fragmentos de a que a planta só buscará o necessário para se nutrir. O conteúdo do envolto deve ser trocado periodicamente, conforme a situação proposta.

    O controle da umidade é essencial para o desenvolvimento das plantas, em especial aquelas que estão fora de suas condições climáticas; portanto, devemos buscar uma maior similaridade no que diz respeito ao habitat da orquídea cultivada.
    O nó-de-pinho oferece uma melhor regulagem da umidade e no arejamento das raízes para o cultivo destas plantas, porém é preciso maior atenção no cultivo das mesmas, e um controle na periodicidade das regas. Verificou-se também, uma notável redução no surgimento de insetos nocivos às orquídeas, devido à higiene proporcionada pelo nó-de-pinho. Em algumas exposições adota-se o uso do vaso como pré-requisito para o julgamento da planta; nestas condições, o uso de um vaso como base para o nó-de-pinho seria uma solução viável, porém se tornaria dispendioso cultivar a orquídea em ambos.

    A fixação da orquídea é feita na base do substrato, onde encontramos maior circunferência, de preferência amarrada com algum material biodegradável que não prejudique muito a planta.Sobre o enraizamento das orquídeas fixadas em nó-de-pinho é válido lembrar que seria muito útil o uso de um hormônio para auxiliar no primeiro estágio de enraizamento da orquídea. Há alguns exemplares de nó-de-pinho que possuem um peso elevado (aproximadamente 3 kg), por serem maiores do que o normal deve-se ter mais atenção ao firmá-los no orquidário.Por mais dedicado e minucioso que seja o cultivo das orquídeas, muitas vezes não chegamos ao ideal, por um pequeno motivo ou outro que impossibilitam a harmonia em seu crescimento. Para que isto se resolva, ou que se aproxime disto, devemos nos dedicar um pouco mais à cultura destas plantas, buscando novas maneiras para o seu cultivo e procurando representar uma maior realidade do seu habitat de origem.

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    A família das orquídeas é formada por mais de 30 mil espécies naturais, além de outras 60 mil híbridas produzidas pelo ser humano.
    A beleza, a variedade de cores e a interessante relação que elas estabelecem com fungos e outras plantas hospedeiras são as principais características que fazem das orquídeas algumas das plantas mais cobiçadas pelos floricultores.
    Abaixo uma maneira bem simples de cultivar orquídeas na sacada ou na varanda utilizando troncos como base.

    Passos:
    1 – Consiga pedaços de tronco seco, cortiça natural (que carpintarias costumam jogar fora) ou madeiras lavadas. As madeiras lavadas são as que estavam em algum rio e acabaram arrastadas para as margens;

    2 – Lave o material com bastante água e escove-o para desinfetar;

    3 – Coloque um gancho ou corda, se preferir algo mais rústico, na parte de trás do tronco. Prenda com parafusos de modo que fique suficientemente forte para suportar o peso do tronco e da planta quando for pendurado na parede;

    4 – Coloque sobre o tronco uma camada de musgo, fibra de coco ou de folha de palmeira, bem no lugar onde a planta ficará. Sua função será reter a umidade e fornecer o alimento necessário para a orquídea se desenvolver;

    5 – Acomode a planta sobre essa base e amarre com fio de náilon. A orquídea deve ficar bem presa. Mas cuidado para não machucar os brotos, caules ou rizomas (tipo de raiz);

    6 – Antes de pendurar o tronco na parede, mergulhe a peça em um recipiente com água durante quatro ou cinco minutos;

    7 – Em vez de regar, borrife a orquídea com água apenas duas vezes por semana, até notar que as raízes cresceram. Quando a planta “pegar”, só molhe quando sentir que a base está seca.
    Se não tiver sacada, mantenha as suas orquídeas em um lugar ventilado.

    Entre as espécies recomendadas para iniciar o cultivo de orquídeas estão Miltonias, Odontoglossum, Cattleya, Epidendrun, Oncidium, Phalaenopsis, Vand, Cymbidiums e Paphilopedilum.

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    O Kalanchoê é uma planta herbácea suculenta, perene (vive mais de um ano). Por ser uma planta bem resistente pode ser cultivada tanto em jardins quanto em vasos e suporta bem o frio, porém se você deseja que ela obtenha um bom visual durante a maior parte do ano, devem ser tomado alguns cuidados:
    - Cultivar em solo apropriado, aconselhável um com boa densidade de nutrientes e poroso para evitar acumulo excessivo de água.

    - Irrigar sempre que necessário, não deixando a planta se ressecar para a planta não se tornar amarelada e desnutrida, porém nunca encharcá-la. Plantas suculentas sobrevivem bem à escassez d’água e o excesso pode favorecer a proliferação de fungos. A rega a cada 3 dias geralmente é mais que suficiente para as Kalanchoês e deve ser feita apenas sobre o solo, sem molhar a planta.

    - Prover luz suficiente senão a planta não conseguirá realizar fotossíntese e ficará enfraquecida e com as folhas amareladas.

    - Lembre-se também que se alguma de suas plantas contrair alguma doença ou fungo, separe-a das demais, ou no caso de apenas um ramo contaminado, execute uma poda de limpeza.

    Plantas novas florescem melhor do que plantas que já floresceram antes. As plantas dificilmente voltam a florescer se você as mantiver somente dentro de casa durante o ano todo. Só coloque a planta dentro de casa durante a floração.

    Quando acaba o florescimento a planta é tratada como anual, com a formação de novas mudas por sementes, pois a multiplicação por estacas de ramo e de folhas não resultam em mudas perfeitas.

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