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fungos

As orquídeas são plantas que chamam imediatamente a nossa atenção pela sua beleza. No entanto, todos nós temos em mente que são um tanto delicados e requerem cuidados específicos para que cresçam fortes e saudáveis.

Uma infecção fúngica prejudica a aparência da sua planta, mas não é apenas uma questão estética. Se a orquídea tiver fungos, estes vão tirar parte de seus nutrientes, o que pode matar sua planta.

Para evitar que isso aconteça, é interessante conhecer os motivos que levam ao aparecimento de fungos na orquídea:
* Excesso de umidade. As orquídeas gostam de estar em ambientes úmidos, mas não exagere. Se houver muita umidade no ar ou no substrato, estamos criando um ambiente que não é saudável para a nossa planta, mas é saudável para o aparecimento e desenvolvimento de fungos.

* Irrigação inadequada. Quando uma planta tem uma infecção fúngica, na maioria dos casos o motivo é que regamos com muita frequência. Cuidado também com regas excessivas, pois isso enfraquece a planta e pode torná-la mais vulnerável a infecções.

* Substrato contaminado. Os esporos dos fungos permanecem no substrato por muito tempo. Por isso, não é aconselhável reaproveitar o substrato de algumas plantas com outras. Sempre plante suas orquídeas em substrato específico para esta variedade, e que seja novo.

* Pouca circulação de ar. Quando a orquídea está localizada em local onde não recebe ventilação adequada, é mais provável que comecem a ocorrer condições favoráveis ​​​​ao aparecimento de fungos ao redor das folhas e raízes.

* Lesões nas folhas. Tal como acontece com outras plantas, qualquer ferimento ou corte nas folhas ou caules eles facilitam a penetração de patógenos que podem causar infecções.

* Higiene geral das plantas.
Se muitos detritos orgânicos se acumularem ao redor da planta, por exemplo, folhas caídas, isso pode estimular o crescimento de fungos.

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Elimine fungos de orquídeas com leite
Os fungos aparecem como manchas marrons ou pretas nas folhas e flores, e é importante tratá-los o mais rápido possível para evitar que a infecção danifique a planta de forma grave e irreversível.

Quando se trata de remover fungos de orquídeas, o leite é um aliado essencial, porque acontece que tem propriedades antifúngicas naturais.

Misture uma parte de leite com dez partes de água e encha um pulverizador com esta mistura. Certifique-se de que o pulverizador esteja limpo, e não contém substâncias de outros produtos químicos utilizados anteriormente.

Pulverize uniformemente a solução sobre todas as áreas afetadas da planta. No caso das folhas, Não se esqueça de borrifar pela frente e por trás. Também é conveniente aplicar um pouco deste produto no substrato ao redor dos caules.

O que você não deve fazer é abusar da quantidade. Cubra todas as superfícies, mas sem exagerar, ou você estará fornecendo à planta um novo excesso de umidade que poderia fazer com que os fungos proliferassem ainda mais.

Repita este tratamento a cada duas semanas durante um mês, e depois desse tempo você deverá começar a ver melhorias.

Como truque extra, você obterá melhores resultados se usar leite desnatado. Isso, tendo menos gordura, gera menor acúmulo de resíduos gordurosos nas folhas e deixe-os secar primeiro.

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Por que o leite é tão útil na remoção de fungos em orquídeas?
Poderíamos dizer que se trata de um remédio caseiro que foi transmitido de geração em geração porque sabemos que funciona, mas não existe uma base científica real para a sua eficácia, embora existam várias teorias:
* Ácido láctico. O leite é rico em ácido láctico, nutriente que possui importantes propriedades antifúngicas, e é responsável por inibir o crescimento de esporos de fungos.

* Componentes antimicrobianos. O leite contém peptídeos e proteínas que têm propriedades antimicrobianas que são úteis no combate a certos tipos de fungos.

* Fortalecimento das defesas. Acredita-se que a aplicação de leite estimula as defesas naturais da planta, tornando-o mais resistente e capaz de combater melhor as infecções por si só.

* Proteção de cutículas. Algumas hipóteses dizem que o leite forma uma camada protetora na cutícula das folhas graças ao seu teor de gordura. Isso dificulta o acesso dos fungos.

Por tudo isso que vimos, o leite é aplicado para eliminar fungos nas orquídeas, mas a mistura de água e leite também é utilizada como método preventivo para reduzir, ao máximo, as infecções fúngicas.

O que parece claro é que este remédio não é igualmente eficaz em todos os casos. Depende também do tipo de fungo com o qual temos que lidar, já que alguns são mais resistentes que outros.

orquídea com fungo

Outra questão a ter em conta é que este remédio não pode ser abusado nem a nível curativo nem preventivo. Se aplicarmos muito leite na nossa orquídea, poderemos entupir os estômatos das folhas, impedindo-a de respirar. Além disso, o leite é um alimento e, como tal, pode atrair insetos.

Para eliminar fungos das orquídeas, a recomendação é que você use esse truque do leite por um mês (seriam necessárias duas aplicações). Se você perceber que não funciona, pode optar por fungicidas comerciais.

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roseiras

As roseiras são plantas capazes de adicionar beleza e elegância a qualquer jardim, enchendo o ambiente de uma fragrância memorável.

No entanto, para que floresçam em abundância e mantenham sua saúde, é fundamental seguir algumas práticas que garantem o desenvolvimento adequado.

Cultivo de roseiras
Para cultivar roseiras deve garantir algumas condições climáticas para que o seu crescimento e desenvolvimento se dê de acordo com o esperado.

Uma das principais questões a se ter em mente é a exposição ao sol. As roseiras adoram luz solar direta e precisam de, no mínimo, seis horas disso por dia para prosperar.

A luz solar não só é essencial para a fotossíntese, processo pelo qual as plantas produzem  energia como também ajuda a prevenir o surgimento de doenças fúngicas que podem prejudicar a roseira.

Portanto, escolha um local no jardim que receba bastante sol e esteja protegido de fortes ventos.

As roseiras gostam de solos com uma boa drenagem dado que o excesso de água no mesmo pode ser promover o apodrecimento das raízes e o aparecimento de doenças foliares.  Por essa razão, além de garantir esta condição, tenha em atenção que não rega em demasia as suas roseiras de forma a evitar problemas futuros.

Verifique a umidade do solo regularmente e irrigue quando necessário, garantindo que a planta receba a quantidade adequada de água para se desenvolver de forma saudável.

A adubação mensal também desempenha um papel fundamental no sucesso das roseiras. Empregue um fertilizante específico para flores, com os nutrientes necessários para estimular a floração e fortalecer a planta.

Roseira Vermelha

Certifique-se de seguir as instruções do fabricante para evitar excessos que possam ser nocivos à roseira.

Além das dicas principais, é importante realizar podas regulares para remover folhas e galhos secos, estimulando a produção de novas flores.

Fique atento ao controle de pragas, como pulgões e ácaros, e utilize produtos específicos ou soluções caseiras para combatê-los.

Por fim, certifique-se de que o solo esteja bem drenado, adicionando areia ou perlita, se necessário, para melhorar a drenagem.

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Cultivar roseiras é uma experiência gratificante, que exige dedicação e cuidado, mas que recompensa com belas flores e um jardim deslumbrante.

Com as práticas corretas e um pouco de amor pela jardinagem, suas roseiras florescerão em abundância, transformando seu jardim em um verdadeiro paraíso de cores e aromas.

Aproveite cada flor e cada momento no jardim, sabendo que seu esforço e cuidado estão refletidos na beleza de suas roseiras.

passarinhos

Begonias

Essa planta ornamental é muito popular no mundo todo e é excelente para iniciantes na jardinagem devido à facilidade no cultivo.  Existe uma grande variedade de espécies dessa planta. Então, venha aprender como cuidar da flor begônia para deixar sua varanda, seu quintal ou seu jardim ainda mais bonitos!

Conheça os tipos de begônias
Antes de saber como cuidar de begônia, é ideal que você conheça as mais comuns para escolher qual cultivar em casa. Existem mais de 1.400 tipos dessa plantinha catalogados no mundo. A seguir, você confere alguns.

Begonia maculata

Maculata
A begônia maculata é originária do Brasil. Ela é esverdeada, com bolinhas brancas que parecem respingos de tinta e chamam bastante atenção, e tem a parte de baixo da folha avermelhada. Ela floresce apenas na primavera, sendo bastante usada na decoração.

A maneira correta de como cuidar da begônia maculata é deixando-a próxima a uma janela, em meia sombra, com iluminação indireta. Lembre-se de manter a terra úmida, mas não encharcada.

tuberosa

Tuberosa
Esse tipo pode ser cultivado em vasos e jardineiras em ambientes internos e externos. Se você quer saber como cuidar da begônia tuberosa, fique atento: é importante mantê-la em meia sombra e em locais com temperaturas amenas, ou seja, evitar frio e calor intensos.

begonia rex

Rex
A begônia rex tem folhagens coloridas com diversas variações e floresce durante todo o ano. Pode ser cultivada em vasos e jardineiras, prefere sombra e umidade, e é ideal para lugares mais quentes.

begonia cerosa

Cerosa
Essa begônia é ideal para jardins, pois gosta bastante de sol. Ela floresce o ano todo e pode ser cultivada em árvores, vasos e jardineiras.

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Metálica
Essa begônia tem folhas pintadas, assim como a maculata, de coloração metálica. Pode ser cultivada em vasos e jardineiras, é nativa do Brasil e produz flores rosas durante o verão.

Como cuidar de begônia
Agora que você já conhece um pouco sobre os tipos mais comuns, já pode escolher seu preferido para cultivar no dia a dia. Tire suas dúvidas a seguir!

Frequência ideal de regas
As regas são uma parte essencial para o cultivo e o desenvolvimento de qualquer planta. As begônias não gostam de muita água, por isso, você pode molhá-las a cada quatro dias.

Durante cada rega, é necessário molhar apenas a base e evitar que a raiz fique encharcada. Isso pode favorecer a formação de fungos ou enfraquecer a planta. Para evitar o acúmulo de água no vaso, você pode fazer furos no fundo, para facilitar o escoamento.

Clima e mudanças de temperatura
Apesar de não ser tão difícil entender como cuidar de begônia, é importante saber que essa planta necessita de alguns cuidados em relação à temperatura, pois não tolera frio e calor extremos.

A maioria das begônias não aceita exposição direta ao sol ou mudanças bruscas de temperatura. Por isso, em geral, o ideal é cultivá-las entre 20°C e 28°C. Também é importante evitar deixá-las em ambientes descobertos onde possam pegar muita chuva, pois o excesso de umidade as enfraquece.

begônia

Local de cultivo
Em geral, as begônias adaptam-se bem aos locais de cultivo. Elas podem ser plantadas em locais externos, como jardins e árvores, e internos, em vasos ou jardineiras.

Se você for cultivar sua begônia em locais internos, é importante que o vaso seja maior do que a muda, para dar espaço para que a raiz cresça. Lembre-se de observar, de tempos em tempos, se ele precisa ser trocado por um recipiente maior.

Fertilizantes
Outro passo importante para saber como cuidar de begônia é ajustar a fertilização. Essa planta não necessita tanto de fertilizantes como plantas, por ser bastante resistente, mas vale a pena usar esses produtos para mantê-la firme e saudável.

Os fertilizantes podem ser utilizados desde o plantio. Você pode aplicá-los abaixo das sementes para que a begônia se desenvolva bem. É importante reaplicar a fertilização de tempos em tempos para manter a planta saudável durante todo o ciclo de vida.

Esses produtos podem ser utilizados a cada três meses ou apenas nas estações mais secas do ano. Eles servem para repor os nutrientes perdidos, levando-os até a raiz da planta.

Podas são necessárias?
As begônias não têm crescimento exacerbado, ou seja, não precisam de poda constante. É importante apenas retirar as folhas mortas e observar se o tamanho do vaso está adequado à planta.

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formigas

Por mais que sejam vistas como uma “praga” pelo ser humano, as formigas são fundamentais para o equilíbrio do ecossistema, reciclando a matéria orgânica, servindo de alimento para outros organismos, aerificação do solo e a dispersão de sementes.

No Brasil, a presença das formigas-cortadeiras, dos gêneros saúvas e quenquéns, faz parte do ambiente natural. Nesses casos, apenas o excesso dos insetos, ou quando prejudicam o desenvolvimento das plantas e invadem residências, indicam um problema.

Algumas folhas cortadas não atrapalharão o desenvolvimento das plantas. Às vezes, esse ataque de formigas é muito intenso, chegando a ferir muitas vezes a mesma planta, podendo levá-la à morte.

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Isso indica que houve um desequilíbrio ambiental, ou seja, a população de formigas está muito elevada, isso acontece quando os insetos estão em locais onde não tem mais vegetação nativa nem predadores naturais.

Para evitar que as formigas se tornem um problema é indicado evitar deixar alimentos expostos; restos orgânicos próximos às plantas, manter a higiene do ambiente; e realizar controle preventivo de pragas.

As formigas são atraídas por diversos fatores, como a presença de restos de comida, néctar de flores, secreções produzidas por pulgões ou cochonilhas, e abrigos adequados para construir seus ninhos. Nesses caos, podas regulares podem evitar o problema. Outra opção é plantar sementes que afastam a presença dos insetos.

Algumas plantas têm um odor que desnorteia o seu senso de direção, como gergelim. Então, plantar algumas espécies desse tipo, ao redor de plantas muito procuradas por formigas, diminui a incidência do inseto.

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Nesses casos, é sugerido: capim-limão, alecrim, hortelã, manjericão, lavanda, citronela, canela, cravo-de-defunto, calêndula, tomilho, boldo e salsa.

A eficiência depende da proximidade, da densidade dessas plantas e da quantidade de formigas no ambiente

O controle também pode ser feito por uma barreira física, como uma proteção na base do caule ou do tronco, a fim de evitar que a formiga suba na planta para cortar a folha.

Isso pode ser feito com um anel de borracha de silicone ou de garrafa pet, como se fosse um pequeno chapéu ao redor do caule, impedindo a passagem do inseto.

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