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Phaius tankervilleae

O capuz-de-freira é uma orquídea terrestre, nativa de regiões tropicais da Ásia e Oceania, em locais de até 1300 metros de altitude, pantanosos e úmidos. é uma orquídea pertencente à família Orchidaceae

Também é conhecida como Freirinha. É uma orquídea pequena, com sépalas e pétalas cor de chocolate, com estrias mais claras e labelo branco com manchas em púrpura e o fundo creme.

Suas flores se apresentam em grande números, cerca de 25 em inflorescência longa, até quase 1,0 m, tipo espiga ereta. Suas folhas são grandes frisadas e de consistência mais fina que o comum das orquídeas.
Seu crescimento é do tipo monopodial e floresce na primavera.

Como cultivar
O capuz-de-freira é umas das orquídeas terrestres mais fáceis de cultivar. Ela é muito rústica, de crescimento rápido a moderado e floração abundante. Sua folhagem é decorativa também, formando touceiras que prestam-se para plantios isolados, bordaduras e maciços, valorizando jardins tropicais.

Esta orquídea também pode ser plantada em vasos, e desta forma é própria para adornar interiores bem iluminados, varandas e pátios. O vaso deverá ser grande de boca larga (não é preciso profundidade muito grande).

Phaius tankervilleae22

Em seu local de origem é encontrada nas matas, no chão, crescendo sobre composto natural de folhas mortas em locais mais úmidos, porém com grande luminosidade, até sol direto.

Deve ser cultivada em substrato humoso, composto por terra comum, terra vegetal e material fibroso, como casca de pinus ou coco, mantido úmido, mas sem encharcamento.

Não tolera o frio intenso ou geadas (manter acima de 5ºC). Aprecia adubações frequentes durante o período de crescimento vegetativo e floração.

Também pode ser cultivada no chão em canteiros, onde a cova de plantio é  feita com bastante elementos drenantes, como fibra de coco, casca de pínus, deixados de molho na água por alguns dias para limpeza dos elementos fitotóxicos que poderiam prejudicar a planta.
Coloque composto orgânico de folhas e plantar sem apertar muito no solo. A espécie tende a formar grande touceira, que pode ser assim dividida para novas mudas.

Phaius tankervilleae

Esta operação é feita após a floração com a planta ainda em desenvolvimento. Manter o substrato úmido.
A adubação deve ser feita no final do outono para preparar a planta para a nova floração.
Use adubo NPK formulação 4-14-8, 1 colher de sopa para 2 litros de água (colocar num garrafa PET de refrigerante e sacudir bem). Após a floração poderá adubar novamente.

Esta operação é feita após a floração com a planta ainda em desenvolvimento. Manter o substrato úmido.
A adubação deve ser feita no final do outono para preparar a planta para a nova floração.
Use adubo NPK formulação 4-14-8, 1 colher de sopa para 2 litros de água (colocar num garrafa PET de refrigerante e sacudir bem). Após a floração poderá adubar novamente.

Uma dica que atravessa o tempo e era usada pelos antigos cultivadores de orquídeas:
Coloque adubo curtido de galinha num balde de água, deixe por uns 3 dias, coe e regue o substrato das mudas.

Isto adiciona matéria orgânica e seus elementos micronutrientes necessários a estas plantas oriundas de lugares onde seu alimento é um adubo natural proveniente dos excrementos de animais e pássaros selvagens, aliados com as folhas mortas que caem das árvores.

Paisagismo
Cultivada em vasos ou canteiros, com sua floração exuberante é um excelente foco paisagístico para qualquer jardim. Após a floração mantém suas belas folhas frisadas então não necessita ser retirada do local.

Multiplica-se por separação dos pseudobulbos, sementes e estaquia do pendão floral (após a floração).

Paraiso_1438

Dendrobium fimbriatum

Gênero de orquídeas pertencente à família Orchidaceae  e é originária da China. Trata-se de um exemplar muito bonito que é bastante utilizado no paisagismo. Se você gosta de lindas flores deve conhecer mais sobre essa planta.

Essa planta é herbácea, mas com hábito de epífita (crescer sobre outra planta), em geral forma grandes touceiras de 0,45 m de alturas. Se caracteriza também por contar com pseudobulbos sulcados que possuem nós e entrenós bem marcados de coloração verde.

Suas folhas são finas e flexíveis, estão inseridas nestes nós ao longo dos pseudobulbos. Neles é que surgem as flores da planta. As flores são de cores variadas podendo ser até mesmo bicolores de um tamanho de 6 cm x 6,5 cm sobre uma haste floral de 2 cm.

Em geral as flores dessa orquídea costumam durar aproximadamente uns 30 dias, mas tudo depende da região e da temperatura durante a primavera. Uma curiosidade sobre essa planta é que o nome Dendrobium vem do grego e significa planta que vive nas árvores. Esse gênero tem cerca de 1000 a 1400 espécies.

Dendrobium primulinum var. cretaceum

Dendrobiuns crescendo em árvores
Todas as espécies de dendrobiuns são epífitas, o que significa que se desenvolvem sobre o tronco de árvores. Não são plantas parasitas, como grande parte das pessoas pensam, apenas usam a árvore como um suporte e proteção para que possam crescer. Porém, elas não retiram nutrientes dessas plantas.

É por esse motivo que muitas dessas plantas são cultivadas inicialmente sobre árvores, em geral amarradas com barbantes ou sisal. O efeito das orquídeas sobre palmeiras é bem interessante.

Vale destacar que as orquídeas também podem ser cultivadas em vasos de preferência de barro, cerâmica ou madeira desde que bem forrados com pedriscos para que haja uma boa drenagem.

O substrato utilizado para o cultivo em casos pode ser composto por uma mistura de carvão vegetal, cascas de árvores e fibras de cocos (um material próprio para o cultivo de epífitas). A dica é não enterrar o rizoma (caule paralelo ao solo) quando se cultiva um dendrobium. O melhor é que ele fique sobre o substrato.

Dendrobium thyrsiflorum

Cultivo
Quando a dendrobium está na época de crescimento precisa de regas frequentes e abundantes, principalmente no verão. É importante ter o cuidado de deixar o substrato secar entre as regas para que as raízes não fiquem encharcadas. Quando as raízes ficam encharcadas perdem a sua capacidade de respirar.

Na hora de escolher o local para cultivá-la é importante enfocar num espaço que tenha bastante luz e seja arejado. Em regiões em que o verão é muito intenso é importante que as plantas não recebam luz solar direta nos momentos mais quentes do dia, pois isso pode queimar as folhas.

Adubação
A planta precisa de adubação, a dica é usar o adubo granulado tipo NPK com fórmula 10-10-10 durante a fase de crescimento. O adubo deve ser dissolvido e ser usado para regar o substrato. Um dia antes de fazer a adubação é importante regar bem a planta para que não haja o acúmulo de sais, isso pode prejudicar a planta.

A dendrobium floresce no final da primavera e começo do verão, sendo assim a dica é adubar com fertilizante com mais fósforo (tipo NPK 4-14-8) no começo da primavera. Existem algumas recomendações para que se use adubos com formulações mais pesada, porém, é importante saber que na natureza isso não ocorre podendo não ser positivo para a planta.

Quem é leigo no assunto e está começando agora o cultivo de orquídeas deve evitar fazer experimentações. Em geral as plantas preferem um adubo menos intenso assim como ela encontraria na natureza. Nesse ponto ainda vale destacar que excesso de adubo em orquídeas acaba no chão e pode ser percolado no perfil do solo contaminando posteriormente os lençóis freáticos.

A contaminação dos lençóis freáticos causa inúmeras danos ao meio ambiente. Então não abuse do adubo na sua orquídea dendrobium.

Dendrobium victoriae-reginae

Multiplicação dendrobium
A multiplicação dessa planta pode ser feita por divisão de touceira e também através de pequenas brotações que aparecem nas laterais dos pseudobulbos. A dica é esperar até que essas brotações criem raízes para retirá-las. Depois disso é necessário preparar o vaso para receber essas brotações e poder se transformar numa nova planta.
Se desejar fazer a multiplicação dessas plantas através das brotações nas laterais deve separar a muda da planta-mãe. Em seguida prepare um vaso colocando argila expandida e isopor no fundo e em cima fibra de coco ou musgo seco. Acomode a planta no vaso.

Depois disso prenda um tutor e fixo com a ajuda de um atilho. Coloque um arame para poder pendurar no ripado e regue bem. A multiplicação por divisão da planta é uma das mais utilizadas no caso da dendrobium, porém, é importante ter o cuidado de preservar pelo menos 3 pseudobulbos para cada muda, com raízes e rizoma. Não é bom para a planta muitas subdivisões, pois isso as enfraquece muito.

dendrobium nobile

O uso no paisagismo
A dendrobium nobile, conhecida popularmente como olho-de-boneca, é uma das orquídeas mais apreciadas no paisagismo, pode ser cultivada em vasos pequenos ou mesmo fixado a troncos de árvores como palmeiras e cyccas. Essa orquídea é a mais popular dentre as orquídeas e apresenta um visual bem rústico além de ser de fácil cultivo.

Porém, é importante que se mantenham alguns cuidados, como qualquer tipo de orquídea precisa, para que ela se mantenha bonita e imponente no seu jardim. As cores das flores dessa orquídea podem ser variadas, em grande parte essa variedade se deve ao intenso processo de hibridização e melhoramento pelo qual essa planta passou.

A cor mais comum das flores da olho-de-boneca é a branca com extremidades rosadas, o labelo tem o centro arroxeado e escuro, o que passa a ideia de ser um olho. Os pseudobulbos dessa planta têm uma cor verde clara e amarelado.

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O coléus é uma planta herbácea muito apreciada pelo colorido das suas folhas, pertencente à família Lamiaceae e originária da Ásia.

O cóleus é também chamado de cóleu e coleus-de-java, é uma planta arbustiva perene que geralmente atinge de 40 cm a 1 m de altura, embora algumas vezes possa chegar a atingir até 2 m de altura, dependendo da variedade.

A planta originou-se da hibridização entre espécies do gênero Solenostemon, como S. laciniatus e S. bicolor e atualmente conta com numerosas cultivares.

Suas cores e a facilidade de cultivo a tornam uma apreciada planta ornamental, que pode ser cultivada em jardins ou em vasos grandes. Suas inflorescências ocorrem em espigas terminais, e são geralmente roxo-azuladas, mas são muitas vezes eliminadas assim que surgem para que a folhagem permaneça compacta e exuberante.

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Coléus4

Suas folhas são grandes, macias e variam bastante na forma, cor e tamanho, podendo ser variegadas ou uniformes. Podem apresentar diversas cores e combinações entre amarelo, vermelho, rosa, roxo, verde e marrom.

É interessante observar que as cores das folhas podem formar degradeés ou contrastar bruscamente.

As cores vivas desta vistosa folhagem podem ser aproveitadas em diversos ambientes. No jardim, ela poderá formar maciços ou conjuntos, além de bordaduras junto a muros. Em pátios e varandas, ou em uma janela bem iluminada, o cóleus será uma espécie muito decorativa, podendo ser plantado em vasos ou jardineiras.

Em climas quentes, é possível desfrutar de sua beleza colorida o ano todo. É uma planta de baixa manutenção, não exigindo podas e tolerando um pouco a estiagem.

Deve ser cultivada sob pleno ou meia sombra, em substrato bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente, pois o solo deve permanecer sempre úmido, mas sem ficar encharcado.

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Coleus1

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Adapta-se bem a quase todo tipo de clima, mas não suporta baixas temperaturas.

É uma planta perene. Como esta planta com o tempo vai se tornando menos compacta e com a folhagem mais esparsa, muitas vezes é cultivada como anual ou bienal, mesmo em regiões de clima quente onde poderia permanecer sem replantio por vários anos. Se plantada em jardins o espaçamento ideal é de 20 a 45 cm.

As adubações devem ser feitas a cada 15 dias para que a planta cresça bonita. Apesar de perene, o cóleus deve ser replantado bienalmente, pois perde a beleza com a idade. Planta tipicamente tropical, que pode ser conduzida em clima temperado, mas requer estufa no inverno.

Propagação
Por sementes, que devem ficar a uma profundidade de no máximo 0,5 cm no solo, e podem ser semeadas no local definitivo ou em sementeiras, transplantando as mudas quando estiverem com aproximadamente 10 cm de altura. A germinação das sementes ocorre geralmente em uma ou duas semanas.

Por estaquia. Ramos retirados de plantas saudáveis e bem desenvolvidas enraízam facilmente em solo úmido. Com este método de propagação a planta-filha será idêntica à planta-mãe, o que nem sempre ocorre quando a propagação é realizada com sementes.

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plantas em vasos

As cores vivas, intensas e alegres são muito apreciadas no ambiente do jardim, principalmente por quem espera trazer muitas borboletas, pequenos pássaros e beija-flores ao local. Flores coloridas e diversos acessórios de jardim como, bancos, mesas, estátuas, bichinhos de cimento ou gesso, vasos ou floreiras, são essenciais para ‘quebrar’ o verde do jardim, tornando o ambiente mais agradável e aconchegante.

Colocados estrategicamente no ambiente, estes acessórios podem melhorar significativamente o visual do local, tornando-se o centro das atenções.
Para quem não possui espaço ou jardim na casa e mesmo assim procura decorar o ambiente com cores alegres, pode optar pelo uso de vasos ou floreiras.

Muito utilizados para esta finalidade de trazer cores ao ambiente, os vasos são muito versáteis, inclusive são capazes de abrigar uma ou mais espécies de plantas no mesmo recipiente.

Excelente para se cultivar uma ou mais espécies de plantas e flores, os vasos podem acomodar mudas com cores, tamanhos, formatos e texturas diferentes, criando um conjunto muito ornamental, bem fácil de cuidar.

Os diferentes tamanhos e formatos de vasos e floreiras são capazes de acomodar facilmente plantas, flores, frutíferas, ervas, verduras e até árvores.

vaso_de_planta1

Para quem pretende cultivar espécies diferentes no mesmo vaso, basta obedecer os critérios exigidos por cada espécie, ou seja, solo, regas, luminosidade, adubação, podas, etc, ficando atento para não misturar plantas com necessidades muito diferentes uma da outra no mesmo vaso.

Procure colocar plantas e flores com as mesmas necessidades juntas, seja pela quantidade de água, as que apreciam o mesmo tipo de solo, a mesma luminosidade e assim por diante, evitando que uma espécie se desenvolva melhor e que a outra definhe, nada de colocar planta de sombra junto com planta de sol no mesmo vaso ou vice versa.

Os vasos são encontrados nos mais variados tipos de materiais, gesso, cimento, vidro, madeira, barro, plástico, fibra de vidro, metal, resina, alumínio, junco, etc, porém alguns são mais utilizados do que outros, variando conforme a espécie em que se pretende cultivar e principalmente pelo ambiente em que será exposto. A durabilidade dos vasos de cimento acabaram por conquistar a preferência dos consumidores que pretendem cultivar flores e plantas, em segundo lugar os vasos de cerâmica.

vaso-de-plantas-com-pregadores

Vamos aos cuidados no cultivo de plantas em vaso
Cuidar de plantas em vasos é fácil, só exige alguns conhecimentos básicos explicados abaixo:

A condição ideal para as plantas são as que mais se aproximam do seu ambiente nativo. Percebam que a maioria das plantas para interiores são plantas tropicais, onde o clima é quente, úmido, e não possui épocas muito frias.

Onde devo deixar?
Mantenha a planta no local mais adequado a ela, seguindo nossas recomendações da seção anterior. Para verificar se a planta está bem no local, há uma regra geral: folhas amarelando indicam excesso de luz, e folhas escurecendo demais é indício de falta de luz.

Se houver alteração gradual da coloração das folhas de forma homogênea, tente mudar a planta de local. Mas cuidado, algumas folhagens são naturalmente mais claras ou escuras que outras.

Regas na dose certa
As regas inadequadas são a causa da maioria dos problemas em plantas de interior. Se possível, cheque a umidade da terra diariamente, colocando-se o dedo a uns 2 centímetros de profundidade (não há método melhor!). Se o vaso for pequeno, levante-o e veja se está leve demais, o que indica pouca água. Se necessário, regue até que a água comece a escorrer pela parte de baixo do vaso. Evite deixar a água acumular no pratinho, o que não é bom nem pra planta, nem pra você (lembre-se da dengue).

Plantas morrem mais facilmente por excesso do que pela falta d’água. Atente-se ao fato de que algumas plantas precisam de mais umidade que outras. Algumas plantas, como os cactos, precisam que a terra fique bem seca antes de regarmos. Outras, como as avencas, precisam de mais umidade, com regas mais frequentes. Água de menos mata por desidratação, e água demais por sufocamento e apodrecimento.

Adubação
Se necessário, adube suas plantas. Vá a uma casa de jardinagem, agrícola, ou supermercado e procure por adubos solúveis, que podem ser aplicados junto às regas. Fertilizantes de liberação lenta (pastilhas) também funcionam bem. Adubo na dose certa é muito bom, mas adubo demais pode matar sua planta. Por isso, sempre siga as dosagens recomendadas na embalagem do produto.

suculentas

Dê um trato nas plantas
Retire folhas ou ramos mortos ou doentes periodicamente. Isso ajudará a manter uma boa aparência e também trará mais saúde à sua planta.

Troque de vaso, se necessário
Se você quer que sua planta cresça mais, e as raízes dela já estão ocupando todo o vaso, troque-o por um novo, com um diâmetro de 3 a 5 centímetros maior. Isso pode ser feito virando o vaso de cabeça pra baixo, retirando-se a planta do vaso. Coloque uma camada de material de drenagem (pedras) no fundo do novo vaso e complete com o substrato, que pode ser composto da mistura de partes iguais de terra vegetal, húmus, e areia. Regue bem nos primeiros dias para que a raiz se estabeleça mais facilmente.

Umidade do ar
Aparelhos de ar-condicionado podem tornar o ar seco demais, o que causa desconforto às pessoas, e também a algumas plantas sensíveis.

Dica:
Dê um “banho” na sua planta. Pois então, a poeira acumulada na superfície das folhas, e a saúde e aparência das plantas ficam comprometidas. Nesse momento, lavarmos as folhas com um borrifador ou mesmo espirrando água fina com uma manhueira, pode se de grande valia, rejuvenescendo a planta.

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