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Da família Balsaminaceae, a sunpatiens é uma espécie originária do Japão e uma ótima escolha para quem gosta de manter o jardim florido o ano inteiro. A flor passou por um melhoramento genético, sendo categorizada como híbrida de Impatiens. Ou seja, uma planta herbácea que se adapta melhor em climas temperados e úmidos.

A sunpatiens é de fácil cultivo e manutenção, sendo colocada como destaque em muitos projetos de paisagismo, até por sua característica de alto florescimento.

Esta planta tem uma importante representatividade no universo da jardinagem, pois é representante de um grande avanço no melhoramento de flores, perfeitas para fazer bordaduras de jardins, já que consegue preencher bem diversos espaços. Essa espécie dá tantas flores, que fica difícil enxergar o solo.

Além disso, a sunpatiens é uma planta florífera, um termo técnico que significa que dá muitas flores. Um dos principais destaques dessa flor, além da robustez, é a ampla paleta de cores, são cerca de 25 tonalidades. No Brasil, a planta chegou em 2011, logo chamando atenção por sua tolerância às variações climáticas e sendo cultivada em todas as regiões.

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Como cultivar a sunpatiens em casa
Versátil, a sunpatiens pode ser cultivada em canteiros ou vasos e ainda tolera climas diversos. Por isso, apesar de preferir sol pleno, a espécie também pode ser cultivada em meia-sombra, com regas regulares, mas não exageradas, independente do local de plantio.

Para quem busca um espaço sempre florido, o sol, entretanto, é indispensável. Quanto mais luz solar a planta receber, mais brotos se desenvolverão, e, para isso, os cuidados também devem estar sempre em dia.

A manutenção regular é fundamental para que elas continuem a florescer abundantemente ao longo das estações: remova as flores desbotadas para promover uma floração contínua e estimular o crescimento de novos botões florais.

Apesar de ser comumente encontrada em mudas, ainda é possível fazer a propagação da sunpatiens dentro de casa.

A propagação é feita por meio de estacas, em que é retirado um ramo saudável e as folhas de sua base. Em seguida, basta plantar em solo fértil, mantendo-o sempre úmido, mas nunca encharcado, a fim de evitar o apodrecimento das raízes.

Uma dúvida comum é sobre a durabilidade da sunpatiens. O alto vigor da planta resulta em uma longa durabilidade e florescimento, inclusive em áreas externas.

Geralmente, as flores podem durar de um a dois dias, mas a sua florada – tempo em que se efetua o seu desenvolvimento – podem durar meses, permanecendo florindo durante as quatro estações do ano (primavera, verão, outono e inverno).

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A diferença entre Sunpatiens e Impatiens
Apesar de semelhantes e serem do mesmo gênero, não se confundam: Sunpatiens e Impatiens são espécies diferentes. Enquanto o primeiro mencionado é uma versão híbrida, otimizada pelo homem para ter bônus nas suas características de adaptação e resistência.

Do outro lado da moeda, a planta também conhecida como “Maria sem vergonha” uma espécie originária da África. Essa é uma planta invasora e indócil, tanto que em alguns locais o seu cultivo é proibido, pois consegue se espalhar rapidamente e acaba ocupando espaços de outras espécies nativas.

Mantenha a sua planta sempre hidratada
A primeira etapa do cultivo está relacionada à criar um cronograma caprichado de regas. Ação fundamental para manter o solo sempre úmido e garantir plantas floridas. Irrigação automatizada ou até mesmo esguichos rotineiros dão conta do recado.

Sunpatiens gosta de sol
A temperatura ideal para cultivar a flor é em sol pleno combinado com uma boa irrigação. Esse cuidado evitará que a planta fique murcha, sendo um detalhe importante na hora de escolher onde plantar as flores. Então, não se esqueça: Sunpatiens é uma flor para sol e calor.

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Quantas vezes regar Sunpatiens?
Como mencionado, coloque as plantas em sol pleno ou meia-sombra. Posteriormente, basta irrigar o bastante para manter o substrato úmido, de forma uniforme, até a planta ficar plenamente estabelecida.

Se as flores estiverem com uma aparência murcha e não muito saudável, inicie uma jornada de irrigação, sem exageros, para auxiliar numa ampla recuperação que em até 12 horas já pode estar restabelecida.

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A Heliconia rostrata, conhecida popularmente como cana-de-macaco ou bico-de-papagaio, é uma planta exótica e impressionante que adiciona um toque vibrante a qualquer jardim tropical.

Com suas folhas grandes e flores coloridas, a Heliconia é uma escolha popular entre jardineiros e paisagistas, principalmente aqueles que desejam atrair beija-flores para o jardim.

Se deslumbre com as suas características, cuidados de cultivo e algumas curiosidades fascinantes sobre essa planta tropical.

Características da Heliconia rostrata
A Heliconia rostrata pertence à família Heliconiaceae e é nativa das regiões tropicais da América Central e do Sul.

A planta é conhecida por suas inflorescências distintas, que se assemelham a bicos de papagaio, daí seu nome popular.

As flores  são geralmente vermelhas e amarelas, dispostas em uma estrutura semelhante a uma espiga, e contrastam belamente com as folhas largas e verde-escuras.

A Heliconia rostrata pode atingir até 3 m de altura. Suas folhas são grandes e lanceoladas e medem até 1,5 m de comprimento.

As flores aparecem em longos cachos que se destacam entre a folhagem exuberante. A floração ocorre durante o ano todo em climas tropicais, mas pode variar conforme as condições climáticas e o ambiente.

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Cuidados de cultivo da Heliconia rostrata
Cultivar a Heliconia rostrata requer atenção a alguns aspectos específicos para garantir seu crescimento saudável e exuberante.
* Solo: a Heliconia prefere solos ricos, bem drenados e levemente ácidos. Adicione matéria orgânica ao solo para melhorar a fertilidade e a retenção de umidade;

* Água:
mantenha o solo constantemente úmido, mas evite encharcá-lo. Regue regularmente, especialmente durante os períodos secos;

* Luz:
a planta prospera em locais com luz solar indireta ou sombra parcial. Evite expô-la ao sol direto, que pode queimar suas folhas;

* Temperatura: a Heliconia rostrata necessita de temperaturas quentes, idealmente entre 20°C e 30°C. Proteja a planta de ventos fortes e temperaturas abaixo de 10°C;

* Adubação:
utilize fertilizantes equilibrados a cada 6-8 semanas durante a primavera e o verão para promover o crescimento e a floração.

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Local e época de plantio ideais
A Heliconia rostrata é ideal para jardins tropicais ou subtropicais. Em regiões mais frias, pode ser cultivada em vasos e colocada em ambientes internos com luz adequada. Certifique-se de que a planta tenha espaço suficiente para se espalhar e crescer.

O plantio deve ser feito na primavera, quando as temperaturas são amenas e o risco de geadas passou. Porém, em climas tropicais, o plantio pode ocorrer durante o ano todo.

Curiosidades sobre a Heliconia rostrata
Importância ecológica: tal planta desempenha um papel vital no ecossistema tropical, atraindo polinizadores como beija-flores. Suas flores oferecem néctar valioso para essas aves;
* Usos decorativos: além de seu uso em paisagismo, as flores dessa espécie são frequentemente usadas em arranjos florais devido à aparência exótica e à durabilidade;

* Variedades: existem diversas espécies e cultivares de Heliconia, cada uma com aspectos distintos de cor e forma. A Heliconia rostrata é especialmente valorizada por sua aparência marcante.

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A dracena cordyline pode ser cultivada em áreas internas ou externas, promovendo cor e bem-estar para quem a cultiva.

Com um visual tropical charmoso, a dracena cordyline, ou dracena vermelha, é uma espécie de folhas grandes originária das Ilhas do Pacífico e Sudeste Asiático. Ideal para cultivar dentro ou fora de casa, a planta é simples de manter e pode ser comprada já adulta ou plantada facilmente.

Além de agregar valor a jardins e outros projetos paisagísticos, a dracena vermelha possui uma resina retirada de suas hastes já comparada a sangue de dragão.

Uma curiosidade é que, atualmente, a resina extraída da planta é usada para fabricação de verniz e fotogravura, mas há alguns séculos, apesar de ser uma planta tóxica, era aplicada para fazer pasta de dente, medicamentos e corantes.

As folhas coriáceas são vermelhas acobreadas e espessas com pontas pendentes e concentram-se no poro terminal, formando tufos e rosetas.

As Inflorescências longas, terminais, com flores sem importância ornamental. surgem no outono.

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Como cultivar a dracena vermelha em casa
Durante o inverno e a primavera, a dracena vermelha deve ser podada para garantir que tenha uma boa floração e consiga guardar nutrientes para os meses mais frios do ano.

A propagação das dracenas pode ser feita por meio de estacas do caule. A profissional orienta que seja retirada uma estaca saudável de 10 a 15 cm de comprimento, que devem ser plantadas em um vaso com substrato bem drenado.

Até o início do seu desenvolvimento, a muda deve ser deixada em um local com luz indireta, mas quando já estiver enraizada e acostumada ao ambiente, pode deixá-la receber parcialmente os raios solares, ainda que a planta tolere sombra parcial. Na rega, a indicação é a mesma para a maioria das plantas: solo úmido, mas nunca encharcado.

É indicado que a manutenção através da poda deve ser feita durante a primavera, estação que a dracena entra em “modo de descanso”, e isso estimulará o seu crescimento.

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Durante os meses de inverno, a planta entra novamente em período de repouso e não produz mais folhas. Para ajudá-la a conservar energia, retire os caules e as folhas compridas. Isso permitirá que ela guarde nutrientes e se mantenha saudável.

As regas devem ser regulares, mantendo o solo levemente úmido. Não tolera o encharcamento. Se o tempo estiver seco, pulverize as folhas com água. Usar durante a primavera-verão, adubo mineral líquido 10-10-10, seguindo a orientação do fabricante.

Sempre regar primeiro antes de fertilizar para evitar a queima das raízes. Para obter plantas de aspecto escultural, mais cheias e ramificadas, basta fazer sucessivas podas do caule principal e nas ramificações posteriores, estimulando assim um maior numero de brotações.

Para que haja ramificações baixas, muitas vezes torna-se necessário uma poda drástica, pouco acima do solo.

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Aeonium haworthii

As plantas suculentas são conhecidas por sua fácil manutenção e por serem agradáveis para iniciantes no mundo da jardinagem. Os espécimes podem variar em tamanho, formato e cor, mas especialmente nos cuidados, que, apesar de serem poucos, podem afetar gravemente no desenvolvimento das plantas do seu jardim.

A utilização de uma adubação mediada, vaso de tamanho adequado e quantidade de água e sol ideais são determinantes para que as suas suculentas parem de morrer. Para isso, é importante ficar atento nas dicas, que variam de espécie para espécie, mas seguem sempre algumas regras da jardinagem.

Do que preciso para começar a cultivar suculentas?
Para quem está começando, é muito importante entender que as suculentas possuem essa denominação exatamente por armazenar água dentro das folhas, mas que variam muito nos cuidados. Existem espécimes que preferem sol e outros que preferem sombra, algo que deve ser observado de acordo com o exemplar a ser adquirido.

As suculentas de sol geralmente têm o formato de uma roseta e são encontradas pra vender em vasos pequenos. Também existem suculentas pequenas em formato de roseta que gostam de sombra, mas são bem menos comuns.

Um exemplo de suculenta de sombra é a famosa Zamioculca, que aparenta ter folhagem comum, mas faz parte da categoria.

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Quantas vezes na semana precisa regá-las
Quanto à rega, o ideal é que você verifique o substrato da sua suculenta. Ele precisa estar completamente seco antes de ser regado novamente”.

Portanto, é sempre essencial observar o solo, já que o substrato pode secar mais rapidamente a depender do clima, da luminosidade e até do material escolhido na composição do solo. É importante apenas regar a suculenta quando o substrato estiver completamente seco.

Sobre a quantidade de água, a dica é: caso o seu vaso tenha furos e o substrato seja composto por materiais drenáveis, o ideal é regar a planta até que a água escorra pelo fundo. Para substratos com partículas menores, é melhor regar com menos água para evitar o apodrecimento das raízes.

Qual o melhor lugar para colocar suculentas?
Mesmo com as variações entre as espécies, os exemplares mais comuns necessitam de, no mínimo, 5 horas de sol sob a folhagem por dia.

O melhor posicionamento para as plantas: escolha janelas com a face para o leste, oeste ou norte. Para apartamentos quem possuam a face para o sul, opte por suculentas de sombra e deixe-as o mais perto possível da janela.

Quanto mais pra dentro de casa, mais debilitadas as suculentas ficam. O lugar delas é o mais próximo possível da janela.

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Como cuidar das suculentas dentro de casa?
As suculentas de sol são plantas que descartam com frequência as folhas mais velhas, localizadas na base da planta. Portanto, a manutenção deve se basear em remover as folhas secas. Além disso, o tamanho do vaso deve ser reajustado a cada seis meses.

Os espécimes não necessitam de podas, mas que podem apresentar falta de folhagens no inferior quando mais velhas: Quando esse momento chegar, deve-se cortar [a planta] e replantar a parte superior cortada. A parte de baixo que ficou sem folhas rebrotará.

Quais são os melhores vasos para as suculentas? Como devo adubar minha suculenta?
Para os vasos, a maior recomendação é que ele tenha furos para evitar o apodrecimento das raízes.

As suculentas não são exigentes com adubação e aguentam seis meses sem adubos. Porém, o recomendado é utilizar um específico para as plantas, com dois ou três meses de espaçamento.

Quais são os maiores sinais de adoecimento das suculentas?
Quando o exemplar recebe pouco sol, ele se estica em direção à luz, com maior espaçamento entre as folhas, mas com um crescimento muito rápido. Esse comportamento é chamado de “estiolamento”, que é quando a planta cresce descontroladamente, pedindo por claridade.

Também é importante não colocar as suculentas no banheiro: é um “prato cheio” para a morte de plantas do gênero.

Porém, sol demais também faz mal: as características a serem observadas nesse caso é a mudança na coloração das plantas, que se tornam avermelhadas ou com manchas brancas, com uma aparência de queimadura.

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Sobre a falta de água, é importante pensar sobre as últimas regas, pois os sintomas para a “sede” e para o apodrecimento das raízes são similares. Avalie o substrato,se a suculenta está enrugada e desbotada, mas o solo está úmido, ela está apodrecendo. Se a suculenta está enrugada e o solo está seco, ela está com sede.

Por último, é importante prestar atenção na deficiência nutricional, que pode ter não só sintomas variados, mas também motivos diferentes, como mudanças na coloração e deformação dos brotos, por exemplo, o que torna a análise mais complexa. O recomendado é uma adubação periódica, que pode sanar possíveis problemas com os nutrientes para as suculentas.

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