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Cojoba arbórea_7

O brinco-de-índio é uma árvore da família das leguminosas (Fabaceae), de porte majestoso, boa sombra e característicos frutos pendulares, bastante ornamentais.

É uma planta nativa da América Central, Caribe, México, Bolívia e Equador, ela não característica de matas fechadas, sendo geralmente encontrada em áreas abertas ou de transição.

Sua copa é ampla e aberta, com um tronco único ou ramificado, muitas vezes retorcido, de 50 cm de diâmetro, e que atinge geralmente de 6 a 9 m de altura, mas que pode alcançar excepcionalmente, 35 m. As folhas são alternas, compostas bipinadas e glabras, com folíolos elípticos.

Elas surgem inicialmente em tons avermelhados e se definem com uma cor verde média, brilhante. As inflorescências surgem na primavera, e são do tipo capítulo, globosas, hermafroditas, com longos estames de cor branca, lembrando assim pequenos pompons.

Cojoba arbórea

Os frutos que se seguem são vagens recurvadas, de cor vermelha vivo, com cerca de 15 cm de comprimento e que carregam de 4 a 8 sementes pretas, elipsoide

O brinco-de-índio é uma árvore para ser apreciada em grandes espaços, como parques e praças públicas, assim como extensos jardins residenciais. Ela fornece sombra fresca no verão, por ter uma copa ampla e frondosa.

Nesta espécie, os frutos, contrastando com as sementes, são o grande atrativo. Portanto, é interessante plantá-la em áreas onde possam ser vistos, próximo aos observadores.

Sua madeira é de textura média, dura, pesada, forte e durável, mas não é difícil de ser trabalhada. Ela é utilizada na construção civil, assim como em estacas, postes, móveis, papel, escadas, pisos e carpintaria em geral.

Cojoba arbórea_1

Seu cultivo deve ser feito sob sol pleno, em solo fértil, profundo, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Aprecia o clima tropical, quente e úmido, vegetando em altitudes de até 2.000 metros. Não resiste a geadas.

Multiplica-se por sementes, colhidas frescas de frutos maduros, e postas imediatamente para germinar em substrato fértil, mantido úmido.

A germinação ocorre em cerca de 22 dias. As mudas estão prontas para o plantio no local definitivo em 5 a 8 meses. Transplante no período chuvoso.

porta jardim

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Lindas e populares, as bromélias são flores com a cara do verão e ficam lindas como ornamento para jardins e varandas. São bem fáceis de cuidar e se adaptam a diversos espaços externos e internos.

Origem das Bromélias
Plantas tropicais e populares no Brasil, visto que apreciam estar em ambientes com temperaturas entre 15 e 25ºC. Elas podem ser encontradas na Floresta Amazônica, Mata Atlântica, em campos de altitude e nas restingas, bem como em alguns locais da África.

O abacaxi vem dessa planta, e foi a exuberância desse fruto que proporcionou a sua difusão pelo mundo todo. Ele foi levado pelos colonizadores europeus a todos os cantos e, hoje em dia, é possível encontrar variedade tanto da flor quanto do fruto em muitos países.

Como regar
Para se ter lindas bromélias, elas devem ter as raízes úmidas, mas de forma moderada. O ideal é molhar as folhas para manter o tanque central com água. Em dias quentes, borrife água nas folhas. Plantas de folhas macias apreciam ambientes úmidos.

bromélia

Luminosidade
A maioria das lindas bromélias prefere bastante claridade. Para saber se as flores precisam de luz, verifique a coloração das folhas. Folhas escuras ou pobres de cor necessitam de luminosidade.

Adubação
A adubação da planta exige alguns critérios, pois são sensíveis e absorvem nutrientes facilmente.

O adubo deve ser de boa qualidade e deve ser feito semanalmente durante os meses de maior intensidade de luz e calor (geralmente no verão). Em algumas floriculturas é possível encontrar adubos específicos para cultivar lindas bromélias.

Quanto à temperatura, elas apreciam índices de umidade associados a locais ventilados. Porém, alguns tipos de bromélias devem ficar longe de temperaturas altas.

Como tratar possíveis pragas e doenças
As bromélias são sensíveis a fungicidas e inseticidas, por isso, caso atraia pragas, fungo ou doenças, deve-se tomar muito cuidado para combater. O ideal é o uso de uma solução de fumo diluída em água.

Para combater os fungos, utilize uma esponja umedecida no sabão de coco dissolvido em água. As bromélias são plantas extremamente sensíveis, e por isso devem evitar locais poluídos.

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Floração das bromélias
A floração da planta ocorre uma vez durante todo o seu tempo de vida. Após a floração, a planta substituirá a planta que irá morrer. As flores crescem em diferentes idades e de acordo com cada espécie.

Quando uma bromélia não floresce, nem sempre é por causa da falta ou excesso de luminosidade, às vezes, a mudança brusca de ambiente e fatores ambientais acabam afetando a saúde da flor.

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Catharanthus roseus

A vinca é também conhecida como vinca-de-gato, boa-noite e maria-sem-vergonha é uma planta de pequeno porte endêmica de Madagáscar. Na natureza, essa espécie encontra-se em extinção, isso se deve ao processo de destruição do habitat pela queima da mata para aumentar as áreas para agricultura.

É uma planta cultivada em muitas outras regiões de clima tropical e subtropical, ocorrendo um processo de naturalização a estes novos lugares.

Essa pequena planta é muito estudada pela medicina, devido ao fato de esta planta contar alcalóides bisindólicos, que acumulam-se nas folhas da planta e que são usados para tratamento de vários tipos de diabetes e câncer, tendo também propriedades anti inflamatórias. Mesmo assim, é considerada uma planta tóxica, não podendo ser ingerida.

Tendo floração anual, a espécie é perene e suas flores possuem cinco pétalas, de varias cores. As folhas são opostas, brilhantes, medindo cerca de 2,5 a 9 cm de comprimento, por 1 a 3,5 cm de largura. Seus frutos são pares de folículos de 2 a 4 cm de comprimento e 3 mm de largura.

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É uma planta que gosta de calor e luz solar direta, sendo muito resistente a seca, por um período menor que um ano.

A planta é perene, e geralmente é mais cultivada em canteiros e jardins de flores. Em um clima frio, a vinca desenvolve um caule que é lenhoso, podendo crescer até 1 m  de altura. Suas folhas são brilhantes, e podem medir de 5 a 7 cm de comprimento.

As cinco pétalas de flores são tipicamente rosa, mas podem ser encontrados em cores como o branco, o roxo e o vermelho. Florescem melhor no verão, e como a maioria dos membros da família das Apocynaceae, esta planta pode exudar um tipo de látex de textura leitosa.

A vinca é uma planta muito rústica e pouco exigente, por esses motivos pode ser cultivada em quase todo o mundo onde se apresenta com clima tropical e subtropical. O cultivo deve ser feito em um solo mais fértil e deve ser regado regularmente, mesmo que a vinca de Madagascar seja bem resistente a seca e aguentar até um ano com pouca água.

Geralmente a vinca é usada em decorações de jardins, em maciços, em vasos, em bordaduras, em jardineiros e vasos. O período de aparecimento das flores estende-se por todo o ano.

Apesar de ser uma bela planta, a planta deve ser trocada por períodos de dois anos, devido ao fato de que ela começa a perder um pouco da beleza no decorrer dos anos.

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Cuidados
Esta é fácil de tratar, uma que vez que ela se adapta muito bem ao nosso clima e chega acrescer até mesmo sem ser muito bem cuidada. Graças a sua versatilidade pode ser criada tanto em jardineiras quanto em vasos ou em solo.

Para melhores resultados deve-se utilizar solo que esteja devidamente fertilizado e sempre umedecido, quanto à luminosidade, essa planta cresce muito bem diretamente ao sol, até porque ela é bem resistente e nem sofre queimaduras.

Após alguns anos a vinca começa a perder um pouco da beleza e aparentar velhice, então é aconselhável fazer algumas mudanças drásticas, como extrair mudas das melhores partes da planta e replantá-las. Pode-se também simplesmente jogá-la fora e adquirir outra.

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Distribuição geográfica
A Catharanthus roseusou é endêmica da ilha de Madagascar, no Oceano Índico. A vinca pode ser encontrada também em vários outros países tropicais e subtropicais do mundo.

Pelo seu grande uso medicinal, a Catharanthus roseusou é cultivada comercialmente na Austrália, África, Índia e sul da Europa. No seu país de origem, ela se encontra com a classificação de vulnerável por sua área natural e selvagem.

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Campanula_persicifolia

Nativa de regiões alpinas da Europa e pertencente à família Campanulaceae, essa planta apelidada de flor-sininho ou flor-de-sino, graças ao formato de suas flores, consiste em um arbusto de pequeno porte, não mais que 1 m de estatura, porém que apresenta uma quantidade extremamente numerosa de flores, que ficam geralmente concentrada em cachos bem vistosos.

Suas folhas são verde brilhantes, com dentes arredondados nas margens, espatuladas na base e lanceoladas a obovadas e mais estreitas ao longo do caule.

Sua floração se apresenta do final da primavera ao verão, despontando inflorescências em rácemos terminais, com flores grandes e em formato de sino aberto, terminando em cinco pontas como uma estrela. Há também a variedade de flores dobradas. Elas podem ser azuis, brancas, liláses ou róseas, de acordo com a cultivar.

As campânulas adicionam delicadeza e charme a qualquer jardim. Para um efeito mais interessante convém plantá-la em grupos, formando maciços ou em bordaduras mistas. Versátil, é comum o seu uso para cobrir o caule desfolhado de arbustos e roseiras.

Campanula_persicifolia_

No Brasil, é visto com mais frequência como planta envasada, para decorar a casa por alguns dias, do que no jardim. Os ramos eretos e floridos também são ótimos como flor de corte, na confecção de buquês e arranjos florais.

Graças a sua resistência ao sol se plantada em locais de clima ameno, podemos utilizá-la tanto em vasos na varanda quanto em grande quantidade formando moitas densas e floridas na base de árvores maiores.

Seu cultivo deve ser sob sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Não tolera o calor forte do verão, por este motivo é tratada como anual mesmo nas regiões mais frias do Brasil.

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Por apreciar o clima frio, é possível cultivar campânulas apenas em locais frescos, de altitude, como nas regiões serranas do sul do país. Após a floração, pode-se cortar fora as flores velhas, estimulando assim um novo florescimento.

Sua multiplicação é feita por divisão das touceiras, estaquia e por sementes. As sementes germinam entre 14 e 28 dias, necessitam de luz e substrato mantido úmido.

Logo após a germinação podem ser cobertas com um fina camada de substrato e devem ser transplantadas para os saquinhos quando tiverem duas folhas verdadeiras.

As mudas devem ser beliscadas durante o desenvolvimento, para que produzam touceiras mais densas.

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