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tulipas

A tulipa é uma espécie vegetal que se caracteriza por   apresentar uma bela flor, além de ser uma planta associada a Holanda. Essa espécie vegetal possui o nome científico de Tulipa Gesneriana.

No entanto, a tulipa é oriunda das montanhas que ficam localizadas na antiga Pérsia (atual Irã). O nome tulipa vem do persa – tulband (que tem o significado de turbante).

Com as expedições e a criação da rota da seda, as tulipas se espalharam por todo o planeta. A planta era tida como uma joia pelos turcos, tanto que podia ser cultivada somente nos jardins da família real.

Como a tulipa se espalhou, acabou chegando na Holanda onde encontrou condições climáticas ideais para o cultivo. As primeiras tulipas cultivadas em território holandês, foram originarias de bulbos cultivados na Turquia.

Nesse país, a tulipa se tornou um sinal de poder e prestigio, e o cultivo e comercio desta espécie vegetal cresceram de forma vertiginosa.

A tulipa é uma espécie vegetal pertencente a família botânica de plantas chamada Liliaceae, e se destaca por apresentar uma grande variedade de espécies diferentes e de cores.

No Brasil, o clima encontrado não é o indicado para o cultivo da tulipa, no entanto sendo tomados os cuidados necessários você poderá cultivar a sua tulipa sem maiores problemas.

Família Liliaceae
Essa família botânica é popularmente chamada de família do lírio. Essa família possui grande importância no ramo de plantas ornamentais, pois possui inúmeras espécies que se destacam pela beleza de suas flores.

As plantas desta família se caracterizam por apresentarem folhas de formato oval ou lanceolado, e no centro apresentarem uma haste, com uma única flor no topo.

Tulipa-2

As características da Tulipa
As tulipas são flores que se destacam pela grande variedade de espécies e cores. Elas são plantas que apresentam bulbos (espécies de caules subterrâneos). Se tratados de maneira adequada e correta, o bulbo pode viver por muitos anos.

O bulbo da tulipa gera apenas uma flor, que apresenta o formato de um sino invertido, geralmente no inicio da primavera.

A tulipa é uma espécie vegetal que aprecia os climas mais amenos e frios e conseguem se desenvolver em solos que não são tão ricos em nutrientes. A terra ideal para o cultivo da tulipa é a vegetal, de preferência preta e fina.

As tulipas cultivadas no Brasil, normalmente são realizadas em estufas climatizadas para reproduzir o clima adequado para estas belas flores.

As tulipas além do uso ornamental vêm sendo utilizadas para fins culinários e tendo as suas propriedades medicinais sendo aproveitadas, pois o bulbo da tulipa pode sofrer cozimento e ser usado para produzir diversos produtos (bolos, tortas, sopas e outros produtos).

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Dicas para o cultivo de Tulipas
Devido ao fato das tulipas serem plantas muito apreciadas pelas pessoas por sua grande beleza, e serem facilmente encontradas (até em supermercados elas são vendidas).

Segue abaixo algumas dicas para o cultivo das tulipas para que as suas flores consigam viver por um tempo maior e demonstrando grande beleza e exuberância:
* Para cultivar tulipas bonitas, o processo inicial começa pela escolha do bulbo. Um bulbo saudável gera tulipas bonitas. O bulbo deve ser grande (tamanho), não devem apresentar rachaduras e nem sinais de que estejam podres;

* A Tulipa se diferencia das demais espécies de flores por possuir uma floração única;

* Quando a floração da tulipa acabar e a planta se encontrar com as flores e folhas murchas, você deve fazer a retirada do bulbo (espécie de caule subterrâneo) debaixo da terra;

* Depois que retirar o bulbo debaixo da terra, é necessário que este seja limpo (pode ser utilizada uma escova ou um pano), e fique guardado em um lugar arejado e fresco por um período de 3 meses;

* Depois que esse período de 3 meses passar, o bulbo deve ser plantado em um vaso, e este deve ser colocado em uma geladeira durante um período de 6 meses. Devem ser tomados os cuidados de rega e de observação da planta;

* Após o período de 6 meses, o vãos deve ser colocado fora da geladeira e deixado preferencialmente em um local arejado e fresco. Se o processo tiver sido seguido de forma correta, como o descrito anteriormente, a sua tulipa irá florescer num período que varia de 1 a 2 meses;

* Procure manter a terra onde sua tulipa é cultivada sempre úmida, no entanto não deve ser encharcada, pois água em excesso atrai doenças (bactérias e fungos);

* Tente cultivar a sua tulipa dentro de casa, e preferencialmente em um lugar bem arejado. Exemplo: próximo de uma janela que seja ensolarada;

* Esses cuidados descritos tentam gerar as condições ideais para o cultivo da tulipa aqui no Brasil, pois o nosso clima não é dos mais agradáveis, para essa bela espécie de flor.

tulipa amarela

Cuidados a serem tomados com as Tulipas
Segue abaixo uma serie de cuidados que precisam ser tomados para a realização de um cultivo adequado de tulipas.

Pois como estas plantas são típicas de clima frio, muitas vezes pensamos que a tulipa morreu, mas caso tomemos os cuidados devidos ela conseguira viver e florir por vários anos:
* Caso pretenda adquirir tulipas para o cultivo, escolha aquelas que as flores ainda se encontram fechadas (ainda é um botão). Adquirindo tulipas neste estagio, você terá plantas com maior tempo de vida útil para cultivar;

* A tulipa é uma espécie vegetal que aprecia ser cultivada em ambientes bem arejados e frescos, no entanto não devem existir correntes de vento no local;

* Procure não deixar a sua tulipa exposta sob o sol;

* Em caso de clima extremamente seco e temperatura elevada, podem ser colocadas pedras de gelo no vaso em que está sendo cultivada a tulipa. Essa atitude ajuda a reduzir a temperatura;

* Pode suas tulipas. Corte a rama que se encontra inutilizada, faça a retiradas das folhas e das pétalas que se encontram secas.

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orquidea-catasetum

A orquídea catasetum é diferente das outras na hora de ser plantada em vasos, pois quando plantamos uma catasetum podemos colocar a muda no centro do vaso, pois ela brota para todos os lados.

Por essa razão é importante conhecer a espécie de orquídea que você tem em casa.

Existem aproximadamente 150 espécies de Catasetum. Elas são epífitas, endêmicas das Américas, do México à Argentina e, metade das quais no Brasil.

Possui flores unissexuais e raramente hermafroditas. Possuem nas flores masculinas duas anteras na parte inferior da coluna, que quando um inseto se aproxima, são lançados, se fixando no dorso do visitante, deixando-o pronto para fecundar uma outra flor.

As folhas, geralmente caducas ( caem antes da floração) são longas, largas e plissadas. A haste floral sai da base do pseudobulbo, e pode dar dezenas de flores, algumas perfumadas.

Há 4 elementos essenciais no cultivo do Catasetum: Luz, calor, umidade, rega e ventilação.

Orientação geral cultivo
Este grupo de orquídeas possuem flores cerosas, sendo que a maioria é decídua. Os pseudobulbos das plantas tem períodos de crescimento e repouso.

A maioria floresce antes do período de dormência quando perdem as folhas.

Luz: deve ser forte especialmente no final do período de crescimento. Proteger com tela de 50%.

No início do período do ciclo de crescimento, as plantas toleram menos luz de 1.500 a 3.000 velas. Plantas crescem melhor com nível de luz de 3.000 a 6.000 velas, ou 50% a 75% do sol pleno.

Com o pseudobulbo maduro, endureça os dando-lhes mais luz.  Não tolera o frio ( temperaturas abaixo de 10ºC irá estressar a planta, perdendo suas defesas, levando à doenças que poderão levar à morte.

Catasetum spitzii

Estas orquídeas são de área tropical quente e crescem durante os meses de chuva do verão.

Rega: é um fator crítico para a produção de grandes pseudobulbos que resultam em melhores floradas.

Quando as folhas caem a planta entra em estado de dormência e deve-se suspender a rega.

Uma grande quantidade de água deve ser armazenada pela planta no curto período de crescimento. Regue pesadamente quando as novas folhas estão formando. Com a maturação dos pseudobulbos reduza gradualmente a frequência da rega.

Folhas irão amarelar e cair. Neste momento a rega deve ser completamente interrompida até que novos brotos apareçam. Regar durante o período de dormência somente se o pseudobulbo estiver severamente ressecado.

catasetum

Umidade: Deve ser de 40% a 60%. Isto pode ser providenciado com uma bandeja de britas e água, sem permitir que as raízes toquem na água. Ar deve se movimentar ao redor da planta para prevenir doenças e fungos.

A falta de umidade faz abortar os botões e o excesso, em raízes encharcadas apodrece botões e brotos, daí a importância da ventilação

Quando a planta cessa o repouso e entra em atividade, com emissão de novos brotos e raízes, é hora de regar e adubar.

Adubação: adubar e regar regularmente produz pseudobulbos fortes. Use a formulação 30-10-10 enquanto as plantas estiverem em crescimento, diminuir a frequência à medida que os pseudobulbos formem. A formulação 10-30-20 deve ser usada no outono para estimular a floração, exceto para plantas que florescem na primavera.

Aplicar com frequência soluções de concentração fraca é mais eficiente que aplicar concentrações fortes de vez em quando.

Dica: adubar na parte da manhã e evitar adubos com excesso de Nitrogênio.

Catasetum-Mary-Spencer

Replantio: devem ser programadas para coincidir com o início das nova brotações, normalmente na primavera. Novas raízes serão produzidas rapidamente nesta época e as plantas sentirão pouco impacto. Estas plantas possuem um vigoroso sistema radicular e requerem um rico substrato úmido durante a estação de crescimento.

Muito produtos deixam as plantas com as raízes nuas durante o período de descanso da planta para mantê-la seca neste período.

Substrato fino são comuns pra vasos pequenos e granulação média para vasos maiores. O esfagno tem sido usado com sucesso pela capacidade de reter água e o adubo.

Podem ser plantadas em estacas ou placas é mais fácil de cuidar no período de dormência., mas é mais difícil no período de crescimento.

noite

Catasetum_pileatum

Possui flores unissexuais e raramente hermafrodita. O gênero Catasetum, apresenta espécies epífitas, rupícolas e terrestres. Existem aproximadamente 150 espécies de Catasetum e são encontradas desde o México ao sul do Brasil, com muitas espécies encontradas na Amazônia.

No Brasil se encontra a maioria das espécies.  A planta caduca as folhas e entra em um período de dormência. É uma planta de fácil cultivo.

Este grupo de orquídeas possuem flores cerosas que tem o hábito de descartar suas políneas, massa de pólen, no polinizador.  A maioria é decídua, os pseudobulbos das plantas tem períodos de crescimento e repouso.A maioria floresce antes do período de dormência quando perdem as folhas.

Há 6 elementos essenciais no cultivo da Catasetum, são eles: Luz, temperatura, umidade, rega e adubação.

Luz: deve ser forte especialmente no final do período de crescimento. No início do período do ciclo de crescimento, as plantas toleram menos luz de 1.500 a 3.000 velas. Plantas crescem melhor com nível de luz de 3.000 a 6.000 velas, ou 50% a 75% do sol pleno. Com o pseudobulbo maduro, endureça os dando-lhes mais luz.

Temperatura: estas orquídeas são de área tropical quente e crescem durante os meses de chuva do verão. Durante este período de crescimento, a temperatura durante o dia de de 27ºC a 38ºC e a noite de 16ºC a 18ºC  são benéficas.  Quando atingir a maturidade a temperatura pode ser reduzida para 13ºC à noite e 21ºC a 29ºC durante o dia.

Flores hermafroditas de Ctsm. macrocarpum

Rega: é um fator crítico para a produção de grandes pseudobulbos que resultam em melhores floradas. Uma grande quantidade de água deve ser armazenada pela planta no curto período de crescimento. Regue pesadamente quando as novas folhas estão formando.

Com a maturação dos pseudobulbos reduza gradualmente a frequência da rega. Folhas irão amarelar e cair. Neste momento a rega deve ser completamente interrompida até que novos brotos apareçam. Regar durante o período de dormência somente se o pseudobulbo estiver severamente ressecado.

Umidade: Deve ser de 40% a 60%. Isto pode ser providenciado com uma bandeja de britas e água, sem permitir que as raízes toquem na água. Ar deve se movimentar ao redor da planta para prevenir doenças e fungos.

Adubação: adubar e regar regularmente produz pseudobulbos fortes. Use a formulação 30-10-10 enquanto as plantas estiverem em crescimento, diminuir a frequência à medida que os pseudobulbos formem.

catasetum denticulatum

A formulação NPK 10-30-20 deve ser usada no outono para estimular a floração, exceto para  plantas que florescem na primavera. Aplicar com frequência soluções de concentração fraca é mais eficiente que aplicar concentrações fortes de vez em quando.

Replantio: devem ser programadas para coincidir com o início das nova brotações, normalmente na primavera. Novas raízes serão produzidas rapidamente nesta época e as plantas sentirão pouco impacto. Estas plantas possuem uma vigoro sistema radicular e requerem um rico substrato úmido durante a estação de crescimento.

catasetum macrocarpum

Muito produtos deixam as plantas com as raízes nuas durante o período de descanso da planta para mantê-la seca neste período. Substrato fino são comuns pra vasos pequenos e granulação média para vasos maiores. O esfagno tem sido usado com sucesso pela capacidade de reter água e o adubo.

Podem ser plantadas em estacas ou placas é mais fácil de cuidar no período de dormência., mas é mais difícil no período de crescimento.

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Dentre tantas plantas ornamentais disponíveis no mercado, por quê orquídeas? Ao longo destes dez anos de cultivo, tendo passado por fases de euforia por uma nova floração, compulsão por comprar cada vez mais orquídeas e depressão pela perda de inúmeros exemplares, chego a algumas conclusões, que divido neste artigo com vocês.

As orquídeas já eram conhecidas na Grécia Antiga, tendo sido descritas pelo filósofo grego Teofrasto, considerado o pai da Botânica. Desde os primórdios, esta grande família de plantas tem sido cercada de muito misticismo, glamour e diversos simbolismos.

Na antiguidade, as pessoas costumavam associar as orquídeas à fertilidade, além de lhes atribuir poderes afrodisíacos.

Na época do Japão feudal, a posse de uma orquídea simbolizava bravura e coragem, sendo exclusividade dos mais intrépidos samurais, capazes de coletar espécimes em locais ermos e de difícil acesso.

Já na Inglaterra da Era Vitoriana, a orquídea representava riqueza e opulência, uma vez que estas raras plantas precisavam ser mantidas em complexas estufas, sendo coletadas em distantes e exóticos países tropicais.

Paphiopedilum maudiae

Ainda nos dias de hoje, a despeito de toda a popularização que os modernos métodos de propagação proporcionam, as orquídeas são consideradas plantas especiais. Da beleza tímida, quase invisível, de uma micro-orquídea à exuberância descarada dos grandes híbridos repolhudos, há um quase infinito leque de opções para todos os cultivadores.

Neste contexto, saliento uma das primeiras lições que aprendi. Não são todas as orquídeas que podemos cultivar. É importante sabermos que não podemos escolher uma orquídea porque a cor é bonita ou porque gostamos do formato da flor.

Existe um abismo de diferenças entre o habitat natural de uma orquídea e as condições que oferecemos em nosso cultivo doméstico. Cabe a nós tentarmos mimetizar ao máximo o ambiente original de cada espécie.

Como nem sempre isso é possível, acabamos restritos a um certo grupo que melhor se adapta aos nossos lares. No final das contas, são elas que nos escolhem.

Ter este planejamento em mente acaba com a compulsão por comprar todas as orquídeas do mundo. Além disso, diminui drasticamente as perdas decorrentes de um cultivo inadequado.

O segredo é sermos criteriosos quanto às novas aquisições. Não há, contudo, uma receita pronta para esta curadoria. Levei anos para descobrir quais as orquídeas que me odeiam. Hoje, restrinjo-me às mais comuns e resistentes, espécies e híbridos que melhor se adaptam ao cultivo em apartamento, que é o meu caso.

Em resumo, cada um tem seus motivos para cultivar orquídeas. Uns visam o pódio, o reconhecimento por um cultivo impecável. Os colecionadores restringem-se às espécies puras, de forma e simetria perfeitas, exclusividades de alto valor de mercado.

Pleurothallis Acianthera luteola

Há os que apreciam as preciosidades quase microscópicas das florestas tropicais. Outros contentam-se com plantas mais simples, mas que trazem beleza e alegria a este mundo cada vez mais sombrio.

Eu me encaixo nesta última categoria. E, acima de tudo, cultivo orquídeas sabendo que não sou dono delas. Tenho a consciência de que sou um tutor temporário, que tenho o privilégio de cuidar, ainda que provisoriamente, de uma dádiva da natureza.

Uma joia que foi, em algum momento da sua história, retirada de seu habitat natural, outrora perfeito e incorruptível, e que agora enfrenta as agruras de um ambiente artificial e inóspito.

O meu empenho é que este trauma não tenha sido em vão, que o nosso convívio com as orquídeas sirva como conscientização da importância de sua preservação na natureza, que elas não sejam troféus ou meros bibelôs a decorar nossos lares.

borboletas