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adenium

As rosas-do-deserto são plantas suculentas belíssimas, de caule escultural e floração exuberante, que vem encantando jardineiros no mundo todo. Mas elas têm seus segredinhos para encorpar o caule e as raízes, além disso, você pode estimular florações espetaculares com essas dicas. Vamos a elas?

Iluminação
As rosas-do-deserto são plantas exigentes em luz. Elas devem tomar pelo menos seis horas de sol por dia, caso contrário não florescem ou florescem pouco. Na falta de sol, também podem acontecer duas coisas: estiolamento (crescimento débil em comprimento) ou uma tendência em procurar luz, fazendo com que a planta fique torta para um só lado.

Temperatura
As rosas-do-deserto não gostam do frio. Em baixas temperaturas, seu metabolismo fica muito lento, dormente. Quando expostas ao frio, as folhas ficam amarelas e caem.

Deixam de florescer, e se estiverem floridas as flores caem. Nestas condições, as regas devem ser bem espaçadas, até porque não vão aproveitar muito as irrigações. Uma estufa seria uma saída interessante para manter a planta em crescimento vegetativo em locais com inverno mais rigoroso, como no sul do Brasil e nas regiões serranas.

Substrato
O substrato para rosas-do-deserto é bem específico, mas fácil de compor. Ele deve ser rico em potássio, fósforo e cálcio, leve e essencialmente bem drenante.

No entanto, por ser um substrato drenável, é frequente a perda de nutrientes, que são constantemente lavados durante as regas e as chuvas, por isto adubações complementares são muito bem vindas.

O nitrogênio é um nutriente que deve ser usado com cautela, pois pode provocar um desenvolvimento excessivo na planta. Temos aqui um artigo que fala sobre este assunto.

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Podas
Não tenha medo de podar sua rosa-do-deserto. As podas são imprescindíveis para dar forma à planta e servem também para estimular as florações. Tenha cautela ao usar as podas para induzir o florescimento.

Use como último recurso. Antes disso, melhore a adubação, dando mais atenção aos nutrientes citados acima. Para dar formato à planta, pode-se usar também recursos dos bonsaista, como “aramar” os galhos ou então usar fios de barbante para ancorá-los.

Faça sempre cortes em bisel nos ramos, evitando assim o acúmulo de água nos ferimentos. O pó de canela tem sido usado com sucesso como cicatrizante nos cortes, prevenindo o aparecimento de doenças fúngicas.

Propagação
A rosa-do-deserto pode ser propagada por sementes ou estacas. Se a opção for sementes, deixe-as de molho em água não clorada para se hidratarem. O tempo mínimo na água é de duas horas.

Podem também ser plantadas sem este tratamento, mas neste caso o tempo para germinação aumentará em 2 a 3 dias. Depois de hidratadas, plante em recipientes individuais e bem identificados.

Estes recipientes podem ser copinhos de plásticos de 200 ml ou bandejas de isopor com células individuais. As bandejas de 128 células, facilmente encontradas em agropecuárias, são ideais.

O tempo para as sementes germinarem varia de 2 a 4 dias. Durante este período, mantenha o substrato constantemente úmido. Quando todas estiverem germinadas reduza a irrigação para uma ou duas vezes por dia e, a medida que forem crescendo, a irrigação deve ser gradativamente espaçada.

As mudinhas devem ficar sob sol pleno para irem se acostumando a esta condição de luminosidade. O momento para o transplante é quando a mudinha estiver com 3 pares de folhas definitivas. Depois de 6 a 8 meses de germinadas as pequenas plantas começam a florescer.

Outra forma de propagá-las é por estacas. Aproveite as podas para fazer mudas por estaca, mas lembre-se que essas mudas não desenvolvem caudex como as originárias de sementes.

rosa-do-deserto

Adaptação
Se você comprou sua planta num viveiro ou supermercado, é normal as folhas e flores caírem, não se preocupe. As folhas vão amarelecer e cair, assim como as flores. Isto é normal, pois elas mudaram drasticamente de ambiente. Não faça transplante e nem adube até que sua planta esteja totalmente adaptada ao novo local, demonstrando crescimento.

Irrigação
Uma das formas de saber se sua planta esta com sede é apertando o caudex (caule) de leve. Se estiver murcho, isso significa que a planta está desidratada. Neste caso, faça uma boa irrigação, mas sem encharcar e verifique constantemente o substrato.

Caudex murcho, pode também ser podridão. Quando apertar o caudex, e verificar que está murcho, aperte outra parte do caudex. Se também estiver murcho, é quase certo que sua planta está realmente desidratada. Caso contrário pode ser podridão.

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Podridão
Se sua rosa-do-deserto estiver podre, não se desespere, muitas vezes há salvação. Limpe todas as raízes, ficando assim com as raízes nuas. Com uma colher, elimine toda parte lesionada (podre) e pendure a planta num local com sombra.

Deixe a planta nestas condições (pendurada) até que cicatrize toda ferida aberta. Isto levará no mínimo uns 5 ou 6 dias. Depois, replante com um novo substrato. Deixe a planta mais uns 3 a 4 dias na sombra, depois leve-a gradativamente a pleno sol. Nestas condições, também poderá haver perda de folhas.

É bem provável que depois desta operação o caudex fique com um buraco. Este buraco será para sempre. Mas você poderá disfarçá-lo usando um cacto, uma pedra ou uma suculenta para tampar.

vento

bougainville

A Bougainvillea é um arbusto escandente, pertence à família das Nyctaginaceae, nativa da América do Sul, perene, muito ramificada, de até 5 metros de altura.

Caule apresenta espinhos verdadeiros, isto é, que são vascularizados e danificam tecidos subjacentes se removidos.

Folhas pequenas levemente coberta por pelos finos, curtos e macios.

Flores pequenas, envolvidas por 3 brácteas grandes, vistosas, nas cores branca, rosa claro, coral, carmim, laranja, púrpura e amarelo. Surgem principalmente na primavera-verão e esporadicamente durante o ano.

Espécie intensamente híbrida, existindo hoje em cultivo dezenas de cultivares com formas e tamanhos bem diferentes da espécie típica. As brácteas formam-se em grandes cachos nas pontas dos ramos, simples ou dobradas em diversas cores.

Cultivada como trepadeira para revestir carramanchões, arcos, pórticos, muros de entrada, são sempre muito utilizadas no paisagismo.

Transplantação
Atente para realizar mudas quando a bougainvillea estiver nova , transplante-a anualmente em Fevereiro, mudando o adubo e vasos. De maneira que, as mais antigas precisam ser mudadas, em pelo menos, de dois em dois anos.

Ela prefere ficar à luz do sol, mas nada de exageros para que sua folhagem não adoeça.

Sua multiplicação  acontece com a  alporque, estaquia e através de sementes; pode ter de tentar com vários ramos, mas em 4 a 6 semanas esta planta cria um bom sistema radicular.

primavera

Clima: Tropical, Subtropical, Equatorial, Oceânico.

Rústica não é muito exigente quanto ao tipo de solo, embora prefira o solo fértil, fofo, com pH levemente ácido de 6,0 a 6,5 e que não retenha água em excesso.

As regas devem ser frequentes quando recém plantada, porém, quando estabelecida as regas devem ser esparsas, a planta prefere uma boa rega profunda, em vez de pequenas regas frequentes.

No entanto, não permita que o solo fique completamente seco porque uma planta estressada pela água não florescerá. Regar a planta imediatamente se parecer murcha.

Floresce em abundância quando ocorre uma queda brusca na temperatura.

Adubar no fim do inverno ou início da primavera com adubo orgânico e na primavera-verão com adubo mineral NPK 04-14-08, seguindo orientação do fabricante.

Bouganvíleas não gostam de ter suas raízes perturbadas, evite mudar a planta de lugar.

Recomenda-se podas no fim do inverno. Como a Bougainvillea floresce no novo crescimento, pode-se fazer podas mais leves depois de cada ciclo de floração.

Confunde-se com a “Bougainvillea glabra” que é uma árvore de grande porte.

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Propagação
Multiplica-se por estacas, que devem medir 20 centímetros cortadas em diagonal numa profundidade 13-14 cm em local sombreado.

Seu crescimento e rápido atingindo facilmente 4-5 m de altura aos 2 anos.

Para que tenham um bom desempenho em vasos, precisam ter de 80 cm de diâmetros, pois elas precisam de espaços para as raízes.

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helicônia

Esta planta, muito comum em jardins decorativos, também é conhecida como caeté ou bananeira do mato e pertence ao próprio gênero Heliconia, da família Heliconiaceae. Trata-se de uma planta tropical, originária da América do Sul, América Central, Ilhas do Pacífico e Indonésia.

No entanto, seu nome é uma homenagem à montanha Helicon que fica no sul da Grécia, onde acreditavam-se viver as musas inspiradoras das artes. E não é à toa, pois a Helicônia tem um porte belíssimo!

Possui hastes longas e pendentes, com gomos grossos, vermelhos e amarelos que lembram os bicos dos tucanos e parecem pesadas, mas são levíssimas. Sua extensão é coberta por uma penugem avermelhada, proporcionando uma textura macia como veludo.

As folhas também são bem frágeis e rasgam facilmente com o vento forte e a chuva. As flores verdadeiras são brancas e ficam escondidas entre os gomos de cores vibrantes que imitam as cores de um pássaro.

helicônia

O cultivo da Helicônia é bem simples, pois ela não exige podas e adubações regulares. Por ser uma espécie de clima quente e úmido, o ideal é plantá-la em solo composto por partes iguais de terra e húmus, mantendo a umidade a maior parte do tempo.

Características principais
* As helicônias podem atingir alturas de 50 cm a 1 m, conforme a espécie.

* O fruto imaturo é de cor verde ou amarelo, e azul escuro na maturação completa. Geralmente traz sementes com 1,5 cm de diâmetro.

Helicônia: como cuidar?
A planta não necessita de cuidados muito elaborados. O solo mais indicado é úmido e rico em matéria orgânica. Ela deve ser irrigada com abundância e ser banhada pela luz do sol.

Cuidado com solos muito encharcados para evitar o apodrecimento das raízes. Toma cuidado com ventos fortes, que podem danificar as folhas da sua planta.

Por isso, recomenda-se molhar uma vez pela manhã e outra a noite, tomando cuidado apenas para não deixar o solo encharcado, uma vez que pode resultar em fungos.

Além disso, elas também gostam de luz solar. Portanto, mantenha-as sob luz solar direta por 6 horas todos os dias, ou então coloque uma lâmpada de sol, se for necessário.

O espaçamento entre uma planta e outra também é importante, pois elas precisam de muito espaço para se espalhar. O ideal é manter uma distância de 4 a 6 m entre elas.

Mantenha a Helicônia sempre limpa, livre de plantas daninhas para manter a unidade necessária, bem como retire folhas e caules mortos da planta para favorecer o seu crescimento.

Fora isso, o cuidado e o carinho devem ser os mesmos tidos com outras plantas e flores do seu jardim, uma vez que todas elas necessitam de nutrientes, poda, rega e muita atenção!

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Com uma diversidade de cores belíssimas, os gerânios (nome científico: Pelargonium) encantam não só pela sua beleza, mas também pela praticidade do seu cultivo.

A flor é bastante utilizada nos projetos urbanos e também em floreiras e vasos nos jardins particulares, e essa escolha é baseada em dois aspectos: o gerânio é de fácil manutenção e floresce o ano inteiro! Confira algumas dicas de cuidados e de cultivo dessa flor:

Como plantar gerânio
O gerânio é uma flor que adora a luz do sol e precisa de um solo bem drenado e com substrato para crescer. Escolha um cantinho do seu jardim ou varanda que receba bastante luz solar e prepare bem a terra com areia, composto orgânico e até adubo;

Poda e limpeza do gerânio
Para deixar os gerânios sempre saudáveis e mantê-los floridos por mais tempo, retire as folhas que forem secando periodicamente. Não é aconselhável molhar as folhas e flores, pois seu toque aveludado misturado com a água estragaria a planta.

Para a limpeza, utilize apenas um espanador ou tecido macio. Depois da floração mais abundante, que acontece na primavera e no verão, pode os galhos para estimular o crescimento de novas flores.

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Cuidados extras com o gerânio
Se a sua floreira apresentar muito mais folhas do que flores, diminua o adubo. Se o caule apresentar coloração escura, significa que a rega está abundante demais. Diminua a quantidade de vezes que a rega acontece, assim como a quantidade de água.

O caule escurecido é sinal de apodrecimento da raiz. Outro cuidado bastante importante é com o piso ou outra superfície que possa ficar em contato com a flor – o gerânio solta bastante pigmento e tem o poder de manchar azulejos e outros tipos de piso. Mantenha as floreiras longe do piso para evitar esse problema.

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