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A alamanda é uma planta trepadeira de originária da América do Sul sendo mais popular aqui no Brasil. Ela faz parte da família Apocynaceae, e popularmente,  cultivada em diferentes regiões também receberá diferentes denominações. Algumas dessas denominações populares podem ser: Carolina e Dedal-de-dama.

Vamos então conhecer um pouco mais sobre essa planta e como deve ser cultivada de forma certa para tê-la sempre bela nos jardins.

Por ser uma planta típica do nosso continente e principalmente do nosso território nacional, a alamanda deve ser preferencialmente cultivada sob o sol pleno e em climas equatoriais, subtropicais e tropicais para que a planta desenvolva corretamente e chegue à sua fase adulta perfeitamente sadia. Sendo cultivada sob as condições ideais de solo, umidade e iluminação, ela pode chegar de  3 a 6 m de altura e por ser perene, vai florescer o ano inteiro.

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A alamanda possui flores em um amarelo bem vivo e roxas, são sempre muito vistosas. Suas folhas são verdes e brilhantes que também são utilizadas no paisagismo.

É uma planta com ramagem um pouco vigorosa por isso deve-se evitar usá-la em locais frágeis como treliças e cercas mais delicadas. Dê preferência por usá-la em caramanchões, pérgolas e outras estruturas do tipo.

Se quiser plantá-la em um vaso, use treliças aonde elas irão se enrolar ao crescer e ficarão tão bonitas quanto em um jardim. Você também pode misturar a várias cores de alamanda.

A multiplicação da alamanda é feita por sementes e/ou estaquias. No início do seu cultivo, ela deve ser tutorada para crescer certinha. Ela tem características tóxicas e devido a isso, deve ser evitado o contato com crianças pequenas e animais que possam acabar ingerindo suas ramagens.

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Como Cultivar
A alamanda consegue se desenvolver muito bem em todo o território brasileiro, mas ela vai sempre preferir os locais onde o clima é mais quente. Para cultivar essa planta, você precisará então de um lugar bem ensolarado e consequentemente, bem drenado.

A cova deve ser de um tamanho e profundidade de uma mão fechada, após cavar, deve-se colocar húmus de minhoca, uma parte de adubo orgânico composto de adubo animal e folhas decompostas e por último, adubo granulado do tipo NPK de fórmula composta de 10-10-10. Preparando a cova dessa maneira, o crescimento inicial da alamanda será bem vigoroso e dará estabilidade à planta.

No início é preciso fazer um trabalho de condução para que a alamanda cresça bem. Deixando a sua planta amarrada, de preferência com cordões de algodão fará com que ela não se espalhe e cresça exatamente cercando o ambiente que desejar. Isso pode ser feito também com tutores, treliças ou através de entrelaçamento feito com fios de aços que devem estar presos à paredes ou aos muros.

Depois de germinada, a alamanda vai crescer bem sem exigir muitos cuidados especiais. O essencial é que seja realizada realize a adubação anual, que deve ser feita no inverno para seja absorvida da melhor forma.

A adubação deve ser composta de material orgânico e adubo granulado porque eles induzem a floração no decorrer do ano.

O adubo granulado deve ser do tipo NPK de fórmula composta de 4-14-8. As regas devem ser regulares e devem variar de acordo com a região. Se a alamanda estiver sendo cultivada em locais mais frios, s regas só deverão ser feitas quando não houver chuvas, principalmente durante o inverno, que a umidade está maior. Em regiões mais quentes, é importante regar todos os dias e só suspender também em casos de chuvas.

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Pesticida natural
Devido os seus princípios tóxicos e venenosos, a alamanda tornou-se uma das plantas muito utilizadas na fabricação de pesticidas. O pesticida feito a partir da alamanda é muito eficiente para combater pragas que aparecem em plantas como pulgões e cochonilhas. Esse pesticida poderá ser comprado em lojas de produtos para plantas ou então pode ser feito em casa.

Como fazer o pesticida natural
1 – Faça um chá a partir das folhas picadas da alamanda com água. Á água deve ser fervida em fogo alto e quando levantar fervura, acrescentar um punhado de folhas de alamanda bem picadas e deixar ferver por aproximadamente 10 minutos.

2 – Depois de deixar esfriar o chá, coloque todo o líquido em um aspersor com borrifador e levemente borrife todas as plantas atacadas individualmente. É muito importante que seja borrifado apenas as plantas doentes e trate cada uma individualmente e com cuidado para que o pesticida natural acabe com a praga.

Obs.:
* Não use como aspersor, nenhum recipiente que posteriormente tenha sido usado para guardado alimentos ou bebidas e sempre utilizar luvas ao manejar as folhas da alamanda e o seu pesticida depois  de pronto.

* Corte as folha que vai usar para fazer o pesticida e deixar por pelo menos um dia sem sol antes de preparar o chá.

* O pesticida deve ser aplicado sempre logo após a sua preparação e também, evite aplicar na sua planta doente, em períodos de chuvas porque o líquido deve permanecer nas folhas da sua planta doente, o tempo suficiente para matar a praga existente.

* Em alguns casos será necessária mais de uma aplicação do pesticida feito a partir da alamanda para que a planta doente fique totalmente curada. A aplicação deve ser feita com intervalos de alguns dias, o suficiente para que se note se o pesticida sanou esse problema.

Caso ainda existe pelo menos um vestígio pequeno da praga, deve-se refazer o chá de pesticida e aplicar novamente na planta.  Esse processo deve ser repetido até a planta estar totalmente livre de pragas.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


terrário
Terrário é um ecossistema engarrafado, que possibilita reproduzir a atmosfera quente e úmida das florestas, para que as plantas encontrem condições de desenvolvimento e sustentabilidade.

São ambiente perfeito para dar asas à criatividade e recriar verdadeiras florestas em miniatura.

Esses mini-jardins podem ser montados em qualquer vidro transparente fechado com tampa ou filme plástico, de tamanho diverso, que normalmente contém pedras, carvão, terra e plantas; e onde uma pessoa se permite observar o comportamento vegetal.

Dentro do vidro, as plantas necessitam de pouca manutenção, água e poda, sendo perfeitas para as pessoas que não têm tempo para cuidar de um jardim.

Pode usar uma grande variedade de plantas e colocadas nestes pequenos recipientes de vidro, que podem adornar mesas e outros locais onde o espaço for limitado. Um terrário irá adicionar um pouco de beleza natural e paz em qualquer espaço.

Ele surgiu por volta de 1829, quando o inglês Nathaniel Ward, médico e colecionador de plantas raras, observava uma crisálida de borboleta dentro de uma garrafa. A terra da garrafa tinha uma raiz de samambaia misturada e ela brotou e cresceu. Ele testou outras plantas e concluiu que, com um pouco de luz e umidade, os vegetais poderiam viver por anos num ambiente lacrado.

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Opções de terrários:
- Abertos: Podem ser em garrafas, copos, xícaras e o que mais a criatividade inspirar. O importante é escolher plantas com necessidades de manutenção parecidas. Para quem tem pouca prática, as suculentas e os cactos são as melhores espécies, pois vivem com pouca luminosidade e têm rega controlada, em pouca quantidade.
Estas plantas acumulam muita água em suas folhas, por isso não necessitam de muita rega.

Alguns terrários têm também outras espécies usadas como forração, estas precisam um pouco mais de água, então deve-se borrifar um pouco diretamente na terra, apenas onde estão estas outras espécies que não são as suculenta.
Mas, com o tempo, você mesmo vai saber qual a periodicidade ideal. Afinal, vai conhecer seu terrário melhor do que ninguém. Mantenha-o em local que receba luz solar indireta – como o vidro reflete a luz solar pode esquentar excessivamente.

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- Fechados: Terrários de musgos e outras espécies.
Por ser fechado, este terrário funciona como um mini ecossistema, onde pode-se observar o ciclo da água, não sendo necessário regá-lo com tanta frequência. O importante é manter o processo de evapotranspiração.
Mais uma vez a sua percepção será imprescindível, e a cada dia ela estará melhor. Deixe em local com boa iluminação (pode ser artificial), mas nunca sob luz solar direta. A luz intensa aumenta a temperatura dentro do vaso, murchando as plantas, e consequentemente a morte das espécies.

Agora que você já conhece as características de um terrário, veja como montar um:

O que é necessário para a montagem de um terrário com plantas suculentas, Mas além das suculentas, você pode montar também com outras plantas.
* Vaso de vidro transparente (ou conforme desejar);
* Substrato ou qualquer tipo de terra;
* Areia de construção (para obter uma boa drenagem). Não utilize areia de praia;
* Carvão ativado (Você pode encontrar esse tipo de carvão em lojas de animais aquáticos, na área de abastecimento);
* Pedrinhas (iguais aquelas de aquário ou aquelas de rio/riacho) ou cascalho;
* Plantas (podem ser cactos, suculentas ou similares);
* Colher ou pá (pequenininha) de jardim;
* Palito de churrasco (para manuseio das plantas e terra);
* Pincel de cerdas macias;
* Tesoura.
* Mudas de plantas – espécies escolhidas: dedinho-de-moça (Sedum pachyphyllum), planta-pérola (Gasteraloe beguinii) e Echevéria runyonii, Você pode achar essas plantas em miniatura em centros botânicos, em lojas de material para casa, em floriculturas ou até mesmo em supermercados. Opções esteticamente interessantes incluem as plantas de áloes, agaves e minicactos;
* Água;
* Filme plástico para fechar o terrário, caso o recipiente não tenha tampa;
* Álcool e pano para a limpeza do recipiente.

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Passo a passo para montar um terrário
1 – Comece colocando no fundo uma camada de pedriscos ou cascalho. Em seguida, adicione uma camada de areia. Forrando o vaso com esses materiais, você irá garantir que a água fique embaixo das plantas, alimentando-as conforme suas necessidades.

2 – Coloque uma camada de carvão ativado sobre a camada de pedras. Essa camada vai ajudar na filtração do ar dentro do terrário, e responsável pela absorção de gases, evitando o mau cheiro. Sobre a base de drenagem, agora com o carvão vegetal, coloque a terra vegetal adubada. Em um terrário de ambiente seco, deve-se fazer uma camada de areia mais espessa e diminuir a de substrato (terra).

3 – Coloque cada uma das suculentas no terrário para escolher a melhor disposição. Depois de determinar onde cada planta vai ficar, cave um pequeno buraco com os dedos e vai acomodando as raízes sob a terra. Coloque a planta mais alta no centro do vidro e as menores ao redor. Dessa forma, a composição ficará mais harmoniosa.

4 – Você poderá colocar pedras e pequenos pedaços de madeira para deixar o terrário mais decorativo.

5 – Regue moderadamente com água filtrada. Lembre-se que as suculentas têm origem em ambientes desérticos e áridos, logo, possuem grande capacidade de armazenar água e exigem pouquíssima manutenção.
Para um terrário de suculentas você vai precisar mantê-lo destampado todo o tempo. O vidro deve ser grande o suficiente para comportar várias camadas de materiais, incluindo as plantas escolhidas.

6 – O ecossistema se sustenta sozinho com a transpiração das plantas, mas uma rega mensal é indicada para mantê-las saudáveis. Logo após a rega, o terrário deve ser coberto com filme plástico novamente, ou tampado com a tampa do próprio frasco.
As suculentas não necessitam de poda, no entanto, as folhas mais velhas e secas podem ser retiradas por questão estética.

7 – Monitore o terrário de suculentas ao longo do tempo para determinar o nível de umidade. Acrescente água quando necessário.

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Espécie de trepadeira amplamente usada nos jardins e quintais pelo mundo. É uma planta muito ornamental, muito conhecida pelos habitantes do seu local de origem, o Japão e a China, onde ainda é bastante plantada para a ornamentação de jardins, pátios e quintais de pequeno, médio ou grande porte.

Ela pertence à família Caprifoliaceae e é considerada de médio a grande porte, já que quando bem cultivada, pode atingir entre 6 a 0 m de altura.

Como muita da sua categoria possui um ciclo de vida perene e aceita uma forma de cultivo a meia sombra, além do bom e velho sol pleno.

A Madressilva é um arbusto tipo liana, mas se desenvolve com características de trepadeira. É semi-lenhoso, com uma folhagem bem volumosa e grande. Além disso, é muito ramificado, o que impossibilita a verdadeira identificação da sua dimensão.

Seus ramos são muito verdes e até mesmo flexíveis, com folhas de mesma cor, verticiladas, ovais e macias quando se toca nas mesmas.

É uma trepadeira que possui flores imensas, que chamam a atenção não só pela beleza, mas também pelo seu design. São brancas e tubulares, grandes e bastante atraentes para insetos e outros animais polinizadores.

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Com o tempo, essas flores vão se tornando mais amareladas, não deixando a sua beleza legítima para traz.

Muitos jardineiros preferem as flores brancas, mas para isso, é preciso replantá-las na época de seu florescimento para que as flores maduras não apareçam, ficando as belas e jovens pétalas brancas.

Com o amadurecimento das mesmas, há o surgimento de um odor característico das flores, muito agradável. A espécie floresce desde a primavera até o verão, onde as flores começam a adquirir a sua coloração amarelada.

Cultivo
Existem algumas técnicas de cultivo que podem fazer com que essa trepadeira se desenvolva de maneira correta, atingindo o tamanho ideal para o seu local de plantio. É preciso plantá-la em locais que incida muito sol, até porque a espécie não é muito exigente no que diz respeito a fertilidade do solo de plantio.

Em matas nativas, são encontradas de forma espontâneas e quase que invasivas, já que o seu crescimento de torna acelerado em determinadas condições. Em matas recompostas, isto também corre o risco de ocorrer. Para os jardins, esta espécie precisa de alguns suportes para se desenvolver como cercas, muros e as famosas pérgulas.

Para iniciar o cultivo da trepadeira, é preciso seguir alguns passos listados logo abaixo:
1. Abra uma cova para iniciar o plantio e dentro dela coloque um pouco de adubo animal de curral bem curtido. Meça uma massa de adubo de aproximadamente 500 gramas. Adubo de aves também pode ser colocado na cova de plantio. Neste caso, use apenas metade dos 500 gramas colocados para o adubo de origem animal;

2. Em seguida, coloque terra vegetal e adicione o tutor, mesmo que a sua área de plantio esteja junto a um muro ou qualquer tipo de suporte. Esta técnica conduz o arbusto e controla o seu crescimento para as áreas onde a trepadeira costuma se locomover durante a etapa em que o seu desenvolvimento se torna muito acelerado;

3. Por pelo menos uma semana inteira, regue com frequência a sua pequena muda dentro da cova de plantio com todos os ingredientes listados acima. Depois que a muda der os primeiros sinais de crescimento, ou seja, logo após sets dias, deixe as regas mais espaçadas, dando margem para uma drenagem normal de jardim.

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Uso no Paisagismo
A Madressilva é muito usada com fins decorativos, especialmente de grandes e bonitos jardins, sejam eles públicos ou caseiros.

Na China, ela é uma das plantas mais usadas em pátios de construções públicas e também nos jardins de praças. Seu perfume encanta a todos e a espécie costuma combinar bem com os clássicos jasminzinhos. Mesmo assim, é preciso cultiva-las longe de dormitório e evitar locais mais fechados, pois pessoas alérgicas podem ter reações com o cheiro que vem da Madressilva.

Para quem não sabe, esta espécie é muito usada na produção comercial. Para produzi-la de tal forma, algumas técnicas clássicas e outras inéditas são usadas.

Vejamos logo abaixo:
1 – Para planta-la comercialmente, primeiro cortam-se os ramos antes mesmo da espécie começar a florescer na primavera. Dessa forma, eliminam-se o podão de folhas duplas que não interessantes para esta forma de cultivo;

2 - Processos de enraizamento geralmente são usados, mas não são necessários ou obrigatórios. Utiliza-se sacos plásticos grandes com um substrato feito com uma mistura orgânica (palha de arroz carbonizada ou areia orgânica completa). Geralmente, é colocado um adubo animal de curral bem curtido;

3 - Planta-se a estaca em meio ao substrato enterrando apenas duas gemas. Em seguida, é preciso regar bem e depois ir repetindo de forma diária, pelo menos nas primeiras semanas de desenvolvimento da muda;

4 - Deixe um cultivo protegido com pelo menos 50% de sombra. Com o aparecimento das primeiras flores, colocar a espécie ao sol e regar quase que diariamente;

5 - No momento do plantio, colocar  o tutor na cova. Sarrafos e bambus são muito indicados neste caso. Dessa forma, será possível conduzir o crescimento da planta sem amarrá-la, o que muitas vezes pode agredir o seus ramos e até as suas folhas.

ONDA

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Glicínia (wisteria sp.)
As plantas trepadeiras são ideais para o paisagismo porque você pode, de fato, planejar e limitar seu tamanho. Suas alturas e larguras eventuais são determinadas pelas estruturas nas quais elas se desenvolvem. As próprias estruturas preenchem o espaço antes que as trepadeiras ou vinhas atinjam seu crescimento total.

A principal característica da planta trepadeira é agarrar-se, enrolar-se e apoiar-se facilmente em qualquer tipo de estrutura.

O plantio pode ser feito da seguinte forma:
* Abertura de covas de 30 x 30 x 30 cm, a largura pode ser maior em relação à profundidade;
* Coloque a muda próxima à estrutura que dará suporte e preencha o resto da cova com a terra já preparada, lembre-se que o saco da muda deve ficar todo envolto pela mistura de terra;
* Fixe bem a planta no suporte, esta operação pode ser realizada através de amarrações, ou dependendo da planta, seus ramos podem ser enrolados no suporte;
* Irrigar com abundância até que a muda pegue por completo, depois siga as instruções de cada planta.

Transplante de trepadeiras
Este é um tipo de prática que os paisagistas não fazem recomendações para estes tipos de espécies, pois estas plantas não costumam se recuperar de traumas sofridos na raiz. Vale lembrar que este tipo de planta utiliza suporte para poder “crescer para cima”, então para acontecer o transporte pode haver a quebra da planta.

Manutenção de trepadeiras
Irrigação
As trepadeiras não exigem que sejam irrigadas, depois que estão fixadas, as exceções são para as trepadeiras de vaso e as que foram plantadas em locais onde a agua da chuva não bata.

Condução da Trepadeira
A condução das trepadeiras deve ser feita ainda quando estas estiverem em seu estagio inicial, para não ter problemas com as raízes e a fixação do suporte.

Tenha atenção para a quantidade de mudas que podem fazer o serviço que você deseja, como cobrir um caramanchão ou pergolado.

Para que isto seja feito, os ramos da planta trepadeira escolhida devem ser direcionados para a direção onde devem crescer, de tal forma que cubram todas as áreas da estrutura. A maioria das plantas pode ser guiada através de um fio de nylon ou algum outro tipo de material que faça este mesmo “serviço”.

Poda
Esta é uma prática de suma importância, tanto por motivos estéticos, como a forma, o volume e a altura, tanto quanto para a melhoria da planta, claro que esta poda também ajuda a manter as pragas e doenças longe das plantas.

Ela também é indicada para que a planta cresça de forma equilibrada e homogênea, controlando a quantidade de flores, frutos e folhas da trepadeira.

Existem três tipos de podas para as trepadeiras, tais como:
Poda de formação
Importante em espécies com ramos mais vigorosos. No caso da primavera, a poda deve ser feita quando a planta ainda é jovem para que esta cresça de forma mais equilibrada. Evite fazer este tipo de poda quando a planta já for adulta, pois ela pode ter suas flores e frutos com crescimento afetado.

Poda de limpeza
Como o próprio nome diz, é uma poda feita para ser realizada a limpeza da planta. Existem 2 (dois) tipos de poda de limpeza, a primeira é para eliminar os galhos e folhas secas ou que tenham pragas/doenças. E a segunda forma é para retirar os ladrões e os que não têm brotos.

Poda de floração
Este tipo de poda, como o nome diz, serve para controlar as flores, seja pela quantidade, ou porque não é o período certo para nascerem.

Adubação
Para manter sua trepadeira sempre bonita, com flores e folhas bastante brilhosas, é necessário fazer uma boa adubação, afinal as trepadeiras tem um tempo diferente das outras plantas.

Pragas e doenças
As pragas que atacam as trepadeiras são basicamente as mesmas que atacam os outros tipos de arvores e forrações. São exemplos de pragas: formigas, pulgões, tripés, cochonilhas, ácaros, lagartas, lesmas, grilos,besouros, e vários outros. As trepadeiras mais propensas a pegar alguma doença são as frutíferas, mas em geral elas suportam bem doenças.

Dicas extras
O volume e a forma da trepadeira são controlados por podas; se a espécie tiver flores, a melhor época é após a florada.

* Não use vasos ou jardineiras se sua intenção é cobrir totalmente o muro. Para isso as trepadeiras precisam de espaço.

Unha-de-gato (Ficus pumila)
* A Unha-de-gato penetra em frestas de muros e paredes, podendo alargar a estrutura. Apare as pontas a cada dois meses e mantenha a forração em, no máximo, 10 cm de espessura.

Costela-de-adão (Monstera deliciosa)

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* A Costela-de-adão e a Jiboia não são recomendadas para o tipo de plantação fixo na parede. Elas crescem muito, e suas raízes, se encontrarem apoio vertical, podem rachar a parece e arrancar o reboco, abalando a estrutura da casa.
* Se você for plantar trepadeiras no muro, é importante que o muro seja áspero, pois as trepadeiras agarram-se melhor em texturas rugosas.

Como pode se ver, as trepadeiras são auto fixadoras, não necessitando de amarrilhos ou qualquer outro tipo de ajuda para o seu crescimento. As trepadeiras precisam apenas, no máximo, de uma parede rústica e de muita poda.

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