
Família: Bromeliácea
Ciclo de Vida: Perene
Sua origem provém do cruzamento das Billbergias de variedades Domingos Martins x Ed McWilliams. Esse exemplar possui folhagem viva com cores rosa púroura salpicado de manchas de creme branco. A pigmentação confere um efeito exclusivo a Hallelujah e quanto mais exposta for a luz, maior será a quantidade de manchas.
A Billbergia Hallelujah é perene e se desenvolve melhor sob sol pleno nas regiões de clima subtropical ou sob meia-sombra nas regiões tropicais. No inverno surgem inflorescências compostas por inúmeras flores esverdeadas envoltas por brácteas vermelhas.
Este grupo de bromélias são conhecidos por suas flores bonitas que geralmente só duram de 3 a 5 dias. Eles geralmente têm uma posição vertical ou “vaso” aparência. Espécie de hábito exclusivamente epífito, utilizada na composição com este fim, em vasos, jardineiras e espaços suspensos.
Planta ideal para jardins verticais e árvores de bromélias Pode ser usada para formar maciços em jardins ou em placas de fibra de coco. Cria-se um contraste muito interessante e vistoso no paisagismo, quando se a utiliza na composição de maciços conjugada com a Tillandsia Cyanea como forração.
Pois a Cyanea com suas hastes florais rosadas e suas pequenas flores roxas darão um tom todo especial no conjunto.


Nome Científico: Brasiliorchis Schunkeana
Nome Popular: Maxillaria shunkeana
Família: Orchidaceae
Origem: Brasil
Clima: Intermediário
Inflorescência: Uma flor por haste
Tamanho das Flores: Pequena – 01 a 03 cm
Época de Floração: Ano inteiro
Duração da Flor: 10 a 20 dias
A Maxillaria é uma orquidácea que beira a casa de 700 espécies, nativa da Flórida, nos Estados Unidos, América Central, Brasil e nordeste da Argentina, alcançando as Índias Ocidentais. A maioria das espécies são epífitas. Algumas espécies não toleram perturbações do tipo mudança de lugar constante ou manipulação excessiva assim como cortes para mudas.
Tais atos concomitantes podem estressar algumas espécies. Apreciam luminosidade média, mas nunca luz solar direta, originalmente vegetando em florestas úmidas, uma boa umidade ambiente é benéfica ao cultivo. A Maxillaria schunkeana é uma das espécies do gênero Maxillaria, endêmica das florestas do Espírito Santo, no Brasil.
É conhecida no mundo todo como a Orquídea Negra. Sua cor, tida como negra, na realidade é de um vermelho púrpura tão intenso, escuro, que à primeira vista dá a impressão de tratar-se de uma orquídea negra. Sua flor tem apenas um centímetro de diâmetro mais ou menos. Literatura aponta como ideal cultivá-la em esfagno.


Nome Técnico: Billbergia
Família: Angiospermae – Família Bromeliaceae, subfamília Bromelioideae
A planta tem a forma em roseta cilíndrica, rígida e apresenta muitos espinhos. As folhas em geral são variegadas, com listras ou pontuações, em dois tons de vinho e creme. Sua floração é de curta duração, com a inflorescência simples, rodeada de brácteas rosa, pêndula. No seu habitat reúnem-se em grandes agrupamentos e é encontrada inclusive em zonas com baixas temperaturas.
Para cultivar este gênero é necessária a proteção dos raios solares diretos, com boa iluminação e substrato bem drenado feito de pó de coco, turfa e cascas decompostas. Para plantar não esquecer de preencher o fundo do vaso com cacos de cerâmica ou isopor, preenchendo com parte do substrato.
Acomodar a muda, preenchendo com o restante do substrato, sem apertar para não danificar as raízes. Regar bem a seguir. A adubação é feita na época de crescimento da planta, em geral no final da primavera. Pode ser feita com adubo granulado diluído ou adubo foliar, tipo NPK, podendo ser usado uma fórmula com mais potássio, como a 10-4-16 ou Osmocote 14-14-14.
A reprodução por sementes é viável e devem ser colhidas e semeadas de imediato em substrato úmido, que pode ser de palha de arroz carbonizada ou esfagno. Cobrir com plástico e manter úmido e fora da luz direta do sol. Algumas semanas depois verá surgirem pequenas plântulas. Esperar que cresçam para colocar em vasos individuais.


O gênero Cryptanthus varia de 07 a 60 cm de diâmetro, existem cerca de 20 espécies, todas originárias das matas do Brasil. São muito requisitadas para comporem ambientes em terrários. O Cryptanthus e seus híbridos, devido as suas formas, são vulgarmente conhecidos como estrela-da-terra. São chamados assim, porque possuem suas rosetas muito achatadas, que ficam rentes ao solo, lembrando uma estrela.
Estas rosetas, dependendo da espécie, variam muito de tamanho. São excelentes plantas domésticas e as espécies menores, são largamente utilizadas em terrários. Nativas do Brasil crescem com ricas folhagens no solo das matas. Para o cultivo doméstico, necessitam de um substrato similar, rico em composto orgânico e poroso, com areia grossa e musgo seco em partes iguais.
O musgo permite que se mantenham as raízes úmidas, mas não encharcadas em sua maior parte do tempo. Apreciam a luz difusa, sem a presença dos raios solares diretos. A luz é um fator muito importante na fixação das cores nas bromélias.
Todas as espécies dessa família produzem pequenas flores brancas nas axilas centrais das folhas, principalmente no verão.
Duram pouco tempo e murcham, dando lugar a novas plantas. As mudas crescem rapidamente e são facilmente destacados para formar novas plantas.
