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Posts para categoria ‘Orquídeas e Bromélias’

Aechmea Blanchetiana
Nome Científico: Aechmea Blanchetiana
Nome Popular: Porto Seguro
Família: Bromeliaceae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene

Herbácea epífita, perene, rizomatosa, robusta, de folhagem e florescimento decorativos, de 60 a 90 cm de altura, nativa do Brasil.

Folhas longas, rijas, laminares, verde claras, côncavas, basais e em roseta, sem espinhos nas margens. Inflorescência compostas, ramificadas, em panículas de espigas, dispostas acima das folhas, com flores protegidas por brácteas amareladas, formadas durante o verão.

Cultivada isoladamente ou em grupos formando maciços densos, a pleno sol ou a meia sombra, em canteiros ricos em matéria orgânica, mantidos umedecidos, podendo eventualmente ser cultivada em vasos. Não tolera geadas fortes.

Multiplica-se facilmente por separação das brotações do rizoma em qualquer época ou por meio de sementes.

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Neoregélia Compacta

Família: Bromeliaceae.
Ambiente: Sol Pleno
Clima: Tropical.
Origem: Brasil
Época de Floração: Verão.
Propagação: Sementes, Brotações.
Mês da Propagação: Ano Todo.
Persistência das folhas: Permanente

Bromélia de pequeno porte, risomatosa, nativa do Brasil, com folhas dispostas em rosetas compactas, com cerca de 15 a 20 centimetros , de consistência rija, na cor vermelha, muito decorativas. Inflorescência discreta, representada por flores pequenas na cor lilás, subtendida ao nível do copo da planta.

Propaga-se por rebentos que surgem em perfilos, distantes da planta matriz. Trata-se de uma das mais populares Bromélias utilizadas nos espaços suspensos, tanto nas árvores, como nas placas dos jardins verticais. Utilizada frequentemente nos vasos e jardineiras a sol pleno.

Também podem ser utilizada como forrações, criando maciços ou grupos isolados. Por serem espécies epífitas, são muito interessantes para composições verticais, principalmente por serem de porte menor e por suportarem o sol pleno. Em locais de pouca luz, a planta perde seu colorido atraente, tornando-se verde.

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Cryptanthus

O gênero Cryptanthus  varia de 07 a 60 cm de diâmetro, existem cerca de 20 espécies, todas originárias das matas do Brasil. São muito requisitadas para comporem ambientes em terrários. O Cryptanthus e seus híbridos, devido as suas formas, são vulgarmente conhecidos como estrela-da-terra.

São chamados assim, porque possuem suas rosetas muito achatadas, que ficam rentes ao solo, lembrando uma estrela. Estas rosetas, dependendo da espécie, variam muito de tamanho. São excelentes plantas domésticas e as espécies menores, são largamente utilizadas em terrários.

Nativas do Brasil crescem com ricas folhagens no solo das matas. Para o cultivo doméstico, necessitam de um substrato similar, rico em composto orgânico e poroso, com areia grossa e musgo seco em partes iguais. O musgo permite que se mantenham as raízes úmidas, mas não encharcadas em sua maior parte do tempo.

Apreciam a luz difusa, sem a presença dos raios solares diretos. A luz é um fator muito importante na fixação das cores nas bromélias. Todas as espécies dessa família produzem pequenas flores brancas nas axilas centrais das folhas, principalmente no verão.

Duram pouco tempo e murcham, dando lugar a novas plantas. As mudas crescem rapidamente e são facilmente destacados para formar novas plantas.

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Quesneliana

Quesnelia é um gênero  botânico da família Bromeliaceae, subfamilia Bromelioideae. O gênero é assim designado para homenagear M. Quesnel cônsul Frances, da Guiana Francesa. Endemicas do leste do Brasil, esse gênero contem 16 espécies.

O grupo das Quesnelias é muito similar ao da Billbergia, formando rosetas verticais com certa rigidez, sendo seu cultivo bastante fácil. Entretanto a maioria das Quesnelias possui folhas com bordas de espinhos, sendo assim, pouco requisitada com exemplar doméstico.  O gênero está distribuído pelas regiões sudeste e sul do Brasil.

O estado do Rio de Janeiro concentra a maioria das espécies submetidas ao gênero. Onze variedades específicas e infra-específicos são reconhecidos: Quesnelia Arvensis, Quesnelia Quesneliana, Quesnelia Edmundoi, Quesnelia Marmorata, Quesnelia Augusto Coburgii Wawra, Quesnelia Liboniana, Quesnelia Lateralis Wawra, Quesnelia Strobilispica Wawra e Quesnelia Seideliana.

São plantas muito resistentes, de cultivo fácil e florescimento rápido. Infelizmente, ainda são pouco utilizadas no paisagismo. Algumas possuem folhagem muito decorativas – Quesnelias Humilis e Marmorata. Suas hastes florais são belíssimas com nuances que vão desde o rosa pálido ao vermelho fluorescente, com pigmentos de violeta, azul, quase negro, verde e amarelo.

Estas hastes podem se apresentar como um aglomerado de flores em uma cabeça, na forma cilíndrica ou cônica. Também pode se apresentar com inflorescências laterais, variando-se de acordo com a espécie. São epífitas e apreciam alta luminosidade. Apreciam substrato rico em matéria orgânica e bem drenado. Pode ser cultivadas em vasos, canteiros, bordaduras ou maciços.

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