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Posts para categoria ‘Orquídeas e Bromélias’

Sophronitis lobata alba
O gênero possui 9 espécies e tem como características principais o fato de suas plantas serem de pequeno porte, os pseudobulbos agrupados, o labelo séssil na base da coluna, pequenas asas nas laterais da cavidade estigmática e a coluna pequena com 8 políneas. O colorido de suas flores é, em sua maioria, vermelho e as variedades podem ser amarelas, rosa-salmon, coral, rosa e vermelho vivo e a forma rara, a alba.

Sophronitis coccinea
Sophronitis coccinea
Epífita brasileira, mede em torno de 10 cm de altura. Folhas e pseudobulbos juntos, cor vermelho-vivo são suas flores de até 4 cm de diâmetro, com pétalas e sépalas redondas de cor vermelho-escarlate-brilhante que transmite para seus híbridos.

Viceja em matas ralas e ensolaradas no espigão de toda Serra do Mar, desde o Espírito Santo até o Rio Grande do Sul, em locais bastante úmidos entre densas neblinas numa altitude entre 600 a 1500 metros. Floresce em agosto/setembro.

Sophronitis mantiqueira
Sophronitis mantiqueira
Uma das raras orquídeas de cor vermelha, é natural da Serra da Mantiqueira. De cada pseudobulbo emerge só uma florzinha de 3 cm de diâmetro. Essa espécie requer sombra moderada e muita umidade atmosférica, crescendo melhor em árvores vivas.

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Paphiopedilum_henryanum1
Este gênero compreende cerca de 60 espécies, distribuídas pela Ásia tropical, desde a Índia até a Nova Guiné e Filipinas.

São conhecidas como ”Lady’s slippers”devido ao formato de seu labelo. Dos gêneros desta família, são as mais encontradas em cultivo, devido à sua fácil adaptação em cultivo. São espécies notoriamente difíceis de se conseguir a partir de sementes, visto a grande dificuldade na germinação das mesmas. Por este fator, as populações de Paphiopedilum na natureza estão praticamente dizimadas, uma vez que foram intensamente coletadas. As flores são similares na forma, variando somente na coloração.

São espécies terrestres, que crescem em locais de pouca luz e muita umidade. Suas sépalas laterais são unidas, pequenas, e normalmente estão escondidas pelo “sapatinho” do labelo. A maioria das espécies produz hastes uniflorais, porém algumas produzem hastes multiflorais com flores simultâneas que podem durar vários meses.

As Paphipedilum podem ser separadas em três grupos de cultivo distintos. O primeiro, com plantas cujas folhas são marchetadas, é mais tolerante ao calor, visto tratarem-se de espécies de locais de altitude mais baixa. O segundo, com folhas lisas ou não marchetadas e com hastes uniflorais, que preferem clima intermediário para frio e, por último, as plantas com folhas sem desenho (não marchetadas ou lisas) e com hastes multiflorais, que preferem temperaturas mais elevadas e mais luminosidade que os outros dois grupos.

Devem ser cultivadas em composto misto para epífitas e terrestre, em vasos, sendo que nunca devem ficar secas. Assim sendo, dê preferência a vasos de plástico.

Paphiopedilum callosum
Paphiopedilum callosum:
Orquídea terrestre, asiática, não possui pseudobulbos e é formada por fascículos. Folhas de até 30 cm de comprimento. Formas e cores muito variadas, como branco, amarelo, verde e marrom. São mais conhecidas como “sapatinho”, por causa da forma especial do seu labelo. As flores podem durar até 3 meses

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Cattleya loddigesii3
Este é um gênero composto por aproximadamente 48 espécies, distribuídas por toda a América tropical. É um dos mais, senão o mais importante, gênero da horticultura, caracterizado por possuir pseudobulbos cilíndricos com vários nódulos, com folhas apicais e carnudas.

As espécies são normalmente epífitas, ocorrendo em florestas úmidas em altitudes que variam do nível do mar até 1500 metros de altitude. A maioria das espécies é encontrada no alto de grandes árvores e deve ser cultivada sob condições intermediárias, com boa umidade ambiente.

Podem ser separadas em dois grupos: um formado por plantas bifoliadas e outro por plantas unifoliadas. Este último com espécies cujas flores normalmente são maiores e em menor número, enquanto as bifoliadas possuem geralmente flores menores em maior número.

As espécies do grupo das bifoliadas devem ser cultivadas em vasos, com as plantas colocadas sobre cascas de pinus, fibra de coco ou sphagnum em sua volta, ao passo que as unifoliadas devem ser cultivadas em vasos somente com coco desfibrado.

janela e borboleta

Rodriguezia-venusta
Gênero botânico pertencente à família Orchidaceae. O nome deste gênero é uma homenagem a Manuel Rodriguez, botânico espanhol.

Agrupa cerca de quarenta e cinco espécies epífitas epífitas ou rupícolas, de crescimento cespitoso ou ascendente e aéreo, distribuídas pela América tropical desde o México ao noroeste da Argentina, com concentração em duas áreas diversas, a saber, no norte e noroeste da Amazônia e na Mata Atlântica do sudeste do Brasil, ocorrendo em situações diversas, cerca de metade delas registradas para o Brasil.

Rodriguezia decora
Rodriguezia decora
Espécie com pequenos pseudobulbos que sustentam uma única folha, estreita e pontuda. Pseudobulbos que aparecem sobre roliço e fino rizoma, em intervalos de 10 cm uns dos outros. Racimos florais arqueados e multiflorais, de até 30 centímetros de comprimento. Flores vistosas, com pétalas e sépalas de cor creme, salpicadas de púrpura. Labelo grande, reniforme, de cor branca, com cristas salpicadas, também, de púrpura.

Rodriguezia lanceolata

Rodriguezia lanceolata
Espécie com rizoma alongado e ascendente. Pseudobulbos ovais, aproximados, sustentando uma única folha oblonga e acuminada de 10 cm de altura de cor verde-claro. Racimos recurvados com três a seis flores de 3 cm de diâmetro, de cor roxo-lilás e labelo cuneiforme de cor mais forte e cristas salpicadas de vermelho. Florescem de fevereiro a abril. Vegeta em habitats ensolarados nos estados do Pará e Mato Grosso, até em, praças públicas.

Rodriguezia obtusifolia
Rodriguezia obtusifolia
Espécie epífita, com pseudobulbos estreitos e achatados, sustentando folha estreita e acuminada. Os pseudobulbos aparecem em intervalos de 15 cm sobre fino e roliço rizoma. Seu crescimento nas árvores hospedeiras é sempre vertical. Racimos florais finos e arqueados, com até 40 cm de comprimento, portanto de três a cinco flores. Flor de 2 cm de diâmetro, com pétalas, sépalas e labelo reniformes, todos de cor branca. Floresce no inverno.

Rodriguezia venusta
Rodriguezia venusta
Espécie que medra nas matas do litoral brasileiro, desde Pernambuco até o Rio Grande do Sul. Pseudobulbos compridos sustentando duas a três folhas estreitas e coríaceas de 15 cm de comprimento e de cor verde-claro. Flores muito perfumadas que formam graciosos racimos recurvados. Pétalas e sépalas de cor branco-leitosa, labelo bem encrespado dotado de mácula amarela.É altamente decorativa. Floresce em outubro/novembro.

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