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Posts para categoria ‘Trepadeiras e Ornamentais’

dipladenia

Muito bela e delicada, a espécie pode ser cultivada em vasos de forma muito simples e ainda é capaz de deixar o ambiente ainda mais charmoso!

A dipladênia é uma planta trepadeira muito bela e delicada. Originária do Brasil, é também conhecida como jasmim-brasileiro e se destaca pela beleza de sua floração.

Suas flores, em formato de trombeta, podem variar entre branco, rosa, vermelho, amarelo e alaranjado. Perene, floresce principalmente na primavera e no verão e gosta muito do calor, não sendo uma planta muito indicada para lugares frios.

O tamanho da dipladênia pode variar bastante e depende de onde ela é plantada e da superfície em que vai se agarrar enquanto cresce. Ela também fica belíssima em vasos, sendo, contudo, imprescindível maior atenção com relação a substrato e adubação.

As dicas de cultivo são simples e práticas e vão te ajudar a obter sucesso no plantio da espécie. Acompanhe!

Local e luminosidade
Como a Dipladênia é uma planta tropical ela deve ficar em lugares quentes e de bastante luminosidade. Todavia, deve-se evitar que a planta passe longas horas sob incidência de sol direto.

Logo, o ideal é cultivá-la à meia sombra. Pode ser cultivada diretamente no solo ou em vasos grandes que apresentem orifícios de drenagem.

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Regas
Regar uma planta Dipladênia é algo que deve ser feito com frequência, principalmente no verão, quando a terra seca com mais rapidez. Em épocas quentes, ela deve ser regada pelo menos 3 vezes por semana.

Nos períodos mais úmidos, basta regar uma vez na semana de modo a deixar a terra levemente úmida, nunca encharcada demais. Lembre-se que água em excesso pode ser prejudicial à planta, já que contribui para o apodrecimento das raízes.

Frequência de adubação
Em geral, a Dipladênia não requer muita alimentação. É indicado, contudo, usar fertilizantes de lenta absorção no início da primavera, antes da estação de crescimento da planta.

Tipo de substrato
Uma combinação de turfa preta, que nada mais é do que um material fóssil, originado a partir da decomposição de restos vegetais, com fibra de coco ou areia, divididos em partes iguais.

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Poda
O melhor momento para a poda é no final do inverno ou início da primavera. A manutenção deve ser feita cortando os caules que cresceram em demasia ou os que estão muito enfraquecidos.

Todas as flores murchas também devem ser removidas da planta, dando espaço para novas flores brotarem.

golfinhos

Ipomoea quamoclit

A esqueleto, também conhecida como boa-tarde, campainha, campainha-vermelha, cardeal, cipó-esqueleto, corda-de-viola, corriola, flor-de-cardeal, primavera, entre outros, é uma trepadeira delicada e anual. que chama a atenção pelo vivo vermelho de suas flores.

Suas folhas são bem diferentes de outras ipoméias. Elas apresentam a forma de pena, são verde-claras e profundamente lobadas com segmentos afilados.

Ela pertence  à família das Convolvulaceae.

A ipomoea-esqueleto é perfeita para jardineiros iniciantes, uma vez que é rústica, fácil de plantar e cuidar.

O solo para o plantio da planta-esqueleto, deve ser fértil, com bastante matéria orgânica e drenável. Enriqueça-o com farinha de ossos.

As regas devem ser suficientes para manter a terra úmida mas nunca encharcado. A planta consegue sobreviver a períodos breves de seca.

Plante suas sementes no verão. Ela leva entre 4 a 15 dias para germinar. Rápida, né?

Você pode cultivar essa espécie em vasos. Como é um vegetal bem delicado coloque a muda próxima ao lugar que deseja que ela cubra conforme for crescendo. Assim evitará seu deslocamento, protegendo-a.

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Cuidados com culturas
A planta-esqueleto consegue se alastrar com facilidade, sendo considerada erva daninha em alguns lugares do mundo e próxima a algumas culturas.

Para evitar isso, realize podas de controle sempre que necessário. Também remova as vagens de sementes antes que elas se espalhem pelo jardim.

A floração ocorre no verão e outono. Ocorrem ainda variedades de flores róseas (pink) e brancas, raras em cultivo. Os frutos são cápsulas glabras, com grandes sementes marrom-avermelhadas.

Esta bela trepadeira é ótima para estruturas leves, como treliças, grades, arcos e pode ter usos provisórios já que é anual. Seu porte é pequeno, e durante seu ciclo ela pode atingir até 6 m de comprimento.

É uma espécie muito rústica e fácil de cultivar, apropriada para jardineiros iniciantes. Suas flores ainda atraem muitas borboletas e beija-flores.

A principal característica desta espécie são suas flores, cuja coloração vermelho-escarlate chama bastante a atenção. As folhas, em geral, são bem diferentes de outras ipoméias.

Despontam no verão e outono. Existem ainda variedades de flores róseas (pink) e brancas, mas estas ainda são de raro cultivo. Os frutos são cápsulas glabras, com grandes sementes marrom-avermelhadas.

Devido a sua facilidade de propagação, a trepadeira esqueleto é considerada planta daninha em alguma situações.

planta-esqueleto

O cultivo da esqueleto
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.

Aprecia o clima subtropical, florescendo mais abundantemente. Não tolerante a geadas. Tolera a estiagem, desde que não seja muito prolongada. Multiplica-se facilmente por sementes plantadas no início da primavera. As sementes germinam em cerca de 4 dia

A esqueleto no paisagismo
No paisagismo, a esqueleto é uma trepadeira ideal para decorar estruturas leves, como treliças, grades e arcos. Como é uma espécie anual, pode servir para cultivos provisórios. Seu porte é pequeno, chegando até 6 m de comprimento.

A esqueleto é perfeita para jardineiros iniciantes, já que é muito rústica e exige poucos cuidados. Pode ser considerada planta daninha em algumas situações, e suas flores atraem muitas borboletas e beija-flores.

moinho

Muehlenbeckia complexa

A planta-arame, também conhecida como cabelo-de-noiva e enredadera-de-alambre , é uma trepadeira dióica, semi-decídua, vigorosa e muito ramificada, pertencente à família das Polygonaceae.

Apresenta ramagem entouceirada e entrelaçada, distribuída de maneira relativamente esparsa, embora com crescimento uniforme. Seu aspecto de arame enredado e textura aerada e delicada, são responsáveis pelo seu nome popular.

As pequenas folhas são brilhantes, com textura semelhante ao couro e formato redondo a cordiforme. Aparecem no final da primavera, inicialmente com tonalidade verde-limão, que se tornará verde-escuro durante a maturação até adquirem tons bronzeados. Em seguida elas caem, no inverno.

Floresce no verão, despontando delicadas flores suculentas, branco-amareladas. Os frutos são do tipo baga, com sementes pretas, que se tornam maduros no outono.

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A planta-arame no paisagismo
No paisagismo, a planta-arame mostra muita versatilidade, embora seja comumente utilizada como planta pendente, em cestas, cuias e jardineiras. No entanto, ela pode ser utilizada como trepadeira e como cerca-viva, de estilo formal ou informal.

Serve muitíssimo bem para topiaria, visto que pode ser podada com facilidade. É ideal para fazer verdadeiras cortinas vivas, capazes de reduzir o vento e a poeira.

Também faz às vezes de forração, especialmente a jardins rochosos.  A planta-arame pode tornar-se invasiva em algumas situações.

Muehlenbeckia_complexa

O cultivo da planta-arame
A planta-arame deve ser cultivada sob pleno sol ou meia-sombra. O solo ideal para cultivo é fértil, drenável e enriquecido com matéria orgânica. As regas devem seguir intervalos regulares. Resiste à salinidade e aos fortes ventos litorâneos.

Aprecia melhor os climas temperado e subtropical. Sua multiplicação é feita facilmente por estaquia, divisão das touceiras ou mergulhia. Para produção de sementes, no entanto, é necessário cultivar plantas macho e plantas fêmea.

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cipó alho

O cipó-alho, também conhecido como cipó-de-alho e alho-da-mata, é uma trepadeira perenifólia e de pequeno porte, pertencente à família das Bignoniaceae.

Originária da Floresta Amazônica, esta espécie ornamental é conhecida por suas propriedades condimentares e medicinais.

Ainda pouco utilizada no paisagismo brasileiro, é bastante difundida na Índia, África do Sul e no estado da Flórida, nos Estados Unidos, além de outros locais com clima tropical.

Pode atingir comprimento entre de 2 e 3 m. Suas folhas são lisas, com formato elíptico a ovado, opostas e glabras, divididas em dois folíolos também opostos.

São de coloração verde-clara e brilhantes, acuminadas e com venações bem marcadas. Liberam um aroma semelhante a alho quando cortadas ou amassadas.

As inflorescências globosas e densas se formam mais de uma vez ao ano. São formadas por flores em forma de trompete, que desabrocham inicialmente com uma tonalidade lilás profunda, gradando posteriormente a tons de rosa e até mesmo branco. Dura cerca de uma semana.

Por conta desta característica, pode ser confundida com o  Manacá-da-serra  (Tibouchina mutabilis), pois as três cores podem ser observadas na planta ao mesmo tempo.

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O cipó-alho no paisagismo
Diferentemente de outras espécies da família das Bignoniaceae, o cipó-alho, embora seja uma planta vigorosa e rústica, não atinge o tamanho da Sete-léguas (Podranea ricasoliana) ou da Trombeta-chinesa (Campsis grandiflora), por exemplo.

Isso faz dele ideal para decorar estruturas como treliças e arquinhos, que são mais leves e de menor porte. Também funciona muito bem no coroamento de cercas e muros, como arbusto (com podas de formação periódicas) e em vasos e jardineiras.

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Curiosidades: O cipó-alho é utilizado como planta medicinal pelos povos indígenas da Amazônia. Suas folhas são comestíveis e possuem sabor semelhante ao alho, sendo muito usadas como condimento.

O seu óleo essencial também é aproveitado como fixador de perfumes, além de repelente de insetos e morcegos.

O cultivo do cipó-alho
O cipó-alho deve ser cultivado sob sol pleno ou meia-sombra, embora necessite de luz solar direta para que possa florescer. O solo ideal para o cultivo é fértil e enriquecido com matéria orgânica. As regas devem ser feitas a intervalos regulares.

Se livre de geadas, pode tolerar temperaturas de até 0ºC, embora prefira o calor e a umidade tropicais. Espere passar a época da floração para realizar as podas, ou o crescimento das flores poderá ser comprometido. Isso porque os brotos surgem nos ramos crescidos da última estação.

Excesso de sombra pode resultar em uma belíssima folhagem, mas sua floração será ausente ou rara. Sua multiplicação se dá por sementes ou estacas semi-lenhosas postas a enraizar/germinar em substrato mantido úmido no verão.

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