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Posts para categoria ‘Plantas aquáticas’

Eichhornia crassipes
Nome Popular: Aguapé, rainha-dos-lagos, jacinto-d’água

Planta aquática e flutuante o aguapé é muito ornamental. No entanto em algumas situações de superpopulação ela pode se tornar um problema em lagos. De folhas redondas, grandes e brilhantes o aguapé se multiplica rapidamente e acabam se tornando invasivas. Seu ciclo de vida é perene.

Como é uma planta flutuante, facilmente se desloca com as correntes de água e com o próprio vento, chegando a formar densos e intermináveis tapetes, que tapam completamente a superfície da água, prejudicando, assim, todo o normal ecossistema aquático, uma vez que se dá uma alteração das características físico-químicas das águas, devido à impossibilidade de a luz solar penetrar uma massa tão compacta de folhagem.
A sua reprodução se faz tanto por semente, como por rizomas ou pequenos fragmentos e o seu crescimento é extremamente rápido. Sobrevive, até, em terra se houver alguma água disponível.

É considerada uma das piores espécies invasoras em todo o mundo, sendo, por tal motivo, proibido o seu comércio como planta ornamental.

No paisagismo, o aguapé é utilizado para povoar lagos e espelhos d’água, favorecendo a vida aquática, principalmente os peixes. Deve ser cultivada a pleno sol em água com pH corrigido e naturalmente adubada. Não é necessário enterrar já que a planta é flutuante. Todo cuidado é pouco com fertilizantes e outros agroquímicos que podem envenenar os peixes. Não tolera geadas e multiplica-se por divisão da planta.

Sua inflorescência composta de belas flores azuis arroxeadas se assemelha a do jacinto.

flor12

Eichhornia paniculata Nome Científico: Eichhornia paniculata

Nome Popular: Rainha-dos-lagos, mureré, jacinto-d’água, aguapé

Origem: América do Sul Esta espécie de planta destaca-se por apresentar flores pequena e delicadas, dispostas em longas inflorescências do tipo panícula.

É uma planta herbácea florífera, aquática e anual, habitante natural de margens de rios e lagos do norte e nordeste do Brasil. Seu caule e suas raízes ficam fixas no lodo, mas é possível que se desprendam no caso de ocorrerem cheias.

Desta forma elas se tornam flutuantes até que possam encontrar fixação novamente. Suas folhas são verdes, brilhantes, e surgem dispostas em roseta basal ou em pecíolos emergentes.

As inflorescências são longas, aparecendo acima da folhagem, e podem conter mais de cem flores arroxeadas e hermafroditas.

A floração ocorre na primavera e verão. Deve ser cultivada sob sol pleno, nas margens de tanques, lagos ou córregos, plantadas diretamente no solo ou em vasos preparados, fertilizados com abundante matéria orgânica.

Também pode ser cultivada em terrenos baixos, encharcados, como várzeas.

Não tolera o clima frio, ou correntes de água muito fortes, que podem desenterrar as plantas.

É considerada invasiva, devido à facilidade de propagação, sendo proibido seu cultivo em alguns lugares, como no estado da Florida nos Estados Unidos.

Multiplica-se por sementes e por divisão das touceiras. margarida-vermelha

Eichhornia_azurea

Nome Popular: Eichhornia azurea
Nome Cientifico: Eichhornia azurea
Familia: Pontederiaceae (Pontederiáceas)
Origem: América do Sul
Iluminação: 1 W/L
pH: 6,0 a 7,8
Temperatura: 18 a 27ºC
Tamanho: Grande
Reprodução: Por estaca
Crescimento: Médio

É uma planta pr aquários, grande, com 60-70 cm de altura e folhas de até 20 cm de comprimento (quase 40 cm de diâmetro), mas em aquários não costuma alcançar todo este porte.

Pode ser usada solitária em destaque, mas fica melhor de disposta em pequenos arranjos de 3-5 mudas.

Necessita de substrato enriquecido e iluminação intensa, não suportando sombreamento por outras plantas.

A propagação é fácil, após a poda basta replantar a estaca superior, o caule rizomiforme inferior restante logo se encherá de novos brotos.

O segredo é solo rico e muita luz!

peixinho

Nymphaea_caerulea

Ninféia-azul (Nymphaea caerulea) – planta perene e anual da família das Nymphaeaceae, Angiospermae originária da África do Sul. Excelente para espelhos d’água e laguinhos ornamentais, a niféia-azul apresenta uma bela folhagem flutuante. As folhas são grandes, lisas e com as bordas irregulares e levemente enroladas. As flores solitárias são muito vistosas, de coloração azul, com o centro amarelo e são elevadas por longos pedúnculos acima da superfície da água. A ninféia-azul pode ser plantada em vasos ou diretamente no lodo em cursos d’água lentos ou lagoas de água doce, vivendo a pouca profundidade. Sua folhagem e flores desaparece no inverno.

A floração ocorre na primavera e verão. Pode ser cultivada em lagos, tanques e espelhos d’água, sempre a pleno sol. Se a água contiver peixes, evite adubações pesadas, fazendo apenas uma fertilização leve caso seja muito necessário. Tolerante ao frio. Multiplica-se pela divisão dos tubérculos e por sementes.

Nymphaea rubraNinféia-vermelha, nenúfar (Nymphaea rubra) – planta perene e anual da família das Nymphaeaceae , Angiospermae originária da Índia.Planta de folhagem e florescimento bastante ornamental, a ninféia-vermelha acrescenta beleza e misticismo aos jardins com lagos. Suas folhas flutuantes são grandes, arredondadas e com bordas serrilhadas. As flores, elevadas acima do nível da água, são formadas no verão, e se abrem brancas, tornando-se róseas com o passar do tempo. Os estames amarelos são elevados em bloco. A ninféia-vermelha pode ser plantada em vasos ou diretamente no lodo em cursos d’água lentos ou lagoas de água doce, vivendo a pouca profundidade.

Sua folhagem e flores desaparece no inverno. Pode ser cultivada em lagos, tanques e espelhos d’água, sempre a pleno sol. Se a água contiver peixes, evite adubações pesadas, fazendo apenas uma fertilização leve caso seja muito necessário. Tolerante ao frio. Multiplica-se pela divisão dos tubérculos e por sementes.

flor de lotus