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Posts para categoria ‘Árvores e Palmeiras’

Ipê felpudo

Também conhecido por ipê-tabaco, bolsa-de-pastor, entre outros, o ipê-felpudo é uma espécie de planta da família Bignoniaceae, nativa das florestas de todo sudeste e partes do centro-oeste e nordeste do Brasil. É chamado de ipê, mas não faz parte do gênero Tabebuia..

Tem um grande potencial madeireiro e silvicultura, mas vem sendo ameaçado de extinção pela exploração madeireira, agropecuária e carvoaria.

É uma árvore pioneira de médio a grande porte, atinge mais de 30 m de altura e diâmetro superior a 80 cm.

Sua madeira é de excepcional qualidade, sendo conhecida no exterior como Brazilian-walnut. é talvez a melhor espécie de madeira para pisos de luxo, muito apreciada pela construção-civil.

O Ipê-felpudo ocorre em locais que possuem uma média anual mínima de 13,7 °C e média máxima de 26,9 °C, não tolerante a climas frios. Ele é praticamente indiferente ao tipo de solo. A muda pode ser plantada a pleno sol ou meia sombra. O seu desenvolvimento é relativamente rápido.

Sua copa, quando jovem, é colunar e cônica a globosa quando adulta, com ramos ascendentes e ramificação racemosa. Suas flores são pequenas muito escuras, florescem de novembro a janeiro.

Suas flores são melíferas e o fruto usado em artesanato. A planta é extremamente ornamental, principalmente pela forma de sua copa e elegância do conjunto, o que a emprega na arborização urbana de praças.

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A Cassia Javanesa  é uma árvore da família das fabáceas. Ela tem um crescimento muito rápido e ela pode chegar a medir 10 m de altura e também ter 8 m de largura.

Suas flores rosas aparecem sempre em dezembro e até o final de fevereiro. E geralmente são de cor rósea. Além disso, as folhas são bem pequenas. Essa planta é originária da Ásia, na Malásia mais especificamente.

Graças a sua grande velocidade de crescimento e hábitos tropicais, essa planta se desenvolve bem ao sol, com solo rico em fertilizante orgânico e sempre regado. Pode-se adicionar mais fertilizante NPK com grande quantidade de fósforo logo antes do verão para estimular uma floração mais intensa.

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Quando for escolher a espécie de árvore que será plantada, pense primeiro que a espécie deve ter o porte adequado para o local, só depois leve em conta fatores como floração, tipo de folhagem ou de tronco, etc. Uma árvore de grande porte numa calçada, por exemplo, é um verdadeiro desastre. As espécies utilizadas na arborização de ruas, por exemplo, devem ser muito bem selecionadas, pois ficarão sujeitas à condições adversas. Em seu habitat natural, fatores como porte, tipo e diâmetro da copa, hábito de crescimento das raízes e altura da primeira bifurcação se comportam de forma diferente do que ocorre na cidade. Outro fator a se considerar é a condição de adaptação, sobrevivência e desenvolvimento no local escolhido para plantio.

Nas calçadas, a atenção deve ser redobrada! A copa da árvore deve ter formato, dimensão e engalhamento adequados. A dimensão da copa deve ser compatível com o espaço disponível, permitindo o livre trânsito de veículos e pedestres, evitando danos às fiações, fachadas e bloqueio da sinalização e iluminação. Além disso, o ideal é dar preferência a espécies que não dêem flores ou frutos muito grandes, para evitar acidentes com pedestres.

Aí vão dicas muito úteis para evitar erros na escolha das espécies:

Os cuidados com a escolha de espécies de grande porte
Elas podem ultrapassar a 8 m de altura. Evite plantar em locais onde provoquem danos aos fios da rede elétrica:
* Casuarina (Casuarina equisetifolia)
* Paineira (Chorisia especiosa)
* Ipê amarelo (Tabebuia chrysotricha)
* Ipê rosa (Tabebuia avellanedae)
* Ipê roxo (Tabebuia impetiginosa)
* Suinã (Erythrina falcata)
* Sibipiruna (Caesalpina peltophoroides)
* Tipuana (Tipuana tipu)

As versáteis árvores de pequeno porte medem entre 2 a 4 m e são indicadas para pequenos espaços. Eis algumas:
* Cerejeira ornamental (Prunus sp.)
* Ipê-rosa-anão (Tabebuia avellanedae var.paulensis)
* Jasmim manga (Plumeria alba)
* Resedá (Lagerstroemia indica)

Alguns arbustos podem ser conduzidos por meio de podas, durante o crescimento, e se tornar lindas arvoretas. Um dos melhores exemplos:
* Manacá-de-cheiro (Brunfelsia pauciflora var. calycina)

As árvores ideais para cidades
Estas são as principais árvores ornamentais que podem ser cultivadas em centros urbanos, lembrando que nem todas podem ser usadas nas calçadas e passeios:
· Unha-de-vaca ou pata-de-vaca (Bauhinia variegata)- floresce de julho a outubro. Porte: 8 metros; copa arredondada com diâmetro de mais ou menos 4 m.
· Alecrim-de-campinas (Holocalyx balansae) – floresce de outubro a fevereiro. Porte: de 15 a 25 metros; copa arredondada com diâmetro de mais ou menos 6 m.
· Jacarandá mimoso (Jacarandá mimosaefolia) – floresce de setembro a dezembro. Porte: de 8 a 12 metros; copa com diâmetro de mais ou menos 6 m.
· Resedá (Lagerstroemia indica) – floresce de outubro a março. Porte: de 4 a 6 m; copa com diâmetro de mais ou menos 4 m.
· Magnólia-amarela (Michelia champaca)- floresce de setembro a janeiro. Porte: 8 metros; copa piramidal com diâmetro de mais ou menos 5 m.
· Ipê-amarelo (Tabebuia chrysotricha) – floresce em setembro. Porte: de 5 a 10 m; copa arredondada com diâmetro de mais ou menos 3 m.
· Quaresmeira (Tibouchina granulosa) – floresce de junho a agosto e de dezembro a março. Porte: de 6 a 10 metros; copa arredondada com diâmetro de mais ou menos 6 m.
· Manacá-da-serra (Tibouchina mutabilis) – floresce de novembro a fevereiro. Porte: de 5 a 12 m; copa arredondada com diâmetro de mais ou menos 4 m.

Espécies que não devem ser plantadas em regiões urbanas:
· Eucalipto (Eucaliptus spp.) · Guapuruvu (Schizolobium parahyba) · Figueiras em geral (Ficus spp.) · Flamboyant (Delonix regia) · Paineira (Chrorisia speciosa) · Pinheiro (Pinus spp.) · Tulipa africana (Spathodea campanulata) · Grevilea ou grevilha (Grevílea robusta) · Abacateiro (Persea americana) · Mangueira (Mangifera indica) · Chapéu-de-sol (Terminalia catappa) · Casuarina (Casuarina sp.) · Pau-de-novato (Triplaris sp.) · Jaqueira (Artocarpus heterophyllus)

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Magnólia

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A Magnólia é também conhecida por Magnólia Japonesa ou Árvore Tulipa, devido ao formato das flores.

É uma árvore robusta com até 30 m de altura, com ramos vigorosos que se mantêm verdes o ano inteiro. A suas folhas são brilhantes, lisas ou com uma leve penugem e alternadas. É uma das estrelas do jardim, quando está florida.

É nativa dos Himalaias ao Japão, Oeste da Malásia, Leste da América do Norte, México e regiões tropicais. Existe desde os tempos pré-históricos, na China, o seu cultivo existe há pelo menos 1.400 anos.

As suas magníficas flores vão do muito branco a uma cor creme aveludada, mas também podem ser encontradas flores de cores amarelas, flores de cores rosas e flores de cores púrpuras. São flores bastante grandes, com 8 a 12 pétalas, podendo medir de 20 a 30 cm de diâmetro. O seu aroma é agradável e penetrante.  As flores ainda fechadas têm a forma de uma tulipa.

É uma planta muito recomendada para regiões de temperatura amena e é muito utilizada no paisagismo em geral, possuindo notáveis atributos ornamentais. É adequada para parques e grandes jardins, na arborização urbana em geral. Atrai muitos pássaros, que procuram alimento nas suas sementes.

Cultivo
Para cultiva-la é necessário um solo fértil em composto orgânico e bem drenado. Deve-se plantar em local de sol ou sombra parcial, em espaço amplo para o bom desenvolvimento das suas raízes e copa, ficando, a planta, protegida de ventos fortes. O seu cultivo como planta isolada não é muito recomendado, pois passada a floração perde um pouco do efeito espetacular. O ideal será utilizá-la em conjuntos de folhagens verdes com flores em diversas épocas, combinando a cor da flor da magnólia com outras de cores semelhantes, como as azáleas.

A reprodução é feita por sementeira, de preferência no Outono, ou por estacas de ramos no início da Primavera, pode-se anteriormente mergulhar as estacas para ganharem raízes e só depois plantar. A poda é aconselhável no final do Inverno e início da primavera.

Floração : Os meses de floração da Magnólia são entre Maio e Julho.

Curiosidades
Na China as magnólias são utilizadas para proteger o Buda, ficando ao redor dos templos budistas. Além de sua utilização ornamental, são cultivadas pelo comércio de sua madeira e por suas cascas que podem ser aproveitadas na medicina.

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