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Posts para categoria ‘Árvores e Palmeiras’

Dracaena-draco-

Família: Agavaceae

Sinônimos: Asparagus draco L.

Nome comum: Dragão das Canárias

Lugar de origem: Planta nativa das Ilhas Canárias, Madeira e Cabo Verde.

Etimología: Dracaena, do grego drakaina = dragão ou serpente hembra, fazendo referência a sua seiva avermelhada como “sangre de dragão”. Draco, do latím, dragón.

Descrição: Planta arborescente de até 15 m de altura, com o tronco grosso, liso nos exemplares jovens e rugoso, com marcas nos exemplares mais velhos.
Tronco sem ramificar até que passem muitos anos.
Folhas lineares, coriáceas mas flexíveis, de cor verde grisáceo a glaucescente, de 50-60 cm de comprimento e 3-4 cm de largura.
Flores esbranquiçadas em inflorescências densas.
Frutos esféricos, carnosos, de cor laranja, de até 1.5 cm de diâmetro.

Cultivo e usos: É de destacar, o famoso dragoeiro de “Icod de los Vinos” (Tenerife),  que se calcula ter mais de mil anos. o “sangue de dragão”, obtido mediante incisões na sua casca, tem propriedades medicinais e foi bastante apreciado no passado. Planta de fácil cultivo que tolera relativamente o frio se não for muito intenso.

Deve ser utilizado como exemplar isolado.

barco

Heisteria silvianii

Nome popular: Brinco-de-mulata, casco-de-tatu

Nome científico: Heisteria silvianii Schwacke

Família: Olacaceae

Tipo: Nativa

Características botânicas:
Árvore com altura de até 15 m., cotada de copa arredondada e densa, e tronco curto e cilíndrico. As folhas são alternas, com pecíolo ruguloso, e lâmina foliar oblongo-elíptica até oblonga, com ápice atenuado e base cuneada; nervuras secundárias numerosas e central sulcada na face superior. Inflorescência em fascículos axilares. Fruto tipo drupa globosa com polpa suculenta e escassa.

Espécie muito comum na Mata Atlântica, ocorrendo do Estado de Minas Gerais até Santa Catarina, sendo característica e exclusiva da Floresta Ombrófila Densa da costa Atlântica do Sul e Sudeste do Brasil. Floresce de agosto a dezembro, e os frutos amadurecem de dezembro a fevereiro.

Usos e propriedades
A madeira que fornece é de boa qualidade, sendo dura ao corte e resistente ao apodrecimento. Os frutos servem de alimento para a avifauna, sendo, por isso, indicada para cultivo em reflorestamentos mistos, ou para arborização urbana.

árvore

salgueiro-chorão

Nome Científico: Salix x pendulina
Nome Popular: Salgueiro-chorão, Salso-chorão, Chorão
Família: Salicaceae
Origem: China
Ciclo de Vida: Perene

O salgueiros-choão é muito difundido como árvores ornamentais. São árvores híbridas é é mais indicado para terrenos secos, enquanto que S. x pendulina é mais apropriado para terrenos úmidos.

O salgueiro-chorão  é uma árvore de porte médio, sua altura máxima varia de 10 a 25 metros. O caule é elegante, podendo ser tortuoso, com madeira frágil e casca parda-escura que racha com o passar dos anos. A copa arredondada é formada pelo conjunto de ramos longos e flexíveis, que chegam a tocar o solo. As folhas são simples, As flores surgem na primavera, são pequenas, esverdeadas, reunidas em inflorescências do tipo amentilho. O fruto é do tipo cápsula.

O salgueiro-chorão é uma árvore de cultivo milenar e grande impacto por sua folhagem pendente e muito diferente de outras espécies. Geralmente é plantada isoladamente.. Os longos ramos balançam graciosamente com o vento, como uma cabeleira. Ela é procurada para plantio junto a lagos e rios, onde suas folhas podem tocar suavemente a superfície da água e até seu reflexo é ornamental. No entanto, não é uma espécie apropriada para plantio próximo a tubulações de água, esgoto, tanques ou piscinas, pois suas raízes invasivas podem danificar a estrutura dos mesmos. Seu crescimento é rápido, mas infelizmente não é uma árvore que dura muitos anos..

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica, úmido a bem drenável e irrigado regularmente no primeiro ano após o plantio. O salgueiro-chorão vai bem tanto em solos secos, tolerando curtos períodos de estiagem, como em solos muito úmidos, inclusive ajudando a absorver o excesso de água. Não tolera ventos fortes e sofre com geadas. Multiplica-se por estaquia e alporquia.

árvore

baoba
Os baobás (Adansonia sp) são árvores que podem chegar a mais de 20 metros de altura. Em condições adequadas, você pode cultivá-los em vasos e transformá-los em bonsais.

- Prepare a terra misturando uma medida de terra preta e a mesma medida de húmus. Se não tiver húmus, substitua por terriço;

- Plante duas ou três sementes em um vaso ou pote pequeno e cubra com 1,5 cm da terra preparada. A efetividade da germinação é aleatória, por isso é recomendável plantar mais de uma semente;

- Regue regularmente umedecendo um pouco o solo durante os primeiros dez dias, tempo em que os brotos devem começar a nascer;

- Quando as plantas tiverem entre 10 e 15 cm de altura, transfira cada uma para um vaso maior;

- A terra dos vasos para onde as plantas serão transferidas deve ter uma drenagem maior do que a anterior. Para isso, acrescente uma medida de areia de rio;

- Coloque o vaso em um lugar que receba sol direto e seja protegido de ventos;

- Regue regularmente e diminua a quantidade de água durante os meses mais frios. Os baobás são resistentes às secas.

Se você mora em lugares onde há geadas ou neve, nessa época coloque os baobás em lugares fechados. Estas plantas não aguentam temperaturas abaixo de zero.

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