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Posts para categoria ‘Árvores e Palmeiras’

resedá

Nome Científico: Lagerstroemia indica
Nome Popular: Resedá, árvore-de-júpiter, flor-de-merenda, suspiros, extremosa
Família: Lythraceae
Divisão: Angiospermae
Origem: China, Coréia e Índia
Ciclo de Vida: Perene

Perfeita para as calçadas, o resedá é uma arvoreta que não possui raízes agressivas, além de ter um belo florescimento. Suas folhas são elípticas, com bordas onduladas.

Seu tronco é muito belo, liso, de tons claros, marmorizado. Seu porte chega a 6 metros de altura. As inflorescências, formadas ainda no inverno, contém inúmeras flores crespas de coloração rosa, branca, roxa ou vermelha, de acordo com a variedade.
Devem ser cultivadas sob sol pleno em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica, regada a intervalos regulares.
Apesar de bastante rústica, é interessante realizar podas de formação e de manutenção, para uma floração abundante.

Resistente à poluição urbana.

Multiplica-se por estacas e sementes.

borboletinha

árvore-da-china

Nome Científico: Koelreuteria bipinnata Franch.
Nome Popular: Árvore-da-china
Família: Sapindaceae

A árvore-da-china que, como o próprio nome revela, é de origem do continente asiático, é uma espécie arbórea caducifólia que atinge de 12 a 15 metros de altura. Apresenta tronco cinzento ereto e copa esférica e aberta.

De ramagem longa com folhas bipinadas, aglomeradas em sua extremidade, a planta apresenta inflorescências terminais em grandes panículas, no início do  Outono. Produz flores amarelas em grande quantidade e logo em seguida vêm os frutos de coloração avermelhada causando a impressão que a planta floresce em duas cores. Pode ser plantada em alamedas, ruas, estacionamentos, etc.

Essa árvore multiplica-se por sementes e é comum tornar-se espontânea ao redor das plantas que frutificam.

No Paisagismo a árvore-da-china é muito utilizada na composição de parques e na arborização urbana no sul e sudeste do Brasil, tanto por suas características de beleza plástica quanto de tolerância às mudanças climáticas.

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melaleuca_
Esta pequena árvore com porte entre 6 a 8 metros é o destaque deste mês.
Também é chamada de Melaleuca de Folha Fina e apesar de ser nativa da Austrália já é bastante conhecida no paisagismo brasileiro.

É amplamente utilizada em paisagismo em geral, tanto em parques, como em pequenos jardins particulares.
As flores, brancas, ocorrem com destaque, no final da primavera e no verão. As folhas, têm forma linear, com cerca de 25 mm de comprimento.

Devido ao seu porte pequeno e aceitar bem podas vem sendo usada na arborização de ruas.

Luz: Pleno sol
Solos: Vários tipos de solos inclusive os mais úmidos
Origem: Austrália

A planta é adaptável a uma vasta gama de climas e tolera locais de deficiente drenagem. No seu habitat, muitas vezes, é encontrada em áreas que sofrem periodicamente inundações. Ela não prospera bem em zonas de seca severa embora tolere essa situação. A floração melhora com uma exposição ensolarada. Arbusto muito vigoroso. Medianamente resistente ao frio e tolerante à exposição direta ao sol, necessita regas moderadas. Frequentemente utilizado em sebes. Particularmente recomendado para zonas costeiras pela sua resistência à salinidade

árvore

oliveira

Árvore originária da região oriental do mar Mediterrâneo, pertencente à família Oleaceae.

É uma árvore de crescimento lento, com tronco tortuoso e ramagem abundante, podendo chegar a 20 m de altura, mas muitas variedades não passam de 6 m .

Sua  inflorescência com mais de 100 flores brancas e amarelas, com folhas perenes, pequenas e brilhantes. São verde-acinzentadas de um lado e prateadas do outro. Apresentam uma ligeira penugem na parte de trás.

O plantio deve ser em covas de 50 cm de diâmetro por 50 cm de profundidade, com uma mistura de 1/3 de terra ou terra vegetal e 1/3 de esterco de curral curtido, à sol pleno, em solo rico em matéria orgânica e bem drenado.

As regas devem ser feitas só em períodos de chuva ou uma vez por semana,com moderação. Sua propagação é feita por estaquia.

O fruto da Oliveira é a azeitona. In natura, ela tem gosto muito amargo e precisa passar por um processo de conserva para se tornar palatável.

Para frutificar, a oliveira precisa passar por um período de dormência, promovido pelas baixas temperaturas do inverno ou por altitude elevada. Entretanto, é possível induzir a oliveira a entrar em dormência por meio de déficit hídrico ou de intervenções no metabolismo da planta, como podas e aplicação de produtos específicos. Isso explica a produção de azeitonas em regiões tão distintas do Brasil, como no sul de Minas Gerais,o Rio Grande do Sul e até o semi árido.

Quem pretende cultivar a espécie em vasos, ou apenas por seu efeito paisagístico, não precisa se preocupar com a dormência. A planta é capaz de produzir frutos, ainda que em menor quantidade, mesmo sem ser submetida a invernos rigorosos. Além disso, mesmo sem frutos, a planta mantém seu efeito ornamental.

As oliveiras cultivadas no jardim devem ser podadas no inverno, para dar formato à árvore e conter seu crescimento, e dispensam regas.

Um cuidado importante é o controle das formigas, a principal praga das oliveiras. Para prevenir, basta espalhar iscas formicidas ao redor da planta. Outras pragas, como cochonilhas e pulgões, são exterminadas com aplicações de óleos minerais e inseticidas.

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