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Posts para categoria ‘Árvores e Palmeiras’

Jatobá

Família: Fabaceae
Características: Árvore de até 20 m de altura. Possui folhas compostas de dois folíolos brilhantes de 6 a 14 cm de comprimento. Madeira pesada de média durabilidade natural.
Ocorre nos Estados do Piauí até o Paraná

Floração e frutificação: Floresce de Outubro a Dezembro, com frutos em Julho. O fruto é um legume indeiscente, de casca bastante dura. Cada legume costuma ter duas sementes e é preenchido por um pó amarelado de forte cheiro, comestível, com grande concentração de ferro, indicado para anemias crônicas. Doces feitos com esta farinha eram muito comuns até o século XIX.

Produção de mudas: Escarificar mecanicamente as sementes antes de plantar, sendo a taxa de germinação alta.

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Pinanga coronata

Origem –  Java, Ilhas Celebes e Sulawesi, no sub bosque da floresta tropical úmida.

Características gerais
Palmeira  elegante, de 3-5 m de altura, formando touceiras densas porém não muito grandes. Seus caules eretos, verdes, anelados, com nós e entrenós semelhantes a bambu, providos de palmito pequeno mas bem destacado no topo, de 3-5 cm de diâmetro.

Folhas firmes, pouco curvadas, de 1,0-2,0 m de comprimento, com pinas alongadas, regulares, largas, de superficie sulcada e de cor verde- clara, dispostas uniformemente e num mesmo plano sobre a raque, dando aspecto de planas.

Inflorescências dispostas abaixo do palmito e entre as folhas, ramificadas, curvadas para baixo, com raquilas avermelhadas.
Frutos pequenos, elipsóides, de cor inicialmente vermelha e depois preta quando completamente maduros.

Exigências ambientais
Palmeira tropical rústica, consegue tolerar geadas amenas em regiões subtropicais. De crescimento moderado e exigente em umidade no solo, não tolera o sol direto na fase juvenil.

Espécie pouco conhecida no país, às vezes confundida com Pinanga kuhlii que tem pinas irregulares e já bem difundida entre viveiristas, principalmente nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

Deve ser cultivada à meia-sombra, sob a proteção de árvores, em terra fértil mantida sempre umedecida. Cultivada em vasos principalmente durante a juventude, é ótima para decoração de interiores. É também adequada para o paisagismo de parques e jardins, plantada isoladamente ou em grupos.

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Palmeira Areca Trianda

Elas são envoltar no exotismo e mistério das longínquas paragens do hemisfério sul, por isto as palmeiraa exercem um fascínio irresistível e faz despertar o desejo de tê-las em casa.
Para que mantenha toda a sua exuberância torna-se imperioso saber como cuidar delas da forma mais adequada e, as informações a seguir se revela de uma utilidade inestimável, pois veicula com minúcia e clareza todos os aspectos a ter em conta – a compra, a rega, a adubagem, a luz, a temperatura e a umidade corretas. Evidenciando uma particular capacidade de adaptação a qualquer interior, a palmeira acrescentará à sua sala ou ao seu jardim de Inverno um requinte aristocrático e paradisíaco.

Para cultivar palmeiras dentro de casa, leve em conta os seguintes conselhos:
- Escolha espécies de palmeira que se adaptem às condições de luz, temperatura e umidade de um espaço coberto. As espécies recomendadas são: Coco (Cocos nucifera); Palmeira de jardim ou Areca-bambu (Dypsis lutescens); Camedórea (Chamaedorea elegans) e Kentia (Howea forsteriana).

- Coloque o vaso com a palmeira em um lugar que receba bastante luz do sol, mas não de forma direta. Pode ser perto de uma janela.

- Coloque também uma lâmpada fluorescente acima da palmeira, que será importante para as folhas crescerem e manterem o brilho.

- Procure colocar a planta do lado de paredes brancas, para favorecer a luminosidade do ambiente.

- A rega não deve ser abundante. Duas ou três vezes por semana é suficiente. E o vaso deve ter uma boa drenagem.

- Para tirar o pó que se acumula sobre as folhas, utilize uma esponja macia umedecida com água.

- Observe o crescimento anual da palmeira e, se for preciso, transplante-a para um vaso maior.

- Se a palmeira estiver em um ambiente com ar-condicionado ou aquecedor, aumente a quantidade da rega e borrife água sobre as folhas para compensar a pouca umidade do ar.

- Use um substrato de composto orgânico com adubo NPK cerca de 100 gramas/vaso, misturado ao composto. Regar após o plantio.

- Em locais com ar condicionado ou que tenham ambiente muito seco costuma apresentar a ponta das folhas queimadas. Para evitar isto, usar água limpa num pequeno aspersor e borrifar uma vez por semana.
- Manter o substrato com alguma umidade, mas evite encharcamentos.

Uma vez por ano usar adubo granulado formulação 10-10-10, cerca de 1 colher de sopa para 1 litro de água, misturar e regar o substrato com a metade desta medida. Isto garantirá que permaneça com as folhas bonitas.

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Prunus_cerrulata

Sakura é o nome dado às cerejeiras em flor no Japão, pertencentes à espécie Prunus serrulata. Ao fruto dá-se o nome de sakurambo (cereja).

Se adapta bem ao clima no Brasil especialmente no sul e sudeste. A taxa de germinação pode chegar aos 80%.

Nas cidades japonesas existem muitas cerejeiras nas ruas e nos parques, responsáveis por um verdadeiro espetáculo da natureza no início da Primavera, época em que a maioria das famílias japonesas sai para o tradicional piquenique embaixo ds árvores floridas.

Prunus L. é um gênero botânico, geralmente arbóreo, mas que também pode ser arbustivo. Inclui as ameixeiras, cerejeiras, pessegueiros, damasqueiros e amendoeiras. Tradicionalmente, é incluído na família Rosaceae, na subfamília Prunoideae ou Amygdaloideae.
Por vezes, contudo, é incluído numa família à parte: Prunaceae (ou Amygdalaceae). Existem centenas de espécies de Prunus.

As suas flores são usualmente brancas ou cor-de-rosa, com cinco pétalas e cinco sépalas, dispostas nos ramos de forma isolada ou em “umbelas” de duas a seis ou mais, em rácimos. Todos os frutos caracterizam-se por uma drupa com um caroço (endocarpo) relativamente grande. As folhas, simples e, geralmente, lanceoladas, inteiras e com margem do limbo serrada.

Pode seu cultivada em todo Brasil como Bonsai ou direto no solo para se obter uma árvore.

São árvores caducas, que perdem todas as folhas no inverno e atingem uma altura de 10m (alguns espécimes, no Japão, chegam a atingir os 15m).

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