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Posts para categoria ‘Cercas Vivas e Arbustos’

Spirea_Bridal

Nome Popular: Buquê-de-noiva, grinalda-de-noiva
Origem: China e Japão

O buquê-de-noiva é um arbusto muito gracioso, perene e de beleza delicada e romântica. Seus ramos são longos, ramificados e apresentam folhas de coloração verde-escura e pequenas. As flores são rosas em miniatura, e podem ser simples ou dobradas, sempre brancas, reunidas em pequenos buquês.

Seu intenso florescimento inicia-se no inverno estendendo-se até a primavera, com pequenas flores brancas, que, dependendo da espécie, podem ser simples ou dobradas, formadas em grande quantidade na extremidade dos longos ramos que o arbusto apresenta.

Destaca-se especialmente quando é plantado isolado ou em pequenos grupos, Pode ser plantado isoladamente, pois chega a atingir até 1,50m de altura, ou utilizados em grupos ou como cercas vivas. Pode também ser cultivado como trepadeira sobre treliças e outros suportes pequenos, mas tem que ser tutorado e amarrado adequadamente.

Cultivado sempre sob pleno sol, embora tolere a sombra parcial, em substrato rico em matéria orgânica, com boa drenagem. As adubações devem ser anuais e regado regularmente, isso vai garantir uma floração abundante. Devem ser podados para uma dar uma forma mais compacta e arredondada, pois assim vai estimular a ramificação e a renovação da ramagem, mas só devem ser feitas após a floração. Multiplica-se por estaquia e por sementes. Toleram o clima frio.

Aprecia regiões que apresentam temperaturas mais amenas, nas quais o florescimento é mais intenso. Deve ser cultivado a sol pleno, com o solo rico em matéria orgânica. Aceita ser podado, o que o tornará mais compacto, ou pode ser utilizado como uma pequena trepadeira, em função dos seus ramos serem longos.

Você pode encontrar mudas com até 1 m de altura no Mercado Permanente de Flores da Ceasa-Campinas, SP.

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astrapéia

Nome Popular: Astrapéia, Astrapéia-rosa, Flor-de-abelha
Origem: Madagascar

A astrapéia é uma arvoreta ou arbusto perene, de ótimas características ornamentais, que se espalhou pelo mundo por sua exuberância e popularidade. Apresenta um porte pequeno para um árvore, alcançando cerca de 2 a 5 metros de altura. As folhas são grandes, de cor verde brilhante e pubescentes na página inferior. As flores surgem no outono e inverno, e são sustentadas por longos pedúnculos, pendentes e com numerosas flores de cor rosa a avermelhada, ricas em néctar e delicadamente perfumadas. Produz frutos do tipo cápsula, que se dividem em cinco partes.

Ela é uma árvore de rápido crescimento e baixa manutenção, que se destaca principalmente em plantios isolados, mas que pode ser parcialmente sombreada por outras árvores ou construções. As inflorescências pendentes atraem muitas abelhas e possuem perfume agradável e suave, que lembra o coco. As flores velhas permanecem nos ramos, adquirindo uma cor amarronzada e devem ser removidas para um melhor aspecto da planta. Além disso essas flores velhas podem desprender um odor desagradável e atrair moscas. Com podas regulares de formação, é capaz de adquirir porte e formato arbustivo. Há diversos híbridos comerciais disponíveis.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Sendo de clima subtropical, a folhagem da astrapéia não é muito resistente a geadas fortes. Fertilizações na primavera e verão estimulam um crescimento saudável e florações exuberantes. Multiplica-se por sementes e mais facilmente por alporquia e estaquia de ramos semi-lenhosos ou de ponteiros.

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Cordia_verbenacea

É uma planta nativa da Mata Atlântica, conhecida pelo nome de erva-baleeira ou maria-milagrosa.

A erva-baleeira (Cordia verbenacea) é uma planta da Família das Borragináceas, originária de áreas litorâneas da América do Sul. Ela ocorre em todo o território brasileiro. Popularmente ela recebe outros nomes: maria-milagrosa, baleeira, maria-preta, salicina, pimenteira e catinga-de-barão. Em algumas regiões, ela recebe o nome de catinga-de-mulata, porém, este nome popular refere-se à outra planta também medicinal, o tanaceto (Tanacetum vulgare L.)

Arbusto que atinge cerca de 2 metros, a erva-baleeira apresenta folhas compridas (com até 12 cm de comprimento), ásperas, com odor forte e persistente. As inflorescências surgem nas extremidades dos ramos, em forma de espigas curvadas para baixo, com flores brancas e miúdas. Os frutos, quando maduros, são vermelhos e medem aproximadamente 0,4 cm. Embora o aroma desta planta seja considerado um tanto desagradável (o que pode ter inspirado o nome “catinga-de-barão”), era costume nas cidades do interior usar as espigas floridas para varrer os fornos de barros antes de se fazer um assado.

A erva-baleeira se reproduz por meio de sementes ou de mini-estacas das pontas dos ramos de mudas com mais de três anos de idade. As estacas devem ser plantadas diretamente num substrato composto de 2 partes de areia e 1 parte de terra vegetal.

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Berbéris linearifolia

Estas flores, apesar de pequeninas enchem o olhar, de tão vibrantes que são as suas cores.

Esta, ainda pequena planta perene, chega a atingir 1.8 m de altura e 1.5 m de diâmetro.
As suas folhas de verde escuro brilhante na face superior, têm uma coloração acinzentada no verso e na altura da primavera dividem o seu espaço com cachos de flor que na variedade “orange King ” são de um laranja ainda mais intenso.

Esta é a Bérberis linearifolia “orange king”.
É originária da Argentina e dos Andes chilenos e pertence á família botânica das Berberidáceas.
O gênero Berberis engloba cerca de 450 espécies de plantas, arbustos resistentes, alguns de folha caduca e outros perenes, com espinhos na intersecção das folhas com os caules.

A maioria das espécies é originária da Ásia, alguns da Europa e outras, tal como esta, da América.
Geralmente distribuem-se mais pelo hemisfério norte.

Cultivo:
Cresce bem tanto em sol pleno como à meia sombra, mas as suas cores de outono ficam ainda mais bonitas se cultivada em sol pleno.
Sua propagação por sementes é duvidosa.
Mais fácil será através de rebentos herbáceos no início do verão, ou então estacas semi-lenhosas em princípios do outono.

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