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primula-obconica

Nome Científico: Primula obconica
Nome Popular: Prímula, Primavera, Pão-e-queijo
Origem: China
Ciclo de Vida: Perene

A prímula é uma planta herbácea e florífera, utilizada principalmente na decoração de interiores. Ela não possui caule e seu porte raramente ultrapassa os 30 cm de altura. Suas folhas são simples, de margens denteadas, cordiformes a arredondadas, dispostas em roseta, com longos pecíolos e recobertas com tricomas urticantes.

As flores surgem no final do inverno e na primavera, em inflorescências terminais, sustentadas por uma longa haste floral acima da folhagem, como um buquê.

Elas são numerosas, simples ou dobradas, e delicadamente perfumadas, em uma grande variedade de tonalidades de rosa, roxo, vermelho, laranja, salmão e branco. Geralmente suas flores têm cores mais suaves, se comparadas com as da espécie primila x polyantha.

Estas prímulas de flores grandes e vistosas, emolduradas pela folhagem verde aveludada, são como lindos buquês, perfeitos para decorar a casa. Especialmente selecionadas para a utilização em vasos e jardineiras, elas acrescentam uma atmosfera muito romântica com suas flores de tons pastéis.

Apesar de originalmente perenes, elas deve ser tratadas como anuais, pois perdem a beleza após o florescimento e suas próximas florações dificilmente serão tão esplendorosas como a primeira.

Esta espécie de prímula é considerada tóxica, e a manipulação da planta pode provocar irritação na pele e mucosas de pessoas sensíveis. Por este motivo também não é recomendado deixar a planta ao alcance de crianças e animais domésticos.

Uma série de cultivares, conhecida como Twilly, foi desenvolvida sem as toxinas (primina e primetina) que provoca irritação na pele e portanto deve ser segura ao toque.

Deve ser cultivada sob meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e mantido úmido. A prímula é uma planta de clima temperado e subtropical, mas pode ser conduzida em regiões tropicais em ambientes frescos e protegidos do sol forte. Ela não tolera estiagem, encharcamento, ar-condicionado ou geadas.

Para prolongar seu florescimento e saúde, recomenda-se remover as flores murchas e fertilizar regularmente.

Multiplica-se por sementes postas a germinar no início do outono.

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Nome Científico: Salvia farinaceae
Nome Popular: Sálvia-farinhenta, sálvia-azul, sálvia
Origem: Estados Unidos
Ciclo de Vida: Perene

A sálvia-farinhenta é uma planta de pequeno porte, de textura herbácea e muito florífera. Ela apresenta caule piloso e folhas oval-lanceoladas, verde-claras e com bordos serrilhados. As inflorescências despontam acima da folhagem, são eretas e compostas de numerosas flores azuis, com cálice de superfície farinhenta.

A floração ocorre na primavera, verão e outono. Existem diversas variedades, com plantas mais ou menos compactas e de flores maiores ou menores, com diferentes tonalidades entre o azul e o violeta, inclusive exemplares de flores brancas.

As sálvias-farinhentas são perfeitas para a formação de maciços a pleno sol, conferindo uma sensação de paz e tranquilidade com sua bela floração azul. Também podem ser plantadas em bordaduras e canteiros, assim como em vasos e jardineiras. A combinação desta sálvia com plantas de outras cores e tonalidades pode trazer um resultado surpreendente.

Devem ser cultivadas sob sol pleno, em solo fértil, leve e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Aprecia o frio subtropical.

Apesar de perene, deve ser tratada como anual ou bienal, dependendo da variedade, pois perde a beleza com o tempo.

Multiplica-se por estaquia e por sementes.

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violeta persa

Nome Científico: Exacum affine
Nome Popular: Violeta-persa, violeta-alemã, violeta-da-pérsia
Origem: Iêmen (Ilha de Socotra)

A violeta-persa é uma charmosa planta florífera, herbácea bienal, muito ramificada a partir da base, geralmente com ramos quadrangulares, de 30-60 cm de altura Seu caule é bastante ramificado, com folhagem densa.

As folhas são cerosas, ovaladas de coloração verde-escura, com três nervuras bem marcadas. As inflorescências terminais são bifurcadas e apresentam flores pequenas, perfumadas, com cinco pétalas e anteras amarelas e salientes.

As flores podem ser azuis, violáceas ou brancas, de acordo com a cultivar. Ocorrem ainda variedades anãs e de flores dobradas.

A violeta-persa é geralmente cultivada em vasos e jardineiras. Ela pode ser conduzida em estufas, interiores de residências e até mesmo em canteiros no jardim, salvo em regiões de clima frio. Sua floração é abundante e se estende por todo o ano.

O aspecto compacto da planta é natural, portanto ela não necessita de “beliscamento”. Sua manutenção se resume a irrigação e uma adubação leve, constantemente, para que floresça em abundância. Doses altas de adubo prejudicam a planta e a deixam suscetível a doenças.

Pode ser cultivada em vasos, em grupos ou renques ou em canteiros com terra previamente adubada e enriquecida com matéria orgânica.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou à meia-sombra e irrigada a intervalos regulares. No verão, ela deve ser protegida do sol forte ao meio dia, evitando assim que as folhas e flores se queimem, mas no inverno a planta cresce melhor sob sol pleno.

Quando as plantas começarem a florir é interessante que estejam na sombra, pois assim irão produzir flores mais escuras e coloridas. Luz e calor excessivo podem deixar as flores desbotadas. São encontradas nas cores, azuis, violáceas ou brancas, existem ainda variedades anãs e de flores dobradas e anãs.

Não é raro vê-la cultivada em jardins como planta anual. Suscetível à podridão cinzenta (Botrytis sp) e ao ataque de ácaros e insetos.

Multiplica-se por sementes no fim do inverno e na primavera.

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Manjericão2

Aromática de folhas ovaladas e pontiagudas e verdes, flores pequenas, brancas e com cheiro, em cacho florescendo entre Julho e Setembro.

Conselhos:
1. Podar as flores mal comecem a nascer para prolongar a vida do manjerico. Porém se queremos plantar os nossos próprios manjericos manter pelo menos algumas para que se obtenham sementes mais tarde.

2. Deve ser transplantado para vasos de barro com uma drenagem excelente para que as raízes respirem e não haja acumulação de fungos.

3. Tem de estar exposto a muita luz, se exposto a sol, até e apenas até 10h e/ou depois das 18hs. Estando exposto ao sol TEM de estar bem regado.

4. Colocar prato com água debaixo do vaso ajuda a manter a umidade nas horas de maior calor. Alguns conhecidos retiram a água à noite obtendo melhores resultados no prolongamento da vida da planta. Evitar deixar secar a terra.

5. A mistura de terra ideal é de 1/3 de húmus e 2/3 de argila.

6. Propagação: Em tabuleiro de propagação por semente, em Janeiro/Fevereiro (em estufas) ou Junho/Julho. A mistura deve ser o oposto da usada para a planta adulta. 2/3 húmus e 1/3 argila. Deve-se manter a mistura bem úmida. A planta aparece em 2 semanas aproximadamente, em poucos dias ganha folhas e força e pode ser transplantada em grupos de 3 a 4 para vasos individuais, onde são tratadas como planta adultas.

É uma planta anual, pelo que é difícil manter de um ano para o outro, mas não impossível. Tudo depende da temperatura do local onde se encontra que não convém ser inferior aos 10 graus centígrados. Geralmente guardam-se as sementes para o plantio da época seguinte.

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