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Nierembergia Purple Robe

Nome científico: Nierembergia hippomanica
Cor: Violeta
Altura: 15 a 20 cm
Largura: 40 a 60 cm

A nierembergia é uma planta rasteira nativa da Argentina e do Chile, onde vive em lugares extremamente secos, portanto está adaptada para esse tipo de situação. O nome vem do naturalista Juan Eusebio NIeremberg, que encontrou a planta na Argentina no século XVII.

Por muitos anos elas foram pouco utilizadas como plantas ornamentais, mas de um tempo para cá estão ficando populares novamente! São perfeitas para plantios em massa lugares muito secos do jardim, ou para vasos e jardineiras onde crescem levemente pendentes mas sem tomar conta do vaso inteiro.

As plantas atingem apenas 15 cm de altura, e formam um pequeno monte muito bem ramificado com folhas finas (para evitar a perda de água). As flores aparecem aos montes e não ficam desbotadas mesmo nos lugares mais quentes.

Elas precisam de pouca água e assim que criam raízes conseguem viver apenas com a água da chuva (se plantadas no solo). São perenes e irão durar vários anos no seu jardim com o mínimo de atenção!

As plantas são perenes, dão flores o ano inteiro e as sementes nascem rapidamente.

magnólia

odontonema Strictum

Nome Científico: Odontonema strictum
Nome Popular: Odontonema
Origem: América Central
Ciclo de Vida: Perene

A Odontonema é um arbusto de ramagem ereta e porte médio, alcançando 2 m em cultivo. Ela é originária das matas tropicais da América Central. Suas folhas são ovaladas, opostas, glabras e de coloração verde-brilhante. Os ramos são de textura semi-herbácea, de coloração verde, tornando-se arroxeados no ápice. As inflorescências são do tipo panícula, terminais, com muitas flores vermelhas, tubulares. O período de floração varia de acordo com a região onde está inserida, podendo ser primavera e verão ou outono e inverno.

O jardim tropical é o mais adequado para esta planta, que gosta de clima úmido, quente e prefere ter proteção contra o sol mais forte. Ela pode ser aproveitada em grupos irregulares ou em renques, assim como isolada em vasos e jardineiras. Suas inflorescências duradouras a tornam apropriada também para flor-de-corte. Atrai abelhas, borboletas e beija-flores.

Devem ser cultivadas sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Podas de formação e adubações anuais estimulam a renovação da folhagem, e uma intensa floração. Apesar de ser tipicamente tropical, ela é tolerante ao frio, desde que este não seja muito rigoroso. Multiplica-se facilmente por estaquia.

trio de girassóis

Angelonia_angustifolia

Nome Científico: Angelonia angustifólia
Nome Popular: Angelônia
Origem: América Central, México e América e do Sul
Ciclo de Vida: Perene

A angelônia é uma planta florífera, de textura herbácea e ramagem ereta. Suas folhas são lanceoladas, acuminadas e com margens denteadas. As inflorescências em espigas eretas, carregam numerosas florzinhas semelhantes às de boca-de-leão ou pequenas orquídeas.

As flores apresentam aroma frutado, que lembra maçã e uva, e são de cores variadas, sendo que as mais comuns são branca, rósea, azul, roxa e salmão, além de flores mescladas. O florescimento ocorre na primavera e verão. A variedade mais popular atualmente é a ‘Angelmist’, patenteada e desenvolvida para ser propagada de forma vegetativa e mais resistente às doenças.

Esta planta de flores delicadas e abundantes é perfeita para a formação de maciços coloridos e bordaduras. Ela não necessita de beliscamento para formar densas moitas, mas uma boa fertilização semanal é importante para um florescimento intenso.

Pode ser plantada em vasos e jardineiras e fica excelente quando combinada com forrações verdes e pendentes. Presta-se também para o uso como flor-de-corte, na confecção de arranjos florais e buquês bastante duráveis.

Deve ser cultivada sob sol pleno em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. A angelônia é uma planta rústica, vigorosa, resistente à curtos períodos de estiagem e calor intenso.

Não tolera encharcamento, frio ou sombra. Em países de clima temperado é conduzida como anual pois não tolera passar o inverno em casas de vegetação ou em ambientes internos.

Multiplica-se por sementes, estaquia e divisão da ramagem enraizada dependendo da variedade. Apesar de perene, deve ser replantada anualmente na primavera para recobrar o vigor. O espaçamento indicado é de 25 cm entre as plantas.

florzinha azul

goivo cor-de-rosaGoivo cor-de-rosa

Nome Científico: Matthiola incana
Nome Popular: Goivo, Matióla, Goivos, Goiveiros, Goiveiro-da-rocha, Goiveiro-encarnado, Goivo-encarnado
Origem: Europa, África e Ásia
Ciclo de Vida: Bienal

O goivo é uma planta semi-herbácea, florífera, nativa da região mediterrânea. Seu porte é pequeno, atingindo cerca de 45 cm de altura em média. Seu caule é ereto a levemente tortuoso e lenhoso na base.

As folhas são lanceoladas a lineares, de margens inteiras e pubescentes, o que dá a folhagem uma coloração verde acinzentada. As flores surgem na primavera, em inflorescências eretas e terminais.

Elas podem ser simples ou dobradas e de diversas cores, desde o branco, rosa, vermelho até o violeta, com diversas tonalidades intermediárias. Seu fruto é do tipo síliqua e apenas os espécimes de flores simples os produzem, mas das sementes se originam plantas de flores simples e dobradas (As plantas de flores dobradas são estéreis).

Própria para bordaduras e maciços, o goivo é uma planta graciosa e rústica, com folhagem e floração decorativos. Além disso suas flores são muito perfumadas e algumas variedades liberam seu aroma de maneira mais intensa à noite.

As longas inflorescências também podem ser colhidas para utilização em buquês e arranjos florais, como flor-de-corte. Ainda podem ser plantadas em vasos e jardineiras, desde que bem drenáveis.

O goivo deve ser cultivado sob sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Recomendam-se adubações mensais durante o período de crescimento e floração. Prefere solos arenoso a argilosos.

É capaz de tolerar curtos períodos de estiagem, mas não resiste a encharcamentos. Apesar de bienal, deve ser tratado como anual, pois perde a beleza com o tempo. A remoção das inflorescências velhas estimulam um novo florescimento.

Aprecia o clima ameno, mas pode ser conduzido em estufas em regiões de clima temperado.

Multiplica-se por sementes postas a germinar no final do verão e no outono.

florzinhas nos vasinho