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epífitas (Small)

Etimologicamente o termo ‘epífitas’ significa ’sobre plantas’ e aplica-se a plantas que no seu habitat natural crescem ou se apoiam fisicamente sobre plantas ou objetos.
São espécies vegetais que não se enraízam no solo e que dispõem de sistemas biológicos nas folhas para absorver umidade do ar e extrair a sua alimentação mineral da poeira que recai sobre si, servindo-se das raízes, quando existem, apenas para suporte físico. Por esse motivo, não devem usar-se abrilhantadores das folhas nestas plantas porque podem prejudicar funções que noutras plantas são desempenhadas pelas raízes.
De porte discreto, fixam-se sobre outras árvores ou em objetos elevados como rochas, telhas, construções, para receber luz solar e umidade com maior facilidade do que se estivessem no solo. São comuns em florestas tropicais onde a competição por luz e espaço selecionou plantas que não conseguiam prosperar no solo.
Algumas dispõem de raízes superficiais que servem apenas de sustentação, por vezes acompanhadas de um fungo (micorrizo) que se encarrega de transformar a matéria orgânica morta à superfície da casca das árvores em sais minerais. Deste modo, as epífitas não são parasitas nem prejudicam as árvores onde crescem, utilizando o hospedeiro apenas como suporte para alcançar o ambiente ideal em níveis mais elevados da floresta.
Existem cerca de 400 espécies de plantas principalmente epífitas. Encontram-se exemplos entre os fetos, os cactos e, sobretudo, entre as orquídeas e as bromélias.
Necessitam de umidade e de luz e retiram o seu alimento da chuva e das partículas em suspensão no ar. Preferem naturalmente água com características próximas da água da chuva, portanto água macia ou não calcária (desmineralizada) pelo que também são plantas acidófilas.
Pelos motivos expostos não necessitam de ser cultivadas em terra nem de ser regadas. Em ambientes secos ou sob temperaturas mais elevadas as folhas devem ser borrifadas. Apreciam bastante luz mas não devem receber luz solar direta, com exceção de alguns casos adaptados a ambientes mais agrestes.

Fonte da Pesquisa: www.maniadeplantas.blogspot.com

Platycerium elephantotis

Habitat : África Tropical
Platycerium elephantotis
foi classificado como Platycerium angolense por muito tempo, conhecido como samambaia repolho ou alface, por causa das folhas de proteção larga e enrugada.

Coloração verde claro, gosta de bastante luminosidade e calor é resistente a seca, quando o ambiente é propício, produz muitas mudas, sempre passa pelo repouso anual no inverno, parando seu crescimento.

É uma planta bastante exótica e diferente das outras espécies.
Folhas de proteção arredondada ou ovalada na parte superior, em forma de leque com borda ondulada, crescendo para cima e para fora, parece um ninho, a parte inferior é redonda e cresce apertado contra as folhas mais velhas, lentamente tornam se marrom, podem atingir até 60cm de altura por 50cm de largura.

Folhas férteis pendentes, longa e larga e não se divide, é o único Platycerium que tem folhas férteis simples e sem divisões, a mancha de esporos é larga cobrindo a maior parte da superfície da parte inferior da folha, podem chegar a medir um metro por 60cm de largura.

Cultivo: Bastante luminosidade em torno de 50% de luz, ambiente com alta umidade e temperatura, local arejado e ventilado é resistente a seca seu cultivo é considerado médio.

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Platycerium grande

Habitat: Filipinas
Platycerium grande e Platycerium superbum foram classificado como uma só espécie chamada de Platycerium grande, em 1970 Joncheere e Hennipman, separaram o Platycerium grande como uma nova espécie, diferente do Platycerium superbum que possui somente um lóbulo de esporos, é encontrado somente na Austrália, enquanto o Platycerium grande possuem dois lóbulos de esporos, habitam somente a Filipinas principalmente a ilha de Mindanao, ao nível do mar normalmente são encontrados em pé de coqueiro.

O Platycerium grande são plantas solitárias gigantesca, coloração verde claro não possui pêlos, essa espécie não produz filhotes, só é possível propagar através de esporos.

Folhas de proteção em forma de leque, parte superior das folhas crescem para fora, dividindo irregularmente na parte superior, lóbulos divididos em duas partes e alongadas, a parte inferior cresce grudada ao suporte, pode atingir até 1,50 m de altura, por mais de 1 m de largura

Folhas férteis divididas em dois braços iguais, cada braço como uma cunha que continua a dividir, nos seus cantos em muitos lóbulos em forma de forquilha, sempre com dois lóbulos de esporos.

Cultivo: Platycerium grande aprecia bastante luminosidade em torno de 50 a 40% de luz, bastante umidade 60 a 70% e alta temperatura, local arejado e ventilado, seu cultivo é considerado fácil.

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Pinheiro

Quem anda numa floresta nativa, perceberá uma mistura, aparentemente caótica, de árvores maiores e menores. Os especialistas dividem-nas em três grandes grupos, que constituem o esquema de sucessão da mata nativa.
Um bom projeto de reflorestamento com árvores nativas deve misturar árvores dos três grupos, na proporção correta.

* Árvores pioneiras: nascem primeiro; em geral crescem rápido, mas não vivem tanto tempo, nem ficam muito grandes. Fazem sombra, dando mais condiçõ:es para outras espécies nascerem e se desenvolverem melhor. Um exemplo é a embaúba, espécie preferida do bicho-preguiça.
* Árvores sucundárias: crescem mais lentamente, porém ficam maiores. Normalmente são as adotadas na arborização urbana. Uma delas é o ipê-roxo.
* Árvores climax: em geral, crescem apenas na sombra e levam mais tempo para se desenvolver. A madeira é bem dura e o porte é maior. São as chamadas árvores de madeira de lei. Uma delas é o jequitibá rosa.

Siga estes passos:

* Local - Escolha um adequado para a planta.
* Cova – Faça-a com 60 centímetros de diâmetro e igual profundidade.
* Preparo da terra - Misture a terra que retirou ao composto orgânico (duas partes de terra, para uma de composto). Reserve.
* Preparo da muda - Rasgue o saquinho onde está a muda (caso contrário, a raiz não se desenvolverá), retirando a muda com o torrão de terra, sem quebrar o torrão. Dica: em vez de fazer um único corte no saquinho, para retirá-lo, faça vários, facilitando tirar o torrão sem quebrar.
* Preparo da cova - Coloque metade da mistura de terra e composto de volta na cova.
* Plantio - agora, é só introduzir a muda com o torrão na cova e preencher o resto do buraco com a mesma mistura.
* Acabamento - Para finalizar, pressione um pouco o chão do local plantado para deixar a muda firme. Dica importante: no local da cova, o terreno deve ficar uns dois centímetros abaixo do nível do solo. Isso facilita regas. A primeira rega, já poderá ocorrer logop após o plantio.

Cuidados finais – Uma boa idéia é cobrir o solo com folhas secas, o que ajudará a manter a umidade da terra. Especialmente se o plantio for em área urbana – numa calçada, praça ou jardim – também vale à pena colocar uma grade de proteção em torno da árvore, para que ninguém quebre a plantinha, desavisadamente.

Tutor: Para que a muda cresça reta, vale à pena amarrá-la a um tutor. Pode até ser um cabo de vassoura, fixado verticalmente no chão, logo ao lado da muda. Mas preste atenção à maneira de amarrar: O barbante deve formar um 8 deitado, com um dos “círculos” do 8 em torno do tronco da muda e outro, no tutor. Assim, proporciona-se firmeza e ao mesmo tempo um pouco de folga em torno do tronco da futura árvore. Nunca deixe que o barbante “estrangule” o tronco, quando a planta crescer.

Dica para regarquando não chove, deve se regar de uma a duas vezes ao dia, no início da manhã ou fim de tarde. No inverno, rega-se só uma vez ao dia.