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Posts com tag ‘trepadeiras’

clorodendro

Nome Científico: Clerodendron splendens
Nome Popular: Clerodendro-vermelho, Clerodendro, clerodendro-trepador
Família: Verbenaceae
Origem: Ásia Tropical
Ciclo de Vida: Perene

O clerodendro-vermelho é uma trepadeira de textura semi-lenhosa, ornamental, que confere romantismo ao jardim.

Ela apresenta inflorescências terminais, compostas de numerosas flores vermelhas, com cálice da mesma cor. Estes pequenos buquês vermelhos se formam no inverno, época em que dificilmente outras trepadeiras florescem.

Seus ramos são longos e têm folhas ovais, grandes, de coloração verde escura e com nervuras bem demarcadas.

Trepadeira de crescimento lento a moderado e necessita de tutoramento.

Ela é adequada a diferentes tipos de suporte, como pérgolas, caramanchões e treliças. O clerodendro-vermelho é uma espécie muito rústica, e que dispensa maiores manutenções. Planta que atrai beija-flores.

Devem ser cultivados à pleno sol, em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica, recebendo regas regulares.

Não é tolerante às geadas, mas desenvolvem-se bem em regiões com clima ameno.

Multiplica-se por estaquia ou por alporquia. É uma espécie bastante rústica.

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Hera americana 15


Família
: Vitaceae (família das vinhas)
Nomes comuns: Trepadeira da Virgínia, Hera Americana
Outras Variedades: Parthenocissus henryana e Parthenocissus tricuspidata

A Hera Americana é uma espécie vegetal de crescimento rápido que se agarra às superfícies através de pequenas gavinhas em forma de disco. As folhas caem no fim da época e são tipicamente constituídas por cinco pontas que irradiam para o exterior de um petíolo (talo da folha) como raios de uma roda. Cada ponta tem cerca de 7,6-17,8 cm de comprimento e 2,5-5,1 cm de largura. As folhas tingem-se de tons de vermelho no Outono, formando uma cobertura muito vistosa.
Possui pequenas flores dissimuladas dispostas em cachos presos a um pé longo, no fim do qual se encontra cada flor (o pedúnculo da flor); a estas inflorescências chama-se um “cyme”. O conjunto de uma inflorescência pode ter cerca de 10,2-15,2 cm. A Trepadeira da Virgínia dá bagas de cor negro-azulado, com menos de 1,3 cm de tamanho que são muito apreciadas como alimento para pássaros diversos e outros animais.

Origem: A Parthenocissus quinquefolia é nativa da costa este da América do Norte e existe desde o Quebeque no Canadá até à Florida e na parte oeste do continente, no
estado do Texas.

Cultura: Fácil de cultivar, a Trepadeira da Virgínia pode tornar-se incontrolável se não for domesticada. Projeta guias para todos os lados e liberta sementes que germinam sozinhas; em adultas estas trepadeiras podem suavizar o aspecto de alguns arbustos e árvores, ou construções. Dão-se bem em qualquer solo, ao sol ou sob sombra parcial, com ou sem uma estrutura alta por perto por onde possa trepar.

Luz: Sombra ligeira (filtrada); sol parcial ou mesmo muito sol.

Umidade: Resistente à seca e ao frio; quando atingida pela geada, desaparece e volta a nascer quase sempre na Primavera.

Resistência: Zonas 3-9.

Fertilização: Não requer atenções especiais.

Propagação: Através de cortes que tenham raízes, ou através de sementes. Em algumas espécies aconselha-se guardar as sementes no frigorífico durante 60 dias antes de as semear em Março ou Abril.

Aplicações: A Hera Americana é apreciada pelas suas folhas brilhantes e coloridas no Outono e também por poder constituir uma excelente cobertura para o solo, basicamente livre de cuidados de manutenção. Quando trepa por árvores ou por outras estruturas altas, desenvolve ramos alongados e muito vistosos. Quando não encontra nada a que se agarrar, prende-se ao chão com raízes falsas constituindo uma excelente cobertura para áreas com desníveis ou locais onde não seja possível ou desejável ter relva.

Características: O nome do gênero, Parthenocissus, é a latinização da tradução do grego do nome comum Trepadeira da Virgínia. Em grego Partheno significa “virgem”, cissus significa “vinha” e quinquefolia em latim é “cinco folhas”. Existem cerca de 9 ou 10 espécies de Parthenocissus no Japão e na China. A Hera Japonesa (P. tricuspidata) é outra espécie caduca, muitas vezes utilizada para cobrir paredes e conhecida habitualmente por Hera de Boston. Cuidado! Não permita nunca que em estado adulto esta trepadeira se torne tão vigorosa de modo a sufocar em excesso algum arbusto ou árvore mais pequena.

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escova de macaco

Nome Científico: Combretum fruticosum
Nome Popular: Escova-de-macaco, Escova-de-macaco-alaranjada, Escovinha, Flor-de-fogo, Limpa-garrafa-laranja, Bugio, Escovinha-raspadeira, Escovinha-flor-de-fogo.
Família: Combretaceae
Origem: América do Sul
Ciclo de Vida: Perene

A escova-de-macaco é uma trepadeira exuberante e tropical, que surpreende a todos com sua floração decorativa.

É uma planta lenhosa, ramificada e de porte médio, alcançando 6 metros de largura e 3 metros de altura. As folhas são opostas, elípticas, perenes, de cor bronzeada quando jovens e verde quando maduras.

As inflorescências surgem no verão e são do tipo espiga, com aspecto de escova, devido à disposição densa de suas numerosas flores, com longos estames.

As flores desabrocham inicialmente com a cor amarelo-esverdeada e à medida que amadurecem, adquirem uma tonalidade laranja intensa. Os frutos são secos, do tipo sâmara, avermelhados e decorativos também. Esta bela liana é bastante versátil no paisagismo, podendo cobrir vários tipos de suportes, como caramanchões, pérgolas, cercas, pórticos e grades.

Além disso é excelente para o coroamento de muros e formação de cercas vivas.

Com podas e tutoramento, também pode ser conduzida como um arbusto ou arvoreta, ainda que esteja plantada em vaso. Mesmo quando não está em flor, encanta pela folhagem que é bastante ornamental.

Suas flores ainda são muito atrativas para beija-flores e outros passarinhos nectarívoros.

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente.

Apesar de tropical, a escova-de-macaco é capaz de tolerar o frio subtropical e geadas, desde que estas não sejam muito intensas.

Adubações anuais na primavera e verão estimulam florações abundantes.

Multiplica-se por sementes e por estaquia.

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cipó uva

Nome Científico: Cissus rhombifolia
Nome Popular: Cipó-uva, Uva-do-mato, Uva-selvagem, Anil-trepador, Uva-brava, Cisso, Cissus
Família: Vitaceae
Origem: América do Sul
Ciclo de Vida: Perene

O cipó-uva é uma trepadeira perene, de textura semi-herbácea, própria para a decoração de ambientes internos. Apresenta caule ramificado, com ramos delgados, de cor castanha, recobertos de pelos e dotados de gavinhas para fixação. As folhas são compostas, com três folíolos de formato rômbico e margens denteadas. Algumas variedades possuem margens quase inteiras enquanto outras têm margens profundamente denteadas, praticamente lobadas. Quando jovens, os folíolos são claros, revestidas de tricomas e à medida que amadurecem adquirem uma cor verde-escura e brilhante.

O cipó-uva é uma planta excelente para crescer em locais semi-sombreados e até mesmo em interiores. Não obstante o crescimento moderado, ela é rústica e sua folhagem muito exuberante, tornando-a uma opção interessante para pendurar na sala, em cestas suspensas ou mesmo em jardineiras. Há duas principais formas de conduzi-la: como trepadeira, oferecendo-lhe suporte para que se fixe com suas gavinhas, ou como planta pendente, plantada em vasos ou cestas suspensas.

Seja qual for o modo escolhido, vale à pena plantá-la, pois é uma espécie muito ornamental. Deve ser cultivada sob meia-sombra ou luz abundante difusa, em substrato bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Planta típica de clima subtropical, viceja melhor em locais de verão não muito quentes e aprecia o frio invernal para hibernar.

Não tolerante a geadas. As fertilizações bimestrais durante o crescimento vegetativo estimulam o desenvolvimento de uma folhagem brilhante e saudável.

Multiplica-se por estacas postas a enraizar em local protegido, no período da primavera.

barrinha de frutinhas

lathyrus_odoratus

Nome Científico: Lathyrus odoratus
Nome Popular: Ervilha-de-cheiro, ervilha-doce, ervilheira-de-cheiro
Família: Fabaceae
Origem: Europa
Ciclo de Vida: Anual

A ervilha-de-cheiro é uma trepadeira anual de inverno. Ela apresenta caule herbáceo, áspero e ascendente por meio de gavinhas que se desenvolvem nas pontas das folhas compostas.

Suas flores são muito vistosas, perfumadas, solitárias e podem ser de cores e matizes variados, com degradés e combinações entre o azul, branco, amarelo, laranja, rosa e vermelho.

Após a polinização formam-se vagens curtas, com sementes semelhantes a ervilhas, porém venenosas.

A ervilha-de-cheiro é uma excelente trepadeira para pequenos suportes, como treliças e até mesmo cercas. Sua altura não ultrapassa os dois metros.

la é apropriada para esconder momentaneamente entulhos, arbustos caducos e outras estruturas pouco aprazíveis no jardim. A floração ocorre na primavera e verão. Seus ramos floridos também podem ser colhidos para a confecção de buquês e arranjos florais perfumados.

Há inúmeras variedades de ervilha-de-cheiro disponíveis, para diferentes gostos.

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente. Aprecia as temperaturas amenas, desenvolvendo-se melhor sob clima subtropical e mediterrâneo.

Não tolera o calor forte ou geadas. Adubações freqüentes estimulam intensas florações. Quando a planta parar de produzir flores, ela já está no final do seu ciclo e pode ser removida dos canteiros.

Multiplica-se facilmente por sementes, postas a germinar no outono, em canteiros definitivos.

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Nome Científico: Campsis grandiflora
Nome Popular:
Trombeta-chinesa
Família:
Bignoniaceae
Origem:
China e Japão
Ciclo de Vida:
Perene.

A trombeta-chinesa é uma trepadeira perene e muito vigorosa, de florescimento decorativo. Seu caule é volúvel, de textura semi-lenhosa, ramificado e emite raízes adventícias que aderem aos suportes, auxiliando sua fixação e crescimento vertical. Apresenta grandes folhas compostas, com nove folíolos glabros, acuminados e de margens serrilhadas.

As inflorescências são terminais e apresentam numerosas flores grandes, de coloração laranja-avermelhada, em forma de trombeta. Produz frutos do tipo cápsula.

A trombeta-chinesa é uma planta apropriada para escalar e cobrir árvores secas, colunas, grades, cercas, pórticos, arcos e caramanchões. É bastante rústica e resistente às doenças. Necessita um pouco de tutoramento, para orientar seu crescimento e auxiliá-la em sua fixação. A floração da trombeta-chinesa ocorre no verão e outono.

As podas, efetuadas no final do inverno, restringem-se aos ramos que já floresceram. Difere da trombeta (Campsis radicans), por ter folhas e flores maiores.

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria-orgânica e irrigado periodicamente. Tolera geadas e frio moderado. Perde boa parte das folhas no inverno (semidecídua).

Pode ser conduzida sob meia-sombra, o que reduz sua floração. Cuidado: esta planta possui seiva tóxica e torna-se invasiva em determinadas situações.

Multiplica-se por estaquia e sementes.

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flor de maracujá (Small)

Outros nomes – maracujá peroba, maracujá doce, flor da paixão, maracujá açú, maracujá amarelo, maracujá comprido, maracujá comum de refresco, maracujá mamão, maracujá melão, maracujá silvestre, maracujá suspiro, passiflora, maracujá grande

Características – trepadeira semi-lenhosa, de crescimento vigoroso. Folhas grandes com 3 recortes, coriáceas, serrilhadas. Flores brancas com filamentos crespos, brancos com a base arroxeada. Frutos ovalados ou esféricos, de coloração amarela, amarelo-esverdeada quando maduros, comestíveis, com polpa branca, de sabor suave s doce. A polinização das flores é feita por mamangavas.

Propagação – sementes

Função – apropriada para revestir caramanchões, pérgolas e cercas. Muito cultivada em jardins domésticos para aproveitamento dos frutos.

Floração – verão

Cuidados – planta de clima quente e úmido desenvolve-se bem em regiões de clima tropical e sub-tropical. Não resiste à geadas e não frutifica sob temperaturas baixas. A umidade relativa do ar deve ser baixa.

A luminosidade deve ser alta e os ventos não devem ser fortes. Solos preferencialmente areno-argilosos com bom teor de matéria orgânica, profundos, férteis e com boa drenagem, com pH entre 5,0 e 6,5.

Evitar solos arenosos e argilosos de baixa fertilidade e com pH abaixo de 5.

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Philodendron Xanandu
Nome Popular : Philodendron Xanandu
Luminosidade : muita luz (não suporta luz direta do sol)
Rega : solo úmido (não devendo secar nem encharcar)
Altura : 30-60 cm
Ambiente : ambientes externo e interno
Época : o ano todo

O Philodendron é uma das plantas mais populares e mais fáceis de cuidar. É uma planta trepadeira, com longos caules, folhas cordiforme na cor verde. É muito importante fornecer umidade por pulverização das folhas muitas vezes, especialmente quando em dias miuto quente. As folhas deverão ser mantidas limpas, brilhantes e saudáveis.

Quase todos os Philodendron multiplicam-se facilmente.

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Ciso Exato – (Cissus rhombifolia)

Nome comum: Ciso Exato
Nome botânico: Cissus rhombifolia
Tipo: Trepadeira Alpinista
Exposição: Luz indireta
Folhas: Perenes
Umidade: Solos bem drenados
Resistência: Suporta bem a temperaturas quentes.
Descrição: Planta trepadeira conhecida a Ivy da Ivy, vinhsa e uvas. Pertencente à família das Vitacan, dos quais existem cerca de 350 espécies.
Composto de folhas com três dentes, brilhantes e verde escuro na parte de cima e por baixo verde claro. É cultivada como uma planta ornamental de interior.

Origem: Esta planta vem da África do Sul.
Cuidados: Regas regulars no verão e escassa no inverno.
Luminosidade: Precisa de muita luz, mas que não seja diretamente.
Transplante: transplantar na primavera.
Adubação: adubação nitrogenada quinzenalmente entre abril e setembro.
Altura: É uma planta pendente

Dicas:
* Não a exponha à luz solar direta;
* Se a temperatura estiver elevada pulverize frequentemente mas apenas na parte da manhã;
* Suporta bem apartamentos com pouca luz, é uma planta resistente.

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Nome Científico: Clematis x hybrida

Nome Popular: Clemátis, clematite

Família: Ranunculaceae

Porte: De 3 a 4 metros

Origem: Europa, Ásia e América do Norte

Ciclo de Vida: Perene

Flores: Primavera

A Clematis é um gênero de plantas trepadeiras volúveis ou escandentes e floração muito delicada e bastante vistosa. De textura semi-lenhosa ou herbácea e folhagem que pode ser sempre verde ou decídua, elas são originárias do hemisfério norte e adaptadas ao clima temperado. Ocorrem cerca de 290 espécies diferentes de Clematis, e mais de 500 variedades resultantes de hibridizações e melhoramento genético.

Suas flores são isoladas ou reunidas em pequenos grupos, mas podem variar muito em forma e tamanho, de acordo com a variedade. Podem ser simples ou dobradas, abertas (planas) ou campanuladas, com pétalas estreitas ou muito largas, nas mais diversas cores e tons em degradê, além de estames longos, como um tufo no centro das flores. A floração estende-se pelos meses quentes.

Presta-se para o plantio ao longo de cercas e muros ou apoiada sobre treliças, árvores e outros suportes. Exige adubações anuais e podas para estimular o adensamento da planta. Sua folhagem bonita e as flores espetaculares e perfumadas garantem o sucesso da Clematis nos projetos paisagísticos. Apesar de delicada no início, após seu estabelecimento (cerca de 1 ano), torna-se mais rústica e resistente às pragas e doenças.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Planta delicada e exigente, não tolera secas nem encharcamento. Também não suporta o calor excessivo e aprecia o frio, devendo ser cultivada em clima temperado, subtropical ou tropical de altitude. Multiplica-se por estaquia, mergulhia e alporquia.