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  • Posts tagged ‘trepadeiras’

    Jade-vermelha - Mucuna bennettii F. Muell.
    Morar em apartamento é, hoje em dia, uma realidade crescente nas grandes cidades e isso tem provocado uma grande procura por empresas e profissionais especializados em criar jardins para varandas e terraços.

    É perfeitamente possível incluir as trepadeiras nesses projetos, acrescentando um charme muito especial ao ambiente, uma vez que existem várias espécies adequadas, muitas delas com flores perfumadas. Entretanto, é preciso observar que algumas apresentam uma exigência impossível de ser esquecida: aquelas que possuem caules compridos e frágeis precisam de um apoio ou suporte para crescer, como telas, treliças, arames, arcos, entre outros.

    As mais indicadas
    Antes de falar sobre as espécies mais indicadas, é interessante observar alguns aspectos característicos, pois as plantas devem ser escolhidas de forma a conciliar as condições do local (espaço e luminosidade, por exemplo) e forma como precisam se apoiar.
    Algumas trepadeiras se sustentam no primeiro apoio que encontram pela frente e vão se enroscando em torno dele, num movimento espiral até atingir o topo, quando, então, caem em ramos pendentes. Espécies que produzem flores costumam resultar num visual surpreendente. Para que a planta não se torne um emaranhado de galhos, é preciso cuidados periódicos que incluem condução e podas. Um bom exemplo é a madressilva (Lonicera japonica), com delicadas flores perfumadas.

    Existem espécies, como a alamanda (Allamanda cathartica), que emitem longos caules que vão se vergando com o peso das folhas e flores e se estendem procurando apoio no suporte mais próximo que encontram. São plantas que exigem bastante espaço e o uso de amarrilhos para se manterem presas aos tutores (estruturas de arames e treliças são ideais).

    Certas espécies são chamadas de trepadeiras quando, na verdade, são “arbustos escandentes”. Caso específico da primavera (Bougainvillea) – seus ramos são muito flexíveis, crescem em movimento ascendente mas, depois, tombam com o peso das folhas e dos cachos floridos. A primavera só dá bons resultados em locais bem ensolarados e exige um espaço considerável.

    Boas opções para áreas sombreadas
    Costela-de-adão (Monstera deliciosa) -
    também conhecida como banana-do-mato ou banana-do-brejo, apresenta rápido crescimento e suporta bem as variações de temperatura. Recomenda-se conduzi-la sobre uma estaca coberta de musgo para que as raízes aéreas possam fixar-se. Nunca pode as raízes, pois elas levam nutrientes à planta. Requer local sombreado, regas moderadas e poucos cuidados, entre eles, a aplicação de fertilizante líquido na primavera e no verão e a limpeza regular das folhas mais velhas.

    Jibóia (Scindapsus aureum) -
    sobrevive bem à sombra, mas precisa de boa luminosidade. Os longos caules, repletos de folhas, resultam num visual muito bonito. Há quem conduza seus caules em fios de nylon, emoldurando quadros ou outros detalhes da decoração. Requer regas moderadas e poucos cuidados.

    Filodendro (Philodendron sp.) - planta de rápido crescimento, aprecia locais sombreados e não suporta correntes de ar. Se a varanda ou terraço estiverem sujeitos a ventos fortes, o ideal é colocar o filodendro próximo à porta de vidro, mas do lado de dentro do apartamento. Também dá ótimos resultados como planta pendente.

    Jardim de cobertura
    As principais condições que encontramos num jardim de cobertura são sol pleno e ventos fortes e constantes – ambos contribuem para que o solo se resseque rapidamente e as plantas percam água com facilidade. Por essa razão, neste tipo de jardim os cuidados com as regas e adubações devem ser redobrados. As espécies mais indicadas para um jardim de cobertura são:

    Brinco-de-princesa (Fuchsia sp.) – indicada para o plantio à meia-sombra, mas tolera bem locais que recebam sol direto poucas horas por dia. Recomenda-se colocá-la no local mais protegido de ventos fortes. Apresenta uma floração abundante e delicada. Para um bom resultado visual, pode tanto ser educada para subir, como ser plantada como pendente.

    Ipoméia (Ipomea) - Também conhecida como “campainha”, é uma planta resistente ao sol e ventos fortes, sendo ideal para coberturas. Produz flores, em formato de trombeta, apenas sob sol pleno. Por essa razão, deve-se observar bem a insolação do local para escolher a melhor posição. Dá excelentes resultados apoiando-se em treliças.

    Alamanda (Allamanda cathartica) - Outra planta muito resistente para as condições de um jardim de cobertura. Produz folhas brilhantes e flores graúdas, mas também apenas sob sol pleno – na sombra ela não floresce. Precisa de espaço e de suporte para manter um formato harmonioso. Também resulta num ótimo efeito, apoiada em treliças. Flores nas cores amarela (a mais conhecida), rosa, vermelho e laranja.

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    Trepadeira Unha-de-gato

    Família: Angiospermae
    Origem: Originária da China

    Trepadeira sarmentosa, lenhosa, pouco exigente quanto ao solo, de pleno sol. De folhas verdes em ramos, com raízes adventícias que se prendem a muros e paredes.
    Não há como medir sua dimensão, pois é muito ramificada. Suas flores são simples e esbranquiçadas e passam despercebidas.

    Prefere clima ameno. Quando jovem cobre muros com perfeição, mas com a idade seus caules engrossam e se torna quase um arbusto ou árvore. As podas constantes evitam esse inconveniente e mantém a planta sempre jovem. A planta é de natureza herbácea na juventude e lenhosa na fase adulta. Chega até 10 metros de altura. Tolera o frio.

    Quando mais velhos tornam-se lenhosos, soltando-se da parede e formando grande volume vertical, necessitando ser controlado por podas, o que propicia ramos sempre jovens.

    Tem crescimento rápido. Aprecia sol, mas também pode ser cultivado em muros à meia sombra.

    Seu plantio é feito trabalhando o solo junto ao muro, cerca de 30 cm de profundidade e de largura.
    Destorroar, adicionar adubo animal curtido, cerca de 200 gramas por cova e composto orgânico, misturando bem.

    Estas deverão ser plantadas com espaçamento de 15 cm em linha, bem junto ao muro de modo que a planta encontre seu suporte quando iniciar seu crescimento.
    Regar bem durante pelo menos uma semana e depois espaçar.

    Não necessita adubações frequentes, mas na primavera, após uma poda severa poderá ser colocado no solo junto da muda o adubo granulado NPK formulação 10-10-10, cerca de 100 gramas por metro linear, misturado a composto orgânico.
    Não esquecer de regar neste momento.

    Paisagismo e uso decorativo
    Esta planta está sendo muito procurada atualmente no paisagismo de espaços sustentáveis, pois recobre muros, contribuindo para uma menor irradiação de calor nos dias quentes, diminuindo a incidência de ilhas de calor sufocante nas grandes cidades.

    Como cobre grande área, ajuda na retenção da poeira em suspensão, um grande problema nas grandes cidades de concreto e vidro.
    Pode ser usada juntamente com outras para confecção de paredes vegetadas.

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    flor pente-de-macaco

    Família: Bignoniaceae
    Nomes Populares: Pente-de-macaco, cipó-pente-de-macaco

    Trepadeira lenhosa que chega a formar tronco (cipó) com 5 a 10 cm de diâmetro. Pode ser mantida sob a forma de arbusto através de podas. Suas folhas são opostas e compostas trifolioladas, sendo que muitos casos o terceiro folíolo ocorre na forma de uma gavinha. Os folíolos são ovados, glabros, com cerca de 15 cm de comprimento por 8 a 10 cm de largura.

    As flores tubulosas de cor branco-amarelada, com cerca de 5 a 7 cm de comprimento. Floresce principalmente na primavera e no verão. Os frutos são secos e deiscentes, com a parte externa coberta por espinhos grossos, o que lhe confere a denominação pente-de-macaco. Os frutos em geral amadurecem no final do verão. As sementes são aladas.

    É uma planta de ocorrência natural em diversas regiões do Brasil, bastante encontrada no Cerrado.

    Heliófita comum em clareiras e bordas de floresta formando, junto com outras lianas, redes de proteção à comunidade florestal. Em geral os indivíduos antigos se alastram pela copa das árvores.

    Ocorrência Natural
    Existem registros em diversas regiões do Brasil, mas é efetivamente comum de Minas Gerais até o Rio Grande do Sul. No Paraná ocorre na região planáltica, dentro das Florestas Ombrófila Mista e Estacional Semidecidual.

    Usos
    Se bem conduzida pode ser usada como planta ornamental, valorizando suas flores e folhas exuberantes. Pode também cumprir função importante na restauração vegetal de taludes íngremes, formando redes de retenção de umidade e matéria orgânica. Por fim, seus frutos são utilizados na confecção de artefatos artesanais como colares e móbiles.

    Aspectos de Cultivo
    A germinação ocorre poucos dias após a semeadura, sendo a taxa germinativa relativamente elevada.

    fonte

    Abaixo as principais características dos diferentes tipos de trepadeiras.

    flor-maracujá

    Antigonon leptopus.- Amor-agarradinho.
    Trepadeiras com gavinhas

    Também conhecidas como sarmentosas, elas apresentam estruturas, que podem ser folhas ou ramos modificados, capazes de se enrolar no suporte, permitindo assim a fixação e ascendência da planta.
    Ex: Maracujá, Amor-agarradinnho

    Tumbergia azul

    madressilva

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    Trepadeiras volúveis – Seus caules e ramos jovens são capazes de se enrolar na estrutura, durante o crescimento da planta. Fixando-se em suportes mais estreitos, como fios de nylon ou arame, e até mesmo colunas.
    Ex: Tumbérgia-azul, Madressilva, Sapatinho-de-judia

    unha-de-gato

    falsa-vinha
    Trepadeiras de raízes adventícias
    Raízes Adventícias – Ótimas para revestir muros, este tipo de trepadeira emite diretamente do caule, raízes modificadas que penetram e grudam no suporte, com muita aderência.
    Ex: Unha-de-gato, Falsa-vinha

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    Trepadeiras anuais

    Nesta lista estão incluídas trepadeiras de textura herbácea ou semi-herbácea, de crescimento rápido e vigoroso, excelentes para cobrir rapidamente suportes leves e pequenos, como algumas treliças. Acabam perdendo a beleza e o vigor com o tempo, exigindo o replantio.
    * Amarelinha
    * Boa-noite
    * Bucha
    * Capuchinha
    * Ervilha-de-cheiro
    * Esqueleto
    * Glória-da-manhã
    * Gloriosa
    * Ipoméia
    * Teta-de-vaca
    * Trepadeira-mexicana

    Trepadeiras perenes
    São plantas de textura semi-lenhosa ou lenhosa, adequadas para cobrir com muita longevidade estruturas maiores, como pérgulas, caramanchões ou pórticos. Seu crescimento pode ser um pouco lento, mas o cuidado dispensado é normalmente recompensado com belas floradas e sombras fresquinhas.
    * Alamanda
    * Amarelinha
    * Amor-agarradinho
    * Aspargo-samambaia
    * Baunilha
    * Boa-noite
    * Buquê-de-noiva
    * Caracala
    * Chapéu-chinês
    * Cipó-de-são-joão
    * Cipó-uva
    * Clemátis
    * Clerodendro-vermelho
    * Congéia
    * Corações-emaranhados
    * Costela-de-adão
    * Dama-da-noite
    * Dipladênia
    * Escova-de-macaco
    * Fita-de-moça
    * Flor-de-cera
    * Flor-de-são-miguel
    * Glicínia
    * Glória-da-manhã# Guaco
    * Hera
    * Hera-americana
    * Hera-da-algéria
    * Hera-japonesa
    * Ipoméia-rubra
    * Jasmim-amarelo
    * Jasmim-árabe
    * Jasmim-asa-de-anjo
    * Jasmim-da-índia
    * Jasmim-de-madagascar
    * Jasmim-dos-poetas
    * Jibóia
    * Jibóia-prateada
    * Kiwi
    * Lágrima-de-cristo
    * Madressilva
    * Maracujá
    * Mussaenda-vermelha
    * Papo-de-peru
    * Primavera
    * Rainha-da-noite
    * Sapatinho-de-judia
    * Sete-léguas
    * Sininho
    * Trepadeira-de-arco
    * Trepadeira-elefante
    * Trepadeira-jade
    * Trepadeira-mexicana# Trombeta-chinesa
    * Tumbérgia-azul
    * Unha-de-gato
    * Uva

    Elas são as plantas mais versáteis em qualquer jardim. Parecem capazes de se moldar às nossas idéias criativas. As trepadeiras são assim, acrescentam charme e romantismo a diversos projetos. Integram ou separam os espaços no jardim com naturalidade ímpar, seja na forma de cercas, caminhos com arcos, caramanchões ou simples e delicadas treliças.
    Apesar de tão úteis, é importante conhecer um pouco cada tipo de trepadeira e o modo com que se fixam. Assim podemos adequá-las melhor ao uso e ao tipo de suporte.

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    Amor-agarradinho (Antigonon leptopu)Trepadeiras

    As plantas trepadeiras (ou lianas) e as epífitas são consideradas por alguns estudiosos, exemplos menos prejudiciais de parasitismo. Algumas se utilizam das plantas como escadas para poderem alcançar a luz num meio dominado por árvores de grande porte.

    As lianas, tal como ocorre com o feijão e a glicínia, ascendem sobre outras plantas enrodilhando o caule em torno de qualquer suporte adequado, subindo mais e mais a cada volta executada. Já o pepino, a ervilha e o maracujá, diferentemente das anteriores, utilizam-se de gavinhas (caules modificados ou hastes de folhas),  enrolando-se em torno de qualquer apoio. Enroscando-se sobre si mesma, a gavinha vai subindo, soltando novas gavinhas; e assim sobe sem parar.

    Algumas lianas sobem com o auxílio de espinhos, que prendem em tudo que lhes sirva de suporte. As roseiras trepadeiras são exemplos desse comportamento.

    Na Malásia, cresce a palmeira-cipó, um tipo de palmeira trepadeira que, com seus caules flexíveis e espinhos na extensão de suas folhas, pode até causar ferimentos nas pessoas.

    O termo epífita vem do grego epi = sobre algo, em cima de algo e fíton = todo e qualquer vegetal.

    Orquídeas MiltôniasEpífitas

    As epífitas crescem se apoiando sobre galhos e troncos das árvores, sendo por esta razão freqüentemente confundidas com plantas parasitas ou ainda como plantas aéreas. Porém, elas utilizam-nas apenas como suporte e apoio para ficar acima do chão da mata, onde a luz que chega é pouca e a chance de sobreviver é bem menor.

    A maioria das epífitas é encontrada nas regiões tropicais úmidas, aonde chegam por sementes que são devoradas por pássaros e depositadas, quando não digeridas, nos galhos das árvores.

    Algumas têm esporos levíssimos que são levados pelo vento, como é o caso dos fetos Asplenium nidus ou o Platycerium (chifre-de-veado). Outra epífita muito bem sucedida nas regiões tropicais e semitropicais das Américas, é a Tillandsia usneoides (barba-de-velho), que cobre mais árvores que qualquer outra epífita. Ao contrário das outras, esta planta não possui raízes, não armazena água e não coleta húmus. Seus caules e folhas são recobertos de pêlos que protegem suas células, por onde é aspirada a água da chuva.

    Além das citadas, outras epífitas como alguns cactos, algumas samambaias, bromélias, musgos, orquídeas, antúrios e begônias, fazem uso da poeira, detritos de sais minerais e outros fragmentos trazidos pelas chuvas que escorrem dos galhos das árvores.

    As epífitas enfrentam muitos problemas para sobreviverem nas florestas sombreadas. Sem ligação com o solo, se esforçam para obter nutrientes e para um melhor aproveitamento de qualquer gota de água ou partícula de humo. Adaptando-se a todas as situações, muitas são suculentas, com reservatórios internos de água. Algumas têm pseudobulbos, outras possuem folhas grossas que armazenam água, e há as que possuem reservatórios externos como as bromélias.

    O antúrio epífito é capaz de desenvolver raízes que podem descer numa extensão de 18m, a fim de buscar água em algum riacho.

    As defesas que as plantas criaram são variadas: pêlos que ardem e queimam, espinhos, leite venenoso, pêlos que prendem insetos. Existe uma na África do Sul que se confunde com as pedras.

    Como sócias ou parasitas, as plantas de um modo geral, dependem umas das outras, de outros organismos vivos, vegetais ou animais para sobreviver.

    Cabe a nós, seres pensantes, estudar e preservar todo esse surpreendente mundo, do qual também fazemos parte, para que as condições naturais de equilíbrio possam ser mantidas. Afinal, o que seria deste planeta sem todo esse vasto mundo vegetal?

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    Passiflora_edulis

    Nome comercial: Maracujá-mirim, flor-da-paixão, maracujazeiro
    Nome botânico: Passiflora edulis
    Espécie: Ornamental
    Categoria: Sementes de plantas ornamentais
    Família: Passifloraceae

    Espécie originária da América Tropical, Ásia e Austrália, cultivada em todo território brasileiro, porem se adapta melhor nas região quentes ao norte do Brasil. É uma planta trepadeira, de crescimento vigoroso e continuo; com sistema radicular pouco profundo, caule trepador, folhas lobadas e verdes com gavinhas (órgãos de sustentação). Em algumas espécies, as folhas são arredondadas e em outras são partidas, com bordos serrilhados. As flores são grandes, vistosas, de diversas cores de acordo com a espécie e a variedade.

    A floração ocorre no verão. Os frutos são arredondados, e com numerosas sementes achatadas envoltas pela polpa gelatinosa e saborosa. O gênero Passiflora compreende cerca de 400 espécies, sendo que entre estas, 2 espécies são as mais importantes na produção de frutos: o P. edulis e o P. alata. Os frutos tem ampla utilização culinária, prestando-se para o consumo in natura e para o preparo de sucos, geléias, sobremesas e molhos para carnes.

    Frutifica o ano inteiro nas região ao norte do Brasil e ao Sul é predominante nos meses de junho até outubro, contendo em um kg de sementes aproximadamente 40.000 unidades. A germinação ocorre em 2-4 semanas, dependendo do substratos ou mistura de propagação adotado.

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    A Saritéia é uma planta trepadeira, muito decorativa e sua utilização em paisagismo se dá para revestimentos de cercas, grades, alambrados e pergolados. É também indicada para cobrir grandes espaços abertos.

    Com folhagem muito vigorosa, a saritéia tem flores na cor rosa. Na primavera e verão a floração mantêm-se mais exuberante. Quando estão plantadas em regiões mais quentes podem continuar com seu florescimento o ano todo. Não é indicada sua utilização em regiões de clima frio, pois não tolera baixas temperaturas.

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    Originária da Colômbia, a Saritéia é uma planta rústica, não apresenta dificuldades para seu manuseio nem tem necessidade de muitos cuidados no seu cultivo. É indicada para plantio em solo que apresente boa drenagem e a pleno sol. Ela não se desenvolve em locais com sombra.

    Quando a planta estiver adulta e se for plantada em um local amplo, produz um grande efeito visual ornamental em função do seu crescimento vigoroso. Sua multiplicação pode ser feita através de estacas, que se enraízam com facilidade, se colocadas no final do inverno e início da primavera.

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    suzana-dos-olhos-negros

    Nome científico: Thumbergia alata
    Luminosidade: sol pleno ou meia-sombra em local bem iluminado
    Clima: tropical e subtropical de baixa altitude
    Substrato: não é exigente
    Regas: a cada três dias
    Reprodução: por sementes
    Dica: a trepadeira adora o clima de regiões litorâneas onde cresce e floresce mais.

    A trepadeira Suzana-dos-olhos-negros fica muito bonita quando cultivada em vasos suspensos. Alguns dos seus ramos – de até 3 m de comprimento – pendem e outros crescem se enrolando no suporte do vaso. Tal característica destaca a delicadeza de suas folhas verde-claras e de sua florada intensa, que ocorre durante a Primavera e o Verão.

    As flores da espécie são amarelo-ouro com o miolo amarronzado justificando seu nome popular, muito ornamentais, porém há variedades de flores de coloração branca, rósea, vermelha, creme e laranja e uma variedade de flores completamente amarela.

    É originária da África e se adapta mesmo em solo pobre e clima seco. Apesar de ser perene, pode ser utilizada como anual. É rústica e apresenta caule volúvel de crescimento rápido.
    Suas folhas são pecioladas sagitadas, com alguns recortes pouco profundos. No paisagismo, é bastante utilizada para cobrir rapidamente cercas, treliças e pergolados, assim como esconder estruturas e objetos indesejados. Devido ao potencial invasivo é considerada planta daninha em determinadas situações.

    Deve ser cultivada a pleno sol e não é muito exigente quanto ao solo, devendo ser fertilizada com fontes de fósforo e potássio para uma intensa floração. Tolera a salinidade e não tolera geadas. Não necessita tutoramento. Multiplica-se por sementes.

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    As trepadeiras crescem com facilidade, basta ter um bom suporte. Por isso são ideais para cercar a sua casa e dar mais privacidade e estilo ao seu jardim ou quintal. Para escolher a espécie mais adequada para cada caso, leve em conta os fatores abaixo.

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    1 – Sol e sombra:
    * Quando a cerca está na sombra, a hera é uma boa opção.
    * Se o lugar recebe sol, mas o pé da planta está à sombra, você pode escolher espécies de flor, como a clemátis ou o maracujá.
    * Você pode resolver as exposições a pleno sol com o jasmim-amarelo ou a primavera.

    2 - Espaço grande ou pequeno:
    * Se o muro que você quer cobrir está em um corredor ou você não quer roubar espaço do jardim, cuidado, porque algumas trepadeiras de grande porte crescem muito em volume.
    * A madressilva, por exemplo, se expande mais do que a ervilha-de-cheiro, que cresce para cima em vez de “engordar”.

    3 - Folhas caducas ou perenes:
    * Se você quer garantir intimidade o ano todo, opte pelas plantas de folha perene, como a hera ou o jasmim.
    * Se o objetivo é ter sombra no verão, o melhor é uma planta que perca as folhas no inverno, como a gloriosa e a dama da noite (que fecha as folhas na presença dos raios de sol).

    4 - Flores:
    * Se a cerca está totalmente exposta ao sol ou em meia-sombra e, principalmente, com a base protegida, escolha uma trepadeira com flor, como primavera, maracujá, jasmim, clemátis, tumbérgia-azul ou até as roseiras trepadeiras.

    Importante
    Todas as trepadeiras se desenvolvem com mais vigor se recebem adubo a cada 15 dias durante a época de floração.

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