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pragas

A maior parte das pragas atacam geralmente na primavera, período de fertilidade e de grande atividade na natureza. Elas causam vários estragos nas plantas, além de favorecer o surgimento de doenças, principalmente fúngicas. As pragas geralmente se tornam um problema mais sério quando há um desequilíbrio ecológico no sistema onde a planta está inserida. Outras situações que podem favorecer o seu surgimento são desequilíbrios térmicos, excesso ou escassez de água e insolação inadequada. O assunto é vastíssimo e aqui não daria para falar profundamente sobre isso. O que preparamos foi um guia rápido para facilitar o reconhecimento das principais pragas e sugerimos algumas dicas naturais de controle:

Pulgões: Podem ser pretos, marrons, cinzas e até verdes. Alojam-se nas folhas mais tenras, brotos e caules, sugando a seiva e deixando as folhas amareladas e enrugadas. Em grande quantidade podem debilitar demais a planta e até transmitir doenças perigosas. Os pulgões costumam atacar, principalmente, as plantas de hastes e folhas macias. Podem aparecer em qualquer época do ano, mas os períodos mais propícios são a primavera, o verão e o início do outono. Precisam ser controlados logo que notados, pois multiplicam-se com rapidez.

Dicas:

* As joaninhas são suas predadoras naturais;
* Um chumaço de algodão embebido em uma mistura de água e álcool em partes iguais ajuda a retirar os pulgões das folhas e isso pode ser feito semanalmente;
* Aplique Calda de Fumo ou Macerado de Urtiga.

Cochonilhas: São insetos minúsculos, geralmente marrons ou amarelos, que alojam-se principalmente na parte inferior das folhas e nas fendas. Além de sugar a seiva da planta, as cochonilhas liberam uma substância pegajosa que facilita o ataque de fungos, em especial, o fungo fuliginoso. Dá para perceber sua presença quando as folhas apresentam uma crosta com consistência de cera. Algumas cochonilhas apresentam uma espécie de carapaça dura, que impede a ação de inseticidas em spray. Neste caso, produtos à base de óleo costumam dar melhores resultados, pois formam uma “capa” sobre a carapaça, impedindo a respiração do inseto. A calda de fumo costuma dar bons resultados também.

Dicas:
* As joaninhas também são suas predadoras naturais, além de certos tipos de vespas;
* A Calda de Fumo ou Emulsão de Óleo são os métodos naturais mais eficientes para combatê-las;
* Deve-se evitar o controle químico mas, quando necessário em casos extremos, normalmente são usados óleo mineral e inseticida organofosforado.

Moscas-brancas: São insetos pequenos e, como diz o nome, de coloração branca. Não é difícil a notar a sua presença – ao esbarrar numa planta infestada por moscas brancas, dá para ver uma pequena revoada de minúsculos insetos brancos. Costumam localizar-se na parte inferior das folhas, onde liberam um líquido pegajoso que deixa a folhagem viscosa e favorece o ataque de fungos. Alimentam-se da seiva da planta. As larvas deste inseto, praticamente imperceptíveis, também alojam-se na parte inferior das folhas e, em pouco tempo, causam grande infestação.

Dica:
* É difícil eliminá-las, por isso muitas vezes é preciso aplicar insetidas específicos para plantas. Quando o ataque é pequeno, o uso de plantas repelentes – como tagetes ou cravo-de-defunto (Tagetes sp.), hortelã (Mentha), calêndula (Calendula officinalis), arruda (Ruta graveolens) – costuma dar bons resultados.

Lesmas e caracóis: Normalmente atacam à noite, furando e devorando folhas, caules e botões florais, mas também podem atingir as raízes subterrâneas.

Dicas:
* Besouros e passarinhos são seus predadores naturais;
* Uma boa forma de eliminá-los é usar armadilhas, feitas com “isca de cerveja” para atraí-los. Faça assim: tire a tampa de uma lata de azeite e enterre-a deixando a abertura no nível do solo. Coloque dentro um pouco de cerveja misturada com sal. As lesmas e os caracóis caem na lata atraídas pela cerveja e morrem desidratados pelo sal.

Lagartas: Costumam atacar mais as plantas de jardim mas, em alguns casos, também podem danificar as plantas de interior. Fáceis de serem reconhecidas, as lagartas costumam enrolar-se nas folhas jovens e literalmente comem brotos, hastes e folhas novas, formando uma espécie de “teia” para proteger-se. Todas as plantas que apresentam folhas macias estão sujeitas ao seu ataque. As chamadas “taturanas” são lagartas com pêlos e algumas espécies podem queimar a pele de quem as toca.

Dicas:
* Caso não apresente um ataque maciço (quando é indicada a aplicação um lagarticida biológico, facilmente encontrado no mercado), o controle das lagartas deve ser manual, ou seja, devem ser retiradas e destruídas uma a uma, lembrando que é importante usar uma proteção para a que a lagarta não toque na pele;
* A Calda de Angico ajuda a afastar as lagartas e não prejudica a planta;
* O uso de plantas repelentes, como a arruda, pode ajudar a mantê-las afastadas
Aves e pequenas vespas são suas “inimigas” naturais;

Precisamos lembrar que sem as lagartas, não teríamos as borboletas. Ao eliminá-las completamente, estamos nos privando da beleza e da graça desses belos seres alados. Mais uma vez, o equilíbrio é a chave.

Ácaros: O tipo de ácaro mais comum é conhecido como ácaro-vermelho (veja foto), tem a aparência de uma aranha de cor avermelhada. Ataca flores, folhas e brotos, deixando marcas semelhantes à ferrugem. O ataque de ácaros diminui o ritmo de crescimento, favorece a má formação de brotos e, em caso de grande infestação, pode matar a planta. Ambientes quentes e secos favorecem o desenvolvimento dessa praga. Apesar de quase “invisíveis” a olho nu, sua presença é denunciada pelo aparecimento de uma teia fina.

Dicas:
* Costuma atacar mais as plantas envasadas do que as que estão em canteiros;
* Uma boa dica é borrifar a planta com água, regularmente, já que este inseto não gosta de umidade. Casos mais severos exigem que as partes bem atacadas sejam retiradas;
* A A Calda de Fumo ajuda a controlar o ataque.

Percevejos: São mais conhecidos como “marias-fedidas”, pois exalam um odor desagradável quando se sentem ameaçados. Seu ataque costuma provocar a queda de flores, folhas e frutos, prejudicando novas brotações.

Dicas:
* Vespas são suas predadoras naturais;
* Devem ser removidos manualmente, um a um;
* Se o controle manual não surtir efeito, a Calda de Fumo pode funcionar como um repelente natural.

Tatuzinhos: Muito comuns nos jardins com umidade excessiva, são também conhecidos como “tatus-bolinha”, pois se enrolam como uma bolinha quando são tocados. Vivem escondidos e alimentam-se de folhas, caules e brotos tenros, além de transmitir doenças às plantas.

Dicas:

* Evitar a umidade excessiva em vasos e canteiros;
* Devem ser retirados manualmente e eliminados um a um

Nematóides: São “parentes” das lombrigas e atacam pelo solo. As plantas afetadas apresentam raízes grossas e cheias de fendas. Num ataque intenso, provocam a morte do sistema radicular e, conseqüentemente, da planta. Algumas plantas dão sinais em sua parte aérea, mostrando sintomas do ataque de nematóides: as dálias, por exemplo, podem apresentar áreas mortas, de coloração marrom, nas folhas mais velhas.

Dica:

* O melhor repelente natural é o plantio de tagetes (o popular cravo-de-defunto) na área infestada;
* Se o controle ficar difícil, é indicado eliminar a planta infestada do jardim, para evitar a proliferação.

Formigas: As cortadeiras são as que mais causam estragos. Elas cortam as folhas para levá-las ao formigueiro, onde servem de nutrição para os fungos, os verdadeiros alimentos das formigas.

Dicas:
* Um bom método natural para espantar as formigas e espalhar sementes de gergelim em torno dos canteiros. Além disso, o gergelim colocado sobre o formigueiro, intoxica o tal fungo e ajuda a eliminar o “ninho” das formigas;
* Em ataques maciços, recomenda-se o uso de iscas formicidas, à venda em casas especializadas em produtos para jardinagem. As formigas carregam a isca fatal para o formigueiro.

Plantas repelentes
Algumas plantas ajudam a manter as pragas afastadas dos canteiros. Alguns exemplos:
Tagetes ou cravo-de-defunto (Tagetes sp.), hortelã (Mentha), calêndula (Calendula officinalis), arruda (Ruta graveolens).

lagartas

pragas
Após o plantio, você deve ficar atento ao aparecimento de pragas. A maioria das plantas aromáticas são bastante resistentes. Algumas inclusive são repelentes de insetos. Mas alguns cuidados devem ser tomados.

Ervas daninhas devem ser removidas preferencialmente de forma manual. Evite agrotóxicos a todo custo, principalmente se suas ervas, além de aromáticas, forem medicinais e de uso culinário. Preserve sua saúde e o meio ambiente.

Em jardins pequenos, as lagartas também podem ser removidas manualmente, fazendo inspeções visuais de dois em dois dias. Se alguma lagarta for encontrada, a inspeção deve passar a ser diária. Você pode usar cascas de abóbora ou de chuchu espalhadas no chão ou próximo dos vasos para atrair as lagartas e catá-las mais facilmente.

Se o jardim for muito grande, existem algumas receitas fáceis que podem ser utilizadas para afastar as pragas:

Calda de fumo:
Material:
- 200g de fumo de rolo;
- 10 litros de água;
- Detergente Neutro.

Modo de Preparo:
- Coloque 01 litro de água para ferver;
- Desmanche o rolo de forma que as folhas que o compõem fiquem soltas;
- Quando a água estiver fervendo adicione o fumo e deixe ferver por 05 minutos;
- Deixe a mistura esfriar e coe em tecido fino;
- Adicione a esta calda 05 (cinco) gotas de detergente;
- Acrescente 09 litros de água;
Aplique nas plantas com o auxílio de um pulverizador.
A fervura do fumo é para evitar a infestação de fungos ou bactérias que possam estar no fumo.

Eficaz para pequenos insetos.
Obs: esta calda é eficiente para espantar os insetos que eventualmente podem vir ao seu jardim, mas não é capaz de matar pragas já instaladas e presentes em grande quantidade. Deve ser utilizada de forma a prevenir a surgimento de pragas.

Calda de pimenta-malagueta
Material:
- 1 xícara (chá) de pimenta malagueta;
- 2 litros de água;
- 3 gotas de detergente líquido.

Modo de preparo:
Triture a de pimenta-malagueta e acrescente a água. Ferva durante 15 minutos. Acrescente o detergente, misture e filtre.
Durante a estação seca, aplique uma vez por semana. Durante a estação das chuvas, aplique três vezes por semana.
Eficaz contra as lagartas, os afídeos e as formigas.

Calda de folha de mamoeiro
Material:
- 1 quilo de folhas de mamoeiro;
- 2 colheres (chá) de querosene;
- 10 litros de água.

Modo de preparo:
Coloque as folhas na água, acrescente o querosene e deixe de molho por 3 horas. Filtre e salpique as plantas com a solução.
Eficaz contra várias pragas.

Cinzas de madeira
Salpique cinza de madeira ao redor das plantas jovens ou faça uma vala de 8 a 10 cm de largura ao redor do canteiro e encha de cinza. Cinza de eucalipto e cipreste são as mais eficazes.
Eficaz contra roscas, caracóis, lesmas e mariposas-do-nabo.

Fungicida natural para aplicar antes do plantio das mudas
Material:
- 1 xícara (chá) de cinzas de madeira;
- 1 punhado de raízes de gengibre frescas;
- 1 punhado de dentes de alho;
- 1 punhado de folhas de mamoeiro;
- 6 litros de água.

Modo de preparo:
Triture a cinza, o gengibre e o alho juntos até formarem uma massa homogênea.
Acrescente as folhas de mamoeiro e triture novamente com um litro de água. Quando estiver bem triturado, dilua esta mistura em 5 litros de água e mexa.
Mergulhe as mudas na solução e deixe o líquido secar lentamente à sombra. Repita o processo pela segunda vez. Plante as mudas como de costume. Três semanas após o plantio, esta solução pode ser salpicada sobre o solo ao redor das plantas jovens.
Esta é uma receita de fungicida (que previne contra o apodrecimento causado por vários fungos) e nematicida (que previne contra os danos causados pelos nematódeos – animais minúsculos, parecidos com vermes, que comem as raízes e os tubérculos).

formigas

receita_praga_

É comum, principalmente na primavera e no verão, aparecer no jardim lagartas, formigas e outras pragas, isso acontece porque as estações quentes favorecem a proliferação de insetos, fungos e ervas daninhas que estragam o paisagismo.

Para evitar o uso de pesticidas industriais, que são difíceis de comprar e ainda podem ser nocivos à saúde, saiba como preparar receitas caseiras para combater as pragas.

Mantenha a saúde de suas plantas
Para evitar o aparecimento e a proliferação de pragas é preciso cuidar da saúde das plantas diariamente para tanto dê atenção às adubações para que não lhe faltem nutrientes, regue-as de acordo com as características da planta e verifique as necessidades de luz natural e ventilação.

Plantas saudáveis são mais resistentes aos ataques de pragas e insetos, por isso para prevenir doenças:
. retire as plantas que estejam murchas ou com as folhas amarelas;
. mantenha o solo fértil com adubo NPK 4-14-8, esterco curtido, húmus ou compostagem;
. evite encharcar demais a planta colocando água sobre o solo ainda úmido, pois pode causar apodrecimento de raízes e favorecer fungos.

Evite o uso de pesticidas e agrotóxicos seguindo as receitas caseiras:

Ácaros, cochonilhas e pulgões
Macere 100 gramas de folhas secas de samambaia em 1 litro de água e deixe de molho por um dia. Ferva a mistura por alguns minutos antes de diluí-la para a pulverização. A proporção é de uma parte do preparado para 10 partes de água.

Besouro “Vaquinha” (Diabrotica speciosa)
Faça um preparado de pimenta e sabão. Bata no liquidificador meio quilo de pimenta em dois litros de água, coe e acrescente 50 gramas de sabão de coco derretidos em 2 litros de água. Cada litro dessa mistura deve ser diluído em 2 litros de água para a pulverização.

Caramujos e lesmas
Caramujos e lesmas podem ser atraídos por sacos de estopa molhados com leite ou pedacinhos de batata envoltos em sal deixados à noite pelo terreno.

Você também pode criar espécies de “piscinas” de cerveja com latas rasas, ou cavando buracos no chão e cobrindo-os com plástico. Encha-as com cerveja e um pouco de sal. As lesmas e caramujos são atraídos pela mistura e acabam sendo exterminadas.

Formigas
Coloque cascas de pepinos na entrada dos formigueiros. Outra opção é preparar um macerado de agave: em 1 litro de água, macere 6 folhas de agave e despeje o preparado sobre o formigueiro.
Para evitar formigas, você pode colocar ao redor dos canteiros, por cima da terra, farinha de ossos, casca de ovo moído ou carvão.

Fungos
Deixe de molho por três dias, 50 gramas de flores em 1 litro de água. Misture algumas vezes para oxigená-la. Depois é só coar e pulverizar. Não é preciso diluir esse preparado.

Insetos e nematóides
Um inseticida caseiro pode ser feito fervendo 20g de fumo de rolo em 1 litro de água. Depois é só coar e pulverizar. Outra opção é preparar um inseticida de cravo de defunto usando 50 gramas de flores, folhas, ramos de cravo de defunto, 1 litro de álcool e 50 ml de acetona. Deixe de molho por um dia com acetona, depois acrescente o álcool. Dilua cada parte dessa mistura em cinco partes de água e pulverize sobre as plantas atacadas.

Lagartas
Prepare um chá de angico na seguinte proporção: 100 gramas de folha de angico para 1 litro de água. Deixe o chá descansar por dez dias, revirando-o diariamente. Passados os dez dias, dilua uma parte do chá em 10 partes de água para pulverizá-lo sobre as plantas afetadas pelas lagartas.

Lagartas, pulgões e “vaquinhas”
Pique 1 quilo de cebola ou cebolinha verde e deixe descansar em 10 litros de água durante uma semana. Depois basta diluir o preparado em 3 litros de água e pulverizar sobre as plantas.

Pulgões
Faça uma calda de urtiga macerando 100 gramas de urtiga em 1 litro de água e deixe de molho por três dias. Depois coe a mistura e dilua em outros 9 litros de água e pulverize sobre as áreas afetadas, repetindo o processo 15 dias depois. A proporção de 100 gramas de urtiga para 10 litros de água depois de preparada, perde a eficácia em três dias.

Cuidado no manejo dos inseticidas caseiros
Mesmo os inseticidas caseiros devem ser aplicados com alguns cuidados: não pulverize contra o vento, proteja os olhos, após o término da aplicação troque de roupa e lave muito bem as mãos.

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praga de gramado

Uma praga muito comum que ataca gramas de várias espécies como Zoysias, Bermudas, Batatais e Santo Agostinho, e que normalmente não é identificada, é o percevejo Blissus insularis. As gramas mais atacadas são a Zoysia e a Santo Agostinho, que sofrem sérios danos. Eles são causados pela retirada da seiva e a injeção de toxinas através da saliva, que destroem o sistema vascular da planta.

Os percevejos preferem áreas abertas e ensolaradas e gramados com excesso de thatch (colchão). Ocorrem em grupos, causando o aparecimento de manchas amareladas que evoluem para grama morta em grandes áreas ou até mesmo na totalidade delas. Os primeiros sintomas aparecem normalmente durante o período seco e quente.

Estes percevejos podem ter até 7 gerações em clima quente e podem estar ativos o ano todo. Nestas condições 28°C, completam um ciclo em cinco semanas.
Sua dispersão é feita com os insetos andando, apesar dos adultos terem asas. A ocorrência é localizada. Eles matam completamente uma área, antes de se mudarem para outra. Há inimigos naturais bastante eficientes: moscas, vespas e até o fungo Beauveria bassiana.

A fertilização excessiva do gramado encoraja o crescimento da população do percevejo, pois com o crescimento exagerado do gramado aumenta a oferta de alimento para a praga, como também cresce a camada de tatch, o que acaba protegendo os percevejos e dificultando a penetração do inseticida.

Combate
Pode o gramado com uma maior freqüência, evitando a produção excessiva de palha.
O combate através do uso de inseticidas deve ser feito sempre com alto volume da calda e uma leve irrigação após a aplicação.

formigas

bonsai

Alguns sintomas
- Estado da planta é de aparência muito debilitada. Deficiência de micronutrientes, principalmente Ferro.
-
Morte das gemas apicais (ponteiros), amarelamento das nervuras das folhas. Falta de Cálcio.
- Folhas mais velhas ficam amareladas e o pecíolo apresentar tons arroxeados. Falta de Enxofre.
- Pouca floração, folhas escuras. Falta de Fósforo.
- Amarelamento das nervuras das folhas, começando pelas mais velhas. Falta de Magnésio.
- Bordos das folhas apodrecidos, caule fino e fraco. Falta de Potássio.

Outros sintomas

1. Sintomas: Folhagem murcha, terra seca.
Causa: Falta de água
Tratamento sugerido: Retire a planta do sol, vaporize a folhagem; depois de uma hora mergulhe a planta numa bacia molhando o substrato por imersão. Leve o bonsai para um local sombreado por alguns dias.

2. Sintomas: Folhagem que murcha seguidamente e terra que seca muito rápido ou escorre pelas bordas (água não penetra no solo).
Causa: Excesso de raízes
Tratamento sugerido: Troque a terra imediatamente. Pode as raízes e use um vaso um pouco maior se necessário. Vaporize a folhagem.

3. Sintomas: Folhas murchas e terra úmida
Causa: Raízes apodrecidas
Tratamento sugerido: Retire a planta do vaso, limpe as raízes com jato de água ou mergulhe repetidas vezes numa bacia d’água; corte as raízes apodrecidas. Reenvase em composto com muita areia.

4. Sintomas: Galho que muda subitamente de cor
Causa: Vírus
Tratamento sugerido: Corte as áreas afetadas, esterilize as ferramentas usadas de modo a não contaminar outras plantas.

5. Sintomas: Folhas e veios amarelados
Causa: Deficiência mineral
Tratamento sugerido: Aplique um fertilizante mineral que inclua ferro, manganês, zinco e magnésio.

6. Sintomas: Topo do bonsai está com folhas queimadas e secas.
Causa: Sol muito forte.
Tratamento sugerido: Retire a planta do sol, levando-a para um local mais sombreado; vaporize a folhagem.

7. Sintomas: Galhos baixos do bonsai estão secando, não desenvolvem folhas novas.
Causa: Falta de sol (luminosidade) nos galhos inferiores.
Tratamento sugerido: Pode o topo do bonsai eliminando o excesso de folhas, gire o vaso de vez em quando, faça uma leve fertilização, mantenha o topo com pouca folhagem.

8. Sintomas: Coníferas com verde pálido, pouca brotação anual.
Causa: Ácaros ou cochonilhas.
Tratamento sugerido: Aplique um inseticida mineral ou orgânico, pode os galhos com excesso de folhagem, coloque em local ensolarado.

9. Sintomas: Furo no tronco do bonsai.
Causa: Brocas.
Tratamento sugerido: Injete algum inseticida nos furos com uma seringa.

10. Sintomas: Tronco úmido, escuro e com limo.
Causa: Excesso de água.
Tratamento sugerido: Lave com escova de dentes toda a região do tronco afetada, molhe somente a terra nas próximas vezes.

11. Sintomas: Limo em madeira morta.
Causa: Umidade.
Tratamento sugerido: Limpe com escova de dentes e aplique calda sulfocáustica com pincel pequeno.

12. Sintomas: Limo no vaso.
Causa: Algas.
Tratamento sugerido: Limpe o vaso com escovinha. Use uma solução de água sanitária (Tipo clorox) diluída; depois de seco o vaso, passe uma leve camada de óleo mineral.

13. Sintomas: Crosta branca no vaso e até na terra.
Causa: Depósito de sais minerais; pode ser duas as causas: água com excesso de cloro ou uso de adubo mineral com muita frequência.
Tratamento sugerido: Limpe a crosta do vaso com escovinha, água e detergente; molhe a planta mergulhando-a numa bacia com água que cubra toda a terra do vaso por aproximadamente 1/2 hora.

14. Sintomas: Pó branco em folhas.
Causa: Míldio.
Tratamento sugerido: Tratar com fungicida ( Tipo calda bordalesa ) molhe somente a terra evitando molhar a folhagem; retire as folhas atacadas.

15. Sintomas: Folhas com pó cor de ferrugem.
Causa: Fungos.
Tratamento sugerido: Tratar com fungicida ( Tipo calda bordalesa ), molhe somente a terra evitando molhar a folhagem; retire as folhas atacadas.

16. Sintomas: Folhas novas muito maiores que as demais.
Causa: Excesso de nitrogênio.
Tratamento sugerido: Molhe bem o bonsai para remover o excesso de fertilizante, leve a planta para local ensolarado, remova as folhas indesejadas.

17. Sintomas: Folhas caem subitamente.
Causa: Choque de calor.
Tratamento sugerido: Leve a planta para local sombreado, vaporize a folhagem remanescente e molhe bem a terra.

18. Sintomas: Pouca brotação nova e pequena para o normal.
Causa: Excesso de raízes.
Tratamento sugerido: Reenvase a planta, podando as raízes, use um bom composto.

19. Sintomas: Mesmo sintoma apresentado no item anterior mas a planta não apresenta excesso de raízes.
Causa: Falta de Nitrogênio.
Tratamento sugerido: Fertilize levemente e mais seguido.

20. Sintomas: Escamas brancas nas folhas novas e brotos.
Causa: Mosca branca.
Tratamento sugerido: Vaporize inseticida mineral ou orgânico.

21. Sintomas: Folhagem de crescimento alongado; folhas muito espaçadas, verde pálido. Causa: Luz insuficiente.
Tratamento sugerido: Mova a planta para local ensolarado aos poucos, podando o crescimento muito alongado.

22. Sintomas: Coníferas azuis que passam para verde.
Causa: Carência de magnésio.
Tratamento sugerido: Use adubo mineral completo. A cor azul se intensifica com o sol, verifique se a planta está em local adequado.

23. Sintomas: Árvore que não floresce.
Causa: Poda em época errada.
Tratamento sugerido: Se a planta já alcançou a idade de florescer a poda deve ser feita na Primavera somente depois de as flores murcharem e cairem. A poda anual muito profunda remove os botões florais; adube plantas que florrescem com fosfato ( Farinha de osso ou adubo mineral no Outono).

24. Sintomas: Formigas andando por galhos e tronco.
Causa: Pulgões e cochonilhas
Tratamento sugerido: Use inseticida orgânico ou mineral vaporizando a folhagem.

25. Sintomas: Novos brotos das folhagens não abrem.
Causa: Deficiência de fósforo.
Tratamento sugerido: Fertilize com farinha de osso ou adubo mineral tipo 4-10-8 ou similar.

26. Sintomas: Flores que não abrem.
Causa: Deficiência de potássio
Tratamento sugerido: Fertilize como no caso anterior.

bebedouros de pássaros

• Pulgão - Pequeno inseto de coloração variada que ataca de preferência brotações novas, face dorsal das folhas, caules novos e tenros, produzindo substâncias açucaradas, ele são escravos das formigas. Os pulgões, causam danos diretos pela sucção da seiva da planta, o que pode reduzir a quantidade de seiva do galho com isso seu apodrecimento e também o não nascimento por causa da sucção de flores e botões de flores, o tamanho do grão, o peso de grãos e o poder germinativo das sementes. Além desses danos, os pulgões podem ser vetores de viroses, principalmente do Vírus do Nanismo Amarelo.
Como combater:
A mistura de 2 colheres de sobremesa de detergente + 05 gotas de álcool + 250ml de água, colocar em um pulverizador e pulverizar a planta toda.

1

Cochonilha – Insetos pequenos, com coloração variada, apresen-tando-se com ou sem carapaça. Atacam de preferência a face dorsal das folhas, axilas das folhas e ramos. As partes atacadas ficam retorcidas, prejudicando o desenvolvimento da planta.
Como combater: A mistura de 2 colheres de sobremesa de detergente + 05 gotas de álcool + 250ml de água, colocar em um pulverizador e pulverizar a planta toda.

2

Ácaro – Invisível a olho nu. Seu ataque é notado pela presença de teias. Ataca a face dorsal das folhas, brotações novas, flores e frutos, que se tornam retorcidos e amarelados.
Como combater: A mistura de 2 colheres de sobremesa de detergente + 05 gotas de álcool + 250ml de água. Caso não tenha sucesso vamos usar uma medida mais forte – Inseticida misturado com fumo, deixar em meio litro de água um recipiente, depois de 2 horas fazer a coagem, e colocar em um pulverizador e pulverizar a planta toda.

3

• Mosca branca – Elas se multiplicam nas folhas se alimentando da seiva.
Como combater: A mistura de 2 colheres de sobremesa de detergente + 05 gotas de álcool + 250ml de água. Caso não tenha sucesso vamos usar uma medida mais forte – Inseticida misturado com fumo, deixar em meio litro de água num recipiente e depois de 2 horas fazer a coagem e colocar em um pulverizador e pulverizar a planta toda.

4

Vaquinha – Inseto de cor verde com listras amarelas ou de cor branca ou amarela com as lista de cor preta. Comem as folhas prejudicando o crescimento da planta. O inseto adulto, ao se alimentar das folhas, pode produzir sérios danos, principalmente às plantas nas fases de sementeira ou recém-transplantadas para o campo.
Como combater: Retirar o inseto do lugar e fazer uma pulverização com um inseticida (daqueles para matar cupim) – uma tampa  para 800ml de água.

5

Lesma e tatuzinho – Possuem o corpo mole e, por onde passam, deixam rastro brilhante. Durante o dia são encontrados debaixo de tábuas, tijolos, latas e outros entulhos deixados na horta.
Como combater: Retirar o inseto do lugar e fazer uma pulverização com algum inseticida (daqueles para matar cupim) – uma tampa para 800ml de água.

6
Largatas – Autographa gamma, Heliothis armigera, Spodoptera exígua e Spodoptera littorali.
Como combater: Retirar o inseto do lugar e fazer uma pulverização com algum inseticida (daqueles para matar cupim) – uma tampa para 800ml de água

7
Gusanos blancos – Eles comem as plantas todas, além de por muitos ovos na terra para procriação de novos seres.
Como combater: Retirar o inseto do lugar e fazer uma pulverização com algum inseticida (daqueles para matar cupim) – uma tampa para 800ml de água ou deixar uma saco de fumo durante 2 horas e fazer a coagem e colocar num pulverizador e pulverizar a planta toda.

8

• Thysanoptera – Ele é muito conhecido como Tripes ou lacerdinhas, atacam muito as folhas dos fícus, fazendo com que elas venha a enrolar/dobrar, assim ali os lacerdinhas se multiplicam e danificando todas as folhas.
Como combater: A melhor maneira para combater seria inseticida que se compra em supermercado (SBP casa & jardim), aplicar nas folhas todas e depois de 10 minutos retirar as folhas que estão fechadas e depois de 1 mês fazer nova aplicação e sempre fazer o controle para ele não voltar.

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Fungos – Os principais fungos que atacam os bonsai são Liquem bioindicador, eles fazem o processo de fermentação para que a mata tenha uma matéria orgânica para adubar as raízes das plantas, e se encontram sempre em lugares sem poluição. Caso não for feito o combate logo os galhos vão cai e até a perda da planta toda (ela fica debilitada totalmente).
Como combater: Fazer a raspagem do fungo e fazer a mistura de de sulfato de cobre (composição – Cobre – Cu 20% e natureza física farelado) +  silicone líquida +  sulfato de cobre (composição – Cobre – Cu 20% e natureza física farelado) +  água e detergente.

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azaleias

A azaléia é uma planta originária da China e do Japão. Seu nome científico é Rhedodendrom (gênero), possuindo diversas espécies. As plantas nativas foram levadas para a Holanda e Bélgica, onde foram melhoradas geneticamente. Como resultado, entre as variedades hoje comercializadas encontram-se flores de coloração vermelha, rosa, roxa, branca e combinações destas cores (mescladas).

O ciclo de produção da Azaléia é cerca de 13 meses. As mudas são formadas a partir de 5 cm, resultantes da poda de plantas em formação. Estas estacas são enraizadas em bandejas apropriadas. Após 10 semanas são transplantadas e estacas para cada vaso definitivo. Nos meses seguintes, são realizadas de 2 a 3 podas para que se obtenha uma planta bem formada. O próximo passo é a aplicação de reguladores de crescimento, para que haja indução de botões florais. Em seguida, as plantas recebem um choque térmico (ficam por 6 semanas em câmara fria), para que os botões florais possam se desenvolver. Esta etapa é muito importante e necessária para que se tenha Azaléias floridas durante o ano inteiro, já que neste caso, são recriadas artificialmente as condições da natureza (as Azaléias florescem no início da primavera, após o período frio do inverno). A terra a ser utilizada no vaso pode ser do tipo terra vegetal, devendo estar sempre úmida, com boa aeração e baixa acidez.

A Azaléia é suscetível a algumas doenças, a saber:

Oídio: manchas esbranquiçadas que recobrem as folhas. Estas caem prematuramente, a planta enfraquece e deixa de florescer.

Podridão das estacas: causada por Rhizoctonia. As estacas começam a apodrecer, causando a morte.

Podridão das raízes: causada por Fusarium. As raízes apodrecem e os sintomas podem ser vistos na parte aérea: as folhas tornam-se amarelas, caem, a planta seca e morre.

Podem ocorrer também algumas pragas como trípes, ácaros, pulgões e moscas minadoras.

Cuidados em casa

* Manter o vaso em local fresco;

* Manter a terra do vaso bem úmida, sem deixar acumular água sobre o prato;

* Mergulhar o vaso em um recipiente com água morna uma vez por semana;

* Eliminar flores murchas, para evitar doenças e forçar a abertura dos demais botões florais;

* Adubar uma vez por mês;

* Após a florada, tira a muda do vaso e plante no jardim, em local fresco e claro.

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lantana camara

Suas flores são polinizadas por beija-flores, borboletas, abelhas, coleópteros e tripes. Sobre arbustos de lantana florida são vistas numerosas borboletas que competem com os beija-flores pelo néctar e pólen. Os beija-flores espantam as borboletas das flores de lantana. Todavia esses pássaros não costumam visitar as lantanas, quando no jardim existem helicônias, strelitzias e camarão cujas flores provavelmente produzem néctar de melhor qualidade ou em volume mais apropriado para suprir as necessidades dos beija-flores.

Existem ácaros que habitam as cavidades nasais de beija-flores e quando esses pássaros visitam as flores de lantana, esses ácaros desembarcam nelas. Borboletas, abelhas, coleópteros e moscas brancas também transportam os ácaros em seus corpos. Esse tipo de transporte de artrópodos nos corpos de outros artrópodos é denominado foresia, havendo assim o organismo forético e o hospedeiro forético. Ácaros foréticos pertencem às ordens Mesostigmata e Astigmata. Os Mesostigmatas se alimentam de pólen e néctar das flores de lantana e se desenvolvem e se reproduzem no interior dessas partes vegetais.

Em estado selvagem a Lantana câmara é planta invasora de pastagens, culturas de palmeiras, coco, café e algodão. Suas folhas e sementes são tóxicas para o gado, que quando ingerem a planta apresentam distúrbios gastrintestinais e fotossensibilização. Essa planta vem sendo objeto de controle biológico e controle químico.

Entre os agentes de controle biológico já foram testadas 36 espécies de insetos entre eles lepidópteros desfolhadores, hemípteros, coleópteros e dípteros, bem como 5 espécies de fungos causadores de doenças fitopatogênicas.

O controle biológico nem sempre tem surtido bons resultados, devido à heterogeneidade genética das lantanas selvagens bem como devido a condições ambientais desfavoráveis ao desenvolvimento dos agentes biocontroladores nas regiões onde crescem as lantanas selvagens.

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plantas

Qualquer ser vivo só sobrevive se houver alimento adequado disponível para ele. Em outras palavras, a planta ou parte da planta cultivada só será atacada por insetos, ácaros, nematóides, fungos e bactérias quando houver na seiva, exatamente o alimento que eles precisam.

Este alimento é constituído, principalmente, por aminoácidos, açucares redutores, esteróis, vitaminas e outras substâncias simples livres e solúveis, pois os insetos e fungos possuem poucas enzimas e estas apenas conseguem digerir substâncias simples presentes na seiva da planta.

Os teores e principalmente a proporção destas substâncias relacionados com os teores de nutrientes minerais na seiva são determinantes na maior ou menor susceptibilidade das plantas aos parasitas.

E, para que a planta tenha uma quantidade maior de aminoácidos (substâncias simples), basta tratá-la de maneira errada: adubações desequilibradas, aplicações de agrotóxicos, estresses, podas etc.

Portanto, um vegetal bem alimentado e manejado considerando todas as suas necessidades e equilíbrios, dificilmente será atacado por “pragas e “doenças”. As ditas pragas e doenças, morrem de fome numa planta equilibrada.

Podemos trocar o nome de pragas e doenças para indicadores de mau manejo. Insetos, ácaros, nematóides, fungos, bactérias e vírus são a conseqüência e não a causa do problema.

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cochonilha

A cultura popular brasileira é rica em dicas para o controle ou repelência de pragas de plantas, da casa do homem e de seus produtos. A maior parte das pragas ataca geralmente na primavera, período de fertilidade e de grande atividade na natureza. Elas causam vários estragos nas plantas, além de favorecer o surgimento de doenças, principalmente fúngicas. As pragas geralmente se tornam um problema mais sério quando há um desequilíbrio ecológico no sistema onde a planta está inserida. Outras situações que podem favorecer o seu surgimento são desequilíbrios térmicos, excesso ou escassez de água e insolação inadequada.

Principais pragas e algumas dicas naturais de controle

Pulgões
Os pulgões podem ser pretos, marrons, cinzas e até verdes. Alojam-se nas folhas mais tenras, brotos e caules, sugando a seiva e deixando as folhas amareladas e enrugadas. Em grande quantidade podem debilitar demasiadamente a planta e até transmitir doenças perigosas. Podem aparecer em qualquer época do ano, mas os períodos mais propícios são a primavera, o verão e o início do outono. Precisam ser controlados logo que notados, pois se multiplicam com rapidez.

Dica - As joaninhas são predadoras naturais dos pulgões. Um chumaço de algodão embebido em uma mistura de água e álcool em partes iguais ajuda a retirar os pulgões das folhas e isso pode ser feito semanalmente; aplicações de calda de fumo ou macerado de urtiga também são indicadas.

Cochonilhas
As cochonilhas são insetos minúsculos, geralmente marrons ou amarelos, que alojam-se principalmente na parte inferior das folhas e nas fendas. Além de sugar a seiva da planta, as cochonilhas liberam uma substância pegajosa que facilita o ataque de fungos, em especial, o fungo fuliginoso.

Nota-se sua presença quando as folhas apresentam uma crosta com consistência de cera. Algumas cochonilhas apresentam uma espécie de carapaça dura, que impede a ação de inseticidas em spray. Neste caso, produtos à base de óleo costumam dar melhores resultados, pois formam uma capa sobre a carapaça, impedindo a respiração do inseto. A calda de fumo costuma dar bons resultados também.

Dica - as joaninhas também são suas predadoras naturais, além de certos tipos de vespas; calda de fumo e a emulsão de óleo são os métodos naturais mais eficientes para combatê-las; deve-se evitar o controle químico mas, quando necessário em casos extremos, normalmente são usados óleo mineral e inseticida organofosforado.

Moscas Brancas
São insetos pequenos e, como diz o nome, de coloração branca. Não é difícil notar sua presença ao esbarrar numa planta infestada por moscas brancas, é possível ver uma pequena revoada de minúsculos insetos brancos. Costumam localizar-se na parte inferior das folhas, onde liberam um líquido pegajoso que deixa a folhagem viscosa e favorece o ataque de fungos. Alimentam-se da seiva da planta. As larvas deste inseto, praticamente imperceptíveis, também se alojam na parte inferior das folhas e, em pouco tempo, causam grande infestação.

Dica - é difícil eliminá-las, por isso muitas vezes é preciso aplicar inseticidas específicos para plantas. Quando o ataque é pequeno, o uso de plantas repelentes como tagetes ou cravo-de-defunto (Tagetes sp), hortelã (Mentha sp), calêndula (Calendula officinalis), arruda (Ruta graveolens) costumam dar bons resultados.

Lesmas e caracóis
Normalmente atacam à noite, furando e devorando folhas, caules e botões florais, mas também podem atingir as raízes subterrâneas.

Dica – besouros e passarinhos são seus predadores naturais. Uma boa forma de eliminá-los é usar armadilhas, feitas com isca de cerveja para atraí-los. Faça assim: tire a tampa de uma lata de azeite e enterre-a deixando a abertura no nível do solo. Coloque dentro um pouco de cerveja misturada com sal. As lesmas e os caracóis caem na lata atraídas pela cerveja e morrem desidratados pelo sal. Veja mais »