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Quem gosta de plantar e cuidar do jardim sabe que é comum encontrar lesma na planta, assim como insetos e fungos. Todos eles causam alguns prejuízos para as folhagens.

Os apaixonados por plantas sabem que nem sempre é fácil manter as plantas saudáveis e bonitas, livres de pragas. Por mais tranquilas que sejam, as lesmas no jardim costumam comer as folhas e danificar as raízes.

Sendo assim, esses animais complicam a atividade de muitos jardineiros e paisagistas. Então, como contornar essa situação? De que forma identificar e exterminar as lesmas nas plantinhas?

Características das lesmas
As lesmas são moluscos, parentes dos caracóis e dos caramujos. Sabia que a principal diferença entre esses animais está relacionada ao ambiente em que eles vivem?

Os caramujos vivem em água salgada, enquanto os caracóis moram em ambiente terrestre ou água doce. Por fim, as lesmas vivem principalmente na terra, embora existam espécies aquáticas.

Outra característica muito interessante é que os caramujos e caracóis têm concha, enquanto as lesmas não. Elas ficam com o corpo totalmente exposto, sem proteção. Além disso, elas preferem ambientes úmidos e escuros. Por isso, é comum aparecerem no jardim após chuvas.

Você já se perguntou como as lesmas sobem na planta? Se observar de perto, notará que esses animais são um pouco gosmentos. Eles têm glândulas que produzem um muco, facilitando o deslizamento nas superfícies e grudando na folha ou parede.

Para locomover-se (bem lentamente, diga-se de passagem), além de fazer bom proveito desse muco, a lesma contrai e relaxa a musculatura dos seus minúsculos pezinhos. Assim, ela atinge a velocidade de aproximadamente 9,9 m por hora.

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Identificando lesmas nas plantas
O primeiro passo para eliminar lesmas da planta é identificar os bichinhos. A princípio, essa parece ser uma tarefa simples, afinal, esses animais são lentos e visíveis a olho nu. No entanto, para algumas pessoas, isso pode não ser tão fácil quanto parece.

Como esses moluscos têm hábitos noturnos, ficam escondidos embaixo de pedras, vasos ou até mesmo atrás de enfeites do jardim durante o dia. Portanto, se você desconfia de que há uma lesma na planta, precisará atrair o bichinho para fora dos esconderijos.

Maneiras de atrair a lesma para fora do esconderijo
Existem algumas iscas caseiras bem simples para atrair a lesma para fora do esconderijo. Uma opção é cortar pedaços de chuchu, alimento que o bichinho adora, e colocar ao redor do jardim. Outra opção é encharcar tecidos com cerveja e espalhar perto das plantas no início da noite.

Como eliminar as lesmas da planta?
Agora, como eliminar as lesmas? Você deve coletar os animais manualmente, sempre usando luvas de borracha ou sacos plásticos. É importante lembrar que esses bichinhos podem transmitir doenças.

Uma opção é colocar as lesmas recolhidas em um saco plástico escuro e deixar no sol por algumas horas. Elas ficarão desidratadas e morrerão. Outra opção é jogar água fervente nelas.

Se os métodos acima parecerem um pouco cruéis, você pode optar por iscas tóxicas em formato de pellets, vendidas em lojas de jardinagem. Os itens devem ser espalhados pelo jardim.

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Lesma na planta: melhor prevenir do que remediar
Uma única lesma na planta pode não causar prejuízos, mas, quando ocorre uma infestação, a situação pode sair do controle. Nesse caso, a saúde e a estética da plantação ficam comprometidas. Então, o melhor a fazer é evitar que seu jardim fique infestado por essa praga.

O primeiro passo é manter o jardim sempre limpo. As lesmas gostam de procurar abrigo para depositar seus ovos — material orgânico como folhas secas e galhos podem servir de esconderijo. Além disso, pedras, tijolos e madeiras podem servir de criadouro. O excesso de umidade do solo também favorece a proliferação dos bichinhos gosmentos.

Se você está se perguntando como acabar com as lesmas no jardim de forma definitiva, aposte em substâncias que afastem esses animais. Itens que impeçam que eles subam nas plantinhas também são boas opções.

Para isso, espalhe cascas de ovo ao redor da planta. Elas podem ferir a pele sensível da lesma, afastando-a. Outra opção é colocar bicarbonato de sódio ou canela no solo. Por último, é possível jogar sal na terra — porém, é preciso cuidado para não prejudicar a qualidade do substrato.

Importância do controle de lesmas na planta
A lesma na planta não só enfraquece as folhagens, como também pode destruí-la por completo em casos de infestação intensa. Além disso, algumas espécies desse bichinho são vetores de doenças transmitidas aos seres humanos e animais.

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As pragas das plantas as danificam, deixando-as fracas, destroem as sementeiras e os jardins das casas. Algumas espécies de praga não apenas se alimentam da planta e a danificam, elas também vivem nas plantas por toda a sua vida.

São muitas as espécies de pragas, cada uma é atraída por um tipo de planta. Algumas pragas de plantas são:

Caruncho de Madeira

* Caruncho de Madeira: Essa é uma praga bastante conhecida, pois ela pode estar até mesmo dentro de nossas casas em móveis velhos, mas ela se hospeda normalmente em árvores com folhas largas.
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* Melolonta: Fica na raiz da planta e se alimenta dela, vive em torno de quatro anos.* Ácaros das plantas: Eles fazem uma teia branca nas folhas. Atacam plantas ornamentais, estufas e frutos.

Pulgão verde do pêssego

* Pulgão verde do pêssego: Ele ataca principalmente plantas mais macias e sua secreção doce faz com que aconteça o apodrecimento da planta.

Red Mite

* Red Mite: É o ácaro vermelho, ele “pica” a folha e a suga para se alimentar das células da planta.

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As doenças são realmente uma irritação na orquídea. Se não forem tratadas, podem destruir a planta e se espalharem para outras orquídeas.

Você deve conhecer os sinais comuns de doenças das orquídeas. Eles são as seguintes: Manchas sobre a flor
Um sinal de infecção por fungos ou mofo são manchas rosa ou marrom claras na flor da orquídea. O remédio é providenciar maior circulação do ar.

Flores com furos
Muito provavelmente não é a doença de uma orquídea, mas os danos causados por pulgões e outros insetos que se alimentam de orquídeas. Para se livrar desses insetos, pulverize as orquídeas com Malatião, mas certifique-se de ter cuidado, usando uma máscara ao aplicar.

Folhas descoloridas ou machucadas
A razão pode ser um vírus que faz a cor desbotar. Se for um vírus, então você  tem que destruir a planta. No entanto, lesmas, ou até mesmo baratas, podem  ser também uma outra causa.  Você precisa examinar e usar um pouco de pó como isca.

Flor murcha
Caso você observe flores murchas da flor, isto pode ser causado pela mudança  brusca de temperatura ou polinização por um polinizador desconhecido. O  remédio, é claro, é moderar as mudanças de temperatura e remover todas as plantas afetadas.

Flores deformadas
Causas comuns de orquídeas deformadas incluem baixa umidade ou altas  temperaturas quando os brotos estavam em desenvolvimento. Lesão mecânica ou química durante a formação de brotos, o broto adquiriu uma deformidade inexplicável, e potencialmente uma infecção viral.

Algumas pragas

vespinha
Vespinha
Provoca inchaço na base dos novos brotos, que serão roídos internamente pelas larvas da vespinha. Atacam sobretudo Cattleyas e Laelias. Queime ou corte os brotos afetados.

nematóides

Nematóides O mais comum em orquídeas tem aspecto de lombriga, cor branca e tamanho da ordem de décimos de mm. Se uma raiz tiver uma parte escura e outra branca, os Nematóides podem estar ativados neste ponto de  transição.

Se você notar mancha negra ou marrom, começando em geral pelo rizoma ou pseudobulbo, é podridão negra. Corte imediatamente a parte afetada e tente salvar o resto (coloque um cicatrizante e defensivo).

lesmas e caramujos

Lesmas e Caramujos
Raízes e brotos roídos. Use folha de alface para atraí-los e depois elimine manualmente. Mergulhe o vaso em água até a borda por 2 horas para forçar lesmas e caramujos a subir para respirar, assim você elimina também os que  estiverem mais abaixo.

Se puder desenvase para eliminar ovos. Como todas as outras plantas, as orquídeas são também propensas a uma série de doenças causadas por fungos e vírus, além de outros insetos e pragas.

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O míldio, também conhecido como mufa, mofo ou peronóspora, é uma doença que acomete uma variedade de plantase leva a necrose de algumas estruturas do vegetal. Causado pelo pseudofungo Plasmopara viticola, um oomiceto do Reino Chromista, o míldio ataca principalmente as partes verdes da planta e causa a queda das folhas e a destruição de flores e frutos.

Apesar de ser muito comum na viticultura (plantações de uvas para produção de vinhos) e nas espécies pertencentes à família Cucurbitaceae (cucurbitáceas), como abóboras, pepinos, melão e melancia, o míldio também pode afetar as plantas ornamentais.

Sintomas do míldio
Os principais sintomas da doença são manchas amareladas na parte superior das folhas, denominadas “manchas de óleo”. A frutificação do fungo é observável na outra superfície da folha, apresentando-se com uma cor esbranquiçada. Com o avanço do míldio, as manchas amarelas iniciais escurecem e se tornam necróticas.

Normalmente, o míldio ataca primeiro as folhas mais velhas da planta. “Em ataques mais intensos, o fungo atinge toda a planta, até mesmo as folhas novas, que secam e caem, deixando os frutos expostos à radiação solar e, com isso, ocorre a perda precoce do fruto”, explica o profissional.

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O míldio se desenvolve mais facilmente em locais úmidos e com temperatura amena (18 °C a 25 °C). “Ambientes com alta umidade ou em épocas de chuva intensa é onde e quando o fungo se desenvolve com rapidez.

Porém, outro aspecto que deve ser observado é a irrigação, que, em excesso, também pode atrair o fungo. Pelo Brasil ter um clima tropical, a doença pode surgir em quaisquer regiões do país.

O míldio ainda causa deformação na inflorescência, que passa a ter um aspecto de gancho e, se a planta estiver na floração, fica seca e cai.

Já as bagas mais desenvolvidas acabam ficando escuras e endurecidas, apresentam crescimento fúngico e depressões em sua superfície, o que lhes dá um aspecto de amassadas.

Como evitar o míldio?
A importância de escolher espécies de plantas resistentes para evitar o míldio é fundamental. Também é considerável se atentar às sementes certificadas e de qualidade na hora da compra.

Esta variedade tem maior habilidade para lidar com a enfermidade sem sofrer danos significativos.

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Como combater o míldio e o que fazer quando a planta já está infectada?
Uma das formas mais eficientes de controlar o míldio é conseguindo identificá-lo rapidamente, Para isso, é necessário se atentar aos sintomas da doença, como as manchas amareladas, e verificar sua presença nas folhas da planta.

Quanto mais cedo identificar a doença, mais eficaz será o controle. Retire as folhas e os ramos infectados a fim de impedir que o míldio se espalhe para outras partes da planta. Descarte esses pedaços de forma adequada e distante da área de cultivo.

Além de retirar as folhas infectadas, é importante também aplicar o fungicida e fazer um acompanhamento diário. Outra dica é borrifar leite de vaca em folhas, flores e frutos, pois ele é um fungicida natural.

O fungicida por si só removerá o fungo nas folhagens afetadas, mas se você tem essa planta em casa, o ideal é retirar as folhas afetadas e fazer a aplicação do fungicida.

Hoje temos grandes marcas com produtos para jardinagem amadora, então é só aplicar e fazer o acompanhamento diariamente, já que o fungo se desenvolve com muita rapidez.

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