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    Não é de se estranhar que as plantas ornamentais sejam sensíveis. Isso acontece pelo fato de, na maioria dos casos, se tratarem de plantas oriundas de regiões com climas completamente diferentes; além do mais, são obrigadas a viver em espaços adequados e confortáveis para os seres humanos e não para elas. Para além, disso o espaço para as suas raízes é bastante limitado.

    Apesar de gerações de cultivadores se terem esforçado no sentido desacostumar as plantas da  sua sensibilidade de adaptação e da sua predisposição para doenças, elas permanecem seres sensíveis que, devido ao desleixo, aos cuidados errados, a influências ambientais prejudiciais reagem frequentemente de forma sensível, acabando por definhar, adoecer e, por fim, morrer.
    A maioria dos problemas das plantas ornamentais está relacionada com locais ou tratamento errados, bem como com micoses e ataques de pragas animais. De fato, os vegetais saudáveis e resistentes raramente ficam doentes; as pacientes são quase sempre plantas ornamentais fracas ou já doentes no momento da aquisição.

    As doenças e as pragas das plantas ornamentais refletem, portanto, reações a condições adversas:
    - um local errado com luz excessiva ou escassa para a planta;
    - temperaturas demasiado elevadas ou demasiado baixas;
    - rega demasiado escassa ou demasiado frequente, eventualmente com água demasiado fria;
    - falta de umidade do ar para vegetais especiais, principalmente no inverno, em divisões com aquecimento central;
    - correntes de ar ou pouco ar fresco;
    - um substrato errado ou inacessível;
    - mudança de vaso descuidada;
    - redução da temperatura de forma descuidada no período de repouso.

    Antes de recorrer aos químicos para combater micoses ou insetos nocivos, devem tentar-se todas as outras possibilidades: mudar as plantas de local e colocá-las numa área com luminosidade e temperatura mais adequadas, alterar os hábitos de rega, mudar eventualmente o substrato, combater as pragas de forma mecânica; em alguns casos, também se colocam em questão métodos biológicos para as plantas ornamentais.
    Quando nem o combate mecânico nem os métodos alternativos ajudam ( produtos caseiros comprovados de toda a espécie e novas receitas postas à prova) , tenta-se os produtos químicos. Em determinadas situações, nem mesmo ao jardineiro de plantas de interior consciente do ambiente resta outra opção; mas quando se lida com pesticidas, deve-se fazê-lo na varanda, no jardim ou pelo menos com uma janela aberta. Mas mesmo quando os preparos químicos resultam por momentos, há que ter consciência de que apenas se combateram as consequências. portanto, o melhor é remediar as causas da doença ou do aparecimento dos danos.

    Através de cuidados, dos quais também fazem parte a limpeza ocasional das folhas, evitam-se muitas doenças.
    As bactérias só conseguem entrar nas plantas através de feridas ou aberturas naturais e, tal como os vírus, também os insetos (especialmente os pulgões) ou o próprio jardineiro de plantas de interior podem ser os portadores. Um ataque é favorecido pela elevada umidade do ar e pelo calor. Os sintomas são, entre outros, vegetações cancerosas nas raízes ou nos troncos (por exemplo, o oleandro), emurchecimento e apodrecimento do caule (por exemplo, os pelargônios), manchas pegajosas, no caso das begônias. As doenças bacterianas não se devem combater nem remediar com produtos de proteção de plantas. Devido ao perigo de contágio, os exemplares atacados devem ser imediatamente isolados e deitados ao lixo.
    As viroses também são causadas por pequenos micróbios microscópicos; os vírus penetram nas plantas através de feridas, tal como as bactérias, são transportados para as plantas ornamentais.

    Os vegetais atacados (crisântemos, dálias, lírios, entre outros) apresentam folhas com pontuações amareladas e acabam por murchar. Os rebentos podem adquirir uma coloração avermelhada, sendo que o porte definhado aponta também para uma infecção por vírus. As viroses das plantas também não se conseguem curar, os vegetais atacados devem ir para o lixo.
    Há que se ter o cuidado de isolar as plantas atacadas.

    Ao contrário dos vírus e das bactérias, os fungos que vivem como parasitas também podem atacar as plantas sem haver necessariamente um portador.  O clima quente e úmido é propício ao desenvolvimento de micoses, com algumas exceções; as plantas ornamentais correm perigo quando estão muito juntas umas das outras e quando há uma má circulação de ar. O crescimento fraco e a nutrição em excesso (principalmente uma nutrição rica em azoto) também favorecem o ataque de fungos. Eles podem atacar todas as partes das plantas: existem doenças nas raízes, apodrecimento do caule, doença das folhas e doenças linfáticas,  bem como lesões de fungos no tronco e nos ramos. Todas estas doenças requerem um combate especial. Quando é fortemente atacada, a planta deve ser destruída, mas quando o ataque ainda está no início, é possível retirar as partes doentes da planta e tratar as restantes partes de forma preventiva. Em todo o caso, a planta deve ser isolada.

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    crossandra

    Não é de se estranhar que as plantas ornamentais sejam sensíveis. Isso reside no fato de, na maioria dos casos, se tratarem de plantas oriundas de regiões com climas completamente diferentes; além do mais, são obrigadas a viver em espaços adequados e confortáveis para os seres humanos e não para elas. Para além, disso o espaço para as suas raízes é bastante limitado.

    Apesar de gerações de cultivadores se terem esforçado no sentido desacostumar as plantas da  sua sensibilidade de adaptação e da sua predisposição para doenças, elas permanecem seres sensíveis que, devido ao desleixo, aos cuidados errados, a influências ambientais prejudiciais reagem frequentemente de forma sensível, acabando por definhar, adoecer e, por fim, morrer.
    A maioria dos problemas das plantas ornamentais está relacionada com locais ou tratamento errados,bem como com micoses e ataques de pragas animais. De fato, os vegetais saudáveis e resistentes raramente ficam doentes; as pacientes são quase sempre plantas ornamentais fracas ou já doentes no momento da aquisição.

    As doenças e as pragas das plantas ornamentais refletem, portanto, reações a condições adversas.
    # um local errado com luz excessiva ou escassa para a planta;
    # temperaturas demasiado elevadas ou demasiado baixas;
    # rega demasiado escassa ou demasiado frequente, eventualmente com água demasiado fria;
    # falta de umidade do ar para vegetais especiais, principalmente no inverno, em divisões com aquecimento central;
    # correntes de ar ou pouco ar fresco;
    # um substrato errado ou inacessível;
    # mudança de vaso descuidada;
    # redução da temperatura de forma descuidada no período de repouso.

    Antes de recorrer aos químicos para combater os insetos nocivos, devem tentar-se todas as outras possibilidades: mudar as plantas de local e colocá-las numa área com luminosidade e temperatura mais adequadas, alterar os hábitos de rega, mudar eventualmente o substrato, combater as pragas de forma mecânica; em alguns casos, também se colocam em questão métodos biológicos para as plantas ornamentais.
    Quando nem o combate mecânico nem os métodos alternativos ajudam, tenta-se os produtos químicos. Em determinadas situações, nem mesmo ao jardineiro de plantas de interior consciente do ambiente resta outra opção; mas quando se lida com pesticidas, deve-se fazê-lo na varanda, no jardim ou pelo menos com uma janela aberta. Mas mesmo quando os preparos químicos resultam por momentos, há que ter consciência de que apenas se combateram as consequências. Portanto, o melhor é remediar as causas da doença ou do aparecimento dos danos.

    As bactérias só conseguem entrar nas plantas através de feridas ou aberturas naturais e, tal como os vírus, também os insetos (especialmente os pulgões) ou o próprio jardineiro de plantas de interior podem ser os portadores. Um ataque é favorecido pela elevada umidade do ar e pelo calor. Os sintomas são, entre outros, vegetações cancerosas nas raízes ou nos troncos (por exemplo, o oleandro), emurchecimento e apodrecimento do caule (por exemplo, os pelargônios), manchas pegajosas, no caso das begônias. As doenças bacterianas não se devem combater nem remediar com produtos de proteção de plantas. Devido ao perigo de contágio, os exemplares atacados devem ser imediatamente isolados e jogados ao lixo.

    As viroses também são causadas por pequenos micróbios microscópicos; os vírus penetram nas plantas através de feridas. tal como as bactérias, são transportados para as plantas ornamentais.
    Os vegetais atacados (crisântemos, dálias, lírios, entre outros) apresentam folhas com pontuações amareladas e acabam por murchar. Os rebentos podem adquirir uma coloração avermelhada, sendo que o porte definhado aponta também para uma infecção por vírus. As viroses das plantas também não se conseguem curar, os vegetais atacados devem ir para o lixo.

    Ao contrário dos vírus e das bactérias, os fungos que vivem como parasitas também podem atacar as plantas sem haver necessariamente um portador.  O clima quente e úmido é propício ao desenvolvimento de micoses, com algumas exceções; as plantas ornamentais correm perigo quando estão muito juntas umas das outras e quando há uma má circulação de ar. O crescimento fraco e a nutrição em excesso (principalmente uma nutrição rica em azoto) também favorecem o ataque de fungos. As micoses podem atacar todas as partes das plantas: existem doenças nas raízes, apodrecimento do caule, doença das folhas e doenças linfáticas,  bem como lesões de fungos no tronco e nos ramos. Todas estas doenças requerem um combate especial. Quando é fortemente atacada, a planta deve ser destruída, mas quando o ataque ainda está no início, é possível retirar as partes doentes da planta e tratar as restantes partes de forma preventiva. Em todo o caso, a planta deve ser isolada.

    Doenças mais frequentes:
    - Oídio – o oídio reconhece-se pela camada branca localizada na página superior das folhas, entre outros locais, nos botões, rebentos e, eventualmente nas flores.
    - Míldio -
    típico do ataque de míldio é o bolor branco acinzentado nas folhas e manchas castanhas nas páginas inferiores das folhas.
    - Ferrugem parasitária - reconhece-se pelas pústulas amarelas ou cor-de-ferrugem, ocasionalmente alaranjadas, pelo armazenamento de esporos no verão nas páginas inferiores das folhas. Quando aumenta, as folhas atrofiam, murcham e a planta morre aos poucos.
    - Bolor cinzento – este fungo prejudicial frequentemente ataca também plantas em vasos. O aspecto danificado exterior traduz-se num bolor castanho-acinzentado e espesso, sendo que posteriormente aparecem manchas molhadas e apodrecidas nas folhas.

    Uma questão que o principiante de jardineiro de plantas de interior frequentemente se coloca a si próprio é como as pragas aparecem do dia para a noite nas plantas tão bem cuidadas. Mesmo o apreciador de plantas mais  experiente, que trabalha com mistura desinfetada e utensílios meticulosamente limpos, é por vezes surpreendido com aparições atacantes de bandos inteiros de pulgões, cochonilhas-verdes e cochonilhas-algodão ou aranhiços vermelhos, perguntando-se de onde vêm tão repentinos tormentos.
    A expressão “cair do céu” ou a resposta “do ar” parecem não ter qualquer significado, mas as expressões corretas. As pragas animais podem, de fato, vir do ar, tal como as bactérias, os vírus e os esporos de fungos; e, em determinadas circunstâncias, os nemátodos dos vasos são trazidos com a mistura, pois os seus ovos resistem normalmente às temperaturas elevadas, ou seja, à desinfecção.

    A seguir, apresentam-se individualmente os invasores desagradáveis do paraíso das plantas ornamentais:
    - Formigas – aparecem, sobretudo, quando há um ataque de pulgões, pois copiam a ” corda de mel ” deixada por estes, desaparecendo, normalmente, quando se eliminam os pulgões.
    - Bichos-de-conta - os caranguejos pequenos, oblíquos e cinzento-amarelados alimentam-se à noite das partes carnudas da planta.
    - Pulgões - estes insetos, contam-se entrea as pragas mais frequentes. Alimentam-se furando a corrente de seiva das folhas, dos botões, dos rebentos, das flores e até das raízes, extraindo as substâncias  nutritivas das plantas. Quase todas as plantas podem ser atacadas por pulgões.
    - Nemátodos - são vermes de 1 mm de comprimento e podem aparecer na mistura, no torrão da planta, na água, nos utensílios ou em invólucros de vasos e de plantas de barrica.
    - Cochonilhas – reconhecem-se pela sua carapaça castanha e alojam-se por baixo das folhas.
    - Cochonilhas-verdes e cochinilhas-algodão – estes insetos, sugadores de 3mm derivam seus nomes das secreções esbranquiçadas em forma de flocos de algodão que dão origem a filamentos pegajosos.É com este processo que se protegem e põem os ovos. As cochinilhas-algodão sugam a seiva das plantas, pelo que esta começa a adoecer.
    - Aranhiços vermelhos – estes animais, minúsculos grudam no tecido da planta, sugando a seiva. A teia cinzenta-esbranquiçada é muito típica e começa a cobrir toda a planta. As folhas atacadas ficam amareladas e secam.
    - Trípes – estes insetos pretos e brancos medem cerca de 2 mm. São descobertos pelo rastro que deixam de partes de folhas prateadas e brilhantes.
    - Moscas brancas - quando se agitam as folhas das plantas, elas fogem.
    - Cochonilhas da raíz – estes sugadores de raízes são temidos pelo jardineiro de plantas de interior, pois os seus danos são executados no oculto. As lesões que, no pior dos casos, causam a morte da planta, são normalmente descobertos demasiado mais tarde.

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    Fumagina

    folhas de ficusFumagina nas folhas de Ficus.

    A fumagina é uma doença que ocorre em vegetais, que tem como causa o desenvolvimento de fungos de coloração escura, sobre substâncias excretadas pelos pulgões.
    Afeta as plantas provocando a diminuição da fotossíntese, da respiração e transpiração.

    A doença apresenta-se como uma crosta espessa e negra cobrindo total ou parcialmente a parte dorsal das folhas e ramos e, são causadas pelo fungo chamado Meliola sp. e Capnodium sp. Esses fungos são aproveitadores, pois somente nascem e sobrevivme às custas de insetos Cochonilhas ou Pulgões. Estes insetos excretam fezes adocicadas sobre a qual se desenvolve a fumagina.

    Com o desenvolvimento da fumagina, a planta atacada fica toda recoberta o que dificulta a penetração do sol (fotossíntese) e a troca de gases com o ambiente. Isto pode causar a morte da planta.

    Não existe tratamento para a fumagina. O controle ou extermínio deste fungo deverá ser feito pelo controle dos insetos citados acima. Utilize inseticidas agregados a óleo mineral – para cochonilhas, ou somente inseticida para pulgões. Eliminando os insetos, a fumagina não tem como sobreviver. Ela seca e se desprende das folhas.

    As condições favoráveis são ambientes de extrema umidade, muito densos e/ou sombreados e plantas estressadas.

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    Hortensia

    Para controlar as pragas em suas plantas siga as orientações abaixo:
    · Plantar espécies ou variedades resistentes e adaptadas ao local e a época.

    · Respeitar os espaçamentos e época recomendados para cada espécie/variedade.

    · Quando realizar capina ou qualquer outro tipo de trato cultural, procure não danificar as plantas, já que um ferimento é a porta de entrada de patógenos.

    · Comece o trabalho sempre pelas sadias e termine o trato nas plantas doentes, para que não haja infecção.

    · Desinfeccione toda hora o material de colheita ou poda.

    · Evitar a monocultura, procurando plantar na mesma área espécies de forma e famílias diferentes.

    · Manter sempre o solo em boas condições.

    · Evitar o uso de produtos químicos, sem a devida orientação técnica.

    · Ao notar uma planta doente retire a parte infectada (folha, ramo etc.) Ou até mesmo a planta inteira e queime-a, para que não haja contaminação, após isso isole o local e plante outra espécie de família diferente.

    · Nunca deixe seu canteiro excessivamente irrigado, pois alta umidade e temperaturas altas, tornam o ambiente mais propício ao ataque de doenças.

    · Procure ter o maior número de espécies diferentes e sempre realizar rotação de culturas, evitando plantar em dois anos consecutivos uma mesma planta ou da mesma família, pois absorvem o mesmo nutriente do solo e a planta fica fraca e vulnerável a pragas e doenças, além de se ter no canteiro patógenos que sobrevivem no solo de uma ano para o outro.

    · Contra certas pragas plante em volta do canteiro por exemplo, cravo de defunto ou tagetes que mantêm os pulgões longe, hortelã que afugenta as formigas, e arruda contra lesmas.

    · Faça também todo ano tratamento de inverno (aplicação de caldas), para prevenir contra doenças e pragas, além de preparar a planta para a brotação, florescimento e frutificação.

    · Adquirir sempre mudas sadias.

    · Ao utilizar uma planta como matriz de mudas, observe se ela está isenta de doenças e pragas e com ótimo vigor, ou seja saudável.

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    Calorileya nigra

    Um grande número de pragas e doenças atacam as orquídeas, e embora boa parte delas não provoque danos consideráveis às orquídeas, acabam de certa forma lesionando alguma parte ou mesmo danificando esteticamente a apresentação das mesmas.

    É comum observar o aparecimento de pragas e doenças principalmente após a introdução de novas plantas em um orquidário. De certa forma estes problemas poderão ser evitados com a construção de um pequeno espaço, separado do orquidário e das demais orquídeas, onde as plantas serão introduzidas e assim isoladas do resto da coleção por algumas semanas. Durante esse período, devemos fazer aplicações de produtos com ação inseticida, acaricida e fungicida, espaçadas semanalmente, com pelo menos duas aplicações de cada um destes produtos, acabando assim com todos os focos de infestação.

    Um dos ataques mais comuns hoje em dia, e que provoca danos não tão consideráveis às orquídeas, principalmente nos gêneros Cattleya e Laelia, é o da Calorileya nigra, conhecida como vespinha negra.

    Na fase adulta apresenta coloração escura, com cerca de 2,5 mm de comprimento. Na sua fase larval são esbranquiçadas, ápodes e recurvadas, medindo de 2,0 a 2,5 mm de comprimento, quando completamente desenvolvidas.

    A vespinha negra ataca as extremidades das raízes, efetuando ali o seu ciclo evolutivo. Após o depósito das larvas nas extremidades das raízes, ocorre o desenvolvimento das mesmos, que por sua vez vão crescendo, ocorrendo assim a formação de galhas radiculares na região apical, ou seja,  o intumescimento no local de desenvolvimento destas larvas. O ciclo evolutivo completa-se em 50 a 60 dias e o adulto sai da raiz através de um orifício feito na galha, deixando assim espaço para a saída das novas vespinhas.

    Calorileya nigra 1

    Apesar de feias e deformadas, após algum tempo as raízes atacadas continuam o seu desenvolvimento normal, seguindo seu crescimento a partir das galhas formadas. Vale lembrar que em momento algum este problema corta a absorção de nutrientes através das raízes afetadas e que paralisa apenas temporariamente o crescimento das mesmas.

    Apesar de serem chamadas de vespinhas negras, não podemos confundir a Calorileya nigra com a Eurytoma orchidearum, que atacam apenas os brotos e novos pseudobulbos, também provocando o intumescimento no local de desenvolvimento das larvas, e principalmente na base dos pseudobulbos, provocando a morte desta parte afetada.

    Em geral as medidas preventivas são bem mais fáceis e que as de combate, e são as seguintes:
    - Manter não só o orquidário como também as plantas sempre bem limpas.
    - Evitar ter nos orquidários outros tipos de plantas ornamentais ou arbustos e árvores frutíferas.
    - Também é aconselhável a limpeza na parte externa dos orquidários, evitando acúmulo de lixo, xaxim velho, pilha de vasos, pois todos estes fatores servem de abrigo para insetos.
    - Limpar frequentemente as bancadas e paredes com solução a base de cloro.

    A partir do momento do aparecimento dos primeiros focos, o combate da Calorileya nigra pode ser feito através da extirpação da parte afetada, lembrado que é muito importante a incineração destas galhas extirpadas, para que assim combate das larvas e vespinhas que estejam dentro das galhas se torne efetivo. Todo esse procedimento não valerá nada se não houver a associação de um inseticida sistêmico, que poderá ser administrado em duas aplicações com intervalo de pelo menos 30 dias, para que assim dê o tempo necessário para o desenvolvimento, e consequentemente a eliminação das larvas ou vespinhas de dentro das galhas radiculares.

    folh

    hibisco_rosa
    As pragas e doenças que atacam os arbustos, praticamente são as mesmas que as das forrações, utilizando-se as mesmas medidas de controle. No entanto, em ataques mais severos podem ser usados produtos mais fortes, pelo fato de os arbustos apresentarem uma estrutura vegetal mais resistente que a das forrações.

    PRAGAS COMUNS EM ARBUTOS
    Praga –
    Ácaros
    Danos –
    Atacam flores, folhas e brotos, deixando marcas semelhantes à ferrugem. Diminuem o ritmo de crescimento, favorecendo a má formação de brotos e, em caso de grande infestação, podem matar a planta.
    Plantas atacadas – Azaléias, acalifas, cróton, entre outras.

    Praga - Cochonilha
    Danos - Insetos sugadores que roubam a seiva da planta, causando a má-formação de folhas e frutos e os brotos ficam encarquilhados.
    Plantas atacadas - A maioria dos arbustos pode ser atacada pelas cochonilhas. É comum a presença em azaléias e gardênias.

    Praga - Formiga saúva
    Danos - Em uma noite elas podem desfolhar todo um canteiro.
    Plantas atacadas - Grande parte dos arbustos está sujeita ao ataque.

    Praga - Lagarta
    Danos - As lagartas costumam enrolar-se nas folhas jovens e literalmente comem brotos, hastes e folhas novas, formando uma espécie de ‘teia’ para proteger-se.
    Plantas atacadas - Todas as plantas que possuem folhas macias estão sujeitas ao seu ataque.

    Praga - Lesma
    Danos - As lesmas e caracóis atacam brotos, botões e raízes. Podem comer a planta toda, matando-a.
    Plantas atacadas – Grande parte dos arbustos com folhas tenras.

    Praga - Pulgão
    Danos - Vivem sob folhas e brotos novos da planta, sugando a seiva, deixando-as amareladas e enrugadas. Podem transmitir doenças perigosas.
    Plantas atacadas - Ixora, camélia, gardênia, alamanda-arbustiva, entre outras.

    Praga - Tripes
    Danos - Atacam folhas, brotos, botões, flores e bulbos. Quando afeta a fase de botão, pode causar aborto da floração ou pétalas deformadas. As flores podem ficar com manchas descoradas.
    Plantas atacadas - Ataca azaléias, alamanda, camélia, hibisco, etc.

    DOENÇAS COMUNS EM ARBUSTOS
    Doença/Agente –
    Oídio
    Danos - Manchas brancas de aspecto aveludado. Com a evolução da doença, essas lesões se tornam grandes massas pulverulentas atingindo toda a extensão da folha, que, amarelece e murcha.
    Plantas atacadas - Azaléia, hortênsias.

    Doença/Agente – Ferrugem
    Danos – As plantas severamente atacadas perdem água rapidamente, tem a área fotossinteticamente ativa reduzida e morrem precocemente.
    Plantas atacadas – Camélias, ixora.

    Doença/Agente – Manchas de folhas por Alternaria
    Danos – Manchas necróticas pequenas em grande número.
    Plantas atacadas – Filodendros, hortênsia.

    Doença/Agente – Antracnose por Colletotrichum gleosporioides
    Danos - Necrose e queda do tecido foliar. Podem atingir grandes extensões da área foliar.
    Plantas atacadas - Filodendros.

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    Deve-se vistoriar o jardim periodicamente, como objetivo detectar a presença de pragas e/ou doenças.

    É necessário esclarecer que, quando se fala em pragas, está se referindo ao inimigo da planta de origem animal (pulgões, lagartas, cochonilhas, etc.), e em doenças, quando o inimigo da plantas é de outra origem (fungo, vírus e bactéria).

    Pulgões 2
    Pulgões

    PRAGAS
    O controle das pragas pode ser tanto preventivo quanto de ação direta, pela aplicação de defensivos agrícolas. Outra possibilidade é o uso de defensivos alternativos, de produção caseira, quase nada tóxicos e que têm se mostrado bastante eficientes no combate das pragas.

    a) Formigas: as espécies consideradas pragas em jardins e hortas são compostas pelas formigas cortadeiras: saúvas e quenquéns.

    Não existe ainda uma forma eficaz de se controlar naturalmente formigas cortadeiras. As iscas tóxicas (formicidas) são as mais eficientes no mercado, fáceis de aplicar, pouco tóxicas ao homem e de preço acessível.

    Sua utilização deve ser feita seguindo-se criteriosamente as instruções contidas no rótulo. Deve-se, ainda, respeitar a indicação de iscas para jardinagem amadora e para a agricultura. Esta última não pode ser utilizada na área urbana.

    b) Lesmas e Caracóis: normalmente atacam à noite, furando e devorando folhas, caules e botões florais, mas também podem atingir as raízes subterrâneas.

    Dicas: besouros e passarinhos são seus predadores naturais. Uma boa forma de eliminá-los é usar armadilhas feitas com “isca de cerveja” para atraí-los. Como fazer: tirar a tampa de uma lata de azeite e enterrá-la deixando a abertura no nível do solo. Colocar dentro um pouco de cerveja misturada com sal. As lesmas e os caracóis caem na lata atraídos pela cerveja e morrem desidratados pelo sal.

    c) Ácaros: parecem pequenas aranhas vermelhas, sendo de tamanho microscópico. O sinal de que a planta está sendo atacada é o aparecimento de minúsculas teias prateadas na parte de baixo das folhas. Todas elas podem matar suas plantas, mas antes deixam as folhas manchadas e enroladas.

    d) Pulgões: podem ser pretos, marrons, cinzas e até verdes. Alojam-se nas folhas mais tenras, brotos e caules, sugando a seiva e deixando as folhas amareladas e enrugadas. Em grande quantidade podem debilitar demais a planta e até transmitir doenças perigosas. Os pulgões costumam atacar, principalmente, as plantas de hastes e folhas macias. Precisam ser controlados logo que aparecem, pois multiplicam-se com grande rapidez.

    Dicas: as joaninhas são seus predadores naturais. Um chumaço de algodão embebido em uma mistura de água e álcool em partes iguais ajuda a retirar os pulgões das folhas. Essa operação pode ser feita semanalmente. Recomenda-se também a aplicação de calda de fumo ou macerado de urtiga.

    e) Cochonilhas: são insetos minúsculos, geralmente marrons ou amarelos, que alojam-se principalmente na parte inferior das folhas e nas fendas. Além de sugar a seiva da planta, as cochonilhas liberam uma substância pegajosa que facilita o ataque de fungos, em especial, o fungo fuliginoso.

    Dicas: as joaninhas também são seus predadores naturais, além de certos tipos de vespas. A calda de fumo e a emulsão de óleo são métodos naturais bastante eficientes para combatê-las. Deve-se evitar o uso de controle químico, mas, quando necessário, nos casos extremos, normalmente são usados óleo mineral e inseticida organofosforado.

    f) Moscas-brancas: são insetos de coloração branca. Não é difícil notar a sua presença: ao esbarrar numa planta infestada por moscas-brancas, ocorre uma pequena revoada de minúsculos insetos brancos.

    Dica: é difícil eliminá-las; por isso, muitas vezes, é preciso aplicar insetidas específicos. Quando o ataque é pequeno, o uso de plantas repelentes – como tagetes ou cravo-de-defunto (Tagetes sp.), hortelã

    (Mentha sp.), calêndula (Calendula officinalis), arruda (Ruta graveolens) – costuma dar bons resultados.

    g) Lagartas: fáceis de serem reconhecidas, as lagartas costumam enrolar-se nas folhas jovens e literalmente comem brotos, hastes e folhas novas, formando uma espécie de “teia” para proteger-se.

    Dicas: caso não apresente um ataque maciço (quando é indicada a aplicação de um lagarticida biológico, facilmente encontrado no mercado), o controle das lagartas deve ser manual, ou seja, devem ser retiradas e destruídas uma a uma. A calda de angico ajuda a afastar as lagartas e não prejudica a planta. O uso de plantas repelentes, como a arruda, pode ajudar a mantê-las afastadas. Aves e pequenas vespas são suas “inimigas” naturais.

    h) Percevejos: são mais conhecidos como “marias-fedidas”, pois exalam um odor desagradável quando se sentem ameaçados. Seu ataque costuma provocar a queda de flores, folhas e frutos, prejudicando novas brotações.

    Dicas: vespas são seus predadores naturais. Devem ser removidos manualmente, um a um. Se o controle manual não for eficiente, a calda de fumo pode funcionar como um repelente natural.

    i) Tatuzinhos: muito comuns nos jardins com umidade excessiva, são também conhecidos como “tatus -bolinha”, pois enrolam-se como uma bolinha quando são tocados. Vivem escondidos e alimentam-se de folhas, caules e brotos tenros, além de transmitir doenças às plantas.

    Dicas: evitar a umidade excessiva em vasos e canteiros; devem ser retirados manualmente e eliminados um a um.

    j) Nematóides: são “parentes” das lombrigas e atacam as plantas pelas raízes. As plantas afetadas apresentam raízes grossas e cheias de fendas. Num ataque intenso, provocam a morte do sistema radicular e, conseqüentemente, da planta.

    Algumas plantas dão sinais em sua parte aérea, mostrando sintomas do ataque de nematóides: as dálias, por exemplo, podem apresentar áreas mortas, de coloração marrom, nas folhas mais velhas.

    Dicas: o melhor repelente natural é o plantio de tagetes (o popular cravo-de-defunto) na área infestada. Se o controle ficar difícil, deve-se eliminar a planta infestada do jardim, para evitar a proliferação.

    fungos-plantaFungos

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    Thysanoptera

    Thysanoptera é uma ordem de insetos, chamados genericamente de tripes. São insetos pequenos, variando de 0,5 a 13 mm, de cor escura na fase adulta. A sua principal característica morfológica são as asas do tipo franjada ou asas franjadas.

    Características
    Além do tamanho diminuto, que nos adultos varia de 0,5 a 14 mm de comprimento, os tripes caracterizam-se por apresentarem um aparelho bucal do tipo picador-sugador assimétrico, formado por uma única mandíbula, a esquerda. A coloração dos adultos é muito variável. Existem espécies de cor escura, castanha, amarela, alaranjada e também esbranquiçada.

    Devido a essa plasticidade no seu hábito alimentar, estes insetos ocupam um número variado de habitats, tais como: flores e folhas de inúmeras espécies vegetais, cascas de árvores, em galhas produzidas por eles ou por outros insetos. Podem também estar associados à ninhos de pássaros e mamíferos, ou ainda à formigueiros e cupinzeiros.

    É uma praga muito comum em Ficus. Em alguns lugares do Brasil o seu é muito conhecido como Tripes ou lacerdinhas, atacam muito as folhas dos fícus, fazendo com que elas venha a enrolar/dobrar, onde os lacerdinhas se multiplicam e danificando todas as folhas.

    Como combater: A melhor maneira para combater seria inseticida para plantas, aplicar nas folhas todas e depois de 10 minutos retirar as folhas que estão fechadas e depois de 1 mês fazer nova aplicação e sempre fazer o controle para ele não voltar.

    birds

    tuia

    Alguns sintomas
    - Estado da planta é de aparência muito debilitada. Deficiência de micronutrientes, principalmente ferro.
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    Morte das gemas apicais (Ponteiros), amarelamento das nervuras das folhas. Falta de cálcio.
    - Folhas mais velha ficam amareladas e o pecíolo apresentar tons arroxeados. Falta de enxofre.
    - Pouca floração, folhas escuras. Falta de fósforo.
    - Amarelamento das nervuras das folhas, começando pelas mais velhas. Falta de magnésio.
    - Bordos das folhas apodrecidos, caule fino e fraco. Falta de potássio.

    Outros sintomas
    * Sintomas: Folhagem murcha, terra seca.
    Causa: Falta de água
    Tratamento sugerido: Retire a planta do sol, vaporize a folhagem; depois de uma hora mergulhe a planta numa bacia molhando o substrato por imersão. Leve o bonsai para um local sombreado por alguns dias.

    * Sintomas: Folhagem que murcha seguidamente e terra que seca muito rápido ou escorre pelas bordas (água não penetra no solo).
    Causa: Excesso de raízes
    Tratamento sugerido: Troque a terra imediatamente. Pode as raízes e use um vaso um pouco maior se necessário. Vaporize a folhagem.

    * Sintomas: Folhas murchas e terra úmida.
    Causa: Raízes apodrecidas
    Tratamento sugerido: Retire a planta do vaso, limpe as raízes com jato de água ou mergulhe repetidas vezes numa bacia d’água; corte as raízes apodrecidas. Reenvase em composto com muita areia.

    * Sintomas: Galho que muda subitamente de cor.
    Causa: Vírus
    Tratamento sugerido: Corte as áreas afetadas, esterilize as ferramentas usadas de modo a não contaminar outras plantas.

    * Sintomas: Folhas e veios amarelados.
    Causa: Deficiência mineral
    Tratamento sugerido: Aplique um fertilizante mineral que inclua ferro, manganês, zinco e magnésio

    * Sintomas: Topo do bonsai está com folhas queimadas e secas.
    Causa: Sol muito forte
    Tratamento sugerido: Retire a planta do sol, levando-a para um local mais sombreado; vaporize a folhagem.

    * Sintomas: Galhos baixos do bonsai estão secando, não desenvolvem folhas novas.
    Causa: Falta de sol (luminosidade) nos galhos inferiores
    Tratamento sugerido: Pode o topo do bonsai eliminando o excesso de folhas, gire o vaso de vez em quando, faça uma leve fertilização, mantenha o topo com pouca folhagem.

    * Sintomas: Coníferas com verde pálido, pouca brotação anual.
    Causa: Ácaros ou cochonilhas
    Tratamento sugerido: Aplique um inseticida mineral ou orgânico, pode os galhos com excesso de folhagem, coloque em local ensolarado.
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    roseira

    As roseiras são flores lindas para decorar um jardim, mas por vezes são atacadas por pragas e doenças que convém resolver rapidamente. Para as roseiras manterem sempre um aspeto magnífico, é necessário que sejam cuidadosamente tratadas. Conheça quais são os problemas mais comuns que afetam as roseiras e como resolvê-los.

    Das pragas e doenças principais que podem afetar as roseiras, destacam-se os seguintes:
    A Mancha Negra
    Nas roseiras, a Mancha Negra começa a manifestar-se quando as franjas das folhas menores adquirem uma coloração preta e acastanhada que vai levar à sua queda. Os seus sintomas principais revelam-se na parte inferior das plantas e, com o passar do tempo, acabam por se espalhar pelo corpo todo. Este fungo é muito comum nas épocas de clima quente e úmido e, como tal, é necessário prevenir-se de uma forma a tempo e conveniente.
    Como tratar a Mancha Negra
    Se o seu jardim estiver afetado, é necessário livrar-se de todas as folhas que já possam estar contaminadas, para que estas não contagiem as restantes. Posteriormente, deve utilizar um spray de óleo de sódio e pulverizar as roseiras com o intuito de protegê-las e salvaguardar de outros eventuais ataques.

    O Oídio
    O Oídio apresenta manchas de filamentos brancos de fungos e esporos que deformam as folhas das plantas, os novos brotos e os respectivos caules. Trata-se de um fungo muito peculiar que se fortalece com o ar úmido mas, ao contrário de outros fungos ou doenças que afetam as rosas, este precisa de folhagem seca para se estabelecer e atacar.
    Como tratar o Oídio
    Para se livrar do Oídio e cuidar corretamente da saúde das suas plantas, deve regá-las com regularidade. Contudo, tenha em atenção que a rega deve ser efetuada de cima para baixo, preferencialmente na parte da manhã, de modo a retirar todos os esporos fúngicos e a reduzir ao máximo a possível infecção. Para os casos mais graves, é necessário aplicar um fungicida próprio sobre as plantas afetadas, como o triforine ou benomyl. Estes produtos podem ser adquiridos numa casa de jardins especializada e são fáceis de utilizar.

    A ferrugem
    A ferrugem é um dos problemas principais que afeta a saúde e o bem-estar de uma roseira. Ela começa a ser notada quando as folhas ganham pequenas manchas amarelas nas laterais e na sua superfície. Em casos mais avançados de ferrugem, as folhas amarelas não conseguem recuperar a sua pigmentação inicial e acabam por cair. Tenha em atenção que os dias quentes, as noites frias e a umidade incentivam o aparecimento desta doença fúngica que se propaga pelos esporos.
    Como tratar a ferrugem
    Quando as folhas com ferrugem caem no chão, elas devem ser imediatamente recolhidas, caso contrário a grama do jardim pode ficar queimada e a terra de cultivo pode perder os seus nutrientes principais. Para que isso não aconteça, faça uma manutenção regular do seu jardim e retire todas as folhas que apresentem qualquer sinal de ferrugem. Durante a estação de crescimento, deve aplicar um spray de enxofre, um fungicida ou um pesticida orgânico para que a planta possa crescer de uma forma saudável e consistente, sem qualquer vestígio de ferrugem.

    Os afídeos
    Os afídeos são pequenos agrupamentos de insetos de cor verde, vermelha, rosa ou preta que se encontram na superfície e nas laterais das novas folhas e brotos de uma planta. Existem cerca de 250 espécies distintas e a sua forma de atuação passa por absorver a seiva das plantas, servindo como vetor de transmissão do vírus.
    Como tratar os afídeos
    Os afídeos são uma das pragas que mais preocupam os agricultores e silvicultores, uma vez que afetam diretamente o rendimento das plantas, retirando-lhes a sua seiva. A saúde dos caules, folhas, flores, frutos e das raízes fica seriamente comprometida e daí podem resultar inúmeros prejuízos. Para infestações mais pesadas, é necessário aplicar um jato forte de água ou pulverizar a planta com água e sabão, com o intuito de desalojar a respectiva praga.

    Os ácaros
    Os ácaros são insetos praticamente invisíveis que se situam nas extremidades das plantas e, na maioria das vezes, a sua presença só é notada pela existência de teias muito delicadas. À semelhança dos afídeos, eles absorvem a seiva das plantas e ao fazê-lo as folhas adquirem uma tonalidade amarelada.
    Como tratar dos ácaros
    Os ácaros representam uma grande ameaça para a saúde humana, uma vez que são os principais responsáveis por quadros de alergia respiratória como a rinite alérgica e a asma. Para que isto não se suceda, é fundamental pulverizar as folhas das plantas com água logo no início da manhã. Para as grandes infestações de ácaros, é necessário pulverizar as plantas com um inseticida de água e sabão ou óleo de verão.

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