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Posts com tag ‘medicinais’

Poejo

1 – Um mesmo nome popular pode se referir a várias plantas diferentes.

2 – Uma mesma espécie (planta) pode ter vários nomes populares ou científicos.

3 – Para um mesmo mal ou doença existem várias plantas indicadas.

4 – As plantas e ervas medicinais, mesmo sendo medicamentos naturais, podem intoxicar, cegar, provocar coma e até matar!

5 – Todas as plantas têm mais de um princípio ativo. Algum dos princípios ativos pode ser contra indicado para o usuário.

6 – As informações deste site têm apenas os fins educacional, de pesquisa e de informação. Elas não devem ser usadas para diagnosticar, tratar, curar, mitigar ou prevenir qualquer doença muito menos substituir cuidados médicos adequados.

7 – Consulte sempre um especialista!

8 – Tome cuidado especial ao manusear ervas e as mantenha longe das crianças.

folha

manjericão

Em interiores, as ervas necessitam de leve movimentação de ar. Você pode obtê-la deixando uma fresta da janela aberta durante duas horas por dia. Contudo, convém ter cuidado, pois, combinada com uma porta aberta, a fresta da janela forma uma corrente de ar, que resseca os brotinhos da planta e impede o seu posterior desenvolvimento.

Multiplicação
Geralmente as ervas multiplicam-se por meio de sementes ou, então, por estaquia de galhos. A vantagem das estacas é que elas podem ser plantadas em recipientes mais rasos, pois desenvolvem suas raízes mais perto da superfície.

Seja qual for o método de multiplicação empregado, nunca encha inteiramente o vaso com o substrato (partes iguais de terra, areia e composto orgânico): deixe 2 cm de borda para facilitar as regas. E nunca se esqueça de revestir o fundo do vaso com pedrinhas para facilitar a drenagem.

Recipiente
As qualidades exigidas de um bom recipiente para o cultivo são: resistência ao ressecamento e umidade e aspecto decorativo. Os vasos comuns de barro geralmente são satisfatórios; mas nada impede que você mande fazer vasos com outros materiais.

Se você for aproveitar um vaso velho, não deixe de lavá-lo muito bem. Vasos novos de materiais porosos, como os de barro, precisam ficar de molho a fim de absorverem umidade; caso contrário, poderão assimilar toda a água do substrato. Se você, mesmo dispondo de pouco espaço, quiser plantar várias espécies de ervas num único recipiente grande, lembre-se de que ele precisa de buracos de drenagem correspondentes ao seu tamanho.

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vinca

Presente em bordaduras, maciços em praças e canteiros e jardineiras, a vinca (Catharanthus roseus) é um arbusto semi-herbáceo vindo da ilha de Madagascar, na África. É uma planta eminentemente tropical mas que tolera climas subtropicais e amenos, desde que a temperatura não desça abaixo de 5º Celsius e que o clima não seja quente e úmido.

Os paisagistas urbanos gostam da vinca por ser volumosa e ter floradas praticamente o ano todo. Versátil, adapta-se à jardineiras bem cuidadas, trilhas e espaços verdes em prédios e chácaras. Suas flores são pequenas e tem diâmetro máximo de 5 cm. Com cinco pétalas e halo (o pequeno círculo colorido no centro da flor) com tons diversos, as flores da vinca são um pequeno delírio colorido, graças às tonalidades róseas, brancas, vermelhas, roxas e alaranjadas.

O solo onde a vinca ficará precisa ter matéria orgânica em abundância e ser bem drenado, arenoso até, porque o excesso de água é prejudicial à vinca. As regas, portanto, devem ser leves, apenas para umedecer o solo. O ambiente precisa estar a pleno sol; a reprodução e propagação é feita principalmente por sementes.

A vinca pode atingir até 50 cm de altura por ser muito ramificada;  em suas hastes pendem folhas verde-brilhante em forma de elipse e com nervuras muito aparentes, auxiliando na composição ornamental do arbusto.

Os alcalóides (substâncias produzidas especialmente por plantas com diversos usos fármacos e terapêuticos) que a vinca produz, a vincristina e a vimblastina, são amplamente estudados pela comunidade científica por conta de sua eficácia no combate terapêutico de diversas doenças, como o câncer (os dois alcalóides são usados em quimioterapias), diabetes e malária. O processo de extração destas substâncias é muito caro pois para isolar uma grama de vimblastina são necessários 500 kg de folhas de vinca, por isso muitos especialistas debruçam-se em seus microscópios para tentar otimizar sua produção.

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erva carpinteiro
Também chamada mil-em-rama, mil-folhas, mil-folhada, erva–dos-cortadores, erva-dos-golpes, erva-dos-militares ou erva-dos–soldados, a erva-carpinteiro ou erva-dos-carpinteiros, que na França é conhecida também sob o nome de pestana-de-vênus, é uma planta composta, silvestre, muito comum ao longo dos caminhos. Suas flores brancas ou rosadas são dispostas em corimbos, em forma tubular no centro e como linguetas em redor dos capítulos. As folhas, como o nome indica, são profusamente divididas, o que dá a ilusão de serem múltiplas. As diversas partes da planta, flores e raízes exalam um odor alcanforado muito aromático, com sabor amargo e adstringente. Ê um bom tônico, excitante e diurético. A infusão preparada com 25 a 30 g da planta, por litro de água, é empregada nos casos de regras difíceis e na debilidade geral. É recomendada igualmente contra as doenças dos nervos.

O cultivo da erva-carpinteiro
As sementes da erva-carpinteiro crescem facilmente e prosperam na maioria dos solos pobres, com exceção do solo encharcado. O excesso de estrume, fertilizantes ou sombra pode fazer com que as hastes da planta se desenvolvam fracas. Deve ser cultivada em sol pleno, onde ela melhor se desenvolve, solo ligeiramente ácido, embora algumas espécies prefiram um pH de solo mais alto.

A planta floresce todo o Verão e Outono. Para garantir a continuação das flores é necessário remover as flores semimortas. A erva-carpinteiro é capaz de atrair muitas espécies de borboletas ao jardim, juntamente com algumas espécies de joaninhas. A erva-carpinteira se descartada em uma pilha de compostagem acelera a decomposição. Quando ela é cultivada, ajuda as plantas em volta a ficarem mais resistentes à doenças e pragas.

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Melissa

Nome científico: Melissa officinalis L.
Nome comum: melissa; erva-cidreira verdadeira, cidrilha e melitéia.

Planta perene, pertencente a família das Labiadas. Nativa em Portugal e na Ilha da Madeira, sendo também encontrada em áreas submontanhosas do sul e centro da Europa, na região do Mar Mediterrâneo, na Ásia e norte da África, na Espanha e na Itália. É típica de climas temperados, mas quentes.

Os caules, ramificados a partir da base, formam touceiras. As folhas são de um verde intenso na parte superior e verde-claro na parte inferior. As flores, quando surgem, são brancas ou amareladas, podendo se tornar rosadas com o passar do tempo. Toda a planta emana um odor semelhante ao do limão, que se torna mais intenso depois que a planta seca. Sempre se acreditou nos poderes calmantes da melissa. Acredita-se que a melissa apresenta inúmeras propriedades medicinais: é usada para diminuir gases e cólicas, estimula a transpiração, é calmante, sedativa, digestiva, age contra a insônia, enxaqueca, tensão nervosa, ansiedade e ajuda nos casos de traumatismo emocional.
Suas folhas medem de 5 a 8 cm de comprimento, são pecioladas, opostas, ovais, com nervuras bem salientes, coloração verde-escura na face superior e verde-clara na inferior.

Floração: ocorre entre a primavera e o verão.

A melissa não deve ser confundida com o capim chamado erva-cidreira ou capim -limão ou ainda capim-cidreira. Também não deve ser confundida com a chamada melissa-bastarda, planta muito semelhante à melissa. Sua finalidade é para uso aromático e medicinal.

Partes da planta utilizadas
Uso medicinal: sumidades floridas e as folhas. As propriedades medicinais se devem ao óleo essencial e outras substâncias.

Cultivo
Clima:
deve ter seu plantio renovado a cada quatro anos em climas com temperaturas médias de 20 0C. Necessita de luz plena ou sombreamento parcial. É sensível a geadas.

Plantio: por sementes, divisão das touceiras e por estaquia. A propagação por sementes pode ser feita em sementeiras para obtenção de mudas ou no local definitivo da cultura. As sementes devem ser plantadas bem próximas à superfície do solo. As mudas devem ser transplantadas quando atingirem a altura de 10 cm.

Espaçamento: entre fileiras, utiliza-se geralmente espaço mínimo de 50 a 60 cm; e entre uma planta e outra na mesma linha, distância mínima de 40 cm.

Solo: a melissa se desenvolve melhor em solos férteis, ricos em matéria orgânica, com boa umidade e profundos.

Preparo e adubação do solo: o preparo consiste em aração e gradagem. Quanto a adubação química e calagem, a recomendação é feita tendo-se por base o resultado de análise do solo. Como fonte de matéria orgânica pode-se adicionar ao solo, esterco curtido na proporção de 20 a 30 toneladas por hectare.

Tratos culturais: realizar o controle das plantas daninhas; irrigar e drenar o solo sempre que necessário.

Multiplica-se por meio de sementes, divisão de touceiras ou por estaquia. A divisão de touceiras deve ser feita de preferência na primavera e, no momento do plantio, as partes retiradas da planta-mãe devem ser enterradas com cerca de 5 cm de profundidade. Na divisão de cada planta, deve-se dividir também o rizoma. Em geral, a planta necessita de muita luz solar, mas deve-se evitar o excesso de calor.

A melissa pode se desenvolver também em locais parcialmente sombreados, protegidos contra geadas e frio excessivo. Para ter sucesso no cultivo, recomenda-se usar solos ricos em matéria orgânica, com boa umidade, porém drenados e sem encharcamentos. A adubação, com fertilizantes como esterco curtido ou composto orgânico, deve ser repetida a cada ano.

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hortelã

A hortelã, ou Mentha spicata, é uma das espécies de plantas mais famosas do gênero Mentha no Brasil, isso graças ao fato que esta planta combina uma enorme facilidade de cultivo com grande utilidade para o ser humano.

Utiliza-se da hortelã para a produção de chás com propriedades medicinais, que além de ajudarem no tratamento de doenças intestinais e respiratórias, possuem um excelente sabor refrescante, o que é um grande benefício quando é necessário fazer com que crianças tomem a bebida.

Além das suas utilidades na elaboração de diversos chás e aromas benéficos à saúde, a hortelã pode ser utilizado na culinária, servindo de tempero para carnes e sopas, principalmente em pratos de origem árabe, como o quibe cru.

Onde e Como Plantar
Esta é uma planta muito resistente à variação térmica e que necessita de pouco espaço para ser cultivada, dois fatores que facilitam muito a escolha de um local para plantá-la. Normalmente utiliza-se pequenas jardineiras ou cantos livres do jardim debaixo da sombra de outras árvores para o cultivo da hortelã.

Quanto ao solo, devemos enriquecê-lo de nitrogênio para que esta herbácea cresça mais rapidamente, o que pode ser feito através da adição periódica de adubo orgânico ao solo.

Como Cuidar
Não é necessário muito trabalho para cultivar hortelã, apenas evite deixar o solo se ressecar, uma vez que esta planta não sobrevive à estiagem, e mantenha as moitas sempre limpas, removendo folhas mortas ou outras sujeiras que podem abafar a hortelã e favorecer o aparecimento de doenças. Para utilizar a planta, basta colher as folhas que estiverem “maduras”, isso é, grandes e verdes.

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Normas gerais para a colheita
Não se deve colher plantas medicinais enquanto estiverem molhadas de chuva ou orvalho, pois o excesso de umidade retarda a secagem e favorece a decomposição das substâncias ativas, inutilizando a planta.

Na colheita de folhas, flores e ramos deve-se usar tesouras ou facas bem afiadas, para que o corte seja preciso e a plana não fique machucada.

Para a colheita de raízes, rizomas e bulbos devem-se usar enxadas, enxadões ou pás.

Para a colheita de cascas usa-se um facão ou, quando possível, a própria mão, sempre nas horas mais secas do dia.

A colheita de frutos, vagens e sementes deve ser feita com uma tesoura ou faca afiada, ou mesmo com a mão.

Para o transporte das ervas colhidas usam-se, de preferência, balaios e caixas bem arejados. Sacos plásticos não são recomendáveis, pois impedem a ventilação, favorecendo o aparecimento de fungos e a conseqüente inutilizarão das plantas.

Ao serem colhidas, as plantas não devem ser dispostas em muitas camadas, para que não estraguem.

Se o sol surgir de forma intensa durante a colheita, devem-se proteger imediatamente as plantas já colhidas, para que não se percam as substâncias mais voláteis.

Evitar a mistura de ervas durante a colheita e antes da secagem, para que mantenham puras as suas características sutis.

Deve-se fazer uma seleção básica durante a própria colheita, sempre que possível. Evitar, por exemplo, plantas doentes, com manchas, terra, poeira ou gases expelidos por veículos.

Evitar colheitas na proximidade de áreas onde se usam defensivos agrícolas (herbicidas, fungicidas, inseticidas, etc.).

Evitar lavar as plantas após a colheita, à exceção de raízes e rizomas, pois isso pode danificá-las.

Evitar o armazenamento e o transporte das ervas colhidas junto de produtos químicos que as possam contaminar.

Armazenar as plantas ao abrigo da luz direta, umidade e poeira, enquanto se aguarda a secagem.

Época da colheita
A época exata da colheita de uma planta medicinal depende diretamente dos seus ritmos vitais. Isso varia de acordo não só com a espécie, mas também com a parte da planta que se quer usar.

Como normas gerais valem as seguintes indicações:
Raízes, tubérculos, bulbos e rizomas
Colhem-se no fim do ciclo da planta, quando suas partes aéreas (folhas, flores e sementes) começam a secar e antes que brotem novamente.

Hastes, caules e ramos
Colhem-se quando estão bem desenvolvidos, antes da formação dos botões florais, pois estes consomem parte de seus princípios ativos.

Flores
Colhem-se um pouco antes do seu pleno desenvolvimento, antes que comecem a definhar e produzir sementes.

Inflorescências
Colhem-se no início do desabrochar das flores e antes que se abram totalmente.

Cascas
Colhem-se da planta adulta, após seu período de floração e frutificação, quando ela entra em repouso.

Frutos carnosos
Colhem-se pouco antes de sua maturação completa.

Sementes
Colhem-se quando estão bem maduras, ao começarem a secar.

Ervas inteiras
Colhem-se quando já se iniciou a formação e a abertura dos botões florais, porém antes que as flores se abram totalmente.

Hora da Colheita
A hora em que se faz a colheita de uma planta medicinal acentua ou restringe a sua ação terapêutica.

Geralmente o melhor período para se efetuar a colheita é pela manhã, após a evaporação total do orvalho da noite.

Nos dias ensolarados e quentes deve-se colher no final da tarde, principalmente as plantas aromáticas, pois o excesso de calor favorece a perda de seus princípios aromáticos, facilmente voláteis.

Nos dias nublados, porém bem secos, pode-se realizar a colheita a qualquer hora do dia, após a evaporação do orvalho.

Algumas ervas devem ser colhidas em noites de lua, pois a energia refletida em sua luz pode acentuar certos aspectos da atuação da planta e encobrir outros.

Natureza

rooibos

Rooibos é um arbusto membro da família de plantas dos legumes.  A planta é usada para fazer uma infusão (chá).

A infusão de rooibos é chamada chá de rooibos, chá de arbusto (esp. no sul da África), chá de arbusto vermelho (esp. no Reino Unido), chá vermelho da África do Sul (esp. nos EUA) ou chá vermelho. O produto tem sido popular no sul da África por muitas gerações e está sendo consumido agora em muitos países. Algumas vezes é escrito rooibosch de acordo com a etimologia da língua holandesa, mas “roy-boss” mantêm-se como a pronúncia moderna mais comum.

Produção
O rooibos é cultivado apenas numa pequena área no Cedarberg da província do  Cabo Ocidental  na  África do Sul .  Geralmente as folhas são oxidadas em processo referido frequentemente, embora de maneira incorreta, como fermentação, por semelhança com a terminologia da produção de vinho.

Esse processo gera a distintiva coloração vermelho-marrom do rooibos e amplifica o sabor. O rooibos “verde” não oxidado também é produzido, mas, como é processo mais complicado (similar ao método de obtenção do chá verde), faz com que esse produto seja mais caro que o rooibos tradicional.

Utilização
Na África do Sul é mais comum beber-se o chá de rooibos com leite e açúcar, mas em outros lugares a bebida é geralmente degustada sem esses complementos. O sabor do chá de rooibos é com frequência descrito como doce (sem adição de açúcar) e com indícios de amêndoas no palato.

O rooibos pode ser preparado da mesma forma que o chá preto, que é o método mais comum. Diferentemente do chá preto, entretanto, o chá de rooibos não se torna amargo quando deixado em infusão por longo tempo; às vezes esse chá é deixado em infusão por vários dias. O chá de rooibos possui coloração marrom-avermelhada, daí o epíteto ocasional de “chá vermelho”.

Vários cafés na África do Sul passaram a vender red expresso  (expresso vermelho) , que é o rooibos concentrado servido e apresentado no estilo do espresso comum (que normalmente é à base de café). Isso deu origem a variações de café baseadas em rooibos tais como os leites vermelhos e os cappuccinos vermelhos. O chá gelado feito de rooibos também foi recentemente introduzido na África do Sul e na Austrália como o “Red Tea, Rooibos & Guarana” da Lipton.

Benefícios nutricionais para a saúde
O rooibos tem-se tornado popular nos países do hemisfério ocidental particularmente entre os consumidores preocupados com a saúde, devido ao alto nível de antioxidantes como aspalatina e notofagina, e também pela baixa concentração de cafeína e seus níveis baixos de tanino, comparados com aqueles do chá preto tostado ou do chá verde.

O rooibos é considerado como coadjuvante em casos de tensão nervosa, alergias e problemas digestivos. Os usos medicinais tradicionais do rooibos na África do Sul incluem-no como remédio para cólicas infantis, alergias e problemas dermatológicos e de asma. O rooibos “verde” tem maior valência como antioxidante do que o rooibos tostado (oxidado).

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Alecrim

alecrim

Nomes Populares: Alecrim, rosmarino, erva da recordação.
Nome Científico: Rosmarinus Officinalis / família Labiadas

Origem Sua origem remonta às praias do Mediterrâneo (o nome rosmarinus vem do latino que significa “o orvalho que vem do mar”, devido ao cheiro das flores vegetando à beira mar). . Carlos Magno obrigava os camponeses a cultivá-lo. Foi companheiro dos portugueses nas Entradas e Bandeiras. Antigamente queimava-se caules de alecrim para purificar o ar do quarto de doentes em hospitais.

Características e Cultivo: Arbusto rústico e persistente, atinge até 1,5 m de altura, com folhas resinosas, coriáceas, lineares e verde-escuras. O caule, quadrado, torna-se lenhoso à partir do segundo ano. Locais ensolarados, companheira da sálvia, brócoli e couve, atrai abelhas e repele moscas da cenoura. Solo drenado e permeável, vai bem mesmo nos pedregosos. Flores agrupadas em inflorescências nas extremidades dos caules, de cor azul violáceo ou rosa. Floresce na Primavera e no Outono.

O alecrim é indicado para dores reumáticas, ciáticas, lumbagos, contusões entorses e distensões. Se for utilizado como infusão, serve para lavar as feridas e as chagas da pele. Internamente é utilizado tomando 3 ou 4 quatro chávenas por dia antes das refeições. Serve de tânico e aperitivo, é estimulante e anti-espasmódico.

É um arbusto muito exigente em termos de luz suportando bem altas temperaturas sendo os 15ºC e os 35ºC a temperatura ideal para este se desenvolver.

O solo tende a ser pouco exigente mas convém remexer o solo periodicamente para manter a planta em condições de cultivo ótimas e evitar o aparecimento de mais ervas. Se for cultivada em vaso, solte periodicamente um pouco o substrato superficial.

Orientações para plantação
- Cultivar no vaso original.

- Indicado para cultivo em vaso ou jardineira com uma largura mínima de 10 cm, comprimento 10 cm e altura 10 cm.

- Não é susceptível de se desidratar, deve estar num estado de umidade constante, sobretudo nas épocas mais quentes.

- A Rega frequente, mas em pequenas quantidades.

- Se for cultivado em vaso ou jardineira é necessário observá-lo mais frequentemente, dado que se desidrata com mais frequência, sobretudo no Verão.

No momento da colheita da planta, pode-se optar pela flor para infusões ou então colher os caules e as folhas.

Os ramos podem ser cortados em qualquer altura se se tencionar utilizá-los frescos (na cozinha para guisados, para aromatizar).

Devem-se cortar os ramos quando a planta estiver prestes a florescer. Deixam-se a folhas e flores a secar à sombra e guardam-se em recipientes herméticos, em ambiente seco e escuro.

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aneto

Nomes Populares: Aneto, endro ,dill – a erva calmante, funcho bastardo, anega.

A origem do nome Dill provém de antiga palavra nórdica que significa “dormir”; vem do mediterrâneo e sul da Rússia, África e Ásia. Egípcios descreveram como calmante, na Idade Média era preferido na proteção contra a bruxaria; conhecida na Nova Inglaterra como meeting seeds, semente das assembléias, pois durante os longos sermões as mães davam às crianças. Na Grécia faziam coroas para os heróis. Nos tempos bíblicos era usada no pagamento de taxas com o hortelã e o cominho. No séc XIII serviam após comidas pesadas para assentar.

Partes usadas: Folhas e flores.

Características e Cultivo: Planta anual e rústica, com 20 a 60 cm de altura. Folha aromática, plumosa, com segmentos filiformes e azul esverdeados. O caule é oco, estriado, ramificado e azul-esverdeado. As flores são muito pequenas, fortemente aromáticas e amarelas, dispostas em umbelas, desabrochando em meados do verão.

Clima temperado até 600 metros de altitude. Deve ser protegida dos ventos, mas deve ser plantada em local arejado e ensolarado.

Solo bem drenado, argilo-arenosos, levemente ácidos; pulgões costumam atacar; companheiro do repolho e alface, mas não aceita cenouras por perto;espaçamento de 15 a 40 cm entre plantas e 30 a 90 cm entre fileiras.

Semeadura vai de agosto a novembro.
Folhas estão boas para corte de 4 a 6 semanas após a semeadura, com as plantas entre 20 e 30 cm de altura. As flores para se obter as sementes devem ser colhidas quando os frutos se apresentarem castanhos. Não deve ser plantado perto do funcho, pois se hibridam com facilidade.

Propriedades medicinais: Usado em dietas sem sal pois é rico em sais minerais; combate flatulências, aumenta leite das mães, é um sonífero natural. aplicado em compressas alivia inflamações oculares.

Fervido em azeite e colocado sobre furúnculos quente, alivia a dor amadurecendo-os. Bom para a digestão e para o fígado. Combate cólicas intestinais.
* Infuso - 2 gs de sementes em 100 ml de água por 10 minutos. Tomar 3 vezes ao dia depois das refeições.

* Macerado - 4 gs em 100 ml de vinho branco por 5 dias. Filtrar e tomar como infuso. Para cólicas de nenês – chá com 2 colher de chá de sementes em infusão de 200 ml de água por 15 minutos. Adoce com mel.

Como propriedade cosmética ela é usada para clarear a pele, endurecer as unhas e perfumar o hálito.

Uso caseiro: Fazer com a flor saquinhos para gavetas (espanta traças), almofadas e poutporris. O infuso das flores esfregado no couro cabeludo livra-o de parasitas; alguns veterinários também utilizam para destruir piolhos e outros parasitas. Moscas e mosquitos também não gostam do seu cheiro, poutpourris com lavanda afastam os insetos.

Uso culinário: sopas, peixes, conservas, legumes, tortas de maçã, pastéis e frangos, manteiga, saladas de batata, queijo-creme, ovos, salmão, carne grelhada, maionese, legumes suaves, molhos para peixes, picles, bolos e pães(sementes); usar as flores para pôr em conservas de pepino e couve flor. Molho de iogurte para temperar salada de pepino fica excelente com aneto.

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