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Neste jardim temos a sensação de que o homem não interferiu muito na paisagem. Assim como no estilo inglês, o jardim tropical também tem caminhos de contornos naturais. Sua essência é descontraída e avessa a podas e simetrias.
Plantas de cores vivas e formas esculturais como palmeiras, dracenas, bromélias, helicônias, bananeiras, gengibres e orquídeas estão entre as muitas opções. Neste estilo também não podem faltar pedras, lagos ou fontes sempre com a aparência o mais natural possível.

Jardim Tropical

Estes jardins acabam se tornando os preferidos de aves e insetos coloridos que acrescentam mais vida e beleza ao ambiente. Reforce sua atenção para isto e ofereça água limpa e comedouros apropriados aos passarinhos.

Aqui os elementos como bancos, pergolados, vasos, são bem-vindos, desde que se integrem harmonicamente. Para isto dê atenção aos materias e texturas que devem ser naturais ou boas imitações de madeira, pedra, cipó, vime, sisal, bambu, coco, etc. Os equipamentos de iluminação podem ser discretos ou de aparência rústica.

Jardim tropical

Sugestões de plantas: Palmeiras diversas, Helicônias, Pândanos, Calatéias, Samambaias, Filodendros, Estrelitzas, Cheflera, Dracenas, Gengibres, Agaves, Bananeira Ornamental, Costela-de-adão, Árvores, Bromélias, Orquídeas

Se o jardim é o lugar mais especial da casa, merece estar sempre bem tratado.
Para ajudar a mantê‑lo cada vez mais bonito, nada mais importante do que ter em mãos bons equipamentos que trarão mais praticidade e comodidade para quem cuida da área externa da casa.
Mas se você não é nenhum jardineiro de mão cheia e ainda se atrapalha diante dos modelos de ferramentas especiais para jardim, confundindo a verdadeira função destes equipamentos e muitas vezes não sabendo como usá‑los correta­mente, será necessário adquirir conhecimentos básicos sobre o funcionamento e o trabalho possível de ser realizado com cada um deles, conseguindo assim obter melhores resultados.

Pás e garfos de todos os modelos e tamanhos – Ferramentas básicas e importantíssimas no cuidado com seu jardim, elas existem de todos os tamanhos possíveis e imagináveis. Dependendo da tarefa que pretende se efetuar, elas se apresentam maiores ou mais estreitas.
As pás de tamanho maior são utilizadas para os trabalhos mais pesados, como retirar terra de grandes espaços para o plantio de plantas ou até mesmo árvores, servindo também para colocar e ajeitar a terra no lugar. Não existe segredo para o manuseio deste tipo de ferramenta; o importante é adquirir um produto resistente e de qualidade.
Mas as maiores estrelas entre as pás, são mesmo as destinadas aos pequenos e simples trabalhos. Elas podem ser mais estreitas ou largas, mas em relação ao uso não há muitas diferenças entre um ou outro modelo.

Uma dica: para um iniciante em cuidado de jardim, o mais indicado é a opção pelas estreitas, pois estas trazem maior facilidade na hora de reti­rar a terra do vaso ou canteiro ou mesmo fazer pequenos buracos.
Já os garfos e escardilhos têm como função aerar e afofar a terra, preparando‑a para o cultivo. Para a primeira função, é preciso apenas fazer pequenos furinhos na terra que servirão para melhorar a circulação de ar no vaso ou canteiro. Já ao afofar a terra, é preciso mover o garfo da extremidade ao melo do recipiente, fazendo este movimento até a superfície ficar mais leve e pron­ta para o plantio.

Retirando o que não é bem-vindo – É exatamente esta a função do rastelo, que pode ser pequeno ou de grande porte. Por possuir garras apontadas para baixo, com ele é possível varrer as folhas ou elementos que se localizam sobre a terra, atrapalhando a beleza das suas plantas.
Os exemplares maiores devem ser usados nos jardins e são ferramentas de fácil manuseio. Eles arrastam a sujeira do jardim como se fossem verdadeiras vassouras fabricadas em aço.
É muito importante ter um rastelo em casa para cuidar devidamente da sua área externa, pois limpar o jardim é tarefa que precisa ser realizada com assiduidade pelo menos uma vez por semana, principalmente no outono, onde é normal que as plantas percam suas folhagens.
Os rastelos pequenos têm utilidade similar aos maiores, mas estes servem para limpar vasos, floreiras e pequenos canteiros que necessitam de equipamento mais delicado. Procure tomar bastante cuidado na hora de retirar os resíduos destes espaços mais frágeis, pois, aplicando o rastelo de forma errada, a planta poderá ser danificada.

Outros equipamentos – Além dos equipamentos básicos existem também a foice, o sacho, a machadinha, as cavadeiras e extratores especiais para ervas. Todos eles têm função complementar no jardim, facilitando ainda mais a hora de trabalhar a beleza deste local da casa.
A foice tem forma curvilínea e sua finalidade é ceifar as plantas. Num jardim, pode ser usada para retirar o excesso de mato, mas muito cuidado ao fazer uso desta ferramenta: de lâmina grande e cabo curto, ela deve ser utilizada com muita atenção para evitar acidentes.
Outras ferramentas importantes são o sacho e o coração que funcionam como uma espécie de enxada para afofar a terra ou arrancar rvas. Este tipo de equipamento normalmente possui duas pontas; o sacho tem forma de um garfo com apenas dois espetos, e o coração possui a base mais gorda e a ponta fina, parecendo um desenho de uma gota.
A machadinha é velha conhecida dos jardins, servindo para a poda de galhos mais difíceis de serem retirados. Já para aquelas ervas mais delicadas, os extratores especiais de ervas cortam a muda sem machucar a planta, pois tem um desenho que parece uma pequena chave de fenda, mas com ponta especial para podar estas sensíveis espécies.

O importante agora é arregaçar as mangas e cuidar com muito carinho do seu jardim, prezando sempre pela qualidade e segurança dos equipamentos que irão transformar sua área externa em um lugar muito mais bonito e aconchegante.

Quase todo mundo tem um jardim ou parte do jardim à sombra. Há sempre aquela enorme árvore do vizinho, ou um muro para atrapalhar. Um corredor que não recebe sol, ou pelo menos um jardim interno mal iluminado. À primeira vista, tem-se a impressão de que estes locais serão sempre desagradavelmente úmidos e sem charme. Mas basta um pouco de atenção com o solo, escolher as plantas certas e a coisa toda muda de figura. Em outras palavras, planejando direito podem-se obter resultados surpreendentes. E já que estamos falando em planejamento, é bom lembrar que, para se ter um bonito jardim à sombra, é importante ficar atento para alguns detalhes, tais como drenagem e textura do solo.

Comecemos por eles:
Drenagem ou como evitar o excesso de umidade –
O sol é um poderoso absorvedor de umidade. Logo, quando ele não incide num local, a tendência natural é um excesso de umidade. Daí é necessário, nos jardins à sombra, recorrermos a alguns truques para permitir uma maior drenagem da água. Uma providência muito acertada é cavar, no meio ou na parte mais baixa do jardim, uma profunda vala em declive. Uma vala de, digamos, 90 centímetros a 1 metro de profundidade. Forra-se o fundo da vala com uma camada de pedrisco (pedra britada ou similar), instala-se sobre ele uma linha de tubos de cerâmica, ou plástico próprio para drenagem (perfurado), cobre-se à tubulação com pedrisco e, finalmente, completa-se o nível com a camada de terra do jardim.
O princípio de funcionamento é similar àquele de se colocar pedregulhos ou cacos de cerâmica no fundo de um vaso. No caso, o tubo seria o furo do vaso, que precisa, obviamente, ser instalado de tal modo a permitir o escoamento do excesso de água para fora da área que se pretende drenar.

A textura do solo pode ajudar muito – Existem terras, e terras ideais para um jardim à sombra. Para estes, a melhor é aquela bem permeável, onde o excesso de água escorre rapidamente para o subsolo. Ideal mesmo, seria aquela velha receita de solo para vasos: terra, areia de construção e esterco bem curtido, em partes iguais. Mas, na impossibilidade de ser preciso nas dosagens, misture à terra do canteiro bastante areia e, esterco animal bem curtido ou composto orgânico. Esta adição contribuirá muito para melhorar a textura da terra tornando-a mais permeável.

Luminosidade é importante – Sombra não é sinônimo de escuro. Quando se fala em jardim à sombra, está se falando em um local onde o sol não incide diretamente, ou onde só bate umas poucas horas por dia. Não em um local escuro. Assim, deve-se procurar ao máximo preservar a luminosidade natural. Às vezes, basta desbastar um pouco uma árvore de copa muito densa, ou uma trepadeira, para se conseguir o dobro de luminosidade. Outras, pintar as paredes próximas em tons claros. Enfim, o importante é você observar o seu jardim em particular, e procurar imaginar os recursos possíveis para dar a ele um pouco mais de luminosidade natural.

Ajuda do Oriente – Há séculos, os orientais descobriram que o jardim não é um reino exclusivo das plantas. Eles como ninguém, tiram proveito de elementos não vegetais, sobretudo pedras e água para criar belíssimos efeitos paisagísticos. Com isso, conseguem transformar o que era uma simples área verde num verdadeiro jardim, sinônimo de tranquilidade e beleza.
Faça como eles. Pedras, água corrente, esculturas e vasos combinados com umas poucas plantas podem ser a melhor solução para áreas realmente difíceis. Agora que você já tem as bases para o planejamento, deixe as idéias fluírem e crie você mesmo, seu jardim encantado. Mas cuidado com a manutenção.

Como manter este belo jardim – Na verdade, os cuidados com um jardim à sombra devem ser redobrados. Num país tropical como o nosso, não podemos esquecer que, se o clima quente e úmido torna o verde mais verde, contribui também para a proliferação de uma infinidade de fungos e bactérias. Portanto, é melhor tomar algumas precauções para evitar que o desenvolvimento das plantas seja prejudicado.

Algumas delas:
Mantenha a área sempre bem arejada –
Evite o encharcamento por excesso de regas. Revolva aterra freqüentemente (o ideal é uma vez por semana), para facilitar a aeração do solo. Fique de olho nas pragas e doenças.

Sintomas de problemas futuros – Não é nenhum bicho de sete cabeças a identificação dos microorganismos, fungos e bactérias prejudiciais às plantas. Basicamente, o primeiro sintoma é a alteração da cor das folhas. O oídio, por exemplo, caracteriza-se por deixar manchas brancas semelhantes ao mofo. Já a ferrugem, apresenta manchas amarelas e em relevo, enquanto o que a altenáría produz grandes manchas amarelas e pretas. Mas existe uma outra doença, a podridão, cujo sintoma é o surgimento de mofo no colo, e muitas vezes nos ramos da planta. Esta, se não for combatida a tempo, provoca o apodrecimento dos tecidos e a conseqüente morte do vegetal.

Para combater estes microorganismos, o melhor é: Eliminar a parte afetada da planta. Pulverizar a planta com fungicidas à base de cobre, tipo calda bordalesa. Ou se puder, opte pelos naturais, como o óleo de Nim. Fazer pulverizações preventivas nas plantas vizinhas, com dosagem um pouco mais fraca. Você já viu a maneira certa de planejar, e os cuidados que precisa ter com seu jardim à sombra. Conheça agora algumas das plantas mais recomendadas:

Plantas para jardins à sombra e meia sombra
Plantas floríferas –
Bananeira do mato (Heliconia); Malvavisco (Malvaviscus roseo); Justícia (Wacobinia carnea); Planta-camarão (Beloperone); Hortência (Hydrangea); Afelandra (Aphelandra); Bela-emília (PIumbago); Nandina (Nandina doméstica); Antúrio (Anthuriun); Lírio-da-paz (Spathiphylun); Maria-sem-vergonha (Impatiens)

Trepadeiras – Lanterna Japonesa (Abutilon); Maracujá (Passiflora); Filodendro (Philodendron); Brinco-de-princesa (Fuchsia); Gloriosa (Gloriosa); Jasmin-de-madagascar (Stephanotis)

Folhagens -Tinhorão (Caladjum); Dracenas (Dracena); Asplênio (Asplenium nidus); Costela-de-adão (Monstera deliciosa)

Samambaias diversas – Cheflera (Schefflera); Samambaiaçu (Blecnum)

Forrações – Hera (Hedera); Brilhantina (Pilea); Maranta (Maranta ieuconeura); Hera-sueca; (Plectranthus); Grama-preta (Ophiopogon); Planta-pavão (Calathea)

Revistas, livros, cursos e profissionais são fundamentais para se amadurecer uma idéia de um jardim. Mas no trato diário posterior o que fazer? Ou melhor, o que não fazer? Isso mesmo, o que não fazer, pois às vezes o excesso de cuidados pode ser ainda mais prejudicial do que a falta dele.

Aqui estão algumas dicas, do que não fazer:
-
Não se deve adubar o jardim no final do verão, principalmente se você mora em regiões frias, sujeitas à geadas. A razão é simples: quando fertilizamos uma planta, enviamos uma informação para que ela cresça e se desenvolva. Esse broto ficará sujeito a temperaturas baixas e ventos frios, correndo o risco de se danificar. Além disso, é o período que a planta está se preparando para descansar, depois de vários meses se desenvolvendo.
- A grama sim deve ser adubada. Especialmente para as que se desenvolvem em climas quentes, devemos evitar a adição excessiva de nitrogênio. Para aquelas em climas frios, podemos proteger o gramado, fazendo uma cobertura com solo.
- Não devemos podar o gramado muito baixo. Além de prejudicar o crescimento da grama, ainda proporcionamos o crescimento de ervas daninhas.
- Não devemos estaquear as mudas de árvores pensando em orientá-las a crescer retas, verticais. Os tutores servem mais para sinalizar e protegê-las de danos e quebras. As árvores seguirão sempre em busca do sol e da luminosidade, com ou sem estacas.
- Não ande sobre os canteiros, ou pelo menos, pise somente o necessário. Defina bem os caminhos, pois, ao pisarmos mo solo, este fica compactado e prejudica o crescimento das plantas.
- Não trabalhe muito o solo. Algumas pessoas acreditam (erroneamente), que um bom solo é aquele bem fininho, homogêneo. Na verdade, quanto mais diversificada a matéria do solo melhor. Um solo muito homogêneo se compacta muito fácil. O ideal é que ele tenha bastante matéria orgânica para que possa ter uma boa drenagem e se mantém úmido por mais tempo, além de fornecer mais nutrientes às plantas.
- Não use agrotóxico. Este é o meu preferido. Antes de chegar a este extremo, existe uma infinidade de opções para se combater pragas e ervas daninhas. Para cada tipo de ataque temos um contra ataque que não terá efeitos colaterais, não contaminará o solo e não prejudicará o meio-ambiente nem sua família.

vasos na decoração

A importância dos vasos para a decoração da casa e do jardim é evidente, mas saiba quais os fatores que devem ser levados em consideração na hora da compra.
Eles são bem vindos em qualquer parte da casa: seja na sala, no jardim, perto da piscina ou até mesmo no banheiro. Mas, na hora da escolha, encontrar o vaso certo para transformar aquele canto sem graça em um espaço especial é tarefa na qual deve-se levar em conta alguns fatores importantes.
A primeira pergunta que se deve fazer na hora de comprar um vaso é onde se pretende colocá lo. Se o objetivo é adquirir um para a parte externa da casa, deve se verificar o material utilizado na fabricação do objeto, que deverá ser mais resistente. Alguns materiais voltados para isso são o concreto, resina plástica ou resina de vidro, que oferecem mais resistência contra chuva, vento e outras condições às quais serão expostas em um jardim externo.

Os modelos artesanais em cerâmica também podem ser colocados na parte externa da casa, mas não oferecem tanta resistência aos fatores climáticos. Portanto, se você quer que o seu vaso tenha uma vida longa, é mais aconselhável utilizar estas peças em locais internos.
Outro fator importante é escolher o vaso certo para o que irá se cultivar. Afinal, você não terá uma planta bonita se esta tiver que espremer sua raiz para caber no vaso. Se isto ocorrer, a espécie poderá se desenvolver com alguma deformação. Alguns paisagistas aconselham que o vaso tenha um terço do tamanho da planta, mas a palavra final é sempre do seu bom senso.
Os efeitos decorativos também têm que influenciar na sua decisão. Não pense que para adquirir uma bonita peça é preciso gastar muito dinheiro, pois o mercado de vasos em qualquer lugar do Brasil oferece uma enorme gama de opções com preços, tamanhos e materiais diversos.
Além do mais, usar a criatividade para reutilizar recipientes de plástico, alumínio ou vidro e transformá-los em lindíssimos vasos também pode ser uma boa e ecológica opção: basta ter bom gosto e disponibilidade.

Para alojar e manter as plantas sempre bonitas em vaso dentro de casa é preciso tomar algumas providências básicas, como arrumar um lugar arejado e iluminado, não aglomerar diversas espécies em um mesmo recipiente e manter um vaso com certa distância do outro para não prejudicar a ventilação entre as plantas.
Em caso de flores cultivadas diretamente na água é preciso dar um cuidado especial ao vaso, lavando o todos os dias com água e sabão. Neste caso, prefira os vasos com fundo liso, que são mais fáceis de limpar e não deixam resíduo algum.
Alguns paisagistas aconselham escolher o vaso certo pelo tamanho natural da planta: ele deve ter sempre 1/3 deste tamanho.
Os vasos também são solução para aquelas espécies de plantas ou flores que não propagam de maneira nenhuma na terra local. Para isto a adubação deve ser freqüente; O aconselhável é que se adube a terra pelo menos a cada dois meses, porque o único alimento que a planta possui ao ser cultivada no vaso é a terra. Contando apenas com este fator, muitas vezes não é possível garantir o desenvolvimento da espécie.

Adquira também o hábito de regar suas plantas todos os dias com apenas um pouco de água, isto vai depender do clima, e tome o cuidado para não encharcar o substrato, pois esta atitude poderá comprometer a vida da planta.

Passo à passo:
1 –
Remexa a terra para deixá-la fofa. Enquanto estiver fazendo isto, misture adubo orgânico.
2 – Retire todas as impurezas: ervas daninhas, raízes mortas, torrões de terra seca.
3 – Para melhorar a qualidade do solo, você pode fazer uma mistura básica:
Misture uma porção de areia, com uma porção de terra e uma porção de terra vegetal. Para cada 5 litros de mistura básica acrescente: 1 colher de sobremesa de farinha de ossos, uma colher de sobremesa de farinha de peixe e uma colher de sobremesa de nitrato de potássio.
4 – Adicione a mistura a sua terra e mexa bastante.
5 – Para corrigir ainda mais o solo, acrescente areia em solos argilosos e compactos ou terra em solos arenosos.
6 – Escolha as plantas de acordo com o tipo do seu jardim: se bate sol ou fica mais na sombra, se é grande ou pequeno, etc. Peça ajuda ao seu fornecedor de mudas.
7 – Para plantar as mudas, faça um buraco de bom tamanho, retire o plástico da muda e coloque o torrão dentro do buraco. Coloque aquela mistura básica em torno do torrão.
8 – Para plantas com caules finos e altos, coloque um bambu ou um cabo de vassoura para apoiar a planta. Amarre delicadamente a planta ao bambu (estaqueamento).
9 – Para regar suas plantas, dê preferência para as primeiras horas do dia. Evite molhá-las quando o sol estiver forte.
Para vasos com plantas com caule regue por cima com um regador fino até que a água saia pelo furo da drenagem do vaso.
Para vasos com plantas que cubram toda a superfície do vaso, encha de água o prato que fica sob o vaso.
Para jardins e canteiros use mangueiras com irrigadores de pressão.
10 – Sempre retire as folhas secas, murchas e doentes, com uma tesoura de poda. Deixe as flores murchas pois elas viram frutos.
11 – Combata as pragas, pulverizando inseticidas vendidos nas casas do ramo.
12 – Quando as raízes atingem um tamanho muito grande para o vaso que estão ocupando, você tem que mudá-la para um vaso maior. Solte a planta do vaso antigo com a ajuda de uma pá. Segure firme o caule e bata com o vaso na beirada de uma mesa para que o torrão se solte. Replante como ensinado no passo.

Clima da região, tipo de solo e tamanho da área a ser ocupada: esse é o critério na escolha das plantas de seu jardim. Também observe a posição do sol, ele é imprescindível pela manhã.
Muitos paisagistas afirmam que, com exceção do alto inverno, todas as épocas do ano são propicias para o plantio. Na dúvida, consulte um calendário lunar, ciência milenar que visa à interferência do homem apoiada no ritmo da natureza. Assim, se a poda e a colheita forem executadas nos momentos ideais, o homem terá sucesso em suas plantações, já que estará respeitando os ciclos da natureza.

Para obter um jardim florido o ano todo, uma dica óbvia, porém esperta: escolha várias espécies de plantas com floração em diferentes estações.

Plante-as corretamente e preste atenção às exigências particulares de cada uma: desde necessidades como maior exposição ao sol e à sombra; ou ainda, características específicas conforme o tipo a que pertencem (as, trepadeiras, por exemplo, pedem apoio para sustentação).

Faça tudo por etapas, primeiro plante as árvores, depois, os arbustos, por último, flores e folhagens.

Nos canteiros, o ideal é revolver e adubar o solo urna semana antes do plantio.

Depois, torne a revolver bem a terra, cavando cerca de meio metro de profundidade com enxadão e cavadeira.

Para cada metro cúbico de terra, coloque cerca de 1/4 de areia, 1/4 de esterco curtido e 2/4 de terra preta e vermelha peneiradas.

Quais as dicas para se fazer um jardim de vasos? Em geral, o que se vê por aí são pisos com vasos jogados.

Porque é que você não tem a sensação de harmonia em muitos jardins de vasos?
É muito simples: porque normalmente esses jardins possuem vasos diferentes com plantas diferentes. Ou seja, o jardim é criado a partir do indivíduo “vaso”, o qual deverá formar um conjunto. E esse conjunto em geral é horrível. Então, é preciso pensar de uma outra forma. Primeiro é preciso pensar:
1 – Que tipos de vasos serão colocados no jardim?
2 – Serão vasos de barro, vasos de concreto ou vasos plásticos?
3 – Qual é o “jeitão” que se pretende para esse jardim?
Para definir essas questões, é importante lembrar, ainda, que esses vasos precisam “conversar entre si”, possuir uma linguagem em comum ou falar a mesma língua.

Posteriormente, deverão ser criados os conjuntos de plantas e conjuntos de vasos.

Para criar esses conjuntos, é importante evitar utilizar sempre uma planta diferente para cada tipo de vaso diferente. A dica para criar harmonia nesse jardim é utilizar alguns conjuntos de vasos que receberão a mesma planta. Dessa forma, será possível criar a ambientação do jardim.

Finalmente, mais uma dica importante: não deixe os vasos espalhados ou soltos pelo chão, pois isso pode transmitir uma sensação de desorganização.

Coloque seixos nos pés dos vasos através de uma pequena orla, “amarrando” todo esse jardim. O aspecto, obviamente, vai ser muito mais agradável.

Quem é que nunca admirou um belo jardim em alguma residência?
Extensos gramados, palmeiras altíssimas, lindas árvores e muitas flores, formas e cores!

Se você cultiva plantinhas, já pôde observar que cada espécie de planta possui necessidades diferentes de insolação, umidade e clima. Isso explica o fato de, às vezes, você perder aquele lindo vaso de planta que ganhou em alguma data especial; talvez você não sabia quais eram os cuidados com a espécie.
Para pessoas que desconhecem a necessidade fisiológica das plantinhas que cultivam, existem duas dicas básicas:
* plantas que dão flores quase todos os meses do ano e/ou suas folhas apresentam cor verde claro necessitam de luz direta o dia todo e água pela manhã e fim de tarde. Por exemplo: pingo-de-ouro, primavera, lírio amarelo, laranja…
* plantas de folhagem verde escura e que dão origem (ou não) a flores que surgem algumas vezes ao ano necessitam de locais que recebam pouca luminosidade e solo úmido, como o lírio-da-paz, comigo-ninguém-pode, lírio do amazonas…

Claro que existem algumas exceções, mas estas dicas com certeza facilitarão os cuidados com suas plantinhas.
Nem sempre podemos contratar um paisagista ou mesmo um botânico para que eles façam o nosso jardim, sabemos que o trabalho deles envolve o estudo do ambiente do jardim: a qualidade do solo, a incidência dos ventos, a luminosidade e o clima. Todos esses fatores fornecem informações necessárias para a identificação de quais serão as espécies vegetais que poderão compor este novo jardim. Assim, evita-se desperdícios e perda de espécies, pois pode ocorrer que aquelas plantas que você admira não encontrem condições de vida para permanecerem naquele cantinho que você escolheu.
Então, para quem não tem um botânico ou um paisagista para preparar o seu jardim e se você gosta de mexer com a terra e preparar um jardim que tenha a sua cara……. aí vão algumas dicas básicas.

Rega na medida certa: Quando comprar a sua muda de planta, informe-se sobre a quantidade de água que cada espécie necessita ao longo do dia. Evite regá-las à noite. Sem luz natural, a umidade é maior, o que facilita a proliferação de fungos.
Procure pensar na irrigação antes de as espécies serem plantadas. Dessa forma, não será necessário rasgar o gramado e desfazer canteiros para a instalação de canos e tubos. Mas, se for aguar as plantas com mangueiras comuns, experimente instalar torneiras a cada 20 m. Isso facilitará a rega, ao trabalhar com mangueiras menores.

Adubo calibrado – Calcule bem a dose de adubos e fertilizantes. Preste atenção no rótulo do produto e nas indicações de quantidade e freqüência da aplicação. Aproveite as primeiras horas da manhã para adubar, quando o Sol ainda não esquentou o solo.

Frutas no jardim – Se quiser, é possível plantar árvores frutíferas no jardim. O segredo está na escolha das espécies. As pitangueiras e acerolas, por exemplo, têm raízes mais delicadas e por isso são ideais para canteiros.
A poda vai ajudar a controlar o tamanho das espécies. Para o pé ficar baixo e gordinho, como um arbusto, o truque é cortar 20 cm dos galhos a cada dois anos, sempre em agosto. Mas ambas exigem paciência, pois crescem 10 cm por ano. Já a seriguela atinge 3,5 m em dois anos.

Terreno florido – As flores precisam de manutenção redobrada. Elas pedem sol o dia todo e necessitam de um lugar com maior incidência de luz. Fique atento: folhas amareladas indicam carência de ferro e a recuperação é difícil.

Mais espaço – Elas precisam respirar para crescer. Deixe um espaço de pelo menos um palmo entre as mudas.

Arrume o solo – Em vasos e canteiros, a terra deve estar bem fofa para facilitar a circulação de ar e a passagem de água. Coloque uma camada de cascalho no fundo do vaso para auxiliar a drenagem da água.

flor do outono

Estação Outono. Nessa época existem algumas espécies que oferecem belas florações. Algumas delas são a Anêmona, a Planta chocolate (Heliotropium arborescens L), Campainha, Cosmos amarelo, Azaléia , Áster, Camélia, Ciclâmen:

Anemone coronária – anêmona – pertence à família das Ranunculáceas, nas cores púrpura, rosa, vermelho, amarelo-claro e branco, dependendo da variedade.

Camellia japonica – Originária da Ásia, é um arbusto que pode atingir até 10 metros. Sua folhagem é sempre-verde durante todo o ano, e suas flores isoladas, de incrível beleza nas cores branca, rosa e vermelha. Floresce no outono e inverno. Prefere solo rico em matéria orgânica.
É aconselhável incorporar ao solo em volta da planta sulfato de ferro ou de alumínio para garantir a florada sempre intensa. Propaga-se por estaquia da ponta dos ramos. É planta de meia-sombra.

Cyclamen hederifolium – Floresce no inicio e no fim do outono. Suas flores são coloridas de rosa com manchas arroxeadas, desabrochando em pedúnculos (8cm) seguidas de folhas de lindo padrão. Os bulbos de ciclamem devem ser plantados em meados do verão a uns 2,5 cm de profundidade.

No outono: Aproveite as folhas que caem para fazer um composto orgânico, importantíssimo como fonte de diversos nutrientes para as plantas.