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    rodiguisia lanceolata

    Como é difícil esperar um ano inteirinho para ver as flores de uma orquídea desabrochar, mas vele a pena, seja de mini orquídeas ou de grandes orquídeas o espetáculo é sempre o mesmo.

    Algumas, frágeis e delicadas, outras, rústicas e extravagantes. Não a quem não se encante com a beleza e o perfume das orquídeas. Sem duvida, elas são as flores mais desejadas. A aquela que duram poucas horas como e o caso das sobralias, outras, meses inteiros como acontece com algumas phalaenopsis.

    Todo colecionador tem o desejo que suas orquídeas soltem um grande cacho de flores e que essas flores durem por muito tempo.

    Para que isso aconteça preste atenção nas dicas abaixo:
    * Mantenha sua orquídea na luminosidade ideal.
    Cada planta tem uma necessidade individual de luz, algumas precisam de pouca luz outras já gostam de baste luz, isso é fundamental para a floração, se você mantiver uma orquídea que gosta de muita luz, dentro de casa, onde tem pouca luz, ela pode não florir, e se florir, não será tudo o que podia ser.

    * Espécies de orquídeas que gosta de pouca luz, algo entre 60 e 70%. Ideais para lugares mais fechados como os interiores das casas: Phalaenopsis, Paphiopedilun

    * Espécies que preferem mais luz, luminosidade a 50%: Cattleya, Laelia, Dendrobium, Oncidium, Catasetum

    * Adubações ricas em fósforo.
    Uma adubação rica em fósforo 40 dias antes do período que a orquídea vai florir estimula a floração, ajuda a manter as flores por mais tempo alem de aumentar o numero de flores por haste floral.

    Uma boa formula para estimular a floração.
    N= Nitrogênio 4
    P= Fósforo       45
    K=Potássio     15
    Adubos ricos em fósforo terão sempre o numero do meio maior do que os outros.
    Mas não basta cuidar da planta apenas perto de sua floração, plantas bem cuidadas o ano todo florescem melhor. Plantas atacadas por doenças também pode não florir. Se, pretende ter sucesso no cultivo de orquídeas, ou de qualquer outra planta, terra que ser disciplinado.
    3 evitem molhar as flores.

    Flores que recebem água das chuvas duram menos e quase sempre mancham. A água facilita a ação de fungos. Se tiver como não molhar as flores elas duraram muito mais tempo. Evite também  jogar adubos ou qualquer outros produtos nas flores elas não gostam.

    )))

    flor-de-gerânio

    * Elimine os piolhos das roseiras pulverizando as plantas atacadas pela praga, com água em que se dissolveu tabaco.

    * A borra do café serve para adubar as plantas

    * Para manter as formigas que comem plantas, afastadas. Misture borra de café em água e molhe uma estopa, coloque-a em volta do tronco da árvore, e molhe novamente, a cada 3 dias. A formiga não suporta cheiro de café e vão deixar sua planta em paz, pode colocar no jardim também.

    * As moscas deixarão as plantas em paz se plantarmos alguns galinhos de hortelã nos vasos. Elas não suportam o cheiro.

    * A água que ferve os ovos e a água que se desprende do peixe congelado são ótimos adubos para as plantas, pois contém sais minerais.

    * Deixe suas plantas em cima de tijolos molhados. As plantas absorvem naturalmente a água de que necessitam.

    * Limpe flores artificiais colocando-as dentro de um saco de papel, coloque uma colher de sal e sacuda por alguns minutos.

    * Para suas rosas durarem mais tempo (de 8 a 10 dias), coloque na água uma colher de bicarbonato de sódio. Apenas uma colher de sopa para cada litro de água.

    * Para suas flores durarem mais nos vasos, corte um pedaço do cabo todos os dias, e ponha água gelada nos vasos.

    * Se quiser afastar lesmas das suas plantas, coloque rodelas de batatas ou um recipiente pequeno com cerveja.

    * Para deixar as folhas grandes lustrosas, é só passar uma pano com uma mistura de leite e água, em partes iguais.

    * Para manter suas flores sempre bonitas:
    - Logo que você cortar os cabos de cada flor, em baixo d’água, coloque-as num vaso limpo, cheio de água morna.
    - Retire todas as folhas que ficarem abaixo da linha da água.
    - Troque a água toda vez que ela ficar turva.
    - Se o arranjo vier em esponja floral, molhe-a o suficiente para que a esponja fique numa lamina de água.
    - Mantenha as flores em local fresco, longe de eletrodomésticos, luz solar direta ou ventos quentes ou frios.
    - Se as rosas murcharem, corte outra vez os cabos embaixo d’água e mergulhe totalmente as flores num recipiente com água morna por 45 minutos.
    - Use um conservante floral industrializado ou improvisado, como “Melhoral” ou “Aspirina” ou, ainda, no caso de rosas, um pouquinho de

    * O motivo do envelhecimento rápido das plantas é a desidratação. Por isso, ao podar o caule, procure fazer um corte reto e com as pontas imersas na água. Esse processo evita a entrada de ar nas células do caule e o conseqüente bloqueio da absorção de água e nutrientes. A troca diária de água, o uso de vinagre ou aspirina (cuidado o excesso pode prejudicar) impedem que as flores murchem pela ação das bactérias. E, se os botões estiverem muito fechados, coloque um pouco de açúcar no vaso para abri-los. Se puder, borrife as plantas para mantê-las frescas e hidratadas. Atenção: a cada 15 minutos fora d’água, a sua rosinha perde um dia de vida.

    * Uma muda de planta pode ser transportada de um lugar para o outro sem murchar com ajuda de uma simples batata. A umidade da polpa dessa hortaliça cuidará para que a planta chegue ao local definitivo com vigor.

    * Fazer novas mudas de alho é bem simples. Para isso, você só precisa destacar os bulbos de um dente de alho já com raiz. E colocá-los em terra comum de jardim. O alho pode ser cultivado, inclusive em vaso. Na hora de plantar, cuide apenas de colocar a metade dos bulbos na terra, em cerca de 90 dias estarão prontos para colheita.

    * Algumas plantas ajudam a manter as pragas afastadas dos canteiros. Alguns exemplos: Tagetes ou cravo-de-defunto, hortelã, calêndula, arruda.

    * Para saber a quantidade de adubo a ser aplicado na planta, bem como a periodicidade e a melhor maneira para se aplicar, siga as instruções do produto. Nunca adube em quantidade excessiva, pois pode matar suas plantas.

    * Samambaia
    Regue ao menos duas vezes por semana. O substrato (material que fica dentro do vaso) deve ser regado por um todo, nunca deve ficar completamente seco, nem encharcado. Borrife com água as folhas da samambaia. Adube a terra uma vez por mês.

    * Lírio da Paz
    Exige pouca água e bastante claridade. Preocupe-se apenas em regar a terra quando estiver seca, e em adubá-la uma vez ao mês.

    * Bromélia
    Exige claridade e umidade. Regue-a de dois em dois dias, deixando a terra sempre úmida. Troque a água que fica armazenada nas folhas uma vez por semana (escorra a água virando a planta de cabeça para baixo). Adube a terra uma vez por mês.

    * Orquídea
    Exige arejamento e claridade. Regue-a a cada dez dias. Adube a terra uma vez por mês.
    A maioria das orquídeas toleram variações de temperatura entre 10 a 40C, mas a temperatura ideal fica em torno de 25 graus. Orquídeas como Phalaenopsis e Vanda preferem temperaturas mais altas, enquanto que as Miltonias, Cymbidiums, e Paphilopedilum se dão melhor com temperaturas mais amenas.
    A orquídea é uma flor que gosta de luz, mas o sol direto pode amarelar as folhas. Elas não resistem a rajadas de vento e devem ser regadas apenas duas vezes por semana.
    A água vaza logo, mas a raiz permanece úmida.

    * Nim
    Uma árvore indiana conhecida como “nim” ou “neem” (Azadirachta indica A. Juss). Muito usada para repelir insetos.
    Espécie resistente e pouco exigente. Entretanto, não tolera frio: em locais cuja temperatura pode cair abaixo de 8 graus C, ela não vai bem. Normalmente, cresce em condições semi-áridas e se desenvolve em vários tipos de solo.
    O óleo extraído das sementes da nim e o extrato obtido das folhas podem ser aplicados no gado, na produção de frutíferas, plantas medicinais, hortaliças e grãos, mas os pesquisadores alertam que só devem ser aplicados quando for constatada a ocorrência de danos às culturas ou às criações.
    O extrato obtido da planta age de forma diferente em cada praga, eliminando algumas e atuando como repelente de outras. Sua eficiência tem sido comprovada no combate a pulgões, lagartas em geral, cochonilhas, ácaros, brocas, besouros, gafanhotos, nematóides, carrapatos, bernes e também trips.
    Como é feito o extrato das folhas: Cerca de 250 gramas de folhas verdes de nim são batidas no liquidificador com 2 litros de água. O preparado fica armazenado em local sem incidência de luz por um período de 12 horas. Antes da aplicação, o extrato é filtrado e deve ser diluído em água para obter 20 litros de inseticida natural. Só deve ser armazenado por 3 dias, em frasco e local escuro.

    * As hortênsias são flores de frio e muito sensíveis. Quando elas começarem a ficar feias, mergulhe na água com as pétalas pra baixo. Deixe por 2 horas. Elas voltarão a ficar bonitas.

    * O segredo para deixar os caules das gérberas bem retinhos é cortar um centímetro da pontinha, sempre na diagonal e mergulhar na água.

    * O Banheiro pode ser um ambiente ideal para cultivar algumas espécies de plantas que necessitam de pouco sol, como lírio-da-paz, a jibóia e o asplênio, que crescem em vasos com terra, mas aquelas que vão bem em recipientes com água, como a bromélia e o papiro, também são prefeitas para enfeitar aquele cantinho próximo da janela.

    * Como plantar ervas em um vaso
    - O primeiro passo é colocar argila expandida para drenar a água.
    - Depois coloque a terra aproximadamente até a metade.
    - Em seguida, coloque uma camada não muito espessa de areia e espalhe.
    - Finalizando a preparação, cubra o restante com um pouco de húmus.
    - Faça um pequeno buraco e, com cuidado, encaixe o manjericão.
    - Faça o mesmo com a salsinha…
    - Com a cebolinha, e finalmente…
    - Com o alecrim. Não esqueça que, para crescerem fortes, os temperos precisam de bastante sol.

    * Como fazer uma Horta em casa
    - Escolha um local onde o sol incida ao menos uma parcela do dia, que seja plano ou levemente inclinado e que seja afastado de privadas e esgotos.
    - Limpe o local escolhido, retirando as pedras, galhos e o mato.
    - Afofe e prepare a terra para plantar as sementes. Siga a seguinte proporção: terra misturada com aproximadamente 10 litros de adubo orgânico e 200 gramas de farinha de osso por cada metro quadrado.
    - Espalhe a terra pelo canteiro e faça covas de aproximadamente 5 cm de profundidade.
    - Ao plantar, veja nas embalagens das sementes qual é o distanciamento (espaço entre as sementes) mais indicado e deposite-as nas covas.
    - Feche as covas com terra e regue todo os dias, no fim da tarde.

    * Mini-horta
    Material necessário

    - 1 jardineira ou 1 embalagem de leite ou 1 garrafa pet (necessário que tenha pelo menos 20 cm de profundidade)
    - Pedriscos (só para caixas sem saída de água)
    - Terra
    - Esterco
    - Areia
    - Mudas de hortaliças ou sementes

    Modo de preparar a mini-horta
    -Se for preparar a mini-horta com garrafa pet ou embalagem de leite, cortar a parte de cima (conforme mostrado no programa)
    -Colocar os pedriscos
    -Colocar a terra, o esterco e a areia e misturar bem estes três materiais
    -Fazer a semeadura ou o transplante de mudas de sua preferência
    -Regar 2 vezes ao dia no verão ou 1 vez por dia durante o inverno
    -Deixar no mínimo 5 horas por dia no sol
    -Deixar a jardineira em local arejado

    * Tipos de adubos

    1 – Adubos orgânicos: adubos de origem vegetal ou animal . Exemplos: farinhas de osso, sangue, carne; torta de mamona, húmus de minhoca, estercos de gado, de aves, etc. A principal vantagem do adubo orgânico é que em excesso não faz mal para as plantas, já que se trata de um produto natural.
    2 – Adubos inorgânicos: adubos de origem química. Exemplos: Sulfato de Amônia, Cloreto de Potássio, Salitre-do-Chile, Uréia, etc. As plantas absorvem com mais facilidade e rapidez os adubos inorgânicos.

    * Como conservar seu jardim
    - Remexa a terra para deixá-la fofa. Enquanto estiver fazendo isto, misture adubo orgânico.
    - Retire todas as impurezas: ervas daninhas, raízes mortas, torrões de terra seca.
    - Para melhorar a qualidade do solo, você pode fazer uma mistura básica. Misture uma porção de areia, com uma porção de terra e uma porção de terra vegetal. Para cada 5 litros de mistura básica, acrescente: 1 colher de sobremesa de farinha de ossos, uma colher de sobremesa de farinha de peixe e uma colher de sobremesa de nitrato de potássio.
    - Adicione a mistura a sua terra e mexa bastante.
    - Para corrigir ainda mais o solo, acrescente areia em solos argilosos e compactos ou terra em solos arenosos.
    - Escolha as plantas de acordo com o tipo do seu jardim: se bate sol ou fica mais na sombra, se é grande ou pequeno, etc. Peça ajuda ao seu fornecedor de mudas.
    - Para plantar as mudas, faça um buraco de bom tamanho, retire o plástico da muda e coloque o torrão dentro do buraco. Coloque aquela mistura básica em torno do torrão.
    - Para plantas com caules finos e altos, coloque um bambu ou um cabo de vassoura para apoiar a planta. Amarre delicadamente a planta ao bambu (estaqueamento).
    - Para regar suas plantas, dê preferência para as primeiras horas do dia. Evite molhá-las quando o sol estiver forte.
    - Para vasos com plantas com caule regue por cima com um regador fino até que a água saia pelo furo da drenagem do vaso.
    - Para vasos com plantas que cubram toda a superfície do vaso, encha de água o prato que fica sob o vaso.
    - Para jardins e canteiros use mangueiras com irrigadores de pressão.
    - Sempre retire as folhas secas, murchas e doentes, com uma tesoura de poda. Deixe as flores murchas pois elas viram frutos.
    - Combate as pragas, pulverizando inseticidas vendidos nas casas do ramo.
    - Quando as raízes atingem um tamanho muito grande para o vaso que estão ocupando, você tem que mudá-la para um vaso maior. Solte a planta do vaso antigo com a ajuda de uma pá. Segure firme o caule e bata com a vaso na beirada de uma mesa para que o torrão se solte.

    * Controlando as cochonilhas
    - Inimigos naturais: as joaninhas são predadoras de cochonilhas e de outros Homópteras, como os pulgões.
    - Controle químico: em lojas de produtos agropecuários, o engenheiro agrônomo pode indicar o produto recomendado.
    - Controle natural: uma receita preparada com óleo mineral e sabão mostra-se bem eficiente em casos de ataque de cochonilhas.
    Anote:
    250 ml de óleo mineral leve
    30 g de sabão
    125 ml de água quente
    Corte o sabão em pedaços e dissolva na água quente. Adicione o óleo mineral aos poucos, até a total homogeneização. Na hora da aplicação, dissolva em 6 litros de água e pulverize as plantas atacadas.

    * Devem ser plantadas nas bordas dos canteiros
    - Para afastar formigas: hortelã (Mentha piperita), gerânio (Pelargonium spp.), calêndula (Calendula officinalis) e gergelim (Sesamum aricutale);
    - Combatem pulgões: gerânio (Pelargonium spp.), arruda (Ruta graveolens), cravo-de-defunto ou tagetes (Tagetes sp.) ;
    - Tem efeito nematicida: cravo-de-defunto ou tagetes (Tagetes sp.).

    * Como montar uma jardineira para janelas e sacadas
    - Preparando a jardineira: cubra o fundo da jardineira com 3cm de argila expandida para favorecer a drenagem (cacos de cerâmica ou cascalho podem substituir a argila). Prepare uma mistura de solo com três partes iguais de terra vegetal, areia e húmus. Espalhe sobre a camada de argila, mantendo cerca de 2,5 cm da borda da jardineira.
    - Escolhendo as espécies: Em janelas de apartamento e sacadas, por exemplo, os grandes efeitos são dados por plantas pendentes. Onde há bastante incidência de luz solar, pode-se optar por gerânios pendentes (Pelargonium peltatum)- que se mantém floridos praticamente o ano todo -, petúnias (Petunia sp.), begônias (Begonia imperialis ou semperflorens), trepadeira-africana (Senecio mikanoides) e verbena trepadeira (Verbena sp.). Dessas plantas, a begônia é a que melhor se adapta em locais à meia-sombra. Numa janela de face sul, espécies que exigem luz solar plena dificilmente darão bons resultados, neste caso, pode-se optar por plantas como filodendro (Philodendron) e hera (Hedera helix).
    - Plantando: Pressione ligeiramente a superfície da terra, antes de colocar as mudas. Lembre-se de manter um espaço entre elas, para que possam se desenvolver sem ficarem aglomeradas. Coloque um pouco mais da mistura de terra para uniformizar a superfície e regue ligeiramente. Lembre-se de adubar as plantas quinzenalmente na primavera/verão e mensalmente no outono/inverno.

    Observar as plantas: esta é a melhor maneira de notar os primeiros sinais de problemas que, tratados rapidamente, não se tornam muito graves. Ao fazer a observação, verifique todos estes casos:
    * Folhas e caules murchos:
    - Verifique se a terra não está seca demais. Neste caso, afofe bem a superfície da terra com um garfo de jardineiro. Se a planta estiver em vaso, mergulhe-o numa bacia cheia de água e use um borrifador para umedecer as plantas. Após algum tempo, retire o vaso e deixe escorrer o excesso de água.
    - Excesso de água também pode causar murcha. Certifique-se que a terra não esteja encharcada e, se for o caso, suspenda as regas por um tempo. Se as raízes mostrarem sinais de apodrecimento, faça um replantio. Dificuldades na drenagem obstruem a saída do excesso de água. Quando usar vasos para o cultivo de plantas, lembre-se de escolher sempre aqueles que apresentam furos de drenagem no fundo, para facilitar a eliminação do excesso de umidade.

    * Muita exposição à luz solar. Algumas espécies de plantas necessitam de muita luz do sol para se desenvolver bem, outras nem tanto. Verifique quais são as necessidades adequadas da planta que apresenta o problema e mude-a de lugar, se for o caso.

    * Excesso de calor. Para cada planta existe uma faixa de temperatura ideal. A maioria das plantas de interiores, por exemplo, adaptam-se bem na faixa de 15 a 25 graus C. Outras precisam de mais calor. Entretanto, a temperatura elevada pode causar a murcha de folhas e caules.

    * Manchas nas folhas
    - Excesso de nutrientes. Aplicar fertilizantes nas plantas é uma medida que garante a boa nutrição, porém, o exagero pode ser prejudicial. O excesso de nutrientes pode resultar em folhas manchadas e mal-formadas. Manchas amarronzadas e o aparecimento de uma crosta branca na superfície da terra ou nos vasos de cerâmica são sinais de excesso de fertilizante.
    -  O excesso de água também pode ocasionar manchas de podridão na superfície das folhas, amarelecimento e bordas amarronzadas. Diminua a quantidade de água nas regas.
    -  Sol em demasia. A exposição à luz solar em demasia pode provocar diversas alterações na coloração natural das folhas de algumas espécies. Se este for o caso, mude a planta de lugar.

    * Queda de flores, botões e folhas
    -  Iluminação inadequada. A luz é um fator decisivo para o bom desenvolvimento das plantas. Em geral, as plantas floríferas necessitam de maior luminosidade do que as folhagens. Certas espécies não produzem floração quando colocadas em um local com baixa incidência de luz, em outros casos, ocorre a queda de flores, botões e folhas. Verifique o local.
    -  Condições de temperatura. Algumas plantas floríferas são altamente sensíveis à temperatura. O calor excessivo para as plantas de clima temperado ou ameno pode reduzir o tempo de floração e provocar a queda prematura de botões e flores. Por outro lado, as espécies de clima tropical se ressentem com o nível de temperatura baixo.
    - Erro nas regas. Aqui também a quantidade de água das regas pode ser um problema. Em excesso, pode provocar o apodrecimento de botões e brotos. Já o nível baixo de umidade reduz a hidratação da planta, resultando em folhas murchas ou secas e murcha prematura de botões e flores.

    * Folhas amareladas e crescimento lento
    - Escassez de fertilizante. Como todos os seres vivos, as plantas necessitam de nutrientes para sobreviver e se desenvolver. Quando há falta de nutrientes, a planta apresenta crescimento lento, folhas amareladas, hastes fracas, folhas pequenas e floração reduzida ou ausente.
    - Necessidade de reenvasamento. Plantas que estão envasadas há muito tempo, podem ter suas raízes sufocadas e apresentar nutrição deficiente, pois a terra já está esgotada. Em geral, pode-se notar este problema quando a terra do vaso apresentar-se excessivamente compactada. Vasos pequenos em relação ao tamanho da planta também ‚ um problema. O melhor, neste caso, é mudar a planta para um vaso maior.
    - Correntes de ar. Certas espécies se ressentem profundamente quando sofrem o efeito de correntes de ar. Plantas de folhas finas, como as avencas, são as mais sensíveis, principalmente às correntes de ar frio. Verifique o local onde a planta está situada.

    * Fornecem “calda inseticida”
    Folhas da alamanda (Allamanda sp.), arruda (Ruta graveolens), flores da camomila (Matricaria chamomilla), folhas do tomateiro (Lycopersicum esculentum), folhas de coentro (Coriandrum sativum), folhas de losna (Artemisia asinthium).
    Como usar: Ferver as partes indicadas, coar e pulverizar as plantas atacadas com a calda. Caso a calda fique muito concentrada, recomenda-se diluir a preparação antes do uso.

    * Como agem os pulgões
    Geralmente, localizam-se nas extremidades dos ramos mais tenros, onde se aglomeram, em grande quantidade, e sugam a seiva de folhas e flores. Estas, vão ficando amarelas e sem vida. Além de sugarem a seiva, os pulgões também são transmissores de muitos vírus que infectam as plantas. Geralmente, esses insetos são transportados de uma planta para outra pelas formigas, que apreciam muito suas dejeções açucaradas.

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    C. Rex
    Muitos perguntam qual a melhor época para transplantar uma Cattleya. Teoricamente, nunca.
    O melhor a fazer é não incomodá-las. Contudo, se colocarmos limites – que são vasos, cachepots etc. e substratos que, com o tempo, acabam funcionando mais como apodrecedores de raízes, o jeito é observar o esgotamento desses limites:
    - Já tem mais de dois pseudobulbos maduros (cresceram totalmente) para fora do vaso que usa, corte dois para dentro e transplante para onde desejar, não importa se está emitindo raízes ou não, o stress que acabou de praticar vai despertar o “espírito” de sobrevivência da planta e ela vai a frente. Não esqueça de adubá-la com composto rico em nitrogênio e cálcio e, mais importante, sele os cortes com algum produto a base de cobre (faço uma pasta de sulfato de cobre);

    - Sem explicação, de repente a planta pára de emitir novas raízes e os pseudobulbos começam a desidratar mesmo em regas normais – o substrato deve estar no fim (acidez ou excesso de adubação). Transplante. Não corte as raízes velhas, apenas retire a capinha seca ( o que era o revestimento branco – velame). A mistura de casca de pinus e brita pequena parece ser a opção de consenso  deixe a casca de pinus de molho em água por uma semana e troque a água pelo menos três vezes, ela e várias cascas de árvores têm tanino que prejudica o enraizamento.

    No mais é dar rumo a planta, guiá-la com tutores, iluminação e adubações equilibradas. Sempre deixe uma rega só para água, é muito importante a lavagem do todo onde ela foi acondicionada – sais em excesso, fruto de seguidas adubações, são grandes responsáveis por definhamento das raízes e da planta consequentemente. Lembre-se sempre, que no cultivo de orquídeas, mata-se mais por excessos do que por faltas.

    Bom cultivo!

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    Hortências

    Ter plantas bonitas até mesmo dentro de casa é o sonho de muitas pessoas. Acontece que com o passar do tempo, a terra dos vasos, jardineiras ou mesmo do jardim começa a ficar esgotada, além de nem sempre conter boas doses de nutrientes.

    Nessa hora, temos de dar uma mãozinha para a natureza e reforçar a nutrição das plantas. Não é difícil perceber quando as plantas estão apresentando sinais de nutrição deficiente.

    Estes são os mais comuns:
    * O crescimento se torna lento;
    * Espécies floríferas apresentam floração pobre ou ausente, com colorido apagado e sem vida;
    * A planta fica com os caules e as hastes fracas e debilitadas;
    * A folhagem apresenta-se pequena, com folhas miúdas, sem brilho ou amareladas.
    * As folhas inferiores caem com facilidade e a planta fica menos resistente ao ataque de pragas ou doenças.

    Como aplicar um fertilizante?
    Antes de tudo, é preciso lembrar que existem vários tipos de fertilizantes disponíveis no mercado: em pó, líquido, na forma de cristais solúveis, em bastões ou em pastilhas.
    Os fertilizantes em pó, cristais solúveis e líquidos são bem práticos – é só diluir em água. Já os fertilizantes em forma de bastões ou pastilhas são colocados diretamente na terra e têm a vantagem de apresentar uma ação lenta e gradativa, pois vão liberando os nutrientes aos poucos. Por outro lado, eles tendem a concentrar os sais minerais na área de terra em que foram fixados, podendo queimar as raízes mais próximas.

    Existem, também, os chamados adubos foliares que, diluídos em água, são aplicados em aspersão sobre as plantas. É o tipo de fertilizante mais recomendado quando se deseja um efeito imediato, em plantas muito subnutridas.

    Normalmente, as plantas necessitam de três elementos essenciais para o seu bom desenvolvimento: Nitrogênio, Fósforo e Potássio: a famosa “trinca” NPK. Veja porque eles são tão importantes:
    (N) Nitrogênio: Fabrica a clorofila e estimula o crescimento de folhas e brotos.
    Uso: Em todos os tipos de folhagens de interior

    (P) Fósforo:
    Ajuda a produzir raízes saudáveis e estimula o surgimento dos botões de flores.
    Uso: Em todos os tipos de plantas de interior, principalmente floríferas

    (K) Potássio:
    Produz folhas saudáveis e estimula a produção de flores e frutos.
    Uso: Todas as plantas floríferas, com bulbos e plantas com frutos

    Além destes elementos, microelementos como o ferro, zinco, cobre, manganês e magnésio também fazem parte da maioria das fórmulas. Eles participam de processos essenciais como a fotossíntese e a respiração. Os elementos mais importantes geralmente vêm descritos com seus símbolos e as respectivas porcentagens. Por exemplo: NPK 10-20-10.

    Quando há comida demais:
    Fertilizar uma planta em excesso pode ser tão prejudicial quanto deixar de fazê-lo. É preciso não confundir fertilizante com remédio, por isso, antes de mais nada, procure determinar as causas de uma planta fraca e pouco saudável.
    Às vezes, o problema pode ser causado por um ataque de pragas e doenças. Nesse caso, é preciso tratar a planta para acabar com o mal.

    Outro cuidado: use sempre as doses indicadas na embalagem dos produtos. No caso de dúvida, aplique sempre uma dose menor.

    Adubação em excesso só traz problemas, veja o que pode ocorrer, quando a “comida” é demais:
    * Surgimento de manchas amarronzadas nas folhas, parecendo queima;
    * Folhas com as bordas murchas ou enroladas;
    * Má formação das folhas;
    * Distúrbios no desenvolvimento: a planta pode ficar mais ativa no inverno e crescer menos na primavera e verão, por exemplo;
    * Surgem massas ou crostas brancas na superfície da terra ou dos vasos, principalmente nos de barro ou cerâmica;
    * Em casos mais graves, a planta pode secar temporariamente e até morrer.

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    Crisantemo
    Quando se começa a prática da jardinagem, nem sempre é comum o conhecimento de certas regras de plantio, composição de espaços e identificação das espécies de plantas ornamentais. Por isso, o convívio com a pouca experiência no início das atividades pode provocar equívocos.
    Os mais corriqueiros
    - Em primeiro lugar, não pinte os caules ou troncos das árvores. Se você acredita que a cal afasta formigas ou outros insetos, engana-se, a cal pode até contribuir para a permanente moradia de alguns deles. Sem falar na estética da planta, que fica extremamente prejudicada.

    - Cuidado com plantas trepadeiras e espécies agressivas de árvores. Você já viu as raízes de uma figueira? Já imaginou o que ela pode fazer com a sua calçada, seu muro ou sua piscina? Pois é, é preciso conhecer a espécie que se está plantando. A mesma atenção se aplica a plantas trepadeiras.
    Algumas, como a glicínia-do-japão (Wisteria floribunda), a sete-léguas (Podranea ricasoliana) e a muito querida unha-de-gato (Ficus pumila), apesar do espetacular efeito paisagístico, podem provocar estragos, portanto é importante deixá-las em estruturas apropriadas ao seu crescimento e desenvolvimento. Cercas, treliças e caramanchões são alguns exemplos.

    - Muita atenção a plantas com espinhos, especialmente se você tiver crianças e pequenos animais em casa. É comum a disposição dessas plantas na altura dos olhos. O mesmo cuidado vale para aquelas ditas venenosas.

    - Há questões mais paisagísticas do que agronômicas, como o excesso de cores, que pode deixar o ambiente cansativo aos olhos do observador.

    - Outra observação importante diz respeito à forma dos canteiros e à utilização de elementos acessórios no jardim. Esculturas, bancos, luminárias, pedras etc. Evite canteiros de formas geométrica, não use pedras para circular esses canteiros. Prefira formatos disformes e, ao invés de pedras circundando, faça bordadura com espécies vegetais de porte baixo.

    Enfim, use a criatividade, mas tenha bom senso. Não exagere e procure se informar sobre as plantas que está utilizando no seu jardim

    cerquinha

    grama amendoim
    A necessidade de manutenção de gramados varia em função de: Época do ano, tipo de solo, frequência de adubação e espécie de grama. A maior necessidade de manutenção ocorre na época das chuvas quando o solo é rico em nutrientes, a frequência de adubações é alta e as espécies têm crescimento rápido.

    Em um jardim o gramado é a estrutura que exige mais tratos de manutenção, que são:
    Limpeza: Após a implantação do gramado e até seu efetivo “pegamento”, o gramado exige a retirada constante das ervas daninhas. Essa prática é de alto custo e baixo rendimento por ser totalmente manual e quando a grama vem “praguejada” da origem, torna-se ainda mais cara.

    Corte: Tem por função aumentar o número de brotações, rebaixar o nível das plantas e homogeneizar o crescimento. Em um gramado que não é cortado, as folhas crescem em altura provocando sombra para as folhas e brotos inferiores que secam, formando camadas secas e sem firmeza.

    Equipamentos de corte
    Podem ser manuais (alfanje, tesoura) ou mecânicos (elétricos ou à gasolina), de carrinho ou costais.
    Quando realizarmos o corte devemos cortar a folha e não quebrá-la como observamos comumente.

    Remoção da apara
    O ideal é cortarmos a grama no período da manhã, deixando-a sob o sol para murchar, tendo o seu peso e volume diminuídos.
    Sendo a frequência de corte alta, a quantidade de apare a ser removida será pequena.
    Nunca devemos deixar a grama cortada sobre o gramado, pois fermenta formando manchas amareladas.

    Refilamento
    É feito para estabelecer os limites entre as regiões de crescimento do gramado e outras plantas e também calçadas.
    Realizamos o refilamento com pá de jardineiro ou com roçadeira munida de fio de nylon, posicionando-a na vertical, de modo que o fio corte os brotos no impacto com o solo.
    As roçadeiras com fio de nylon são excepcionais para este refilamento, mas não prestam para o corte do gramado, pois na verdade, não cortam as folhas, mas sim quebram-nas pelo impacto
    Nunca devemos refilar o gramado com a enxada, pois com a sucessão de refilamento expõe grande área de terra nu
    O gramado sempre podado tem crescimento dos rizomas (raízes aéreas) no sentido horizontal e aumento do número de brotações. Assim, podemos dizer que a frequência de corte determina a aparência do gramado.
    O gramado somente é considerado implantado após o segundo ou terceiro corte.

    Seração: Furos com garfo de jardim com 10 cm de profundidade ou outra ferramenta no periodo semestral ou anual para deixar o ar e a água penetrar melhor no gramado.

    Salgas: Com areia lavada limpa. Toda de mamona espalhada no gramado ou dissolvida na água. Regas imediatas. É melhor que uréia.

    Uréia: Só é usada em gramado muito prejudicado e ressecado. Em último caso aplicar 30 gr por m².

    Adubação de manutenção
    - NPK da fórmula 10-10-10
    : Na proporção de 50 a 80 gr por m² de gramado, parcelado em 3 a 4 vezes. Aplicados a partir de agosto, a cada 2 meses. Espalha-se o adubo a lanço e procede-se boa irrigação.

    Nitrogenado: 100 gr de sulfato de amônio por m² ou 50 gr por m² de uréia, a cada 2 meses. Espalharmos o adubo a lanço e procedermos a boa irrigação.

    Irrigações: Devem ser realizadas quando as chuvas não são suficientes. Usamos o volume de 3 a 4 litros por m² por dia (meia hora por local), principalmente para as espécies mais exigentes como a grama São Carlos e a Esmeralda.

    Outras práticas
    Cobertura com terra – Essa prática tende a ser abandonada pelo seu alto custo e baixa resposta das plantas.
    Teve a sua origem na manutenção de gramados formados com gramas batatais, espécie que desenvolve rizoma de crescimento na superfície do solo, sendo assim muito susceptível a frio e a geada. Para proteção, cobria-se o gramado com terra.
    As espécies de grama atuais desenvolvem seu rizomas sob o solo, dessa forma é desnecessária a cobertura realizada antes do inverno.

    Adubação orgânica ou cobertura com condicionador
    – É comum observarmos a colocação sobre o gramado de adubos orgânicos ou turfa.
    Isso não traz benefícios para as plantas, pois estes produtos só têm valor quando misturados ao solo. Se permanecerem sobre o solo, o sol acaba destruindo-os.

    Pisoteio da grama
    – Os gramados formados com gramas orientais são de difícil corte. Quando cortados, expõem as folhas secas, degenerando o aspecto do jardim.
    Muitos jardineiros ao invés de realizarem o corte, realizam o pisoteio ou ligeira compactação com o objetivo de diminuir o tamanho das pequenas “moitas” (que se formam pelo crescimento típico dessas espécies).
    Essa prática tem sucesso se a área do jardim for pequena e o esquema de adubação for bem administrado.

    fonte

    folha de hortênciaFungo em folha de Hortênsia

    Se as suas plantas estão com fungos, prepare essa calda bordalesa sem toxinas.

    Material necessário
    2 baldes
    50 g de sulfato de cobre
    Tela ou tecido fino
    10 g de cal virgem (óxido de cálcio)
    Pulverizador manual

    Passos
    - Coloque 1/2 litro de água em um dos baldes.

    - Envolva as pedrinhas de sulfato de cobre em um pedaço de tela ou tecido fino.

    - Pendure o saquinho com sulfato de cobre na borda do balde com água, de maneira que fique sob a água, mas quase na superfície. Espere o produto se dissolver na água.

    - Em outro balde plástico, coloque 1/2 litro de água e, enquanto você mexe com um pau, acrescente cal virgem para apagá-la. Este procedimento deve ser feito com muito cuidado para evitar queimaduras.

    - Depois que a cal esfriar, acrescente cinco litros de água.

    - Filtre a solução para retirar as partículas de cal que poderiam entupir o pulverizador.

    - Misture as duas soluções em um recipiente e despeje em um pulverizador.

    - Use a solução no mesmo momento, borrifando na planta toda. A calda bordalesa não pode ser guardada, exceto se você guardar os líquidos separados, ou seja, o sulfato de cobre diluído em um recipiente e a cal apagada em outro.

    O sulfato de cobre é vendido em lojas de material de construção ou em lojas de produtos para piscinas. É recomendável pulverizar as plantas com a calda bordalesa a cada 15 dias.

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    amor-perfeito
    Não é difícil ter um Jardim de Inverno florido durante o ano inteiro, basta escolher as flores certas e manter um ambiente bem iluminado e limpo, assim todas as plantas – de folhagens a flores – conseguem crescer de maneira apropriada e florescer.

    Algumas espécies conseguem florescer durante todo o ano, como Boca-de-Leão, Papoula, Amor-Perfeito, Calêndula, Angélica e Petúnia. Com o devido cuidado – mantendo a poda adequada e o ambiente limpo – essas flores mostraram sua beleza para todos que visitarem seu Jardim de Inverno.

    Flores como a Begônia, o Lírio-da-paz e a Peixinho gostam mais do frio, por isso são excelentes opções para serem vistas no Inverno. Para decorar seu Jardim de Inverno, é importante ter também belas folhagens, como a Jibóia, que tem tons amarelos e brancos e a Raphis, uma palmeira que se adapta ao tamanho de seu jardim e às condições de iluminação.

    Você pode ter um Jardim de Inverno com plantas magníficas durante o ano todo, o que trás harmonia e vida para sua casa. Aquele canto esquecido na casa pode se tornar um pequeno Jardim de Inverno: se for um local bem iluminado, um vaso grande pode abrigar folhagens e flores formando um pequeno jardim, que pode ter, inclusive, uma pequena árvore junto com as flores – a única exigência de um jardim do gênero é regá-lo regularmente!

    Se você tem um espaço na casa reservado para um Jardim de Inverno, pode complementá-lo com alguns vasos suspensos e até um banco para que este local da casa seja relaxante, que transmita paz e inspire felicidade. Plantas como samambaias e orquídeas são folhagens para o ano todo, contudo a maioria das espécies de orquídeas tem flores muito bonitas algumas vezes durante o ano.

    Caso você não tenha nenhum espaço disponível para um Jardim de Inverno, não se desespere, você pode criar um espaço no ar: pendurando algumas plantas próximas às janelas e alguns vasos de plantas e folhagens fáceis de cuidar como violetas, samambaias e mini-rosas.

    Veja algumas dicas para você pôr em prática e deixar seu jardim de Inverno mais vistoso mesmo com a temperatura mais amena.

    - Algumas pragas e doenças aparecem neste período, principalmente em regiões de umidade intensa. Espante lesmas e caramujos com soluções caseiras à base de fumo ou naturais, com vinagre e alho que são menos agressivos às plantas.

    - Como a evaporação da água na terra é menor no inverno, a quantidade de regas deve ser reduzida. Vale a regra: finque o dedo na terra para sentir se está seca e regue-a pela manhã.

    - Não adube o solo. O ideal é que esse procedimento aconteça mensalmente entre a Primavera e o Verão, já que as espécies ficam em dormência no Inverno.

    - Aproveite a estação para fazer remoções de galhos doentes ou secos. Mas atenção: não realize este procedimento em arbustos, o que pode prejudicar a planta.

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    especie-cotonoaster
    Adubação
    Para adubar um bonsai não é difícil. Como um bonsai vive em vasos pequenos, a árvore poderá consumir todos os nutrientes da terra depois de um tempo, então temos que repor estes nutrientes por meio de adubos. É preciso adubar principalmente nas épocas de grande crescimento das plantas e esta adubação deve ser feita sem exageros. É muito melhor adubar em pequenas quantidades com maior freqüência do que fazê-lo esporadicamente em grandes quantidades. É recomendável o uso de produtos de ótima procedência e com instruções claras de uso.
    Para principiantes a sugestão é uma muito simples usando Torta de Mamona e Farinha de Osso, que são facilmente encontrados em supermercados. Estes podem ser usados sempre separadamente numa frequência bimestral, ou seja, se usar Torta de Mamona em Janeiro, somente você adubar novamente em março com Farinha de Osso. Com isso você terá 6 aplicações anuais.
    Use sempre as dosagens recomendadas. Caso não haja indicação para dosagens referente ao bonsai, use metade da dose recomendada para vasos pequenos.

    Transplante
    Com o passar do tempo você deverá fazer o transplante de seu bonsai, porque, no desenvolvimento natural das árvores as raízes crescem em busca de água, ar e alimento. As raízes de um bonsai vão crescendo e podem ocupar a totalidade do espaço do vaso, expulsando lentamente o solo que ali existia. Por isso periodicamente você deve reduzir o volume de raiz dentro do vaso através de poda. Nesse mesmo processo aproveite para também trocar parte do solo que já não oferece todas as características para um bom desenvolvimento do vegetal. Felizmente este processo demora anos, mas não devemos esquecê-lo enquanto estivermos cultivando qualquer planta que esteja confinada.

    O objetivo da prática do bonsai (cultivo de arvores em vaso), não é apenas mantê-los vivos e saudáveis, mas cada vez mais bonitos. Para isso é necessário que se façam podas regulares para se manter a forma de “mini árvore”. Podar é estilizar a formação de uma árvore.  Com a poda, eliminamos os ramos que saem da silhueta do bonsai, ramos defeituosos, secos ou desnecessários. Para podar devemos utilizar ferramentas adequadas, como tesouras afiadas. Para galhos maiores alicates de corte côncavo, que fazem cortes limpos, precisos e de fácil cicatrização. Quando as feridas da poda são de grande tamanho (maior que o tamanho do diâmetro de um cigarro) é conveniente cobri-las com pasta de selagem para garantir sua perfeita cicatrização. Pode-se usar clara de ovo ou tinta PVA.

    A poda de manutenção da um bonsai pode ser feita facilmente com uma tesoura afiada cortando-se os galhinhos que saem da zona não desejada do tronco ou da copa, cuja melhor forma é a forma da copa triangular. As Podas mais drásticas devem ser feitas no final do Inverno.
    Em bonsais podem ocorrer ataques de pulgão e cochinilhas, estes podem ser tratados facilmente com inseticida para plantas ornamentais. Não esqueça que existindo um problema, este deve ser solucionado com brevidade para evitar a debilitação do bonsai.

    Dicas para o combate a pragas e doenças e o uso de defensivos
    - A aplicação de defensivos em bonsais deve ser feita no final da tarde quando a temperatura estiver amena e sempre a sombra.
    - Inspecionar constantemente os bonsai é a melhor forma de se prevenir quanto a surpresas.
    - Com jato de esguicho forte, segurando firme no tronco, podemos retirar pulgões dos bonsai e deixar suas folhas sempre limpas.
    - Para infestações de cochonilhas acrescente uma colher de sopa de detergente na solução de inseticida (1 litro).
    - Antes de aplicar qualquer defensivo regar os bonsai e esperar até que suas folhas sequem.
    - Não deixe de inspecionar bem as raízes quando for transplantar os bonsai. Se o cheiro for agradável não deve haver problemas.

    janel15

    CrossandraOrange
    Elimine os piolhos das roseiras pulverizando as plantas atacadas pela praga, com água em que se dissolveu tabaco.

    Para manter as formigas que comem plantas, afastadas. Misture borra de café em água e molhe uma estopa, coloque-a em volta do tronco da árvore, e molhe novamente, a cada 3 dias. A formiga não suporta cheiro de café e vão deixar sua planta em paz, pode colocar no jardim também.

    As moscas deixarão as plantas em paz se plantarmos alguns galinhos de hortelã nos vasos. Elas não suportam o cheiro.

    A água que ferve os ovos e a água que se desprende do peixe congelado são ótimos adubos para as plantas, pois contém sais minerais.

    Deixe suas plantas em cima de tijolos molhados. As plantas absorvem naturalmente a água de que necessitam.

    Limpe flores artificiais colocando-as dentro de um saco de papel, coloque uma colher de sal e sacuda por alguns minutos.

    Para suas rosas durarem mais tempo (de 8 a 10 dias), coloque na água uma colher de bicarbonato de sódio. Apenas uma colher de sopa para cada litro de água.

    Para suas flores durarem mais nos vasos, corte um pedaço do cabo todos os dias, e ponha água gelada nos vasos.

    Se quiser afastar lesmas das suas plantas, coloque rodelas de batatas ou um recipiente pequeno com cerveja.

    Para deixar as folhas grandes lustrosas, é só passar uma pano com uma mistura de leite e água, em partes iguais.

    Para manter suas flores sempre bonitas
    Logo que você cortar os cabos de cada flor, em baixo d’água, coloque-as num vaso limpo, cheio de água morna.
    Retire todas as folhas que ficarem abaixo da linha da água.
    Troque a água toda vez que ela ficar turva.
    Se o arranjo vier em esponja floral, molhe-a o suficiente para que a esponja fique numa lamina de água.
    Mantenha as flores em local fresco, longe de eletrodomésticos, luz solar direta ou ventos quentes ou frios.
    Se as rosas murcharem, corte outra vez os cabos embaixo d’água e mergulhe totalmente as flores num recipiente com água morna por 45 minutos.
    Use um conservante floral industrializado ou improvisado, como “Melhoral” ou “Aspirina” ou, ainda, no caso de rosas, um pouquinho de açúcar dentro da água.

    O motivo do envelhecimento rápido das plantas é a desidratação. Por isso, ao podar o caule, procure fazer um corte reto e com as pontas imersas na água. Esse processo evita a entrada de ar nas células do caule e o conseqüente bloqueio da absorção de água e nutrientes. A troca diária de água, o uso de vinagre ou aspirina (cuidado o excesso pode prejudicar) impedem que as flores murchem pela ação das bactérias. E, se os botões estiverem muito fechados, coloque um pouco de açúcar no vaso para abri-los. Se puder, borrife as plantas para mantê-las frescas e hidratadas. Atenção: a cada 15 minutos fora d’água, a sua rosinha perde um dia de vida.

    Transportando mudas: Uma muda de planta pode ser transportada de um lugar para o outro sem murchar com ajuda de uma simples batata. A umidade da polpa dessa hortaliça cuidará para que a planta chegue ao local definitivo com vigor.

    Alho: Fazer novas mudas de alho é bem simples. Para isso, você só precisa destacar os bulbos de um dente de alho já com raiz. E colocá-los em terra comum de jardim. O alho pode ser cultivado, inclusive em vaso. Na hora de plantar, cuide apenas de colocar a metade dos bulbos na terra, em cerca de 90 dias estarão prontos para colheita.

    A orquídea é uma flor que gosta de luz, mas o sol direto pode amarelar as folhas.
    Elas não resistem a rajadas de vento e devem ser regadas apenas duas vezes por semana.
    A água vaza logo, mas a raiz permanece úmida.
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