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piperomia melancia

Não é muito difícil observar se as suas plantas estão bem adaptadas ao local e aos tratos culturais que estão recebendo.

Veja como observar alguns sintomas pode prevenir problemas e doenças.
* Sintoma: Os caules crescem de uma forma exagerada, as folhas mais velhas ficam longas e desbotadas enquanto as novas não se desenvolvem.
- Causa: Pouca luz. Excesso de Nitrogênio.
- O que fazer: Coloque a planta num local mais iluminado. Reduza o teor dos adubos ou diminua a frequência das aplicações.

* Sintoma: As folhas antigas enrolam-se; as novas não se desenvolvem.
- Causa: Excesso de luz.
- O que fazer: Coloque a planta num local mais sombreado ou pare de usar adubos para incentivar o crescimento.

* Sintoma: Os caules ficam polpudos, escuros e apodrecem; as folhas inferiores dobram-se e murcham; a terra, na superfície, fica constantemente molhada.
- Causa: Excesso de água.
- O que fazer: Não regue em quantidade ou com muita frequência. Molhe apenas quando a terra do vaso estiver seca. Assegure-se de que o buraco de drenagem do vaso não está entupido. Não deixe a água drenada ficar embaixo do vaso mais de 30 minutos. Diminua as regas, ainda mais, no período de dormência das plantas.

* Sintoma: As pontas das folhas escurecem e elas acabam murchando. As folhas inferiores ficam amarelas e caem.
- Causa: Pouca água.
- O que fazer: Regue até que a água escorra pelo buraco de drenagem do vaso. Não molhe outra vez antes da terra secar.

* Sintoma: As bordas das folhas enrolam-se e ficam amarronzadas.
- Causa: Falta de umidade.
- O que fazer: Aumente a umidade, colocando os vasos sobre uma bandeja com pedrinhas e água ou então no interior de um recipiente cheio de esfagno úmido. Borrife as folhas.

* Sintoma: A planta não dá flores, ou produz apenas algumas, e forma um cúmulo de folhas. Na superfície do vaso, às vezes aparece um lado esverdeado.
- Causa: Excesso de adubo, principalmente nitrogênio.
- O que fazer: Adube com menos frequência, usando a metade da quantidade indicada na embalagem, principalmente no inverno, quando a planta recebe menos luz. Não use adubo rico em nitrogênio durante o período de crescimento. Não adube na época de dormência da planta.

* Sintoma: As folhas inferiores tornam-se amarelas e caem; as novas não se desenvolvem e os caules param de crescer.
- Causa: Falta de adubos.
- O que fazer: Adube frequentemente no período de crescimento da planta.

* Sintoma: As folhas ficam amareladas, dobram-se e murcham.
- Causa: Excesso de calor.
- O que fazer: Mude a planta para um lugar mais fresco.

* Sintoma: Surgem manchas amareladas ou amarronzadas nas folhas.
- Causa: Água fria nas folhas.
- O que fazer: Ao regar as plantas, use água à temperatura ambiente ou um pouco mais alta.

* Sintoma: Manchas brancas amareladas ou amarronzadas nas folhas.
- Causa: Queimadura do sol.
- O que fazer: Propicie mais a sombra à planta, filtrando a luz do sol com cortinas, ou mude-a para perto de uma janela que não receba luz solar direta nas horas mais quentes do dia.

* Sintoma: Uma cobertura branca aparece na superfície da terra ou nas margens e lados do vaso de barro. As folhas que tocam na borda do vaso murcham, apodrecem e caem.
- Causa: Acúmulo de sais provenientes dos adubos.
- O que fazer: Regue a planta inteiramente, para dissolver os sais. Depois de meia hora, molhe-a novamente para que os sais sejam expelidos pelo buraco de drenagem. Lave bem os lados e margens do vaso e revista essas partes com cera derretida.

* Sintoma: As raízes ocupam todo o espaço do vaso e passam pelo buraco de drenagem. A planta murcha ou produz apenas pequenas folhas.
- Causa: Vaso pequeno.
- O que fazer: Replante num vaso maior.

passaro

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violeta africana

As violetas são belas flores que podem embelezar qualquer jardim. Muito populares no mundo todo, elas estão presentes em toda a cultura mundial, sendo símbolo de amor entre divindades e também entre casais.

Com um cuidado e cultivo muito simples, a violeta é muito comum em quase todas as regiões do planeta, principal pelo motivo de que esta flor tem uma adaptabilidade muito grande a vários tipos de clima e de solo.

Nesse artigo algumas dicas de como fazer a violeta florescer, para deixar a sua vida mais bela e com flores por todo canto.

violeta

Como fazer violeta dar flor
Para florescer a violeta, são precisos alguns cuidados específicos em seu cultivo. Um dos maiores segredos para um cultivo da violeta é a luz que incide sobre a planta. A violeta tem uma grande necessidade de iluminação para que consiga fazer sua floração e também sua fotossíntese.

No entanto, é importante e notável o fato de que a luz não pode incidir diretamente em suas folhas e flores, pois essa planta é sensível ao sol e pode acabar sendo “queimada” pelos raios solares que vêm diretamente ao seu corpo.

Outra dica essencial para cultivar as violetas com flores sempre é a temperatura do ambiente. A violeta não tem grande resistência às noites frias, portanto, é importante que haja uma regulação para que durante as noites a temperatura não fique abaixo de 21ºC.

No entanto, não é bom que faça muito calor: temperaturas acima de 30ºC durante o dia podem inibir o florescimento da planta, te impedindo de chegar no resultado devido.

Outra informação relevante para quem deseja saber como cultivar violetas sempre floridas se refere à quantidade de irrigação da planta. Não se deve regar excessivamente a planta.

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Geralmente isso impede um crescimento saudável da violeta por causa de fungos que acabam prejudicando as raízes das plantas, e, consequentemente, a sua absorção de nutrientes do solo. O ideal é manter a umidade do solo, nunca encharcando a terra em que a florzinha será cultivada.

Para dar o toque final, saiba que é preferível que o cultivo se dê em vasos, tendo em vista que a necessidade de luz indireta pode acabar impedindo a plantinha de florescer como se deseja.

Portanto, se tiver essa opção, procure por vasinhos de barro, que absorvem umidade e não deixam o solo ficar encharcado, garantindo as necessidades básicas que proporcionam um desenvolvimento saudável e florido da violeta.

Adubo caseiro para violetas
A adubação é um incentivo interessantíssimo que as violetas podem ter para um cultivo florado. No mercado de adubos e floricultura, existem adubos específicos de solução NPK (Nitrogênio, potássio e fósforo) desenvolvidos para a floração de violetas.

No entanto, se você deseja fazer uma produção caseira desse tipo de fertilizante, damos a receita para você. Você vai precisar de cascas de ovos, húmus e banana para isso.

A combinação de adubo natural (húmus), com cascas de ovos e banana garantirá a proporção perfeita entre nitrogênio, potássio e fósforo em uma planta. As cascas de ovos são ricas em fósforo, a banana é rica em potássio e o húmus possui alta quantidade de nitrogênio, oferecendo a proporção necessária de nutrientes que garantem o cultivo da violeta.

violeta-africana-

Como podar violetas
Outra importante tática para cultivar violetas sempre floridas é manter uma poda adequada para a planta. No entanto, muitas pessoas desconhecem as melhores técnicas de podamento especializado para violetas, acabando com sua floração e inclusive em diversos momentos degradando a planta, causando sua morte e desaparecimento de seu belo potencial de ornamentação.

A poda correta da violeta deve ocorrer durante o momento da floração. As flores que já estiverem murchas devem ser cortadas para que os nutrientes se dediquem a novas flores, além do fato de que folhas amareladas e mortas devem ser retiradas o quanto antes para que o desenvolvimento da planta não seja prejudicado.

Também é interessante que você fique atento para pulgões nas plantas, sempre os retirando para que eles não usurpem os nutrientes da violeta.

Essas são as principais dicas de como cultivar violetas sempre floridas.

janela lúdica

orquídea Cacca

A grande dificuldade no cultivo de orquídeas é basicamente falta de informação, ou pior que isso, a informação errada.

No inicio com a vontade de ver a planta florindo ou crescendo rapidamente queremos acertar no cultivo, mas se erramos na maioria das vezes podemos perder a planta de vez ou deixá-la anos e anos tentando se recuperar da nossa própria barbeiragem.

Isso é um cenário muito ruim e para evitar isso podemos seguir dicas simples que vão ajudar a manter as plantas saudáveis e florindo todos os anos trazendo alegria e beleza para nossa casa.

Segue abaixo uma lista com 10 dicas infalíveis para você cuidar de sua planta sem prejudica-la:
Sophronitis

Dica 1- Conheça a espécie que esta levando para casa.
Quando adquirimos uma orquídea não procuramos saber é se ela tem nome, mas saber o nome da planta é o que vai facilitar na hora de buscar informações sobre ela. Como no mundo todo existe uma infinidade de espécies e híbridos de orquídeas são naturais que existam diferenças no cultivo delas também.

Algumas plantas gostam de mais luz, outras de mais sombra, enquanto outras preferem mais umidade e ainda existem aquelas que necessitam de maior ventilação.

Todas essas necessidades vêm basicamente do clima da região de onde aquela planta é originaria ou no caso de uma planta híbrida, passada pelos pais no cruzamento.
Quando passamos a conhecer mais sobre de onde vem a planta podemos tentar reproduzir isso em nossa casa tornando o cultivo mais fácil e prazeroso.

aclimatar

Dica 2 – Aprenda a aclimatar sua orquídea
Quando adquirimos uma orquídea e levamos para casa, primeiro ela vai se adaptar, pois são plantas dependentes do ambiente e de três fatores básicos encontrados nele: ventilação, iluminação, umidade e ambiente.

Com essa informação fica mais fácil “socializar” essa nova planta na sua “nova casa” se respeitar esse tempo de adaptação que a planta necessita.
É um período em que ela regula a luz que recebe nas folhas e orienta sua direção de crescimento entre outras coisas.

Se além dessa você possui mais plantas por precaução seria indicado deixar essa nova planta separada das demais durante algum tempo, como num período de quarentena ou até que você perceba se ela não possui nenhuma doença ou ainda se no substrato do vaso existam inseto nocivo as orquídeas como caracóis e lesmas.

O normal de qualquer planta é “sentir” um mínimo de estress nessa nova mudança, podendo desidratar levemente os bulbos, mas se as folhas apresentarem desidratação poderá estar acontecendo um problema nas raízes.

O ideal no começo é tomar muito cuidado com a rega dessa nova orquídea e com excesso de umidade do substrato, pois é fatal para apodrecer as raízes e abaixar o pH tornando-o acido rapidamente e favorecendo a proliferação de fungos.

Prefira deixar sua nova orquídea em local fresco e arejado e que não tenha temperaturas extremas nem oscilações bruscas de temperatura e no caso das plantas adquiridas com flor o ideal é que deixe-as primeiramente enfeitando o ambiente de sua casa com pouquíssimas e esporádicas regas até as flores murcharem primeiro antes de coloca-la no cultivo com as outras.

replante

Dica 3 - Saiba a hora certa de replantar.
Se alguém disse a você para replantar sua orquídea recém adquirida não leve isso ao pé da letra e saia arrancando ela do vaso. Tudo que envolve uma orquídea ou qualquer outra planta necessita avaliação exclusiva de quem cultiva e muita paciência e observação, pois são seres vivos e mexer antes da hora pode causar um estress maior além do que ela já tem quando chega a um novo ambiente de sua casa.

Normalmente um novo replantio deve ser feito sempre no inicio do crescimento ou porque o substrato chegou ao limite da durabilidade e esta começando a prejudicar a planta ou porque a planta já esta grande e “saindo fora do vaso”.

As espécie de crescimento monopodial, que crescem apenas para cima, como a espécie Phalaenopsis, o replante só acontece quando o substrato fica velho e com o pH muito baixo (cheiro forte de matéria decompondo e substrato esfarelando na mão são sinais de deterioração.)

Toda espécie de orquídea vegeta em etapas ou ciclos, onde o inicio é a brotação de novas folhas, bulbos e raízes. O final do ciclo vem com a floração e a dormência, que é um período onde a planta se recupera da floração e se prepara reunindo energia para iniciar o novo ciclo.

O tempo de cada ciclo pode ser definido como um ano em média e melhor momento desse período para replantar uma orquídea é sempre no inicio do ciclo onde a planta estará com o crescimento dos novos bulbos e raízes a pleno vapor, conseguindo dessa forma enraizar rápido no novo substrato.

Mexer antes ou depois da hora normalmente não traz um bom resultado. Como na orquidofilia nada é absoluto é sempre necessário criar o bom senso no cultivo, afinal estamos lidando com plantas que são seres vivos e que também sentem as mudanças do ambiente e do que fazemos com elas.

Aprenda que há casos e casos onde quem cultiva é que deve avaliar usando as informações que conseguir sobre a planta adquirida.

Como regra geral para fazer um replante numa nova orquídea adquirida devemos esperar um mínimo de tempo de adaptação da planta na nossa casa após o primeiro mês e se a planta estiver mostrando sinais de  atividade como um novo broto ou raízes novas.

É preciso ter em mente que na natureza tudo é relativo por isso não se pode levar em consideração o absoluto e no cultivo de orquídea a observação é chave para saber o que a planta necessita e qual a hora de replantar.

regando_orquideas

Dica 4 - Muita atenção às regas.
Dada a importância que a água tem nas funções da planta sempre procurei definir a minha rega pelo ambiente que tenho aqui para elas.

Um dos erros mais comuns é deixar de fornecer a umidade necessária às orquídeas, por isso primeiro a gente deve aprender qual a necessidade real que uma planta tem de água e depois baseado nisso definir a periodicidade das regas.

Se o hobby for aumentando é possível montar um sistema de rega com canos de PVC comum e aspersores, obtendo mais qualidade, homogeneidade e exatidão nas regas que é fundamental para manter a hidratação das plantas e a manutenção da umidade no ambiente diminuindo as oscilações muito grandes de temperatura.

Usando a criatividade também é possível ter uma fonte ou um pequeno lago próximo às plantas deixando seu cantinho com cara de beira de rio, onde a umidade noturna faz toda a diferença na hidratação das plantas.

ambiente

Dica 5 - Crie o ambiente ideal para as orquídeas.
A umidade no ar para uma orquídea vegetar bem é acima de 50%, e se chegar a estar abaixo de 30%  as plantas poderão se desidratar rapidamente, o que aliás também ocorre conosco,  por isso a umidade do ar deve ser levada a serio no cultivo das orquídeas.

Apesar de não conseguir enxergar a umidade no ar, é ela que vai fazer toda a diferença na beleza e na saúde das plantas.  A maioria dos habitats de floresta são locais onde existe bastante umidade noturna que começa com o sereno no fim do dia e vai até o orvalho da manhã quando o sol nasce novamente.

É tanta água disponível que as plantas mais rentes ao chão ficam molhadas mesmo sem ter chovido, então se o ambiente que você tem na sua casa é muito seco, não adianta apenas jogar a água porque o excesso de regas também retira uma parte dos nutrientes da planta “lavando” o substrato e causando outros problemas com o passar do tempo.

Para acertar a umidade ambiente para se cultivar orquídeas em casa, devemos tentar imitar a natureza. No meu orquidário, por exemplo, possuo vasos com outros tipos de plantas como folhagens e bromélias no chão em volta de onde tenho as orquídeas mantendo uma umidade interna do orquidário por mais tempo.

Mesmo que não molhe os vasos das orquídeas, sempre é bom molhar os vasos colocados no chão, pois dessa forma a umidade permanece durante a noite e só vai evaporar no dia seguinte com o aumento da temperatura. Acima das orquídeas, é bom usar o sombrite que diminui a intensidade de luz e a temperatura interna do orquidário.

Existem outras maneiras de aumentar a umidade relativa do ar, como por exemplo uma pequena fonte ou lago artificial próximo as plantas, enfim utilize a criatividade e pratique a observação do meio natural, e crie seu oásis particular.

Vanda-Sanderana-Alba

Dica 6 – Evite aglomerações de plantas.
Apesar de ser benéfico para a umidade ambiente ter uma boa concentração de plantas em seu orquidário, jamais deixe essas plantas muito juntas.

É necessário haver um mínimo espaçamento entre os vasos tanto os pendurados como os que ficam em bancadas porque pode comprometer a ventilação do ambiente e isso traz consequências desastrosas.

A aglomeração de plantas com os vasos encostadas uns nos outros também pode acarretar problemas com insetos nocivos que aproveitam a mínima distancia para se locomoverem melhor e também se esconder melhor.

Além disso, se houver plantas atacadas por fungos a aglomeração dos vasos vai facilitar a contaminação nas plantas próximas com a disseminação de esporos(sementes do fungo) que se espalham para as folhas das outras plantas e depois germinam causando as terríveis pintas pretas.

Evite também ao máximo deixar as plantas no chão, pois além do problema de ventilação insuficiente o risco de ataques por fungos e insetos é maior. Os fungos do solo são os mais agressivos e perigosos para as orquídeas. O ideal é manter as plantas num mínimo de um metro do chão e com um espaçamento razoável entre os vasos para que não encostem um no outro.

Brassocattleya Pastoral Innocence

Dica 7 - Tenha um controle de pragas preventivo e natural.
Atualmente com a quantidade de grupos de assuntos relacionados as orquídeas que existem nas redes sociais a propagação de informações sobre maneiras caseiras de se lidar com insetos nocivos e fungos aumentou muito.

Acredito que muitas pessoas como eu aprenderam boas dicas de combate as pragas e doenças sem a necessidade de usar venenos, usando apenas receitas caseiras com pimenta, alho, canela, e produtos naturais como o óleo de neem e uma gama de outros produtos repelentes e inseticidas naturais que não trazem risco as plantas, nem animais, nem nós humanos, e são muito eficientes.

Orquídeas são plantas muito resistentes, mas fora de uma floresta pode ficar vulneráveis se o ambiente for ruim. O grande risco real para que uma planta seja atacada por uma praga ou contaminada por um fungo é estar em ambiente inadequado.

Além disso, quando vamos cultivar muitas plantas juntas devemos seguir alguns procedimentos para prevenir a propagação de fungos e insetos nocivos entre as plantas nesse ambiente.

Sempre mantendo uma boa higiene em vasos, substratos e instrumentos de corte, esterilizando tudo antes de usar em uma orquídea.
Muita atenção à limpeza das mãos antes de tocar nas plantas, pois nós somos os grandes vetores de fungos, vírus e bactérias.

Fatores como excesso de umidade nas raízes, sombreamento excessivo, desnutrição ou ainda falta de ventilação e luz para a fotossíntese são grandes vilões para as orquídeas atraindo variados problemas que sempre vão insistir em aparecer independente do que usa para combater e prevenir.

Observar e perceber o que realmente desencadeia as situação consideradas ruins para as orquídeas e corrigir é fundamental para evitar que isso aconteça e o grande segredo de se cultivar orquídeas. As praticas menos invasivas e simples são as que dão mais resultado e mais fáceis com certeza.

adubação

Dica 8 - Alimente suas plantas
Todo ser vivo precisa de alimento e as plantas que cultivamos em casa também. Antes de ser adquirida toda orquídea recebe sua nutrição para poder crescer, florir e ficar atrativa para ser vendida, e se não receber mais os nutrientes que estava acostumada vai se desenvolver mais lentamente e sem o mesmo vigor, além de ficar vulnerável a pragas e doenças.

Os nutrientes minerais essenciais para uma orquídea são 13 divididos em macro e micronutrientes: Nitrogênio, fósforo, potássio (NPK). cálcio, magnésio, enxofre são os macronutrientes e  boro, manganês, ferro, molibdênio, zinco, cobre e cloro são os micronutrientes.

O ar, a água e a luz são responsáveis por fornecer a uma planta oxigênio, hidrogênio e carbono que compõe 90% da composição vegetal e os outros 10% são os minerais que fornecemos através da adubação. Se a planta não receber os nutrientes minerais terá dificuldades de florescer e também de crescer plenamente.

Atualmente existem adubos químicos, orgânicos e organominerais que são usados para fornecer esses minerais às plantas. Antes de decidir qual adubo usar é preciso saber como ele nutre a planta e se vai conseguir fornecer tudo que ela precisa. Todo nutriente mineral é fundamental, mesmo aqueles que a planta necessita em menor quantidade.

O uso de variados tipos de adubos com formulações parecidas com o passar do tempo causam um efeito contrario nas plantas, como, por exemplo, flores defeituosas e brotos mal formados.

Como as orquídeas possuem reservas, uma deficiência pode demorar a se apresentar se você não forneceu os nutrientes de forma correta para as plantas.

O grande segredo na adubação é entender que na nutrição das plantas os excessos são prejudiciais e as faltas também. Equilibrar é fundamental.

O uso de vitaminas, como a tiamina (complexo B), por exemplo, é indicado para tentar ajudar a planta a enraizar e brotar novamente e seu uso não serve como nutrição pois com o tempo também acaba causando um efeito contrario na planta que deixa de sintetizar as substancias que precisa podendo entrar em colapso.

Uma orquídea consegue sintetizar qualquer substancia que necessite para emitir raízes e brotos com ótima saúde e com suas defesas em dia se receber todos os nutrientes que necessita.

vasos

Dica 9 – Escolha  corretamente vasos e substratos para o cultivo na sua casa
Antigamente não se conhecia mais opções de substratos para o cultivo de orquídeas pois se dependia quase que exclusivamente do xaxim que hoje corre risco de extinção e não pode ser mais comercializado.

Isso fez com que novos materiais fossem sendo testados, principalmente os de descarte da agroindústria como a casca de macadâmia e o chips de coco.

A finalidade do substrato é servir de apoio a planta de maneira que as raízes possam se fixar e permanecer firmes sem compactação, além de reter umidade permitindo a circulação de ar e a retenção de nutrientes provenientes da adubação.

Hoje em dia a opção tanto de tipos de vasos para cultivo como também de substratos facilitou e muito o cultivo de orquídea em qualquer parte do nosso país. Dependendo da região e do clima podemos escolher usar um substrato que acumule mais umidade ou não.

O segredo dessa escolha é conhecer as necessidades das plantas que você tem em casa e também as particularidades do clima da sua região e relação a umidade ambiente.  Quando temos uma boa quantidade de plantas utilizar o mesmo tipo de vaso e substrato ajuda na definição das regas, pois o tempo de secagem acaba sendo igual para todos os vasos.

Como existem muitas espécies de orquídeas talvez essa não seja uma tarefa fácil, mas com o tempo e criatividade é possível encontrar soluções para isso.

Quanto mais homogêneo for o seu cultivo, mais fácil para você cuidar  das plantas. Normalmente quando iniciamos no cultivo de orquídeas costumamos sair adquirindo mais pela beleza da planta e flores do que por suas particularidades de cultivo como, por exemplo, o clima de origem que o exemplar está acostumado a vegetar.

Isso pode atrapalhar a adaptação da planta e fazer com que vá definhando aos poucos confundindo o cultivador e dando a impressão que a planta é frágil. (Isso não é verdade, pois se nos fôssemos colocados num local onde não sobreviveríamos, morreríamos antes que uma orquídea).

Uma espécie de orquídea pode resistir por meses e até por anos em um ambiente ruim e é preciso estar atento para perceber isso e corrigir antes que seja tarde e a planta morra.

Eu por exemplo cultivo espécies variadas de clima tropical e prefiro usar o vaso cerâmico para quase todas. O que muda para algumas espécies mais exigentes, é o uso de tronquinhos e cascas de madeira tornando o cultivo mais natural. Para aquelas que preferem mais umidade nas raízes utilizo o vaso plástico e separo dentro do orquidário para facilitar a rega.

Tenha em mente que na orquidofilia nada é absoluto, e o sucesso do cultivo vai depender da sua observação e conhecimento sobre as suas plantas.

Micro Orquídea Lophiaris Pumila

Dica 10 – Cuidado com os excessos.
As orquídeas são plantas perenes, que vegetam lentamente ao longo de um ano inteiro para poder florir e por esse motivo qualquer erro pode custar meses, anos e até mesmo não ter volta e o exemplar morrer.

Uma orquídea vegeta no mesmo sistema que os cactos vegetam, pois dessa forma podem economizar seus recursos garantindo sua vida mesmo em épocas de estiagem.
Naturalmente não existe uma maneira de acelerar esses processos fisiológicos das plantas a não ser praticando um cultivo correto fornecendo tudo o que ela precisa em um ambiente com clima adaptado para elas.

Caso o ambiente de cultivo seja inadequado as orquídeas terão mais dificuldade em conseguir recursos e vão vegetar mais devagar ainda. Tentar acelerar esses processos na planta, na maioria das vezes não acaba bem. Ou a planta fica debilitada ou desregulada ou na pior das hipóteses a planta morre.

Cuidado com receitas mirabolantes pois uma orquídea é um ser vivo e pode ser prejudicado por você se não houver critério nem conhecimento sobre o resultado do que está fazendo.

No inicio qualquer pessoa que se encanta pelas orquídeas deve prestar atenção a sua própria ansiedade porque é o que mais prejudica as plantas. Mexer antes da hora pode ser mais prejudicial do que não fazer nada.

Quando adquirimos uma nova planta na maioria das vezes ela está enraizada e adaptada ao vaso e substrato em que veio e não tem necessidade de ser replantada imediatamente.

O que a maioria das pessoas se esquecem ou não sabem é que uma orquídea depois de ser tirada de um ambiente (floricultura por exemplo) e levada para outro, primeiro vai precisar se adaptar a esse novo local para depois estar apta a ser replantada ou dividida.

Saber observar os detalhes como a saúde das raízes e folhas e também se a planta carrega pragas ou doenças antes de finalizar a compra é o mínimo que podemos fazer para evitar ter problemas com uma orquídea depois que a levamos para casa.

Orquídea é um ser vivo como nos, mas com necessidades diferentes. O mesmo que detestamos para nos também pode ser ruim para uma planta, pense nisso antes de sair mexendo na planta na hora errada e sem tomar as devidas precauções como esterilizar os instrumentos de uso e corte.

Estas dicas e práticas podem ser adotadas para minimizar os erros no cultivo e ajudar a entender as necessidades reais que uma orquídea tem para poder vegetar com saúde e proporcionar muitas flores.

As orquídeas são plantas que quando entram na vida de uma pessoa tem a capacidade de mostrar sempre de forma positiva como é possível sermos cada vez mais otimistas em relação à vida, sabendo respeitar cada período dela e aproveitando o que ela tem de melhor sem desistir dos nossos sonhos e aprendendo a conviver em sociedade de forma ativa e feliz.

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lirio-da-paz

O lírio-da-paz (Spathiphyllum wallisii) é uma planta milenar que exige poucos cuidados. Com aparência bonita, é bem resistente. Porém, algumas pessoas acabam tendo problemas na hora do lírio-da-paz florescer. Isso pode acontecer devido às condições em que o lírio está plantado ou fator ambiental.

Com uma conotação religiosa e cheia de misticismo, a flor de lírio é adorada por muitos.

Como cuidar de lírios-da-paz
O lírio-da-paz não tem segredo para ser cultivado. Primeiro, você precisa de um ponto quente, úmido e sombreado, assim como as florestas tropicais, lugar do qual ele vem. Por isso, quando a planta é deixada dentro de casa consegue se desenvolver melhor, quando comparada aos ambientes do lado de fora da casa.

Deixe o lírio-da-paz próximo de uma janela em um quarto bem quente e com a luz indireta do sol. Tome cuidado ao expor o lírio ao sol muito direto e em excesso ou ao ar frio. Isso pode fazer com que ela morra antecipadamente. Se o clima de sua cidade for tropical, você pode deixar a planta para fora pelo ano todo.

lirio-da-paz

Outro fator importante na hora de cuidar é regar o lírio da forma correta. Faça isso apenas quando o solo estiver seco e coloque água o suficiente para deixá-lo úmido e sem poças. Caso você não regue a planta, ela poderá morrer.

A água em excesso, porém, também não é boa e pode causar a raiz podre, fatal para qualquer planta. A média de regadas por semana é, normalmente, uma vez.

Além de regar, você deve borrifar água na planta durante a semana. Isso servirá para reproduzir o ambiente natural dele, que é bem úmido.

As folhas não saudáveis devem ser aparadas com frequência. Isso irá impedir que a planta gaste energia com partes mortas. Faça cortes limpos e bem próximos ao solo.

liriodapaz

Como cuidar de lírios em vaso
Nós explicamos como cultivar lírios em vaso. Para envasar um lírio-da-paz, você deve, primeiro, usar o tamanho apropriado de vaso. Para isso, o ideal é que tenha cerca de 25 centímetros de diâmetro. Este tamanho normalmente faz com que as raízes se espalhem e cresçam o suficiente.

O fundo do vaso deve ter buracos de drenagem – isso é essencial para a sobrevivência da planta. Lugares especializados em jardinagem oferecem uma mistura de envasamento própria para lírios. Escolha um solo que tenha cascas de árvores compostas e seja bem leve.

gaivotas