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A rosa-do-japão pertence à família Rosaceae e também é conhecida como Roseira-do-japão, Kerria, Querria, Rosa-japonesa.

Quem vê a rosa-do-japão pela primeira vez se encanta pela vivacidade da planta. A bela Kerria japonica é um arbusto lenhoso, decíduo, de clima temperado e que se apresenta repleto de flores na maioria das vezes.

Sua ramagem arqueada, ramificada e abundante cria um denso arbusto, mais largo do que alto, com cerca de 2,5 m de largura por 1,2 m de altura.

Na maioria das vezes suas folhas são verdes, ovais, alternas, simples e com as margens serrilhadas, porém pode ser encontrada também com uma variedade de folhas variegadas.

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Suas flores são múltiplas e ocorrem durante a Primavera. São amarelas e podem ser tanto simples como dobradas, de acordo com a cultivar. Logo após esta floração se for feita uma poda, é possível obter uma segunda floração no Outono.

A Kerria apresenta crescimento rápido e floração precoce, seus ramos pendentes são ideais para áreas de aclive, pode ser cultivada  em gramados de forma isolada ou em renques junto a muros ou cercas.

Pode ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra, sempre em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e com regas periódicas.

A vantagem de cultivá-la em áreas sombreadas é que suas flores duram mais tempo, porém se for cultivada em sol pleno a floração é mais abundante.

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A poda para estimular a floração da Kerria deve ser feita todo ano durante o Inverno. A bela espécie aprecia o clima subtropical e temperado, mas deve ser protegida de ventos fortes.

Multiplica-se facilmente por meio de estaquia, sendo possível também separar as brotações naturais que surgem entorno da planta mãe e fazer mergulhia e alporques.

Alerta:
A Kerria japonica possui espinhos. Use luvas ao manusear os ramos ou efetuar podas.

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A sensibilidade, a leveza e a beleza que as gérberas apresentam em nada tem a ver com sua força e resistência e necessidades de cuidados e precauções para manter sempre bela e consistente em seu visual e saúde, pois a durabilidade e tempo de maturação e vida desta planta dependem em muito do como a tratamos e de como fazemos para revitalizá-la.

O manejo e o cultivo requerem cuidados e precauções que vão desde a devida composição do solo a irrigação constante, porém sem encharcar, o que nem sempre é salutar a qualquer tipo de planta.

Planta de aspecto sutil esconde atrás de sua beleza uma resistência e uma capacidade de reprodução e renovação sem igual. Trata-se de uma planta/flor que floresce em determinada fase do ano, mas que não perde por isso seu resplendor nas outras épocas em detrimento de sua florada.

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Local para o cultivo
Esta planta requer e necessita de luz solar, então é quase que desnecessário dizer, que deve ser plantado em área externa, o que não impede de estar acondicionada num vaso e este poder transitar entre o lado de fora e o de dentro em determinadas situações e momentos.

Se a colocação da planta for a um local definitivo onde não lhe permita mobilidade deve ser levado em conta à probabilidade de luz solar neste, o que garantirá uma sobrevida e durabilidade da espécie por mais tempo, além de manter uma glamorosa aparência por mais tempo e prazo.

Cuidados no manejo
Como toda planta é importante fazer podas frequentes e sempre que for preciso, para limpar seus caules de folhas velhas e que estão lhe tirando a força e nutrientes.

Necessário é fazer uma limpeza sempre que aparecer sinais de desgaste, pois esta poda proporciona revitalização e força para que a mesma cresça e resplandeça na natureza.

Fazendo esta limpeza e poda, estará garantindo a brotação nova de flores e com isso garantindo cada vez mais a planta saúde e vitalidade e esta em contra partida lhe dará flores e uma beleza ímpar sem igual.

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Irrigação
A irrigação deve ser constante, deve ter uma boa drenagem no local, para que não aja o encharcamento e consequentemente acometer a planta de doenças e provocar sua morte prematura. Irrigar não é encharcar, como já foi dito, entretanto deve seguir uma constância diária, pois se a planta se ressecar pode também comprometer sua qualidade.

Se for viajar ou se ausentar por um período longo, necessário e manter uma forma eficiente de irrigação, e para tal você pode solicitar ajuda de um vizinho ou parente, ou ainda, fazer um dispositivo com uma garrafa pet usada, com a boca colocada dentro da terra e cheia de agua, que poderá irrigar através da força gravitacional da natureza.

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O encanto das Gérberas
A planta é muito resistente, sutil e de uma boa leveza, esta planta engana quem acha que com isso é uma espécie frágil, pois sua força está exatamente em seu aspecto e em seu resplendor.

Multicolorida e com uma vivacidade que acomete de alegria e admiração quem as toca e a vê, esta planta originária das regiões africanas do globo terrestre é uma boa opção de ornamento e cultivo em residências e tem uma boa opção comercial para os amantes de plantas como sinal de presente através de arranjos.

Receber uma gérbera é algo muito admirável, e o melhor, mesmo depois de colhida e bem acondicionada num vaso com água ela ainda sobrevive e dura um bom tempo.

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A popular pata-de-vaca é uma árvore muito encantadora e quando florescem elas chamam bastante a atenção. Suas folhas são leves e delicadas, atraindo muitos insetos. O mais importante é que a pata-de-vaca possui um porte médio em relação a outras espécies da sua mesma família, a Caesalpinoideae. Por isso, a árvore é considerada uma espécie muito curiosa por diversas características.

É uma espécie vegetal originária da China e Índia, muito cultivada no Brasil, principalmente no sudeste do país. Suas características físicas são realmente muito parecidas com as árvores chinesas e indianas, sendo impossível não compara-las com outras famílias de lá, principalmente quando a árvore floresce.

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Características botânicas
Uma de suas principais características descritivas é que a pata-de-vaca é uma semi decídua, isto quer dizer que a espécie não perde totalmente as suas folhas delicadas quando o inverno chega.

Mesmo sendo considerada de porte médio, ela pode chegar até 10 m de altura. A pata-de-vaca é uma das árvores mais ramificadas que existem no sudeste do Brasil e até mesmo em outros países originários. Quando chega a metade do inverno, ela floresce e permanece assim até a metade da primavera. Suas folhas são simples, levemente coriáces, parecendo bipartidas, dando a semelhança de uma pisada de bovino, daí seu nome popular. Essas características especiais explicam como surgiu o seu nome popular.

Flores
As flores da pata-de-vaca chamam muito a atenção e estão sempre vistosas para atrair insetos polinizadores que possam disseminar a espécie. Na maioria das vezes, elas  nascem com a cor rosa, bem clara. São flores vistosas, estriadas, com uma das pétalas com uma mancha em rosa avermelhado, reunidas em inflorescências na ponta dos ramos.

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Cultivo
A pata-de-vaca é bastante adaptada ao clima brasileiro e por isso é bastante cultivada pelo sul do país, mas especificamente no sudeste. A fertilização do solo é o quesito menos importante para a espécie, já que ela se desenvolve bem em qualquer local onde tenha bastante sol.

O solo pode ser o fator menos importante, mas ele precisa estar bem drenado para que a árvore cresça de forma saudável. Com relação ao seu tipo de propagação e o seu clima ideal de cultivo, os pesquisadores alertam:

Tolera climas mais frios com geadas, mas desenvolve-se melhor em temperaturas mais amenas. No que diz respeito à propagação da espécie, é indicada várias maneiras de realizar, ainda que por sementes:  se as sementes forem coletadas logo que liberadas pelas vagens quando secam, a germinação ocorre em menos de 15 dias.

A pata-de-vaca também é uma espécie muito prática já que não necessita de podas constantes como outras espécies da sua família. Somente de formação  e galhos mal formados se houver. Esta técnica somente é usada em último caso.

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Fertilização
Embora esta seja uma etapa menos essencial no cultivo da pata-de-vaca, aqui vai uma dica infalível para a sua fertilização: para estimular uma bela florada aplicar mensalmente durante o outono NPK, fórmula 04-14-08 de 3 a 16 colheres de sopa, conforme o tamanho da árvore, nunca coloque junto ao tronco.

Uso no paisagismo
A pata-de-vaca é especialmente usada em paisagismo. É preciso prestar atenção às suas folhas, se elas tiverem o formato exato de uma pata de vaca ela tem mais importância do que embelezar ou mesmo trazer sombra a um ambiente.

Ainda que haja espécies usadas somente para ornamentação de locais, existem aquelas que são nativas. Somando-se às exóticas, são mais de 300 espécies, algumas bem parecidas entre si.

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Aves
Muitos pássaros e aves são atraídos pelas flores exuberantes e chamativas da –pata-de-vaca, entre elas estão: beija-flores, cambacicas , periquitos, tuins, etc.

As abelhas são insetos bastante atraídos pela pata-de-vaca e é uma espécie bastante procurada por elas por causa da sua floração exuberante. Sua forma mais comum de paisagismo é na arborização urbana, já que ela de adapta bastante ao sol pleno.

A pata-de-vaca tolera geadas e frio, mas desenvolve-se melhor em clima ameno a quente. Não se adapta a áreas litorâneas, pois é sensível à salinidade do solo e ao ventos intensos.

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O kalanchoe é uma planta muito indicada não somente pela sua beleza, mas também pela praticidade de cultivar. Para saber como cultivar corretamente uma espécie de planta, você precisa também conhecer um pouco sobre ela, pois dessa forma vai entender algumas reações da planta em seu jardim e algumas de suas necessidades também.

É uma planta com origem na Holanda, da Ilha de Madagascar, mas muito cultivada em diversas regiões do mundo inteiro. Ela não possui um porte grande, não chegando a mais de 25 cm de altura. É categorizada como uma flor, muito bela inclusive e pode ser cultivada tanto em ambientes internos como externos.

Apesar de ter uma aparência bem delicada, a kalanchoe é bem resistente. Apresenta uma folhagem bem grossa, suculentas,  sempre na cor verde e com as bordas onduladas. As flores da planta sempre aparecem no final do outono e permanecem vivas até o final do inverno e quando começa a primavera, ela já inicia um novo ciclo e as flores brotadas começam a serem trocadas. Os tons desta linda flor, variam entre vermelho, alaranjado, amarelo, rosa, lilás e branco.

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Apesar de ter esse ciclo natural, muitos agricultores acabam induzindo a floração do kalanchoe em outras épocas do ano para que ela se mantenha no mercado sempre, já que existe uma busca muito grande por essa espécie durante o ano inteiro.

É uma espécie que tem um ciclo de vida que pode chegar até 2 anos de duração, mas tudo vai depender dos cuidados dispensados à planta. Após o término de um ciclo, ela não brota naturalmente pela segunda vez, vai ser necessário você realizar o replantio da espécie.

Aqui no Brasil, dependendo de onde a planta será cultivada, ela vai receber diferentes nomes populares sendo os mais comuns como flor-da-fortuna, flor-do-papai e calandiva.

Também pode ser encontrada uma diversidade incrível de cores das flores. Elas variam entre o vermelho, o laranja, o amarelo, o rosa e o branco.  As pétalas são bem simples e podem ser duplas ou triplas, dependendo da formação da planta.

Cultivo
A melhor forma de cultivar o kalanchoe é utilizando floreiras ou então bordaduras em jardins.

Pode-se ainda criar uma diversidade incrível de plantas combinando as cores da espécie ou cultivando uma única cor. Eles reagem bem uns aos outros independentes da sua formação.

Indico claro, a variação de cores para que se tenha um resultado mais alegre e bem colorido, o que vai deixar o seu jardim muito mais bonito.

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Regas
Todas as plantas precisam de uma certa frequência para regas, pois elas precisam se manter hidratadas principalmente se forem cultivadas em ambientes externos onde existe um contato direto e maior com a luz do sol. No caso do kalanchoe, o ideal é regar de 2 a 3 vezes por semana nos meses mais quentes e 1 vez por semana nos meses mais frios.

Se nos meses mais quentes existir certa frequência de chuvas, principalmente nos dias de rega, você pode suspender para não encharcar demais a planta.

Cuidados no cultivo do kalanchoe
Mais acima foi citado que o kalanchoe é uma planta bem resistente e isso é um fato, mas esse detalhe não significa que pode-se deixar a planta ao léu, sem dispensar alguns cuidados, pois mesmo aquela planta mais rústica vai precisar de atenção de vez em quando. No caso do kalanchoe deve ficar atento para:
* Cultivá-lo sempre em solo que estejam bem drenados, que sejam férteis e ricos em matéria orgânica.

* A capacidade de drenagem do solo é importante porque a planta não gosta de ambientes encharcados, então o solo precisa conseguir absorver bem e rápido as regas.

* Deve sempre ser cultivado à meia sombra. A planta precisa de muita luz para se desenvolver, mas no verão ela não vai suportar o sol direto, principalmente entre as 10 da manhã e as 17 horas.

* Sempre que for observado algumas hastes velhas na sua planta retire todas à medida que elas vão murchando. Isso faz com que a planta abra espaço para flores novas.

* Durante as regas, evite molhar as flores e as folhas pois isso vai causar o apodrecimento das mesmas e se ela estiver sob o sol, deixará manchas amareladas o que tira a beleza da planta.

* O espaçamento ideal entre uma planta e outra é de pelo menos 20 cm.

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Adubação e fertilização
Esse processo é bem delicado e vai exigir muita atenção, já que a aplicação excessiva reduzida de adubo e fertilizante na planta vai comprometer diretamente no seu crescimento.

O melhor fertilizante para se usar nessa espécie é o mineral NPK na formulação 04-14-08. Para que o seu solo fique sempre úmido, o que vai ser muito bom para a planta, pode-se misturar ao solo onde o kalanchoe está plantado um pouco de grama seca ou então palha de arroz. Elas absorvem o calor e evita que o solo fique totalmente seco. Dessa maneira o kalanchoe não sofrerá com seca de solo.

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Como plantar o kalanchoe
O cultivo é simples, porém requer um pouco de atenção. Siga o passo a passo para que não deixe ser passado nenhum detalhe.
Passo 1: Em um vaso ou canteiro misture fertilizante NPK de formulação que já foi indicado mais acima junto com a terra que receberá a planta.

Passo 2: Nessa primeira fase da planta, regue com frequência deixando sempre a terra um pouco umedecida, principalmente se você estiver no verão. Cuidado apenas para não deixar muito encharcado, pois isso vai ajudar na proliferação de fungos na sua planta.

Passo 3: Até os 21 primeiros meses observe a planta e mantenha cuidados como a temperatura ideal, exposição à luz, os níveis de fertilizante e também a quantidade de retenção de água, pois isso pode matar a sua planta.

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Cleome é um gênero botânico adaptado a qualquer clima presente da América do sul, incluindo todos os seus países de origem como a Argentina e o Paraguai, por exemplo. Há indícios de que ela tenha se originado em outros locais como o Uruguai e até mesmo o sudeste do Brasil.

Trata-se de um arbusto da família Cleomaceae, possuindo muitas flores ao longo do seu desenvolvimento como planta. De ramagem ereta, ramificada e espinhenta, a espécie pode alcançar até mesmo 1,5 m de altura, começando apenas com o seus míseros 0,6 m.

Como a planta não é composta apenas de belas flores é bom ressaltar como as sua folhagem se comporta ao longo do desenvolvimento da espécie. As folhas, em si, chama bastante a atenção dos jardineiros especialistas, por terem características bastante peculiares.

Em geral, as folhas são palmadas e possuem cinco  folíolos cada. Estes, apresentam em sua totalidade uma textura bastante rugosa e membranácea que, por isso, costumam exalar um cheiro bem forte e quem sabe até característico, permitindo que qualquer botânico especialista reconheça a espécie até de longe.

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Flores
As inflorescências acontecem de forma terminal e costumam se desenvolver em épocas como a primavera ou o verão em si. As flores são delicadas e possuem um formato meramente globuloso. Seus longos estames contribuem para toda a beleza das flores, mas os tons diversos que podem ocorrer é o que mais impressionam botânicos e paisagistas. As inflorescências podem aparecer nas seguintes cores: rósea, branca ou creme.

Atualmente, depois de cruzamentos e hibridizações, as flores da Cleome podem possuir algumas variantes no que diz respeito a sua coloração. Uma delas é um tom diferente do rosa, mas que lembra muito esta mesma cor. Na verdade, ela passou a apresentar diferentes tons de rosa, como o rosa pink e até mesmo o rosa bebê.

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Aparecimento de pequenos frutos
A Cleome possui alguns frutos, dependendo da espécie em questão. Na verdade, com o seu desenvolvimento sadio, podem surgir algumas vagens que se dependuram dentre as flores. Esses frutos começam a surgir após a polinização das florações e é possível observa-los na parte inferior das hastes florais.

Ornamentação
O arbusto pode ser usado para ornamentação sem maiores problemas, já que ele pode ser cultivado de diversas maneiras diferentes. Por exemplo, pode formar belos maciços e grupos no geral, gerando bordaduras ao longo de paredes e muros. Além disso, elas podem ser plantadas e grandes vasos ou jardineiras.

Por exigir pouca manutenção, muitos optam pela espécie para colocá-la em pequenos quintais. Apenas uma adubação simples e mensal, além das regas constantes, são suficientes para manter este arbusto de pé por um longo tempo, sem precisar se preocupar com pesticidas e outros produtos de cultivo.

Se o terreno for naturalmente úmido evite plantar a Cleome neste local. Essas plantas não suportam a alta umidade e provavelmente não irá se desenvolver bem neste tipo de solo. É bom também evitar a rega exagerada, de forma que não encharque o solo ao longo do cultivo.

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Podas regulares
Um aspecto importante e que não pode ser deixado de lado são as podas regulares da Cleome. Elas devem ser podadas regularmente, pois estimulam o adensamento da mesma, além de proporcionar a sua maior compactação ao longo do desenvolvimento.

Assim, com as podas feitas da forma correta, o tamanho e o crescimento da espécie poderão ser devidamente controlados sem maiores problemas até mesmo porque em pequenos canteiros ela não deverá se espalhar muito. Lembre-se que é muito importante podar principalmente os galhos e ramos mais altos.

Assim como a poda constante é importante para a planta, a remoção de flores velhas também será. Essa ação poderá estimular de vez as novas brotações que virão cada dia mais resistentes a qualquer clima ou temperatura. Com isso, o período de floração poderá se estender a cada novo ciclo.

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Curiosidade
A folhagem da Cleome é realmente um dos fatos principais que podem transformá-la em um mero arbusto para a ornamentação. Porém, ela pode ser confundida por alguns desavisados. Como sua folhagem é bastante achatada e extensa, pode muito bem se passar pelas folhagens da maconha (Cannabis sativa).

Melhor forma de plantio
A espécie é uma daquelas que adora o sol pleno e a combinação de solo fértil e matéria orgânica aos montes. A terra deverá estar permanentemente úmida e deverá ser irrigada regularmente.

Em locais em que o calor é constante, a espécie pode tolerar a meia-sombra. Porém, neste caso, a floração da Cleome será menos exuberante, não chamando tanta a atenção no quesito coloração e quantidade.

Apesar de ser uma espécie perene, as variantes dadas como comerciais podem ser tratadas como anuais e vão perdendo a sua beleza com o tempo, mesmo que as podas e a remoção de flores velhas sejam feitas de forma adequada a qualquer uma de suas variedades. Sua forma de multiplicação é através de sementes.

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A Flor-de-cetim é uma planta originalmente das colinas costeiras e montanhas do oeste da América do Norte, e está entre as espécies pertencentes à família das Onagraceae, um tipo de planta com ciclo de vida anual e que pode ser cultivada em diversas regiões ao redor do mundo, contanto que você as cultive sob as condições corretas de solo e umidade.

É tipicamente uma planta de clima montanhoso, por isso a sua aparência tão delicada, mas se desenvolve muito bem em diversos climas e regiões. Aqui no Brasil ainda é uma espécie de planta muito rara.

As flores dessa planta são muito bonitas, bem parecidas com as orquídeas. A sua textura é bem herbácea o que faz da flor-de-cetim extremamente delicada e muito charmosa.

Como já foi mencionado acima, a flor-de-cetim tem a sua origem nos Estados Unidos, mais precisamente das colinas costeiras e nas montanhas do este desse país. Com isso podemos concluir que a flor de cetim se adapta muito melhor a temperaturas mais frias.

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Com o caule ereto ou rasteiro, a flor de cetim cresce até 1 m em seu tamanho máximo e 40 cm em seu tamanho mínimo. Esse tamanho pode variar de acordo com a variedade da sua espécie.

A melhor época para a flor de cetim florescer  é durante o verão onde flores solitárias vão brotando ou no máximo em alguns pequenos grupos. A flor de cetim é bem grande e suas cores podem variar entre o rosa, o branco, o vermelho ou o roxo.

Elas também podem se apresentar em degrade mesclando as cores citadas acima. Uma das maiores características da flor de cetim é que elas se fecham no período da noite e retornam a abrir no período da manhã.

O fruto da flor de cetim possui uma forma de cápsula bem seca e composta por uma quantidade considerável de sementes.  A planta é ideal para ser cultivada diretamente ao solo, mas também responde bem aos cultivos feitos em vasos, para serem usadas como enfeites de áreas internas, varandas e pátios de casas ou apartamentos.

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Como Cultivar
Ao plantar a sua flor de cetim, a mantenha sempre sob o sol pleno ou a meia sombra para que ela se desenvolva da melhor forma.  O solo deve estar sempre bem fertilizado, bem drenado e enriquecido com matéria orgânica para que sua flor receba bem todas essas vantagens e floresça bem.  Sendo irrigada regularmente você consegue manter a sua flor de cetim facilmente.

Em regiões de climas mais amenos sempre ajudam a desenvolver melhor a planta, mas ela também consegue ser bem cultivada em regiões litorâneas, contanto que não fique totalmente exposta ao sol. A flor de cetim tolera muito bem salinidade e alguns curtos períodos de estiagem assim como solos um pouco alcalinos.

A reprodução da Flor de cetim é feita por sementes que você encontra com muita facilidade nos pequenos frutos que brotam dessa planta. Para plantar, você precisa fazer uma cova de tamanho aproximado de uma mão fechada e inserir algumas sementes.

A terra que recobrirá essa região deve ser muito bem adubada como indicamos mais acima, para que a sua flor de cetim receba bem esses nutrientes assim que começar a germinar.

O espaçamento não precisa ser grande e você pode plantar a flor de cetim todas juntas, pois isso irá favorecer a sua floração. A melhor época para começar a cultivar é no outono, inverno e no início da primavera.

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Doenças
A flor-de-cetim é muito delicada e isso a deixa bem vulnerável a alguns problemas comuns em plantas. Essas doenças aparecem na maioria dos casos devido a falta de cuidados ou os cuidados reduzidos.

O oídio é um desses problemas que é um fundo que absorve todos os nutrientes da sua planta e caso não seja identificado cedo e você use métodos que o combata, sua flor de cetim certamente morrerá.

Ele causa uma camada esbranquiçada na sua planta, principalmente nas folhas. Apesar de ser um fungo mais comum em plantas lenhosas, ele pode ser absorvido por outros tipos, principalmente através do contato com plantas já infectadas.  É um fungo que gosta de locais úmidos, portanto atente-se sobre esse fator e observe bem a sua flor de cetim.

Você também pode encontrar outro problema que são manchas nas folhas. Essas manchas acontecem geralmente devido a infecções de bactérias. Essas manchas são geralmente amarelas e sempre no corpo das folhas ou nas veias.

Essas infecções aparecem a partir da água provavelmente suja ou não ideal para plantas. Observe sempre as condições da água que você colocará para regar a sua flor de cetim.

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Existem outros problemas que são naturais e causados pela deficiência de algum componente que você coloca na sua planta. Por exemplo, manchas amareladas ou marrons nas pontas das folhas da sua planta são geralmente devido a água fria demais que você está usando para regas.

O correto é sempre usar água em temperatura ambiente. A rega mal feita pode causar alguns danos a sua planta, mesmo sendo essencial para sua sobrevivência. O correto é você colocar exatamente o que ela vai precisar para se desenvolver bem.

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O Manacá-da-serra é uma arvoreta da família Melastomataceae e se origina da América do Sul – Brasil.

Ela é nativa da mata atlântica, e não demorou muito para se tornar muito usada no paisagismo, e isso tem uma explicação simples, a facilidade do seu florescimento, que além de tudo é de maneira simples magnífico.

Podemos dizer que o  seu porte fica entre baixo e médio, ela não supera a altura entre 6 a 12 m de e tenha cerca de 25 cm de diâmetro de tronco.

As folhas dessa árvore que cai tão bem na decoração do jardim são lanceoladas, pilosas, verde-escuras e possuem nervuras longitudinais paralelas.

Suas flores são solitárias e bem grandes, além de vistosas e duram por um longo período. As flores se desabrocham na cor branca, mas gradativamente vão ganhando uma nova coloração, tornando-se violáceas, até chegar à cor rosa.

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Graças a essa particularidade do manacá-da-serra, é possível achar a planta com  flores de três tonalidades diferentes. A floração ocorre no verão e já a sua frutificação no outono.

É uma planta perfeita para o paisagismo, e principalmente para urbanização. Isso porque a árvore não possui raízes agressivas, o que faz que seja possível plantá-la nos mais diversos espaços, que vão desde isolado, em calçadas, mas também em pequenos bosques ou até mesmo nos parques públicos de grande dimensão.

Outra vantagem do manacá-da-serra é em relação ao seu crescimento, que rápido. Além disso, pode ser encontrada no mercado como uma segunda opção, na variedade anã, que é chamada de manacá-da-serra-anão.

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A conhecida popularmente como ‘Nana’, fica com a altura média entre 2 e 3 m de altura e é mais precoce em relação a floração. Quando ela atinge a altura de 1,5 m já começa a floração.

Esse tipo de manacá-da-serra, nana, pode ser usado em locais isolados ou também formando grupos, em renques. A época de floração é no inverno, diferente da forma arbórea típica. Outra vantagem dessa tipologia em relação a outra, é que ela pode ser plantada em vasos, para alegria de quem não possui tanto espaço.

Cultivo do Manacá-da-serra
Seu cultivo deve ser a sol pleno. Em relação ao solo, ele precisa ser fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica. A irrigação deve acontecer  periodicamente  pelo menos no primeiro ano, logo depois de o plantio no lugar que ela ficará definitivamente.

Uma das características dessa planta é que ela se adapta ao clima tropical úmido, porém também tolera o clima ameno, característico das regiões subtropicais.

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A multiplicação ocorre através de sementes, estacas e alporques. Já a variedade ‘Nana’ (manacá-da-serra-anão) para ser multiplicada precisa ser através da estaquia e alporquia, já que os descendentes são de proveniência das sementes.

Esse detalhe faria com que ela não apresentasse as características que são típicas deste tipo da árvore manacá-da-serra e chegar, como altura, no porte arbóreo.

Da região sudeste ao sul do Brasil o manacá-da-serra pode ser plantado e as suas belas flores poderão ser admiradas, mas não podemos esquecer de tudo o que precisa para o seu plantio.

Veja como plantar o manacá-da-serra.
1 – A planta precisa de sol e de um solo muito fértil. Sobre a umidade, deve ser moderada.

2 – Na hora de plantar, é preciso abrir um buraco que seja maior que o torrão da muda.

3 – E mais, será necessário utilizar adubo animal de gado bem curtido, cerca de 1 kg para cada muda que for plantada. Junte a ela composto orgânico que tenha procedência de folhas mortas.

4 – E não é só isso, acrescente no solo onde será plantada 100 gr de farinha de ossos, misturando bem ao resto do adubo.

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5 – Outro detalhe importante é fazer de um modo que a terra não fique compacta, para isso será necessário no fundo do buraco e nas suas laterais, remexer bem a terra. Isso garantirá que a muda tenha um bom desenvolvimento.

6 – Coloque a muda no buraco somente após cortar o balde de plantio e também de fazer a retirada do torrão.

7 – Não se esqueça que as laterais do buraco também devem ser adubadas e depois é só regar muito bem.

8 – Se for preciso amarrar, use um cordão de sisal ou algodão, faça a amarração formando um oito para evitar que a planta seja estrangulada.

9 – E não esqueça de regar a planta diariamente durante os 10 primeiros dias depois do plantio. Caso chova muito não será necessário. E depois, continue regando em curtos períodos de tempo até que ela complete um ano de vida.

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A chuva-de-prata é uma planta da família Scrophuslariaceae e é uma das plantas mais desejadas para se cultivar em vasos e jardins, geralmente por causa do seu porte e pelas suas flores rosas arroxeadas, que despertam logo a curiosidade por sua beleza.

Beleza é o que não falta a esta bela espécie arbustiva originária da América do Norte, mais precisamente do deserto de Chiuahua.

Não importa onde plantar ela vai roubar a atenção e dar sofisticação ao ambiente, vasos, jardineiras, floreiras ou jardins ficaram mais convidativos e agradáveis, seu aspecto é ideal para montar jardim rochoso por sua inspiração desértica, mas é evidente que ela vai ficar bem de qualquer forma e em qualquer estilo de jardim.

As folhas são o maior charme desta bela espécie, com pubescência prateada que deu origem ao nome popular, suas folhas tem um aspecto de feltro que a torna única e inconfundível.

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Versátil e de pouca manutenção, a chuva-de-prata vem conquistando cada dia mais espaço no mercado de plantas e flores em todo o Brasil, de crescimento bem lento, necessita de poucas podas, é ideal para ser plantado isolado, em renques ou em grupo, sua floração acontece geralmente após as chuvas de verão.

Completando a baixa manutenção esta bela espécie precisa de regas esparsa, pode ser cultivada em solo bem drenado onde sua folhagem ficará mais densa e mais rala em terrenos mais úmidos.

A chuva-de-prata é uma boa opção para quem mora à beira-mar, inclusive se desenvolve bem até em solos pobres, não necessitando assim de muita adubação, é bem resistente ao calor e ao sol pleno, tolera o frio e a estiagem, quando adulta necessita de pouca água, cuidado que deve ser observado para as plantas pequenas ainda em desenvolvimento.

A rega deve acontecer pelo menos 2 vezes por semana. A aplicação de calcário ajuda a fortalecer a planta e sua multiplicação acontece por estacas semi lenhosas geralmente com  melhor resultado no final do verão ou sementes em qualquer época do ano.

É uma planta que oferece muitas vantagens. Ainda pode ser encontrado com outras cores, dependendo da variedade, branca, rosa, roxa ou azul.

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Curiosidade:
Além de bela, é medicinal, suas folhas e flores secas se ingeridas na forma de chá causa efeito calmante e sedativa, diminuindo irritabilidade e a ansiedade.

Mas cuidado antes de ingerir qualquer chá ou infusão, procure orientação médica, não incentivamos o consumo e não nos responsabilizamos por estas informações medicinais que foram difundidas pelo dito popular ao longo dos tempos.

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Crássula (Graptopetalum paraguayense)

As Suculentas são plantas originárias de climas áridos e secos que armazenam água em suas raízes, talos e folhas, motivo pelo qual possuem estruturas grossas e carnudas.

Nesses tempos de pouca água, são plantas ideais para cultivo já que necessitam de regas esporádicas. No entanto demandam luz solar intensa e direta, e o melhor local para cultivá-las é próximo às janelas ou em jardineiras protegidas da chuva.

Na adubação uma dica: coloque uma colher de café de NPK 10-10-10 a cada mês nos vasinhos. Também vale usar uma colher de chá de farinha de osso nos vasos dois meses antes de começar a floração das plantas.

Agora que você já sabe como cultivá-las, conheça algumas espécies e escolha suas preferidas, e com as dicas corretas e atenção às necessidades individuais dessa espécie de planta você terá o resultado perfeito.

O cultivo das plantas suculentas em vasos é considerado moderadamente fácil. Vejam só:
Prepare os vaso com drenos, cascalho e a terra apropriada para as suculentas.

O bacana das plantas suculentas é que você pode estar em pleno 40ºC do Rio de Janeiro ou com 10ºC em Porto Alegre que olhando para elas dá a sensação de estamos no deserto. É isso que elas fazem em qualquer lugar que sejam plantadas.

Dentro de casa, cultivadas em vasos, as suculentas dão um ar exótico para a decoração. E a boa notícia é que depois de cultivadas como se deve são bem fáceis de cuidar. Duas coisas essenciais para qualquer tipo de planta e exigidos ao mínimo pelas suculentas são: poda e água, elas gostam de pouca.

Para uma pessoa que ainda não está com os dotes de jardineiro aprimorado, começar o cultivo pelas suculentas é uma boa opção.

Pegue o vaso com os drenos e acrescente o cascalho que deve ficar na altura, mais ou menos, de 2, 5 cm. Ele é fundamental para que não se crie nas raízes uma umidade excessiva que causaria doenças e poderia até fazer com que elas apodrecessem.

Com o cascalho a água da rega escoará como se deve e jamais acontecerá o encharque da terra.

Sobre o vaso, os de barro são aconselhados para o cultivo de suculentas, sem falar que são lindos e o contraste com a planta fica perfeito para sua decoração.

Lembre-se que as raízes da suculenta são grandes e por isso, o vaso deve ter um tamanho que não comprometa o crescimento delas, principalmente, se você optar por plantar mais de uma muda.

Não tem problema caso você queira plantar em um vaso pequeno as suas suculentas e quando elas crescerem transportá-las para um vaso maior, desde que isso seja feito com cuidado e observando as “regras”.

Depois do cascalho é hora de colocar a terra para as suas plantas e lembre-se que ela deverá ocupar  3/4 de todo o volume do vaso.

Há também a opção de preparar um substrato especial para as suculentas, que normalmente são feitas com escória vulcânica, perlita e areia.

Suculentas

Vale ressaltar que as suculentas podem morrer pouco depois do cultivo, quando estão crescendo, porque o substrato em que foram colocadas não era adequado. Até mesmo o substrato fértil demais pode interferir de forma negativa no crescimento das suculentas.

Antes de prepara a terra para a sua suculenta se informe do que é necessário para ser 100% adequado.

Depois da terra é hora de colocar a suculenta dentro do vaso e a maneira correta de pegá-la é com cuidado pelo caule e depois dentro do vaso fazer com que ele fique ao nível da boca do mesmo. Em seguida, vá colocando com as mãos mais substrato até preencher toda área que ficou em volta da planta e de modo que ela esteja firme dentro do vaso.

Agora é hora de regar. Assim que terminou de plantar a sua suculenta comece a colocar água até que você veja que está saindo pelo dreno. Atenção: faça isso somente se o substrato que foi colocado estiver seco, caso já esteja úmido não faça a rega.

Quando comprar a planta veja se ela precisa de regas semanais ou mensais e também o que o clima influencia nisso. Existe uma diferença entre uma espécie e outra de suculentas.

A suculenta deverá receber adubo uma vez ao mês e de preferência com produto rico em fósforo e com menor quantidade de nitrogênio. Veja qual a dose recomenda o rótulo e dilua metade dela na água antes de aplicá-la. O produto deverá ser aplicado diretamente na terra.

mix de suculentas

Com cultivar suculentas em jardins
Apesar de se tratar de flores que amam o clima seca, elas se desenvolvem em qualquer jardim, sem problemas. Nem a diferença climática impede que elas sejam cultivadas em qualquer região. Podemos dizer que as suculentas são irmãs dos cactos, porém, elas podem ser encontradas com uma grande variedade de tamanhos, cores e formatos.

Você vai precisar para cultivar suculentas no jardim de: mangueira, pá de jardinagem e uma boa área na parte externa de casa.

O primeiro passo é preparar a parte do terreno do seu jardim que será usada para fazer o cultivo. Escolha aquele canto em que o sol atinge de cheio e de preferência que seja arenoso. Não esqueça de fazer de forma com que o solo seja bem drenado.

Retire grama e ervas daninhas caso tenham e depois faça o arado do solo. Retire também pedras e quebre qualquer torrão que encontrar pelo caminho.

O segundo passo é fazer a escolha das espécies de suculenta você gostaria de plantar. Misture formas, cores e tamanhos e na hora de cultivar faça “arranjos”, agrupe as que são do mesmo tipo. As suculentas mais usadas em projetos de paisagismo são: sedums, aloe e planta jade.

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Antes de cultivar as suculentas, olhe o jardim e planeje como irá colocá-las, de que forma, com que espaço entre cada uma delas. Faça tudo da forma mais harmônica possível e claro, que deixe o seu jardim ainda mais bonito.

A pá de jardinagem servirá para fazer as covas. Considere o tamanho ideal de cada uma, que sejam maior do que as raízes juntas. E lembre-se que a base da planta não deve superar muito a borda do solo.

Depois de colocar as mudas é hora de cobri-las com a terra. Faça esse processo com as mãos e delicadamente, mas certifique-se de que as plantas estão bem firmes no solo.

E chegou a hora de irrigar. Sendo no jardim e muitas, use a mangueira. A irrigação nesta fase serve também para ajudar que as raízes fiquem firmes dentro do solo. Porém, a rega não deverá ser repetida nos dias seguintes.

Quando comprar as mudas procure informação sobre a rega que cada uma delas precisa, normalmente varia entre uma vez por semana ou somente uma vez por mês. Observe essa diferença também na hora de plantá-las uma próxima da outra. Coloque perto aquelas que exigirem o mesmo tipo de rega.

janela pássaro

Caesalpinia pulcherrima44

O flamboyanzinho é uma árvore lenhosa, de pequeno porte, pertencente à família Fabaceae. É nativa da América Central e é de rápido crescimento. Sua copa tem um formato arredondado e pode atingir de 3 a 4 m de altura.

Folhagem
As folhas da espécie são bastante ornamentais, embora suas características sejam secundárias em relação às belas flores que se desenvolvem. Elas são consideradas pelos pesquisadores como sendo bipinadas e de coloração esverdeada. Possuem numerosos folíolos ovalados, sendo isto uma de suas principais características que acabam por diferencias as várias variações da planta.

Flores
O florescimento da espécie é considerado exuberante, sendo as flores o principal motivo pelo qual o arbusto foi considerado uma espécie para ornamentação. As  inflorescências costumam ser terminais sobre brotações novas a cada ano ou dependendo da época em que as flores começam a aparecer.

Em si, as pétalas tendem a ser avermelhadas, alaranjadas ou amarelas (na variedade flava) e com longos estames, dispostas em cachos paniculares, que começam a brotar na primavera e no verão, já estão muito bem desenvolvidas.

Caesalpinia_pulcherrima
Frutos
Além das épocas de floração existe o período em que determinados frutos começam a surgir na espécie. No outono, é onde existe a maior incidência desses frutos e é quando os mesmos estão na sua melhor fase de desenvolvimento. Eles são de formato tipo legume e chamam a atenção de alguns pássaros e insetos no geral.

Cultivo
As condições de cultivo da espécie são simples e não exigem grandes cuidados. Porém, é preciso obedecer às regras de plantio para que as folhas, flores e frutos cresçam adequadamente em qualquer local.

O flamboianzinho deverá ser cultivado em pleno sol ou meia sombra e dai a importância dele poder crescer fortemente dentro de casa. Em solo enriquecido com matéria orgânica fértil e bem drenado, a planta de desenvolve de forma eficaz, sendo que nas épocas determinadas, vão nascendo os seus principais componentes.

Para estimular a floração na época esperada, basta fazer as adubações regulares e a cada ano. Não se esqueça de usar os materiais necessários para produzir bem o seu adubo.

A espécie se desenvolve bem em climas em que o frio predomina levemente, mas pode ser cultivada em regiões tropicais. Um comportamento muito curioso da espécie é que em determinados climas, como os subtropicais e mediterrâneos, a planta pode se tornar uma simples caducifólia.

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Multiplicação
Por ser uma espécie simples, a multiplicação das mesmas também é feita dessa mesma forma. Um das principais maneiras de multiplicação é por sementes. A espécie também pode se propagar através de estacas.

Usos da espécie
A espécie pode ser usada para formar vários arranjos na jardinagem e um deles são os belos maciços que elas podem desenvolver. As cercas vivas informais e os chamados grupos lineares também podem ser construídos através do flamboianzinho.

Em vasos grandes ou conduzidos como uma arvoreta para plantio em passeios, a planta pode se desenvolver muito bem se as regras de plantio forem devidamente obedecidas.

Mesmo sendo amplamente usado para decoração de ruas, plantada em pleno asfalto, a espécie não é muito indicada para tal fim. O seu porte elevado pode prejudicar os habitantes, bem como a visibilidade de carros e outros meios de transporte.

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Curiosidades
Como muitas plantas que existem hoje me dia, o flamboianzinho pode ser usado para fins medicinais. Suas folhas possuem propriedades consideradas anti-inflamatórias. Porém, como todo cuidado é pouco, a espécie pode apresentar quadros tóxicos. A espécie foi considerada abortiva depois de longos estudos por partes de botânicos especializados.

Com a sua folhagem se pode fazer um suco muito usado para curar febres. Já o sumo produzido com as flores do flamboianzinho podem proteger o organismo contra dores, tosses e qualquer dificuldade na respiração.

Variedade
Existe ainda, uma variedade muito rara da espécie, localizada no meio de África do Sul. As folhas deste tipo de variante são consideradas encarnadas e na cultivar “Flava”. As flores que crescem em meia a esta variedade africana geralmente abandonam o vermelho para se desenvolverem com um belo amarelo gritante, atraindo borboletas de forma frequente.

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