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Clerodendrum bungei

Apesar do nome ser pouco conhecido, o clerodendro-da-china é um arbusto ideal para fazer belas ornamentações. Por isso ele é apreciado no mundo inteiro.

O clerodendro-da-china é um arbusto semi-lenhoso, de ramagem ereta e com poucas ramificações, usado como florescimento ornamental. Suas folhas são grandes, ovaladas a cordiformes, de cor verde-escura, com margens serrilhadas e aroma almiscarado. As inflorescências surgem no fim da primavera e a floração permanece até a primeira geada, quando há.

Suas flores se unem em inflorescências e são muito numerosas, de formato afunilado e cor rosa, dando grande beleza a esse arbusto. Na estação do inverno o clerodendro-da-china perde suas folhas para brotar novamente na estação da primavera.

Onde melhor cultivar o seu Clerodendro-da-China
Este belo arbusto pode ser utilizado em maciços ou preferencialmente em lugares onde possa haver contenção durante seu crescimento. Desse modo, não é apropriado plantar o clerodendro-da-china próximo às plantas que são menores que ele, pois ele tendera, pelo seu tamanho maior a sufocar essas plantas.

Da mesma maneira como esse arbusto emite brotações fortes proveniente de suas raízes, quem for cultivá-lo poderá ter alguma dificuldade para controlá-lo em determinados lugares. Por isso, deve-se evitar plantá-lo de uma maneira geral, em locais acidentados, ou de difícil acesso.

Uma ótima opção para desenvolver esse arbusto é plantá-lo em vasos ou jardins. Dessa maneira, não haverá motivo para preocupação dele se espalhar demais e sufocar as plantas menores. Em geral, suas flores são bem perfumadas e também são ricas em néctar, fato que exerce um grande poder de atração entre as borboletas e os beija-flores da região.

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Maneira correta de cultivo
O clerodendro-da-china deve ser cultivado em plena luz do sol ou com um pouco de sombra. O solo ideal para o plantio desse arbusto deve ser fértil, drenável e rico em matéria orgânica, sendo irrigado constantemente durante todo o período em que houver a vegetação.

No inverno deve-se realizar uma boa poda, removendo os ramos secos, danificados, dando assim uma bela forma ao arbusto. A planta é bem tolerante a uma estiagem, mas não é capaz de resistir em um solo encharcado. Esse arbusto possui a capacidade de se multiplicar com extrema facilidade através da divisão de sua ramagem que está enraizada e da separação das brotações que surgem em voltada da planta mãe.

Dicas importantes para cultivar o Clerodendro-da-China
O melhor processo para fazer um bom plantio, é preciso que se faça uma análise detalhada física e visual do terreno, o qual deseja cultivar a planta, levando em consideração tanto os aspectos feitos pelo homem quanto aqueles feitos pela “Mãe Natureza”. Isto serve, não só para o clerodendro-da-china, como para qualquer outra planta.

Um reconhecimento especifico de algumas características naturais do solo, onde quer cultivar suas plantas, é importante.
* Em primeiro lugar deve-se verificar o tipo de vegetação que existe no entorno. Pode ser que próximo a sua casa já tenham arbustos árvores, ou outras plantas. Antes de se decidir se ela vai ou não incluí-los no seu projeto de cultivo, deve-se conhecer que tipo de plantas elas são, pois algumas delas podem ser “plantas daninhas” que não sirvam para o cultivo, enquanto outras podem ser plantas de grande valor, que realmente valham a pena cultivá-las em seu jardim.

* Deve-se também fazer uma consideração geral da aparência e da qualidade das plantas que pretende cultivar, além do modo como elas podem interferir no resto do projeto de plantação e quais os padrões de luz e sombra que elas podem produzir.

* Antes de fazer a terraplanagem, deve-se pensar em aproveitar e dar valor as mudanças topográficas que possam surgir e as plantas que já existam no solo que ela quer utilizar para fazer o seu plantio.

* A topografia pode ser entendida como algo referente à forma que a superfície do terreno possui. Alguns lotes de terra podem ser totalmente planos, enquanto outros podem apresentar formas variadas, como aclives e pequenas elevações, entre outros. É de extrema importância que a pessoa que vai cultivar uma planta consiga decidir se a topografia que já existe no local é passível de preservação ou se é melhor alterá-la para que desse modo possa atender às demandas e desejos da pessoa e da sua família em relação à área externa da casa.

* Outro fator muito importante para quem deseja cultivar uma planta deve levar em consideração, são os padrões de drenagem existentes no local, que podem possuir uma grande influência no projeto de jardim da residência que a pessoa concebeu. Ela deve ser capaz de perceber a direção do escoamento nos pontos que estejam mais baixos, nos quais poderá haver um acúmulo de agua encharcando o solo.

Quem deseja ter uma boa plantação deve fazer o monitoramento da drenagem com extremo cuidado para que possa ter total certeza de que as áreas que estão ao ar livre ficarão em uma boa localização, escoando a agua para bem longe das construções feitas pela pessoa, e que as plantas vão crescer de modo satisfatório no local onde a pessoa conseguir colocá-las.

* Outro fator de extrema importância é o solo do seu terreno que servirá para as plantações porque ele deverá dar suporte necessário tanto às plantas quanto às suas estruturas.

Deve ser pedida em um laboratório especializado, uma análise de solo que você deseja fazer sua plantação, cujos profissionais irão orientar a pessoa se o solo em questão apresenta as propriedades químicas e físicas necessárias para que haja um bom crescimento e desenvolvimento de suas plantas. A partir dessa análise o trabalho tanto engenheiro quanto do arquiteto que a pessoa poderá vir a contratar para fazer um planejamento das fundações das estruturas, irá se tornar muito mais fácil, deixando a pessoa ciente de que o local que ela pretende plantar é adequado ao cultivo.

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Dietes iridioides

A planta também é popularmente chamada de moréia-branca. É uma espécie vegetal pertencente à família botânica Iridaceae, nativa do continente africano, sendo uma planta endêmica da África do Sul. A moreia é uma planta rústica e ornamental (apresenta florescimento decorativo), que está ficando cada vez mais popular o seu cultivo devido a baixa manutenção que ela necessita, e apresentar uma grande beleza para decorar o jardim.

Características da Moréia
A planta é uma espécie vegetal herbácea e entouceirada, muito similar a Íris, pois apresenta flores com cores bem vivas, no entanto ela muito mais rústica que a Íris.

A Moreia se caracteriza por ser uma espécie vegetal que apresenta ciclo de vida perene, isto é, uma planta que apresenta ciclo de vida longo, maior que 2 anos. É ima planta de pequeno porte que atinge uma altura média de 60 cm e um diâmetro de 45 cm.

A folhagem da Moréia atinge uma altura de 40 cm, e as suas folhas se apresentam dispostas em forma de leque, são coriáceas, possuem formato linear, lanceoladas e possuem a coloração verde escura. Se caracterizam por possuírem natureza permanente e serem longas.

As inflorescências da Moreia são eretas e ramificadas, possuem flores dispostas numa quantidade que varia de 1 a 3, possuindo a coloração branca, com uma mancha amarela que fica localizada próxima a base existente nas sépalas. A floração acontece normalmente na primavera e no verão, chegando a perdurar até parte do outono. A Moreia é uma planta que exige baixa manutenção, devido a sua rusticidade.

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Cultivo
A Moreia é uma espécie vegetal que se desenvolve melhor e floresce com maior beleza quando é cultivada em locais que possuem clima ameno e frio, que é a situação climática apreciada pela planta. No entanto, essa espécie vegetal, consegue se adaptar a diferentes condições climáticas, como: clima tropical, subtropical e temperado. Devido ao fato da Moreia apreciar climas amenos e mais frios (clima temperado principalmente), ela deve ser cultivada exposta ao sol, para que assim tenha boas condições de luminosidade.

O solo ideal para cultivo é aquele substrato, que mistura terra de jardim com terra vegetal, podendo ser feitas aplicações de material orgânico, para que a espécie vegetal consiga se desenvolver com plenitude.

O solo para o bom cultivo deve ser rico em material orgânico. A irrigação deve ser feita de maneira regular, contudo sem a necessidade de deixar o solo encharcado, pois essa situação pode levar a planta à morte, pois suas raízes podem ser sufocadas.

As regas podem ser feitas em uma média de duas a três vezes por semana, irrigando uma vez a cada dois dias. O controle da irrigação pode ser feito de acordo com a condição do solo, quando esse estiver seco, pode ser feita a irrigação.

Para manter a Moreia bonita, basta retirar as flores e folhas secas. Pelo fato de exigir baixa manutenção para as pessoas que a cultivam, a Moreia é uma espécie que pode ser cultivada em vários tipos de jardins.

O cultivo pode ser de maneira isolada ou em grupos, que irão causar um belíssimo efeito em seu jardim. Quando cultivadas em grupo, a Moreia pode ser plantada visando a formação de um maciço de plantas (varias Moreias sendo cultivadas no mesmo jardim) ou em forma de bordadura.

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Multiplicação da Moreia
A multiplicação da Moreia pode ser feita em qualquer época do ano, isto é, o inicio de sua reprodução pode ser realizada em qualquer estação do ano: primavera, verão, outono e inverno.
Essa multiplicação pode ser de duas formas: pela dispersão de suas sementes e pela divisão de suas touceiras.

A multiplicação por dispersão das sementes é o processo reprodutivo de plantas mais conhecido que existe, pois consiste em pegar as sementes que foram geradas pela planta e espalhá-las em locais apropriados para cultivo (condições de solo, temperatura, irrigação e outras condições) para que as sementes germinem e gerem uma nova planta.

A multiplicação por divisão da touceira consiste em realizar cortes nos rizomas da planta para criar mudas que irão gerar novas plantas. Na realização dos cortes nos rizomas da Moreia há a necessidade de ser feita com cuidados, pois é necessário manter partes do rizoma, das raízes e das folhas para que as mudas tenham condições de germinarem e se desenvolverem uma nova planta.

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A Áster-da-china  é uma planta possuidora de uma floração ornamental e capacidade de gerar flores coloridas que impressionam mesmo às pessoas que estão acostumadas a tratar de espécies excêntricas. É também conhecida como Rainha-margarida, As primeiras espécies foram encontradas em territórios chineses e japoneses e são pertencentes à família Asteraceae.

As flores possuem cores múltiplas com tons amarelados que trazem singularidade às espécies. Folhas são alternadas, simples ou denteadas, com cores verdes exuberantes.

Possui inflorescências com disco central amarelo repleto de pétalas dispostas em fileiras com traços simples e variedades típicas. Na atualidade as maiores variedades são dobradas e possuem inflorescências. Os tons possuem traços delicados, entre os tons de: violeta, branco, vermelho, azul e rosa. Florescem melhor durante as épocas frias do ano.

É uma espécie ideal para formar bordaduras e maciços e podem ser plantadas tanto em jardineiras como nos vasos.

Precisam ser cultivadas em locais bem iluminados e à pleno sol e solo fértil, enriquecido e matéria orgânica. A terra precisa ser irrigada de modo regular e constante. No entanto não se esqueça de que não existe alto poder contra o excesso de água.

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Quando plantadas em regiões quentes podem ser cultivadas à meia-sombra, resguardando o sol forte que existe no meio dia. Fertilizar de modo excessivo com uso de adubos nitrogenados pode deixar a planta fraca e suscetível às variações de clima, ataques de pragas e doenças.

Variedades de alto porte podem ser tutoradas no sentido de não quebrar durante o crescimento da floração. Elas se multiplicam de maneira fácil quando sementes são colocadas para germinar ao final do outono e verão. O áster pode ser sensível quando acontecerem os transplantes. Procure plantar em locais definidos ou dentro de sementeira – modalidade que demanda dias nublados para transplantar.

É uma planta herbácea e sua altura fica entre 20 cm a 50 cm com uma base bem Suas folhas são de coloração verde escuras na parte superior e quase branca ao inferior, com bordas recortadas e leve pilosidade.

As flores são solitárias, simples ou dobradas, nas pontas flexíveis dos ramos. Violeta e rosa são as duas principais tonalidades florais.

Como plantar
Procure misturar 1 kg de adubo animal para cada  quadrado, curtido de formulações orgânicas e incorporando dentro do solo. Procure nivelar o canteiro.

Retire as mudas do saco de cultivo com cuidado antes de começar a plantar. Use 30 cm  no espaçamento entre as plantas estabelecidas em linhas que estão desencontradas.

Quem mora na região sul do Brasil deve fazer o plantio na metade da primavera. Do inverno à primavera deve ser propagado o início da semeação, normalmente colocadas em compostos orgânicos umedecidos ou recipientes capazes de fazer a semeadura.

Depois de nivelar o substrato e semear se faz necessário peneirar a terra e secar. Cubra com plástico até a parte da emergência que ocorrem em usual entre sete e quatorze dias em temperaturas entre 10 e 15ºC.

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Uso da espécie
A áster-da-china consiste em uma espécie cultivada no mundo antigo. Por causa da alta duração em vasos é usada de modo principal no território chinês, país de origem. Dentro do Brasil não tem o uso pelo mesmo fim, mas sim porque existem incontáveis pessoas apaixonadas por espécies distintas de margaridas.

Também são indicadas para conveniência familiar quando plantadas ao redor de piscinas e áreas de lazer, mesmo na parte litorânea, desde que seja abrigada por ventas que possam despetalar as flores.

Gênero Áster
O gênero conta com 600 espécies diferentes estabelecidas na Eurásia e América do Norte. Variedades de híbridos são populares como espécies de jardim por causa das flores atrativas e coloridas. Espécies são usadas como plantas de alimento por larvas, embora possam crescer em todas as zonas da resistência.

Na atualidade quase todas as lojas especializadas nas vendas de flores possuem amplas variedade de áster-da-china, sejam elas online ou no varejo tradicional. Embora a compra no mundo de internet possa ser mais barata, representa ponto contraindicado, visto que as pessoas não possuem a oportunidade de averiguar as verdadeiras condições de espécies.

Por este motivo apenas compre áster-da-china em lojas online nas quais existam altos níveis de confianças por causa de compras feitas antes por amigos ou colegas.

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O lírio-asteca também é conhecido com outro nome popular bastante difundido, Flor-de-lis. A beleza das suas flores é o que a diferencia de muitas outras plantas. Alguns chegam a chamá-la de “Lírio-orquídea”.

A descrição mais perfeita da planta é que ela se parece bastante com a Amarílis. Trata-se de uma linda planta que possui flores de uma beleza exótica e bastante singular. A sua cor predominante é um vermelho escarlate combinado com a folhagem que lhe confere um grande valor ornamental.

Sua origem é mexicana e é uma planta que se adapta bem as condições climáticas do Brasil. O seu crescimento e florescimento acontecem nos meses quentes, nos meses do inverno a planta entra num estado de dormência, isto nos casos de invernos muito rigorosos.

Nos períodos mais frios do ano essa planta pode ter uma aparência sem vida, porém, depois que essa fase gelada do ano passa a planta volta a ficar bonita contando com flores e folhas de novo.

Como cultivar o lírio-asteca
Seu cultivo costuma ser bastante simples, pois basta que se cubra o bulbo de terra deixando a ponta de cima para fora. Regue sem exagerar somente a terra, para mantê-la úmida. Em relação a fertilidade, irrigação e drenagem essa planta é bastante exigente.

O substrato deve conter uma quantidade boa de matéria orgânica e também deve ser muito bem drenado. Durante o período do inverno as regas devem ser suspensas para evitar que o substrato fique encharcado e assim o bulbo apodreça enquanto está dormindo.

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Quando a primavera chega lírio-asteca produz uma longa haste com uma flor única que é bem vistosa e possui uma coloração vermelho escarlate. As flores dessa planta são simétricas de forma bilateral, como uma orquídea. Essas plantas têm uma pétala ereta superior, três pétalas inferiores que ficam parcialmente unidas e duas pétalas laterais que são estreitas.

O estigma e os estames da planta são longos e depois da polinização cruzada se forma um fruto do tipo cápsula e tem sementes negras.

O plantio do lírio-asteca em vasos
O lírio asteca é frequentemente mais cultivado em vasos, a dica é colocar a planta próxima a uma janela ensolarada. Com esse pequeno cuidado é possível ver essa planta florescer quase todos os anos. Quem preferir pode cultivá-lo em jardins de preferência em canteiros elevados com um solo rochoso e arenoso.

Nas regiões que são sujeitas a geadas e a frio intenso no inverno é importante tomar o cuidado de recolher os bulbos no outono. Assim é possível armazená-los secos em sacos de papel e num local que seja protegido da umidade e do frio. O plantio dos bulbos deve ser feito durante a primavera depois da última geada.

As condições para plantio
Para que a planta cresça saudável é importante que ela seja cultivada em regiões de sol pleno ou então a meia-sombra. Além disso, essa linda planta precisa de solo fértil e que seja bem rico em matéria orgânica. Não necessita de podas e o seu cultivo é considerado relativamente fácil.

Uma forma de ajudar a estimular as florações e uma folhagem mais vistosa nessa planta é realizar fertilizações anuais durante o replantio. Quando a planta chega a sua fase de floração é interessante utilizar fertilizante rico em fósforo para ajudar as flores a nascerem.

Enquanto cresce e floresce o lírio-asteca aprecia uma irrigação frequente. Como já foi dito, tenha o cuidado de suspender as regas durante o período do inverno para que o bulbo da planta não apodreça no seu período de “dormência”.

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Multiplicação
A planta é mais comumente multiplicada através de sementes, porém, também é possível dividir os bulbinhos que se formam junto ao bulbo mãe. Vale destacar que mesmo quando são bem cultivados os Lírios-Astecas podem não florescer todos os anos.

Uma boa dica é aproveitar o período de dormência da planta no inverno para fazer a divisão e replantio dos seus bulbos.

Os cuidados com o lírio-asteca
Essa planta tem uma grande propensão a ser atacada por pulgões que se escondem nas fendas das suas folhas. Para cuidar bem dela é fundamental ficar de olho na presença desses insetos quando as folhas começam a emergir.

Uma forma de deixar a sua planta feliz e saudável é adicionar um pouco de adubo uma ou duas vezes durante a sua estação de crescimento. A tendência natural do lírio-asteca é florescer na primavera.

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Loropetalum Chinense

A Amamélis é um arbusto que teve origem no Japão, China e Himalaia, são utilizados como planta decorativa em jardins e canteiros e pode chegar a até 4 metros de altura. A planta possui caule ramificado e ereto, com ramagem bem aberta.

Suas folhas são alternadas, ovaladas, com nervuras bem marcadas, sendo verdes ou amarronzadas.

As primeiras flores desse arbusto de médio porte surgem na primavera e possuem como características pétalas estreitas, como fitas, que são um pouco recurvadas. Os pequenos conjuntos dessas flores são similares a uma aranha. É possível encontrá-las nas cores rosa, branca ou vermelha. Se forem bem cuidadas, podem florescer várias vezes ao longo do ano.

Essa planta não exige muitos cuidados e podem ser cultivados solitários ou em conjunto.

Apesar de não precisarem de podas, a prática pode ser feita para dar um formato mais compacto à planta. Elas possuem um aspecto gracioso, que combina com os jardins serranos, e pode ser mantida isolada ou em conjunto com outras flores. Também pode ser cultivada como um bonsai para enfeitar a casa ou o escritório.

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Seu ciclo de vida é perene e seu cultivo deve ser realizado em locais com meia-sombra ou com incidência solar constante, em solo fértil, com um pouco de acidez, irrigado periodicamente e enriquecido com matéria orgânica. A planta gosta de clima ameno e suporta o frio moderado. Quando está bem estabelecida, ela tolera o calor e a estiagem por um curto período de tempo. Sua multiplicação é feita por meio de sementes e alporquia.

A amamélis é também conhecida como flor-chinesa-de-franjas. Existem duas formas conhecidas desta flor em existência na atualidade, sendo que uma é a de cor amarelo pálido ou branco, que tem as folhas de um verde viçoso.

A outra variedade é de um tom mais róseo, com pétalas de um rosa intenso ou mais claro, com folhas que variam de um tom de vermelho bronze até verde oliva ou vinho quando a planta está madura o suficiente. Claro que isso depende da seleção das plantas e das condições de atmosfera, temperatura e tipo de solo enquanto ela estava crescendo.

A amamélis é uma planta que tem folhas durante todas as estações do ano, dando a impressão de estar sempre verde, as quais formam camadas horizontais. As folhas são arranjadas de maneira alternada, chegando a atingir 5 cm de comprimento e 3,5 cm de largura, causando uma sensação abrasiva ao toque.

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kaizuka
A kaizuka é uma espécie vegetal arbustiva que pertence a família das Cupressaceae.  Essa família botânica é composta de 30 gêneros e 142 espécies, onde estão inseridos os cedros, ciprestes e árvores similares.

As plantas que compõem essa família se caracterizam por serem monoicas e lenhosas que possuem porte arbóreo ou de forma mais rara possuem porte arbustivo. As folhas normalmente são pequenas, apresentam disposição oposta revestindo os ramos novos e são escamiformes.

A kaizuka é uma planta nativa do continente Asiático, sendo originada de países como China e Japão (origem sino japonesa). Está aqui a origem de seu nome. Devido a sua grande beleza, a kaizuka é uma planta muito utilizada em projetos de ornamentação de jardins, inclusive sendo muito requisitada pelas pessoas que trabalham com bonsai. O uso dessa planta pode ser um símbolo ou aparentar certo grau de refinamento e status para as pessoas que fazem uso dessa bela espécie.

Suas formas esculturais são muito valorizadas quando plantado isolado e livre de podas, chega a alcançar 7 m de altura. Além disso, cumprem bem o papel de isolar o jardim do pó e do ruído das ruas.

Cultivo
A kaizuka é uma planta típica para cultivo em regiões que possuem clima temperado. No entanto, elas se adaptam com extrema facilidade para ser cultivada em regiões que apresentem climas: oceânico, mediterrâneo e subtropical.

Escolha lugares frescos que possibilitem que o Juníperus tome sol diretamente em suas agulhas. Poupe-o do sol forte do verão, nesta época devemos coloca-lo em local onde o mesmo possa receber raios solares diretamente em suas folhas em períodos onde o sol não esteja muito forte (antes das 10:00 hs e depois das 16:00 hs).
Isso pode ser conseguido colocando-a em uma sacada com cobertura, sob outras árvores ou mesmo dentro de casa próxima a uma janela em local arejado. Suas agulhas mais internas tem a tendência a se queimarem no inverno, retire-as pois estas atrapalham a ventilação e a insolação das agulhas saudáveis.

A irrigação deve ser feita de forma regular para que a planta se desenvolva de forma correta e adequada, contudo ela pode ficar por algum período sem receber irrigação, pois ela é uma planta que tem exigência moderada de água para sua sobrevivência.

Juniperus chinensis torulosa
A planta possui certo grau de resistência, além de tolerar um certo grau de salinidade, a kaizuca se torna uma planta que chega a tolerar a seca, após se tornar e estabelecer como uma planta completamente desenvolvida e adulta. Consegue até mesmo ser resistente ao clima tropical e ser cultivado nessa região, sendo necessário apenas que fique longe de locais que fiquem com o solo úmido, sendo essa a única intolerância da planta.

A kaizuca é uma planta que exige um nível de manutenção médio e apresenta um certo grau de rusticidade. Comprovando o fato de sua manutenção não ser tão grande, é que pode se permitir que a planta cresça sem a realização de podas.

Esta conífera é largamente utilizada para bonsai devido a suas folhas pequenas e a coloração avermelhada de seu tronco. Suas folhas podem variar seu formato de acordo com a idade, para arvores mais jovens suas folhas são geralmente mais claras e largas e quando mais adultas as folhas já possuem um formato mais compacto e escamoso que podem ser podadas facilmente com as pontas dos dedos. Em seu país de origem ela pode alcançar 25 m de altura.

A espécie vegetal se reproduz através da multiplicação por estacas que são criadas das pontas dos ramos da planta. O processo de multiplicação das plantas por estaquia consiste em separar partes dos ramos da kaizuka, com a presença de folhas, como ema espécie de estaca.

Essas estacas que são geradas, irão ser conduzidas para outros locais para serem plantadas. É interessante que esse local de plantio apresente as condições necessárias e adequadas para o desenvolvimento pleno da nova kaizuka que irá desabrochar e surgir.

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Adubação
Os adubos mais indicados para a kaikuza é o orgânico de decomposição lenta. Este deverá ser aplicado desde a primavera até o outono. Os adubos mais indicados são os ricos em Nitrogênio. Uma sugestão pode ser usado o NPK (Nitrogênio – Fósforo -  Potássio) na ordem de 10-10-10 ou 10-05-10.

ONDA

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A espécie herbácea pertence à família das Marantaceae e da divisão das plantas angiospérmicas (plantas que possuem flores). As plantas que fazem parte da família das Marantaceae são comumente cultivadas na região da América Tropical e essa família se caracteriza por abranger em torno de 31 gêneros e 350 espécies vegetais diferentes.

Algumas plantas dessa família apresentam aromas bastante agradáveis ao nosso olfato, o que ressalta as características ornamentais e decorativas destas plantas, e também uma  grande sensibilidade às mudanças de clima. Elas necessitam ser cultivadas na sombra para o bom desenvolvimento.

É uma espécie vegetal nativa do continente Americano – América Central e América do Sul, sendo oriunda do Brasil.

Por ser uma planta herbácea e rizomatosa, se caracteriza por formar uma espécie de tapete vegetal. É também conhecida como Maranta-rasteira. Possui ciclo de vida perene, isto é, são espécies vegetais que possuem ciclo de vida maior que o período de 2 anos, que no reino vegetal, é considerado um período longo.

Essa espécie de forração também se caracteriza por ser uma espécie vegetal rústica, isto é, consegue se desenvolver bem, sem a necessidade de maiores cuidados por parte de quem a cultiva.

A Maranta-pena-de-pavão é uma espécie de pequeno porte, que atinge uma altura média de 30 cm e 40 cm de extensão ou diâmetro. As folhas da possuem características ornamentais, são de formato oval e apresentam manchas escuras e o seu verso é branco.

Normalmente a Maranta-pena-de-pavão floresce na época da primavera. As flores dessa espécie vegetal possuem coloração branca, são pequenas e muito discretas e não apresentam nenhuma importância para fins ornamentais e decorativos. As flores ficam com as suas hastes por cima da planta, dando a impressão que as flores ficam flutuando sobre a ela. Contudo, apesar de não serem ornamentais como as folhas, as flores dão um aspecto interessante e bonito ao jardim onde são cultivadas.

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Como cultivar
Essa é uma planta típica para ser cultivada em regiões de clima tropical, pois a espécie gosta de ambientes quentes e úmidos. No entanto, consegue se adaptar com facilidade para ser cultivada em locais que possuem clima equatorial e subtropical.

Deve ser cultivada sob meia sombra ou à luz difusa. O solo ideal para cultivo deve ser fértil, e para manter o solo em boas condições de fertilidade, devem ser feitas aplicações de material orgânico.

A aplicação de material orgânico deve ser feita na medida indicada pelos especialistas, pois a Maranta-pena-de-pavão pode ter seu crescimento afetado pelo excesso ou falta da aplicação adequada de material orgânico.

As regas devem ser realizadas de maneira regular, principalmente na época em que a umidade do ar for menor, onde a rega precisa ser diária para que a planta se desenvolva bem. A falta de água pode levar a planta à morte, por isso caso deseje cultivas essa espécie como ornamento em seu jardim, é importante que você tenha tempo para efetuar a irrigação.

Essa é uma espécie vegetal que apresenta sensibilidade à falta de água, por isso é interessante manter o solo sempre úmido. Contudo, manter o solo úmido não significa que ele ficará encharcado, pois essa situação pode sufocar as raízes da planta.

É uma planta que não aprecia o frio, e não tolera geadas e climas extremamente frios. Por essas características, pode ser cultivada em todo o Brasil, precisando apenas de maior atenção as pessoas que habitam na região sul.

É recomendado que anualmente, ao final do inverno, seja realizada uma poda para limpeza da espécie vegetal, para retirar as folhas que morreram devido ao frio, para que a espécie continue a se desenvolver plenamente.

A Maranta-pena-de-pavão é uma excelente espécie vegetal para formar forrações em regiões semi sombreadas. Também pode ser cultivada em vasos e ser usada para fazer a cobertura do solo que fica abaixo das copas das arvores.

Possuem facilidade para se desenvolver combinadas com outras espécies de plantas, o que é interessante para ela, pois com a proximidade das plantas, a umidade é aumentada, gerando um clima agradável para a planta.

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Multiplicação da Maranta-pena-de-pavão
A espécie vegetal que se propaga pela divisão da planta, através da técnica de separação de touceiras. A técnica de reprodução vegetativa por divisão de touceiras é uma das mais utilizadas por plantas que possuem características ornamentais. Essa técnica se baseia em cortar pedaços do rizoma da planta, para que sejam formadas mudas com a condição de formas novas espécies vegetais.

Para que a muda seja completa, e tenha as condições necessárias para o enraizamento e desenvolvimento de uma nova planta, é importante que as mudas tenham folhas, raízes e rizomas.

Após o plantio da muda em um novo local de cultivo, é necessária a aplicação de substrato ou material orgânico, e é importante que a muda seja bem regada para que o solo ganhe as condições ideais de cultivo. O Plantio das mudas pode ser realizado em qualquer período do ano (primavera, verão, outono e inverno).

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solo do cerrado brasileiro

O solo é a camada que sobre a superfície da terra, mas a sua composição não é feita de uma única substância. Formam o solo, água, minerais e gás. E por isso, o solo pode se apresentar de várias formas, mudando as suas características como porosidade, permeabilidade, cor e textura.

Diferenças de acordo com as características
Porosidade:

Se observa a diferença de acordo com espaço que gases e líquidos ocupam em relação a massa do solo. Em outras palavras, a porosidade está ligada aos vazios. Sendo assim, de acordo com essa característica, o solo terá mais passagem de água ou menos. Quando existe mais poros a água penetra com mais facilidade e consegue chegar as camadas mais fundas. O resultado desse processo é a umidade do solo reduzida.

Cor:
A cor do solo dependerá de dois fatores para ser de uma tonalidade ou de outra, o conteúdo da matéria orgânica, falando de elementos não vivos que são compostos de carbono e elementos vivos e o material de origem. Se um solo é muito escuro significa que a quantidade de matéria orgânica dele é maior e a cor também serve para indicar se é ou não fértil.

Quando você vê um solo amarelado ou avermelhado essas cores indicam a presença de óxidos de ferro, que por sua vez, é um bom sinal para plantação. A terra roxa é um bom exemplo de um solo bom para o plantio. Muito encontrada na Itália, aqui no Brasil, pode ser observada nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.

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Permeabilidade:
Porosidade e permeabilidade do solo estão relacionadas, porque ambas falam de quanto a água pode circular pelo solo.

Textura:
A textura do solo está relacionada a proporção das partículas e o tamanho delas. Se pensarmos do menor para o maior falando em diâmetro das partículas, podemos classificar o solo como argiloso, arenoso, de pedregulho ou calcário e de silte, que são formados com partículas surgidas da destruição ou fragmentos de rochas.

O solo argiloso é aquele que é menos permeável, o que significa que a água se acumula nele. Outra característica desse tipo de solo é a quantidade de ferro e óxidos de alumínio que estão presente nele. Por isso, a terra roxa, por exemplo, é muito boa para o cultivo, outro exemplo, de um solo desse tipo de boa qualidade para plantação é o massapé, encontrado em grande quantidade no Nordeste. Vale ressaltar que esse tipo de solo está diretamente ligado ao plantio da cana-de-açúcar, que gosta de solo argiloso.

O solo de silte possui as partículas bem leves e pequenas e é muito comum que sofram erosão, isto é, se desgastam pela ação da água, do desgaste, do transporte, do vento e através de outros agentes. Por este motivo, esse tipo de solo não é usado na agricultura. É fácil observar esse solo, eles são aqueles que durante os períodos longos de seca soltam muito pó.

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O solo arenoso é muito comum no Nordeste brasileiro e uma das suas principais características é ser muito permeável porque tem boa porosidade. Quando o solo é dessa forma, como foi dito anteriormente, a água consegue penetrar mais profundamente e com isso, ele fica mais facilmente seco. Neste tipo de solo, os micro-organismos e as plantas encontram dificuldades em crescer.

O solo de pedregulho ou também dito solo de calcário tem como formação partículas de rochas e sendo assim já não pode ser usado para o cultivo. Porém, ele é útil para o cultivo de uma outra forma, se retira um pó amarelado ou branco dele que é usado para mudar a acidez do solo. Esse tipo de solo é muito comum no deserto e também serve como matéria-prima na produção de cimento e cal.

Características dos Solos
1 – Solo Argiloso: a sua consistência é impermeável a água e fina. A terra roxa é o tipo de solo mais encontrado no Brasil, em especial nos estados do Paraná, São Paulo e Santa Catarina. É um excelente solo para o cultivo, principalmente de café. Outro exemplo, como foi dito anteriormente é o massapé de cor bem escura típico do Nordeste brasileiro, também muito fértil.

2 – O solo arenoso também está muito presente da região Nordeste do Brasil e é muito parecido com a areia pela sua granulosidade. Também é permeável a água.

3 – Solo humoso é aquele que tem na sua mistura uma grande concentração de húmus,  material orgânico em decomposição. Esse também é um solo que se usa muito para o cultivo porque é rico em nutrientes que as plantas precisam, por isso, chamado de fértil.

4 – Solo calcário tem na sua formação partículas de rochas. Ele é um solo que esquenta muito quando recebe os raios do sol e ainda é muito seco. Não é o tipo de solo que serve para agricultura. E como foi dito anteriormente é encontrado no deserto.

Os meios de cultivo devem ser observados de acordo com a necessidade das plantas. É a espécie escolhida que indicará que tipo de solo será melhor para ela. Antes de preparar o solo, a terra no vaso, procure saber o que é mais adequado para a planta que será cultivada. Porém, como deu para perceber lendo sobre as características dos solos, mostradas anteriormente, nem todos os solos são adequados para o plantio da maioria das plantas.

Quando se fala em cultivo, plantio, o solo é sim o primeiro passo para que seja um sucesso á sua plantação, mas outros detalhes devem ser observados e respeitados. Respeitar o clima que a planta gosta, saber regar as plantas (a maioria morre mais por água em excesso do que falta dela, por incrível que pareça), cultivar a planta no momento certo que ela deve ser cultivada, observar o quanto de sol ela recebe todos os dias, em que temperatura ela deve ficar, etc.

As plantas precisam ser cuidadas observando todos esses e outros detalhes para que elas cresçam fortes e bonitas. E não adianta querer cultivar uma espécie que não é adequada a região que você mora. Observe tudo isso, antes de escolher e antes de cultivar.

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Essa espécie vegetal também é popularmente conhecida pelo nome de Abeloura, Digital, Erva-albiloura, Erva-dedal e Digitalina. É uma espécie vegetal originada do continente europeu e que pertence a família botânica chamada Plantaginaceae. Pode ser cultivada tanto como planta com fins medicinais como também com planta de fins ornamentais. Contudo, se consumida em alta dosagem pode se tornar letal, pois é uma espécie vegetal venenosa.

Uma curiosidade dobre a Dedaleira é que ela pode servir como um medicamento (uma espécie de fortificante e tonificante) para as espécies vegetais que são cultivadas ao seu redor. Normalmente, nos locais em que encontramos Dedaleiras sendo cultivadas, as demais plantas crescem, se desenvolvem e se manter fortes e vigorosas.

A família botânica da Dedaleira – a Plantaginaceae
A família Plantaginaceae ou as plantas plantagináceas como são chamadas, possuem em torno de 1855 espécies abrigadas em 97 diferentes gêneros. Essa família botânica se caracteriza por se adaptar com facilidade a diversas localidades do planeta, no entanto são encontradas com maior facilidade nos locais de clima temperado, pois nesse tipo de clima as espécies vegetais dessa família conseguem se desenvolver melhor. São encontradas com maior frequência em formato de arbusto e de ervas, sendo encontradas com menor frequência em forma de plantas aquáticas. As espécies vegetais dessa família possuem grande importância econômica, pois elas produzem substancia capazes de ajudar no tratamento de varias doenças, como por exemplo: leishmaniose e doenças cardíacas.

As características da Dedaleira
A Dedaleira é uma espécie vegetal que possui esse nome popular, pelo fato de suas flores se apresentarem em forma de dedal. Essa planta pode ser cultivada tanto para fins ornamentais quanto terapêutico ou medicinal, no entanto, o seu uso para esse fim precisa passar por supervisão e orientação médica, pois a Dedaleira é uma espécie vegetal venenosa que pode chegar a ser mortal para os seres humanos e para os animais, conforme a quantidade de substância ingerida.

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A Dedaleira é uma planta herbácea, perene e arbustiva. Essa espécie vegetal se caracteriza por apresentar caule ereto e liso. O caule da Dedaleira pode apresentar estrutura lenhosa ou semi lenhosa, isto significa, que essa espécie vegetal possui lignina em sua composição para que o caule consiga ter esse tipo de estrutura (lenho). O ciclo de vida da Dedaleira é bienal, isto é, a planta vivem em média por 02 (dois) anos.

É uma espécie vegetal de médio porte que apresenta uma altura média que varia de 0,90 metros a 1,20 metros. As folhas da Dedaleira são rugosas e se apresentam em forma de roseta, e possuem nervuras que são elevadas em sua parte interior, apresentando uma cor mais clara. A inflorescência desta espécie vegetal se caracteriza por ser longa e as suas flores apresentam formato de dedal, e podem apresentar coloração branca, rosa e roxa, podendo ter pequenas pintas em sua parte interior. Essa variação de cor acontece conforme a variedade da Dedaleira cultivada.

Das folhas e das flores da Dedaleira pode ser extraída uma substância denominada digitalina, que é usada no tratamento de doenças do coração. No entanto, o consumo exagerado dessa substância ou de medicamentos que sejam baseados nela, podem causar danos aos rins, portanto, a dedaleira devido a presença da digitalina é considerada nefrotóxica. A Dedaleira é uma espécie vegetal que floresce normalmente nos períodos da primavera e do verão.

O cultivo da Dedaleira
A Dedaleira é uma espécie vegetal cultivada principalmente nas regiões mais altas (locais que sejam acima do nível do mar – com altitude) e que apresentam um clima mais ameno. É uma espécie que pode tranquilamente ser cultivada em regiões que apresentam os climas temperado, subtropical e mediterrâneo.

Deve ser cultivada a sol pleno e nos casos de locais que apresentem temperaturas um pouco mais elevadas das localidades onde a dedaleira é comumente cultivada em meia sombra. O solo para cultivo deve ser fértil, e para a manutenção do solo fértil, capaz de gerar os nutrientes necessários para o bom desenvolvimento da planta, pode ser feita a fertilização do solo através da aplicação de adubos (orgânicos e inorgânicos).

Podem ser cultivadas em vasos, jardineiras e podem compor maciços e bordaduras com muita facilidade. A dedaleira é uma planta que precisa ser renovada a cada dois anos, por isso no período bienal, os canteiros precisam ser completamente limpos e reformados para a renovação das espécies vegetais cultivadas.

A multiplicação da Dedaleira
A Dedaleira é uma espécie vegetal que se multiplica de 2 formas: pela dispersão de suas sementes e pela divisão das plantas. A multiplicação de plantas por dispersão das sementes é um dos meios mais comuns de propagação das espécies vegetais. Nesta situação, é necessário que as sementes sejam espalhadas (seja naturalmente – pelo vento, por exemplo – ou pela ação humana) pelo solo, e encontre condições favoráveis de desenvolvimento (iluminação, agua, nutrientes e etc.).

Na multiplicação por divisão da planta, ou como popularmente é chamada – pega de galho, ocorre a divisão de ramos com a presença raízes (principalmente no caso das espécies vegetais que apresentam bulbos ou rizomas), e estes são plantados em novas covas, de forma que a nova planta se desenvolva.
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A utilização da Dedaleira
A Dedaleira é uma espécie vegetal que pode ser utilizada para ornamentar os ambientes, pois é uma planta muito bonita e graciosa. A sua inflorescência se caracteriza por ser graciosa e imponente, se destacando no ambiente em que a planta é cultivada. Contudo, a planta se destaca por suas propriedades medicinais e terapêuticas.

Entre essas se destacam o fato da Dedaleira ser: Cardiotônica, diurética, laxante e remineralizante. Desta espécie vegetal, pode ser extraída a digitalina, que é uma substância usada na composição de medicamentos para tratar problemas cardíacos, como por exemplo: arritmia cardíaca, atividade cardíaca insuficiente, alteração da pulsação, hipertrofia cardíaca e cardiopatias nas válvulas do coração.

Contudo, para aproveitar as propriedades medicinais da Dedaleira é necessário  cuidado e critério, por isso é necessária a orientação de um médico, pois a Dedaleira é uma espécie vegetal que contém substâncias tóxicas que podem levar uma pessoa a sofrer de paralisias e até mesmo à morte. Por isso mesmo, essa substância pode ser encontrada em formato de comprimidos (digoxina – principio ativo encontrado na Dedaleira) que podem ser receitados pelos profissionais da medicina.

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A malva-real é uma espécie que possui de planta que possui flores muito marcantes. É também conhecida com os nomes de Lavatera-de-três-meses, Lavatera e Malva-rosa. Faz parte da família Malvaceae e se insere em uma categoria muito especial a de flores anuais. Assim, ela pode ser cultivada em diversos climas de tão versátil que é. Alguns deles são: mediterrâneo, oceânico, subtropical, temperado e tropical.

Ela possui uma coloração muito específica e que pode ser facilmente identificada de longe. Com seus nomes populares, características marcantes e a sua especialidade para o paisagismo de jardins podem ser os fatores mais importantes para que a espécie seja bastante escolhida para ser cultivada em diversos locais. Sua folhagem, flores e cheiro podem ser essenciais para que jardineiros pelo mundo todo saiam a sua procura.

Os primeiros vestígios da planta foram encontrados em alguns países da Europa. Depois, pesquisadores encontraram vestígios da espécie na área do Mediterrâneo.

É considerada uma planta de pequeno porte, apesar de ser bastante volumosa. Pode atingir uma altura entre 4 a 6 m. Para atingir a sua altura máxima, precisa ser cultivada em locais de grande luminosidade e como a sua categoria já diz, ela é uma planta de ciclo de vida anual, diferente de muitas espécies que são consideradas perenes.

A Malva-real é uma importante herbácea com seu ciclo de vida ano após ano. Ela acaba se destacando por causa da sua floração abundante, colorida e muito bela, sempre  caracterizada pelo seu cheiro leve e atraente. O seu porte é um pouco acima dos padrões, pelo menos no que diz respeito às plantas de ciclo de vida anual. Seu caule é considerado muito ramificado, ereto e muito verde. Porém, em algumas variedades, a cor do caule pode variar para um tom mais avermelhado.

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Flores
A abundante floração é bastante volumosa e acaba se agrupando em diversos grupos.  Geralmente, as flores são alternadas e com as suas margens serrilhadas, deixando as pétalas das suas coloridas flores com a textura de um leque. Mesmo assim, as pétalas superiores e inferiores são diferentes umas das outras.

Folhas
As folhas se assemelham aos ramos da espécie. Possuem pêlos finos e muito espaços entre si. A folhagem da planta é muito bela e se contrasta bastante com as flores coloridas da planta. Mesmo assim, elas não possuem característica marcante para o paisagismo e apenas as suas flores são os elementos primários para o design de um jardim ou quintal, além de outros arranjos que podem ser formados.

Flores
A floração ocorre na primavera e vai até o verão, com uma coloração de rosa forte e marcante, quase se assemelhando a um rosa choque. Elas costumam ser vistosas, grandes, axilares, solitárias, simples com formato de trompete. Apesar da cor ser o rosa bem chamativo, de acordo com a forma de cultivo, essa coloração pode variar entre tantas outras. São elas: róseas, brancas ou vermelhas. Para abelhas e borboletas, as flores da espécie são quase uma festa.

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Fruto
Apesar dos frutos não terem características muito marcantes, ele é um elemento importante da espécie, já que eles se desenvolvem em meio a folhagem da mesma. Sendo assim, é muito importante ressaltar as suas principais características: É um fruto do tipo esquizocarpo, divididos em nada mais nada menos do que doze mericarpos, contendo sementes em seu interior.

O uso no paisagismo
Com todas as suas belas características, a Malva-real é perfeita para a formação de maciços e bordaduras. O charme das flores e a coloração marcante de suas pétalas podem dar um toque especial em qualquer paisagem, especialmente em jardins e quintais, além de varandas e vasos também, já que a planta não possui grandes portes.

Ela é muito boa para enfeitar jardins de estilo mais campestre e totalmente europeu, incluindo jardins ingleses, franceses ou italianos. É uma espécie bastante resistente à seca e por isso, pode ser amplamente em empregada em rochosos e áridos jardins. Pátios podem ser adornados com as suas belas flores desde que elas sejam bem colocadas em jardineiras.

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Cultivo
A espécie é fácil de cultivar mas precisa se algumas regras para o seu desenvolvimento saudável. Para começar, é preciso ficar bem atento ao solo de cultivo da planta. Ele precisar estar composto com muita matéria orgânica. Deve ser regada com um bom espaçamento entre uma rega e outra. Embora ela adore água, não tolera o encharcamento de suas raízes.

O excessivo uso de água durante o seu plantio pode ser péssimas consequências para o desenvolvimento da espécie, até porque a água em excesso pode apodrecer as raízes. Apesar de ser intolerante ao excesso de irrigação, ela é bastante tolerante aos curtos períodos de estiagem, se tornando uma espécie sem grandes exigências para o seu cultivo.

É preciso tomar cuidado com as geadas, já que a espécie não costuma tolera-las. Em locais mais frios, ela não se desenvolve de forma correta, podendo atingir apenas a sua altura mínima, sem contar que o surgimento das suas flores acaba não atingindo o seu ciclo normal.

Multiplicação
A sua forma de multiplicação é muito simples, mas precisa de alguns métodos para que a propagação funcione. Deve ser colocada para germinar no final do inverno e de preferencia em estufas para um cultivo mais elaborado.

No início da primavera, a multiplicação poderá ser feita dentro do jardim, em meio ao solo de plantio. A planta é bastante sensível à transplantes, uma técnica muito comum durante a multiplicação de plantas de ciclo de vida anual. A planta pode aceitar inclusive, a renovação de canteiros de forma anual, o que favorece muito a sua forma principal de propagação.

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