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Se você acha que isso é impossível porque não tem um quintal grande o suficiente para cultivar a couve-flor vai ver que não é bem assim. Você pode cultivá-la em vasos. Isso mesmo, o cultivo de couve-flor em vasos é possível, é simples e garante um ingrediente fresco na sua cozinha.

1º passo:
Um bom cultivo seja ele qual for para que seja bem sucedido deve começar com os cuidados com  a terra, o local que será plantado. E não seria diferente no caso da plantação no vaso. Comece fazendo o substrato, que no caso da couve-flor deverá ser o seguinte: duas partes de terriço, com duas partes de turfa, misturados a terra preta que será usada para o cultivo.

2º passo:
Substrato pronto é hora de pegar o vaso adequado (dicas mais adiante) e enchê-lo com a terra que foi preparada, mas é importante, que o vaso tenha aqueles furinhos no fundo que garante a drenagem da água da rega ou chuva.

3º passo:
Pegue as sementes de couve-flor que podem ser compradas em qualquer loja especializada em plantas e jogue-as dentro do vaso, para cada um, de 2 a 3 sementes. É importante que elas sejam colocadas observando a profundidade de 3 vezes maior o tamanho que será atingido.

4º passo:
Semente plantada é hora de fazer a rega, mas cuidado para não exagerar na quantidade de água.

5º passo:
O vaso deverá ficar em uma parte da casa que não receba tanta luz solar durante o dia todo. A couve-flor se adapta facilmente a todos os climas, mas não gosta da luz do sol direta por muitas horas.

6º passo:
Não esqueça de colocar aquele pratinho embaixo do vaso para que a água também seja absorvida pela raiz da sua couve-flor. Mas, também fique atento, coloque areia para evitar a dengue. A água parada em pratos de plantas pode se transformar em um foco do mosquito da doença. Faça a troca da água com frequência.

7º passo:
Ainda falando de rega atenção para não molhar as folhas da couve-flor, isso poderá resultar em fungos e acabar estragando a sua plantação.

8º passo:
Na estação da primavera é hora de acrescentar ao substrato um pouco de adubo orgânico, isso garantirá uma planta mais forte.

9º passo:
Lembre-se que você está plantando algo para ser consumido, por isso, não use produtos agrotóxicos para tratá-las e fique de olho no momento certo de fazer a colheita, quando ela apresentar a cor verde um pouco cinzenta. Quando os botões ainda estão fechados, a couve-flor não está pronta para ser consumida.

10º passo:
Uma dica é deixar para fazer a colheita em dias não muito quentes, ao contrário a couve-flor que ainda deve crescer sofrerá com a desidratação.

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Como conservá-la e outras dicas
*Assim que for feita a colheita da couve-flor, imediatamente, para que ela dure mais tempo antes de ser utilizada, prepare uma vasilha com água e bastante gelo, deixe-a imersa por uns 3 minutos e em seguida, coloque-a na geladeira, bem embalada;
* Você poderá usar o adubo orgânico logo na hora do cultivo e não poderá esquecer de usá-lo novamente na primavera. O melhor mesmo é usá-lo a cada 40 dias;
* Faça você mesmo o seu adubo orgânico usando restos de comida, húmus de minhoca, cascas de alimentos, esterco de boi, entre outros;
* Adubos orgânicos são encontrados facilmente em lojas que vendem produtos para cultivo e custam pouco;
* É muito importante que a sua couve-flor seja colocada em um lugar que ela receba a luz do sol indireta, tenha circulação de ar, a mesma importância você deverá dar quando estiver fazendo o cultivo. Procurar plantar a couve-flor no vaso em um lugar com as mesmas características.

O vaso certo para plantar a couve-flor
A escolha do vaso certo fará toda a diferença para que o seu cultivo de couve-flor em casa seja bem sucedido. Para que a planta desenvolva de forma normal e principalmente para que seja saudável é importante que ela tenha o espaço adequado.

Não é que dá para sair plantando cada espécie em qualquer lugar. Tem sempre um vaso adequado para cada uma delas. Claro, que o caminho mais simples é aquele de dizer ao vendedor o que você está pretendendo plantar.

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Veja alguns exemplos:
Quando a idéia é plantar as folhosas o ideal mesmo são aqueles vasos que a altura não ultrapassa 10 cm, que podem ser as seguintes: orégano, coentro, salsinha, couve, almeirão, alface, manjericão, hortelã e rúcula.

Quando a altura do vaso fica entre 30 e 40 cm, que são classificados como aqueles médios, as hortaliças de frutos se adaptam melhor a esse tamanho, podemos citar como exemplos: pepino, pimentão, tomate, rabanete, alecrim, nabo e berinjela.

Já aqueles vasos considerados grandes e estamos falando dos que possuem uma altura que supera os 40 cm são ideais para o cultivo das sementes que devem ser plantadas com uma boa profundidade. Um exemplo disso, está a nossa couve-flor, por causa da grande raiz. Além dela, podemos citar outros exemplos, como a beterraba, a cebola, o brócolis e a cenoura.

A ideia de manter uma horta em casa é excelente, porém, devemos ter atenção em fazer um cultivo saudável, dispensando os agrotóxicos. E claro, assim como a couve-flor outros alimentos podem ser plantados dentro de vasos ou jardineiras. Porém, para que esse tipo de plantação dê certo é muito importante observar as necessidades individuais da planta.

Outro fator que é determinante, além de atender as exigências de lugar, rega, clima, entre outros, é saber qual é o momento ideal para realizar o cultivo. Além disso, é importante saber que não basta cultivar e pronto, é preciso seguir os cuidados específicos do pós cultivo.

Assim como a couve-flor você poderá plantar outros alimentos em vasos e tê-los em casa frescos para hora do consumo. Porém, não esqueça de observar e seguir a regra de cultivo de cada um deles, que poderá não ser a mesma daquela usada para couve-flor.

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A Lichia é uma fruta exótica com origem no continente asiático – China. Mas já chegou a diversos outros países, antes de aportar em terras brasileiras. A árvore tem um porte grande, apesar dos pequenos frutos, e podem chegar a medir até 15 m de altura.

Esses frutos surgem a partir de cachos, com aparência arredondada a oval, possuindo uma polpa com coloração branca, que se desenvolvem em árvores com galhos e troncos delicados.

A casca é vermelha e espinhosa, com uma fruta delicada e branca dentro dela. A semente que é encontrada no fruto pode variar de tamanho conforme a variedade da espécie.

É um fruto que têm uma vantagem extra, são ricos em vitamina C e podem tanto ser consumido em compostas e doces, como ao natural.

Depois de feita a retirada da semente, é recomendado que seja feito o plantio imediatamente, já que deixá-la em exposição por um tempo maior impedirá seu crescimento. Entretanto, fazer o cultivo da planta por meio de sementes é complicado, pois muitas delas podem não se desenvolver.

A árvore de lichia passa a produzir frutos depois de um período que varia entre de cinco a dez anos, o que torna o cultivo da lichia mais recomendado para os jardineiros mais experientes.

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Cultivo
As sementes de lichia precisam ser adquiridas a partir de viveiros com fiscalização. Caso as mesmas sejam armazenadas de forma incorreta, acabam perdendo sua longevidade com maior rapidez. Para obter grande viabilidade das sementes, fazendo com que elas durem até oito semanas é preciso que sejam conservadas em lugares úmidos e com temperatura baixa, variando entre os 10ºC e 15ºC.

Para fazer p plantio da lichia tem que se ficar atento ao clima, já que é uma planta bastante exigente à temperatura. Em áreas onde predomina o clima tropical a lichia consegue um pleno desenvolvimento, entretanto apresenta desvantagem na produção, pois não é capaz de render o suficiente. Em razão disso, esta planta precisa estar num clima seco e frio antes de ganhar suas flores e, após, durante o restante do ano o clima precisa ser úmido e quente.

Também é preciso que se dê atenção para o fator da precipitação, já que a Lichia só tem adaptação positiva em lugares onde a precipitação está entre os 1250 e ainda os 1700 mm por ano. Em se tratando do solo ideal, ela se adapta bem naqueles mais profundos, que tenham uma boa drenagem e que possuam alto índice de matéria orgânica.

Assim que resolver fazer suas mudas de lichia é preciso que se fique atento quanto ao diâmetro delas, já que é preciso ter entre 1,5 e 2,5 cm e o plantio precisa ser efetuado quando o clima estiver úmido, o que ocorre geralmente nos meses de janeiro a março. Já entre os meses que vão de junho a julho acontece o período de floração da lichia.

Se bem cultivada, a árvore de lichia costuma produzir no máximo 45 quilos de fruta e no mínimo 30, entretanto no Brasil ela pode chegar a produzir até 300 kg durante o ano.

Depois de se fazer a colheita dos frutos é preciso que se tenha atenção quanto aos frutos que acabam perdendo com grande facilidade a coloração vermelha da casca, tornando mais difícil caso queira fazer sua comercialização. Para que isso não corre com facilidade, no decorrer da comercialização e ainda com o transporte é necessário que os frutos sejam mantidos em lugares frios, aumentando a vida útil da fruta na prateleira.

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Cultivo em vasos
Materiais

* Vaso com 09 cm;
* Terra boa e própria para ser usada na jardinagem;
* Lichias que esteja em perfeito estado;
* Elástico;
* Saco Plástico em cor escura;
* Fertilizante que possa ser dissolvido em água.

Passo a passo
- Primeiro, retire a semente que é encontrada dentro da fruta;
- Encha o vaso que tem a mão com terra para jardinagem estéril. Coloque um pouco de água na terra, para que a mesma escorra por baixo do vaso;
- Nessa terra, faça um pequeno buraco e nele enterre entre quatro e cinco sementes da fruta e ponha mais ou menos 2 cm de terra por cima, para que a semente fique bem protegida e tenha mais espaço para se desenvolver;
- Ponha o saco plástico em cima do vaso e prenda com a ajuda de elástico convencional;
- Deixe o vaso num escuro e quente. Observe o vaso todos os dias e molhe o solo, se achar que é preciso. A muda da planta deve surgir a partir de duas semanas;
- Retire o saco plástico depois que a planta ter brotado e ponha numa janela onde o sol bata indiretamente;
- Depois que as mudas tenham entre três ou quatro folhas, já podem ser retiradas, e plantadas ao ar livre, usando como base a mesma profundidade que estava no primeiro lugar;
- Deixe a muda da lichia num lugar que tenha bastante iluminação depois de três ou até quatro semanas. Quando perceber que o solo que está plantado a muda está ficando seco, molhe-o com cuidado, e use fertilizante que dissolva em água, conforme as instruções que vêm inseridas no pacote, fazendo isso de duas em duas semanas.

A muda de Lichia cresce com bastante rapidez e até atingir os 20 cm de altura vai muito bem. Não se desespere se ela não crescer muito mais, além disso, já que isso somente irá acontecer depois dos dois anos, mostrando um crescimento vagaroso e pouco notável.

Mas aproveite a delícia e a beleza dos frutos e tenha uma dessas em casa, especialmente se você tiver um quintal grande e precisar de uma sombra para descansar e ler um bom livro. Além disso, árvores em casa ajudam na renovação do oxigênio, deixam o ar mais puro e leve, e consequentemente favorecem a sua saúde.

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As Tulipas são flores bem comuns de encontrar nos jardins de várias casas isso porque são flores bonitas, fáceis de cultivar e com uma elegância bastante particular. Para quem está pensando em cultivar esse tipo de planta a dica é conhecer os diferentes tipos dessa espécie que existem.

Confira abaixo algumas informações interessantes sobre os tipos de tulipas que você pode vir a cultivar em seu jardim.

A tulipa pertence à família das Liláceaes e a origem dessa espécie de flores é a Ásia Central, porém, também se considera a Rússia e França como países de origem. Um país em que as Tulipas são bem difundidas é a Holanda.

Em geral as tulipas podem chegar a atingir entre 30 cm e 60 cm, tudo depende do tipo que você escolhe cultivar.

A Tulipa é uma planta que faz parte da divisão das angiospermas, aquelas plantas que produzem florações. Pode ser encontrada em mais ou menos 100 espécies diferentes, possui uma folhagem bastante longa e ovalada num formato que lembra lanças.

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Elas encantam as pessoas que gostam de flores porque podem ser encontradas em formas e cores variadas. Atualmente, é possível encontrar uma grande variedade de espécimes e também incalculáveis híbridos de cores e tonalidades diversas. Uma curiosidade é que as tulipas quando manuseadas podem liberar um pó que causa rinites e em casos mais extremos crises alérgicas.

O período de floração das tulipas é bastante curto e pode ser previsto de acordo com o escalonamento das variedades.

Podemos dividir a classificação das tulipas basicamente em:
Tulipas Precoces
Aquele tipo que floresce na Europa no período que vai do final de fevereiro até o final de março.

Tulipas Semitardias
Aquelas que florescem desde março até o começo de abril.

Tulipas Tardias
São aquelas que florescem de abril até o começo de maio.

Classificação das Tulipas e os tipos mais populares
Como já foi destacado ao longo desse texto são muitos os tipos de tulipas que existem, uma grande variedade de cores que começam no branco, passando por tons de amarelo, laranja e chegando próximos a um tom de vermelho.

Dentre tantas espécies de Tulipas existem aquelas que se destacam por suas diferenças e por serem o que podemos identificar de exóticas.

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Tulipa africana (Spathodea campanulata)
A Tulipa africana é uma dessas espécies que podemos considerar como exótica, trata-se de uma tulipeira, ou seja, uma árvore de madeira clara que tem a casca fina. No que se refere a tamanho essa planta pode alcançar uns 24 m de altura. Porém, se você for a África, local de origem dessa planta, é possível observar espécimes de até 30 m de altura.

O tronco da Tulipa africana tem em média um diâmetro que fica entre 30 cm e 50 cm. As flores dessa árvore crescem bem rapidamente e é bastante utilizada para a ornamentação. Apesar de todo o seu tamanho a Tulipa africana precisa de cuidados bem comuns para as demais espécies de tulipa. Essa planta é tropical, logo não suporta regiões em que o clima seja demasiado frio.

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Tulipa negra
Outro tipo de tulipa que chama muito a atenção devido as suas características exóticas é a Tulipa negra. Apesar do nome ela não é verdadeiramente negra, apenas possui uma tonalidade um pouco mais escura.

As necessidades das tulipas
As espécies de Tulipas não são muito exigentes, mas com alguns pequenos cuidados podem ter um desenvolvimento bem mais saudável. Uma boa dica é contar com um solo solto e bastante favorável em matéria orgânica.

É um tipo de planta que suporta bem o frio e que precisa passar por um período de temperaturas mais baixas durante o inverno para conseguir florescer com qualidade. Se a região em que estão sendo cultivadas tem um inverno quente pode causar alguns problemas na floração da Tulipa.

Cultivo
Saiba agora como cultivar Tulipas e garantir que elas cresçam e floresçam sempre lindas em seu jardim.

Solo e Adubo
Os melhores tipos de locais para plantar tulipas são em lugares úmidos, pois assim o solo rico em nutrientes ajuda a planta a encontrar o que precisa para crescer e florescer. É sempre positivo utilizar adubos orgânicos periodicamente nas suas tulipas.

Rega
A rega dessa planta deve acontecer conforme for necessário. Uma dica para saber quando é necessário regar novamente é verificar se o solo da planta se encontra úmido. Regue novamente somente quando ele estiver completamente seco, pois de outra forma você arrisca encharcar a planta.

Iluminação
A iluminação é um fator absolutamente essencial para que a tulipa possa se desenvolver. Em regiões muito secas e quentes é interessante que elas permaneçam a meia sombra.

Limpeza
Uma questão bem importante também é a limpeza das tulipas, ou seja, a remoção das folhas mortas da planta. Tenha sempre um dia na sua rotina para fazer essa limpeza, pois, se você deixar as folhas mortas na planta poderá prejudicá-la.

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Hibiscos

Hibisco Bloodsport (híbrido)
Com flores de formas exuberantes e belas cores, a planta é usada como ornamentais em jardins e porte para servirem de cerca viva

Embora não tolere geadas o plantio do Hibisco se espalhou por toda região do Brasil, mas é no Sudeste que predomina a produção.

O hibisco se dá bem até em áreas litorâneas, mas deve-se evitar muita proximidade com o mar, pois as partículas de sal carregadas pelo vento danificam suas flores e as folhas.

Suas várias espécies, sempre exuberantes, com folhas estreitas ou largas e flores de diferentes cores e tamanhos, são apreciadas como plantas ornamentais.

Além da beleza, a planta é rústica, apresenta crescimento rápido e pode ser produzida o ano inteiro.

De textura lenhosa e fibrosa, a planta pode chegar a atingir de 3 a 5 m de altura, o que a qualifica para ser utilizada como cerca-viva.

Isolado ou em conjuntos, o hibisco também tem efeito decorativo em jardins de residências, espaços públicos, propriedades rurais e até em vasos em ambientes internos. Mas é bom lembrar da luminosidade para o seu florescimento.

O Hibisco pertence à família Malvaceae e se divide por centenas de espécies. O Hibisco rosa-sinensis L. é o mais conhecido pelos brasileiros, conhecido por Graxa-de-estudante, Mimo-de-vênus, Hibisco-da-china e Hibisco-tropical. Também é chamado por nomes populares como Vinagreira, Quiabo-azedo e Groselha. O Hibiscus sabdariffa L. é outra variedade comum no Brasil. Suas flores e folhas podem ser usadas em geléias e chás.

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Hibiscus sabdariffa L.Hibiscus sabdariffa L.

O plantio do hibisco deve ser em solo fértil, em um substrato composto de cinco partes de terra preta, três partes de esterco de gado, uma parte de terra vermelha e outra de areia de rio e adubações periódicas devem ser feitas

Podem ser plantados sem vasos ou jardineiras e seu florescimento é de 6 a 8 meses após feito o plantio. Entre plantas, o espaçamento indicado é de 40 cm.

O mais aconselhável é realizar o plantio sob sol pleno, durante o horário da manhã ou ao entardecer, para que a planta não sinta a transferência do local. Regue com água logo em seguida.

Hibiscos de boa procedência dificilmente apresentam doenças. Contudo, a planta é geralmente prejudicada por insetos, como grilos e borboletas. Ao depositarem seus ovos nas folhas e flores, permitem o nascimento de lagartas que atacarão a planta.

Faça podas anualmente, de preferência no fim de maio. Corte os galhos pela metade no sentido diagonal.

De dois em dois meses, espalhe ao redor da planta uma colher de sopa de mistura de farinha de osso e torta de mamona, em partes iguais. Em meses alternados, coloque esterco na superfície. Sem encharcar o solo, molhe o hibisco diariamente à tarde durante o verão. No inverno, somente quando a terra estiver seca.

Ainda não há venda de sementes de hibiscos híbridos no país. Matrizes, no entanto, podem ser adquiridas em hortos de centros urbanos, como São Paulo e Rio de Janeiro. Para diversificar, quem coleciona espécies de hibiscos compra flores diferentes de produtores de outros países.

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É o mais vasto e um dos mais complexos gêneros dentre as orquídeas, com cerca de 2 000 espécies bastante diversas, distribuídas pelos trópicos de todos os continentes com predominância no sudeste africano e asiático. Somente na Nova Guiné há mais de quinhentas espécies descritas.

Poucas são as características comuns a todas as espécies deste gênero. Apresentam crescimento simpodial e frequentemente apresentam rizoma bastante longo crescendo de forma desordenada com pseudobulbos bem espaçados, de modo que até que a planta forme uma touceira, seu aspecto é bastante desarrumado, muitas espécies apresentam crescimento cespitoso.

Têm uma folha por pseudobulbo, raramente duas. Estas são coriáceas e possuem pecíolo evidente. As folhas variam de poucos centímetros até quase um metro de comprimento.

A inflorescência é produzida a partir de nós do rizoma ou da base do pseudobulbo, e pode conter desde uma flor solitária, até dezenas de flores dispostas de maneiras variadas.

Algumas nascem formando uma coroa ou estrela, outras formam uma umbela ou corimbo, ou podem nascer enfileiradas e paralelas. As flores também variam de poucos milímetros até cerca de 30 cm de comprimento.

ORQUÍDEA BULBOPHYLLUM.

Normalmente o labelo dessas plantas é bem colorido e imita insetos da região em que vivem. Na maioria das espécies a base do labelo é apenas levemente preso ao resto da flor de modo que podem mover-se com a mais leve brisa atraindo insetos polinizadores.

Algumas são perfumadas e outras produzem cheiro bastante repulsivo, que pode assemelhar-se ao de carniça. As sépalas podem ser mais ou menos crescidas e consideravelmente mais largas que as pétalas e labelo.

Cultivo
São cultivadas das maneiras mais variadas conforme seu local de origem. De modo geral os Bulbophyllum asiáticos e africanos são plantas fáceis de manter, que gostam de bastante claridade, calor e muita umidade, mas não toleram o sol pleno, em poucos anos formando grandes touceiras.

Já algumas das espécies brasileiras podem ser consideradas de cultivo dificílimo. Muitas são rupícolas e gostam de bastante sol, e mesmo sol pleno com pouca umidade do ar. Outras provêm de florestas e apreciam mais umidade e menos sol.

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Trata-se de uma planta suculenta de vida anual originária da Argentina, Brasil, Uruguai.

Suas flores podem ser simples ou dobradas, em variadas cores e tons entre o branco, rosa, amarelo, vermelho, laranja, púrpura, etc.

São plantas totalmente adaptadas a climas: equatorial, tropical, subtropical e, deverá ser cultivada em pleno sol.

Sua floração ocorre nos meses mais quentes do ano.

As flores só se abrem quando o calor do sol começar a ficar mais forte, por volta das 11:00 horas, e permanecem abertas enquanto houver sol forte. À tarde, quando a luz do sol perder a sua intensidade, elas se fecharão novamente. É por esse motivo, deu a origem do seu nome popular.

A planta é de fácil cultivo, propaga-se por sementes e por estaquia de ramos.

Propagação por sementes
A melhor época para plantar as sementes é o início da estação chuvosa, (primavera). As sementes deverão ser semeadas em seus locais definitivos, (vasos, jardim, etc.).

O solo deverá ser afofado, e as sementes lançadas aleatoriamente, porém, bem distribuídas. Cobrir as sementes com uma fina camada de solo peneirado.

Regar sem provocar encharcamento, e manter o solo levemente umedecido. Em poucos dias as sementes germinarão.

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Propagação por estaquia de ramos
Cortar ramos com mais ou menos 10,0 cm de comprimento, e enterrar até a metade no solo, diretamente em seu local definitivo. Num período de mais ou menos 15 dias, a estaca já estará enraizada emitindo brotos

Solo
Trata-se de uma planta rústica, tolerante a pequenas estiagens e a baixa fertilidade do solo. Mas para demonstrar toda sua beleza e exuberância floral, deverá ser cultivada em solo fértil, rico em matéria orgânica, e totalmente drenável.

Regas
O solo deve ser mantido ligeiramente umedecido com regas periódicas, sem provocar exageros.

A planta poderá ser cultivada em vasos, jardineiras, jardins, etc. Por tratar-se de uma planta suculenta, não suportará pisoteio.

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Com cerca de 30 espécies, o gênero Petrea inclui desde arbustos até trepadeiras, como é o caso da graciosa trepadeira Viuvinha. O gênero faz parte da família Verbenaceae e são originárias da América do Sul – Brasil. Sua altura varia de 3 a 5 m.

Esta espécie é muito vistosa, precisa só de um tutor ou um caramanchão de apoio para que possa escalar e soltar seus ramos de folhas grandes e verde-escuras. Se bem conduzida e plantada em ambiente de sol pleno, a viuvinha rapidamente rouba os olhares no jardim.

Facilmente encontrada no cerrado brasileiro, essa trepadeira tem ramos flexíveis e verdes quando novos, que vão ficando marrons e lenhosos depois de velhos. Por isso, prefira conduzir o direcionamento da planta enquanto os galhos ainda são jovens. Pode ultrapassar facilmente os 6 metros de altura caso tenha um suporte adequado para crescer.

Suas abundantes flores, pequenas e perfumadas, são compostas de duas estruturas: uma de pétalas azuis finas e longas, outra de pétalas roxas, curtas e arredondadas, o que lhe confere uma aparência inconfundível. Há ainda uma variedade de flores brancas, mais difícil de ser encontrada. Nos dois casos, a textura das pétalas é levemente peluda, bem suave ao toque.

Pode ser plantada tanto na terra quanto em vaso desde que tenha contato direto com o sol. Seu substrato preferido é constituído por terra e composto orgânico (ou húmus de minhoca) adicionados em partes iguais – cuide apenas para que o solo seja mantido sempre úmido, nunca encharcado, o que atrai doenças causadas por fungos e bactérias.

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A viuvinha é sensível a podas, mas tolerante a geadas e a mudanças bruscas de temperatura, tornando-se uma espécie bastante comum nos jardins ao Sul do país. A floração ocorre entre setembro e outubro, sendo muito visitada por abelhas e borboletas, seus polinizadores naturais.

É uma planta de sol pleno e gosta de solo úmido, mas nunca encharcado, a rega deve ser moderada 2 vezes por semana, com maior quantidade nos meses mais quentes e menos vezes nos meses mais frios. É uma planta de clima quente e úmido.

Por ocasião do plantio para uma cova de 40 x 40 cm, misture bem na terra retirada, cerca de 30 litros de esterco de gado, sempre curtido.

Podas devem ser feitas, para retirada de ramos secos, mal formados e brotações indesejadas.

A fertilização deve ser feita de 3 a 4 vezes por ano, cerca de 1 a 5 colheres  (conforme o tamanho da planta) com NPK na formulação 04-14-08. Colocar sempre ao redor do caule, nunca junto à ele.

Fica muito bonita no revestimento de grades, muros, cercas e caramanchões. Sua multiplicação se dá normalmente por estacas, que se desenvolvem mais rápido do que as sementes.

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A renda portuguesa pertence à família Davalliaceae e tem sua origem na Austrália.

É uma planta delicada, o que a torna uma das plantas preferidas para quem curte a criação deste tipo de planta.

A planta apareceu pela primeira vez nos continentes ocidentais a partir do século XVI onde navegadores começaram a trazer mudas de plantas que inclusive se adaptaram de maneira muito fácil ao ambiente brasileiro, a planta é considerada herbácea e também rizomatosa, possui grandes e longos rizomas repletos de pelos marrons escuros, de onde saem as partes das folhas compostas e finalmente pinadas de aparência delicada.

É uma planta que podemos considerar, quando for bem tratada, ter o poder de seduzir qualquer pessoa levando em conta sempre a sua beleza e robustez.

Esta planta é muito bonita, e bastante recomendada para se deixar em pontos altos dentro de casa, o que faz com que ela tenha uma boa areação e também possa receber um pouco de claridade necessária.

Dicas de cultivo da Renda-portuguesa
Primeiramente procure evitar deixar o seu vaso de renda portuguesa em alguns locais onde exista vento, ou mesmo suas folhas possam ficar queimadas e amareladas.

Outra observação interessante é que a renda portuguesa poderá se adaptar perfeitamente em banheiros, por exemplo, por causa do vapor do chuveiro, elas adoram.

A seguir procure sempre manter o vaso sempre úmido, porém nunca se esqueça de não deixar água parada no pratinho, a dengue continua rondando frequentemente as famílias brasileiras.

Em seguida, para que os vasos possam sempre ficar bonitos, procure retirar manualmente os ramos secos e em seguida fique de olho em tatuzinhos ou mesmo lesmas que aparecem na planta e os retire manualmente para que não danifiquem a sua planta.

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As melhores formas de cultivar são em ambientes iluminados, porém que não recebam sol direto, a planta poderá ser cultivada no chão embaixo de árvores, que é onde são encontradas em ambientes naturais ou também em vasos ou mesmo jardineiras para interiores.

Os vasos utilizados pela planta poderão ser de várias formas como, por exemplo, tipo bacia e largos, apesar disso não precisam ser altos devido aos rizomas realizaram as trocas gasosas pela planta, por este motivo é interessante que fiquem em vasos mais rasos.

O solo para cultivar a planta deverá ser riquíssimo em matéria orgânica e por este motivo procure utilizar uma mistura de composto orgânico, turfa e também areia. É possível ainda se utilizar substratos especiais além de organo-minerais que podem ser vendidos em sacos nas agropecuárias, porém se utilizar este material deverá fazer uma mistura com areia para que tenha resultados.

Se quiser realizar trocas de vaso procure proteger o furo de drenagem com cascalhos ou mesmo mantas não tecido e também utilize um pouco de areia.

Procure a seguir colocar um substrato e plante a sua muda, acrescentando mais substrato apertando de leve para que possa fixar, em seguida regue a planta. Mantenha o substrato que deverá estar levemente úmido.

A planta gosta de bastante de água e de umidade, deve ser regada dia sim, dia não. Se o clima estivar chuvoso e umidade do ar elevada, pode regar com menor frequência: a cada 2 ou 3 dias. Preste atenção nas folhas: se parecerem murchas ou ficarem amareladas, poderá ser falta de água.
Quando as folhas estão fortes e vigorosas, podem aparecer lagartas para fazer um banquete com a sua planta. As lagartas são delicadas e pequenas, mas tem um grande apetite.

Geralmente se escondem debaixo das folhas e como são verdes, ficam mimetizadas, disfarçadas. Então para encontrá-las vale a pena olhar no chão, em volta do vaso e encontrar bolinhas pretas, que são o excremento da lagarta. Isso pode ajudar a descobrir onde ela está.

Depois de encontrá-la vem o dilema entre matá-la para salvar a renda ou deixar viver para virar borboleta. A escolha é de cada um.

Se sua renda ficar para fora de casa, pássaros podem encontrar as lagartas e comê-las. Assim, a natureza se encarrega de tudo e faz a seleção natural.

Como podar a Renda-portuguesa
* Todo mês de Agosto, pegue uma tesoura de poda (ou tesoura comum bem afiada) e corte todas as hastes das folhas cerca de 2 cm longe da base, deixando apenas um “cotoco” de haste. Depois de algumas semanas o “cotoco” de 2 cm vai secar e cair. Não fique assustadao, a planta vai ficar careca, mas é por pouco tempo.

* Regue bem a renda e continue regando normalmente a cada 2 dias. Mantenha a renda à sombra, porém em lugar iluminado.

* agora é só aguardar o espetáculo da brotação.

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Como propagar a Renda-portuguesa
A melhor forma de cultivo da planta é a multiplicar em novas mudas, sendo muito fácil fazer este procedimento, através dos seus caules, que são também chamados de rizomas, estes ficam aéreos, sendo assim possível se ter a partir de um vaso cheio a possibilidade de realizar diversas novas mudas.

Para o cultivo é necessário alguns materiais como, por exemplo, um vaso que deverá estar pronto para que se possa retirar a muda, você permite quando isto é possível, pois estará carregado de rizomas, o que mostra que é possível se tirar diversas mudas.

Uma pá de cultivo de plantas, daquelas pequenas, que é possível se utilizar para fazer a areação da terra, uma tesoura afiada, terra orgânica que você poderá encontrar em qualquer casa de plantas ou mesmo poderá criar na sua casa com cascas de frutas e cascas de ovos, areia de praia, que deverá estar o mais limpa possível, cacos de telha, e um vaso.

O vaso deverá preferencialmente ser um de fibra de coco, porém poderá ser colocado em um vaso de cerâmica pequeno inicialmente até que seja  possível se pegar a muda.

Primeiramente procure optar por um rizoma que possa ter pelo menos duas gemas ou mesmo um olho, pois será delas que irão sair as novas mudas, em seguida procure cortar o rizoma que você escolheu e o deixe de lado.

Em seguida procure preparar o vaso que irá receber a muda, jogando primeiramente os cacos de telha para que ocorra uma melhor drenagem de água nas regas das plantas.

A seguir coloque por cima a terra orgânica até que chegue a metade do vaso, em seguida procure jogar por cima um pouco de areia para que não fique compactada e coloque novamente a terra. Procure em seguida misturar esta camada.

A seguir procure colocar o rizoma, ou seja, as raízes sobre a terra levando em conta o cuidado de não o enterrar de forma inclinada, procure o enterrar de forma diagonal para que possa aderir melhor a terra, a seguir procure pulverizar com a terra orgânica de forma que possa cobrir o rizoma de forma bastante suave.

Aproveitando as pontas dos dedos, procure pressionar a terra que está em volta da muda, porém não totalmente somente o que estiver em torno do rizoma.

Pronto agora é só cuidar da planta como foi ensinado e você terá uma bonita planta enfeitando sua casa.

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Polygonum capitatum 1

A planta pertence à família Polygonaceae e é originária da Ásia – Índia, Himalaia –  é encaixada na categoria de forrações à meia sombra ou então de forrações a sol pleno.

Atinge alturas entre 15 e 20 cm de altura. Pode ser cultivada a sol pleno ou então a meia sombra. Trata-se de uma planta de ciclo de vida perene e que é bastante utilizada no paisagismo.

A planta Tapete-Inglês é herbácea, reptante e perene, sua ramagem é delicada e possui uma cor castanha, as folhas que compõem essa planta são lanceoladas, com nervuras e margens vermelhas, pubescentes, com uma cor bronzeada e também com desenhos em forma de “V”.

Acima da folhagem durante todo o ano despontam as inflorescências que são globosas, terminais, brancas, verdes e rosadas. O período principal de aparecimento das inflorescências são os meses do verão e do outono.

Utilidade paisagística
O Tapete-inglês é uma planta excelente para fazer forração uma vez que forma lindos tapetes em áreas que são ensolaradas e também naquelas que são semi-sombreadas. A sua textura e cor singulares ajudam a adicionar mais charme a vários tipos de jardins.

Essa planta ajuda a conferir um visual mais rústico e natural em bordaduras ao longo de caminhos ou pedras. Além disso, você pode ser cultivada em vasos e floreiras. A dica é evitar cultivar essas plantas em locais em que há o fluxo intenso de pessoas, pois a mesma não tolera o pisoteio.

Nos climas temperados essa planta perde a sua folhagem nos meses do inverno. Outra característica do Tapete-Inglês é se adequar ao plantio no litoral.

Polygonum capitatum
Cultivo
Para que essa planta apresente bons resultados de cultivo é necessário que seja colocada em ambientes que tenham sol pleno ou mesmo meia sombra. Também é importante que o solo seja fértil, bem drenável e preparado com a adição de matéria orgânica. As regas devem ser periódicas para que a planta possa crescer saudável.

Uma excelente dica para quem vai plantar o Tapete-Inglês é colocar apenas 4 mudas por m2. Isso vai ajudar a formar um denso tapete, o efeito visual é muito bonito. Porém, se você vive numa região seca é importante reconsiderar o plantio do Tapete-Inglês uma vez que essa planta tolera apenas curtos períodos de seca.

Uma vantagem de cultivar o Tapete-Inglês é que ele exige pouca manutenção, basta fazer podas de controle e crescimento, as adubações são anuais. Uma planta que aprecia o frio subtropical ou mediterrâneo e que se desenvolve melhor nessas regiões.

A sua multiplicação deve ser feita por divisão de ramagem enraizada e espontaneamente por sementes. Vale destacar que essa planta pode surgir espontaneamente em fendas de muros e calçadas.

Mas o que são Plantas de Forração?
O Tapete-Inglês é um exemplo bem interessante de planta de forração, se você se interessa por jardinagem e deseja cultivar plantas que ajudem a dar um toque de paisagismo no seu espaço verde saiba mais sobre essas plantas.

As plantas de forração são aquelas que possuem pouca altura e que tem a capacidade de forrar grandes espaços de terra. Basicamente elas formam um tipo de cobertura vegetal que é chamado de forração. Quando elas crescem acabam criando um visual de gramado verde e extenso.

O termo espécie de forração também está ligado a ideia de plantas de cobertura que não são resistentes ao pisoteio. Dessa forma muitos jardineiros e paisagistas profissionais não incluem essas plantas na categoria de grama.

Os especialistas definem como plantas de forração aquelas espécies ornamentais que são usadas para cobrir toda a terra de um canteiro, um vaso ou mesmo de uma área extensa de jardim. Essas plantas funcionam como um tipo de tapete vivo para o seu jardim.

Para boa parte dos especialistas as plantas que são comumente usadas como plantas de forração quando cultivadas num vaso ou canteiro perdem essa designação. Podemos dizer que basicamente esse termo está associados a planta que faz a cobertura direta do chão.

Pelo fato de não resistirem ao pisoteio essas espécies são mais indicadas para serem cultivadas ao redor de árvore ou então sob bosques sombreados. Numa média geral as espécies de cobertura crescem até uma altura máxima de 30 cm.

Forração protetora
As plantas de forrção podem ser usadas para outros fins além de somente enfeitar um espaço, podem ser usadas para proteger o solo de barrancos e taludes das erosões que são causadas pelas chuvas. As plantas agem contra o ressecamento que é causado pelo calor excessivo.

Além disso, essas plantas ainda podem ajudar na absorção de água da chuva e isso evita que a mesma se acumule no terreno. As plantas de forração além de ajudar a proteger os espaços em que estão completam o projeto paisagístico do jardim. São plantas que ajudam a dar mais cor e textura para esse espaço.

A melhor opção para a manutenção do espaço drenável do solo, de pisos impermeáveis ou mesmo de pedriscos soltos que acabam aumentando a irradiação do calor e a temperatura do ambiente.

Da mesma forma que outros tipos de plantas, as de forrações também podem ser divididas em opções que devem ser cultivadas a pleno sol e aquelas que se adaptam a cobertura de locais sombreados em que um gramado convencional dificilmente conseguiria crescer.

As espécies conhecidas como de forração em geral gostam de receber luz indiretamente, filtrada e tem um desenvolvimento melhor sob as árvores. O toque incrível para deixar o seu jardim mais bonito, a forração criada por esse tipo de planta fica muito bonito no seu período de floração.

Dia-de-Chuva

Begonia-6

Sempre coloridas e vistosas, as begônias compõem uma família de 1500 espécies. É uma planta perene que pode compor lindos vasos, jardineiras. A novidade é que após vários cruzamentos e melhoramentos esta maravilhosa flor poderá também invadir os jardins.

Elas são plantas muito apreciadas pela grande maioria das pessoas graças às suas bonitas e coloridas flores e ao verde das suas folhas. Cultivar e propagar begônias não é uma tarefa difícil uma vez que não são necessários grandes cuidados.
As begônias pegam bem de estaca sendo por isso muito fácil de transplantar. Outra forma de propagá-las pode ser através da divisão dos seus rizomas ou ainda pelas sementes.
Alguns cuidados para cultivar as suas begônias podem aqui ser encontrados.

Begônias são um clássico favorito dos jardineiros, por sua facilidade de cultivo e bela coloração. Considere plantar begônias se deseja ter uma nova planta dentro de casa para adicionar à coleção, para colocar em vasos suspensos ou se quiser aumentar seu jardim externo. Embora sejam plantas anuais que exigem replantio uma vez por ano, elas valem o esforço.

As begônias são fáceis de manter, produzem grandes e bonitas flores, e vêm em diversas cores e variedades, que podem decorar jardins e espaços interiores, acrescentando um toque elegante e colorido à sua casa. As begônias podem ser cultivadas a partir de sementes ou compradas já plantadas. Independente da opção que escolher, você terá lindas begônias, que serão uma parte impressionante e vibrante de sua paisagem interior ou exterior.

Escolha a cor das flores de begônia que você preferir. Se você quer plantar sementes, tenha em mente que elas levam cerca de quatro meses para chegar ao estágio de florescimento. A begônia prefere luz filtrada e, portanto, você deve escolher um local em seu jardim que tenha sombra durante a parte mais quente do dia.

Begonia grandis ssp. evansiana

Estas plantas são nativas do Brasil e preferem tempos mais quentes. No entanto, elas crescem em quase todos os climas do ano. Durante os meses mais quentes do verão, podem permanecer dormentes, da mesma forma que durante os meses mais frios.

Selecione uma variedade de begônia para plantar
Existem dois tipos gerais de begônias: aqueles cultivadas a partir de sementes e aquelas cultivadas a partir de batatas/bulbos. Begônias cultivadas a partir de sementes tendem a ser um pouco menores e seu desenvolvimento é complicado, enquanto os bulbos dão origem a plantas mais resistentes e maiores.

Ambas as variedades vêm em muitas opções de cor, incluindo tons de rosa, branco, roxo, amarelo e vermelho. Begônias de sementes e bulbos são anuais, embora os bulbos possam ser salvos e replantados em anos seguintes. Se você não estiver a fim de aborrecimentos com bulbos e sementes, visite o viveiro local e escolha uma begônia pequena envasada para transplantar.

* Raramente, é possível encontrar um tipo de begônias perenes, mas essas não são comuns;

* Você também pode escolher começar a cultivar begônias a partir de podas.

Escolha um local
Begônias são uma das flores mais comuns que podem crescer com sucesso tanto dentro quanto fora de casa. Elas gostam de muita sombra, o que faz delas uma perfeita aquisição para um jardim interno. Se plantá-las em um vaso, escolha um local em sua casa onde haja uma janela voltada para o leste, oeste ou sul.

Você também pode colocá-las em uma varanda sombreada, que receba bastante luz do dia. Se for plantar begônias no jardim, coloque-as num ponto sombreado sob outras plantas maiores ou no lado norte de seu jardim.

* Begônias suportam luz solar parcial, mas evite deixá-las receber luz do sol diretamente;
* Se você não tiver nenhum espaço interno com janela para begônias de vaso, será necessário usar uma lâmpada a fim de proporcionar-lhes um pouco de luz.

Prepare a terra
Ou melhor, não prepare terra alguma, pois as begônias podem se desenvolver melhor em um jardim sem terra do que na típica ‘sujeira’. Prepare uma mistura de ⅔ turfa e ⅓ de mistura para vasos sem terra (disponíveis em lojas especializadas em jardinagem e também em viveiros).

Begônias gostam de ambientes ácidos e bem drenados, o que a mistura com turfa provê facilmente. Se você precisar usar terra do lado de fora, adicione uma grande quantidade de turfa e matéria orgânica à terra para fornecer o melhor ambiente para suas begônias.

*Se você utilizar mistura de turfa, encharque a turfa com água fervida e deixe esfriar antes de plantar as begônias;

* Você pode usar um fertilizante líquido NPK 20-20-20 na terra ou no substrato, provendo assim mais nutrientes às begônias.
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Saiba quando plantar
Begônias são plantas anuais, então elas não voltarão a crescer a cada ano. Portanto, a cada ano replante-as no meio da primavera. Begônias não suportam muito bem temperaturas baixas e geadas, por isso espere até uma semana, pelo menos, após a última geada do inverno para plantá-las. Seja como for, plante-as antes em um vaso dentro de casa e depois as transplante no jardim quando a temperatura subir.

Prepare seu jardim
Se você estiver plantando suas begônias ao ar livre, cave um buraco com poucos centímetros de profundidade para sementes e bulbos, ou grandes o bastante para cobrir a raiz de uma planta envasada. Begônias que serão plantadas em solo elevado ou vasos precisam de um espaço ligeiramente maior que sua raiz ou em meio a outras plantas num recipiente maior. Begônias não precisam de um espaço muito grande, na verdade, então sinta-se livre para plantá-las perto de outras plantas em seu jardim, ou perto da beirada do vaso.

Plante suas begônias
Remova bulbos e sementes ou transplante e coloque-as no buraco que você cavou. Cada begônia deve ser posta em seu próprio buraco, embora possam ser dispostas juntas. Cubra o topo da raiz, o bulbo ou sementes com um pouco de terra/substrato. Se for plantar uma begônia pequena, quebre um pouco a raiz antes de colocar a planta no buraco.

Regue a planta
A maioria das plantas precisa de água extra após ser plantada pela primeira vez, a fim de evitar o que é conhecido como ‘choque por transplante’. Regue bastante sua planta de modo que a terra fique úmida, mas não encharcada. As flores precisarão de rega a cada poucos dias desde o plantio, seja manualmente ou via um sistema de irrigação. Begônias não toleram regas intensas, então não se preocupe com manter o solo constantemente molhado. Na verdade, se chover intensamente na sua região, você pode ter que deslocar suas begônias para uma varanda ou dentro de casa, para evitar que a planta se afogue.

Conserve seu jardim
Se você plantou suas begônias em um vaso na varanda ou dentro de casa, não será preciso lidar muito com ervas daninhas. Contudo, se suas plantas estão ao ar livre, verifique se há ocorrência de ervas daninhas de vez em quando, e retire-as. Adicione fertilizante líquido NPK 20-20-20 cerca de uma vez por mês, ou misture um pouco de composto e turfa para mais nutrientes. Você pode cobrir o solo com folhas secas, se preferir, pois isso prende a umidade (o que significa regas menos frequentes) e impede que novas ervas daninhas brotem.
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Pode as begônias
Com o tempo, você perceberá que as flores das begônias começarão a apodrecer e morrer. Nesse ponto, você deve iniciar o processo de poda, o que envolve cortar e remover as flores mortas para promover o crescimento de novos botões e desviar os nutrientes para outras partes da planta.

Ao final da temporada de florescimento, remova todos os botões mortos e deixe a planta verde. Desse modo, os nutrientes que a planta obtém serão estocados no bulbo para a próxima temporada de crescimento, em vez de sustentar os botões que já estão mortos.

Proteja suas plantas contra pragas
Muito embora plantas de exterior estejam sempre correndo risco de abuso da natureza, plantas de interior também podem ser atacadas por pragas. Mantenha suas begônias a salvo de lesmas e caramujos moendo cascas de ovo e espalhando-as ao redor da base da planta.

Plantas de interior são frequentemente infestadas de cochonilhas, insetos que podem ser eliminados com spray de álcool isopropílico comum. É possível se livrar de outras pragas com inseticida leve usado para jardinagem. Converse com um funcionário do viveiro local para saber mais sobre o melhor método para proteger suas begônias.

Colha suas begônias
Elas não são tipicamente usadas em arranjos florais porque não têm hastes longas, mas você pode colhê-las paras usos decorativos como arranjos de flores prensadas. Arranque a flor de cima da folhagem, evitando tirar muitas folhas e caule. Você pode colher quantas flores quiser durante a temporada de crescimento, pois elas deverão crescer de volta após muitos dias.

Proteja as plantas do frio
Se suas plantas não estiverem mortas quando começar a esfriar, você pode salvá-las levando-as para dentro. Porém, isso só funciona mesmo com plantas externas envasadas. Coloque os vasos em uma janela que receba bastante sol. Nas primeiras duas semanas dentro de casa, as begônias deixarão cair muitas folhas, mas isso é normal devido ao transplante. Elas devem ficar bem como se fossem novas após se adaptarem ao novo ambiente.
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Salve os bulbos
Quando suas plantas estiverem todas preparadas para o inverno, você pode salvar os bulbos de suas begônias para replantar na primavera seguinte. Espere até que a planta esteja completamente seca, e então tire os caules/folhas maiores do bulbo. Coloque-os sobre uma grelha ou tela em uma área fresca e seca, para secar por 5-7 dias. Quando estiverem totalmente secos, eles podem ser armazenados.

Os bulbos devem então ser colocados em uma caixa de papelão cheia de turfa seca até estarem prontos para o replantio na primavera.
* Em primeiro lugar prepare o vaso onde vai plantar a begônia. A preparação do vaso de forma adequada vai ser decisiva no crescimento e na beleza da sua begônia.
Coloque no seu fundo a tela (esta vai permitir uma correta drenagem da água e não vai permitir que a terra assim como os nutrientes saiam do vaso juntamente com a água). Depois adicione uma camada de cascalho de mais ao menos 5 cm de altura. Em seguida coloque a terra até metade da altura do vaso;

* Agora, coloque a begônia escolhida dentro do vaso bem no seu centro.
Em seguida acrescente a terra (deixando cerca de 2 cm do vaso sem terra).
Com as mãos aperte e aconchegue a terra junto à planta, pressionando um pouco para que esta se mantenha direita durante o crescimento e as regas;

* Coloque um pouco de adubo orgânico na superfície da terra, mas distante da begônia e em seguida regue-a com um pouco de água (não exagere na quantidade de água).
Se necessário acrescente um pouco mais de terra. Coloque o vaso dentro do prato e coloque-o no local da casa escolhido para a sua planta.

Dicas
* As begônias adaptam-se muito bem a ambientes de interior não muito quente. Devem ser colocadas em espaços com bastante luz, mas não com luz direta;

* Tenha atenção à rega, esta vai depender do local onde a planta se encontra, da temperatura da casa e do material do vaso escolhido;

* No entanto regue-a com mais frequência enquanto se encontra na primeira semana após o transplante, ou seja na primeira fase de crescimento diminuindo a sua frequência à medida que o tempo passa. No inverno regue-a com menos frequência.

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