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Adenium

A Rosa do Deserto é uma planta que desperta paixão em todo o mundo, da mesma forma que orquídeas, bromélias, cactos, suculentas, carnívoras e bonsais. Há colecionadores dedicados à esta fantástica espécie, que produzem plantas com caules excepcionalmente esculturais e florações magníficas.

É uma planta suculenta, de aspecto escultural e floração exuberante. Seu caule é engrossado na base, uma adaptação para guardar água e nutrientes em locais áridos. Alcança de 1 a 3 m de altura se deixada crescer livremente, em jardins.

Apresenta folhas dispostas em espiral e agrupadas nas pontas dos ramos. Elas são inteiras, coriáceas, simples, de forma elíptica a espatulada, verdes e com nervura central de cor creme. Raríssimas variedades apresentam variegações, com folhas creme, salpicadas de verde.

As florações podem ser obtidas em plantas ainda jovens, com apenas 15 cm de altura. O florescimento geralmente ocorre na primavera, sendo que há possibilidade de sucessivas florações no verão e outono. As flores são tubulares, simples, de cores variadas, indo do branco ao vinho escuro, passando por diferentes tons de rosa e vermelho. Muitas variedades apresentam mesclas e degrades do centro em direção as pontas das pétalas. Há ainda variedades de flores dobradas, triplas, quádruplas e quíntuplas

Essa espécie ainda permite enxertia, o que é bastante interessante para se produzir em uma mesma planta flores de cores diferentes. Plantas antigas, de variedades raras, e bem trabalhadas alcançam preços exorbitantes no mercado, assim como bonsais.

Um dos segredos para deixar a base do caule interessante é levantar um pouco a planta, deixando a parte superior das raízes exposta a cada replantio, que deve ser realizado a cada 2 ou 3 anos. A planta enraizará normalmente. Para obter um aspecto engrossado e florações intensas, a utilização de um fertilizante de boa qualidade é fundamental. Ela não é muito exigente em nitrogênio, portanto uma fórmula específica de floração, que contenha mais fósforo é indicada. Jamais fertilizar uma planta sem antes irrigá-la, sob pena de queimar raízes e provocar queda das folhas.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo perfeitamente drenado, neutro, arenoso, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos esparsos e regulares. Não tolera o frio abaixo de 10ºC ou encharcamento. Apesar dessas exigências em drenagem não é bom deixá-la muito tempo sem regas. Em países de clima temperado e frio ela se torna semi-decídua e deve ser conduzida em estufas aquecidas no inverno. Ainda que tolere meia-sombra, florações abundantes só serão obtidas sob sol pleno. Podas de formação devem ser criteriosas para não formar deformidades não naturais e cicatrizes feias na planta, e luvas, pois sua seiva é altamente tóxica. Multiplica-se por sementes e estacas, porém o caule (caudex) grosso só se origina de sementes.

Como cultivar
O Adenium é uma espécie relativamente fácil de ser cultivada, desde que você considere a sua planta como se fossem duas completamente diferentes, com necessidades diferentes em diferentes períodos do ano.

No verão, quando em pleno crescimento, ela deve ser tratada como planta tropical, regada abundantemente e com freqüência, e bem adubada.

No inverno ela precisa de ambiente seco, deve ser tratada como um cacto, com muita iluminação e com regas ocasionais.

Como a maioria das suculentas, o Adenium quando adormecido durante o inverno, é suscetível a podridão radicular causada pelo acumulo de água no substrato. Por isso, deve ser plantado em substrato bem drenado a arejado. A combinação é: 50% de substrato para plantio de hortaliças, 40% de areia grossa e 10% de pedrisco de brita penerado.

O vaso deve ser apenas um pouco maior do que o tamanho da massa radicular, para reter pouca umidade e evitar a podridão das raízes. No entanto, o tamanho do vaso restringe o crescimento da planta. Assim, a cada ano, o tamanho do vaso deve ser aumentado. O ideal é que o vaso tenha o formato de tigela, um pouco maior que o sistema radicular.

Como a maioria das plantas suculentas, o Adenium precisa de muita luz para o seu florescimento, mas o sol muito forte pode queimar as às flores de tons mais escuros. O ideal é cultivar Adenium em viveiros cobertos com plástico e tela sombrite com malha 50%.

O Adenium pode permanecer com folhas em quase todo o ano, principalmente se cultivado em viveiros, mas, algumas espécies perdem todas as folhas durante o inverno. Para estas espécies, a rega durante a desfolha deve ser moderada, para evitar a podridão das raízes.

Os ácaros e a podridão das raízes, são os maiores problemas no cultivo do Adenium. Também os percevejos costumam aparecer na época em que a planta desenvolve as vagens de sementes após a polinização. Os pulgões aparecem ocasionalmente na época após a germinação, quando as mudinhas apresentam 3 pares de folhas.

Para o controle do Phytium SP, fungo causador da podridão radicular, recomendo a adição de canela em pau no substrato de plantio. O Adenium, não deve ter um crescimento muito acelerado para não prejudicar na formação dos galhos. Fertilizantes nitrogenados na fase de crescimento, causam o alongamento da planta e a perda de seu valor estético e comercial. Utilize fertilizante com a formulação 8-6-6, a cada 25 dias, na fase de crescimento da planta. Utilizo também hormônio de floração logo após o período de dormência e fertilizante fosfatado, logo após a polinização manual e inicio do aparecimento de vagens de sementes, para fortalecer a planta e para que ela não aborte as vagens.

Substrato para Adenium
Utilizar 10kg de areia lavada de construção, 10 kg de pedrisco (brita) bem fina, 10 litro de esterco bem curtido de galinha ou de vaca, 10 litros de carvão bem miudinho, 10 litros de palha de arroz carbonizada ou palha velha (aquela que já está escurecendo de velha) misture tudo isso bem misturado, se preferir poderá acrescentar 5 colheres de torta de mamona e 5 colheres de sopa de farinho de osso, tudo isso vai deixar um substrato bem drenado e rico em nutrientes.

Fertilização para Adenium
PH do meio de Cultivo
A acidez e a alcalinidade têm ação preponderante sobre a absorção das substâncias nutritivas. O excesso de um ou de outro pode produzir alteração do sistema radicular e dos caules e folhas.

As plantas só absorvem os nutrientes numa faixa estreita de pH e esses valores variam dentro de certos limites para cada espécie vegetal.

Além disso geralmente o meio ácido dificulta a dissolução de certos sais. Sabe-se também que a acidez excessiva pode, por outro lado, solubilizar quantidades exageradas de sais de manganês, ferro, zinco, cobre e alumínio, o que torna o meio tóxico para as plantas.

Parece que só na faixa de pH compreendido entre 6 e 7 os sais são solubilizados nas quantidades ideais e entre 4 e 9, a absorção é possível. A alcalinidade alta, por sua vez, insobilizando o ferro, o manganês, etc., cria as deficiências desses minerais.

Cálcio
É um dos chamados macronutrientes secundários junto com o magnésio (Mg) e o enxofre (S). Os efeitos indiretos do cálcio são tão importantes quanto o seu papel como nutriente. O cálcio promove a redução da acidez do substrato, melhora o crescimento das raízes, aumento da atividade microbiana, aumento da disponibilidade de molibdênio (Mo) e de outros nutrientes. Reduzindo a acidez do substrato, diminui a toxidez do alumínio (Al), cobre (Cu) e manganês (Mn). Plantas que apresentam altos teores de cálcio resistem melhor a toxidez destes elementos. Os sintomas de deficiência de cálcio são morte da gema apical, clorose e necrose internervais nas folhas mais novas, sintomas de deficiências em Ca2+ são mais pronunciados nos tecidos jovens, já que praticamente inexiste o seu transporte no floema. Tecidos deformados e enrolados são encontrados em plantas deficientes. As vagens chochas e as folhas enroladas são sintomas de deficiência de cálcio.

Fósforo
Dos macronutrientes primários, o fósforo é absorvido em menores quantidades que os demais, entretanto sua presença no solo é indispensável para o crescimento e produção vegetal. Interfere nos processos de fotossíntese, respiração, armazenamento e transferência de energia, divisão celular, crescimento das células. Contribui para o crescimento prematuro das raízes e formação das sementes. Por interferir em vários processos vitais das plantas, deve haver um suprimento adequado de fósforo desde a germinação. O fósforo, na planta, apresenta uma grande mobilidade. As plantas quando jovens absorvem maiores quantidades de fósforo ocorrendo um crescimento rápido e intenso das raízes em substratos com níveis adequados do nutriente. A falta de fósforo ocasiona uma taxa de crescimento reduzida desde os primeiros estágios de desenvolvimento da planta. As folhas mais velhas adquirem coloração arroxeada, em razão do acúmulo do pigmento antocianina. Em estádios de desenvolvimento mais tardios, as folhas apresentam áreas roxo-amarronzadas que evoluem para necroses. Essas folhas caem prematuramente, e a planta retarda sua floração e frutificação. A absorção de fósforo pelo Adenium é afetada principalmente pela concentração de fósforo na solução do substrato. A acidez ou a alcalinidade do substrato, o tipo e a quantidade de matéria predominante, o teor de umidade, a compactação, o modo de aplicação dos fertilizantes e as temperaturas baixas na fase de emergência das plantas também afetam a absorção desse nutriente. A correção do substrato pode ser feita preventivamente com a aplicação de fertilizante fosfatado antes do plantio.

Potássio
É o nutriente mais extraído pelo Adenium. A deficiência de potássio torna lento o crescimento das plantas; as folhas novas afilam e as velhas apresentam amarelecimento das bordas, tornando-se amarronzadas e necrosadas. O amarelecimento geralmente progride das bordas para o centro das folhas. Ocasionalmente verifica-se o aparecimento de áreas alaranjadas e brilhantes. A falta de brilho e aveludamento nas flores, em muitos casos, é também devida à deficiência de potássio. O teor de potássio no solo, a taxa de lixiviação, a calagem excessiva ou a presença de altos teores de cálcio, magnésio e amônia no substrato afetam a disponibilidade de potássio para a planta. A correção pode ser feita com a adubação em cobertura de sulfato ou cloreto de potássio, seguida de irrigação.

Nitrogênio
A deficiência de nitrogênio leva ao amarelecimento e posteriormente à queda das folhas inferiores, as plantas ficam com folhas e flores pequenas e falta geral de robustez. Normalmente uma planta em baixos níveis de nitrogênio terá hastes nuas com tufos de folhas pequenas e rígidas nas extremidades. O excesso ocasiona um rápido crescimento da planta , ocasionando a produção de folhas grandes e ampliando os espaços de entrenós dos ramos. Níveis controlados de nitrogênio e fósforo devem ser utilizados para controlar o crescimento da planta. Baixos níveis contribuir para o crescimento demorado por isso o produtor deve decidir os níveis de nitrogênio para atender às suas necessidades. Eu utilizo a formulação química de fertilizante com 8 de nitrogênio, com isso a planta demora um pouco mais para crescer mas o seu ciclo de vida e bem maior. O nitrogênio pode ser utilizado em duas formas, amoníaco e nitrato. Utilizo na forma de nitrato N que favorece a um crescimento mais compacto da planta em comparação à amônia. As fontes orgânicas fornecem nitrogênio amoniacal. A foto mostra um Adenium com deficiência de nitrogênio

Nutrição
Problemas nutricionais ocorrem devido a inúmeras razões além da falta real de um nutriente específico ou até mesmo da composição química da água utilizada para a irrigação. Compreender as necessidades de nutrição desta espécie de planta é a chave para a solução e prevenção de muitos outros problemas que ocorrem no cultivo do Adenium.

O Adenium se desenvolve melhor com uma quantidade moderada de nutrição suplementada com micros e macros nutrientes. Parte da razão do sucesso de uma boa nutrição da planta é a composição do meio de cultivo, assegurando capacidade de ligação química destes nutrientes (por exemplo, cobre). Outro fator importante é uma boa drenagem do meio de cultivo para garantir a lixiviação dos nutrientes aplicados.

Saiba diferenciar uma espécie de outra

Adenium Multiflorum

Adenium Multiflorum
Adenium Multiflorum é freqüentemente confundido como uma variedade de Adenium Obesum, mas é bem diferente de muitas maneiras. É provavelmente a segunda espécie mais fácil de ser encontrada. Geralmente, tem o tronco (caudex) mais estreito do que o Adenium Obesum, e é uma espécie decidual, com dormência obrigatória no inverno e floresce de maio a agosto, enquanto a planta está sem as folhas. As flores são abundantes e, possivelmente, o mais impressionante de todo o grupo. As pétalas são afiadas em forma de estrela, de vermelho brilhante e de diferentes larguras que é nitidamente delimitada a partir das partes brancas interiores.

Adenium Somalense

Adenium Somalense
Adenium Somalense é outra espécie variável. Ocorre desde o sul da Somália, Quênia e na Tanzânia. Na Somália e áreas adjacentes do Quênia as plantas de ocorrência natural alcançam até 15 metros de altura, com tronco maciçamente inchados. Em outras áreas, é mais arbustiva e semelhante ao Adenium Obesum. As flores são um pouco menores, mas semelhantes ao Adenium Obesum. O Adenium Somalense de variedade Crispum, forma um grande caudex espesso, onde crescem algumas hastes delgadas, geralmente com menos de 1 metro de altura. As flores são menores do que a maioria de outras espécies de adeniums , mas com lindas listras vermelhas e brancas. É muito utilizado por bonsaistas e muito difícil de ser encontrados em viveiros comerciais.

Adenium Socotranum

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O Adenium Socotranum é o mais raro de todos. É uma espécie endêmica da ilha de Socotra no Oceano Índico ao sul da península Arábica e do leste do Corno de África e que pertence ao Iêmen. É o gigante do grupo, com troncos maciços de até 10 metros de altura e 8 metros de diâmetro! Por muitos anos, Socotra hospedou um porto naval soviético e nunca permitiu a disponibilidade de plantas e sementes fora dos limites da ilha. Nos últimos anos, as visitas a ilha ficaram mais acessíveis, mas as autoridades são muito protetoras dos recursos naturais e a coleta de plantas e sementes é considerada ilegal. Adenium Socotranum ocorre aos milhares na ilha, mas pouquíssimos exemplares da espécie existem fora dela e por isso são caras e raras de se encontrar. É bom explicar que o Socotranum tailandês, chamado de Thai-Socotranum, não é o Adenium Socotranum nativo de Socotra, e sim um híbrido resultado de cruzamentos entre espécies.

Adenium Arabicum

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Adenium Arabicum, como o próprio nome sugere, vem da Península Arábica, especialmente a Arábia Saudita e o Iêmen. Isto é pouco estudado e é possível que na verdade existam duas plantas diferentes provenientes dessa área. Em seu ambiente natural, na Arábia Saudita, é bastante alto, até 8 metros, e um pouco semelhante a Adenium Somalense. A outra forma é baixa, com ramificação um pouco reclinadas e base do caudex esférico com 2 metros de diâmetro.

Adenium Obesum

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Adenium obesum é generalizada e variável em seu habitat natural. Ela ocorre em uma faixa larga em toda a África subsaariana, do Senegal ao Sudão e Quênia. Sua variabilidade na natureza é refletida por sua variabilidade no cultivo. Tem um período relativamente longo de florescimento no verão e continua em crescimento durante o inverno se mantido em ambiente coberto. É a espécie mais amplamente difundida em cultivo e é a mais usada para hibridação. As flores são de tamanho variável, mas podem chegar até 10 centímetros de diâmetro, dependendo dos tratos culturais. As margens das pétalas variam do rosa ao vermelho intenso, e desvanecem-se gradualmente ao branco perto do centro. Plantas jovens desenvolvidas a partir de sementes têm um caudex distintamente inchado (seedling) e, eventualmente, a planta desenvolve um tronco muito forte. É uma espécie altamente desejável. A variação de cores chega ao incrível numero de 500.

Adenium Oleifolium

Adenium Oleifolium
Adenium Oleifolium é outra espécie menor, com um metro de diâmetro do caudex e ramificação de até dois metros de altura. É nativa do deserto de Kalahari, ao sul de Botswana, Namíbia e norte da África do Sul. É uma espécie de crescimento lento com flores relativamente pequenas. Não é muito cultivada em viveiros, devido suas flores serem muitos pequenas , mas é muito importante para trabalhos de hibridização.

Adenium Boehmianum

Adenium Boehmianum
Adenium Boehmianum é originária do noroeste Namíbia e sul de Angola. É uma espécie de crescimento lento, e leva vários anos para florescer. As flores são de rosa pálido e uniforme parecidas com as do swazicum e sua floração acontece de novembro a maio. O caudex e a ramificação possui uma coloração prateada e a exemplo de swazicum, também tem folhas caducas que tem a coloração verde-acizentada e dobrado ao longo da nervura central. A seiva é usada como veneno de flecha e suas folhas são usadas para fazer uma pomada que alivia a dor causada por picadas de cobra e de escorpião por tribos nativas do sul da Namíbia.

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Vinagreira (Hibiscus sabdariffa)

Planta subarbustiva, florífera e bastante versátil. Originária da Ásia, ela é conhecida no mundo todo por suas qualidades como ornamental, medicinal e comestível.

As flores surgem no outono e inverno, e duram apenas um dia. Elas são solitárias, brancas a amarelas, com um cálice carnoso na base, de cor vermelha intensa.

É uma excelente opção para canteiros junto a muros e no jardim presta-se para plantio isolado ou em grupos, como em maciços, por exemplo.

É uma planta de rápido crescimento e comportar-se como bienal, é interessante seu uso como uma cerca-viva temporária. Sua folhagem, textura e flores remetem ao estilo tropical.

Hibiscus sabdariffa

Seu cultivo deve ser sob sol pleno, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.

Apesar de ser uma planta perene, a vinagreira deve ser conduzida como anual ou bienal, pois perde a beleza e o vigor com o tempo, necessitando de replantio.

Suscetível ao ataque de nematóides, que enfraquecem as plantas de forma gradual. Por este motivo não é indicado replantá-la anualmente no mesmo local. No tolera frio intenso ou geadas.

Sua multiplicação é feita por sementes postas a germinar em estufa no fim do inverno.

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petúnias

A Petúnia é uma planta originária da África d0 Sul. É  uma planta bastante popular, que apresenta uma diversidade de cores e tipos. No Brasil, ela geralmente é encontrada em regiões mais amenas, como sul e sudeste.

Dentre os tipos mais comuns para comercialização, podemos mencionar as herbáceas e as pendentes. As herbáceas atingem no máximo 40 cm de altura, e, quando chegam a este ponto, desenvolvem o crescimento lateral, o que as torna bastante volumosas. Já as pendentes contêm hastes longas, e apresentam  flores menores que as das herbáceas, porém em maior quantidade.

As flores dessa planta têm formato de sino, e seu perfume, extremamente agradável, é exalado no período da noite.

Ainda que se desenvolvam bem abaixo de sol em lugares com o clima mais baixo, as petúnias herbáceas são suscetíveis às queimaduras, se expostas totalmente expostas ao sol em regiões equatoriais. No entanto, as perenes se adaptam muito bem, mesmo em ambientes quentes.

O plantio da petúnia pode ocorrer em qualquer época do ano, por meio de sementes ou mudas. Optando por plantá-las em sementes, é necessário dispensar cuidado redobrado nas primeiras semanas, para que cresçam bem. Entretanto, para pequenas criações, recomenda-se adquiri-las em mudas, visto que iniciaram o seu desenvolvimento, o que torna mais fácil a sua criação.

As petúnias devem ser plantadas ao sol ou à meia sombra desde que recebam bastante iluminação. Seu solo deve ser rico em matéria orgânica e bem irrigado, porém não encharcado. Antes de plantar é necessário adubá-lo abundantemente.

Uma sugestão é suar o NPK 20-20-20 ou 15-20-20), mas se forem difíceis de achar, compre os dois tipos predominantes: aquele rico em nitrogênio, como NPK 20-10-10), e aquele rico em fósforo e potássio o NPK 4-14-8. Os dois últimos favorecem a floração, o primeiro a boa saúde das folhas. Se forem sólidos, espalhe umas três colheres em volta das plantas. Se forem líquidos (ou feitos para dissolver), borrife a cada duas semanas.

O cultivo de petúnias é simples. Para mantê-la bonitas basta regá-las diariamente. Embora sejam resistentes as pragas, pulverizá-las mensalmente com produtos específicos é uma excelente forma de evitar esses problemas. E por último, aconselha-se replantá-las no final do ano, para retirar partes mortas e deixá-las ainda mais vívidas e belas.

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Begônia

Já estamos no finalzinho do verão e com a proximidade do outono, inicia-se um novo período para os seus jardins e as plantas. É esta época do ano um excelente período para realizar duas tarefas no jardim: limpeza e adubação

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O primeiro passo para cuidar do jardim nessa época do ano é fazer uma boa limpeza. Elimine insetos e ervas daninhas que provavelmente invadiram canteiros e vasos durante o inverno. Folhas e galhos secos devem ser eliminados com uma poda de limpeza (veja abaixo). Rastelos ajudam na tarefa da limpeza. Aproveite também para dar manutenção aos canteiros já formados, escarificando o solo para favorecer a aeração ou oxigenação das raízes. Evite neste caso o uso de enxada ou pá – esse trabalho deve ser realizado com escarificador ou sacho, pois esta ferramenta permite acessar o espaço entre as plantas sem, contudo, danificá-las.

Prepare o solo para a adubação
Nos vasos e jardineiras use um ancinho para revolver a terra superficialmente. Sempre que possível, prefira ingredientes orgânicos para fazer a adubação (húmus de minhoca, torta de mamona ou farinha de osso).

Cuidado com as podas: essa tarefa merece atenção
Nada de podar plantas que vão florir no inverno ou início da primavera, pois sua floração pode ser prejudicada. Podas educativas (aquelas que dirigem o crescimento das folhagens) também não são recomendadas. O certo é fazer apenas uma poda de limpeza, retirando folhas amareladas e galhos secos para favorecer a penetração dos raios solares entre os galhos da planta. Essa poda de limpeza é especialmente indicada para as cercas vivas.

Dicas para fazer a poda de limpeza sem erros:
- Com tesouras de pontas finas é possível alcançar áreas de acesso mais difícil em arbustos e cercas vivas, mas para hastes lenhosas é essencial usar uma tesoura de poda adequada, para não “mastigar” os caules.

- Use ferramentas sempre muito bem afiadas, evitando danificar as plantas.

- Para podar folhas mortas, faça um corte limpo, na extremidade do pecíolo, exatamente onde a haste da folha encontra o ramo.

Dê uma ajuda para as plantas que precisam de apoio
De uma maneira geral, as plantas no outono perdem uma boa parte de suas folhas, o que oferece uma ótima oportunidade para verificar as condições das plantas que precisam de suporte, tutores e treliças. Verifique as condições gerais destes apoios e aproveite para corrigir a condução dos ramos que cresceram durante o verão. Evite fazer cortes e podas de correção, eliminando apenas os ramos que apresentarem algum problema sério (como quebra, ataque maciço de insetos ou pragas, etc.).

Garanta a umidade das plantas sem encharcar
Com o final do verão e a diminuição do calor, a quantidade de água das regas deve ser diminuída, pois a evaporação no outono é menor. Por outro lado, as plantas estarão entrando num período no qual as chuvas diminuem e o solo passa a ficar mais ressecado. Uma ótima medida é aproveitar para incorporar à terra elementos com ação hidrorretentora, ou seja, que absorvem e mantém a umidade na quantidade certa. O mais recomendado é o húmus de minhoca que além de cumprir essa função ainda contém bons nutrientes para as plantas.

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O lírio tocha ou Tritoma,  é uma planta herbácea e de aspecto exótico, originária da África do Sul;
As folhas estreitas e muito longas nascem do solo. As inflorescências são em forma de pino, com flores cilíndricas. De inicio, de um belo coral, depois alaranjado, e ao abrir a flor, passa a amarelo.

Com um belo colorido em degradée, as flores se abrem de baixo para cima, conferindo tonalidades mais vivas no ápice da inflorescência enquanto a base vai adquirindo cores mais claras.

Existem muitas variedades: umas de apenas 40 cm e outras que podem atingir 1,5 m de altura.
Conforme a variedade, as suas inflorescências podem ser: vermelho, amarelo, laranja ou creme. A sua exuberância é ainda mais notória, quando cultivado em tufos densos, ou no centro de canteiros.

Multiplica-se por divisão de touceiras. Divisão que deverá ser feita na primavera. A nova planta só floresce passados dois anos.

As exigências de cultivo do lírio tocha são simples. Precisa de sol pleno, solo fértil e fresco, regas freqüentes no verão e adubações na primavera.
Floresce , do outono ao inverno. Devem-se cortar as flores murchas, para prolongar o periodo de floração da planta.

É uma planta que tolera bem ao frio e às geadas. Utilize sempre luvas grossas para manipular esta planta.

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Uma espécie que possui flores muito impressionantes é a curiosa  lavatera-de-três-meses, Ela possui uma coloração muito específica e que pode ser facilmente identificada de longe. Com seus nome populares, características marcantes e a sua especialidade para o paisagismo de jardins podem ser os fatores mais importantes para que a espécie seja bastante escolhida para ser cultivada em diversos locais. Sua folhagem, flores e cheiro podem ser essenciais para que jardineiros pelo mundo todo saiam a sua procura.

Os primeiros vestígios da planta forma encontrados em alguns países da  Europa. Depois, pesquisadores encontraram vestígios da espécie na área do Mediterrâneo.

É uma planta anual que se destaca por sua floração abundante e bela. Seu porte é um pouco maior que a maioria das floríferas anuais de jardim, alcançando 45 a 80 cm de altura.

As flores surgem na primavera e verão, e são grandes, solitárias, simples, em forma de trompete e muito vistosas. Podem ser rosas, brancas ou vermelhas, de acordo com o cultivar, em diferentes tonalidades.São flores bastante atrativas para abelhas e borboletas.

Em jardins a planta é perfeita para a formação de maciços e bordaduras. Os tons delicados de suas flores acrescentam um charme ao paisagismo. Também pode ser plantada em vasos e jardineiras, adornando pátios e varandas.

A espécie é fácil de cultivar mas precisa se algumas regras para o seu desenvolvimento saudável. Para começar, é preciso ficar bem atento aos solo de cultivo da planta. Ele precisar estar composto com muita matéria orgânica. Deve ser regada com um bom espaçamento entre uma rega e outra.

Embora ela adore água, não tolera o encharcamento de suas raízes. O excessivo uso de água durante o seu plantio pode ser péssimas consequências para o desenvolvimento da espécie,s até porque a água em excesso pode apodrecer as raízes. Apesar de ser intolerante ao excesso de irrigação, ela é bastante tolerante aos curtos períodos de estiagem, se tornando uma espécie sem grandes exigências para o seu cultivo.

É preciso tomar cuidado com as geadas, já que a espécia não costuma tolera-las. Em locais mais frios, ela não se desenvolve de forma correta, podendo atingir apenas a sua altura mínima, sem contar que o surgimento das suas flores acaba não atingindo o seu ciclo normal.

A sua multiplicação é bem fácil e simples, mas precisa de alguns métodos para que a propagação funcione. Suas sementes devem ser colocadas para germinar no final do inverno e de preferência em estufas para um cultivo mais elaborado.

No início da primavera, a multiplicação poderá ser feita dentro do jardim, em meio ao solo de plantio. A planta é bastante sensível à transplantes, uma técnica muito comum durante a multiplicação de plantas de ciclo de vida anual.

A planta pode aceitar inclusive, a renovação de canteiros de forma anual, o que favorece muito a sua forma principal de propagação.

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Lycaste Anguloa

Lycastes são plantas decíduas em vários graus, desde de fortemente decídua, como a Lycaste aromática de flores amarelas que florescem com pseudobulbos verdes e sem folhas, como a Lycaste skinneri que mantém as folhas durante a floração. Este gênero produz flores triangulares grandes e cerosas de longa duração. As plantas caracterizam-se pelos pseudobulbos arredondados e folhas plissadas.

As necessidades de luz são variáveis. As espécies de folhagem caduca necessitam de níveis de luz idênticos aos das Catleyas – 50% a 70% de sombra. A luz deve ser aumentada quando os novos rebentos formam os pseudobolbos. As espécies de folhagem permanente crescem melhor com menos luz – 60% a 80% de sombra.

Para as espécies de folhagem perene, a temperatura deve ser constante e nunca elevada. As noites deverão rondar os 15ºC e os dias deverão situar-se entre os 22 a 28ºC. As espécies caducifolias podem tolerar uma variação maior, até 35ºC durante o dia e 10ºC à noite durante o período de repouso no inverno.

O reenvasamento deve ser feito quando aparecem os novos rebentos, normalmente na primavera. Usa-se geralmente um substrato fino que seque rapidamente, como por exemplo, uma mistura de casca de pinheiro e perlite (3:1). As divisões não devem ter menos que 2 pseudobulbos, e o vaso escolhido deve ser suficientemente grande para permitir 2 anos de crescimento.

A planta deve ser posicionada de forma a que os novos rebentos fiquem o mais afastados possível da bordo do vaso, para permitir o maior número possível de rebentos sem sobrelotar o vaso. Espalhar as raízes sobre um cone de substrato e distribuí-lo à volta das raízes até à junção com o pseudobulbo. Calcar o substrato com firmeza à volta das raízes. Manter a umidade elevada e o substrato relativamente seco até à formação de raízes novas.

A rega deve ser abundante durante o desenvolvimento, normalmente no verão. O substrato deve começar a secar antes da próxima rega. As plantas decíduas devem ficar quase completamente seca durante o período sem folhas, as sempre verde devem  ficar ligeiramente seca após a formação do pseudobulbo. Não molhar as folhas, e especialmente as nova brotações para prevenir a podridão e as pintas nas folhas.

A umidade deve ser mantida entre 40% a 70%. Espécies decíduas necessitam de menos unidade quando em dormência. Circulação de ar ajuda a prevenir danos nas folhas pelos fungos.

Adubar regularmente e intensamente durante o desenvolvimento. A formulação 30-10-10 é recomendada durante o crescimento, normalmente durante o verão, No outono ou quando o desenvolvimento encerrou reduzir a adubação ou mudar para a formulação 10-30-20 para estimular a floração.

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Este gênero compreende mais de quinhentas espécies epífitas, ocorrendo no Brasil, Peru, Equador, Colômbia, Costa Rica e Venezuela. A maioria das espécies vive acima de 2.000 m de altitude e poucas se adaptam a climas quentes. Deste gênero foram desmembrados: Drácula, Dryadella e Trisetella.

dráculaDrácula

Dryadella zebrinaDryadella zebrina

TrisetellaTrisetella

São conhecidas pelas flores atraentes  de sépalas fundidas em uma estrutura de tubo.  De origem de região fria e úmida faz dela uma boa escolha para locais amenos ou clima costal. A maioria das espécies e híbridos são compactas suficientes e podem facilmente se acomodar nos  parapeitos das janelas.

Para sucesso no desenvolvimento deste gênero observar :

A luminosidade deve ser filtrada e as temperaturas, durante o dia de 8 a 24º C e à noite de  13 a 16º C.  Requer cuidados em temperaturas  acima de 27º C durante o dia.

Devem ser constantemente molhadas, porque as plantas possuem muito pouca reserva de água.  As raízes devem ficar quase secas antes de regar novamente.  Recomenda-se regá-las 1 a 2 vezes por semana.

A umidade é um fator crítico para a cultura, o ideal é de  60 a 80%. Movimento do ar é essencial devido à umidade do ar do ambiente.

Recomenda-se a aplicação de adubos, bem diluídos, regularmente em plantas em atividade de desenvolvimento.  Aplicar a formulação NPK 30-10-10 duas vezes ao mês em plantas com substrato de casca de pinus e NPK 20-20-20 em outros substratos.

O melhor período para o replantio é no inverno ou início da primavera, antes do calor do verão.

As plantas devem ser reenvasadas frequentemente, cada 1 ou 2 anos, antes que o substrato se decomponha. Utilizar  substrato de casca de pinus de granulação fina ou esfagno em vaso de plástico.

A planta deve ficar no centro do vaso para  permitir que os novos brotos se desenvolvam ocupando toda a superfície do vaso, acomode as raízes dentro do vaso e preencha o espaço vazio com o substrato fixando bem a planta.

Mantenha a umidade bem alta e o substrato ligeiramente úmido  até que novas raízes comecem a surgir.

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Sophronitis coccinea
Para cultivar uma orquídea corretamente, é de grande importância saber a qual grupo pertence a planta, pois o processo de cultura a ser adotado variará de acordo com a classificação.

Grupo das epífitas
Visto que suas raízes crescem na superfície da árvore, apesar de estarem expostas ao ar e à luz solar, estão totalmente adaptadas a essas condições.
São capazes de absorver em pouco tempo a água das chuvas e o orvalho noturno juntamente com os nutrientes e, a seguir, armazená-los nos pseudobulbos. As raízes aderem intimamente às cascas das árvores, por meio de inúmeras escrescências que penetram nas menores rugosidades (Cattleya, Laelia, etc.).
Entre os pseudobulbos depositam-se também poeiras de origem bem diversas, folhas secas, galhos mortos, excrementos de aves que visitam as touceiras das orquídeas, bem como os seres de inúmeros micro e macro seres, cujo conjunto constituirá uma inesgotável  fonte de matéria orgânica que se renova sem a mínima interrupção. Assim, explica-se como as orquídeas prosperam admiravelmente no seu habitat natural.

Vaso para a epífita
Deve permitir um bom arejamento para as raízes, além de um escoamento rápido de água das regas / chuvas,

O modelo ideal é dos que são rasos (baixos) e possuem furos largos na parte inferior e lateral. Se o vaso for um pouco mais alto pode-se colocar no fundo, cac de cerâmica para facuilitar a drenagem.
Na hipótese de se utilizar vaso comum, é conveniente aumentar o furo de escoamento da parte inferior e colocar uma quantidade maior de material de drenagem, aproximadamente 1/3 da sua altura.

Substrato ideal
O substrato ideal é aquele que apresente um perfeito arejamento, que retenha umidade, porém, sem ficar encharcado (caso isso ocorra, as raízes morrerão, devido ao excesso  de água e à longa permanência da umidade. Outra característica a ser verificada é que o substrato utilizado seja de vagarosa decomposição a fim de liberar de modo lento todos os nutrientes essenciais para a planta, visto que ela permanecerá por vários anos no mesmo local, formando com o tempo uma verdadeira touceira. Assim, nada mais natural, que utilizar um substrato de boa qualidade.

Melhor época para plantar, transplantar e fazer divisão.
A época ideal para plantar uma orquídea é quando a planta estiver próximo de emitir raízes novas, ou então, estas deverão ser as menores possíveis para evitar quaisquer danos.

A época de transplantar uma orquídea é quando o vaso não comportar mais a planta ou quando o substrato estiver totalmente decomposto.
Depois de replantada, pulveriza-se com água somente a planta, de três a cinco dias, evitando-se regar o vaso neste período.

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Coelogyne cristata

Também conhecida como Orquídea-branca, Orquídea-anjo, a Coelogyne cristata é uma orquídea epífita, originária das montanhas do Himalaia e uma das mais cultivadas no mundo.

Possui belas flores, franjadas, com pétalas e sépalas de uma brancura imaculada, e um mancha amarelo ouro no labelo.

Seu florescimento é no final do inverno e início da primavera e surgem na base dos pseudobulbos velhos e são pendentes, podendo ter mais de 10 flores cada. Algumas cultivares apresentam flores perfumadas, enquanto outras não.

Em vasos suspensos a flor acrescenta um charme delicado e romântico a qualquer ambiente.

Não precisa de sol direto, por isso pode ser cultivada dentro de casa, em banheiros, salas de estar, desde que seja próximo a uma janela bem iluminada.

Mas ela prefere mesmo é uma boa varanda coberta, protegida dos ventos fortes, de forma que possa se beneficiar do ar fresco da noite. Entre as orquídeas, não é considerada uma espécie de floração muito durável, mas se comparada às outras famílias de plantas, é de duração considerável, servindo perfeitamente como flor-de-corte em arranjos e buquês.

Seu cultivo deve ser sob luz difusa, em substrato de material poroso, leve, drenável e com boa capacidade de retenção de água e nutrientes.

As regas devem ser freqüentes, de forma que o substrato permaneça úmido, sem nunca ficar encharcado.

A fertilização deve ser semestral, na primavera e no outono, com fertilizantes próprios para orquídeas e de liberação lenta.

Em locais com inverno rigoroso, é interessante que ela pegue um pouco de luz solar direta nesta estação, de preferência pela manhã ou à tardinha.

Em orquidários, o sombreamento ideal é de 70% e alta umidade. Gosta de clima ameno e altitudes acima de 1000 m, necessitando de noites frias para florescer.

Sua multiplicação é feita através de divisão da planta, permanecendo ao menos com quatro pseudobulbos por muda. Procure não dividir mais do que isso, pois pode enfraquecer a planta.

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