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Posts com tag ‘cultivo’

Gladiolus_Callianthus

Planta pertencente à família Iridaceae e sua origem é a África, portanto é uma planta que gosta de um clima tropical, subtropical e mediterrâneo. Assim sendo, é uma planta que pode ser cultivada no nosso país, Brasil,  porque somos beneficiados pelo clima que ela gosta. A flor-pavão também pode ser conhecida por outros dois nomes populares, que são: gladíolo da Abissínia e Acidantera.

É uma planta classificada em três categorias diferentes, a de bulbosas, a de flores e a de flores perenes. Normalmente, a altura dessa planta fica entre 0.6 e 0.9 m e para crescer saudável e atingir o tamanho máximo, precisa de sol pleno, tendo o seu ciclo de vida perene.

Às vezes fica mais fácil conhecer uma planta se a compararmos com uma outra, no caso da flor- pavão, por exemplo, sendo uma “parente” muito próxima da Palma-de-santa-rita, cujo nome científico é Gladiolus hortulanus, se percebe por causa da quantidade de bulbos e pelo fato de também ser herbácea.

As flores dessa espécie de planta têm uma beleza única. Elas são lindas e perfeitas e chamam atenção dentro da sua delicadeza. São brancas e no interno, apresentam uma grande mancha uma tonalidade marrom arroxeada, marcando bem o centro da flor.

Em algumas flores, que são pendentes sempre, essa mancha pode apresentar uma tonalidade um pouco diversa, mais puxada para uma cor alaranjada. Outro detalhe que faz dessa flor uma espécie muito especial é que ela não encanta só pela sua beleza, mas também porque possui um delicioso perfume, que fica mais forte e pode ser percebido melhor, na parte da tarde.

Falando dos seus bulbos, que como dito anteriormente são muitos, eles se apresentam na tipologia cormo, enquanto as folhas que são lineares na cor verde, possuem a textura opaca e são muito longas.

Uma das grandes vantagens de se cultivar a flor-pavão, além da beleza e do perfume das suas flores delicadas é o fato de que ela poderá florescer em várias épocas do ano. Para que isso seja possível basta que os seus bulbos sejam mantidos refrigerados até o  momento em que você deseja que aconteça a florescência. Porém, se não houver nenhuma tentativa de que as flores apareçam mais de uma vez por ano, a flor-pavão naturalmente irá florescer na primavera, no verão e no outono.

A flor-pavão é muito usada no paisagismo, e todas as suas vantagens fazem com que ela seja usada para fazer bordaduras ou maciços. Normalmente, os paisagistas preferem misturá-las com outras espécies bulbosas que tenham o porte bem parecido, ou ainda, se usa fazendo “escadas”, que cria um efeito muito agradável.

A planta também pode ser cultivada em jardineiras e em vasos. São consideradas de plantio simples e ditas como bulbosas rústicas. Outra forma de plantá-las é para destiná-las a flor de corte, isto é, para formarem lindos buquês e arranjos.

Como você leu lá no início, se tem uma coisa que a flor-pavão aprecia é o calor e principalmente o sol, então, para não errar, o momento certo para o cultivo é sob o sol pleno.

Além de observar a necessidade do sol para o cultivo da flor-pavão o solo e o tratamento dele também são de extrema importância para que a sua planta cresça bonita e vistosa. O solo para receber a flor-pavão deve não só ser fértil como deverá ser enriquecido com matéria orgânica. Além disso, é de extrema importância que o sistema de drenagem seja ótimo e que esse solo seja frequentemente irrigado antes do plantio. O ideal é primeiro preparar o solo como se deve para depois cultivar a planta.

Ainda falando de solo, nem pense em cultivar uma flor-pavão em um solo encharcado e muito menos argiloso. São duas situações que a planta não resiste e acaba tendo os seus cormos apodrecidos em um espaço de tempo curtíssimo. Se por acaso, você achar que terá problemas de encharcamento com o solo, uma alternativa é criar os canteiros elevados. Desse modo a drenagem natural será favorecida.

Com um solo perfeito, bem cuidado, como foi explicado anteriormente, e sob sol pleno, é hora de plantar os cormos da flor-pavão, porém, atenção, a profundidade correta para colocar cada um deles é de no mínimo 7 e no máximo 10 cm. Outro detalhe importante sobre espaçamento é aquele que deverá ter entre cada cormo, 20 cm.

Uma vez que se decide de multiplicar as plantas, o processo poderá ser feito com a separação dos pequenos cormos. Esses “pequenos cormos” são aqueles que vão se formando próximo ao chamado “cormo mãe’. Será possível observá-lo quando estiver chegando a colheita, que é bem depois do período vegetativo.

Sobre os cuidados com as plantas depois de já terem crescido, saiba que os cormos devem ser retirados quando elas começarem a amarelar. Será necessário cortar as folhas por completo. Em seguida, lave-as e coloque-as na sombra para secar. O lugar inda deverá ser arejado e seco.

Se quiser, para ter flores quando desejar, os cormos podem ser guardados depois de seco, em um lugar fresco e seco, em local refrigerado. Porém, é necessário observar se eles estão protegidos de uma desidratação excessiva.

A planta também pode ser cultivada em jardineiras e em vasos. São consideradas de plantio simples e ditas como bulbosas rústicas. Outra forma de plantá-las é para destiná-las a flor de corte, isto é, para formarem lindos buquês e arranjos.

Como você leu lá no início, se tem uma coisa que a flor-pavão aprecia é o calor e principalmente o sol, então, para não errar, o momento certo para o cultivo é sob o sol pleno.

Além de observar a necessidade do sol para o cultivo da flor-pavão o solo e o tratamento dele também são de extrema importância para que a sua planta cresça bonita e vistosa. O solo para receber a flor-pavão deve não só ser fértil como deverá ser enriquecido com matéria orgânica. Além disso, é de extrema importância que o sistema de drenagem seja ótimo e que esse solo seja frequentemente irrigado antes do plantio. O ideal é primeiro preparar o solo como se deve para depois cultivar a planta.

Ainda falando de solo, nem pense em cultivar uma flor-pavão em um solo encharcado e muito menos argiloso. São duas situações que a planta não resiste e acaba tendo os seus cormos apodrecidos em um espaço de tempo curtíssimo. Se por acaso, você achar que terá problemas de encharcamento com o solo, uma alternativa é criar os canteiros elevados. Desse modo a drenagem natural será favorecida.

Com um solo perfeito, bem cuidado, como foi explicado anteriormente, e sob sol pleno, é hora de plantar os cormos da flor-pavão, porém, atenção, a profundidade correta para colocar cada um deles é de no mínimo 7 e no máximo 10 cm. Outro detalhe importante sobre espaçamento é aquele que deverá ter entre cada cormo, 20 cm.

Uma vez que se decide de multiplicar as plantas, o processo poderá ser feito com a separação dos pequenos cormos. Esses “pequenos cormos” são aqueles que vão se formando próximo ao chamado “cormo mãe’. Será possível observá-lo quando estiver chegando a colheita, que é bem depois do período vegetativo.

Sobre os cuidados com as plantas depois de já terem crescido, saiba que os cormos devem ser retirados quando elas começarem a amarelar. Será necessário cortar as folhas por completo. Em seguida, lave-as e coloque-as na sombra para secar. O lugar inda deverá ser arejado e seco.

Se quiser, para ter flores quando desejar, os cormos podem ser guardados depois de seco, em um lugar fresco e seco, em local refrigerado. Porém, é necessário observar se eles estão protegidos de uma desidratação excessiva.

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Acalypha reptans

Planta pertencente à família Euphorbiaceae que pode ser encaixada na categoria de flores perenes e forrações à meia sombra. Os climas que essa planta prefere são o equatorial, tropical e subtropical.

A origem da rabo-de-gato é a Ásia e a Índia, pode atingir entre 0.1 a 0.3 m de altura.

A planta rabo-de-gato também é conhecida por outro nome popular, como: Acalifa-rasteira.

Suas inflorescências vermelhas, alongadas e com uma textura que se assemelha a uma pelúcia que lembram um rabo de gato, daí vem o seu nome popular mais utilizado.

As folhas são denteadas e numa grande quantidade, juntas formam uma folhagem densa e baixa. Estas formam uma folhagem baixa e densa. No paisagismo presta-se como forração, pois cria um tipo de tapete com as suas folhas e inflorescências. O cultivo e a manutenção são simples. Também pode ser cultivada em jardineiras ou em vasos suspensos.

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Seu cultivo deve ser sol pleno ou à meia sombra e num solo fértil que tenha sido enriquecido com matéria orgânica. No caso de você usar uma terra com textura muito argilosa acrescente um pouco de areia a mistura, pois ela poderá ter dificuldade em ser penetrada pela água.

A adubação também é muito importante para a rabo-de-gato e deve ser feita na medida certa. Quando a adubação é feita em excesso pode acabar queimando as folhas em especial quando os nutrientes são borrifados em horários em que o sol está muito forte.

As regas devem ser feitas diariamente para que a terra fique sempre molhada, porém, se lembre de não encharcar as flores. A água em excesso pode estimular o surgimento de fungos que acabam apodrecendo a raiz da sua planta.

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Mirtha

A Myrtha uma espécie de arbusto ou árvore de pequeno porte, nativa do sudeste da Austrália e da Nova Zelândia. É uma planta pertencente à família Myrtaceae.

A planta é tipicamente um arbusto que cresce a 2-5 m de altura, mas pode se transformar em uma árvore de tamanho moderado, de até 15 m, ou mais de altura.

É uma planta perene, com ramificação densa e pequenas folhas, 7-20 mm de comprimento e 2-6 mm de largura. As flores são brancas, vermelhas ou ocasionalmente, rosa, com cinco pétalas. Podem ser simples ou dobradas. Aprecia o frio, desenvolvendo-se e florescendo com mais abundância em climas amenos.

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É também conhecida como Érica-japonesa, Árvore-chá, Érica, Falsa-érica.

Naturalmente seu aspecto é aberto, mas podemos ter um arbusto mais formoso e compacto com podas periódicas e leves. A Mirtha pode ser plantada em vasos ou no jardim como bordadura, em maciços ou como planta isolada. É bastante apreciada também na arte do bonsai, por apresentar naturalmente folhas e flores pequenas.

Seu cultivo deve ser sob sol pleno, em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente.

Aprecia adubações periódicas e não tolera o calor tropical e sua multiplicação é feita através de sementes, produzidas em grande número e colhidas após a queda das flores. Também pode multiplicar-se por estaquia.

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Pilosocereus pachycladus

O cacto-azul pertence a família Euphorbiaceae e sua origem é brasileira, o que significa que pode ser cultivado no nosso território. É um cacto é escultural e exótico e tem grande valor como planta ornamental porque se apresenta estruturalmente de uma forma muito bonito e tem a cor azulada. Ele tem o porte ereto e arbustivo e pode chegar a 10 me de altura enquanto os seus ramos podem ter de diâmetro 11 cm.

Pode ser usado em jardins com pedras e em conjuntos ou cultivado isoladamente. Porém, para que cresça bonito e forte deve ser plantado a meia sombra ou sol pleno. É uma planta de crescimento lento, por isso deve-se ter paciência.

Não é novidade para ninguém dizer que os cactos gostam mesmo é de calor.  Se você vive em regiões onde o frio é mais intenso, certamente terá um grande problema durante o inverno. Porém, não quer dizer que as temperaturas alternadas sejam um problema. Em lugares que fazem calor de dia e frio a noite, o cultivo é sem problemas.

flores do Pilosocereus pachycladus
O tipo ideal de substratos para o cultivo de cactos em geral, é em solo seco, arenoso e com muitas pedras. Por isso, para que ele cresça bonito é necessário criar um solo que retenha a água, que pode ser feito com: folhas para fazer um composto orgânico que devem ficar próximas ao solo mineral, cascalho, cascas de árvore, areia e cascas de árvores em decomposição.

Além disso, os cactos preferem solo com um alto teor de pH, aliás, bem superior ao exigido por outras plantas ornamentais. O pH ideal deve ficar em torno de 6 a 6,5, que pode ser conseguido com turfa. Porém, melhor ainda, é o conseguido com o húmus da minhoca que fica em torno de 7,0.

Os cactos possuem raízes enormes o que faz necessário que se prepare um solo bem profundo, com cerca de 15 cm mais ou menos, isso também garante a drenagem adequada tanto para as regas quanto para a chuva. Já, se o cultivo for dentro de vasos fundos, será necessário usar manta geotêxtil ou vaso brita, são modos de evitar que a terra fique compacta no furo da drenagem o que acarretaria encharcamento.

Além disso, é necessário antes de colocar o substrato, adicionar um pouco de areia, não abrindo mão de uma boa mistura para facilitar a drenagem e fertilizante para moderar o quanto a terra consegue reter a água.

Também é necessário usar adubo granulado para a cobertura da adubação e que não tenha muito nitrogênio na composição. Porém, esse produto fará com que o cacto cresça mais rápido, o que aparentemente pode ser uma vantagem, mas na verdade não é, porque ele perde os nutrientes. Por isso, é necessário compensar adubando-os com o NPK na formulação 04-14-08.

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Polygonum Capitatum

O Tapete-inglês pertence à família Polygonaceae e se origina da Índia, Himalaia e Ásia. Atinge alturas entre 15 e 20 cm de altura e pode ser cultivado com sucesso a pleno sol ou à meia-sombra.

Sua ramagem é delicada e possui uma cor castanha, as folhas que compõem essa planta são lanceoladas, com nervuras e margens vermelhas, pubescentes, com uma cor bronzeada.

Acima da folhagem durante todo o ano despontam as inflorescências que são globosas, terminais, brancas, verdes e rosadas. O período principal de aparecimento das inflorescências são os meses do verão e do outono.

É uma planta de ciclo de vida perene e que é bastante utilizada no paisagismo, excelente  para fazer forração uma vez que forma lindos tapetes em áreas que são ensolaradas e também naquelas que são semi-sombreadas. A sua textura e cor singulares ajudam a adicionar mais charme a vários tipos de jardins.

Essa planta ajuda a conferir um visual mais rústico e natural em bordaduras ao longo de caminhos ou pedras. Além disso, você pode cultivar o tapete-inglês em vasos e floreiras. A dica é evitar cultivar essas plantas em locais em que há o fluxo intenso de pessoas, pois a mesma não tolera o pisoteio.

Nos climas temperados essa planta perde a sua folhagem nos meses do inverno. Outra característica do Tapete-Inglês é se adequar ao plantio no litoral.

Himalayan Smartweed Polygonum capitatum
Como cultivar
Para que essa planta apresente bons resultados de cultivo é necessário que seja colocada em ambientes que tenham sol pleno ou mesmo meia sombra. Também é importante que o solo seja fértil, bem drenável e preparado com a adição de matéria orgânica. As regas devem ser periódicas para que a planta possa crescer saudável.

Uma excelente dica para quem vai plantar o tapete-inglês é colocar apenas 4 mudas por m2. Isso vai ajudar a formar um denso tapete, o efeito visual é muito bonito. Porém, se você vive numa região seca é importante reconsiderar o plantio do tapete-inglês uma vez que essa planta tolera apenas curtos períodos de seca.

Uma vantagem de cultivar o tapete-inglês é que ele exige pouca manutenção, basta fazer podas de controle e crescimento, as adubações são anuais. Uma planta que aprecia o frio subtropical ou mediterrâneo e que se desenvolve melhor nessas regiões.

A sua multiplicação deve ser feita por divisão de ramagem enraizada e espontaneamente por sementes. Vale destacar que essa planta pode surgir espontaneamente em fendas de muros e calçadas.

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bulbos-da-cebola

Se você tem a possibilidade de cultivar legumes em casa, sabe que o sabor é bem melhor do que aquele dos produtos comprados no supermercado. E entre eles, as cebolas, que estão sempre entre um dos principais ingredientes dos pratos da culinária brasileira.

As cebolas caseiras para quem não sabem podem ser cultivadas a partir de sementes, enquanto a cebola branca e a cebolinha pode ser cultivada a partir das partes vegetativas da planta original.

As cebolas brancas podem se desenvolver a paetir do bulbo chamado de mãe e vão se formando embaixo da terra. O bulbo é composto de 6 a 12 bulbos com cebolas individuais.

No caso da cebolinha ela vai crescendo a pequenos bulbos que saem das pontas.

As cebolas brancas e as cebolinhas são recolhidas durante a primavera e por isso, são chamadas de cebolas de inverno.

Do que você vai precisar para plantas bulbos de cebolas
-
Composto orgânico, estrume ou adubo;
- Pá;
- Húmus;
- Fertilizante com a seguinte fórmula: 5-10-10.

Como fazer para plantar
- O solo onde será cultivada a cebola deverá ser enriquecido com matéria orgânica e a proporção é de uma parte para cada duas partes de solo;
- A mistura deve ser trabalhada com a ajuda de uma pá e o buraco deve ser de 15 a 20 centímetros de profundidade;
- O solo ideal para plantar bulbos deve ser argiloso porque deve apresentar boa drenagem e também rico;
- O segundo passo é pegar os bulbos da cebola que você pretende plantar e para tê-los será necessário abrir o buraco e procurar o bulbo mãe, separar dos demais. No caso da cebolinha é necessário cortar os pequenos bulbos dos brotos da cebolinha;
- Depois a profundidade para plantar os bulbos deve ficar entre 2,5 a 5 e o espaço entre cada um deve ser de 7 a 12 cm. Cada bulbo deve ser plantado separadamente, a parte pontuda deve ficar para cima e em seguida, pode cobrir com a terra. Delicadamente bata a terra sobre para que as bolhas de ar saiam e isso faz que o bulbo tenha um bom contato com o solo;
- Em seguida, use o fertilizante, siga as instruções do rótulo, mas o ideal é que a proporção seja de 1 – 2 – 2 e também serve 5 – 10 – 10. Antes da primeira geada o fertilizante deve ser usado novamente a cada 4 ou 6 semanas;
- Durante a primavera a dose deverá ser aplicada somente quando as temperaturas forem mais altas;
- Vale ressaltar que os bulbos precisam de suplementos extras que são o potássio e o fósforo. Porém, quando eles recebem esses nutrientes em quantidade exagerada os bulbos podem queimar ou ficarem moles;
- Sobre os bulbos já plantados coloque de 7 a 15 cm húmus. O mesmo deve ser feito sobre as cebolas que são plantadas em lugares quando a temperatura cair muito. E quando a temperatura subir, retire essa cobertura de húmus.

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Santolina_chamaecyparissus

Planta da família das Asteraceae. Também conhecida como Abrótano-fêmea, Camomila de mahón, Rosmaninho. É uma planta arbustiva que pode atingir uma altura de 40 a 90 cm, fortemente aromática de folhagem cinza, finamente recortada e pontiaguda.

Quando podada todos os anos cresce toma uma forma arredondada, se deixar de podar por mais de um ano tende a espalhar-se, e após alguns anos tende a se abrir. As flores, são delicadas e assemelham-se a pequenos pompons de cor amarela, perfumadas e florescem no Verão.

A Santolina origina-se da Europa e apresenta um porte baixo,  ramificada, formando moitas densas.

É uma planta usada em jardinagem por excelência. Criando-se jardins com grandes tonalidades cinzas, com botões amarelos.

A Santolina, no paisagismo, presta-se para a formação de maciços e bordaduras, demarcando canteiros e caminhos. Sua rusticidade e tolerância à estiagem a tornam uma planta ideal para jardins rupestres, de estilo mediterrâneo, campestre ou contemporâneo.

Os tons acinzentados de sua folhagem formam interessante contraste com plantas de cor verde. As flores da santolina, quando colhidas, podem compor belos arranjos florais. Pode ser plantada em vasos e jardineiras.

Seu cultivo deve ser feito a pleno sol, em solos perfeitamente drenáveis, preferencialmente arenosos, enriquecidos com matéria orgânica e irrigados a intervalos espaçados.

É tolerante a curtos períodos de estiagem, e não tolera encharcamentos. Podem ser podadas regularmente para estimular o adensamento e o formato arredondado do arbusto.

Após alguns anos, a planta perde a beleza e deve ser replantada. Aprecia o clima ameno de regiões subtropicais ou tropicais de altitude. Sua multiplicação [e feita por divisão da ramagem enraizada, estacas ou sementes. É recomendado um espaçamento de 40 cm entre plantas.

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mauritia-flexuosa

O buriti é uma palmeira dióica, aquática, muito frutífera e ornamental. Pertence à família Arecaceae e origina-se da América do Norte e América do Sul.

É uma palmeira de apresenta uma íntima relação com a água durante o seu desenvolvimento. Ela caracteriza uma formação única do cerrado, as veredas, que são áreas localizadas em vales, bastante encharcadas, com nascentes ou cursos d’água, onde pode-se obter sempre passagem e água limpa.

O buriti apresenta estipe único, ereto, anelado, com diâmetro de 30 a 50 cm e casca lisa. Seu porte é elevado para uma palmeira, alcançando entre 2,8 a 35 m de altura.

Possui raízes aéreas especiais, denominadas pneumatóforos, que são capazes de trazer oxigênio para áreas brejosas. Suas folhas são verde-escuras, brilhantes, grandes, sustentadas por fortes pecíolos e dão à coroa um belo formato arredondado.

São também bastante persistentes, e mesmo secas, permanecem um bom tempo unidas ao caule. As inflorescências surgem o ano todo, nos espaços interfoliares e são do tipo panícula, longas, cheias e pendentes, como cabeleiras, de cor creme amarelada.

Como é uma palmeira dióica, somente nas fêmeas são vistos os frutos, mas precisamos de indivíduos machos para que ocorra a polinização. Os frutos são drupas alongadas, elipsóides a oblongas, de cor castanha e recobertas por escamas brilhantes. Elas possuem uma polpa alaranjada e carnosa e geralmente apenas uma semente, muito dura. Cada buriti produz de 5 a 7 cachos por ano, com mais de 700 frutos cada. A dispersão é feita pela água e por araras.

O buriti é umas das palmeiras mais abundantes do Brasil, mesmo assim ela ainda é pouco aproveitada em projetos de paisagismo e de recuperação ambiental, talvez seja pelo seu crescimento, que é relativamente lento.

Apesar disso, é uma espécie das mais elegantes e rústicas. Por ser capaz de agregar o solo e conservar a água, sua presença é importante em áreas de reflorestamento, principalmente na recuperação e manutenção de olhos-d’água, margens de rios e lagos, e áreas encharcadas.

Além disso, fornece abrigo e alimento a uma grande variedade de espécies animais, como araras, morcegos, primatas, etc.

Todas as qualidades paisagísticas e ecológicas do buriti, são aproveitadas. O fruto é rico em vitaminas e outros nutrientes e pode ser consumido in natura ou em diversas preparações como sucos, sorvetes, picolés, doce em pasta, sobremesas e até mesmo vinho.

Dele se extrai um óleo comestível, muito perfumado e medicinal, que é utilizado na indústria de produtos de higiene, perfumaria e cosméticos. Das folhas, costuma-se fazer cobertura para casas, artesanato e das bem jovens, obtém-se o capim-dourado, utilizado na confecção de lindas bijuterias.

Os troncos são aproveitados na construção civil, como vigas e e dos pecíolos se faz artesanato e caixotes. Seu palmito é comestível também e dele se extrai uma fécula amilácea, a exemplo do sagu-indiano..

Seu cultivo deve ser sob sol pleno, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e mantido úmido.

É ideal que essa palmeira seja cultivada próximo a áreas alagadas, lagos ou cursos d’água, pois é muito exigente em água. Pode perfeitamente vegetar em áreas drenadas, mas nestas situações precisa receber irrigação abundante durante o crescimento.

Apesar de ser utilizada na recuperação de áreas degradadas, é importante observar que essa palmeira é sensível ao assoreamento, definhando rapidamente se houver grande e súbita deposição de sedimento sobre suas raízes.

Sua multiplicação é feita por sementes despolpadas, colhidas de frutos maduros, e postas de molho para quebra de dormência. Semear em substrato rico em matéria orgânica e mantido úmido. A germinação ocorre em cerca de 75 dias.

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Rudbeckia hirta var. pulcherrima

Nativas de regiões situadas no hemisfério norte, mais precisamente de países europeus, as margaridas são plantas herbáceas, ou seja, não exibem estrutura lenhosa. Suas pétalas têm formato fino e alongado e estão dispostas em torno de um robusto botão amarelo. O caule delgado chega a atingir até 1 m de altura e as folhas dessa planta têm forma oval. Margaridas também são plantas perenes e florescem por muitos anos quando cultivadas adequadamente.

Em todo o mundo, é possível encontrar mais de 20 mil espécies dessa flor tão singela. Os diversos exemplares variam em cor e tamanho, embora o mais comum deles seja a popular margarida de pétalas brancas e miolo amarelo. Essas flores também são conhecidas como crisântemos, malmequer e bem-me-quer.

É uma planta delicada e propensa a ser contaminada por várias pragas ou por doenças  como: as aranhiços, a ferrugem, nematodos, mosca branca, tripés, os afídeos e outras.

Esta flor é uma planta bucólica, e de cultivo simples, assim se afirma porque com ela não se precisa de atenção especial para seu desenvolvimento.

No momento do plantio é importante que as sementes sejam dispostas a uma profundidade de 0,5 cm em relação à superfície. O tempo de germinação costuma variar entre 7 e 21 dias e a floração tende a ocorrer 240 dias após o plantio. Para incitar o surgimento das flores, o mais indicado é adubar a terra com compostos orgânicos e húmus de minhoca de forma periódica. Quanto às regas, é fundamental fornecer água à planta sempre que a camada superficial do solo estiver seca.

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Para alcançar flores bonitas e os melhores resultados no cultivo das margaridas , mantenha a planta em um local ensolarado, mas tome cuidado para que os raios solares das horas mais quentes do dia não incidam diretamente sobre a flor, queimando suas pétalas e folhas. Sempre que houver flores secas, elas devem ser retiradas.

Uma dica é realizar pequenos cortes no caule da planta quando ele já esteja com cerca de 40 centímetros. Isso ajuda a margarida a florescer melhor.

Por mais simples que seja, a beleza da margarida é encantadora e por isso torna-a uma ótima escolha para um presente.

Podemos usá-las para decoração, mas também é muito usada para fins medicinais (as folhas e as flores).

As folhas e flores podem ser secas para serem usadas como como chá, indicado para a inflamações dos brônquios.

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Cactácea florífera e muito popular, nativa de áreas rochosas, da região central do México.

É um cacto de pequeno porte, que chegam a 30 cm de largura por 15 cm de altura, muito procurado por colecionadores.

A planta é desprovida de folhas, e se caracteriza por ramos alongados, verdes, cilíndricos, suculentos, semelhantes a dedos e recobertos por espinhos.

Os ramos formam grupos densos, podem ser retos ou recurvados, e de diversas cores, como branco, amarelo, creme, castanho, marrom e vermelho. A cor dos espinhos tem importância primordial na cor geral da planta, pois eles cobrem grande parte da superfície dos ramos e surgem em grupos radiais, formando pequenas estrelas.

As flores surgem na primavera, dispostas em circunferência no topo dos ramos. Elas podem ser brancas, amarelas ou róseas. Os frutos que se seguem são bagas vermelhas, globosas e contém numerosas sementes.

No cultivo em vasos, estes podem o de plástico usado na produção da planta ou de cerâmica.

O substrato usado deverá ser uma mistura de húmus de minhoca, areia com granulometria grosseira e adubo animal de curral bem curtido, na proporção de 3:2: 1/2 .

Caso seja usado em ambientes internos, usar somente adubo NPK na formulação10-10-10, usando uma colherinha das de chá da medida que acompanha o granulado para um vasinho de tamanho médio. Misturar bem tudo.

Forrar o fundo do vaso com um pedaço de geomanta e colocar areia úmida.

Depois o substrato, acondicionar o torrão da muda e completar com o restante do substrato regando bem.

Como regar os cactos
- As regas dos cactos devem ser abundantes e muito espaçadas;
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Evitar molhar a planta, colocar somente no substrato.;
- No inverno, deixar a água a utilizar repousar para ficar na mesma temperatura do ambiente onde está a planta, evitando causar um choque térmico;
- Água sobre o corpo dos cactos costuma ocasionar manchas acastanhadas, sintoma de necrose dos tecidos.

Como repor adubo no Cacto Dedo-de-dama
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A adubação de reposição poderá ser feita com adubo NPK granulado na formulação , 4-14-8, no inverno;
- Dissolver 1 colher de sopa em água, regar o substrato que deverá estar úmido de rega no dia anterior;
- A rega antecipada com água propicia a formação de um bulbo úmido ao redor das raízes;
- Assim, quando no dia seguinte o adubo dissolvido penetrará mais facilmente no substrato, alcançando as raízes das plantas.
- Fertilize também na primavera ou verão, com adubos químicos ou orgânicos.

Multiplicação do Cacto Dedo-de-moça por sementes
Os cactos se multiplicam facilmente por sementes.
- Use sementeira comercial ou qualquer recipiente descartável;
- Peneire o substrato, que deverá ser húmus de minhoca e casca de arroz carbonizada.
- Caso não disponha desta última, substitua por areia de construção. Alisar a superfície e semear;
- Peneire o substrato seco para cobrir em camada bem fina. Depois regar com jato bem fino;
- Cubra com plástico e mantenha em cultivo protegido longe do sol. Após a emergência descubra a sementeira e mantenha certa umidade no substrato;
- O transplante ocorrerá quando puder manusear a plantinha;
- Plante em vasos coletivos ou individuais proporcionais ao tamanho da planta. O substrato deverá ser o mesmo indicado para o plantio.
- A multiplicação também pode ser feita muito mais facilmente por separação dos ramos. Coloque os ramos para cicatrizar à sombra, por pelo menos 24 horas antes do plantio.

No paisagismo:
Este cacto pode ser plantado isolado ou formando conjuntos com outros cactos e suculentas. Apesar de ser mais comum seu cultivo em vasos, também pode ser apreciado no jardim, em canteiros pedregosos, com inspiração desértica e em jardins modernos e contemporâneos, que valorizem a textura e forma curiosa da planta. Presta-se também como forração, mas não tolera pisoteio.

Esta espécie de cacto também tem grande efeito decorativo, ideal para adornar interiores, sobre aparadores ou mesinhas, que sejam iluminadas pelo sol por pelo menos algumas horas do dia. Escolha vasos e cachepôs bonitos, de cerâmica, resina ou metal, rasos e com boca larga para valorizá-los.

É possível fazer uma coleção destas plantas num peitoril de janela ou num balcão, onde terão luz natural para se desenvolver.

Ambientes com ar condicionado não são problema, pois os cactos apreciam ar seco.
Não se esquecer de regar, no entanto, senão começam a murchar.

Pessoas que residem em apartamentos com sacada poderão fazer cultivo em condomínio, isto é, plantar uma coleção de pequenos cactos em um vaso baixo de boca larga.

Por ser bastante tolerante à seca, é ideal para terraços e sacadas expostas, assim como salas e quartos com ar condicionado.

Seu cultivo deve ser sob pleno sol ou meia sombra, em solo arenoso, perfeitamente drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado abundantemente, mas a intervalos bem espaçados.

Não resiste ao encharcamento, que provoca o rápido apodrecimento da planta. Reduza as regas no inverno, para que possa resistir ao frio intenso.

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