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Gypsophila paniculata

O véu-de-noiva é uma planta herbácea, pendente e florífera de elevado valor ornamental, tanto pela textura e cor da folhagem, como pela floração abundante e permanente. Sua origem é da Europa e pertence à família Caryophyllaceae.

Esta delicada flor‚ é muito utilizada como complemento para arranjos ou buquês compostos por flores maiores e mais coloridas.  É também conhecida como Mosquitinho, Branquinha, Gipsofila e Cravo-de-amor.

Por ser uma planta muito ramificada, é bom fincar atento, pois pode se tornar invasiva em determinadas situações. Mas no geral tem com ramos delicados, arroxeados e com nós articulados.

A planta é pendente com ramificações muito numerosas, longas e finas, formando cortina densa daí a razão do nome popular. De cada nó podem sair novas raízes que, se em contato com a terra, vai ramificar e se reproduzir.

As folhas são finas e pontiagudas, de coloração verde-acinzentada e superfícies pilosas ou ovais a lanceoladas, acuminadas, de cor verde-escura, com a página inferior arroxeada.

Gypsophila paniculata1

As inflorescências são em panícula e sustentam um grande número de pequenas flores, solitárias, brancas, com três pétalas, axilares ou terminais, e se formam durante o ano todo. E por ter característica, é que é altamente cultivada para fins ornamentais e complemento de arranjos.

As variedades de coloração branca são as mais cultivadas no Brasil, principalmente porque são fáceis de serem tingidas em colorações diversas. A sua durabilidade pós-colheita varia entre 1 a 2 semanas. O fruto é do tipo cápsula, ovóide, com poucas e grandes sementes de cor castanha.

É uma planta excelente para vasos e cestas pendentes. Sua textura cheia e o pontilhado delicado das flores trazem um charme todo especial para varandas, pátios, salas de estar, entre outros ambientes internos ou externos.

Sua manutenção é facílima, exigindo apenas leves podas para renovação da folhagem quando necessário, boa irrigação e fertilizações orgânicas semestrais. Estes pequenos cuidados são suficientes para manter a beleza desta rústica espécie.

No jardim, além de compor magníficos jardins verticais, ela também se presta como forração, em canteiros semi-sombreados ou em bosques, mas teme o pisoteio, pois sua folhagem é muito frágil.

Gypsophila paniculata3

Multiplicação
O véu-de-noiva reproduz-se por meio de sementes, sendo ideal semeá-la nos canteiros durante o outono, para crescerem naturalmente e produzirem flores mais cedo. Também se multiplicam facilmente por estacas maduras produzidas pela ramagem, postos a enraizar em solo leve e mantido úmido. Também pode ser multiplicada por mergulhia.

O solo deve ser bem drenado e a luz solar é fundamental para o seu perfeito desenvolvimento e florescimento.

Por ser uma espécie muito delicada, recomenda-se utilizar varetas esgalhadas para apoiar as plantas expostas ao vento para dar sustentação e firmeza na planta. Ao plantar, distribua as espécies de modo correto.

As plantas aglomeradas tendem a adquirir doenças. Nesse caso, os esporos de fungos e pragas podem se espalhar facilmente, infestando as espécies próximas.

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Cultivo
Deve ser cultivada em substrato fértil, com boa capacidade de retenção de água, porém drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado com frequência. Não tolera geada ou frio intenso. Reduzir as regas na estação fria, salvo quando o inverno é demasiado seco. Em países de clima temperado pode ser cultivada em estufas úmidas.

Sob condições de grande luminosidade, torna-se mais compacta na textura e, a cor arroxeada dos ramos e verso das folhas se acentua. Em condições de pouca luz, desenvolve-se mais esparsa e pode não desenvolver a cor arroxeada.

Adubação e umidade
O substrato de cultivo deve ser rico em matéria orgânica. Utilizar húmus de minhoca misturado com composto orgânico em partes iguais. Acrescentar adubo granulado NPK na formulação 10-10-10, cerca de uma colher de sopa por vaso. Plantar a muda, tomando cuidado para não quebrar os talos frágeis e regar a seguir.

A cada 4 meses, proceder à adubação de reposição de nutrientes. Dissolver uma colher de sopa da medida que acompanha a caixa de adubo em 2 litros de água em temperatura ambiente, pode usar uma garrafa de refrigerante descartável. Sacudir bem para dissolver o adubo na água. Usar 1 copo pequeno desta mistura por vaso.

As condições de umidade facilitam o aparecimento de doenças. Use sempre quantidades adequadas de água e nutrientes. Entre estes, o potássio reforça ligeiramente o crescimento da planta e aumenta a resistência aos organismos patogênicos.

Gypsophila paniculata4

Dicas e curiosidades
– Muito interessante para ambientes internos com boa iluminação, forma densa cortina pendente. Para canteiros em jardins sem sol, como forração também forma denso tapete. Poderá consorciar com plantas do tipo helicônias ou lírio-da-paz.

– Muito utilizada como flor de corte, embelezando buquês de rosas e de flores do campo. No paisagismo, cria lindos efeitos quando misturado com outras plantas de flores pequenas, em maciços e bordaduras.

– Delicadas e numerosas florzinhas brancas é a característica principal do mosquitinho. Da família dos cravos, esta planta é muito utilizada como flor de corte, embelezando buquês de rosas e de flores do campo, principalmente. No paisagismo, cria um excelente efeito misturado com outras plantas de flores pequenas, em maciços e bordaduras, criando um ótimo efeito campestre.

– Devem ser cultivado a pleno sol, em solo fértil composto de terra de jardim e terra vegetal, drenável. Exige ainda regas regulares e reforma anual dos canteiros. Aprecia o clima frio e floresce no final do inverno e na primavera. Multiplica-se por sementes.

– Mantenha o jardim sempre limpo. Materiais deteriorados, folhas e plantas mortas podem causar infecções às espécies sadias. Um plantio cuidadoso garante a saúde do seu jardim.

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Callistephus chinensis11

O áster-da-china é uma planta anual, de floração ornamental, que surpreende a todos com suas flores coloridas em tons de aquarela.

Pertence à família Asteraceae e tem origem na Ásia – China e Japão. É também conhecida por outros nomes populares, tais como: Áster, Malmequer-de-sécia, Rainha-do-mercado, Rainha-margarida, Sécia.

Principais características
De caule rijo, chega a 50 cm de altura. As folhas são irregularmente denteadas, simples, alternas e verdes. Apresenta inflorescências grandes, com o disco central amarelo e as pétalas dispostas em uma fileira simples na variedade típica. No entanto, atualmente as variedades mais frequentes são dobradas, com inflorescências cheias, esféricas.

Apresenta-se nas cores branca, azul, roxa, vermelha e violeta. Na verdade, a áster-chinesa é uma espécie silvestre de margarida, daí o seu nome, menos rústicas que as outras espécies da mesma família. As pétalas delicadas da flor nem sempre são boa coisa para os produtores, já que elas se desfazem muito facilmente, até mesmo com a presença de ventos moderados.

Ela, por este motivo, é bem difícil de ser encontrada nas lojas especializadas. Para ver uma espécie dessas de perto, é melhor procurar em jardins e quintais. Como ela também é muito parecida com flores do campo, pode ser misturada às mesmas em buquês de flores.

A áster-chinesa adapta-se bem ao calor, assim como a climas temperados, e dura muito mais do que outras flores.

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A primavera é a estação ideal para semear a espécie, que prefere o tempo de sol pleno e desabrocha em variedades de formatos, cores e números de pétalas. Entre as dezenas de espécies de “pérolas” (o significado em grego do nome), a rainha margarida destaca-se pela delicadeza.

A áster-chinesa é ideal para a formação de maciços e bordaduras no jardim.Também podem ser plantadas em vasos e jardineiras e suas flores podem ser colhidas para a confecção de arranjos florais graciosos.

Modo de cultivo
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, perfeitamente drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Não tolera solos encharcados. Em regiões quentes convém conduzi-las sob meia-sombra, resguardando-as do sol forte do meio dia.

Cuidado com a fertilização excessiva com adubos nitrogenados, isso deixará a planta fraca e suscetível às pragas e doenças.

Variedades de porte alto devem ser tutoradas para que não quebrem durante o crescimento e floração.

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Multiplica-se por sementes postas a germinar no final do verão e outono. A áster-chinesa é sensível ao transplante: plante no local definitivo ou em sementeira, mas neste último caso transplante com cuidado em dias nublados.

Como plantar as sementes
Semeadura:
Para preparar as mudas, colocam-se de duas a três sementes em cada cavidade de uma caixa de ovos ou bandeja de isopor para semeadura (comprada em lojas de jardinagem). Cobrem-se com um substrato de terra e regam-se diariamente as mudas, mantendo-as sempre umedecidas. A bandeja deve ficar à meia-sombra até que a muda atinja 6 cm de altura, em cerca de três semanas.

Preparo da terra: Transpõe-se a muda para um vaso com uma parte de terra, uma parte de húmus e outra parte de areia ou vermiculita. Devem receber sol, ter de 10 a 15 cm de profundidade e ser preparados com húmus ou terra vegetal. Dispõem-se as mudas a cada 15 ou 20 cm.

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Rega e luminosidade: Molhar diariamente ou sempre que a terra ressecar-se e manter em local que receba sol pleno.

Floração: Ela ocorre normalmente durante a primavera e o verão.

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Cerejeira-ornamental (Prunus serrulata)

A cerejeira-ornamental é classificada como uma árvore decídua de porte médico, cujo sua floração é muito usada para decoração. É uma das plantas preferidas dos paisagistas ao projetar um jardim residencial. Pertence à família Rosaceae e sua origem é na Ásia – Japão. Sakura é o nome dado à cerejeira-ornamental, pelos japoneses.

Seu tronco tem a forma cilíndrica, delgado, curto e muito simples. A casca do tronco da árvore se apresenta na coloração marrom-acinzentada e rugosa.

O crescimento desta planta é considerado muito lento, pode crescer de 4 a 10 m de altura, mas normalmente ela para de crescer com 6 m, essa seria a altura média desse tipo de árvore.

A sua copa é arredondada e as folhas se apresentam na forma oval com as nervuras bem marcadas, já as bordas são serrilhadas e possuem uma tonalidade “bronzeada”. São verdes e se transformam em amarelo ou vermelho antes de caírem, na época do outono.

As flores são de cinco pétalas brancas levemente rosadas, de tamanho em torno de 3,5 cm de diâmetro, surgindo ao longo dos ramos em grupos de 3 a 5 com pecíolos longos e finos.

Diz-se que as árvores ficam “algum tempo em dormência” depois que as folhas começam a cair. Porque elas perdem as folhas no outono, mas começam a florir somente na metade do interno, quando estão completamente “peladas”. Nessa época, é possível admirar lindas flores brancas.

As flores surgem em grupos, normalmente de duas a cinco em cada um deles, a forma delas as classifica como inflorescências do tipo racemo. Apesar de toda beleza e esplendor, elas não possuem perfume e se apresentam de forma simples ou dobradas. Normalmente, a cor predominante é rosa porém, também podem ser vistas na cor branca, isso dependerá do tipo de cultivo dispensado a ela.

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Durante a época do verão surgem as cerejas, que atraem os passarinhos. Esses frutos são classificados como frutas do tipo drupa, possuem a forma globosa a ovoide, a casca muito brilhante de cor vermelha escura ou na cor preta. A polpa da cereja é carnosa e bem adocicada, e dentro está envolvida uma única sem sente. Porém, o cultivo para que sejam colhidas cerejas é mais difícil e raro de se concretizar.

A cerejeira-ornamental pode ser uma árvore frutífera ou simplesmente ornamental, deve ser cultivada, em ambos os casos, nas regiões frias do país, como no Sul e nas regiões com latitudes altas no Sudeste do Brasil.

A cerejeira usada na ornamentação de um jardim possui uma beleza incomparável, que vai se modificando ao longo das quatro estações do ano. É o tipo de árvore que é mais valorizada quando está isolada das demais, porém, isso não impede de usá-la em renques ou ao longo de alamedas, assim como plantar várias formando grupos, que dá a sensação de um pequeno bosque.

Outro lado positivo da cerejeira, tirando aquele estético, é que se trata de uma árvore que exige pouca manutenção. É o tipo de árvore que quase não exige nenhum tipo de poda, é necessária somente a retirada dos ramos doentes, dos secos e daqueles que não foram formados da maneira correta.

A cerejeira-ornamental é considerada a árvores símbolo do Japão, é tão importante nesse país, que quando está florindo atrai milhares de pessoas nas praças para contemplá-las. Os frutos são uma delícia e na cultura japonesa as flores são muito usadas para fazer chá. A árvore ainda é usada pelos japoneses na formação de Bonsai.

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Cultivo da cerejeira-ornamental
Apesar da cerejeira-ornamental gostar muito do frio é considerada uma planta de clima temperado, porque para que ela se desenvolva bonita e dê bons frutos, no caso daquela frutífera, ela necessita das estações do ano bem definidas. Isso é que garante também belas flores. Ela vai crescendo moderadamente e a sua floração é precoce.

Uma coisa que a cerejeira não suporta e pode acabar morrendo por esse motivo, é o encharcamento e as podas drásticas. Ela supera muito bem o frio intenso e até mesmo os períodos curtos de estiagem e as geadas. A sua forma de multiplicar é através de estaquia, enxertia e muito facilmente com as sementes.

Como plantar a cerejeira-ornamental
Para plantar uma cerejeira é necessário abrir um buraco no solo com o dobro do torrão. Em seguida, com uma pá própria para jardim, soltar a terra que está nas laterais e no fundo, isso é feito para que as raízes tenham o espaço suficiente para crescerem.

Depois é só cortar o vaso de cultivo com o podão de jardim, evitando danificar as raízes. Em seguida, usando um balde ou mesmo sobre uma lona no chão, misturar composto orgânico, de preferência, adubo animal de curral bem curtido (cerca de 1 quilo para cada uma das mudas). Coloque também farinha de ossos ou fosfato natural de rocha nessa mistura, cerca de 100 gramas de um ou de outro. Depois é só regar bem.

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Não esquecendo que esse plantio deve ser feito no inverno, em um momento de sol e que a chuva ajudará nessa fase inicial. Caso fique muito tempo sem chover, regue todos os dias até completar 15 dias do plantio.

É melhor plantar as mudinhas que ainda não tenham flores. Pode também optar por plantar uma árvore já florida, porém, nesse caso, o trabalho inicial deverá ser redobrado, pois tem que evitar quebrar ramos ou danificar a raiz na hora do plantio.

Adubação
Os nutrientes devem ser repostos no final do outono, a mistura deverá ser aquela mesma que foi recomenda para o plantio inicial. Faça a reposição ao redor da copa da árvore, criando um sulco de 15 cm. Depois de feita a fertilização, regue a planta.

Fique atento para eliminar logo as cochonilhas que podem atacar a cerejeira, neste caso, deverão ser usados defensivos verdes para protegê-la. Com o fim da primavera, e a planta em fase crescimento, os ramos já poderão ser podados para alinhar a copa. No inverno, porém, não o faça, pois isso poderia prejudicar o processo de floração.

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Azorina

Trata-se de uma planta pertencente à família das Campanulaceae. O nome da planta provém da ilha dos Açores (Açores é arquipélago composto por nove ilhas e situa-se no Norte do Oceano Atlântico), de onde o gênero é endêmico. É também conhecida como Azorina.

É uma das mais belas espécies das ilhas.  Pode atingir cerca de 1 m de altura e produz flores em forma de sinos de cor rosa esbranquiçada.

Seu porte é arbustivo, de folhas lanceoladas a lineares, de cor verde-escura ou verde-bronzeada. Em suas inflorescências terminais e eretas, despontam flores serosas, pendentes e delicadas, de corola campanulada e cor branca a rosa. Floresce duas vezes por ano, na primavera e no outono.

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Apesar da beleza única e delicada de suas flores, curiosamente esta planta é raramente cultivada como ornamental. É uma planta que é tolerante à maresia e salinidade, vivendo normalmente em reentrâncias rochosas de falésias costeiras podendo aparecer em telhados de casas em telha.

A existência de algumas comunidades de exemplares a altitudes mais elevadas leva a supor uma distribuição mais ampla desta espécie, atualmente ameaçada pelo avanço de flora exótica e pela destruição humana de habitat.

Cultivo da Vidália
A Vidália deve ser cultivada sob sol pleno, em solo drenável, rochoso ou arenoso e enriquecido com matéria orgânica. A planta cresce mesmo em solos pobres e sua multiplicação é feita por sementes.

É uma espécie protegida devido ao grande risco de extinção. É o único gênero endêmico dos Açores e uma das mais belas espécies das ilhas.

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A magnólia pertence à família Magnoliacea e é originária da Ásia – China e Japão. Apesar de não ter suas raízes no Brasil, pode ser perfeitamente cultivada no nosso país, sem perder as suas qualidades e sua beleza.

Trata-se de um arbusto ou arvoreta de efeito espetacular, é conhecida por emitir flores muito grandes, na maioria das vezes quando a planta já não apresenta mais folhas, em pleno inverno.

É considerada como uma arvoreta porque possui um caule lenhoso muito ramificado, que se inicia bem próximo ao chão, mesmo sem elas, a planta é linda e uma ótima opção para ornamentação de um jardim.

As flores também podem aparecer em outras ocasiões, e não só no inverno, em determinadas regiões, porém, elas surgem em menor quantidade e com a planta mais cheia de folhas.

A sua copa tem a forma arredondada e possui um crescimento muito lento, porém a sua altura pode chegar a 25 m. As suas flores são fechadas e possuem o formato de uma tulipa, fazendo um belo efeito ornamental, com pétalas densas nas cores rosa, violeta ou branca.

Magnolia liliflora
Como cultivar
Em primeiro lugar é preciso saber em quais regiões o seu desenvolvimento é melhor. Obviamente, assim como a maioria das plantas, a magnólia prefere determinado clima, encontrado em determinada região.

Ela cresce melhor em regiões onde o frio do inverno é mais ameno, isto é, no caso do Brasil, nas regiões Leste e Sudeste. A magnólia é uma planta que gosta de sol e para cultivá-la é necessário ter um solo fértil com composto orgânico e que seja bem drenado.

Para fazer a propagação é necessário usar a estaquia de ramos e deve ser feita na primavera. Ela poderá ser podada para dar a forma que mais gostar.

A magnólia pode ser a “estrela” principal do jardim quando surgem as flores. Por isso, ela é muito usada para decoração e nos projetos. Porém, ela não recomendada para ser cultivada em gramados como uma planta isolada.

Não porque ela não possa ser plantada nesse contexto, mas que nesse caso ela perde um pouco da beleza das suas flores e folhas. Uma das melhores maneiras de usar a magnólia no jardim é colocá-la com um conjunto de folhagens verdes com folhas das mais diversas épocas.

Dessa forma, podemos combinar a cor das flores da magnólia com as cores de outras plantas, uma que sempre dá um efeito visual maravilhoso é quando é feito com as azaléias.

Além de toda a sua beleza, a magnólia exala um perfume agradável, uma coisa a mais que a torna ainda mais especial do que outras plantas, que são somente belas.

magnolia-grandifloraMagnolia grandiflora

Existe também um segundo tipo de magnólia, a magnólia glandiflora, que têm flores brancas e é cheia de folhas. As pétalas dessa tipologia de magnólia são bem abertas e a tonalidade delas fica entre a cor branca ou a cor creme, porém também podem ser encontradas nas tonalidades púrpuras.

O que há de comum entre a espécie de magnólia glandifora e magnólia liliflora é exatamente a época de floração, isto é, de quando aparecem as flores. Em ambos os casos, elas aparecem no inverno, quando o caule perde todas as folhas. É como se a folhagem desse lugar as flores.

Como foi mencionado acima, essa planta só cresce forte quando plantada em solo fértil. De preferência, ele deverá ser fortificado com matéria orgânica. Além disso, é necessário que esse solo seja permeável e tenha a tendência a ter alcalinidade. O solo mais indicado, com essas características é o solo areno-argiloso.

Por se tratar de uma arvoreta forte e vigorosa, a magnólia precisa de espaço uma da outra, para que o crescimento da copa e das raízes aconteça sem problemas.

magnóliaMagnolia liliflora

Uma das indicações da jardinagem para o plantio da magnólia é que ele seja feito junto com outros arbustos não decíduos. O projeto paisagístico perfeito para esse tipo de planta é aquele onde há a predominância do verde. Isto porque no inverno os galhos da magnólia não vão dar o efeito visual deslumbrante que pode ser observado em outras épocas do ano.

A planta aprecia sol e que plantá-la num local correto a fará uma bela planta, linda e saudável.

Essa não é uma planta para ser cultivada em regiões de frio intenso, mas sim frio ameno.

No inverno elas ficam muito floridas, mas não basta plantar magnólias e deixar para lá, é necessário fazer uma limpeza das plantas quando elas são adultas, isto é, as podas com regularidade, que são: as podas de formação (retirada de galhos fracos) e as podas de contenção

Elas podem ficar sem nenhuma folha no inverno, isso não quer dizer que ficando assim elas estão mortas ou prestes a morrer. Até porque, mesmo sem as folhas, a magnólia se mantém bonita e muito vistosa, pois o seu tronco é imponente. É de cor acinzentada e não reto, mas com curvas sinuosas, e as vezes as flores permanecem nele.

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A cravina barbatus é uma espécie de Dianthus nativa das montanhas do sul da Europa, do leste dos Pirineus aos Cárpatos e Bálcãs.

É uma herbácea bianual ou perene de curta vida, podendo às vezes durar o terceiro ano. Dependendo da variedade pode alcançar 30 a 75 cm de altura, dependendo da variedade. As flores são produzidas em densos cachos (até 30 flores) e possuem um forte aroma, parecido com o do cravo-da-índia.

Ela foi introduzida ao norte da Europa no século XVI e mais tarde na América do Norte e demais países, e acabou de naturalizando em diversas áreas.

A propagação é feita através de sementes. A temperatura ideal fica em torno de 15°C a 20°C. Não enterrar, pois a luz ajuda a quebrar a dormência, germinação em 5 a 10 dias. As sementes consideradas anuais (que florescem e morrem em um ano) podem ou não cumprir o prometido, dependendo da variedade e de como elas reagem ao clima local.

A cravina barbatus é fácil de cultivar e manter, mas pode precisar ser replantada após um ou dois anos, já que ela raramente sobrevive mais tempo.

Devido à grande variedade de cravina barbatus e a seus diferentes métodos de cultivo, você pode obter informações conflitantes sobre quando essas flores surgem e quanto tempo elas duram.

As variedades bienais florescem no segundo ano e morrem. Supõe-se que as variedades perenes produzam flores ano após ano, mas a cravina barbatus perene costuma levar dois anos para produzir flores e com frequência morre antes de florescer uma segunda vez.

O cuidado certo com a cravina barbatus perene aumenta a chance de produção de novas sementes conforme descrito na seção sobre como cuidar dessa planta.

Para que a cravina barbatus floresça em um ano, adquira mudas ou plantas adultas no outono ou na primavera. Confirme com cultivador se a planta vai florescer no ano corrente antes de levá-la para casa, já que algumas mudas podem não florescer até o segundo ano.

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Decida quando plantar
As sementes da cravina barbatus são suficientemente resistentes para sobreviver à maioria dos invernos e podem ser plantadas no outono ou no final da primavera para florescer 12 a 18 meses depois.

Se as plantas já começaram a crescer ou se você estiver preocupado com um inverno rigoroso, é possível manter as plantas em vasos em casa e, mais tarde, transplantá-las no exterior no início da primavera. Quando as mudas tiverem de seis a oito semanas, elas serão transplantadas com facilidade, com pouco risco de sofrer danos.

Encontre uma área com boa luz solar, mas temperatura amena
A planta cresce mais rápido debaixo do sol, mas se adapta melhor a climas frios. O ideal é que ela receba de quatro a cinco horas de luz solar direta por dia, mas plantá-la na sombra é uma opção inteligente se você mora em área de clima quente.

Verifique o solo
A cravina barbatus prefere solo rico, solto e bem drenado. A água deve ser drenada com rapidez pelo solo e nunca empoçar sobre terra compacta e dura. Como alternativa você pode revolver o solo existente e suplementá-lo com terra de vaso para fornecer mais nutrientes. Embora não seja preciso testar o pH do solo para cultivar a cravina barbatus, você pode ajustar o pH para que seja levemente alcalino (cerca de 6,75) caso já tenha um kit de jardim de medição de pH.

Os kits de medição de pH de solo de jardim encontram-se disponíveis em lojas de jardinagem ou online. Repetimos que essa não é uma ferramenta obrigatória para cultivar a cravina barbatus, que é bastante adaptável quando se trata de pH do solo.

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Plante as sementes
Plante a cravina barbatus na primavera ou no verão. Coloque-a na superfície e cubra-a com 0,6 cm de solo ou cave uma trincheira com essa profundidade e a preencha com terra depois de plantar as sementes. Espace as sementes 15 cm em circunstâncias ideais para reduzir a chance de transmissão de doenças e apodrecimento. Se você não tiver todo esse espaço, pode agrupá-las mais perto umas das outras, mas, nesse caso, tome cuidado especial para não regar em excesso.

Se estiver transplantando mudas, basta transferir o solo em torno das raízes para um buraco que tenha duas vezes a largura da bola de solo e preenchê-lo. Tome cuidado para não enterrar o caule da muda; a planta deve ser enterrada no mesmo nível em que estava antes.

Regue depois de plantar
As sementes e mudas de cravina barbatus se beneficiam de rega imediata após o transplante, mas tome cuidado para não encharcá-las com mais água do que o solo é capaz de drenar. As mudas transplantadas devem ser mantidas em solo úmido, mas não encharcado, por alguns dias.

Quando elas estiverem estabelecidas e recuperadas de qualquer debilidade que possa ocorrer, cuide delas conforme descrito na seção de cuidados.

Cuidando da Cravina barbatus
Mantenha o solo ao redor das mudas levemente úmido. Quando a planta está madura e não cresce mais, a maioria das variedades não requer mais rega, exceto durante o tempo quente. Como ocorre com qualquer planta, regue com mais frequência se ela parecer debilitada ou se o solo ressecar.

A cravina barbatus pode apodrecer se exposta a muita umidade, portanto tenha cuidado para não regar em excesso. O solo não deve nunca estar encharcado ou ter poças d’água.

Se quiser incentivar o crescimento e florescimento mais rápidos, aplique um fertilizante para fins gerais ao solo uma vez a cada 2 a 4 semanas durante a época de crescimento (primavera e verão, quando o crescimento e a floração são notáveis). Siga as instruções sobre o fertilizante específico com cuidado para evitar queimar ou deteriorar a planta.

Borrife um inseticida inespecífico nas plantas jovens a fim de evitar doenças. A cravina barbatus é suscetível a nematóides. Se observar a presença de reumatóides, que parecem vermes redondos e minúsculos, use um fungicida nas plantas de acordo com as instruções do fabricante.

Observação: se você planeja comer as flores da cravina barbatus ou servi-las a um animal doméstico, não as trate com qualquer tipo de pesticida.

A cravina barbatus costuma florescer durante o final da primavera ou início do verão e depois perde suas flores com o calor do verão. Quando as flores da cravina barbatus tiverem secado, puxe-as com cuidado e descarte-as. Essa atitude incentiva o crescimento de novas flores e impede que a planta derrame sementes caso você deseje controlar o jardim.

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Multiplicação
Se você cuidar da cravina barbatus corretamente e a variedade for adequada ao clima, há grande possibilidade de que ela semeie o jardim com uma nova geração antes de morrer. Se você quiser uma grande área dispersa dessa planta no jardim, basta deixar as flores amadurecerem, morrerem e derramarem as sementes sem ajuda.

Algumas variedades da flor são híbridas de várias plantas e podem produzir sementes que se desenvolvem em plantas com aparência ou características diferentes da planta mãe.

No meio ou ao final do verão, depois que as flores morrem, elas formam vagens de sementes marrons secas. Remova-as quando as vagens estiverem se abrindo e quase liberando as sementes. Sacuda essas vagens em um recipiente para retirar as sementes pretas em forma de disco a fim de plantá-las no outono ou na primavera.

Depois que as sementes forem derramadas ou depois que você colhê-las, corte as vagens de sementes no caule. Em geral, a cravina barbatus gasta muita energia produzindo sementes para continuar a crescer outro ano, mas a remoção das vagens aumenta as chances de outro florescimento.

Se você tiver sorte de conseguir uma cravina barbatus que sobreviva mais de um ou dois anos, ela pode se tornar bem grande. No outono ou no início da primavera, antes que o crescimento comece durante a estação, corte uma das hastes mais largas perto da base usando uma tesoura ou uma faca limpa. Essas mudas podem ser plantadas para formar novas plantas, embora você talvez precise apoiá-las em uma estaca para mantê-las eretas.

Mantenha-as em uma área quente e úmida longe da luz do sol para impedi-las de secar. Alguns dias embaixo de um saco plástico transparente ou de um recipiente podem ajudar a criar as condições de umidade necessárias.

Dicas
* As flores de cravina barbatus são comestíveis, embora outras partes da planta possam ser perigosas de ingerir. Não coma flores cultivadas com pesticidas, próximas a estradas ou em áreas de acesso público.
* No cultivo da cravina barbatus, não costuma ser necessário usar composto ou cobertura vegetal, que pode manter excesso de umidade no solo caso você regue muito.

Avisos
*
A raiz da cravina barbatus tende a apodrecer. É melhor regar pouco do que em excesso, a menos que você note debilidade ou manchas marrons.
* As folhas da cravina barbatus podem ser tóxicas, especialmente para crianças e animais domésticos. Entre em contato com o centro de controle de venenos ou com um veterinário imediatamente se suspeitar que um membro da sua família ingeriu folhas da cravina barbatus.

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As plantas da espécie das trepadeiras são muito utilizadas por paisagistas e decoradores para dar um toque de beleza e natural aos jardins a alguns tipos de ambiente devido as suas características ornamentais, pois essas plantas apresentam naturalmente uma grande beleza e praticidade de cultivo, o que as tornam quase que essenciais para serem usadas com fins paisagísticos em jardins.

Assim, também acontece com a planta trepadeira chamada Estefânia, conhecida de forma popular por sino de catedral (devido ao formato de suas flores).

A Estefânia é uma espécie de planta pertencente a família das Polemoniaceae (família de plantas angiospérmicas – plantas com flor).

A Estefânia é uma planta oriunda do México e é popularmente conhecida como Cobéia, Sino-de-catedral e Sino-de-convento. Ela é uma planta tipicamente de clima tropical, porém se adapta com facilidade a outros tipos de clima.

Trata-se de uma espécie de trepadeira tropical e de textura semi-lenhosa, que apresenta um crescimento rápido, vigoroso e forte, possuindo um ciclo de vida perene (são plantas que possui ciclos de vida longos, permitindo que a planta sobreviva por mais de dois anos).

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A Estefânia é um tipo de trepadeira que apresenta um caule muito ramificado, e o seu caule pode medir algo em torno de 1,0 (um) a 3,0 (três) m de comprimento.

A planta apresenta uma folhagem longa e um crescimento escandente (planta que cresce emitindo os seus novos brotos para cima, de forma que possa subir por arvores, etc. em direção à luz).

Apresenta gavinhas (estrutura com função de agarrar ramos, folhas, galhos que sirvam de apoio para a planta que se encontra em crescimento) na base de suas folhas, e através delas a Estefânia consegue se sustentar. As suas folhas apresentam uma coloração verde escura, e são formadas por até seis extremidades em forma de penas alternadas de forma bem harmônica na planta.

Entre as folhas da surgem os frutos, em formato de cápsula, no entanto não são comestíveis e trazem um grande numero de sementes que facilmente se propagam, sendo uma das formas de reprodução da planta.

As sementes possuem um tamanho grande e são aladas (sementes que facilmente se espalham com o auxilio do vento), e se propagam de maneira tão fácil e rápida (levam de 04 a 14 dias para germinarem).

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A Estefânia é considerada como uma planta invasiva ou invasora (planta considerada indesejada por atrapalhar o cultivo de outras espécies de plantas).

Possui um cálice vasto e espaçoso, de coloração esverdeada, aberto em quatro e estriado e a corola possui um formato de sino, que aparece inicialmente com a coloração esverdeada e aos poucos vai ficando com a coloração roxa, verde arroxeada, cremosa, branca e púrpura de acordo com o tempo de vida útil da planta.

Por ter flores em formato de sino, são conhecidas como sino de catedral e sino de convento, normalmente florescem no verão e na primavera e levam em média 120 dias para o florescimento.

Cultivo da Estefânia
essa é uma planta que pode ser cultivada sob o sol pleno quando ela for plantada em locais com temperaturas mais amenas e frias (frio sub tropical), ou quando plantada em locais que apresentem o clima mais quente ela será cultivada à meia sombra.

Precisa ser cultivada em um solo que seja fértil e apresente uma boa condição de drenagem. É interessante que o solo seja enriquecido com a utilização de material orgânico, como o esterco (pode ser bovino ou de aves), e fazendo a cada dois meses um reforço na adubagem. Além disso, a Estefânia precisa ser regada regularmente.

Devido ser uma planta de características de clima tropical, ela não suporta clima extremamente frios ou geadas.

Devido às suas características a Estefânia pode precisar de um suporte para que o seu crescimento aconteça de forma normal. Ela é uma planta que possui um grande valor ornamental para ser cultivada em jardins, no entanto, também pode ser cultivada em vasos e jardineiras, desde que sejam devidamente sustentadas e podadas, servindo como ornamentação em uma treliça ou parede.

Devido a sua força, beleza e vigor, a Estefânia também pode ser usada de forma que cobertura para caramanchões, cercas, grades, pergolados e inclusive arvores de grande porte.

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A Estefânia se propaga basicamente de 03 (três) maneiras:
1 – Através das sementes que caem dos frutos e se propagam com extrema facilidade;

2 – Por estaquia – que é um método de reprodução assexuada das plantas, que se baseia em plantar estacas (feitas de caules e raízes com folhas) que são postos em locais úmidos para que se desenvolvam novas plantas;

3 – Por alporquia – que é um método de reprodução assexuada das plantas que se baseia em incentivar o crescimento de raízes secundárias em um ramo, caule ou raiz da planta. Normalmente essas raízes secundárias ficam envoltas em um saco plástico, e após o crescimento dessas raízes, elas são destacadas e plantadas em outro local para que assim surja uma nova planta.

Utilização no paisagismo
A Estefânia é uma planta muito usada com efeitos paisagísticos devido a sua grande beleza e características ornamentais. Como ela é uma planta vigorosa e forte, ela é indicada para fazer a cobertura de estruturas fortes e grandes, como exemplo: muros, pérgolas, caramanchões e árvores.

Apesar de poder ser cultivada em vasos e treliças, a Estefânia é uma planta forte e vigorosa, e acaba ficando desproporcional para essas estruturas mais delicadas. Por isso, é necessário que seja feita uma ramagem, para que a planta cresça com o direcionamento desejado e fique bem fixada ao suporte que a pessoa deseje.

Além de ser uma planta muito bela, as flores da Estefânia possuem um saboroso aroma almiscarado, o que atrai abelhas e borboletas para próxima de si, o que dá um ar mais belo a planta.

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A flor-de-cetim é uma planta originalmente dos Estados Unidos e está entre as espécies pertencentes à família Onagraceae, um tipo de planta com ciclo de vida anual e que pode ser cultivada em diversas regiões ao redor do mundo, contanto que seja cultivada sob as condições corretas de solo e umidade.

Dependendo da região onde é cultivada, ela pode mudar de nome. Algumas outras denominações populares para flor-de-cetim são: godetia e clárquia.

As flores dessa planta são muito bonitas, bem parecidas com as orquídeas. A sua textura é bem herbácea o que faz da flor-de-cetim seja extremamente delicada e muito charmosa.

A planta é tipicamente uma planta de clima montanhoso, pois ela é encontrada, mais precisamente, nas colinas costeiras e nas montanhas do seu lugar de origem. Com isso podemos concluir que a flor de cetim se adapta muito melhor a temperaturas mais frias.

Por isso a sua aparência tão delicada, mas se desenvolve muito bem em diversos climas e regiões. Aqui no Brasil ainda é uma espécie de planta muito rara, então que tal começar a cultivar a flor-de-cetim hoje mesmo e deixar a planta mais popular por nossas terras?

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Características da flor-de-cetim
Com o caule ereto ou rasteiro, a flor-de-cetim cresce até 1 m em seu tamanho máximo e 40 cm em seu tamanho mínimo. Esse tamanho pode variar de acordo com a variedade da sua espécie. A melhor época para a flor-de-cetim florescer  é durante o verão onde flores solitárias vão brotando ou no máximo em alguns pequenos grupos.

São flores bem grandes e suas cores podem variar entre o rosa, o branco, o vermelho ou o roxo.  Elas também podem se apresentar em degrade mesclando as cores citadas acima. Uma das maiores características da flor-de-cetim é que elas se fecham no período da noite e retornam a abrir no período da manhã.

Seu fruto possui uma forma de cápsula bem seca e composta por uma quantidade considerável de sementes.  A planta é ideal para ser cultivada diretamente ao solo, mas também responde bem aos cultivos feitos em vasos, para serem usadas como enfeites de áreas internas, varandas e pátios de casas ou apartamentos.

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Os climas ideais para cultivar a flor-de-cetim é o mediterrâneo, o oceânico, o subtropical e o temperado. Ao plantá-la, a mantenha sempre sob o sol pleno ou a meia sombra para que ela se desenvolva da melhor forma.

O solo deve estar sempre bem fertilizado, bem drenado e enriquecido com matéria orgânica para que a planta receba bem todas essas vantagens e floresça bem.  Sendo irrigada regularmente conseguirá mantê-la facilmente.

Os climas mais amenos sempre ajudam a desenvolver melhor a planta, mas ela também consegue ser bem cultivada em regiões litorâneas, contanto que não fique totalmente exposta ao sol. A flor-de-cetim tolera muito bem salinidade e alguns curtos períodos de estiagem assim como solos um pouco alcalinos.

A reprodução da planta é feita por sementes encontradas com muita facilidade nos pequenos frutos que brotam dessa planta. Para plantar, é preciso fazer uma cova de tamanho aproximado de uma mão fechada e inserir algumas sementes.

A terra que recobrirá essa região deve ser muito bem adubada como foi indicada mais acima, para que a planta receba bem esses nutrientes assim que começar a germinar.  O espaçamento não precisa ser grande e pode ser plantada todas juntas, pois isso irá favorecer a sua floração. A melhor época para começar a cultivar é no outono, inverno e no início da primavera.

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Doenças
A flor-de-cetim é muito delicada e isso a deixa bem vulnerável a alguns problemas comuns em plantas. Essas doenças aparecem na maioria dos casos devido à falta de cuidados ou os cuidados reduzidos. O oídio é um desses problemas que é um fundo que absorve todos os nutrientes da sua planta e caso não seja identificado cedo e seja usado métodos que o combata, certamente a planta morrerá.

Ele causa uma camada esbranquiçada na planta, principalmente nas folhas. Apesar de ser um fungo mais comum em plantas lenhosas, ele pode ser absorvido por outros tipos, principalmente através do contato com plantas já infectadas.  É um fungo que gosta de locais úmidos, portanto atente-se sobre esse fator e observe bem a flor-de-cetim.

Também pode ser encontrado outro problema que são manchas nas folhas. Essas manchas acontecem geralmente devido a infecções de bactérias. Essas manchas são geralmente amarelas e sempre no corpo das folhas ou nas veias. Elas  aparecem a partir da água provavelmente suja ou não ideal para plantas. Observe sempre as condições da água que será colocada para as regas da planta.

Existem outros problemas que são naturais e causados pela deficiência de algum componente que posam ser colocados na planta. Por exemplo, manchas amareladas ou marrons nas pontas das folhas da sua planta são geralmente devido à água fria demais que está sendo usada nas regas. O correto é sempre usar água em temperatura ambiente. A rega mal feita pode causar alguns danos à planta, mesmo sendo essencial para sua sobrevivência. O correto é colocar exatamente o que ela vai precisar para se desenvolver bem.

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Planta originária da Ásia – China, Coréia e Mongólia e pertencem à família Caryophyllaceae.

A Cravina é uma planta herbácea, anual, com 30 a 40 cm de altura. Ela possui flores solitárias, simples, de cores vermelhas, róseas, arroxeadas, brancas ou com mesclas de cores.

Sua principal característica são as pétalas largas com bordas serrilhadas, presentes nas suas flores, que geralmente surgem no verão. As mini-rosas são as plantas ideais para acompanhá-las nos jardins.

É muito utilizada em jardins, em maciços e bordaduras, criando um efeito campestre. Seu uso em ambientes internos é muito restrito, devido à necessidade de sol direto.

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Como cuidar
É uma planta fácil de cuidar e pode ser cultivada em jardins, vasos e jardineiras. Suas flores, além de serem muito bonitas, são geralmente perfumadas, e podem ser usadas como flores de corte. As flores da cravina geralmente têm uma agradável fragrância.

A cravina cresce bem em sol pleno em locais mais frios, e prefere locais com sombra à tarde em locais mais quentes. É uma planta que aprecia o frio da região sul, mas várias cultivares são tolerantes a altas temperaturas.

É ideal que o solo seja mantido sempre levemente úmido, mas é uma planta relativamente resistente a curtos períodos de seca.

Na realidade, a planta pode durar mais de 1 ano, mas devemos tratá-la como anual, renovando os canteiros todos os anos para que ela fique sempre bonita.

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Como reproduzir
Multiplica-se por sementes, que devem ser postas para germinar no período do outono-inverno, para florescerem nos meses de inverno e primavera.

A germinação deve ocorrer em torno de 7 dias. Transplante ao local definitivo de 18 a 25 dias após a germinação.

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Também conhecida como lofantera a chuva-de-ouro é uma árvore considerada ornamental decídua, de uma bela floração, esta que é composta de belos cachos pendentes com uma floração dourada.

Possui um porte médio de crescimento, atingindo em torno de 5 a 10 m de altura. Possui um tronco bastante elegante, apesar de ser um pouco tortuoso, podendo ser de característica simples ou múltipla, conta com uma casca cinza esverdeada.

É importante salientar que a sua copa é arredondada, contando com um tamanho de mais ou menos 4 m de diâmetro. Normalmente a planta possui uma copa em formato cônico ou ainda piramidal. Seus ramos possuem uma coloração em tons azuis claros, estriados e pequenos calos avermelhados.

Características da chuva-de-ouro
A planta conta com uma série de cicatrizes foliares que são bastante aparentes, e as folhas deverão aparecer em coloração verde escura, glabras, simples e ainda com nervuras bem marcadas.

As suas flores são amarelas, e se reúnem em inflorescências pendulares. Seus frutos surgem como tipos de cápsulas e tem uma floração que acontece do mês de março a agosto.

Esta planta possui uma grande utilização paisagística, e conta sempre com uma aparência espetacular quando está florida. A planta ainda apresenta um crescimento bastante moderado sendo bastante adequada para a realização do plantio isolado ou também em grupos, procurando assim embelezar tanto parques como jardins, fazendo parte ainda de suas áreas degradadas, e ainda principalmente se estiverem próximas aos rios e também lagos.

A sua madeira possui uma coloração de mediana a escura, além de alaranjada e compacta, comumente utilizada para construção civil, além de marcenaria e ainda carpintaria.

Lophantera lactescens
Este tipo de planta deve ser cultivado em sol pleno, fértil, úmido além de enriquecido com matéria orgânica. É uma planta considerada tipicamente tropical e ainda não se desenvolve bem nos climas mais frios, se multiplica através de sementes.

A chuva-de-ouro sendo plantada de forma isolada ou também em pequenos grupos é um centro da atenção no seu jardim, durante toda a sua floração.

Além disto, no resto do ano a planta não fica para trás, já que oferece uma boa sombra fresca apesar de não ser muito densa. É uma planta que inclusive pode ser cultivada nas calçadas já que não tem raízes consideradas agressivas.

Como cultivar
Esta é uma planta que precisa ser cultivada através de sol pleno, além de solo fértil, que seja enriquecido de matéria orgânica e seja irrigado de forma regular.

A chuva de ouro também se adapta bastante em climas considerados subtropicais e tropicais de montanha. Assim que ela estiver com a sua plantação bem estabelecida este tipo de planta tem uma grande capacidade de tolerar grandes períodos de estiagem.

Este tipo de plantação se multiplica através das sementes, estas que precisam passar por um processo de quebra de dormência para que exista uma melhor germinação.

Este processo pode ser feito através de uma extração física das sementes ou ainda um processo de imersão em uma solução de ácido sulfúrico por no máximo 20 min.

Com este processo serão disponíveis sementes para plantar, e elas então deverão ser deixadas de molho na água por algumas horas ou de um dia para o outro antes de ser realizado este plantio.

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Decorando com a chuva-de-ouro
A chuva-de-ouro é uma planta bastante simples e também muito delicada. Suas pequenas flores de coloração amarela deverão servir principalmente de complemento para decorar buquês, utilizar em decorações, ou ainda ser utilizada em buquês de noiva. A sua beleza é bastante exposta.

Uma dica interessante é que esta planta se adequa muito melhor nos vasos que possuem uma boca estreita, devido aos formatos de seu caule. Precisa de umidade, por isso pode ficar em vasos de planta com terra para planagem e arranjos que durará por muito tempo.

Por ser uma planta que chama muito a atenção, até hoje ela possui destaque no mercado de floricultura e também de chás, a chuva-de-ouro – Lophantera lactescens -, pode ser encontrada já em floração, em brotos ou até mesmo em sementes para plantação, assim que cultivada ela irá germinar facilmente, pois se adapta ao terreno desde que não seja ácido, e com isto dentro de no máximo um ano aparecerão as bonitas flores coloridas no jardim.

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