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Conhecida popularmente como uva rosa devido a sua aparência que lembra um cacho da fruta no tom rosado, a Medinilla magnífica é uma planta que pertence a família Melastomataceae e é originária das Filipinas.

É uma planta do tipo arbustiva e semi-lenhosa que apresenta um florescimento tido como ornamental. Os ramos dessa planta têm o formato quadrangular, são eretos e são pouco ramificados. Já as folhas dessa planta são sésseis, grandes, opostas, cerosas, brilhantes e apresentam um tom verde-escuro, as suas nervuras são claras em contraste bem marcado.

Durante a primavera e o verão as inflorescências aparecem, elas são longas e pendentes podendo atingir até 30 cm de comprimento, tem brácteas e flores rosas. As flores aparecem dispostas em cachos e lembram muito a aparência de um cacho de uva.

Pode ser cultivada isolada ou então em grupos. Essa planta é bastante indicada para compor conjuntos com outras plantas tropicais como as helicônias, gengibres e alpínias, por exemplo. Trata-se de uma planta que chama a atenção e também tem um visual exótico e raro.

Como cresce bem lentamente essa planta não exige muitos cuidados de manutenção e nem muitas podas. Nas Filipinas, de onde são originárias, essas plantas podem ser encontradas epífitas, ou seja, vivendo sobre árvores.

A planta possui vida longa e que são bem comuns durante as épocas de verão e primavera além de ter uma vida muito longa. Com suas lindas flores rosa essa planta realmente se destaca e dá um belo colorido ao jardim. Trata-se de uma planta que realmente tem uma aparência exótica, mas pode ficar bem interessante no seu jardim também.

Para que for cultivá-la deve estar preparado para manter cuidados especiais de cultivo, para começar atente para o solo que deve ser fértil, para isso mantenha o mesmo úmido e de preferência enriquecido com material orgânico.

Para evitar que a planta venha a ficar encharcada é importante que o solo tenha uma boa drenagem. O cultivo deve ser feito a meia sombra, porém, é necessário que passe um período de pelo menos umas 4 horas recebendo luz. O período de luminosidade pode acontecer tanto pela manhã quanto a tarde.

Nesse momento de cultivo você poderá escolher se deseja que a planta seja cultivada sozinha ou então em conjuntos com outros tipos de plantas, como já dissemos acima ela fica mais interessante junto com plantas tropicais. Uma dica para quem vai cultivá-la no jardim é deixá-la em algum ponto em que haja sombra, mas em que o sol bata em algum momento do dia.

Uma característica bem interessante da Medinilla é apreciar a umidade do ambiente o que torna possível cultivá-la no litoral ou mesmo em estufas que sejam úmidas. Quem preferir poderá manter essa planta dentro de casa também desde que respeitando a sua necessidade de umidade.

Adubação
Para que essa planta seja estimulada a florescer na primavera e no verão é importante que receba adubações orgânicas mensais nesse período. Assim a Medinilla será estimulada a apresentar folhagem vigorosa e florações intensas. A sua multiplicação é feita por sementes ou estacas.

Se for fazer o cultivo da Medinilla em vasos prepare duas partes de um composto orgânico, uma parte de terra comum de jardim e uma parte de terra vegetal. Para conseguir floradas bonitas e com folhas bem viçosas a dica é apostar na adubação. Para quem vai comprar o adubo em lojas de jardinagem ou supermercados a dica é apostar numa fórmula NPK 04-14-8.

Basicamente o fósforo em maior quantidade ajuda no crescimento e florescimento da planta. Para as plantas cultivadas em vaso a dica é colocar de uma a três colheres de sopa de adubo, porém, sempre com o cuidado de ficar longe do caule. O adubo deve incorporar levemente ao solo, regue logo em seguida.

Dentre os cuidados que devem ser mantidos com a Medinilla estão evitar cultivá-la num clima de frio muito intenso, pois essa planta é intolerante. O substrato deve ser mantido sempre úmido, porém, nunca encharcado, pois isso pode acarretar no apodrecimento das raízes dessa planta.

Soluções para os problemas
Alguns problemas podem acometer o seu exemplar de Medinilla magnifica, a seguir listamos alguns dos mais comuns e quais são as soluções para cada um. Confira essas dicas e evite que as suas plantas sofram e percam a sua beleza.

Folhas amarelas
Quando as folhas da Medinilla magnifica ficam amarelas é sinal de que está faltando a luminosidade adequada, as regas não estão sendo feitas na quantidade certa e/ou faltam nutrientes no seu substrato. As soluções são simples observe a luminosidade e se for menos de 4 horas por dia mude a planta de lugar, se for a rega dê mais atenção a isso e se for a falta de nutrientes fertilize ou então faça um replante.

Pétalasque caem prematuramente
Esse problema pode ser decorrência de um substrato muito seco, baixa umidade ou mesmo pela falta de luz. Problemas fáceis de resolver também, pois você pode tocar o substrato para saber quando ele está seco, depois é só regar.

Folhas e caules flácidos
Essa característica pode ser consequência de falta de rega ou umidade muito baixa. Ambos são resolvidos com regas na medida certa.

Folhas ou pontas marrom ou pretas
Quando a Medinilla está ao ar livre isso pode resultado do frio muito intenso, também pode ser um problema causado pelos níveis de umidade que se encontram muito baixos. A dica é fazer névoa na planta todos os dias.

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Não é porque você não tem um jardim que não poderá cultivar uma Hortênsia. Você pode muito bem desfrutar desse arbusto agradável, com flores lindas e coloridas na sua varanda, deck ou pátio, pois várias espécies de hortênsias crescerão em vasos. Quando plantadas em recipientes elas requerem apenas um pouco mais de esforço do que as plantadas no solo, porém suas flores também ficarão bonitas.

Como tê-las em vaso:
Compre uma hortênsia em um viveiro local ou estufa. Escolha uma variedade pequena que seja adequada para plantar em um recipiente. Os profissionais experientes do viveiro ou da estufa serão capazes de aconselhá-lo sobre as hortênsias que se desenvolvem bem em vasos e quais as mais adequadas para o clima de sua região;

Escolha um vaso grande e forte ou outro recipiente para a hortênsia. Esse vaso deverá ter um furo de drenagem e ter, no mínimo, 5 a 10 cm de altura e largura do que o recipiente original comprado em um viveiro;

Coloque vários centímetros de terra de envasamento no fundo do vaso. Incorpore na terra um fertilizante granulado para hortênsias. Leia o rótulo para saber a quantidade de produto que deverá aplicar;

Retire a hortênsia do vaso que adquiriu no viveiro e coloque-a no centro do novo recipiente. Ela deve ser plantada com a mesma profundidade em que estava no vaso original, por isso acrescente mais terra de envasamento no fundo se for necessário;

Acabe de preencher o recipiente com terra de envasamento, adicionando-a gradualmente. Quando essa terra estiver aproximadamente a 7,5 cm do topo do vaso, espalhe 5 cm de serragem de casca sobre a terra. Essa serragem tornará o vaso agradável, assim como impedirá a terra de secar;

Irrigue a hortênsia. A terra de envasamento deve ficar continuamente úmida, mas não encharcada. Os recipientes secam rapidamente, por isso a terra deverá ser verificada todos os dias;

Coloque a hortênsia em um lugar exposto sob luz solar durante as manhãs, mas protegida do sol durante a tarde. A sombra da tarde é particularmente importante em climas quentes. Coloque a hortênsia em um lugar protegido do vento intenso;

Alimente a hortênsia, aplicando um fertilizante líquido formulado para plantas que florescem a cada três ou quatro semanas durante a estação de crescimento. Pare de fertilizar no começo do outono, pois o novo crescimento será mais susceptível ao frio;

Transfira a hortênsia para um abrigo não aquecido ou garagem durante o inverno, pois as plantas colocadas em recipientes ficam mais expostas ao clima frio. Durante o inverno, mantenha a terra de envasamento umedecida e na primavera transfira novamente a hortênsia para ambiente externo.

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Cattleya tigrina
O cultivo natural em orquídeas é um a prática relativamente recente. Baseia-se na utilização de produtos químicos e alternativos existentes na natureza que não agridem o meio ambiente e são atóxicos (na sua maioria) para o homem.

Enquanto no cultivo convencional o objetivo é a eliminação de toda e qualquer praga, deixando um produto o mais “esterilizado” possível à custa de defensivos tóxicos, a cultura orgânica prega a convivência em equilíbrio deste micro-ecossistema, que pode ser um vaso de orquídea ou um orquidário. A intenção não é a eliminação total de todas as pragas e sim fazer com que a planta bem nutrida não sofra com ataques de doenças. Todo ser bem alimentado, forte e saudável é muito resistente. Assim, a idéia é trabalhar para aumentar a resistência da orquídea e não a preocupação exclusiva de controlar os agentes nocivos a ela.

Em síntese, na cultura convencional o alvo dos defensivos são as pragas e doenças de uma forma direta, mas podendo causar danos também à planta, como fitotoxicidade (são as famosas seqüelas de tratamento) e a outros seres benéficos à orquídea. Já na cultura orgânica o alvo do tratamento é a planta em si, visando fortalecê-la para que resista ao ataque de pragas e doenças.

Tudo isso sem mencionarmos o perigo que os defensivos representam para os seres que estão próximos ao orquidário, comoanimais de estimação, crianças, etc.

Procedimento preventivo
O cultivo natural um procedimento mais preventivo do que curativo, isto é, não adianta iniciar o manejo orgânico num orquidário desequilibrado, muito infestado de pragas e/ou doenças. Existem situações em que é necessária uma intervenção com resultados urgentes e em curtíssimo prazo. Nestes casos utiliza-se o manejo convencional como um “tratamento de choque” e, depois, gradativamente, passa-se ao cultivo natural.

Vantagens
Talvez a maior vantagem do cultivo natural seja a consciência da preservação do meio ambiente. Cada vez mais consumidores exigem produtos orgânicos, porque a tendência mundial é aumentar a qualidade de vida. Como nós, orquidófilos, somos amantes da natureza, temos o dever de seguir e divulgar a preservação.

Outras vantagens são:
- Utilização de produtos específicos (seletivos):
Atingem um determinado inseto ou doença, preservando os inimigos naturais das pragas.

- Ausência de efeitos colaterais para a planta:
Quando usamos defensivos químicos convencionais, podemos provocar uma intoxicação na planta (fitotoxicidade). Esta intoxicação pode acarretar desde um atraso no seu desenvolvimento até a sua morte.

- Baixa toxicidade:
Muitos deles são atóxicos. Isto elimina a possibilidade de intoxicação de pessoas e animais, contaminação de substratos e do meio ambiente. Temos que nos lembrar que a maioria dos orquidários está localizada em nossas casas, regiões urbanas altamente povoadas. Imaginem o mal que um agrotóxico poderia fazer em adultos, crianças, animais domésticos em nossa casa e arredores. Muitas vezes nossos vizinhos não conhecem o perigo e por isso não têm como se prevenir disto.

- Forma de resistência:
O produto natural, pela sua própria condição, não favorece o aparecimento de formas resistentes do agente nocivo. São vários os meios para se controlar doenças e pragas em nosso orquidário. No cultivo natural temos a utilização de produtos naturais (como os óleos, extratos, etc.), plantas em associação com as orquídeas, biofertilizantes, armadilhas, controle biológico (inimigos naturais).

- Ácido pirolenhoso:
O ácido pirolenhoso é um biofertilizante obtido através da condensação da fumaça proveniente da queima da madeira. Pode ser usado na correção do pH da água alcalina. Utilizado a uma concentração de 0,2% promove fortalecimento da planta e melhora a floração. (há uma razão, pois a fumaça obtida pela queima de folhas e gravetos, próximo às árvores frutíferas, deixando a fumaça emprenhar no meio de suas folhagens, estimula a dar mais frutos na safra seguinte).

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Trata-se de uma planta que pertence a família Melastomataceae originária das Filipinas. É conhecida popularmente de Uva-rosa, devido a sua aparência que lembra um cacho da fruta no tom rosado.

A Medinilla magnifica é uma planta  arbustiva e semi-lenhosa que apresenta um florescimento tido como ornamental. Os ramos dessa planta têm o formato quadrangular, são eretos e são pouco ramificados. Já as folhas dessa planta são sésseis, grandes, opostas, cerosas, brilhantes e apresentam um tom verde-escuro, com nervuras claras em contraste bem marcado.

Durante a primavera e o verão as inflorescências aparecem, elas são longas e pendentes podendo atingir até 30 cm de comprimento, tem brácteas e flores rosas. As flores aparecem dispostas em cachos e lembram muito a aparência de um cacho de uva.

A planta pode ser cultivada isolada ou então em grupos. Essa planta é bastante indicada para compor conjuntos com outras plantas tropicais como as helicônias, gengibres e alpínias, por exemplo. É de fato uma planta que chama a atenção e também tem um visual exótico e raro.

Pode ser uma excelente opção para montar um jardim contemporâneo e tropical. Como cresce bem lentamente essa planta não exige muitos cuidados de manutenção e nem muitas podas. Nas Filipinas, de onde são originárias, essas plantas podem ser encontradas epífitas, ou seja, vivendo sobre árvores.

AÉ uma planta que possui vida longa e que são bem comuns durante as épocas de verão e primavera além de ter uma vida muito longa. Com suas lindas flores rosas essa planta realmente se destaca e dá um belo colorido ao jardim. Trata-se de uma planta que realmente tem uma aparência exótica, mas pode ficar bem interessante no seu jardim também.

Como cultivar
Quem se interessar de ter uma planta dessa em seu jardim deve estar preparado para manter cuidados especiais de cultivo. A seguir, algumas das regras básicas.
Para começar atente para o solo que deve ser fértil, para isso mantenha o mesmo úmido e de preferência enriquecido com material orgânico.

Para evitar que a planta venha a ficar encharcada é importante que o solo tenha uma boa drenagem. O cultivo deve ser feito a meia sombra, porém, é necessário que passe um período de pelo menos umas 4 horas recebendo luz. O período de luminosidade pode acontecer tanto pela manhã quanto a tarde.

Nesse momento de cultivo você poderá escolher se deseja que a planta seja cultivada sozinha ou então em conjuntos com outros tipos de plantas, como já dissemos acima ela fica mais interessante junto com plantas tropicais. Uma dica para quem vai cultivá-la no jardim é deixá-la em algum ponto em que haja sombra, mas em que o sol bata em algum momento do dia.

Uma característica bem interessante da Medinilla é apreciar a umidade do ambiente o que torna possível cultivá-la no litoral ou mesmo em estufas que sejam úmidas. Quem preferir poderá manter essa planta dentro de casa também desde que respeitando a sua necessidade de umidade.

Adubação
Para que essa planta seja estimulada a florescer na primavera e no verão é importante que receba adubações orgânicas mensais nesse período. Assim a Medinilla será estimulada a apresentar folhagem vigorosa e florações intensas. A sua multiplicação é feita por sementes ou estacas.

Se for fazer o cultivo  em vasos, prepare duas partes de um composto orgânico, uma parte de terra comum de jardim e uma parte de terra vegetal. Para conseguir belas floradas e folhas bem viçosas a dica é apostar na adubação. A dica é utilizar o NPK 04-14-08, facilmente encontrado em lojas de jardinagem ou supermercados.

Basicamente o fósforo em maior quantidade ajuda no crescimento e florescimento da planta. Para as plantas cultivadas em vaso a dica é colocar de uma a três colheres de sopa de adubo, porém, sempre com o cuidado de ficar longe do caule. O adubo deve incorporar levemente ao solo, regue logo em seguida.

Cuidados com a planta
Dentre os cuidados que devem ser mantidos com a Medinilla estão evitar cultivá-la num clima de frio muito intenso, pois essa planta é intolerante. O substrato deve ser mantido sempre úmido, porém, nunca encharcado, pois isso pode acarretar no apodrecimento das raízes dessa planta.

Soluções para os problemas
Alguns problemas podem acometer à sua planta, a seguir alguns dos mais comuns e quais são as soluções para cada um. Confira essas dicas e evite que a sua planta sofra e perca a sua beleza.

Folhas Amarelas
Quando as folhas da Medinilla magnifica ficam amarelas é sinal de que está faltando a luminosidade adequada, as regas não estão sendo feitas na quantidade certa e/ou faltam nutrientes no seu substrato. As soluções são simples observe a luminosidade e se for menos de 4 horas por dia mude a planta de lugar, se for a rega dê mais atenção a isso e se for a falta de nutrientes fertilize ou então faça um replante.

Pétalas que caem prematuramente
Esse problema pode ser decorrência de um substrato muito seco, baixa umidade ou mesmo pela falta de luz. Problemas fáceis de resolver também, pois você pode tocar o substrato para saber quando ele está seco, depois é só regar.

Folhas e caules flácidos
Essa característica pode ser consequência de falta de rega ou umidade muito baixa. Ambos são resolvidos com regas na medida certa.

Folhas ou pontas marrom ou pretas
Quando a Medinilla está ao ar livre isso pode resultado do frio muito intenso, também pode ser um problema causado pelos níveis de umidade que se encontram muito baixos. A dica é fazer névoa na planta todos os dias.

http://www.plantei.com.br/fertilizantes-ct-10-350075.htm=3353

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Renda-portuguesa (Davallia fejeensis)

A Renda-portuguesa é originária da Austrália e pertencente à família Davalliacea, a mesma família das Samambaias.

Suas folhas são muito interessantes: apresentam grande detalhamento nas suas subdivisões e recortes, tornando-a uma planta de textura muito particular e bela.

As variedades mais conhecidas são a plumosa e a robusta. No inverno as folhas da renda-portuguesa tornam-se amareladas e caem, e ela deve ser protegida.

A planta apareceu pela primeira vez nos continentes ocidentais a partir do século XVI onde navegadores começaram a trazer mudas de plantas que inclusive se adaptaram de maneira muito fácil ao ambiente brasileiro, a planta é considerada herbácea e também rizomatosa, possui grandes e longos rizomas repletos de pelos marrons escuros, de onde saem as partes das folhas compostas e finalmente pinadas de aparência delicada.

As melhores formas de cultivar são em ambientes iluminados, porém que não recebam sol direto, a planta poderá ser cultivada no chão embaixo de árvores , que é onde são encontradas em ambientes naturais ou também em vasos ou mesmo jardineiras para interiores.

O solo para cultivar a planta deverá ser riquíssimo em matéria orgânica e por este motivo procure utilizar uma mistura de composto orgânico, turfa e também areia. É possível ainda se utilizar substratos especiais além de organo-minerais que podem ser vendidos em sacos nas agropecuárias, porém se utilizar este material deverá fazer uma mistura com areia para que tenha resultados.

Os vasos utilizados pela planta poderão ser de várias formas como, por exemplo, tipo bacia e largos, apesar disso não precisam ser altos devido aos rizomas realizaram as trocas gasosas pela planta, por este motivo é interessante que fiquem em vasos mais rasos.

Se quiser realizar trocas de vaso procure proteger o furo de drenagem com cascalhos ou mesmo mantas não tecido e também utilize um pouco de areia. Procure a seguir colocar um substrato e plante a sua muda, acrescentando mais substrato apertando de leve para que possa fixar, em seguida regue a planta. Mantenha o substrato que deverá estar levemente úmido.

Como multiplicar a planta
A melhor forma de propagação da planta é multiplicá-las em novas mudas, sendo muito fácil fazer este procedimento, através dos seus caules, que são também chamados de rizomas, estes ficam aéreos, sendo assim possível se ter a partir de um vaso cheio a possibilidade de realizar diversas novas mudas.

Primeiramente procure optar por um rizoma que possa ter pelo menos duas gemas, pois será delas que irão sair as novas mudas, em seguida procure cortar o rizoma que você escolheu e o deixe de lado.

Em seguida procure preparar o vaso que irá receber a muda, jogando primeiramente os cacos de telha para que ocorra uma melhor drenagem de água nas regas das plantas.

A seguir coloque por cima a terra orgânica até que chegue a metade do vaso, em seguida procure jogar por cima um pouco de areia para que não fique compactada e coloque novamente a terra. Procure em seguida misturar esta camada.

A seguir procure colocar o rizoma, ou seja, as raízes sobre a terra levando em conta o cuidado de não o enterrar de forma inclinada, procure o enterrar de forma diagonal para que possa aderir melhor a terra, a seguir procure pulverizar com a terra orgânica de forma que possa cobrir o rizoma de forma bastante suave.

Aproveitando as pontas dos dedos, procure pressionar a terra que está em volta da muda, porém não totalmente somente o que estiver em torno do rizoma. Desta forma você já irá ter uma muda de renda portuguesa pronta para presentear alguém.

Dicas para o cultivo
Evite deixar o seu vaso de renda portuguesa em algum local onde não exista vento, ou suas folhas poderão ficar amareladas ou queimadas;

Uma observação interessante é que a renda portuguesa poderá se adaptar perfeitamente em banheiros, por exemplo, por causa do vapor do chuveiro, elas adoram.

Procure manter o vaso sempre úmido, porém nunca se esqueça de não deixar água parada no pratinho, a dengue continua rondando frequentemente as famílias brasileiras.

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Orquídea Vanda branca

Características muito particulares
Orquídeas não são parasitas. São capazes de sintetizar substancias orgânicas com base em inorgânicas e, portanto, conseguem produzir o seu próprio alimento. Como a maioria das plantas, as folhas das orquídeas contêm um pigmento verde chamado clorofila, essencial para a sua nutrição.

Quimicamente, a clorofila é semelhante à hemoglobina, o pigmento vermelho encontrado no sangue. É este pigmento que, nas plantas, capta a energia do sol. Ao atrair as minúsculas partículas de luz chamadas fótons, uma parte da energia que absorvem é usada para “quebrar” as moléculas de água (H2O) presentes nos tecidos vegetais, separando o oxigênio (O) do hidrogênio (H). O oxigênio é então liberado na atmosfera, enquanto o hidrogênio reage com o dióxido de carbono (CO) existente no ar, convertendo-se em açúcares e amidos, com os quais a orquídea supre uma boa parte das suas necessidades alimentares.

A orquídea em detalhes
Algumas pessoas, quando estão começando a mexer com jardinagem, às vezes questionam: as flores são tão parecidas. A amarilis e o lírio, por exemplo, não são espécies de orquídeas?

A resposta é não. O detalhe que mais caracteriza a flor da orquídea talvez seja a sua coluna, o conjunto formado pelos órgãos sexuais masculino e feminino. Enquanto nas outras plantas estes órgãos são completamente separados, nas orquídeas formam um conjunto único que recebe até um nome diferente: Gonostêmio

Jóias do Reino Vegetal
Além disso, a flor da orquídea tem três sépalas (as peças do cálice) bastante desenvolvidas, que se alternam com igual número de pétalas. São as sépalas que envolvem e protegem a flor em botão, mas, enquanto na maior parte das flores são de cor verde, nas orquídeas tornam-se tão coloridas quanto as pétalas. Uma das pétalas, aliás, é sempre muito diferente das outras duas e recebe o nome de labelo. É desse labelo, sempre mais forte e mais colorido, que exala o perfume destinado a atrair os insetos polinizadores.

Outra curiosidade. Na maioria das orquídeas, o botão floral cresce em posição vertical. Mais tarde, no entanto, ele se deita e faz a chamada ressupinação, um movimento de 180º, destinado a colocar o labelo na posição horizontal – como se fosse uma plataforma ou uma pista de aterrisagem – com vistas a facilitar ao máximo o trabalho dos agentes polinizadores.

Existem alguns gêneros de orquídeas, é verdade, como o Epidendrum e o Hormidium, cujas flores não fazem esse movimento. Por isso mesmo são de dispersão mais difícil, na medida que seus polinizadores precisam fazer verdadeiros malabarismos para visitá-las, descobrir a antera e levar o pólen das políneas para o estigma. Em qualquer caso, se tudo der certo, após a polinização a flor se fecha. Aí, mal comparando, é como se estivesse grávida. O ovário começa a se desenvolver e, muito lentamente, em cerca de um ano, transforma-se num fruto do tipo cápsula, que conterá de trezentas a quinhentas mil sementes.

Sementes diminutas, quase microscópica s, constituídas apenas do embrião, sem nenhuma substância nutritiva de reserva para vir a ser utilizada nas primeiras fases de um eventual desenvolvimento. Em todo caso, são sementes tão leves, que poderão facilmente ser carregadas a longas distâncias pelo vento.

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Begonia

São plantas essencialmente do gênero Begonia, família Begoniaveae. São, de maneira geral, plantas ornamentais de folhagem característica, e ocasionalmente flores atraentes. O gênero begônia inclui mais de 2.000 espécies e híbridos, de aspecto e hábito tão variados quanto o seu número e é impossível enumerá-los todos aqui.

As begônias provêm principalmente da América tropical, de florestas úmidas ou nichos de umidade das savanas, com muitas espécies epófitas ou rupícolas, embora a maioria seja terrestre.

Algumas espécies apresentam tubérculos subterrâneos que as mantêm vivas por muitos anos, embora a parte aérea normalmente pereça no fim de cada ciclo anual. As assim chamadas “begônias tuberosas” são apreciadas por serem plantas duradouras, que podem ser armazenadas em forma de tubérculos fora da terra durante algum tempo para rebrotar na época apropriada. Outras begônias, mesmo sem tubérculos, podem se tornar espécies bastante longevas, sobrevivendo por décadas mantendo seu viço. Quase todas as espécies se propagam por meio de rizomas.

Algumas são apreciadas principalmente pelas flores, outras pelas suas folhas decorativas e outras ainda pelas flores e folhas.

As folhas das begônias são, sem dúvida, o seu maior atrativo. De forma reniformes, incomuns, e usualmente extremamente coloridas, são muito visadas para canteiros sombreados (onde normalmente as espécies mais apropriadas têm folhagem verde-escura

As flores das begônias são pequenas, ornamentadas por brácteas brancas ou coloridas, que se tornam seu principal atrativo. A maioria das espécies possui brácteas pequenas, ou de colorido pálido que, em contraste com a folhagem, perdem seu valor. Entretanto, certas espécies, como Begonia elatior, Begonia cucullata e Begonia tuberosa são avidamente procuradas por suas flores coloridas, que variam do branco ao vermelho.

begonia-elatiorBegonia eliator

Begonia cucullataBegonia cucullata

Begonia × tuberhybridaBegonia × tuberhybrida

As begônias variam em tamanho, desde a muito pequena, rastejante, à de caule forte e ereto de 2,50 – 3 m de altura. Todas apresentam, no entanto, certo número de características comuns.

Com efeito, quase todas têm folhas assimétricas emergindo alternadamente ao longo do caule e tendo por vezes, na sua base, uns apêndices (estípulas). Além disso, como a maioria é originária de florestas tropicais úmidas, onde cresce em locais sombrios, por isso não apreciam luz forte.

Muitas espécies dão flores em cachos com pedúnculos curtos que emergem das axilas das folhas. Como características comuns, possuem flores unissexuadas, isto é, flores masculinas e femininas separadas.

Cada cacho é normalmente composto de flores de um só sexo. As flores masculinas são geralmente mais vistosas, em parte porque as suas pétalas apresentam formas e tamanhos diferentes, enquanto as da flor feminina se assemelham muito. A característica principal da flor feminina é o ovário trilobado, imediatamente atrás das pétalas. As flores femininas, embora murchando ligeiramente, podem durar semanas ou mesmo meses, mas a flor masculina tem tendência para cair dois ou três dias depois de abrir.

Dado que este gênero é muito vasto, considera-se geralmente dividido em grupos baseados nas diferenças ao nível dos órgãos de armazenamento ou de estrutura das raízes destas plantas. Umas têm raízes fibrosas (como a maior parte das plantas). Um segundo grupo é composto por espécies rizomatosas. Um terceiro grupo inclui espécies de raiz tuberosas, logo com órgãos de armazenamento na base do caule.

Os métodos de cultivo variam de espécie para espécie. De maneira geral, são cultivadas em solos orgânicos, bem drenados, protegidas da luz solar direta e de correntes de ar, irrigadas com frequência.

Begônias de raízes fibrosas e rizomatosas – Cuidados
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As begônias de raízes fibrosas e rizomatosas que se cultivam principalmente pela sua folhagem precisam de luz forte, mas sem exposição a sol direto. As que se cultivam pela flor e suportam a luz solar requerem três a quatro horas diárias de sol directo.

- A temperatura ambiente normal de interior é a apropriada para plantas em crescimento ativo. As que têm um período de repouso no Inverno devem ser mantidas a cerca de 16ºC, mas nunca abaixo de 13ºC durante esse período. Todas as begônia são afetadas pelo ar seco. Coloque os vasos sobre tabuleiros com seixos úmidos e pendure um prato com água sob os cestos suspensos.

- Regue moderadamente as plantas em crescimento ativo, permitindo que os primeiros centímetros de terra sequem antes de voltar a regar. Durante o período de repouso invernal reduza as regas, permitindo que a metade superior da mistura de envasar seque entre duas regas consecutivas.

- Aplique um adubo líquido nas plantas em crescimento ativo de duas em duas semanas.

- Para o reenvasamente utilize uma mistura de envasar à base de turfa ou uma combinação em partes iguais de mistura à base de terra e terriço de folhas. Para melhor drenagem, coloque uma camada de 2,5 cm de cacos de barro no fundo dos vasos.

- Na Primavera, reenvase as plantas de raízes fibrosas. Quando a planta atingir um volume dificilmente manuseável, substitua anualmente a camada superior da mistura por uma mistura nova de envasar.

- As begônias rizomatosas têm raízes pouco profundas, sendo preferível plantá-las em vasos ou jardineiras. Reenvase as plantas rizomatosas apenas quando o rizoma cobrir toda a superfície da mistura de envasar; faça-o de preferência na Primavera. Desfaça-se de begônias rizomatosas já velhas, trocando-as por plantas novas mais atraentes. Quando envasar ou reenvasar uma begônia, espalhe simplesmente alguma mistura à volta das raízes e sacuda o recipiente com movimentos rápidos para acamar. Não a comprima com os dedos.

Propagação das espécies de raízes fibrosas
-
Obtenha estacas de 7,5-10 cm de comprimento e sem escapes florais no início da Primavera.

- Corte cada estaca imediatamente abaixo de uma folha, retire-a cuidadosamente e mergulhe a ponta cortada em pó de hormonos de enraizamento.

- Plante a estaca num vaso de 8 cm contendo uma mistura umedecida constituída por partes iguais de turfa e areia grossa ou perlite e introduza o vaso num saco de plástico ou mini-estufa.

- Exponha a sol direto velado até que nova rebentação indique que o enraizamento aconteceu (cerca de três a seis semanas).

- Retire o vaso do saco de plástico ou estufa e comece a regar moderadamente e a aplicar adubo líquido uma vez em cada duas semanas.

- Não regue em demasia, especialmente as begônias hirsutas, que apodrecem se forem mantidas num meio demasiado húmido.

- Cerca de seis meses depois do início da propagação, mude a nova planta para um vaso ligeiramente maior com mistura recomendada para plantas adultas e trate-a como tal.

- Muitas destas begônias podem ser propagadas por semente. As sementes são minúsculas e não devem ser enterradas quando semeadas. Misture-as com um pouco de areia fina antes de semear.

Propagação das espécies rizomatosas
-
Corte pontas em crescimento do rizoma de 5-7,5cm de comprimento e trate-as como estacas de caule de espécies de raízes fibrosas. Como alternativa, pode na Primavera, cortar um rizoma em segmentos de 5-7,5 cm de comprimento, tendo cada um pelo menos um ponto vegetativo, e trate as pontas cortadas com pó de enxofre.

- Coloque cada segmento num vaso de 8cm, meio enterrado na mistura para enraizamento ligeiramente umedecida.

- Utilize como mistura para enraizamento partes iguais de turfa e areia grossa ou perlite.

- Coloque cada secção horizontal ou verticalmente, consoante a posição em que o rizoma-mãe se encontrava no seu recipiente.

- Coloque cada porção de rizoma plantado num saco de plástico ou numa mini-estufa e exponha a sol directo velado. As raízes deverão formar-se dentro de quatro a seis semanas.

- Quando duas ou três folhas novas tiverem surgido, descubra a nova planta, reenvase-a num recipiente apropriado com a mistura aconselhada para begônias e a partir desse tempo pode tratá-la como planta adulta.

- Quase todas as begônias rizomatosas podem também ser propagadas na Primavera a partir de estacas de folha.

- Arranque uma folha saudável com um pecíolo de 2,5-5cm e plante-a, com uma inclinação de 45º, num vaso pequeno com a mistura para enraizamento humedecida recomendada anteriormente.

- Encerre o conjunto num saco de plástico ou numa mini-estufa e exponha-o a sol direto velado. O enraizamento deverá ocorrer dentro de duas a três semanas, e várias plantas minúsculas começarão a aparecer de cada folha duas ou três semanas mais tarde.

- Quando cada uma dessas plantas tiver emitido pelo menos duas folhas, reenvase-as separadamente em recipientes de 8 cm contendo a mistura recomendada para begônias adultas. Antes porém de as tratar como tal, umedeça a mistura ligeiramente e volte a introduzi-las num saco de plástico por mais quatro semanas. As plantas aclimatar-se-ão deste modo às condições normais de interior.

As Begônias para vasos são muito delicadas, plantas tropicais, preferem clima quente (entre 20º e 28º) e não gostam de ventos. As Begônias semperflorens de canteiros preferem um clima mais ameno e não toleram bem as chuvas de verão, pois “melam”.

Para plantar a Begônia é necessário que o local seja bem drenado. Prepare uma mistura de 1/3 de areia, 1/3 de terra comum e 1/3 de húmus e pode-se acrescentar também um pouco de esterco de curral.

Se estiver plantada em vaso, atente para transferir para um vaso maior sempre que a planta crescer muito ou dividi-la em vários vasos (nos pequenos suas raízes vão se entrelaçando umas nas outras bloqueando a passagem de água e nutrientes). Uma hora antes de transplantar regue o vaso para compactar a terra e não prejudicar o torrão.

Semanalmente retire folhas e galhos secos e uma vez por ano, na primavera faça uma poda drástica para incentivar a brotação de novos ramos. Corte sempre acima de uma folha e na diagonal.

As begônias são plantas muito apreciadas pela grande maioria das pessoas graças às suas bonitas e coloridas flores e ao verde das suas folhas. Cultivar e propagar begônias não é uma tarefa difícil uma vez que não são necessários grandes cuidados.

Alguns cuidados para cultivar as suas begônias em envasadas
Para começar, você vai precisar dos seguintes materiais: adubo orgânico; cascalho ou areia grossa; mudas de begônias; terra adequada ao cultivo de begônias; vasos com 20 cm de altura no mínimo e com três ou quatro buracos no fundo e tela para facilitar a drenagem da água.

1 – Em primeiro lugar prepare o vaso onde vai plantar a begônia. A preparação do vaso de forma adequada vai ser decisiva no crescimento e na beleza da sua begónia.
- Coloque no seu fundo a tela (esta vai permitir uma correta drenagem da água e não vai permitir que a terra, assim como os nutrientes, escoem do vaso juntamente com a água). Depois adicione uma camada de cascalho de mais ao menos 5 cm de altura. Em seguida coloque a terra até metade da altura do vaso.

- Agora, coloque a begônia escolhida dentro do vaso bem no seu centro. Em seguida acrescente a terra (deixando cerca de 2 cm do vaso sem terra).
Com as mãos aperte e aconchegue a terra junto da begônia pressionando um pouco para que esta se mantenha direita durante o crescimento e as regas.

- Coloque um pouco de adubo orgânico na superfície da terra, mas distante da begônia e em seguida regue-a com um pouco de água (não exagere na quantidade de água). Se necessário acrescente um pouco mais de terra. Coloque o vaso dentro do prato e coloque-o no local da casa escolhido para a sua planta.

Dicas e avisos:
1 – As begônias adaptam-se muito bem a ambientes de interior não muito quentes. Devem ser colocadas em espaços com bastante luz, mas não com luz direta.

2 – Tenha atenção à rega, esta vai depender do local onde a planta se encontra, da temperatura da casa e do material do vaso escolhido. No entanto regue-a com mais frequência enquanto se encontra na primeira semana após o transplante, ou seja, na primeira fase de crescimento diminuindo a sua frequência à medida que o tempo passa. No inverno regue-a com menos frequência.

3 – Adube a begônia de duas em duas semanas.

Begônias dentro de casa
Escolha um tipo de begônia que cresça dentro de sua casa. É importante lembrar que alguns tipos de begônias são cultivados pelas flores de cores vibrantes, enquanto que outras são admiradas pela folhagem única e bela. A maioria das begônias compradas em lojas de jardinagem virá marcada como planta para ambientes internos ou externos.
Converse com um dos funcionários da loja de jardinagem para saber se sua planta crescerá bem dentro de um ambiente fechado.

Plante begônias em um bom solo
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Quando for colocar as begônias no vaso, você deve manter três fatores em mente: o tipo de solo, o tamanho do vazo e a quantidade de terra a ser usada.

- Quando escolher o material, você quer que o solo seja relativamente neutro ou ligeiramente ácido na escala pH.
- Seu vaso deve ter o mesmo tamanho de sua planta – você quer manter o crescimento de raízes em mente, mas não deseja que o vaso seja excessivamente grande.

- Um vaso grande demais pode acabar recebendo solo em excesso. Quando um vaso obtém solo demais, a terra pode ficar empapada e “afogar” as raízes da planta, matando a begônia.

Coloque as begônias em um lugar onde elas possam receber luz.
Begônias gostam de luz; portanto, coloque-as em janelas instaladas no leste ou no oeste, de maneira que as plantas obtenham muita luz do sol diariamente. Evite janelas localizadas no sul entre fevereiro e Setembro, já que elas não permitem a entrada de muita luz – isso, claro, se você não tiver cortinas que filtram a iluminação.

Se você optar pelo uso de luzes fluorescentes, será preciso colocá-las de 15 a 30 centímetros acima da planta. Você deve manter a luz acesa 12 horas por dia; ainda assim, alguns cultivadores permitem que a luz permaneça acesa por 14 horas. Mantenha em mente que você precisará regar sua planta com maior frequência quando usar luzes artificiais.

Mantenha as begônias aquecidas. Você desejará garantir que a temperatura mínima durante a noite não fique abaixo dos 13°C . Begônias não lidam bem com o frio e sofrerão com as baixas temperaturas.

Regue as begônias cuidadosamente.
- Regue as begônias quando a superfície do solo parecer úmida, mas não empapada. Você deve regar as plantas com maior frequência quando fizer calor, quando a luz for brilhante demais e quando as begônias estiverem florescendo e crescendo. Regue a planta até a água sair dos buracos de drenagem.
- Permita que o solo se seque entre cada regada quando estiver lidando com as temperaturas menores e a iluminação mais fraca dos meses finais de outono e do início da primavera.

- É possível usar água em temperatura ambiente que tenha sido destilada. Você pode usar água drenada de pires e bandejas.

- Borrife água na folhagem de begônias do tipo Rex duas vezes por semana ou forneça alta umidade para evitar a queda das folhas. Use água quente na garrafa de spray.

Fertilize suas begônias.
- Você deve fertilizar suas plantas com um fertilizante solúvel para plantas florescentes uma vez por mês entre Fevereiro e Setembro. Você deve fertilizar suas plantas com menos frequências no final do outono e nos meses de inverno, pois a planta não conseguirá crescer estavelmente durante tal tempo.
- Misture o fertilizante de acordo com as instruções do produto.
- Espere três meses antes de fertilizar caso a mistura para envasar a planta já continha fertilizantes.

Cuide da planta regularmente.
- Você deve remover folhas e flores mortas. Você também deve aparar galhos quebrados para promover o crescimento da planta. Espane as folhas se necessário.
- Remova as pequenas flores das begônias do tipo Rex quando elas começarem a florescer para concentrar as energias da planta na folhagem.

Com estes cuidados, você terá Begônias lindas enfeitando seu terraço ou seu jardim.

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Planta-coelhinho (Ruttya Fruticosa)

Existem muitas flores e plantas tão lindas e diferentes, com cores alegres e vibrantes,  que mais se assemelham a obras de arte. Isso, sem esquecer de mencionar seu formato que beiram o intrigante, como se fossem moldadas à mão. Este é o caso da Planta Coelhinho.

Mas essa planta não é uma exceção em sua família, pertencendo ao gênero Acanthaceae. Dela fazem parte mais de 200 tipos e beira as 3.000 espécies diferentes, sem contar todas as suas variedades. Desse mundo de planta fazem parte os famosos e charmosos “camarões”.

Ela é um arbusto nativo da África, com tamanho aproximado que pode variar entre os 02 e 03 m de altura, e possui flores bastante características e até um tanto bizarra, por se assemelhar a um coelho, e ao mesmo tempo mostrando um grande encanto e magia. As flores apresentam duas pétalas, que, unidas, lembram a cabeça de um fofo coelhinho.

O arbusto quando observado de longe, percebe-se, logo na primeira vez, um certo nível de desproporção entre o tamanho da flor e o da planta em si. Isso porque as flores são bem miúdas, e o arbusto é bem grande. Olhando, a grosso modo, você certamente verá varias orelhas de lebre espalhadas pelos arbustos.

Ruttya_fruticosa

Muitos a chamam popularmente de coelhinho, sendo uma planta perfeita para se ter em qualquer jardim, pois ela por si só, já embeleza e atrai muitos olhares curiosos e admirados. Essa aparência diferente da flor não é nenhum defeito estético, já que seus ramos estão sempre repletos de flores iguais, que formam um espetáculo à parte.

A Planta-coelhinho é uma planta que permite as podas regulares e fica até mais viva e bonita sempre que isso ocorre. Em razão de aceitar bem às podas, ela além de embelezar o jardim, ainda atua como maciço ou cerca viva, para canteiros aberto ou fechados. Porém, para não colocar a perder todo o show de beleza das flores, a poda deve ser efetuada sempre após a florada, sempre na estação do outono, quando ocorre a diminuição das flores.

Pode ser pode ser utilizado em qualquer tipo de canteiro ou jardim, especialmente em lugares onde possuam bancos para descanso. Ainda que as pessoas não gostem muito da aparência das flores da planta, depois de plantada o espetáculo pode ser ainda maior, visto que a mesma será frequentemente visitada por beija-flores que vêm em busca do néctar das flores, além do que, as cores fortes atraem ainda mais esses charmosos bichinhos.

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Apesar de ser uma planta muito bonita seu cultivo não é tão difundido quanto se espera, mas a mesma pode ser perfeitamente plantada em climas subtropicais e tropicais, e até mesmo no temperado, onde, a fruticosa atua como semi-decídua, já no caso de ter de enfrentar temperaturas mais baixas, especialmente aquelas mais radicais, para economizar sua energia ela se faz de suas partes mais altas, retendo mais líquido e mantendo sua saúde. Porém, que a vê-la assim não é necessário susto, a mesma recuperará toda a sua beleza e vivacidade logo a partir de suas raízes assim que chegar a tão esperada época da Primavera, estação das flores.

Esta espécie de arbusto se desenvolve muito bem se tiver um sol bastante evidente sobre eles, mas, ainda assim, pode ter lindas flores se ficar à meia sombra, mas nunca escondido totalmente do sol e da claridade, que lhe proporcionam beleza e vivacidade.

Assim como várias outras flores, a Fruticosa não precisa de água em abundância e nem gosta muito de solo encharcado, por isso, a rega da mesma deve ser feita somente quando sentir que o solo, na parte de cima, está mais ressecado. Além disso, a quantidade de água a ser usada não precisa ser exagerada, senão escoará totalmente e levará consigo todos os nutrientes indispensáveis à boa saúde da planta.

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Rododendro

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Rododendro é a designação comum às plantas do gênero Rhododendron L., da família das Ericáceas.

A maior parte dos Rododendros é proveniente das regiões dos Himalaias, da Índia, da China, da Birmânia, Indochina, Japão, Taiwan e Tibete, mas hoje em dia encontram-se em praticamente todos os continentes.

Várias espécies existem também na América do Norte e na Europa. Existe em forma de árvore, arbusto, pequena planta ou bonsai… Pode ter folha caduca ou persistente…

Existem mais de 500 espécies e inúmeras variedades e híbridos que incluem as Azáleas.

O tamanho dos rododendros varia muito e vai desde as variedades anãs alpinas até ás árvores de grande porte com até 18 m de altura. No entanto a maioria das espécies são arbustos de jardim que variam entre os 1,5 e os 3 m de altura.

As flores são encontradas de todas as cores, sendo normalmente de forma afunilada, tubulares, em forma de sino ou redondas, nascendo em cachos ou individualmente. Geralmente florescem no final do Inverno ou na Primavera.

Cultivo e cuidados
A plantação deve ser feita na primavera ou no outono, tendo em atenção que é uma planta que precisa de espaço e cresce bastante…

Um solo  bem drenado, de preferência ácido, leva ao crescimento saudável desta planta e, se possível, deve conter algum terriço de folhas.

Regar só é necessário em caso de forte seca, pois as plantas conseguem subsistir por si mesmas.

São arbustos bastante fortes que não necessitam de suportes, mas é necessário podar para dar forma á planta e é também importante remover as flores mortas após a floração.

Precaução
Todos os rododendros contêm uma toxina chamada Graianotoxina no polén e no néctar, e por isso o mel produzido a partir dessas plantas é muito venenoso. O resto da planta é venenosa para os cavalos, especialmente as folhas.

Existe também o rododendro em Bonsai. São plantas arbóreas ou arbustivas, com algumas epífitas, nativas das regiões de clima temperado do hemisfério norte. Dividem-se em oito subgêneros, sendo mundialmente cultivadas, com inúmeros híbridos.

Crescem bem em solos ácidos, produzindo grandes floradas em forma de trompa e folhas ovaladas. A maioria dos rododendros floresce durante um curto período de tempo anualmente, durante o qual adquirem cores muito vivas.

Há vários locais onde se cultivam rododendros. Foram modificados para produzirem flores menores ou maiores e uma imensa variedade de cores. Um dos exemplos é o rododendro do Presidente Roosevelt. Esta variedade tem folhas chamativas variadas e flores de cor vermelha brilhante, gradualmente se tornando branca em direção ao centro.

Todos os rododendros contêm uma toxina chamada graianotoxina no pólen e no néctar, e por isso o mel produzido a partir dessas plantas é muito venenoso. O resto da planta é venenosa para os cavalos, especialmente as folhas.

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Vinagreira Hibiscus sabdariffa

Também conhecida popularmente como Caruru=azedo, Aedinha, Caruru-azedo, Quiabo-azedo, Quiabo róseo, Rosélia, pertence à família Malvaceae é originário da Ásia, Himalaia, Índia. É um arbusto semilenhoso, bianual ou perene, ereto ou ramificado conforme a condução, que pode chegar aos 3 m de altura. É cultivado comercialmente devido às suas propriedades medicinais, mas também tem usos ornamental, têxtil e culinário.

Apesar de a África ser o maior produtor, o maior importador é a Alemanha, que agrega valor aos cálices importados da África. A sua flor é usada no preparo de doces, geléias e xaropes.. Seu fruto é uma cápsula vermelha.

Vinagreira  hibiscus sabdariffa2

As folhas são alternadas, serreadas com a forma de uma lança, com a forma de lança com três ou cinco lobos, também lanciolados, são de coloração arroxeada, assim como quase toda a planta.

As flores surgem no outono e inverno, e duram apenas um dia. Elas são solitárias, sésseis, brancas a amarelas, com um cálice robusto e carnoso na base, de cor vermelha intensa. O fruto é uma cápsula, de formato ovalado e cor vermelha, com três a quatro sementes pardas.

A infusão pode ser feita por qualquer parte da planta, mas o melhor sabor está nos cálices, sendo indicada para: antiescorbútica, estomáquica, diurética, emoliente e calmante.

Seus princípios ativos são: ácido oxalato, oxalato de potássio e carboidratos. Na culinária do Maranhão, é muito apreciada, sendo um dos principais ingredientes do arroz de cuxá. Os cálices florais podem ser utilizados para picles em conserva ou ainda para preparação de infusão, o famoso chá de hibisco inglês

No jardim, a vinagreira pode ser usada para plantio isolado ou em grupos, como em maciços por exemplo. Também é uma excelente opção para canteiros junto a muros. Além disso, por ser de rápido crescimento e comportar-se como bienal, é interessante seu uso como uma cerca-viva temporária. Sua folhagem, textura e flores remetem ao estilo tropical.

vinagreira

Em hortas e jardins de ervas é comum seu plantio, por suas propriedades medicinais e partes comestíveis. Ricas em ferro e de sabor picante, as folhas da vinagreira também podem ser utilizadas como verdura, em saladas.

Da ramagem da planta ainda se podem extrair fibras têxteis, com diversas aplicações industriais.

Seu cultivo deve ser a sol pleno, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Apesar de era uma planta perene, a vinagreira deve ser conduzida como anual ou bienal, pois perde a beleza e o vigor com o tempo, necessitando de replantio. Suscetível ao ataque de nematóides, que enfraquecem as plantas de forma gradual. Por este motivo não é indicado replantá-la anualmente no mesmo local. No tolera frio intenso ou geadas.

Sua multiplicação é feita por sementes postas a germinar em estufa no fim do inverno.

As partes utilizadas são as folhas, flores e raízes.

Obs.: Não é recomendado o uso durante a gravidez e lactação.

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