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No cultivo de cacos e suculentas não existe um vaso específico, na verdade é possível cultivar estas belas espécies em qualquer tipo de recipiente e até mesmo diretamente no solo, mas escolhendo um recipiente bem ornamental podemos valorizar ainda mais a beleza destas belas espécies, suas cores, tamanhos e formatos.

Vasos coloridos ou com temas indígenas, mais, astecas, formas geométricas e estampas diversas, valorizam mais os cactos e suculentas que possuem somente tons verdes, já as espécies que possuem variação de cores (amarelo, avermelhados, etc), são mais valorizadas se forem cultivadas em recipientes de apenas uma cor, seja ela sóbria ou de cor vibrante.

Por serem espécies de crescimento moderado e muito rústicas, os cactos e suculentas não precisam de cuidados especiais, nem tão pouco grandes quantidades de substrato para se desenvolverem bem, portanto, os recipientes para cultivá-los podem ser desde pequenos até micro recipientes, que ainda assim sua planta se desenvolverá bem.

A escolha do recipiente também pode variar muito conforme o tipo de ambiente em que será colocado, em ambientes internos procure acompanhar o tema da decoração já existente. Em ambientes externos tudo é permitido, vasos, jardineiras e até mesmo o cultivo em latas recicladas, eco-sacos ou eco-bags.

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Por serem espécies de crescimento moderado e muito rústicas, os cactos e suculentas não precisam de grandes quantidades de substrato para se desenvolverem bem (O substrato ideal é composto de: 2 medidas de areia / 1 medida de terra / 1/2 medida de húmus de minhoca), portanto os recipientes podem ser pequenos e até micros, que sua planta se desenvolverá bem.

O local do cultivo também influencia muito na escolha do recipiente, em ambientes internos procure integrá-lo ao mesmo tema da decoração já existente. Em ambientes externos tudo é permitido, até mesmo o cultivo em latas recicladas e eco-sacos.

O único cuidado que se deve ter ao cultivar os cactos e suculentas, seja em ambiente interno ou externo, é a obrigatoriedade de se ter um orifício para escoar o excesso de água das chuvas e regas. Nos ambientes internos, além de ser arejado o local deve oferecer luminosidade suficiente para que a planta se desenvolva bem.

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Por regra, os cactos e suculentas não toleram o encharcamento e acabam morrendo, portanto são plantas ideias para pessoas quem não tem tempo disponível para cuidar de plantas ou até mesmo para aquelas que vivem se esquecendo de regá-las.

Os cactos e suculentas devem ser regados de 10 em 10 ou de 15 em 15 dias durante o verão e primavera. Evite regar em excesso para que as raízes não apodreçam. Durante a fase de dormência, no inverno, eles necessitam de muito pouca água.

Quanto à fertilização, os cactos e suculentas não exigem aplicações constantes, mas é sempre aconselhável fortalece-las com adubos NPK pelo menos a cada três meses.

Os cactos são plantas pouco recomendados para quem tem crianças em casa, principalmente as mais hiperativas, que vez ou outra acabam por se machucar com os espinhos afiados da planta.

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Amoras

A amora é o fruto de uma árvore conhecida como amoreira (Morus nigra), uma árvore que pertence à família Moraceae, nativa de regiões da Ásia, América do Norte e África, sendo que a maioria das espécies do gênero é asiática portanto, de climas temperados subtropicais, se adaptando muito bem ao clima brasileiro.

A amoreira é uma árvore que pode atingir uma altura de 4 a 5 m, sendo uma árvore de médio porte. Sua casca é rugosa e de coloração escura, e sua copa é frondosa e oferece boa sombra. Suas flores são pequeninas e possuem uma cor branco-amarelada, e seus frutos são comestíveis além de decorativos, pois possuem coloração viva. Essas características a fazem bastante apreciada.

O tipo da árvore influência na cor e demais características do fruto, e as amoreiras mais comuns são: a Alba, que produz amoras brancas, a Rubra, que produz amoras vermelhas e a Nigra, que produz amoras negras. O tipo de amora mais consumido pelos humanos é a proveniente da árvore Nigra.

Esta árvore também pode ser usada para a criação do bicho da seda, sendo um de seus alimentos preferidos, em especial a amoreira Alba.

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Devido à sua baixa estatura, sua copa frondosa, suas flores ornamentais e seus frutos comestíveis e ricos em nutrientes como a vitamina C, a amoreira costuma ser plantada em pomares, jardins e na beira de estradas rurais.

É muito comum o cultivo da amoreira principalmente devido a seu fruto, que pode ser consumido in natura ou na forma de doces, compotas, geleias, licores entre outros tipos de alimentos.

Além do sabor e utilidade nutricional a amora e as folhas da amoreira também oferece propriedades medicinais: é calmante, diurética, antioxidante, cicatrizante, anti-inflamatória e laxante.

Cultivo
A amoreira prefere solo profundo e úmido para se desenvolver, embora se adapte bem a qualquer outro tipo de solo em que seja plantada.

Seu período de frutificação depende da região em que está plantada, sendo que no Brasil ocorre entre setembro a novembro.

Muitas vezes a amoreira germina espontaneamente depois da dispersão de suas sementes, pois é uma plana resistente e que exige poucos cuidados.

Além do plantio usando sementes, o cultivador pode optar por realizar o plantio através do enraizamento usando estacas.

Morus Nigra

A amoreira se desenvolve melhor em climas frios e úmidos, e o melhor período para começar o cultivo é durante setembro.

Se as mudas não estiverem plantadas em seu local definitivo, devem ser transplantadas quando atingirem uma altura de até 30 centímetros. O espaçamento ideal entre as mudas deve ser de no mínimo meio metro.

A adubação pode ser feita com adubo padrão comprado em lojas de jardinagem, contendo húmus e fosfato, ou preparada em casa.

A irrigação deve ocorrer com frequência, pois a amoreira gosta de umidade. No entanto e necessário ter cuidado para não afogar as plantas. Se a região receber chuvas com frequência, a umidade natural pode ser suficiente. A poda deve ser realizada durante o inverno.

Após um ano e meio do plantio no local definitivo, a amoreira já começa a dar os primeiros frutos.

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Yuca-elefante (Yucca gigantea)2

A yuca-elefante é uma espécie de planta pertencente à família Agaviaceae e sua origem é da Guatemala e México.

Trata-se de uma espécie de planta que pode chegar a media 8 m de altura, porém, somente quando plantada ao ar livre e diretamente no solo. As outras plantas do mesmo gênero não conseguem atingir a mesma altura, a média é bem menor do que os 8 m que podem ser alcançados pela yuca-elefante.

Apesar dessa altura toda, a planta, pode sim, ser cultivada dentro de um vaso e usada como planta ornamental de decoração de interiores.

As características da yuca-elefante
Os troncos da yuca-elefante são pouco ramificados e são eretos. As folhas aparecem em grande quantidade, são pontiagudas e apresentam forma de espada. São folhas perenes e não apresentam espinhos na ponta. Para completar, se observa nas laterais da planta serrilhas, porém, vale ressaltar, que existe uma diversidade de folhas. Algumas delas são matizadas e a planta, neste caso, é chamada de yucca elephantipes variegata.

As flores da yuca-elefante aparecem somente durante o verão, (elas gostam mesmo é de sol pleno e no máximo, de meia sombra) e as suas principais características são, sempre na cor branca, possuem forma de campânula e são cerosas.

O solo perfeito para o cultivo da yuca-elefante é aquele que possui um substrato com uma excelente drenagem. Quando a drenagem não é de boa qualidade, as raízes acabam apodrecendo e a planta morre.

Outra observação importante é em relação a rega, que não pode ser em excesso de jeito nenhum. A planta só pode ser molhada novamente depois que o substrato estiver seco. O que faz com que a yuca-elefante seja uma planta que tolera muito bem a falta de água.

Yuca-elefante (Yucca gigantea)1

Curiosidade
A curiosidade é sobre o nome da yuca-elefante, mas precisamente, pelo nome yuca-pata-de- elefante, tem uma explicação e tem a ver com uma das suas principais características. Esse nome foi dado porque a planta tem o tronco mais largo que a base o que faz parecer muito com a pata de um elefante, o animal, obviamente.

Mais detalhes sobre a yuca-elefante
Por ter uma presença marcante, a yuca passou a ser muito usada para ornamentação da parte interior da casa, mas atenção às medidas. Para se ter a espécie enfeitando a sala é necessário ter espaço, pois as folhas da yuca-elefante, podem chegar a ter 75 cm de comprimento, sem falar que as suas extremidades são pontiagudas, fazendo parecer ainda mais longa. Além disso, elas se apresentam com um tufo na parte superior porque são agrupadas. Também ficam em grupos nos troncos.

Além da beleza, outra vantagem da yuca-elefante é que ela é ótima para combater a poluição, porque é eficaz contra o benzeno, o amoníaco e o monóxido de carbono.

Cuidados
As plantas precisam de cuidados especiais, cada uma seguindo as suas próprias características e não seria diferente com a yuca-elefante. Vamos às dicas para mantê-la bonita no interior.
* Para começar, quando tiver uma planta dessa dentro de casa, certifique-se de que esteja em um lugar com ótima luminosidade;

* A planta precisa de luminosidade, mas não deve ser colocada atrás de um vidro que esteja exposto ao sol. Os raios que passam entre ele e chegam até a planta podem acabar queimando as folhas;

* Quando tiver uma temperatura moderada fora de casa, coloque o vaso com a planta na varanda ou no terraço;

* A yuca-elefante deve ser regada com moderação, nem muita água e nem esquecer de molhar. A atenção deve ser redobrada no inverno, para não exagerar. Normalmente, é necessário esperar que a terra da parte de cima esteja seca para regar novamente;

* Em dias de muito calor é aconselhável fazer uma vaporização nas folhas da yuca-elefante.

Yuca-elefante (Yucca gigantea)

Possíveis problemas na yuca-elefante e o motivo
* De um dia para o outro as folhas da sua yuca-elefante podem ficar na cor branca. Fique atento. Esse é um sinal de que a rega está sendo feita em excesso. Quando isso acontece as raízes são sufocadas e por isso, a cor branca nas folhas. Tem como reverter, diminuindo a quantidade de água e o intervalo entre uma rega e outra.

* As folhas da yuca-elefante também podem aparecer na cor amarela e também tem um motivo. Quando as folhas da sua planta apresentam essa coloração é porque ela está fazendo a renovação da folhagem. O que significa que está passando por um processo natural. A única coisa que deve ser feita, neste caso, é esperar que as folhas fiquem amarela e sequem, daí é só cortá-la e pronto.

Se você pretende ter uma em casa é melhor comprá-la já em um determinado tamanho. Essa espécie é facilmente encontrada em lojas especializadas em venda de plantas e material de jardinagem. Antes de adquirir uma, tire as medidas do espaço que você tem em casa para colocá-la e considere as folhas longas, não coloque a sua planta em lugar de circulação para evitar que ela sofra danos.

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O gênero pertence à família Polypodiaceae e sua origem é da Nova Caledônia, Nova Guiné e Austrália. São chamadas de chifre-de-veado ou de samambaias chifre-de-veado, a espécie é uma planta doméstica, que não são comuns, pelo contrário, são bem difíceis de encontrar.

Dentro dos diversos hábitos de crescimento que a chifre-de-veado possui, destaque para o modo com frondes foliares e basais. O que quer dizer que são folhas que crescem e ficam bem grandes e divididas.

As frondes que são da base são redondas e grandes. Elas são colocadas fixas sobre uma superfície e depois o crescimento é feito em camadas sobrepostas.

Enquanto as frondes foliares se dividem e são eretas. As folhas apresentam as estruturas amarronzadas de esporos, deles podem crescer novas plantas da espécie. A chifre-de-veado é uma excelente opção para decoração da casa.

Características e crescimento do chifre-de-veado
As florestas que recebem a planta chifre-de-veado são aquelas tropicais úmidas e também as subtropicais úmidas. Porém, apesar do clima particular que cresce esse tipo de planta, elas podem ser cultivadas em casa. Porém, para que isso seja possível é necessário compreender os fatos básicos sobre a composição da planta.

O chifre-de-veado é uma planta que se classifica como epífitas, isto é, ela não capta nutriente do solo e nem a água. O significa que elas precisam do apoio das árvores. A fotossíntese para o crescimento é realizada pelas frondes verdes.

O papel das frondes de base do chifre-de-veado é de capturar os resíduos que caem e daí chega até a  planta os nutrientes.

Falando um pouco mais das características das samambaias chifre-de-veado ou somente chifre-de-veado, ela possui raízes, porém, a única “obrigação” delas é de fixar as estruturas da planta.

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Os produtores da chifre-de-veado aconselham a não retirar as escamas acinzentadas. É comum que as pessoas que a cultivam façam essa retirada porque ela acaba dando uma aparência de poeira a planta. Porém, as escamas não estão na espécie por acaso e sim para interromper a evaporação.

Durante todo o ano é necessário deixar sempre o apoio da samambaia úmido. A rega deve ser em maior quantidade durante os meses do verão. Na estação da primavera é necessário, além de regar, cobrir com adubo fresco. É muito importante que o chifre-de-veado  receba nutrientes durante a primavera.

O lugar correto para cultivar a samambaia é sob a luz solar. Porém, nunca deixe a sua planta direto no sol. Ela necessita para crescer bonita e forte receber a luz do sol, porém, de forma filtrada, como na floresta tropical.

Considere que a luz natural que tem chegar na planta chifre-de-veado é de 400 velas. E outro fator importante é deixar em um lugar com pouca umidade, caso o contrário você corre o risco de apodrecer a raiz. E ainda, num lugar com boa circulação do ar.

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Propagação do chifre-do-veado
O chifre-de-veado pode ser reproduzido de duas maneiras: de forma vegetativa, ou por esporos.

Na forma vegetativa, divide-se a planta, normalmente uma planta mais velha, através das mudas que solta durante o inverno. Em estágio mais avançados, essas mudas podem ser identificadas pela formação de novos “rins” basilares com novas folhas em formato de chifre, ligados a planta mãe por uma espécie de rizoma.

Para isso é necessário retirar as mudas enraizadas da planta, começando pela base. Depois elas deverão ser plantadas em um vaso com adubo. Em seguida, lembre-se que é importante manter as plantas posicionadas da maneira correta com estacas de madeira ou um arame dobrado.

Por via de esporos,  deve-se fazer o seguinte:
* Colete os esporos, coloque a folha com esporos em uma sacola de papel. Deixe a folha ali, até que haja poeira marrom na sacola, que são os esporos.

* Preencha um pote de plástico ou argila com musgo e derrame água fervente sobre o musgo para esterilizá-lo. Imediatamente, cubra o pote com um recipiente de vidro, ou plástico, para mantê-lo estéril até que esfrie.

* Na hora de plantar é só colocar no fundo de um vaso cacos de telha ou pedaços de um vaso de barro, sobre ele coloque uma camada de esfagno ou turfa.

* Depois pegue aquele esporo que ficou no saco de papel e coloque bem no alto do substrato. O vaso deverá ser colocado sobre um pires com água. É uma forma de dar mais umidade para a planta.

* Posicione-os em lugar quente, que receba luz indireta. Quando aparecer uma pequena cobertura verde, significa que os esporos germinaram. Os primeiros “chifres” vão aparecer dentro de algumas semanas ou em alguns casos, meses. Quando estiverem maiores, pode-se retirar as novas plantas

O solo deve estar úmido até que elas estejam grandes o suficiente até que possam ser transplantadas. Outro detalhe é que é possível, durante o crescimento da chifre-de-veado. Lembrando que um esporo maduro precisa ser da cor marrom brilhante.

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Platycerium no paisagismo
A utilização mais recorrente do Platycerium no paisagismo é preso a troncos de árvores ou pendurado em vasos. Recentemente, com a nova onda das paredes verdes, vem sendo utilizado para esse tipo de composição, também.

Sua exuberância e característica escultural são o motivo principal de seu sucesso no mundo inteiro. No entanto, é, por isso mesmo, aquele tipo de planta que pode tanto elevar o conceito de um projeto, quanto derrubá-lo totalmente, se for mal utilizada.

Quando as plantas estiverem grandes que possam a ser manuseadas sem correr o risco de danificá-las, coloque em outros vasos observando um espaço de 5 centímetros entre cada uma delas.

Cultivo do chifre-de-veado
* Usar substrato apropriado para plantas epífitas;
* Cultiva-se em lugar com bastante umidade e a meia sombra;
* Deve ser plantada na vertical, de preferência fixadas em troncos de árvores ou placas de fibra de coco;
* A multiplicação é feita através das mudas e elas nascem próximas da planta mãe.

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Dicas alternativas:
Experimente pegar um pedaço de fibra de coco, mesmo que você o encontre na rua já cortado e depois com arame galvanizado amarre suas mudas de chifre-de-veado nele. Dá um visual muito bacana é será bem fácil para fazer com que a sua planta cresça. Claro, se preferir, compre um vaso de fibra de coco encontrado facilmente nas floriculturas.

Quando tiver qualquer dúvida consulte uma pessoa na floricultura e pegue mais dicas para cultivar a sua planta. E essa é uma dica que vale para qualquer espécie. As plantas precisam de cuidados especiais, algumas até bem mais do que as outras e isso fará toda a diferença para que ela cresça bonita e forte.

O chifre-de-veado é uma planta bastante antiga, e acredita-se que ela já existia na época dos dinossauros. Seu nome faz referência às suas folhas que lembram muito os chifres de um veado. É uma planta que se apoia em galhos ou troncos de árvores, mas ela não retira nenhum nutriente para sua sobrevivência, e por isso é considerada uma planta epífita. O clima do Brasil se mostra bastante favorável para o cultivo dessa espécie, pois o clima do país é muito semelhante com o de seus países de origem.

É uma folhagem que possui dois tipos de folhas, na base as folhas são mais arredondadas e nascem verdes, mas depois adquirem uma tonalidade amarronzada e é essa folha que adere a árvore ou qualquer outro substrato, local onde a folhagem está plantada.

As folhas restantes são verdes e firmes, e são essas as que possuem a aparência de chifres de veado. É uma folhagem muito usada pra ornamentar casas e jardins devido a sua beleza e visual exótico.

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Os cuidados com o chifre-de-veado
Em se tratando de água, o ideal é deixar o vaso, árvore ou terra onde o chifre-de-veado estiver plantado, um pouco úmido, mas nunca encharcado para não provocar o apodrecimento da raiz.

Algumas pessoas preferem esperar o substrato secar para assim regá-lo, mas como se trata de uma planta com muitas folhas, muitas vezes não é possível ver se a terra está seca ou não, uma boa saída é a rega por imersão, mergulhe a planta por 30 minutos na água, deixe escorrer o excesso e depois a pendure.

Com relação à temperatura, diz-se que o clima brasileiro é ideal para essa planta, porque ela sobrevive em temperaturas de 30 a 21º C, mas também aguenta as baixas temperaturas do inverno, até menos de 10º C.

Para escolher o local ideal da sua casa ou jardim para plantar o chifre-de-veado, procure um local iluminado, mas que não tenha sol direto, para não provocar a queimadura de suas folhas, uma brisa leve é bastante agradável para a planta.

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Adubo ideal para o chifre-de-veado
Na hora de plantar, nas placas / vasos de fibra de coco ou tábuas de madeira, o substrato usado pode ser o musgo sphagnum e também pode ser usado um tronco de árvore já seco, além de ser um bom lugar para o plantio ainda servirá como uma peça de ornamentação. E como qualquer outra planta, devem ser usados adubos para auxiliar seu crescimento e mantê-la sempre bonita e saudável.

Como se trata de uma planta epífita, o chifre-de-veado não retira do substrato onde está plantado os nutrientes necessários para sua sobrevivência e por isso é necessário fazer uso de um adubo, os adubos para samambaias, líquidos, são os mais indicados. Basta misturar o adubo líquido a água em que for regar a planta, tomando sempre cuidado para não molhar as folhas com a mistura. As melhores épocas para a aplicação do adubo são a primavera e verão.

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O tapete-inglês pertence à família Polygonaceae e origina-se da Ásia – Himalaia e Índia. É considerada uma “forração” e gosta de ficar a sol pleno ou também a meia sombra.

A planta tem a altura que fica entre os 15 e 20 cm e o seu ciclo de vida é considerado perene. Graças às essas características é uma planta muito usada no paisagismo.

Características do Tapete-Inglês
É classificada como perene e muito usada no paisagismo. A forração ganha espaço porque tem uma ramagem muito delicada com tonalidade para a cor castanha. As folhas também merecem destaque, pois são lanceoladas e tem um toque especial graças as suas bordas vermelhas. Além disso, possuem nervuras e um verde com um toque “bronzeado”, muitas vezes formam uma perfeita letra “V”.

Durante quase todo ano, a folhagem do tapete-inglês fica mais bonita ainda com as inflorescências. As pequenas flores podem ser rosadas, verdes ou brancas e tem como característica o fato de serem globosas.

Apesar das flores poderem aparecer em qualquer época do ano, elas são mais frequentes nos meses do verão e do outono.

O uso no Paisagismo
Pelo tipo de planta que é, usá-la no paisagismo concede um ar natural e rústico ao mesmo tempo. É muito comum, o tapete-inglês compor caminhos utilizando também pedras brancas junto com ele. Mas, não pense que a espécie só pode ser cultivada em quintais e jardins, ela também pode conceder beleza a uma ambiente sendo cultivada dentro de floreiras e vasos.

Porém, não é indicado plantar ou colocar o tapete-inglês em lugares que tenha um grande fluxo de pessoas. Assim, como não é recomendado que pessoas caminhem sobre a forração.

Quando chega o inverno, o tapete-inglês não perde a sua beleza, porém, perde parte das suas folhas.

No Brasil, se usa muito o tapete-inglês para compor projetos paisagísticos no litoral.

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Como cultivar o tapete-inglês
Um dos principais cuidados que devemos ter com o tapete-inglês para que cresça bonito é deixá-lo ao sol ou cultivá-lo onde tenha boa incidência de luz solar.

Também é de extrema importância que além de boa drenagem, o solo seja fértil, preparado com antecedência com material orgânico. E claro, como toda a planta, a rega deve ser frequente, mas sempre tomando cuidado para não encharcar.

Na hora de plantar no quintal ou jardim, a cada metro quadrado não coloque mais do que 4 mudas do tapete-inglês. A distância entre as plantas é necessária. Quatro mudas neste espaço garantem o efeito tapete e o visual incrível.

O tapete-inglês é o tipo de planta que não dá muito trabalho. Claro, que as podas não podem faltar para que o crescimentos seja controlado, assim como a cada ano, de preferência no inverno, seja feit o o adubo.

Caso queira fazer multiplicação do tapete-inglês use divisão de ramagem com raiz ou simplesmente, compre mais sementes.

O que são plantas de forração
São chamadas de plantas de forração, todas aquelas que atingem baixa altura e que servem para cobrir partes de um terreno, como se fossem um tapete. Exatamente como “cobertor é que elas são  usadas e por isso o nome forração. Sendo assim, são muito indicadas para projetos paisagísticos.

Porém, quando falamos em plantas que servem para forração, também está subentendido, que elas não suportam que pessoas caminhem sobre elas. Não são como a grama, que suporta o vai e vem. No caso das forrações, elas cobrem todo o terreno para ornamentá-lo e essa área não pode ser de passagem.

Alguns paisagistas costuma chamar as plantas de forração de tapete vivo para jardim, mas vale lembrar novamente, que elas também podem ser cultivadas em vasos. Porém, neste caso, essas plantas perdem o seu objetivo principal, que é aquele de cobrir e dar o efeito tapete para aquele determinado terreno.

É muito comum observar esse tipo de forração próximo às árvores, uma vez que elas também gostam de meia sombra. Porém, jamais devem ser cultivadas em lugares sem nenhum sol. O tapete-inglês que falamos neste artigo não superam os 20 cm de altura, mas as forrações, em geral, podem chegar até 30 cm, depende da espécie.

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Quando a planta de forração protege o terreno?
Não é só para deixar um terreno mais bonito que as forrações são usadas, elas também podem ser usadas para proteção. Isso mesmo, com esse tipo de planta é possível proteger o solo de barrancos, por exemplo. Evitar erosão provocada pelas chuvas fortes. Elas também auxiliam o terreno evitando que ele fique ressecado, o que é normal em lugares onde o calor é forte demais.

No caso da proteção do terreno por quanta da chuva, as plantas auxiliam a absorver a água e não deixar que a terra fique inundada. Sendo assim, pode ser considerada uma espécie importante para auxiliar na drenagem do solo.

Porém, caso seja um barranco que não receba absolutamente nada de luz solar, não é recomendado o seu uso, nem como meios de paisagismo e muito menos para proteção do solo. Qualquer espécie de forração precisa receber a luz do sol com frequência, mesmo que fique sob meia sombra.

Vale lembrar, que mesmo quando se pensa em usar qualquer espécie de forração com o objetivo de criar uma proteção para o solo, essa terra deverá ser preparada para receber a planta. Como foi dito a respeito do tapete-inglês e isso vale para qualquer tipo de forração, essas plantas precisam de solo fértil para se desenvolverem.

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Leucophyllum frutescens

Espécie arbustiva originária do Deserto de Chihuahua, na América do Norte e pertence à família Scrophulariaceae.

A folha-de-prata apresenta ramagem lenhosa e ramificada, com folhagem e florescimento ornamentais. Suas folhas são alternas e onduladas, com pubescência prateada, conferindo um aspecto de feltro.

As flores são solitárias, tubulares e podem ser de cor branca, rosa, roxa ou azul, de acordo com a variedade. O florescimento ocorre após as chuvas de verão.

De baixíssima manutenção a folha-de-prata é uma escolha excelente para jardins rochosos e de inspiração desértica. Mas sua beleza pode ser igualmente aproveitada, em diversos estilos de jardim, pois é um arbusto muito versátil.

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Pode ser plantada isolada, em grupos ou em renques, oferecendo um belo pano de fundo para o jardim, devido à sua tonalidade prateada. Quase não necessita de podas, pois seu crescimento é lento.

Ainda assim, as podas eventuais são importantes para manter a planta compacta e com bom aspecto. Em jardins mais secos, a folha-de-prata tende a adquirir uma forma mais densa.

Paralelamente, nos jardins mais úmidos, sua ramagem se torna mais esparsa. Vegeta bem em vasos também.

Deve ser cultivada em solos drenáveis, com pH levemente alcalino e irrigado de forma esparsa. Muito tolerante ao frio, à estiagem e à maresia. Irrigue as plantas jovens duas vezes por semana. Já as plantas estabelecidas, irrigue apenas semanalmente no tempo muito seco.

Leucophyllum frutescens

Aprecia o calor. Não é necessário fertilizá-la, pois aprecia solos pobres. No entanto, a reaplicação de calcário anualmente favorece à planta. Não plantar em locais encharcados, pois apodrece facilmente suas raízes.

Sua multiplicação é feita por sementes e por estacas semilenhosas, postas a enraizar no final do verão, em substrato leve e drenável, mantido úmido.

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Planta herbácea pertence à família Commelinaceae, nativa do México.

É uma planta rústica de folhagem prostrada e suculenta. Suas folhas são muito decorativas, brilhantes, de coloração verde escura, com duas listras de variegação prateadas na face superior e, completamente arroxeadas na face inferior.

As flores são pequenas de cor rosa-arrocheadas, de três pétalas, pequenas e pouco vistosas.

Por ser uma planta rastejante é muito usada como forração, em jardineiras e vasos como planta pendente.

É adequada para áreas de sombra com alguma umidade, o que a torna ideal para preencher espaços vazios sob plantas mais altas. Sua atração principal são as folhas.

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As adubações leves e regas frequentes estimulam seu crescimento vistoso. Devem ser cultivadas à meia-sombra ou sombra, em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica, mantido úmido.

É uma planta tipicamente tropical, não é tolerante ao frio rigoroso e às geadas, mas adapta-se muito bem às estufas em países de clima temperado. Multiplica-se facilmente por estacas ou pela divisão da ramagem enraizada.

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Trata-se de uma belíssima planta que se cobre de flores apresentando um maravilhoso espetáculo para quem a vê.

A planta pertence à família Euphorbiaceae e origina-se da América Central (da Costa Rica até o Sul do México).

É também conhecida por outros nomes populares, tais como: cabeça branca, leiteiro-branco, cabeleira-de-velho, flor-de-criança, chuva-de-prata.

Características da Neve-da-montanha
Não se trata de uma árvore de grande porte como algumas pessoas pensem, quando veem fotos da planta. A Neve-da-montanha é um arbusto (possui seiva leitosa) de caule com muitos ramos, semi-lenhoso.

Quando ela cresce naturalmente, sem estar podada, ela tem uma forma arredondada. A casca de seu caule tem uma cor que vai de acinzentada a marrom claro e sua altura pode variar entre 2 a 3 m. Porém, com podas organizadas seu tamanho pode ser diminuído, deixando sua copa e sua altura bem menores, adequando-a ao tamanho necessário ao seu jardim.

A planta possui características bem diferentes de outras plantas mais comuns. Sua folhagem é verde e suas flores são brancas em forma de estrelas. Durante os meses de outono e inverno ela perde suas folhas, fica completamente branca com uma florada abundante.

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Cultivo
Por ser uma planta perene (planta de longa duração) seu cultivo é fácil.
- O solo precisa ser sempre do tipo areno-argiloso, com drenagem excelente, enriquecido com bastante matéria orgânica.  Não tenha medo de abusar no adubo orgânico. Quanto mais usar esse tipo de adubo na planta, mais ela lhe retribuirá com flores.

Quando ela está bem cuidada, apresenta floradas de causar fascinação. Porém, no caso de não ter um solo desse tipo, pode-se fazer essa composição no jardim, usando bastante areia e argila no local escolhido para fazer o seu plantio. Ela não se adapta em solos comuns.

Pode também acrescentar um adubo com elevada concentração de fósforo que é o NPK e fazer um reforço do adubo orgânico aumentando a dosagem no final do verão. É muito importante que você nunca deixe que lhe falte nutriente.

A planta Neve-da-montanha é forte e de longa duração, como já foi dito, porém se o solo onde ela estiver plantada ficar empobrecido, ou seja com carência de nutriente, ela é afetada em seu crescimento e em sua floração.

Porque ela depende basicamente que o solo esteja nutrido para que ela se desenvolva bem mostrando todo o seu esplendor.

- A multiplicação da planta é feita através de mudas ou sementes.

- A melhor época para se fazer a adubação dessa planta é na primavera e no verão.

- As regas devem ser feitas 2 vezes por semana, porém, se perceber que o solo está seco, faça mais regas. O solo não pode ficar encharcado, mas deve estar sempre ligeiramente úmido.

- Para que a planta fique cheia de flores, plante-a em local onde ela receba bastante luminosidade. A neve-da-montanha gosta de sol pleno.

Ela floresce menos, caso receba pouca luz. Porém, existe uma curiosidade em relação à luminosidade e a planta: Durante a noite se ela ficar exposta a iluminação artificial seu florescimento pode ser inibido ou ficar atrasado.

- Embora prefira bastante luminosidade, essa planta adapta-se melhor em lugares de clima ameno. E, em regiões com maior altitude ela floresce mais, e detalhe importante: Não suporta geadas.

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Podas
- Na hora de fazer a poda, o ideal é deixá-la com formato redondo, assim ela fica mais compacta e fica bonita.

Pode também fazer com que ela fique como uma arvoreta, contudo não se esqueça que a poda nunca deve passar de 1/3 da planta e só deve ser feita após a sua florada.

É fundamental que deve-se usar luvas sempre que estiver fazendo a poda porque a sua seiva é tóxica e pode causar irritação na pele. É bom observar também, que por ser tóxica é melhor que ela não esteja em lugar onde circulem crianças e animais. O perigo com relação à sua toxidade está em ingerir a sua folha e não em tocá-la propriamente, porque a toxidade da planta Neve-da-montanha se encontra em sua seiva.

- A Neve-da-montanha tem sido muito usada em paisagismo onde ela é muito valorizada. Pode ser vista em grandes jardins, jardins de pequeno porte, em praças, em plantio isolado ou plantada em grupos de três a quatro árvores ou até como cerca viva.

- Apesar de ela precisar estar em solo meio úmido, a planta tolera períodos de estiagem, porém floresce menos. Na verdade, ela sempre floresce menos em qualquer situação que seja diferente daquela que é adequada a ela. Deve ser por isso, que no clima frio subtropical ela apresenta uma floração bastante intensa.

- Durante os meses em que faz mais calor, o ideal é que as adubações sejam bimestrais.

Euphorbia leucocephala

Curiosidades sobre a Neve-da-montanha
Essa planta fantástica tem suas folhas decíduas e elípticas. Suas belas flores brancas têm ao redor vistosas brácteas que possuem cor branco-creme.

Quando é feito podas bem conduzidas (sempre com muito cuidado e moderação), mexendo no formato de sua copa, pode-se conseguir belíssimos efeitos visuais.

É no inverno que a planta fica mais bonita. Carregadinha com as suas maravilhosas flores brancas e exalando um delicioso perfume.

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Achimenes longiflora39

A pequena achimenes nasce espontaneamente no México e em várias regiões da América do Sul. É também conhecida popularmente de flor-mágica e pertence à família Gesneriaceae.

Sua beleza e delicadeza fez com que essa flor ganhasse uma popularidade incrível e hoje é muito utilizada em ornamentações temporárias ou definitivas. Para quem gosta de jardinagem, ter um exemplar dessa flor em sua casa é muito bom.

Possui viçosas folhas brilhantes, suavizadas por delicadas flores tubulares, que desabrocham durante todo o verão, e cujas tonalidades vão desde branca e amarela, até rosada, vermelha, azul e púrpura.

Cada flor dura apenas alguns dias, mas é logo substituída por outra, numa sucessão que se estende de dezembro a março ou abril.

Os ramos longos de várias espécies arqueiam sob o peso das flores. Desse modo, essas plantas destacam-se como peças decorativas quando colocadas em vasos suspensos, perto de janelas ou em outros locais onde haja bastante luz.

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A planta gosta de receber regas com água amornada, nos meses de setembro, outubro e novembro, pois dessa maneira tem estimulado seu crescimento vegetativo, que ocorre durante a primavera. Existem muitas variedades híbridas de achimenes obtidas através de cruzamentos de espécies diferentes, todas floríferas.

É uma bela e volumosa florífera para plantarmos em grandes cestas suspensas e floreiras. Também é uma planta excelente para cultivar em varandas, visto que aprecia o sol da manhã ou da tardinha, não tolerando apenas o sol forte do meio-dia.

Adapta-se a uma variedade de climas, desde o equatorial até o subtropical, resistindo a períodos de frio. Deve ser cultivada sob meia-sombra, em substrato arenoso, fértil e bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.

Apesar de tipicamente ser uma planta da América do Norte, você encontrará a violeta pendente em diversas regiões ao redor do mundo e por esse motivo, também poderá encontra-la com outras denominações populares como é o caso da violeta de cordão, como também é conhecida essa planta.

Quando bem cultivada, ela pode alcançar até 15 cm de altura e o ciclo de vida dessa planta é perene, o que significa que cultivando-a você terá um tempo maior de brotação, que pode levar até 2 anos para ser concluído e dessa forma, terá flores nascendo durante o ano inteiro.

violeta

É considerada uma planta herbácea, ou seja, um tipo de vegetação mais rasteira e que também pode ser utilizada para pasto, a violeta pendente é muito florífera e rizomatosa. As folhas dessa planta são bem pequenas e apresentam-se com uma forma ovalada, com bordas denteadas e as nervuras bem marcadas.

As cores das folhas podem ser verde real ou um verde mais bronzeado, o que dará um aspecto todo diferenciado à planta. Elas têm uma textura aveludada, assim como os ramos que compõem a planta. Quando chega o verão, a violeta pendente apresenta uma quantidade enorme de flores em formato tubular ou de trompete.

Essas flores possuem as cores branca, amarela, rosa, vermelho, violeta ou azul. Como elas são volumosas, podem ser plantadas em grandes cestas suspensas ou em floreiras e usadas em varandas para ornamentar o ambiente.

Cultivo da violeta-pendente
Se for cultivada em um jardim aberto ou em varanda, como o indicado mais acima, com certeza a flor irá crescer muito mais bonita. Isso se dá pelo fato dela apreciar bastante o sol, principalmente do período da manhã  e da tarde.

Evite apenas deixar a planta muito exposta durante o sol do meio dia porque por ele ser bastante forte pode ressecar a sua planta e também fazer com que ela perca um pouco da coloração, visto que a violeta pendente é muito delicada.

O cultivo deve ser feito sempre sob a meia sombra e em terreno onde o substrato é mais arenoso, fértil e com uma boa capacidade de drenagem, já que a violeta-pendente não reage muito bem à solos muito encharcados.

A terra também deve estar bem enriquecida com matéria orgânica e você deve irrigar o local frequentemente para manter a sua planta sempre muito bem hidratada. Durante o outono, é indicado que você reduza as suas regas, pois nesse período a violeta pendente entra em um estado de dormência e nesse período ela não precisará de água, pois se manterá suficientemente hidratada.

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Esse estado de dormência dura até aproximadamente o início da primavera. Se quiser, enquanto estiver nesse período de repouso, pode se colher todos os rizomas para plantar depois ou então você pode deixa-los enterrados, mas nesse caso eles devem permanecer sempre secos para que sejam úteis.

A multiplicação da violeta-pendente é feita através da divisão dos rizomas como foi citado mais acima e estas devem ser feitas sempre durante o inverno. Em setembro, outubro e novembro, o ideal é que seja regada com água morna, pois isso vai também estimular o crescimento da planta.

Apesar de nos meses de inverno a flor secar e os seus rizomas ficarem sem atividades, a planta ainda permanecerá viva e por esse motivo, vai exigir calor e também umidade para que quando o período acabe, ela tenha energia suficiente para reviver.

As flores começam a brotar a partir do início de dezembro e vai até março. Cada uma dessas flores dura apenas alguns poucos dias, mas como no período de brotação um grande volume de flores aparecem, logo ela é substituída por uma nova.

Mesmo conhecendo alguns detalhes sobre o cultivo, é necessário saber de pontos importantes para que a planta seja bem cuidada. Utilizar sempre composto orgânico, por exemplo, é um fator que vai contribuir grandemente para que a planta por completo cresça saudável.

Os rizomas devem ser plantados sempre no final do mês de agosto ou então de setembro e sempre em uma cova de pelo menos 2,5 cm de profundidade para que a violeta pendente fixe bem ao solo.

Pode ser colocado de 6 a 8 rizomas por cova ou em um vaso para que tenha uma floração bem cheia e bonita. Quando a violeta-pendente estiver no início da germinação, evite que ela sofra com temperatura abaixo de 15ºC e também não a deixe no sol direto.

Nos dias mais quentes, deverá ser borrifado um pouco de água ao redor do vaso mas nunca sobre as folhas ou as flores.

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Adubação
A adubação deve ser feita sempre a cada duas semanas e com um bom fertilizante. Na primavera e verão utilize um composto orgânico adequado e plante os rizomas no fim de agosto ou em setembro, a 2,5 cm de profundidade. Coloque de seis a oito rizomas para obter um vaso cheio e compacto. Regue-os com água morna, para umedecer o composto. Depois disso, mantenha o vaso úmido, regando-o normalmente durante os meses de dezembro a março. Não o deixe secar, mas não o encharque demais.

No início da germinação, evite que a planta sofra temperaturas inferiores a 15°C. A achimenes precisa de boa luminosidade, mas não de sol direto. Se a temperatura subir muito, borrife água em volta do vaso, mas nunca deixe que caiam gotas sobre as folhas e flores. Adube com um bom fertilizante a cada duas semanas, logo que a florada começar; continue a fazê-lo até a chegada do outono.

Para obter plantas encorpadas, faça uma poda manual, utilizando o polegar e o indicador para cortar 2,5 cm da ponta dos caules ainda novos. Cada planta crescerá formando dois caules, o que resultará em um vaso bem cheio. Caules muito compridos podem ser estaqueados com varetas de bambu ou ripas de madeira.

No outono e inverno reduza as regas assim que as flores forem rareando até que entre em dormência, quando perde a folhagem.  Quando as folhas começarem a murchar – o que acontece com incrível rapidez – corte os caules bem rente à terra e pare de regar completamente, até o início da próxima primavera.

Durante o repouso vegetativo, Deixe os rizomas no vaso ou retire-os com cuidado, limpe-os e guarde em areia seca. Na primavera, então, replante os rizomas em terra nova.

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Propagação
No fim do verão, cada rizoma já produziu de três a seis “filhotes”. Plante todos juntos, para formar um vaso encorpado, ou separe-os de modo que se desenvolvam como mudas independentes.

Para fazer sementeiras, utilize composto orgânico misturado a um pouco de areia. Em setembro, semeie e mantenha o conjunto a uma temperatura entre 21 e 27°C, até a germinação total.

Também pode se fazer mudas de estacas utilizando caules que não floresceram, enraizando-os na mesma mistura empregada para a sementeiro. Mantenha as estacas em ambiente quente e úmido, cobrindo o conjunto com um plástico transparente e folgado.

Problemas e Soluções

A achimenes constitui uma planta ideal para quem está se iniciando em jardinagem porque raramente é afetado por algum problema – os poucos que apresenta quase sempre resultam de um manuseio inadequado.

Um exemplar fenecido pode ter recebido regas demais, o que resulta no apodrecimento dos rizomas. Seque o vaso, deixando de molhá-lo por alguns dias, até que a terra esteja levemente úmida. Daí em diante, mantenha a terra com pouca água.

A planta também pode ressentir-se com a falta de água, tendo os rizomas a tal ponto desidratados que não consigam mais brotar. Regue-a abundantemente.

Quando os botões florais não desabrocham e escurecem, é provável que a planta tenha permanecido num local de temperatura muito alta e diretamente ensolarado.

Cuidados
Adquira os rizomas de achimenes no inverno. Escolha os que tenham aparência rija e fresca, separando cerca de seis, para formar um vaso bem encorpado. Peça orientação ao vendedor a respeito das espécies híbridas.

É menos dispendioso comprar rizomas do que um vaso formado. E, além disso, ganha-se o prazer de observar todo o desenvolvimento da planta, desde o plantio.

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Arbusto florífero pertence à família Convolvulaceae e sua origem é da América do Sul, Brasil. É uma planta rústica e ornamental.

Esta espécie de planta tem folhas em formato de coração que são de uma cor verde bastante rica, e que medem entre 15 a 22 cm.

As flores campanuladas, surgem abundantes durante quase o ano todo, mas principalmente na primavera e verão. Elas podem ser róseas, violáceas ou brancas, de acordo com a cultivar.

O algodão-bravo é uma destas poucas plantas que tem a capacidade de produzir flores vistosas em todas as estações.

Ainda adapta-se muito bem ao ambiente aquático, adornando as margens de lagos e outros cursos d´água.

Apesar de arbustivo, também pode ser conduzido como trepadeira, com o devido tutoramento. Suas flores são atrativas para beija-flores, abelhas e borboletas.

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Cultivo
O algodão-bravo pode facilmente ser cultivado diretamente a partir da semente – a sua semente, no entanto, é bastante venenosa, e é conhecida por ser bastante prejudicial ao gado, razão pela qual ela é desaconselhada para regiões de pasto e campos em geral.

No Brasil, o algodão bravo é conhecido pelo nome de canudo-de-pita, já que a sua haste é oca, e pode ser usada para a fabricação de cachimbos para.

O algodão-bravo pode crescer a uma altura de até 5 m,  a sua haste é grossa, e desenvolve um tronco grosso ao longo de muitos anos, com muitos galhos a partir de sua base. Suas folhas são verde claras, e tem mais ou menos vinte e cinco centímetros de comprimento, em uma planta adulta.

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Como já foi mencionado, esta planta tende a ter um efeito ruim em gado ou outros animais que tentem se alimentar dela. Ela tende a ter efeitos de depressão no sistema nervosos, e podem causar grandes danos a animais de pequeno e médio porte.

O seu uso para a decoração acaba se restringindo a grandes espaços abertos, já que a árvore do algodão bravo pode ficar muito alta para qualquer espaço fechado – seu maior uso é, no entanto, a fabricação de papel, e a pesquisa de suas propriedades medicinais.

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