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As flores são capazes de enfeitar os ambientes residenciais, deixando-os mais alegres e frescos. A varanda se destaca como um dos espaços mais beneficiados com o cultivo, afinal, ela se torna mais acolhedora e leva para dentro da propriedade um pouco do encanto da natureza.

Apesar de todas as vantagens de decorar com flores, acaba sendo complicado definir quais as espécies mais indicadas, sobretudo para a varanda de um apartamento. O espaço é limitado, as condições de sobrevivência nem sempre favoráveis e as necessidades de cada planta cultivada precisam ser respeitadas para que elas possam florir.

Uma das maiores dificuldades encontradas pelos moradores está em lidar com a manutenção. Algumas espécies são mais sensíveis do que outras e, em consequência, exigem mais cuidados com relação a regas, adubo e iluminação. Como a varanda nem sempre consegue simular o habitat natural de cada planta, é recomendado optar por espécies mais resistentes.

Como escolher flores para a varanda
Em primeiro lugar, determine quais as espécies de flores que vão se adaptar ao lugar com mais facilidade. Para obter esta informação, procure levar em conta as características da varanda, ou seja, sua exposição a fatores climáticos como sol, vento e chuva.

Um aspecto que influência na escolha das melhores espécies para a varanda é a estação, afinal, algumas plantas não ficam floridas durante o ano todo. Cada período do ano, sendo ele Verão, Primavera, Outono ou Inverno, tem as suas flores sazonais.

Ao determinar as flores que serão cultivadas na varanda do apartamento, procure levar em conta os hábitos de vida dos moradores. Quando não existe tempo para cuidar diariamente das plantas, é necessário optar pelas espécies mais resistentes e independentes.

Uma boa sugestão para decorar varanda é a ixora, uma espécie com flores miúdas e delicadas que deixam o paisagismo com um visual muito mais bonito. Este tipo de planta é perfeito para montar canteiros, se adapta facilmente aos locais com sol ou sombra, apresenta resistência e garante flores o ano todo. A petúnia e a gardênia também são possibilidades para cultivar.

Quando os raios solares incidem com muita força na varanda, não são todas as plantas que suportam a exposição. Assim, não demora muito tempo para aparecer os primeiros danos, como folhas amareladas e flores murchas. Em ambientes com sol e calor, recomenda-se o cultivo de Buxinho, Gerânio, Azaléia , Onze horas e Gerânio.

As varandas que não possuem acesso à claridade do sol combinam com outras espécies de plantas, tais como violeta africana, antúrio, begônia e lírio da paz, sobretudo porque sobrevivem com pouca luz e calor.

Depois de conhecer algumas espécies de flores para varanda de apartamento, escolha a mais apropriada para o seu projeto paisagístico da área.

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Tulipas

Não é necessária muita técnica ou espaço para se criar flores em casa. Deve-se apenas atentar para a espécie escolhida e a sua adaptação ao clima do local onde se pretender realizar o cultivo.

Se não há um quintal disponível para se ter um jardim com variadas espécies de cores e tamanhos diferentes, as flores podem ser cultivadas em jardineiras, corredores de apartamentos e até mesmo em vasos perto da janela. O importante é que haja claridade para a planta poder realizar o processo de fotossíntese, de onde tira o seu “alimento”.

É necessário destacar que o importante mesmo é escolher a espécie certa que se adapte bem ao local onde será plantada e ao seu tempo disponível, já que cuidar de plantas exige tempo e dedicação.

- Escolha o espécie correta de acordo com o espaço disponível e o clima da sua cidade conversando com pessoas que já cultivam plantas há muito tempo. Ao comprá-la, dê preferência a uma muda grande e vistosa.

- Separe o substrato vegetal, a areia de construção, o humus e as pedrinhas ou pedaços de isopor. Comece a montar o vaso/jardineira pelas pedras ou isopor. Caso possua um canteiro, não será necessário utilizá-las.

- Após posicionar as pedras no fundo do local onde será pantada a muda, coloque um pouco de areia de construção e posicione a muda.

- Coloque o resto da terra de construção, acrescente substrato vegetal e humus de minhoca para finalizar. Faça uma rega imediatamente após o processo.

- Coloque água e adubo respeitando as necessidades da espécie. De maneira geral, para florir as plantas precisam de adubo a cada três semanas.

Para que as plantas cresçam bem em vasos, uma boa drenagem é fundamental. Os furos de drenagem precisam ser cobertos para que a terra fique bem colocada; pedaços de cerâmica quebrados, uma tela fina ou um filtro de café são boas escolhas. Você pode também adicionar uma camada de pedras pequenas, perlita, ou areia grossa no fundo do vaso. Em áreas internas ou em varandas, em que a água que escorre do vaso causaria algum dano, coloque uma bandeja embaixo do vaso para coletar o excesso.

Sempre estude e procure saber informações sobre as espécies que você tem em casa, para cultivar de melhor maneira sua florzinha.  Uma casa com flores é uma casa cheia de vida. Coloridas e perfumadas, as flores, além de alegrar e trazer vida ao ambiente, são ótimas opções de decorar o ambiente sem gastar muito.

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A Lavanda, além de acrescentar cor e beleza ao jardim, é utilizada, quando seca, para adicionar fragrância aos produtos de beleza caseiros ou é utilizada para encher sachês, que são colocados nas gavetas de roupas e pot-pourris para adicionar uma fragrância suave ao ar.

É uma planta da família Lamiaceae e origina-se da Ásia, África e Europa. São excelentes, também, para compor maciços, bordaduras ou pequenas cercas-vivas, mas podem prestar-se como arbustinhos isolados ou em grupos irregulare.

Não devem faltar também em canteiros de ervas e desenvolvem-se muito bem em vasos e jardineiras. Estas pequenas plantas revelam-se polivalentes, com usos paisagísticos, medicinais, aromáticos, industriais e até culinários.

Como plantá-las:
- Encontre uma área do seu jardim que receba bastante luz solar e tenha terra macia e bem drenada. Se não deseja retirar as plantas do recipiente, você pode colocá-las em um pátio ou área do jardim com bastante sol.

- Pegue terra com uma pá para criar um monte entre 45 cm e 60 cm de largura. O monte precisa ser alto o suficiente para acomodar as raízes da planta. Faça cada monte com aproximadamente 90 cm de distância um do outro, para que a lavanda tenha um espaço amplo e se desenvolva bem.

- Cave o centro do monte para criar um buraco e, em seguida, coloque pedrinhas, de aproximadamente 2,5 cm de diâmetro, até cobrir seu fundo. As pedras promovem drenagem para as raízes, que é essencial para sua sobrevivência. Coloque as raízes dentro do monte e cubra com terra.

- Regue com moderação, pois o excesso de água leva ao crescimento de fungos e gera dificuldades à planta. Coloque uma mangueira de irrigação ao longo dos montes para fornecer a quantidade necessária de água e evitar o encharcamento da terra.

- Apare um terço da planta durante o outono, para prevenir danos aos ramos durante esses meses mais frios. Acrescente areia grossa ao redor dos montes, para servir como uma proteção, e adicione adubo à lavanda antes ou depois das chuvas de outono, para nutrir a terra.

Para replantar a lavanda basta retirar do vaso apertando onde ela está e colocar em outro, de preferencia cerâmico, já preparado para o plantio, com a terra do local onde a planta estava, misturando com a nova terra.

Benefícios da lavanda
Além do perfume, a Lavanda ou Alfazema, como é conhecida no Brasil, pode ser utilizada também como fonte medicinal analgésica, sedativa, antiinflamatória, antiséptica, relaxante e calmante. Além disso, a cor lilás já é ‘calma’ e isso ajuda.

Os cuidados e condições de crescimento adequadas são essenciais para que as plantas de lavanda cresçam bem.

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Zamioculca

A Zamioculca é uma planta que tem se tornado extremamente popular para ambientes internos, como uma planta decorativa. Sua folhagem se mantém atrativa até mesmo em situações de alta negligência (descuido). Suporta muito bem o sombreamento, sendo este um dos seus pontos fortes.

É originária da Tanzânia, na África e pertence à família da Aráceas. Se adapta bem a ambientes internos, pois não necessita de muita luz, nem de locais abertos. Ou seja, é a solução perfeita para aquele cantinho da sala que consideramos “condenado” a passar sem o verde e a alegria das plantas. Sucesso na Europa, esta planta além de não exigir muita luminosidade, é bem resistente, durável e pouco exigente com relação às regas também.

O crescimento da Zamioculcas é um tanto lento. Ela leva cerca de uns dois anos para atingir 1 m, sua altura máxima média. Porém, o visual compensa a demora. Não são as flores que chamam a atenção na planta, mas sim suas folhas verdes e brilhantes, que nascem bem claras e vão escurecendo com o tempo. O contraste produzido pelas folhas em tons diferentes torna a planta muito interessante. A inflorescência da planta, embora não seja considerada de grande valor ornamental, contribui para o visual exótico.

É bom lembrar no entanto, que mesmo sendo bem resistente e pouco exigente, a Zamioculcas necessita de alguns cuidados básicos e simples para se manter bonita e sadia:

A Zamioculcas deve ser cultivada em ambientes internos, em temperaturas nunca abaixo de 18ºC. A temperatura ideal situa-se acima de 25ºC.

Não necessita de regas freqüentes. Cultivada num vaso compatível com o seu porte, pode ser irrigada duas vezes por semana.

O solo ideal deve ser bem drenado. A mistura de solo indicada pode conter 1 parte de terra comum de jardim, 1 parte de terra vegetal adubada e 1 parte de areia.

A planta não é muito exigente quanto à adubação. Para garantir folhas bonitas e sadias, recomenda-se aplicar fertilizante NPK 10-10-10, seguindo as orientações do fabricante.

Por se tratar de uma planta de crescimento lento, não exige podas. Periodicamente, deve-se retirar folhas murchas ou secas, para manter a harmonia do visual.

A Zamioculcas não exige muitos tratos, mas ao notar que a planta começa a se apresentar deformada no vaso, recomenda-se replantá-la em um vaso maior, para comportar seu desenvolvmento.

Sua reprodução é feita por sementes, por divisão de touceiras ou por estacas de suas folhas (cortando na base da planta). Na estaquia seu enraizamento se dá dentro de 6 a 8 meses, sendo um processo bem lento.

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Nephrolepis exaltata “Bostoniensis

A Samambaia americana é uma planta decorativa que se impõe em qualquer esquema de decoração. Suas folhas longas e arqueadas ficam bem em um vaso suspenso ou em um pedestal.

Existem muitas mutações da samambaia americana original no, algumas possuem folhagens plissadas ou finamente divididas, outros tipos precisam de menos iluminação para crescer do que a original.

A Samambaia americana é a mais resistente e a que requer menos cuidados para crescer e ficar bonitas.

Características e cuidados especiais da Samambaia americanas
De coloração verde claro, a samambaia americana é uma das plantas ornamentais mais vendidas no Brasil e ao redor do mundo.

A espécie tem variações melhoradas geneticamente e as diferenças entre uma e outra está no aspecto, tamaho, cor, rusticidade e textura.

Precisa ser cultivada em vaso suspenso com espaço para baixo e para cima (entre o vaso e o teto), pois as folhas despontam para cima e conforme crescem ficam pesadas e caem majestosamente para baixo, por isso quanto mais espaço, mais bonitas e exuberantes as samambaias americanas ficarão.

Evite cultivá-la a céu aberto, essa espécie se dá melhor com lugares cobertos e arejados: varandas, sacadas, terraços e salas de estar bem arejada.

Nephrolepis Exaltata CV. Bostoniensis
A samambaia americana gosta de meia sombra e iluminação natural indireta e como a umidade do ar favorece muito essa espécie, manter a raiz sempre úmida regando pelo menos 3 vezes por semana ou diariamente durante o alto verão e pulverizar água em suas folhagens todos os dias pode deixá-la ainda mais bonita.

Regue-a quando a superfície do solo estiver seca ao toque. Não deixe que o solo seque completamente. Forneça umidade extra com um umidificador de ambiente. Molhar as folhas da samambaia não é eficiente para aumentar a umidade e ainda pode contribuir para o de doenças na folhagem.

Fertilize a planta mensalmente durante a estação de crescimento com metade da concentração dos nutrientes solúveis em água. Muito fertilizante faz com que as folhas fiquem marrons, começando pelas pontas, e pouco fertilizante transforma as folhas de um verde brilhante em um verde-amarelado.
Obs.: Não é aconselhável adubar no ato do plantio, somente após ser plantada no vaso definitivo e com adubos próprios, que podem ser encontrado em lojas agropecuárias ou empresas de plantas ornamentais.

Melhor vaso
O vaso de fibra de coco é o ideal, pois é feito de um material ecologicamente correto e melhor que o xaxim, portanto prefira cultivar suas samambaias nesse tipo de vaso ao invés de fazer experiências que poderão minguar a sua planta.

Pragas
Lagartas podem surgir por isso é bome star sempre atento à folhas roídas. A melhor forma de acabar com elas é cantando à mão uma a uma. Se preferir no mercado há inseticidas específicos capazes de matar os bichos sem agredir a planta. Contra ácaros, pulgões e outros similares, a pulverização com calda de fumo é suficiente para afastá-los.

Dia-de-Chuva

Dracaena Godseffiana

Planta arbustiva originária da África e pertencente à família Ruscaceae. Sua forma é irregular, folhagem perene e ornamental, podendo atingir cerca de 1,5 metros de altura, de lento crescimento.

Suas folhas são brancas pintalgadas de verdes ou verdes pintalgadas de branco opostas nos ramos de caule fino e flexível.

As flores são pequenas, brancas reunidas em inflorescência do tipo racemo, mas não apresentam caráter ornamental.

Pode ser cultivada praticamente em todas as regiões do país, embora sofra com temperaturas mais baixas, não tolerando geadas. Seu local ideal de cultivo é à meia sombra, podendo ser levada a intervalos para interiores bem iluminados.

Pode ser cultivada em canteiros ou vasos, com substrato enriquecido com matéria orgânica, poroso e solto.

Plantio da dracena-confeti em canteiro:
- Para plantar em canteiro, deve-se preparar a terra retirando restos de plantas fenecidas e pedras.

- Abrir um buraco maior que o torrão da muda.

- Misturar num balde adubo de curral bem curtido, cerca de 200 gramas por cova ou então 100 gramas de adubo de aves, também bem curtido e adubo tipo NPK formulação 10-10-10, cerca de 100 gramas por planta.

- Misturar tudo com composto orgânico.

- Colocar a planta, preencher as laterais com a mistura, apertar o solo ao redor para firmar a muda. Regar bem.

Plantio da dracena-confeti em vaso:
- Se utilizar vaso, este tem de ser de tamanho médio de cimento ou cerâmica. Preparar o interior do vaso com tinta de impermeabilização, deixando secar vários dias para evaporar os solventes.

- Proteger o fundo do vaso com brita ou manta geotêxtil, colocando por cima camada de areia de construção, para garantir a drenagem das regas.

- Colocar a mesma mistura que recomendo para o plantio nos canteiros, acomodar a muda e preencher as laterais, deixando cerca de 3 cm entre o solo do vaso e a borda, para poder receber as águas de rega sem derramar. Regar bem.

- Deixar em cultivo protegido por uns 10 dias antes de levar para local à meia sombra.

Mudas por estaquia de ramo
- Para fazer mudas desta planta, usa-se o método da estaquia.

- Retira-se um pedaço de 10 a 12 cm, limpando-se das folhas de base.

- Utilizar areia de construção, vermiculita, pó de coco ou qualquer outro substrato leve e poroso para enraizamento.

- Colocar a estaca enterrando no substrato e regar bem, cobrindo com plástico para não perder a umidade.

- Deixar em cultivo protegido, por algumas semanas, até notar o desenvolvimento de novas folhas, sinal que está enraizada.

- Transplantar para recipiente com mistura de substrato semelhante ao que indiquei para plantio e regar bem, mantendo em cultivo protegido por alguns dias.

- Como também as plantas floríferas podem fazer parte deste conjunto, estabelecer a cor das pétalas em harmonia com o restante.

A Dracena-confeti pode ser cultivada praticamente em todas as regiões do país, embora sofra com temperaturas mais baixas, não tolerando geadas.

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Planta conhecida popularmente como Planta-Coração devido a forma que adquire que lembra um coração. Também pode receber como nome popular Flor-de-cera ou Cacto-coração. Essa planta pertence a família a Apocynaceae e está na categoria de cactos e suculentas, trepadeiras e folhagens.

A origem da Planta-Coração é a Ásia, China, Camboja, Java, Indonésia, Tailândia, Laos e Vietnã. Pode atingir alturas entre 2.4 a 3.0 metros e a luminosidade de que precisa é a luz difusa ou meia sombra. O ciclo de vida dessa planta é o perene, uma planta incrível que pode ser ótima para ornamentação.

Trata-se de uma planta trepadeira, suculenta e epífita que possui folhas cuja forma lembra um coração. Devido a sua forma essa planta passou a ser cultivada em todo o mundo. Os seus ramos têm raízes aéreas que tem como responsabilidade absorver nutrientes de matéria orgânica no seu ambiente.

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As folhas da Hoya kerrii têm como principais características serem brilhantes, codiformes e serem de um tom verde claro. Destaque ainda para a forma variegada que possui margens de folhas de um tom branco-creme. Assim como outras flores-de-cera a Planta-Coração possui uma inflorescência do tipo umbela que é pendente e tem grande durabilidade.

O florescimento dessa planta acontece durante o verão e conta com diversas flores cerosas que são hirsutas, pequenas e com um perfume bastante suave. As flores dessa planta são o resultado da sobreposição de duas estrelas. A flor maior na base é a corola e a menor que fica no ápice é a corona. A corona é vermelha e a corola é branca.

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O Crescimento Da Planta-Coração
No começo do cultivo a planta-coração apresenta um crescimento bastante lento e que acontece em fases. Porém, depois que ela cresce um pouco começa a apresentar dezenas de folhas e assim o seu crescimento se torna mais rápido gradativamente.

Vale destacar que pode demorar anos até que a planta floresça pela primeira vez. Um tipo de planta bastante indicado para varandas e interiores que tenham uma boa iluminação.

A dica para que a sua planta cresça com saúde é cultivá-la sob meia-sombra ou então com luz difusa. O solo deve ser drenável e de preferência enriquecido com matéria orgânica, a irrigação deve ser feita regularmente. Cuide para não encharcar o substrato para que as raízes não acabem apodrecendo.

Uma planta que aprecia bastante o calor tropical, a dica é reduzir as regas durante o inverno. A fertilização orgânica é uma boa opção para a primavera e o verão, porém, deve ser leve. Cuidado também com a incidência direta do sol nas folhas, pois pode causar queimaduras nas folhas.

Se for cultivar a Hoya kerrii em vasos prefira os modelos em que a planta fique bem apertada, pois ela gosta. A multiplicação dessa planta pode ser feita facilmente através de estaquia de ramos ou mesmo de folhas. O cultivo deve ser feito de forma que as folhas ou ramos sejam colocados para enraizar no substrato humoso e drenável que deve ser mantido sempre úmido.

A espécie Hoya kerrii faz parte do gênero Hoya que é nativo do sudeste da Ásia. O nome da espécie é uma homenagem a Arthur Francis George Kerr que foi um médico britânico que colecionava plantas e que chegou a escrever livros sobre botânica.

Essa planta pode ser chamada também de “Coração Sorte” devido a sua forma e na Europa é bastante vendida no Dia de São Valentim. A trepadeira que pode chegar a medir até 4 metros de altura possui hastes de diâmetro de 7 mm. As folhas da Hoya kerrii que tem forma de coração tem largura de 6 cm e podem ter 5 mm de espessura.

As plantas adultas dessa espécie podem apresentar inflorescências de 5 cm de diâmetro e cerca de 25 flores. Essas flores têm a capacidade de produzir bolas pequeninas de néctar que tem um tom vermelho meio castanho. O cheiro dessas flores é fraco geralmente.

A planta-coração é um tipo de cacto e assim uma suculenta, devido a isso é uma planta que gosta e se desenvolve bem nos climas mais quentes do mundo. Como possui grande capacidade de armazenar água não precisa de uma rega constante, quando é regada em excesso pode acabar com as raízes apodrecidas devido ao encharcamento.

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Cereus peruvianus var. tortuosus

Originário da América do Sul, possivelmente Peru, o “cacto parafuso” se desenvolve, naturalmente, na forma espiral. A espiral pode ser no sentido horário ou anti-horário, numa mesma planta. As razões para esta diversificação não são conhecidas.

O número de costelas por haste varia de 4 a 9, formando um efeito de alta plasticidade. As plantas podem ter uma ou muitas hastes.

É indicado para cultivo em ambiente interno ou externo. Quando cultivado em vasos, o porte da planta irá depender do espaço do vaso para o desenvolvimento das raízes e crescimento da planta.

A irrigação da planta em vasos deve ser feita uma vez por mês. Utilizar meio litro de água por vez. A água pode ser colocada diretamente sobre a planta, auxiliando na remoção de pó e mantendo a planta mais vistosa. Se mantida na rua e recebendo chuva, não há necessidade de molhar. A natureza irá cuidar dela. Não tolera água acumulada. Evitar prato sob o vaso.

As flores são em número variável e surgem no final da primavera-verão: maravilhosas, grandes, branco com lilás e se abrem à noite. A razão das flores abrirem à noite é para permitir que sejam fecundadas por insetos e pássaros noturnos.

O fruto tem a forma e tamanho de uma maçã e quando maduro tem a cor avermelhada. Devido ao formato e à cor avermelhado também é chamado de “maçã dos Andes”. Os frutos apresentam um grande número de pequenas sementes em seu interior.

Quando cultivados em ambientes internos ou externos, destacam-se por suas formas exóticas criando um diferencial marcante para residências e jardins.

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Anguloa brevilabris

Gênero que possui cerca de onze espécies nativas da Venezuela, Colômbia, Equador e Peru, nas regiões andinas. Às vezes é referenciada também como espécie do gênero Lycaste;  usados nas  hibridações resultam no gênero híbrido Angulocaste.

Cresce em regiões geográficas de altitudes media a elevadas (1.200 a 2.500m), eventualmente epífita e na maioria das vezes terrestre, em solos úmidos e protegidas da luz solar direta. Uma das vantagens das orquídeas do gênero Anguloa Ruiz & Pavón é que suas flores são duráveis, vistosas e perfumadas com fragrância  lembrando canela e erva doce.

No cultivo doméstico, não apresenta dificuldades, vegetam melhor em regiões de clima mais frio ou intermediário. Pode ser plantada em vaso de barro ou plástico. Um dos segredos do sucesso no cultivo das espécies Anguloa está em mantê-las em substrato terrestre rico em húmus, numa mistura desse composto com terra vegetal e areia grossa em vasos bem drenados, mas sempre úmidos com boa luminosidade indireta. Nos meses mais quentes e secos proporcionar 70% de umidade.

No inverno é natural que as folhas dos pseudobulbos mais antigos caiam, época em que  suportam bem baixa umidade mas nunca o substrato completamente seco.
Regar após o substrato secar completamente.

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Pelo formato grande (4,0 x 4,5 x 6,5cm) e exótico de suas flores lembrando tulipas, as espécies do gênero Anguloa são conhecidas mundialmente como orquídea tulipa (tulip orchid). Os pseudobulbos são ovóides, robustos com folhas duplas plicadas, verde claro, grandes, finas e flexíveis.

No período de floração (inverno) deixar o substrato mais seco, e tão logo surjam novos brotos acompanhados da inflorescência, aumentar as regas, cuidando para não ensopar o substrato. A inflorescência brota da base do pseudobulbo em grande número, com uma flor cada uma. Nessa fase diminuir as regas evitando molhar os botões florais.

A adubação ideal de manutenção é o NPK 20-10-20, diluido na água das regas. Para promover boa floração usar adubo orgânico composto de torta de mamona e farinha de osso num canto do vaso.
No Brasil esta espécie floresce fins do inverno e verão.

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Bromelia karatas L.
Bromélias são plantas relativamente rústicas e de fácil cultivo. São plantas de clima tropical e adaptam-se com certa facilidade em ambientes diversos:  internos ou externo desde que tomados alguns cuidados básicos com relação à luminosidade e umidade.

A planta, geralmente,  adaptada de um tanque reservatório, formado pelas axilas na base de suas folhas, onde armazena água de chuva, orvalho e nutrientes como: (resíduos vegetais, poeira, dejetos de pássaros, etc.), com o qual faz a sua manutenção. Na natureza, essa adaptação, garante-lhe a sobrevivência nos períodos de secas mais prolongadas.

Cultivo doméstico de uma Bromélia:
- Manter o substrato do vaso levemente umedecido.

No verão:
- Regar a planta de três a quatro vezes por semana, apenas completando a água do seu tanque reservatório natural.

- Pulverizar com água apenas as folhas da planta, quando a temperatura ambiente ultrapassar os 30°C, ou quando a umidade relativa do ar estiver muito baixa, ou, quando a planta apresentar sinais de desidratação.

No inverno:
Regar a planta de uma a duas vezes por semana, apenas completando a água do seu tanque reservatório natural.

Nota:
Na hora das regas, não é necessário trocar a água existente no tanque reservatório das bromélias, somente adicionar, repondo a quantidade em falta.

Tratos culturais:
- Com a eficiência alimentar através do tanque reservatório existente nas bromélias, o sistema de adubação mais recomendado para a planta, é a adubação foliar.  E poderá ser utilizado a fórmula NPK 10:10:10, seguindo as recomendações no rótulo do produto, especificadas pelo fabricante.

- Remover apenas as folhas secas da planta, caso necessário.

- Caso perceba sinais de decadência da planta, ou infestação de pragas, certamente alguma coisa está errada, pois, a planta está lhe pedindo socorro. Observe-a de perto: Se for excesso de água, diminua as regas. Se for o sistema de iluminação inadequado,  mude a planta de lugar. Se for o substrato impróprio, mude a planta de vaso. Faça isso, mas, não deixe sua planta morrer por falta de cuidados.

Nota:
As bromélias que apresentarem folhas, geralmente acinzentadas, rígidas, estreitas ou, com espinhos, precisam de mais luminosidade.  Porém, as de folhas mais largas, macias, de cor verde escuro, preferem ambientes mais sombreados.  No entanto, ambas precisarão receber a quantidade de luz necessária para o seu desenvolvimento.

Caso haja necessidade de trocar o substrato:
- Remover a planta do vaso.

- Colocar uma camada de brita, de aproximadamente 3 cm,  no fundo do vaso, para proporcionar uma boa drenagem de água.

- Completar o vaso com o substrato desejado.

- Replantar a muda, enterrando somente o seu sistema radicular, observar que a base de suas folhas deverá permanecer acima da linha do substrato.

- Tutorar a muda, caso a fixação pelas raízes, seja ineficiente.

Substrato:
- Em linhas gerais, o substrato a ser utilizado deverá ter uma textura leve, de baixa densidade, que permita boa aeração e drenagem de água de chuva ou das regas.

Exemplos de substrato – combinação alternativa:
- Poderá ser utilizado: uma mistura homogênea de fibra de coco com esterco bovino curtido, na proporção de 1:1.

- Poderá ser utilizado também: casca de arroz carbonizada misturada a terra comum de boa qualidade, na proporção de 1:1.

- Poderá ser utilizado ainda: uma mistura de terra de boa qualidade, Areia de rio, humos de minhoca, fibra, (que poderá ser: de coco, casca de pinus ou serragem), também na proporção de 1:1:1:1.

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