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Verbena 1
A verbena é uma planta da família Verbenaceae e por ser uma planta originária da América do Sul é bastante encontrada no Brasil. Ela possui flores coloridas e um porte que vai de pequeno a médio. É também conhecida popularmente por Camaradinha.

É uma planta herbácea, assim como muitas das espécies originárias da América do Sul. As flores são pequenas, tubulares reunidas em inflorescências na ponta dos ramos numerosos.

São encontradas nas dunas do litoral de algumas regiões do país as de flores lilases ou cor vermelho-escuras, mas as espécies híbridas são comercializadas nas cores branca, vermelha, roxa e rosa. Por tudo isso, a verbena é muito indicada para fins ornamentais e paisagísticos. As flores formam grandes topetes coloridos recheados de pétalas e aparecem quase em todas as épocas do ano.

No geral, a verbena é uma planta de fácil cultivo. Precisa de lugares bastante ensolarados para sobreviver ao longo de sua vida, podendo ser cultivada em boa parte do Brasil, por exemplo.

verb.
Um dos métodos de plantio mais defendidos pelos especialistas é o seguinte: Os canteiros para esta planta devem ser bem preparados, adubando com composto orgânico de folhas e esterco animal curtido, de aves ou gado, incorporando bem no solo de cultivo. Plantar com espaçamento de 10 a 20 cm e após o plantio de todo o canteiro deve-se regar bem.

Assim como diversas outras espécies, a verbena é de fácil propagação em canteiros e vasos, sendo em menos quantidade neste último. Esta técnica pode ser feita através das sementes e dos insetos polinizadores, sendo que a primeira técnica é a mais utilizada na propagação.

Os ramos de caule também podem ajudar na propagação da planta. Os entrenós das folhas enraízam-se facilmente e é uma das formas de propagar a planta, bastando enterrar um pedaço do ramo com 1 a 2 entrenós em areia ou casca de arroz carbonizada.

Este substrato deverá ser mantido úmido até notar o desenvolvimento de folhas, quando então deverá ser retirada a planta com cuidado e deverá ser plantada em vaso ou recipiente com substrato preparado com composto orgânico vegetal e animal até o início de sua floração, quando então podemos levar para o canteiro já preparado.

Lembrando que para o cultivo da verbena ser eficaz, é preciso uma boa drenagem com regas regulares. A planta não aprecia solos secos, então uma boa tarde de sombra pode ser ideal ao crescimento da verbena.

Informações importantes
A planta pode crescer e atingir uma altura máxima de 30 cm. Por isso, ela é uma planta considerada de pequeno porte. Suas folhas são pequenas e dentadas, sendo usadas para fins ornamentais de ambientes interiores. O perfume da verbena é agradável e por isso é ótimo para apartamentos pequenos e escritórios.

Nos dias mais quentes do verão, a planta deverá ser protegida, pois o sol em exagero pode prejudicar o seu crescimento.

Verbena
Para um melhor visual da verbena, as podas devem ser realizadas com frequência, retirando-se folhas secas e velhas. As flores secas deverão ser retiradas também para que ervas daninhas sejam evitadas.

Uma outra dica de cultivo é plantar num solo rico em matéria orgânica e que tenha boa drenagem. Uma sugestão de mistura para vasos é: 2 partes de composto orgânico, 1 parte de terra vegetal e 1 partes de terra comum de jardim. Para obter uma planta mais compacta fazer o “beliscamento”.

A forma de fertilização para cultivar a verbena sobre um substrato saudável é: Preparar o local onde ela irá ser semeada incorporando esterco de gado bem curtido ou NPK na formulação 04-14-08 sendo 5 colheres de sopa por  ou 1 colher de sopa para vasos pequenos.

Assim como em outras espécies herbáceas, as verbenas dão flores que formam pequenos buquês delicados e muito usados para enfeitar, até mesmo pela variação que a cor de suas pétalas sofre.

Podem ser plantadas em vasos, jardineiras, canteiros ou em maciços. Apesar de perene, devem ser tratadas como bienal, pois perdem o viço com o passar do tempo. Devem ser cultivadas a pleno sol, em substrato rico em matéria orgânica, bem drenável, com regas regulares. Tolerante ao frio.

lotus

Orquídea Vanda

A orquídea pertence a uma família de plantas subdividida em mais de 1.800 gêneros e cada gênero possui de uma a centenas de espécies. O número total de espécies oscila em torno de 35.000, espalhadas pelos quatro cantos mundo.

O gênero Vanda é considerado um dos cinco mais importantes gêneros comerciais de orquídeas no mundo. Elas são em sua maioria epífitas, isto é, vegetam sobre o tronco das árvores, mas às vezes são litófitas ou terrestres. Seu hábito de crescimento é monopodial, e as características das folhas variam muito de acordo com o habitat, podendo ser largas e achatadas, de forma ovóide, cilíndricas, ou suculentas. Produzem poucas ou muitas flores, achatadas, que surgem de uma inflorescência lateral. As cores das flores podem ser muito diversas, desde amarelo, marrom, vermelho, azul, vinho, rosa com marcações ou pintas.

O labelo apresenta um peculiar dente em sua borda superior. As florações ocorrem mais de uma vez por ano e as flores são muito duráveis. Largamente utilizada em hibridizações, as mais importantes espécies comerciais são a Vanda coerulea, Vanda sanderiana e Vanda dearei, que conferem às suas filhas respectivamente flores azuis, vinho e amarelas.

Como cultivar a Orquídea Vanda
O plantio de uma Vanda é uma etapa muito importante do cultivo da planta, elas adaptam-se em diversos ambientes. Devem ser cultivadas sempre à meia-sombra em substrato próprio para epífitas, como fibra e casa de coco, cascas de árvores, carvão vegetal, entre outros, preferencialmente em orquidários telados ou estufas. Quanto mais fresco e sombreado o local, mais tempo durarão as flores.

Uma Vanda florida pode permanecer até 45 dias com flor. Aprecia a umidade e regas regulares, realizadas sempre que o substrato secar superficialmente. Também podem ser penduradas embaixo de árvores que permitam boa luminosidade, próximo a janelas de apartamentos ou casas e em vários outros ambientes claros. Multiplica-se por divisão da planta, preservando a estrutura completa das mudas, com folhas e raízes.

Orquídeas monopodias (que crescem na vertical), como as Vandas, devem ser plantadas no centro do vaso ou serem colocados em cesto sem nenhum substrato. Nesse caso exigem um cuidado especial todos os dias. Deve-se molhar não só as raízes mas também as folhas com água adubada bem líquida. Por exemplo, se a bula de um adubo líquido recomenda diluir um mililitro desse adubo em um litro de água ao invés de um litro, dilua em 20 litros ou mais e borrife cada duas ou três horas, principalmente em dias quentes e secos.

Você pode perder a paciência, mas não a planta. Como exigem alta umidade relativa, pode-se, por exemplo, usar um recipiente bem largo, como uma tina furada, encher de pedra britada e colocar a planta com o vaso sobre as mesmas, de modo que as pedras molhadas pela rega assegurem a umidade necessária.

Como flor, as Vandas podem ser levadas para decorar outros ambientes e até colocadas em vasos fechados enrolando suas raízes, para isso umedeça as raízes anteriormente. Cada vez mais estão sendo usadas em paisagismo, fixadas em árvores ou colocadas próximas ao chão com um suporte tipo tutor. Mas lembre-se, para que sua Vanda floresça novamente ela não poderá permanecer em locais muito sombreados após a queda das flores.

Vanda coerulea
Tipos de Vasos
O vaso para as Vandas serve apenas como um suporte de fixação, algumas delas cultivamos até mesmo sem vaso, as raízes nunca devem ficar enterradas em qualquer que seja o substrato, a não ser plantas muito jovens, que podem ser cultivadas em vasos com brita, musgo, pedaços de madeira, etc.

As Vandas são orquídeas monopodiais (crescem na vertical) e epífitas (entrelaçam suas raízes em outras plantas para sua fixação), desta forma, as raízes aéreas devem ficar soltas. A melhor forma é suspendê-las em cestas plásticas ou de madeira, usando um arame. O material muito utilizado em orquidários são as cestas plásticas devido à menor incidência de fungos, pois secam rapidamente.

Adubando sua Vanda corretamente
As Vandas precisam de muito alimento, pois crescem indefinidamente. Com isso para se manterem fortes, saudáveis e com excelentes e várias floradas anuais, é muito importante fornecer uma boa alimentação a elas.

O ideal seria a utilização do adubo Plant Prod, usado em duas formulações: 20-20-20 ou  15-30-15 (quando sai o pendão floral) na concentração de 1 gr / l (gramas por litro). Além do Nitrogênio, Fósforo e Potássio que são indispensáveis às plantas. Este adubo também dispõe em sua formulação outros micronutrientes.

Quando a planta está emitindo o botão floral deve ser usado o adubo 10-30-20, para auxiliar no crescimento e fortalecimento da haste floral e as flores.
A adubação deve ser feita diluindo-se bem o adubo em água e após regando toda a planta abundantemente.
O adubo deve ser aplicado preferencialmente cedo pela manhã antes do sol bater nas plantas. Mensalmente é indicado usar um complexo vitamínico (Superthrive) que auxilia o bom desenvolvimento da planta.

Vanda. sanderiana
Água: principal elemento no cultivo
As Vandas adoram água, elas devem ser regadas abundantemente e de preferência todos os dias.
A rega ideal é no início da manhã para dar à planta tempo de secar até que os raios solares aumentem de intensidade. Em média, em duas horas estarão secas.
A água da chuva é a melhor a ser usada para qualquer vegetal, inclusive para as Vandas. Em dias com temperatura acima de 35°C, você poderá molhar suas Vandas uma segunda vez no final da tarde.

Em regiões frias, não molhe a planta se a temperatura estiver abaixo de 12°C. Se o frio permanecer por semanas, estabeleça um ritmo de uma rega a cada dois dias sempre pela manhã.
Para molhar suas Vandas, utilize uma mangueira com ponta tipo chuveiro, sem jato forte. Molhe intensamente toda a planta até que as raízes mudem de coloração para um verde mais intenso. Isso significa que a planta absorveu a água.

Ventilação
É muito importante que as Vandas estejam em um ambiente arejado. Essa medida ajuda na saúde das plantas, pois facilita que sequem mais rápido evitando o aparecimento de doenças.
O vento também proporciona às plantas uma limpeza dos possíveis microorganismos nela instalados.
As Vandas se bem fixadas em árvores no jardim, suportam ventos fortes. Para as plantas suspensas, proteja das rajadas de vento. Como dito anteriormente, o vento deve ser evitado em temperaturas mais baixas.

Floração abundante
O principal fator para uma excelente floração das Vandas é a quantidade de luz que ela recebe.
Elas podem florescer até quatro vezes ao ano e a cada florada portar mais flores em suas hastes.
Alguns cuidados neste período podem ser bem interessantes para deixar a sua planta ainda mais bonita. Quando os botões já estiverem definidos, evite borrifá-los com adubo.
Essa regra também vale para as flores, pois o sal do adubo junto com sol e calor podem provocar micro-queimaduras nas pétalas, prejudicando muito a estética da planta.

Temperatura

As Vandas são muito resistentes e vivem muito bem em temperaturas entre 12°C a 40°C, em dias mais quentes, é aconselhável ventilar mais, ou elevar a umidade do ar.
Já foram feitas experiências com Vandas em temperaturas de até 4°C por um período curto de tempo, alguns sintomas apresentados pelas plantas foram a perda dos botões e a parada momentânea de crescimento das raízes. Logo que a temperatura aumenta, a planta volta ao seu crescimento normal. Se o frio for muito intenso durante vários dias seguidos, é necessário protegê-la do vento.
A temperatura muito baixa faz a planta parar de crescer, retomando o seu metabolismo semanas depois.
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Luminosidade

Este é um fator muito importante para o cultivo de uma Vanda, elas precisam de luz para florescer e crescer com vigor. Uma Vanda que não está florescendo, muito provavelmente está recebendo menos luz do que o necessário.

Essas orquídeas florescem com sombreamentos em uma escala de 70% de sombra a sol pleno. A maioria adapta-se muito bem com telas que deixam passar 40% da luminosidade do sol.

As Vandas englobam inúmeras outras orquídeas, as do gênero Mokara, Renantera, entre outras, podem ser cultivadas diretamente no sol, em jardins, praças ou coberturas. As demais Vandas, quando usadas em paisagismo, podem ficar protegidas pelos galhos de árvores maiores, seja quando penduradas ou fixadas nos troncos dessas árvores, ou também em locais onde a luz solar não incida nos períodos mais quentes do dia.

-Sintomas de baixa luminosidade: folhas com colorido verde muito escuro, ausência ou baixo índice de floração por mais de um ano em Vandas adultas, enfraquecimento da planta com perda de folhas e maior suscetibilidade a doenças.

-Sintomas de excesso de luz: Folhas amareladas ou com queimaduras, perda de folhas e algumas vezes desidratação.

Obs.: Não deixar as Vandas a pleno sol no verão por mais de 30 minutos. Resultado, vai queimar as folhas e aparecer uma mancha oval escura.
Nunca molhar depois de 17:00 hs, elas devem passar a noite secas.

Replantio
Deve ser feito na primavera. Plantas em cachepot não necessitam serem replantadas frequentemente. Coloque a planta com o vaso em uma vasilha com água pra que as raízes aéreas fiquem mais maleáveis e então mude a planta para um vaso maior. Use substrato de granulação grossa. Mantenha em local sombreado, úmido, mas mantenha as raízes secas até que novas raízes cresçam.

Doenças e pragas
Plantas bem cultivadas, isto é, com bom arejamento, boa iluminação, num local de alta umidade relativa e bem alimentadas, dificilmente estão sujeitas a pragas e doenças.

Falta de arejamento e de iluminação podem ocasionar o aparecimento de pulgões e cochonilhas (parece pó branco) que podem ser eliminados por catação manual ou uso de uma escova de dente ou flanela molhada com caldo de fumo, se forem poucas plantas. Ferva 100g de fumo de rolo picado em um litro e meio de água, acrescente uma colher de chá de sabão de coco em pó e borrife as plantas infectadas. É importante ferver o fumo, pois pode ser portador do vírus do tabaco.

Planta encharcada pelo excesso de água ou submetida a chuvas prolongadas pode ser atacada por fungos e/ou bactérias, causando manchas nas folhas e/ou apodrecimento de brotos novos.

Vasinho de Flores

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A Galeandra é um gênero botânico que está sendo bastante estudada porque pode ser encontrada na nossa imensa floresta Amazônica, ainda que não tenham tantos impulsos na área botânica brasileira.

Ela pertence à família Orchidaceae e possuem diversas espécies e que estão espalhadas em diferentes grupos botânicos. São mais de 15 espécies diferentes e com características diferentes entre elas.

A maioria das espécies de Galeandras encontra-se em território brasileiro. Só na floresta Amazônica são milhares delas, gerando estudos aprofundados sobre a espécie. São espécies terrestres, epífitas, rupícolas, humícolas e outras nativas da América Tropical, tendo apenas uma espécie predominante no continente asiático, presente no sudeste.

Com todos esses números de espécies, o mais normal é que a planta tenha diversos habitats, com grande adaptabilidade entre eles. No Brasil, por exemplo, as Galeandras preferem os solos arenosos e campos secos. Elas também têm grande adaptação em brejos, locais úmidos e matas abertas.

Dependendo da espécie de Galeandras, elas têm características peculiares quando falamos das suas flores e folhas. Muitas delas não possuem muitas flores, ainda que as mesmas sejam muito vistosas e coloridas. Algumas espécies têm flores mais curtas e outras mais longas, mas em sua grande maioria, as flores apresentam tamanho grande. As pétalas costumam várias cores e possuir mesclas de diferentes tons, caracterizando a particularidade de cada espécie.

Florescem no Verão ate meados do outono, mas, depende muito do inicio do período chuvoso, quando as chuvas chegam mais cedo, elas também florescem mais cedo, quando as chuvas atrasam, elas florescem mais tarde. Em outras regiões, florescem em meados do outono e do inverno dependendo da espécie.
Florescem apenas uma vez ao ano, suas flores duram em torno de 15 dias, com tamanho de 5 cm. Mas, acontece muito de surgir outro cacho na mesma haste floral quando o primeiro cacho cai. Pode acontecer de surgir até três cachos na mesma haste, mas para isso, é necessário que elas estejam bem nutridas e sem ataques de pragas. Lembrando que isso não é regra, é exceção.

As folhas só aparecem na parte superior da planta e possuem pouca quantidade. Quando a espécie é terrestre, as folhas costumam ficar enterradas. Muitas espécies podem ser identificadas e diferenciadas apenas pelas folhas e flores. Algumas espécies de Galeandras também possuem frutos, o que também pode ajudar na diferenciação de uma espécie para outra. O fruto dessas plantas fica encapsulado e possuem sementes pequenas e numerosas.

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As Galeandras no exterior
Ainda que em pouca quantidade, as Galeandras, podem ser encontradas em mais de 30 espécies espalhadas fora do Brasil. Elas podem ser encontradas desde o sul da Flórida e do México, atravessando toda a América Central, Índias Ocidentais e a América do Sul até o Paraguai.

Na floresta Amazônica
Ainda que a maioria das orquídeas Galeandras esteja localizada nesta grande floresta, a quantidade de estudos é bastante limitada. Não há recursos suficientes para aprofundar a identificação das espécies naquela região.

Os estudos que ainda estão sendo impulsionados fazem parte do projeto ”Flora Brasiliensis”, que inclui 11 espécies. Muitas das descrições já feitas na área são apresentadas de forma resumida justamente pela limitação dos estudos. Também existe a falta da chamada chave taxonômica, que restringe o reconhecimento das espécies.

Para que esse projeto possa tomar um rumo diferente e mais aprofundado, os pesquisadores pedem pelo fornecendo da chave de identificação, descrições completas e detalhadas, ilustrações das galeandras e suas diferentes espécies, dados sobre época de floração e distribuição geográfica para as orquídeas da região.

Dicas de cultivo
Não se deve regar as Galeandras com o sol quente, e, se possível não molhar as folhas e flores, apenas o substrato, isso também vale para a adubação, aplique o adubo só no substrato, isso ajuda a controlar fungos e bactérias, as folhas e principalmente as flores, pois são muito sensíveis. De preferência, regue pela manhã, ou no fim do dia. Muito cuidado para que elas não permaneçam encharcadas.

As espécies desse gênero, assim como os catasetum, costumam hibernar no inverno, época em que a planta perde todas as folhas. Elas ficam em estado de dormência, não processam os minerais nem absorve água. Nesse período regue apenas se elas começarem a desidratar, apenas de vez enquanto, se você regar normalmente neste período, elas vão apodrecer.

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Durante os meses de crescimento, elas gostam de boa iluminação e regas constantes. Sombreamento a 50% é o ideal. O excesso de sombra deixa-as com um tom de verde-escuro e faz crescer a parte vegetativa, mas atrapalha a floração. O ideal é que as orquídeas estejam com as folhas verde-claras, isso vale para todas as orquídeas.

No período de crescimento, deve ser adubada uma vez por semana, com o fertilizante Peters na formulação 20/20/20, mas se você quiser pode usar o 30/10/10 para estimular o crescimento no primeiro mês.
Depois de um mês antes de florir você usa o 10/30/20 para estimular a floração. Seguindo sempre as orientações do fabricante. Se o fabricante diz 1 ml ou uma colher de chá por litro de água de 15 em 15 dias e você quer adubar toda semana, divida esse adubo, ou seja, coloque 1 ml ou 1 colher de chá para does litros de agua.

Cuidado com excesso de adubo, pois poderá queimá-las, principalmente se for aplicado durante o sol quente (de 10 as 4 da tarde). O melhor horário para adubar é bem cedinho, porque os estômatos das orquídeas estão abertos, facilitando a absorção dos nutrientes, se não der para adubar de manha, faça à tarde.

As Galeandras, como qualquer outra orquídea, podem ser cultivadas dentro de casa.  Também é uma boa opção para serem dadas de presente, devido as suas cores vistosas e suas flores largas. Em casa, as orquídeas não precisam de cuidados tão especiais assim e podem ser tratadas com água e terra úmida, assim como as tradicionais.

Para cultivá-las em jardim, também é uma ótima opção, visto que a sua sobrevivência a céu aberto também é longa.

janela e borboleta

prunnus serrulata 3
A Cerejeira-ornamental é classificada como uma árvore decídua de porte médio, cuja sua floração é muito usada para decoração. É uma das plantas preferidas dos paisagistas ao projetar um jardim residencial. Pertence à família Rosaceae e tem sua origem no Japão.

Seu tronco de forma cilíndrica é delgado, curto e muito simples. A casca do tronco da árvore se apresenta na cor marrom acinzentada e é rugosa, além de ter lenticelas horizontais proeminentes.

A altura das árvores cerejeiras fica entre 4 a 10 m e o seu crescimento é considerado muito lento. Normalmente, ela para de crescer com 6 m, essa seria a altura média desse tipo de árvore.

A sua copa é arredondada e as folhas se apresentam na forma oval com ápice agudo e com as nervuras bem marcadas, já as bordas são serrilhadas e possuem uma tonalidade “bronzeada”. São verdes e se transformam em amarelo ou vermelho antes de caírem, na época do outono.

As flores são de cinco pétalas brancas de sombra levemente rosada, de tamanho em torno de 3,5 cm de diâmetro, surgindo ao longo dos ramos em grupos de 3 a 5 com pecíolos longos e finos.

Diz-se que as árvores ficam “algum tempo em dormência” depois que as folhas começam a cair. Porque elas perdem as folhas no outono, mas começam a florir somente na metade do interno, quando estão completamente “peladas”. Nessa época, é possível admirar lindas flores brancas.

cerejeira
As flores surgem em grupos, normalmente de duas a cinco em cada um deles, a forma delas as classifica como inflorescências do tipo racemo. Apesar de toda beleza e esplendor, elas não possuem perfume e se apresentam de forma simples ou dobradas. Normalmente, a cor predominante é branca, porém, também podem ser vistas em vários tons de rosa, isso dependerá do tipo de cultivo dispensado a ela.

Durante a época do verão surgem as cerejas, que atraem os passarinhos. Esses frutos são classificados como frutas do tipo drupa, possuem a forma globosa a ovoide, a casca muito brilhante de cor vermelha escura ou na cor preta. A polpa da cereja é carnosa e bem adocicada, e dentro está envolvida uma única sem sente. Porém, o cultivo para que sejam colhidas cerejas é mais difícil e raro de se concretizar.

A cerejeira pode ser uma árvore frutífera ou simplesmente ornamental, deve ser cultivada, em ambos os casos, nas regiões frias do país, como no sul e nas regiões com latitudes altas no sudeste do Brasil.

Muito usada na ornamentação de um jardim, possui uma beleza incomparável, que vai se modificando ao longo das quatro estações do ano. É o tipo de árvore que é mais valorizada quando está isolada das demais, porém, isso não impede de usá-la em renques ou ao longo de alamedas, assim como plantar várias formando grupos, que dá a sensação de um pequeno bosque.

É o tipo de árvore que quase não exige nenhum tipo de poda, é necessária somente a retirada dos ramos doentes, dos secos e daqueles que não foram formados da maneira correta.

Ela é considerada a árvores símbolo do Japão, é tão importante nesse país, que quando está florindo atrai milhares de pessoas nas praças para contemplá-las. Os frutos são uma delícia e na cultura japonesa as flores são muito usadas para fazer chá. A árvore ainda é usada pelos japoneses na formação de Bonsai.

As cerejeiras gostam das regiões frias, locais onde o frio é muito severo e as temperaturas são muito baixas durante o inverno. A parte de dormência delas acontece no outono, logo depois que as folhas caem. Porém, quando se pensa em cultivar a cerejeira é necessário fazê-lo sob o sol pleno ou no máximo, em meia sombra. O solo para cultivo deve ser fértil, neutro (areno argiloso) e com boa drenagem, além disso, é preciso enriquecê-lo com matéria orgânica e a irrigação deve ser constante.

A cerejeira apesar de gostar muito do frio é considerada uma planta de clima temperado, porque para que ela se desenvolva bonita e dê bons frutos, no caso daquela frutífera, ela necessita das estações do ano bem definidas. Isso é que garante também belas flores. Ela vai crescendo moderadamente e a sua floração é precoce.

Se tem uma coisa que a cerejeira não suporta e pode acabar morrendo por esse motivo, é o encharcamento e as podas drásticas. Ela supera muito bem o frio intenso e até mesmo os períodos curtos de estiagem e as geadas. A sua forma de multiplicar é através de estaquia, enxertia e muito facilmente com as sementes.

prunnus serrulata1
Plantado Uma Cerejeira
Para plantar uma cerejeira é necessário abrir um buraco no solo com o dobro do torrão. Em seguida, com uma pazinha própria para jardim, soltar a terra que está nas laterais e no fundo, isso é feito para que as raízes tenham o espaço suficiente para crescerem. Depois é só cortar o vaso de cultivo com o podão de jardim, evitando danificar as raízes. Em seguida, usando um balde ou mesmo sobre uma lona no chão, você deverá mistura o composto orgânico, de preferência, adubo animal de curral bem curtido (cerca de 1 quilo para cada uma das mudas). Coloque também farinha de ossos ou fosfato natural de rocha nessa mistura, cerca de 100 gramas de um ou de outro. Depois é só regar bem!

Não se esqueça de que esse plantio deve ser feito no inverno, em um momento de sol e que a chuva ajudará nessa fase inicial. Caso fique muito tempo sem chover, regue todos os dias até completar 15 dias do plantio.

É melhor plantar as mudinhas que ainda não tenham flores. Você até pode optar por plantar uma árvore já florida, porém, nesse caso, o seu trabalho inicial deverá ser redobrado. Você terá mais trabalho para evitar quebrar ramos ou danificar a raiz na hora do plantio.

Como Adubar a Cerejeira
Reponha os nutrientes no final do outono, a mistura deverá ser aquela mesma que foi recomenda para o plantio inicial. Faça a reposição ao redor da copa da árvore, criando um sulco de 15 cm de profundidade. Depois de feita a fertilização, regue a planta.

Fique de olho para eliminar logo as cochonilhas que podem atacar a sua cerejeira, neste caso, deverão ser usados defensivos verdes para protegê-la. Com o fim da primavera, e a planta em fase crescimento, você já poderá podar os ramos para alinhar a copa. No inverno, porém, não o faça, pois isso poderia prejudicar o processo de floração.

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Praticamente o lema de todo amante da jardinagem é “cultivar uma planta é cultivar a vida”. As mais diversas espécies têm o seu encanto e o cheiro característicos e algumas são até especiais para nós.

Podem ser colocadas dentro ou fora de casa conforme as suas características mais marcantes e podem alegrar o ambiente apenas pela presença. Este é o caso de muitas plantas, assim como a espécie Astrapeia.

Ela pertence à família Malvaceae e sua origem provém do Mediterrâneo, Madagascar. Lá, ela é bastante encontrada.

Como toda planta existente no mundo, a astrapeia tem uma descrição única. Abaixo está listado todas as suas qualidades:
* É uma árvore de folhagem bastante perene e com um grande diâmetro. Pode atingir o que equivalente a 7,0 m de altura desenvolvendo uma maravilhosa copa densa em forma de domo, com formato bem arredondado;

* Suas folhas grandes possuem formato de coração. Possuem duas pontas e a central bastante aguda que dá um aspecto interessante;

* As flores desta árvore tem um perfume muito peculiar e formato de globo, por serem extremamente cheias de pétalas rosadas. As flores florescem da primavera até o verão;

* A árvore pode ser cultivada em qualquer lugar do mundo, inclusive em locais onde o frio impera bastante.

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Cultivo da Astrapeia
A árvore é vendida em pequenos sacos de cultivo. Para começar, é preciso que seja escolhido um local com bastante sol para iniciar o processo. Ela vai se desenvolver melhor com a luz do sol, já que vai realizar a fotossíntese de forma mais eficaz.

Dicas para começar o cultivo da astrapeia:
Deve-se abrir um buraco o dobro do torrão da muda. Com uma pazinha solte um pouco a terra do fundo e das laterais, pois a pá de corte tende a compactar e as raízes sofrerão para crescer. Colocar num recipiente cerca de 1 a 2 kg de adubo animal de curral bem curtido ou a metade desta quantidade se o adubo for de cama de galinheiro.

Acrescente composto orgânico o quanto for necessário e misture bem. Adicione ainda 100 gramas de farinha de ossos. Coloque parte da mistura no fundo do buraco e acomode a muda. Preencha as laterais com a mesma mistura, coloque também um tutor. Amarre o tronco da muda ao tutor com um cordão de juta ou algodão, dando a forma de um oito, para evitar que a casca seja estrangulada.

Para criar um ambiente bem tradicional para a árvore, é necessário regar todos os dias, inclusive no mesmo dia em que houve a iniciação do cultivo. Quando estiver chovendo, não é necessário realizar as regas. Se a região tem chuvas espaçadas, faça ao redor da muda uma bacia com terra para as regas. A melhor época de plantio é no inverno e início da primavera para os estados do Sul e na estação das chuvas para os demais estados.

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Dicas para os cuidados com a Astrapeia
Os tratos culturais são simples, como por exemplo, manter limpo de inços ao redor da muda enquanto for jovem, depois o sombreamento impedirá que eles se desenvolvam.
A tentativa de colocar gramado até junto ao tronco deste tipo de árvore resulta na maioria das vezes em insucesso, devido ao grande diâmetro de sua copa que faz bela sombra.

Aproveite este detalhe para fazer um lindo canteiro de espécies herbáceas de sombra, juntando beleza e harmonia ao jardim. Para quem desejar produzir a Astrapeia, sua propagação poderá ser feita por estacas ou alporques, feitos durante a estação de crescimento da muda na primavera.

A arvoreta tem raízes muito superficiais e não são indicadas para serem plantadas em calçadas no meio das ruas, apesar de ser uma árvore de pequeno porte. Ela possui uma copa muito larga e baixa, o que pode comprometer e muito a passagem dos pedestres e até mesmo a visualização dos carros que passam nas ruas.

A Astrapeia tem algumas outras características muito importantes e fazem com que ela seja reconhecida no mundo das plantas. Os profissionais da área podem citar as características para qualquer amador:

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Ela é uma árvore de rápido crescimento e baixa manutenção, que se destaca principalmente em plantios isolados, mas que pode ser parcialmente sombreada por outras árvores ou construções. As inflorescências pendentes atraem muitas abelhas e possuem perfume agradável e suave, que lembra o coco. As flores velhas permanecem nos ramos, adquirindo uma cor amarronzada e devem ser removidas para um melhor aspecto da planta. Além disso, essas flores velhas podem desprender um odor desagradável e atrair moscas.

Com podas regulares de formação, é capaz de adquirir porte e formato arbustivo. Há diversos híbridos comerciais disponíveis. Deve ser cultivada a sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Sendo de clima subtropical, a folhagem da astrapeia não é muito resistente a geadas fortes. Fertilizações na primavera e verão estimulam um crescimento saudável e florações exuberantes. Multiplica-se por sementes e mais facilmente por alporquia e estaquia de ramos semi-lenhosos ou de ponteiros,

Deu para perceber que a astrapeia é uma árvore exuberante, porém excêntrica. É ideal para cultivo em jardins e parques.

TRE

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Muitos dizem que as margaridas são as flores mais simples do mundo, porém elas encantam como se fossem verdadeiramente elaboradas.
O que muitos não sabem é que existem diversas espécies de margaridas espalhadas pelo planeta e uma delas é a margarida-do-cabo, também chamada de margarida-africana.

Elas pertencem à família Asteraceae e se originam da África do Sul. É uma herbácea muito florífera e bela. É considerada rizomatosa e forma grande touceiras com tamanhos que podem chegar até 0,65 m.

As folhas são verde escuras, denteadas, um pouco suculentas e com a nervura central saliente. Seus ramos são longos e as pétalas são longas, ovais, sendo consideradas alternas.

Segundo pesquisadores, esta espécie de margarida tem época certa para se tornar ainda mais bonita e chamativa aos olhos de insetos polinizadores, a fim de fazerem a sua propagação.

As flores são inflorescências em capítulos podem possuir bordas em que exista uma pétala maior e mais laminada que poderá ser encontrada nas cores branca ou púrpura neste gênero de margarida. Isto ocorre em todos os gêneros e espécies de margaridas e é mais fácil observar nos capítulos maiores, como nos girassóis.

Plantio da Margarida-do-cabo
Para começar a plantar a margarida-do-cabo, é preciso ficar atento ao clima que essas belas flores suportam. Elas ficam bem em climas mais amenos, onde exista muito sol. Elas podem suportar dias de frio também.

Para preparar a sua área de plantio, basta seguir algumas dicas:
Preparar o canteiro ou mesmo o vaso com composto orgânico, areia e adubo de gado bem curtido, numa proporção de 5:1:1, misturando bem. Colocar na terra e incorporar a mistura, nivelando”.

Ela pode ser plantada em vasinhos, sendo colocada em jardins, quintais e até mesmo dentro de casa quando bem tratada e recebendo os devidos cuidados. Vale lembrar que apesar de se desenvolver sob luz solar plena e diária, a flor também tolera sombras durante algumas partes do dia.

Se a escolha for por plantar em pequenas mudas de margaridas, usar o espaçamento de 0,40 cm entre mudas, desencontrando as linhas. Abrir um buraco, colocar a muda que retirou do saco de cultivo, aconchegar a terra e apertar de leve. Após a conclusão do canteiro regar bem.
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A margarida do cabo se desenvolve em solos férteis e repletos de matéria orgânica para que ela possa crescer com belas flores e bem coloridas, nascendo até mesmo com uma espécie de “degradé” em suas pétalas que variam muito de tonalidade. O solo deve ser bastante fértil para uma floração abundante, enriquecido com matéria orgânica e regas regulares.

É importante lembrar que as regas das margaridas-do-cabo devem ser constantes e diárias. Elas só não precisarão ser frequentes no caso de chuvas. São tolerantes às geadas e secas e suscetíveis ao encharcamento por longos períodos. Apesar de perene, os canteiros devem ser reformados bienalmente através da poda ou com o plantio de novas plantas.

O uso no paisagismo
Por causa de sua beleza, a margarida-do-cabo poder ser de grande utilidade decorativa. É excelente para projetos de jardins de baixa manutenção onde se deseja maciços verdes com muitas flores.

Elas podem ser colocadas em recipientes ou vasos de tamanho médio, onde seu cultivo poderá ser feito em varandas arejadas e terraços onde exista a incidência de sol em pelo menos algumas partes do dia, assim ela pode se tornar uma das melhores opções para o paisagismo.
Osteospermum ecklonis
Polinização e propagação
As margaridas do cabo tem um odor característica e suas cores fortes atraem animais polinizadores. As borboletas são os principais deles. Esta espécie também pode ser bastante atrativa para alguns pássaros e outros insetos como abelhas.

Sua propagação não se limita apenas à polinização e outros métodos bastante complexos podem ser usados, segundo explicam os profissionais da área.

As margaridas-do-cabo multiplicam-se por sementes que muitas vezes germinam espontaneamente próximo à planta mãe, assim como por divisão das touceiras.

Esta espécie pode ser cultivada no Brasil por causa dos solos e do clima propício que existe em terras nacionais. As margaridas-d-cabo são uma das melhores variedades para se cultivar já que ela é muito resistente para determinadas temperaturas.

A flor tende a suportar períodos de geadas e até de excessivo calor, desde que seja regada em larga escala nessas últimas condições. A espécie também sobrevive a graves secas e também à áreas amplamente alagadas por um longo tempo. Apesar de perene, os canteiros devem ser reformados bienalmente através da poda ou com o plantio de novas plantas.

No Outono e na Primavera são as melhores épocas do ano para o florescimento da margarida-do-cabo, seja em isolamento nos vasos ou em canteiros presentes no jardim.

Para começar o plantio, basta preparar o solo, umidificando-o e preenchendo o mesmo com matéria orgânica preparada pelas suas próprias mãos ou compradas em lojas de jardinagem.

Durante a época de floração, adube o solo a cada duas semanas para fortalecer a planta. À medida que as flores forem murchando, corte-as pela base” explicam os especialistas.

É importante ter em mente que as margaridas-do-cabo só irão começa a florescer quando elas já estiverem criando raízes. Aos poucos, vá regando e assim, quando elas começarem o desenvolvimento, aumente a quantidade de regas aos poucos. Ao terminar a floração, o arbusto pode ser divido em várias plantas para ampliar o colorido do jardim.

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Cultivar uma horta em casa pode ser além de útil por ter alimentos frescos, um espaço bonito para a parte externa uma vez que as cores das plantas concedem essa beleza, pode ser uma terapia para quem cuida. É muito bom sempre ter alimentos e temperos fresquinhos disponíveis a hora que você quiser.

Porém, para que de fato aquilo que foi cultivado possa ser consumido pela família é necessário observar e seguir alguns cuidados.

O primeiro passo para se ter uma horta bonita é saber escolher bem o lugar onde ela será feita. Para que de fato as plantas cresçam bem, o local deve ter solo fértil e receber muita luz natural. Depois de escolhido é hora de decidir o que será plantado.

Mais uma vez, para que a horta fique sempre bonita é necessário que seja feita a escolha certa das plantas. Observando o clima do lugar, o número de colheitas, se o espaço é adequado e também o quanto é difícil o seu cultivo.

Depois da escolha é só comprar as sementes e o que mais for necessário, verificando a embalagem, para o plantio. É muito importante que seja observado e respeitado o espaço entre as espécies e também a profundidade necessária para plantar cada semente.

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Com apenas algumas dicas você já pode começar a sua.

Você vai precisar de alguns utensílios básicos:
• Pá: para abrir os buracos na terra;
• Tesoura: para podar as suas plantas;
• Luvas: para evitar pegar doenças, encostar-se a fungos ou pragas, ou até mesmo se machucar em espinhos;
• Palitos de churrasco: para apoiar as mudinhas que estão crescendo;
• Fechos de embalagens como as de pão de forma: para prender as mudas nos palitos.

Como preparar o solo:
Misture uma parte de terra e outra parte de composto orgânico ou húmus de minhoca (espécie de “vitamina” para a planta). Cave alguns buracos com a distância indicada para cada espécie de planta. Se estiver fazendo sua horta em vasos, coloque pedras ou cacos de cerâmica no fundo, para que a água escoe mais facilmente.

Cuidados necessários para manter uma horta em casa
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Os primeiros passos para se ter uma horta de temperos, é escolher quais serão plantados. Comprar a muda ou semente e mãos a obra.

- Fique atento onde as sementes ou mudas serão plantadas, elas não podem ficar expostas a corrente de ar. Uma cerca de bambu pode resolver esse problema, protegendo-as.

- Você pode plantar os seus temperos em jardineiras, em floreiras, em cachepôs, em vasos ou se tem um jardim, faça isso diretamente na terra. Se quiser usar um produto reciclável, use garrafas PET.

- Observe que a largura do vaso escolhido para cultivar as suas sementes é muito importante para garantir o bom desenvolvimento da mesma. Se for pequeno, plante menos temperos, por exemplo, em uma jardineira cujo comprimento é de 40 cm, o ideal é não plantar mais do que 4 mudas. E mais, todo tempero exige como mínimo de profundidade, 20 cm para as raízes poderem se desenvolver sem problemas.

- As mudas ou sementes devem ser plantadas respeitando a época. Exemplos: de abril a junho dá para cultivar cebolinha, coentro, salsinha e orégano. Porém, manjericão, hortelã e alecrim podem ser cultivados em qualquer época do ano no Brasil. Mas, evite o início do cultivo em dias frios de inverno, momento em que o metabolismo do vegetal está menor e isso compromete o bom desenvolvimento.

- Na hora de distribuir os seus temperos no canteiro é necessário observar o tipo de crescimento de cada um deles, assim como o tipo de luz que precisam e o sol.

- Veja também, se podem ficar em grupos ou não, por exemplo, manjericão e alecrim crescem para cima e por isso podem ser plantados em grupos.  Não esqueça de arrancar as flores do manjericão para que elas não inibam o perfume das folhas do tempero. No caso da hortelã e do tomilho elas crescem em ramas rasteiras e não devem ser plantadas diretamente no solo do jardim para não ocuparem espaço de outras.

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Falando um pouco de água, atenção à cebolinha, ela gosta de pouquíssimo líquido e de preferência que seja colocada no prato embaixo do vaso. E ainda, retire as folhas velhas tanto da cebolinha quanto da salsinha.
- Cuidado com o adubo que como a água, em excesso, pode matar os seus temperos. Veja a mistura ideal recomendada por especialistas para pequenas áreas: 50 litros de terra, 100 gramas de cal hidratada ou calcário, 17 litros de esterco de galinha, 34 litros de esterco de gado e 200 gramas de NPK 4 – 14 – 8 ou adubo químico. Se preferir, use somente terra orgânica adubada e faça a cobertura a cada 3 meses.

- Como regra geral, falando da irrigação: mudas e sementes devem receber água 2 vezes ao dia e o horário ideal para molhá-las é no momento que o dia está mais fresco, isto é, de manhã cedo ou no fim de tarde. No caso das plantas que já passaram da fase de crescimento, mas ainda são jovens, a rega dever ser feita uma única vez por dia, sempre nos mesmos horários indicados anteriormente. Já as plantas adultas devem ser regadas de 4 a 5 vezes por semana, observando o quanto a terra está seca. Ela deverá se manter úmida.

- Em dias muito quente é necessário rever essas regras, principalmente no caso das plantas adultas, pode ser que seja obrigatório molhar de segunda a segunda. Mas, fique atento, normalmente, se peca pelo excesso e não pela falta. Sempre coloque o dedo na terra para ter certeza de que a planta realmente precisa de água e só molhe quando o substrato estiver seco.

-  As pragas são as grandes vilãs das suas plantas e serão dos seus temperos também. As mais comuns que adoram atacar as hortas caseiras são: percevejos, besouros, pulgões e lagartas ou ainda, com menos frequência, ácaros, cochonilhas e formigas trips.

- Você deverá controlar e acabar com as pragas para evitar que os seus temperos sofram com doenças e acabem morrendo. Porém, como se trata de alimentos, faça esse combate usando produtos naturais, soluções orgânicas, como por exemplo, calda de fumo, óleo de neem e outros de preferência à base de alho e pimenta.

- O que você pode fazer caso seja a sua primeira experiência com horta caseira é começar adquirindo mudas e ou sementes de temperos que tem menor incidência de ataque de pragas. Consulte com um especialista e uma vez feito o cultivo esteja sempre de olho. É muito mais fácil se livrar das pragas logo no início do que quando elas estão mais do que “alojadas” na sua horta.

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Aeschynanthus Pulcher
A espécie pertence a família Gesneriaceae e é nativa de Java, uma região de florestas tropicais.

É uma planta herbácea de folhagem perene e formato da folhagem, num todo, é pendente. Costuma ser cultivada em vasos ou jardineiras postas em locais altos. Os rizomas possuem boa capacidade de otimização das funcionalidades do substrato, desenvolvendo densos caules com muitas ramificações.

As folhas são de estética simples, dispostas em pares opostos nas hastes, são ovais, acuminadas e de textura serosa. As flores dessa espécie são vistosas, de coloração vermelha, com cálice tubular de cor variando de tom esverdeado ao avermelhado, com corola na cor vermelha de formato tubular, com as pétalas espaçadas e de pontas arredondadas. Formadas nas pontas das hastes, as flores da planta-batom florescem, normalmente, quando a primavera está para findar e, a floração perdura até o final do verão.

A planta-batom pode ser cultivada em todo o Brasil, porém nas regiões de invernos mais rigorosos, recomenda se que a espécie seja cultivada sob alguma proteção durante outono até a chegada da primavera. A espécie tem como uma das características mais evidentes a grande ramificação das hastes, as quais chegam a mais de 1 m de comprimento.

Por essa última razão, é comum e de boa aceitação da planta que ela seja cultivada em vasos suspensos, assim você permite que essas hastes cresçam livremente. Fato que destaca os muitos ramos pendentes e, também, facilita o acesso de beija-flores às flores da planta, pássaro conhecido pela preferência dessa espécie.

Propagação da planta-batom
As mudas dessa espécie podem ser feitas através do corte de touceiras ou, também, por estaquia de hastes. Após o período da floração ou já no início da primavera há a possibilidade de remoção de uma haste, atente para remover aquela que esteja menos à mostra, assim você não prejudica a estética da planta. Depois de escolhida a haste, remova as folhas da base e enterre a haste em um vaso com areia umedecida ou com perlita ou com uma mistura de casca de arroz carbonizada com composto orgânico.

Coloque o vaso com a haste recém removida em local protegido das variações do tempo e, cuidando sempre, para que a umidade do vaso seja mantida. Quando a haste começar a se desenvolver no vaso, significa que a haste enraizou, ou seja, você possui uma nova muda da espécie. Tendo se certificado do enraizamento da planta, transplante a com calma para um outro vaso com terra de boa qualidade. Lembre se de regar o vaso quando o ar estiver com pouca umidade.

A planta-batom desenvolve se bem sob meia-sombra, em local de solo com bom dreno e enriquecido com matéria orgânica. A rega da planta deve ser feita apenas quando a superfície do substrato estiver com baixa umidade ou, caso você more em uma região muito quente, ao menos a cada dois ou três dias, melhor dizendo, sempre que o ar ficar com pouca umidade, fique mais atento com a rega da planta.

Uma dica importante é notar se as folhas da planta-batom se desprendem com facilidade quando as tocamos, isso é um sinal de que o vaso está úmido em excesso. Outra característica notável dessa planta é que ela gosta de se manter em um local e lá ficar, em outras palavras, escolha um local e deixe a lá se desenvolvendo vistosamente.

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Adubação da planta-batom
Somente adube a planta-batom quando a muda que possui estiver bem desenvolvido e acostumado com o local em que estiver. Preferencialmente, faça a adubação da planta com adubo orgânico. Uma dica é utilizar adubo bovino, o qual é rico em fósforo e ajuda numa melhor e mais rápida floração. Porém, seja qual for o adubo escolhido, coloque pequenas quantidades na terra do vaso, conforme a quantidade e frequência indicadas na embalagem do produto.

Utilização da planta como elemento decorativo de espaços externos e internos:
Pela descrição da espécie logo se nota o potencial ornamental da planta. Mesmo quando não está no período de floração, essa espécie agrega beleza ao ambiente em que está pela grande ramificação das hastes que crescem a partir da touceira.

A planta-batom pode decorar ambientes internos, desde que esses possuam boa luminosidade indireta e natural. Para aqueles os quais gostam das flores vermelhas que marcam a espécie, porém não possuem um local interno ideal, a dica é cultivar a planta em um ambiente externo até o início de sua floração.

Contudo, vale lembrar que mudanças bruscas afetam o bom desenvolvimento da planta. Para que a espécie não sinta tanto a mudança de ambiente, traga-a para o ambiente interno, deixe-a por uma semana e leve-a novamente para o ambiente externo, a fim de recuperar a planta.

Ambientes com decoração rústica ou moderna combinam com a planta-batom. Obviamente os ambientes rústicos são mais fáceis de receberem plantas como elemento decorativo. Para garantir que os ambientes mais modernos combinem com uma planta, coloque-a em um vaso com estilo mais moderno, como cachepot metálico ou de vidro, por exemplo. Outra dica é combinar as cores. Se a decoração da sua casa for de cores claras ou neutras, as flores vermelhas da planta-batom serão um charme à parte.
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Luminosidade
Essa é uma planta a qual está costumada à luz forte, porém sempre indireta. O indicado é pendurar o vaso próximo à uma janela ou debaixo de uma lâmpada própria para estimular o crescimento de plantas, caso você a cultive em ambiente interno ou externo e pouco iluminado. Os extremos da luminosidade não agradam essa espécie. Ou seja, o excesso de sol ou a falta dele são duas condições as quais prejudicam a floração da espécie.

Dicas de solo ideal
A planta-batom prefere um solo leve e gaseificado, para os casos de cultivo em ambiente interno. Uma dica que agrada a planta é fazer uma mistura de um pouco de violeta africana com bastante perlita e acrescentar no solo. Lembrando se sempre de que o solo deve estar bem drenado.

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Clerodendrum bungei

Apesar do nome ser pouco conhecido, o clerodendro-da-china é um arbusto ideal para fazer belas ornamentações. Por isso ele é apreciado no mundo inteiro.

O clerodendro-da-china é um arbusto semi-lenhoso, de ramagem ereta e com poucas ramificações, usado como florescimento ornamental. Suas folhas são grandes, ovaladas a cordiformes, de cor verde-escura, com margens serrilhadas e aroma almiscarado. As inflorescências surgem no fim da primavera e a floração permanece até a primeira geada, quando há.

Suas flores se unem em inflorescências e são muito numerosas, de formato afunilado e cor rosa, dando grande beleza a esse arbusto. Na estação do inverno o clerodendro-da-china perde suas folhas para brotar novamente na estação da primavera.

Onde melhor cultivar o seu Clerodendro-da-China
Este belo arbusto pode ser utilizado em maciços ou preferencialmente em lugares onde possa haver contenção durante seu crescimento. Desse modo, não é apropriado plantar o clerodendro-da-china próximo às plantas que são menores que ele, pois ele tendera, pelo seu tamanho maior a sufocar essas plantas.

Da mesma maneira como esse arbusto emite brotações fortes proveniente de suas raízes, quem for cultivá-lo poderá ter alguma dificuldade para controlá-lo em determinados lugares. Por isso, deve-se evitar plantá-lo de uma maneira geral, em locais acidentados, ou de difícil acesso.

Uma ótima opção para desenvolver esse arbusto é plantá-lo em vasos ou jardins. Dessa maneira, não haverá motivo para preocupação dele se espalhar demais e sufocar as plantas menores. Em geral, suas flores são bem perfumadas e também são ricas em néctar, fato que exerce um grande poder de atração entre as borboletas e os beija-flores da região.

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Maneira correta de cultivo
O clerodendro-da-china deve ser cultivado em plena luz do sol ou com um pouco de sombra. O solo ideal para o plantio desse arbusto deve ser fértil, drenável e rico em matéria orgânica, sendo irrigado constantemente durante todo o período em que houver a vegetação.

No inverno deve-se realizar uma boa poda, removendo os ramos secos, danificados, dando assim uma bela forma ao arbusto. A planta é bem tolerante a uma estiagem, mas não é capaz de resistir em um solo encharcado. Esse arbusto possui a capacidade de se multiplicar com extrema facilidade através da divisão de sua ramagem que está enraizada e da separação das brotações que surgem em voltada da planta mãe.

Dicas importantes para cultivar o Clerodendro-da-China
O melhor processo para fazer um bom plantio, é preciso que se faça uma análise detalhada física e visual do terreno, o qual deseja cultivar a planta, levando em consideração tanto os aspectos feitos pelo homem quanto aqueles feitos pela “Mãe Natureza”. Isto serve, não só para o clerodendro-da-china, como para qualquer outra planta.

Um reconhecimento especifico de algumas características naturais do solo, onde quer cultivar suas plantas, é importante.
* Em primeiro lugar deve-se verificar o tipo de vegetação que existe no entorno. Pode ser que próximo a sua casa já tenham arbustos árvores, ou outras plantas. Antes de se decidir se ela vai ou não incluí-los no seu projeto de cultivo, deve-se conhecer que tipo de plantas elas são, pois algumas delas podem ser “plantas daninhas” que não sirvam para o cultivo, enquanto outras podem ser plantas de grande valor, que realmente valham a pena cultivá-las em seu jardim.

* Deve-se também fazer uma consideração geral da aparência e da qualidade das plantas que pretende cultivar, além do modo como elas podem interferir no resto do projeto de plantação e quais os padrões de luz e sombra que elas podem produzir.

* Antes de fazer a terraplanagem, deve-se pensar em aproveitar e dar valor as mudanças topográficas que possam surgir e as plantas que já existam no solo que ela quer utilizar para fazer o seu plantio.

* A topografia pode ser entendida como algo referente à forma que a superfície do terreno possui. Alguns lotes de terra podem ser totalmente planos, enquanto outros podem apresentar formas variadas, como aclives e pequenas elevações, entre outros. É de extrema importância que a pessoa que vai cultivar uma planta consiga decidir se a topografia que já existe no local é passível de preservação ou se é melhor alterá-la para que desse modo possa atender às demandas e desejos da pessoa e da sua família em relação à área externa da casa.

* Outro fator muito importante para quem deseja cultivar uma planta deve levar em consideração, são os padrões de drenagem existentes no local, que podem possuir uma grande influência no projeto de jardim da residência que a pessoa concebeu. Ela deve ser capaz de perceber a direção do escoamento nos pontos que estejam mais baixos, nos quais poderá haver um acúmulo de agua encharcando o solo.

Quem deseja ter uma boa plantação deve fazer o monitoramento da drenagem com extremo cuidado para que possa ter total certeza de que as áreas que estão ao ar livre ficarão em uma boa localização, escoando a agua para bem longe das construções feitas pela pessoa, e que as plantas vão crescer de modo satisfatório no local onde a pessoa conseguir colocá-las.

* Outro fator de extrema importância é o solo do seu terreno que servirá para as plantações porque ele deverá dar suporte necessário tanto às plantas quanto às suas estruturas.

Deve ser pedida em um laboratório especializado, uma análise de solo que você deseja fazer sua plantação, cujos profissionais irão orientar a pessoa se o solo em questão apresenta as propriedades químicas e físicas necessárias para que haja um bom crescimento e desenvolvimento de suas plantas. A partir dessa análise o trabalho tanto engenheiro quanto do arquiteto que a pessoa poderá vir a contratar para fazer um planejamento das fundações das estruturas, irá se tornar muito mais fácil, deixando a pessoa ciente de que o local que ela pretende plantar é adequado ao cultivo.

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Dietes iridioides

A planta também é popularmente chamada de moréia-branca. É uma espécie vegetal pertencente à família botânica Iridaceae, nativa do continente africano, sendo uma planta endêmica da África do Sul. A moreia é uma planta rústica e ornamental (apresenta florescimento decorativo), que está ficando cada vez mais popular o seu cultivo devido a baixa manutenção que ela necessita, e apresentar uma grande beleza para decorar o jardim.

Características da Moréia
A planta é uma espécie vegetal herbácea e entouceirada, muito similar a Íris, pois apresenta flores com cores bem vivas, no entanto ela muito mais rústica que a Íris.

A Moreia se caracteriza por ser uma espécie vegetal que apresenta ciclo de vida perene, isto é, uma planta que apresenta ciclo de vida longo, maior que 2 anos. É ima planta de pequeno porte que atinge uma altura média de 60 cm e um diâmetro de 45 cm.

A folhagem da Moréia atinge uma altura de 40 cm, e as suas folhas se apresentam dispostas em forma de leque, são coriáceas, possuem formato linear, lanceoladas e possuem a coloração verde escura. Se caracterizam por possuírem natureza permanente e serem longas.

As inflorescências da Moreia são eretas e ramificadas, possuem flores dispostas numa quantidade que varia de 1 a 3, possuindo a coloração branca, com uma mancha amarela que fica localizada próxima a base existente nas sépalas. A floração acontece normalmente na primavera e no verão, chegando a perdurar até parte do outono. A Moreia é uma planta que exige baixa manutenção, devido a sua rusticidade.

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Cultivo
A Moreia é uma espécie vegetal que se desenvolve melhor e floresce com maior beleza quando é cultivada em locais que possuem clima ameno e frio, que é a situação climática apreciada pela planta. No entanto, essa espécie vegetal, consegue se adaptar a diferentes condições climáticas, como: clima tropical, subtropical e temperado. Devido ao fato da Moreia apreciar climas amenos e mais frios (clima temperado principalmente), ela deve ser cultivada exposta ao sol, para que assim tenha boas condições de luminosidade.

O solo ideal para cultivo é aquele substrato, que mistura terra de jardim com terra vegetal, podendo ser feitas aplicações de material orgânico, para que a espécie vegetal consiga se desenvolver com plenitude.

O solo para o bom cultivo deve ser rico em material orgânico. A irrigação deve ser feita de maneira regular, contudo sem a necessidade de deixar o solo encharcado, pois essa situação pode levar a planta à morte, pois suas raízes podem ser sufocadas.

As regas podem ser feitas em uma média de duas a três vezes por semana, irrigando uma vez a cada dois dias. O controle da irrigação pode ser feito de acordo com a condição do solo, quando esse estiver seco, pode ser feita a irrigação.

Para manter a Moreia bonita, basta retirar as flores e folhas secas. Pelo fato de exigir baixa manutenção para as pessoas que a cultivam, a Moreia é uma espécie que pode ser cultivada em vários tipos de jardins.

O cultivo pode ser de maneira isolada ou em grupos, que irão causar um belíssimo efeito em seu jardim. Quando cultivadas em grupo, a Moreia pode ser plantada visando a formação de um maciço de plantas (varias Moreias sendo cultivadas no mesmo jardim) ou em forma de bordadura.

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Multiplicação da Moreia
A multiplicação da Moreia pode ser feita em qualquer época do ano, isto é, o inicio de sua reprodução pode ser realizada em qualquer estação do ano: primavera, verão, outono e inverno.
Essa multiplicação pode ser de duas formas: pela dispersão de suas sementes e pela divisão de suas touceiras.

A multiplicação por dispersão das sementes é o processo reprodutivo de plantas mais conhecido que existe, pois consiste em pegar as sementes que foram geradas pela planta e espalhá-las em locais apropriados para cultivo (condições de solo, temperatura, irrigação e outras condições) para que as sementes germinem e gerem uma nova planta.

A multiplicação por divisão da touceira consiste em realizar cortes nos rizomas da planta para criar mudas que irão gerar novas plantas. Na realização dos cortes nos rizomas da Moreia há a necessidade de ser feita com cuidados, pois é necessário manter partes do rizoma, das raízes e das folhas para que as mudas tenham condições de germinarem e se desenvolverem uma nova planta.

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