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Epiphyllum Ackermannii
O cacto-orquídea é originário do México e faz parte da família Cactácea. Porém, também pode ser encontrada em outras regiões tropicais, como a América do Sul e Central. No seu ambiente natural, o cacto-orquídea tem os raios do sol filtrados pela copa da árvore que ela fica fixada, pois apesar de gostar do calor, não gosta de recebê-lo diretamente.

O cacto-orquídea é uma daquelas plantas que buscam outra para garantir hospedagem. Normalmente, elas crescem sob folhagem densa e na parte mais alta das árvores. Pois, apesar de não gostar do sol direto, elas adoram lugares bem iluminados.

Ainda falando do sol, o único horário que esse tipo de planta ainda atura os raios solares direto é na parte da manhã. Porém, em horas mais quentes ela não suporta mesmo o calor e precisam estar na sombra. É uma planta que quanto mais recebe luz, mais as suas flores são coloridas.

Características do cacto-orquídea
Trata-se de uma espécie epífita e suas flores que são um verdadeiro espetáculo chegam a medir entre 10 a 18 cm, a cor é vermelha bem vibrante. Falando nisso, o momento do espetáculo da florescência é entre primavera e verão. Esse detalhe as faz diferente de outras espécies de cactos, pois essas plantas, normalmente, florescem em outra época do ano.

Uma vez que as flores desabrocham, ficam vários dias abertas e nem sempre, mais acontece, elas dão sementes em frutos, bem pequenas, nutritivos e globosos, que possuem a cor violácea.

Com os estudos e a tentativa de se “fazer” novas espécies, é possível encontrar o cacto-orquídea com flores de outras cores e com um delicioso perfume. Trata-se, na verdade, de um cruzamento, derivado a cor magenta bem no centro da planta. Elas ainda são diferentes no formato dos talos, que são achatados, suculentos e segmentados e são muito semelhantes a folhas.

Epiphyllum ackermannii3
Cultivo do cacto-orquídea
Para se cultivar o cacto-orquídea, como qualquer outra planta, é necessário observar alguns detalhes, como por exemplo, o substrato. Ele deverá ser rico em húmus, matéria orgânica, areia de rio lavada e terra preta. Com esses “ingredientes” você tem o lugar perfeito para plantar o cacto-orquídea, com boa aeração e drenagem, importantes para o bom desenvolvimento dela. Outra dica é deixá-lo ainda melhor misturando cascas e também folhas em decomposição.

Lembre-se que o cacto gosta de umidade, mas que não seja muita. As raízes não podem ficar de forma alguma completamente secas. Por isso, a rega deve ser feita com frequência. Observe que a quantidade de água deve ser controlada de acordo com a região, o quanto a planta fica fora ou dentro de casa. Normalmente, quando estão na parte interna, a rega feita uma única vez na semana pode ser suficiente e no frio, a cada 10 dias.

O cacto-orquídea cresce muito bem quando está exposto à temperatura que varia entre 16 e 24 graus. Além disso, outra boa época para ele é durante o outono e inverno, em que as temperaturas ficam entre 16 a 18ºC. Porém, frio excessivo, essa planta não gosta e não resiste.

Epiphyllum ackermannii1
Adubação e outras dicas sobre o cultivo
O adubo deve ser feito durante a primavera e considere o tempo a cada 2 semanas. Seguindo a seguinte fórmula: NPK 10-10-10. O produto deve ser diluído em água conforme indica a embalagem.

Depois de pronta é só molhar o substrato até que ele fique bem úmido. Além disso, é indicado usar húmus de minhoca no substrato, uma colher logo quando começa a primavera é indicado. O repouso do cacto-orquídea é depois da floração.

Voltando ao plantio, a melhor forma de fazê-lo é através de estaquia, mas com sementes também dá para ter cacto-orquídea. A estaca deve ter o tamanho entre 10 a 12 cm e a base deve ser cortada na forma da letra “V”. Outra dica é usar canela em pó, polvilhar sobre o corte, serve para manter os fungos longe.

Depois de fazer esse processo, coloque as estacas em um lugar com sombra e com boa ventilação e espere passar 7 dias. Tempo para que seque.

Feito isso é só preparar o vaso com terra orgânica e plantar as estacas, observando que elas precisam estar no fundo entre 5 e 6 cm. A terra não pode ficar encharcada, e sim, deve ser mantida úmida. Depois é só deixar o vaso em um lugar bem iluminado, mas que a luz do sol não chegue diretamente. As raízes costumam a demorar entre 3 a 6 semanas para aparecer.

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O que fazer quando aparecem pragas?
As pragas que mais atacam os cactos-orquídea são: bactérias, fungos e cochonilhas. Podemos considerá-los verdadeiros vilões, que podem acabar com a sua planta.
* No caso das cochonilhas, o ataque pode ser ameno, como pode ser intenso, no primeiro caso, elas podem ser combatidas com a retirada manual com a ajuda de um cotonete.

Porém, quando o ataque é intenso, somente um produto pode acabar com elas. Você pode cortar com a tesoura a parte afetada, fazer uma mistura de detergente, álcool etílico e água e pulverizar. Costuma ser uma mistura muito eficiente. Outra maneira de acabar com elas é usando óleo mineral. Basta pulverizar o produto para que elas sejam eliminadas com asfixia;

* Para que as pragas e as doenças se espalhem no cacto-orquídea é aconselhável a eliminação das partes podres o quanto antes, principalmente, quando ficam escuras;

* Se você observar que existem manchas ou furos no caule pode significar que a planta passou por mudanças bruscas de temperatura que ocorreu durante o dia e depois a noite. Fique atento para evitar que isso aconteça, e proteja durante a noite;

* Quando ela fica muito exposta o sol termina com a aparência amarelada. Porém, basta que volte para o tipo de iluminação que gosta para que a cor normal volte. A pouca luz faz com que algumas partes comecem a murchar;

* Como acontece com qualquer planta, se ela receber água demais, as raízes ficarão podres.

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A samambaia chifre-de-veado faz parte da família Polypodiaceae e sua origem é da Nova Caledônia, Nova Guiné, Austrália e Ilha Sunda.

A espécie é uma planta doméstica que não são comuns, pelo contrário, são bem difíceis de encontrar.

Dentro dos diversos hábitos de crescimento que o chifre-de-veado possui, destaque para o modo com frondes foliares e basais. O que quer dizer que são folhas que crescem e ficam bem grandes e divididas.

As frondes que são da base são redondas e grandes. Elas são colocadas fixas sobre uma superfície e depois o crescimento é feito em camadas sobrepostas. Enquanto as frondes foliares se dividem e são eretas. As folhas apresentam as estruturas amarronzadas de esporos, deles podem crescer novas plantas da espécie. A planta é uma excelente opção para decoração da casa.

Características e crescimento do chifre-de-veado
As florestas que recebem a planta chifre-de-veado são aquelas tropicais úmidas e também as subtropicais úmidas. Porém, apesar do clima particular que cresce esse tipo de planta, elas podem ser cultivadas em casa. Porém, para que isso seja possível é necessário compreender os fatos básicos sobre a composição da planta.

Sobre as características do chifre-de-veado é uma planta que se classifica como epífitas, isto é, ela não capta nutriente do solo e nem a água. O significa que elas precisam do apoio das árvores. A fotossíntese para o crescimento é realizada pelas frondes verdes.

O papel das frondes de base do chifre-de-veado é de capturar os resíduos que caem e daí chega até a  planta os nutrientes.

Falando um pouco mais das características do chifre-de-veado, a planta possui raízes, porém, a única “obrigação” delas é de fixar as estruturas da planta.

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Os produtores do chifre-de-veado aconselham a não retirar as escamas acinzentadas. É comum que as pessoas que a cultivam façam essa retirada porque ela acaba dando uma aparência de poeira à planta. Porém, as escamas não estão na espécie por acaso e sim para interromper a evaporação.

Durante todo o ano é necessário deixar sempre o apoio da samambaia úmido. A rega deve ser em maior quantidade durante os meses do verão. Na estação da primavera é necessário, além de regar, cobrir com adubo fresco. É muito importante que o chifre-de-veado  receba nutrientes durante a primavera.

O lugar correto para cultivar a samambaia é sob a luz solar. Porém, nunca deixe a sua planta direto no sol. Ela necessita para crescer bonita e forte receber a luz do sol, porém, de forma filtrada, como na floresta tropical.

Considere que a luz natural que tem chegar na planta chifre-de-veado é de 400 velas. E outro fator importante é deixar em um lugar com pouca umidade, caso o contrário você corre o risco de apodrecer a raiz. E ainda, num lugar com boa circulação do ar.

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Modo de cultivo
Para cultivar mais plantas é necessário retirar as mudas enraizadas de uma chifre-de-veado, fazendo isso começando pela base. Depois elas deverão ser plantadas em um vaso com adubo. Em seguida, lembre-se que é importante manter as plantas posicionadas da maneira correta com estacas de madeira ou um arame dobrado.

O solo deve estar úmido até que elas estejam grandes o suficiente até que possam ser transplantadas. Outro detalhe é que é possível, durante o crescimento do chifre-de-veado, colher os esporos que ficarem maduros das frondes foliares. Lembrando que um esporo maduro precisa ser da cor marrom brilhante.

Outra dica é retirar uma parte de fronde onde tenha esporos maduros e em seguida, colocá-lo num pacote (de papel) e observar, quando ele ficar disperso ou lanoso, seco e com a cor mais amarronzada poderá ser usado para a propagação.

Na hora de plantar é só colocar no fundo de um vaso pedaços de um vaso de barro, sobre ele coloque uma camada de sphagnum ou turfa. Depois pegue aquele esporo que ficou no saco de papel e coloque bem no alto do substrato. O vaso deverá ser colocado sobre um pires com água. É uma forma de dar mais umidade para a planta.

Quando as plantas estiverem grandes que possam a ser manuseadas sem correr o risco de danificá-las, coloque em outros vasos observando um espaço de 5 cm entre cada uma delas.

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Para conhecer melhor essa planta veja as características do chifre-de-veado:

Tipos de Folhas:
*
Folhas normais
Essas folhas são firmes e espessas, se bifurcam e são muito grandes e daí o nome chifre-de-veado, devido a semelhança;

* Folhas da base
Elas são arredondadas e que vão ficando amarronzada com o tempo, mas nascem verde. Elas são finas e ficam aderentes ao substrato.

Cultivo
* Usar substrato apropriado para plantas epífitas;
* Cultiva em lugar com muita umidade;
* Cultivo a meia sombra;
* Deve ser plantada na vertical de preferência;
* A multiplicação é feita através das mudas e elas nascem próximas da planta mãe;
* Também pode ser fixada na placa de fibra de coco ou em árvores;
* Suporta o frio;
* É muito rústica;
* Muito usada na decoração ela é usada em composição ou isolada, em árvores ou em muros.

Dica alternativa
Experimente pegar um pedaço de fibra de coco, mesmo que você o encontre na rua já cortado e depois com arame galvanizado amarre suas mudas de chifre-de-veado nele. Dá um visual bonito é será bem fácil para fazer com que a sua planta cresça. Claro, se preferir compre um vaso de coxim (fibra-de-coco) encontrado facilmente nas floriculturas.

Quando tiver qualquer dúvida consulte uma pessoa na floricultura e pegue mais dicas para cultivar a sua planta. E essa é uma dica que vale para qualquer espécie. As plantas precisam de cuidados especiais, algumas até bem mais do que as outras e isso fará toda a diferença para que ela cresça bonita e forte.

O chifre-de-veado é uma planta bastante antiga e acredita-se que ela já existia na época dos dinossauros. Seu nome faz referência às suas folhas que lembram muito os chifres de um veado. É uma planta que se apoia em galhos ou troncos de árvores, mas ela não retira nenhum nutriente para sua sobrevivência, e por isso é considerada uma planta epífita.

O clima do Brasil se mostra bastante favorável para o cultivo dessa espécie, pois o clima do país é muito semelhante com o de seus países de origem.

É uma folhagem que possui dois tipos de folhas, na base as folhas são mais arredondadas e nascem verdes, mas depois adquirem uma tonalidade amarronzada e é essa folha que adere a árvore ou qualquer outro substrato, local onde a folhagem está plantada.

As folhas restantes são verdes e firmes, e são essas as que possuem a aparência de chifres de veado. É uma folhagem muito usada pra ornamentar casas e jardins devido a sua beleza e visual exótico.

Platycerium-bifurcatum

Os cuidados com o chifre-de-veado
Em se tratando de água, o ideal é deixar o vaso, árvore ou terra onde o chifre-de-veado estiver plantado, um pouco úmido, mas nunca encharcado para não provocar o apodrecimento da raiz. Algumas pessoas preferem esperar o substrato secar para assim regá-lo, mas como se trata de uma planta com muitas folhas, muitas vezes não é possível ver se a terra está seca ou não, uma boa saída é a rega por imersão, mergulhe a planta por 30 mim. na água, deixe escorrer o excesso e depois a pendure.

Com relação à temperatura, diz-se que o clima brasileiro é ideal para essa planta, porque ela sobrevive em temperaturas de 30 a 21º C, mas também aguenta as baixas temperaturas do inverno, até menos de 10º C.

Para escolher o local ideal da sua casa ou jardim para plantar o chifre-de-veado, procure um local iluminado, mas que não tenha sol direto, para não provocar a queimadura de suas folhas, uma brisa leve é bastante agradável para a planta.

Adubação ideal para o chifre-de-veado
O ideal é usar adubo líquido, misturando com a água de regar, pelo menos uma vez ao mês, o sphagnum praticamente não tem nenhum nutriente por isso é importante o uso de adubo para um bom desenvolvimento. Muitos usam a dosagem NPK 20-20-20, atualmente também esta sendo muito usado um adubo de liberação lenta, Osmocote, que são bolinhas cheias de adubo que vai sendo liberado lentamente.

Resumidamente, pode se dizer que os Platycerium são plantas muito versáteis e pouco exigentes, dando sempre um bonito visual em qualquer lugar que ela esteja presente. As adubações devem ser feitas na primavera e verão. Prefere substratos próprios para epífitas (plantas que crescem em árvores).

E como qualquer outra planta, devem ser usados adubos para auxiliar seu crescimento e mantê-lo sempre bonito e saudável.

Como se trata de uma planta epífita, o chifre-de-veado não retira do substrato onde está plantado os nutrientes necessários para sua sobrevivência e por isso é necessário fazer uso de um adubo, os líquidos são os mais indicados. Basta misturar o adubo líquido a água em que for regar a planta, tomando sempre cuidado para não molhar as folhas com a mistura. As melhores épocas para a aplicação do adubo são a primavera e verão.

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Como fazer mudas de chifre-de-veado
O modo correto de fazer mudas da planta chifre-de-veado, é bem simples, algumas dicas para realizar o procedimento. Confira:
- Remova os filhotes da planta matriz quando ela já tiver com algumas folhas compridas, de modo que consiga sobreviver sem a planta mãe;

- Utilize uma faca ou um canivete bem afiado para realizar os cortes necessários. Procure causar o mínimo de ferimentos na muda;

- Retire a muda junto com seu sistema radicular. Se precisar tirar um pedaço do xaxim para o transplante não tenha pena;

- Para o transplantio, utilize um substrato leve, fértil e rico em matéria orgânica. O substrato deve ser poroso e bem drenável. Você pode misturar fibra de coco finamente moída com areia e húmus em iguais proporções;

- Para o plantio no vaso, coloque uma camada de cascalho no fundo antes de acrescentar o substrato;

- Faça um orifício no centro do substrato e plante a muda, apertando levemente para fixá-la ao substrato;

- Coloque o vaso em local sombreado e livre de ventos fortes. Regue periodicamente, mantendo a umidade constante.

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Cyclamen3

O ciclame é gênero botânico pertencente à família Primulaceae. E sua origem é das Ilhas Gregas e a região do Mediterrâneo.

No Brasil o nome da planta varia entre cíclame-da-pérsia, cíclame-de-alepo ou ciclâmen.

A planta é pequena, não ultrapassa 20 cm de altura, e costuma ser cultivada em vasos de interiores. A planta é de clima ameno, de meia sombra, mas precisa de sol direto durante quatro horas por dia. Desse modo, o ideal é colocá-la próxima à janela, mas protegida do vento. Recomenda-se regar duas vezes por semana.

É uma planta perene, mas tem sido cultivada como anual. Assim, muitas pessoas, quando a veem murchar, acreditam que ela está morta, mas seu bulbo irá florir dentro de um ano novamente, se hidratado como indicado.

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Características do Ciclame
O gênero é constituído por 15 variedades de plantas perenes, de folha caduca, provenientes de um tubérculo parecido com um bulbo. Possuem belas folhas de tom verde escuro em forma de coração, com traços finos de fios verde claro ou prateados.

As flores, parecidas com uma borboleta pousada de asas juntas, podem ser simples ou duplas e sobressaem acima da folhagem em tons que vão do branco, ao vermelho, lilás, rosa, salmão ou que podem possuir mais do que uma cor. As flores nascem no inverno, em hastes, em tons de rosa, exalando um perfume leve.

Cultivo
Muitas pessoas pensam que é muito difícil cultivar ciclames, mas quando se compreende o seu ciclo de desenvolvimento esse processo é simples.

Se seguir estas regras verá como se torna fácil desfrutar desta bela planta durante anos a fio.
* Pode dar flor todo o ano, mas o ideal é conseguir que as plantas fiquem “dormentes” durante os meses de verão para que deem flores no inverno e na primavera seguintes.

* Gosta de ambientes frescos, idealmente de temperaturas que vão dos 15 aos 18ºC durante o dia e dos 12 aos 15ºC durante a noite, sobretudo se estiver dentro de casa, mas tolera climas onde a temperatura do ar pode chegar aos 5ºC ou mesmo menos.

* Enquanto tiver flores a planta deve ser colocada num local luminoso embora com luz indireta.

* Necessita de regas regulares, mas não em demasia enquanto estiver crescendo ativamente e florescendo. Coloque o vaso num prato cheio de pedriscos úmidos para proporcionar à planta a umidade extra de que necessita. Durante o período de floração, mantenha o solo sempre úmido, não permitindo nunca que seque.

* Quando regar utilize sempre água tépida e nunca regue em excesso, permitindo apenas que os pedriscos fiquem úmidos e que a água evapore lentamente.

* Remova sempre as flores secas ou murchas, desde o ponto de origem da flor e durante todo o período da floração.

* À medida que as flores desaparecem, corte as pontas à planta e fertilize com frequência de preferência com uma solução líquida, até que surjam folhas novas e flores.

* Quando as folhas começarem a secar pare de fertilizar e reduza a quantidade de água gradualmente, permitindo que o tubérculo permaneça não ativo durante algum tempo para poder descansar e reforçar-se – atenção, este aspecto é importante.

* Quando o solo estiver completamente seco e todas as folhas tiverem desaparecido, coloque o vaso num local fresco e protegido do sol, durante 6 a 12 semanas pelo menos.

* Retire o tubérculo do vaso e replante substituindo com terra nova, deixando o tubérculo semi enterrado em 1/3 ou mesmo pela metade.

* Quando deste tubérculo começarem a surgir novas folhas, recomece a rega e fertilize mensalmente até que as flores apareçam na forma de botão. A partir daqui recomeça-se o ciclo anual de desenvolvimento do ciclame.

Cyclamen_Hederifolium

Luz
O ciclame gosta de luz indireta, de sombra ou de sol parcial. Resulta bem quando colocado à sombra sob arbustos e à volta de árvores com copa frondosa.

Umidade
O ciclame necessita de uma atmosfera fresca e úmida para se desenvolver de forma saudável, mas é essencial que o solo drene bem e que seja organicamente rico. Se a terra em que está plantado for muito pesada e pouco porosa, acrescente areia ou gravilha fina e junte material orgânico (folhas em decomposição) para ajudar a torná-lo mais adequado. Nos canteiros, junte uma misture de pedrisco ao solo para permitir o escoamento mais eficiente das águas de rega.

Resistência
Quando adquirir um ciclame verifique se existem junto ao solo botões de flores, sinal de que a planta está em pleno processo de desenvolvimento. Os ciclames adquiridos em viveiros e nas floristas são da família Cyclamen persicum, uma das espécies mais resistentes e produz flores brancas, cor de rosa ou vermelhas. O Cyclamen hederifolium é outra das espécies resistentes de que no inverno e primavera produz flores brancas ou cor de rosa com um centro escuro.

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Propagação
O ciclame propaga-se por sementes a partir do fim do Verão, num meio úmido e muito orgânico, contendo folhas em decomposição, areia e húmus misturados. Um viveiro protegido ou um tabuleiro próprio para propagar permitirá obter melhores resultados. Como as sementes não germinam todas ao mesmo tempo, torna-se necessário repicá-las e replantá-las logo que as plantinhas tenham a estrutura suficientemente forte para poderem ser pegadas com os dedos com cuidado e mudadas de lugar.

As plantas obtidas por meio de semente florescem no prazo de 15 meses (ou seja, mais de um ano depois, não desanime, entretanto…) e devem manter-se num local fresco e com luz filtrada. Por volta do 14º mês, ou seja, um mês antes da floração, transplante para um vaso que coloca num local um pouco mais quente para ajudar o processo de floração.

Aplicações
Adaptam-se muito bem em canteiros, beirando caminhos ou ainda em vasos dentro de casa. Apesar de ser vendida principalmente como planta de interior, o ciclame de florista pode também ser plantado no exterior onde chega a dar flor todo o ano, desde que a temperatura não desça abaixo dos -6ºC.

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Bailarina ( Globba Winitii)

Planta pertencente à família Zinziberaceae e originária da Tailândia. É também conhecida como Globa roxa.

A Bailarina é uma planta herbácea, possui folhagem decorativa e pode chegar a atingir até 1,20 m de altura. Os rizomas dessa planta lhe permitem a formação de maciços que tem folhas verdes com um longo pecíolo e que alternam na haste.

As flores da Bailarina são bem pequenas e amarelas, protegidas por brácteas coloridas (rosa ou púrpura) estão sempre reunidas numa inflorescência grande e pêndula. O efeito decorativo dessa planta é o um dos pontos que mais atraem os cultivadores. O florescimento da planta acontece no meio do verão e pode ser cultivada com sucesso em regiões que tenham um clima ameno ou quente.

Cultivo
Para que a planta cresça saudável é importante ser cultivada num local protegido do sol durante o período da tarde. Pode ser cultivada em vasos ou canteiros com sucesso. O substrato deve ser rico em nutrientes, humoso e solto. As mudas da Bailarina costuma ser vendidas em vasos de cultivo.

O clima que prefere é o tropical, subtropical, equatorial ou oceânico. A luminosidade que prefere é a de luz difusa ou então a meia sombra, o seu ciclo de vida é perene.

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Como plantar a Bailarina
Para quem pretende cultivar a bailarina em canteiros deve atentar para fazer um buraco que seja maior do que o torrão da muda.

Num balde faça a mistura do húmus de minhoca e do composto orgânico em partes iguais. Depois disso adicione a farinha de ossos (mais ou menos 100 gramas) para cada muda.

Misture tudo bem e coloque na parte mais funda do buraco, lembre-se de passar também nas laterais. O passo seguinte é fazer a acomodação da muda no buraco, preencha com o que sobrou da mistura. Regue bem para garantir que a planta cresça saudável. Uma dica é não enterrar muito o rizoma, pois ele tem um desenvolvimento melhor numa profundidade menor.

Essa planta gosta de um solo umedecido então durante os períodos de verão e de seca é importante regar com mais frequência. Quem mora em regiões mais frias como o Sul e o Sudeste do Brasil deve cultivar a bailarina em vasos para que possa proteger a planta durante o inverno.

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Plantio em vaso
Quem preferir cultivá-la em vasos deve escolher um recipiente que seja grande e cuja boca seja larga, pois os rizomas precisam de espaço para se desenvolver melhor.

Comece preparando a parede do vaso usando tinta asfáltica, aquela que é utilizada para impermeabilizar o concreto. Como quando se utiliza o pincel com essa tinta o mesmo acaba sendo perdido recomendamos que você prepare mais de um vaso de uma vez. Assim o descarte do pincel terá valido a pena.

Para ter um bom resultado passe duas demãos e espere que seque por pelo menos uns 10 dias. Esse período é suficiente para evitar que os solventes do produto interfiram no substrato da sua muda.

Como essa planta precisa de um solo úmido é importantes fazer a proteção do furo de drenagem do vaso. Para isso você pode usar cascalho, brita ou mesmo um pedaço de manta acrílica.

A manta geotêxtil também pode ser utilizada como proteção. Em cima coloque um pouco de areia úmida para garantir que a drenagem das águas da chuva ou das regas seja feita.

Também será necessário colocar uma parte da mistura que indicamos para o canteiro, acima. Depois disso você deverá acomodar o torrão, preencha o espaço com mais substrato.

A dica é apertar de leve ao redor da muda para que ela fique fixa. Não se deve enterrar demais, pois quando se coloca o torrão o novo substrato deve ficar com a mesma altura da terra.

Logo após o plantio você deverá regar a sua muda. Nos dias quentes e secos é importante manter as regas frequentes.

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Adubação
A adubação bailarina deve ser feita com uma mistura de composto orgânico com adubo granulado NPK (a formulação deve ser de 10-10-10). A quantidade ideal é cerca de 100 gramas para cada muda ou então 300 g/m2 incorporando ao substrato usado para o cultivo.

A dica para os vasos é usar uma colher de sopa que já vem junto com o adubo. Coloque uma medida dessa colher e misture ao substrato do vaso.

Se a touceira formada não permitir o manuseio do substrato a dica é dissolver a medida num litro de água. Aplique em torno da muda, mas tenha cuidado para que não umedeça os talos e nem as folhas.

O mais indicado é que a adubação seja feita 2 vezes ao ano, as melhores épocas são depois da floração no outono ou então antes dela, a primavera é o momento ideal. É necessário que você coloque os nutrientes no solo umedecido. Regue bem depois disso para que os nutrientes penetrem no solo usado para o cultivo.

Propagação
A bailarina é uma planta ornamental e depois do cultivo da primeira você certamente vai querer fazer mudas dela. Para não prejudicar a planta a dica é aguardar que a touceira esteja cheia.

Retire então as mudas, sempre cuidando para não prejudicar o visual da planta. Junto com as folhas você deve levar um pedaço do rizoma. A propagação através de mudas pode ser feita no período logo após o inverno, pois a planta já terá começado o seu crescimento, porém, ainda não terá florido.

Plante as mudas em recipientes ou então em canteiros usando um substrato semelhante a aquele indicado para o cultivo.

Uso no paisagismo
Em geral a bailarina não é uma planta muito comum de ser vista nos jardins, mas que pode ser muito bem aproveitada em projetos de paisagismo. Com ela é possível formar lindas touceiras além de poder ser cultivada em canteiros extensos ou mesmo em vasos para decoração.

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A tumbérgia-azul é uma planta trepadeira bastante rústica e ornamental. Pertence à família Acanthacea.

Possui flores de coloração azul, cujo tom é bem próximo ao lilás que surgem durante todo o ano, porém mais costumeiramente na primavera e no verão. As flores são grandes, campanuladas e solitárias. Há a inflorescência de poucas flores, brancas ou azuladas cujo centro é amarelo.

As folhas têm aspecto verde, oval, de bordas dentadas e irregulares. A planta tem boa velocidade de crescimento, além de ser opção para cobrir pérgolas, arcos e caramanchões. Também se adapta a muros, grades e cercas. As flores são atrativas às abelhas mamangavas.

É necessário cultivá-la sob pleno sol em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica, precisando de regas regulares. As adubações periódicas que contenham farinha de ossos estimulam uma intensa floração. Suporta bem o frio subtropical e se multiplica por estaquia.

Tem origem na Índia e sua altura varia de 4,7 a 6 m. Também é chamada popularmente de Azulzinha.

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Como cultivar
Essa é uma planta que necessita essencialmente de sol, mas também locais com sombra, desde que pelo menos no horário da manhã ela pegue sol, também precisa de solo fértil e bem drenado. Na cova de plantio coloque adubo de origem animal de curral, bem decomposto já, umas 500 gramas devem bastar, caso seja de galinheiro, use metade do conteúdo.

Você também pode acrescentar 100 gramas de farinha-de-ossos e areia, misturando sempre com o composto orgânico feito de folhas. Use um tutor feito com sarrafos ou então conduza os ramos para um muro ou uma cerca, ou até mesmo pérgula, para ajudar o crescimento.

A rega não deve ser esquecida nunca, na hora do plantio e depois por mais ou menos uns 10 dias, sempre para garantir água para a muda. Depois espaçar para a rega normal do jardim.  Sempre haverá a necessidade  de controle de seu tamanho, então em época em que sua planta estiver sem flores, realize a poda do arbusto, deixando sempre pelo menos 6 gemas apicais em cada ramo. E após a poda, deve-se adubar a muda com adubo animal curtido e composto orgânico e sempre regar bem.

Thumbergia
Uso no paisagismo e na decoração
A tumbérgia é uma excelente planta para cobertura de pérgolas e caramanchões, mas em cercas vivas e muros elas ficam melhor ainda, derrubando-se em longos ramos floridos. Também pode ser consorciada com outra planta que pertence ao mesmo gênero, mas com outra coloração, isto é, você pode misturar as cores azuis e brancas, criando um belo efeito ornamental.

Reprodução
Esse tipo de trepadeira pode ser reproduzido bem facilmente através de sementes na primavera, e colocadas sobre um substrato do tipo leve, casca de arroz carbonizada ou uma mistura de areia e terra comum de canteiro, bem peneiradas.

Pode-se aproveitar para colocar em uma sementeira de produção ou em um recipiente grande em forma de cultivo comum. Semear e depois cobrir com terra seca peneirada ou areia, e regando logo em seguida.

Cubra com um plástico para manter a umidade e até que a germinação aconteça, e retire o plástico. O plástico aqui nesse caso serve para acelerar o processo de germinação, transformando o vaso em uma mini estufa, que abafa o ambiente e deixa-o mais quente e úmido, propício para a maioria das espécies que as sementes precisam pra brotar.

O local vira uma estufa com essa cobertura plástica. E quanto apresentar cerca de 6 folhinhas pode ser feito o transplante para um sacos com substrato feito de compostos orgânicos e adubo animal, com areia (tudo em partes iguais).

Não se esqueça de colocar o tutor antes de colocar a muda. Poderá ser apenas uma pequena estava de bambu, pois a planta ainda é pequena. Manter em estufa até a planta atingir 0,50 ou 1 m.

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Propagação
A propagação dessa planta pode ser feita através de estacas jovens na primavera, contando-as de 15 a 25 cm das pontas dos ramos ainda novos e colocando-os em substratos iguais ao da sementeira. Regue todos os dias até que o enraizamento aconteça. O uso de enraizadores pode garantir uma percentagem maior de indivíduos na produção.

Prepare um substrato com adubo animal e composto orgânico de folhas ou húmus de minhoca mais areia, em partes iguais, em seguida preencha os sacos de plantio, e coloque a muda e preencha com mais substrato, regando a seguir.

Depois vá repetindo o processo de rega todos os dias por pelo menos 10 dias para manter a sobrevivência da muda.

Mantenha o cultivo em local protegido e com 50% de sombra até a sua comercialização. Sendo preciso use tutores como escada ou tripé para que a muda seja conduzida já para formar sua forma de trepadeira, assim ela fica com ótima aparência para venda.

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Cuidados
Antes do plantio esse tipo de trepadeira, deve ser adubado pelo solo com fertilizante orgânico para que ela mantenha um crescimento regular. A cada 3 meses adicione também um pouco de adubo químico de NPK equilibrado e antes do inicio da primavera reforce a dose com o adubo orgânico e fertilizante de fósforo, essa é uma planta que floresce o ano inteiro, porém se destaca mais na época primaveril, logo é bom que ela esteja bem nutrida para que aproveitemos seu ápice.

Adicione também um pouco de areia grossa no solo para facilitar a drenagem e assim evitar que ele fique muito encharcado em épocas de chuva intensa.

A rega deve ser feita de modo a manter o solo sempre úmido, nunca encharcado. Com um fornecimento bom de água essa planta não terá problema mesmo nos climas mais quentes. Mesmo sendo uma planta tropical, ela não terá problemas com o sol e pode ser criada sem proteção alguma, apenas garanta que ela não fique ressecado com que lhe falte água.

Durante todo o seu crescimento no inicio da planta pode ser necessário ajudá-la a enroscar-se ao que você deseja que ela permaneça como trepadeira, nesse caso você pode ajudá-la com barbantes e outras cordas para amarrá-las em várias partes do local onde ela permanecerá crescendo ao longo do tempo.

Porém durante algum tempo, quando ela já estiver mais agarrada, a sua guia deve ser retirada, para que não atrapalhe o seu desenvolvimento e a prenda a ramos mais baixos. Assim ela seguirá crescendo sobre a mesma sozinha.

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Lytocaryum Weddellianum
A Lytocaryum weddellianum é conhecida popularmente por palmeira wedeliana e coqueiro-miniatura, no Brasil ela também é popularmente chamada de palmeira-de-petrópolis.

É uma palmeira bastante ligada ao coqueiro, no entanto ela é uma planta de menor porte que os coqueiros. Devido a essa similaridade com o coqueiro é que a planta recebeu esses nomes populares acima citados.

É uma planta nativa da América do Sul, sendo endêmica do Brasil, onde essa espécie vegetal é largamente encontrada, principalmente nas florestas tropicais existentes no país. A espécie vegetal pertencente à família botânica Arecaceae.

Família Arecaceae
A família Arecaceae se destaca pelas características ornamentais e paisagísticas das espécies vegetais que compõem esta família, que está distribuída em 200 diferentes gêneros, que abrigam em torno de 2.600 espécies vegetais. Essa família está amplamente presente no Brasil.

Estas plantas estão distribuídas por todo o mundo, principalmente nas regiões que apresentam o clima tropical, estando presentes em todos os tipos de habitat, no entanto sua presença se destaca nas florestas com bastante umidade.

As espécies vegetais que compõem a família Arecaceae possuem caráter ornamental e podem compor belos jardins de ordem tropical, sendo composta de plantas airosas e bonitas.

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As características da palmeira-de-petrópolis
A planta se caracteriza por ser uma espécie vegetal do tipo palmeira, que apresenta estrutura semi-herbácea, se caracterizando por ser uma planta delicada, exótica e que transmite bastante elegância ao ambiente onde é cultivada.

Por ser uma espécie vegetal que apresenta ciclo de vida perene, isto é, vive um período maior que 2 anos, o que é considerado longo no reino vegetal. Se a palmeira-de-petrópolis for cultivada de forma correta e adequada ela irá conseguir viver por vários anos.

A espécie é de pequeno para médio porte, apresentando uma altura que varia de 1 a 2,5 m. De uma forma geral, a planta fica com altura média de 2 m.

O caule ou tronco apresenta um diâmetro consideravelmente reduzido, que varia de 2 a 3 cm, o que acaba caracterizando a planta como semi herbácea, isto é o caule não possui estrutura completamente lenhosa.

As folhas do palmeira possui cor verde escura. Essas folhas formam uma espécie de coroa, apresentando um arqueamento de grande harmonia, que concede grande beleza a planta. Elas são pinadas e muito finas, por isso o cuidado necessário com os ventos mais fortes, pois podem causar danos a essa espécie vegetal.

As flores da palmeira-de-petrópolis são de cor branca, e devido a grande beleza das folhas, elas acabam possuindo pouca importância com relação a característica ornamental da palmeira. Quando cultivada em ambientes fechados, é normal que as flores não se desenvolvam na planta.

A palmeira-de-petrópolis produz frutos que surgem após a floração da planta, esses frutos são de tamanho pequeno e se caracterizam por serem comestíveis. O gosto dos frutos é bastante parecido com o gosto do coco.

É uma planta bastante popular entre as pessoas que cultivam palmeiras, pois é uma espécie que possui uma excelente atratividade e por isso ela é uma planta que atrai bastante a atenção das pessoas, devido a sua grande beleza.

Lytocaryum Weddellianum1
Cultivo
Essa é uma espécie vegetal típica de clima tropical, que aprecia um clima típico e úmido, tanto que o habitat natural da planta são as florestas úmidas das regiões de clima tropical.

Devido a essa característica, aprecia ser cultivada em locais que possuam uma boa condição de claridade. O ambiente ideal é aquele que seja sombreado ou meia sombra que apresente uma boa luminosidade, no entanto ela é uma espécie vegetal que não deve ser exposta diretamente a luz solar.

Por ser uma planta típica de cultivo em regiões sombreadas, a palmeira-de-petrópolis consegue apresentar uma pequena resistência a temperaturas mais baixas, no entanto a planta não suporta clima intensamente frio ou em casos extremos de geadas.

Com relação à rega, aprecia que o solo para o cultivo seja mantido ligeiramente úmido, no entanto, isso não quer dizer que o mesmo deva ficar encharcado, pois essa situação pode causar o apodrecimento das raízes da planta, o que pode levar planta à morte.

Por isso, é importante que o solo onde seja cultivado a espécie possua uma boa capacidade de drenagem para que absorva bem a água, de forma que as possibilidades de encharcamento sejam diminuídas.

Não é necessária a realização de poda, bastando apenas que a pessoa que cultive esta espécie vegetal faça o corte das folhas que se encontrem secas para que a planta se mantenha sempre bonita e saudável.

A espécie vegetal se caracteriza por apresentar um crescimento até certo ponto lento. Para ajudar a planta a crescer de forma saudável, é interessante que o solo passe por processo de adubação e fertilização, sendo aplicado o adubo NPK de 3 a 4 vezes por ano. É importante frisar que o adubo não deve ser colocado próximo ou junto ao caule do palmeira.

Pode ser cultivada em vasos tanto em ambientes externos como ambiente internos, no entanto neste caso, ela é uma espécie vegetal que requer uma boa iluminação de forma a se manter bonita e saudável.

No cultivo em ambientes internos, é necessário tomar cuidado com o acumulo de poeira e deve ser evitada a aplicação de produtos químicos para que a palmeira-de-petrópolis fique mais brilhante. A forma correta de limpar a planta é fazendo uso de uma esponja úmida, ou aproveitar as chuvas de pequena intensidade de forma que a planta consiga ser limpa pela água da chuva.

Propagação
A palmeira-de-petrópolis é uma espécie vegetal que se propaga por meio da dispersão das sementes, que é o método mais comum de multiplicação das plantas.

Esse método consiste em colocar as sementes geradas pela planta, em covas que ficam localizadas em ambientes propícios ao desenvolvimento da semente. Com as condições apropriadas de rega, adubação e iluminação, a semente irá germinar e formar uma nova planta. É uma planta que se propaga com bastante facilidade nas sombras úmidas, já que são encontradas nas florestas tropicais.

janela e borboleta

Ipomeia-rubra

Também conhecida popularmente como Glória-da-manhã e Trepadeira-cardeal, a Ipoméia-rubra pertence à família Convolvulaceae. É uma planta originária da Indonésia, mas devido as suas condições de cultivo, podem ser encontradas em diversas regiões ao redor do mundo. Isso acontece principalmente em regiões que apresentam as características climáticas padrão da espécie que é o clima subtropical, equatorial e tropical.

Trata-se de uma trepadeira semi-lenhosa e volúvel, de crescimento moderado. Ela apresenta folhas perenes, palmadas, com cinco a sete folíolos verde-escuros e brilhantes. Os botões florais se assemelham a pequenos frutos. As flores são grandes, em forma de funil e de textura cerosa.

Na forma típica são de cor vermelho-bordô, mas ocorrem variedades de flores brancas-rosadas, roxas e rosas-arroxeadas, mais raras em cultivo. Elas têm estames longos com anteras de cor creme. As flores da ipoméia-rubra são muito atrativas para os beija-flores, abelhas e borboletas.

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É uma trepadeira tropical vigorosa, própria para revestir grades, treliças, cercas ou pérgolas. Apesar de delicada no seu primeiro ano, após seu pleno estabelecimento, ela se torna bastante resistente. Também pode ser cultivada em vasos e jardineiras, desde que lhe seja oferecido suporte adequado. Apesar de apreciar o calor, esta trepadeira pode ser plantada em ambientes protegidos, como interiores e estufas, nos países de clima temperado a frio. A floração se estende da primavera ao outono.

Quando essa planta é cultivada corretamente, pode crescer até 9 m dependendo da sua variedade. Ela possui um ciclo de vida perene, o que significa que ela leva mais tempo para completar o seu ciclo de brotação e com isso, folhas, flores e frutos aparecem o ano inteiro na sua planta. Mais alguns tópicos abaixo, vamos ensinar como você pode proceder para cultivar bem sua trepadeira cardeal.

Seu cultivo deve ser sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente. Tolerante a podas drásticas.

A ipoméia-rubra é uma planta bastante rústica e de baixa manutenção. As podas devem ser realizadas após o florescimento, para controlar o crescimento e estimular a próxima floração. Multiplica-se por estaquia ou alporquia dos ramos e por sementes.

Esta trepadeira possui uma estrutura semi lenhosa e bem volúvel, o que faz com que seu crescimento seja um pouco moderado. As folhas dessa planta são perenes, como indicamos mais acima e por isso passam o ano todo crescendo pelos galhos.

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As flores são bem grandes e possuem uma forma semelhante a um funil, mas com uma textura bem cerosa.

Saber cultivar uma espécie de planta é muito importante se for desejado ter um exemplar em seu jardim. Muitas pessoas não se preocupam com o fato e plantas não terem apenas a rega como necessidade e acabam não sabendo por que uma tipo ou outro não viveu muito. Cada espécie precisa de uma atenção especial e esta deve acontecer desde a sua plantação, até o último galho da planta morrer.

Esta espécie em particular, pode ser cultivada tanto em vasos como diretamente no solo e esta decisão deve ser tomada sempre com muita atenção, levando em conta que nem todas as terras de um jardim são próprias para o desenvolvimento de uma espécie. Então nesse caso faz-se necessário o cultivo no vaso porque você compra a quantidade e o tipo de terra de jardinagem perfeita.

A trepadeira prefere ambientes com mais calor, mas isso não impede que você as mantenha em um ambiente que tenha o clima mais temperado e frio. Se você souber manter bem a sua planta, no período que vai da primavera ao outono, as primeiras flores começam a aparecer.

Preferencialmente, o cultivo dessa espécie vegetal deve ser feito em ambientes com meia sombra ou sob o sol pleno, o solo deve ser totalmente fértil e possuir uma capacidade de drenagem muito boa. A planta gosta de terra regada, mas não responde muito bem à solos encharcados ou com umidade muito forte e por muito tempo. O solo também deve estar temporariamente enriquecido com matéria orgânica.

A multiplicação da espécie é feita por estaquia, processo de alporquia dos ramos e por sementes.

Ipomoea horsfalliae

Poda
Realizar uma poda de tempos em tempos nas plantas é algo importante porque faz com que a sua planta cresça corretamente e mais bonita. No caso das trepadeiras as podas jamais devem ser dispensadas porque o tutoramento dessa planta é o que faz ela não se tornar invasiva ou crescer errado.

Para podar corretamente a sua ipoméia-rubra, basta prender todas as pontas da planta de forma que ela fique com a aparência mais cheia e também  mais curta, pois isso vai fazer com que ela cresça em menor velocidade.

Após esse procedimento você vai retirando as flores à medida que elas vão murchando para estimular o crescimento de flores novas. Já as folhas, você vai arrancar aquelas sem cor ou que estejam estragadas e mortas.

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Essência de flores
Encontramos essências de flores para os mais variados tipos de uso. No mercado popular vamos ter perfumes, desinfetantes, cheirinhos para armários e tudo o que você puder imaginar que precise dar um toque mais delicado e cheiroso a um ambiente. Apesar de não ser uma flor que naturalmente tem seu aroma muito conhecido, a flor da ipomeia-rubra é muito utilizada na produção de essências florais.

O seu uso mais comum é da flor roxa, que quando extraída a sua essência, é utilizada no sistema floral de Minas, sendo comercializada pelo nome de Ipomea, em referência ao seu nome científico. Já no sistema floral do nordeste, ela é produzida pelo nome de Água-azul que é uma mesclagem do aroma da flor rosa e azul da planta. O sistema floral da Califórnia também usa essa planta para produzir essência e ela é conhecida pelo nome de Morning glory, que tem como tradução algo do tipo “Glória-do-amanhecer”.

Pragas e doenças
Nenhuma planta está livre de ser infectada com alguma praga ou doença, principalmente quando não tem os cuidados que precisa. A atenção que você dispensa na hora de podar, regar e fertilizar a ipomeia-rubra é exatamente o que vai deixá-la mais resistente à esse tipo de mal.

Caso perceba que ela está perdendo as flores com muita frequência ou que estas apresentam algum tipo de mancha, busque um pesticida natural em qualquer loja de jardinagem para combater o problema o mais rápido possível.

Essas plantas são bastante rústicas e crescem facilmente, até mesmo em terrenos baldios, sem muitos cuidados.

São trepadeiras que exibem flores com coloração principalmente roxa, podendo apresentar outras cores também. Devem ser cultivadas em pleno sol, mas podem suportar o frio também.

florzinha rosa

pacová
Espécie endêmica do Brasil e muito comum na Mata-atlântica, o Philodendron martianum é conhecido popularmente como pacová ou babosa-de-árvore. O pacová ocorre tanto em floresta densa quanto na vegetação de restinga, geralmente sob a copa de grandes árvores ou em formações rochosas protegidas pela floresta.

Caracteriza-se por ser uma planta epífita que pode ser cultivada em vasos e dentro de ambientes interiores, o que ajuda na ornamentação e decoração dos ambientes. É uma planta que pertence a família botânica Araceae.

Família botânica Araceae
Esta família botânica apresenta 104 gêneros distribuídos em aproximadamente 3.500 diferentes espécies vegetais, entre elas a pacová. A grande parte destas espécies estão distribuídas nas regiões tropicais da América e da Ásia.

As plantas que compõem esta família se destacam pela beleza de suas folhas, o que torna a maioria de suas espécies ornamentais, apesar de que, existem várias espécies que são cultivadas com fins alimentícias.

Uma das espécies que pertencem a esta família é a planta conhecida por costela-de-adão.

Características da pacová
A pacová é uma espécie vegetal herbácea, angiospérmica e ascendente, que possui um caule curto em forma de haste ereta. Este caule sustenta uma folhagem de porte pequeno, se tornando uma planta ótima para cultivo em vasos (devido ao seu porte pequeno) para explorar sua grande beleza na ornamentação dos ambientes interiores.

A Pacova é uma planta epífita, isto é, uma espécie vegetal que nasce e vive sobre outras espécies vegetais para obter melhores condições: de água, de luminosidade e de nutrientes para obter o desenvolvimento.

Como acontece com outras espécies da família Araceae (Como o Anthurium andraeanum), a inflorescência é de importância secundária para o paisagismo, sendo a vistosidade de suas folhas o aspecto mais observados por criadores, botânicos, paisagistas e jardineiros.

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De caule curto, as folhas surgem a partir de pseudo-bulbos, sua porção superior é brilhante, dando a essa planta características ideais para sua utilização em quadros vivos, em jardins com pouca incidência solar, ou na decoração de interiores. A conformação dos pseudo-bulbos em forma de roseta é outro aspecto que favorece a opção dessa planta para interiores.

A espécie possui uma altura média de 1 m, e o ciclo de vida é perene, isto é, se a planta for cultivada dentro das condições adequadas ela consegue viver um período maior que 2 anos, que no reino vegetal é considerado um período longo.

As folhas dessa espécie vegetal são grande e de formato oval. Elas surgem a partir de pseudos-bulbos e possuem coloração verde escura, se destacando por serem brilhantes e muito bonitas. As folhas costumam se projetar desde a base (bulbo) até a copa da planta.

As flores da pacová são pequenas e possuem uma forma curiosa e que não é muito conhecida das pessoas, e devido a isso não se destacam para serem usadas na ornamentação e decoração dos ambientes. Por isso o uso ornamental da planta, costuma explorar as folhas e a capacidade de dar vida e um toque de cor (verde é claro) ao ambiente onde a pacová é cultivada. A floração da Pacova acontece normalmente no período da primavera e do verão.

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O cultivo da pacová
A espécie vegetal é típica de clima tropical e que aprecia ser cultivada ou nascer embaixo da sombra que é gerada por outras plantas. A pacová é uma espécie vegetal que pode ser encontrada em regiões de clima subtropical.

Pelo fato de ser epífita, a pacová é uma planta que não apresenta nenhuma resistência para ser cultivada ao sol pleno, pois logo terá as suas folhas sendo queimadas (surgem manchas de cor castanho escura nas folhas), se tornando apta para o cultivo em ambientes interiores.

No entanto, apesar de não poder ser cultivada sob o sol pleno, a Pacova precisa viver em um ambiente que seja quente (tenha calor) e umidade, condições climáticas próprias do clima tropical que é apreciado por essa espécie vegetal.

A pacová não pode ser cultivada em locais fechados que apresentam um ar condicionado muito forte e completamente sem iluminação, pois como todas as plantas precisam de luz, a planta precisa estar sendo cultivada em um ambiente que receba iluminação parcial durante algum tempo do dia.

O solo ideal para o cultivo do pacová é o fértil, e para que o solo permaneça nessa condição é importante que ele sofra processos de adubação com a aplicação de fertilizante orgânico, pois assim o solo permanece apto a fornecer os nutrientes que a planta necessita para se desenvolver bonita e vigorosa. Outra característica do solo é que o mesmo apresente boa capacidade de drenagem, isto é, capacidade de absorver bem a água sem ficar encharcado.

A rega deve ser realizada em uma frequência de 2 a 3 vezes a cada semana ou sempre que o substrato estiver secando ou se encontrar seco, pois é uma espécie vegetal que aprecia o solo úmido, no entanto é necessário cuidado para não encharcar o substrato, pois essa situação pode causar o apodrecimento e sufocamento das raízes, que pode levar a planta à morte.

Seu cultivo pode ser em uma espécie de vaso fabricada com fibra de coco, que são apropriadas para o cultivo de plantas epífitas. Podem ser utilizadas jardineiras para o cultivo, ou mesmo, realizar o cultivo direto no solo, de forma que sejam criados um conjunto de pacovás, sendo cultivadas sob meia sombra, com solo rico em nutrientes e material orgânico e ficando ligeiramente úmido e tenham uma boa capacidade de drenagem. Ressaltando que a planta não tolera as baixas temperaturas e nem o frio extremo, como no caso das geadas.

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Multiplicação
A pacová é uma espécie vegetal que tradicionalmente se propaga de 2 maneiras: por dispersão das sementes e por estacas.

A multiplicação por dispersão de sementes é mais comum na maioria das espécies vegetais, onde as sementes geradas pelas flores são espalhadas em locais apropriados para o cultivo e com condições adequadas para que as sementes consigam germinar, se desenvolver e gerar uma nova planta. É importante que o substrato seja leve e poroso (exemplo: terra misturada com casca de arroz carbonizada) e as sementes sejam regadas com certa frequência.

Na multiplicação por estacas, consiste em se separar uma folha com parte da raiz, para que possa ser colocada em um novo local de cultivo. É importante que esse novo local tenha as condições de nutrientes, luminosidade e rega, para que a estaca consiga se desenvolver e gerar uma nova pacová.

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Medinila  Magnifica
A medinilla magnifica é conhecida popularmente como uva rosa devido a sua aparência que lembra um cacho da fruta no tom rosado. A planta pertence à família Melastomataceae e que tem origem nas Filipinas.

Trata-se de uma planta do tipo arbustiva e semi-lenhosa que apresenta um florescimento tido como ornamental. Os ramos dessa planta são eretos e são pouco ramificados. Já as folhas dessa planta são sésseis, grandes, brilhantes e apresentam um tom verde-escuro, as suas nervuras são claras em contraste bem marcado.

Durante a primavera e o verão as inflorescências aparecem, elas são longas e pendentes podendo atingir até 30 cm de comprimento, tem brácteas e flores rosas. As flores aparecem dispostas em cachos e lembram muito a aparência de um cacho de uva, o que lhe rendeu o nome popular “uva-rosa”.

A medinila pode ser utilizada isolada ou em grupos. Ela é perfeita para compor conjuntos com outras plantas tropicais, como alpínias, helicônias, gengibres, formando suaves contrastes de texturas e cores. Por ser uma planta vistosa, mas ainda rara e exótica, causa impacto aos espectadores de sua beleza e tem sido utilizada em jardins contemporâneos e tropicais.

Como seu crescimento é demasiado lento, ela necessita pouca manutenção e podas. Curiosamente, as medinilas são muitas vezes encontradas epífitas (sobre as árvores) nas Filipinas, seu local de origem.

Pode ser uma excelente opção para montar um jardim contemporâneo e tropical. Como cresce bem lentamente essa planta não exige muitos cuidados de manutenção e nem muitas podas. Nas Filipinas, de onde são originárias, essas plantas podem ser encontradas epífitas, ou seja, vivendo sobre árvores.

É uma planta que possui vida longa e que são bem comuns durante as épocas de verão e primavera além de ter uma vida muito longa. Com suas lindas flores rosas essa planta realmente se destaca e dá um belo colorido ao jardim. Trata-se de uma planta que realmente tem uma aparência exótica, mas pode ficar bem interessante no seu jardim também.

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Cultivo da medinilla magnifica
Quem se interessar em ter a medinilla magnifica em seu jardim deve estar preparado para manter cuidados especiais de cultivo.

Para começar atente para o solo que deve ser fértil, para isso mantenha o mesmo úmido e de preferência enriquecido com material orgânico.

Para evitar que a planta venha a ficar encharcada é importante que o solo tenha uma boa drenagem.

O cultivo deve ser feito a meia sombra, porém é necessário que passe um período de pelo menos umas 4 horas recebendo luz. O período de luminosidade pode acontecer tanto pela manhã quanto a tarde.

Nesse momento de cultivo deve ser escolhido de como deseja que a planta seja cultivada, sozinha ou então em conjuntos com outros tipos de plantas, mas ela fica muito mais interessante junto com plantas tropicais, como já foi mencionado. Uma dica para quem vai cultivá-la no jardim é deixá-la em algum ponto em que haja sombra, mas em que o sol bata em algum momento do dia.

Outros locais para cultivar a medinilla magnifica
Uma característica bem interessante da medinilla é apreciar a umidade do ambiente o que torna possível cultivá-la no litoral ou mesmo em estufas que sejam úmidas. Quem preferir poderá manter essa planta dentro de casa também desde que respeitando a sua necessidade de umidade.

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Adubação
Para que essa planta seja estimulada a florescer na primavera e no verão é importante que receba adubações orgânicas mensais nesse período. Assim a medinilla será estimulada a apresentar folhagem vigorosa e florações intensas. A sua multiplicação é feita por sementes ou estacas.

Se for fazer o cultivo da medinilla em vasos prepare duas partes de um composto orgânico, uma parte de terra comum de jardim e uma parte de terra vegetal. Para conseguir floradas bonitas e com folhas bem viçosas a dica é apostar na adubação.

Para quem vai comprar o adubo em lojas de jardinagem ou supermercados a dica é apostar no NPK na formulação 04-14-8.

Basicamente o fósforo em maior quantidade ajuda no crescimento e florescimento da planta. Para as plantas cultivadas em vaso a dica é colocar de uma a três colheres de sopa de adubo, porém, sempre com o cuidado de ficar longe do caule. O adubo deve incorporar levemente ao solo, regue logo em seguida.

Cuidados medinilla magnifica
Dentre os cuidados que devem ser mantidos com a medinilla estão o de evitar cultivá-la num clima de frio muito intenso, pois essa planta é intolerante. O substrato deve ser mantido sempre úmido, porém, nunca encharcado, pois isso pode acarretar no apodrecimento das raízes dessa planta.

Solução para possíveis problemas da medinilla magnifica
Alguns problemas podem acometer com a planta. Confira essas dicas e evite que as suas plantas sofram e percam a sua beleza.

Folhas amarelas
Quando as folhas da medinilla magnifica ficam amarelas é sinal de que está faltando a luminosidade adequada, as regas não estão sendo feitas na quantidade certa e/ou faltam nutrientes no seu substrato. As soluções são simples observe a luminosidade e se for menos de 4 horas por dia mude a planta de lugar, se for a rega dê mais atenção a isso e se for a falta de nutrientes fertilize ou então faça um replante.

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Pétalas que vêm a cair prematuramente
Esse problema pode ser decorrência de um substrato muito seco, baixa umidade ou mesmo pela falta de luz. Problemas fáceis de resolver também, pois você pode tocar o substrato para saber quando ele está seco, depois é só regar.

Folhas e caules flácidos
Essa característica pode ser consequência de falta de rega ou umidade muito baixa. Ambos são resolvidos com regas na medida certa.

Folhas ou pontas marrons ou pretas
Quando a medinilla está ao ar livre isso pode resultado do frio muito intenso, também pode ser um problema causado pelos níveis de umidade que se encontram muito baixos. A dica é fazer névoa na planta todos os dias.

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Rosa de Madeira – Ipomoea tuberosa

Trepadeira do tipo cipó, nativa das regiões tropicais das Américas, África e Ásia, perene, muito vigorosa, de crescimento rápido. Folhas divididas em cinco a sete lobos estreitos.

É o maior gênero botânico da família Convolvulaceae, com mais de 500 espécies. As espécies de Ipomoea são pequenas árvores, lianas, plantas arbustivas ou herbáceas, anuais ou perenes, que ocorrem nas regiões tropicais e sub-tropicais.

A rosa-de-madeira é uma trepadeira muito exótica e com um diferencial na sua floração. É uma planta perene e muito vigorosa,  e os frutos quando secos são cápsulas esféricas rijas, envolvidas pelas sépalas que se tornaram de consistência lenhosa, persistentes, de cor de madeira,daí a origem do nome popular.

Suas flores são amarelas, grandes, campanulada (como sino) na base, com sépalas ligadas e homogêneas. Quando as flores caem, se formam frutos envolvidos em cápsulas esféricas rijas, envolvidas pelas sépalas que se tornaram de consistência lenhosa, persistentes, de cor de madeira em forma de rosa, decorativa e muito usada em artesanato. Surgem no verão-outono. Pode ser usada em pérgolas, muros, cercas ou grades.

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As sementes são angulosas e conservam o poder germinativo por até 2 anos se forem guardadas secas e limpas em embalagens escuras.

Devido ao seu crescimento rápido e agressivo, o ideal é que a rosa-trepadeira fique a uma distância de no mínimo 7 m de outras plantas e construções, para não sufocar as plantas ou destruir telhados.

Apropriada para carramanchões e pérgolas altas, com no mínimo 2,5 m de altura. Plantar 2 mudas com uma distância de 3 m uma da outra, para que haja polinização cruzada e boa frutificação. Começa a produzir com 2 anos após o plantio.

Clima tropical
Cultivada a pleno sol ou meia sombra, em solo fértil, rico em matéria orgânica, drenado e mantido úmido.

Sua multiplicação se faz através de sementes. Usar saquinhos individuais com cerca de 30 cm de profundidade, em solo fértil, rico em matéria orgânica e bem drenado.

Colocar a semente com o biquinho para cima, a pleno sol com regas suaves diariamente. A germinação deverá ocorrer de 15 a 30 dias. Quando atingir cerca de 40 cm já poderá ser plantada em local definitivo.

Deve ser adubada anualmente com esterco de boi bem curtido ou torta de mamona e farinha de ossos, distribuído a 30 cm do tronco.

Podas de condução devem ser feitas no primeiro ano de plantio, deixando de 2 a 3 galhos e ir conduzindo com arame até a altura da pérgola. Após 4 a 5 anos fazer uma poda drástica, deixando somente os ramos principais.

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