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bulbos-da-cebola

Se você tem a possibilidade de cultivar legumes em casa, sabe que o sabor é bem melhor do que aquele dos produtos comprados no supermercado. E entre eles, as cebolas, que estão sempre entre um dos principais ingredientes dos pratos da culinária brasileira.

As cebolas caseiras para quem não sabem podem ser cultivadas a partir de sementes, enquanto a cebola branca e a cebolinha pode ser cultivada a partir das partes vegetativas da planta original.

As cebolas brancas podem se desenvolver a paetir do bulbo chamado de mãe e vão se formando embaixo da terra. O bulbo é composto de 6 a 12 bulbos com cebolas individuais.

No caso da cebolinha ela vai crescendo a pequenos bulbos que saem das pontas.

As cebolas brancas e as cebolinhas são recolhidas durante a primavera e por isso, são chamadas de cebolas de inverno.

Do que você vai precisar para plantas bulbos de cebolas
-
Composto orgânico, estrume ou adubo;
- Pá;
- Húmus;
- Fertilizante com a seguinte fórmula: 5-10-10.

Como fazer para plantar
- O solo onde será cultivada a cebola deverá ser enriquecido com matéria orgânica e a proporção é de uma parte para cada duas partes de solo;
- A mistura deve ser trabalhada com a ajuda de uma pá e o buraco deve ser de 15 a 20 centímetros de profundidade;
- O solo ideal para plantar bulbos deve ser argiloso porque deve apresentar boa drenagem e também rico;
- O segundo passo é pegar os bulbos da cebola que você pretende plantar e para tê-los será necessário abrir o buraco e procurar o bulbo mãe, separar dos demais. No caso da cebolinha é necessário cortar os pequenos bulbos dos brotos da cebolinha;
- Depois a profundidade para plantar os bulbos deve ficar entre 2,5 a 5 e o espaço entre cada um deve ser de 7 a 12 cm. Cada bulbo deve ser plantado separadamente, a parte pontuda deve ficar para cima e em seguida, pode cobrir com a terra. Delicadamente bata a terra sobre para que as bolhas de ar saiam e isso faz que o bulbo tenha um bom contato com o solo;
- Em seguida, use o fertilizante, siga as instruções do rótulo, mas o ideal é que a proporção seja de 1 – 2 – 2 e também serve 5 – 10 – 10. Antes da primeira geada o fertilizante deve ser usado novamente a cada 4 ou 6 semanas;
- Durante a primavera a dose deverá ser aplicada somente quando as temperaturas forem mais altas;
- Vale ressaltar que os bulbos precisam de suplementos extras que são o potássio e o fósforo. Porém, quando eles recebem esses nutrientes em quantidade exagerada os bulbos podem queimar ou ficarem moles;
- Sobre os bulbos já plantados coloque de 7 a 15 cm húmus. O mesmo deve ser feito sobre as cebolas que são plantadas em lugares quando a temperatura cair muito. E quando a temperatura subir, retire essa cobertura de húmus.

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Santolina_chamaecyparissus

Planta da família das Asteraceae. Também conhecida como Abrótano-fêmea, Camomila de mahón, Rosmaninho. É uma planta arbustiva que pode atingir uma altura de 40 a 90 cm, fortemente aromática de folhagem cinza, finamente recortada e pontiaguda.

Quando podada todos os anos cresce toma uma forma arredondada, se deixar de podar por mais de um ano tende a espalhar-se, e após alguns anos tende a se abrir. As flores, são delicadas e assemelham-se a pequenos pompons de cor amarela, perfumadas e florescem no Verão.

A Santolina origina-se da Europa e apresenta um porte baixo,  ramificada, formando moitas densas.

É uma planta usada em jardinagem por excelência. Criando-se jardins com grandes tonalidades cinzas, com botões amarelos.

A Santolina, no paisagismo, presta-se para a formação de maciços e bordaduras, demarcando canteiros e caminhos. Sua rusticidade e tolerância à estiagem a tornam uma planta ideal para jardins rupestres, de estilo mediterrâneo, campestre ou contemporâneo.

Os tons acinzentados de sua folhagem formam interessante contraste com plantas de cor verde. As flores da santolina, quando colhidas, podem compor belos arranjos florais. Pode ser plantada em vasos e jardineiras.

Seu cultivo deve ser feito a pleno sol, em solos perfeitamente drenáveis, preferencialmente arenosos, enriquecidos com matéria orgânica e irrigados a intervalos espaçados.

É tolerante a curtos períodos de estiagem, e não tolera encharcamentos. Podem ser podadas regularmente para estimular o adensamento e o formato arredondado do arbusto.

Após alguns anos, a planta perde a beleza e deve ser replantada. Aprecia o clima ameno de regiões subtropicais ou tropicais de altitude. Sua multiplicação [e feita por divisão da ramagem enraizada, estacas ou sementes. É recomendado um espaçamento de 40 cm entre plantas.

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O buriti é uma palmeira dióica, aquática, muito frutífera e ornamental. Pertence à família Arecaceae e origina-se da América do Norte e América do Sul.

É uma palmeira de apresenta uma íntima relação com a água durante o seu desenvolvimento. Ela caracteriza uma formação única do cerrado, as veredas, que são áreas localizadas em vales, bastante encharcadas, com nascentes ou cursos d’água, onde pode-se obter sempre passagem e água limpa.

O buriti apresenta estipe único, ereto, anelado, com diâmetro de 30 a 50 cm e casca lisa. Seu porte é elevado para uma palmeira, alcançando entre 2,8 a 35 m de altura.

Possui raízes aéreas especiais, denominadas pneumatóforos, que são capazes de trazer oxigênio para áreas brejosas. Suas folhas são verde-escuras, brilhantes, grandes, sustentadas por fortes pecíolos e dão à coroa um belo formato arredondado.

São também bastante persistentes, e mesmo secas, permanecem um bom tempo unidas ao caule. As inflorescências surgem o ano todo, nos espaços interfoliares e são do tipo panícula, longas, cheias e pendentes, como cabeleiras, de cor creme amarelada.

Como é uma palmeira dióica, somente nas fêmeas são vistos os frutos, mas precisamos de indivíduos machos para que ocorra a polinização. Os frutos são drupas alongadas, elipsóides a oblongas, de cor castanha e recobertas por escamas brilhantes. Elas possuem uma polpa alaranjada e carnosa e geralmente apenas uma semente, muito dura. Cada buriti produz de 5 a 7 cachos por ano, com mais de 700 frutos cada. A dispersão é feita pela água e por araras.

O buriti é umas das palmeiras mais abundantes do Brasil, mesmo assim ela ainda é pouco aproveitada em projetos de paisagismo e de recuperação ambiental, talvez seja pelo seu crescimento, que é relativamente lento.

Apesar disso, é uma espécie das mais elegantes e rústicas. Por ser capaz de agregar o solo e conservar a água, sua presença é importante em áreas de reflorestamento, principalmente na recuperação e manutenção de olhos-d’água, margens de rios e lagos, e áreas encharcadas.

Além disso, fornece abrigo e alimento a uma grande variedade de espécies animais, como araras, morcegos, primatas, etc.

Todas as qualidades paisagísticas e ecológicas do buriti, são aproveitadas. O fruto é rico em vitaminas e outros nutrientes e pode ser consumido in natura ou em diversas preparações como sucos, sorvetes, picolés, doce em pasta, sobremesas e até mesmo vinho.

Dele se extrai um óleo comestível, muito perfumado e medicinal, que é utilizado na indústria de produtos de higiene, perfumaria e cosméticos. Das folhas, costuma-se fazer cobertura para casas, artesanato e das bem jovens, obtém-se o capim-dourado, utilizado na confecção de lindas bijuterias.

Os troncos são aproveitados na construção civil, como vigas e e dos pecíolos se faz artesanato e caixotes. Seu palmito é comestível também e dele se extrai uma fécula amilácea, a exemplo do sagu-indiano..

Seu cultivo deve ser sob sol pleno, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e mantido úmido.

É ideal que essa palmeira seja cultivada próximo a áreas alagadas, lagos ou cursos d’água, pois é muito exigente em água. Pode perfeitamente vegetar em áreas drenadas, mas nestas situações precisa receber irrigação abundante durante o crescimento.

Apesar de ser utilizada na recuperação de áreas degradadas, é importante observar que essa palmeira é sensível ao assoreamento, definhando rapidamente se houver grande e súbita deposição de sedimento sobre suas raízes.

Sua multiplicação é feita por sementes despolpadas, colhidas de frutos maduros, e postas de molho para quebra de dormência. Semear em substrato rico em matéria orgânica e mantido úmido. A germinação ocorre em cerca de 75 dias.

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Rudbeckia hirta var. pulcherrima

Nativas de regiões situadas no hemisfério norte, mais precisamente de países europeus, as margaridas são plantas herbáceas, ou seja, não exibem estrutura lenhosa. Suas pétalas têm formato fino e alongado e estão dispostas em torno de um robusto botão amarelo. O caule delgado chega a atingir até 1 m de altura e as folhas dessa planta têm forma oval. Margaridas também são plantas perenes e florescem por muitos anos quando cultivadas adequadamente.

Em todo o mundo, é possível encontrar mais de 20 mil espécies dessa flor tão singela. Os diversos exemplares variam em cor e tamanho, embora o mais comum deles seja a popular margarida de pétalas brancas e miolo amarelo. Essas flores também são conhecidas como crisântemos, malmequer e bem-me-quer.

É uma planta delicada e propensa a ser contaminada por várias pragas ou por doenças  como: as aranhiços, a ferrugem, nematodos, mosca branca, tripés, os afídeos e outras.

Esta flor é uma planta bucólica, e de cultivo simples, assim se afirma porque com ela não se precisa de atenção especial para seu desenvolvimento.

No momento do plantio é importante que as sementes sejam dispostas a uma profundidade de 0,5 cm em relação à superfície. O tempo de germinação costuma variar entre 7 e 21 dias e a floração tende a ocorrer 240 dias após o plantio. Para incitar o surgimento das flores, o mais indicado é adubar a terra com compostos orgânicos e húmus de minhoca de forma periódica. Quanto às regas, é fundamental fornecer água à planta sempre que a camada superficial do solo estiver seca.

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Para alcançar flores bonitas e os melhores resultados no cultivo das margaridas , mantenha a planta em um local ensolarado, mas tome cuidado para que os raios solares das horas mais quentes do dia não incidam diretamente sobre a flor, queimando suas pétalas e folhas. Sempre que houver flores secas, elas devem ser retiradas.

Uma dica é realizar pequenos cortes no caule da planta quando ele já esteja com cerca de 40 centímetros. Isso ajuda a margarida a florescer melhor.

Por mais simples que seja, a beleza da margarida é encantadora e por isso torna-a uma ótima escolha para um presente.

Podemos usá-las para decoração, mas também é muito usada para fins medicinais (as folhas e as flores).

As folhas e flores podem ser secas para serem usadas como como chá, indicado para a inflamações dos brônquios.

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Cactácea florífera e muito popular, nativa de áreas rochosas, da região central do México.

É um cacto de pequeno porte, que chegam a 30 cm de largura por 15 cm de altura, muito procurado por colecionadores.

A planta é desprovida de folhas, e se caracteriza por ramos alongados, verdes, cilíndricos, suculentos, semelhantes a dedos e recobertos por espinhos.

Os ramos formam grupos densos, podem ser retos ou recurvados, e de diversas cores, como branco, amarelo, creme, castanho, marrom e vermelho. A cor dos espinhos tem importância primordial na cor geral da planta, pois eles cobrem grande parte da superfície dos ramos e surgem em grupos radiais, formando pequenas estrelas.

As flores surgem na primavera, dispostas em circunferência no topo dos ramos. Elas podem ser brancas, amarelas ou róseas. Os frutos que se seguem são bagas vermelhas, globosas e contém numerosas sementes.

No cultivo em vasos, estes podem o de plástico usado na produção da planta ou de cerâmica.

O substrato usado deverá ser uma mistura de húmus de minhoca, areia com granulometria grosseira e adubo animal de curral bem curtido, na proporção de 3:2: 1/2 .

Caso seja usado em ambientes internos, usar somente adubo NPK na formulação10-10-10, usando uma colherinha das de chá da medida que acompanha o granulado para um vasinho de tamanho médio. Misturar bem tudo.

Forrar o fundo do vaso com um pedaço de geomanta e colocar areia úmida.

Depois o substrato, acondicionar o torrão da muda e completar com o restante do substrato regando bem.

Como regar os cactos
- As regas dos cactos devem ser abundantes e muito espaçadas;
-
Evitar molhar a planta, colocar somente no substrato.;
- No inverno, deixar a água a utilizar repousar para ficar na mesma temperatura do ambiente onde está a planta, evitando causar um choque térmico;
- Água sobre o corpo dos cactos costuma ocasionar manchas acastanhadas, sintoma de necrose dos tecidos.

Como repor adubo no Cacto Dedo-de-dama
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A adubação de reposição poderá ser feita com adubo NPK granulado na formulação , 4-14-8, no inverno;
- Dissolver 1 colher de sopa em água, regar o substrato que deverá estar úmido de rega no dia anterior;
- A rega antecipada com água propicia a formação de um bulbo úmido ao redor das raízes;
- Assim, quando no dia seguinte o adubo dissolvido penetrará mais facilmente no substrato, alcançando as raízes das plantas.
- Fertilize também na primavera ou verão, com adubos químicos ou orgânicos.

Multiplicação do Cacto Dedo-de-moça por sementes
Os cactos se multiplicam facilmente por sementes.
- Use sementeira comercial ou qualquer recipiente descartável;
- Peneire o substrato, que deverá ser húmus de minhoca e casca de arroz carbonizada.
- Caso não disponha desta última, substitua por areia de construção. Alisar a superfície e semear;
- Peneire o substrato seco para cobrir em camada bem fina. Depois regar com jato bem fino;
- Cubra com plástico e mantenha em cultivo protegido longe do sol. Após a emergência descubra a sementeira e mantenha certa umidade no substrato;
- O transplante ocorrerá quando puder manusear a plantinha;
- Plante em vasos coletivos ou individuais proporcionais ao tamanho da planta. O substrato deverá ser o mesmo indicado para o plantio.
- A multiplicação também pode ser feita muito mais facilmente por separação dos ramos. Coloque os ramos para cicatrizar à sombra, por pelo menos 24 horas antes do plantio.

No paisagismo:
Este cacto pode ser plantado isolado ou formando conjuntos com outros cactos e suculentas. Apesar de ser mais comum seu cultivo em vasos, também pode ser apreciado no jardim, em canteiros pedregosos, com inspiração desértica e em jardins modernos e contemporâneos, que valorizem a textura e forma curiosa da planta. Presta-se também como forração, mas não tolera pisoteio.

Esta espécie de cacto também tem grande efeito decorativo, ideal para adornar interiores, sobre aparadores ou mesinhas, que sejam iluminadas pelo sol por pelo menos algumas horas do dia. Escolha vasos e cachepôs bonitos, de cerâmica, resina ou metal, rasos e com boca larga para valorizá-los.

É possível fazer uma coleção destas plantas num peitoril de janela ou num balcão, onde terão luz natural para se desenvolver.

Ambientes com ar condicionado não são problema, pois os cactos apreciam ar seco.
Não se esquecer de regar, no entanto, senão começam a murchar.

Pessoas que residem em apartamentos com sacada poderão fazer cultivo em condomínio, isto é, plantar uma coleção de pequenos cactos em um vaso baixo de boca larga.

Por ser bastante tolerante à seca, é ideal para terraços e sacadas expostas, assim como salas e quartos com ar condicionado.

Seu cultivo deve ser sob pleno sol ou meia sombra, em solo arenoso, perfeitamente drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado abundantemente, mas a intervalos bem espaçados.

Não resiste ao encharcamento, que provoca o rápido apodrecimento da planta. Reduza as regas no inverno, para que possa resistir ao frio intenso.

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Vetiver-

Gramínea perene conhecida também como Capim-de-cheiro, Grama-das-índia e Pachuli. Pertence à família Poaceae e origina-se da Ásia – Ceilão, Malásia, Índia e Vietnã.

É conhecida em todo mundo pelo seu aroma que é extraído de suas raízes e por sua qualidade de demarcar áreas.

É uma planta entouceirada e não apresenta estolões ou rizomas. Suas raízes são muito diferentes das raízes da maioria das gramíneas, pois elas são muito longas e atingem as camadas mais profundas do solo, chegando de 3 a 6 m de profundidade.

As touceiras têm hastes longas e fortes, e folhas longas, resistentes e lineares, que chegam a alcançar 1,5 m de comprimento com facilidade.

O conjunto da inflorescência é muito ornamental, surgindo acima da folhagem, com aspecto de pluma e cor arroxeada. Apesar das belas flores, o vetiver não produz sementes férteis.

A planta pede espaços abertos e pode ser plantado isolado ou em linhas, formando densos renques. Como suas raízes são profundas, ela é muito tolerante à estiagem. O plantio de cordões do vetiver tem se mostrado eficiente na conservação do solo e da água em varias regiões do mundo, devido a elevada resistência ao arrancamento pelas enxurradas, característica proporcionada pelo seu extenso e resistente sistema radicular, que estabiliza a planta e agrega o solo.

Em virtude de seu rápido crescimento se forma rapidamente densas touceiras que criam barreiras às enxurradas. Pesquisas mostraram que esta espécie é também capaz de recuperar áreas degradadas com o aumento da agregação do solo, e consequente aumento da infiltração da água e redução das enxurradas.

Para esta finalidade, deve ser plantada em cordões transversais à superfície inclinada. Como o vetiver não apresenta sementes férteis e não emite estolões ou rizomas, pode ser plantado em um local determinado que lá ficará, não correndo o risco de se tornar invasivo. Por este motivo, é comum dizer que o ele vive mais de 100 anos no mesmo local.

Das raízes do vetiver é extraído um óleo de cor âmbar, de perfume marcante, doce e amadeirado, com excelente capacidade de fixação e utilizado tradicionalmente em perfumaria, produtos de higiene, aromaterapia e até como repelente.

Deve ser cultivado sob sol pleno, em qualquer tipo de solo, preferencialmente enriquecido com fósforo e irrigado regularmente no primeiro ano após o plantio. Sua multiplicação se faz facilmente por divisão das touceiras.

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Cycas circinalis

Planta arbustiva originária da Ásia e pertence à família Cicadaceae. É muito utilizada no paisagismo, por sua beleza singular, formada pelo conjunto das folhas brilhantes e longas, dispostas em coroa.

Apesar do nome e do aspecto, ela não é parente das palmeiras nem das samambaias, apesar de também ser conhecida por Palmeira-samambaia.

Na maioria dos exemplares de palmeira-sagu o tronco é simples, mas em plantas mais velhas podem ocorrer ramificações. Ele apresenta casca grossa e rugosa, de cor castanha, ideal para servir de suporte para epífitas, como orquídeas, bromélias, etc.

Suas folhas são de cor verde clara e longas, com cerca de 1,5 m de comprimento.  As plantas macho produzem cones alongados, de cor creme a marrom, com cerca de 30 cm, que surgem no topo da coroa. Já as fêmeas produzem sementes globosas, de cor marrom ou alaranjadas e muito tóxicas.

Em jardins a palmeira-sagu ganha lugar de destaque. Sua aparência tropical, elegante e escultural é ideal para a entrada da casa, ou isolada em gramados bem aparados.

Pequenos bosques formados pelo plantio de três ou mais exemplares também causam um efeito bastante interessante. Ainda pode ser aproveitada em linhas, emoldurando caminhos.

Apresenta um crescimento lento, mas é bastante longeva, rústica e resiste a pragas e doenças, demandando pouca manutenção.

Quando jovem, pode ser plantada em vasos e conduzida em interiores, desde que sejam, bem iluminados. Seu cultivo deve ser a sol pleno ou meia-sombra, com solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.

As plantas, quando  adultas e bem estabelecidas, podem resistir bem à estiagem, no entanto, se o período seco ocorrer no momento em que as folhas estão imaturas, a planta pode sofrer danos.

Não é uma planta que aprecia geada ou solos encharcados. Sua multiplicação é feita por sementes, colocadas a germinar em substrato mantido úmido, preferencialmente em estufas.
A germinação ocorre em 8 a 12 semanas. As sementes só serão férteis se as plantas fêmeas forem cultivadas próximas de alguma planta macho.
Uma outra forma de multiplicar a espécie é através da separação das pequenas mudas que se formam no tronco da planta mãe.

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No nosso calor tropical ou nos desertos da África, cada espécie de planta tem o seu jeito de sobreviver. Da mesma forma que o coqueiro guarda, em cada coco, toda aquela água cheia de nutrientes para poder se reproduzir em solos arenosos, a família das suculentas também conserva líquidos (os chamados “sucos”, daí a origem do nome) dentro das folhas e caule para resistir a climas mais difíceis.

Por isso, as plantas dessa espécie são algumas das mais fáceis de manter em climas tropicais como o nosso. As suculentas produzidas em viveiros estão acostumadas a condições mais amenas, com um pouco de sol e água por dia, sem exageros. Já as versões “naturais” são mais resistentes a exposições mais longas ao sol – mas também exigem um pouco mais de água. Para um jardim regado todos os dias, é preciso um bom sistema de drenagem: em jardineiras, por exemplo, é importante ter um ralo para escoar o excesso de água.

Além de tudo isso, elas se reproduzem com muita facilidade: é só tirar uma folhinha e plantar, molhando a terra um pouco (a cada dois dias). Depois de uma semana, você já tem uma linda suculenta enfeitando o jardim.

Cuidados com as suculentas
As plantas suculentas necessitam de cuidados especiais durante o inverno. Neste período é preciso regular as regas, cobrir ou remover as plantas para proteger contra geadas.

A rega deve ser espaçada, pois o excesso pode provocar o apodrecimento das raízes. Por isso, as regas devem ser feitas em dias ensolarados, para o sol secar o excesso de umidade, e com água morna, sendo que os intervalos entre as regas variam entre diferentes espécies de plantas suculentas.

A rega nos Kalanchoe spp., por exemplo, pode ser realizada uma vez por semana. Tanto as plantas suculentas cultivadas em vaso como as plantadas em terra necessitam de luz intensa e direta o maior número de horas possível.

No inverno o sol é fraco e não proporciona a mesma quantidade de luz que as outras estações. Dentro de casa, com o uso de ar condicionado a temperatura fica adequada, mas faz com que o ar fique muito seco, o que é prejudicial para as plantas.

As plantas suculentas também são muito sensíveis a geadas, provocando sintomas de queima, pois estas são naturais de regiões em que não há ocorrência de geadas. As plantas suculentas em jardins podem ser protegidas por tendas de polietileno ou outras películas plásticas armadas sobre elas no final do dia, ou se não incomodar o fator estético, a tenda pode ficar armada durante todo o inverno até haver passado o risco de geadas.

Plantas em vaso, que estão ao ar livre, podem ser removidas do local, sendo levadas para dentro de casa ou para estufas ornamentais. Estas estufas fornecem controle de iluminação, umidade relativa e temperatura ideal.

Use um substrato bem drenado, da seguinte maneira1 parte de terra vegetal; 1 parte de terra comum; 2 partes de areia de construção grossa.

Reprodução através das folhas
Multiplicar suculentas é muito fácil: pegue qualquer folha que caiu, deixe-a cicatrizar por um dia e logo jogue em cima da terra – do jeito que cair, está bom. Ela tem reservas de nutrientes e de água e dentro de aproximadamente uma semana lança finíssimas raízes.

A folha mãe vai sendo sugada, até que murcha completamente quando a nova plantinha, clone da planta mãe, começa a tomar vigor. Quando pequenas, todas se parecem. O “modelo” só ficará visível quando ela crescer um tanto. Depois de a plantinha pegar, regue e cubra o substrato com pedrinhas brancas, são um charme.

Adube-a com 1 colher de café rasinha de NPK 10-10-10 a cada mês nos vasinhos e elas se manterão bonitas. Use só a farinha de osso (1 colher de chá/vaso) uns 2 meses antes da floração, que ocorre na primavera.

Adube-a com 1 colher de café rasinha de NPK 10-10-10 a cada mês nos vasinhos e elas se manterão bonitas. Use só a farinha de osso (1 colher de chá/vaso) uns 2 meses antes da floração, que ocorre na primavera.
Mas não adube excessivamente seus vasos. O excesso de adubo faz com que as plantas cresçam exageradamente e fiquem muito suculentas. A planta fica estiolada (comprida e magrinha) e com as portas abertas para o aparecimento de doenças.

Deixe seus vasinhos ao sol, a maioria das suculentas gosta dele. Sempre observe o desenvolvimento e pesquise sobre as necessidades da sua planta, só assim ela ficará sadia e poderá oferecer toda sua beleza.

Não use pulverizadores em suas suculentas para não formar um ambiente úmido em torno das plantas. Essa é só uma sugestão – você descobre a medida – se perceber que suas plantas estão murchando, aumente gradativamente a quantidade de água.

Reprodução por estaquia de galhos
Caso a planta tenha caule lenhoso, é possível fazer a muda a partir de galhos.

- Escolha um galho saudável e com folhas novas. Corte o galho com estilete afiado e limpo;

- Elimine as folhas maiores ou corte-as ao meio. Espere um ou dois dias para que o local do corte fique seco.

Dia-de-Chuva

Cereus Peruvianus Monstrosus

Os cactos necessitam de sol, ventilação e não suportam excesso de umidade. Isso é o básico para quem deseja cultivar cactos. A exceção fica por conta dos mini-cactos (aqueles que encontramos até em supermercados, em pequenos vasinhos) que, em geral, têm menos de três anos. Como ainda são bem jovens, os mini-cactos apresentam menor resistência à exposição direta dos raios solares. Neste caso, é melhor colocá-los em áreas claras e arejadas, mas longe da luz solar direta.

Cultivo dos cactos em vasos
Uma questão que sempre se levanta é o replantio dos cactos: geralmente, o cacto deve ser replantado quando o vaso estiver pequeno demais para a planta, lembrando que a mistura de terra do novo vaso deve conter terra vegetal e areia (dessas usadas em construção), para garantir a boa drenagem.

Além disso, para retirar o cacto do antigo vaso é preciso muito cuidado, pois os espinhos podem machucar. Uma boa dica é usar folhas de jornal dobradas várias vezes, em forma de tira, para envolver o cacto e desprender suas raízes com a outra mão (basta torcer levemente o vaso), sem forçar muito, para não quebrar a planta. Depois de solto, é só encaixar o cacto no novo recipiente. Com uma ferramenta de jardinagem pequena, pressione a terra do vaso, para firmar bem a planta.

Água
Este é talvez o fator mais importante para o sucesso no cultivo de cactos. A quantidade de água necessária para a manutenção destas plantas depende de outros fatores (terra, drenagem, temperatura, etc.), sendo difícil determinar uma periodicidade exata para as regas. Mas, dá para chegar numa média, de acordo com os períodos do ano.

No verão, as espécies com mais de três anos devem ser regadas a cada 5 ou 6 dias; já os mini-cactos a cada 4 dias. No inverno, os cactos mais velhos devem receber água a cada 12 dias e os jovens a cada 8 dias. Toda a terra ao redor deverá ser molhada, mas não encharcada. Deixe que a água seja absorvida antes de colocar mais água.

Terra e fertilizante
A mistura de terra indicada para o cultivo de cactos pode ser obtida misturando partes iguais de areia e de uma boa terra para plantas caseiras. Para fertilizar, recomenda-se, uma vez por mês, substituir a água da rega por um fertilizante líquido básico para plantas verdes diluído na proporção indicada pelo fabricante.

Cultivo dos cactos em jardins
O plantio de cactos em jardins pede outros cuidados. O principal deles é escolher o local adequado para evitar acúmulo de umidade. Não se deve escolher um local baixo ou em desnível, para evitar que a água das chuvas forme poças ou fique parada.

Como já foi explicado, a água em excesso causa o apodrecimento dos cactos e pode até matá-los. O ideal é escolher um local mais alto ou até fazer um morrinho, amontoando terra e apoiando com pedras. O aspecto visual fica bem interessante.

O preparo das covas
Para espécies que chegam a mais de 2 m de altura, faça covas com cerca de 40 cm de profundidade; para espécies menores (as mais comuns) faça covas rasas, com cerca de 15 cm.

Coloque no fundo das covas, uma camada de pedrinhas (tipo brita) e, por cima, coloque a mistura de terra (pode-se usar a terra retirada do buraco, misturada à areia de construção e terra vegetal, tudo em partes iguais).

Plante os cactos usando a dica de segurá-los com a faixa de jornal. Em volta dele, por cima da terra, espalhe outra camada de pedrinhas, para auxiliar na drenagem. Para fertilizar cactos de jardim, siga a mesma periodicidade indicada para os cactos de vasos.

É importante lembrar que para conseguir um bonito efeito com cactos em jardins é necessário saber escolher bem as espécies, que devem ter a resistência necessária à exposição direta aos raios solares, à chuva e ao vento constante. Uma boa idéia é consultar um produtor ou especialista na hora da compra, para ter certeza de escolher os tipos de cactos adequados ao seu jardim.

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Os Chifres-de-veado são plantas domésticas curiosamente incomuns. A planta tem vários hábitos de crescimento com frondes basais e foliares (folhas grandes divididas).

As frondes da base são grandes e redondas, e se fixam a uma superfície que cresce em camadas sobrepostas. As frondes foliares são eretas e se dividem, produzindo estruturas amarronzadas de esporos que podem ser germinadas em novas plantas. O cultivo da samambaia-chifre-de-veado concede uma estranha beleza à decoração de sua casa.

Crescem em florestas úmidas tropicais e subtropicais, mas pode-se cultivá-las em casa, desde que se entendam alguns fatos básicos sobre a sua composição. São plantas plantas epífitas (não captam água e nutrientes do solo) que precisam das árvores como apoio.

As frondes verdes realizam a fotossíntese para o crescimento. As frondes da base capturam os resíduos que caem, coletando deles os nutrientes. Os Chifres-de-veado têm raízes, mas estas são usadas apenas para sua fixação às estruturas. Não retire as escamas acinzentadas que dão à samambaia uma aparência empoeirada. A função dessas escamas é interromper a evaporação.

Como fixá-las
Os Chifres-de-veado crescem em árvores ou em outras estruturas ao ar livre. Eles se desenvolvem bem em temperaturas de, pelos menos, 21,1ºC, mas não em temperaturas abaixo de 12,7ºC. Em outros climas, a chifre-de-veado cresce bem em interiores, em substrato leve e poroso, contendo partes iguais de turfa e musgo de esfagno picado. Adicione um pedaço de cortiça ao vaso para as raízes se prenderem ou cultive a planta em placas de cortiça fixadas a uma parede. Não perturbe a samambaia depois que ela estiver fixada ao seu apoio.

Cultivo
Mantenha úmido o apoio da samambaia durante o ano inteiro, mas regue bastante nos meses de verão. Na primavera, adicione uma cobertura de adubo fresco para oferecer nutrientes. Cultive a planta à luz solar, mas não direta, pois ela cresce naturalmente sob a luz filtrada da floresta tropical. Em interiores cultive-as em áreas com muita circulação de ar e pouca umidade para evitar o apodrecimento da raiz.

Propagação
Colha as mudas enraizadas de um Chifre-de-veado a partir da base. Plante-as em um vaso com adubo. Mantenha-as posicionadas com um arame dobrado ou estacas de madeira. Conserve o solo úmido até crescerem o suficiente para serem transplantadas.

Pode-se também colher os esporos maduros das frondes foliares. Os esporos devem ser de cor marrom-brilhante. Corte um pedaço de fronde com esporos maduros e ponha-o em um saco de papel até os esporos se dispersarem ou ficarem lanosos, com tonalidade amarronzada e seca. Encha um vaso fundo com fragmentos de um vaso de barro e, em cima destes, aplique uma camada de turfa ou esfagno. Espalhe os esporos no alto do substrato e ponha o vaso em um pires com água para fornecer umidade. Transplante-os para vasos novos, a espaços de cerca de 5 cm, quando estiverem grandes o suficiente para serem manuseados.

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