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A Crassula tetrágona é uma planta suculenta nativa da África. É chamado de “pinheiro em miniatura” entre os entusiastas de plantas ornamentais. Para seu uso popular se pode considerar o termo “pinheiro” em Bonsai. Ela tem caules lenhosos com casca marrom, com pares cruzados de folhas, com cores entre verde claro e escuro. A planta apresenta inflorescências terminais, terminando em flores brancas que surgem no verão.

Cuidados necessários da Crassula tetrágona
Estas plantas são utilizadas como ornamentais e necessita de quantidade razoável de água, necessário para o desenvolvimento de botões florais.

A maioria das espécies prefere pleno sol, embora algumas espécies sejam sensíveis ao excesso. A planta é resistente ao gelo, mas temperaturas acima de 30ºC são melhores para emplacar o desenvolvimento. Pode ser propagada a partir de folhas e estacas.

São plantas suculentas tolerantes a seca que se parecem um pouco com ramos de pinheiro, por causa das agulhas existentes nos lados.  Eles são usados em vasos de bonsai com olhar de pinheiro. No solo para paisagismo, crescem até quatro metros de altura.

As folhas da planta possuem cerca de 1 cm de comprimento. Crescem bem em jardins secos com suculentas e cactos e outros tipos de espécies africanas. São tolerantes à seca, fáceis de serem cuidadas. As corres da flor podem variar do branco ao amarelo.

São cultivadas em pequenos vasos de bonsai e aparadas para aparecer como pinheiros.  Se aparar de maneira qualificada as plantas suculentas formam novos ramos perto do topo, resultando na formação de caules grossos.

Como a maioria das plantas suculentas, são fáceis de propagar com haste ou estacas de folhas. Bonsai pinheiro forma ramos nas pontas das plantas. Apare a partir do topo da planta para criar imagem cheia para a sua paisagem.

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Quando bem cuidada a Crassula tetrágona forma ramos macios que oferecem contraste com as almofadas de cacto, quando estão desta maneira são considerados sadios;

As hastes verticais podem atingir 60 cm de altura. As folhas verde-escuras atingem quase 4 cm de comprimento. Na estufa, as plantas florescem na primavera com pequenas flores brancas com quatro milímetros de comprimento.

Precisa de pleno sol e um pouco de sombra de luz, além da mistura de solo bem drenado. As plantas são bem regadas, necessário secar completamente antes de regar de novo.  Plantas fertilizadas apenas uma vez durante a estação de crescimento com fertilizante equilibrado diluído para ½ a força recomendada no rótulo.

Durante os meses de inverno, as plantas podem ser movidas para a sala de frio, regadas apenas o suficiente para manter as folhas longe do enrugamento.

As folhas arredondadas e cor verde-esmeralda, estão dispostas simetricamente ao longo de troncos de madeira. No final da primavera surgem as flores. É necessário ficar com os olhos atentos às épocas das geadas, protegendo as espécies para evitar a incidência de cicatrizes.

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Dicas rápidas para plantar Crassula tetrágona
01 – Regra geral deste tipo de planta está em serem bem regadas;

02 – A terra não pode correr o risco de ficar seca entre as regas;

03 – Se a espécie começar a florir se faz necessário aumentar volume de água em decorrência do aumento da necessidade provindo da espécie;

04 – Durante os períodos frios do ano devem existir menos regas, suficientes pelo menos para impedir com que as folhas demonstrem aspecto enrugado em consequência do excesso de H2O;

05 – Especialistas indicam que as espécies podem receber no máximo seis horas de sol por dia;

06 – Pode se desenvolver com qualidade, desde que a região tenha frequência também de sombra;

07 – A Crassula tetragona representa espécie que consegue sobreviver ao excesso de temperaturas baixas, inclusive nas épocas de geadas;

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08 – Embora resista às temperaturas quentes não pode ficam com exposição abaixo dos seis graus célsius;

09 – Especialistas indicam que os adubos em líquidos são mais indicados para este tipo de plantação. Deve ser adicionável no máximo uma vez por mês, respeitando sempre as regras do comportamento e tipo do solo;

10 – Opte por solo leve e com alto nível de drenagem. As plantas do interior entram em crescimento de maneira lenta;

11 – Não é necessário mudar o vaso com frequência;

12 – As doenças são consideradas raras na Crassula tetrágona;

13 – Espécie viável para ser reproduzida por estaca de folha ou caule;

14 – As plantas enterradas no solo de forma parcial fazem com que as raízes sejam criadas rapidamente, fazendo assim com que surja o nascimento de outra planta;

15 – Se plantar as estacas de caule verticalmente, elas continuarão a crescer dessa forma;

16 – Caso coloque no solo de maneira horizontal acontece o surgimento ao longo das estacas que formam novas plantas;

17 – Para a planta ficar mais densa e compacta é necessário podar o topo dos caules de forma com que surjam aspectos arbustivos à planta;

18 – Necessário solo poroso com uma drenagem adequada.

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Globba winitii

A planta conhecida popularmente como Bailarina pertence a família Zinziberaceae. E sua origem é a Tailândia. É também conhecida como Globa-roxa

A Bailarina é uma planta herbácea que possui folhagem decorativa e que pode chegar a atingir até 1,20 m de altura. Os rizomas dessa planta tem folhas verdes com um longo pecíolo e que alternam na haste.

As flores são bem pequenas e amarelas, protegidas por brácteas coloridas (rosa ou púrpura) estão sempre reunidas numa inflorescência grande e pêndula. O efeito decorativo dessa planta é o um dos pontos que mais atraem os cultivadores. O florescimento da planta acontece no meio do verão e pode ser cultivada com sucesso em regiões que tenham um clima ameno ou quente.

Como Cultivar a Bailarina
Para que a planta cresça saudável é importante ser cultivada num local protegido do sol durante o período da tarde. Pode ser cultivada em vasos ou canteiros com sucesso. O substrato deve ser rico em nutrientes, humoso e solto. As mudas da Bailarina costuma ser vendidas em vasos de cultivo.

O clima que prefere é o tropical, subtropical, equatorial ou oceânico. A luminosidade que prefere é a de luz difusa ou então a meia sombra, o seu ciclo de vida é perene.

Como plantar a bailarina em canteiros
Se for cultivar a Bailarina em canteiros deve atentar para fazer uma cova que seja maior do que o torrão da muda. Num balde faça a mistura do húmus de minhoca e do composto orgânico em partes iguais.

Depois disso adicione a farinha de ossos (mais ou menos 100 gramas) para cada muda. Misture tudo bem e coloque na parte mais funda do buraco, lembre-se de passar também nas laterais.

O passo seguinte é fazer a acomodação da muda na cova, preencher com o que sobrou da mistura. Regue bem para garantir que a Bailarina cresça saudável. Uma dica é não enterrar muito o rizoma, pois ele tem um desenvolvimento melhor numa profundidade menor.

Essa planta gosta de um solo umedecido então durante os períodos de verão e de seca é importante regar com mais frequência. Quem mora em regiões mais frias como o Sul e o Sudeste do Brasil deve cultivar a Bailarina em vasos para que possa proteger a planta durante o inverno.

Globba winitii em vaso

A adubação deve ser feita com uma mistura de composto orgânico com adubo granulado NPK na formulação 10-10-10. A quantidade ideal é cerca de 100 gramas para cada muda ou então 300 g/m2 incorporando ao substrato usado para o cultivo.

A dica para os vasos é usar uma colher de sopa que já vem junto com o adubo. Coloque uma medida dessa colher e misture ao substrato do vaso. Se a touceira que formada não permitir o manuseio do substrato a dica é dissolver a medida num litro de água. Aplique em torno da muda com cuidado para que não umedeça os talos e nem as folhas.

O mais indicado é que a adubação seja feita 2 vezes ao ano, as melhores épocas são depois da floração no outono ou então antes dela, a primavera é o momento ideal. É necessário que os nutrientes sejam colocados no solo umedecido. Regue bem depois disso para que os nutrientes penetrem no solo usado para o cultivo.

Propagação
Para não prejudicar a planta a dica é aguardar que a touceira esteja cheia. Retire então as mudas, sempre cuidando para não prejudicar o visual da planta. Junto com as folhas um pedaço do rizoma deverá ser levado também.

A propagação através de mudas pode ser feita no período logo após o inverno, pois a planta já terá começado o seu crescimento, porém, ainda não terá florido. Plante as mudas em recipientes ou então em canteiros usando um substrato semelhante a aquele indicado para o cultivo.

O uso no paisagismo
Em geral a Bailarina não é uma planta muito comum de ser vista nos jardins, mas que pode ser muito bem aproveitada em projetos de paisagismo. Com ela é possível formar lindas touceiras além de poder ser cultivada em canteiros extensos ou mesmo em vasos para decoração.

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Browallia americana

Espécie vegetal que se destaca pela beleza de suas flores que podem ser cultivadas com o objetivo de serem usadas no paisagismo e com efeitos decorativos.

A Brovália é uma espécie nativa das Américas (América do Sul, América Central e América do Norte), sendo oriunda do México, e pertence à família Solanaceae.

A família Solanaceae está dividida em 10 gêneros e aproximadamente 3.000 espécies. É uma família de espécies vegetais amplamente encontrada na América do Sul, pois encontram nessa região as condições climáticas ideais de cultivo.

As espécies que compõem a família das Solanaceae podem ser encontradas sob a forma de ervas, árvores e algumas espécies podem ser trepadeiras. As plantas dessa espécie se caracterizam por ser rústicas, isto quer dizer que elas se adaptam facilmente ao local de cultivo e se desenvolvem sem a necessidade de serem tomados grandes cuidados da parte de quem cultiva essas plantas.

A Brovália é uma espécie vegetal arbustiva, isto é, tipo de planta que se ramifica muito próximo ao solo, apresentando um porte pequeno quando comparada às árvores.

É uma planta bastante florífera, rústica e chama a atenção das pessoas por ser muito bonita. Essa espécie vegetal  é perene, ou seja,  possui ciclo de vida longo, período maior que dois anos.

Browallia americana1

Espécie vegetal que se destaca pela beleza de suas flores que podem ser cultivadas com o objetivo de serem usadas no paisagismo e com efeitos decorativos.

A Brovália é uma espécie nativa das Américas (América do Sul, América Central e América do Norte), sendo oriunda do México, e pertence á família Solanaceae.

A família Solanaceae esta dividida em 10 gêneros e aproximadamente 3.000 espécies. É uma família de espécies vegetais amplamente encontrada na América do Sul, pois encontram nessa região as condições climáticas ideais de cultivo.

As espécies que compõem a família das Solanaceae podem ser encontradas sob a forma de ervas, árvores e algumas espécies podem ser trepadeiras. As plantas dessa espécie se caracterizam por ser rústicas, isto quer dizer que elas se adaptam facilmente ao local de cultivo e se desenvolvem sem a necessidade de serem tomados grandes cuidados da parte de quem cultiva essas plantas.

A Brovália é uma espécie vegetal arbustiva, isto é, tipo de planta que se ramifica muito próximo ao solo, apresentando um porte pequeno quando comparada às àrvores.

É uma planta bastante florífera, rústica e chama a atenção das pessoas por ser muito bonita. Essa espécie vegetal  é perene, ou seja,  possui ciclo de vida longo, período maior que dois anos.

O caule da Brovália é muito ramificado e possui uma textura herbácea, isto é, o caule não apresenta estrutura lenhosa. Seu porte é pequeno, pois através do caule ramificado a planta forma estrutura de pequenas moitas, que atingem uma altura media de 60 cm e uma largura de 50 cm.

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As folhas da Brovália são de coloração verde, pequenas e formato oval. As flores apresentam a forma de uma estrela e normalmente possuem a coloração azul, com o centro de cor branca e são pilosas. Existe a ocorrência de flores nas cores violeta e branca. A floração da Brovália se inicia na primavera e se estende até o verão.

Cultivo
A Brovália é uma espécie vegetal que gosta de um clima ameno e agradável, e por isso mesmo não gosta de climas extremamente quentes e não suporta os climas muito frios. A planta não suporta geadas.

Deve ser cultivada sob luz difusa ou sob meia sombra. O solo ideal para o cultivo da Brovália deve ser fértil e possuir uma boa condição e capacidade de drenagem.

A espécie vegetal aprecia o solo úmido, contudo isso não quer dizer que o solo possa ficar encharcado. Essa condição pode gerar o sufocamento das raízes, o que pode levar a planta à morte. Para o solo se manter sempre apto e em condição de cultivo, pode ser feito o uso de material orgânico, que reponha os nutrientes necessários para que a planta consiga se desenvolver de forma plena.

As regas devem ser feitas de forma regular. E a planta, apesar de ser perene, ela deve ser cultivada como uma planta que tem ciclo de vida anual, pois com o passar do tempo, a Brovália perde o vigor e a sua beleza.

Apesar de ser uma espécie vegetal anual, a Brovália apresenta um crescimento e florescimento bastante duradouro e se espalha com abundancia com bastante facilidade. Devido as flores apresentarem um tom azulado, ela é complementar ao amarelo, o que torna essa espécie vegetal um grande companheira para os tagetes (planta nativa do México, que se caracterizam por serem plantas herbáceas que possuem flor alaranjadas, amareladas e avermelhadas que exalam um odor muito intenso).

A Brovália pode ser cultivada em combinação com flores de outras cores, como por exemplo: lavanda, róseas e violáceas.

No paisagismo, pode ser cultivada em forma de maciços ou em forma de bordaduras Também pode ser cultivada em vasos, jardineiras e cestas suspensas. Nessas situações a planta seria cultivada de maneira pendente.

Multiplicação
A espécie vegetal pode se multiplicar de duas formas: por dispersão das sementes e por estaquia. A multiplicação por dispersão de sementes consiste em pegar as sementes geradas pelas flores da planta e espalhá-las para que possam gerar novas espécies da planta. As sementes são colocadas para germinar ao ar livre no período da primavera.

A Brovália é uma espécie vegetal que possui como característica de se auto semear, isto é, as flores geram as sementes e essas caem no solo e conseguem as condições de cultivo de forma natural, conseguindo semear e formar uma nova planta. Devido a esta característica, a planta pode se tornar uma planta invasiva.

A Multiplicação por estaquia consiste na formação de estacas nas pontas dos ramos da planta, que com a presença de flores, ramos e raízes possam ter condições de gerar uma nova planta quando as estacas (mudas) forem conduzidas para outro local. O pinçamento ou beliscamento ajuda no processo de multiplicação por estaquia e encoraja a planta a crescer.

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Cattleya
A Cattleya é a orquídea mais vendida no Brasil. É uma orquídea epífita, ou seja, vegetam nos trocos e galhos de árvores.
Ao contrário do que algumas pessoas dizem, nenhuma orquídea é parasita, ou sejam, e elas não sugam a seiva delas, apenas se apoiam nas árvores.

Suas flores são perfumadas e duram em média de 10 a 30 dias. As flores chamam a atenção pelo seu tamanho bem grande, belas formas e cores intensas e variadas.

Este grupo possui cerca de 70 espécies e é originário do México até o Sul do Brasil.

O cultivo
O cultivo de Cattleya é bastante simples. Ela gosta de boa ventilação, umidade, além de muita luz indireta (ou seja, sem raios solares diretamente na planta) e ambientes com temperaturas entre 18° e 25° C.
Se a temperatura não estiver entre 18° e 25° C pode haver inibição do florescimento e a interferência na qualidade das folhas e flores.

A coloração das folhas indica se a luz que elas recebem está adequada ou não. Folhas muito escuras é sinal de pouca luz, o que pode comprometer a floração. Folhas muito claras como um verde amarelado, indicam excesso de luz.

Sempre coloque o vaso com a frente da orquídea (onde apresentam brotos novos) virada para o lado que apresenta maior luminosidade.
Atenção! Se receber luz solar direta, pode ter suas folhas queimadas e os danos são irreversíveis, as folhas nunca voltarão ao normal, será necessário esperar pelos brotos novos.

Substrato ideal
Quanto ao substrato, os mais usados são: a fibra de coco, casca de pinus, pedra brita, esfagno e a piaçava.
É preciso que o substrato garanta um bom arejamento para o sistema radicular (raízes).
Outra informação importante, nunca enterre o rizoma. Isso poderá matar a planta. O substrato deve esconder apenas as raízes.

Na hora da compra, fique atento! Evite vasos com musgo, isso indica que o substrato pode ser antigo e já será necessário o replantio.
Se o substrato estiver retendo muita água ou eliminando rápido de mais sem deixar umidade, é sinal de que é hora de replantar sua espécie.

É importante trocar o substrato antes da sua deteriorização, pois quando o material começa a se dissolver, elimina gases que podem prejudicar a planta.
Outro sinal de necessidade de troca de substrato é quando a orquídea estiver saindo do vaso.

O que sempre é recomendado é fazer esta troca anualmente e preferencialmente após a floração. Algumas pessoas dizem que o substrato pode aguentar 2 anos, mas eu prefiro não arriscar.
Quando terminar de replantar, coloque uma plaquinha com a data, para que você saiba o momento do próximo replantio.

As regas
Ao regar, deve se evitar o excesso de água. O ideal é molhar todo o substrato e deixar escorrer toda a água.
Nos dias quentes é necessário regar mais vezes durante a semana, em torno de 2 vezes. Já nos dias mais frios este espaço precisa ser maior, em torno de 1 vez por semana.

Para regar Cattleyas adultas devemos deixar o substrato secar bem antes de regar novamente. O excesso de água geralmente as mata mais do que a falta. Com as mudas deve ser diferente, elas precisam de mais regas, mantendo o substrato sempre levemente úmido. Faça o teste do dedo para confirmar se o substrato está seco.

Teste
Coloque o dedo no canto do vaso e enfie até a metade dele, você sentirá como está a umidade no meio do vaso. Isso é importante pois às vezes em cima o substrato está seco, mas no meio está úmido.

E lembre-se não molhe a planta no período da noite, pois assim como você, ela também não gosta de “”dormir com os pés molhados”.
O ideal é regá-las logo no início da manhã ou no final da tarde.

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A prímula faz parte da família Primulaceae e tem sua origem na Ásia, especialmente na China. Mas, se falarmos do cultivo em relação a temperatura, a prímula se adapta bem ao nosso, ela gosta  de regiões onde predomina o clima tropical, temperado e subtropical.

É uma planta de ciclo de vida perene e deve ficar sob meia sombra ou luz difusa. Entre as suas principais características é uma espécie que mede entre 0.1 a 0.3 cm, não supera nunca os 15 cm de comprimento.

O uso na decoração e paisagismo
A beleza da prímula seria razão mais do que suficiente para explicar o seu uso na decoração de interiores, porém, dois motivos a fazem ainda mais interessante para os paisagismo: o fato dela ser florífera e herbácea.

A prímula possui folhas bem simples com as margens denteadas, arredondadas e cordiformes. Na verdade, as folhas se distribuem criando o formato de uma roseta, graças aos longos pecíolos e mais a parte superior com tricomas urticantes.

As inflorescências e as flores aparecem no final do inverno. Elas surgem apoiadas em uma longa haste que fica bem acima das folhas, formando um perfeito buquê.

As flores da prímula são um espetáculo à parte, entre simples ou dobradas, elas florescem em grande quantidade e ainda nos presenteiam com um delicioso perfume delicado. Elas podem ser: salmão, brancas, vermelhas, rosas ou roxas. Todas em tons mais suaves.

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As flores da prímula são grandes e acabam sendo “emolduradas” pelas folhas, que são bem verdinhas e com textura aveludada. Por isso, formam verdadeiros buquês feitos de uma única flor e perfeitos para qualquer tipo de decoração, até mesmo dentro de casa, já que não gosta de sol diretamente sobre ela.

Normalmente, pelas suas características e qualidades, os paisagistas usam a prímula em jardineiras e vasos. Elas podem dar o toque clássico que exige uma decoração elegante, por exemplo.

Falando um pouco mais das características da prímula, que tem a ver com o cultivo, elas são perenes, porém, devem ser consideradas anuais, quanto ao tratamento. Explicando melhor, depois do primeiro período de floração, elas não ficam bonitas como eram e mais ainda, a segunda e as demais florações já não são tão perfeitas como a primeira. Neste caso, é preciso cuidar com mais atenção para manter a beleza nas demais vezes que as flores aparecerem e também para não ficar “sem graça” enquanto elas não chegam.

Flores de prímula

Na hora de cuidar da prímula, quem o faz deve ter atenção, porque se trata de uma espécie considerada tóxica. São comuns os casos de mucosas e irritação na pele ao manipulá-las, especialmente em pessoas mais sensíveis. Além de ser recomendado cultivar ou cuidar da prímula sempre com luvas, como forma de prevenção, a planta deve estar fora do alcance de animais domésticos e de crianças, como medida de precaução.

Dicas de como cultivar a Prímula
Sendo uma flor que se dá bem dentro de casa, vale a pena cultivá-la para dar mais vida e cor aos ambientes, e podemos fazer o cultivo sem nenhum problema.

Ela deve ser cultivada sob meia sombra, e o mais importante são os cuidados ao preparar a terra para plantá-la, que deve ser fértil, enriquecida com matéria orgânica, tenha boa drenagem (faça pequenos furos como um ralo no fundo do vaso) e depois é necessário manter essa terra sempre úmida.

Sendo uma espécie que gosta de climas subtropical e temperado, mas que também se adapta ao clima tropical, a temperatura não será nenhum problema. Mas, atenção, deixe-a sempre num lugar fresco e que ela fique bem protegida do sol forte.

Para que a sua prímula cresça forte e bonita e não decepcione na hora do aparecimento das flores, saiba que existem algumas coisas que ela não gosta, mais que isso, não suporta e pode até morrer. Então evite o encharcamento, ar-condicionado, geadas e estiagem.

Uma boa dica de jardinagem para quem gostaria de manter por mais tempo o florescimento da prímula é bem simples, quando cultivá-la em casa. Cada vez que uma das flores murchar retire-a imediatamente. E mais, durante o florescimento faça a fertilização regularmente.

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Torênia (Torenia Fournieri)22

A torênia é uma flor muito conhecida devido a sua beleza e o seu formato diferenciado. Ela está entre as espécies de plantas que fazem parte da família das Ncrophulariaceae. Com sua origem no continente asiático, a planta ainda pode ser encontrada em diversos outros lugares do mundo e por esse motivo, recebem algumas outras nomenclaturas populares como amor-perfeito-de-verão e muitos outros.

Categorizada como uma flor anual, a torênia pode chegar até 0,50 cm de altura quando bem cultivada, principalmente quanto ao clima ideal que são os mais típicos de sua região de origem como o continental, equatorial, mediterrâneo, oceânico, subtropical, temperado e tropical. O ciclo de vida da torênia é anual, o que significa que ela leva um ano inteiro para gerar flores, folhas e frutos.

As torênias são plantas bem floríferas e herbáceas, com sua floração feita anualmente, como citamos mais acima, e durante o verão. A ramagem  dessa planta é bem compacta com bastantes ramos o que faz com que a torênia tenha um aspecto bem simétrico e arredondado. As folhas são sempre na cor verde e apresentam-se opostas e com as suas margens serrilhadas. As flores, maior atrativo da planta, são bem abundantes, axilares e terminais.

As flores da torênia são muito diferentes e muito bonitas também. O seu aspecto aveludado dá um toque mais que especial na planta. A forma é semelhante a de um trompete e as cores são geralmente azul na corola e um branco amarelado na “garganta”. Apesar das cores naturalmente serem essas, já existe atualmente uma diversidade maior de torênias em outras cores como o rosa, o amarelo, o roxo, o violeta e o vermelho.

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Esta é uma planta muito utilizada no paisagismo, principalmente quando é preciso fazer a substituição do Amor Perfeito durante o verão, que é a melhor estação para a torênia. Essa espécie pode ser cultivada em vasos, jardineiras ou diretamente ao solo, mas nada se compara quando são cultivadas em cestas suspensas.

Como cultivar
O cultivo deve ser feito preferencialmente sob o sol pleno no sob a meia sombra para que a sua planta se desenvolva bem.  O solo deve estar enriquecido com húmus, ter uma capacidade de drenagem bem considerável já que a torênia não tolera solos completamente encharcados e a irrigação deve ser feita com uma regularidade aparente.

Você pode ainda usar a técnica do beliscamento (o beliscamento ou pinçamento é um  processo muito comum na jardinagem onde você retira as “pontinhas” das folhas da sua planta para facilitar a formação da mesma), para que as pontas dos ramos da sua planta ajudem no processo de adensamento dessa planta.

O cultivo da torênia não é difícil e é necessário atentar apenas para alguns detalhes para que a muda cresça bem. O local onde vai ser plantado a torênia deve ter abertura direta para o sol porque ele vai precisar receber muito sol para que a planta tenha uma floração bem longa e abundante.

Plantio em jardins
O jardim deve ser cuidadosamente preparado, retirando todos os inços e todas as planas mortas ou estragadas. Ainda deve ser adicionado adubo animal de curral do tipo bem curtido, incorporar esse material à terra do jardim, adicionar também uma parte de composto orgânico de folhas ou então adubo organo-mineral que é um tipo de adubo completo e ideal para qualquer planta.

Fazer o nivelamento do terreno para plantar as mudas é um processo muito importante na hora de cultivar a torênia. O buraco para ser colocado o torrão da planta deve ser exatamente do tamanho que ele fique acomodado. Caso seja necessário, coloque um pouco de areia ao redor e apertando de leve.

O espaçamento ideal para plantar a torênia é de 20 a 30 cm entre uma muda e outra para que a planta tenha espaço suficiente para crescer. Esse espaçamento deve ser dado em caso de cultivo em canteiros feitos diretamente ao solo. O canteiro também deve ser mantido muito bem regado para que a planta cresça bem.

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Cultivo em vasos
Se o cultivo for feito em vasos ou jardineiras, o ideal é manter a distância de 15 cm por ser eficiente para o cultivo e gerar mais flores. A torênia possui um ciclo de brotação que leva até 70 dias para acontecer por esse motivo, é bom sempre ter novas mudas sendo recolocadas para que logo após esse ciclo, já tenha uma nova brotação em andamento.

A propagação da torênia é feita através de sementes onde é necessário apenas preparar o local com terra de cultivo ou então com composto orgânico e misturar com areia para deixar o substrato bem úmido. Antes de plantar a torênia, pode-se deixar por 1 semana as sementes da planta em uma geladeira. Dessa forma a germinação vai ser melhorada e a torênia vai ser bem mais saudável.

Quando as sementes forem semeadas, é necess´´ario regá-las e cobrir com plástico até a próxima rega. Quando a planta tiver 6 folhinhas nascidas, deve ser transplantar para pequenos sacos, assim terá uma muda saudável.

As flores da torênias mantêm-se resistentes ao sol e também às chuvas de verão.

Esta não é uma planta que exige muitos cuidados quanto ao seu cultivo, mas ela vai exigir uma boa fertilização para que cresça bem. A reposição dos fertilizantes deve ser feita a cada três meses para que a planta termine seu ciclo bem formada. Para isso pode misturar adubo orgânico, com esterco curtido, adicionando um pouco de fertilizante químico do tipo NPK e com formulação a 4-14-8 de preferência. O pH do substrato onde será cultivada a torênia deve ter uma acidez leve e não ultrapassar a marca de 6.

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hemerocale

Mesmo com toda a beleza de suas flores, o hemerocale é bem menos conhecido que a estrelícia. Apesar disso, tem sido cada vez mais utilizado em jardins por conta de duas características positivas, como a diversidade de coloração das flores e a persistência da floração ao longo da maior parte do ano.

Outro fator importantíssimo é que a hemerocale é uma planta perene, ou seja, uma vez plantada pode ser mantida no jardim por um período praticamente indefinido. Esta é, portanto, uma florífera perene de porte herbáceo e de florescimento contínuo.

As hemerocales são bem parecidas com os lírios-asiáticos, porém mais resistentes do que eles para uso em espaços públicos.

Quando surgem às margens de rios e lagos, elas fazem mais do que enfeitar, ajudando a conter erosões. Aguentam sol forte, sobrevivem até em solo pobre em adubo e se viram bem sem a supervisão constante de um jardineiro. Curiosamente, suas flores duram apenas um dia – daí seu nome em latim, que significa “beleza de um dia”. Ainda bem que a touceira floresce muito: um novo botão surge tão rápido quanto uma flor morre.

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Nativa da região leste da Ásia, a hemerocale foi modificada e cultivada pelos americanos, gerando mais de 50 variedades, com pétalas comuns ou dobradas, em tons de rosa, amarelo, laranja e marrom, com ou sem perfume. Foram tantas mudanças genéticas para conseguir flores maiores, mais coloridas ou em maior número por haste que a hemerocale saiu da família dos lírios e ganhou uma só pra ela, a Hemerocallidaceae.

No que diz respeito ao florescimento, há três tipos de cultivares:
- Diurna – Quando a abertura começa a partir das 6 horas da manhã permanecendo abertas durante as horas de exposição ao sol;
- Noturna – Quando a abertura começa no fim do dia, durando o período da noite;
- Estendida – Quando a flor tem durabilidade acima de 16 horas, independentemente do horário de abertura da flor.

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A temporada da floração depende da região onde é cultivada. Na Região Sul e Sudeste a florada se inicia em outubro prolongando-se até começo de abril e cada haste pode florescer pelo período de três a seis semanas. As cultivares chamadas reflorescentes têm a capacidade de florescer normalmente na primavera e, após alguns meses, florescer novamente.

Os fatores climáticos e as temperaturas podem influenciar a característica da cultivar, que em uma região pode ser reflorescente e em outra não ter essa capacidade.

A mesma cultivar pode florescer em diferentes períodos do ano, mesmo assim, existem épocas em que a floração é mais intensa. A luminosidade também interfere diretamente na florada, pois o número de flores por escapo é maior em plantas cultivadas em pleno sol (pelo menos seis horas diretas de sol/dia) do que as cultivadas à meia sombra (mínimo de duas horas de sol/dia). Plantas expostas à luz artificial no período da noite têm a produção floral acelerada e alterada, produzindo flores constantemente, tanto no período diurno, quanto noturno.

Cultivares mais claras podem ser plantadas sob sol intenso e as de flores mais escuras devem estar protegidas do sol mais intenso durante as horas mais quentes do dia para evitar manchas nas flores.

A hemerocale tolera temperaturas mais baixas, mas não vai bem nem em vasos, nem nos estados do Norte e Nordeste do Brasil.

No inverno, a hemerocale entra em dormência e fica com as folhas murchas e sem graça por um período que pode durar de algumas semanas a meses. Por isso, adube-a bem no final do outono, acrescentando à terra torta-de-mamona ou farinha-de-osso. O período que antecede a dormência também é o melhor para limpar a planta de folhas mortas e fazer mudas, dividindo a touceira com as mãos.

Ao manuseá-la, use luvas, já que a folhagem costuma abrigar pequenas aranhas. Termine a tarefa adicionando um pouco de lesmicida à terra, já que, na dormência, a planta fica muito desprotegida contra lesmas e caracóis.

Com a chegada da primavera, a hemerocale está descansada e, como toda dorminhoca, acorda com fome.

E é nessa hora que se deve voltar a oferecer nutrientes, agora com adubo NPK 10-10-10, borrifado nas folhas na diluição de 1 colher de café para 1 litro de água, uma vez a cada 15 dias.

Esse cuidado extra vai garantir uma floração mais espetacular e por muitos meses. A cada três ou quatro anos, divida a touceira novamente, para que cada planta tenha espaço suficiente para se desenvolver bem.

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Symphyotrichum tradescantii

A áster-arbustiva talvez seja mais conhecida pela aparência do que mesmo pelo nome. Ela é um arbusto originário na América do Norte e também é conhecido como monte-cassino. Está na categoria de flores perenes e faz parte da família asteraceae.

A planta atinge uma altura entre 0.9 e 1.2 m  e é dona de um aspecto muito delicado. Pode-se dizer que é uma flor muito charmosa, até porque se trata de uma planta classificada como muito florífera.

A ramagem da áster-arbustiva é bem ramificada e as folhas se apresentam na forma filiformes (quando a forma das folhas são finas e longas), bem pequenas e de coloração verde escura.

Com o passar do tempo os ramos da áster-arbustiva vão lignificando (se trata de um processo natural de biossíntese e que no caso da áster-arbustiva provoca a mudança da cor do caule dela) e por isso passam a ter a cor marrom.

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As flores  realmente são delicadas e porque não dizer lindas. Elas se reúnem em pequenos grupos. As suas características são: as pétalas brancas, o centro é amarelo bem vivo. E pode ser que vendo essas flores pode confundi-las com as margaridas. Na verdade elas parecem uma miniatura dessa espécie.

É uma flor muito usada como flor de corte e é conhecida como uma planta para “trabalhar” no lugar do mosquitinho ou gypsophila paniculata. Porém, a sua beleza garante a ela um outro lugar de destaque, no paisagismo. Ela é muito utilizada na decoração de jardins para fazer composições, bordaduras e maciços. O uso da planta pode ser em grupos ou mesmo isolada. Em alguns casos, elas são usadas nas jardineiras e também em vasos, para quem não tem espaço.

O melhor momento para ver a áster-arbustiva cheia de flores é durante o verão, momento da sua floração.

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Cultivo
A áster-arbustiva gosta de calor, de sol pleno esse é o primeiro ponto chave na hora de plantá-la. A segunda coisa importante para que o cultivo dê certo é escolher um solo fértil e mais, ele deverá ser enriquecido por matéria orgânica. Já na hora de regar, lembre-se que deverá ser feito periodicamente. A planta apesar de gostar do calor suporte o frio subtropical.

Se podemos dizer que tem um ponto negativo é que mesmo sendo perene, com o passar do tempo, ela vai perdendo a beleza, o viço.

E mais uma coisa importante sobre o cultivo, anualmente é necessário refazer os canteiros para que a planta não morra. A multiplicação da planta pode ser feita através de estaquia ou com sementes.

Agora que já conhecem a áster-arbustiva já dá até para pensar em cultivá-la. Só não esqueça de esperar um dia bem ensolarado para o seu plantio dar certo e no calor você poder admirar a floração da sua planta.

E se você não tiver muito espaço, um quintal, um jardim, não desanime. Plante a áster-arbustiva em um vaso de flores, pode até conservá-la dentro de casa, mas não esqueça de colocá-la todos os dias sob o sol. Ela precisa da luz solar para ficar bonita e vistosa.

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A flor-estrela está dentro da família Asclepiadaceae, É uma espécie muito atraente, mas apesar do seu aspecto, ela não é uma planta cactácea. São suculentas que aparentam ter dedos que apresentam quatro faces e uma linha serrilhada, formando ângulos que surgem destas pequenas faces da espécie. Seus ramos são projeções muito esverdeadas, bastante numerosos e são extremamente carnosos, possuindo cada um deles  aproximadamente 20 cm de comprimento e que chama muito a atenção dos paisagistas. São estes mesmo ramos que acabam por encobrir o solo com as suas touceiras bem desenvolvidas, chegando a praticamente 2 m de diâmetro, contribuindo para a sua característica ornamental.

A planta pode ser cultivada em diversos climas diferentes por causa da sua alta capacidade adaptativa. Por ser um cacto, a planta é bastante cultivada em algumas regiões do Brasil. É considerada uma espécie de pequeno porte e que pode alcançar os seus 15 cm de uma forma muito rápido. Pode ser planta em sol pleno ou meia sombra, possuindo um ciclo de vida bem definido, sendo este perene.

Esta espécie foi encontrada pela primeira vez no continente africano, em locais onde o inverno era bastante rigoroso. Além disso, vivia e crescia muito bem em lugares onde a incidência de chuvas era bastante numerosa.

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Flores
Os botões conhecidos como florais fazem parte de uma estrutura bastante simplória, dentro da espécie. São de cor verde-claro mas que podem variar em torno desta mesma tonalidade. Todos os botões florais apresentam um formato bastante interessante, lembrando uma bonita pirâmide. Quando os botões florais se abrem, eles se tornam extremamente atraentes, deixando o aspecto da planta muito mais interessante.

As flores magníficas acabam se tornando grandes e especialmente coloridas, que podem variar em diversos tons por causa de cada variação e forma de cultivo. As mais comuns se tornam avermelhadas e acabam formando grandes estrelas, caracterizando as famosas flores-estrelas. O centro da flor, assim como os seus bordos, são compostos por pelinhos, deixando-as com aspectos aveludados. Uma das desvantagens em se ter esta planta, especialmente em locais fechados, é que ao nascer, estas flores podem exalar um cheiro um pouco desagradável, atraindo alguns insetos como moscas, besouros, percevejos e outros animaizinhos bem incômodos.

A floração acaba se estendendo do final do verão até o outono. O nome estrela vem do aspecto das flores quando estas desabrocham. Na verdade, quando abertas, os botões florais se assemelham bastante à estrelas-do-mar, sendo aproximadamente do mesmo tamanho que as mesmas. Por isso, a flor-estrela é considerada uma espécie extremamente peculiar.

Na ornamentação
Mesmo com as suas desvantagens, a flor-estrela pode ser usada para ornamentação de jardins, podendo ser plantada em diversas formas. A espécie é ideal para os conhecidos jardins-de-pedra, combinada com outras suculentas e cactos, fazendo uma verdadeira mescla entre elas. Pode ser plantada em vasos, sendo grande sou pequenos,  e jardineiras bastante enfeitadas.
Stapelia hirsuta
Modo de Cultivo
Para começar a plantar a espécie conhecida como flor-estrela é preciso seguir algumas regras de cultivo, essenciais ao bom crescimento da planta.
1. Por causa do seu ciclo de vida perene, a planta deve ser cultivada em solo fértil e com bastante luminosidade. Em alguns casos, pode ser plantada em locais sombreados durante a tarde. As terras para cultivo devem ser bem drenável, rica em matéria orgânica, devidamente adubadas e com covas bem profundas para o encaixe de cada mudinha. As regas deverão ser bem espaçadas e mesmo assim, regulares;

2. É bastante tolerante ao frio subtropical, além de poder ser plantada em sombra em determinados climas também. Um exemplo disto é que em países de clima temperado, a espécie necessita passar o inverno, que por sua vez é muito rigoroso, em casas de vegetação especializadas para o seu bom crescimento;

3. Para dar mais vigor a planta, é utilizada uma técnica conhecida como replantio. Esta técnica pode ser usada para deixar a espécie mais bem desenvolvida, atingindo tamanhos maiores e adquirindo mais resistência em alguns locais. Tal replantio pode ser feito de dois em dois anos, mesmo o ciclo de vida da espécie sendo perene e não anual. Mesmo assim, este método deixa a sua flor-estrela muito mais vigorosa.

Multiplicação
A propagação da planta pode ser feita de forma rápida e simples. Através de sementes, as plantas podem se multiplicar de forma correta. Outras formas de propagação também podem ser empregadas para esta espécie. Uma delas é a divisão da touceira e a multiplicação eficaz por estaquia das hastes suculentas.

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A planta-vaso é originária do Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, além de outros países da América do Sul.

Podemos também podemos encontrá-las com os nomes populares de gravatá, caraguatá e bromélia. É uma planta da família das Bromeliaceae, a mesma família dos abacaxis. E como podemos notar na semelhança das folhas, e não só na semelhança destas, mas até mesmo pela disposição das suas folhas e flores, que o formato é bem similar aos abacaxis, e a inflorescência é bem semelhante ao fruto, parecendo uma coroa espinhosa.

Apesar de ser uma espécie nativa, ou seja, que cresce livremente em seu habitat natural, a aechmea, por possuir uma beleza totalmente exótica, exuberante e, ao mesmo tempo delicada, tem sido muito cultivada em estufas devido ao seu alto poder de comercialização. Essa exploração da planta-vaso se deu de forma intensa devido ao grande interesse por tarde dos admiradores e principalmente por parte dos colecionadores, atraídos pela da beleza natural e elegância exuberante que a planta apresenta.

Descrição da Planta
Folhas: As folhas da aechmea são bem longas, um tanto quanto arqueadas, rodeadas de espinhos, geralmente de cor marrom, por toda a sua borda e a sua tonalidade varia entre vermelho-arroxeado, quando está florescendo, ou um tom verde escuro, quando está fora do período de florescência, contudo, as folhas da planta-vaso, quando em fase já adulta, madura e pronta para florescer, são recobertas de escamas, o que dá uma aparência um tanto acinzentada. Esta é uma das características mais semelhantes às folha do abacaxi.

As folhas ficam armadas em rosetas, ou seja, as folhas ficam sobrepostas umas às outras, formando um corpo cilindro em sua região central. Este corpo tem uma utilidade vital para as aechemeas, pois é neste corpo central que ocorre o acúmulo de água e nutrientes que são necessários para o bom desenvolvimento da planta. Quando criada em seu habitat natural, esses nutrientes são trazidos até a parte central da planta pela água das chuvas, pelos ventos e também pela própria ajuda da natureza, através da polinização realizada por abelhas, pássaros e alguns outros insetos. A produção das folhas ocorre sempre entre os meses de dezembro a fevereiro.

Raízes: As raízes da aechmea são bem rígidas, são fortes e tem alto poder de fixação da planta junto ao solo, principalmente quando ela está sendo cultivada em solos naturais. A raiz desta planta não tem a função prioritária de levar nutrientes para toda a planta, pois como já vimos na descrição acima, a parte da planta responsável pela alimentação, hidratação e nutrição das plantas da família das bromelias, são os corpos cilindros formando na parte central da planta pelas folhas. Neste caso, a sua função fundamental é a fixação da planta ao solo.

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Flores: As primeiras flores vão surgindo em meio à primavera quando a planta já está na sua fase adulta. A exuberância desta flor é muito ilimitada e que por esta razão atrai tantos curiosos, admirados e colecionadores. Só que existe mais um detalhe que faz esta planta ser tão cortejada: a sua flor só nasce uma única vez em toda a sua vida!

A flor da aechmea é exuberante, elegante, ereta como uma modelo na passarela. Ela assemelha-se a coroa de um abacaxi, permeada de brácteas de uma tonalidade rosa, muito viva e bonita. As pequenas flores nascem desses pêndulos, ou seja, dessas brácteas cor de rosa e são bem pequenas e delicadíssimas e a cor pode variar entre os tons de azul, branco ou outro tom de rosa. Esta flor magnífica tem vida curta, assim como também é a vida de toda a planta em si, que morre logo após a florescência, entretanto o seu ciclo torna-se perene, pois antes da morte da planta, eles já trabalham na produção de brotos, que dão continuidade ao magnífico fenômeno natural.

Frutos: Esta espécie de bromélia produz um fruto comestível muito saboroso, que pode ser degustado cozido, assado ou até mesmo cru. As fibras produzidas pelo fruto da bromélia têm alto valor comercial devido a sua utilização na produção de tecidos, roupas, cintos, bolsas e artesanato. Os frutos são produzidos entre os meses de março a junho.

No Brasil, as bromélias são mais facilmente encontradas em cerrados e também nas matas ciliares.

Curiosidade:
Mas não são apenas os frutos que podem ser comidos, a inflorescência, o botão e o rizoma da planta também são bem apreciados e também podem ser comidos crus e em formas de salada, ou cozidos. Há quem diga que é uma delícia, além de muito nutritivos.

Em alguns estados do Brasil, os frutos da aechmea também são usados na fabricação de xaropes contra gripes, tosses, resfriados e até mesmo contra a pneumonia. A crença popular, mesmo sem fundamentos científicos totalmente comprovados, aposta muito nesse xarope e alguns estudos já estão sendo desenvolvidos para provar a sua eficácia.

Cultivo
As aechmeas, ou bromélias, podem ser plantadas em canteiros, jardineiras, vasos e até mesmo podem ser fixadas em troncos de árvores, semelhante ao processo que acontece com as orquídeas. A planta não gosta da incidência direta da luz, preferindo, assim, os locais com sombras e luz indireta, mas com bastante claridade. A planta gosta de umidade, entretanto é necessário evitar o acúmulo de água para não apodrecer as raízes e o adubo ideal são de origem orgânica, pois a planta apresenta sensibilidade a adubos químicos e produtos que contenham cobre em sua composição.

A multiplicação é feita através da separação de brotos e mudas e também através de sementes.

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