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Salvia farinacea

A sálvia farinhenta pertence à família das Lamiaceae e sua origem é na América do Norte com maior incidência nos Estados Unidos, mas também é popular em diversas partes ao redor do mundo inteiro. Devido essa diversidade de lugares que pode ser cultivada, a sálvia-farinhenta pode receber outros nomes populares como também a sálvia ou sálvia-azul.

É uma planta categorizada como flores perenes, podendo chegar até 1,5 m de altura e se desenvolve melhor em regiões onde o clima típico é o equatorial, subtropical e tropical que são os climas típicos da região de origem. Tendo o ciclo de vida perene a sálvia-farinhenta, significa que o tempo que ela vai levar até 2 anos para completar um ciclo de florescimento. Isso significa também que você terá flores brotando durante o ano inteiro em seu jardim. A textura planta é bem herbácea e muito florífera. Com um canteiro dessa flor no jardim, com certeza o ambiente ficará muito mais florido.

O caule é piloso e tem as folhas em formato oval, um pouco lanceoladas e com as bordas serrilhadas. A cor destas são sempre verde mais claro. As inflorescências aparecem sempre na parte acima das folhas, despontando acima da folhagem são eretas e contêm muitas flores em forma de cálice e sempre na cor azul, compostas de numerosas flores azuis, com cálice de superfície farinhenta.

A floração da sálvia-farinhenta acontece durante a primavera, o verão e o outono. Dependendo da forma e do local onde ela é cultivada, podem existir variações um pouco diferentes que podem ser maiores ou menores, mais ou menos compactas e até a tonalidade do azul pode variar entre mais escuro até tons próximos ao violeta.

Existe ainda a possibilidade de ser encontrada uma variação da sálvia-farinhenta na cor branca. Essa espécie de planta é ideal para formar maciços expostos ao sol pleno e acaba levando uma aparência muito mais bonita para o ambiente. Principalmente a sálvia-farinhenta de coloração azul. Essa planta pode ser plantada em canteiros e bordaduras, vasos ou jardineiras e usar para ornamentar ambientes internos.

Cultivo
O cultivo dessa flor não é difícil. Elas devem ser cultivadas de preferência sob o sol pleno, com solo bem fertilizado, leve e rico em matéria orgânica. As regas devem ser feitas regularmente e deve ser suspensa apenas em períodos com muita chuva. Apesar de ter um ciclo de vida perene, mas ao ser cultivada, deve ser tratada como una planta que possui ciclo de vida anual ou bienal.

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Tempero
Por ser uma planta original da região do Mediterrâneo, a Sálvia não é um tempero muito conhecido no mundo inteiro, mas é muito utilizado em algumas regiões onde foi originada. O seu uso se dá devido o aroma e também do seu sabor que são bem únicos desse condimento.

Essa planta pode ser usada para temperar carnes, peixes e fazer deliciosos molhos. Além disso, a sálvia-farinhenta é muito utilizada apenas como aromatizante em pratos culinários e também na aromatização de algumas bebidas como os vinhos, vinagres e óleos. O gosto é bem típico da planta e tem um sabor um pouco azedo, por isso é bom dosar na hora de utilizar em alguns pratos, para que a receita não acabe sendo estragada.

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Phalaenopsis

As orquídeas são encontradas em diversas partes do mundo, variando de acordo com as suas espécies existentes. Geralmente são típicas de regiões onde o clima predominante é o tropical, mas como elas são as flores mais populares do mundo, só não será encontrada na Antártida.

Essas plantas estão entre as flores de maior valor comercial nos dias de hoje. Elas são bonitas e muito exóticas, podem ser encontradas mais de 30 mil espécies catalogadas na natureza, além daquelas que ainda não receberam seu devido reconhecimento. Ainda vamos ter os híbridos que são criados pelos orquidófilos, que são criadores de orquídeas.

Em todos os outros continentes temos orquídeas á nossa disposição e caso queiramos cultivar essa flor, basta saber qual a espécie que melhor se desenvolve em nossa região e começar o seu cultivo.

O formato das suas flores, folhas e frutos é muito individual de cada tipo de orquídea, assim como as cores das suas flores. Quanto às folhas, elas são sempre verdes assim como o seu caule também.

Por ter uma delicadeza diferenciada, saber cuidar e plantar essa flor é muito importante. Conheçamos então um pouco mais sobre esse assunto com algumas dicas de cultivo que com certeza farão toda diferença em nossos jardins. As dicas servem tanto para aquelas pessoas que cultivam orquídeas em pequena ou grande escala.

Como a sua popularidade no comércio é muito grande, encontramos diversos orquidários dessa espécie espalhados pelo mundo, mas o ambiente natural da orquídea são as matas e as florestas ao redor do mundo. A criação dos orquidários se fez necessária devido à quantidade de flores que precisam ser cultivadas e também os cuidados com elas para que possam crescer bonitas e possíveis para comércio. Aquelas pessoas que possuem seus orquidófilos ou que, mesmo em um pequeno jardim, cultivam apenas orquídeas são chamados de orquidófilos. São eles também que se responsabilizam pelos milhares de híbridos que encontramos das plantas.

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Cultivo
Não existe uma regra fixa para cultivar orquídeas, pois isso vai depender muito do ambiente onde ela vai ser mantida. Devido essa variação enorme de orquídeas e principalmente, devido a delicadeza dessa flor muitas pessoas acham que plantar orquídeas é algo difícil e na verdade não o é.  O que preciso saber, é de alguns pequenos detalhes que, estes sim, são indispensáveis para a planta.

Conhecer o tipo certo de orquídea vai fazer com que o seu cultivo seja melhor direcionado. Por exemplo, a espécie Phalaenopsis é mais indicada para aquelas pessoas que querem ter pequenos orquidários em apartamentos, então esta melhor do que qualquer outra vai se desenvolver melhor nesses ambientes. Então, o primeiro passo para ter um cultivo de sucesso de orquídeas, é saber qual o tipo certo de flor de acordo com o seu clima e ambiente. Isso poderá ser descoberto facilmente fazendo uma pequena pesquisa na internet, lendo os diversos artigos sobre orquídeas.

Onde cultivar
A maioria das orquídeas que encontrada aqui no Brasil é do tipo epífitas, que são aquelas plantas que crescem presas às árvores, mas sem retirar dessas plantas nenhum tipo de nutrientes.  Se a orquídea for cultivada em vaso, poderá fazer isso sem nenhum receio, assim como em placas de fibra de coco ou de madeira. Pode ainda ser usada a forma tradicional para cultivo de plantas que é diretamente ao solo.

As necessidades básicas de uma orquídea é praticamente a mesma para qualquer outra independente do seu tipo. Como elas florescem mais de uma vez ao ano e em diferentes épocas, o indicado é que tenha diversos tipos de orquídeas no jardim, pois dessa forma terá sempre um ambiente florido.

Mudas podem ser nutridas com uma colher de chá de farinha de osso a cada mês nas beiradas do vaso, acelerando assim seu crescimento. Os híbridos são de maneira geral extremamente resistentes, e podem prosperar mesmo em condições adversas de cultivo, crescendo mais rápido que as espécies “naturais”. Incontáveis cruzamentos de gêneros ou espécies geraram inúmeros híbridos.

Deve ser evitado comprar ou retirado orquídeas das matas, pois elas já foram tão exploradas por cultivadores e colecionadores que nos dias de hoje as espécies das matas são muito únicas e retirando-as, poderá colocar uma espécie em extinção. O correto é sempre comprar de empresas ou direto de orquidófilos, pois dessa forma será comprado  uma espécie que com certeza está em produção constante.

Cattleya Carmela (Summer X AclanDiae)
Regas
A maioria das orquídeas não tolera muita água, mas gostam de ambientes sempre úmidos. O ideal nesse caso é você usar produtos no substrato que ajudam a manter essa umidade do solo ou então regar controladamente para que ela se mantenha sempre dessa forma. Se for plantar uma orquídea em vasos, deve ser evitado aqueles pratinhos tão comuns em jardins, pois eles retêm água e isso pode encharcar as raízes da orquídea e a planta vai morrer.

Então essa é a regra básica para as regas das orquídeas, manter o solo úmido, mas não encharcado. É mais fácil matar uma orquídea por excesso do que por falta de água. O intervalo ideal entre uma rega e outra é em dias alternados, suspendendo as regas em épocas chuvosas.

Nos dias em que o substrato não for molhado, apenas vaporize um pouco de água nas folhas e sempre no período da manhã e bem cedo ou então no final da tarde. É importante atentar para esses horários porque se molhar as folhas da orquídea em períodos onde o sol está forte, irá manchá-las.

Luminosidade
A orquídea pode ser colocada tanto dentro como fora de casa. Se a planta for mantida  em ambientes internos onde ela não tem muita luz, molhe um pouco mais o substrato.  De preferência elas devem ser mantidas em locais onde podem receber a luz do sol, principalmente no período da manhã, considerando até as 9 horas ou então no período da tarde, após as 16 horas. O sol é importante para a planta porque é ele que vai favorecer o florescimento da orquídea.

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Acalypha Hispida

Espécie vegetal pertencente à família botânica Euphorbiaceae e nativa do continente asiático, tendo as suas primeiras origens da Índia. Além do nome popular de acalifa-macarrão, essa espécie vegetal é popularmente chamada de crista-de-peru, rabo-de-galo vermelho, rabo-de-raposa, rabo-de-macaco e rabo-de-gato. A planta é utilizada na composição de jardins por paisagistas devido a sua beleza e propriedades ornamentais.

Características da planta
A acalifa-macarrão é uma espécie vegetal do tipo arbusto, que se distingui por ser uma planta que possui porte de pequeno a médio, apresentando caules e ramos lenhosos (compostos de madeira rígida devido a presença de lignina) que se dividem do tronco bem perto do solo.

É uma planta que apresenta ciclo de vida perene, isto é, ciclo de vida longo. No reino vegetal quando uma planta vive mais que dois anos, ela possui ciclo de vida longo. A acalifa Macarrão se caracteriza por possuir porte médio, podendo atingir uma altura que varia de 1,80 a 3,00 m.

Essa espécie vegetal é rústica, pois é uma planta que consegue crescer de maneira plena, sem que o cultivador tenha maiores cuidados com ela. Para que isso aconteça, a planta exige apenas que ela seja plantada em um local que apresente grande incidência de luz solar e que sejam feitas algumas irrigações, isso acontecendo, a planta conseguirá se desenvolver e florescer, tornando o jardim mais belo e ornamentado

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A acalifa-macarrão é uma planta angiospérmica, que possui flores, sendo essas o grande chamariz desta espécie vegetal, pois as flores possuem um formato único que se destacam por serem excêntricas, com uma textura que nos recorda um bicho de pelúcia e por isso chamam a atenção das pessoas.

As folhas da são de tamanhos grandes e largas, e o seu final é pontiagudo e possuem uma forma oval e são de natureza persistente ou permanente (a planta mantém as suas folhas durante todo o ano).

Devido às características das folhas, o seu aspecto excêntrico fica realçado, o que acaba a tornando diferente da grande maioria das espécies vegetais e fazem com que a planta chame a atenção das pessoas. As bordas das folhas são serrilhadas (recordam pequenas serras).

A floração da acalifa-macarrão é muito bonita e excêntrica pelo seu aspecto felpudo. As flores nascem durante todas as estações (primavera, verão, outono e inverno) e podem ser encontradas nas cores vermelha, roxa ou branco-creme. No entanto, a maioria das acalifas-macarrão possuem as flores na cor vermelha. De uma forma geral as flores possuem um formato cilíndrico e alongado, podendo possuir um tamanho que pode chegar a 50 cm, sendo formada por diversas flores pequeninas.

Pelo fato de ser uma planta com características únicas e muito bonita, que floresce durante todo o ano, a é muito usada por paisagistas para formar belos jardins e para decorar os ambientes.

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O Cultivo
Essa espécie vegetal aprecia ser cultivada em locais de clima tropical, que se caracterizam por apresentarem temperaturas quentes e altas umidades do ar. Contudo, apesar de ser uma planta típica de cultivo em regiões de clima tropical, a espécie consegue se adaptar a outros tipos de clima, e é encontrada em locais que possuem climas equatorial e subtropical. Por ser uma planta que aprecia o clima quente, a acalifa-macarrão deve ser cultivada a meia sombra ou sob luz difusa para evitar a queimadura das folhas.

Essa espécie vegetal só deve ser cultivada com exposição direta a luz solar, em locais que apresentem clima mais ameno ou em locais que forneçam sombra a planta, para que ela se proteja por alguns momentos.

É uma planta que não suporta ser cultivada em locais que possuem climas frios, por isso ela é uma espécie que não tolera geadas ou situações de frio intenso. O solo apropriado para seu cultivo é o fértil e com boa condição de drenagem.

Para a manutenção da fertilidade, o solo pode sofrer processo de aplicação de material orgânico (adubos e fertilizantes). O solo deve se manter úmido, no entanto não precisa ficar encharcado, por isso indica-se que a planta seja regada em torno de 03 vezes por semana.

A aplicação de adubo auxilia a acalifa-macarrão a possuir muitas inflorescências, o que torna a planta muito mais bonita. Para que isso aconteça, a planta pode ser adubada a cada 04 meses.

A planta pode sofrer podas, essas ajudam a plantar a manter um aspecto jovial, forte e bonito e a crescer de forma saudável. As podas podem ser feitas a cada 04 meses. Essa planta pode ser cultivada de muitas formas, podendo ser plantada de maneira isolada (um exemplo é o plantio em vasos que irá fazer com que a planta possua um porte pequenino) ou em grupos (como maciços e renques).

A Multiplicação
A acalifa-macarrão é uma espécie vegetal que se multiplica através de estaquia, que pode ser realizado em qualquer época do ano. No entanto, a planta se reproduz normalmente no inverno.

A estaquia se caracteriza na formação de estacas que buscam formar mudas com o objetivo de gerarem novas plantas. As estacas são do tipo ponteiro e elas precisam possuir ramos, folhas e raízes para que tenham a capacidade de gerar uma nova espécie vegetal.

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Homalocladium platycladum  (2)

A fita de moça é uma planta que tem a sua origem nas Ilhas Salomão e também na Oceania. É uma planta que pertence à família Polygonaceae.

É uma folhagem que pode chegar até 3 m de altura quando são bem cultivadas e são ótimas para ornamentação de ambientes. Esse tipo de planta tem o ciclo de vida perene, o que significa que cultivando a fita de moça, você terá folhagem nascendo durante todo o ano. É uma planta com ciclo de vida perene, o que significa que esta levará mais tempo para completar o ciclo de floração, o que pode levar até 2 anos para acontecer.

Essa planta é um ótimo exemplo de espécies bem curiosas e exóticas. Apesar de ser estranha e aparentemente sem beleza, ela vem cada vez mais vem ganhando admiradores e espaço nos jardins ao redor do mundo. Apesar dos lugares de origem, essa planta pode ser encontrada em diversas outras regiões e com isso, recebe também outras denominações como é o caso de Solitária, como também é chamada essa espécie.

Por ser uma planta de folhagens, chamamos a fita-de-moça de arbusto sem nenhum problema. Ela tem a constituição semi-herbácea, com ramos bem eretos no início e pendentes no final. Você pode plantar a fita de moça tanto em grupo, mesclado com outras plantas ou pode também conduzi-la como uma trepadeira forma que é muito utilizada devido a formação da planta. Ela se adapta muito bem em jardins de pedra ou contemporâneos e pode também ser cuidada em jardineiras e vasos, quando serão usadas como planta ornamental.

Folhas e flores
Os ramos são bem achatados, estriados, com um brilho diferenciado e são bem planos. Essa planta não tem uma folha propriamente dita e fica a cargo desses ramos, desempenharem esse papel, principalmente quanto ao processo de fotossíntese e respiração. Lembrando que esses processos são indispensáveis para qualquer espécie de planta. Com a ausência das folhas, chamamos os ramos de cladódios.

A fita de moça não tem folhas totalmente extintas, elas apenas não aparecem sempre. Podem existir exemplares onde elas brotam, mas isso acontece em número muito reduzido e passa muitas vezes imperceptível. É exatamente por esse motivo que os ramos tornam-se de extrema importância para a planta.

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As flores da fita-de-moça são bem pequenas e aparecem sempre nas laterais dos ramos. Elas têm a coloração verde bem clara, não havendo nenhuma variação. É a partir das flores que os frutos da planta nascem. Como o tamanho das flores é bem pequeno, o tamanho dos frutos dessa planta não poderia ser diferente. Eles são pequeninos e sempre na cor vermelha, como se fossem pequenas cerejas ou amoras. Com o aparecimento dos frutinhos, a textura do arbusto muda um pouco, mas nada que venha prejudicar o crescimento da planta.

Cultivo
Devido a região de origem, os melhores climas para ser cultivada a planta são os climas equatorial, oceânico, subtropical e tropical, mas caso a região onde for cultivada não  oferece essas características climáticas, ainda pode-se tentar ter o exemplar dessa planta. Nesse segundo caso, a atenção dada à forma como será o cultivo e até mesmo a criação de um ambiente que propicie a iluminação e a temperatura ideal, vai ajudar no crescimento da fita-de-moça.

O cultivo deve ser feito sob o sol pleno, à sombra ou meia sombra, jamais em locais sem acesso à luz solar porque a planta com certeza morrerá. O solo deve ser bem fértil e adubado com matéria orgânica para que a planta cresça bem e tenha resistência à mudanças de climas e ao ataque de fungos comuns da espécie. As regas devem ser feitas em períodos certos, sendo os intervalos entre uma rega e outra devidamente obedecidos para que a planta se desenvolva bem. Essa atenção deve ser dada principalmente na primeira fase da planta, que é quando ela se encontra mais frágil.

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A planta fita-de-moça consegue adaptar-se muito bem em regiões com calor e umidade tropical e quando as regiões apresentam climas mais temperados, essa planta deve ser cultivada em estufas para poderem se desenvolver.

A multiplicação é feita por estaquias dos cladódios ou então sementes sempre recém colhidas. Esse detalhe acerca das sementes é muito importante para evitar guardar sementes porque elas não serão eficientes e dificilmente germinarão. Ainda assim quando for conseguido desenvolver uma planta, esta não será muito consistente podendo morrer com mais facilidade.

Propriedade medicinais
Apesar de não ser tão popular, em algumas regiões a fita-de-moça é tida como uma planta medicinal e muito utilizada como vermífugo. A medicina popular indica o uso dos cladódios como medicamento e até o momento somente essa parte da planta tem ação reconhecida. As formas como você pode tomar esse medicamento é como chá que devem ser fervidos serve com os ramos recém colhidos.

Antes de utilizar também os ramos da fita de moça como medicamento, é importante verificar a procedência dos mesmos para que não haja nenhum tipo de intoxicação e/ou envenenamento proveniente de aditivos utilizados na planta. O melhor sempre é utilizar ramos da própria plantação.

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Trata-se de um arbusto florífero pertencente à família Myrtaceae (a mesma da Escova-de-garrafa Callistemon viminalis). São plantas originárias do sudoeste da Austrália, amplamente cultivada pelas suas flores vistosas e de dimensão considerável..

Em seu país de origem, é uma das flores-de-corte mais populares, com uma durabilidade excepcional após o corte.

As espécies se desenvolvem da melhor forma nos locais que possuem constante luz solar. Trata-se de um tipo de planta com características duradoura, ou seja, não é qualquer vento ou ataque de fungos e bactérias que vai causar a morte, mas sim conjuntos de fatores determinantes que consegue afetar o ciclo perene. Interessante notar que grande parte dos arbustos eretos de outra família florais não tem a mesma capacidade de resistência.

A floração inicia no final do inverno e pode perdurar até meados do verão. As flores são de cor branca, rosa, malva ou roxa.

Excesso de folhas
A Flor-de-cera-de-geraldton apresenta ramagem esparsa e ramificada, e pode alcançar de 0,5 a 4 m de altura, dependendo da cultivar. Por esse motivo pode representa a flor ideal para ter no jardim e a diversificação das culturas com maior popularidade em terras nacionais. Existem biólogos que encontram semelhanças de forma significativa com as folhas presentes no alecrim.

Poder do aroma
Não se pode ignorar o fato de que o poder aromático da espécie também ganha destaque no mundo. Isso acontece por causa do organismo capaz de fabricar substância oleosa que aumenta o perfume do ambiente. Interessante notar que para perceber o nível de óleo que exista basta pressionar parte das folhas e perceber que ao invés de se partir como algo seco as unidades ficam esmagadas sem se romper.

Quem deseja contar com o processo de floração completo deve se ater ao fato que de a forma inicial do ciclo começa quando o inverno está na fase final e as pessoas já sentem no clima os indícios de que o verão está por chegar. Pequenas flores auxiliam no processo da fotossíntese.

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Como podar a Flor-de-cera-de-geraldton
Após a floração, a poda superficial estimulará o crescimento do arbusto. Mas cuidado: não pode os ramos já lenhosos da planta, pode os mais tenros. É necessário fazer uma poda de forma qualificada, completa e não apenas nas beiradas. Quanto melhor ficar o corte mais chances existem de acontecer apoio à evolução em termos de tamanho.

Quando jardineiros (as) não prestam atenção no momento correto ou nas práticas para podar existem chances de acontecerem danos, de forma principal quanto à evolução do tamanho. Também existe a possibilidade de frutos pequenos entrarem em processo de produções, o que representa ponto improdutivo, visto que os mesmos não são indicados ao consumo humano.

Por causa das dificuldades no plantio existem poucos jardineiros que investem no cultivo para vender de forma massificada. Nesse sentido existe tendência dos preços serem maiores às unidades que se estabelecem em estufas e seguem às floriculturas da cidade.

Uso no Paisagismo
- Essa espécie é procurada por parte dos jardineiros que desejam implantar novas tendências florais dos formatos convencionais. Quase sempre não está presente sozinha, mas junto com outras espécies, de forma principal os organismos que apreciam o clima seco.

- Quem deseja implantar espécie de jardim com maior característica rústica, repleta de rochas, ou em terras com tendência desértica. Não se pode ignorar o fato de que se encontra presente em grande número nos jardins do mediterrâneo. A espécie consegue se desenvolver melhor quando o tempo está em grande parte de forma seca. Especialistas que desejam compor jardinagem do deserto não podem se esquecer de colocar a espécie no conjunto.

- Quando se trata de jardins comuns que estão na parte de frente ou atrás das casas e condomínios, Existem maiores chances de notar unidades que estão plantadas sem nada ao redor, de forma isolada. Por vezes estão presentes em números pequenos nos grupos reunidos em espaço curto entre si. Se não tiver espaço para plantar também é possível investir dos vasos, desde que os transplantes sejam feitos sem erro conforme a flor se desenvolve.

A resistência da espécie aumenta conforme jardineiros (as) se apliquem em fazer o corte de forma constante.

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Cultivo
O melhor clima para cultivar a Flor-de-cera-de-geraldton, está no sol forte e clima seco. Porém, essa combinação deve existir junto com excesso de nutrientes e qualidade de drenagem na terra. Como se adapta ao deserto se pode dizer que a presença de areia pode ajudar o seu desenvolvimento.

O uso de matéria orgânica no solo também pode fazer com que a flor cresça sem maiores problemas. Além do sistema de água existir no solo, também existe a necessidade de regar. Porém, tenha atenção! Não exagere na água, visto que a planta  pode ficar prejudicada por causa do encharcamento.

Quem mora em zonas arenosas pode conseguir vantagem ao investir no cultivo da espécie, principalmente por causa das condições climáticas de seca constante. Conforme aumenta o tamanho, mais chances existem de cair no solo. Ao cultivar dentro de casa, vai existir momento em que se faz necessário colocar espécies de suportes. Embora se desenvolva com qualidade nos climas semiáridos, também traz resistência nos momentos em que acontecem as geadas.

Com a presença da seca existe a chance da espécie ser queimada de forma natural quando estabelecida nas zonas desérticas. Porém, a planta tem a peculiaridade de conseguir se regenerar. Sua multiplicação pode ser feita através de sementes ou estaquias.

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Azaleia Satsuk

O Bonsai é uma árvore em miniatura cujo processo de modelagem e cuidados exigem paciência e atenção. Quem decide cultivar um Bonsai deve estar ciente de que se trata de uma planta que precisa de cuidados diários, pelo menos 20 minutos por dia.

O conceito do Bonsai está bastante ligado à idéia de respeito e observação da natureza. Para os orientais cultivar Bonsai é um tipo de terapia para ajudar no combate do estresse. O mais interessante é que qualquer pessoa pode começar o seu cultivo da mini-árvore para se sentir de bem consigo mesmo.

Traduzindo a palavra Bonsai temos “árvores na bandeja”, definição bastante adequada. As plantas utilizadas podem ser comuns e devem ir passando por podas consecutivas de forma que tanto as suas copas como as suas raízes fiquem do tamanho ideal. Além de uma ótima terapia os Bonsais podem ser ótimos para presentear os amigos queridos.

Cultivo do Bonsai
O Bonsai é uma planta que precisa de vários cuidados básicos para que possa se desenvolver da forma esperada. Um dos principais cuidados com o Bonsai é ter um bom local de armazenamento. O local deve ser arejado e contar com uma boa incidência de luz do sol.

As varandas assim como as janelas são ótimos locais para deixar os seus Bonsais. Para garantir que a planta esteja recebendo todo o sol que precisa procure girar o vaso a cada dois meses. Quando a planta fica virada somente para um lado pode acabar inclinada na direção da fonte de luz.

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Dicas de manutenção para ter um Bonsai forte e bonito
Poda do Bonsai
O Bonsai precisa de mais do que um ambiente adequado para crescer e se desenvolver. A forma como ele será cultivado fará toda a diferença na sua saúde e beleza. Um dos pilares dos cuidados com o Bonsai é a poda que ajudará a fazer da planta uma miniatura.

Fique sempre atento quando perceber que um ramo da pequena árvore está com dez ou mais pares de folhas, nessa hora é necessário fazer a poda. Além da poda é necessário ter uma atenção especial com as regas da árvore. Regue sempre que houver necessidade, os horários em que a temperatura está mais amena são melhores para garantir que a árvore possa absorver a água com mais facilidade.

Adubos e pesticidas
Um dos principais problemas que podem acometer um Bonsai são as pragas como fungos e pulgões. Quando essas pragas atacam o desenvolvimento dos Bonsais pode ficar comprometido. Uma forma de evitar que haja esse ataque de pragas é misturar água e detergente neutro e pulverizar a área que foi atacada.

Quando o problema do Bonsai são as lagartas é preciso fazer a retirada das mesmas com as mãos e mudar as suas mudas de lugar. Os adubos servem para ajudar as plantas a conseguir absorver melhor os nutrientes e por isso o melhor momento para utilizá-los é durante a primavera.

Durante essa fase os adubos mais interessantes são os líquidos do tipo Ouro Verde e os sólidos que contam com pouco nitrogênio. O uso de adubos pode ajudar a fazer com que o Bonsai se desenvolva com mais saúde e fique mais bonito. Porém, como tudo na vida o excesso de adubo também pode ser prejudicial.

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Erros mais comuns no cultivo do Bonsai
Dentre os principais erros que podem ser cometidos no cultivo de Bonsai está a rega em excesso. Quando a planta tem água em excesso pode acabar com a suas raízes podres o que acarreta na morte da árvore. Também é importante evitar o uso de fungicidas, pois esse tipo de produto não é recomendado para plantas de pequeno porte pelo fato de serem muito agressivos.

Dicas sobre Bonsai exterior
Em geral para fazer um Bonsai são utilizadas árvores que tem mais facilidade em se desenvolver em ambientes externos uma vez que necessitam de um contato mais direto com os elementos da natureza. Sendo assim quando o Bonsai é externo não pode ficar dentro de casa com exceções bastante raras como um inverno rigoroso, por exemplo.

Sendo assim o Bonsai externo é aquele que é feito com uma planta que precisa do ambiente externo para se desenvolver e crescer com saúde. Saiba que se a planta precisa do contato com a natureza e permanece num ambiente interno pode acabar morrendo.

Onde deixar o Bonsai
Dentre os locais mais interessantes para colocar o Bonsai externo pode-se destacar a varanda e as janelas, como já citado acima, e também em pátios ou terraços. O mais importante é observar se o local escolhido tem uma boa incidência de luz. Só tenha cuidado apenas para que o sol não tenha incidência direta sobre a árvore.

Bonsai externo
Existe uma grande variedade de tipos de Bonsai e o local ideal para cada um varia de espécie para espécie. Em geral os aspectos a serem considerados são a luz solar que é muito importante para o bom desenvolvimento e florescimento da planta, a umidade e o ar.

Dicas
Se o inverno for muito rigoroso não deixe o Bonsai exposto, procure protegê-lo da formação de gelo e geadas. Durante o verão a exposição do Bonsai deve ser de no máximo cinco horas no sol forte.

Em relação à umidade é importante que seja relativa, pois quando está alta ou muito baixa pode interferir no bom desenvolvimento das folhas do Bonsai.

Atente também à circulação do ar no local onde será deixado o Bonsai externo, pois é importante que haja uma boa circulação. Não precisa ser um descampado, mas também não pode ser um local com muitas barreiras.

Esteja sempre atento aos cuidados básicos com o Bonsai e não deixe de observar e cuidar nenhum só dia, trata-se de uma planta que exige atenção total.

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Espécie de vegetal popularmente conhecida pelo nome de Confete e Face-sardenta, devido às pintinhas que as suas folhas apresentam.

É uma planta nativa do continente africano, mais precisamente de Madagascar e pertence a família botânica Acanthaceae.

O Confete é uma espécie vegetal com características ornamentais, principalmente a sua folhagem, e devido a sua grande beleza é muito utilizada por paisagistas e decoradores para a composição de ambientes e jardins.

Ela pode ser cultivada em ambientes internos, trazendo a beleza e a para as residências que possuem plantas sendo cultivadas.

A família Acanthaceae
As espécies vegetais que compõem esta família, podem ser encontradas em varias partes do planeta, no entanto são facilmente encontradas nas regiões de clima tropical e em locais de temperaturas mais quentes e é composta de 229 gêneros e 3.500 espécies vegetais. Essas espécies podem ser vistas em formato de árvore, arbustos e ervas.

As plantas que compõem a família Acanthaceae possuem grande importância ornamental.

As características da Hypoestes
A Hypoestes é uma planta herbácea que se caracteriza por apresentar um caule não lenhoso, isto é, o caule não possui lignina e por isso não tem o aspecto de madeira e duro. O caule desta planta se caracteriza por ser flexível e fino, podendo ser facilmente quebrado com as próprias mãos.

É uma planta que apresenta uma textura bastante delicada, e por seu aspecto diferente e atrativo (as folhas são repletas de sardas), a folhagem é bastante apreciada pelas pessoas.

Se caracteriza por ser uma espécie vegetal de pequeno porte, pois a planta atinge uma altura média de 40 cm. Contudo, podem ser encontradas plantas que chegam a atingir altura próxima a 1 m.

O ciclo de vida da Hypoestes é perene, isto é, essa planta consegue viver um tempo maior que 2 anos, que é considerado longo no reino vegetal. No entanto, em muitas oportunidades a Hypoestes se comporta como uma planta anual.

As folhas da planta são de tamanho pequeno e conforme a variedade pode possuir uma coloração diferente, normalmente verde ou um verde tendendo para o avermelhado. As pintas, que é uma das características principais dessa espécie vegetal, podem ser encontradas nas cores branca, rosa e vermelha. A folhagem desta planta é muito bonita, tendo características paisagísticas e ornamentais.

As flores são de tamanho pequeno e bastante discretas, e podem ser encontradas na coloração roxa, e por usa discrição possuem pouca importância ornamental perante a beleza das folhas da Hypoestes, sendo consideradas secundarias nesse aspecto para a planta, contudo são muito uteis para a propagação da espécie, pois como a maioria das plantas que possuem flores (plantas angiospérmicas), elas produzem sementes que podem ser plantadas com o objetivo de gerar novas plantas.

A Hypoeste geralmente floresce no verão e essa espécie vegetal se caracteriza por ser uma planta que cresce com muita rapidez.

Como cultivar
A Hypoestes é uma espécie vegetal que pode ser utilizada de diversas formas, sendo considerada muito versátil o seu uso no paisagismo.

Ela pode ser utilizada para compor maciços, canteiros e forrações, além de fazer composição com outras espécies vegetais em belíssimos jardins. Outra forma de utilizar a Hypooestes é compondo bordaduras próximas a cercas e a muros.

Essa é uma planta típica para o cultivo em locais que apresentam o clima tropical, no entanto já foram encontradas espécies desta planta sendo cultivadas em locais que possuem climas diferentes, como o equatorial, o subtropical e o oceânico.

Apesar de apreciar um clima quente e ser cultivada a sol pleno, pode ser cultivada a meia sombra ou a chamada luz difusa. É necessário cuidado com a exposição ao sol, pois a planta pode ficar murcha se exposta ao sol em demasia.

É importante que o lugar onde a planta seja cultivada tenha o solo fértil, e para que essa condição seja alcançada e mesmo mantida, o solo passe por processos de enriquecimento com a aplicação de material orgânico ou mesmo adubos químicos, para que o substrato forneça os nutrientes necessários para o bom desenvolvimento da planta.

O solo ideal para o cultivo da Hypoestes é o areno-argiloso, e deve apresentar uma boa capacidade de drenagem, para evitar que ocorra o encharcamento, que pode conduzir a planta à morte, pois o excesso de água pode ocasionar o apodrecimento das raízes e o sufocamento das mesmas, por isso não exagere nas regas, basta deixar o solo ligeiramente úmido para que a planta consiga aproveitar bem, tanto a água disponibilizada quanto os nutrientes existentes no solo.

Essa espécie vegetal precisa ser regada com regularidade de forma que a planta se mantenha vigorosa, forte e saudável.

Podem ser realizadas podas para que sejam retiradas as folhas secas e as partes da planta que por ventura se encontrem doentes para que a planta mantenha o aspecto viçoso, forte e bonito.

A Hypoestes é uma espécie vegetal rústica, isto significa que a planta consegue se desenvolver sem maiores cuidados da parte de quem a cultiva. Por isso acaba sendo uma espécie vegetal muito fácil de ser cultivada, pois não é uma planta exigente de muitos cuidados.

A Hypoestes é uma planta que pode ser cultivada em vasos, trazendo um efeito interessante e ornamentando o local onde estas belíssimas plantas são cultivada.

É uma planta que se caracteriza por não tolera ras temperaturas mais baixas, portanto essa espécie vegetal não pode ser cultivada em locais que sejam frios e ocorram geadas, pois é muito provável que a sua planta venha a morrer caso seja cultivada nos locais com essas condições.

Propagação
A Hypoestes é uma espécie vegetal que pode se propagar de 02 (duas) maneiras: por propagação de suas sementes e por estacas.

A multiplicação por dispersão das sementes consiste em espalhar as sementes geradas pelas flores da Hypoestes (planta angiospérmica) em locais aptos ao cultivo desta planta. Com as condições favoráveis as sementes irão germinar e gerar uma nova espécie vegetal.

No caso da multiplicação por estacas consiste em formar pequenas estacas nos ramos da Hypoestes para que estas estacas sejam cortadas e colocadas em locais aptos para o cultivo. As estacas precisam ter em sua composição folhas e ramos para conseguir se desenvolver em uma nova planta.

Graças a sua rusticidade, a Hypoestes não demanda tantos cuidados da parte de quem a cultiva, e ela consegue se desenvolver em qualquer período do ano.

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Muscari Armeniacum

A planta jacinto uva parte da família Hyacinthaceae e ainda está incluída nas categorias de flores perenes e bulbosas. O nome da planta faz alusão ao visual da espécie, que se parece com um cacho de uvas.

Essa planta tem um ciclo de vida perene e sua origem é da Europa e da Ásia e por isso, gosta de sol pleno e de meia sombra.

A planta jacinto-uva como já foi dito é bulbosa, mas também é herbácea e é bem fácil de ser encontrada no mediterrâneo.

As folhas da jacinto-uva são achatadas, longas, lineares, suculentas e carnosas. As suas inflorescências são eretas e cônicas e em muitas vezes se vê as flores que se formam de maneira esférica. Falando em flores, além da beleza da sua cor, azul-arroxeada, ela possui um perfume muito próximo ao almíscar. Elas aparecem somente durante a primavera.

O porte da planta é bem baixo ficando entre 15 a 25 cm de altura aproximadamente. Se trata de uma planta fácil de ser cultivada, por isso aconselhável a quem está começando a lidar com jardins, e que é muito rústica.

A beleza e o perfume dessa planta fazem com que ela seja muito usada nos projetos de jardins e normalmente, as formações com ela são de bordaduras ou maciços. E ficam lindas quando colocadas sob a sombra de arbustos e difusa de árvores.

Outra característica importante da jacinto-uva que vale a pena ressaltar é que ela é apropriada para o cultivo em vasos e também em jardins rochosos, além de ser usada como flor de corte.

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Cultivo do jacinto-uva
A primeira observação importante que se deve saber sobre a jacinto uva é que ela deve ser cultivada a meia sombra ou sob sol pleno. O solo deve ser preparado, sendo drenável e fértil, além disso, deve ser enriquecido com matéria orgânica. A rega deve ser periódica, principalmente no período vegetativo.

Sendo uma planta bulbosa, característica que você conhecerá melhor logo a seguir, essa planta precisa passar por um período de frio e é isso, que fará com que ela floresça na primavera. Passado esse período com a chegada do verão, as folhas irão ganhando o tom amarelo e é hora de retirar os bulbos do solo, guardá-los em lugar seco, arejado e fresco e limpo.

Sendo assim, os melhores climas para a jacinto uva são o temperado, o subtropical, o mediterrâneo e o tropical. Quando ela floresce intensamente, isso pode acontecer, é aconselhável fazer um novo plantio. E não se esqueça de que as adubações da jacinto uva devem ser bienais.

Já a multiplicação é feita através da separação dos bulbos, que vão crescendo em torno da planta mãe e também com o uso de sementes.

O que são plantas bulbosas
Quando se fala de plantas, alguns termos são sistematicamente usados, mas nem todo mundo sabe exatamente o que.

São chamadas assim todas aquelas que têm um tipo de caule subterrâneo, que tem como objetivo armazenar os seus nutrientes (como é o caso da Jacinto-uva). Elas podem ser duráveis, que usamos o termo perene ou passar por um período onde a parte aérea, isto é, a parte externa “dorme”, mas sem morrer, porque a raiz continuará firme e forte. E depois de passado um tempo ela voltará bonita como antes.

Quando acontece esse período em que ela “adormece” você tem duas opções: retirar e guardá-los em lugar seco ou deixar na terra esperando que aconteça uma nova brotação natural.

Veja a seguir quais são os tipos de brotação
* Bulbo:
tem a forma esférica e é formado por bainhas umas sobre as outras em escamas ou camadas. Ex: lírios em geral e cebola das hortas;
* Tubérculo: o seu caule possui as gemas que darão vida a outra planta porque podem brotar. Se renova da parte de dentro para fora e a cada um ano, morre. O ciclo é com a floração esgotada porque chegou o seu fim de vida útil. Mas, depois forma vários novos tubérculos. Ex: tinhorão e palma-de-santa-rita;
* Soqueira: são dois elementos que não podem se destacar um do outro porque se completam. Ex: malva-rosa, dálias e mandioca;
* Rizoma: composto por gemas, escamas e nós, os bulbos armazenam nutrientes porque são subterrâneos. Essas plantas a medida que vão crescendo vão formando touceiras.
Porém, atenção, é muito importante que seja realizada sempre a limpeza do canteiro para que seja feita a produção de novas mudas, que é feita cortando um pedaço do rizoma, que deve ter entre 2 ou 3 gemas. Depois é só plantá-las novamente: Ex: gengibre e lírio-do-brejo.

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Como são usadas as bulbosas no jardim
*
No canteiro é necessário cultivar as plantas com bulbos misturando-as com outras, que podem ter flores ou não. O melhor é fazer uma plantação aleatória, dando um colorido tipo aquele de campo;
* Homogêneo é quando o cultivo é feito usando uma única espécie em um canteiro que possua forma geométrica. O impacto visual é muito legal. Para ficar ainda mais bonita faça alternância das cores;
* Outro modo de plantar a espécie bulbosa é fazendo um ladeado que pode ser de um tanque, de uma estátua, de um muro, de um lago, de um canteiro, entre outros. Faz uma integração entre jardim e outros elementos que fazem parte da decoração;
* No caso das jardineiras ou nos vasos, o ideal é usar mais de uma espécie e para fazer essa escolha é muito importante ter em mente que tipo de efeito você está buscando;
* Livremente, neste caso, tanto faz plantá-la sozinha ou com outra espécie, também pode ser no gramado ou sob árvores. Quando são dessa tipologia e anuais, elas deixam o jardim florido e são perfeitas para dar continuidade e vida a um jardim monótono.

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kalanchoe

Também conhecida como Flor-da-fortuna, esta é uma planta suculenta muito fácil de cuidar, com agrupamentos de flores de longa duração.
Ela é a espécie perfeita tanto para o jardineiro habilidoso quanto para o iniciante. A kalanchoê pertence à família Crassulaceae e sua origem é africana.
As suculentas estão entre as plantas que requerem menos manutenção. Embora a planta seja perene, muitas pessoas descartam-na depois que ela para de produzir novas flores.

Na hora de comprar, escolha sempre plantas com folhas inteiras, brilhantes, viçosas e sem manchas. Observe o número de botões fechados, pois as que possuem grande números de botões terão uma durabilidade maior.

Pode ser cultivada à meia-sombra, desde que receba luz solar direta algumas horas por dia. O vaso deve ser colocado onde possa receber sol e vento. Exposta ao sol, suas flores duram mais tempo.

Por acumular muita água, precisa de poucos cuidados com a rega. No verão pode ser regada apenas duas vezes semanalmente e no inverno apenas uma ou quando o substrato estiver começando a ressecar. A rega deve ser feita apenas sobre o solo, sem molhar a planta. Deixe o solo secar antes de regar novamente. Regar sempre com pouca água, o suficiente para que escorra um pouco no pratinho, ou nem isso.

O período de florada vai em geral do início do inverno ao fim da primavera. Pode ser encontrada com flores vermelhas, rosas, laranjas, brancas, amarelas e talvez outras cores. Quando adulta, alcança até 30 cm de altura.

O que você vai precisar para plantar a kalanchoê
*
Vaso de 10 cm com furos para a drenagem;
* Substrato de drenagem rápida;
*Fertilizante de liberação controlada;
* Fertilizante solúvel em água.

Como cuidar da Kalanchoê
*
Use um vaso de 10 cm com furos para a drenagem (e uma bandeja, se necessário) e plante-a em um substrato de drenagem rápida que contenha areia ou fibra de coco. Uma mistura de perlita e turfa proporciona uma boa drenagem, mas tende a reter muita umidade.
Se ainda não estiver presente na mistura de solo, adicione um pouco de fertilizante de liberação controlada ou fertilizante solúvel em água uma vez por mês. Caso você aplique o fertilizante de liberação controlada, comece a fertilizar com uma marca solúvel em água depois que ele se esgotar, geralmente após cerca de 60 a 90 dias (verifique as instruções do rótulo do produto).

* Coloque a planta em uma área de sol pleno ou pelo menos de meia-sombra durante grande parte do dia. Regue somente quando o solo estiver seco, com um intervalo de vários dias entre uma rega e outra até que ele seque novamente.

* Faça a primeira poda após a floração e assim que as flores começarem a murchar, a fim de preparar a planta para outro ciclo de florescimento. Leve-a para uma área que receba menos luz e regue apenas uma vez por semana. Deixe a planta em repouso durante várias semanas após a poda.
À medida que ela se prepara para gerar novas flores, ela necessita de menos luz e menos água do que o habitual. Em estado selvagem, a flor-da-fortuna começa a florescer conforme os dias de inverno ficam mais curtos e a luz solar torna-se mais escassa, portanto você deve simular essas condições dentro de casa, da melhor maneira possível. Coloque a planta de volta em seu local ensolarado quando ela começar a florescer novamente.

Como propagar a Kalanchoê
Possivelmente as kalanchoês mais famosas são as espécies que florescem no inverno, disponíveis em lojas nas vésperas de feriados. No entanto, essas espécies também incluem uma espécie de plantas suculentas cultivadas pela atraente folhagem delas. Embora as espécies que florescem não sejam passíveis de florescer de novo e, consequentemente, não serem normalmente propagadas, a propagação das flores da fortuna de folhagem é mais prática. Vamos à ela:
1 – A primeira coisa a fazer é escolher uma ou duas folhas da sua planta que deseje remover. Procure por uma folha saudável e suculenta sem nenhuma descoloração ou dano. Corte a folha com uma faca afiada ou tesoura.

2 – Corte uma tira da folha lateralmente para expor a parte interna dela. A tira precisa ser somente grande o suficiente para expor a seiva da folha.

3 – Prepare um vaso ou copo pequenos com areia umedecida. Coloque a folha da flor da fortuna na areia com parte cortada dela voltada para a areia. Pressione a folha gentilmente na areia de modo que ela fique sustentada sobre si própria. Tente a propagação de várias folhas para garantir que haja pelo menos um resultado com sucesso.

4 – Mantenha a areia úmida, mas evite regar de modo que a água fique parada sobre ela, pois isso pode fazer a folha apodrecer.

5 – Veja os pequenos pés de kalanchoê brotarem da base da folha. Isso leva geralmente cerca de um mês.

6 – Desenterre vagarosamente as mudinhas da areia para que não sejam danificadas as frágeis raízes.

7 – Plante as novas plantas em vasos pequenos de 2,5 cm a 5 cm cheios com uma mistura de metade de musgo de turfa e metade de areia grossa ou perlita. A propagação estará completa nesse momento e é possível tratar a pequena flor da fortuna como plantas adultas.

Os problemas com as folhas da Kalanchoê
Apesar da kalanchoê ser uma planta suculenta, infelizmente suas folhas são suscetíveis a vários problemas que podem causar danos estéticos à planta, tais como:.
Pontos negros
Pontos negros é uma doença fúngica que causam o aparecimento de manchas escuras nas folhas da flor-da-fortuna. Além do dano estético, os pontos negros podem lesionar as folhas em nível celular e até causar sua queda, em um fenômeno conhecido como desfolhamento. Para tratá-la, arranque as folhas infectadas e forneça mais luz solar às plantas.

Oídios
Em alguns casos, é difícil detectar a existência de oídios nas folhas da kalanchoê, pois estes só produzem uma teia fina e esbranquiçada. Todavia, outros sintomas desses fungos podem ser: mosqueado, pontinhos amarelos, padrões lineares ou anelares e manchas. À medida que o oídio progride, uma cobertura poeirenta, branco-acinzentada, pode surgir nas folhas da planta.
Assim como os pontos negros, este é um problema fúngico. Entretanto, os oídios consistem em hifas diminutas, ou filamentos ramificados, ao contrário dos esporos. Para tratar a planta afetada por oídios, limpe-a esfregando e aplique uma mistura de bicarbonato de potássio.

Cochonilhas-farinhentas
Uma infestação de cochonilhas-farinhentas pode fazer com que as folhas da kalanchoê se tornem amarelas e caiam. Além disso, o aparecimento de sacos de ovos e excrementos dos insetos nas folhas da planta pode ser esteticamente desagradável. As cochonilhas são pequenos insetos de movimento lento, cobertos com uma cera farinhenta. Alimentam-se da seiva da planta e em geral agregam-se embaixo de sua folhagem, sendo difícil visualizá-las. Trate a planta afetada aplicando pesticidas ou limpando as folhas com álcool.

Pulgões
Assim como as cochonilhas-farinhentas, os pulgões são pequenos insetos que se alimentam da seiva da kalanchoê. Pequenas populações de pulgões geralmente não causam dano significativo, mas as grandes populações podem tornar as folhas amarelas, enroladas e até distorcidas. O néctar que os pulgões liberam nas folhas da planta pode estimular o crescimento de infecções fúngicas. Remova os insetos ou trate as folhas com óleo leve para pragas, óleo de neem ou sabão inseticida.

Escamas marrons
As escamas marrons são outra variedade de insetos sugadores de seiva que podem invadir a kalanchoê. Em estágio de ninfas têm pernas funcionais, mas quando velhas permanecem fixadas às folhas, apresentando-se como escamas largas e marrons. Além de visualmente desagradáveis, as escamas marrons podem fazer com que as folhas das plantas se tornem amarelas e deixem de ser saudáveis. Remova as escamas marrons raspando-as das folhas.

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Rododendro
A azaléia é um arbusto da família das Ericáceas e sua origem é asiática, China e Japão. Tornou-se uma planta muito popular e hoje pode ser encontrada formando cercas-vivas, compondo maciços em jardins, alegrando corredores e entradas mesmo plantadas em um vaso.

São conhecidas como “a Realeza do Jardim” e não precisa nem explicar o porque. Estas plantas geram flores que emocionam e inspiram até poetas e artistas. Flores de tirar o fôlego que vão desde o rosa choque exuberante ao pêssego voluptuoso e o lilás aveludado. Elas podem atingir até 2 m. de altura

Um dos segredos do seu sucesso é que a floração ocorre justamente nos meses de inverno e traz um pouco de colorido num período em que a maioria das plantas encontra-se em repouso. Outro segredo é que a azaléia é uma planta relativamente rústica e resistente: suporta com bravura certas condições bem adversas e, por isso, é muito usada em jardins e praças públicas, dando um toque de “vida” até mesmo nos canteiros das grandes avenidas de cidades como São Paulo, tão castigada do ponto de vista ecológico-paisagístico.
A variedade mais popular no Brasil é a Rhododendron indicum, que originalmente produz flores roxas, rosas e brancas, mas graças à intervenção humana, pode ser encontrada em inúmeras matizes chegando até ao vermelho brilhante.

Aprenda como levar a realeza ao seu jardim com os passos abaixo.
1 -
Em primeiro lugar é bom saber se o clima da sua região é adequado ao plantio de azaléias. Elas precisam de climas mais quentes, onde a temperatura não fique abaixo de zero. Se você mora em uma região muito fria, onde geadas são frequentes, talvez seja melhor escolher um outro tipo de planta. No entanto, existem alguns tipos de azaleia que também sobrevivem a climas mais frios;

2 - Plante as azaléias no fim da primavera ou no começo do outono. Essas são as melhores épocas para o plantio, pois a maior parte das azaleias florescerá na primavera seguinte. Algumas variedades da planta, no entanto, produzirão mais flores durante o verão e outras, no outono;

3 - Se você não sabe, as azaléias crescem bem em solos enriquecidos, bem drenados e ácidos, com o pH entre 5,5 e 6,0. É fundamental que o solo seja bem drenado.pois esta planta não gosta da terra encharcada. Outra coisa a ser evitada é o solo muito argiloso, que obstrui as raízes.
Se na região onde você mora o solo for mais alcalino, você pode construir floreiras com uma mistura de musgo esfagno grosso e um pó de serragem fino.

4 - Normalmente as azaleias se desenvolvem bem sob algo que faça um pouco de sobra, filtrando os raios solares em excesso, mas sem proteger completamente da luz solar – como embaixo de uma árvore alta, por exemplo. Algumas espécies de azaleia, no entanto, preferem luz solar direta. Quando comprar a sua planta, pergunte qual a melhor forma de cuidar da variedade que você está comprando, ou procure na internet.
Escolha um lado da casa que pegue sol por menos horas durante o dia; nas regiões mais a sul do Brasil, provavelmente serão os lados oeste ou sul, nas regiões mais a norte essa diferença é menos perceptível;

5 - Quando for transplantar a sua azaléia para o jardim, faça um buraco não muito profundo na terra, tire toda a planta do vaso com a terra e as raízes aglomeradas no formato do vaso e coloque a planta dentro do buraco. Cubra com terra, deixando uma pequena parte das raízes para fora da terra Regue a azaleia logo em seguida;

6 – As raízes da azaleia são relativamente pouco profundas e tendem a secar se a terra estiver descoberta. Para manter o solo úmido e ácido, coloque um pouco de folhas, palha ou serragem. Esse procedimento também ajudará a fornecer os nutrientes de que a planta precisa, diminuindo ou até evitando a necessidade de usar fertilizantes;
Mantenha essa cobertura em volta da planta com mais ou menos 2 a 3 cm de profundidade. Se você plantou mais de uma azaleia, o ideal são cerca de 5 ou 6 cm de profundidade entre uma planta e outra.

7 - Regue as azaleias regularmente até que se estabilizem. Este tipo de planta absorve água através das folhas, então é importante molhar a folhagem também, e não só ao redor da base do tronco. O ideal é molhá-las de manhã, pois assim elas têm o dia todo para absorver a água e ao mesmo tempo têm tempo para secar. Se as folhas se mantêm molhadas durante a noite o risco de embolorarem é maior;

8 - Regue as azaleias durante os períodos mais secos. Uma vez que a azaleia se estabilizar, ela não precisará de muitos cuidados. No entanto, durante os períodos sem chuva é importante molhá-las. Observe a sua planta e, quando notar que as folhas estão murchando, é hora de dar água.
Use um regador para dar água para as plantas de cima para baixo, molhando bem as folhas. Se usar regadores automáticos, lembre-se de programá-los para ligar no período da manhã;

9 - No fim da primavera, quando as flores estiverem murchando, potencialize a nutrição da planta. Cubra a terra e coloque fertilizante depois que as flores começarem a murchar, colocando mais palha ou serragem em volta da planta por cima da terra. Use um fertilizante de liberação controlada que ajude a acidificar o solo para dar um estímulo a mais à planta e ajudá-la a seguir forte durante o verão. Procure por fertilizantes específicos para azaleias; Lembre-se de não usar fertilizantes antes da floração, pois eles estimulam mais o crescimento de folhas e não tanto de flores.

10 - Se a sua azaleia for decídua, ou seja, perder as folhas durante parte do ano, pode-a quando estiver dormente e sem folhas. Azaléias perenes crescerão em todas as direções e a poda ajudará a dar simetria à planta. Faça a poda antes de janeiro para garantir a floração da primavera seguinte.

Cuidando de Azaléias em ambientes internos
1 -
Assim como as azaléias ao ar livre, aquelas que ficam dentro de casa também gostam de solos ácidos e bem drenados. Use o solo adequado para o vaso de azaleia. O melhor tipo de solo a ser usado em um vaso de azaléia é uma mistura à base de turfa que não contenha cal;

2 – Alimente sua planta a cada duas semanas enquanto ela estiver crescendo, dando a ela um fertilizante rico em potássio especial para plantas com preferência por solos ácidos. Se possível, compre um fertilizante que contenha ferro;
Uma forma de saber se a sua planta tem deficiência de nutrientes é analisando as suas folhas. Se estiverem amareladas com nervuras verdes, significa que a planta precisa de mais nutrientes;

3 - Mantenha o solo úmido, mas não encharcado. Pra isso, use um vaso com furos para drenagem. As azaleias não se desenvolvem bem com os ‘pés molhados’– por conta de água em excesso – mas elas precisam do solo úmido. Se possível, use água destilada ou água da chuva para regar as plantas. A água mais dura, como é o caso da água de torneira, contém cloro, que faz mal para as plantas;

4 - Dê à sua azaleia a quantidade certa de luz. As azaléias não florescem dentro de casa e precisam de luz solar plena para crescerem bem. Para mantê-las em áreas internas, deixe as plantas fora de casa até que as flores se abram, aí então podem ser levadas para dentro, mas é preciso que fiquem em um local bem claro, próximo à janela. O cultivo pode ser feito à meia-sombra desde que a planta receba luz solar direta pelo menos 4 horas por dia. Evite o excesso de água nas regas: o ideal é fornecer água à planta apenas quando o solo apresentar-se seco, sem encharcar.
Certifique-se de que a variedade de azaleia que você tem não precisa de luz solar direta. Algumas espécies se desenvolvem melhor desta maneira.

5 - Mantenha a sua azaleia na temperatura certa. Estas plantas vivem melhor em climas mais amenos, sendo que o ideal seria entre 16 e 21ºC. Se possível, coloque um umidificador no cômodo onde for deixar a azaleia, já que elas gostam de um percentual de umidade moderado a alto;
Se não puder comprar um umidificador, pode colocar o vaso em cima de uma bandeja ou pratinho com pedrinhas molhadas. Isto dará à azaleia a umidade de que precisa;

6 - Ajude a sua planta a florescer novamente. As azaleias, quando mantidas em ambientes internos e com temperatura mais ou menos constante, têm dificuldade em florescer de novo, pois precisam de uns meses de frio para poder gerar novos brotos. Durante o outono ou inverno, coloque a planta em uma parte da casa mais fria (se possível com temperaturas entre 4 e 13°C). Desta forma, ela ficará dormente e produzirá brotos e botões para a primavera, do mesmo modo como faria fora de casa;

7 - Para conseguir a maior quantidade de flores por planta, você precisará fazer uma poda anual. Depois da floração, a poda é uma boa medida para estimular o surgimento de novos brotos e garantir uma próxima florada bem exuberante. Aproveite para fazer uma boa limpeza na planta, retirando as flores murchas e as folhas amarelas. Assim que terminar a floração das azaléias, retire os galhos em excesso e corte as pontas dos outros galhos, até chegar ao formato e tamanho que você quiser. Corte o caule a pouco menos de 1 cm do ponto de junção da folha ou galho com o tronco (o nó da folha). Use tesouras de poda bem afiadas para evitar ‘rasgar’ os galhos e corte alguns ramos a um ângulo de 45°. Isso fará com que a planta gere muitos botões na próxima floração.

8 - O solo ideal para cultivar a azaléia em vasos e usando a seguinte mistura:
· 2 partes de terra comum de jardim
· 1 parte de areia
· 1 parte de composto orgânico

9 – Adubação para ter suas azaléias sempre floridas e saudáveis
Se as floradas de sua planta estiverem pouco exuberantes ou brotos que não estão crescendo é sinal que falta nutrientes para a azaléia. Adube uma vez por mês com a seguinte mistura:
· 1 parte de farinha de ossos
· 1 parte de torta de mamona

Se for utilizar fertilizante químico, dê preferência para aqueles ricos em fósforo (o P da fórmula NPK). Ou seja, escolha um NPK onde o P seja maior que o N e o K. Ex: um NPK de fórmula 4-12-4.

Pronto você já pode ter a sua azaléia dentro de casa.

Dicas
Se você mora em uma região muito fria, o melhor é manter a azaléia em um vaso. Desta forma, a planta sobreviverá dentro de casa mesmo em épocas de geada e frio intenso e você poderá apreciar a sua beleza por mais tempo.

Controlando problemas
Galhas
– folhas e pétalas atacadas tornam-se espessas e deformadas apresentando, às vezes, manchas esbranquiçadas. As extremidades dos ramos também podem manifestar o problema, tornando-se “esgalhadas”.
Controle: Elimine as partes afetadas e utilize um fungicida do tipo Calda Bordalesa.

Oídio – A planta apresenta manchas esbranquiçadas na frente e verso das folhas e até no cálice da flor. Com o tempo, as folhas apresentam coloração cinza escuro e começam a cair prematuramente.
Controle: Reduza a quantidade de água nas regas, isole as plantas atacadas ou suspeitas e faça pulverizações com fungicida em casos mais severos.

Seca de ponteiros – Apresenta-se na forma de uma podridão marrom escura, que se inicia na ponta do ramo e se espalha para baixo, atingindo a haste principal. Pode provocar até a morte da planta.
Controle: Faça a poda dos ponteiros atacados e proteja o corte com uma pasta à base de oxicloreto de cobre.

Clorose – Toda a folhagem pode tornar-se amarela.
Controle: Normalmente, o problema surge por deficiência nutricional. Deve-se observar a adubação correta, verificando se há carência dos nutrientes.

Ferrugem – Manchas semelhantes à ferrugem nas folhas acusam a presença de fungos.
Controle: Aplique Calda Bordalesa.

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