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Flor-de-maio - (Schlumbergera truncata)
Nem sempre a pretensa rusticidade de uma planta significa que ela esteja imune aos problemas que o clima, o manejo, o excesso e a falta podem causar. A bela flor-de-maio (Schlumbergera truncata) é um exemplo. Cactácea altamente resistente à falta de água em seu substrato e cujo ciclo floral justifica em parte seu nome, ela floresce entre os meses de abril e junho, os principais meses do outono meridional, ela também detém mistérios aos amantes da jardinagem

A flor-de-maio, após a floração a planta entra em estado de dormência. Durante esse importante período, a planta necessita de de poucos, porém presentes cuidados no tocante à luminosidade, ao substrato e às regas. O ideal é deixá-la sob sol pleno durante esse período para manter o solo seco e sem reforço de adubo. Contudo, isso não significa que as regas devam ser abolidas por completo; a cada dez dias, no máximo, deve-se colocar água no substrato.

Esse período de dormência é indicado para a troca de vaso, caso a flor-de-maio esteja em um, e proliferação de mudas. A ramificação das junções não é um problema, e sim a forma que a planta tem para se propagar. Durante o outono essas mudas podem ser retiradas e replantadas em um substrato rico em matéria orgânica misturada com areia grossa, ideal para a nutrição e drenagem da flor-de-maio.

É necessário cuidado com o excesso de luminosidade solar durante o final da primavera e verão, que pode danificar e até mesmo matar a planta. A adubação, não permitida após o final da floração, deve ser reforçada na primavera.

As doenças da Flor-de-maio
Mofo na Flor-de-maio
A flor de maio (Schlumbergera bridgesii) é uma das várias espécies de cactos. Ela produz flores coloridas chamativas durante os meses de abril, maio e junho. É uma planta de vida longa e, por isso, frequentemente torna-se uma herança familiar. A flor de maio precisa de luz intensa, noites longas e temperaturas noturnas frias para desenvolver-se e florescer. O mofo em suas folhas ou caules é um sinal de que precisa de atenção urgente, ele pode ser causado por excesso de rega, ataques fúngicos ou mofos d’água.

Praga de botrístis
Essa infecção fúngica afeta as flores de maio cultivadas em umidade e temperaturas altas, ele aparece nas partes delicadas da planta, como flores, brotos e folhas frescas, embora também possa atacar os caules saudáveis. Os sintomas começam com áreas úmidas que se transformam em tecidos moles. Depois disso, uma camada de linhas cinzentas fúngicas aparece.

Apodrecimento do caule e raíz
O apodrecimento do caule das flores de maio é causado pelo fungo Fusarium oxysporum. Inicia-se como uma área marrom sobre a terra e espalha-se pelo caule saudável até separar a planta de suas raízes. As raízes das flores de maio são vulneráveis ao ataque de oomicetos ou mofos d’água, como a Phytophthora parasitica e os pythiums que destroem as raízes e fazem a planta murchar e morrer.

Tratamento
Trate a praga de botrítis com um spray contendo um agente antifúngico como o iprodione. O apodrecimento de raízes precisa de tratamento com spray contendo produtos químicos antifúngicos como metalaxil ou etridiazol.

Evitar o mofo
A maioria dos casos de mofo e ataques de fungos são devido ao excesso de rega e alta umidade. Mantenha as flores de maio em um local bem ventilado, como perto de uma janela aberta. Regue-as apenas quando o topo do solo estiver seco e certifique-se de que todos os recipientes possuam um furo de frenagem grande. Nunca coloque as flores de maio em um prato de água e evite umedecer a folhagem em dias frios e úmidos.

Reduza a rega durante os meses mais frios do ano. Plante a flor de maio com adubo de boa drenagem formulado para plantas suculentas ou faça uma mistura utilizando uma parte de terra, duas partes de turfa e uma parte de areia ou perlite.

Como recuperar a planta
Remova as partes saudáveis de caule das flores de maio infectadas e plante-as em adubo esterilizado. Até mesmo as partes separadas do caule enraizarão se suas pontas inferiores forem plantadas. Mantenha as mudas em um peitoril de janela, com claridade, com o adubo pouco úmido até um novo broto aparecer.

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O verão é uma época do ano em que as plantas se desenvolvem bem, mas as altas temperaturas e a umidade elevada típicas dessa estação propiciam o aparecimento de fungos. Esses organismos minúsculos são as principais causas de doenças que acometem as espécies vegetais e, normalmente, provocam lesões e manchas nas folhas e, em casos mais severos, a podridão de hastes e raízes.

Há espécies mais suscetíveis à ação dos fungos do que outras. Em geral as plantas nativas, por estarem adaptadas ao nosso clima, possuem menor vulnerabilidade e, quando atacadas, resistem melhor às doenças causadas pela decomposição dos tecidos. Em compensação, plantas exóticas como roseiras, azaléias e gerânios são consideradas mais sujeitas a infestações, necessitando de maiores cuidados para o cultivo.

Mais agressivos em períodos de umidade elevada e altas temperaturas, esses parasitas aquáticos provocam uma lesão escura nas raízes que progride até a haste floral.

Ainda que as doenças das plantas não sejam transmissíveis a humanos ou animais, a presença de fungos patogênicos em um ambiente nunca é saudável. Algumas espécies, inclusive, liberam grande quantidade de esporos que podem provocar reações alérgicas nas pessoas, sobretudo via sistema respiratório.

Como evitar
Há mais de quatro mil espécies de fungos associadas às plantas ornamentais. Para evitar que elas coloquem em risco a saúde de seu jardim, a primeira recomendação é só utilizar sementes tratadas previamente limpas, lavadas e mergulhadas em solução com hipoclorito de sódio pelo tempo de um minuto.

Sementes manchadas ou apodrecidas devem ser descartadas, já que elas podem ser propagadoras de fungos. O plantio deve ocorrer sempre em solos bem preparados e livres de patógenos. Outra dica é dar preferência a espécies e variedades de vegetais resistentes.

Plantas enfraquecidas são muito mais vulneráveis a doenças provocadas por fungos. Daí a importância de adubar na medida certa, bem como fornecer a cada espécie a quantidade exata de água e luz. A presença de caracóis, lesmas, insetos e roedores deve ser rigorosamente controlada, já que esses bichinhos também podem transportar esporos dos fungos fitopatogênicos.

Porém, entre todas as recomendações, nada é mais importante do que o controle de umidade e da iluminação. Afinal, a reprodução desses microrganismos costuma ser favorecida pela presença de água – seja da chuva, da irrigação, do orvalho ou mesmo da umidade do ar – e por ambientes escuros. Nesse sentido, a rega sem exagero e a boa drenagem do solo são fundamentais.

Além disso, os elementos de madeira expostos ao tempo, no jardim, devem ser protegidos da água para evitar que apodreçam. Basicamente, devem ser mantidos longe da chuva e irrigação ou ser pintados.

Como tratar
Uma vez detectada uma doença provocada por fungo, o tratamento pode começar. O primeiro passo é a remoção de partes e até de plantas inteiras com sintomas de infestação, evitando assim a propagação da patologia pelo jardim.

A partir daí, o ideal é recorrer a um técnico especializado para obter o diagnóstico correto do problema, especialmente se for necessário recorrer a fungicidas, que precisam ser utilizados com muito critério e rigor.

Para o controle da degradação dos vegetais, o mercado e o conhecimento popular dispõem de alternativas menos agressivas e mais ecológicas que os fungicidas sintéticos. Entre elas estão o fosfito de potássio, que age como antifúngico e indutor do sistema de defesa das plantas, e o extrato pirolenhoso, produto milenar na agricultura japonesa que induz o enraizamento e é repelente de fungos e de insetos.

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Echeveria_runyonii

As echeverias são plantas fáceis de cultivar, desde que tomados alguns cuidados:

Fora de casa elas toleram a luz do sol direta, mas ficam mais bonitas se colocadas em áreas sem incidência do sol do meio dia, em um canto onde há sol até às 11h, por exemplo.

Podem ser mantidas no vaso ou replantadas para a terra. Se for replantada, é melhor mover junto com a terra do vaso que veio. Coloque um pouco de adubo comum na terra a cada quatro meses.

Durante o verão, molhe a sua echeveria uma a duas vezes por semana com bastante água, sem molhar as folhas. É importante que o solo onde ela está plantada seja muito bem drenado, já que o acúmulo de água pode apodrecer as raízes e propiciar o aparecimento de fungos.

No inverno, diminua gradativamente a quantidade de água, molhando até uma vez por mês em períodos muito frios.

Teoricamente, as echeverias aguentam de 40ºC a -5ºC, mas temperaturas extremas podem deformar as folhas e deixá-las feias.

Dentro de  casa podem ser mantidas sem problema algum. É importante colocá-las ao lado de uma janela muito bem iluminada, de preferência onde bate o sol da manhã.

No verão molhe a terra uma vez por semana, evitando molhar as folhas . No inverno, uma vez por mês é suficiente. Importante: não deixe água acumular no pratinho, isso causa fungos e apodrece as raízes.

Dica: se possível, você pode ter duas echeverias, uma dentro e uma fora de casa, trocando-as de lugar a cada quinze dias.

São plantas de climas mais secos, que gostam de pouquíssima água. Se molhar em excesso, as raízes apodrecem, matando a planta toda. O excesso de água também pode favorecer o aparecimento de fungos e bactérias que atacam as plantas, deixando-as mais feias, ou até sufocando-a.

E o que acontece se eu molhar pouco?
Se você molhar pouco as suas echeverias, elas ficarão estagnadas e devem parar de crescer. Elas podem passar por grandes períodos de seca e dificilmente morrem por falta d’água, mas suas folhas podem ficar moles, pois é onde as plantas armazenam água.

É preciso adubar a terra da Echeveria?
Geralmente não é necessário adubar a terra, a echeveria se adapta a diferentes tipos de solo. Se quiser, você pode usar adubos comprados em supermercado, colocando um pouco de adubo a cada mês ou dois meses.

Echeveria vai bem em apartamento?
O segredo para echeverias em apartamento é muita, muita luz e pouca água.
A Shaviana é uma variedade que vai melhor dentro de casa, enquanto a Black Prince e a Peacock, necessitam de muita luz e só conseguem sobreviver em apartamento se mantidas ao lado de uma janela sempre aberta. Por onde entra muita luz.

Echeveria_shavianaEcheveria Shaviana

echeveria Black PrinceEcheveria ‘Black Prince’

Echeveria PeacockEcheveria Peacock

Posso replantar as echeverias para um quintal ou floreira?
Pode sim, ela é muito usada em projetos paisagísticos por ser muito resistente, de poucos cuidados e gostar de sol direto. Na hora de replantar, retire toda a terra do vaso junto com a echeveria. Molhe bem a planta recém-replantada, e aguarde duas semanas sem irrigar até que ela se acostume com o novo local.

Como evitar que a echeveria cresça verticalmente?
Ela cresce para cima em busca de luz, por isso quase sempre este é um sintoma de falta de luz.  Para evitar, portanto, coloque a planta em um local muito bem iluminado, onde receba sol direto pelo menos por parte do dia.

Minha echeveria cresceu pra cima! E agora?
Depois que a planta cresceu para cima, não há muito o que fazer para ela voltar a ter aquele formato compacto. Você pode tentar cortá-la e replantar no vaso, mas muitas plantas podem acabar morrendo neste processo. Algumas variedades são mais resistentes que outras a este tipo de replantio.

Pode plantar várias echeverias em um mesmo vaso?
Pode sim, sem problema algum. Inclusive muitos paisagistas utilizam grandes vasos com várias echeverias em seus projetos. Apenas fique atento quanto a mistura de variedades diferentes, pois embora fiquem muito mais bonitos, é preciso saber quais são mais sensíveis à água à seca, ou ao ataque de insetos. Um vaso só com uma variedade é mais fácil de cuidar.

Também atente que a echeveria pode não crescer muito pela falta de espaço, ainda que eventualmente possam nascer novos brotos laterais.

janela

violetas
- Embora seja mais adequado cultivar violetas dentro de algum ambiente, elas necessitam de luz e temperatura ideal, a qual deve ser em torno de 25ºC, não podendo oscilar muito. Procure não trocar muito de lugar a planta, pois elas precisam de tempo para adaptação e isso pode não ser bom.

- Não devem ser mantidas totalmente em locais totalmente fechados, uma vez que as folhas e suas pétalas poderão acabar amarelando e a raiz morrer em decorrência dos possíveis fungos.

- Cuidado com o vaso onde você irá manter sua violeta, pois se deve mantê-las em vasos de barro ao invés de vasos feitos de plástico, uma vez que os vasos de barros acabam absorvendo o excesso de umidade e evitam que a planta apodreça. Evite vasos pequenos demais, pois podem ser prejudiciais para o desenvolvimento da raiz e, consequentemente, da flor.

- Em relação ao adubo, opte por adubos orgânicos, permitindo o fortalecimento adequado do solo onde ficará a planta. Evite exagerar na dose de adubo, pois em excesso ele poderá trazer problemas e matar a raiz. Poderá ser utilizado adubo industrializado, mas atente-se para a dosagem indicada e as informações repassadas pelo fabricante.

- Ao regar a sua violeta, atente-se para não molhar as folhas da flor, evitando que elas também apodreçam. Também não use água com cloro, mas, se fores regar com água da torneira, ferva a água e regue as plantas após esfriar totalmente. Água mineral também é aconselhada. Em dias quentes você deverá regar a violeta até duas vezes na mesma semana, caso perceba que o substrato está muito seco, nos períodos de inverno regue apenas uma única vez. Evite deixar sua violeta diretamente sobre a luz solar, pois elas acabam morrendo e, por isso, mantenha sua violeta a meia luz.

Se a planta estiver doente, retire-a do vaso e pulverize o substrato com fungicida. Para adubar, utilize um adubo 4/14/8, ou seja, 4 partes de nitrogênio, 14 de fósforo e 8 de potássio. Coloque ao redor da planta e nunca no centro, sem exagerar na quantidade.

Esse adubo é usado para qualquer planta que tenha flor. Para aqueles vasinhos onde normalmente as violetas são vendidas, você deve usar uma colher (café) de adubo, uma vez por mês.

Como as violetas se desenvolvem bem, em condições ideais de temperatura, umidade relativa, luminosidade, etc., estas infelizmente também são as condições ideais para o surgimento de algumas doenças. Entre as principais destacam-se as causadas pelos fungos:
Phytophtora: podridão do pé, cor verde escuro/marrom, preto. A infecção envolve a planta até que caia. Ao cortar o caule no sentido longitudinal encontra-se 2 listas de cor marrom.
Pythium: planta com aparência de falta d’água, as folhas de baixo são marrons e as raízes normalmente apodrecidas. Encontra-se também lesões na planta, principalmente nos primeiros 2 cm, embaixo da superfície da terra.
Erwinia crysanthemi: apodrecimento da raíz que difere das outras doenças por apresentar raízes pretas e aguadas, ou manchas nas folhas.
Bothrytis cinerea: a parte infectada apresenta cor cinza.
Siga essas dicas e as violetas vão ficar sempre bonitas e saudáveis.

luar cheia

vanda
O plantio de uma Vanda é uma etapa muito importante do cultivo da planta, elas adaptam-se em diversos ambientes.
Cada vez mais estão sendo usadas em paisagismo, fixadas em árvores ou colocadas próximas ao chão com um suporte tipo tutor.

Também podem ser penduradas embaixo de árvores que permitam boa luminosidade, próximo a janelas de apartamentos ou casas e em vários outros ambientes claros.
Com flor, as vandas podem ser levadas para decorar outros ambientes e até colocadas em vasos fechados enrolando suas raízes, para isso umideça as raízes anteriormente.

Quanto mais fresco e sombreado o local, mais tempo durarão as flores, uma vanda florida pode permanecer até 30 dias com flor.
Mas lembre-se, para que sua vanda floreça novamente ela não poderá permanecer em locais muito sombreados após a queda das flores (veja mais detalhes em luminosidade ).

O vaso para as Vandas serve apenas como um suporte de fixação, algumas delas cultivamos até mesmo sem vaso, as raízes nunca devem ficar enterradas em qualquer que seja o substrato, a não ser plantas muito jovens, que podem ser cultivadas em vasos com brita, musgo, pedaços de madeira, etc.

As Vandas são orquídeas monopodiais (crescem na vertical) e epífitas (entrelaçam suas raízes em outras plantas para sua fixação), desta forma, as raízes aéreas devem ficar soltas. A melhor forma é suspendê-las em cestas plásticas ou de madeira, usando um arame.

Nos Vandários, o material mais utilizado são as cestas plásticas devido à menor incidência de fungos, pois secam rapidamente.
Nas cestas elas ficam livres para emitir suas raízes em qualquer direção, o tamanho da cesta pode ser pequeno, aproximadamente 10cm para uma planta adulta, se for pendurar uma planta jovem, faça numa cesta deste tamanho para que não haja remoção quando a planta crescer, pois as Vandáceas sentem quando são removidas.

Havendo necessidade de replante, deixe as raízes totalmente submersas com a cesta num recipiente com água até que as mesmas amoleçam e seja mais fácil colocá-las na cesta maior.

Adubando sua Vanda corretamente
A planta requer mais adubo do que as demais orquídeas, porque suas raízes são aéreas e seu caule precisa crescer para uma nova floração, além de crescerem indefinidamente..
Com isso, para se manterem fortes, saudáveis e com excelentes e várias floradas anuais, é muito importante fornecer uma boa alimentação a elas.
O adubo deve ser do tipo foliar, e devido ao grande número de florações no ano, deve conter maior teor de fósforo, tipo 20-20-20 ou 15-30-15 (quando sai o pendão floral) na concentração de 1 gr / l (gramas por litro). Além do Nitrogênio, Fósforo e Potássio que são indispensáveis às plantas, este adubo também dispõe em sua formulação outros micronutrientes.

O adubo10-30-20 é para auxiliar no crescimento e fortalecimento da haste floral e as flores.
A adubação deve ser feita diluindo-se bem o adubo em água e após regando toda a planta abundantemente.

É aconselhada adubação semanal ou no mínimo quinzenal, usando adubo foliar diluído e aplicando diretamente nas folhas e raízes.

Diferente das demais orquídeas, elas podem e devem ser adubadas quando estão floridas, somente deve haver cuidado para não atingir as flores.

Lembrando que o adubo deve ser aplicado preferencialmente cedo pela manhã antes do sol bater nas plantas. Mensalmente pode-se um complexo vitamínico (Superthrive) que auxilia o bom desenvolvimento da planta.

Principal elemento no cultivo: Água
As Vandas adoram água, elas devem ser regadas abundantemente e de preferência todos os dias.
A rega ideal é no início da manhã para dar à planta tempo de secar até que os raios solares aumentem de intensidade. Em média, em duas horas estarão secas.
A água da chuva é a melhor a ser usada para qualquer vegetal, inclusive para as vandas. Em dias com temperatura acima de 35°C, você poderá molhar suas vandas uma segunda vez no final da tarde.
Em regiões frias, não molhe a planta se a temperatura estiver abaixo de 12°C. Se o frio permanecer por semanas, estabeleça um ritmo de uma rega a cada dois dias sempre pela manhã.
Para molhar suas Vandas, utilize uma mangueira com ponta tipo chuveiro, sem jato forte. Molhe intensamente toda a planta até que as raízes mudem de coloração para um verde mais intenso. Isso significa que a planta absorveu a água.

Ventilação
É muito importante que as Vandas estejam em um ambiente arejado. Essa medida ajuda na saúde das plantas pois facilita que sequem mais rápido evitando o aparecimento de doenças.
O vento também proporciona às plantas uma limpeza dos possíveis microorganismos nela instalados.
As vandas se bem fixadas em árvores no jardim, suportam ventos fortes. Para as plantas suspensas, proteja das rajadas de vento. Como dito anteriormente, o vento deve ser evitado em temperaturas mais baixas.

Floração abundante
Você já sabe que o principal fator para uma excelente floração das vandas é a quantidade de luz que ela recebe.
As vandas podem florescer até quatro vezes ao ano e a cada florada portar mais flores em suas hastes. Uma vanda bem florida é fascinante.
Alguns cuidados neste período podem ser bem interessantes para deixar a sua planta ainda mais bonita. Quando os botões já estiverem definidos, evite borrifá-los com adubo.
Essa regra também vale para as flores, pois o sal do adubo junto com sol e calor podem provocar micro-queimaduras nas pétalas, prejudicando muito a estética da planta.

Temperatura
As Vandas são muito resistentes e vivem muito bem em temperaturas entre 12°C a 40°C, em dias mais quentes, é aconselhável ventilar mais, ou elevar a umidade do ar.
Já foram feitas experiências com Vandas em temperaturas de até 4°C por um período curto de tempo, alguns sintomas apresentados pelas plantas foram a perda dos botões e a parada momentânea de crescimento das raízes. Logo que a temperatura aumenta, a planta volta ao seu crescimento normal. Se o frio for muito intenso durante vários dias seguidos, é necessário protegê-la do vento.
A temperatura muito baixa faz a planta parar de crescer, retomando o seu metabolismo semanas depois.

Luminosidade
Este é um fator muito importante para o cultivo de uma vanda, as vandas precisam de luz para florescer e crescer com vigor. Uma vanda que não está florescendo, muito provavelmente está recebendo menos luz do que o necessário. Essas orquídeas florescem com sombreamentos em uma escala de 70% de sombra a sol pleno. A maioria adapta-se muito bem com telas que deixam passar 40% da luminosidade do sol.
As vandas englobam inúmeras outras orquídeas, as do gênero Mokara, Renantera, entre outras, podem ser cultivadas diretamentes no sol, em jardins, praças ou coberturas. As demais vandas, quando usadas em paisagismo, podem ficar protegidas pelos galhos de árvores maiores, seja quando penduradas ou fixadas nos troncos dessas árvores, ou também em locais onde a luz solar não incida nos períodos mais quentes do dia.
-Sintomas de baixa luminosidade: folhas com colorido verde muito escuro, ausência ou baixo índice de floração por mais de um ano em vandas adultas, enfraquecimento da planta com perda de folhas e maior suscetibilidade a doenças.
-Sintomas de excesso de luz: Folhas amareladas ou com queimaduras, perda de folhas e algumas vezes desidratação.

As vandas tem crescimento monopodial, ou seja, crescem sempre para cima. As vandas produzem mudas ocasionalmente. Muitas vezes a produção de novas mudas em uma vanda adulta é determinada por dois fatores: – Excelente cultivo – a planta muito bem cultivada pode interpretar fisiologicamente que poderá emitir novas mudas sem sofrer necessidades climáticas ou nutricionais. -Sofrimento vegetal – uma vanda adulta que esteja sofrendo por carência nutricional ou mudanças climáticas poderá emitir várias mudas na tentativa de preservar a espécie, já que a planta mãe corre o risco de morrer. Neste momento as mudas alimentam-se por um bom tempo dos nutrientes da planta adulta, servindo esta como substrato nutricional, uma vez que nos primeiros meses as mudas jovens ainda não emitiram suas raízes.

Obs.: Não deixar as vandas a pleno sol no verão por mais de 30 minutos. Resultado vai queimar as folhas e aparecer uma mancha oval escura.
Nunca molhar depois de 17:00 elas devem passar a noite secas.

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Clívia 1

A Clívia é mais uma planta perfeita para plantar em vaso e manter em apartamentos. Muito resistente e colorida, torna-se fantástica para dar mais alegria e cor a qualquer ambiente, especialmente nos frios dias de inverno.

A Clívia, de nome científico Clivia Miniata,  é uma planta com origem no Sul de África e pertencente à família das Amaryllidaceae. É uma planta herbácea, perene e rizomatosa, podendo atingir até 0,60 m de altura, mas com as flores atinge facilmente até 0,80 m de altura. As suas bonitas folhas de cor verde escura são estreitas e lisas, com cerca de 5 a 7 cm de largura e podem atingir até 1 m de comprimento.

As suas flores são muito vistosas, tubulares de cor laranja vivo ou avermelhadas e com toques de amarelo. Duram poucos dias, porém são continuamente substituídas por outras, que mantém a planta florida por várias semanas. Após a floração os frutos que se seguem são do tipo baga carnosa com cerca de 20 sementes.

A Clívia é uma planta ornamental que pode ser cultivada tanto em vaso, dentro do apartamento, como no exterior, em canteiros. Contudo, é necessário que tenha alguns cuidados essenciais para a manter sempre bonita.

Luz: A Clívia é uma planta que necessita de muita luz, embora esta luz nunca deva incidir diretamente sobre ela. Luz solar direta pode fazer com que as suas flores e folhas fiquem queimadas. Coloque-a num local da casa bem iluminado, mas com luz solar indireta. No exterior a Clívia prefere ficar a meia-sombra.

Temperatura: É uma planta que prefere temperaturas amenas. A temperatura ideal situa-se entre os 18 e os 20ºC. No entanto, consegue resistir a temperaturas muito baixas, sendo que a -2ºC começa a perder as suas folhas, que brotam novamente por altura da primavera. Não resiste a geadas.

Regas: Regue de 2 a 3 vezes por semana, sem encharcar. Em época de floração, mantenha o solo sempre umedecido. Nos meses mais quentes de verão as rega poderá ser mais intensa, pois com a evaporação natural pode precisar de mais água.

Solo: A Clívia precisa de um solo bem drenado. Pode utilizar a seguinte mistura: 2 partes de composto orgânico (folhas secas, gravetos); 1 parte de terra comum e 1 parte de areia grossa.

Adubação: Durante a época de floração a planta deve ser adubada com fertilizante líquido, misturado na água da rega, de 15 em 15 dias.

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Ciclamem

Nome popular: Ciclamen; Ciclame; Ciclame-da-pérsia; Ciclame-de-alepo.
Nome científico: Ciclamen persicum Mill.
Família: Primulaceae.
Origem: Grécia, Ilhas do Mediterrâneo até a Síria.

O Ciclemen é uma planta herbácea, tuberosa, de 15 a 20 cm de altura, florífera. As flores surgem de pedúnculos longos e firmes, sendo elas brancas, vermelhas, róseas ou roxas, pontilhadas ou não. Na espécie típica as flores são pequenas, mas na cultivar “Gigantum”, a mais cultivada, as flores são bem maiores.
Aprecia as baixas temperaturas do inverno.

É cultivada em vasos e jardineiras a meia-sombra, de preferência em lugares protegidos. Geralmente a planta morre após o florescimento. Sua multiplicação é feita por meio de sementes, postas a germinar em estufa no Outono, para florescer 14 a 15 meses depois, no fim do Inverno e começo da Primavera.

Muitas pessoas pensam que é muito difícil cultivar Ciclames, mas quando se compreende o seu ciclo de desenvolvimento esse processo é simples. Se seguir estas regras verá como se torna fácil desfrutar desta bela planta durante anos a fio.
- Pode dar flor todo o ano, mas o ideal é conseguir que as plantas fiquem “dormentes” durante os meses de Verão para que dêem flores no Inverno e na Primavera seguintes.

- Gosta de ambientes frescos, p ideal são temperaturas que vão dos 15 aos 18º.C durante o dia e dos 12 aos 15º.C durante a noite, sobretudo se estiver dentro de casa, mas tolera climas onde a temperatura do ar pode chegar aos 5º.C ou mesmo menos.

- Enquanto tiver flores a planta deve ser colocada num local luminoso embora com luz indireta.

- Necessita de rega regular mas não em demasia enquanto estiver crescendo e florescendo. Coloque o vaso num prato cheio de gravilha úmida para proporcionar à planta a umidade extra de que necessita. Durante o período de floração, mantenha o solo sempre úmido, não permitindo nunca que seque.

- Quando regar, utilize sempre água tépida e nunca regue em excesso, permitindo apenas que a gravilha fique úmida e que a água evapore lentamente.

- Remova sempre as flores secas ou murchas, desde o ponto de origem da flor e durante todo o período da floração.
À medida que as flores desaparecem, corte as pontas à planta e fertilize com frequência de preferência com uma solução líquida, até que surjam folhas novas e flores.

- Quando as folhas começarem a secar, pare de fertilizar e reduza a quantidade de água gradualmente, permitindo que o tubérculo permaneça não ativo durante algum tempo para poder descansar e reforçar-se – atenção, este aspecto é importante!

- Quando o solo estiver completamente seco e todas as folhas tiverem desaparecido, coloque o vaso num local fresco e protegido do sol, durante 6 a 12 semanas, pelo menos.

- Retire o tubérculo do vaso e replante substituindo com terra nova, deixando o tubérculo semi enterrado em 1/3 ou mesmo pela metade.

- Quando deste tubérculo começarem a surgir novas folhas, recomece a rega e fertilize mensalmente até que as flores apareçam na forma de botão. A partir daqui recomeça-se o ciclo anual de desenvolvimento do Ciclame.

A planta gosta de luz indireta, de sombra ou de sol parcial. Resulta bem quando colocado à sombra sob arbustos e à volta de árvores com copa frondosa.

Necessita de uma atmosfera fresca e úmida para se desenvolver de forma saudável, mas é essencial que o solo drene bem e que seja organicamente rico. Se a terra em que está plantado for muito pesada e pouco porosa, acrescente areia ou gravilha fina e junte material orgânico (folhas em decomposição) para ajudar a torná-lo mais adequado. Nos canteiros, junte uma misture de pedrisco ao solo para permitir o escoamento mais eficiente das águas de rega.

Quando adquirir um Ciclâmen verifique se existem junto ao solo botões de flores, sinal de que a planta está em pleno processo de desenvolvimento.

O Ciclâmen propaga-se por sementes a partir do fim do Verão, num meio úmido e muito orgânico, contendo folhas em decomposição, areia e húmus misturados.

Adaptam-se muito bem em canteiros, bordejando caminhos ou ainda em vasos dentro de casa. Apesar de ser vendida principalmente como planta de interior, o Ciclâmen de florista pode também ser plantado no exterior onde chega a dar flor todo o ano, desde que a temperatura não desça abaixo dos 6ºC.

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Bouganvílleas

As trepadeiras são excelentes opções para qualquer tipo, dimensão ou localização de jardim, pois há sempre uma ou mais que se adaptam a cada situação. É difícil  imaginar um jardim sem trepadeiras.

As trepadeiras são uma presença obrigatória num jardim de caráter mediterrânico ou romântico, são as plantas ideais para vestir as suas paredes e muros, adaptam-se as espaços grandes e pequenos e até varandas ou terraços. Basta escolher a trepadeira certa.

Mas o que são plantas trepadeiras?
Para início do tema nada melhor do que perceber o que é uma trepadeira, embora possa parecer óbvio, não é, pois muitas daquelas plantas que nós achamos que são trepadeiras não são mais do que arbustos conduzidos como trepadeiras.

O que são Trepadeiras “verdadeiras”?
São aquelas plantas arbustivas que nas suas condições de origem precisam de subir para alcançar a luz do sol, e que por isso são capazes de desenvolver técnicas para subir e se agarrar a outras plantas ou a estruturas de apoio, as técnicas podem ser várias:

O que são raízes adventícias aéreas?
São raízes emitidas ao longo dos caules, o que lhes permite ter a capacidade de se fixarem às estruturas e apoio, essas raízes permitem-lhes absorver água e alimentos de qualquer superfície (ex: Hera)

O que são gavinhas?
São prolongamentos dos caules (flexíveis) que se enrolam em qualquer lugar, garantindo a estabilidade da planta (ex: clematites, maracujá, ervilha de cheiro, kiwi, glicínia e madressilva)

O que são as pequenas ventosas?
Nos caules da planta desenvolvem-se um sistema de pequenas ventosas que permitem que a planta se cole à parede (ex. vinha virgem)

E espinhos ou acúleos, o que são?
São prolongamentos pontiagudos dos caules que permitem que a planta se proteja e também se fixe aos suportes (ex: roseira)

Arbustos conduzidos sob a forma de trepadeiras
Para as chamadas trepadeiras verdadeiras temos arbustos que podem ser conduzidos sob a forma de trepadeiras, estes são geralmente arbustos que possuem caules lenhosos muito compridos e que quando apoiados crescem melhor, exemplos destas plantas (tecoma, thunbergia, allamanda, rincospermum,)

Cuidados básicos com as suas trepadeiras
Plantação das trepadeiras

Quando for plantar as suas trepadeiras, certifique-se que o solo fique bem drenado e fértil e mobilize-o até ficar descompactado e apresentar uma estrutura solta e ligeira, adicione também  matéria orgânica para melhorar a estrutura do solo e adubo, não se esqueça de adubar todos os anos no inicio da Primavera e Verão.

Quando escolher o local para as trepadeiras tenha em atenção que o ideal é plantá-las no sentido do vento, ou seja quando o vento sopra ficam mais “agarradas” à parede ou á estrutura e não o contrário.

Quando plantar junto a muros não se esqueça de deixar espaço para o desenvolvimento das raízes principalmente no caso dos arbustos que conduzimos em trepadeira (esta distancia deve ser de 30 – 40cm), não tenha a tentação de encostar completamente à parede.

Distância ou compasso de plantação
Plante os vários exemplares com pelo menos 1 m de distância.

Condução das trepadeiras
Nunca esquça que quando se vão plantar as trepadeiras junto de um muro ou estrutura de apoio deve primeiro colocar os suportes de apoio

Para obtermos o melhor resultado devemos ter o cuidado de conduzir as trepadeiras desde o início, encostando-as e prendendo-as às estruturas onde queremos que se agarrem. Todos os anos temos de acompanhar a condução das trepadeiras.

Poda
Praticamente todas as trepadeiras necessitam de ser podadas, pela simples razão que queremos que elas estejam bem agarradas às suas estruturas de apoio e na maior parte das vezes estão localizadas em espaços confinados que não nos interessa que sejam invadidos pelas trepadeiras.

Em trepadeiras floridas devemos podá-las antes da floração para aguentarem o peso das flores e estimular a floração.

Janela-menina

Astromélia

As Astromélias, também chamadas de Carajuru, são  com seis pétalas, podendo ser idênticas ou não. Precisam ser cultivadas em clima ameno e podem florescer durante o ano todo, se cuidada corretamente. São parecidas com os lírios, razão de serem chamadas de miniatura de lírios.

Essas flores são muito utilizadas em buques e arranjos e são encontradas em diversas cores e significam Plena Felicidade e Amizade Eterna.

Deve ser cultivada sob pleno sol ou meia-sombra, em solo fértil, ligeiramente ácido, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Aprecia adubações freqüentes, oferecendo intensas florações.

Não tolera geadas, mas podem tolerar o frio e curtos períodos de estiagem. Há variedades para diversos tipos de clima, com comportamento anual ou perene, sendo mais ou menos rústicas. Algumas variedades necessitam de refrigeração dos rizomas no período de descanso. Multiplica-se por sementes e por divisão da planta.

As astromelias são originárias do Brasil, Chile e Peru e podem ser encontradas em diversas cores.

janela e borboleta

samambaias

As Samambaias são plantas lindas e delicadas que podem ser encontradas em milhares de variedades. São bastante fáceis de serem cultivadas, mas são suscetíveis a apodrecimento da raiz, excesso de água e infestação de insetos.

Quer você opte por samambaias em ambientes interiores ou exteriores, elas são uma espécie excelente de planta para cultivar. Com sua folhagem vigorosa e aparência um tanto silvestre, elas provavelmente se tornarão uma de suas plantas favoritas em seu jardim. Como elas vêm nas mais variadas formas e tamanhos, pesquise qual samambaia é a mais adequada para seu clima e ambiente para melhores resultados.

Alguns cuidados devem ser tomados, pois as variedades para esses ambientes são as mais delicadas de todas. Todavia, se a sua intenção é plantar samambaias em um ambiente externo, assegure-se de escolher uma variedade que seja bem adaptada ao clima de sua região, assim ela crescerá e ficará saudável sem maiores problemas.

Todas as samambaias podem adaptar-se a áreas com bastante sombra, mas elas também podem desenvolver-se bem em plena luz do sol. Assim sendo, iluminação não será algo que você precise se preocupar, a menos que você esteja plantando uma variedade com necessidades específicas.

As samambaias devem ser molhadas regularmente caso a água da chuva não seja suficiente. Adube a base das samambaias com dois ou três dedos de adubo orgânico ou folhas mortas para manter as raízes no escuro e úmidas durante algum possível período mais seco. Evite molhar demais sua samambaia, pois isso poderá matá-la em breve – suas raízes poderão apodrecer. Sempre molhe sua samambaia quando a parte superior da terra (em torno de dois dedos) tenham secado completamente, em locais de clima quente a rega deve ser feita pelo menos 3 vezes por semana.

Se bater muito vento no local, a planta pode desidratar com mais facilidade, prejudicando seu desenvolvimento.

Praticamente todas as samambaias crescem bem em um solo que contenha muita matéria orgânica. Elas não devem ficam em um solo muito molhado ou lamacento, pois suas raízes se desintegrarão e matarão a planta. Procure por terra que tenha um conteúdo nutriente alto com drenagem moderada. O solo deve drenar a água sem secar completamente.

Samambaias são também altamente sensíveis a fertilizantes; aplique fertilizante uma vez durante a primavera, quando novos brotos começam a surgir. Nutrir as samambaias com compostos ricos e folhas mortas darão a elas todos os nutrientes que precisão para crescerem fortes e manterem-se saudáveis.

Quando o centro da samambaia estiver mais descoberto, ou as frondes parecerem estar menores, sua samambaia está pronta para ser dividida. Use apenas uma pá de jardinagem para cavar até o centro da planta. Tire uma parte da samambaia que tenha em torno de seis dedos de profundidade, largura e comprimento. Plante esta nova samambaia na mesma profundidade em que estava a planta matriz e regue. Essas plantas são extremamente devagar para brotar novamente após serem transplantadas.

Você pode até achar que acabou matando sua samambaia de alguma forma durante o processo, mas geralmente esse não é o caso. Deixe que a nova plantinha se adapte aos seus novos arredores pelo menos por dois anos antes de determinar se a planta está ou não ainda saudável.

janel15