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Selenicereus_grandiflorus

Algumas flores de cacto formam longos tubos de até 30 cm de modo que somente as mariposas possam alcançar seu néctar e consequentemente polinizá-las. Há também exemplos de especializações para morcegos, beija-flores e algumas espécies de abelhas. A duração das flores é muito variável. Muitas flores, por exemplo, as do Selenicereus grandiflorus, popularmente conhecido como Rainha da noite, somente permanecem inteiramente abertas por duas horas noturnas. Outros cactos florescem por uma semana inteira. A maioria dos cactos são auto-incompatíveis, portanto necessitam de um polinizador. Alguns são aitógamos e auto polinizam-se.

Frailea_mammifera_bloomingFrailea mammifera blooming

As Fraileas somente desabrocham completamente suas flores em circunstâncias excepcionais, em regra são cleistogâmicas, ou seja, autopolinizam-se com as flores ainda fechadas. A própria flor também passou por um desenvolvimento adicional: seu ovário costuma transformar-se e uma área completamente protegida por espinhos, pelos e escamas. A formação das sementes é elevada, e as frutas frequentemente saborosas, suculentas, e vistosamente coloridas. Cabras, pássaros, formigas, ratos e morcegos contribuem significativamente na dispersão das sementes.

Devido à sua elevada habilidade em reter a água, partes destacadas das plantas podem sobreviver por longos períodos e raizes desenvolvem-se em qualquer segmento do corpo da planta.

Cultivo em vaso
Um bom substrato é essencial podendo ser composto da seguinte maneira: 50% de areia lavada de rio, 50% de terra vegetal. Pode ser acrescentado o húmus de minhoca na proporção de um terço do volume de terra vegetal. Os espécimes jovens não devem ser expostos diretamente ao sol o dia inteiro, precisando apenas de luminosidade intensa. A rega não deve ser excessiva, pois pode apodrecer o cacto.

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Os Cactos

Opuntia humifusa

Os Cactos cientificamente podem ser classificados da seguinte forma:
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Caryophyllales
Família: Cactaceae ou cactáceas
Gênero: Conhecidos mais de 84
Espécie: Conhecidos mais de 2000
Sub espécie: São milhares

Os cactos podem ser divididos em dois grandes grupos:
- Os do deserto, onde é raro chover
- Os da floresta – que crescem à sombra das árvores

Família
Associamos muitas vezes os cactos a plantas suculentas mas, enquanto que todos os cactos são plantas suculentas, nem todas as plantas suculentas são cactos. Plantas suculentas são plantas com órgãos carnosos que no caule os seus tecidos retêm água durante os períodos de seca. As suculentas apresentam folhas e nem sempre espinhos. Os cactos pertencem a uma única família, as Cactáceas, enquanto que as plantas suculentas têm inúmeras famílias. As cactáceas são plantas suculentas com folhas completamente reduzidas ou transformadas em mamilos com espinhos, com exceção do gênero Pereskia, que apresenta folhas e frutos.

Fotossíntese
O caule dos cactos varia muito no formato. É sempre verde, exercendo ao mesmo tempo a função de caule – dando-lhe a resistência e a função clorofilina. A fotossíntese é o principal processo em que o dióxido de carbono (CO2) é fixado pelas plantas verdes. O CO2 é fundamental para formar todos os compostos orgânicos duma planta. Os cactos assimilam o CO2 durante a noite ou na escuridão, evitando assim abrir os seus estomas ou poros durante o dia, o que ocasionaria grandes perdas de água. Assim, acumulam ácido málico a uma velocidade superior à que o expulsam durante a respiração, resultando daí uma reserva com acumulação de CO2. Com a exposição à luz, a acidez diminui e a este fenômeno, descoberto primeiro nas crassuláceas, chama-se CAM (Crassulean Acid Metabolism). As folhas transformaram-se em espinhos para não perderem na fotossíntese grande e preciosa quantidade de água.

Corpo
Os cactos podem viver de 200 a 300 anos como os Carnegiea gigantea do Arizona e podem ir desde as miniaturas até aos gigantes de 20 metros de altura. Nos mini-cactos, a menor conhecida é o Blosfeldia liliputana, dos Andes bolivianos, com apenas 0,5 cm de diâmetro.
Os cactos, plantas xerófilas (amigas da secura), são pouco exigentes, desde que recebam algumas horas de sol, tenham boa drenagem e ventilação, podem aguentar muitos dias sem receberem água. Suportam bem o ar condicionado, raras vezes necessitam de adubo e nunca precisam ser podados. Os caules são carnudos. A pele ou cutícula dos cactos é espessa e apresenta uma cera que ajuda a evitar a perda de água por transpiração. Há cactos que têm o caule parecido com uma folha e outros como os Trichocereus, formam grandes colunas mais ou menos grossas com inúmeras costelas.  Um grande número de cactos é globular e dentro destes esféricos temos cactos com costelas (Melocactus, Echinocactus, etc.) e cactos com protuberâncias (Mammellaria, etc.). Os Cereus têm a forma de árvore e de tronco grosso.
Nem todos os cactos emitem ramificações. Alguns cactos vivem com um corpo isolado e solitário para toda a vida. Há cactos que emitem ramos a partir do seu tronco, como os Cereus ou desde a base do caule inicial, como os Trichocereus, podendo crescer de forma vertical, inclinada ou rastejante. Há outro tipo de cactos a que nascem filhotes que se podem separar do caule mãe, como os Echinopsis, Mammillaria, etc. Os cactos poder ter diferentes formas

Raíz
Alguns cactos possuem uma raiz cônica e muito profunda que vai em busca da umidade, por vezes longe, em especial por baixo das pedras, onde se condensa a água.
Outros cactos possuem raízes superficiais muito ramificadas e com muitos pelos absorventes e, quando chega a época das chuvas, captam a maior quantidade de água que é possível.
A água absorvida na época das chuvas é rapidamente armazenada nos tecidos esponjosos do corpo do cacto, que possuem uma estrutura especial. Como possuem costelas ou tubérculos na superfície do seu corpo, os cactos podem ter contrações e dilatações com a admissão ou perda de água.

Folhas
Nos cactos, as folhas, no verdadeiro sentido da palavra, só se encontram em algumas espécies. Folhas verdadeiras encontramos nos gêneros Pereskia e Rhodocactus. Na generalidade as folhas estão ausentes ou muito rudimentares.
No corpo dos cactos ficaram as recordações das folhas verdadeiras que possuíram há muitos séculos atrás, representadas pelos espinhos e pelos tubérculos. Cientificamente provou-se que os espinhos são formas reduzidas dos limbos das folhas e que os tubérculos ou protuberâncias, onde se situam as aréolas e os espinhos, correspondem à base das folhas.

Espinhos
A planta tem também estomas – estruturas semelhantes aos nossos poros -, que durante o dia, sob sol forte, permanecem fechados para evitar a perda da água na forma de vapor. Os espinhos são uma outra maneira de reduzir a perda de água, porque sem as folhas eles evitam ainda mais a transpiração.
Os espinhos, que nascem nas aréolas, são a única reminiscência de existência de folhas (normalófilas = sem folhas) e que não estão unidos à epiderme porque, se os arrancamos, separam-se do caule através da aréola e não danificam a planta.
Os cactos que crescem em zonas muito sujeitas ao efeito forte do sol apresentam uma densidade muito grande de espinhos fortes que, quando fazem sombra, diminuem o efeito do sol sobre o corpo do cacto.
Há um tipo especial de espinhos que cresce nas aréolas das Opuntia, que são os gloquídios. Estes são um conjunto de pequenos e finíssimos espinhos que se encontram agrupados formando molhos e com que devemos ter cuidado pois se cravam na pele são bastante difíceis de extrair.

Os espinhos podem ter diversas formas e tamanhos:
- Espinho central em gancho e bem saliente
- Espinhos radicais finos e com um grande espinho central
- Espinho central curvo, robusto e com bandas
- Espinhos planos e flexíveis
- Espinhos semelhantes a cabelos eriçados
- Espinhos proeminentes em forma de agulha
- Espinhos radiais, não centrais
- Espinhos robustos e cônicos
- Espinhos em forma de pente
- Espinho central curvo e robusto

Os espinhos podem ter várias cores – avermelhados, cor-de-rosa, pretos, castanhos, brancos ou cinzentos.
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opuntia brasilis

A Opuntia forma um dos maiores gêneros das cactáceas, com mais de 250 espécies, encontradas em todo o continente americano. Certos tipos alcançam grande estatura em seu habitat natural, produzindo flores magníficas. Em cultivo e sob condições apropriadas, as espécies logo florescem, exibindo flores grandes, com formato de sino, coloridas de vermelho ou amarelo, durante o verão. Para os apreciadores de cactos, representam uma boa escolha, em função de seus formatos atraentes.

Constituem um grupo diversificado, com vários tamanhos e formas, abrangendo desde os tipos mais espalhados e densos, com 8 a 10 cm de altura, até plantas altas, com aspecto de árvores, com 6 a 9 m de altura. Seus caules apresentam-se formados por segmentos ligados que podem ter formato cilíndrico ou globular, ou achatado, semelhante a almofadas redondas ou ovais. As formações de espinhos também variam bastante entre as diferentes espécies, desde algumas cerdas curtas eretas, até densos aglomerados agressivos. No entanto, todas as espécies possuem tufos de minúsculos espinhos felpudos, que perfuram a pele com facilidade e são difíceis de retirar; portanto, manuseie os exemplares com cuidado.

A maioria dessas cactáceas aceita o cultivo ao ar livre, o ano todo, mas você também pode colocá-las dentro de casa, em local ensolarado. Uma das melhores opções consiste na Opuntia humifusa.
A exemplo da maioria das espécies mais resistentes, provém do norte dos Estados Unidos. Tem hábitos rasteiros, mas alcança uma altura de 30 cm ou mais. Possui caules modificados, circulares e cheios de cordas, de desenvolvimento semi-ereto, a partir de caules mais antigos. As flores, amarelo-douradas, com o interior avermelhado, em geral desabrocham em janeiro e fevereiro. O fruto, com formato de pêra, quase nunca aparece nos exemplares cultivados em vasos.

Primavera e verão
Cultive em vasos de 15 cm de boca ou maiores, conforme o tamanho da espécie, empregando um composto poroso e rico, acrescido de um pouco mais de areia. A maioria desses cactos precisa de replantio em anos alternados. Quando as raízes estiverem muito amontoadas, transfira a planta para um recipiente maior; ou limpe o vaso e recoloque o exemplar em composto fresco. Pressione a mistura para baixo, prendendo o caule principal com firmeza. Providencie uma boa camada de drenagem no fundo do recipiente, utilizando seixos ou cacos de vasos de barro. Coloque também uma camada de seixos na superfície do solo, para melhorar a aparência do vaso e proteger do excesso de umidade a base que fica em contato com o composto.

Poucas espécies, que costumam apresentar crescimento espalhado, talvez necessitem de suportes de bambu, a fim de evitar que tombem para os bordos do recipiente. Tenha sempre muito cuidado ao manusear essas plantas, uma vez que seus espinhos furam a pele com facilidade e mostram-se difíceis de remover. Envolva a planta com um laço de jornal para proteger suas mãos.

Uma luminosidade intensa torna-se essencial para um desenvolvimento saudável. Por isso, deixe o exemplar em posição ensolarada. As espécies podem murchar se permanecerem secas por muito tempo, em especial durante a fase de crescimento. Regue com regularidade para manter o composto umedecido, mas evite encharcar o solo, pois as plantas não florescem se as raízes ficarem sempre molhadas. Adicione um fertilizante líquido à água das regas a cada três semanas, durante todo o período de crescimento, desde a primavera até o verão.

Outono e inverno
Conserve a planta em local ensolarado. Se você mora em região de inverno rigoroso, não há problema, uma vez que as espécies mencionadas suportam temperaturas baixas. Em regiões muito secas, regue apenas para manter o solo úmido. Em outros locais, a própria planta absorve a umidade necessária do ar e do pouco que lhe restou no solo. Porém, como medida de segurança, verifique sempre se o composto não se ressecou por completo e regue-o. Em locais frios, a combinação de temperaturas baixas com a manutenção de um solo encharcado pode resultar no apodrecimento total do exemplar.

Propagação
Propague por estacas, em qualquer momento, desde a primavera até o final do verão. Com cuidado, remova segmentos do caule puxando-os manualmente ou fazendo cortes lisos com uma faca. Pulverize a superfície cortada com pó de enxofre e deixe secar por um período aproximado de 10 dias, para formar um calo. Plante as mudas a 1 cm de profundidade, em vaso de 8 cm.  Não regue e mantenha a temperatura entre 10 e 16°C. Depois de algumas semanas as mudas estarão enraizadas, e podem ser tratadas como plantas adultas.

Cochonilhas lanuginosas podem se tornar um problema. Elimine-as com uma mistura de partes iguais de água e álcool, ou com uma escova de cerdas longas.

opuntia_humifusa
Opuntia humifusa (também conhecida como Opuntia rafinesque) provém da costa leste dos Estados Unidos. Chega a alcançar uma altura entre 30 e 45 cm, desenvolvendo caules modificados, circulares ou ovais, com diâmetro entre 10 e 15 cm. As aréolas apresentam pequenas e densos tufos de cerdas pilosas e dois ou três espinhos longos e brancos, às vezes com pontas vermelhas. As flores afuniladas, em geral, surgem em dezembro e fevereiro, colorindo-se de amarelo com o interior ligeiramente avermelhado, chegando a 8 cm de largura.

Trata-se de uma planta interessante para se cultivar num jardim em miniatura, onde seu formato pequeno e espalhado cria um belo arranjo, em função da forma de seus caules e flores.

Opuntia  polyacantha
Opuntia  polyacantha provém da região central dos Estados Unidos, principalmente em território alto. Revela-se, também, uma espécie de baixa estatura, formando aglomerados densos. Os caules modificados mostram-se mais ou menos circulares, com 10 cm de largura, cobertos de aréolas muito próximas, apresentando numerosos espinhos brancos e delgados, com 2,5 cm de comprimento. Flores amarelo-esverdeadas, às vezes tingidas de vermelho, nascem de janeiro a março.

Opuntia rhodantha

Opuntia rhodantha constitui uma planta de regiões altas encontrada nas áreas montanhosas de Utah e Colorado, a altitudes de mais de 2.000 m. As plantas chegam a atingir 30 cm de altura, compondo-se de caules modificados ovais ou oblongos, com 5 a 10 cm de altura e largura, com aréolas bem distribuídas, cada uma com três ou quatro espinhos longos e amarronzados. No verão, produz belas flores, muito semelhantes a rosas, com 4 cm de diâmetro, que assumem tonalidades de vermelho e rosa, exibindo estames amarelos ou avermelhados.

cerquinha

Jovibarba_sobolifera_fechada

Embora sejam adaptados à vida em áreas secas, no Brasil, podemos encontrar cactos em diversos tipos de ambientes. No Nordeste temos o mandacaru, uma espécie que simboliza a região. Ao longo do litoral, nas restingas, os cactos fazem parte da paisagem, já que resistem ao sol forte e ao calor excessivo das areias nos meses de verão. Há, também, os cactos chamados ‘flores-de-maio’, que são cactos ornamentais encontrados facilmente em floriculturas e que, na natureza, ocorrem em florestas que vão do estado de Santa Catarina até o estado do Espírito Santo.

Como cultivá-los
EM VASOS
Os cactos necessitam de sol, ventilação e não suportam excesso de umidade. Isso é o básico para quem deseja cultivar cactos. A exceção fica por conta dos mini-cactos (aqueles que encontramos até em supermercados, em pequenos vasinhos) que, em geral, têm menos de três anos. Como ainda são bem jovens, os mini-cactos apresentam menor resistência à exposição direta dos raios solares. Neste caso, é melhor colocá-los em áreas claras e arejadas, mas longe da luz solar direta.
Água
Este é talvez o fator mais importante para o sucesso no cultivo de cactos. A quantidade de água necessária para a manutenção destas plantas depende de outros fatores (terra, drenagem, temperatura, etc.), sendo difícil determinar uma periodicidade exata para as regas. Mas, dá para chegar numa média, de acordo com os períodos do ano. No verão, as espécies com mais de três anos devem ser regadas a cada 5 ou 6 dias; já os mini-cactos a cada 4 dias. No inverno, os cactos mais velhos devem receber água a cada 12 dias e os jovens a cada 8 dias. Toda a terra ao redor deverá ser molhada, mas não encharcada. Deixe que a água seja absorvida antes de colocar mais água.

Terra e fertilizante
A mistura de terra indicada para o cultivo de cactos pode ser obtida misturando partes iguais de areia e de uma boa terra para plantas caseiras. Para fertilizar, recomenda-se, uma vez por mês, substituir a água da rega por um fertilizante líquido básico para plantas verdes diluído na proporção indicada pelo fabricante.

Replantio
Uma questão que sempre se levanta é o replantio dos cactos: geralmente, o cacto deve ser replantado quando o vaso estiver pequeno demais para a planta, lembrando que a mistura de terra do novo vaso deve conter terra vegetal e areia (dessas usadas em construção), para garantir a boa drenagem. Além disso, para retirar o cacto do antigo vaso é preciso muito cuidado, pois os espinhos podem machucar. Uma boa dica é usar folhas de jornal dobradas várias vezes, em forma de tira, para envolver o cacto e desprender suas raízes com a outra mão (basta torcer levemente o vaso), sem forçar muito, para não quebrar a planta. Depois de solto, é só encaixar o cacto no novo recipiente. Com uma ferramenta de jardinagem pequena, pressione a terra do vaso, para firmar bem a planta.

EM JARDINS
O plantio de cactos em jardins pede outros cuidados. O principal deles é escolher o local adequado para evitar acúmulo de umidade. Não se deve escolher um local baixo ou em desnível, para evitar que a água das chuvas forme poças ou fique parada. Como já foi explicado, a água em excesso causa o apodrecimento dos cactos e pode até matá-los. O ideal é escolher um local mais alto ou até fazer um morrinho, amontoando terra e apoiando com pedras. O aspecto visual fica bem interessante.

Prepare as covas: para espécies que chegam a mais de dois metros de altura, faça covas com cerca de 40 cm de profundidade; para espécies menores (as mais comuns) faça covas rasas, com cerca de 15 cm. Coloque no fundo das covas, uma camada de pedrinhas (tipo brita) e, por cima, coloque a mistura de terra (pode-se usar a terra retirada do buraco, misturada à areia de construção e terra vegetal, tudo em partes iguais).

Plante os cactos usando a dica de segurá-los com a faixa de jornal. Em volta dele, por cima da terra, espalhe outra camada de pedrinhas, para auxiliar na drenagem. Para fertilizar cactos de jardim, siga a mesma periodicidade indicada para os cactos de vasos.

É importante lembrar que para conseguir um bonito efeito com cactos em jardins é necessário saber escolher bem as espécies, que devem ter a resistência necessária à exposição direta aos raios solares, à chuva e ao vento constante. Uma boa idéia é consultar um produtor ou especialista na hora da compra, para ter certeza de escolher os tipos de cactos adequados ao seu jardim.

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