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Posts com tag ‘árvores’

Liquidambar (Small)

Luz: Pleno sol

Clima: Temperado, subtropical e até em locais de clima mais quente.

Solos: Vários tipos de solo.

Origem: Sul dos Estados Unidos e México.

Árvore de porte grande entre 20 a 25 m com formato piramidal  nativa do sul dos Estados Unidos e México. Durante o outono e inverno sua folhagem muda de verde para amarelo até o vermelho. No Brasil é errôneamente chamada de “Carvalho Canadense”.

O Liquidambar styraciflua é uma das mais valiosas árvores existentes, tanto pela beleza quanto pelo valor comercial. Da casca extrai-se a storax, uma resina de grande valor. A madeira de lei é usada em móveis finos. No outono suas folhas adquirem uma mistura de cores, do amarelo ouro ao vermelho.

É originário da costa oeste do Canadá e dos Estados Unidos, onde é muito usada em parques e jardins , bem como em reflorestamento.

Segundo pesquisas da Union Camp , em Belville , Georgia USA , esta será a nova super-árvore, por sua resistência a fungos, qualidade de suas fibras e velocidade de crescimento, chegando a 12 metros de altura com 5 anos de idade.

Esta belíssima e versátil árvore desenvolve-se nas mais variadas formas , dependendo do espaçamento de plantio, chegando a alturas superiores a 20 m.

Devido ao seu rápido crescimento, é muito utilizada como barreira de vento em plantações, divisas e projetos urbanísticos.

folhas de árvores caindo

plantar-arvore
As árvores funcionam como enormes pulmões nas cidades, pois captam o dióxido de carbono (CO2) da atmosfera e liberam o oxigênio necessário para a vida em um processo chamado de fotossíntese. O CO2 é um dos gases que agravam o efeito estufa, provocando o aquecimento global. Veja sete razões para plantar árvores e colaborar para a redução dos impactos negativos sobre o planeta.

1 – Reduzem a contaminação.
As folhas das árvores retêm partículas de pó que flutuam no ar, melhorando o ar que respiramos.
Plante árvores em fileiras. Assim, elas funcionarão como uma barreira contra as partículas na atmosfera.

2 – Oxigenam o ar.
As folhas absorvem o CO2 atmosférico, um produto residual do metabolismo humano e animal e da queima de combustíveis. Além disso, produzem o oxigênio necessário para a vida.

3 – Refrescam o ambiente.
Além da fotossíntese, as plantas desenvolvem outros processos como a evapotranspiração.
As folhas liberam um vapor de água que refresca o ar e o umedece. Se você plantar árvores ao redor da sua casa, você pode refrescá-la de 10% a 50%. Assim, diminuirá o uso dos sistemas de refrigeração – que também contaminam o meio ambiente.

4 – Reduzem a contaminação sonora.
As grandes massas de folhas funcionam como redutores do barulho gerado pelo trânsito, pelas indústrias e pelo funcionamento diário das cidades.

5 – São pequenos ecossistemas.
Cada árvore funciona como um verdadeiro ecossistema, pois sobre ela vivem pássaros, insetos e outros vegetais que interagem entre si. Quando uma árvore é cortada, outros seres vivos que a habitavam ou dependiam dela desaparecem.

6 – Participam do ciclo da água.
As raízes retêm a água da chuva, permitindo que esta se filtre lentamente pelo solo até os lençóis freáticos e que chegue lentamente até os rios, mantendo o nível estável e evitando secas e inundações.

7 – Protegem o solo.
As árvores, com as suas raízes, evitam a erosão e o desgaste dos solos.

- Plante espécies nativas, assim você contribuirá para manter vivas as espécies típicas de cada região. Muitas delas já estão ameaçadas de extinção.
- Antes de plantar uma árvore, descubra quais são as regras para fazer isso em espaços públicos

árvore

Buchinghamia celcissima

Árvore de folhagem perene nativa do nordeste da Austrália e pertencente à família das proteáceas. Quando cultivada seu porte varia entre 7 e 8 metros.
Suas folhas quando jovens são lobadas e em fase de brotação apresentam coloração avermelhada o que as torna muito decorativas.
A floração ocorre de dezembro a fevereiro com flores que lembram bastante as das grevilleas porém em maior tamanho (15 a 20 cm.) e maior quantidade. Estas flores são suavemente perfumadas e muito melíferas.  Na Austrália ela é bastante usada em arborização urbana em locais de clima tropical e subtropical preferindo solos ricos em matéria orgânica.
No Brasil vem sendo utilizada no paisagismo em pequenas quantidades devido ao fato de ser pouco conhecida, seu desenvolvimento é bastante rápido e inicia a floração entre 2 a 3 anos.

Luz: Pleno sol
Solos:
Ricos em matéria orgânica . Evitar solos compactados
Clima: Tropical e subtropical
Origem: Austrália

folhas de árvores caindo

Cananga odorata

Seu nome significa flor das flores, é uma planta majestosa e com visual exótico.

Árvore de porte grande com 10 a 15 metros de altura pertencente à família das anonáceas. É encontrada em estado nativo na Índia, Filipinas, Arquipélago Malaio e ilhas do Oceano Pacífico.

Sua madeira é mole sendo recomendado seu plantio afastado de residências e construções. Suas flores de coloração verde-amarelado são extremamente perfumadas e servem de matéria prima para perfumes famosos como o Channel número 5.

É recomendada para plantios em locais espaçosos tipo parques, grandes jardins e em alamedas em propriedades rurais. Além do perfume marcante produz frutos em grande quantidade que são
bastante atrativos a pássaros frugívoros.

Luz: Pleno sol
Solos: Solos descompactados e ricos em matéria orgânica.
Origem:
Índia, Filipinas, Arquipélago Malaio e ilhas do Pacífico

árvore

Flamboyant

Não é uma árvore brasileira, mas sem dúvida nenhuma é uma das campeãs em beleza no paisagismo durante os meses de outubro a dezembro, estamos falando do Flamboyant  (Delonix regia) pertencente  à  família  das leguminosas.

O Flamboyant é uma árvore de porte médio de 10 a 12  metros de altura, é nativo de Madagascar e se espalhou pelo mundo  todo em  regiões  de clima tropical e subtropical.
Seus nomes populares variam  de  uma região para outra, nos países ocidentais é chamado de  Royal Poinciana  ou  Flamboyant, já em Papua-Nova Guiné é conhecida como Lagani Auna  que  significa árvore anual, pois a cada ano ela perde suas folhas e parece morta, no entanto quando chegam as chuvas ela volta a viver, florescendo  e mostrando outra vez a sua beleza.

Esta árvore tem porte horizontal, sua copa se espalha mais para os lados com ramos recurvados para baixo quando não podados. Suas folhas bipinadas são formadas por numerosos folíolos e  se renovam todos os anos, isto ocorre nos meses de inverno e no início  da primavera quando brotam, a florada já vem junto. Suas flores são grandes e numerosas revestindo totalmente a copa  da  planta, mas isso  em locais onde  o clima é favorável, em  regiões  mais  frias  não  floresce   tão   intensamente.
A coloração das flores varia bastante e podem ser vermelho vivo, alaranjadas ou amarelas.  Os frutos são vagens  lenhosas  e  achatadas e ficam presas à árvore durante muito tempo guardando em seus interiores numerosas sementes que são bastante duras e requerem escarificação para uma germinação mais uniforme.
Um detalhe importante sobre  as  mudas de Flamboyant  é que quase a totalidade delas são produzidas  através  das  sementes  e  dificilmente  as flores desta nova planta manterão a coloração da árvore  matriz  que  forneceu o material semeado. Isto quer dizer que o comprador só terá a certeza da cor se adquirir mudas produzidas de  forma  vegetativa, por  enxertia  ou  alporquia.

Algumas dicas para o cultivo do Flamboyant lembrando que está árvore é bastante rústica e de fácil desenvolvimento.

Luz : Pleno sol.

Clima : Tropical e subtropical.

Solos : Vários tipos de solos, inclusive os mais arenosos e pobres.

Plantio: Plantar em covas grandes tipo 60 cm. de diâmetro por 60 cm. de profundidade enriquecidas com 10 litros de esterco de curral ou húmus de minhoca mais 500 g. de farinha de ossos ou superfosfato simples. Não fazer plantio muito raso para não se ter problemas com vendavais no futuro.

Indicação:
O seu plantio é indicado exclusivamente para locais espaçosos longe de construções, pois emite numerosas raízes superficiais e volumosas além de ter a queda de grande quantidade de folhas que são pequenas  e de difícil limpeza.  É uma das árvores mais usadas para  plantio  de  alamedas em entradas de fazendas.

tabebuiaalba

Nome científico: Tabebuia roseo-alba

Nome popular: Ipê-branco, Ipê-do-cerrado

Família: Bignoniaceae

Origem e ocorrência: Brasil – Goiás, Mato Grosso do Sul, Norte de S. Paulo, Minas Gerais.

Porte: de 7 a 16 metros de altura.

Flores: Agosto a outubro.

Características: Árvore extremamente ornamental, característica da região central do país. Sua florada é exuberante na cor branca, com a planta totalmente despida de sua folhagem. Planta decídua, de sol-pleno e solo preferencialmente seco e rochoso. Seu crescimento é rápido e sua florada pode ocorrer mais de uma vez no ano, mas sua preferência é de terrenos mais áridos, podendo inclusive ocorrer esporadicamente, também na caatinga do nordeste brasileiro.

cacia

Nome científico: Cassia leptophylla

Nome popular: Falso-barbatimão, Canafístula.

Família: Leguminosae-Caesalpinoideae.

Origem e ocorrência: Brasil, nos Estados do Paraná e Stª Catarina, na floresta de pinhais, em forma nativa. Em toda a região Sul desenvolve-se bem sob cultivo.

Porte: Altura de 8 a 10m, tronco com 30-40cm de diâmetro.

Características: Folhas compostas de 8 a 12 pares de folíolos pontiagudos na extremidade. Floresce em buquês de flores amarelas na ponta dos ramos, nos meses de Novembro à Janeiro.

Os frutos em favas amadurecem em Junho-Julho. É planta de folhas perenes (perenifólia) e desenvolve-se a pleno sol em regiões de altitude.
Seu porte médio a recomenda para arborização urbana, desde que fora da projeção da fiação elétrica.

flores da cáciaflores da Cassia leptophylla

Magnolias

O gênero Magnolia comprende cerca de 120 espécies e inúmeros cultivares e pertence á família botânica Magnoliaceae.

Botãnica:
Trata-se de um arbusto, ou árvore de pequeno porte, de folha caduca que floresce em meados de Março, dependendo da zona de cultivo e é uma das espécies menores dentro do seu gênero, atingindo geralmente um máximo de 3 metros de altura e 4.5 metros de diâmetro. Comparada com as restantes magnólias que chegam a atingir, algumas delas, cerca de 18 m de altura, é notoriamente mais pequenina.

As suas folhas são ovais, de um verde escuro na face superior e de tons mais pálidos no verso e geralmente aparecem ao mesmo tempo que as flores.

Sininímia: Magnolia quinquepeta

Cultivo:
Necessita de algumas horas sol para florir bem, e tal como a maioria das magnólias prefere solos bem drenados, ácidos e ricos em matéria orgânica. São plantas que crescem a um bom ritmo  mas por terem raízes mais sensíveis será melhor que a plante num local onde o terreno permaneça intacto.

As suas flores frágeis danificam-se facilmente por ventos fortes ou geadas tardias.

Para propagar esta planta poderemos plantar sementes no Outono  se bem que mais eficaz, será por estacas herbáceas na altura do Verão, que é a altura de maior crescimento vegetativo

sibipiruna (Small)

A sibipiruna (Caesalpinia peltophoroides; Caesalpinioideae), também conhecida como coração-de-negro ou sibipira, é uma árvore de grande porte, com origem no Brasil. Chega a medir 10 metros de altura, para 7 metros de diâmetro da copa arredondada.
É uma árvore de clima tropical, de crescimento rápidos, com folhas pequenas e caducas. A floração ocorre entre setembro a novembro e produz flores amarelas organizadas em cachos. A frutificação dá origem a vagens entre julho e agosto. As raizes são pivotantes.
É uma árvore muitíssimo utilizada em paisagismo urbano, por sua beleza e rápido desenvolvimento. Tem muitas características similares ao Pau Brasil. Floresce com grande beleza e suas flores perduram por mais de um mês, entre Setembro e Outubro.

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Luminosidade:
Sol pleno
Porte: atinge até 18 metros de altura
Clima: adapta-se muito bem ao clima sub-tropical e tropical.
Copa: arredondada, pode chegar a 15 metros de diâmetro
Propagação: Sementes
Solo: não é muito exigente, mas prefere o ligeiramente ácido
Podas: não são necessárias  Originária do Brasil, especificamente da Mata Atlântica, a sibipiruna é uma espécie da Família das Leguminosas e atinge altura máxima em torno de 18 metros. Esta espécie de árvore, que costuma viver por mais de um século, é muito confundida com o pau-brasil e o pau-ferro, pela semelhança da folhagem. A sibipiruna perde parcialmente suas folhas no inverno e a floração ocorre de setembro a novembro, com as flores amarelas dispostas em cachos cônicos e eretos. Os frutos, que surgem após a floração, são de cor bege-claro, achatados, medem cerca de 3 cm de comprimento e permanecem na árvore até março. A árvore é muito utilizada no paisagismo urbano em geral, sendo também indicada para projetos de reflorestamento pelo seu rápido crescimento e grande poder germinativo. A floração da espécie ocorre geralmente 8 anos após o plantio e cada exemplar, cultivado em condições adequadas, pode viver por mais de 100 anos.

Pau ferro


Nome Científico:
Caesalpinia férrea
Nome Popular: Pau-ferro, Jacá, Ibirá-Obi, Imirá-Itá, Jucá, Pau-ferro-do-ceará, Jucaína, Icainha, Muiarobi, Muiré-itá
Família: Fabaceae
Origem: Brasil
Ciclo de Vida: Perene

O pau-ferro é um árvore nativa da mata atlântica, ocorrendo do sudeste ao nordeste do Brasil, nas florestas pluviais de encosta atlântica. A copa é arredondada e ampla, com cerca de 6 a 12 metros de diâmetro. O porte é imponente, atinge de 20 a 30 metros de altura. O tronco apresenta 50 a 80 cm de diâmetro. Ele é claro, marmorizado, liso e descamante, o que lhe confere em efeito decorativo interessante. As folhas são de cor verde-escura. A floração ocorre no verão e outono. As flores são amarelas, pequenas, e de importância ornamental secundária. Os frutos são vagens duras que amadurecem no inverno. Parte dos frutos cai, enquanto que uma boa parte ainda permanece na planta, formando um banco de sementes aéreo.

O pau-ferro é muito visado para o paisagismo por suas características ornamentais e de sombreamento. Apesar do porte, não possui raízes agressivas, o que é um fator importante de eleição para arborização urbana. Deve-se evitar, no entanto, o plantio em calçadas, sob fiação elétrica, e em locais de transito intenso de pessoas e carros, pois os ramos tendem a quebrar e cair em tempestades, oferecendo perigo. Como o próprio nome já diz, o pau-ferro possui madeira dura, densa, durável e resistente, de excelente anualidade para a fabricação de violões e violinos, e para construção civil, na construção de vigas, esteios, caibros, etc. Seu crescimento é rápido, principalmente nos primeiros anos. Em recuperação de áreas degradadas, o pau-ferro também é uma excelente escolha, por crescer bem em áreas abertas.

Deve ser cultivado sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente no primeiro ano após o transplante das mudas. Multiplica-se por sementes, que devem ser escarificadas antes do plantio, para quebra de dormência. As sementeiras ou tubetes devem ficar sob meia-sombra e irrigados pela manhã e pela tarde. Emergem em 20 a 30 dias após o plantio. As mudas devem ser transplantadas para saquinhos maiores ou para o local definitivo quanto atingirem 6 cm de altura.