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Posts com tag ‘adubos’

fertilizante
Sempre existe a dúvida, porque tenho que adubar minhas plantas e qual fertilizante devo usar?
Os adubos ajudam a proteger contra fungos e a acelerar a floração, entre outras funções, a iluminação e água são essenciais ao desenvolvimento de plantas, mas uma boa adubação do solo pode dar uma ajudinha à natureza.

Existem nos mercados fertilizantes granulados, líquidos e em pó, com funções que vão de proteção a durabilidade das flores.

Para a chamada adubação de base são necessários os macronutrientes: nitrogênio (N), fósforo (P), potássio (K). Os produtos costumam conter os três, em proporções indicadas pela sigla NPK, formada pela notação química de cada elemento.
Valores como 10 – 10 – 10, indicam a mesma medida das três substâncias, e em casos como 12 – 12 – 17 ou 04 – 14 – 08 a quantidade dos elementos é diferenciada.

A escolha entre um ou outro tipo depende do tipo de planta, porque cada elemento exerce uma função diferente:
- nitrogênio - fortalece raiz, haste e folhas.
- potássio - aumenta a resistência do vegetal a doenças e pragas, além de aumentar a produção de sementes e estender a durabilidade das flores.
- fósforo - essencial ao desenvolvimento de flores e sementes.

Granulado, líquido ou pó.
Os adubos granulados devem ser usados apenas uma vez a cada seis meses. Os modelos líquidos ou em pó podem ser aplicados toda semana. Esse dois últimos tipos de fertilizante costumam conter outras substâncias, conhecidas como micronutrientes – zinco, cobre, manganês, sódio -, e são dissolvidos na proporção de uma colher de chá  para cada litro de água.

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Uma terra rica em elementos minerais e com boa drenagem é a melhor garantia para o desenvolvimento das plantas. Estes são alguns conselhos quando a adubar:

1. Aplique composto antes de plantar
O húmus é o melhor acondicionador do solo. Nutre e ajuda a reter a água, assim como melhora a drenagem. Um mês antes de plantar aplique matéria orgânica em forma de estrume bem fermentado ou composto.
Existem no mercado adubos que combinam elementos de síntese e biológicos, indicados para a preparação do solo. Analise as suas características ou aconselhe-se com um especialista ou com um funcionário do horto ou loja para escolher o que melhor se atenda às suas necessidades.

2. Faça o próprio adubo
O grande volume de desperdícios que o jardim gera no outono (folhas secas, ramos, flores murchas, entre outros), juntamente com alta umidade ambiental, torna esta a melhor época para fazer composto. Deposite uma capa de desperdícios orgânicos e por cima outra de composto maduro ou terra de jardim e vá alternando as capas.

3. Adubo verde
O chamado adubo verde proporciona boas reservas de azoto ao solo, além de ser um bom drenante. Por cada metro quadrado, semeie 25 gramas de ervilhas. Também, pode utilizar mostarda ou feijão, espécies que proporcionam folhas grandes em pouco tempo. A aplicação do adubo verde deve ser feita na primavera.

4. Gramado cuidado
Os terrenos relvados necessitam de adubo superficial em determinadas épocas. Aplique uma capa com um a dois centímetros de húmus ou uma mistura de areia e matéria orgânica.

5. Prepare as estufas
As estufas frias devem ser preparadas com material de drenagem (pedaços de vasos ou gravilha grossa) e uma boa mistura por cima.

6. Faça emendas profundas
Se vai plantar junto a um muro, porque estes solos podem ser pedregosos e pobres, exigem emendas profundas. Faça os melhoramentos com matéria orgânica.

7. Umedeça o solo
Antes de juntar fertilizante, para não haver queimaduras, humedeça o solo. Regue depois, sobretudo se o adubo é sólido.

8. Se exceder a quantidade
Numa planta de interior, se se distrair e se exceder na quantidade de adubo que colocou na terra, lave o substrato para eliminar o sal. Coloque um vaso debaixo da torneira e deixe que a água penetre bem.

9. Aplique adubo especial

Certas espécies de plantas exigem a aplicação de fertilizante especial. Deve fazê-lo nas flores novas, nomeadamente azáleas, crisântemos, poinsetias, entre outras. Os adubos líquidos têm efeitos mais rápidos.

10. O adubo de cobertura
É muito importante se as plantas apresentam raquitismos, más formações ou amarelecimento. Faça este tipo de adubo até à próxima paragem vegetativa com produtos químicos e orgânicos.

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Echeveria setosa

Muitos dizem que os cactos e suculentas não precisam de nutrição, isso é um mito.
Elas precisam sim, mas com menor frequência pois podem armazenar pois mais tempo.

Como devemos adubar?
* Adubo orgânico
Adubos provenientes da decomposição de produtos da natureza: folhas, madeira, restos de alimentos vegetais, esterco de gado ou aves, papel, entre outros. não incluir produtos de origem animal (carnes), e seus derivados (leite, iogurtes, …), e temperos (principalmente o sal).
Estes adubos podem ser incorporados no substrato em uma proporção de 5% do volume total, e sempre depois da decomposição, pois os materiais orgânicos antes da decomposição são nocivos. Incluir mais 2 a 5% de calcário dolomítico para regular o PH. Também podem ser colocados na superfície do vaso e regado.

Você pode preparar o adubo orgânico em casa: utilize um recipiente grande com furo no fundo, pode ser um vaso, coloque areia no fundo, depois restos de vegetais, folhas, …, cubra com terra vegetal. Vá fazendo camadas produtos orgânicos e terra. Deixe a última camada como terra para evitar ratos e odores desagradáveis. Regue todo dia. Depois de 6 meses aproximadamente, o produto deverá apresentar-se como terra comprada. Agora é só misturar o calcário dolomítico e o substrato.

* Adubos minerais ou químicos
Adubos vendidos comercialmente como NPK (10-10-10; 4-14-8; entre outras formulações). Procure adubos completos, que incluam micronutrientes. Alguns adubos com micronutrientes disponíveis no mercado que indico: Linha Forth Jardim, Biofert, e Peters.

Dicas: Faça a diluição antes de aplicar, aplique em quantidades baixas (se for errar sempre erre por menos), aplique na sombra ou em dias nublados, e no inverno suspenda a adubação.

A diferença entre os dois é a velocidade na absorção. O ideal é utilizar ambos, pois um complementa o outro.

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húmus

Todos que gostam de jardinagem conhecem as matérias orgânicas que usam para plantar suas flores, plantas e demais vegetais. Uma das escolhas mais difundidas e saudáveis para a flora é o húmus de minhoca.

O húmus de minhoca é um fertilizante e substrato orgânico, rico em minerais essenciais à vida das plantas. É estável, com pH 7 (neutro) e, portanto, não mais sujeito a fermentações podendo, por essa razão, ser colocado diretamente sobre as raízes das plantas sem queimá-las.

Este fertilizante nada mais é do que o “esterco” dos anelídeos. O excremento delas contém os principais macronutrientes que uma planta precisa: o fósforo (P), que fortalece a planta, o potássio (K), que auxilia na fixação das raízes e o nitrogênio (N), essencial para o desenvolvimento global das plantas.

O bom húmus tem cheiro de terra úmida e pode ser encontrado nas boas casas agropecuárias do ramo. A quantidade que cada planta precisa é variável; aliada a um adubo para fortalecer a mistura, pode ir de 100 a 200 g no caso de vasos de samambaias, dois ou três quilos no caso de arbustos ou trepadeiras… o ideal é respeitar a determinação da embalagem (bons fornecedores de húmus de minhoca colocam as dicas e manejo nas embalagens).

Para quem quiser produzir este húmus e tiver disposição e um bom terreno livre, pode pensar em criar um minhocário. Os criadores preferem a minhoca vermelha da Califórnia (Lumbricus rubellus) pela facilidade de manejo e da baixa exigência de local de criação, caixas de madeira, valas, cercados. Basta que elas sejam alimentadas; as minhocas preferem esterco de vaca, mas pode-se usar restos de alimentos, folhas e grama secas, entre outros dejetos orgânicos. Antes de colocar tanto o esterco quanto os compostos orgânicos é necessário que se faça a compostagem.

O resultado da compostagem deve estar em temperatura ambiente para que seja despejado sobre as minhocas.

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Rynchostylis Gigantea Orange

Usando corretamente uma adubação, você pode ajudar e muito sua planta. Já uma adubação incorreta pode atrapalhar mais ainda. Para cada fase de sua vida, as plantas necessitam de maiores quantidades de determinados nutrientes, saber fornecer os nutrientes certos para essas fases vão fazer toda a diferença no cultivo de suas orquídeas.

Os adubos químicos são representados pelas letras NPK.
N-Nitrogênio
P-Fósforo
K-Potássio
Esses representam os macros nutrientes, eles são os mais consumidos pelas plantas.

Adubo Para Crescer
Maior quantidade de Nitrogênio estimula o crescimento da planta. Usar um adubo com mais nitrogênio favorece a brotação e o desenvolvimento vegetativo. O nitrogênio é indicado pela letra N, pela primeira letra da formula NPK. Para que um adubo tenha maior quantidade de nitrogênio o primeiro numera deve ser maior que os outros.
Ex: NPK 30-10-10
Um adubo que tem o primeiro numero maior que os outros é um adubo de crescimento, indicado para ser usado em mudas e plantas juvenis, também pode ser usado em plantas adultas quando elas estiverem em crescimento. Principalmente no inicio do período chuvoso.

Adubo para florir
Se o nitrogênio estimula o crescimento, o fósforo estimula a floração e as raízes. Um adubo rico em fósforo ajuda desenvolver maior quantidade de flores por haste floral, ajuda manter as flores por mais tempo e evita a desidratação da orquídea durante a floração.
O fósforo é representado pela letra P na formula NPK, para que um adubo seja de floração o segundo numero tem que ser maior do que os outros.
Ex: NPK 4-45-15
Você deve usar um adubo com quantidade maipr de fósforo dois meses antes da orquídea florir. Adube uma vez por semana.

Adubo para repouso
Durante o período de repouso das orquídeas que acontece principalmente no inverno, pode ser usado um adubo básico, ou seja, um que tenha o numero igual para cada elemento.
Ex: NPK 10-10-10
Muitos orquidófilos suspendem a adubação nesse período, ou, aumentam o intervalo entre as adubações.

O potássio serve como equilibrador.
O melhor é adubar uma vez por semana, e não a cada quinze dias, para isso, basta usar a metade da quantidade de adubo indicado para quinze dias.

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composto-orgânico
O uso do composto orgânico em jardins, vasos e canteiros, é bastante benéfico, pois melhora as condições físicas, químicas e biológicas do solo. Podemos até dizer que é o melhor condicionador de solos. Além de disso, o composto é um depósito seguro, que protege os nutrientes de outros fertilizantes, como estercos e restos vegetais. O composto promove a proteção desses nutrientes pelos microorganismos naturais do solo, como fungos e bactérias, que desta forma sequestram esses nutrientes em seus próprios organismos, evitando assim sua perda para o ar e para a lixiviação.

De forma complementar, os estercos de animais de produção, como cavalos, ruminantes, suínos ou aves, são ricos em nutrientes essenciais para as plantas, entre eles, os macronutrientes como o nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, enxofre e magnésio, e micronutrientes como o cobre, zinco, boro, manganês e outros.

Estes estercos jamais devem ser utilizados frescos diretamente pelas plantas, pois provocam queimaduras nas folhas e raízes finas. Como estão frescos, eles também carregam uma quantidade enorme de sementes de plantas daninhas, principalmente os estercos de animais que pastam. Antes de sua utilização eles devem curtidos ou compostados com outros materiais orgânicos, para que sejam aproveitados com segurança. Depois de prontos, estes materiais podem ser utilizados em canteiros de jardim, gramados, hortas, pomares, vasos e onde mais suas plantas precisarem.
Isso posto, poderemos então alternar o uso do composto com o uso de estercos para garantir uma perfeita nutrição às plantas.

Abaixo, seguem duas receitas para o aproveitamento máximo do composto e dos estercos, preservando ao máximo seus nutrientes.

Folhas frescas ou secas são excelente matéria prima para sua compostagem
Esterco compostado com outros materiais orgânicos:
- Colete uma boa quantidade de estercos. Para estas receitas procure usar estercos frescos. Nestes estercos grande parte do potássio e nitrogênio está contido na urina. Misture tudo com restos orgânicos secos, como folhas secas, capim, palha de arroz etc. Este material rico em carbono e seco irá absorver a urina.
- Adicione superfosfato simples ou gesso agrícola. A função destes elementos é diminuir a perda de nitrogênio durante o processo, alem de enriquecer o composto em fósforo, cálcio e magnésio. A proporção ideal não deve ultrapassar 3%.
- Verifique a umidade. Se estiver muito seco, adicione água, e cubra com plástico ou lona, para manter a umidade e evitar que seja lavado por chuvas fortes. A temperatura da pilha irá subir, indicando que o processo de compostagem está em pleno desenvolvimento.
-Revire a pilha quando a temperatura começar a baixar. Quando revirar, observe a umidade. Se for necessário volte a regar, sem nunca encharcar.
- Quando a pilha deixar de esquentar, mesmo após outra revirada, o composto está pronto para ser usado. Use-o o mais rápido possível, para que suas plantas possam beneficiar de seus nutrientes.

Esterco curtido:
- Faça uma pilha usando o esterco, que pode ser de ruminantes, cavalos, suínos, aves, ou uma mistura de diferentes tipos.
- Adicione superfosfato simples (até 3%) para evitar perda de nitrogênio.
- Faça a pilha e cubra com plástico ou lona.
Neste caso, a temperatura da pilha irá subir rapidamente. Com uma grande proliferação de microorganismos e consequentemente haverá perda e consumo de oxigênio. Por este motivo a pilha deverá ser revirada diariamente e sua altura não deverá ultrapassar 50 centímentros. A medida que o esterco for “amadurecendo” a temperatura interna diminuirá. Quando isto acontecer, a pilha poderá ser revirada e amontoada, de forma a ter uma nova altura igual a 1 metro. Quando a temperatura atingir e se manter em 40 graus, o esterco estará curtido, pronto para uso ou armazenamento em sacos plástico bem fechados.

Obs.: O uso de superfosfato simples ou gesso agrícola é dispensável. Sugeri estes elementos com a intenção de preservar ao máximo o nitrogênio. Ao utilizar esterco de aves, evite utilizá-lo puro na receita número 2, prefira a cama de aviário completa, que possui serragem em sua composição.

Dia-de-Chuva

Vandas
Como todos os seres vivos, as orquídeas também precisam se nutrir de forma equilibrada. Normalmente, as orquídeas retiram da natureza, todos os alimentos de que necessitam para se manterem saudáveis e proporcionando belas florações anuais. Quando as levamos para nossas casas, temos a obrigação de dar-lhes uma alimentação equilibrada, podendo ser tanto de origem orgânica como inorgânica.

Se a opção for a alimentação orgânica, o colecionador poderá utilizar basicamente uma mistura de farinha de osso, torta de mamona e cinzas de madeira na proporção de 50% – 40% -10%.

Os produtos podem ser adquiridos separadamente e misturados na proporção recomendada e utilizados da seguinte maneira:
Vasos grandes – uma colher de sopa rasa a cada seis meses, espalhando em torno da superfície do vaso e sempre distante das raízes novas para não queimá-las;
Vasos médios – metade da quantidade acima;
Vasos pequenos - uma colher de chá é mais do que suficiente para as necessidades nutricionais da planta.

Atualmente, já se encontra no mercado um produto orgânico chamado “Bokashi”, que contém cerca de 8 ou mais elementos em sua composição, proporcionando uma nutrição completa para as orquídeas. Recomenda-se uma colher de sopa rasa em cada vaso a cada três meses e tem uma vantagem adicional de não prejudicar as raízes mesmo se colocado em contato com as mesmas. Lembramos da necessidade de se irrigar os vasos de orquídeas logo após a aplicação da adubação orgânica para melhor absorção dos seus componentes.

Caso a pessoa opte pela adubação inorgânica, encontram-se facilmente muitos produtos à venda tanto nas casas comerciais especializadas como em supermercados, sites da Internet, etc. A forma de utilização normalmente vem descrita nos produtos e é recomendável a leitura cuidadosa a fim de não prejudicar as plantas por falta ou excesso de adubação.

Fatores como crescimento, floração, qualidade das flores, resistência ao ataque de pragas e doença, estão diretamente ligados com a correta aplicação da adubação.

Existem produtos que contêm não só os macroelementos.
NPK – Nitrogênio – responsável pela formação de proteínas e o crescimento vegetativo; Fósforo -relacionado com a floração e a frutificação; Potássio – responsável pela frutificação e coloração da flor.

Além desses, temos Magnésio, Enxofre e Cálcio, bem como microelementos, tais como Ferro, Cobre, Molibdênio, Manganês, Zinco e Boro. Para manutenção de suas plantas, pode-se utilizar um produto do tipo 7-7-7; 10-10-10; 14-14-14; 20-20-20.

Desejando-se adubar semanalmente, utiliza-se o 7-7-7; desejando-se adubar quinzenalmente, usa-se 10-10-10; adubando-se em prazo maior, utilizam-se as demais dosagens .

Se o colecionador deseja uma adubação de floração, deve empregar um adubo com teor maior de Fósforo como na dosagem 1:3:2, por exemplo, 7-9-5 ou 3-12-6.

Para melhorar a brotação, seria recomendável a utilização de adubos na proporção 3:1:1, a exemplo do 10-5-5 ou 30-10-10. Os cuidados que se devem tomar é evitar a adubação em excesso, pois isso pode prejudicar as orquídeas em lugar de beneficiá-las, trazendo danos irremediáveis e irreversíveis às orquídeas.

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Adubando

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A primavera é a estação ideal pra adubar vasos,canteiros e dar um renovada no jardim. Adubação sempre gera muitas dúvidas, pensando nisso, resolvi fazer esse post pra falar sobre o famoso adubo NPK, todo mundo fala…ah, coloca aí um NPK…alguma coisa pra adubar.

As letras significam N- Nitrogênio, P- Fósforo e K- Potássio, esses são os principais elementos demandados e absorvidos pelas plantas(chamados de macroelementos). Os números(aqueles 3 que acompanham as letras) representam a porcentagem do nutriente presente na formulação.

O NPK pode ser encontrado granulado ou líquido, o último é dissolvido na água das regas. Eu prefiro o líquido para usar em vasos já formados, é bem mais prático e difícil de errar, já o granulado eu uso em canteiros de áreas externas.

O nitrogênio atua no crescimento das plantas, na produção de clorofila, pigmento que dá cor verde ás plantas (ok, não vou entrar naqueles ciclos da época do colégio). Só dai já dá pra deduzir, uma folhagem, plantas ainda na fase jovem(de crescimento) precisa de mais N. Ele vai ajudar no crescimento de folhas, brotações, galhos, ou seja, dar uma força pra parte vegetativa da planta.

Então quando o vendedor falar NPK 30-10-10, você já sabe, é rico em nitrogênio, bom pra essas plantas que eu falei. Tem também o NPK 10-10-10, um fórmula equilibrada dos 3 nutrientes, pode ser usado também em plantas jovens,samambaias, e o NPK 20-20-20, que pode ser usado em folhagens grandes, árvores e palmeiras.

O fósforo estimula o florescimento,a frutificação, no crescimento de raízes, então plantas floríferas, frutíferas devem receber adubo rico em fósforo. O NPK 4-14-8, conhecido de 10 entre 10 pessoas que gostam de jardinagem.

O potássio atua no fortalecimento de raízes, que é por onde a planta absorve todos os nutrientes do solo, na absorção de líquidos, lembrem-se que os nutrientes estão na chamada solução do solo(água + nutrientes), com ele a melhoria da plantas é geral, elas ficam mais resistentes á pragas e doenças, e respondem melhor á floração e frutificação.

Na natureza tudo deve ser equilibrado, se você exagera num nutriente, a planta deixa de absorver outro, se intoxica e daí nada fará efeito, sua planta pode até morrer.

Tenha sempre muito cuidado ao usar adubos químicos, nunca exceda a quantidade e intervalos indicados pelo fabricante, uma superadubação pode matar rapidamente suas plantas. Use preferencialmente em plantas anuais, floríferas, plantas com deficiência nutricional comprovada, que nâo recebem adubação faz muito tempo e precisam de um upgrade rapidinho, em solos muito pobres.

Aplique sempre como solo úmido(ajuda a dissolver e distribuir melhor o adubo), regue logo em seguida, espalhe o adubo granulado em volta das plantas, nunca encoste no caule porque pode queimar.

Para adubar árvores, não espalhe o adubo próximo da árvore, faça um círculo com aproximadamente o diâmetro da copa e cave alguns buracos de uns 10-15 cm de profundidade pra por o adubo, feche e regue normalmente.
Esse círculo deve ser feito porque as raízes que vão absorver o adubo alcançam mais ou menos essa área.

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composto

A compostagem nada mais é do que a transformação da matéria orgânica bruta, num produto facilmente assimilável pelas plantas, através de um processo eficiente de decomposição executado por microorganismos. O composto orgânico dá a possibilidade de cultivar plantas saudáveis e fortes, sem ter que recorrer a fertilizantes químicos.

Para produzir seu próprio composto, você não necessita de uma grande área. O tamanho mínimo ideal para uma pilha de composto orgânico é de 1 metro cúbico. Se tiver menos do que isto, a pilha poderá não acumular calor suficiente, energia essencial para que o processo se desenvolva de maneira satisfatória. Para produzir seu próprio composto, você não necessita usar estercos.

Para ter manter uma horta orgânica ou jardim saudáveis você vai necessitar apenas de uma pequena quantia de composto orgânico. Seria impossível este cultivo sem o retorno da matéria orgânica ao solo. Quando o solo é coberto pelo composto, você esta colocando uma grande quantidade de matéria orgânica.

Este material vai estimular e desenvolver os microorganismos benéficos do solo, que irão lentamente liberar nutrientes para as plantas, dando a elas aquilo que necessitarem. Além disso, o composto também altera a estrutura do solo, deixando ele mais arejado, permeável e com boa capacidade de retenção de água. Assim, o ambiente físico para o crescimento das raízes também é favorecido pela adição do composto. Um solo argiloso e pesado fica mais permeável, assim como um solo arenoso torna-se mais capaz de reter água e nutrientes.

Folhas Secas são uma excelente fonte de carbono. Foto de Bruno Eduardo S. Martins
Todos os restos orgânicos, sejam eles vegetais, animais ou fúngicos, se decompõem, servindo para a compostagem. Uns mais lentamente e outros mais rapidamente. O equilíbrio na proporção entre estes tipos de materiais é fundamental. No entanto, alimentar os microorganismos decompositores é mais fácil do que você imagina. Os microorganismos necessitam, para sua manutenção e crescimento, de materiais ricos em energia, como os carboidratos, e em nitrogênio, como as proteínas. Os demais, como sais minerais e outros nutrientes, são um brinde.

Todo material verde, tenro e fresco é rico em proteínas, como por exemplo, a grama recém roçada, brotos, cascas de frutas, restos de comida. Da mesma forma, as tortas oleaginosas como a torta de mamona, de soja, de algodão, etc também são. No entanto, os materiais mais ricos em nitrogênio são os materiais de origem animal, como estercos, urina, farinha de sangue, de chifre e de ossos. Ainda assim, é perfeitamente possível equilibrar um composto sem produtos de origem animal, basta equacionar bem com os vegetais deste grupo.

Os materiais ricos em energia são geralmente, aqueles secos e fibrosos, eles nada mais são do que carboidratos complexos de origem vegetal e desta forma ricos em carbono, como as folhas secas, palhas, serragem, galhos, aparas, papel, etc.

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orquídeas

Uma boa adubação é fundamental para oferecer todos os nutrientes necessários ao desenvolvimento adequado da planta.

Todas as orquídeas precisam de “alimento” para crescer e florescer. O objetivo da adubação é justamente atender a essa necessidade. Orquídeas que não recebem adubações regulares, tendem ter folhas com tamanhos menores e com verde sem vida, não desenvolvem, quando florescem, suas flores são pequenas, às vezes mal-formadas, e a haste produz somente 2 a 4 flores. O que é muito pouco para uma orquídea adulta.

Você deve fazer uma adubação regular, ou seja, frequente, que ocorre em períodos determinados. No decorre deste Post vou explicar melhor o que você deve fazer.

As orquídeas, que são cultivadas no exterior da casa até sobrevive sem adubo, isso porque ela recebe do ambiente “poeira”, fezes de aves, mas só estes nutrientes não são o suficiente. Essa adubação natural só é eficaz quando a orquídea se encontra no seu habitat de origem, lá existe um ciclo de vida, uma quantidade de sedimentos, presença de animais que acabam nutrindo a planta.

Em geral, os substratos de orquídeas não possuem nenhum nutriente, eles servem apenas como suporte para o desenvolvimento da planta. Além de não possuírem nutrientes, muitos deles, também não conseguem reter os nutrientes fornecidos pelos adubos. Por isso, é necessário e muito importante de se fazer uma adubação regular.

Algumas coisinhas que você precisa saber:
- As plantas absorvem cerca de 90% dos nutrientes fornecidos pelos adubos através das raízes, principalmente pelas pontas novas (ficam verdes quando entram em contato com a água).

- A adubação pela folha não é a melhor opção, pois a capacidade de absorção é praticamente nula, e não é suficiente para suprir a necessidade da planta.

- Adubos chamados de foliares, apesar do nome, são indicados para aplicação nas raízes.

- Existem orquídeas que podem apresentar doenças se ficarem com as folhas molhadas, como o caso da Phalaenopsis, portanto, não aplique adubo nas folhas.

- Nunca aplique adubo sob o sol, opte pelo início da manhã e fim da tarde, pois adubo + sol é uma combinação terrível, queima as folhas  e as raízes. Antes, observe se a orquídea esta recebendo raios solares, somente aplique o adubo se estiver na sombra.

- Algumas orquídeas possuem uma espécie de cera nas folhas, esta proteção impede cerca de 90% da absorção de nutrientes pelas folhas.

- Acreditasse que a adubação das folhas, ao invés das raízes, quando tem algum sucesso, é porque o adubo escorre das folhas para as raízes e cai diretamente sobre elas ou no substrato. Sendo assim, seria desperdício de tempo e produto, aplicar adubo nas folhas.

Por tudo isso, podemos concluir que adubar diretamente as raízes, ou substrato, no caso de orquídeas plantadas em vasos, é a melhor forma de garantir os nutrientes necessários para a sua planta.

Tipos de adubos
Os adubos mais conhecidos para orquídeas são divididos em duas categorias:
- Químicos ou Hidrossolúveis
- Orgânicos.

Adubos e frequência de adubação
Químicos hidrossolúveis
Os adubos conhecidos como foliares (químicos ou hidrossolúveis) são aqueles para serem dissolvidos em água. Geralmente são vendidos em grãozinhos parecidos com sais de banho.

Devem ser aplicados em intervalos de 15 dias, ou no máximo uma vez ao mês. Se você tem a possibilidade de adubar de 15 em 15 dias, faça isso, sua planta ficará mais saudável. Aplicar uma vez no mês é melhor do que não aplicar adubo! Intervalos superiores, não são indicados, pois haverá deficiência de nutrientes.

Use este tipo de adubo sempre diluído em água, conforme a orientação do fabricante, pois é bastante concentrado e se usado direto, sem diluição, pode queimar a orquídea e até levá-la à morte.

Atenção!
Para adubação de 15 em 15 dias é importante seguir esta recomendação.

A rega seguinte a adubação deverá ser bem abundante. Ou seja, quando você adubar, anote para que na rega seguinte, que pode variar o intervalo conforme o substrato, você deverá regar de forma abundante a planta para retirar os vestígios da adubação. Deixe a água escorrer bem para lavar todo o substrato. Depois desta rega abundante, as demais, deverão ser normais, até que o intervalo de 15 dias acabe e você volte a adubá-la.

A adubação em todas as regas, ou seja, adubar sempre que regar a planta, também é uma opção!
Use adubos foliares, mas nesse caso, para não intoxicar a planta, aconselha-se diluir em uma quantidade 7 vezes maior de água. Ou seja, se o rótulo do adubo indica uma colher de café para 1 litro de água, para adubação em todas as regas, você deverá diluir a mesma quantidade em 7 litros de água. Desta forma você poderá adubar sempre que molhar a planta. Optando por isso, dispense a água e use somente a mistura da água com adubo bem diluído (proporção 1 x 7).

Neste caso, não é necessário regar abundantemente, como no caso da adubação quinzenal.

Esse tipo de adubo também é vendido pronto para uso. São vidros que já contém o adubo diluído, mas tanto este quanto o granulado tem a mesma eficácia. A única diferença é o preço, pois os granulados, possuem um valor menor, já que são vendidos por quilo.

Adubo orgânico
O adubo orgânico é aquele cujo rótulo descreve que você deverá colocar uma colher diretamente no substrato. Sua aparência é similar a um farelo.

O intervalo da adubação orgânica é maior do que dos químicos, pois o adubo entra em contato com a água da rega e vai se decompondo gradativamente e liberando os nutrientes. Em geral, são recomendados intervalos de 4 meses entre uma adubação e outra.

Este deve ser manuseado com mais cuidado, pois podem queimar as raízes da orquídea. O ideal é colocar na borda do vaso oposta a sua planta. Se você posicionar o adubo próximo a orquídea, provavelmente irá prejudicá-la. Observe sempre o rótulo do adubo antes de aplicá-lo, existe variação entre fabricantes. Os adubos possuem vários nutrientes. Eles são conhecidos como macronutrientes e micronutrientes.

Os macronutrientes são NPK: Nitrogênio(N), Fósforo(P) e Potássio(K). Esses são os nutrientes que as orquídeas necessitam em maior quantidade.

Curiosidade: No rótulo do adubo aparecem 3 números, por exemplo, 30-10-10, isso significa que o adubo contém 30 de Nitrogênio, 10 de Fósforo e 10 de Potássio.

Os micronutrientes são zinco, cobre, colbalto, magnésio e outros. Eles são aproveitados em menor proporção pela planta, apesar disso, são indispensáveis.

Adubo NPK 10-10-10 ou 20-20-20 – É usado para manutenção.

Adubo NPK 30-10-10 – É usado para crescimento

Adubo NPK 10-30-20 – É usado para a floração

Adubo 08-45-14 – É usado para floração e enraizamento

Na dúvida de qual usar, você pode escolher pelos de formulação igual, como o 10-10-10 ou o 20-20-20, eles são para a manutenção, então ajudam na floração e no crescimento.

Os adubos orgânicos são obtidos a partir de resíduos vegetais ou animais, mas as plantas não conseguem absorvê-los imediatamente. Ele precisa se decompor para liberar os nutrientes e fazer efeito. Isso pode demorar dias ou até meses, dependendo do adubo. Diferente dos químicos hidrossolúveis, que a absorção é imediata.

Combinando adubos químicos e orgânicos
Você pode combinar os dois adubos, mas para isso, o intervalo do adubo orgânico deve passar para 6 meses, ao invés de 4 meses. O químico pode continuar sendo aplicado de 15 em 15 dias ou a cada rega (em proporção 1 x 7 – veja acima).

Conheço vários orquidófilos que fazem esta combinação e conseguem bons resultados.

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