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Posts para categoria ‘Pragas e Doenças’

Doenças

a) Antracnose: provoca o aparecimento de várias manchas brancas com anéis vermelho-escuros com o tempo. As manchas tornam-se amarronzadas. Das manchas, formam-se buracos e as folhas caem. O controle químico é feito com pulverizações à base de enxofre. Durante o período de crescimento, pulveriza-se semanalmente com Maneb ou zineb.

b) Cancro: os fungos penetram pelos cortes da poda, nó de articulação do enxerto ou ferimentos causados por ferramentas. Aparecem manchas marrons grandes que circulam os caules, atingindo as folhas. O controle é feito com pulverizações à base de enxofre.

c) Tombamento: aparecem quando se tem excesso de umidade e temperatura baixa. Causam o apodrecimento da haste junto ao solo. O controle deve ser preventivo com a desinfecção do solo.

d) Ferrugem: formam manchas pulverulentas nas partes inferiores das folhas que depois murcham e caem, e nos caules. As manchas podem ser alaranjadas, amarelas ou marrom-avermelhadas. O controle é feito com pulverizações de enxofre, Zineb ou Maneb.

e) Míldio pulverulento: o ataque é feito nas partes novas da planta, formando manchas marrons cobertas por um pó branco ou cinza. As folhas enrolam e secam. O controle deve ser químico, à base de enxofre.

inseto4

gorgulho (Small)
Variedades
Existem mais de 500 variedades, incluindo o gorgulho das cenouras, das nozes, da flor de macieira, das ervilhas e dos feijões.

Como combater esta praga
Pode utilizar DDT para eliminar insetos. Trata-se de inseticida barato e altamente eficiente a curto prazo. Mas, deste modo, poderá também matar as vespas parasitas que atacam os gorgulhos. Se não quiser aplicar um pesticida, coloque serapilheiras* dobradas ou papel amassado perto das plantas atacadas — os gorgulhos esconder-se-ão aí durante o dia. Pode então destruí-los sacudindo as serapilheiras para dentro de água com sabão ou de uma solução de desinfetante ou queime tudo.

Estragos
Os gorgulhos são insetos pequenos que se alimentam durante a noite, com cabeças compridas parecidas com trombas, os gorgulhos podem estragar os jardins e as plantas de interior, comendo folhas, botões e rebentos, bem como o sistema radicular de qualquer planta. Os danos também estão associados a madeiras úmidas e em decomposição, sobretudo madeiras infestadas por podridão. As infestações podem alastrar a madeiras saudáveis existentes nas proximidades.

Ciclo de vida
Os ovos são depositados somente pela fêmea, em espaços e buracos vazios. São brilhantes, brancos, flexíveis, achatados. Precisam de pelo menos duas semanas para eclodirem. As larvas fazem túneis na madeira durante seis meses a um ano. Os gorgulhos adultos surgem no Verão, deixando orifícios de saída. Os adultos podem viver mais de um ano.

Aspecto
Os gorgulhos adultos podem medir 2,5 a 5 mm de comprimento. Apresentam uma cor castanha-avermelhada, chegando por vezes a ser pretos. Têm focinho alongado, corpo cilíndrico e patas curtas. As larvas são castanho-claras, em forma de C, enrugadas e sem patas.

*  Serapilheira, ou sarrapilheira consiste de restos de vegetação como: folhas, caules e cascas de frutas em diferentes estágios de decomposição, bem como de animais, que forma uma camada ou cobertura sobre o solo  de uma floresta. Esta camada é a principal fonte de nutrientes para ciclagem em ecossistemas florestais e agroflorestais tropicais.

tatuzinho

Nome comum: Tatuzinho
Nome científico: Ligia oceânica

O tatuzinho de jardim é um dos animais mais comuns quando o assunto é pragas. Ele não é uma praga em si, mas acaba comendo as folhas das plantas e deixando alguns buraquinhos nestas.
É um pequeno animalzinho, preto ou marrom, que geralmente pode se enrolar em forma de bola, por isso também é conhecido como tatu-bola.
É encontrado em todo o mundo. Nas regiões de clima temperado, a reprodução ocorre em abril e junho.Vivem sob pedras e matéria orgânica, tais como galhos e folhas. Alimentam-se de matéria orgânica em decomposição.
Estes animais causam danos às raízes e às folhas das plantas, entretanto são muito eficientes como decompositores. São comumente encontrados em jardins cujo solo apresenta grande umidade.
Aprenda a reconhecer e a eliminar esses bichinhos no seu jardim.

Veja como eliminar esse ser indesejável do seu jardim:

. Antes de fazer qualquer tipo de tratamento, limpe a planta. Use um pano molhado ou raspe a área atacada com o cabo de uma colher, com muito cuidado para não afetar as plantas;

. O álcool é um antídoto poderoso.
Para eliminar os tatuzinhos sem prejudicar as plantas, borrife no jardim uma solução com 5% de álcool.
Repita a aplicação, no mínimo, três vezes, com intervalos de quatro dias;

. Outra forma de erradicar os tatuzinhos instantaneamente é diluir uma colher de detergente em um litro de água e borrifar tudo com o produto: folhas, ramos, tronco e até a terra;

. Uma receita caseira que também dá bons resultados consiste em colocar quatro cigarros em um litro de água e deixar por cinco dias.
Com o produto obtido, pulverize a planta três vezes, com intervalos de cinco dias. Assim, você conseguirá eliminar os tatuzinhos por completo.

Depois de eliminar os bichinhos, com água e sabão retire as carapaças que ficaram grudadas nas plantas.
O sabão tem que ser neutro. Molhe um pano na mistura e passe sobre a superfície. Você vai ver como eles se soltam com facilidade.
Se o ataque for muito forte, depois de limpar a planta faça um tratamento com inseticida para matar o resto da população e dos ovos.
Este tratamento deverá ser repetido três vezes, com um intervalo de oito dias.

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Os afídeos, também chamados piolhos das plantas, são pequenos insetos de cor verde, cinzenta, preta ou castanha que sugam a seiva da planta, causando amarelecimento, folhas retorcidas e crescimento lento. Também segregam uma substância pegajosa na qual se pode desenvolver um bolor negro que também prejudica a planta.

Tratamento
Pulverizar a planta com uma mistura de 1 litro de água, 2 a 3 colheres de lascas de sabão neutro (ex: sabão azul e branco) e duas de álcool de farmácia.
Se o ataque for forte juntar à mistura anterior o líquido resultante da maceração na água de 2 a 3 pontas de cigarro durante umas horas.
Este composto é muito tóxico e deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Quem preferir pode recorrer a um inseticida em aerossol ou, em casos graves, a um inseticida sistêmico.

Dificilmente visível a olho nu este sugador de seiva pode ser detectado pelas finas teias sedosas que tece na face inferior e em volta das bainhas das folhas. Desenvolve-se em ambientes quentes e secos como o do interior das habitações. As plantas infestadas apresentam interrupção do crescimento, manchas nas folhas e a queda das mesmas.

Tratamento
Pulverizar com uma mistura composta por uma colher de sopa de enxofre de drogaria dissolvida num litro de água.
Em alternativa pode ser aplicado um inseticida em aerossol nas duas faces das folhas.

inseto

Este é um guia para ajudar a identificar a causa de problemas com as plantas e tentar resolvê-los para que restabelecer a saúde e beleza.

Pontas das folhas marrons:
- umidade atmosférica muito baixa;
- excesso de fertilizante;
- substrato não está retendo água suficiente;
- excesso de flúor ou cloro na água da rega.

Folhas amareladas:
- falta de fertilizante;
- excesso de regas;
- correntes de ar quente;
- correntes de ar frio;
- folhas velhas.

Folhas caindo:
- umidade atmosférica muito baixa;
- excesso de água;
- falta de água;
- planta está se adaptando ao novo ambiente.

Folhas nascem pequenas:
- baixa luminosidade;
- alta luminosidade;
- falta de fertilizante.

Folhas com áreas mortas:
- provocadas por pingos de água fria;
- provocadas por queimaduras do sol.

Folhas com hastes longas:
- baixa luminosidade;
- excesso de nitrogênio fertilizante.

A planta não cresce:
- local muito frio;
- baixa luminosidade;
- vaso pequeno;
- podas erradas;
- falta de fertilizante.

Os botões caem:
- correntes de ar quente;
- correntes de ar frio;
- umidade atmosférica insuficiente;
- ambiente muito aquecido;
- substrato ruim, não está retendo fertilizante nem água;
- planta constantemente mudada de local;

Não produz flores:
- baixa luminosidade;
- podas erradas;
- regas em excesso;
- falta de fertilizante.

Murcha frequentemente:
- vaso pequeno;
- ambiente muito quente;
- umidade atmosférica insuficiente.

inseto

-plantas-doentes

Se apesar dos seus esforços e cuidados uma das suas plantas sucumbir a pragas ou doenças, o melhor a fazer é afastá-la das outras, para que não sejam contaminadas.

Não a deixe numa pilha de lenha para queimar mais tarde nem a utilize para fazer composto.

O mais certo é ela acabar por contaminar outras. Desfaça-se dela, por mais que lhe custe.

lesma

Uma das pragas que aparecem com frequência por esta altura do ano são as lesmas. Adoram ambientes úmidos, e com as primeiras chuvas, estão nas melhores condições para proliferar nos nossos jardins. Devoram folhas, especialmente de hortas, e os sinais, para quem não os conhece, são os muito característicos buracos nas mesmas.

Existem formas de as combater com químicos, e isso fica ao critério de cada jardineiro, embora mais e mais pessoas procuram por soluções biológicas/orgânicas. Sendo assim, a única forma de o fazer é a coleta manual das lesmas – o que soa tortuoso e pouco eficiente – mas na verdade, e com um pouco de ajuda e alguns truques, torna-se mais fácil e a longo prazo melhor para o ambiente.

As lesmas são atraídas por várias substâncias, nomeadamente a cerveja, o leite e o melaço. Há vários modos de os utilizar: pode colocar um pequeno recipiente com cerveja ao anoitecer em vários pontos e preferencialmente nas extremidades do jardim. Lembre-se que as lesmas preferem os lugares mais úmidos! Na manhã seguinte recolha os recipientes, deitando fora o seu conteúdo num local que não interfira com mais nenhuma área verde. Outra forma seria embeber estopa com uma solução de água e leite ou cerveja, ou ainda cerveja e melaço, deixá-la entendida no chão, por exemplo por cima de um relvado. Na manhã seguinte, deve virar a estopa e verá que as lesmas se reuniram por baixo da mesma – recolha-as da mesma forma.

Algumas informações importantes sobre as lesmas e o seu ciclo de vida

- Lesmas adultas – têm 2 a 10 cm de comprimento, dependendo da espécie.
- Podem ser castanhas, cinzentas claras ou pretas
- Vivem até dois anos.
- Chegam a depositar ovos seis vezes por ano, até 30 ovos de cada vez.
- Nas condições certas, os ovos eclodem em poucas semanas,
mas podem hibernar até que a umidade seja suficiente.
- Alimentam-se à noite, e para se protegerem do sol e de possíveis predadores, escondem-se durante o dia.
- Normalmente escondem-se debaixo de folhas, tábuas, buracos no chão, etc.

Doenças

* Antracnose: provoca o aparecimento de várias manchas brancas com anéis vermelho-escuros com o tempo. As manchas tornam-se amarronzadas. Das manchas, formam-se buracos e as folhas caem. O controle químico é feito com pulverizações à base de enxofre. Durante o período de crescimento, pulveriza-se semanalmente com Maneb ou zineb.

* Cancro: os fungos penetram pelos cortes da poda, nó de articulação do enxerto ou ferimentos causados por ferramentas. Aparecem manchas marrons grandes que circulam os caules, atingindo as folhas. O controle é feito com pulverizações à base de enxofre.

* Tombamento: aparecem quando se tem excesso de umidade e temperatura baixa. Causam o apodrecimento da haste junto ao solo. O controle deve ser preventivo com a desinfecção do solo.

* Ferrugem: formam manchas pulverulentas nas partes inferiores das folhas que depois murcham e caem, e nos caules. As manchas podem ser alaranjadas, amarelas ou marrom-avermelhadas. O controle é feito com pulverizações de enxofre, Zineb ou Maneb.

* Míldio pulverulento: o ataque é feito nas partes novas da planta, formando manchas marrons cobertas por um pó branco ou cinza. As folhas enrolam e secam. O controle deve ser químico, à base de enxofre.

formiga
Após trabalhar com métodos que previnem a infestação a um nível mais elevado, ou seja, o aumento do número de formigueiros, muitas vezes há a necessidade de se partir para o Controle das Colônias. Com os seguintes métodos.

a) Métodos físicos: é uma ação direta sobre o formigueiro. Abrir o formigueiro (buraco), retirar o fungo e as crias (ovos), matar a rainha, ir matando as operárias, tentando prejudicar o máximo possível. O local, por conter nutrientes como Fósforo, Potássio, Cálcio e Magnésio pode servir depois para plantar uma muda.

* Fogo: controla bem formigueiros pequenos, mas sempre tomando cuidado para não provocar incêndios.

* Água quente: funciona para formigueiros pequenos.

* Água corrente: é muito usada para controlar formigueiros grandes.Há necessidade de fazer um canal desviando água para o formigueiro quando possuímos água corrente próxima ou usar uma mangueira, deixando entrar água até encharcar. O formigueiro morrerá afogado ou doente.

* Fumaça de escapamento (gás carbônico): dirigir o escapamento de motores a óleo para as bocas principais (olheiros de entrada), através de mangueiras por alguns minutos. Isto pode provocar morte por asfixia ou intoxicação. Deve-se procurar tapar os olheiros por onde começa a sair s fumaça e parar de colocá-la quando ela retornar pelo buraco por onde a colocamos. A fumaça é tóxica ao homem.

* Caça à rainha: se consegue controle de 100% quando se mata formigueiros com 4 meses após a revoada.

b) Métodos químicos caseiros: usar água com sal, vinagre, creolina, óleo queimado, querosene e gasolina. Podem controlar formigueiros médios. Porém não usar em áreas de plantio, pois podem poluir o solo. Estes produtos devem ser usados com cuidado, pois também causam poluição e intoxicam as pessoas se não forem bem utilizados.

As seguintes receitas são mais eficientes:

* Pegar 2 kg de cal virgem, desmanchar em 10 litros de água quente e aplicar diretamente sobre os olheiros principais das formigas.

* Misturar 500 g de Bórax (ácido bórico) a 500 g de açúcar, misturar bem e jogar sobre os carreiros e olheiros.

c) Métodos Biológicos: quando através do uso de microorganismos se controla a produção dos fungos com os quais as formigas se alimentam. A seguir um exemplo:

Formicida Natural
Ingredientes: 50 litros de água – 10 kg de esterco fresco – 1 kg de melado ou açúcar mascavo.
Modo de preparar: misturar bem todos os produtos, depois deixar fermentar durante uma semana.
Modo de usar: coar com um pano e aplicar dentro do formigueiro na proporção 1:10, ou seja, 1 litro de produto para cada 10 litros de água, até inundar o formigueiro.

Obs: a respeito do controle biológico ver também a utilização de Boveril e Metarril. Existem também já disponíveis fatores homeopáticos para controle de formigas.

d) restos de formigueiros: quando abrimos um formigueiro podemos retirar o fungo e crias que podem ser moídos com milho, depois utilizados como isca prejudicial para outros formigueiros.

e) plantas tóxicas: algumas plantas têm substâncias tóxicas para as formigas ou seu fungo

* Mandioca brava: a água de mandioca e a raspa podem ser aplicados diretamente nos formigueiros, controlando-os em poucos dias.Tampar e socar as colônias após a aplicação.

* Gergelim preto: é muito procuradas pelas cortadeiras, principalmente suas sementes que as formigas carregam. Funciona porque é tóxico para o fungo, mas não de modo imediato, assim como a maioria dos controles alternativos. O mais usado é o gergelim preto que é plantado em moitas ao redor das áreas ou dentro de áreas atacadas ou que devem ser protegidas. Este método deve ser usado como complemento dos outros. Semeadura deve ser feita no verão.

* Angico: usar 1 kg de folhas e colocar de molho em 10 litros de água por 8 dias. Aplicar 1 litro desta solução para cada m² de área do formigueiro.

* Outras plantas como: capim fedegoso, pessegueiro bravo, mamona, timbó, batata-doce, podem ser utilizadas com inseticida amassando-se as mesmas e fazendo um suco que, misturado à água é aplicado. Mas ainda está sendo testado para ver qual é a melhor idade da planta a ser usada, quais as formigas controlam, enfim, precisam ser usados em pequenas áreas para ver se funcionam.

f) animais: tamanduás, tatus, galinhas da angola e comuns, passarinhos, consomem muitas formigas.

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