Subscribe to PlantaSonya Subscribe to PlantaSonya's comments




Posts para categoria ‘Pragas e Doenças’

lantana camara

Suas flores são polinizadas por beija-flores, borboletas, abelhas, coleópteros e tripes. Sobre arbustos de lantana florida são vistas numerosas borboletas que competem com os beija-flores pelo néctar e pólen. Os beija-flores espantam as borboletas das flores de lantana. Todavia esses pássaros não costumam visitar as lantanas, quando no jardim existem helicônias, strelitzias e camarão cujas flores provavelmente produzem néctar de melhor qualidade ou em volume mais apropriado para suprir as necessidades dos beija-flores.

Existem ácaros que habitam as cavidades nasais de beija-flores e quando esses pássaros visitam as flores de lantana, esses ácaros desembarcam nelas. Borboletas, abelhas, coleópteros e moscas brancas também transportam os ácaros em seus corpos. Esse tipo de transporte de artrópodos nos corpos de outros artrópodos é denominado foresia, havendo assim o organismo forético e o hospedeiro forético. Ácaros foréticos pertencem às ordens Mesostigmata e Astigmata. Os Mesostigmatas se alimentam de pólen e néctar das flores de lantana e se desenvolvem e se reproduzem no interior dessas partes vegetais.

Em estado selvagem a Lantana câmara é planta invasora de pastagens, culturas de palmeiras, coco, café e algodão. Suas folhas e sementes são tóxicas para o gado, que quando ingerem a planta apresentam distúrbios gastrintestinais e fotossensibilização. Essa planta vem sendo objeto de controle biológico e controle químico.

Entre os agentes de controle biológico já foram testadas 36 espécies de insetos entre eles lepidópteros desfolhadores, hemípteros, coleópteros e dípteros, bem como 5 espécies de fungos causadores de doenças fitopatogênicas.

O controle biológico nem sempre tem surtido bons resultados, devido à heterogeneidade genética das lantanas selvagens bem como devido a condições ambientais desfavoráveis ao desenvolvimento dos agentes biocontroladores nas regiões onde crescem as lantanas selvagens.

tulipas1

plantas

Qualquer ser vivo só sobrevive se houver alimento adequado disponível para ele. Em outras palavras, a planta ou parte da planta cultivada só será atacada por insetos, ácaros, nematóides, fungos e bactérias quando houver na seiva, exatamente o alimento que eles precisam.

Este alimento é constituído, principalmente, por aminoácidos, açucares redutores, esteróis, vitaminas e outras substâncias simples livres e solúveis, pois os insetos e fungos possuem poucas enzimas e estas apenas conseguem digerir substâncias simples presentes na seiva da planta.

Os teores e principalmente a proporção destas substâncias relacionados com os teores de nutrientes minerais na seiva são determinantes na maior ou menor susceptibilidade das plantas aos parasitas.

E, para que a planta tenha uma quantidade maior de aminoácidos (substâncias simples), basta tratá-la de maneira errada: adubações desequilibradas, aplicações de agrotóxicos, estresses, podas etc.

Portanto, um vegetal bem alimentado e manejado considerando todas as suas necessidades e equilíbrios, dificilmente será atacado por “pragas e “doenças”. As ditas pragas e doenças, morrem de fome numa planta equilibrada.

Podemos trocar o nome de pragas e doenças para indicadores de mau manejo. Insetos, ácaros, nematóides, fungos, bactérias e vírus são a conseqüência e não a causa do problema.

flor azul

cochonilha

A cultura popular brasileira é rica em dicas para o controle ou repelência de pragas de plantas, da casa do homem e de seus produtos. A maior parte das pragas ataca geralmente na primavera, período de fertilidade e de grande atividade na natureza. Elas causam vários estragos nas plantas, além de favorecer o surgimento de doenças, principalmente fúngicas. As pragas geralmente se tornam um problema mais sério quando há um desequilíbrio ecológico no sistema onde a planta está inserida. Outras situações que podem favorecer o seu surgimento são desequilíbrios térmicos, excesso ou escassez de água e insolação inadequada.

Principais pragas e algumas dicas naturais de controle

Pulgões
Os pulgões podem ser pretos, marrons, cinzas e até verdes. Alojam-se nas folhas mais tenras, brotos e caules, sugando a seiva e deixando as folhas amareladas e enrugadas. Em grande quantidade podem debilitar demasiadamente a planta e até transmitir doenças perigosas. Podem aparecer em qualquer época do ano, mas os períodos mais propícios são a primavera, o verão e o início do outono. Precisam ser controlados logo que notados, pois se multiplicam com rapidez.

Dica - As joaninhas são predadoras naturais dos pulgões. Um chumaço de algodão embebido em uma mistura de água e álcool em partes iguais ajuda a retirar os pulgões das folhas e isso pode ser feito semanalmente; aplicações de calda de fumo ou macerado de urtiga também são indicadas.

Cochonilhas
As cochonilhas são insetos minúsculos, geralmente marrons ou amarelos, que alojam-se principalmente na parte inferior das folhas e nas fendas. Além de sugar a seiva da planta, as cochonilhas liberam uma substância pegajosa que facilita o ataque de fungos, em especial, o fungo fuliginoso.

Nota-se sua presença quando as folhas apresentam uma crosta com consistência de cera. Algumas cochonilhas apresentam uma espécie de carapaça dura, que impede a ação de inseticidas em spray. Neste caso, produtos à base de óleo costumam dar melhores resultados, pois formam uma capa sobre a carapaça, impedindo a respiração do inseto. A calda de fumo costuma dar bons resultados também.

Dica - as joaninhas também são suas predadoras naturais, além de certos tipos de vespas; calda de fumo e a emulsão de óleo são os métodos naturais mais eficientes para combatê-las; deve-se evitar o controle químico mas, quando necessário em casos extremos, normalmente são usados óleo mineral e inseticida organofosforado.

Moscas Brancas
São insetos pequenos e, como diz o nome, de coloração branca. Não é difícil notar sua presença ao esbarrar numa planta infestada por moscas brancas, é possível ver uma pequena revoada de minúsculos insetos brancos. Costumam localizar-se na parte inferior das folhas, onde liberam um líquido pegajoso que deixa a folhagem viscosa e favorece o ataque de fungos. Alimentam-se da seiva da planta. As larvas deste inseto, praticamente imperceptíveis, também se alojam na parte inferior das folhas e, em pouco tempo, causam grande infestação.

Dica - é difícil eliminá-las, por isso muitas vezes é preciso aplicar inseticidas específicos para plantas. Quando o ataque é pequeno, o uso de plantas repelentes como tagetes ou cravo-de-defunto (Tagetes sp), hortelã (Mentha sp), calêndula (Calendula officinalis), arruda (Ruta graveolens) costumam dar bons resultados.

Lesmas e caracóis
Normalmente atacam à noite, furando e devorando folhas, caules e botões florais, mas também podem atingir as raízes subterrâneas.

Dica – besouros e passarinhos são seus predadores naturais. Uma boa forma de eliminá-los é usar armadilhas, feitas com isca de cerveja para atraí-los. Faça assim: tire a tampa de uma lata de azeite e enterre-a deixando a abertura no nível do solo. Coloque dentro um pouco de cerveja misturada com sal. As lesmas e os caracóis caem na lata atraídas pela cerveja e morrem desidratados pelo sal. Veja mais »

cochonilhas
Não é de se estranhar que as plantas ornamentais sejam sensíveis. Isso reside no fato de, na maioria dos casos, se tratarem de plantas oriundas de regiões com climas completamente diferentes; além do mais, são obrigadas a viver em espaços adequados e confortáveis para os seres humanos e não para elas. Para além, disso o espaço para as suas raízes é bastante limitado.

Apesar de gerações de cultivadores se terem esforçado no sentido desacostumar as plantas da  sua sensibilidade de adaptação e da sua predisposição para doenças, elas permanecem seres sensíveis que, devido ao desleixo, aos cuidados errados, a influências ambientais prejudiciais reagem frequentemente de forma sensível, acabando por definhar, adoecer e, por fim, morrer.

A maioria dos problemas das plantas ornamentais está relacionada com locais ou tratamento errados,bem como com micoses e ataques de pragas animais. De fato, os vegetais saudáveis e resistentes raramente ficam doentes; as pacientes são quase sempre plantas ornamentais fracas ou já doentes no momento da aquisição. As doenças e as pragas das plantas ornamentais refletem, portanto, reações a condições adversas.

# um local errado com luz excessiva ou escassa para a planta;

# temperaturas demasiado elevadas ou demasiado baixas;

# rega demasiado escassa ou demasiado frequente, eventualmente com água demasiado fria;

# falta de umidade do ar para vegetais especiais, principalmente no inverno, em divisões com aquecimento central;

# correntes de ar ou pouco ar fresco;

# um substrato errado ou inacessível;

# mudança de vaso descuidada;

# redução da temperatura de forma descuidada no período de repouso.

Antes de recorrer aos químicos para combater micoses ou insetos nocivos, devem tentar-se todas as outras possibilidades: mudar as plantas de local e colocá-las numa área com luminosidade e temperatura mais adequadas, alterar os hábitos de rega, mudar eventualmente o substrato, combater as pragas de forma mecânica; em alguns casos, também se colocam em questão métodos biológicos para as plantas ornamentais. Veja mais »

doenças-em-plantas

Para situações de emergência, saiba quais as principais doenças que podem afetar as plantas do seu jardim e a melhor forma de as curar.

As causas

Fungos
Estima-se que 70% das principais doenças das plantas são causadas por fungos – organismos microscópicos que produzem enormes quantidades de esporos e são rapidamente propagados graças ao vento, água, insetos e animais. Uma planta infectada pode libertar até 100 milhões de esporos na medida em que rapidamente degrade as células das plantas, produzindo, em simultâneo, toxinas que interferem no funcionamento pleno do seu organismo. Os fungos são ainda difíceis de eliminar porque podem manter-se dormentes no solo, em restos de plantas que se encontram em decomposição ou numa planta saudável, à espera das condições climatéricas perfeitas para voltarem a contaminar.

Vírus
Ainda menores que as bactérias, os vírus apenas conseguem reproduzir-se a partir das células da própria planta. Infiltram-se nas plantas a partir das folhas ou do pé, normalmente por zonas já feridas por insetos, mas precisam de um meio de transporte, que pode ser um inseto, o pólen ou algumas sementes infectadas. Uma vez infiltrado, o(s) vírus movimenta-se através dos vasos vasculares, provocando doenças que contaminam o organismo da planta.

Bactérias
As doenças provocadas em plantas por bactérias são as menos freqüentes, por uma simples razão – para crescerem e se multiplicarem as bactérias necessitam de água e de calor. Assim sendo, estão mais dependentes de climas quentes e úmidos para contaminarem as plantas. Transportadas pela água, insetos ou animais, as bactérias infiltram-se através de uma flor ou um corte numa folha ou no pé, podendo causar desde danos puramente superficiais, à murchidão ou mesmo a sua morte.

Deficiências Nutritivas
Por vezes, a doença de uma planta não se deve às bactérias, aos fungos e aos vírus, mas sim a uma alimentação pobre. Se apresentar folhas pálidas ou vasos vasculares amarelados, pode ser um sinal que está a sofrer de deficiências nutritivas. Neste caso, o remédio é um bom fertilizante, adequado à planta em questão.

Os sintomas
Uma planta doente apresenta várias alterações do nível do seu metabolismo, da cor, dos diferentes órgãos e anatomia, para além de poder passar a produzir substâncias anormais.

Alguns sinais de alerta são: míldio (um pó branco); bolores cinzentos ou pretos; bolhas cor de ferrugem; uma massa ou crescimento pretos; pintas pretas; leveduras e o aparecimento de cogumelos, entre outros.

As curas
Para evitar o uso de pesticidas, por se tratar de um produto químico extremamente potente que infelizmente ao fazer bem a planta polui o ambiente, o melhor é estudar todas as outras opções possíveis. Aqui vai uma ajuda:

Por vezes, basta remover as flores, os rebentos, as folhas e/ou os pés infectados para eliminar o problema. Não aproveite esses restos para compostagem, desfaça-se deles imediatamente:

A prevenção é fundamental para um jardim saudável. Comece com um solo de qualidade, que deve ser limoso e enriquecido com fertilizante e técnicas de compostagem;

Mantenha o seu jardim livre de ervas daninhas e de detritos de plantas, que são elementos propícios para o desenvolvimento de todo o tipo de doenças;

As doenças são muitas vezes transmitidas de planta em planta devido aos utensílios de jardim mal lavados. Assegure que todas as suas ferramentas estejam devidamente desinfetadas (especialmente quando utilizadas para cortar ou eliminar folhas e outras partes doentes), bastando para isso uma mistura de água e lixívia;

É igualmente importante permitir uma boa circulação de ar entre todas as plantas. Além de secarem mais rápido, as brisas podem facilmente levar as doenças para longe antes de estas terem tempo de se “agarrarem” a uma planta;

Se perceber que, ano após ano, os mesmos sintomas e doenças continuam a devastar o seu jardim, seria melhor começar a pensar em introduzir novas variedades de plantas e flores;

Quando comprar novas plantas, inspecione-as muito bem antes de as levar para casa ou opte pelas variedades que se autoproclamam e que são, de fato, plantas resistentes às doenças;

Em último recurso, recorra ao pesticida adequado, optando por uma solução pouco tóxica. Siga as instruções à risca.

corujinhas

pragas (Small)
As plantas quando são bem cultivadas dificilmente estão sujeitas a pragas e doenças.
Falta de arejamento e iluminação podem ocasionar o aparecimento de pulgões e cochonilhas (parecem pó branco).

Planta encharcada pelo excesso de água ou submetida a chuvas prolongadas pode ser atacada por fungos e bactérias e acabar apodrecendo.
Tais problemas podem ser eliminados manualmente, limpando as folhas ou cortando a parte seca ou podre com uma lâmina flambeada ou pela aplicação de caldo de fumo (usando uma escova de dentes ou borrifador).

Embora haja no mercado diversos tipos de fungicidas e inseticidas, o caldo de fumo não é tóxico, é barato e fácil de preparar:
Ferva 100g de fumo de rolo picado em um litro e meio de água, acrescente uma colher de chá de sabão de coco em pó e borrife as plantas infectadas.
Para flambear, mergulhe a lâmina no álcool e depois ponha fogo, ou use um isqueiro, aquecendo os dois lados da lâmina, para ter certeza de que ela não esteja contaminada por vírus (a lâmina flambeada deve chiar ao ser mergulhada na água).

inseto4

Doenças

a) Antracnose: provoca o aparecimento de várias manchas brancas com anéis vermelho-escuros com o tempo. As manchas tornam-se amarronzadas. Das manchas, formam-se buracos e as folhas caem. O controle químico é feito com pulverizações à base de enxofre. Durante o período de crescimento, pulveriza-se semanalmente com Maneb ou zineb.

b) Cancro: os fungos penetram pelos cortes da poda, nó de articulação do enxerto ou ferimentos causados por ferramentas. Aparecem manchas marrons grandes que circulam os caules, atingindo as folhas. O controle é feito com pulverizações à base de enxofre.

c) Tombamento: aparecem quando se tem excesso de umidade e temperatura baixa. Causam o apodrecimento da haste junto ao solo. O controle deve ser preventivo com a desinfecção do solo.

d) Ferrugem: formam manchas pulverulentas nas partes inferiores das folhas que depois murcham e caem, e nos caules. As manchas podem ser alaranjadas, amarelas ou marrom-avermelhadas. O controle é feito com pulverizações de enxofre, Zineb ou Maneb.

e) Míldio pulverulento: o ataque é feito nas partes novas da planta, formando manchas marrons cobertas por um pó branco ou cinza. As folhas enrolam e secam. O controle deve ser químico, à base de enxofre.

inseto4

gorgulho (Small)
Variedades
Existem mais de 500 variedades, incluindo o gorgulho das cenouras, das nozes, da flor de macieira, das ervilhas e dos feijões.

Como combater esta praga
Pode utilizar DDT para eliminar insetos. Trata-se de inseticida barato e altamente eficiente a curto prazo. Mas, deste modo, poderá também matar as vespas parasitas que atacam os gorgulhos. Se não quiser aplicar um pesticida, coloque serapilheiras* dobradas ou papel amassado perto das plantas atacadas — os gorgulhos esconder-se-ão aí durante o dia. Pode então destruí-los sacudindo as serapilheiras para dentro de água com sabão ou de uma solução de desinfetante ou queime tudo.

Estragos
Os gorgulhos são insetos pequenos que se alimentam durante a noite, com cabeças compridas parecidas com trombas, os gorgulhos podem estragar os jardins e as plantas de interior, comendo folhas, botões e rebentos, bem como o sistema radicular de qualquer planta. Os danos também estão associados a madeiras úmidas e em decomposição, sobretudo madeiras infestadas por podridão. As infestações podem alastrar a madeiras saudáveis existentes nas proximidades.

Ciclo de vida
Os ovos são depositados somente pela fêmea, em espaços e buracos vazios. São brilhantes, brancos, flexíveis, achatados. Precisam de pelo menos duas semanas para eclodirem. As larvas fazem túneis na madeira durante seis meses a um ano. Os gorgulhos adultos surgem no Verão, deixando orifícios de saída. Os adultos podem viver mais de um ano.

Aspecto
Os gorgulhos adultos podem medir 2,5 a 5 mm de comprimento. Apresentam uma cor castanha-avermelhada, chegando por vezes a ser pretos. Têm focinho alongado, corpo cilíndrico e patas curtas. As larvas são castanho-claras, em forma de C, enrugadas e sem patas.

*  Serapilheira, ou sarrapilheira consiste de restos de vegetação como: folhas, caules e cascas de frutas em diferentes estágios de decomposição, bem como de animais, que forma uma camada ou cobertura sobre o solo  de uma floresta. Esta camada é a principal fonte de nutrientes para ciclagem em ecossistemas florestais e agroflorestais tropicais.

tatuzinho

Nome comum: Tatuzinho
Nome científico: Ligia oceânica

O tatuzinho de jardim é um dos animais mais comuns quando o assunto é pragas. Ele não é uma praga em si, mas acaba comendo as folhas das plantas e deixando alguns buraquinhos nestas.
É um pequeno animalzinho, preto ou marrom, que geralmente pode se enrolar em forma de bola, por isso também é conhecido como tatu-bola.
É encontrado em todo o mundo. Nas regiões de clima temperado, a reprodução ocorre em abril e junho.Vivem sob pedras e matéria orgânica, tais como galhos e folhas. Alimentam-se de matéria orgânica em decomposição.
Estes animais causam danos às raízes e às folhas das plantas, entretanto são muito eficientes como decompositores. São comumente encontrados em jardins cujo solo apresenta grande umidade.
Aprenda a reconhecer e a eliminar esses bichinhos no seu jardim.

Veja como eliminar esse ser indesejável do seu jardim:

. Antes de fazer qualquer tipo de tratamento, limpe a planta. Use um pano molhado ou raspe a área atacada com o cabo de uma colher, com muito cuidado para não afetar as plantas;

. O álcool é um antídoto poderoso.
Para eliminar os tatuzinhos sem prejudicar as plantas, borrife no jardim uma solução com 5% de álcool.
Repita a aplicação, no mínimo, três vezes, com intervalos de quatro dias;

. Outra forma de erradicar os tatuzinhos instantaneamente é diluir uma colher de detergente em um litro de água e borrifar tudo com o produto: folhas, ramos, tronco e até a terra;

. Uma receita caseira que também dá bons resultados consiste em colocar quatro cigarros em um litro de água e deixar por cinco dias.
Com o produto obtido, pulverize a planta três vezes, com intervalos de cinco dias. Assim, você conseguirá eliminar os tatuzinhos por completo.

Depois de eliminar os bichinhos, com água e sabão retire as carapaças que ficaram grudadas nas plantas.
O sabão tem que ser neutro. Molhe um pano na mistura e passe sobre a superfície. Você vai ver como eles se soltam com facilidade.
Se o ataque for muito forte, depois de limpar a planta faça um tratamento com inseticida para matar o resto da população e dos ovos.
Este tratamento deverá ser repetido três vezes, com um intervalo de oito dias.

borboleta_voando_6

Os afídeos, também chamados piolhos das plantas, são pequenos insetos de cor verde, cinzenta, preta ou castanha que sugam a seiva da planta, causando amarelecimento, folhas retorcidas e crescimento lento. Também segregam uma substância pegajosa na qual se pode desenvolver um bolor negro que também prejudica a planta.

Tratamento
Pulverizar a planta com uma mistura de 1 litro de água, 2 a 3 colheres de lascas de sabão neutro (ex: sabão azul e branco) e duas de álcool de farmácia.
Se o ataque for forte juntar à mistura anterior o líquido resultante da maceração na água de 2 a 3 pontas de cigarro durante umas horas.
Este composto é muito tóxico e deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Quem preferir pode recorrer a um inseticida em aerossol ou, em casos graves, a um inseticida sistêmico.