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As Astromélias são plantas originárias da América do Sul – Brasil, Chile e Peru. Apesar de ter um nome não muito atrativo, possuem flores de grande beleza.

São flores ideais para presentear qualquer ocasião e garantir um certo toque de alegria em casa, escritório ou apartamento, quando usadas em forma de arranjos ou plantadas em vasos.

Cultivo das Astromélias
Para quem não entende muito sobre a planta, é importante estar atento aos cuidados, pois essa planta não é muito tolerante em estações mais frias ou a seca. Gostam de bastante sol, mas para evitar que as pétalas queimem é importante que sejam mantidas a meia sombra. Quando essas plantas são cultivadas em solo propício, muitas vezes ela é considerada como planta praga, pois cresce e se desenvolve muito rápido e ela se alastra com muita facilidade, podendo até prejudicar outras espécies de flores que estiverem próximas.

Elas são mais bem adaptadas para desenvolver em ambientes com solos mais úmido e fértil, é importante cultivar com adubos orgânicos regularmente.

Suas inflorescências são terminais e compostas por um número de flores variável. As flores da Astromélia podem apresentar diversas cores e aptas à polinização de abelhas. As flores apresentam 6 pétalas que são idênticas ou quatro pétalas iguais e duas diferentes, que servem como sinalizador para os polinizadores. Suas flores são semelhantes as do lírio. Razão pela qual se diz que são lírios em miniatura.

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Ainda podem ser cultivadas em maciços e bordaduras, mas são mais conhecidas como flor-de-corte. As sementes produzidas são pequenas, duras e arredondadas.

É também considerada como planta invasora, devido a sua rápida dispersão. Há diversas variedades de plantas para cada tipo de clima, com comportamentos anuais ou perenes, sendo mais ou menos rústicas também.

Algumas subespécies necessitam de refrigeração dos rizomas no período de descanso. Multiplica-se por sementes e por divisão de planta.

As flores das Astromélias são muito graciosas em forma de planta. Elas também podem ser usadas na culinária. Isso é possível, pois algumas de suas variedades possuem raízes que são feculentas e, portanto comestíveis, ou seja, também podem ser usadas na fabricação de farinhas e consequentemente de bolos, pães, e vários outros alimentos. Porém seu uso na alimentação deve ser cuidadoso, pois algumas das subespécies de Astromélias são tóxicas.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


compostoorgânico

O composto orgânico foi deixado de lado quando os produtos químicos chamados fertilizantes entraram em cena. Deste ponto em diante, passou a ser dispensável o uso do composto orgânico até que a agricultura orgânica moderna trouxe de volta o seu uso e dessa vez, que vai ficar no armário é o fertilizante químico.

O que as pessoas tentam fazer agora e com muito sucesso, era o que os nossos avós faziam e dava certo é fazer em casa mesmo o composto orgânico.

Vale ressaltar que o composto orgânico ajuda as plantas porque dá a elas nutrientes que as mesmas perderam por diversas razões. Então, uma vez “reforçadas”, as plantas crescem mais fortes e o processo é muito melhor.

De que é feito o composto orgânico
Nada melhor do que entender de que é feito o composto orgânico para entender porque eles são importantes no crescimento das plantas.

Composto orgânico é feito com material que vem de várias fontes, que para uns pode ser lixo e na verdade ainda tem muito nutrientes para “doar”, como por exemplo, legumes e frutas que não servem mais para serem consumidos.

Esses “restos” são misturados para se fazer o adubo. Podemos citar como “ingredientes” os seguintes itens: além das frutas e legumes estragadas, restos de grama, esterco de animais (vegetarianos) e qualquer resto vegetal encontrado na lavoura. Depois de juntar “os restos” é necessário fazer a compostagem.

Obviamente, os materiais que foram separados por você não possuem a mesma composição, nem o mesmo formato e tamanho e por isso devem ser decompostos através de um procedimento bioquímico.

Quem ficará responsável por ajudar nesse processo serão os micro-organismos. Eles utilizarão tudo o que você juntou para retirar carbono e mineral, que são fontes de energia para eles. Isso fará com que tudo o que foi reunido se degrade e restará o composto orgânico que é bom para as plantas.

Fazer o composto orgânico em casa pode levar para que fique pronto entre 90 dias e um ano, dependerá da forma como será executado. O processo leva menos tempo quando ele fica em contato com a umidade correta.

Como fazer o composto orgânico
Se dá para fazer em casa o composto orgânico não é necessário comprá-lo. Não precisa de um trator para fazer as fileiras, como em uma grande quantidade de terra. Dá para fazer no quintal de casa mesmo.

Para fazer o seu composto orgânico em casa separe uma caixa de papelão com a medida: 1,0 x 1,0 x 1,0 e retire o fundo da mesma colocando sobre o solo. Será necessário ter um pedaço de papelão ou lona para cobri-la depois.

Na hora de colocar o material que você juntou faça isso alternando, por exemplo, se tiver excremento de mais de um animal, coloque a camada de um e depois uma vegetal e depois uma de outro.

No caso de restos de cascas, coloque-as sempre em pequenos pedaços, também vale colocar, pó de café usado, restos de ervas de chá, restos da grama aparada, o papel que foi usado para coar café, até mesmo os guardanapos de papel usados. E mais, aquela caixa de ovo em pedaços, papel branco picadinho e cascas de ovo, bem trituradas.

Se tiver cinzas de fogão a lenha ou de lareira, use com moderação, bem pouco. De verde coloque restos de frutas, folhas verdes e mais esterco.

A proporção entre vegetais e esterco de animal para fazer o composto orgânico em casa é de 75% desse primeiro e 25% do segundo.

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O que não usar no composto orgânico
- Não coloque no composto orgânico:
- As sementes de qualquer tipo de tomate;
- As cascas de batatas também não devem ser usadas;
- Não use a areia da caixinha dos gatos;
- Folhas de revistas também não devem ser usadas;
- Nada que tenha sido preparado com sal;
- Nenhuma carne nem cozida e nem crua;
- Papéis coloridos de publicidade;
- Não use sementes nem de abóbora e nem de moranga;
- O papel toalha pode ser usado somente se não foi utilizado para tirar a gordura da fritura;
- As cinzas da churrasqueira também não podem ser usadas.

Faça o seu ponto de compostagem no quintal com sarrafos e tábuas. Lembrando que uma das laterais deve ser aberta. Nunca coloque nada no fundo, os restos devem ficar em contato direto com a terra. No máximo, crie uma camada de areia para ajudar na hora de escoar a chuva.

Vale ressaltar que tudo que for colocado deve ser feito com pedaços bem pequenos, para facilitar no processo. Não quer dizer que com pedaços grandes não será feita a compostagem, porém, demorará mais tempo.

Outra dica é usar uma camada bem fina de terra ou areia entre cada uma das etapas para manter as moscas longe. Lembrando que a mistura deve ser umedecida. O uso de muita água pode atrapalhar. E não se esqueça de deixá-la coberta.

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Dicas para que seu composto dê certo
* Sobre o papel usado na mistura: lembre-se que pode ser qualquer um, porém, branco e que papéis sujos de gordura não devem ser usados. No caso do papel é essencial que ele seja rasgado em pedaços muito pequeno;

* O composto deverá ser misturado todos os dias durante a primeira semana, passado esse período, a mistura deverá acontecer pelo menos uma vez por semana;

* Caso perceba que o material está esfarelando na mão é sinal de que precisa de água, sem excesso;

* Se você perceber que tem água escorrendo na parte de baixo, fique sem molhar por um período e mexa para deixar arejar mais a mistura. Outra dica é acrescentar mais material seco.

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avencas
Um grupo conhecido como Pteridophyta está entre o grupo de plantas mais antigas do mundo, são conhecidos por serem vegetais vasculares, que produzem frutos, flores e sementes. Essas plantas também são compostas por raiz, folha e caule, que também é constituído por um cormo. É o grupo onde se encontram as samambaias.

Dentre os tipos de samambaias mais conhecidas estão as Avencas (Adianthum), Samambaia-prateada (Pteris), Escadinha-do-céu (Nephrolepsis) e o Xaxim (Dicksonia sellowiana).

No lugar das flores e sementes, essas plantas usar esporos como meio de reprodução. Na natureza isso acontece naturalmente, mas em meios de cultivo, nem sempre acontece dessa forma, pois existem algumas condições ambientais que podem estar diferentemente apresentadas para essas plantas o que pode torná-las estéreis.

Uma outra forma que essas plantas têm de se reproduzir são através divisão de rizomas, touceiras ou bulbilhos e filhotes.

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Ciclo de reprodução da Samambaia
O ciclo de reprodução das samambaias pode acontecer em duas fases: o primeiro estágio é o assexuado onde a planta é portadora de esporófitos, que geralmente é o mais comum à maioria das plantas cultivadas. O esporófito produtor de esporos usa o vento para a dispersão. São estruturas muito pequenas que contêm cápsulas de esporângios, que ficam maduros até serem libertados. Dá para visualizar este estágio, que parecem micro bolinhas marrons cobertas de pó, geralmente ficam localizadas na parte debaixo das folhas de avencas e samambaias.

Os esporos possuem apenas metade dos cromossomos do esporófito, sendo assim haplóide (n), conforme acontece a sua dispersão em ambientes favoráveis sendo em cima de plantas para germinação onde se inicia o desenvolvimento das raízes.

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Nessa fase são chamados de protalo, mas vivem muito pouco, enquanto os seus gametas fazem uma nova planta. Sendo assim há também a produção das estruturas sexuadas as femininas são chamadas de oosfera e as masculinas anterozóides.

A fecundação propriamente dita acontece quanto há bastante umidade no ambiente, para que essas estruturas possam se locomover e cruzar, tendo como produto final o zigoto, que já possui a quantidade de cromossomos certa (2n). O protalo serve como alimento ao ovo fertilizado enquanto o embrião começa a se desenvolver.

Propagação por esporos
Os esporos pertencentes à espécies tropicais costumam amadurecer próximo ao fim do verão. Os soros que costumam serem estruturas compostas de esporos mais visíveis nas folhas assumem uma coloração mais amarronzada quando estão maduros e têm uma textura aveludada.

Para que a propagação seja feita, muitas vezes é preciso colocar em baixo um pedaço de papel ou tecido. E sacudir as folhas onde haja esporos, eles irão cair, ou parte dessas estruturas secas, e elas devem ser descartadas.

Procure transferir sempre esses esporos através de um papel limpo, e sem deixar cair, pois eles poderão ser contaminados por fungos o que pode comprometer o trabalho e levar a planta a desenvolver alguma doença.

Passe os esporos em uma solução de 10% de água sanitária (hipoclorito de sódio) junto com água destilada, depois lave com água morna, quase quente. Coloque sobre um filtro de papel para secar.

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Substrato de semeadura
Os substratos mais simples de semeadura costumam ser uma mistura de turfa, areia de construção lavada e limpa, e musgo seco tudo em partes iguais. Depois de fazer a desinfecção do composto de água fervendo, misture com a água sanitária. Deixo coberto por um plástico para evitar que contamine enquanto esfrie.

Deixe as sementes dentro de um papel dobrado e faça a semeadura o mais uniforme possível. Cubra novamente com o plástico e mantenha o cultivo protegido por enquanto. Lembrando que o substrato deve estar sempre úmido.

Após algumas semanas, aparecerá uma cama verde aveludada em cima do substrato, são os protalos jovens. Caso a aparência seja um pouco viscosa, significa que estão contaminados por algas, muitos dos produtores descartariam esse material.

Por causa do ambiente propício, o musgo geralmente rebrota, nesse caso ele deve ser retirado delicadamente com uma pinça.

Depois que eles estiverem maiores, deve-se separá-los em alguns pedaços e ir colocando em vasos onde haja o cultivo coletivo, com um substrato já esterilizado. Tampe com plástico e deixe em algum local que bata luz indireta, sem raios de luz diretos.

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Nessa etapa, além de borrifar água onde foi dissolvido adubos granulados, uma formulação de NPK 10-10-10, é essencial, nada mais do que 1 colherinha de chá para 1 litro de água que esteja em temperatura ambiente. Dissolva bem o adubo e borrife com um aspersor bem fininho na hora de regar.

Quando eles estiverem maiores para poder ser manuseados, poderão ser transplantados para vasos individuais. E novamente deve ser feita adubação com a fórmula recomendada e mantida em local claro, mas sem contato com a luz direta e sempre coberto por plástico.

Leva cerca de 2 a 3 anos para que atinjam o tamanho necessário para ir para vasos ripados com um cultivo protegido e na sombra, dependendo das condições climáticas.

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Loropetalum Chinense

A Amamélis é um arbusto que teve origem no Japão, China e Himalaia, são utilizados como planta decorativa em jardins e canteiros e pode chegar a até 4 metros de altura. A planta possui caule ramificado e ereto, com ramagem bem aberta.

Suas folhas são alternadas, ovaladas, com nervuras bem marcadas, sendo verdes ou amarronzadas.

As primeiras flores desse arbusto de médio porte surgem na primavera e possuem como características pétalas estreitas, como fitas, que são um pouco recurvadas. Os pequenos conjuntos dessas flores são similares a uma aranha. É possível encontrá-las nas cores rosa, branca ou vermelha. Se forem bem cuidadas, podem florescer várias vezes ao longo do ano.

Essa planta não exige muitos cuidados e podem ser cultivados solitários ou em conjunto.

Apesar de não precisarem de podas, a prática pode ser feita para dar um formato mais compacto à planta. Elas possuem um aspecto gracioso, que combina com os jardins serranos, e pode ser mantida isolada ou em conjunto com outras flores. Também pode ser cultivada como um bonsai para enfeitar a casa ou o escritório.

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Seu ciclo de vida é perene e seu cultivo deve ser realizado em locais com meia-sombra ou com incidência solar constante, em solo fértil, com um pouco de acidez, irrigado periodicamente e enriquecido com matéria orgânica. A planta gosta de clima ameno e suporta o frio moderado. Quando está bem estabelecida, ela tolera o calor e a estiagem por um curto período de tempo. Sua multiplicação é feita por meio de sementes e alporquia.

A amamélis é também conhecida como flor-chinesa-de-franjas. Existem duas formas conhecidas desta flor em existência na atualidade, sendo que uma é a de cor amarelo pálido ou branco, que tem as folhas de um verde viçoso.

A outra variedade é de um tom mais róseo, com pétalas de um rosa intenso ou mais claro, com folhas que variam de um tom de vermelho bronze até verde oliva ou vinho quando a planta está madura o suficiente. Claro que isso depende da seleção das plantas e das condições de atmosfera, temperatura e tipo de solo enquanto ela estava crescendo.

A amamélis é uma planta que tem folhas durante todas as estações do ano, dando a impressão de estar sempre verde, as quais formam camadas horizontais. As folhas são arranjadas de maneira alternada, chegando a atingir 5 cm de comprimento e 3,5 cm de largura, causando uma sensação abrasiva ao toque.

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Senna Didymobotrya

Diferente de suas irmãs, que são arbóreas, a Senna didymobotrya é uma planta que cresce na forma de um arbusto denso, de mais ou menos 3 m, bastante resistente a vários tipos de pragas.

Nativa da África, foi introduzida a várias partes do mundo por ser uma planta de uso ornamental um tanto incomum: as flores que nascem são amarelas e pretas nas pontas, tendo o cheiro incomum de pipoca, por isso é chamada de árvore-da-pipoca.

A planta está sempre verde, com grandes folhas pinadas, tomentosas, e cachos eretos, na base com flores amarelas-douradas, brilhantes, e, no ápice, botões florais cobertos por brácteas castanhas-escuras.

Toda a planta exala um cheiro característico, a pipocas, mais acentuado nos botões florais.
Alguns povos do Quénia usam as sementes para preparar um tipo de leite azedo, consumido só durante certas festividades.

Além de ornamental, a planta também possui outros usos na África: pode ser utilizada como purgante e como um remédio no combate da malária; de suas folhas é feito um chá que é usado para dores generalizadas de estômago; na pesca é usada como uma espécie de entorpecente para os peixes; no Sri Lanka e na Índia tem como função ser adubo orgânico para diversos tipos de plantio.

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kaizuka
A kaizuka é uma espécie vegetal arbustiva que pertence a família das Cupressaceae.  Essa família botânica é composta de 30 gêneros e 142 espécies, onde estão inseridos os cedros, ciprestes e árvores similares.

As plantas que compõem essa família se caracterizam por serem monoicas e lenhosas que possuem porte arbóreo ou de forma mais rara possuem porte arbustivo. As folhas normalmente são pequenas, apresentam disposição oposta revestindo os ramos novos e são escamiformes.

A kaizuka é uma planta nativa do continente Asiático, sendo originada de países como China e Japão (origem sino japonesa). Está aqui a origem de seu nome. Devido a sua grande beleza, a kaizuka é uma planta muito utilizada em projetos de ornamentação de jardins, inclusive sendo muito requisitada pelas pessoas que trabalham com bonsai. O uso dessa planta pode ser um símbolo ou aparentar certo grau de refinamento e status para as pessoas que fazem uso dessa bela espécie.

Suas formas esculturais são muito valorizadas quando plantado isolado e livre de podas, chega a alcançar 7 m de altura. Além disso, cumprem bem o papel de isolar o jardim do pó e do ruído das ruas.

Cultivo
A kaizuka é uma planta típica para cultivo em regiões que possuem clima temperado. No entanto, elas se adaptam com extrema facilidade para ser cultivada em regiões que apresentem climas: oceânico, mediterrâneo e subtropical.

Escolha lugares frescos que possibilitem que o Juníperus tome sol diretamente em suas agulhas. Poupe-o do sol forte do verão, nesta época devemos coloca-lo em local onde o mesmo possa receber raios solares diretamente em suas folhas em períodos onde o sol não esteja muito forte (antes das 10:00 hs e depois das 16:00 hs).
Isso pode ser conseguido colocando-a em uma sacada com cobertura, sob outras árvores ou mesmo dentro de casa próxima a uma janela em local arejado. Suas agulhas mais internas tem a tendência a se queimarem no inverno, retire-as pois estas atrapalham a ventilação e a insolação das agulhas saudáveis.

A irrigação deve ser feita de forma regular para que a planta se desenvolva de forma correta e adequada, contudo ela pode ficar por algum período sem receber irrigação, pois ela é uma planta que tem exigência moderada de água para sua sobrevivência.

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A planta possui certo grau de resistência, além de tolerar um certo grau de salinidade, a kaizuca se torna uma planta que chega a tolerar a seca, após se tornar e estabelecer como uma planta completamente desenvolvida e adulta. Consegue até mesmo ser resistente ao clima tropical e ser cultivado nessa região, sendo necessário apenas que fique longe de locais que fiquem com o solo úmido, sendo essa a única intolerância da planta.

A kaizuca é uma planta que exige um nível de manutenção médio e apresenta um certo grau de rusticidade. Comprovando o fato de sua manutenção não ser tão grande, é que pode se permitir que a planta cresça sem a realização de podas.

Esta conífera é largamente utilizada para bonsai devido a suas folhas pequenas e a coloração avermelhada de seu tronco. Suas folhas podem variar seu formato de acordo com a idade, para arvores mais jovens suas folhas são geralmente mais claras e largas e quando mais adultas as folhas já possuem um formato mais compacto e escamoso que podem ser podadas facilmente com as pontas dos dedos. Em seu país de origem ela pode alcançar 25 m de altura.

A espécie vegetal se reproduz através da multiplicação por estacas que são criadas das pontas dos ramos da planta. O processo de multiplicação das plantas por estaquia consiste em separar partes dos ramos da kaizuka, com a presença de folhas, como ema espécie de estaca.

Essas estacas que são geradas, irão ser conduzidas para outros locais para serem plantadas. É interessante que esse local de plantio apresente as condições necessárias e adequadas para o desenvolvimento pleno da nova kaizuka que irá desabrochar e surgir.

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Adubação
Os adubos mais indicados para a kaikuza é o orgânico de decomposição lenta. Este deverá ser aplicado desde a primavera até o outono. Os adubos mais indicados são os ricos em Nitrogênio. Uma sugestão pode ser usado o NPK (Nitrogênio – Fósforo -  Potássio) na ordem de 10-10-10 ou 10-05-10.

ONDA

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A espécie herbácea pertence à família das Marantaceae e da divisão das plantas angiospérmicas (plantas que possuem flores). As plantas que fazem parte da família das Marantaceae são comumente cultivadas na região da América Tropical e essa família se caracteriza por abranger em torno de 31 gêneros e 350 espécies vegetais diferentes.

Algumas plantas dessa família apresentam aromas bastante agradáveis ao nosso olfato, o que ressalta as características ornamentais e decorativas destas plantas, e também uma  grande sensibilidade às mudanças de clima. Elas necessitam ser cultivadas na sombra para o bom desenvolvimento.

É uma espécie vegetal nativa do continente Americano – América Central e América do Sul, sendo oriunda do Brasil.

Por ser uma planta herbácea e rizomatosa, se caracteriza por formar uma espécie de tapete vegetal. É também conhecida como Maranta-rasteira. Possui ciclo de vida perene, isto é, são espécies vegetais que possuem ciclo de vida maior que o período de 2 anos, que no reino vegetal, é considerado um período longo.

Essa espécie de forração também se caracteriza por ser uma espécie vegetal rústica, isto é, consegue se desenvolver bem, sem a necessidade de maiores cuidados por parte de quem a cultiva.

A Maranta-pena-de-pavão é uma espécie de pequeno porte, que atinge uma altura média de 30 cm e 40 cm de extensão ou diâmetro. As folhas da possuem características ornamentais, são de formato oval e apresentam manchas escuras e o seu verso é branco.

Normalmente a Maranta-pena-de-pavão floresce na época da primavera. As flores dessa espécie vegetal possuem coloração branca, são pequenas e muito discretas e não apresentam nenhuma importância para fins ornamentais e decorativos. As flores ficam com as suas hastes por cima da planta, dando a impressão que as flores ficam flutuando sobre a ela. Contudo, apesar de não serem ornamentais como as folhas, as flores dão um aspecto interessante e bonito ao jardim onde são cultivadas.

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Como cultivar
Essa é uma planta típica para ser cultivada em regiões de clima tropical, pois a espécie gosta de ambientes quentes e úmidos. No entanto, consegue se adaptar com facilidade para ser cultivada em locais que possuem clima equatorial e subtropical.

Deve ser cultivada sob meia sombra ou à luz difusa. O solo ideal para cultivo deve ser fértil, e para manter o solo em boas condições de fertilidade, devem ser feitas aplicações de material orgânico.

A aplicação de material orgânico deve ser feita na medida indicada pelos especialistas, pois a Maranta-pena-de-pavão pode ter seu crescimento afetado pelo excesso ou falta da aplicação adequada de material orgânico.

As regas devem ser realizadas de maneira regular, principalmente na época em que a umidade do ar for menor, onde a rega precisa ser diária para que a planta se desenvolva bem. A falta de água pode levar a planta à morte, por isso caso deseje cultivas essa espécie como ornamento em seu jardim, é importante que você tenha tempo para efetuar a irrigação.

Essa é uma espécie vegetal que apresenta sensibilidade à falta de água, por isso é interessante manter o solo sempre úmido. Contudo, manter o solo úmido não significa que ele ficará encharcado, pois essa situação pode sufocar as raízes da planta.

É uma planta que não aprecia o frio, e não tolera geadas e climas extremamente frios. Por essas características, pode ser cultivada em todo o Brasil, precisando apenas de maior atenção as pessoas que habitam na região sul.

É recomendado que anualmente, ao final do inverno, seja realizada uma poda para limpeza da espécie vegetal, para retirar as folhas que morreram devido ao frio, para que a espécie continue a se desenvolver plenamente.

A Maranta-pena-de-pavão é uma excelente espécie vegetal para formar forrações em regiões semi sombreadas. Também pode ser cultivada em vasos e ser usada para fazer a cobertura do solo que fica abaixo das copas das arvores.

Possuem facilidade para se desenvolver combinadas com outras espécies de plantas, o que é interessante para ela, pois com a proximidade das plantas, a umidade é aumentada, gerando um clima agradável para a planta.

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Multiplicação da Maranta-pena-de-pavão
A espécie vegetal que se propaga pela divisão da planta, através da técnica de separação de touceiras. A técnica de reprodução vegetativa por divisão de touceiras é uma das mais utilizadas por plantas que possuem características ornamentais. Essa técnica se baseia em cortar pedaços do rizoma da planta, para que sejam formadas mudas com a condição de formas novas espécies vegetais.

Para que a muda seja completa, e tenha as condições necessárias para o enraizamento e desenvolvimento de uma nova planta, é importante que as mudas tenham folhas, raízes e rizomas.

Após o plantio da muda em um novo local de cultivo, é necessária a aplicação de substrato ou material orgânico, e é importante que a muda seja bem regada para que o solo ganhe as condições ideais de cultivo. O Plantio das mudas pode ser realizado em qualquer período do ano (primavera, verão, outono e inverno).

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A Alamanda-roxa é uma planta trepadeira bastante versátil, se diferindo das demais espécies de sua própria família. Por isso, algumas pessoas gostam de conhecer os seus nomes populares, a fim de poder diferenciar uma variante da outra.

A Alamanda-roxa possui muitos nomes conhecidos pela população: Alamanda-cheirosa, Alamanda-rosa, Orelia ou Rosa-do-campo. É uma espécie que está inserida dentro da família Apocynaceae, além de ser uma das trepadeiras mais procuradas no Brasil.estar também

Com diversas espécies sendo cultivada especialmente no Brasil, a Alamanda-roxa é a mais usada para atrair os olhares nos quintais e jardins, no qual as flores podem atrair borboletas e outros animais magníficos. Vamos conferir agora como ela pode ser cultivada e as suas principais características.

Clima para cultivo
A Alamanda-roxa pode ser facilmente cultivada em meio ao clima mediterrâneo, presente em alguns continentes especiais. Mesmo assim, como uma boa e velha trepadeira que se presa, ela também adora os climas subtropical e tropical e por isso, se tornou uma das favoritas nos jardins amplos do Brasil.

Por causa de seu ciclo de vida perene, a espécie procura se desenvolver melhor em locais quentes, onde o sol incide bastante, sem estar com muita sombra por perto. Por isso, o clima subtropical e o tropical são os favoritos da planta.

Como muitas plantas incluídas dentro da sua família e categoria, a espécie pode atingir uma altura média de 3 m de altura, podendo ultrapassar esta medida. Basta cultivá-la de forma correta para que ela possa crescer de forma saudável.

A Alamanda-roxa é uma planta muito bem inserida no grupo das rústicas. Além disso, ela apresenta uma ramagem muito volumosa com uma coloração bastante curiosa. Os grandes ramos são um pouco arroxeados, dando um toque bastante ornamental para a espécie. As folhas costumam ter formato oval, verdes e extremamente brilhantes como muitas de suas variantes.

As flores são de porte médio com pétalas macias e tom bastante fosco. Ela pode possuir diversas cores de acordo com as variações da espécie, mas no geral, a planta possui flores com cores mais envelhecidas, puxando para os tons de marrons, quase sendo cobre.

A floração geralmente se estende por todo o ano quando a trepadeira é bem cultivada, obedecendo todas as regras de plantio. Mesmo assim, é nos meses mais quentes que a espécie consegue ficar repleta de flores bem coloridas e brilhantes.

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No paisagismo este tipo de trepadeira encontrou o seu lugar, já que permite diversas formas de ornamentação nos jardins. Elas podem formas grandes bordaduras e enfeitar canteiros, bem como formar maciços e renques bem definidos. Além disso, a planta pode ser amplamente usada de forma isolada ou em grupos, sempre podendo ser mesclada com flores e outras espécies diferentes.

Quando bem colocadas em cima de seus suportes, ela pode formar grandes arranjos como uma boa e velha trepadeira que é. Por isso, esta é a forma com que a Alamanda-roxa é mais utilizada nos jardins. Desta maneira, a planta pode encobrir arcos, treliças e escancarares, desde que estes não sejam suportes muito frágeis, não aguentando o peso da sua vasta folhagem.

Cuidados
Assim como diversas variantes e muitas das suas plantas-irmãs, a Alamanda-roxa também possui as terríveis saponinas em sua composição, especialmente presentes em toda a sua folhagem. A ingestão das saponinas pode causar uma porção de sintomas como enjoos e dores intestinais. Por isso, é preciso manter a trepadeira longe do alcance de crianças pequenas e animais domésticos.

Com relação às pragas, é preciso estar sempre de olho em ácaros e pulgões que atingem com muita facilidade as folhas novas da espécie, mesmo que elas contenham uma grande quantidade de saponinas.

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Formas de Cultivo
Para cultivar a planta de forma correta, algumas passos devem ser seguidos. Essas trepadeiras costumam ter o ciclo de vida perene, preferindo o calor ao frio, não tolerando as geadas.

Além disso, o solo para plantio deve ser preparado previamente com muito adubo e matéria orgânica. A terra para as mudas devem ser bem drenada, para evitar o encharcamento das raízes, até porque as regas para a espécie se desenvolve bem devem ser constantes, excetuando-se os períodos em que há muita chuva.

O crescimento da planta é bem moderado, facilitando o monitoramento correto do seu crescimento. Evite plantá-las sobre cercas e outros suportes muito fracos, já que a planta pode se tornar bem grande e cheia de volume.

Para ajudar no desenvolvimento das mudas, já que podem crescer mais saudáveis em solo bem fértil, a adubação inicial deve ser feita pelo menos de 2 em 2 meses. Além disso, a temperatura ideal de cultivo está entre 15 a 30ºC, tolerando até 7ºC de variação climática.

Multiplicação
A trepadeira costuma ter diversas formas de multiplicação. No caso na Alamanda-roxa, só existem duas formas de propagação da espécie: Através das estacas ou por sementes. Como o seu crescimento é moderado e está longe de ser rápido, ela não é uma planta considerada invasiva.

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OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


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A Lisimáquia é uma espécie vegetal pertencente à família Primulaceae e está inserida em diversas categorias por causa das suas características específicas de cultivo e também físicas. São elas: folhagem e forrações à meia-sombra.

Para fazer com que a espécie cresça com um desenvolvimento saudável, alguns tipos de clima são essenciais, já que ela deverá ser plantada sob alguns aspectos diferentes como, por exemplo, a utilização da meia-sombra. Os principais são: mediterrâneo, subtropical e tropical. Por este motivo a lisimáquia é muito querida na América do Sul, onde boa parte dos climas tropicais predomina em diversas regiões.

Sua primeira aparição ocorreu no continente asiático. Com o tempo, a planta foi se espalhando pela região até chegar no Japão e na China, onde é muito cultivada atualmente para a decoração dos belos e grandes jardins orientais. Portanto, ela é uma ótima ideia para quem está querendo investir neste tipo de decoração asiática!

É considerada uma planta de pequeno porte e não cresce muito em altura, chegando a 5 a 7 cm de altura. O seu comprimento pode torná-la mais larga do que grande, mas as suas folhas também tendem a ser bem diminutas.

A planta possui um ciclo de vida perene, assim como a maioria de sua família, e pode ser cultivada sob diversas condições, mesmo estas sendo um pouco complexas. Mesmo assim, esta planta que veio da Ásia possui diversas características interessantes e que podem atrair ainda mais os decoradores de jardins.

As folhas da Lisimáquia
As suas folhas ovaladas chamam muito a atenção dos decoradores e é por causa delas que a planta é amplamente utilizada no ramo do paisagismo. Sua coloração verde que pode mesclar os tons é muito interessante e deixa o seu aspecto ainda mais brilhante.

Suas variedades podem ser reconhecidas exatamente pela coloração da folhagem. Algumas espécies possuem cores mais amareladas ou mais esverdeadas, quando não chegam a um tom de vermelho também. Pode ocorrer variedade variegadas entre o amarelo claro e o brando, possuindo um pecíolo bastante avermelhado em quase todas as espécies.

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A floração da Lisimáquia
A espécie possui uma floração magnífica e que pode variar em quantidade de acordo com o seu cultivo. É secundária no que diz respeito à decoração e suas folhas vêm na frente quando o assunto é enfeitar o jardim. Mesmo assim, a sua floração ocorre durante todo o ano, dando pequenas flores de coloração amarelada.

A espécie em questão, além de muito rústica, exótica e luxuosa, é bastante versátil. Ela pode ser cultivada de diversas formas em locais diferentes como vasos e canteiros, podendo formar grandes maciços e bordaduras e for cultivada da forma adequada.

Ela também pode compor belas jardineiras e vasinhos pendentes. Assim, é possível valorizar as vistosas flores amarelas da Lisimáquia e principalmente o seu principal elemento decorativo: as folhas pequeninas e mescladas.

Em cestas pendentes, por exemplo, a planta costuma ficar com um volume bastante interessante, deixando ambientes interiores e exteriores com um aspecto bastante ornamental.

É excelente no âmbito da forração também, justamente por ser uma planta rasteira. Ela pode encobrir canteiros nos jardins e vasos, protegendo muros e outros locais. Dessa maneira, ela pode acrescentar uma textura diferente à paisagem, se tornando um elemento chave no seu quintal. Além disso, ela pode cobrir áreas à meia sombra sem maiores problemas.

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Como plantar a Lisimáquia
Para começar a plantar a espécie, primeiramente é preciso ter um substrato extremamente fértil, com muita matéria orgânica organizada e uma adubação quase que anual para que a espécie se desenvolva de forma correta e rápida.

As regas devem começar a ser feitas de forma regular, tomando muito cuidado para encharcar o solo, deixando ele bem drenado e úmido. É preciso tomar muito cuidado com os períodos de seca, já que a espécie é muito intolerante a falta de água.

Para multiplicar as mudas da planta, é preciso usar os métodos de multiplicação por estaquia ou através da divisão de raízes junto à planta mãe. Com isso, use uma faca bem afiada para dividir as ramagens e assim, propagar a espécie dentro do seu belo jardim.

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solo do cerrado brasileiro

O solo é a camada que sobre a superfície da terra, mas a sua composição não é feita de uma única substância. Formam o solo, água, minerais e gás. E por isso, o solo pode se apresentar de várias formas, mudando as suas características como porosidade, permeabilidade, cor e textura.

Diferenças de acordo com as características
Porosidade:

Se observa a diferença de acordo com espaço que gases e líquidos ocupam em relação a massa do solo. Em outras palavras, a porosidade está ligada aos vazios. Sendo assim, de acordo com essa característica, o solo terá mais passagem de água ou menos. Quando existe mais poros a água penetra com mais facilidade e consegue chegar as camadas mais fundas. O resultado desse processo é a umidade do solo reduzida.

Cor:
A cor do solo dependerá de dois fatores para ser de uma tonalidade ou de outra, o conteúdo da matéria orgânica, falando de elementos não vivos que são compostos de carbono e elementos vivos e o material de origem. Se um solo é muito escuro significa que a quantidade de matéria orgânica dele é maior e a cor também serve para indicar se é ou não fértil.

Quando você vê um solo amarelado ou avermelhado essas cores indicam a presença de óxidos de ferro, que por sua vez, é um bom sinal para plantação. A terra roxa é um bom exemplo de um solo bom para o plantio. Muito encontrada na Itália, aqui no Brasil, pode ser observada nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.

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Permeabilidade:
Porosidade e permeabilidade do solo estão relacionadas, porque ambas falam de quanto a água pode circular pelo solo.

Textura:
A textura do solo está relacionada a proporção das partículas e o tamanho delas. Se pensarmos do menor para o maior falando em diâmetro das partículas, podemos classificar o solo como argiloso, arenoso, de pedregulho ou calcário e de silte, que são formados com partículas surgidas da destruição ou fragmentos de rochas.

O solo argiloso é aquele que é menos permeável, o que significa que a água se acumula nele. Outra característica desse tipo de solo é a quantidade de ferro e óxidos de alumínio que estão presente nele. Por isso, a terra roxa, por exemplo, é muito boa para o cultivo, outro exemplo, de um solo desse tipo de boa qualidade para plantação é o massapé, encontrado em grande quantidade no Nordeste. Vale ressaltar que esse tipo de solo está diretamente ligado ao plantio da cana-de-açúcar, que gosta de solo argiloso.

O solo de silte possui as partículas bem leves e pequenas e é muito comum que sofram erosão, isto é, se desgastam pela ação da água, do desgaste, do transporte, do vento e através de outros agentes. Por este motivo, esse tipo de solo não é usado na agricultura. É fácil observar esse solo, eles são aqueles que durante os períodos longos de seca soltam muito pó.

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O solo arenoso é muito comum no Nordeste brasileiro e uma das suas principais características é ser muito permeável porque tem boa porosidade. Quando o solo é dessa forma, como foi dito anteriormente, a água consegue penetrar mais profundamente e com isso, ele fica mais facilmente seco. Neste tipo de solo, os micro-organismos e as plantas encontram dificuldades em crescer.

O solo de pedregulho ou também dito solo de calcário tem como formação partículas de rochas e sendo assim já não pode ser usado para o cultivo. Porém, ele é útil para o cultivo de uma outra forma, se retira um pó amarelado ou branco dele que é usado para mudar a acidez do solo. Esse tipo de solo é muito comum no deserto e também serve como matéria-prima na produção de cimento e cal.

Características dos Solos
1 – Solo Argiloso: a sua consistência é impermeável a água e fina. A terra roxa é o tipo de solo mais encontrado no Brasil, em especial nos estados do Paraná, São Paulo e Santa Catarina. É um excelente solo para o cultivo, principalmente de café. Outro exemplo, como foi dito anteriormente é o massapé de cor bem escura típico do Nordeste brasileiro, também muito fértil.

2 – O solo arenoso também está muito presente da região Nordeste do Brasil e é muito parecido com a areia pela sua granulosidade. Também é permeável a água.

3 – Solo humoso é aquele que tem na sua mistura uma grande concentração de húmus,  material orgânico em decomposição. Esse também é um solo que se usa muito para o cultivo porque é rico em nutrientes que as plantas precisam, por isso, chamado de fértil.

4 – Solo calcário tem na sua formação partículas de rochas. Ele é um solo que esquenta muito quando recebe os raios do sol e ainda é muito seco. Não é o tipo de solo que serve para agricultura. E como foi dito anteriormente é encontrado no deserto.

Os meios de cultivo devem ser observados de acordo com a necessidade das plantas. É a espécie escolhida que indicará que tipo de solo será melhor para ela. Antes de preparar o solo, a terra no vaso, procure saber o que é mais adequado para a planta que será cultivada. Porém, como deu para perceber lendo sobre as características dos solos, mostradas anteriormente, nem todos os solos são adequados para o plantio da maioria das plantas.

Quando se fala em cultivo, plantio, o solo é sim o primeiro passo para que seja um sucesso á sua plantação, mas outros detalhes devem ser observados e respeitados. Respeitar o clima que a planta gosta, saber regar as plantas (a maioria morre mais por água em excesso do que falta dela, por incrível que pareça), cultivar a planta no momento certo que ela deve ser cultivada, observar o quanto de sol ela recebe todos os dias, em que temperatura ela deve ficar, etc.

As plantas precisam ser cuidadas observando todos esses e outros detalhes para que elas cresçam fortes e bonitas. E não adianta querer cultivar uma espécie que não é adequada a região que você mora. Observe tudo isso, antes de escolher e antes de cultivar.

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