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camélia (2)

A Camélia é um arbusto formado por uma folhagem brilhante que se mantém verde inclusive no Inverno, daí ser chamada a flor da fidelidade.

As suas flores são exuberantes e ao contrário da maior parte das flores, elas impõem a sua beleza numa época do ano em que as condições climáticas se apresentam menos favoráveis, oferecendo nas estações frias do Outono e Inverno uma flor de incrível beleza que pode ser de cor branca, rosa, vermelha e matizadas de branco e vermelho.

São originárias da Ásia, as flores depois de apanhadas podem durar vários dias dentro de uma jarra com água, as folhas sendo muito resistentes e brilhantes, são muito decorativas e excelentes para colocar juntamente com outras flores, funcionando como acompanhamento em arranjos florais.

A camélia reproduz-se por sementes, estacas retiradas das pontas dos ramos de plantas adultas e sadias. Em viveiros, é possível adquirir mudas de camélia já crescidas, o que facilita bastante o cultivo. Sua floração se dá no Outono e Inverno

Solo: O solo deve ser fértil e bem drenado. Para o plantio em vasos, recomenda-se a seguinte mistura: 2 partes de terra comum, 1 parte de terra vegetal e 1 parte de composto orgânico.

Temperatura e luz: O clima ideal para o cultivo é o ameno, pois a planta não adapta-se bem a temperaturas elevadas. Por outro lado, a camélia é bem resistente ao frio, inclusive às geadas. Pode ser cultivada à meia-sombra, desde que receba luz solar direta algumas horas por dia.

Rega: As regas devem ser frequentes nos primeiros meses após o plantio da muda e, depois, podem ser espaçadas, evitando o encharcamento do solo.

Podas: Para manter um visual equilibrado, principalmente na camélia cultivada em um jardim, recomenda-se uma poda de formação, após o término da floração. Retirar pequenos ramos da ponta ou do meio e colocar para enraizar em substrato tipo areia ou casca de arroz carbonizada, mantidas úmidas e à sombra. Os ramos da ponta produzem flores em 3 a 4 anos enquanto os do meio levam mais tempo.

Pragas e doenças: As camélias em geral; são bem rústicas e resistentes, mas em condições adversas podem ser atacadas por pulgões, cochonilhas e até por formigas que costumam atacar as folhas novas. Quanto às doenças, quando há excesso de água das regas, podem surgir doenças causadas por fungos, que aparecem na forma de manchas.

Dicas: Para afastar pulgões, ferver algumas folhas de arruda, coar e diluir em um pouco de água. Borrifar nas folhas e brotos atacados. O chá feito com folhas de losna combate pulgões e também cochonilhas. semelhantes à ferrugem nas folhas.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


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A Begônia pertence à família Begoniaceae e é basicamente uma planta ornamental de folhagem característica e flores sedutoras. Segundo pesquisas, existem aproximadamente 1000 espécies de begônias.

Oriundas principalmente da América tropical, quase todas as begônias são terrestres. Certas espécies possuem tubérculos subterrâneos que as conservam vivas por muitos anos – são as begônias tuberosas, famosas por sua durabilidade. Já outras, sem tubérculos, também podem durar por um longo período de tempo, chegando a ultrapassar até mesmo décadas.

Uma grande parte das begônias contém caules aéreos herbáceos e é cultivada como ervas. No entanto algumas espécies, como a Begônia-asa-de-anjo (Begonia coccínea) e Begônia-metálica (Begonia aconitifolia) geram caules consistentes e eretos, atingindo até 1.5 m de altura.

O maior atrativo das begônias, com certeza, são as suas folhas. De forma reniforme – isto é, lateralmente expandidas com a concavidade voltada para baixo, semelhante a um rim ou feijão – e muitíssimo coloridas, são muito empregadas em canteiros em que há sombra. Entre todas as espécies de begônias, a que mais se sobressai nessa questão é a Begonia rex, que apresenta folhas enormes, com cores que alternam do bronze ao rosado ou vermelho.

Para as flores de vaso, as técnicas de cultivo alternam de gênero para gênero. Costumeiramente, as flores plantadas são colocadas em solos orgânicos, com bom escoamento, não expostas a luz solar e a corrente de direta e regadas com frequência.

Quanto aos cuidados depois das begônias plantadas, são eles:
- Tire galhos e folhas secas uma vez por semana;
- Na primavera pode a planta, a fim de incentivar o surgimento de novos ramos, cortando sempre na diagonal e acima de uma folha;- A cada 60 dias, adube;
- Cubra em torno da planta com 2 cm de substrato rico em matéria orgânica;
- Se as folhas receberem uma coloração marrom, será necessário aumentar a umidade da terra;
- Se fungos e ácaros atacarem as begônias, busque orientação em casas de comércios especializadas em produtos para controlar pragas, ou um agrônomo;
- Dê um espaço de tempo entre as irrigações para que o solo seque um pouco, inclusive no inverno;
- Quando regá-las, não jogue água nas folhas, apenas na terra;
- Além de tudo isso, é fundamental que os vasos apresentem aberturas para o escoamento da água que não foi absorvida pelas begônias.

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Cinerárias

Como acontece com outro tipo de plantas, a cinerária também exige diversos cuidados essenciais para se manter como uma planta bonita e florida. Por isso, algumas informações básicas e orientações acerca dos cuidados essenciais, se fazem necessário.

A cinerária é da família das Asteraceae e tem origem nas ilhas Canárias, na África. É uma planta herbácea perene, que pode crescer até 60 cm de altura, apresenta ramagem e folhagem branco-tormentosa e muito ornamental. As suas folhas possuem um aspecto aveludado muito bonito e as flores formam-se frequentemente mesmo em climas mais frios. As suas flores podem apresentar diversas tonalidades, sendo as de cor branca, rosa, vermelho-púrpura, azul e roxo as mais comuns.

A cinerária é uma planta que aprecia luz intensa. No entanto, esta não deve ser de  luz solar direta, pelo que deve ser colocada a meia-sombra, evitando assim uma exposição excessiva ao sol que poderia queimar as suas folhas e flores. No interior da casa opte por colocar as plantas em janelas ou varandas, mas novamente frisamos que sempre em locais com exposição à luz indireta. Também não é aconselhável que fique em locais muito escuros, uma vez que necessidade de luminosidade para florescer e crescer.

É uma planta que não se dá bem com temperaturas muito frias. Menos de 10ºC pode levar à sua decomposição. Contudo, é também necessário ter cuidado com o calor excessivo. Acima dos 25ºC começam a cair as suas belas flores. O ideal é que coloque a cinerária num local com temperatura amena e estável.

A rega da cinerária deve ser feita frequentemente, uma vez que é uma planta que aprecia o solo um pouco úmido, mas não excessivamente. Nas plantas de interior colocar o vaso sobre um prato com água para a planta a absorver, evitando assim molhar as folhas. Cuidado com os encharcamentos, pois estes podem levar ao apodrecimento das raízes e, consequentemente, à morte prematura da planta.

Durante o período de floração deve ser adicionado à água da rega um fertilizante líquido a cada duas semanas.

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Platycerium bifurcatum

A samambaia chifre-de-veado é nativa das matas tropicais onde umidade e temperatura se mantém constantes.

Trata-se de plantas epífitas que se prendem às cascas grossas das árvores, ou às bainhas das folhas mortas nos trocos de coqueiros.

O método mais utilizado para propagar a samambaia chifre de veado é aquele feito através da retirada dos filhotes que surgem nas paredes dos vasos e xaxins.

Outro método é através da utilização de esporos, mas esse é muito demorado, e somente a natureza tem toda a paciência do mundo para esperar aqueles minúsculos esporos se transformarem em vistosas plantas.

Procedimentos:
- Para remover os filhotes da planta matriz, é preciso esperar que eles atinjam certo tamanho, capaz de sobreviver à própria custa, sem as benesses da planta mãe. E isso se dará quando a muda apresentar algumas folhas compridas.

- De posse de um canivete bem afiado, recortar, com todo o cuidado para não ferir o sistema radicular, o pedaço de xaxim onde a muda está presa vegetando.

- Caso a planta matriz esteja plantada em vaso de barro, a remoção do filhote terá que vir acompanhado com parte do substrato em suas raízes.

Substrato:
- O substrato precisará ter uma consistência leve, fértil, rica em nutrientes orgânicos, além de apresentar porosidade e boa drenagem de água.

- Misturar fibra de coco, esterco animal bem curtido areia grossa, na proporção de 1:1.

Preparando os vasos:
- Colocar uma camada de cascalho de aproximadamente quatro centímetros no fundo do vaso.

- Completar o vaso com substrato.

- Fazer um orifício do centro do substrato.

- Plantar a muda, apertando o substrato para fixá-la bem.

- Caso necessite, colocar um tutor para melhor fixar a muda, amarrando nele as folhas mais compridas, com pedaços de barbante.

- Colocar os vasos em locais sombreados e livre de ventos fortes.

- Regar uniformemente o substrato.

- Manter a umidade sempre constante

O chifre-de-veado tolera temperaturas de 5 ºC, mas prefere regiões quentes, úmidas com sombreamento parcial.

Os esporos situam-se nas pontas da parte inferior das folhas, parecendo uma ferrugem marrom lanosa.  Para colhê-los, passar de leve algodão umedecido embaixo de suas folhas, em seguida colocá-los em locais com grande umidade relativa, dentro de algum tempo irão aparecer as pequenas plantinhas.

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laelia purpurata
Orquídea de rara beleza, a laélia é uma planta epífita, isto é, que se desenvolve sobre outras plantas, usando seus ramos como suporte.
A planta tem de 20 a 40 cm de altura, folhas grandes, rígidas com pseudobulbo bem desenvolvido.

É uma orquídea do tipo simpodial, com rizomas. Suas flores são grandes, de 6,5 x 6,5 cm até 13 x 13 cm, pétalas delicadas em branco e variações de rosa e o labelo com mácula cor de púrpura.

A haste floral tem de 10 a 25 cm de altura e pode apresentar grupos de 5 ou mais flores, muito perfumadas que duram cerca de 20 dias.
A época de florescimento é do final da primavera até o verão.
É um gênero de orquídea onde encontramos um grande número de variedades, cultivares e híbridos com outros gêneros.

É uma orquídea simples de cuidar. Necessita de muita luz, temperatura de 10 a 35 ºC. Seu cultivo é feito em ripados com cobertura de sombrite com sombreamento de 40%. As regas devem ser regulares o ano todo, diminuindo no inverno.

O substrato de cultivo é o igual a todas as orquídeas, casca de coco, cascalho, musgo, etc., propiciando boa drenagem.
A adubação é feita por adubos foliares ou granulados, dissolvidos na água e aplicados antes da floração e após o pendão estar seco, quando a planta entra em estágio vegetativo e de crescimento.
Na adubação pré-floração usar a formulação NPK 4-14-8 e depois dela a 10-10-10.

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tulipa

Vocês sabiam que aqui no Brasil também podemos cultivar Tulipas? Sim. Isso Mesmo! É possível cultivar esta maravilha divina por aqui. A técnica não é muito simples, porém bem recompensadora.

A Tulipa pode ser encontrada de várias cores e também em tons matizados. Ficam lindas em maciços de jardim com canteiros. É uma flor que surge do centro de uma folhagem com uma haste ereta e com uma flor solitária. Para casas com animais de estimação a plantação de Tulipas em canteiros deve ser observada, pois esta planta pode causar problemas gastrointestinais a colapsos no coração e convulsões.

Época de Floração
A floração da Tulipa acontece no final da Primavera, pois seu bulbo necessita do frio dos meses anteriores para florir.

Época de Plantio
Para que a Tulipa possa florir é essencial que seu bulbo se desenvolva durante os meses mais frios do ano. É ideal plantar o bulbo no Outono para que na Primavera possa florir.

As Tulipas preferem climas frios. Você pode diminuir este impacto colocando gelo no vaso no início da manhã e início da noite.

Apreciam sol intenso, porém ao meio dia devem ser protegidas por alguma sombra ou por sombra devido ao calor intenso. Desenvolvem-se melhor quanto orientadas para o sul.

Plantio dos bulbos de Tulipa nas regiões mais quentes do Brasil
Como no Brasil as estações do ano na maioria das vezes não são bem definidas, podemos utilizar de alguns artifícios para fazer o plantio da Tulipa e conseguir ao menos uma floração.

Primeiro passo: Adquira a Tulipa ainda em botão (Para podermos retirar os bulbos para o próximo plantio) e a mantenha em local fresco, sem ventos fortes e longe do calor excessivo, porém um local bem iluminado.

Segundo passo: No início do Outono, corte as folhas e a flor, retire o bolbo da terra e limpe bem com uma esponja macia e os deixe fora da terra por 3 meses, em um local fresco e arejado e seco.

Terceiro passo: Após este período de descanso plante novamente o bulbo em um vaso de plástico sem enterrá-lo completamente.

A terra deve estar úmida. Guarde o vaso por 6 meses na geladeira. Isso mesmo, na geladeira! Assim, vamos conseguir simular o ambiente mais propício para a floração. O vaso deve estar fechado em um saco plástico.

Quarto passo: Depois de 6 meses você poderá retirar o vaso da geladeira e o coloque em um local fresco, sem ventos fortes e longe do calor durante 2 meses.

Quinto passo: Guarde na geladeira novamente dentro de um saco plástico fechado, por mais 6 meses. Após este período você pode retirar da geladeira e terá flores dentro de 1 ou 2 meses.

Plantio dos Bulbos de Tulipa nas regiões mais ao sul do Brasil
Nas regiões mais ao sul do Brasil as estações são bem mais definidas e podemos cultivar Tulipas com mais facilidade. No início do Outono prepare um solo fofo e bem drenado. Enterre o bolbo a uma profundidade de 15 cm. Não esqueça de deixar os brotos para cima e fora da terra. Regue sem encharcar a planta.

Mistura para solo para vaso ou canteiro
A Tulipa necessita de uma mistura de solo rica em matéria orgânica:
1 parte de terra comum de jardim; 1 parte de terra vegetal; 2 partes de composto orgânico

Montando um vaso para receber a Tulipa
1 – Adicione argila expandida ou brita no fundo do vaso;

2 – Em cima da argila expandida acrescente a manta de bidim ou manta de poliéster para filtrar a água e evitar que a terra se infiltre por entre as bolinhas da argila (ou pedras), entupindo o dreno;

3 – Adicione o solo rico em matéria orgânica como informado acima e a 15 cm de profundidade plante os bulbos da Tulipa com os brotos voltados para cima, sem enterrá-los completamente.

4 – Para dar acabamento ao vaso e também para evitar que ervas daninhas apareçam adicione casas de árvores

Obs.: Para um vaso de 15 cm não plante mais de 5 ou 6 bulbos.

Após o plantio e assim que começar a floração espalhe um fertilizante a base de potássio e fósforo, mas com nível de nitrogênio baixo para conter a formação de folhagem verde e a proliferação de fungos. É recomendado o uso de farinha de ossos e de superfosfato.

Manutenção da Tulipa
Após a floração remova todas as flores mortas e espere as folhas caírem naturalmente. Retire os bolbos da terra. Observe se os bolbos produziram “filhos” e separe. Estes bolbos “filhos” deverão ser plantados novamente no próximo outono, até lá guarde-os na geladeira bem limpos como mostrado nas “Instruções para o plantio”. O Bulbo “pai” também pode ser armazenado, mas não é garantido que ele vá florir novamente. O bolbo “filho” poderá florir novamente, embora não devam florir na estação seguinte. Tulipas não suportam a concorrência de outras plantas no mesmo canteiro.

A Tulipa deve ser regada frequentemente observando se o solo está seco superficialmente. Deve ser regada com parcimônia, sem encharcar.

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No clima brasileiro é difícil conseguir que a planta floresça mais de uma vez, mas com algumas técnicas, dá para tentar fazê-la dar flores pelo menos mais uma vez. O processo é demorado e um tanto complicado, mas para quem gosta de jardinagem, pode ser um desafio compensador.

- Quando as flores da primeira floração murcharem, corte-as, inclusive as folhas. Retire os bulbos da terra, limpe-os levemente com uma escova macia e mantenha-os em local fresco e arejado por cerca de 3 meses, sem deixar que se molhem.

- Passado esse período, plante-os num vasinho plástico com terra vegetal umedecida, sem estar encharcada. Embrulhe o vasinho num plástico e coloque-o no congelador da geladeira durante uns 6 meses (temperatura ideal entre 2 e 5 graus C).

- Passado esse tempo, é hora de tirar o vasinho da geladeira e levá-lo para um local fresco e com boa luminosidade por mais 2 meses, lembrando de manter a terra sempre úmida.

- Depois disso, o vasinho deve voltar ao congelador, novamente embrulhado em plástico, onde vai permanecer por mais 6 meses.

- Agora é hora de levar o vaso para um local iluminado. Se tudo der certo, a tulipa estará florida no período de trinta a cinqüenta dias.

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begônias rosa

O que são sintomas de fome: Observando a planta durante o seu desenvolvimento, tem-se às vezes um meio grosseiro, mas simples e prático para se determinar quais os elementos que estão faltando no substrato e, portanto, o que é necessário fornecer na adubação. É necessário porém, deixar bem claro o seguinte: na maioria dos casos há falta de nutrientes no substrato, só que a planta não manifesta os sinais de fome (manifestação visível na planta da deficiência nutricional).

Como identificar os sintomas de fome e/ou excesso:
1 – Plantas fracas; folhas de cor verde clara ou verde amarelada uniforme, inicialmente nas mais velhas; folhas menores devido ao menor número de células; amarelamento e posterior queda das folhas traseiras.
Elemento deficiente: Nitrogênio (N)

2 – Plantas pouco desenvolvidas; folhas cor verde azulado; às vezes aparecem na planta tons vermelho-arroxeados; folhas amareladas, à princípio nas mais velhas, pouco brilhantes e eventualmente apresentando manchas pardas; atraso no florescimento; número reduzido de flores.
Elemento deficiente: Fósforo (P)

3 – Clorose e depois necrose (cor de ferrugem ou marrom quase negro) das margens e pontas das folhas, inicialmente nas folhas mais velhas; deficiência de ferro induzida (obs.: excesso de K induz à deficiência de Mg).
Elemento deficiente: Potássio (K)

4 – Deformação nas folhas novas, resultado do crescimento não uniforme da folha e às vezes com um gancho na ponta (a ponta da folha deixa de crescer); raízes pouco desenvolvidas; manchas pardo-amarelas entre as nervuras que às vezes podem se unir e tomar a cor de ferrugem; morte das gemas em desenvolvimento; manchas necróticas internervais; cessação do crescimento apical das raízes, podendo apresentar aparência gelatinosa.
Elemento deficiente: Cálcio (Ca)

5 – Clorose das folhas, geralmente começando e sendo mais severa nas mais velhas; clorose internerval (só as nervuras ficam verdes, enquanto que o espaço entre elas se torna amarelado, avermelhado ou pardacento); encurvamento das margens das folhas; desfolhamento.
Elemento deficiente: Magnésio (Mg)

6 – As folhas mais novas apresentam clorose (cor verde clara) e eventualmente podem apresentar uma coloração adicional (laranja, vermelho, roxo); necrose e desfolhamento; folhas pequenas; redução no florescimento; enrolamento das margens das folhas; internódios curtos.
Elemento deficiente: Enxofre (S)

7 – Folhas pequenas com clorose internerval ou sem clorose, podendo apresentar deformações; folhas mais grossas que o normal e quebradiças, com nervuras suberificadas e salientes, às vezes com tons vermelhos ou roxos; morte do meristema apical da gema em desenvolvimento; raízes com pontas engrossadas e depois necróticas e ramificadas; pode ocorrer ausência de florescimento (obs.: excesso de boro pode ocasionar a queima das margens das folhas, onde há acúmulo desse nutriente.
Elemento deficiente: Boro (Bo)

8 – Folhas estreitas e quebradiças; folhas verde escuras inicialmente que tornam-se cloróticas nas pontas e margens. O excesso de cobre induz à deficiência de Fe; folhas com manchas aquosas, que tornam-se necróticas; morte precoce das folhas; diminuição no crescimento; cessação do crescimento radicular e radículas enegrecidas.
Elemento deficiente: Cobre (Cu)

9 – As folhas mais novas rnostram-se amareladas (clorose) e as nervuras apresentam-se com a cor verde escura o qual corresponde à distribuição do Fe no tecido. Obs.: o excesso de Fe causa manchas necróticas nas folhas).
Elemento deficiente: Ferro (Fe)

10 – As folhas mais novas mostram-se amareladas; as nervuras e uma estreita faixa de tecido ao longo delas permanecem verdes, ficando com aspecto de serem nervuras mais grossas; manchas pequenas e necróticas nas folhas; formas anormais das folhas. Obs.: excesso de Mn, a princípio, induz à deficiência de Fe.
Elemento deficiente: Manganês (Mn)

11 – Clorose malhada geral, manchas amarelo-esverdeadas ou laranja brilhantes em folhas mais velhas e depois necrose (manchas relacionadas à distribuição do Mo); ausência de florescimento.
Elemento deficiente: Molibdênio (Mo)

12 – Folhas novas pequenas, estreitas e alongadas; encurtamento dos internódios; folhas com manchas amareladas e retorcidas. (Obs.: excesso de zinco induz à carência de Fe).
Elemento deficiente: Zinco (Zn)

13 – Excesso do elemento químico causa uma diminuição no crescimento das raízes; raízes engrossadas e pouco ramificadas.
Elemento deficiente: Alumínio (Al)

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Os cactos em sua maioria, são plantas que requerem sol pleno para perfeito desenvolvimento. Se sombreadas, tornam-se estioladas – alongam-se, entortam-se em busca de mais luz. Seus espinhos vão se afinando e perdendo o colorido que lhes dá a beleza e o charme, além de não florirem na ausência da iluminação adequada

Solo: O substrato ideal para o cultivo de cactos depende da disponibilidade de cada região. Casca de pinus (tratada) triturada, casca de arroz carbonizada, pó da casca de coco triturada… sempre adicionado de areia grossa lavada, para dar boa drenagem.
Uma dica de substrato, quando não houver outra solução: 1/3 de terra comum, 1/3 de areia grossa e 1/3 de matéria orgânica (humus de minhoca, esterco curtido, etc.)

Água: Na natureza, vivem com pouquíssima água, porém, dispõe de raízes longas que recobrem, às vezes, centenas de metros de rochas, de maneira que captam rapidamente qualquer quantia de água.
Em cultivo, normalmente tem suas raízes contidas em pequenos vasos. Ao regar, portanto, deixe o substrato secar completamente, para então regar com abundância, até verter água pela drenagem no fundo do vaso.
Convém evitar regar no inverno, pois normalmente entram em repouso, e água só favorecerá o surgimento de fungos e bactérias.

Temperatura: Estão adaptados a sobreviverem em desertos secos e quentes, bem como em locais secos e extremamente frios, como a Cordilheira dos Andes.

Vasos: Em regiões mais úmidas, deve-se usar vaso de cerâmica, que favorece a rápida evaporação. Locais mais secos ou muito ventilados, use vaso plástico, proporcional ao tamanho da planta.

Replantio: O replantio se dá conforme a necessidade da planta, ditada pelo seu desenvolvimento. Uma planta que passe o verão inteiro sem sinais de crescimento, poderá estar com o substrato esgotado, ou sem espaço para as raízes se desenvolverem.

Ventilação e umidade: Locais abafados, como um banheiro, são fatais para um cacto – dê-lhe uma janela ou uma sacada bem ventilada.
Lembre-se de esperar o substrato estar bem seco antes da próxima rega, para não afogar as raízes.

Adubação: Se o substrato foi bem preparado, não há com que se preocupar, até porque não há, no mercado brasileiro, adubo específico para cactos.
Caso queira deixar a planta mais vigorosa, use farinha de osso + torta de mamona, de seis em seis meses, uma colher por vaso.

Pragas e Doenças: Suscetível à ataque de cochonilhas e pulgões, que podem levar a planta à morte.
Não aplique os controladores mais usados para estas pragas, do tipo óleo mineral ou óleo de neem – o óleo destrói a cutícula que recobre o cacto, e se não matá-lo deixará com aspecto péssimo.
Melhor retirar a planta do substrato, lavar muito bem com escova macia e sabão até a eliminação total, deixá-lo secar à sombra por uma semana, e preparar novo vaso.

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A primavera é a estação ideal pra adubar vasos,canteiros e dar um renovada no jardim. Adubação sempre gera muitas dúvidas, pensando nisso, resolvi fazer esse post pra falar sobre o famoso adubo NPK, todo mundo fala…ah, coloca aí um NPK…alguma coisa pra adubar.

As letras significam N- Nitrogênio, P- Fósforo e K- Potássio, esses são os principais elementos demandados e absorvidos pelas plantas(chamados de macroelementos). Os números(aqueles 3 que acompanham as letras) representam a porcentagem do nutriente presente na formulação.

O NPK pode ser encontrado granulado ou líquido, o último é dissolvido na água das regas. Eu prefiro o líquido para usar em vasos já formados, é bem mais prático e difícil de errar, já o granulado eu uso em canteiros de áreas externas.

O nitrogênio atua no crescimento das plantas, na produção de clorofila, pigmento que dá cor verde ás plantas (ok, não vou entrar naqueles ciclos da época do colégio). Só dai já dá pra deduzir, uma folhagem, plantas ainda na fase jovem(de crescimento) precisa de mais N. Ele vai ajudar no crescimento de folhas, brotações, galhos, ou seja, dar uma força pra parte vegetativa da planta.

Então quando o vendedor falar NPK 30-10-10, você já sabe, é rico em nitrogênio, bom pra essas plantas que eu falei. Tem também o NPK 10-10-10, um fórmula equilibrada dos 3 nutrientes, pode ser usado também em plantas jovens,samambaias, e o NPK 20-20-20, que pode ser usado em folhagens grandes, árvores e palmeiras.

O fósforo estimula o florescimento,a frutificação, no crescimento de raízes, então plantas floríferas, frutíferas devem receber adubo rico em fósforo. O NPK 4-14-8, conhecido de 10 entre 10 pessoas que gostam de jardinagem.

O potássio atua no fortalecimento de raízes, que é por onde a planta absorve todos os nutrientes do solo, na absorção de líquidos, lembrem-se que os nutrientes estão na chamada solução do solo(água + nutrientes), com ele a melhoria da plantas é geral, elas ficam mais resistentes á pragas e doenças, e respondem melhor á floração e frutificação.

Na natureza tudo deve ser equilibrado, se você exagera num nutriente, a planta deixa de absorver outro, se intoxica e daí nada fará efeito, sua planta pode até morrer.

Tenha sempre muito cuidado ao usar adubos químicos, nunca exceda a quantidade e intervalos indicados pelo fabricante, uma superadubação pode matar rapidamente suas plantas. Use preferencialmente em plantas anuais, floríferas, plantas com deficiência nutricional comprovada, que nâo recebem adubação faz muito tempo e precisam de um upgrade rapidinho, em solos muito pobres.

Aplique sempre como solo úmido(ajuda a dissolver e distribuir melhor o adubo), regue logo em seguida, espalhe o adubo granulado em volta das plantas, nunca encoste no caule porque pode queimar.

Para adubar árvores, não espalhe o adubo próximo da árvore, faça um círculo com aproximadamente o diâmetro da copa e cave alguns buracos de uns 10-15 cm de profundidade pra por o adubo, feche e regue normalmente.
Esse círculo deve ser feito porque as raízes que vão absorver o adubo alcançam mais ou menos essa área.

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