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Hoya bella

Esta bela flor-de-cera miniatura, constitui uma planta rasteira, originária da Índia, Burma e Indonésia. Tem folhagem rija verde-escuro, ovalada e pontiaguda e buquês com oito a dez flores pequenas, perfumadas, cerosas, brancas, com centro vermelho, desabrochando no verão.

As folhas medem 1,5 cm de largura e 2,5 cm de comprimento. A planta cresce ereta até uns 30 cm e, depois, espalha-se formando um ótimo exemplar pendente. A Hoya bella pode subir por um suporte ou pender de um vaso suspenso.

A flor-de-cera é uma planta perene, de folhas carnosas e glabras, caule tortuoso com raízes que se prendem a suporte ou outras plantas, sendo considerada um cipó de tamanho médio.

É cultivada pela beleza de suas flores pequenas, estreladas, com pecíolo cor-de-rosa claro, parecendo açucaradas e que se prendem a estruturas cilíndricas que florescem todos os anos.

Seu florescimento vai da primavera até o outono, sendo que a abundância da florada desabrocha no começo do verão.

Cultivo:
Necessita de meia sombra, o sol forte queima suas folhas.

Tutores, fios de arame e treliças são necessárias para suportar seus ramos, podendo ser cultivada em solo de canteiro junto a muros ou mesmo em vasos.

Prepare o solo com uma mistura rica em matéria orgânica, como composto de folhas e húmus de minhoca, colocando na cova de plantio o adubo granulado formulação NPK 10-10-10.

No fundo da cova não esqueça de colocar areia para garantir boa drenagem.

A adubação de cobertura poderá ser feita uma vez por ano, no inverno, antes que inicie sua florada.

As regas deverão ser regulares no verão e quase suspensas no inverno.

Locais protegidos de ventos e do frio são os melhores para cultivo, pois a flor-de-cera não tolera temperaturas muito baixas.

Para fazer a propagação da espécie, utilize ramos com folhas, pois as gemas têm capacidade de enraizamento fácil.
Por vezes ao tocar as folhas no solo estes enraízam. Aproveite a ocasião para fazer as mudas, mas aguarde a planta não estar com flores, evitando um stress muito grande.

Paisagismo:
Seu cultivo em pérgolas e arcos é muito interessante, porém não conseguirá sozinha preencher uma pérgola, necessitando de muitas mudas.

O melhor modo de colocá-la num projeto de ajardinamento é, em um poste da pérgula, enrolar a planta ao redor de uma luminária no jardim (desde que não fique com sol da tarde forte nas folhas), colocando num vaso com treliça de bambu.

A consorciação com outras plantas não costuma dar muito certo, pois ela é um cipó, uma liana que vai se enrolando nas outras plantas.

Se permitir ela irá se enrolar nas grades de ferro e formar uma rede, quando desejar pintar a grade verá que sua benevolência com ela é prejuízo seu.

Mas é uma bela trepadeira, exótica, que atrai olhares quando está florida e para pequenos espaços nos jardins, para jardins de sacada faz belo efeito.

Primavera e verão
Quando o exemplar estiver muito grande para o vaso, replante-o em setembro. No verão, as temperaturas acima de 27°C não perturbam a planta, desde que ela esteja numa posição bem clara, protegida dos raios solares diretos.

Nesse período realiza-se a maior parte da nova brotação, por isso regue com regularidade e nunca permita o ressecamento do solo, em especial no caso das miniaturas.

Mas evite encharcar o composto. Aumente a umidade do ar pulverizando água semanalmente ou todos os dias, se estiver muito quente. Deixe o vaso em lugar arejado e adube com fertilizante líquido, a cada três ou quatro semanas, de outubro a março.

Outono e inverno
Providencie uma boa luminosidade, sem deixar a planta em pleno sol. Mantenha a temperatura acima de 10°C e regue apenas para prevenir o ressecamento do solo. Areje o ambiente, mas evite correntes de ar. Pulverize água ao redor da planta, uma vez por semana, a fim de umedecer a atmosfera.

Propagação
Coloque as sementes em mistura apropriada, no final de setembro ou começo de outubro. Mantenha o solo úmido e sombreado; cubra o conjunto com plástico transparente para manter a umidade do ar e deixe-o à temperatura de 24°C. Depois da germinação, descubra a sementeira. No momento em que as mudas puderem ser manuseadas, plante-as em vasos individuais.

Em dezembro, faça estacas de galho, cortando logo abaixo de um nó. Mergulhe o corte em pó de hormônio enraizador e plante-a. Cubra com plástico transparente e deixe a 24°C, até que surjam as primeiras brotações, o que ocorre por volta de dois meses depois. Trate as mudas como plantas adultas.

Cuidados:
A flor-de-cera já foi muito usada em decoração de varandas e pátios.
Procure um viveirista para conseguir espécies bem formadas, com brotos e flores.
- Folhas amareladas resultam de excesso de água. Deixe o composto secar um pouco e passe a regar menos.
- Forneça bastante luminosidade ao exemplar, mas proteja-o do sol direto e nunca pulverize água na parte mais quente do dia.
-Folhas murchas, que caem, devem-se a regas inadequadas: mantenha o solo sempre úmido.
- Combata as cochonilhas lanuginosas com um pincel embebido em partes iguais de água e álcool.
- Para um arranjo atraente, conduza os ramos da planta por um arco de arame, enrolando-os com cuidado. Mantenha os ramos em posição amarrando barbante macio a sua volta, de maneira frouxa.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


vaso-de-barro
Quando você vai escolher as plantas para decorar a sua casa, seja na parte interna ou na parte externa, considere também os vasos. Pode parecer que não tem nada a ver, mas na verdade, faz uma grande diferença quando conseguimos o vaso certo para espécie de planta que estamos cultivando. E mais ainda, esteticamente falando.

Não é tão fácil encontrar o vaso ideal para espécie de planta, isso porque a quantidade de modelos disponíveis atualmente no mercado para comprar é tanta, que ficamos na dúvida da escolha. Além do tipo de material, você encontrará diferenças de tamanho e acabamentos, entre outras coisas.

A primeira coisa que deve ser levada em consideração quando se procura um vaso não é a estética, como pode parecer, e sim, o tamanho da planta. Ou melhor, o quanto ela crescerá . Muitas espécies precisam de espaço para raiz e o caule.

Os vasos com plantas fazem parte do planejamento de jardins, seja de locais ensolarados a terraços, sacadas e interiores. O tamanho e o material serão determinados não só pelo gosto do proprietário mas em função do tipo de planta que será colocado.

Os tipos de vasos encontrados no comércio são:

barro queimado
Barro queimado –
Esse é o mais o mais comum, é mais barato e é onde as plantas sempre ficam bem. Vasos de barro para locais úmidos não são convenientes, costumam criar lodos.

barro-vitrificado
Barro vitrificado – Esses recebem uma camada esmaltada a quente, em geral são pintados. Bom em qualquer tipo de cultivo.

vaso de cimento
Cimento – Esses são muito pesados, mas comportam mudas de grande crescimento. São baratos, mas movê-los depois de plantados é um grande problema, melhor plantar no lugar onde ficarão.

vaso de plástico
Plástico – Esses são encontrados em todos os tamanhos; em geral vêm dos produtores e floriculturas. Tendem a rachar se deixados ao sol. Pouco dispendiosos e bons para cultivar orquídeas, crassas e cactos, pois não retém água e não dão fungos.

fibra-de-coco
Fibra de coco – Esse material é relativamente novo, veio para substituir o xaxim, cuja comercialização é proibida por lei ambiental. A fibra provém da indústria de coco. É material orgânico que sofrerá decomposição, principalmente em lugares mais quentes. Poderá haver interação de materiais em decomposição com as raízes das plantas, gerando problemas de toxidez.

Preparando o  Vaso
Se for passar substância asfáltica, retirar o pó dentro do vaso e pintar. Também pintar a parte externa com tinta e decorar a gosto. Após secagem total, iniciar os procedimentos do seguinte modo:
* Colocar no furo de drenagem um caco de cerâmica ou brita para manter o escapamento da água de rega;
* Colocar aproximadamente 1 cm de altura de areia de construção, também para facilitar a drenagem;
* Pôr a terra previamente misturada, deixando espaço para plantio da muda;
* Plantar;
* Completar a terra, deixando um centímetro pelo menos de vaso, para evitar que a água de rega derrame;
* Regar;
* Manter à sombra, se possível até uns 10 dias após o plantio.

Características de um Vaso de Planta ideal
* Não importa qual é a espécie da planta ou o tipo de vaso que você escolheu, é importante em qualquer caso que ele tenha os furos na parte de baixo para drenagem. O solo não pode ficar alagado nunca, isso causaria o apodrecimento das raízes. Caso você compre um vaso sem os furinhos, faça-os você mesmo;
* Os furos de drenagem do vaso devem ser de acordo com o tamanho do mesmo, quanto maior, a quantidade de orifícios deve ser mais também;
* Você pode usar em vasos de qualquer material pedras no fundo ou cacos de telha, ambos ajudam na drenagem e conseguem evitar o encharcamento;
* Antes de comprar um vaso para planta que deseja cultivar se informe bem sobre todos os detalhes dela e avalie o que ela irá precisar. Nunca faça o contrário, vaso primeiro e planta depois;
* Não perca seu tempo tentando cultivar uma planta que não se adapta ao tipo de clima do lugar onde você mora;
* Prepare a terra da planta com muito cuidado, procure sempre enriquecê-la com material orgânico;
* Lembre-se que não basta plantar e pronto, qualquer planta exige cuidados, umas mais outras menos.

Preparando a Terra
A terra para vasos é uma mistura em partes iguais de terra de canteiro comum sem inços, composto vegetal, composto orgânico e areia de construção. Se adicionar uma colher de sopa de adubo granulado para cada quilo de terra, garantirá alimento para a planta por bastante tempo.

Composto Vegetal
Encontrado em floriculturas e supermercados, é feito de areia, terra e resíduos de folhas decompostas. Pode ser feito em casa.

Composto Orgânico
É feito com excrementos de animais como gado vacuum, caprinos, ovinos, aves, misturado à serragem e passa por decomposição (ouve-se também como “curtido”). Adquire-se nos mesmos locais do composto vegetal.

Adubo Granulado
Existem no mercado muitas marcas e com formulações diversas. Para escolher, a receita é simples: para plantas de vaso ou mesmo arbustos de jardins que nos alegram com suas flores, use a formulação NPK, onde o P ou fósforo é o número maior. Exemplo: 4-14-8. Se a planta só tem folhagem verde e suas flores não interessam, use a fórmula NPK onde o Nitrogênio é maior, como 15-10-10, como para gramados, samambaias e dracenas.

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Hoya carnosa

A flor-de-cera (Hoya carnosa) é uma trepadeira originária da China, que durante o verão produz flores duráveis, com um perfume levemente adocicado.
É uma planta perene de fácil cultivo, pertencente à família das Asclepiadáceas.
O maior atrativo desta planta está justamente nas flores que inspiram seu nome popular: elas realmente apresentam uma aparência cerosa, como se fossem feitas de porcelana.

Dicas de cultivo
A flor-de-cera multiplica-se bem por estacas de galho. Depois de formada a muda, uma boa dica é plantá-la para que cresça sobre uma treliça ou caramanchão interno e até num vaso grande equipado com um anel de arame, onde a trepadeira possa apoiar-se. Plante-a num solo preparado com a seguinte mistura: 2 partes de terra comum de jardim, 2 partes de terra vegetal 1 parte de areia.

Luminosidade e temperatura
A planta precisa de muita luminosidade, mas não tolera sol direto. O sol da manhã é tolerável. Trata-se de uma planta de clima mais para o quente, sendo que a temperatura ideal gira em torno de 20 a 25 graus C.

Regas
No período da primavera e verão a flor-de-cera necessita de regas regulares, mas no outono e inverno o ideal é reduzir bastante a freqüência, deixando secar a superfície do substrato entre uma rega e outra. As folhas carnosas armazenam água e fazem uma “reserva”.

Adubação
A flor-de-cera não é muito exigente em adubações. Para estimular a floração e a saúde da planta, é recomendável fertilizá-la com um produto rico em potássio a cada 20 dias durante a primavera e na época de floração.

Como evitar e tratar problemas
Folhas secas e com manchas
Indica ambiente muito seco. Como medida de emergência, recomenda-se pulverizar toda a planta com água. Providencie um local com mais umidade no ambiente.

Manchas escuras nas folhas
Geralmente são indícios de que a planta recebeu muita luz solar direta. Em alguns casos, as manchas indicam ataque de fungos.

Queda de brotos e botões
Podem ocorrer quando a planta recebe corrente de ar frio; por ter sido trocada de lugar, alterando suas condições de luminosidade, temperatura e umidade ou por calor excessivo.

A planta não floresce
Por luminosidades insuficiente; pode estar faltando algum nutriente para a planta; a umidade do ambiente pode estar muito baixa ou a planta necessita ser replantada por estar muito grande.

Folhas amarelas com pontos pretos
* Pode ser excesso de regas. A solução é cortar as partes danificadas e reduzir as regas até que a planta esteja recuperada.
* Excesso de sol direto. Mude a planta de lugar.
* Substrato pobre em nutrientes, especialmente nitrogênio. Forneça uma boas adubação para a planta, por exemplo, (NPK 30-10-10)
Esse enorme grupo de plantas congrega cerca de 200 espécies diferentes. A maioria revela-se trepadeira, enquanto algumas têm hábitos arbustivos ou, ainda, pendentes.

Em relação a outros tipos de planta, a flor-de-cera quase não apresenta problemas, como pragas e doenças. O gênero tornou-se muito popular no cultivo em função de seus buquês de pequenas flores, com formato de estrela e consistência rija, semelhante às antigas flores feitas de cera, fato que lhe valeu o nome popular.

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Echeveria agavoides
Provenientes de regiões de bastante calor, as suculentas são espécimes ideais para ambientes de sol forte e pouca água, pois absorvem e armazenam quase toda a água que conseguem extrair do meio. Encontram-se vários exemplares na África, Madagascar, desertos e regiões semi-áridas, como o cerrado brasileiro. Facilmente adaptáveis, são encontradas hoje em dia em barracas de hortos em grandes cidades.

Qualquer um se apaixona pelas suculentas. Elas são plantas fofinhas e bem pequeninas que se assemelham aos cactos, tanto na hora dos cuidados quanto em aspectos. Essas plantinhas são ótimas para enfeitar a casa, o quintal e qualquer parte interna ou externa do lar. Porém, para mantê-la sempre saudável e com um bom desenvolvimento, é preciso tomar algumas precauções e saber trata-la. Neste artigo, você vai descobrir como cuidar das suas suculentas e qual a melhor forma de protegê-la.

Só pra esclarecer, suculenta é qualquer planta capaz de armazenar água, seja nos troncos, raízes ou folhas. Assim os cactos, as agaves, são todas suculentas, embora chamemos só essas de folhas gordinhas por esse nome.

A capacidade de armazenar água e a grande resistência faz com que elas exijam pouquíssima manutenção. Geralmente basta u substrato bem drenado, no mínimo 4 horas diárias de sol(quando tomam pouco sol, as folhas crescem mais espaçadas) e um bom regime de regas.

Para tê-las em casa por um bom tempo, basta seguir estas dicas:
Sua suculenta pode ser plantada tanto no vaso plástico como no de cerâmica, mas tenha sempre em mente que o plástico vai exigir um número menor de regas, pois ele não absorve a água como o de cerâmica, e permanece mais tempo molhado.

Use um substrato bem drenado:
1 parte de terra vegetal
1 parte de terra comum
2 partes de areia de construção grossa

Depois de plantar,regue e cubra o substrato com pedrinhas brancas, para dar mais um cherme!
As regas devem ser cuidadosas, uma vez por semana no verão, de maneira abundante, e uma vez a cada quinze dias no inverno. Não use pulverizadores para não formar um ambiente úmido em torno das plantas. Essa é só uma sugestão – você descobre a medida – se perceber que suas plantas estão murchando, aumente gradativamente a quantidade de água. Se elas ficarem encharcadas, vão apodrecer de baixo para cima e aí sua plantinha já era…

Não adube excessivamente seus vasos. O excesso de adubo faz com que as plantas cresçam exageradamente e fiquem muito suculentas. A planta fica estiolada (comprida e magrinha) e com as portas abertas para o aparecimento de doenças. Use 1 colher de café rasinha de NPK 10-10-10 a cada mês nos vasinhos e elas se manterão bonitas. Use só a farinha de osso (1 colher de chá/vaso) uns 2 meses antes da floração, que ocorre na primavera.

As suculentas são fáceis de cuidar, requerem pouquíssima água e muitas espécies possibilitam mudas obtidas através do destaque de folhas sadias e estas deixadas sobre o solo de um vasinho.

Suculentas dentro de casa:
Muitas espécies de suculentas adaptam-se bem em ambientes fechados. Crássulas mantêm-se bem perto de janelas com sol constante (norte), enquanto Haworthias preferem sol mais fraco (janelas voltadas para o sul). Aloes e Gasterias podem manter-se à meia-sombra.

Plantas pendentes, como Ceropegias e Hoyas também. Echeverias e Rosularias também preferem janelas com pelo menos 4 horas de sol.

Cultivando fora de casa:
Muitas suculentas preferem ambientes externos. Podem suportar bem geadas, no entanto, aconselha-se protegê-las de temperaturas menores que 5ºC.
Crássulas desenvolvem-se bem ao ar livre, mas não toleram geadas fortes. Gasterias, Aloes e Haworthias preferem locais sombreados.
Algumas espécies de pequeno porte (algumas echeverias e crassulas) não gostam do ambiente externo e precisam da proteção de um local fechado.

As suculentas procuram as fontes de maior luminosidade e tendem a inclinar-se. Deve-se girar de tempos em tempos o vaso ou bandeja onde elas se encontram.

Quanto à temperatura, algumas espécies suportam variações entre 5° C a 80° C, entretanto a maioria delas detesta geadas e temperaturas abaixo de 5° C.

Quando plantada em vaso, certifique-se que o vaso tem tamanho suficiente para acomodar as raízes com folga. V árias espécies de suculentas podem ser agrupadas em um único vaso. Tome o cuidado de colocar juntas apenas as espécies com as mesmas necessidades de solo, água e sol. Cuide também para que plantas mais altas não façam sombra em plantas pequenas.

Só faço o replantio caso deseje um jardim em bandeja, colocando algumas espécies de tamanhos, necessidades e cores que combinem. Cubra com pedrinhas brancas a terra e pronto.

Uma boa ventilação é importante apenas para espécies que possam ser cultivadas ao ar livre.

As suculentas podem ser adubadas de três em três meses, suspendendo durante o inverno.

Reprodução de suculentas
1 – Estaquia de folhasMuitas suculentas podem ser multiplicadas por estaquia de folhas, como Crassulas e Echeverias. Se a folha destacar com facilidade do caule, é provável que este método de propagação terá bons resultados. Esta é a maneira mais rápida e fácil de obter filhotes de rosetas.
* Escolha folhas maduras e saudáveis. Destaque-as com cuidado na junção com o caule e deixe-as em repouso por um ou dois dias.
* Você pode aguardar até que apareçam raízes e pequenas folhas no local de junção da folha com o caule para então plantá-la. Aguarde que as raízes estejam firmes e as novas folhas bem desenvolvidas antes de remover a folha-mãe.
* Outra maneira de induzir o aparecimento da muda é colocar as folhas (com o local de junção para baixo) em um vaso com terra e umedecer o substrato.

2 – Estaquia de galhos:
Caso a planta tenha caule lenhoso, é possível fazer a muda a partir de galhos.
* Escolha um galho saudável e com folhas novas. Corte o galho com estilete afiado e limpo.
* Elimine as folhas maiores ou corte-as ao meio. Espere um ou dois dias para que o local do corte fique seco.
* Você pode estimular o aparecimento de raízes aplicando hormônio de enraizamento no local do corte e então plantar o galho, ou aguardar o surgimento natural de raízes em alguns dias.

Filhotes:
Algumas suculentas, como a “rosa-de-pedra” produz “filhotes” logo abaixo de suas folhas, junto à planta, de maneira que basta retirar estas pequenas mudas e plantá-las em local definitivo.

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O cacto é uma planta adaptada à vida em regiões desérticas, podendo passar longos períodos sem água. Os cactos são plantas suculentas, da família das cactáceas, sem folhas ou quase desprovidas delas. Podem enfrentar as secas graças à capacidade que têm de acumular água em seus tecidos, e a de condensar a umidade atmosférica em espinhos e estruturas denominadas aréolas. O sistema radicular desenvolvido permite-lhes explorar grande volume de solo, absorvendo a água disponível e acumulando-a nos parênquimas aqüíferos de seus caules.

Para que elas possam se desenvolver bem em sua casa, elas precisam de alguns cuidados básicos e essenciais.

Os cactos necessitam de sol, ventilação e não suportam excesso de umidade. Isso é o básico para quem deseja cultivar cactos. A exceção fica por conta dos minicactos (aqueles que encontramos até em supermercados, em pequenos vasinhos) que, em geral, têm menos de três anos. Como ainda são bem jovens, os minicactos apresentam menor resistência à exposição direta dos raios solares. Neste caso, é melhor colocá-los em áreas claras e arejadas, mas longe da luz solar direta.

A água é talvez o fator mais importante para o sucesso no cultivo de cactos. A quantidade de água necessária para a manutenção destas plantas depende de outros fatores (terra, drenagem, temperatura, etc.), sendo difícil determinar uma periodicidade exata para as regas. Mas, dá para chegar numa média, de acordo com os períodos do ano. No verão, as espécies com mais de três anos devem ser regadas a cada 5 ou 6 dias; já os minicactos a cada 4 dias. No inverno, os cactos mais velhos devem receber água a cada 12 dias e os jovens a cada 8 dias. Toda a terra ao redor deverá ser molhada, mas não encharcada. Deixe que a água seja absorvida antes de colocar mais água.

A mistura de terra indicada para o cultivo de cactos pode ser obtida misturando partes iguais de areia e de uma boa terra para plantas caseiras. Para fertilizar, recomenda-se, uma vez por mês, substituir a água da rega por um fertilizante líquido básico para plantas verdes diluído na proporção indicada pelo fabricante.

Replantio
Uma questão que sempre se levanta é o replantio dos cactos: geralmente, o cacto deve ser replantado quando o vaso estiver pequeno demais para a planta, lembrando que a mistura de terra do novo vaso deve conter terra vegetal e areia (dessas usadas em construção), para garantir a boa drenagem. Além disso, para retirar o cacto do antigo vaso é preciso muito cuidado, pois os espinhos podem machucar. Uma boa dica é usar folhas de jornal dobradas várias vezes, em forma de tira, para envolver o cacto e desprender suas raízes com a outra mão (basta torcer levemente o vaso), sem forçar muito, para não quebrar a planta. Depois de solto, é só encaixar o cacto no novo recipiente. Com uma ferramenta de jardinagem pequena, pressione a terra do vaso, para firmar bem a planta.

Plantando em jardins
O plantio de cactos em jardins pede outros cuidados. O principal deles é escolher o local adequado para evitar acúmulo de umidade. Não se deve escolher um local baixo ou em desnível, para evitar que a água das chuvas forme poças ou fique parada. Como já foi explicado, a água em excesso causa o apodrecimento dos cactos e pode até matá-los. O ideal é escolher um local mais alto ou até fazer um morrinho, amontoando terra e apoiando com pedras. O aspecto visual fica bem interessante.

Preparo das covas:
Para espécies que chegam a mais de 2 m de altura, faça covas com cerca de 40 cm de profundidade; para espécies menores (as mais comuns) faça covas rasas, com cerca de 15 cm. Coloque no fundo das covas, uma camada de pedrinhas (tipo brita) e, por cima, coloque a mistura de terra (pode-se usar a terra retirada do buraco, misturada à areia de construção e terra vegetal, tudo em partes iguais).

Plante os cactos usando a dica de segurá-los com a faixa de jornal. Em volta dele, por cima da terra, espalhe outra camada de pedrinhas, para auxiliar na drenagem. Para fertilizar cactos de jardim, siga a mesma periodicidade indicada para os cactos de vasos.

É importante lembrar que para conseguir um bonito efeito com cactos em jardins é necessário saber escolher bem as espécies, que devem ter a resistência necessária à exposição direta aos raios solares, à chuva e ao vento constante. Uma boa idéia é consultar um produtor ou especialista na hora da compra, para ter certeza de escolher os tipos de cactos adequados ao seu jardim.

Obs.:
O ideal para cactos é deixar sem pratinho e regar por cima até sair água pelo fundo. Isso elimina sais e excesso de nutrientes, sem contar que se as raízes ficam enxarcadas eles morrem.

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Essa planta originária do México tem características únicas e escultóricas, graças a suas folhas retorcidas que lembram os tentáculos de um polvo.

Desenvolve em alturas de 600 a 1.700 acima do nível do mar, desde que cultivada em solos arenosos, bem drenados e com baixa umidade ambiental. As populações indígenas, há tempos, usam as fibras das folhas, depois de secas, para fazer sabão, devido as altas concentrações de saponina.

A silhueta é invulgar e muito jeitosa, por isso deve ocupar uma posição de destaque no jardim, tomando o cuidado com a associação de outras espécies, para não atrapalhar seu caráter escultural. Entretanto acompanha perfeitamente: Aptenias, echeverias de tonalidades rosadas, lamprantos, onze-horas e Seduns, além de pedras.

Seu porte [e de 1,00 a 1,50 m de altura, podendo alcançar 5,00 m e um diâmetro de 3,00 m em estado nativo.
Sua flor, amarela, mede 7 m de altura. Folhagem acinzentada, com folhas retorcidas formando uma roseta e bordas desprovidas de espinhos.
Própria para clima subtropical árido (suporta ventos fortes e temperaturas de até 10º) e deve ser cultivada a sol pleno.

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Callisia warszewicziana

Também conhecida como Tripogandra, Dragãozinho, a Callisia warszewicziana é uma planta suculenta, de folhagem e florescimento ornamentais, originária da América Central, Guatemala.

Seu caule é curto e emite ramificações que podem originar novas plantas. Suas folhas são dispostas em roseta, de aspecto triangular, textura suculenta e cerosa, de cor verde clara e com margens destacadas, bem claras. As folhas mais velhas adquirem tons avermelhados.

Floresce o ano todo, despontando longas hastes florais, com cerca de 60 cm de altura, carregadas de florzinhas roxas. As flores são atrativas para beija-flores.

É uma planta ideal para a formação de maciços, forrações e bordaduras. Por ter suas folhas com formas geométricas a tornam uma folhagem exuberante, mas o florescimento delicado e vistoso não deixa de ser um excelente atrativo também.

flores da Callisia warszewicziana
É uma planta de extrema rusticidade e baixa manutenção, não exigindo podas ou aplicação de defensivos. Também pode ser plantada em vasos e jardineiras.

Seu cultivo deve ser a sol pleno ou meia sombra, com um solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente.

Não é uma planta que suporta frio intenso ou geadas. Sua multiplicação é feita por divisão das touceiras e separação das pequenas mudas que se formam na haste floral após a floração.

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(Phaius tankervilleae)

Orquídea terrestre, nativa de regiões tropicais da Ásia e Oceania, em locais de até 1300 metros de altitude, pantanosos e úmidos.

Ela apresenta pseudobulbos cônicos a ovais, envoltos desde a base pelas bainhas foliares. Suas inflorescências são altas, chegando a 1,8 m de altura, eretas, e com numerosas flores perfumadas e duradouras que se abrem sucessivamente de baixo para cima. Há também uma variedade ‘Alba’, com a flor amarelo-esverdeada e o labelo branco.

É uma das orquídeas terrestres mais fáceis de cultivar. Ela é muito rústica, de crescimento rápido a moderado e floração abundante. Com sua folhagem decorativa,  formando touceiras que prestam-se para plantios isolados, bordaduras e maciços, valorizam muito os jardins tropicais.

Pode ser plantada em vasos, preferencialmente largos e de pouca profundidade, e desta forma é própria para adornar interiores bem iluminados, varandas e pátios.

Deve ser cuktivada sob meia-sombra ou luz difusa, em substrato humoso, composto por terra comum, terra vegetal e material fibroso, como casca de pinus ou côco, mantido úmido, mas sem encharcamento. A porcentagem de sombreamento para esta espécie é de 30%. Não tolera o frio intenso ou geadas (manter acima de 5ºC). Aprecia adubações freqüentes durante o período de crescimento vegetativo e floração. Multiplica-se por separação dos pseudobulbos, sementes e estaquia do pendão floral (após a floração).

Requisitos para seu cultivo em áreas externas:
* Deve ser plantada somente em locais que nunca ficam expostos a temperaturas muito baixas. O solo deve ser úmido, bem drenado e rico em composto ou húmus. No inverno, deixe a terra ficar ligeiramente seca e evite molhar a folhagem quando for regar a orquídea.

* Certifique-se de que receba uma luz indireta ou fique sob sombra parcial debaixo da copa protetora de árvores ou arbustos altos.

* Aplique fertilizantes de forma leve e frequente, da primavera até o outono, quando a orquídea estiver efetivamente crescendo. Fertilizantes líquidos podem ser utilizados, mas devem ser aplicados utilizando somente 1/4 de sua potência, conforme as instruções do rótulo. Não fertilize durante o período mais seco do inverno.

* Depois que a orquídea florescer, transplante as moitas maiores. Mantenha a maior parte da massa de raízes quando for separar a muda e replantá-la.

Requisitos para o cultivo em áreas internas:
* Plante a orquídea em um recipiente espaçoso para acomodar suas raízes numerosas. A terra deve ser à base de turfa, úmida e bem drenada.

* Coloque a orquídea em um recipiente em uma janela bem iluminada sem luz direta do sol. A umidade deve ser alta e pode ser facilmente aumentada em um ambiente doméstico comum ao colocar o vaso em cima de um prato com pequenos seixos e água. A planta também pode ser borrifada.

* Molhe a orquídea para manter o solo úmido, mas sem encharcar. No inverno, a planta deve ficar ligeiramente mais seca antes da próxima irrigação. Utilize água na temperatura ambiente, não fria. Não jogue água nas folhas.

* Aplique fertilizantes durante a época de crescimento, da primavera até o outono, em cada terceira irrigação, utilizando um fertilizante específico preparado somente com 1/4 de sua potência, conforme as instruções da caixa. Não fertilize durante o inverno.

* Considere a possibilidade de transferir a planta de vaso somente depois que a orquídea se agarrar ao recipiente, como depois de dois a três anos. Mantenha o máximo possível da massa de raízes quando for transplantá-la para um recipiente maior. O transplante deve ocorrer depois da floração, não durante ou depois que o talo da flor começar a emergir.

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OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Begonia-6

A Begônia é mais uma das excelentes plantas que pode manter no interior do seu apartamento ou plantar no seu jardim.

São plantas muito populares e bonitas, existindo cerca de 1400 espécies em todo o mundo. Quase todas são fáceis de cultivar, quer dentro de casa, quer em jardins no Verão. São plantas nativas de regiões tropicais, principalmente da América Central e América do Sul.

Possuem folhas atrativas e, algumas espécies, apresentam flores coloridas, que variam do branco ao vermelho. Devido a esta enorme variedade de cores são ideais para utilizar na decoração de apartamentos.

Como qualquer planta, os cuidados essenciais são necessários para manter este tipo de plantas sempre bonitas e nas melhores condições. São destacados os seguintes:
* Em relação à temperatura, as begônias plantadas em vasos são plantas tropicais muito delicadas e, por essa razão, não apreciam grandes variações de temperatura ou correntes de ar. A temperatura ideal para mantê-las sempre felizes encontra-se entre os 20º e os 28ºC. Já as Begônias-cerosas, de canteiros, preferem um clima mais ameno e não toleram bem as chuvas.

* São plantas que apreciam bastante luminosidade, por isso evite locais do apartamento mais escuros.

* O solo ideal para o seu cultivo deve ser um solo bem drenado. Pode fazer uma mistura com 1/3 de areia, 1/3 de terra comum e 1/3 de húmus, ao qual acrescenta um pouco de adubo para fortalecer a planta. De tempos em tempos reforce a adubação com um pouco de fertilizante NPK rico em fósforo e mais um pouco de adubo orgânico.

* A rega deve ser feita de forma a que a planta se mantenha sempre umedecida. Contudo tenha cuidado com os encharcamentos, que podem levar ao apodrecimento da raiz e consequentemente à morte prematura da planta. Apenas o solo deve ser regado. Evite molhar as suas folhas.

* Ácaros e fungos podem atacar as begônias, visto elas só florescerem em ambientes úmidos. Se isso acontecer procure por conselho em lojas especializadas em produtos para controle de pragas, numa florista ou centro de jardinagem perto de sua casa.

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Confete (Diascia spp)

O gênero Diascia contém cerca de 70 espécies, e muitas delas são ornamentais. São pequenas plantas ornamentais originárias da África do Sul.

São plantas floríferas herbáceas, de ramagem delicada r muito ramificada. Apresentam folhas opostas, simples e com margens denteadas. Floresce desde o início da primavera até meados de outono. Suas inflorescências são longas, com flores de corola expandida em cinco divisões, em formato de sino e de cores diversas, como o rosa, o laranja, o salmão e outras tonalidades.

De folhagem brilhante e flores mimosas a tornam uma planta maravilhosa para plantarmos em maciços e bordaduras, assim como em mistura com outras plantas em conjuntos campestres ou em jardins de pedra.

Diascia spp
As espécies de hábito prostrado e pendente são ideais para plantar em cestas, vasos e jardineiras suspensas, sempre bem drenados, visto que o confete não tolera encharcamento. Apesar de perene, é utilizada também como anual.

Seu cultivo deve ser sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, leve, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares.

A fertilização deve ser feita mensalmente durante o período vegetativo. Aprecia o clima ameno e suporta até -5ºC. Quando as flores murcharem, podem ser podadas com tesoura, para que renovem a folhagem e floresçam novamente.

A multiplica-se por sementes, estaquia e divisão da ramagem enraizada.

janela florida

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