Subscribe to PlantaSonya Subscribe to PlantaSonya's comments




Ipê felpudo

Também conhecido por ipê-tabaco, bolsa-de-pastor, entre outros, o ipê-felpudo é uma espécie de planta da família Bignoniaceae, nativa das florestas de todo sudeste e partes do centro-oeste e nordeste do Brasil. É chamado de ipê, mas não faz parte do gênero Tabebuia..

Tem um grande potencial madeireiro e silvicultura, mas vem sendo ameaçado de extinção pela exploração madeireira, agropecuária e carvoaria.

É uma árvore pioneira de médio a grande porte, atinge mais de 30 m de altura e diâmetro superior a 80 cm.

Sua madeira é de excepcional qualidade, sendo conhecida no exterior como Brazilian-walnut. é talvez a melhor espécie de madeira para pisos de luxo, muito apreciada pela construção-civil.

O Ipê-felpudo ocorre em locais que possuem uma média anual mínima de 13,7 °C e média máxima de 26,9 °C, não tolerante a climas frios. Ele é praticamente indiferente ao tipo de solo. A muda pode ser plantada a pleno sol ou meia sombra. O seu desenvolvimento é relativamente rápido.

Sua copa, quando jovem, é colunar e cônica a globosa quando adulta, com ramos ascendentes e ramificação racemosa. Suas flores são pequenas muito escuras, florescem de novembro a janeiro.

Suas flores são melíferas e o fruto usado em artesanato. A planta é extremamente ornamental, principalmente pela forma de sua copa e elegância do conjunto, o que a emprega na arborização urbana de praças.

3b872de2

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Chysis bractescens

O primeiro passo para entendermos este assunto é de fato conhecermos nossas plantas, nossas instalações, o clima do local durante o ano e saber que tudo isso interfere na decisão final da rega.

Então, como muitos tem diversas plantas de variados tamanhos em diferentes recipientes e suportes com variados substratos fica realmente difícil estabelecer qualquer receita, porque cada uma terá uma necessidade diferente, mas é possível minimizar bastante essas diferenças se começarmos a nos organizar em relação ao nosso cultivo.

Orquídeas em geral são plantas que apreciam um ambiente com umidade elevada sendo o ideal entre os 60% a 90%, mas elas não gostam de encharcamento o que pode provocar morte das raízes por asfixia, o que provoca na planta sintomas de desidratação que muitas vezes são confundidos com falta de água que causa os mesmos sintomas, mas as raízes se mantém vivas.

A afirmação que se diz é a seguinte: “é melhor a falta de água que o excesso”, pois a falta é bem mais fácil de corrigir no caso das orquídeas.
Mas, com todos esses complicadores que surgem para regar como podemos facilitar as regas nas plantas? Uma das coisas que facilitam muito nossa vida é fazer sempre com que uma planta seque bem mais rápido possível, porque a chance de se errar com excesso em plantas que secam rápido é bem mais difícil do que uma planta que leva uma semana para secar, embora a princípio se torne mais trabalhoso, mas depois se percebe que é bem mais prático e a pessoa fica mais segura.

Para termos sucesso nessa secagem rápida e eficiente 3 coisas são importantíssima e andam juntas: substratos, recipientes e a drenagem, sendo essa última estando em função dos dois itens anteriores.
Uma boa drenagem é fundamental para garantir uma secagem mais rápida, já que garante boa ventilação dentro do recipiente e do substrato e essa drenagem é melhorada sempre se colocando uma camada de uns dois dedos de material como argila expandida, caco de tijolo ou telha, ou brita e depois o substrato, sendo esta prática indispensável no cultivo de orquídeas.

O recipiente também é fundamental e pela grande gama que existe no mercado existem os de drenagem muito boa e os com drenagem pior. Os cachepot de madeira e os vasos de barro sempre foram vistos como os melhores para o cultivo e os vasos de plástico como os vilões, mas como estes ultimamente são os mais usados, por serem leves, resistentes, baratos e reaproveitáveis é importante falarmos um pouco mais sobre eles. Vasos plásticos são os mais usados, embora suas paredes sejam impermeáveis e seus furos de baixo muitas vezes não sejam tão eficientes, mas por ser o seu material o plástico é muito fácil contornar este problema fazendo diversos furos laterais com qualquer ferramenta pontuda quente, como facas e chaves de fenda.

Esta é hoje em dia prática que muitos orquidários comerciais já usam e realmente melhora consideravelmente a drenagem tornando o vaso plástico tão bom quanto os de barros e cachepots.

Os substratos são o segundo fator que influenciam na drenagem e como de conhecimento são os responsáveis pelo suporte da planta dentro do recipiente e eles precisam ter boa aeração para o bom desenvolvimento das raízes, garantir boa drenagem e ter boa durabilidade, além de outras coisas.

A drenagem e aeração no substrato além de variar de acordo com o tipo de substrato também vai variar muito com o tempo de vida do mesmo, sendo que, por exemplo, uma fibra de xaxim nova possui uma drenagem excelente secando que quase diariamente, enquanto que este mesmo xaxim, mas com mais de 2 anos de uso possui uma drenagem ruim, já que já está bastante degradado e compactado, o que também interfere bastante na decisão de regar durante o tempo e isto vale para todos os tipos de substratos.

Então se conhecermos isto bem direitinho e nos organizarmos ai podemos facilitar muito o turno de rega das plantas é tentarmos sempre usar uma boa mistura de substrato que dure bastante tempo e possua boa drenagem que diminua o período de rega bastante tornando a rega, se não diária quase que diária e para aquelas plantas em placas ou sem substratos as regas normalmente acabam que são diárias e dependendo da época do ano até mais de uma vez ao dia.

Esta rega segue sempre a regra em que o substrato deve estar seco antes de se molhar novamente e como discutido antes fazendo com que seque mais rápido a chance de exagerar é bem menor.

Tem gente que rega mergulhando a planta em balde com água, o que embora promova uma boa rega, em termos de substrato molhado, costuma trazer problemas, porque para quem tem muita planta esta prática se torna muito demorada e pode se tornar até desconfortável e causar problemas de saúde pelo esforço de ficar botando e tirando planta do balde com água, além de que se tiver planta contaminada com doenças mais sérias como viroses é uma excelente maneira de espalhar a doença pela coleção e dizimar o orquidário inteiro.

O que mais se indica é o uso da rega com mangueira, porque, embora não se tenha a mesma eficiência em molhar todo o substrato que a planta mergulhada num balde ela evita esse problema em muito de transmissão de doença e também a secagem acaba que fica mais rápida e pra planta embora a menor eficiência na rega não fica prejudicada, porque as raízes conseguem ser bem molhadas. Existem também os que usem sistema de micro aspersão ou aspersão que também é um sistema eficiente e permite automação facilitando muito o trabalho para os que tem como fazer e dependendo não fica tão caro assim, mas a mangueira é um dos mais práticos ainda e bom para coleções grandes, de médio porte e pequenas também.

Diante disso temos que ter em mente que o mais importante é sempre o bom senso e muita observação para se fazer a rega e ter em mente que o turno pode ter variações durante o ano e com uma boa organização da coleção é possível facilitar bastante o trabalho e evitar os exageros ou as faltas de água.

folha

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Sobralia x veitchii

Entre as plantas floríferas, a família orquidaceae é a mais numerosa (aproximadamente 10%da flora do planeta) do reino vegetal. O número atual de espécies catalogadas é de mais ou menos 35.000, e o de híbridos oriundos de cruzamento entre espécies diferentes realizadas de forma natural ou artificial é de cerca de 120.000.

Elas vegetam em diversos ecossistemas, sendo encontradas em florestas, campos, cerrados, dunas, restingas, tundras e até mesmo em margens de desertos.
São erroneamente chamadas de parasitas. Na realidade, as que vivem sobre troncos, galhos e gravetos são epífitas, terminologia derivada do grego epi (sobre) e phyton (planta), para denominar plantas que vivem sobre outras plantas, sem causar danos ao hospedeiro.

Orquídea epífita - em árvore

As orquídeas epífitas são adaptadas para viverem nos troncos ou nos galhos das árvores utilizando os galhos apenas como suporte. Sua alimentação se dá através da matéria orgânica (folhas secas, insetos mortos, fezes das aves, etc), que são levados pelas águas das chuvas e depositada em suas raízes, absorvendo assim, nutrientes para sua sobrevivência. Como vegetam sob a copa dos arvoredos, são protegidas contra os raios solares diretos.

Orchis mascula

As orquídeas terrestres vivem e crescem em solos com altos teores de húmus / detrito vegetal, porém o seu substrato é bastante poroso (serrapilheira). Quando crescem em áreas livres de vegetação arbórea, elas vegetam em solo com teor de matéria orgânica mais baixo do que o encontrado nas matas. Em geral, as orquídeas terrestres são destituídas de pseudobulbos.

Cattleya walkeriana no habitat (rupicola)

As orquídeas rupícolas vivem sobre pedras em pleno sol. Muitas vezes protegem a ponta das raízes mergulhando-as por baixo do limo que nasce nas fendas das rochas. Mas não é raro ver orquídeas deste tipo vivendo sobre rochas que atingem altas temperaturas, e notar que o calor e insolação não provocam maiores danos às raízes. Geralmente as orquídeas rupícolas formam toceiras compactas que cobrem pequenas áreas sobre as rochas. Tudo indica que estas plantas, em geral, apresentam metabolismo que lhes permite evitar a perda de água durante o dia, através da não abertura estomática durante este período, sendo que esta estrutura foliar anexa, apenas se abre durante a noite para a realização das trocas gasosas importantes para a formação de ácidos que serão estocados nos vacúolos das células, e que depois durante o dia serão utilizados nos processos fotossintéticos.

Epidendrum terrestre

A orquídeas humícolas (existem controvérsias quanto a esta classificação, mas ao que parece, é a mais coerente), são aquelas que se nutrem a partir de matéria orgânica em decomposição, mas que ao contrário das saprófitas, possuem clorofila e realizam fotossíntese. A primeira vista, então poderiam ser confundidas com orquídeas terrestres, mas a principal diferença está na forma radicular. As orquídeas humícolas sempre apresentam raízes extremamente grossas e que se orientam, em geral, paralelamente ao solo, sempre encobertas pela camada de serrapileira das matas, não se aprofundando mais do que alguns poucos centímetros do solo, ao contrário das terrestres.

Rhizanthella gardneri

As orquídeas saprófitas, muito raras, são desprovidas de clorofila e nutrem-se de restos vegetais ou animais em decomposição. Apenas uma orquídea pode ser genuinamente considerada saprófita, trata-se da curiosa Rhizanthella gardneri , coleta pela primeira vez em 1928 na Austrália, e que às vezes floresce dentro do solo, (muitos orquidófilos a consideram parasita e não saprófita).
O termo saprófita vem ao longo dos anos trazendo muita discórdia entre os orquidófilos, pois muitos costumam classificar suas plantas como saprófitas, mesmo quando estas possuem clorofila e, portanto realiza fotossíntese, o que se caracteriza um erro em termos de terminologia biológica. Outros mais coerentes usam a terminologia humícola, que biologicamente, não traz nenhum erro de conceito, como o termo saprófita, mas que mesmo assim não serve para designar algumas espécies de orquídeas, que não se encaixam muito bem nesta classificação.

riacho

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Cipo de Sino

São plantas que têm o caule longo, flexível, e não se sustenta verticalmente, a não ser que apoiadas em suportes ou tutores.

A maior parte da raiz é superficial, logo, a cova deverá ser maior em largura do que em profundidade.

O plantio desses vegetais é adequado para formar uma cortina vegetal, dar encanto e beleza ais jardins residenciais e públicos, subir em árvores e muros revestidos com pedras naturais, etc.

Existem quatro tipos de trepadeiras: sarmentosas, volúveis, cipós e arbustos escandentes.

Sarmentosas – são as que apresentam órgãos de fixação natural. Geralmente não sobem em árvores de tronco liso.

Volúveis – apresentam caules que se enrolam nos tutores, ou suportes, em movimentos espirais. Quando atingem o teto da pérgola, treliça, etc., como não têm mais para onde subir, ficam com seus ramos pendentes. Contudo, há dois movimentos para a direita ou para a esquerda.

Cipós ou lianas - possuem caules rijos, sem fixadores e não se enrolam nos tutores. Crescem em busca da luz e até se encurvam com o próprio peso.
Encostando-se num ponto firme, formando um arco, surge o broto, que repete o processo. Exemplo: Sete-léguas, Trombeteira-da-china, papo-de-peru.

Arbustos escandentes - podem formar um arbusto se deixada crescer livremente. Já plantada junto a cerca, muro ou pérgola onde possa apoiar seus longos galhos, adquire a forma de trepadeira.
Exemplos: roseira trepadeira, viuvinha, glicínia, alamanda, etc.

Plantio
O ideal é abrir uma cova de 1m, depois fechá-la, deixando uma coveta com o diâmetro do recipiente (saquinho) que deve ser retirado no plantio, esse procedimento deixa o solo mais solto e facilita o desenvolvimento da raiz, evitando que se enovele; em seguida faz-se a calagem e a adubação. A calagem é efetuada para equilibrar o pH do solo.

Poda
Poda de conformação: retirada dos ramos inúteis, durante o crescimento
Poda de limpeza: devem ser retirados os galhos secos e folhas mortas
Poda de crescimento: provoca o crescimento em certas direções
Época da poda: deve ser feita no inverno, ou após a floração, frutificação.

Tipos de trepadeiras
Floridas: Flor-de-são-joão, flor-de-cera; amor-agarradinho, jasmim.
Perfumadas: Ipoméia branca; rosa-trepadeira; glicínia; madressilva.
De folhagem: Guanimbé, monstera.
Medicinal: Guaco, jaborandi.

Tutores
São apoios que direcionam a trepadeira. Devem se adequadas ao hábito da planta. Geralmente é uma haste de madeira que se coloca ao seu lado, para servi-lhe de sustentação.

Caramanchões
Os caramanchões são as maiores e mais caras estruturas para as trepadeiras. De madeira maciça, metal ou concreto, os caramanchões são feitos para durar. Por isso suas colunas devem ser chumbadas ao terreno com concreto, protegendo-se assim sua estrutura dos tombamentos e da umidade.
A altura dos caramanchões deve ser de no mínimo 2,5 m, para que as pessoas mais altas possam usufruir do espaço com conforto. Podem ser revestidos com trepadeiras de flores pendentes por terem uma estrutura mais alta, tais como sapatinho-de-judia, jade, etc.

Pergolados
São suportes mais leves que caramanchões e podem ocupar espaços menores. As pérgolas são formadas por uma ou duas séries de colunas paralelas. Elas podem ser de madeira, metal, concreto ou bambú e servem para proteger e criar espaços de lazer e interação com a natureza. Podem ser colocadas em varandas, garagens, jardins internos, sobre bancos ou simplesmente para proteger outras plantas, como um pequeno orquidário, por exemplo.

Cercas ou alambrados
Normalmente são bem feinhas quando solitárias, mas com trepadeiras, elas podem ser transformar em floridas cercas-vivas. Mesmo as cerquinhas de madeira, mais simpáticas, ficam graciosas com trepadeiras delicadas. Para este tipo de suporte, as trepadeiras mais indicadas são as floríferas, de crescimento rápido, principalmente as volúveis e com gavinhas.
As cercas e portões com trepadeiras, podem ser muito úteis, escondendo estruturas feias, e protegendo a residência da poluição, seja ela provocada pelo pó ou pelo som. Além disso, elas resguardam a casa e o jardim de olhares curiosos, garantindo a privacidade dos moradores.

Coroamento de muros
Com uma trepadeira bem conduzida, os muros podem ganhar graciosidade e beleza, pois os contornos naturais e curvilíneos da planta suavizam as linhas rígidas da construção. Além disso, o muro sempre ganha pelos menos alguns centímetros em altura, favorecendo desta forma a privacidade e a proteção contra a poluição.
Neste caso podem ser usadas tanto trepadeiras volúveis e sarmentosas como arbustos escandentes. Só o manejo e o tutoramento serão diferentes. As trepadeiras necessitarão de suportes que as levem até o topo dos muros, indicando o caminho. Estes suportes podem ser fixos ou temporários, disso vai depender a espécie escolhida e suas características. Trepadeiras lenhosas que engrossam o caule com o passar dos anos, dispensarão os tutores depois de bem estabelecidas.
Este tipo de utilização deve atentar para o bem estar dos pedestres também. Galhos espinhosos e compridos, pendendo sobre o caminho, podem ferir as pessoas e render sérios incomodos. Melhor cuidar para que a trepadeira traga somente alegrias e flores, com amarrações e podas periódicas.

Arcos
São suportes simples, leves, geralmente metálicos ou plásticos e que remetem a um jardim romântico. Eles são suportes ideais às trepadeiras que necessitam ter seus ramos arqueados para florescer em abundância, como as roseiras trepadeiras.
Eles possuem a vantagem e a facilidade de se encaixar em diversos espaços. Um jardim pequeno, pode usufruir de um cantinho agradável com um arquinho sobre um banco ou uma cadeira de balanço. Portões pequenos ou grandes, transformam-se em pórticos quando emoldurados por arcos. A sensação que se tem é que estamos deixando o mundo lá fora e adentrando um mundo mágico, como um jardim secreto.

Treliças
As treliças são suportes charmosas e práticas as treliças podem ser feitas de vários tamanhos. Podem ser de madeira, metal, bambú ou plástico. Sua forma básica é feita pelo cruzamento ou entrelaçamento de ripas em “X”. Com uma ampla gama de modelos prontos ou feitos sob medida, elas se encaixam em diversas utilizações e estilos de jardim. Sua integração com o ambiente vai depender da habilidade do paisagista em combinar os materiais e acabamentos com os diferentes tipos de arquitetura e estilo.
A união de treliças com outras estruturas também pode ser harmoniosa. Assim pode-se ter um caramanchão ou pérgola com paredes treliçadas, ou até mesmo cercas treliçadas, tudo para oferecer suportes mais charmosos e apropriados para a ascensão das trepadeiras.

janel9

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


tulipa em vaso

A tulipa deve ser regada frequentemente observando se o solo está seco superficialmente. Podem pode ser encontradas de várias cores e também em tons matizados. Ficam lindas em maciços de jardim com canteiros. É uma flor que surge do centro de uma folhagem com uma haste ereta e com uma flor solitária.

Para casas com animais de estimação a plantação de Tulipas em canteiros deve ser observada, pois esta planta pode causar de danos gastrointestinais a colapsos no coração e convulsões.

Cultivo
Para que a Tulipa possa florir é essencial que seu bulbo se desenvolva durante os meses mais frios do ano. É ideal plantar o bulbo no outono para que na primavera possa florir.

A floração da Tulipa acontece no final da primavera, pois seu bolbo necessita do frio dos meses anteriores para florir. Preferem climas frios. Você pode diminuir este impacto colocando gelo no vaso no início da manhã e início da noite.

Apreciam sol intenso, porém ao meio dia devem ser protegidas por alguma sombra ou por sombra devido ao calor intenso. Desenvolvem-se melhor quanto orientadas para o sul.

Como plantar bulbos de Tulipas nas regiões mais quentes do Brasil
Como no Brasil as estações do ano na maioria das vezes não são bem definidas, podemos utilizar de alguns artifícios para fazer o plantio da tulipa e conseguir ao menos uma floração.
-
O primeiro passo é adquirir a tulipa ainda em botão e a mantenha em local fresco, sem ventos fortes e longe do calor excessivo, porém um local bem iluminado;

- No início do outono, corte as folhas e a flor, retire o bulbo da terra e limpe bem com uma esponja macia e os deixe fora da terra por 3 meses, em um local fresco e arejado e seco;

- Após este período de descanso plante novamente o bulbo em um vaso de plástico sem enterrá-lo completamente.
A terra deve estar úmida. Guarde o vaso por 6 meses na geladeira. Assim, vamos conseguir simular o ambiente mais propício para a floração. O vaso deve estar fechado em um saco plástico;

- Depois de 6 meses você poderá retirar o vaso da geladeira e o coloque em um local fresco, sem ventos fortes e longe do calor durante 2 meses;

- Guarde na geladeira novamente dentro de um saco plástico fechado, por mais 6 meses. Após este período você pode retirar da geladeira e terá flores dentro de 1 ou 2 meses.

Como plantar bulbos de tulipa nas regiões mais ao sul do Brasil
Nas regiões mais ao sul do Brasil as estações são bem mais definidas e podemos cultivar tulipas com mais facilidade. No início do outono prepare um solo fofo e bem drenado. Enterre o bulbo a uma profundidade de 15 cm. Não esqueça de deixar os brotos para cima e fora da terra. Regue sem encharcar a planta.

Mistura para solo para vaso ou canteiro
A Tulipa necessita de uma mistura de solo rica em matéria orgânica;
1 parte de terra comum de jardim;
1 parte de terra vegetal;
2 partes de composto orgânico.

Como montar um vaso para receber a Tulipa
1 – Adicione argila expandida ou brita no fundo do vaso;

2 – Em cima da argila expandida acrescente a manta de bidim ou manta de poliéster para filtrar a água e evitar que a terra se infiltre por entre as bolinhas da argila (ou pedras), entupindo o dreno;

3 – Adicione o solo rico em matéria orgânica como informado acima e a 15 cm de profundidade plante os bulbos da Tulipa com os brotos voltados para cima, sem enterrá-los completamente;

4 – Para dar acabamento ao vaso e também para evitar que ervas daninhas apareçam adicione casas de árvores.
Obs.: para um vaso de 15 cm não plante mais de 5 ou 6 bulbos.

Como e quando adubar a tulipa
Após o plantio e assim que começar a floração espalhe um fertilizante a base de potássio e fósforo, mas com nível de nitrogênio baixo para conter a formação de folhagem verde e a proliferação de fungos. É recomendado o uso de farinha de ossos e de superfosfato.

Manutenção da tulipa
Após a floração remova todas as flores mortas e espere as folhas caírem naturalmente. Retire os bulbos da terra, observe se produziram e separe. Estes bulbos  deverão ser plantados novamente no próximo outono, até lá guarde-os na geladeira bem limpos. O bulbo também pode ser armazenado, mas não é garantido que ele vá florir novamente. O bulbo poderá florir novamente, embora não deva florir na estação seguinte. Tulipas não suportam a concorrência de outras plantas no mesmo canteiro.

Paraiso_1438

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Tulipa gesneriana 1

Numa definição rápida, podemos dizer que plantas bulbosas são plantas que possuem reservas nutricionais para a sua sobrevivência em condições desfavoráveis ao seu desenvolvimento, como falta de água e baixas temperaturas. Normalmente ficam localizados dentro do solo. Dentro dos bulbos desenvolvem-se as gemas, que são os embriões de novas plantas. E para armazenar o alimento, o bulbo precisa que as folhas façam a fotossíntese, absorvendo a energia solar e a transformando em alimento.

A reserva de nutrientes é muito importante para estas plantas, pois é isso que vai garantir o impulso inicial para o seu desenvolvimento no próximo ciclo. Os bulbos têm tanta capacidade de acumular nutrientes, que podem florir até mesmo se forem esquecidos numa prateleira!

Outra coisa muito gratificante sobre estas plantas tão especiais: dificilmente ficamos sem elas, pois antes de terminarem seu ciclo, elas geralmente deixam “filhotes” para dar prosseguimento à sua história.

Existem plantas de bulbos com folhas perenes, ou seja, elas conservam suas folhas, mesmo sem flores, e também as chamadas “caducas”, que (após a floração, a planta perde as folhas, ficando apenas o bulbo sob o solo. Estas espécies são chamadas de plantas anuais.

Bem, depois de toda essa introdução, então mãos à obra! Vamos aprender a cultivar bulbos (ou cormos, rizomas e tubérculos…):

Como escolher as espécies
Muitas vezes somos traídos pelos nossos desejos, por isso, na hora de escolher as espécies prefira as que são adequadas para o clima da sua região e para o local do plantio. Assim, você evita decepções e prejuízos. Existem espécies de plantas com bulbos para as mais variadas regiões, desde aquelas com clima frio até as mais quentes. Informe-se e pesquise bastante antes de comprar.

Como armazenar
Depois da compra, se não puder plantar o bulbo imediatamente, armazene-o em local seco, fresco e arejado. Uma boa dica é colocar os bulbos numa bandeja forrada com areia ou com papel limpo e seco, mantendo-os separados uns dos outros. Para não perder a noção, cole próximo a cada um deles uma etiqueta indicando a sua espécie e também a data da compra. A circulação de ar é muito importante para evitar o apodrecimento e para prevenir doenças, mas é sempre bom evitar locais com fortes correntes de ar, especialmente frio.

Plantando em canteiros
Sem precipitações. Se for fazer o plantio em canteiros, evite após dias seguidos de chuva, quando o solo está muito molhado. Nesse caso, espere alguns dias até que a terra fique menos encharcada.

A boa drenagem é condição fundamental para o sucesso no plantio de bulbos, pois evita o surgimento de fungos. Se o solo for muito argiloso, coloque uma camada de mais ou menos 2 cm de areia grossa no fundo da cova.

Por outro lado, um solo muito seco dificulta a floração dos bulbos. Neste caso, incorporar um pouco de composto orgânico à terra ajuda a garantir a umidade necessária.

Plantando em vasos
Lembrem-se que
uma boa drenagem é fundamental. Os vasos devem ter furos de drenagem no fundo. Se não forem suficientes, aumente seu tamanho ou quantidade.
Quanto à mistura de solo recomendada para vasos, é só prepará-la de acordo com as necessidades da espécie a ser plantada.

Profundidade de plantio
Existe uma regra básica orientando que os bulbos devem ser plantados com uma profundidade equivalente entre 3 a 5 vezes o seu tamanho. Mas é fato que a profundidade de plantio pode realmente afetar a floração dos bulbos. Se eles forem plantados muito profundos, podem perder energia até chegarem na superfície do solo e o resultado é que as flores podem até nem aparecer. Por outro lado, se forem plantados muito rasos, podem sofrer com a ação do sol, do vento e da chuva.

Cuidados após o plantio
Para ter um crescimento saudável, os bulbos precisam de umidade adequada o ano todo. O solo deve ser regado de 2 a 3 vezes por semana. É claro que nos períodos muito quentes e secos, as regas devem ser mais regulares.

Muita gente prefere cortar as folhagens das plantas de bulbo assim que termina a floração, porque acham que vão perder a energia. Mas isso não é recomendável. Os bulbos obtém suas reservas de alimento justamente absorvendo a energia solar por meio do processo de fotossíntese de sua folhagem. Assim, o ideal é deixar que as folhas murchem, fiquem amarelas e somente depois disso devemos cortá-las. Outra dica: não descarte os bulbos que se formam ao redor dos maiores. Plante-os em local separado e terá belos “filhotes” de seus exemplares.

Então, depois que as lindas flores murcharem, espere até que as folhas murchem e sequem para que o bulbo possa acumular energia suficiente para suportar o período de dormência e posteriormente possa alimentar a próxima geração, para então cortar as hastes das folhas e flores e retirar o bulbo do solo.

O bom de cultivar plantas com bulbos é que elas são surpreendentes. Brotam rapidamente, precisam de poucos cuidados e, quando menos se espera, surge uma floração belíssima. Algumas delas são até perfumadas!

Existem espécies de plantas com bulbos adequadas a quase todos os climas e com possibilidade de plantio em todas as estações do ano. Sabendo escolher as espéceis certas para a sua região e para cada estação, você poderá ter um jardim florido e colorido o ano inteiro.

Janela-menina

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


primula_obconica

A prímula é uma planta herbácea e florífera, utilizada principalmente na decoração de interiores. Ela não possui caule e seu porte raramente ultrapassa os 30 cm de altura. Suas folhas são simples, de margens denteadas e arredondadas, dispostas em roseta.

As flores surgem no final do inverno e na primavera, em inflorescências terminais, sustentadas por uma longa haste floral acima da folhagem, como um buquê. Elas são numerosas, simples ou dobradas, e delicadamente perfumadas, em uma grande variedade de tonalidades de rosa, roxo, vermelho, laranja, salmão e branco.

Estas prímulas de flores grandes e vistosas, emolduradas pela folhagem verde aveludada, são como lindos buquês, perfeitos para decoração da casa. Especialmente selecionadas para a utilização em vasos e jardineiras, elas acrescentam uma atmosfera muito romântica com suas flores de tons pastéis. Apesar de originalmente perenes, elas deve ser tratadas como anuais, pois perdem a beleza após o florescimento e suas próximas florações dificilmente serão tão esplendorosas como a primeira.

Esta espécie de prímula é considerada tóxica, e a manipulação da planta pode provocar irritação na pele e mucosas de pessoas sensíveis. Por este motivo também não é recomendado deixar a planta ao alcance de crianças e animais domésticos.

Seu cultivo deve ser à sob meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e mantido úmido.

A prímula é uma planta de clima temperado e subtropical, mas pode ser conduzida em regiões tropicais em ambientes frescos e protegidos do sol forte. Ela não tolera estiagem, encharcamento, ar-condicionado ou geadas. Para prolongar seu florescimento e saúde, recomenda-se remover as flores murchas e fertilizar regularmente.

cach21

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Azaléia (rododendro)

ARBUSTOS
São plantas de caule lenhoso, com ramificações desde a base do caule ou próximos à mesma, com porte de até 6 m de altura.
Ex.: Azaléia e Hibisco.

SUB-ARBUSTO
Possui lenho só na base, a maior da ramagem é herbácea.
Ex.: Hortência

ARVORETA
É uma pequena árvore, em geral não ultrapassa 3 m de altura.
Ex.: Flamboyant-anão, Ipê-anão.
Logo, a arvoreta não alcança o desenvolvimento de uma árvore. O plantio desses vegetais é adequado para calçadas estreitas, pois, eles realçam ambientes, embelezam praças e também são utilizados em cerca viva.
É importante levar em conta alguns critérios para a escolha das espécies, como o clima (frio/quente) e o local disponível para o plantio, com isso evitam-se podas. Uma boa dica é observar os arbustos da região.

Obs.: Ás vezes, podemos transformar um arbusto em árvore. Para isto, retira-se os ramos laterais e se conduz apenas o principal, transformando-o em um arbusto arbóreo. Um exemplo é Hibisco comumente encontrado em jardins ou calçadas.

PARTES ORNAMENTAIS
As plantas exercem diferentes funções e devem ser escolhidas de acordo com o espaço disponível. Há, por exemplo, as plantas de folhas coloridas, as que florescem e as que dão frutos.

A aquisição dessas plantas deve ser feita em viveiros idôneos. O ideal é comprar a muda com a metade da altura ou diâmetro que a planta teria quando adulta.
As mudas podem ser compradas com torrão ou sem torrão.

Mudas adquiridas com  torrão geralmente estão com suas raízes enoveladas, o que é um bom sinal. Ao plantá-las, é necessário desenrolar as raízes para que haja o plantio correto.

Mudas que não possuem torrão facilitam o transporte e a visualização das raízes, mas é necessário fazer uma beberagem, isto é, colocar nelas uma mistura de barro e água, para protegê-las. É importante observar se os arbustos estão densos, bem formados, com folhas sadias, vários caules no nível do solo, sem pragas ou doenças.

Plantio
O ideal é abrir uma cova de 1m, depois fechá-la, deixando uma cova com o diâmetro do recipiente (saquinho) que deve ser retirado no plantio, esse procedimento deixa o solo mais solto e facilita o desenvolvimento da raiz, evitando que se enovele, em seguida, faz-se a calagem (uma etapa do preparo do solo para cultivo agrícola na qual se aplica calcário com o objetivo de elevar os teores de cálcio e magnésio e equilibrar o pH do solo) e adubação.
As Hortênsias, em solos alcalinos, ficam com as flores rosa e lilases e em solos mais ácidos, da cor azul.

CERCA VIVA OU SEBE
Tratam-se de maciços da espécie arbustiva ou arbórea.
Plantam-se em fileiras, não junto ao muro, dividindo o ambiente ou proporcionando intimidade ao local; tem a função de dimuir os ruídos, reduzir a poeira, servir como quebra-vento, esconder locais com vistas não agradáveis, impedir a passagem de pessoas a locais restritos.

Entre uma planta e outra o ideal é manter mais ou menos 25 cm de distância uma da outra.

Categorias quanto ao porte
* Porte pequeno ou porte baixo de até 1,5 cm. Exemplo: Coroa-de-cristo
Usa-se em locais à beira do caminho, margens de canteiros.;

* Porte médio de 1,5 cm até 3 m. Exemplo: Camarão, Bela-Emília.
Faz-se a cerca viva em maciços destinados as linhas retas e monótonas dos alicarces de construção ou, também, para interromper fileiras de janelas, etc.

* Porte grande de 3 m até 6 m. Exemplo: Hibisco, Azaléia, Caliandra.
Usa-se em canto de muro, retaguarda de canteiro, para formar fundos.

Obs.: É aconselhável colocar poucas espécies.

Preparo do solo
A maioria dos arbustos prefere solo levemente ácido. Abaixa o pH: 50g de enxofre / m ou 150 g de sulfato de ferro / m.

Adubação
Na primavera NPK 6-12-6; e no fim do outono, farinha de osso.
Obs.: O sulfato de amônia é ótimo para Azaléia.
A superalimentação é prejudicial ao arbusto, queima as raízes.

Poda
As plantas em geral podem ser podadas e muitas, não necessariamente.
Na poda é necessário fazer a desinfecção dos instrumentos com água clorada ou sanitária, ou até mesmo mediante flambagem, para evitar a contaminação.

0012

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


jardinagem-organica

Muitos estão se voltando para a jardinagem orgânica, uma prática que dispensa produtos químicos e restabelece a relação natural entre plantas e meio ambiente. Tornar-se orgânico requer compromisso, mas o esforço valerá a pena se você quiser a garantia de que seu jardim será 100% ecologicamente correto.

Mais do que uma simples moda ecologicamente correta, a jardinagem orgânica é uma proposta de manutenção do equilíbrio do ecossistema que trará benefícios a tudo e a todos. E não é necessário ser proprietário de um quintal como antigamente; um  jardim orgânico pode ser feito em floreiras e cachepôs, num canto estratégico de qualquer apartamento.

O princípio básico da jardinagem orgânica é a eliminação de compostos químicos em sua montagem, especialmente nos quesitos nutricionais e da erradicação de pragas. O uso de adubos orgânicos como esterco bovino curtido, farinha de osso e oriunda de compostagem nutre por igual o substrato onde as plantas se desenvolverão. O uso de quaisquer pesticidas torna-se “proibido”, preferindo-se combater pragas, fungos e insetos ou usando predadores naturais ou lançando mão de expedientes alternativos, como o uso de substâncias naturais que não causem impacto ambiental.

Fazer um jardim orgânico no quintal é bem simples:
- Escolha um espaço em que se possa fazer um canteiro, preferencialmente retangular. Revolva a terra e deixe-a solta, fofa e sem torrões;
- Misture o composto orgânico de sua preferência (esterco curtido, adubo de compostagem) de forma homogênea com o auxílio de uma enxada e uma pazinha;
- Deixe o canteiro onde as mudas serão plantadas acima do nível do solo. Um monte de 30 centímetros é o suficiente;
- Com o auxílio de um ancinho, faça sulcos homogêneos no canteiro elevado para facilitar o plantio das sementes ou a transposição das mudas;
- Mudas precisam obedecer um espaçamento de um palmo uma da outra. Já as sementes precisam ser espalhadas de forma uniforme pelos sulcos. Recomenda-se misturar as sementes com areia para que elas possam ser espalhadas de forma mais uniforme;
- Regue diariamente as mudas ou sementes, de uma a duas vezes por dia dependendo do clima – quanto mais seco, maior a necessidade de água. Mantenha essa regularidade de rega até as mudas se desenvolverem.

Jardim orgânico em uma floreira ou cachepô:
- Escolha uma floreira com furos no fundo para facilitar a drenagem e não abra mão dos modelos cerâmicos. Floreiras plásticas podem ter elementos tóxicos em sua composição;
- Coloque no fundo um material chamado argila expandida, que vem em forma de pequenas pedras, cujo principal objetivo é manter a umidade do substrato;
- Acima da argila expandida, coloca-se uma manta para filtrar a água. A mais usada é a chamada manta geotêtxil ou de bidim, facilmente encontrada em lojas de jardinagem;
- Cubra a manta com terra orgânica, já devidamente misturada com o adubo, tomando-se o cuidado de não preencher a floreira até a borda;
- No caso das floreiras, o ideal é plantar mudas previamente compradas, vindas em torrões. Esses torrões devem ser distribuídos mantendo-se uma distância mínima de um palmo entre eles;
- Após a fixação dos torrões, complete o trabalho colocando mais terra orgânica para preenchimento dos vãos;
- Floreiras e vasos são muito usados para o plantio de pequenas hortas de temperos como cebolinha, salsa e manjericão.

pordosol

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


clivia

É uma planta bulbosa, perene, da família amaryllidaceae, originária da África do Sul e, adaptada a condições de baixa luminosidade.

É uma das plantas mais amigas do jardineiro iniciante, pois é uma espécie de cultivo bastante fácil e a sua vida pode ser bastante longa. Atinge uma altura máxima à volta dos 45 cm e apresenta flores cor de laranja, vermelhas ou amarelas, levemente perfumadas. Existem cultivares de folha matizada.

A planta se adaptou de tal forma ao clima brasileiro que, hoje, está presente por aqui em muitos parques e praças públicos dada sua baixa necessidade de manutenção.

Semelhantes às tulipas, as flores da clívia começam a se abrir no final da primavera e chegam ao clímax no verão, formando pequenos buquês alaranjados muito duráveis. Em grupo, cria um impressionante efeito ornamental, servindo como bordadura de canteiros à meia sombra.

Prefere clima ameno e solo úmido, preparado com partes iguais de terra rica em húmus de minhoca matéria orgânica. Em ambiente sombreado demais, as folhas se partem na vertical e a haste fica longa e com poucas flores.

Necessitam de pouca rega e o excesso de água pode mesmo causar o apodrecimento das raízes. Ao regar sua clívia, evite deixar água parada no “olho” da flor. Regas excessivas causam manchas amarelas nas folhas e podem levar ao apodrecimento das raízes.. Se cultivar esta espécie em vaso deve-se certificar que os buracos de drenagem estão sempre desobstruídos.

A adubação deve ser feita de março à setembro de 15 em 15 dias, com fertilizante dissolvido na água da rega.

Ao contrário da maioria das plantas, a clívia não sofre se as raízes estiverem comprimidas no vaso, sendo assim, só será necessário mudar para um vaso maior a cada 3 ou 4 anos.

Quando a flor secar é necessário cortá-la para evitar que se formem as sementes e, sejam consumidas as reservas do bulbo, caso isso aconteça a floração do próximo ano será maus pobre.

Como toda planta a clívia também é atacada por pragas e, a mais frequente é a cochonilha farinhenta (Pseudococus citri) que normalmente ataca a base das folhas.

Para que as Clivias floresçam ano após ano precisam de passar por um período de descanso durante o Inverno. Durante esse período (temperaturas baixas) a Clivia não deverá ser regada. Nos finais do Inverno quando começar a surgir a vara floral dar-se-á por concluído o período de descanso, voltando-se então a regar de forma gradual as plantas.

borboletas044

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.