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Blue Mystic
Todos os dias são lançadas muitas novidades no ramo de comercialização de flores nacional e internacional, mas uma gerou muita discussão sobre sua origem e cor. Foi a Orquídea azul, ou Blue Mystic como ficou conhecida.

Como já era de se esperar a Orquídea azul foi o grande destaque no encontro da Enflor, em Holambra, São Paulo – Brasil, quando aproximadamente 170 empresas apresentam suas novidades e flores e plantas.

A Orquídea azul acabou se tornando a sensação momentânea, embora seja fruto de uma criação sintética através de corantes a flor agracia os olhos de quem vê infelizmente as flores azuis duram por poucas floradas, mas pra quem vê é bem gratificante.

É muito indicado para dar de presentes, representa superação, e a beleza de como a ciência, e processos biotecnológicos aliados a natureza pode nos proporcionar formas diferenciadas e belas.

Como é feita a Orquídea azul
Trata-se de uma tinta especial que é aplicada diretamente no caule em uma infusão na orquídea Phalaenopsis branca.

As tonalidades de azul podem variar de planta para planta, já que cada indivíduo absorve a tinta de uma maneira diferente. Os profissionais ainda afirmam que as novas hastes já abrem brancas, embora não dá pra se saber ao certo, pois ainda é uma técnica muito nova. A Phalaenopsis tem um sistema de filtragem natural, por isso é mais provável que ela volte a ser branca depois.

orquídea-azul
O assunto da flor de cor azul gerou muita polêmica já que ninguém sabia nada a respeito da nova tonalidade. A única coisa que se sabe, já que os produtores não divulgam o segredo, é de que ela não é pintada, pois não recebe a tinta diretamente na flor, e nem é um novo híbrido, pois a cor sai após a primeira produção de flores voltando a ser branca.

Embora a cor azul não seja natural das orquídeas (nem silvestres), a cor mais próxima do azul de uma orquídea natural são os roxos. E já que não se podem cruzar orquídeas com plantas que não sejam da família orquidaceae, não seria possível cruzar a Phalaenopsis com outras flores para adquirir o tom azul. Essa técnica pouco divulgada pela empresa holandesa foi bem aperfeiçoada só depois de muitos anos de tentativas, pesquisas e testes, como a flor não absorvia direito a cor, vários tipos de infusão foram feitas até que deu certo.

Os cuidados necessários
Na verdade ela exige os cuidados que qualquer orquídea exigiria, porém a Orquídea azul exige um pouco mais de água, e uma adubação precisa a cada quinze dias. Ela pode ser cuidada da mesma forma que cuida de uma orquídea comum, prestando apenas mais atenção a umidade do substrato do vaso, e sempre mantê-lo úmido.

De acordo com a variação do mercado brasileiro ela varia de R$90,00 a R$300,00. É preciso saber que esse valor vale para apenas uma ou duas florações, depois a planta volta a ficar branca. Existem vários sítios e floriculturas que produzem essa modalidade de orquídea, e o preço pode variar bastante também.

Muitas floristas aconselham a cortar as hastes da planta de acordo com sua aparência, quando está debilitada, ou desidratada, etc. Isso devido ao fato que de as Phalaenopsis podem apresentar floração na mesma haste mais de uma vez. Esse processo de floração consome muita energia da planta, por isso quando ela está debilitada gasta a pouca energia para fazer a floração.

Cada produtor tem a sua forma e sua opinião em relação ao corte das hastes das plantas, em alguns casos o corte pode ser necessário pra que a floração seja mais bonita, ou a flor nasça maior e mais colorida (quanto à cor na orquídea azul a pode não influência para que ela dure mais, mas com bons cortes você mantém a planta saudável por mais tempo).

Uma boa dica é cortar a haste cerca de 2 ou 4 cm para cima do terceiro nó, dali provavelmente vão nascer mais um ou dois ramos que florescerão normalmente, mas não espere flores gigantes, como o ramo vai ser novo as flores nascerão de tamanho normal e baixinhas, devido à haste curta. De qualquer forma terá mais meses de floração.

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Como Cortar?
Utilize uma tesoura esterilizada para evitar a entrada de fungos e bactérias pelo corte. Conte até o terceiro nó de baixo para cima e faça o corte uns dois dedos acima do nó. Depois de cortar, passe canela no corte para evitar também a entrada de fungos e bactérias, isso evita que esse tipo de organismo ataque a sua planta, o que pode levá-la a morte.

Flores Azuis
Depois do sucesso que a Orquídea azul fez, por que não arriscar outras espécies na mesma coisa também? Há um sítio em Holambra que produz flores na cor azul injetando uma tinta especial antes de a semente brotar, sendo assim a tinta é absorvida ainda pela raiz esponjosa da nova planta, mas só funciona com plantas brancas. Segundo um dos agrônomos da produtora, as próximas floradas das plantas podem ser em tons mais claros ou até voltar ao branco.

Já em outra floricultura que produz as mesmas flores azuis tem outra técnica, sendo ela a de aplicar anilina no caule da planta, segundo uma das vendedoras a planta absorve a cor em um único dia. Mas é preciso tomar cuidado, pois o caule pode se quebrar na hora de injetar a anilina (no caso das orquídeas, já com rosas é mais tranquilo, pois o caule é mais grosso).

Obs.:
A Orquídea azul (Blue Mystic – Mistério Azul) já está sendo produzida agora no Brasil.
A empresa que está produzindo se chama Sítio Kolibri. Fica em Holambra e não faz venda direto ao público. Este orquidário faz parte de uma cooperativa, que vendem orquídeas em leilões para grandes empresas e atingem o Brasil todo.

Você pode descobrir onde tem uma Blue Mystic perto de você, através do e-mail do produtor: sitiokolibri@sitiokolibri.com.br
Aqui no Rio de Janeiro – RJ, Está sendo vendida na Chácara Tropical, no Itanhanguá.

PARIS

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


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A Cerejeira-ornamental é classificada como uma árvore decídua de porte médio, cuja sua floração é muito usada para decoração. É uma das plantas preferidas dos paisagistas ao projetar um jardim residencial. Pertence à família Rosaceae e tem sua origem no Japão.

Seu tronco de forma cilíndrica é delgado, curto e muito simples. A casca do tronco da árvore se apresenta na cor marrom acinzentada e é rugosa, além de ter lenticelas horizontais proeminentes.

A altura das árvores cerejeiras fica entre 4 a 10 m e o seu crescimento é considerado muito lento. Normalmente, ela para de crescer com 6 m, essa seria a altura média desse tipo de árvore.

A sua copa é arredondada e as folhas se apresentam na forma oval com ápice agudo e com as nervuras bem marcadas, já as bordas são serrilhadas e possuem uma tonalidade “bronzeada”. São verdes e se transformam em amarelo ou vermelho antes de caírem, na época do outono.

As flores são de cinco pétalas brancas de sombra levemente rosada, de tamanho em torno de 3,5 cm de diâmetro, surgindo ao longo dos ramos em grupos de 3 a 5 com pecíolos longos e finos.

Diz-se que as árvores ficam “algum tempo em dormência” depois que as folhas começam a cair. Porque elas perdem as folhas no outono, mas começam a florir somente na metade do interno, quando estão completamente “peladas”. Nessa época, é possível admirar lindas flores brancas.

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As flores surgem em grupos, normalmente de duas a cinco em cada um deles, a forma delas as classifica como inflorescências do tipo racemo. Apesar de toda beleza e esplendor, elas não possuem perfume e se apresentam de forma simples ou dobradas. Normalmente, a cor predominante é branca, porém, também podem ser vistas em vários tons de rosa, isso dependerá do tipo de cultivo dispensado a ela.

Durante a época do verão surgem as cerejas, que atraem os passarinhos. Esses frutos são classificados como frutas do tipo drupa, possuem a forma globosa a ovoide, a casca muito brilhante de cor vermelha escura ou na cor preta. A polpa da cereja é carnosa e bem adocicada, e dentro está envolvida uma única sem sente. Porém, o cultivo para que sejam colhidas cerejas é mais difícil e raro de se concretizar.

A cerejeira pode ser uma árvore frutífera ou simplesmente ornamental, deve ser cultivada, em ambos os casos, nas regiões frias do país, como no sul e nas regiões com latitudes altas no sudeste do Brasil.

Muito usada na ornamentação de um jardim, possui uma beleza incomparável, que vai se modificando ao longo das quatro estações do ano. É o tipo de árvore que é mais valorizada quando está isolada das demais, porém, isso não impede de usá-la em renques ou ao longo de alamedas, assim como plantar várias formando grupos, que dá a sensação de um pequeno bosque.

É o tipo de árvore que quase não exige nenhum tipo de poda, é necessária somente a retirada dos ramos doentes, dos secos e daqueles que não foram formados da maneira correta.

Ela é considerada a árvores símbolo do Japão, é tão importante nesse país, que quando está florindo atrai milhares de pessoas nas praças para contemplá-las. Os frutos são uma delícia e na cultura japonesa as flores são muito usadas para fazer chá. A árvore ainda é usada pelos japoneses na formação de Bonsai.

As cerejeiras gostam das regiões frias, locais onde o frio é muito severo e as temperaturas são muito baixas durante o inverno. A parte de dormência delas acontece no outono, logo depois que as folhas caem. Porém, quando se pensa em cultivar a cerejeira é necessário fazê-lo sob o sol pleno ou no máximo, em meia sombra. O solo para cultivo deve ser fértil, neutro (areno argiloso) e com boa drenagem, além disso, é preciso enriquecê-lo com matéria orgânica e a irrigação deve ser constante.

A cerejeira apesar de gostar muito do frio é considerada uma planta de clima temperado, porque para que ela se desenvolva bonita e dê bons frutos, no caso daquela frutífera, ela necessita das estações do ano bem definidas. Isso é que garante também belas flores. Ela vai crescendo moderadamente e a sua floração é precoce.

Se tem uma coisa que a cerejeira não suporta e pode acabar morrendo por esse motivo, é o encharcamento e as podas drásticas. Ela supera muito bem o frio intenso e até mesmo os períodos curtos de estiagem e as geadas. A sua forma de multiplicar é através de estaquia, enxertia e muito facilmente com as sementes.

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Plantado Uma Cerejeira
Para plantar uma cerejeira é necessário abrir um buraco no solo com o dobro do torrão. Em seguida, com uma pazinha própria para jardim, soltar a terra que está nas laterais e no fundo, isso é feito para que as raízes tenham o espaço suficiente para crescerem. Depois é só cortar o vaso de cultivo com o podão de jardim, evitando danificar as raízes. Em seguida, usando um balde ou mesmo sobre uma lona no chão, você deverá mistura o composto orgânico, de preferência, adubo animal de curral bem curtido (cerca de 1 quilo para cada uma das mudas). Coloque também farinha de ossos ou fosfato natural de rocha nessa mistura, cerca de 100 gramas de um ou de outro. Depois é só regar bem!

Não se esqueça de que esse plantio deve ser feito no inverno, em um momento de sol e que a chuva ajudará nessa fase inicial. Caso fique muito tempo sem chover, regue todos os dias até completar 15 dias do plantio.

É melhor plantar as mudinhas que ainda não tenham flores. Você até pode optar por plantar uma árvore já florida, porém, nesse caso, o seu trabalho inicial deverá ser redobrado. Você terá mais trabalho para evitar quebrar ramos ou danificar a raiz na hora do plantio.

Como Adubar a Cerejeira
Reponha os nutrientes no final do outono, a mistura deverá ser aquela mesma que foi recomenda para o plantio inicial. Faça a reposição ao redor da copa da árvore, criando um sulco de 15 cm de profundidade. Depois de feita a fertilização, regue a planta.

Fique de olho para eliminar logo as cochonilhas que podem atacar a sua cerejeira, neste caso, deverão ser usados defensivos verdes para protegê-la. Com o fim da primavera, e a planta em fase crescimento, você já poderá podar os ramos para alinhar a copa. No inverno, porém, não o faça, pois isso poderia prejudicar o processo de floração.

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Praticamente o lema de todo amante da jardinagem é “cultivar uma planta é cultivar a vida”. As mais diversas espécies têm o seu encanto e o cheiro característicos e algumas são até especiais para nós.

Podem ser colocadas dentro ou fora de casa conforme as suas características mais marcantes e podem alegrar o ambiente apenas pela presença. Este é o caso de muitas plantas, assim como a espécie Astrapeia.

Ela pertence à família Malvaceae e sua origem provém do Mediterrâneo, Madagascar. Lá, ela é bastante encontrada.

Como toda planta existente no mundo, a astrapeia tem uma descrição única. Abaixo está listado todas as suas qualidades:
* É uma árvore de folhagem bastante perene e com um grande diâmetro. Pode atingir o que equivalente a 7,0 m de altura desenvolvendo uma maravilhosa copa densa em forma de domo, com formato bem arredondado;

* Suas folhas grandes possuem formato de coração. Possuem duas pontas e a central bastante aguda que dá um aspecto interessante;

* As flores desta árvore tem um perfume muito peculiar e formato de globo, por serem extremamente cheias de pétalas rosadas. As flores florescem da primavera até o verão;

* A árvore pode ser cultivada em qualquer lugar do mundo, inclusive em locais onde o frio impera bastante.

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Cultivo da Astrapeia
A árvore é vendida em pequenos sacos de cultivo. Para começar, é preciso que seja escolhido um local com bastante sol para iniciar o processo. Ela vai se desenvolver melhor com a luz do sol, já que vai realizar a fotossíntese de forma mais eficaz.

Dicas para começar o cultivo da astrapeia:
Deve-se abrir um buraco o dobro do torrão da muda. Com uma pazinha solte um pouco a terra do fundo e das laterais, pois a pá de corte tende a compactar e as raízes sofrerão para crescer. Colocar num recipiente cerca de 1 a 2 kg de adubo animal de curral bem curtido ou a metade desta quantidade se o adubo for de cama de galinheiro.

Acrescente composto orgânico o quanto for necessário e misture bem. Adicione ainda 100 gramas de farinha de ossos. Coloque parte da mistura no fundo do buraco e acomode a muda. Preencha as laterais com a mesma mistura, coloque também um tutor. Amarre o tronco da muda ao tutor com um cordão de juta ou algodão, dando a forma de um oito, para evitar que a casca seja estrangulada.

Para criar um ambiente bem tradicional para a árvore, é necessário regar todos os dias, inclusive no mesmo dia em que houve a iniciação do cultivo. Quando estiver chovendo, não é necessário realizar as regas. Se a região tem chuvas espaçadas, faça ao redor da muda uma bacia com terra para as regas. A melhor época de plantio é no inverno e início da primavera para os estados do Sul e na estação das chuvas para os demais estados.

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Dicas para os cuidados com a Astrapeia
Os tratos culturais são simples, como por exemplo, manter limpo de inços ao redor da muda enquanto for jovem, depois o sombreamento impedirá que eles se desenvolvam.
A tentativa de colocar gramado até junto ao tronco deste tipo de árvore resulta na maioria das vezes em insucesso, devido ao grande diâmetro de sua copa que faz bela sombra.

Aproveite este detalhe para fazer um lindo canteiro de espécies herbáceas de sombra, juntando beleza e harmonia ao jardim. Para quem desejar produzir a Astrapeia, sua propagação poderá ser feita por estacas ou alporques, feitos durante a estação de crescimento da muda na primavera.

A arvoreta tem raízes muito superficiais e não são indicadas para serem plantadas em calçadas no meio das ruas, apesar de ser uma árvore de pequeno porte. Ela possui uma copa muito larga e baixa, o que pode comprometer e muito a passagem dos pedestres e até mesmo a visualização dos carros que passam nas ruas.

A Astrapeia tem algumas outras características muito importantes e fazem com que ela seja reconhecida no mundo das plantas. Os profissionais da área podem citar as características para qualquer amador:

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Ela é uma árvore de rápido crescimento e baixa manutenção, que se destaca principalmente em plantios isolados, mas que pode ser parcialmente sombreada por outras árvores ou construções. As inflorescências pendentes atraem muitas abelhas e possuem perfume agradável e suave, que lembra o coco. As flores velhas permanecem nos ramos, adquirindo uma cor amarronzada e devem ser removidas para um melhor aspecto da planta. Além disso, essas flores velhas podem desprender um odor desagradável e atrair moscas.

Com podas regulares de formação, é capaz de adquirir porte e formato arbustivo. Há diversos híbridos comerciais disponíveis. Deve ser cultivada a sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Sendo de clima subtropical, a folhagem da astrapeia não é muito resistente a geadas fortes. Fertilizações na primavera e verão estimulam um crescimento saudável e florações exuberantes. Multiplica-se por sementes e mais facilmente por alporquia e estaquia de ramos semi-lenhosos ou de ponteiros,

Deu para perceber que a astrapeia é uma árvore exuberante, porém excêntrica. É ideal para cultivo em jardins e parques.

TRE

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liliflora
A magnólia é conhecida também de tulipa-de-árvore. A planta pertence à família Magnoliácea e é originária da China ou do Japão.

É uma arvoreta de efeito espetacular, é conhecida por emitir flores muito grandes, na maioria das vezes quando a planta já não apresenta mais folhas, em pleno inverno.

O contraste formado por suas belas flores e o caule cinzento é esplendoroso. No paisagismo é utilizada isolada ou em grupos, se integrando muito bem a jardins de estilo oriental ou europeu e é umas das plantas muito usada para decoração de jardins .

Apesar de não ter suas raízes no Brasil, pode ser perfeitamente cultivada no nosso país, sem perder as suas qualidades e a sua beleza. A magnólia não é considerada uma planta e sim uma arvoreta, como já foi dito, porque possui um caule lenhoso muito ramificado, iniciando bem próximo ao chão, podendo chegar de 3 a 4 m de altura, as folhas são decíduas, grandes, ovais com bordas onduladas.

A sua copa tem a forma arredondada e possui um crescimento muito lento. Suas flores são fechadas e possuem o formato de uma tulipa, fazendo um belo efeito ornamental, com pétalas densas nas cores rosa, violeta ou branca.

As flores da magnólia aparecem no final do inverno, porém, mesmo sem elas, a planta é linda e uma ótima opção para ornamentação de um jardim ou até mesmo para enfeitar a varanda de uma casa. As flores da magnólia também podem aparecer em outras ocasiões, e não só no inverno, em determinadas regiões, porém, elas surgem em menor quantidade e com a planta mais cheia de folhas.

Cultivo da Magnólia
A primeira coisa que é preciso saber quando for cultivar a magnólia é em quais regiões o seu desenvolvimento é melhor. Obviamente, assim como a maioria das plantas, a magnólia prefere determinado clima, encontrado em determinada região. Ela prefere, isto é, cresce melhor, em regiões onde o frio do inverno é mais ameno, isto é, no caso do Brasil, nas regiões Leste e Sudeste.

A magnólia deve ser cultivada sempre sob sol pleno e é necessário ter um solo fértil com composto orgânico e que seja bem drenado. Para fazer a propagação é necessário usar a estaquia de ramos e deve ser feita na primavera.

Caso queira, a planta poderá ser podada para dar a forma que quiser. A magnólia pode ser a “estrela” principal do seu jardim quando surgem as flores. Por isso, ela é muito usada para decoração e nos projetos. Porém, ela não recomendada para ser cultivada em gramados como uma planta isolada.

Não porque ela não possa ser plantada nesse contexto, mas que nesse caso ela perde um pouco da beleza das suas flores e folhas. Uma das melhores maneiras de usar a magnólia no jardim é colocá-la com um conjunto de folhagens verdes com folhas das mais diversas épocas. Dessa forma, você combina a cor das flores da magnólia com as cores de outras plantas, uma que sempre dá um efeito visual maravilhoso é quando é feito com as azaléas.

As magnólias podem ficar sem nenhuma folha no inverno, mas isso não quer dizer que elas estão mortas ou prestes a morrer, até porque, mesmo sem as folhas, você verá que a magnólia se mantém bonita e muito vistosa, porque o seu tronco é imponente. É de cor acinzentada e não reto, mas com curvas sinuosas, e as vezes as flores permanecem nele.

A magnólia, além de toda a sua beleza, exala um perfume ótimo, agradável, uma coisa a mais que a torna ainda mais especial do que outras plantas, que são somente belas.

Existe também um segundo tipo de magnólia, a magnólia glandiflora, que têm flores brancas e é cheia de folhas. As pétalas dessa tipologia de magnólia são bem abertas e a tonalidade delas fica entre a cor branca ou a cor creme, porém também podem ser encontradas nas tonalidades púrpuras.

magnólia glandifora
O que tem de comum entre a espécie de magnólia glandifora e liliflora são exatamente a época de floração, isto é, de quando aparecem as flores. Em ambos os casos, elas aparecem no inverno, quando o caule perde todas as folhas. É como se a folhagem desse lugar as flores.

Outros cuidados para o cultivo da Magnólia
Como foi dito anteriormente nas dicas para cultivar a magnólia no seu jardim, essa planta só cresce forte quando plantada em solo fértil. De preferência, ele deverá ser fortificado com matéria orgânica. Além disso, é necessário que esse solo seja permeável e tenha a tendência a ter alcalinidade.

O solo mais indicado, com essas características é o solo arenoargiloso. Por se tratar de um arbusto forte e vigoroso, a magnólia precisa de espaço uma da outra, para que o crescimento da copa e das raízes aconteça sem problemas.

Uma das indicações da jardinagem para o plantio da magnólia é que ele seja feito junto com outros arbustos não decíduos. O projeto paisagístico perfeito para esse tipo de planta é aquele onde há a predominância do verde. Isto porque no inverno os galhos da magnólia não vão dar o efeito visual deslumbrante que pode ser observado em outras épocas do ano.

Quando estiver para plantar uma magnólia não se esqueça de que ela adora sol, e que plantá-la na presença do astro rei é uma ótima alternativa para ter uma bela planta, linda e saudável. Falando em temperatura, ela consegue suportar o frio ameno do Sul e do Sudeste, o frio intenso não é para esse tipo de planta. Nessa época você vai ver como elas ficam floridas.

Não basta plantar magnólias e deixar para lá, é necessário fazer a limpeza das plantas quando elas são adultas, isto é, as podas com regularidade, que são: as podas de formação (retirada de galhos fracos) e as podas de contenção.

rosas balançando

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Callistephus chinensis
A Natureza cria diversos tipos de espécies desde o tempo em que os dinossauros viviam em nosso planeta, então não devemos duvidar os poderes dela;

As plantas tiveram que arrumar um jeito de se adaptar às novas condições de ambiente, depois da extinção histórica dos animais gigantes que aqui viviam.

É por isso que as teorias do famoso Charles Darwin foram tão bem recebidas no meio animal, já que as mesmas coisas aconteciam com as plantas e suas espécies. A flor-pluma, por exemplo, ganhou este nome pelo seu aspecto plumoso e leve. Então falaremos dela no artigo abaixo.

Planta linda e colorida
É a única espécie do gênero botânico Callistephus. Seu nome popular é conhecido também como Áster-da-china e Rainha-margarida-da-pluma-de-avestruz. Este último nome é dado justamente porque ela realmente parece uma margarida de pétalas bem fininhas e numerosas. Ela pertence a família Asteraceae e é originária da China e o Japão.

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Seu caule é rijo, chegando a 50 cm de altura. Apresenta-se nas cores branca, azul, roxa, vermelha e violeta. Segundo os especialistas dessa espécie, nem todas as sementes florescem.

Na verdade, a pluma-de-avestruz é uma espécie silvestre de margarida, dai o seu nome, menos rústicas que as outras espécies da mesma família. As pétalas delicadas da flor nem sempre são boa coisa para os produtores, já que elas se desfazem muito facilmente, até mesmo com a presença de ventos moderados, por este motivo, é bem difícil de ser encontrada nas lojas especializadas.

Para ver uma espécie dessas de perto, é melhor procurar em jardins e quintais. Ela é mais utilizada em paisagismo do que em corte e venda em hastes e maços.

Deve ser cultivada à sol pleno, em solo fértil, perfeitamente drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Não tolera encharcamentos. Em regiões quentes convém conduzí-las à meia-sombra, resguardando-as do sol forte do meio dia. Fertilização excessiva com adubos nitrogenados deixará a planta fraca e suscetível às pragas e doenças.

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Variedades de porte alto devem ser tutoradas para que não quebrem durante o crescimento e floração. Multiplica-se por sementes postas a germinar no final do verão e outono.

A flor-pluma é sensível ao transplante: plante no local definitivo ou em sementeira, mas neste último caso transplante com cuidado em dias nublados.

Semeadura: Para semear deve-se colocar de duas a três sementes em cada cavidade de uma caixa de ovos ou bandeja de isopor para semeadura (comprada em lojas de jardinagem). Cobrem-se com um substrato de terra e regam-se diariamente, mantendo-as sempre umedecidas. A bandeja deve ficar à meia-sombra até que a muda atinja 6 cm de altura, em cerca de três semanas.

Preparo da terra: Transpõe-se a muda para um vaso com uma parte de terra, uma parte de húmus e outra parte de areia ou vermiculita. Devem receber sol, ter de 10 a 15 cm de profundidade e ser preparados com húmus ou terra vegetal. Dispõem-se as mudas a cada 15 ou 20 cm.

Rega e luminosidade: Molhar diariamente ou sempre que a terra ressecar-se e manter em local que receba sol pleno.

Floração: Ela ocorre normalmente durante a primavera e o verão.

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phalaen
Na maioria das vezes, quem gosta de flores tem um carinho muito especial pelas Orquídeas, pois além de lindas essas flores são um lindo presente para quem se ama. Uma coisa muito interessante a respeito desse tipo de flores é que existe uma grande variedade de espécies de Orquídeas.

Sempre é possível encontrar uma que seja exatamente o que se deseja ter no jardim. Uma das espécies que mais faz sucesso dentre os adeptos de flores é a Phalaenopsis ou como é popularmente conhecida orquídea-borboleta. Uma das espécies consideradas mais top desse universo de flores.

A orquídea-borboleta é o gênero de orquídea mais cultivado no mundo. Sua origem é na  Ásia e no norte da Austrália. É um tipo de planta que vive sobre galhos de árvores e próximas a rios.

Onde Plantar
É uma orquídea que adora locais úmidos e quentes, mas com meia sombra sem incidência direta do sol. Vale dizer que num local bem claro ela até chega a sobreviver dentro de casa.

Nos dias mais quentes é necessário pulverizar a planta pela manhã e somente as suas folhas. Uma dica especial é evitar o acúmulo de água na parte central das folhas, cuide para que o substrato esteja sempre úmido, mas jamais encharcado, pois pode apodrecer as raízes da planta.

A orquídea-borboleta, é extremamente sensível ao encharcamento. Um fato interessante é que ela pode ser plantada em troncos de árvores ou palmeiras ou mesmo em vasos de plástico, os melhores para manter a umidade, ou até de cerâmica.

Para que sejam bem plantadas elas precisam ter uma camada de drenagem e somente assim receber o substrato que pode fibra de coco com pedacinhos de carvão (não pode ser o da churrasqueira, tem que ser novo) ou apenas fibra de coco. Se desejar pode utilizar também cascas de pinus como substrato.

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No Brasil essa espécie de Orquídea costuma florescer duas vezes por ano e as suas flores são muito duradouras, cerca de 3 meses. Em geral uma dúvida que é bastante comum é se a haste da planta deve ou não ser cortada. Na verdade isso tanto faz, pois a planta pode ou não ter novas brotações na haste velha.

Se você optar por cortar deixe uma altura mínima de 20 cm e nunca corte as folhas, apenas retire aquelas que estão secas. Aliás, vale dizer que é muito importante fazer a remoção das folhas secas, pois elas podem trazer problemas para a saúde da sua planta.

Depois que a orquídea-borboleta floresce é importante adubá-la a cada 15 dias com um adubo do tipo NPK 10-10-10 líquido, ele deve ser dissolvido na rega. Cerca de 2 meses antes do florescimento utilize um adubo do tipo NPK 4-14-8 (pelo fato de ter mais fósforo, ajuda no aparecimento das flores), também deve ser dissolvido na água.

Em geral a floração desse tipo de Orquídea costuma acontecer na primavera e no verão. A adubação nos demais momentos do ano é parecida com a adubação de outras plantas. Em geral esse tipo de planta é bastante exigente no que diz respeito ao Cálcio e ao Fósforo.

A sua atenção deve estar em promover uma adubação completa e balanceada, pode ser com adubos minerais e orgânicos. O mais importante é se certificar que a combinação de adubos escolhida irá suprir completamente as necessidades da sua planta.

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Quanto à frequência você pode fazer a adubação da orquídea-borboleta semanalmente ou quinzenalmente. Tudo depende de quais as necessidades que a sua planta demonstra. A única ressalva é em relação ao período de floração, já explicado acima como escolher os melhores adubos para essa fase, mas ainda vale destacar que essa planta tem um grande gasto de energia nesse período.

Assim é importante que os níveis nutricionais da planta sejam mantidos equilibrados para que ela possa passar de forma mais tranquila por esse período. Lembre-se que esse período de floração pode gerar um colapso energético na sua planta e assim causar a sua morte.

Como já foi dito, a orquídea-borboleta tem a sua origem nas matas densas da Ásia tropical e como tal gosta de áreas sombreadas. Porém, ainda sim tem grande capacidade de adaptação a momentos curtos de forte insolação. Em geral esse tipo de planta consegue suportar por certo tempo a incidência direta do sol sem que isso traga colapsos para os seus tecidos ou queima de folhas.

Porém, é importante que exista um sombreamento de mais ou menos 50% a 70% que tenha picos de 40% a 80%. Isso facilita bastante o cultivo e o crescimento saudável dessa planta. Os ambientes interiores, quem cultiva a orquídea dentro de casa, são mais interessantes desde que contem com um pouco de luminosidade.

A dica para quem vai cultivar essa planta dentro de casa é fazê-lo perto de uma janela ou então numa varanda ou terraço. Escolha ambientes que tenham um pouco de sombra, mas com luz solar incidente em algum momento do dia. Dê preferência pela incidência do sol fraquinho da manhã ou mesmo do fim da tarde.

Fique de olho na temperatura das folhas quando o sol estiver incidindo sobre as folhas, no caso de a temperatura da folha estar muito quente até mesmo para tocá-la é necessário cuidar e retirá-la do sol por um momento. No caso de a temperatura não estar adequada mude a sua Orquídea de lugar. Muito calor faz mal para a sua planta fique de olho nisso.

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Quando passamos por um jardim florido, ficamos bastante admirados com a quantidade e qualidade das flores que encontramos, porém quando tentamos fazer o mesmo em nosso jardim acabamos não tendo esse êxito.

Isso é muito comum de acontecer, porém o principal responsável é a técnica utilizada para cuidar dessas flores, sendo que cada flor exige um conhecimento diferente. Além disso, ter conhecimento técnico sobre as flores é primordial para que seja mantida a qualidade em seu jardim, que as flores nasçam saudáveis e se mantenham livre de qualquer praga, principalmente durante a primavera.

A maioria das pessoas acredita que flores são somente uma planta que serve para decorar um determinado local de sua residência ou a própria natureza. Porém as flores têm responsabilidades muito maiores, sendo uma grande reprodutora que gera um grande numero de sementes e essas sementes são a próxima geração das flores que deverá acontecer em um futuro próximo.

Cada flor conta com sua característica natural, essas características envolvem os desenhos das flores e também o tamanho total no qual essa flor pode alcançar, tudo isso depende da qualidade e também do local em que essa flor é plantada.

As flores podem ser encontradas de várias formas, desenhos e cores, além disso, uma de suas principais características é o perfume, sendo que cada espécie conta com um odor diferente, lembrando que esse odor também se modificar durante as etapas do ano, pois depende da qualidade em que essa flor se encontra.

Além disso, cada espécie é natural de uma região e para que a mesma consiga se reproduzir em outra região, será necessário contar com um clima muito parecido ou simular o clima oferecido em sua região. Nesse caso sendo utilizando alguns equipamentos que oferecem um clima diferenciado.

Dicas para o cuidado das flores
Cada flor requer um tratamento e cuidado diferente, pois algumas gostam muito de água e luz, já outras não gostam tanto de água e não podem receber a luz do sol de forma direta, pois os raios são totalmente nocivos e podem fazer com que a flor perca sua beleza.

As dúvidas em relação a tratamento das flores são bastante comuns atualmente, mesmo porque as pessoas adquirem a flor, plantam a mesma e somente depois começam a se preocupar em como cuidar dessa espécie e manter a mesma viva.

Na maioria dos casos são utilizadas técnicas ou a mesma não é plantada diretamente no solo, facilitando os cuidados com essa flor, porém no caso de jardim é necessário plantar diretamente no solo e antes disso, é necessário saber os cuidados que devem se ter com essas flores.

Além disso, não são todas as flores que oferecem suporte para serem plantadas em jardim, por isso ao escolher uma flor tome bastante cuidado, pois em alguns casos é gasto dinheiro e tempo em uma plantação e a mesma acaba durando poucos dias.

Técnicas para cuidar de algumas flores
Será apresentado aqui dicas e técnicas para cuidar de algumas espécies de flores bastante procuradas entre os brasileiros.

Azaléias
A Azaléia é uma flor que pode ser ficar em ambientes internos e externos, gosta de muita luz. Porém, essa luz não pode ser aplicada diretamente. Também deve ser aplicada água mantendo a planta sempre úmida, porém de forma alguma pode encharcar.

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A Begônia é uma flor somente para ambientes internos. Gosta de luz, porém durante poucas horas do dia. Deve estar sempre úmida, porém de forma alguma pode ser encharcada.

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As Bromélias são flores que podem viver tanto em ambientes internos e externos. Gostam de luz, porém deve estar exposta em poucas horas do dia, lembrando que essa flor não pode ser umedecida durante todo o tempo.

Crisântemo
Os Crisântemos são flores que podem viver somente em ambiente internos. Gostam muito de luz e deve ser exposta durante todo o dia, porém a luz não pode ser aplicada de forma indireta. Essa flor também precisa estar sempre úmida, porém não pode ser encharcada.

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As Margaridas são flores que devem ser cultivadas em um local com boa incidência de sol, podendo ser até mesmo com sol pleno durante todo dia. Em lugares de clima subtropical, a planta costuma ficar dormente durante o inverno e pode ser gravemente prejudicada por geadas caso não for protegida, porém se bem cuidada sobrevive bem a esta fase e volta a florescer com abundância na primavera.

Hortência
A Hortênsia é uma flor que pode viver tanto em ambiente interno quanto externo, gosta de luz direta e em muita quantidade, somente dessa forma consegue atingir o auge de sua beleza. Também gosta bastante de água, porém não poderá se encharcar.

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A Kalanchoê é uma flor que pode viver tanto em ambiente interno quanto em ambiente externo. A luz deve ser aplicada direta e em grande quantidade, porém não gosta tanto de água, tendo que estar ligeiramente úmida.

Lírio
Os Lírios são flores que preferem vivem em ambientes internos. Gostam muito de luz, porém somente de forma indireta. Também gosta bastante de água, porém não pode ser encharcada.

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Muitos dizem que as margaridas são as flores mais simples do mundo, porém elas encantam como se fossem verdadeiramente elaboradas.
O que muitos não sabem é que existem diversas espécies de margaridas espalhadas pelo planeta e uma delas é a margarida-do-cabo, também chamada de margarida-africana.

Elas pertencem à família Asteraceae e se originam da África do Sul. É uma herbácea muito florífera e bela. É considerada rizomatosa e forma grande touceiras com tamanhos que podem chegar até 0,65 m.

As folhas são verde escuras, denteadas, um pouco suculentas e com a nervura central saliente. Seus ramos são longos e as pétalas são longas, ovais, sendo consideradas alternas.

Segundo pesquisadores, esta espécie de margarida tem época certa para se tornar ainda mais bonita e chamativa aos olhos de insetos polinizadores, a fim de fazerem a sua propagação.

As flores são inflorescências em capítulos podem possuir bordas em que exista uma pétala maior e mais laminada que poderá ser encontrada nas cores branca ou púrpura neste gênero de margarida. Isto ocorre em todos os gêneros e espécies de margaridas e é mais fácil observar nos capítulos maiores, como nos girassóis.

Plantio da Margarida-do-cabo
Para começar a plantar a margarida-do-cabo, é preciso ficar atento ao clima que essas belas flores suportam. Elas ficam bem em climas mais amenos, onde exista muito sol. Elas podem suportar dias de frio também.

Para preparar a sua área de plantio, basta seguir algumas dicas:
Preparar o canteiro ou mesmo o vaso com composto orgânico, areia e adubo de gado bem curtido, numa proporção de 5:1:1, misturando bem. Colocar na terra e incorporar a mistura, nivelando”.

Ela pode ser plantada em vasinhos, sendo colocada em jardins, quintais e até mesmo dentro de casa quando bem tratada e recebendo os devidos cuidados. Vale lembrar que apesar de se desenvolver sob luz solar plena e diária, a flor também tolera sombras durante algumas partes do dia.

Se a escolha for por plantar em pequenas mudas de margaridas, usar o espaçamento de 0,40 cm entre mudas, desencontrando as linhas. Abrir um buraco, colocar a muda que retirou do saco de cultivo, aconchegar a terra e apertar de leve. Após a conclusão do canteiro regar bem.
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A margarida do cabo se desenvolve em solos férteis e repletos de matéria orgânica para que ela possa crescer com belas flores e bem coloridas, nascendo até mesmo com uma espécie de “degradé” em suas pétalas que variam muito de tonalidade. O solo deve ser bastante fértil para uma floração abundante, enriquecido com matéria orgânica e regas regulares.

É importante lembrar que as regas das margaridas-do-cabo devem ser constantes e diárias. Elas só não precisarão ser frequentes no caso de chuvas. São tolerantes às geadas e secas e suscetíveis ao encharcamento por longos períodos. Apesar de perene, os canteiros devem ser reformados bienalmente através da poda ou com o plantio de novas plantas.

O uso no paisagismo
Por causa de sua beleza, a margarida-do-cabo poder ser de grande utilidade decorativa. É excelente para projetos de jardins de baixa manutenção onde se deseja maciços verdes com muitas flores.

Elas podem ser colocadas em recipientes ou vasos de tamanho médio, onde seu cultivo poderá ser feito em varandas arejadas e terraços onde exista a incidência de sol em pelo menos algumas partes do dia, assim ela pode se tornar uma das melhores opções para o paisagismo.
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Polinização e propagação
As margaridas do cabo tem um odor característica e suas cores fortes atraem animais polinizadores. As borboletas são os principais deles. Esta espécie também pode ser bastante atrativa para alguns pássaros e outros insetos como abelhas.

Sua propagação não se limita apenas à polinização e outros métodos bastante complexos podem ser usados, segundo explicam os profissionais da área.

As margaridas-do-cabo multiplicam-se por sementes que muitas vezes germinam espontaneamente próximo à planta mãe, assim como por divisão das touceiras.

Esta espécie pode ser cultivada no Brasil por causa dos solos e do clima propício que existe em terras nacionais. As margaridas-d-cabo são uma das melhores variedades para se cultivar já que ela é muito resistente para determinadas temperaturas.

A flor tende a suportar períodos de geadas e até de excessivo calor, desde que seja regada em larga escala nessas últimas condições. A espécie também sobrevive a graves secas e também à áreas amplamente alagadas por um longo tempo. Apesar de perene, os canteiros devem ser reformados bienalmente através da poda ou com o plantio de novas plantas.

No Outono e na Primavera são as melhores épocas do ano para o florescimento da margarida-do-cabo, seja em isolamento nos vasos ou em canteiros presentes no jardim.

Para começar o plantio, basta preparar o solo, umidificando-o e preenchendo o mesmo com matéria orgânica preparada pelas suas próprias mãos ou compradas em lojas de jardinagem.

Durante a época de floração, adube o solo a cada duas semanas para fortalecer a planta. À medida que as flores forem murchando, corte-as pela base” explicam os especialistas.

É importante ter em mente que as margaridas-do-cabo só irão começa a florescer quando elas já estiverem criando raízes. Aos poucos, vá regando e assim, quando elas começarem o desenvolvimento, aumente a quantidade de regas aos poucos. Ao terminar a floração, o arbusto pode ser divido em várias plantas para ampliar o colorido do jardim.

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Cultivar uma horta em casa pode ser além de útil por ter alimentos frescos, um espaço bonito para a parte externa uma vez que as cores das plantas concedem essa beleza, pode ser uma terapia para quem cuida. É muito bom sempre ter alimentos e temperos fresquinhos disponíveis a hora que você quiser.

Porém, para que de fato aquilo que foi cultivado possa ser consumido pela família é necessário observar e seguir alguns cuidados.

O primeiro passo para se ter uma horta bonita é saber escolher bem o lugar onde ela será feita. Para que de fato as plantas cresçam bem, o local deve ter solo fértil e receber muita luz natural. Depois de escolhido é hora de decidir o que será plantado.

Mais uma vez, para que a horta fique sempre bonita é necessário que seja feita a escolha certa das plantas. Observando o clima do lugar, o número de colheitas, se o espaço é adequado e também o quanto é difícil o seu cultivo.

Depois da escolha é só comprar as sementes e o que mais for necessário, verificando a embalagem, para o plantio. É muito importante que seja observado e respeitado o espaço entre as espécies e também a profundidade necessária para plantar cada semente.

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Com apenas algumas dicas você já pode começar a sua.

Você vai precisar de alguns utensílios básicos:
• Pá: para abrir os buracos na terra;
• Tesoura: para podar as suas plantas;
• Luvas: para evitar pegar doenças, encostar-se a fungos ou pragas, ou até mesmo se machucar em espinhos;
• Palitos de churrasco: para apoiar as mudinhas que estão crescendo;
• Fechos de embalagens como as de pão de forma: para prender as mudas nos palitos.

Como preparar o solo:
Misture uma parte de terra e outra parte de composto orgânico ou húmus de minhoca (espécie de “vitamina” para a planta). Cave alguns buracos com a distância indicada para cada espécie de planta. Se estiver fazendo sua horta em vasos, coloque pedras ou cacos de cerâmica no fundo, para que a água escoe mais facilmente.

Cuidados necessários para manter uma horta em casa
-
Os primeiros passos para se ter uma horta de temperos, é escolher quais serão plantados. Comprar a muda ou semente e mãos a obra.

- Fique atento onde as sementes ou mudas serão plantadas, elas não podem ficar expostas a corrente de ar. Uma cerca de bambu pode resolver esse problema, protegendo-as.

- Você pode plantar os seus temperos em jardineiras, em floreiras, em cachepôs, em vasos ou se tem um jardim, faça isso diretamente na terra. Se quiser usar um produto reciclável, use garrafas PET.

- Observe que a largura do vaso escolhido para cultivar as suas sementes é muito importante para garantir o bom desenvolvimento da mesma. Se for pequeno, plante menos temperos, por exemplo, em uma jardineira cujo comprimento é de 40 cm, o ideal é não plantar mais do que 4 mudas. E mais, todo tempero exige como mínimo de profundidade, 20 cm para as raízes poderem se desenvolver sem problemas.

- As mudas ou sementes devem ser plantadas respeitando a época. Exemplos: de abril a junho dá para cultivar cebolinha, coentro, salsinha e orégano. Porém, manjericão, hortelã e alecrim podem ser cultivados em qualquer época do ano no Brasil. Mas, evite o início do cultivo em dias frios de inverno, momento em que o metabolismo do vegetal está menor e isso compromete o bom desenvolvimento.

- Na hora de distribuir os seus temperos no canteiro é necessário observar o tipo de crescimento de cada um deles, assim como o tipo de luz que precisam e o sol.

- Veja também, se podem ficar em grupos ou não, por exemplo, manjericão e alecrim crescem para cima e por isso podem ser plantados em grupos.  Não esqueça de arrancar as flores do manjericão para que elas não inibam o perfume das folhas do tempero. No caso da hortelã e do tomilho elas crescem em ramas rasteiras e não devem ser plantadas diretamente no solo do jardim para não ocuparem espaço de outras.

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Falando um pouco de água, atenção à cebolinha, ela gosta de pouquíssimo líquido e de preferência que seja colocada no prato embaixo do vaso. E ainda, retire as folhas velhas tanto da cebolinha quanto da salsinha.
- Cuidado com o adubo que como a água, em excesso, pode matar os seus temperos. Veja a mistura ideal recomendada por especialistas para pequenas áreas: 50 litros de terra, 100 gramas de cal hidratada ou calcário, 17 litros de esterco de galinha, 34 litros de esterco de gado e 200 gramas de NPK 4 – 14 – 8 ou adubo químico. Se preferir, use somente terra orgânica adubada e faça a cobertura a cada 3 meses.

- Como regra geral, falando da irrigação: mudas e sementes devem receber água 2 vezes ao dia e o horário ideal para molhá-las é no momento que o dia está mais fresco, isto é, de manhã cedo ou no fim de tarde. No caso das plantas que já passaram da fase de crescimento, mas ainda são jovens, a rega dever ser feita uma única vez por dia, sempre nos mesmos horários indicados anteriormente. Já as plantas adultas devem ser regadas de 4 a 5 vezes por semana, observando o quanto a terra está seca. Ela deverá se manter úmida.

- Em dias muito quente é necessário rever essas regras, principalmente no caso das plantas adultas, pode ser que seja obrigatório molhar de segunda a segunda. Mas, fique atento, normalmente, se peca pelo excesso e não pela falta. Sempre coloque o dedo na terra para ter certeza de que a planta realmente precisa de água e só molhe quando o substrato estiver seco.

-  As pragas são as grandes vilãs das suas plantas e serão dos seus temperos também. As mais comuns que adoram atacar as hortas caseiras são: percevejos, besouros, pulgões e lagartas ou ainda, com menos frequência, ácaros, cochonilhas e formigas trips.

- Você deverá controlar e acabar com as pragas para evitar que os seus temperos sofram com doenças e acabem morrendo. Porém, como se trata de alimentos, faça esse combate usando produtos naturais, soluções orgânicas, como por exemplo, calda de fumo, óleo de neem e outros de preferência à base de alho e pimenta.

- O que você pode fazer caso seja a sua primeira experiência com horta caseira é começar adquirindo mudas e ou sementes de temperos que tem menor incidência de ataque de pragas. Consulte com um especialista e uma vez feito o cultivo esteja sempre de olho. É muito mais fácil se livrar das pragas logo no início do que quando elas estão mais do que “alojadas” na sua horta.

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Cactos
As plantas são seres vivos como nós e para viverem saudáveis necessitam de alimentos que são a água e os nutrientes fornecidos através do solo. O solo não é apenas depósito de substâncias alimentícias e indispensável ponto de fixação para a maior parte das plantas. Funciona quase como um organismo vivo.

Observando a planta durante o seu desenvolvimento, tem-se um meio simples e prático para se determinar quais os elementos que estão faltando no substrato e, portanto, o que é necessário fornecer na alimentação, ou seja, adubação. É necessário, porém, deixar bem claro o seguinte: na maioria dos casos há falta de nutrientes no substrato, só que a planta não manifesta os sinais de fome (manifestação visível na planta da deficiência nutricional).

Como identificar os sintomas de fome e/ou excesso:
1 –
Plantas fracas; folhas de cor verde clara ou verde amarelada uniforme, inicialmente nas mais velhas; folhas menores devido ao menor número de células; amarelamento e posterior queda das folhas traseiras.
Elemento deficiente: Nitrogênio (N)

2 – Plantas pouco desenvolvidas; folhas cor verde azulado; às vezes aparecem na planta tons vermelho-arroxeados; folhas amareladas, à princípio nas mais velhas, pouco brilhantes e eventualmente apresentando manchas pardas; atraso no florescimento; número reduzido de flores.
Elemento deficiente: Fósforo (P)

3 – Clorose e depois necrose (cor de ferrugem ou marrom quase negro) das margens e pontas das folhas, inicialmente nas folhas mais velhas; deficiência de ferro induzida (obs.: excesso de K induz à deficiência de Mg).
Elemento deficiente: Potássio (K)

4 – Deformação nas folhas novas, resultado do crescimento não uniforme da folha e às vezes com um gancho na ponta (a ponta da folha deixa de crescer); raízes pouco desenvolvidas; manchas pardo-amarelas entre as nervuras que às vezes podem se unir e tomar a cor de ferrugem; morte das gemas em desenvolvimento; manchas necróticas internervais; cessação do crescimento apical das raízes, podendo apresentar aparência gelatinosa.
Elemento deficiente: Cálcio (Ca)

5 – Clorose das folhas, geralmente começando e sendo mais severa nas mais velhas; clorose internerval (só as nervuras ficam verdes, enquanto que o espaço entre elas se torna amarelado, avermelhado ou pardacento); encurvamento das margens das folhas; desfolhamento.
Elemento deficiente: Magnésio (Mg)

6 – As folhas mais novas apresentam clorose (cor verde clara) e eventualmente podem apresentar uma coloração adicional (laranja, vermelho, roxo); necrose e desfolhamento; folhas pequenas; redução no florescimento; enrolamento das margens das folhas; internódios curtos.
Elemento deficiente: Enxofre (S)

7 – Folhas pequenas com clorose internerval ou sem clorose, podendo apresentar deformações; folhas mais grossas que o normal e quebradiças, com nervuras suberificadas e salientes, às vezes com tons vermelhos ou roxos; morte do meristema apical da gema em desenvolvimento; raízes com pontas engrossadas e depois necróticas e ramificadas; pode ocorrer ausência de florescimento (obs.: excesso de boro pode ocasionar a queima das margens das folhas, onde há acúmulo desse nutriente.
Elemento deficiente: Boro (Bo)

8 – Folhas estreitas e quebradiças; folhas verde escuras inicialmente que tornam-se cloróticas nas pontas e margens. O excesso de cobre induz à deficiência de Fe; folhas com manchas aquosas, que se tornam necróticas; morte precoce das folhas; diminuição no crescimento; cessação do crescimento radicular e radículas enegrecidas.
Elemento deficiente: Cobre (Cu)

9 – As folhas mais novas mostram-se amareladas (clorose) e as nervuras apresentam-se com a cor verde escura o qual corresponde à distribuição do Fe no tecido. Obs.: o excesso de Fe causa manchas necróticas nas folhas.
Elemento deficiente: Ferro (Fe)

10 – As folhas mais novas mostram-se amareladas; as nervuras e uma estreita faixa de tecido ao longo delas permanecem verdes, ficando com aspecto de serem nervuras mais grossas; manchas pequenas e necróticas nas folhas; formas anormais das folhas. Obs.: excesso de Mn, a princípio, induz à deficiência de Fe.
Elemento deficiente: Manganês (Mn)

11 – Clorose malhada geral, manchas amarelo-esverdeadas ou laranja brilhantes em folhas mais velhas e depois necrose (manchas relacionadas à distribuição do Mo); ausência de florescimento.
Elemento deficiente: Molibdênio (Mo)

12 – Folhas novas pequenas, estreitas e alongadas; encurtamento dos internódios; folhas com manchas amareladas e retorcidas. (Obs.: excesso de zinco induz à carência de Fe).
Elemento deficiente: Zinco (Zn)

13 – Excesso do elemento químico causa uma diminuição no crescimento das raízes; raízes engrossadas e pouco ramificadas.
Elemento deficiente: Alumínio (Al)

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