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Rododendro
A azaléia é um arbusto da família das Ericáceas e sua origem é asiática, China e Japão. Tornou-se uma planta muito popular e hoje pode ser encontrada formando cercas-vivas, compondo maciços em jardins, alegrando corredores e entradas mesmo plantadas em um vaso.

São conhecidas como “a Realeza do Jardim” e não precisa nem explicar o porque. Estas plantas geram flores que emocionam e inspiram até poetas e artistas. Flores de tirar o fôlego que vão desde o rosa choque exuberante ao pêssego voluptuoso e o lilás aveludado. Elas podem atingir até 2 m. de altura

Um dos segredos do seu sucesso é que a floração ocorre justamente nos meses de inverno e traz um pouco de colorido num período em que a maioria das plantas encontra-se em repouso. Outro segredo é que a azaléia é uma planta relativamente rústica e resistente: suporta com bravura certas condições bem adversas e, por isso, é muito usada em jardins e praças públicas, dando um toque de “vida” até mesmo nos canteiros das grandes avenidas de cidades como São Paulo, tão castigada do ponto de vista ecológico-paisagístico.
A variedade mais popular no Brasil é a Rhododendron indicum, que originalmente produz flores roxas, rosas e brancas, mas graças à intervenção humana, pode ser encontrada em inúmeras matizes chegando até ao vermelho brilhante.

Aprenda como levar a realeza ao seu jardim com os passos abaixo.
1 -
Em primeiro lugar é bom saber se o clima da sua região é adequado ao plantio de azaléias. Elas precisam de climas mais quentes, onde a temperatura não fique abaixo de zero. Se você mora em uma região muito fria, onde geadas são frequentes, talvez seja melhor escolher um outro tipo de planta. No entanto, existem alguns tipos de azaleia que também sobrevivem a climas mais frios;

2 - Plante as azaléias no fim da primavera ou no começo do outono. Essas são as melhores épocas para o plantio, pois a maior parte das azaleias florescerá na primavera seguinte. Algumas variedades da planta, no entanto, produzirão mais flores durante o verão e outras, no outono;

3 - Se você não sabe, as azaléias crescem bem em solos enriquecidos, bem drenados e ácidos, com o pH entre 5,5 e 6,0. É fundamental que o solo seja bem drenado.pois esta planta não gosta da terra encharcada. Outra coisa a ser evitada é o solo muito argiloso, que obstrui as raízes.
Se na região onde você mora o solo for mais alcalino, você pode construir floreiras com uma mistura de musgo esfagno grosso e um pó de serragem fino.

4 - Normalmente as azaleias se desenvolvem bem sob algo que faça um pouco de sobra, filtrando os raios solares em excesso, mas sem proteger completamente da luz solar – como embaixo de uma árvore alta, por exemplo. Algumas espécies de azaleia, no entanto, preferem luz solar direta. Quando comprar a sua planta, pergunte qual a melhor forma de cuidar da variedade que você está comprando, ou procure na internet.
Escolha um lado da casa que pegue sol por menos horas durante o dia; nas regiões mais a sul do Brasil, provavelmente serão os lados oeste ou sul, nas regiões mais a norte essa diferença é menos perceptível;

5 - Quando for transplantar a sua azaléia para o jardim, faça um buraco não muito profundo na terra, tire toda a planta do vaso com a terra e as raízes aglomeradas no formato do vaso e coloque a planta dentro do buraco. Cubra com terra, deixando uma pequena parte das raízes para fora da terra Regue a azaleia logo em seguida;

6 – As raízes da azaleia são relativamente pouco profundas e tendem a secar se a terra estiver descoberta. Para manter o solo úmido e ácido, coloque um pouco de folhas, palha ou serragem. Esse procedimento também ajudará a fornecer os nutrientes de que a planta precisa, diminuindo ou até evitando a necessidade de usar fertilizantes;
Mantenha essa cobertura em volta da planta com mais ou menos 2 a 3 cm de profundidade. Se você plantou mais de uma azaleia, o ideal são cerca de 5 ou 6 cm de profundidade entre uma planta e outra.

7 - Regue as azaleias regularmente até que se estabilizem. Este tipo de planta absorve água através das folhas, então é importante molhar a folhagem também, e não só ao redor da base do tronco. O ideal é molhá-las de manhã, pois assim elas têm o dia todo para absorver a água e ao mesmo tempo têm tempo para secar. Se as folhas se mantêm molhadas durante a noite o risco de embolorarem é maior;

8 - Regue as azaleias durante os períodos mais secos. Uma vez que a azaleia se estabilizar, ela não precisará de muitos cuidados. No entanto, durante os períodos sem chuva é importante molhá-las. Observe a sua planta e, quando notar que as folhas estão murchando, é hora de dar água.
Use um regador para dar água para as plantas de cima para baixo, molhando bem as folhas. Se usar regadores automáticos, lembre-se de programá-los para ligar no período da manhã;

9 - No fim da primavera, quando as flores estiverem murchando, potencialize a nutrição da planta. Cubra a terra e coloque fertilizante depois que as flores começarem a murchar, colocando mais palha ou serragem em volta da planta por cima da terra. Use um fertilizante de liberação controlada que ajude a acidificar o solo para dar um estímulo a mais à planta e ajudá-la a seguir forte durante o verão. Procure por fertilizantes específicos para azaleias; Lembre-se de não usar fertilizantes antes da floração, pois eles estimulam mais o crescimento de folhas e não tanto de flores.

10 - Se a sua azaleia for decídua, ou seja, perder as folhas durante parte do ano, pode-a quando estiver dormente e sem folhas. Azaléias perenes crescerão em todas as direções e a poda ajudará a dar simetria à planta. Faça a poda antes de janeiro para garantir a floração da primavera seguinte.

Cuidando de Azaléias em ambientes internos
1 -
Assim como as azaléias ao ar livre, aquelas que ficam dentro de casa também gostam de solos ácidos e bem drenados. Use o solo adequado para o vaso de azaleia. O melhor tipo de solo a ser usado em um vaso de azaléia é uma mistura à base de turfa que não contenha cal;

2 – Alimente sua planta a cada duas semanas enquanto ela estiver crescendo, dando a ela um fertilizante rico em potássio especial para plantas com preferência por solos ácidos. Se possível, compre um fertilizante que contenha ferro;
Uma forma de saber se a sua planta tem deficiência de nutrientes é analisando as suas folhas. Se estiverem amareladas com nervuras verdes, significa que a planta precisa de mais nutrientes;

3 - Mantenha o solo úmido, mas não encharcado. Pra isso, use um vaso com furos para drenagem. As azaleias não se desenvolvem bem com os ‘pés molhados’– por conta de água em excesso – mas elas precisam do solo úmido. Se possível, use água destilada ou água da chuva para regar as plantas. A água mais dura, como é o caso da água de torneira, contém cloro, que faz mal para as plantas;

4 - Dê à sua azaleia a quantidade certa de luz. As azaléias não florescem dentro de casa e precisam de luz solar plena para crescerem bem. Para mantê-las em áreas internas, deixe as plantas fora de casa até que as flores se abram, aí então podem ser levadas para dentro, mas é preciso que fiquem em um local bem claro, próximo à janela. O cultivo pode ser feito à meia-sombra desde que a planta receba luz solar direta pelo menos 4 horas por dia. Evite o excesso de água nas regas: o ideal é fornecer água à planta apenas quando o solo apresentar-se seco, sem encharcar.
Certifique-se de que a variedade de azaleia que você tem não precisa de luz solar direta. Algumas espécies se desenvolvem melhor desta maneira.

5 - Mantenha a sua azaleia na temperatura certa. Estas plantas vivem melhor em climas mais amenos, sendo que o ideal seria entre 16 e 21ºC. Se possível, coloque um umidificador no cômodo onde for deixar a azaleia, já que elas gostam de um percentual de umidade moderado a alto;
Se não puder comprar um umidificador, pode colocar o vaso em cima de uma bandeja ou pratinho com pedrinhas molhadas. Isto dará à azaleia a umidade de que precisa;

6 - Ajude a sua planta a florescer novamente. As azaleias, quando mantidas em ambientes internos e com temperatura mais ou menos constante, têm dificuldade em florescer de novo, pois precisam de uns meses de frio para poder gerar novos brotos. Durante o outono ou inverno, coloque a planta em uma parte da casa mais fria (se possível com temperaturas entre 4 e 13°C). Desta forma, ela ficará dormente e produzirá brotos e botões para a primavera, do mesmo modo como faria fora de casa;

7 - Para conseguir a maior quantidade de flores por planta, você precisará fazer uma poda anual. Depois da floração, a poda é uma boa medida para estimular o surgimento de novos brotos e garantir uma próxima florada bem exuberante. Aproveite para fazer uma boa limpeza na planta, retirando as flores murchas e as folhas amarelas. Assim que terminar a floração das azaléias, retire os galhos em excesso e corte as pontas dos outros galhos, até chegar ao formato e tamanho que você quiser. Corte o caule a pouco menos de 1 cm do ponto de junção da folha ou galho com o tronco (o nó da folha). Use tesouras de poda bem afiadas para evitar ‘rasgar’ os galhos e corte alguns ramos a um ângulo de 45°. Isso fará com que a planta gere muitos botões na próxima floração.

8 - O solo ideal para cultivar a azaléia em vasos e usando a seguinte mistura:
· 2 partes de terra comum de jardim
· 1 parte de areia
· 1 parte de composto orgânico

9 – Adubação para ter suas azaléias sempre floridas e saudáveis
Se as floradas de sua planta estiverem pouco exuberantes ou brotos que não estão crescendo é sinal que falta nutrientes para a azaléia. Adube uma vez por mês com a seguinte mistura:
· 1 parte de farinha de ossos
· 1 parte de torta de mamona

Se for utilizar fertilizante químico, dê preferência para aqueles ricos em fósforo (o P da fórmula NPK). Ou seja, escolha um NPK onde o P seja maior que o N e o K. Ex: um NPK de fórmula 4-12-4.

Pronto você já pode ter a sua azaléia dentro de casa.

Dicas
Se você mora em uma região muito fria, o melhor é manter a azaléia em um vaso. Desta forma, a planta sobreviverá dentro de casa mesmo em épocas de geada e frio intenso e você poderá apreciar a sua beleza por mais tempo.

Controlando problemas
Galhas
– folhas e pétalas atacadas tornam-se espessas e deformadas apresentando, às vezes, manchas esbranquiçadas. As extremidades dos ramos também podem manifestar o problema, tornando-se “esgalhadas”.
Controle: Elimine as partes afetadas e utilize um fungicida do tipo Calda Bordalesa.

Oídio – A planta apresenta manchas esbranquiçadas na frente e verso das folhas e até no cálice da flor. Com o tempo, as folhas apresentam coloração cinza escuro e começam a cair prematuramente.
Controle: Reduza a quantidade de água nas regas, isole as plantas atacadas ou suspeitas e faça pulverizações com fungicida em casos mais severos.

Seca de ponteiros – Apresenta-se na forma de uma podridão marrom escura, que se inicia na ponta do ramo e se espalha para baixo, atingindo a haste principal. Pode provocar até a morte da planta.
Controle: Faça a poda dos ponteiros atacados e proteja o corte com uma pasta à base de oxicloreto de cobre.

Clorose – Toda a folhagem pode tornar-se amarela.
Controle: Normalmente, o problema surge por deficiência nutricional. Deve-se observar a adubação correta, verificando se há carência dos nutrientes.

Ferrugem – Manchas semelhantes à ferrugem nas folhas acusam a presença de fungos.
Controle: Aplique Calda Bordalesa.

Vasinho de Flores

Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Coelogyne cristata

A Coelogyne é uma orquídea epífita, originária das montanhas do Himalaia e uma das mais cultivadas no mundo. Ela possui belas flores, franjadas, com pétalas e sépalas de uma brancura imaculada, e uma mancha amarelo ouro no labelo.

As suas flores são um espetáculo à parte porque suas sépalas são de um branco branquíssimo, Falando nas belas flores, para vê-las é preciso esperar o fim do inverno e o início da estação das flores, a primavera. É dentro desse período que os pseudobulbos velhos e pendentes começam a ganhar flores na base, bem no plural, cada um pode receber até 10 delas.

As flores da orquídea Coelogyne podem ser perfumada ou não, dependerá do tipo de cultivo que foi feito. Além do perfume o seu charme faz com que ela seja usada para decorar vasos suspensos acrescentando um charme delicado e romântico a qualquer ambiente.

Por não precisar de sol direto, pode-se cultivá-la dentro de casa, em banheiros, salas de estar, etc, desde que próximo a uma janela bem iluminada. No entanto, ela prefere uma boa varanda coberta, protegida dos ventos fortes, de forma que possa se beneficiar do ar fresco da noite.

Outro detalhe sobre a orquídea Coelogyne, é se comparada com outras espécies de orquídea é uma daquelas que se mantém com flores por pouco tempo e é muito usada em buquês ou arranjos. Ela pode ser cultivada sem muitos cuidados particulares, precisa: de um substrato feito com materiais porosos, que o cultivo seja feito sob luz difusa, que solo tenha excelente drenagem e que consiga reter bem os nutrientes e a água. Falando nisso, ela exige regas com frequência de modo que o solo sempre esteja úmido e nunca encharcado.

Ela exige fertilização a cada semestre na primavera e no outono e para isso devem ser usados somente os fertilizantes próprios para elas, consultar o florista.

Quando a Coelogyne se vê em um lugar que faz muito frio é importante, sempre que possível fazer com que ela tenha a luz direta do sol. Os momentos mais apropriados são à tarde e pela manhã bem cedo. No caso de orquidários se usa deixá-la em local com 70% de umidade. Enquanto a sua multiplicação se faz deixando 4 pseudobulbos por muda, através de multiplicação.

Como proteger a sua orquídea Coelogyne
Ao contrário do que muita gente imagina as orquídeas não são sensíveis, são robustas e resistentes. Mas, como é normal a qualquer ser vivo podem morrer ou adoecer. Elas também estão sujeitas a ataques de insetos e parasitas, que podem gerar infecções e acabar levando-as à morte.  Porém, não é necessário virar-se em 4 para garantir a boa saúde da sua orquídea e muito menos gastar rios de dinheiro.

Para combater as pragas e as doenças, o principal hábito que devemos observar é a higiene, por exemplo, que usa telas na estufa para proteger as plantas deve mantê-la sempre muito bem limpa. Não se deve também cuidar das orquídeas ao mesmo tempo e no mesmo espaço que está se cuidando de outra planta.  E mais, acabe com os desníveis do solo quando esses existirem, tampe os furos, acabe com frestas ou buracos nas paredes no local onde elas estão e não deixe que se acumule lixo perto das plantas. Todos as dicas citadas acima “ajudam” as pragas a chegarem mais próximo da sua planta e gerarem doenças perigosas.

Limpeza – Fundamental para garantir o bem-estar da sua orquídea
Considere essa uma daquelas dicas que servirá para usar com qualquer espécie de planta você tenha em casa. O lugar onde elas serão mantidas deve sempre ser muito bem limpo. Limpe o chão com água e sabão, além disso, utilize produtos com cloro, que ajudam a desinfetar o ambiente. Essa é uma forma de prevenir a entrada de insetos e fungos. Além disso, não esqueça de aplicar os inseticidas e fungicidas. O ideal é que esses produtos sejam usados a cada 3 meses.

Falando um pouco das pragas que podem atacar a sua orquídea e que por isso, você deve estar sempre atento para defendê-la, a mais comum é o percevejo da orquídea. Podemos dizer que essa praga faz aquele estrago porque suga a seiva da sua planta e depois de “colocar o seu veneno”, consegue matá-la em pouco tempo.

Outro grande vilão contra a boa saúde das orquídeas são os pulgões porque eles consegue se espalhar muito rapidamente e também as levam à morte. Sempre, porque como os percevejos, sugam a seiva e a planta acaba desnutrida. Esse tipo de praga é levado até a planta pelas formigas.

Também não menospreze o “pode de destruição” das cochonilhas, que são capazes de não acabar com uma única orquídea, mas com uma plantação inteira, e isso em bem pouco tempo. Porém, essa praga é mais fácil de ser combatida, basta lavar a área que ela atacou com sabão neutro e água com a ajuda de uma escova macia.

Fique de olho também na vespinha negra que prefere atacar os bulbos, enquanto os caracóis, outro problema para as orquídeas, devoram exatamente o lugar onde as flores da planta deveriam nascer. E não para por aí, além dessas pragas que foram citadas, vírus, fungos e parasitas também podem criar problema para o seu cultivo de orquídeas. Então, use o ditado que diz “antes prevenir do que remediar”, cuide bem das duas plantas, principalmente observando a questão higiênica.

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Nunca foi tão fácil deixar o seu jardim divertido e bem decorado. Pois basta você fazer vasos de jardim com garrafa pet que você já alcança o resultado. E estes simpáticos vasos também podem frequentar outros espaços de sua casa, como cozinha (com ervas e temperos plantados), na sala (com flores bem bonitas decorando-o) ou até mesmo no banheiro (com folhagens verdes), para deixar o espaço mais descontraído.

Como nos dias atuais existe a necessidade de tomar grande precaução no sentido de aumentar o nível de reciclagem. Junto com o aumento das taxas populacionais também crescer o número de lixo que segue aos aterros sanitários e ficam por tempo indeterminado enviando gases que aumentam o efeito estufa.

Dicas para plantar em garrafas Pet
1 – O primeiro ponto que deve ser levado em consideração ao que tange para o ato de plantar nas garrafas pet consiste em encontrar o local ideal para fazer esse tipo de plantação, ou seja, local no qual existe excesso de luzes solares. Tenha em mente de que as plantas precisam de excesso de sol para conseguir sobreviver, de forma principal quando se trata de espécies vegetativas.

2 – Não se esqueça de escolher plantas que são ideais para o tipo de plantio. Por exemplo, quem não tem espaço em excesso precisa se preocupar com o fato de que não há a probabilidade de plantar espécies que são grandes. Porém, quem tem espaço não precisa se preocupar com o aspecto e pode variar na escolha ao sentido de nunca mais comprar vegetais e temperos em supermercados.

3 – Tenha em mente de que para fazer esse tipo de procedimentos existem itens que precisam ser levados em consideração durante o processo: Sementes, mudas, vegetais, alicates, garrafas Pet, tesouro isopor, arame, tesoura e terra com adubo.

4 – Depois de realizar o plano de horta existe a necessidade de fazer a contabilidade de pet que serão usadas durante o processo. Corte as garrafas ao meio, não se esqueça de fazer furos no sentido de aumento o processo de drenagem. Tenha em mente de que funcionam como vasos de plásticos.

5 – Sob a ótica positiva vale ressaltar não apenas o peso menor para transportar como também os preços que estão em conta. Existem estruturas que são feitas com pequenos orifícios que trabalham no sentido escapar a quantidade de água que a planta não consegue absorver. Quando não há os pequenos buracos, então há chances a se considerar de a espécie apodrecer. De qualquer forma, quando as estruturas possuem sistema de drenagem desenvolvido e menor necessidade de regas.

6 – Procure fazer o corte de forma correta, reta, na parte do meio da garrafa. Cuidado para não fazer excesso de variações no corte ao levar em conta que o fato pode prejudicar de forma direta o desenvolvimento do vegetal.

7 – Na sequência, antes de abastecer com terra existe a necessidade de cobrir a parte do fundo com isopor, o que ajuda de forma prática a melhorar as condições e defeitos para que as raízes consigam se estabelecer de forma qualitativa.

8 – Na seguida dos processos existe a necessidade de fazer o corte da manta e por consequência ajudar a espécie no sentido de melhorar o processo de drenagem que consegue a aumentar o processo de drenagem. Não se esqueça de trabalhar com a garrafa no sentido de cobrir com isopor e usando a manta.

9 – Interessante notar que uma tática para ajudar no sentido de melhorar o nível de produção consiste em colocar metade do composto com terra normal e a outra metade com terra preta. Depois de colocar os dos tipos de terra implante a planta na garrafa. Não se esqueça de que a terra precisa completar a estrutura de raiz que não pode sair a fora ou demonstrar a estrutura no lado externo. Também existe a necessidade de assentar o conteúdo interno ao realizar pequenas batidas na estrutura.

10 – Não se esqueça de colocar maior quantidade de terra para assentar a planta com qualidade. Apenas deixe cerca de três a dois centímetros de baixo do nível correspondente. Para encerrar o trabalho artesanal que se relaciona de forma direta com aumento do nível sustentável na sua casa procurar fazer um gancho e por consequência amarrar o gargalo.

Vale ressaltar que com a estrutura do gênero existe a possibilidade de pendurar a estrutura em locais preferidos e por consequência melhorar o nível de decoração. Tenha a certeza de colocar uma base na parte interna no sentido de não molhar o solo que cerca o seu jardim.

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adubo químico

Além dos adubos orgânicos, os adubos químicos também podem ser usados para orquídeas, como por exemplo, o adubo químico foliar.

Também chamada de inorgânica, a adubação química é aconselhada, porém, observando que os produtos sejam de “alta pureza”. Significa que esse tipo de adubo não poderá ter na sua composição produtos tóxicos, que no caso das orquídeas influi muito de forma negativa para o seu crescimento.

Com esse tipo de adubo você tem a segurança que não existirão problemas de ventilação nas raízes.

Dicas de adubos químicos para Orquídeas
1 – Para enraizamento: Peters Professional
Esse é um dos adubos químicos que auxiliam o crescimento das raízes da sua orquídea e por isso são indicados também para o momento de trocar a planta de lugar. Porém, são mais eficientes quando usados em lugares que a planta está exposta a temperaturas mais baixas.

O produto ainda pode ser usado, além do enraizamento, na fase de pré floração.

O modo correto de usar esse tipo de adubo químico é diluindo na água, faça isso verificando o indicado no rótulo. Na hora de aplicar na planta use um borrifador.

Para cada litro de água é recomendado 2 gr do produto e a aplicação deve ser feita uma vez por semana, nos horários em que a temperatura estiver mais baixa. Depois de 4 semanas, as plantas deverão ser regadas com bastante água, quase como se estivesse “lavando”.

Conserve o produto que não foi usado em lugar fresco longe do sol, seco e a embalagem deve sempre ficar fechada.

2 – Para florescimento você pode usar na sua orquídea o Blossom Booster 10-30-20
Esse adubo químico ajuda a fazer com que as flores cresçam mais rápido e também deixa suas cores mais bonitas e vivas.

Esse produto é um velho e bom conhecido dos cultivadores de orquídeas, uma vez que essa fórmula existe e é usada há mais de 40 anos. É o segredo para flores mais bonitas, marcantes pela sua beleza e cor.

Sua fórmula ainda é rica em magnésio o que faz com que não só as flores sejam beneficiadas, mas também as folhas, que ficam ainda mais verdes e vistosas.

Deve ser aplicado com a ajuda de um borrifador e a mistura com água deve ser respeitada, 2 gr para cada litro. O horário de usar a mistura é durante os momentos com temperatura mais amena.

Não esqueça de conservar o produto que sobrou bem fechado e em lugar seco e limpo. É muito importante que esse tipo de adubo fica longe do alcance das crianças e dos animais.

3 – Adubo químico para orquídeas de uso geral: General Purpose 20-20-20
Esse produto pode ser usado em qualquer uma das estações do ano e não apresenta problemas por conta da variação de temperatura entre uma e outra.

É conhecido como um dos adubos químicos mais versáteis graças a sua fórmula que contém, potássio, nitrogênio e fósforo. Os três “ingredientes” são essenciais para a boa saúde da sua orquídea.

A mistura sempre diluindo em água, pode ser usada tanto nas orquídeas que estão nas estufas quanto nas que estão em viveiros.

Porém, observe que o horário correto para aplicar a mistura é durante o dia que a temperatura estiver mais amena. Também é necessário banhar bem as plantas depois da quarta vez que o produto for aplicado.

5 – Para reativar e acelerar o crescimento da sua orquídea: Hi Nitro 30-10-10.
Esse produto pode ser usado de duas formas: através de pulverização foliar ou também na irrigação. Nesta segunda forma, ele garante que as folhas da orquídea fiquem mais verdes no prazo de tempo mais curto.

A dosagem ideal é sempre a mesma de um litro de água para 2 gramas do produto. O mesmo se repete em relação a conservação do que sobrar, sempre fora do alcance das crianças e dos animais, em lugar seco e limpo.

6 – Na manutenção das orquídeas adultas, use: General Purpose 20-10-10
Também considerado um adubo químico versátil, porém, é mais indicado para o uso em viveiros. Ele pode ser usado em qualquer época do ano graças a sua boa relação entre No3 e NH4.

Siga as orientações do rótulo para fazer a mistura e também para aplicar na planta.

7 – Excel Mg 15-05-15
Esse é um adubo químico bem diferente dos demais, para começar ele é totalmente solúvel com a mistura Ca, Mg e P. Sendo assim, é perfeito para quem tem água alcalina, porque o produto ressaltará magnésio e cálcio das suas orquídeas que estiverem debilitadas com a falta dos mesmos.

A relação de 2 gr para um litro d’água é a recomendada e o adubo deve ser usado uma vez por mês. Esperando sempre que seja o momento mais fresco do dia para aplicá-lo.

Fórmulas mais eficazes de adubos químicos para orquídeas
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De quando começam a brotar até o broto chegar ao máximo de crescimento: é o momento que a sua orquídea pede muito nitrogênio, que deverá ser em maior quantidade do que o fósforo. As melhores fórmulas nessa fase serão: NPK 10-05-05, 30-10-10 e 30-15-15. A cada 15 dias a planta deverá receber a mistura.

* Considere a segunda fase aquela que vem pouco antes da floração e o fim dela quando só botões floras estão prontos. Então, para garantir que muitas flores nascerão, a orquídea precisa de um adubo rico em fósforo e também potássio. Considere que o período de usar esse adubo químico é mais ou menos entre o terceiro e quarto mês antes da chegada das flores. As fórmulas são: NPK 10-30-20, 00-30-20 e 08-45-14. Dentro do período indicado repita a aplicação a cada 15 dias.

* E por último, a terceira etapa é de adubar com produtos químicos no período de aparecimento das flores e deve ser feito até quando começa o brotamento novamente. Neste caso, o adubo sofrerá uma alteração no meio do caminho, iniciando balanceado, mas deve terminar 3 meses antes que as flores apareçam. As fórmulas para serem usadas a cada 15 dias são: NPK 18-18-18 e 20-20-20.

Lembre-se que para as plantas novas a fórmula deve ser outra. Uma vez apenas retirada do plástico, recomenda-se usar: NPK 10-05-05 ou 30-10-10.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


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Essa planta que produz lindas flores é originária da parte sul dos Estados Unidos da América e pertence à família Asteracea. Prefere o clima temperado para seu desenvolvimento, especialmente para o período de floração, que ocorre entre a primavera e o verão. Porém, nos lugares que apresentam um inverno não muito rigoroso, pode apresentar lindas flores durante todos os meses do ano.

Suas flores são formadas com pétalas que representam franjas e muito parecidas àquelas da Centáurea. As mesmas podem ter diversas colorações, como brancas, azuis, róseas, roxas e ainda amarelas, conforme o modo de cultivo. As hastes das flores podem quebrar ou simplesmente pender depois de chuvas muito fortes.

A beleza e delicadeza do Danúbio-azul pode ser um diferencial aplicado em qualquer tipo de jardim, sendo especialmente recomendado para aqueles que seguem a linha mais campestre.

Apesar de ser tão bonita e chamativa é uma planta de fácil cultivo, exigindo muito pouca manutenção e ainda pode ser plantada em jardineiras e vasos, enfeitando as sacadas e janelas, deixando tudo mais alegre e bonito. Além disso, a Danúbio-azul ainda pode ser utilizada como flor de corte, tendo uma duração bastante acentuada em buques e arranjos florais.

Forma de Cultivo
Seu cultivo deve ser efetuado sempre sob o sol pleno, num solo que seja bastante fértil, com excelente drenagem, acidez acentuada, e bem enriquecido com muita matéria orgânica, além de ser regado com certa regularidade.

Essa planta gosta de bastante sol, porém, por ter alta durabilidade ainda é capaz de suportar o tempo de meia sombra, diminuindo também sua quantidade de flor. Ela ainda prefere o solo mais umedecido, entretanto resiste muito bem a períodos curtos de estiagem. Assim como muitas outras espécies é bem resistente às temperaturas mais baixas.

Para conseguir uma maior estimulação de futuras deve-se fazer a remoção das flores já velhas. Lembrando que a multiplicação da Danubio-azul deve ser efetuada mediante a divisão das touceiras já com raízes.

A propagação também pode ser efetuada através de sementes, porém é necessária a quebra de dormência com a temperatura de 4ºC durante ao menos seis semanas. E mesmo depois disso é preciso se esperar por diversas semanas para que aconteça a germinação.

Essa planta possui características especiais que a tornam ainda muito mais bonita e cativante, especialmente em razão de sua forma de pequenas rosetas, bem fofas, possuindo folhas basais em tonalidade verde-escuro, estreitas, lanceoladas, e também pecioladas.

Durante a época do verão aparecem alguns ramos bem eretos, que possuem as folhas em tamanho menor. Já em regiões que possuem o clima temperado, sua floração acontece, como já dissemos, entre a primavera e verão.

O Danubio-azul no Jardim
Em qualquer jardim, o Danúbio-azul pode ser uma delicada e bonita bordadura, da mesma forma que pode criar conjuntos ou maciços em composição com outros tipos de plantas. Pode ser muito usado em jardins na frente de residências, por chamar bastante a atenção e atrair os olhares admirados dos transeuntes.

Assim como várias outras plantas e flores conhecidas, ela possui alguns encantos próprios, curiosidades que até mesmo quem cultiva pode não saber ao certo se é verdade ou não.

As sementes originárias da danúbio-azul possuem aproximadamente 40% de óleo em sua composição. Do líquido é extraído um potente ácido chamado de vernólico que pode ser usado na fabricação de diversos componentes importantes, como adesivos, vernizes e plásticos.

Vamos relembrar os pontos importantes do cultivo:
* A planta gosta de sol forte para se desenvolver;

* Prefere um solo com alto teor de fertilidade e acidez;

* Não gosta de solo muito encharcado e o mesmo precisar estar repleto de matéria orgânica;

* Apesar de preferir ficar sob o sol bem forte, a Danubio-azul resiste muito bem à meia sombra, mas que fique claro, nessas condições ela apresentará uma quantidade bem menor de flor, ao contrário do que ocorreria na outra condição;

* Mesmo gostando de uma rega regular, caso passe por períodos de estiagem curtos, sobrevive muito bem;

* Pode não parecer, mas a planta possui grande resistência durante as temperaturas mais baixas.;

* Sempre que quiser obter uma floração mais abundante e viva é preciso tirar fora as flores já velhas fora, e, desta forma conseguir promover a estimulação de uma nova florada;

* A forma mais adequada de se fazer o plantio correto dessa espécie de planta é através da divisão das touceiras já com raiz formada, já que o plantio através de sementes é mais trabalhoso e bastante demorado, exigindo a quebra da dormência através de temperaturas baixas, aproximadamente 04 graus durante mais ou menos seis semanas. E o pior é que mesmo passando por todo o procedimento, ainda será preciso esperar por mais algumas semana para saber se, de fato, a semente irá germinar;

* A Danúbio-azul é planta bastante adaptada ao clima do Brasil, por isso pode ser cultivada em qualquer região, desde que tomados os devidos cuidados com a mesma. Lembre-se que essa planta é uma excelente variação para se presentear, já que é bastante resistente quando colocada em buquês, aproveite a dica e dê um presente diferente, fuja um pouco das convencionais rosas.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


TOLUMNIA (orquídea bailarina)

Estas encantadoras orquídeas são nativas do Caribe e áreas adjacentes, incluindo as Bahamas, Cuba, Flórida e Porto Rico. Anteriormente conhecido como Oncidiums ‘equitantes’ este grupo crescente fácil adora clima quente e brilhante.

Ao desabrochar as cores variam de vermelhos brilhantes alegres, laranjas e amarelos para delicadas rosa pastel, creme e alfazemas. A maioria carrega marcas mais escuras ou manchas nos padrões interessantes. Florescem no final do inverno e início da primavera, embora algumas variedades possam florescer livremente o ano todo, com o cuidado certo.

Caso seja tratada de maneira adequada, a Tolumnia terá flores brilhantes e pequenas. Existem diversos meios de cultivá-las de forma adequada, já que essa espécie apresenta raízes bastante frágeis e finas.

O Uso da Casca de Árvore
A orquídea Tolumnia se desenvolve de maneira bem aceitável em cascas de árvore, especialmente na casca de pinheiro, sendo esta a mais usada para a função, já que não causa compressão quando encharcada molhada. Ela oferece a quantia mais acertada de água, bem como a circulação de ar mais correta para a flor.

Geralmente a casca de pinheiro é usada para servir como hospedagem de plantas e mudas em miniatura, como a Orquídea Tolumnia. Entretanto, a mesma retira nitrogênio da orquídea, fazendo com que se já preciso o uso de um fertilizante com maior quantidade de nitrogênio. Com o passar do tempo ela acaba diminuindo, quando isso acontece é preciso que seja replantada, e com certa frequência.

O Uso das Pedras
As pedras são bastante usadas para uma vasta lista de finalidades, especialmente nas orquídeas, até porque não se cottr o risco das mesmas apodrecerem. A mais usada é a pedra de lava, que absorve a água sem encharcar demais a planta e, além disso, a mesma permite que haja uma segura circulação do ar.

Esse produto pode ser misturado a outras formas de cultivo e também com cascas para acrescentar minerais e modificar a textura. Não é aconselhável para ser usada em conjunto com água rica em minerais, já que pode trazer alimentação excessiva à Tolumnia.

Outras Formas de Cultivo
Outras maneiras podem ser usadas para o cultivo da Orquídea Tolumnia, como por exemplo, o perlite, que é um produto vulcânico moído em pó ou em grãos pequenos que agrega muito bem com cascas médias ou finas e não afeta as frágeis raízes dessa espécie de orquídea. Além dele também é possível usar o musgo esfagno tanto como aditivo como sozinho. Ele atua muito bem na retenção de água, podendo ser usado seco ou fresco e dificulta a formação de fungos.

Envasamento e Crescimento :
As Tolumnias são verdadeiramente epífitas e devem ser cultivada em um meio de drenagem rápido  para evitar o apodrecimento das raízes minúsculas. Não há uma mistura que funciona melhor, mas nós encontramos duas maneiras diferentes que têm bons resultados. O primeiro é um musgo esfagno misturado com Spongerock, coco desfibrado e carvão. Isso mantém o mix muito aberto, mantendo alguma umidade.

Mesmo que essa mistura possa conter água por longos períodos de tempo, estes não devem ser mantidos com “pés molhados”. Espere até que o substrato seque  completamente e, em seguida, molhe completamente.

A outra é uma mistura de pedaços soltos de samambaias e carvão. Este substrato  necessita de rega com muito mais frequência do que o primeiro, mas não são tão propensos a ter excesso de umidade. Você também pode cultivar Tolumnias montadas em pedaços de cortiça, árvore de samambaia, ou outros substratos.

Regas e fertilização
Tal como indicado acima, permita que as raízes possam secar antes de molhar de novo. Dependendo de suas condições esta poderia ser a cada 2-3 dias ou uma vez por semana. Assista novas compras de perto para a primeira semana ou assim para avaliar o que você agende poderia ser.

Geralmente, nós fertilizamos a nossa a cada terceira ou quarta rega com uma alimentação equilibrada, como Grow-Mais 20-10-20. Quanto mais vezes molhar, quanto mais vezes você pode fertilizar. Durante os meses de aquecimento crescente o fertilizante pode ser aplicado tão frequentemente quanto uma vez por semana. O aumento da umidade em torno de sua planta vai significar regar com menos freqüência e também aumentar a vida útil de suas flores.

A Tolumnia precisa passar pelo replantio sempre que surgirem as novas mudas e as mesmas cheguem ao tamanho compreendido entre 05 a 08 cm de altura. Ao proceder com o replantio, é necessário que se faça a remoção do meio de cultivo anterior e que se corte as folhas, raízes, ou flores danificadas ou mortas. Faça o plantio da orquídea aproximadamente em 1,5 centímetros sob o meio, que deve sempre ser mantido bem úmido até que as raízes novas apareçam.

Informações Adicionais
As folhas da Tolumnia têm tamanho relativamente pequeno e não chega a exceder as 08 polegadas no comprimento. As folhas ficam sempre em pares e se colocam uma sobre a outra, por isso, são denominadas de equitante.

Elas costumam florescer durante a época da primavera. A fácil adaptação nas mais variadas condições climáticas e o porte pequeno fazem dela uma planta bastante disputada.

É importante que se tenha cuidados acertados quanto a seu cultivo, como por exemplo, o de não cortar a haste após o encerramento da floração, pois ela pode apresentar uma segunda haste de flores.

O segredo do cultivo das Tolumnias é saber reconhecer seu habitat natural. E, como já dissemos, essas plantas têm origem caribenha e grande parte dessas espécies surgiu de forma hibridizadas e estão prontas para serem cultivadas em lugares de temperatura quente e moderada, se dando melhor em galhos quando expostas a luz brilhante, alta umidade, movimento de ar e gosta bastante de rega diária, porém, desde que a planta não fico encharcada por bastante tempo.

Dicas Importantes
Para cultivar adequadamente as Tolumnias o melhor é que seja feito em lugares com temperatura variando entre os 13ºC e os 30ºC, sendo que a umidade relativa fique entre os 50% e 70%.

Luminosidade: a luz de cultivo deve ser difusa e brilhante. Claro que se tiver um pouco de luminosidade as plantas irão crescer bem, porém, as flores não se apresentarão da mesma forma que num ambiente mais claro.

As regas: Este ponto pode ser considerado como o mais crítico da Tolumnias. As plantas precisam secar totalmente antes que se faça a outra rega. A secagem mais rápida vai depender bastante do ambiente, do substrato e do vaso.

A adubação:  a adubação é importante e deve ser feita logo depois da segunda ou até mesmo da terceira rega juntamente com a solução de concentração de maneira bem diluída contando com a metade daquela orientada pela empresa que fabrica o adubo.

Replantando: As vezes que são efetuadas as regas, bem como a seleção correta do substrato estão diretamente ligados. O foco da situação é conseguir conciliar a mistura apropriada que consista numa irrigação adequada com a secagem e a aeração acelerada das raízes. O plantio pode ser feito em estacas, em placas, ou ainda em casca de árvores. Quando as mesmas são cultivadas em vasos o substrato que deve ser usado deve ser aquele mais poroso, para que aconteça a drenagem imediata da água.

Quando é feito o plantio em vasos é recomendado o replantio de dois em dois anos, fazendo-se a retirada da parte do meio que já se encontrará em pleno declínio, e deve ser efetuada quando aparecerem os novos brotos, durante a primavera.

O comportamento da planta na Natureza
Diretamente na natureza as Tolumnias estão dispostas em finos galhos com arbustos ralos, apresentando algumas raízes soltas que ficam se balançando ao vento, da mesma forma que aquelas já são conhecidas.

As Tolumnias se desenvolvem melhor quando expostas a bastante luz do sol, e dispostas nas pontas dos galhos. Em determinadas espécies, as folhas dessa planta chegam a se tornar um pouco bronzeadas ou queimadas.

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A aechmea é uma das plantas que fazem parte da família das bromeliáceas e entre elas é considerada uma das maiores. A maioria delas apesar de não ser parasita, vive em árvores e apresenta hábitos de plantas epífitas.

A planta que tem como característica grandes folhas que formam uma roseta, são consistentes e possuem algumas manchas cinzentas têm origem na América do Sul nas suas florestas úmidas. Essas folhas formam um tipo de calha e essa leva a água para um “copo” central. E essas folhas para manter a planta sadia devem sempre estar cheio e a água que enche esse “reservatório” é aquela da chuva.

Quando a aechmea fasciata chega na idade adulta ela exibe um longo pendão cheio de flores, porém, isso acontece uma única vez e logo elas morrem. Antes dessa floração, crescem rebentos e são eles que garantem que a espécie se reproduza.

A aechmea deve ser planta com uma mistura de areia, não muita, e composto orgânico e esse cultivo deve acontecer durante a primavera. Ela deve ser colocada de forma bem firme na terra e deve ficar em um lugar que receba bastante luz natural, porém, nunca diretamente sob o sol. A temperatura ideal para essa planta é acima de 15 graus.

Outro detalhe importante para manter bonita a aechmea é que a terra esteja sempre úmida, mas nunca colocar água demais e acabar encharcando a terra.

Observe que é necessário fazer a troca da água do reservatório de vez em quando para evitar que ela fique estagnada. A cada 15 dias use adubo líquido na terra.

O momento de cultivo é durante a primavera, mas a aechmea precisa muito da umidade do inverno. Você poderá observar que em agosto as flores murcham e esse é o ciclo natural da planta. O correto é cortá-las na base com cuidado. Depois disso surgirão os rebentos bem em volta do corpo da planta.

Os rebentos da aechmea fasciata crescerão rápido e nesse mesmo momento a planta-mãe estará passando pelo estágio de murchar até morrer. Espere então que os brotos estejam fortes e corte a planta-mãe. O corte deverá ser feito acima da camada de terra. Depois você decide se deixar os brotos no mesmo vaso ou replantá-los em um outro. As flores voltam a aparecer entre 12 a 18 meses depois desse processo.

A propagação por sementes da Aechmea fasciata
A terra ideal para germinar essa fascinante bromélia é de uma parte de areia para duas partes de composto orgânico. Depois a sementeira deverá ser protegida com um plástico transparente e a temperatura do local deve ficar entre 20 e 26 graus, mas na sombra.

Essa mistura deverá ser umedecida e quando se observar que as mudas estão fortes é hora de colocá-las em vasos, cada uma em um.

Quando o cultivo é feito através de sementes, as primeiras flores apareceram só 5 anos depois e os rebentos podem ser passados para outro vaso em qualquer momento do ano. Mas, não se esqueça de usar um bom composto orgânico.

As folhas da aechmea podem ficar descoloridas se elas forem expostas ao ar seco. Outro detalhe importante é sempre ter um prato embaixo do vaso da planta com água e nos dias de muito calor as folhas deverão receber água através da pulverização.

Vale ressaltar que o tempo muito frio, estamos falando de temperatura abaixo de 13 graus e as correntes de ar podem danificar as folhas. Nesses casos, procure colocá-las em um ambiente com a temperatura mais alta.

Hábitos da família da Aechmea – As Bromeliáceas
1 – Hábitos
Os hábitos das plantas que pertencem a família das bromeliáceas, em geral, são herbáceo, com alguns casos de lenhoso.
* A maioria das plantas fazem parte da família de pequeno a médio porte.
* As plantas da família podem ser: rupícolas, terrestres ou epífitas. Normalmente, os caules são contraídos.

2 – Sobre as folhas e raízes
*
As raízes de qualquer planta que pertença a família da bromeliáceas têm a função fixá-las e mais nada.
* A “alimentação” para obter nutrientes e água é feita através de escamas absorventes.
* As folhas formam uma roseta porque se apresentam em espiral, em alguns casos podem ser tubulares muito abertas.
* As margens das folhas podem ser de espinescentes a lisas e é isso que torna fácil o reconhecimento das plantas da mesma família.
* Cada escama foliar tem duas unidades que são: escudo e pedículo.

3 – Sobre as flores e a inflorescência das plantas da família das bromeliáceas
*
A época das flores das plantas dessa família é muito bonita graças ao seu grande colorido.
* As flores aparecem nas laterais, são terminais ou aparecem composta ou simples em racemo, panícula ou capítulo e dificilmente são isoladas.
* As flores se apresentam em corola ou cálice e são trímeras, são hermafroditas.
* As sépalas são concrescidas na base ou livres, podem se apresentar simétricas, mas prevalece as assimétricas, as pétalas são parcialmente soldada.

4 – Frutos, sementes, polinização e reprodução
*
Os frutos normalmente são carnosos, em baga e seco e as sementes dos mesmos possuem apêndices aliformes ou plumosos. Pode acontecer de algumas plantas das espécie terem frutos com sementes sem apêndices.
* A polinização acontece graças aos beija-flores e os morcegos também fazem a mesma função durante à noite, assim como besouros, abelhas e borboletas. Outro modo de polinização é feito através do vento e com a ajuda de outros animais, quando as sementes não possuem apêndices.
* Aechmea fasciata e as outras plantas dessa espécie fazem a sua reprodução através de duas maneiras: sexuadamente e assexuadamente. Nesta segunda, também chamada de vegetativa, o processo acontece com a produção dos brotos que saem da planta mãe. Já no caso da reprodução sexuada ou que se dá através das sementes é mais comum em uma parte das plantas da família. É quando a germinação acontece partindo da planta mãe.
* Os grãos de pólen das plantas da família das bromeliáceas são: monocolpados típicos, porados ou monocolpados.

Seguindo todas as instruções e conhecendo melhor a família dessa espécie de planta você terá grandes chances de tê-la sempre bonita e saudável. Vale ressaltar que para isso é preciso dar atenção à ela e seguir todas as regras.

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Gerânio

O Gerânio é uma planta muito utilizada no paisagismo, devido à beleza de suas flores em formato de mini-buquês coloridos, e à sua folhagem recortada, bastante ornamental.

Os gerânios compões um grande grupo hortícola de arbustos de textura semi-herbácea, abrangendo inúmeras variedades hortícolas.

As plantas possuem aroma forte típico, alcançando 60 a 90 cm de altura, com ramos suculentos, às vezes com uma mancha na folha chamada de “zona” ou “ferradura” de contorno, ou com variegação.

Suas flores surgem na primavera-verão, e possuem diversas colorações. A planta tolera climas mais frios.

Os Gerânios ficam muito bem nos jardins públicos e residenciais. Trata-se de uma planta bastante popular, porém, nem todo mundo sabe que a sua origem é a África do Sul e pertence à família Geraniaceae.

Outro nome popular pelo qual os Gerânios são conhecidos é Pelargônio em referência ao nome científico. A palavra pelargonium vem do grego pelargos que significa cegonha devido ao bico da ave que parece bastante com o fruto do gerânio.

O gerânio é uma planta herbácea que possui aparência de arbusto e cujo caule é ereto. Uma planta que possui muitas ramificações e as suas folhas arredondadas são alternadas e tem um pecíolo longo. Podemos dizer que as folhas dessa planta lembram bastante uma ferradura, a textura das folhas é bastante macia.

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Algumas dessas folhas possuem manchas circulares marrons, amarelas, vermelhas ou num tom de ver mais escuro. O visual da planta com as suas folhas é bastante interessante e bonito para compor o jardim. Uma planta que possui um odor bastante agradável, uma das características mais acentuadas do gerânio.

As flores do gerânio podem aparecer simples ou dobradas em cores como rosa, branco, vermelho, escarlate, carmim ou então com manchas mais claras. Essas flores são reunidas em racemos que podem ser pequenos ou grandes formando assim uma cabeça que tem um pecíolo longo ereto e com um aspecto bastante ornamental.

O florescimento do gerânio acontece em especial durante a primavera e pode se dar até o final do verão. O cultivo dessa planta pode ser feito em regiões mais frias ou com temperaturas mais amenas desde que não hajam geadas. Em geral o gerânio prefere um clima mais puxado para o tropical.

Como cultivar Gerânios
O gerânio é um tipo de planta de fácil cultivo, dentre as suas principais necessidades estão à luz direta para que possa crescer e se desenvolver bem como para o seu período de florescimento. A luz é muito importante uma vez que quando falta a planta começa um processo de se esticar procurando por ela o que faz com que gaste energia e assim pode acabar não conseguindo florescer.

O cultivo dos gerânios deve ser feito em canteiros que sejam bem arejados, ou seja, não pode ter muitas plantas amontoadas. O solo deve ser permeável e profundo, uma boa drenagem é essencial para evitar problemas como raízes afogadas, por exemplo.

Substrato
O substrato ideal para o cultivo de gerânios é aquele composto por húmus de minhoca, areia, farinha de ossos e adubo granulado do tipo NPK com formulação de 4-14-8. Para que a planta se desenvolva melhor o pH mais indicado é de 6,1 a 7,0.

No caso de quem vai cultivar os gerânios em vasos a dica é usar o mesmo tipo de substrato, porém, com a proporções de 4 porções de húmus para cada 1 porção de areia, 2 colheres de adubo e 3 colheres de farinha de ossos. Uma dica importante é resolver bem num balde antes de empregar no cultivo de plantas.

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A propagação de Gerânios
A melhor forma de fazer a propagação dos gerânios é por meio do uso de estacas de ponteiro. Essas estacas devem ter até 10 cm de comprimento e precisam ser colocadas na areia, casca-de arroz carbonizada ou então em vermiculita. O local em que essas estacas serão mantidas deve ser úmido.

Uma forma de garantir que não irão perder a umidade é usar um saco plástico sobre o recipiente em que se encontram os gerânios. O período do ano mais indicado para realizar estaquia é o inverno, o resultado pode ser obtido em aproximadamente 15 dias. Para isso prepare o vaso colocando cacos de tijolos, brita ou manta geotêxtil no fundo, em cima você deverá colocar areia úmida, isso vai contribuir para que a drenagem seja bem feita.

Na sequência é necessário colocar o substrato que indicamos acima e então realizar o transplante para vasos que tenham a mistura recomendada. Esse procedimento deve ser feito com muito cuidado para que as raízes não sejam danificadas. Para garantir que o processo seja bem sucedido é necessário preencher usando mais substrato e apertar levemente para que seja feita a fixação, para terminar regue.

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Local de cultivo
Os gerânios deverão ser deixados num local arejado e bem iluminado, mas cuidado para não deixar num local com incidência direta do sol, pois isso pode causar danos a planta. Assim que perceber que o florescimento irá começar leve as suas plantas para canteiros previamente preparados.

Os canteiros devem ter um espaçamento de 0,50 m, isso vai garantir que cada gerânio tenha o espaço adequado para se desenvolver e crescer.

O uso no Paisagismo
Durante muito tempo os gerânios não foram vistos como plantas passíveis de fazer parte de projetos paisagísticos modernos, trata-se de uma planta identificada como do jardim da vovó. Aos poucos essa imagem foi mudando e os gerânios passaram a integrar o paisagismo em regiões em que o inverno é mais ameno ou então em regiões de clima mais quente.

O mais interessante em relação aos gerânios é que eles podem ser usados tanto em projetos de grandes canteiros formando renques como também de forma mais simples junto a muros. Também pode ser cultivada como uma planta de vaso para quem prefere. Os gerânios tem muita graciosidade quando empregados como parte do paisagismo do jardim.

Atualmente, os gerânios fazem parte de uma lista de plantas que são utilizadas com frequência em jardins. Quem está em busca de um colorido diferenciado e com um visual único para o seu jardim não pode deixar de considerar cultivar gerânios. Uma planta que tem belas flores e cuja delicadeza acrescenta ao visual final do jardim.

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suculentas

Ninguém pode discordar que ter plantas em casa traz uma sensação boa e até mesmo uma energia positiva. Mas muita gente não leva jeito com as plantinhas e acaba deixando-as morrer de sede.

As suculentas são uma boa opção para quem é um pouco esquecido, pois elas precisam de pouca água e poucos cuidados.
São plantas lindas com diversas formas, cores e texturas. Depois de se apaixonar por elas, muita gente começa a colecionar.

Você pode reservar um cantinho na sua casa e colocá-las em uma mesa, ou em prateleiras. Elas precisam de pouca água, mas precisam de muita luz. Então, mantenha-as perto de janelas, em lugar bem iluminado.

Também é importante manter qualquer planta em lugar arejado, pois quando não existe ventilação, o ambiente fica propício para o aparecimento de doenças e pragas.

Com as dicas corretas e atenção às necessidades individuais dessa espécie das plantas suculentas você terá o resultado perfeito.

O cultivo das suculentas em vasos
1- Prepare: vaso com drenos, cascalho e a terra apropriada para as suculentas.

O bacana das plantas suculentas é que você pode estar com temperaturas à 40ºC ou com 10ºC,  que olhando para elas dá a sensação de estamos no deserto. É isso que elas fazem em qualquer lugar que sejam plantadas.

Dentro de casa, cultivadas em vasos, as suculentas dão um ar exótico para a decoração. E a boa notícia é que depois de cultivadas como se deve são bem fáceis de cuidar. Duas coisas essenciais para qualquer tipo de planta e exigidos ao mínimo pelas suculentas são: poda e água, elas gostam de pouca.

Para uma pessoa que ainda não está com os dotes de jardineiro aprimorado, começar o cultivo pelas suculentas é uma boa opção.

1 – Pegue o vaso com os drenos e acrescente o cascalho que deve ficar na altura, mais ou menos, de 2, 5 centímetros. Ele é fundamental para que não se crie nas raízes uma umidade excessiva que causaria doenças e poderia até fazer com que elas apodrecessem.

Com o cascalho a água da rega escoará como se deve e jamais acontecerá o encharque da terra.

Sobre o vaso, os de barro são aconselhados para o cultivo de suculentas, sem falar que são lindos e o contraste com a planta fica perfeito para sua decoração.

Lembre-se que as raízes da suculenta são grandes e por isso, o vaso deve ter um tamanho que não comprometa o crescimento delas, principalmente, se você optar por plantar mais de uma muda.

Não tem problema caso você queira plantar em um vaso pequeno as suas suculentas e quando elas crescerem transportá-las para um vaso maior, desde que isso seja feito com cuidado e observando as “regras”.

2 – Depois do cascalho é hora de colocar a terra para as suas plantas e lembre-se que ela deverá ocupar  3/4 de todo o volume do vaso.

Há também a opção de preparar um substrato especial para as suculentas, que normalmente são feitas com escória vulcânica, perlita e areia.

Vale ressaltar que as suculentas podem morrer pouco depois do cultivo, quando estão crescendo, porque o substrato em que foram colocadas não era adequado. Até mesmo o substrato fértil demais pode interferir de forma negativa no crescimento das suculentas.

Antes de prepara a terra para a sua suculenta se informe do que é necessário para ser 100% adequado.

3 – Depois da terra é hora de clocar a suculenta dentro do vaso e a maneira correta de pegá-la é com cuidado pelo caule e depois dentro do vaso fazer com que ele fique ao nível da boca do mesmo. Em seguida, vá colocando com as mãos mais substrato até preencher toda área que ficou em volta da planta e de modo que ela esteja firme dentro do vaso.

4 – Agora é hora de regar. Assim que terminou de plantar a sua suculenta comece a colocar água até que você veja que está saindo pelo dreno. Atenção: faça isso somente se o substrato que foi colocado estiver seco, caso já esteja úmido não faça a rega.

Quando comprar a planta veja se ela precisa de regas semanais ou mensais e também o que o clima influencia nisso. Existe uma diferença entre uma espécie e outra de suculentas.

5 – A suculenta deverá receber adubo uma vez ao mês e de preferência com produto rico em fósforo e com menor quantidade de nitrogênio. Veja qual a dose recomenda o rótulo e dilua metade dela na água antes de aplicá-la. O produto deverá ser aplicado diretamente na terra.

O cultivo de suculentas no jardim
Apesar de se tratar de flores que amam o clima seca, elas se desenvolvem em qualquer jardim, sem problemas. Nem a diferença climática impede que elas sejam cultivadas em qualquer região. Podemos dizer que as suculentas são irmãs dos cactos, porém, elas podem ser encontradas com uma grande variedade de tamanhos, cores e formatos.

Você vai precisar para cultivar suculentas no jardim de: mangueira, pá de jardinagem e uma boa área na parte externa de casa.

1 – O primeiro passo é preparar a parte do terreno do seu jardim que será usada para fazer o cultivo. Escolha aquele canto em que o sol atinge de cheio e de preferência que seja arenoso. Não se esqueça de fazer de forma com que o solo seja bem drenado.

Retire grama e ervas daninha caso tenham e depois faça o arado do solo. Retire também pedras e quebre qualquer torrão que encontrar pelo caminho.

2- O segundo passo é fazer a escolha das espécies de suculenta você gostaria de plantar. Misture formas, cores e tamanhos e na hora de cultivar faça “arranjos”, agrupe as que são do mesmo tipo. As suculentas mais usadas em projetos de paisagismo são: seduns, cacto, aloé e planta-jade.

3 – Antes de cultivar as suculentas, olhe o jardim e planeje como irá colocá-las, de que forma, com que espaço entre cada uma delas. Faça tudo da forma mais harmônica possível e claro, que deixe o seu jardim ainda mais bonito.

4 – A pá de jardinagem servirá para fazer as covas. Considere o tamanho ideal de cada uma, que sejam maiores do que as raízes juntas. E lembre-se que a base da planta não deve superar muito a borda do solo.

5 – Depois de colocar as mudas é hora de cobri-las com a terra. Faça esse processo com as mãos e delicadamente, mas certifique-se de que as plantas estão bem firmes no solo.

6 – E chegou a hora de irrigar. Sendo no jardim e muitas, use a mangueira. A irrigação nesta fase serve também para ajudar que as raízes fiquem firmes dentro do solo. Porém, a rega não deverá ser repetida nos dias seguintes.

Quando comprar as mudas procure informação sobre a rega que cada uma delas precisa, normalmente varia entre uma vez por semana ou somente uma vez por mês. Observe essa diferença também na hora de plantá-las uma próxima da outra. Coloque perto aquelas que exigirem o mesmo tipo de rega.

Com reproduzir as plantas suculentas
Plantas consideradas como suculentas são todas aquelas o talo, a raiz ou as folhas apresenta uma aparência mais gordinha, permitindo que haja o armazenamento de água em suficiente quantidade para manterem-se bem, independente se forem regadas ou não com frequência, por isso se mostram bem diferentes das plantas comuns.

Esta forma de adaptação faz com que essas plantas possam ter reservas de líquido por prolongados períodos, sobrevivendo assim a ambientes secos e áridos, lugares que para qualquer outro tipo de planta seria impossível de se desenvolver.

Exemplo de suculenta
O exemplo mais comum que temos de planta suculenta é o cacto, nos quais seus talos possuem uma capa grossa de tecido parenquimatoso. Além deles há muitas outras famílias de vegetais que apresentam as mesmas características.

Cactus monstruoso - Cereus peruvianus var. monstruosus

A facilidade de adaptação das suculentas faz com que possam desenvolver muito bem em ambientes quase sem habitação, e com isso possuem quase nenhuma competição por parte das demais espécies, sendo que nesses locais há grande escassez de indivíduos herbívoros. Para auxiliar na apreensão da pouca umidade contida no local, muitas dessas plantas são pubescentes, com isso mostram uma superfície cheia de pelos que seguram o orvalho que se forma nas primeiras horas do dia.

Outras formas usadas para aumentar a retenção da umidade é a diminuição da superfície em contrapartida ao volume da planta, restringindo o número de raízes e o tamanho das mesmas bem como, a ampliação de partes de cera na parte de cima de talos e das folhas. Desta forma diminuem o processo de perda d’água por meio da evaporação.

Reprodução de plantas suculentas
1 – A primeira coisa a se fazer para conseguir uma reprodução adequada de suculenta é escolher uma folha que esteja bonita e saudável.
2 – Assim que a mesma for escolhida deve ser removida com bastante cuidado, diretamente na ligação que tem com o caule da planta.
3 – Deixe a folha ou as folhas escolhidas repousarem durante aproximadamente 03 dias no mínimo e no máximo uma semana, num recipiente. Saibam que esse é o segredo para que a reprodução seja um sucesso. Fazendo desta forma, a ponta da folha irá cicatrizar, e formará uma espécie de calo, e não correrá o risco de apodrecer e acabar morrendo. Entretanto, se quiser, pode deixar a planta ali por mais tempo, de forma que ela repouse e surjam raízes e, em determinados caso, até mesmo brotos.
4 – Depois de processo de espera e descanso é só partir para o plantio da muda. Assim que o broto começa a aparecer e crescer a folha primeira passa a secar até chegar a morrer, a partir desse momento é possível fazer o transporte da muda para o vaso que achar melhor.

Dicas Importantes
Entretanto, veja bem sem as raízes estão prontas e as folhas novas desenvolvidas e firmes antes de partir para a remoção. Uma ideia interessante é já plantar a folha em um lugar definitivo, para que elas possam preencher todo o vaso e haja a preocupação com o transporte da planta. Também é necessário regar a planta de vez em quando, já que muda precisa de rega para poder se desenvolver de maneira plena.

Finalmente, seja paciente com a natureza, já que todo o processo de reprodução é como se fosse magia, devagar, mas ali, debaixo da terra as coisas estão acontecendo, no tempo das plantas e não no seu. Caso já plante a folha com a raiz desenvolvida e o brotinho em processo, todo o desenvolvimento da planta acontece com maior rapidez. Por isso, se for apressado, plante tudo já assim.

Lembre-se que apenas retirar a folha mãe da planta original e sair plantando na terra não funciona. É preciso que se tenha paciência e que aguarde a folha cicatrizar e até mesmo, como já foi dito, criar raízes e brotos e somente depois colocá-la num solo apropriado.

Às vezes esse tipo de reprodução vem a surgir por acaso, quando se pega as folhas caídas do chão, se deposita num potinho e logo as mesmas criam brotos e raízes.

Há ainda a possibilidade de as suculentas se propagarem de forma natural, podendo ser isso facilmente observado em jardins e até mesmo em vasos grandes onde as suculentas acabam tomando conta de quase todo ele.

Muitos insistem em mencionar que as plantas suculentas não são chegadas a água, mas quem tem uma delas em casa sabe que elas gostam sim, mas preferem não ficar encharcadas como muitas outras plantas. Todos os seres vivos gostam de água e precisam dela para manterem-se saudáveis e até mesmo felizes.

Como regar as planta suculentas
As regas ideias para as suculentas devem acontecer sempre que se percebe a necessidade das plantas, ou seja, algo em torno de uma vez durante a semana nos meses mais frios e nos mais quentes no máximo duas por semana e até uma, depende do comportamento da planta.

Mas, da mesma forma que as pessoas, as plantas também apresentam um comportamento único, com isso, o que vale para uma delas pode não valer para as demais. Por isso é aconselhável que se consulte sites com informações sobre os possíveis cuidados a serem tomados com vários tipos de suculentas.

Além disso, muitas delas preferem ficar completamente no sol outras, no entanto, preferem ser colocadas a meia sombra, já que se desenvolvem melhor nessas condições. Então, fique atento ao tipo de suculenta que irá reproduzir e veja qual o melhor local para abrigá-las, sem correr o risco de perdê-las.

É importante também que as suculentas sejam plantadas numa terra adubada, e que possua uma drenagem adequada, para que ao final do vaso ela não fique encharcada, senão, pouco a pouco as raízes acabarão apodrecendo e, quando você notar, já não terá mais suas queridas plantas. Por isso, é fundamental que, no fundo do vaso sejam colocados alguns pedregulhos ou cacos de telha para permitir que o excesso de água colocado possa sair livremente e não fique acumulado na terra. Lembre-se de por a água somente na terra e não diretamente na planta, para não encharcar demais.

Aproveite as dicas e tenha muitas suculentas para embelezar sua casa.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Lírio-tocha (Kniphofia Uvária)

O lírio tocha faz parte da família das Asphodelaceae e como categoria é classificada em duas: como flores perenes e como bulbosas.

Como toda espécie de planta, ela também tem o seu clima preferido. No caso do lírio-tocha ela pode se adaptar bem a 5 climas, que são eles: oceânico, mediterrâneo, tropical, temperado e subtropical. Sendo assim, dá para saber que é uma planta que pode ser perfeitamente cultivada em solo brasileiro com grandes chances de sucesso, graças ao clima.

Essas plantas saíram da África e da África do Sul. E deve ser por esse motivo, levando-se em consideração o clima desses lugares é que o lírio tocha ama o sol pleno, mas também fica bem quando tem meia sombra.

Sobre a medida da sua altura fica entre 0.6 e 0.9 m e possui um ciclo de vida classificado como perene.

Ser uma planta perene significa que a espécie tem uma ciclo de vida que supera os dois anos, considerado longo.

É uma planta de aspecto exótico, pois essa herbácea é entouceirada e dá a ela esse tipo de aspecto.

Suas folhas são bem verdes e possui um “acabamento” que merece destaque. As margens delas são longas, serrilhadas e mais afiladas e glabras.

Apesar da particularidade da forma exótica do lírio-tocha e de suas folhas serem particularmente belas, o que realmente atrai a atenção para esse tipo de planta é a sua  inflorescência.

É um verdadeiro espetáculo o período de inflorescência, onde as flores tubulares crescem dando um aspecto perfeito, graças a sua densidade e o quanto são altas. Sem falar que são muitas flores, que aparecem “presas” a hastes fortes e também compridas.

Outra parte bela da inflorescência da lírio-tocha é o colorido das flores, que se apresentam em um degradê perfeito. E se não bastassem tanta beleza, dá para observar que as flores crescem de baixo para cima e com isso vai se criando um efeito de cores particularmente belo. As flores que são mais coloridos, que tem a cor mais forte ficam na parte de cima e as demais vão clareando de acordo com a proximidade da base. Até chegar embaixo bem clarinha.

Líriotocha

As variedades de Lírio-tocha
Outra grande surpresa que as plantas lírio-tocha nos oferecem é o fato de contar com uma grande variedade. A diferença entre uma e outra está no colorido das flores. Em geral, todas elas são de cores quentes como vermelho, laranja, amarelo ou creme. O porte dessas flores e a variedade no colorido se dá de acordo coma época da florescência.

O período de florescência de qualquer uma das variedades do lírio-tocha é entre a primavera e o verão.

Elas atraem os beija-flores e normalmente, no paisagismo são usadas tanto em plantações em grupos ou também no plantio isolado. Com elas são formados maciços ou bordaduras, por exemplo.

Cultivo do lírio-tocha
As características ideias para se fazer o cultivo de qualquer uma das variedades do lírio-tocha são:
* O cultivo da planta deve ser feito durante o sol pleno ou também pode ser cultivada a meia sombra;
* O solo para receber o lírio-tocha deve ser leve e muito fértil, mas primeiramente ele deverá ser enriquecido com matéria orgânica;
* As regas devem ser feitas todos os dias de manhã cedo ou no fim da tarde durante o verão;
* Vale lembrar que as regas deverão ser feitas com menos frequência durante o frio e que o lírio-tocha suporta tanto geadas quanto o frio;
* E o principal, para multiplicá-lo poderá ser usado dois métodos: as sementes ou também através da divisão a touceira.
* O lírio tocha não suporta solos arenosos e com pouco nutrientes, além daqueles encharcados.

Preparação do canteiro para cultivar o lírio tocha
a – A terra deverá ser revolvida várias vezes para que isso permita a entrada de ar e depois dessa etapa é necessário enriquecê-la com adubos orgânicos, de preferência animal e também um pouco de areia no fundo para ajudar no escoamento da água.

b – É aconselhável colocar composto orgânico bem particulado.

c – Considere a seguinte quantidade para cada metro quadrado de adubo: deve ser bem curtido de gado, 1 quilo. A mesma quantidade também pode ser substituída por aquele de aves. Depois misture bem com a terra e nivele.

d – Se você comprou uma muda, provavelmente ela estará dentro de um saco plástico ou dentro de um balde, e em ambos os casos, com os rizomas. Neste caso, considere 8 centímetros como a profundidade necessária para plantá-la.

e – As mudas deverão ser retiradas do lugar em que foram compradas fazendo um corte com o podão. É muito importante que os rizomas saiam perfeitos para o cultivo. Depois é só abrir a cova e usando as mãos colocá-la e ir arrumando a terra. Aperte ao redor, mas não com muita força.

f – A rega depois do cultivo deve ser feita todos os dias até completar 10. Passado esse período deverão acontecer com intervalo de 2 a 3 dias. Observe se a terra está precisando de água.

g – Fique atento ao espaço necessário entre as  mudas que deve ser de pelo menos 0,70 até 1,20. As fileiras devem ser feitas de forma desencontrada.

Reprodução ou propagação do lírio-tocha
* A técnica usada para propagar o lírio-tocha é das touceiras e deve ser feito depois que passar o período de florescência.
* Abra em torno da muda para ficar aparente os rizomas.
* A faca que será usada para fazer a limpeza deve ser afiada e esterilizada para não ferir o caule e não deixar a planta doente.
* A vantagem é que a planta não apresenta problemas com doenças tão cedo. Passam anos e ele está sempre saudável.
* Na primavera é necessário adubar e o ideal é que seja feita uma mistura de adubo animal com orgânico. Proporção: 4 por 1. Coloque em volta da planta e depois regue.

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