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Cyrtopodium

Aproximadamente 30 espécies são conhecidas, ocorrendo desde a Flórida até a Argentina e Bolívia. São plantas com grandes pseudobulbos suculentos similares ao de um Catasetum.

Este gênero tem grandes pseudobulbos, com numerosas folhas pregueadas e brácteas coloridas.

As folhas são herbáceas, com pseudopecíolo conectado na base da bainha que envolve o pseudobulbo. A inflorescência é basal, ereta, rígida, simples ou ramificada, normalmente mais alta que as folhas.

As flores podem ser vistosas ou pouco ornamentais, de textura relativamente carnosa, com brácteas lineares ou lanceoladas, muitas vezes de colorido vistoso ou pintalgadas.
Possui labelo trilobado com lobos laterais voltados para cima e algumas vezes encobrindo parte da coluna; o lobo mediano quase sempre apresenta um disco caloso. As políneas são em número de duas, globosas e ceróides.

Existem espécies terrestres, epífitas e rupícolas. Suas flores são geralmente amarelas com manchas ou pintas marrons e uma espécie com flores cor-de-rosa.

Devem ser cultivadas em grandes vasos com boa drenagem, sendo que o substrato vai depender da espécie em cultivo. Siga as mesmas instruções de rega e fertilização dos Catasetum.

Gostam de sol pleno, porém com bastante ventilação evitando que as folhas se queimem.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Odontoglossum.

Estas são orquídeas das grandes altitudes dos trópicos do Novo Mundo, florescem em locais onde a temperatura é amena durante o ano inteiro.

São conhecidos pelos seus vistosos cachos de flores. Apreciam bastante luminosidade e temperaturas baixas. Se as temperaturas dos dias de verão forem altas, podem reduzir-se os níveis de luz para arrefecer a área de cultivo.

Apesar de não serem na generalidade boas plantas de interior, principalmente se a casa for quente, podem vingar numa janela virada a este, ou numa janela a sul com sombra; na maioria dos climas. A exposição a oeste é geralmente demasiado quente.

Podem ser tolerados pequenos períodos de temperaturas diurnas mais elevadas, principalmente se a umidade e circulação do ar estiverem a níveis ótimos. A frequência de rega deve ser alta, e o substrato deve ter uma drenagem perfeita.

O substrato deve apenas começar a secar antes da rega, o que pode significar regas a cada dois a sete dias, consoante a meteorologia, tamanho e material do vaso e tipo de substrato.

Folhas que nascem enrugadas são um sintoma de água ou umidade insuficientes. Tal como outras orquídeas de zonas de precipitação elevada, os odontoglossos são particularmente sensíveis à falta de qualidade da água, que levará ao enfraquecimento das raízes e provocará queimaduras nas pontas das folhas.

A umidade deverá situar-se idealmente entre os 40% e os 80%, aliada a uma boa circulação do ar. A refrigeração através da evaporação numa estufa aumenta a umidade e refresca o ar, sendo por isso altamente recomendada para estas orquídeas na maior parte dos climas.

Umedecer o chão com água, ajudarão a manter a temperatura fresca e a umidade alta. No interior, colocar as plantas em tabuleiros com cascalho umedecido, colocando os vasos acima do nível da água.

O fertilizante deve ser aplicado regularmente em doses diluídas enquanto a planta está em crescimento ativo. Pode ser usada uma fórmula NPK 20-20-20, duas vezes por mês. Se o tempo se mantiver enevoado, uma aplicação mensal será suficiente.

O novo envasamento deve ser feito quando os novos rebentos estão a meio da maturação, o que acontece geralmente na primavera ou outono. Estas plantas gostam de estar apertadas nos vasos, devendo por isso escolher-se um vaso que permita apenas espaço para o crescimento de um ano ou dois. O uso de vasos pequenos também obrigará às regas frequentes que estas plantas apreciam, pois o substrato secará mais rapidamente e de forma mais homogênea se houver concentração de raízes.

É necessário utilizar um substrato fino com drenagem excelente; como o substrato se mantém sempre úmido, o reenvasamento anual ou bianual é normal. Espalhar as raízes sobre um cone de substrato e distribuí-lo à volta das raízes, adicionando mais substrato. Calcar com firmeza à volta das raízes. Manter a unidade elevada e o substrato seco até à formação de raízes novas.

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CORTADEIRA

Diferentes espécies de formigas estão presentes na natureza, mas algumas delas podem prejudicar o cultivo de plantas. Estes insetos são ameaçadores principalmente quando se trata de agricultura.

As formigas cortadeiras (conhecidas como saúvas) são as que mais causam estragos. Elas cortam as folhas para levá-las ao formigueiro, onde servem de nutrição para os fungos, os verdadeiros alimentos das formigas. Quando não há o controle, esses insetos chegam a destruir empreendimentos florestais inteiros e inviabilizam a produção.
Dicas para eliminá-las: Um bom método natural para espantar as formigas e espalhar sementes de gergelim em torno dos canteiros. Além disso, o gergelim colocado sobre o formigueiro, intoxica o tal fungo e ajuda a eliminar o “ninho” das formigas. Em ataques maciços, recomenda-se o uso de iscas formicidas, à venda em casas especializadas em produtos para jardinagem. As formigas carregam a isca fatal para o formigueiro.

Quando a expansão de uma colônia de formigas é considerada incontrolável, o responsável pela cultura deve procurar um especialista para lidar com o problema. O método mais eficaz para eliminar as formigas cortadeiras é através de produtos químicos.

Todo cuidado é pouco para que o veneno não prejudique as plantas, que por sua vez já estão sofrendo com os taques das formigas.

Quando a área é pequena e os ataques estão no início, existe a possibilidade de eliminar as formigas das plantas sem o uso de produtos químicos. Antes de colocar em prática uma técnica caseira para exterminar as colônias, é necessário encontrar o formigueiro. Para fazer isso, basta seguir o caminho das formigas que estão atacando as plantas.

Confira as principais soluções caseiras para combater as formigas:

• Coloque talco de bebê ao redor das plantas. Este produto vai manter as formigas bem longe.

• Coloque farinha de milho ao redor das plantas. As formigas vão comer o alimento e depois morrer, já que não são capazes de digeri-lo.

• Prepare uma solução de água com vinagre. Em seguida coloque em um borrifador e aplique nas plantas.

• Uma solução que pode ser interessante para o jardim residencial é o cultivo de plantas que repelem insetos, como manjericão, orégano, salsinha e estragão.

• Em um recipiente, misture 10 g de sabão de coco em pó, 5 cm de fumo de corda picado e 1 litro de água. Deixe o conteúdo repousar por um dia e, em seguida, coe. A solução deverá ser pulverizada nas plantas para afastar as formigas definitivamente. A mesma receita caseira também é eficaz no combate de pulgões e lagartas.

• As formigas devoradoras de plantas podem ser combatidas com a mistura de pó de café, sal, talco ou casca de pepino.

• Outra saída natural contra as formigas é borrifar uma mistura de água com cravo-da-índia no jardim. Os insetos odeiam o cheiro deste tempero.

• Prepare uma mistura de borra de café com água. Regue as plantas uma vez por semana usando a solução.

Mais uma opção é misturar partes iguais de água e vinagre (de qualquer tipo) e colocá-las em uma garrafa com esborrifador. Aplique esta mistura nos vasos e nas plantas para manter as formigas bem longe delas.

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O desejo de todo amante de orquídeas é saber como dividir e replantar suas orquídeas. Elas crescem vagarosamente e multiplicá-las por sementes é uma tarefa difícil e até mesmo um pouco complicado, se bem que por este método, torna essa tarefa um verdadeiro acontecimento que, se cercado de todos os cuidados necessários, irá resultar em lindas e saudáveis orquídeas.

Mas, tenha em mente que a divisão de orquídea somente é possível com aquelas que tenham  crescimento simpodial, como as Cattleyas e as Laélias, e de orquídeas cespitosas como Cimbídios e Dndróbios. As plantas com crescimento monopodial, como as Vandas e as Phalaenopsis, já são um pouco mais complicadas de multiplicar por divisão e exigem muita experiência e um tanto de sorte.

Em primeiro lugar, fique ciente de que o cuidado mais importante ao se dividir uma orquídea é verificar se está no momento certo para isso. Se for dividida antes do tempo, na ânsia de se obter novas orquídeas rapidamente, o risco de atrasar a floração é muito grande, ou pior, pode deixar a planta enfraquecida e suscetível às doenças. Esse é um erro muito frequente dos colecionadores de orquídeas.

O fato de uma orquídea não estar mais cabendo dentro do vaso, não é motivo para fazer a divisão, daí um simples replantio resolve. Mas como saber a hora de dividir? Não é difícil, basta contar os pseudobulbos. A planta deve ter pelo menos três pseudobulbos bem desenvolvidos, e ao menos dois brotos guias bem separados, de forma que cada nova muda tenha três pseudobulbos e uma guia (o ideal seria deixar quatro pseudobulbos em cada nova muda). Daí vem a pergunta, mas e se sobrar dois pseudobulbos poderei fazer uma nova muda? Não! Corte a orquídea de forma que estes pseudobulbos acompanhem as novas mudas formadas. Resista a tentação de uma mudinha “extra”, definitivamente não vale à pena.

Se minha orquídea nunca floresceu posso dividir? Até pode, mas não é recomendável. Uma orquídea com tantos pseudobulbos e que ainda não floresceu pode estar com problemas, geralmente falta de luminosidade ou fertilizante. A floração é a garantia de que a planta está adulta e saudável. Portanto, espere que ela alcance este estágio, é como se fosse um teste de suas habilidades com orquídeas. E você só pode passar para a próxima fase após completar a anterior.

Poderei dividir em qualquer momento do ano? Pode, mas vai depender mais da espécie de orquídea do que da sua vontade. Quando ela estiver começando a emitir novas raízes (são aquelas com as pontinhas verdes) somente então será o momento ideal, seja inverno ou verão. Isso geralmente ocorre logo após a floração.

Pegue uma tesoura ou faca bem afiados, esterilize em água clorada, álcool ou calor e comece por remover os pseudobulbos secos, murchos ou doentes. Preserve o máximo de raízes possível, mas não deixe de cortar as raízes secas e mortas. Esterilize os instrumentos a cada orquídea, evitando assim a transmissão de eventuais doenças entre elas. Não é necessário remover todo o substrato velho que estiver emaranhado nas raízes, remova apenas o excesso e o que estiver mais fácil. Aliás, quanto menos as raízes forem manipuladas melhor, pois elas se quebram com muita facilidade. Limpe a orquídea com uma escova bem macia, sabão neutro e sob água corrente, mas somente se ela estiver muito suja ou infestada com pragas, como cochonilhas, por exemplo.

O vaso pode ser de qualquer material, mas é importantíssimo que seja bem drenável, com furos grandes na base e se possível nas laterais. Vasos de cerâmica costumam ser os mais indicados, por serem mais frescos, ventilados e duráveis, mas atualmente até as garrafas pet podem ser utilizadas com sucesso. Esqueça o pratinho, ele é totalmente contra-indicado no cultivo de orquídeas.

A escolha do substrato deve levar em consideração a espécie de orquídea e a disponibilidade de material na sua região. Você pode usar materiais como pedra britada, cacos de cerâmica, fibra de coco, argila expandida, carvão vegetal, casca de coco, casca de pinus, esfagno, caroços de coquinhos (de palmeiras como açaí, butiá), sabugo de milho, casca de arroz carbonizada, etc. Tem colecionadores que utilizam ramos secos finos que caem no jardim, ou devido à poda das árvores, picá-los em pedaços com 1 a 3 cm de diâmetro. Obtenho assim um substrato natural, barato e bem próximo do que as orquídeas epífitas apreciam. A mistura de materiais é uma boa pedida para equilibrar a capacidade de retenção de água com a drenagem. Alguns retém muita água, enquanto outros praticamente nada. Case a espécie de orquídea com a frequência das regas e descubra o que funciona melhor para você. Não esqueça que orquídeas rupícolas e terrestres pedem substratos apropriados ao seu habitat.

As dicas para o replantio de orquídeas são as seguintes:
- Sempre coloque a ponta do rizoma mais antigo o mais próximo possível da parede do vaso. Assim irá sobrar mais espaço para a guia crescer e se desenvolver. O rizoma deve ser sobreposto ao substrato e jamais ser enterrado. Essa tarefa é um tanto árdua, pois a orquídea tende a ficar completamente solta no vaso. A tentação de enterrar um pouquinho é forte! Mas resista, pegue barbante e tutores de bambú, madeira, arame ou plástico e vá amarrando sua orquídea ao tutor. Cuidado para não apertar demais. Se possível arame o rizoma ao vaso, pois também ajuda.

- Fique de olho na nova muda. Folhas amareladas indicam sol em excesso, e folhas verde-escuras demais, indicam sombra demais. Regue normalmente, o enraizamento é um tanto lento e há que se ter paciência.

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girassol

Embora seja muito comum no Brasil, o girassol não é nativo do país, tendo origem na América do Norte e Central.

Os cuidados no seu cultivo começam com um solo bem drenado e com boa estrutura. Para isso, recomendo o uso de duas partes de substrato de jardim junto com uma parte de húmus de minhoca. Também é preciso que a planta esteja em um ambiente ensolarado, devendo receber pelo menos de três 3 a quatro horas de sol por dia, já que a flor não resiste a ambientes sombreados.

A flor não exige cuidados especiais. Somente os cuidados normais com as plantas, que são regar, adubar e cuidar com amor e carinho, diz ela. No entanto, vale lembrar que, como o próprio nome da flor diz, ela não consegue sobreviver em outros tipos de luminosidade. Tanto seu nome popular, girassol, como seu nome científico, Helianthus, que significa flor do sol, indicam que é uma planta de pleno sol. A flor gira sempre buscando o sol.

As regas dependem do clima, mas o solo deve ser rico em matéria orgânica e ser mantido úmido. Se estiver fazendo um calorão, é necessário regar bastante, até duas vezes ao dia. Importante é regar bem cedo ou no final do dia, quando o sol está se pondo. Nunca regar nas horas mais quentes do dia.

A adubação pode ser feita com N-P-K 4-14-8 a cada 30 dias durante todo o ciclo da planta até a floração. Como se trata de uma planta de ciclo anual, após a floração, ela seca. Por isso, que o replantio deve ser feito anualmente. Como o girassol não pode ser podado, uma dica, se você não quer uma planta tão alta, plante os mini-girassóis.

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Encyclia_alata

Gênero composto por aproximadamente 242 espécies, distribuídas por toda a América tropical.

A Encyclia é caracterizada por plantas epífitas, simpodiais, com inflorescências apicais e flores nunca excedendo 4 cm de diâmetro com labelo livre da coluna por quase toda sua extensão.

Em sua maioria apresentam flores de pequeno porte, algumas perfumadas, em hastes rígidas de até 50 centímetros, com touceiras na base. De fácil cultivo e divisão para novas mudas, a Encyclia pode gerar até 60 flores por haste.

Encontradas em florestas secas e úmidas, desde o nível do mar até altitudes de 3.000 m, dependendo da espécie.

A maioria das espécies é cultivada sob condições de temperaturas e clima intermediários, sendo normalmente cultivadas como as Cattleya, que gostam de alta luminosidade. Generalizando, elas costumam gostar de temperaturas intermediárias e para uma floração saudável, precisam de períodos de seca, como ocorre em seu habitat natural.

Possui relação ecológica com alguns animais. O gênero pode ser polinizado por abelhas e pássaros.

A maior parte das espécies é encontrada no México e Índia. Poucas espécies deste gênero são endêmicas da América do Sul.

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pulgão
Para combater pragas nas plantas, existem várias fórmulas químicas ou caseiras, conheça as principais.

Óleo mineral emulsionável (Química)
Ingredientes
2 litros de água
1 kg de sabão comum (em pedra ou líquido)
8 litros de óleo mineral
Preparo:
Pique o sabão (se for em pedra), misture com o óleo e a água e leve ao fogo, mexendo sempre, até que levante fervura. A mistura vai adquirir a consistência de uma pasta. Guarde em um pote bem tampado e na hora da aplicação, dissolva cerca de 50g pasta em água morna e dilua tudo em 3 litros de água. O óleo mineral emulsionável é um subproduto do petróleo e o combate pode ser feito com pulverizações a cada 15 dias.

Calda de fumo e sabão (Caseira)
Ingredientes
100 gramas de fumo
100 gramas de sabão de côco, ou 1/2 barra de 200gramas.
Preparo:
Deixar o fumo de molho na água por 24 horas em 1 litro de água, em seguida, coe em um pano e guarde o fumo para ser usado para preparar outra porção igual. Pique metade do sabão de coco, 100 gramas, e dilua-o em 1 litro de água quente até disolver o sabão. Em seguida, junte a calda de fumo à calda de sabão e coe essa mistura em um coador de pano para reter todos os resíduos.
Adicione à mistura filtrada, mais 5 litros de água e pulverize sobre as plantas afetadas. Reaplique a cada 15 dias até acabar com as pragas.

Como combater os fungos
Os fungos são encontrados, geralmente, em condições terrestres úmidas e podres, devido à ausência de clorofila. Uma característica da doença é deixar a planta com algumas partes revestidas por uma estrutura semelhante ao algodão (partes brancas) ou mofo branco.Se possível, arejar o ambiente para evitar o excesso de umidade. Algumas plantas, como o gerânio, violeta, crisantemo etc, embora em locais com bastante iluminação e ventilação, apresentam manchas escuras nas folhas e as flores ficam muito pequenas. Isso é causado, principalmente, pelo excesso de umidade ou rega. Diminua a rega a uma ou duas vezes por semana.

Infusão de cebolinha-verde (Caseira)
Pique um maço de cebolinha verde em uma vasilha de louça ou de vidro. Despeje água fervendo até cobrir a cebolinha e tampe. Deixe a mistura repousar durante 15 minutos. Coe e pulverize essa mistura sobre a planta. Reaplique a cada semana.

Calda brodalesa (Química)
A calda bordalesa é uma das formulações químicas mais antigas e mais eficazes que se conhece contra fungos (antracnoses) fungo que gera nas folhas manchas escuras, deprimidas e, muitas vezes, aureoladas, que acabam por úlceras.

Como preparar a calda bordalesa:
Ingredientes:
1 pedaço de pano
20 gramas de sulfato de cobre
20 gramas de cal virgem
2 litros de água.
Preparo:
Enrole o sulfato de cobre dentro do pedaço de pano e amarre-o como um sachê. Mergulhe o sachê nos 2 litros de água por 3 ou 4 horas, até que o sulfato se dissolva. À parte, misture a cal em um copo com água e despeje na solução preparada com o sulfato dissolvido. Mexa bem antes de usar a calda bordalesa e faça o seguinte teste de acidez. Mergulhe algum objeto de ferro no preparado, como um prego ou outro objeto, se ele escurecer, não aplique ainda a calda na planta e acrescente um pouco mais de água com cal e faça o teste novamente. Caso o ferro continue saindo manchado, adicione mais cal até que ele não saia sem escurecer.

A calda bordalesa deve ser usada, no máximo, até o terceiro dia após o preparo. Em plantas pequenas ou em fase de brotação, recomenda-se aplicar em concentração mais fraca, misturando mais água. Use para regar as folhas e também para regar diretamente na terra próxima às raízes.

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Flor-arlequim (Sparaxis tricolor)

De origem africana, a Sparáxis é uma planta bulbosa, de textura herbácea e florescimento vistoso. Seu bulbo é do tipo cormo. Possui folhas longas e dispostas em forma de leque, que juntos formam uma planta entouceirada, cheia.

As suas flores surgem em inflorescências terminais, sustentadas acima da folhagem por hastes longas e eretas. Apresentam seis pétalas tipicamente vermelhas ou alaranjadas, com um centro amarelo coroado por uma área sombreada de castanho. Atualmente há híbridos de diversas outras cores.  A planta é de porte ereto e baixo, com cerca de 20 a 45 cm de altura.

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo leve, bem drenável (para evitar que os bulbos apodreçam), enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares.

Gosta de clima ameno, não tolerando geadas ou frio intenso. No final do verão, é normal que a planta desapareça, restando apenas os bulbos que entram num período de dormência.

Sua multiplicação é feita por sementes, mas é mais fácil separar os pequenos bulbos  formados em torno do cormo principal da planta.

Pode ser utilizada em jardins rochosos, de baixa manutenção ou em locais com pouca disponibilidade de água, devido à sua resistência a curtos períodos de estiagem. A cada cinco anos devemos verificar os bulbos (eliminando os que se desenvolveram demasiadamente) e mexer a terra.

O nome da espécie (tricolor) surgiu devido à interessante coloração da flor.

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(Worsleya rayneri)1

Embora não seja uma orquídea, é sem dúvida uma bela e rara espécie. Apesar de ser ainda muito desconhecida, vale saber da sua existência. Se não preservamos as poucas que sobraram na natureza, em questão de tempo, só serão vistas em cultivo. E mesmo em cultivo são raras, mantê-las em coleção costuma fracassar com o apodrecimento dos bulbos ou com a desidratação devido a calor.

Durante muito tempo foi comentada como uma raridade e de lendária beleza, depois recebeu a status de espécie à beira da extinção. Atualmente tornou-se mais conhecida e documentada visualmente, principalmente pela ação da internet e dos grupos sociais visando a sua preservação, utilizam a notória beleza da espécie para sensibilizar e captar simpatias.

Essa famosa e desejada espécie de Amaryllidaceae fluminense sempre foi rara, nunca houve fartura de fornecimento, ainda hoje há grande demanda por exemplares entre os colecionadores de plantas bulbosas. Crescia originalmente nos campos rupestres e encostas rochosas nas altitude de apenas 12 montanhas graníticas da Região de Araras , próxima a Petrópolis-RJ, nos dias de hoje é abundante em apenas uma. Em porte, é a maior espécie dessa família, uma das mais belas e com uma vegetação de características altamente singulares.

Encontra-se fortemente ameaçada de extinção, seja pela intensiva coleta predatória, como também pelos sucessivos incêndios provocados pela mão do homem, estes arrasam com a vegetação nativa das altitudes dessa região. Está conservada em algumas poucas áreas de preservação, já a décadas encontra-se na lista oficial de plantas brasileiras ameaçadas de extinção.

É tradicionalmente designada de Flor-da-Imperatriz, também é chamada de Íris ou Amarílis-Azul ou ainda de Rabo-de-Galo, este é o nome mais usado ultimamente e deriva do peculiar formato das folhas. Essa é a única espécie desse gênero.

No seu habitat natural, apresenta populações mais significativas a partir dos 1.000 m de altitude, divide espaço com uma flora também endêmica, interessante e variada.

É também especialmente encontrada, próxima à quedas d’água, onde repete-se o quadro de muita umidade e movimento de ar. O clima é o típico dessas altitudes nas gigantescas pedras graníticas do RJ , há muita insolação, movimentação constante de ar e neblina noturna diária intermitente, e constante durante o passar dos dias chuvosos ou nublados. Podendo sofrer repentinas quedas de temperatura e até mesmo secas ocasionais, mas o calor nessas altitudes é inexistente.

O solo onde se desenvolve, é composto por uma mistura dos minerais resultantes do intemperismo da rocha matriz e acúmulo de material orgânico do próprio local.

A Worsleya só sobrevive em brita com uma concentração mínima de matéria orgânica, ela detesta ter raízes abafadas, precisa de intenso atiramento. Deduz-se que a obtenção de nutrientes é através da água que escorre, carreando material orgânico decomposto e sais minerais das rochas graníticas. Portanto uma adubação química, semelhante a classicamente fornecida às orquídeas, seria bastante recomendada.

Como o habitat está sujeito às fortes alternâncias metereológicas, onde extremos de variáveis ambientais ocorrem sem raridade, o ciclo de vida e morte dessa flora saxícola é acelerado, e acumula-se então alguma matéria vegetal em decomposição no ambiente.

Resumindo o quadro ambiental: vive na turfa rasa misturada a detritos variados, em cima de rocha granítica, sujeita a todas as intempéries, menos a altas temperaturas (sendo já crítico o patamar de 28°C no verão ), o frio congelante prolongado também a danifica.

A planta é bulbosa, acumula nutrientes, energia e água; como tal, é de fácil transferência por propagação vegetativa, mas apenas em locais de clima compatível. Não há muito mistério para a sua propagação, esta pode ser por dividida por touceiras, estacas (mudas) de bulbos ou por sementeira. Floresce no verão. Sua altura varia de 70 cm a 1,5 m de altura.

É muito apreciada em países, ou locais, de clima temperado, tal qual as orquídeas do gênero Sophronitis. Isso se deve ao fato do verão por lá ser ameno, o inverno rigoroso é amenizado pela calefação das estufas ou do interior das casas. O calor excessivo ou a insolação sem circulação forte de ar úmido e fresco, desidrata-as em pouco tempo.

Eithea blumenavia
No Estado do Paraná temos, em ambientação similar nas alturas da Serra do Mar, uma parente próxima da Flor da Imperatiz, é a Eithea blumenavia (foto acima), uma espécie igualmente pouco comum, porém bem menor em porte e menos vistosa. O gênero é também mono-específico e a espécie é ainda mais desconhecida que a anteriormente aqui comentada.

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Epidendrum fulgens

Epidendrum é um gênero que ocorre nas Américas, do México ao Brasil. É também conhecida como “orquídea estrela” ou “orquídea crucifixo”. Calcula-se em 2.000 espécies, mas destas 1.100 já estão aceitas e o restante são sinônimos de outras espécies.

É um dos grupos de orquídeas mais interessantes em se cultivar. Recompensa o cultivador com frequentes florações de cores variadas e tem boa resistência a temperaturas altas e baixas, podendo suportar bem períodos de prolongada exposição ao sol.

Há grande ocorrência no Peru, entre os 1.000 e 3.000 m de altitude o que faz do Peru, Equador e Colômbia os países com mais espécies deste gênero. Estima-se que a maior parte de espécies de Epidendrum se encontram na Cordilheira dos Andes, na forma terrestre ou epífita.

Suas espécies estão distribuídas por toda América tropical e podem ser reconhecidas por possuírem labelo unido à coluna, formando um tubo. Muitas espécies possuem pseudobulbos parecidos com hastes florais, porém várias espécies apresentam diferentes formas vegetativas. Normalmente, possuem quatro políneas. O gênero está dividido em mais de 50 seções e vários esforços têm sido feitos no intuito de que outros gêneros sejam aceitos porque, desta forma, possa-se tornar o Epidendrum um gênero mais homogêneo.

Epidendrum variam muito no tamanho e aparência, fator este que dificulta muito sua identificação por leigos ou até especialistas. Produzem flores com o labelo com variadas cores.

Também variam muito nos tamanhos das flores. Elas crescem em inflorescências racemosas. As flores apicais, laterais ou basais são geralmente de tamanho pequeno a médio indo desde meio centímetro até uma polegada.

Grande número de espécies apresentam um néctar de forte fragrância. Seus principais agentes polinizadores são a mariposa diurnas e noturnas e o beija-flor que costuma visitar algumas espécies.

As condições de cultivo, variam muito, dependendo da região de onde se origina a espécie. Existem espécies epífitas, rupícolas e terrestres, e para cada uma as condições são diferentes, porém na sua maioria, são plantas que devem ser cultivadas em clima intermediário, com boa ventilação e umidade, sem necessitarem de grande adubação nem de períodos secos durante o ano.

Na sua maioria são plantas de fácil cultivo, que podem ser bem cultivadas em conjunto com as Cattleya. A maioria das espécies de Epidendrum precisam de temperaturas quentes ou médias para cultivo. Mesmo assim, existem algumas espécies que parecem se adaptar bem a regiões mais frias. Geralmente o cultivo destas plantas é feito em vasos.
Em algumas regiões sub-tropicais da Nova Zelândia, orquídeas deste gênero florescem durante quase todo o ano.

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