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As flores, sejam elas lindas ou feias, cheirosas ou não, são classificadas pelos botânicos, como Angiospermas. A função da flor é garantir a reprodução, pois é nela que acontece a união dos gametas masculino e feminino por um processo que chamamos de polinização. Na verdade a flor produz e protege as estruturas encarregadas da reprodução sexual e suas pétalas, que na realidade são folhas modificadas, ajudam a proteger estas estruturas e atrair os polinizadores.

Mas o que nos deixa muito surpresos são as estratégias da natureza para que a polinização aconteça. Algumas flores dependem do vento para transportar o pólen de flor para flor, e outras dependem de animais (insetos, pássaros e até morcegos) para concluírem esse feito. Mas as primeiras flores que existiram não eram assim tão lindas e atraentes, elas na verdade evoluíram e se desenvolveram tanto para se tornarem mais leves a ponto de serem levadas pelo vento como para atrair animais polinizadores. Isso não é fantástico?

Diversas flores têm néctar em várias partes para atrair animais. As abelhas, por exemplo, são atraídas por essas flores através de um padrão de cores que só elas podem ver. Os pássaros, assim como as abelhas, têm visão colorida, e escolhem aquelas com coloração forte e brilhante. Mas não são só as cores que podem atrair, o aroma é um grande aliado como estratégia de atração de polinizadores, por isso algumas flores são tão cheirosas! Porém não pensem que o cheiro é sempre agradável, algumas espécies liberam um odor de carne apodrecida para atrair moscas e outros insetos saprófagos (que adoram a carne). E saibam que os morcegos também são importantes na polinização e são atraídos por flores grandes, com mau cheiro e com cores pardas para facilitar o trabalho noturno.

As flores polinizadas pelo vento (as gramíneas, por exemplo) não precisam atrair agentes polinizadores, é por isso que elas têm aromas discretos,são chamadas de anemófilas. Sendo assim, as flores polinizadas por insetos (as entomófilas) costumam ter um pólen grudento, com granulatura maior e acreditem: algumas têm até “plataforma de pouso” para ajudar no trabalho. E aquelas que escolheram os morcegos como polinizadores (as quiropterófilas), possuem as pétalas bem reforçadas para sustentar o peso do bichinho, ou para não serem destruídas por ele.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Rainha-da-noite – Hylocereus undatus

Cheiro bom ou cheiro ruim, o perfume das flores tem uma única finalidade: atrair polinizadores. Devido à alta sensibilidade dos insetos ao cheiro, mesmo as flores que parecem não ter cheiro ao olfato humano, possuem quantidades suficientes de substâncias aromáticas para atraí-los.

As flores que soltam perfume durante a noite, são aquelas que atraem polinizadores de hábito noturno, como as mariposas e os morcegos. Geralmente são flores com forte odor, se o cheiro é bom ou ruim, depende do polinizador interessado naquele vegetal.

Os polinizadores noturnos visitam as flores no final da tarde e à noite em busca do néctar produzido pelas flores. Normalmente os animais de hábito noturnos não possuem um bom estímulo visual e se guiam pelo odor para alcançar seu alimento e já que os polinizadores só aparecem à noite, do que adiantaria liberar perfumes durante o dia?

Com o trabalho dos polinizadores, as flores ainda garantem seu sucesso reprodutivo, pois ao se satisfazerem com o néctar carregam o pólen de uma flor para a outra durante a noite.

Este processo de liberação do aroma pelo vegetal é controlado por um mecanismo fisiológico que identifica a ausência de luz. Assim que a luz diminui, o perfume de atração começa a ser liberado. Além das plantas com cheirinho bom, podemos ter aquelas com odor de fezes ou carniça.

Chamamos esta estratégia de mimetismo olfativo, na qual a planta reproduz o cheiro de proteína em decomposição ou de fezes, com o objetivo de atrair para suas flores os insetos que normalmente são atraídos pela carniça ou pelo estrume.

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Renda-portuguesa (Davallia fejeensis)

A Renda-portuguesa é originária da Austrália e pertencente à família Davalliacea, a mesma família das Samambaias.

Suas folhas são muito interessantes: apresentam grande detalhamento nas suas subdivisões e recortes, tornando-a uma planta de textura muito particular e bela.

As variedades mais conhecidas são a plumosa e a robusta. No inverno as folhas da renda-portuguesa tornam-se amareladas e caem, e ela deve ser protegida.

A planta apareceu pela primeira vez nos continentes ocidentais a partir do século XVI onde navegadores começaram a trazer mudas de plantas que inclusive se adaptaram de maneira muito fácil ao ambiente brasileiro, a planta é considerada herbácea e também rizomatosa, possui grandes e longos rizomas repletos de pelos marrons escuros, de onde saem as partes das folhas compostas e finalmente pinadas de aparência delicada.

As melhores formas de cultivar são em ambientes iluminados, porém que não recebam sol direto, a planta poderá ser cultivada no chão embaixo de árvores , que é onde são encontradas em ambientes naturais ou também em vasos ou mesmo jardineiras para interiores.

O solo para cultivar a planta deverá ser riquíssimo em matéria orgânica e por este motivo procure utilizar uma mistura de composto orgânico, turfa e também areia. É possível ainda se utilizar substratos especiais além de organo-minerais que podem ser vendidos em sacos nas agropecuárias, porém se utilizar este material deverá fazer uma mistura com areia para que tenha resultados.

Os vasos utilizados pela planta poderão ser de várias formas como, por exemplo, tipo bacia e largos, apesar disso não precisam ser altos devido aos rizomas realizaram as trocas gasosas pela planta, por este motivo é interessante que fiquem em vasos mais rasos.

Se quiser realizar trocas de vaso procure proteger o furo de drenagem com cascalhos ou mesmo mantas não tecido e também utilize um pouco de areia. Procure a seguir colocar um substrato e plante a sua muda, acrescentando mais substrato apertando de leve para que possa fixar, em seguida regue a planta. Mantenha o substrato que deverá estar levemente úmido.

Como multiplicar a planta
A melhor forma de propagação da planta é multiplicá-las em novas mudas, sendo muito fácil fazer este procedimento, através dos seus caules, que são também chamados de rizomas, estes ficam aéreos, sendo assim possível se ter a partir de um vaso cheio a possibilidade de realizar diversas novas mudas.

Primeiramente procure optar por um rizoma que possa ter pelo menos duas gemas, pois será delas que irão sair as novas mudas, em seguida procure cortar o rizoma que você escolheu e o deixe de lado.

Em seguida procure preparar o vaso que irá receber a muda, jogando primeiramente os cacos de telha para que ocorra uma melhor drenagem de água nas regas das plantas.

A seguir coloque por cima a terra orgânica até que chegue a metade do vaso, em seguida procure jogar por cima um pouco de areia para que não fique compactada e coloque novamente a terra. Procure em seguida misturar esta camada.

A seguir procure colocar o rizoma, ou seja, as raízes sobre a terra levando em conta o cuidado de não o enterrar de forma inclinada, procure o enterrar de forma diagonal para que possa aderir melhor a terra, a seguir procure pulverizar com a terra orgânica de forma que possa cobrir o rizoma de forma bastante suave.

Aproveitando as pontas dos dedos, procure pressionar a terra que está em volta da muda, porém não totalmente somente o que estiver em torno do rizoma. Desta forma você já irá ter uma muda de renda portuguesa pronta para presentear alguém.

Dicas para o cultivo
Evite deixar o seu vaso de renda portuguesa em algum local onde não exista vento, ou suas folhas poderão ficar amareladas ou queimadas;

Uma observação interessante é que a renda portuguesa poderá se adaptar perfeitamente em banheiros, por exemplo, por causa do vapor do chuveiro, elas adoram.

Procure manter o vaso sempre úmido, porém nunca se esqueça de não deixar água parada no pratinho, a dengue continua rondando frequentemente as famílias brasileiras.

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Roseira trepadeira (Rosa x wichuraiana)

As roseiras trepadeiras são uma variedade de rosas resistente, e desenvolvem-se muito bem. Elas resistem a pragas e requerem pouca monitoração na estação de crescimento.

Além da rega, da fertilização e da poda ligeira, o maior trabalho de quem a quer cultivar é desfrutar da alegre disposição das flores durante o verão. Esse gênero de rosas é adequado para o àqueles que querem aprender a arte do cultivo das rosas, porque elas não exigem a mesma manutenção de outras variedades de rosas.

Para começar você vai precisar de:
Vaso (35 cm a 40 cm de diâmetro);
Cascalho;
Terra de envasamento;
1 muda de roseira trepadeira

Procedimentos para o plantio:
- Coloque uma camada com 5 cm de cascalho no fundo do recipiente. Encha-o até metade com terra de envasamento;

- Remova a roseira trepadeira do recipiente temporário e separe com cuidado as raízes exteriores da raíz principal, para permitir que elas cresçam no solo mais facilmente;

- Faça um buraco no centro do vaso e coloque a roseira nele, de maneira que ele tenha a mesma profundidade que tinha no recipiente. Encha com terra de envasamento em volta das raízes e calque firmemente em volta da base da planta com as mãos;

- Depois de plantar, regue a nova roseira. Adicione uma camada com 2,5 cm de cobertura vegetal em cima da terra de envasamento, certificando-se que essa cobertura não toque no caule da roseira. Coloque o vaso em um local, o qual receba cerca de seis horas de luz solar direta todos os dias;

- Mantenha a roseira podada durante a estação de crescimento, removendo as flores antigas à medida que elas clareiam. Isso irá estimular o florescimento da planta em toda a estação de crescimento. Regue-a todos os dias, para manter a terra envasada úmida o suficiente;

- Fertilize a roseira após o aparecimento das primeiras flores. Misture o fertilizante com água, conforme as instruções da embalagem, para o tamanho do seu vaso. Coloque a mistura em volta da base da roseira, certificando-se que não a despeje na folhagem. Fertilize-a uma vez por mês durante a estação de crescimento;

- Nos meses de inverno, coloque o vaso em uma garagem para proteger a planta das temperaturas baixas. As roseiras trepadeiras plantadas em vasos não conseguirão tolerar o inverno, porque os recipientes deixam as raízes menos protegidas das temperaturas severas. Se quiser dar maior proteção à planta, enrole-a toda em serapilheira enquanto estiver dentro da garagem;

- Pode a roseira no fim do inverno ou no começo da primavera, enquanto a planta estiver dormente. Corte um terço da roseira, removendo os tocos até ao local do broto. Retire logo acima do broto e faça um corte para fora em um ângulo de 45 graus, com a parte maior do corte para o exterior da planta e a parte menor de frente para o interior da planta.

http://www.plantei.com.br/loja/loja.php?loja=350075&parceiro=3353


Dia-de-Chuva

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Dicas práticas e um pouquinho de teoria, para você não ter mais dúvidas sobre Aa adubação de suas Orquídeas:

Toda planta necessita de 14 a 17 elementos químicos para ter uma vida saudável. Três destes elementos elas dependem bem mais. São o nitrogênio, o fósforo e o potássio.
. Cálcio, magnésio e enxofre ela também precisa em quantidade razoáveis. Por isso, o grupo destes 6 elementos químicos é chamado de macro-nutrientes.
. Outros elementos são também necessários, mas em proporção bem menores. Daí serem denominados micronutrientes. Entre eles citamos o boro, o zinco, o ferro, o magnésio e o cobre.

As plantas obtêm estes elementos químicos fundamentalmente do solo, que é uma autentica e poderosa fábrica de fertilizantes. Certo. Mas você perguntaria: e as plantas epífitas, as orquídeas, por exemplo, que vivem sobre as árvores? Bem, elas têm de usar de um estratagema todo especial. Se você reparar direito, vai ver que, na natureza, na maioria das vezes elas costumam desenvolver-se nas proximidades de forquilhas e axilas de galhos.

A razão disso é que, nestes locais, sempre acaba se acumulando um pouco de detritos de origem vegetal (sementes, casca, pequenos frutos, folhas, etc.) e de origem animal (penas, excrementos, cartilagens, cascas de ovos, insetos mortos, etc.). Que depois de algum tempo se decompõe e se transformam em nutrientes. Em outras palavras, embora vivam por sobre as árvores sem se alimentar delas, de um jeito ou de outro as epífitas sempre encontram os nutrientes que precisam.
Em vasos, plantadas em substrato inerte (casca de árvores, por exemplo) isso não acontece. Elas ficam privadas deste recurso. Vem daí a importância das fertilizações.

Regra nº 1
Orquídeas devem ser adubadas sim, mas só nos meses quentes ou quando estão em pleno desenvolvimento vegetativo.

Regra nº 2
Como o crescimento dessas plantas é bastante lento, é tolice dar às orquídeas doses grandes de fertilizantes de uma só vez. Elas simplesmente não usam, e você desperdiça o fertilizante e joga o seu dinheiro no lixo.

Regra nº 3
A luz é indispensável no processo de absorção de fertilizantes através das folhas. A umidade do substrato também é fundamental. Quando a planta está desidratada, a absorção foliar diminui drasticamente.

Regra nº 4
Evite fazer a adubação nas horas mais quentes do dia. A temperatura ideal gira em torno de 20º C. Regar as orquídeas na véspera da adubação foliar também é muito recomendável.
Genericamente falando, fertilizante é qualquer substância, natural ou manufaturada que, acrescentada ao substrato, incremente o desenvolvimento das plantas. Em outras palavras, qualquer coisa que possa ser aproveitada pela planta como alimento.
Quanto à origem dos nutrientes, existem dois tipos de fertilização: a orgânica e a inorgânica.

ADUBO ORGÂNICO
É aquele cujos elementos químicos são provenientes da decomposição de matéria de origem animal ou vegetal. É o caso dos estercos, compostos, farinhas e tortas, como a torta de mamona, por exemplo.
Antigamente, a adubação orgânica era a única possibilidade. No caso das orquídeas cultivadas em vaso, no entanto, estes adubos, quando em estado sólido, têm o inconveniente de entupirem parcialmente os espaços entres as fibras de xaxim (ou similar), prejudicando a aeração das raízes da planta.
Além disso, costumam alterar o índice de pH do substrato e transmitir fungos.

Dica nº 1
Se você quiser fazer adubações orgânicas nas suas orquídeas, o ideal é usar calda de esterco (veja adiante) ou dos es mínimas de torta de mamona. Esta substância é um subproduto da fabricação do óleo de mamona, e é muito rica em nitrogênio, fósforo e potássio.

ADUBO ORGÂNICO
70% de torta de mamona
10% de farinha de osso
10% de cinza vegetal
10% de esterco de aves (bem curtido)
Misture tudo e coloque a quantidade de uma colher de chá sobre o substrato, na parte traseira da planta, a cada 3 meses.

ADUBOS INORGÂNICOS
A partir do símbolo químico dos 3 elementos mais exigidos por qualquer planta, generalizou-se o nome do mais famoso adubo químico: NPK. .

São obtidos a partir da extração mineral ou do refino de petróleo. É o caso dos fosfatos, cloretos, sulfatos, salitres-do-chile e do famoso NPK, que nada mais é do que a representação química dos três componentes principais destes adubos. N de nitrogênio, P de fósforo e K de potássio – os três elementos químicos que, como já vimos, as plantas mais dependem para viver.

NITROGÊNIO
É o elemento químico do qual as plantas necessitam em maior quantidade. Estimula a brotação e o enfolhamento, e é o responsável pelo “verde saúde” das folhas.

Dica nº 2
Uma dose bem aplicada de nitrogênio deixa as folhas das orquídeas mais carnudas e com um verde mais intenso. A falta desse elemento inibe os processos vegetativos, reduzindo o tamanho das folhas e dando-lhes uma cor verde-amarelada. A aplicação de nitrogênio em excesso, no entanto, acaba estimulando demais o crescimento, tornando os tecidos vegetais flácidos e sem resistência para enfrentar o ataque de pragas e doenças.

FÓSFORO
É outro elemento básico na vida vegetal. Junto ao nitrogênio, é fator de precocidade e qualidade. Sua ação principal relaciona-se com a florada e a frutificação, com o desenvolvimento de raízes e o enrijecimento dos órgãos vegetativos.

Dica nº 3
As plantas bem nutridas de fósforo são altamente resistentes às doenças. A falta deste elemento químico pode ser notada pela cor avermelhada das folhas, pelo crescimento lento demais e pela pouca exuberância da floração.

POTÁSSIO
É um macronutriente com um importante papel na vida vegetal. Sua presença na seiva das plantas é indispensável, principalmente para maximizar os efeitos da adubação nitrogenada. Além de contribuir muito para o desenvolvimento e a saúde do sistema radicular.

Dica nº 4
Quando o teor de potássio aumenta na seiva, ocorre uma economia de água nos tecidos das plantas. É que este elemento químico tem a propriedade de regular o fechamento dos estômatos, os poros vegetais, reduzindo as perdas de água pela transpiração e, portanto, conferindo à planta maior resistência à falta d ́água e baixas temperaturas.

Dica nº 5
Durante a fase de crescimento, adube as suas orquídeas a cada 15 dias com adubos foliares, mas deixe para regar 48 após a aplicação.

Dica nº 6
Evite o uso de água clorada para misturar com os fertilizantes.

Dica nº 7
Não esqueça que a diferença entre o remédio que cura e o veneno que mata às vezes está apenas na dosagem. Concentrações altas de fertilizantes são altamente tóxicas para as plantas.

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Rosa banksia white

A roseira trepadeira cresce em cachos brancos ou amarelos. É também é conhecida como rosa banksiae ou roseira-trepadeira-sem-espinhos.

Muito resistente ela não precisa de muitos cuidados. A roseiras não tem espinhos e pode crescer até 15 m de altura. É dito também que ela é capaz de atingir a largura de uma casa.

Você precisará de:

Enxada
Pergolado, treliça ou árvore (opcional)
Tesouras de poda ou alicates de poda

1 – Escolha um local para plantar seu arbustos de roseira na primavera, com seis horas ou mais de sol pleno. Deixe dois metros ou mais em volta de todo o arbusto para que ele possa se espalhar, ou plante perto de uma treliça, um pergolado ou uma árvore para que ela possa escalar livremente.

2 – Use sua enxada para misturar o adubo  ( húmus de minhoca com adubo animal de curral bem curtido e farinha de ossos) no solo da área onde irá plantar a roseira. Cave um buraco do tamanho da esfera da raiz usando sua pá. Coloque sua planta no buraco, deixando a mesma distância do solo de quando ela estava no recipiente. Encha o buraco com a terra e pressione firmemente para baixo em volta da roseira.

3 – Regue completamente usando uma mangueira de jardim ou um sistema de rega, até que o solo esteja úmido. Continue a regar sua planta, uma vez por semana, até o inverno. Em lugares onde ocorre geada, coloque cinco centímetros de cobertura vegetal em torno de sua roseira e não regue novamente até que ela termine.

4 – Pode seu arbusto depois da primeira floração da primavera, cortando os ramos do tronco com a tesoura de poda ou o alicate de poda.
Procure podar o necessário para controlar a propagação da roseira e mantê-la no limite. Pode quaisquer galhos doentes, se necessário, e limpe as ferramentas com álcool para higienizar. Pode as hastes de floração dos ramos durante segundo e terceiro ano de crescimento.

Dicas
-
A rosa trepadeira é ótima para cobrir um pergolado ou cerca.
- Esta roseira pode ser plantada no meio de um grande gramado para se espalhar.
- As temperaturas de -9° C ou menos poderão matar seu arbusto.
- Em climas extremamente frios, depois das geadas, coloque um monte de terra ou cobertura vegetal, com 30 cm de espessura, ao redor da base da roseira e deixe até a primavera.
- As roseiras se espalham rapidamente e não devem ser cultivadas em um jardim pequeno ou um vaso.

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orquidários

Inicialmente, devemos preparar um orquidário, visando torná-lo limpo, prático e dando às plantas condições de se desenvolverem perfeitamente (luz, água, adubo, sem doenças, aeração e disposição de vasos).

Um bom começo é partir logo para uma boa limpeza do ambiente, com a retirada de entulhos, pedaços de fibras de coco, madeira ou vasos espalhados, limpeza e desinfecção das bancadas (solução com água sanitária) e por baixo delas, remoção de mato e ervas do chão, reparo das bancadas, muretas e paredes que cercam o orquidário, reparo no sombrite ou ripado, bem como retificar o sistema de irrigação e adubação, além de observar e, se preciso, melhorar a incidência de luz e aeração no orquidário. Devemos aproveitar também para fazer outros trabalhos manuais como o preparo de estacas, tutores, cachepôs, dependuradores.

Recomendações à respeito das plantas
Nesta época do ano, muitas espécie s de plantas iniciam a produção de hastes e botões para florir na primavera, sendo então boa a oportunidade para se colocar os tutores e/ou estacas diminuindo assim os riscos das hastes envergarem com o peso das flores ou mesmo produzirem flores tortas, feias e incorretas. É muito importante observar as plantas secas e doentes que, na maioria das vezes devem ser eliminadas para que não transmitam doenças para as demais e nem ocupem os espaços de plantas saudáveis e com floração certa se aproximando.

A primeira coisa a se fazer é a diminuição das regas e da fertilização e em seguida limpar os vasos, retirando ervas, matos, folhas e bulbos secos. É esse o período melhor para controlar ou mesmo erradicar as pragas e doenças, com a aplicação correta dos “pesticidas” adequados a cada vaso (usando sempre material de segurança: luvas, máscara, óculos, chapéu, roupas de mangas compridas, etc.), principalmente contra lesmas, caramujos e tatuzinhos, sendo também recomendado uma aplicação de fungicida como preventivo.

Alguns cuidados a serem tomados:
– Para quem ainda tem poucas orquídeas, é importante fazer imersão periódica por duas horas para eliminar todos os bichos pulmonados:lesma, tatuzinho, aranha, formiga.

– Nunca amontoar plantas, de modo que nenhuma encoste na outra. Diminuir arejamento é propício para proliferação de pragas e doenças.

– Cuidado com planta que começa a entouceirar, principalmente quando novas hastes crescem por cima da própria planta.

– Descarte plantas em condições precárias. Elas podem contaminar plantas vizinhas.

– Procure olhar as raízes regularmente e replantar, se necessário.

- Não confie em plantas com aparência saudável, quando vai manusear instrumentos de corte sem esterilização. Podem estar contaminadas por fungos ou vírus, mas sem manifestação visual. O problema pode se manifestar de modo diferente, dependendo do tipo de planta: um, pode se manifestar na floração, com flores longe do seu padrão. Outro, produz manchas nas folhas. Outro, pode diminuir a capacidade de novos bulbos.

Rega no Orquidário
É uma questão crucial. A única alternativa é usar o bom senso. Se o orquidário for constituído por vasos iguais com plantas iguais pode se estabelecer um critério de intervalo padrão para as regas, mas isso não ocorre num orquidário de colecionador que tem plantas diferentes, em vasos de diferentes tamanhos com substratos diferentes, outras plantadas em troncos ou cascas e penduradas.

É possível encontrar em um orquidário, um vaso com substrato seco e outros vizinhos a este com o substrato molhado ou até encharcado. Assim, o correto seria examinar vaso por vaso e molhar apenas os que estão secos. Quem tem tempo para fazer isso, se na coleção existem milhares de vasos?

Uma solução seria separar os vasos que secam rapidamente dos que demoram para secar. Essa diferença, na verdade, está quase sempre associada à quantidade de raízes vivas. Quanto maior for a quantidade de raízes vivas, mais intenso será o metabolismo e maior a absorção de água.

Substrato
Orquídeas epífitas precisam apenas de um suporte para se desenvolver, que, na natureza, é um tronco de árvore.  Neste local, as raízes estão longe de lodo, lama, terra ou qualquer outro material que sufoque a sua atividade respiratória.

Assim, pelo menos é teoricamente proibitivo o uso de substrato compacto que impede o arejamento.

O uso de musgo como substrato exige uma rega muito bem controlada, de modo que é essencial que esteja protegido de chuva prolongada.

Ao contrário, quando se planta com brita, a drenagem é bem rápida, de modo que se pode adaptar em orquidário coberto  apenas com uma tela, ou seja, que recebe água da chuva.

Adubação
Na natureza, a orquídea consegue obter nutrientes através da casca da árvore (que absorve poeira, fezes de animais, folhas em decomposição e os nutrientes que vêm com a água da chuva).

Na natureza, as orquídeas com as raízes grudadas nos troncos de árvores recebem Não há chuva com maior porcentagem de nitrogênio (N) para plantas em crescimento nem chuva com maior teor de fósforo (P) para orquídeas que se preparam para a floração. E a planta floresce e perpetua a sua espécie.

Quando ela é arrancada e trazida para o nosso orquidário e recebe cuidados “com alta tecnologia” (adubos especiais para crescimento, floração, manutenção, hormônios e vitaminas, etc), muitas vezes dá flor medíocre, quando não morre antes.

A adubação radicular é suficiente, sendo dispensável a adubação foliar. Os estômatos absorvem nutrientes, quando abertos, mas isso é insuficiente como adubação normal.

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Sobralia fragrans

Quem já tentou cultivar orquídeas alguma vez certamente já teve a dúvida de que adubo deve ser utilizado, e como utilizá-lo. As orquídeas são plantas extremamente evoluídas, e são muito eficientes em absorver os nutrientes disponíveis no ambiente.

As orquídeas, assim como a maior parte das plantas, são capazes de absorver nutrientes tanto através das raízes quanto através das folhas. É por isso que podemos utilizar as adubações foliares. Entretanto, nas orquídeas, a maior parte dos nutrientes entra pelas raízes, não pelas folhas. Por este motivo, estudos têm demonstrado a baixa eficiência do uso de adubos foliares em orquídeas.

O substrato por si já costuma fornecer uma boa quantidade de nutrientes, pois aos poucos ele se decompõe e libera nutrientes na água absorvida pela planta. Infelizmente, o substrato sozinho não costuma fornecer a quantidade suficiente de nutrientes, exigindo a utilização de adubos.

Adubos necessários para as três fases da  planta:
Plantas novas – Fertilizante líquido NPK 30-10-10, diluído em água nas proporções indicadas pelo fabricante e pulverização sobre as folhas.

Plantas adultas – Fertilizante líquido NPK 18-18-18 ou 20-20-20, diluído em água nas proporções indicadas pelo fabricante e pulverizado sobre as folhas.

Na época da florada – Fertilizante líquido NPK 30-10-10, ou 10-30-20, a ser diluído em água nas proporções indicadas pelo fabricante, e pulverizado nas folhas a partir do surgimento das espatas (botões ) até o final da floração.

A Calda de esterco, apesar de não ser um adubo químico,  é também um excelente adubo para as orquídeas
- Num balde de 20 litros de água, deixe em infusão cerca de 1 litro de esterco (5% do volume do balde), por 10 dias. Use a calda resultante para diluir na água das regas das orquídeas, numa proporção de mais ou menos 10% de calda para 90% de água.

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No inverno característico e frio, de nossas regiões subtropicais, um pouco de atenção com o jardim pode garantir uma estação com flores e frutos, e preparar as plantas e o solo para a primavera que se aproxima.

É difícil não pensarmos o quanto é complicado resistir às baixas temperaturas. Com as flores, a situação não é diferente. É um pouco raro vermos espécies firmes e fortes nessa época do ano, já que a ausência de sol e a temperatura baixa dificultam a sobrevivência da grande maioria.

Mesmo que alguns achem que o inverno não seja a estação das belas paisagens, podemos ser surpreendidos com belos Ipês rosa, árvores que costumam florir em montanhas e beiras de estrada e que são bem resistentes às baixas temperaturas e as Samambaias de metro, que também suportam as temperaturas desse período.

Se a sua intenção for cultivar plantas floríferas, mesmo no inverno, saiba que essas são boas opções para serem compradas, sendo encontradas belas e fortes espécies.

Alguns cuidados especiais devem se ter com as plantas floríferas em casa, além dos processos básicos para cuidar de uma flor em cultivo.

- Primeiramente devemos nos focar no reforço da resistência das suas plantas: após os passos básicos de crescimento, trabalhe com adubos que tenham mais potássio e fósforo, para que suas flores e plantas fiquem mais resistentes.

- Não se esqueça de dar água à sua planta, mesmo sendo inverno, ainda que em doses menores para não resfriá-las e consequentemente trazer fungos.

- Não se esqueça de cuidar das flores mais sensíveis, retirando-as do vento e da exposição à temperatura fria, para evitar seu desgaste.

As podas de arbustos e árvores também são necessárias no Inverno
Em locais frios, muitas espécies de plantas cessam seu crescimento vegetativo, dormindo até a chegada da primavera. Entre estas espécies, encontram-se muitos arbustos e árvores, que necessitam de podas de limpeza e formação nesta época. Remova galhos secos, malformados e doentes, pois desta forma a luz ficará melhor distribuída pela copa da planta. Não é muito difícil reconhecer as plantas que podem ser podadas nesta época. Geralmente as plantas originárias de clima temperado e as plantas que perdem as folhas no inverno. Não pode as plantas que estão em flor ou com botões, mesmo que tenham perdido as folhas, pois elas não estão dormindo, estão em plena atividade.

O combate às pragas e doenças
O inverno também é época ideal para combater pragas e doenças. A maioria delas reduz sua proliferação neste período, sendo um bom momento para controlá-las de forma mais eficiente. Fugindo à regra, algumas doenças fúngicas aumentam neste período, principalmente em regiões com longos períodos chuvosos. O mesmo acontece com as lesmas e caramujos, que se aproveitam da umidade, e da temperatura amena para devorar as folhas verdes.

Para evitar a infestação por estas pragas e doenças, enquanto as plantas estão mais sensíveis, é importante remover as restos das plantas anuais de verão, que estão mortas ou fracas nos canteiros. Retirar galhos secos, flores, frutos e folhas caídos, e colocá-los na compostagem, também ajuda a manter as pragas afastadas. Pulverizações preventivas, com fungicidas a base de cobre, como a calda bordalesa, devem ser realizadas pelo menos a cada mês, nas frutíferas, orquídeas, arbustos, mudas, sementeiras, etc.

A correção e adubação do solo
Nas plantas em repouso, as adubações químicas devem ser evitadas. Desta forma o período é bom para a correção do solo, com calcário dolomítico ou calcítico, já que a calagem não pode ser feita concomitantemente com a adubação. Durante a correção do solo, revolva os canteiros, assim mistura-se melhor o calcário e evita-se a compactação. Não esqueça de fazer uma análise de solo completa antes, e desta forma planejar a adubação para as próximas estações.

Nas plantas que estão em crescimento, floração e frutificação, adubações são bem vindas, principalmente com os adubos orgânicos, que têm liberação mais lenta. Em locais frios, misture esterco bem curtido e farinha de ossos à terra dos canteiros e vasos de bulbosas, petúnias, roseiras, prímulas, begônias e amores-perfeitos.

A irrigação
No caso das plantas em vasos, é importante colocá-las em um local arejado, com exposição ao sol de forma moderada para não secar as folhas. Nunca as molhe diariamente e sim em caso de necessidade; o excesso de água, pode ser um foco para o mosquito da dengue e ainda apodrece as raízes.

Como o frio reduz a evaporação da água, no inverno as regas são reduzidas. Via de regra, deve-se irrigar apenas quando a superfície do substrato apresentar-se seco. Para o gramado, basta ficar de olho nas folhinhas: quando elas começarem a enrolar é porque já está na hora de regar.

Outro cuidado importante é regar as plantas pela manhã, por dois motivos: A rega à tarde e à noite faz com que a terra permaneça muito tempo úmida, favorecendo pragas e doenças. Outra razão importante para regar pela manhã, é que, caso tenha ocorrido alguma geada à noite, você tem a chance de derreter o gelo antes do sol, evitando assim as típicas queimaduras nas folhas.

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Sobralia fragrans

As orquídeas precisam de cuidados especiais em cada estação do ano, tais como:

CUIDADOS ESPECIAIS NA PRIMAVERA
Nas regiões em que as estações do ano se revelam mais definidas, as plantas parecem sentir a chegada da primavera muito antes de as pessoas se darem conta. Ao surgirem as primeiras floradas de exemplares de jardim ou de vasos externos, as orquídeas também parecem saber que aumentou o tempo de luz solar, e começam a brotar. É esse o momento de modificar os cuidados que até então eram dispensados aos vasos. O aparecimento de brotações de folhas novas ou flores constitui o primeiro sinal que as plantas enviam para que você volte a lhes dedicar atenção e cuidados especiais, de maneira a auxiliar o desenvolvimento das plantas.

- Regas
À medida que os exemplares desenvolvem um novo crescimento, suas necessidades de água aumentam. Assim que os dias vão se tornando mais longos e a temperatura aumenta, todos os vegetais iniciam uma atividade muito maior na transformação de seus nutrientes e começam a perder mais água pelas folhas. Por isso, nessa época exigem regas freqüentes. No entanto, você deve ter cuidado para não encharcar seus exemplares. Forneça-lhe, gradativamente, maior quantidade de água.

- Adubação
A nova fase de crescimento dos exemplares torna necessária uma quantidade mais elevada de nutrientes para um desenvolvimento saudável. Inicie a adubação no começo da primavera. Mas, atenção, comece com uma dosagem bem baixa. Quando utilizar um fertilizante líquido, por exemplo, não forneça a dosagem máxima indicada, nas primeiras semanas.

Prepare uma solução bem diluída, com a metade ou até um terço da dose recomendada. Nunca adube a planta quando o composto estiver seco, pois a absorção será mínima. Depois das trocas de composto, também não fertilize, uma vez que durante três a seis meses o substrato novo terá todos os nutrientes de que o exemplar precisa.

- Replantio
Em locais onde, em setembro, não há mais perigo de geada, esse é o momento para eenvasar as plantas. Antes de setembro, com frio, as plantas que ainda estiverem em condições de relativa dormência, depois de seu descanso anual de inverno, não devem ser replantadas até que tenham começado um crescimento ativo. Caso contrario, o choque do reenvasamento precoce é capaz até de mata-la. A melhor época para reenvasar as plantas são os meses de primavera.

CUIDADOS ESPECIAIS NO VERÃO
É no verão que as plantas estão mais ativas. De modo geral, também é a época em que os exemplares, no auge do vigor, se revelam em sua melhor aparência. No entanto, é justamente nesse período que as plantas costumam exigir atenção redobradas.

- Regas
A quantidade de água requerida pelas espécies pode variar muito, de acordo com o tempo, o que constitui um fator às vezes surpreendente. Durante os períodos prolongados de calor e sol, um exemplar, às vezes, necessita de regas diárias. Mas, em épocas mais frescas e chuvosas, o mesmo exemplar exige menos água, ocasião em que você deve molhá-lo apenas uma ou duas vezes por semana. Por isso torna-se muito importante que sejam observadas as ondições climáticas quando das regas, uma vez que as plantas podem sofrer demais com o excesso de água, mais comumente provocado no verão do que no inverno. Um dos pontos fundamentais é providenciar para que os exemplares recém-plantados sejam molhados com cuidado nas primeiras semanas

- Adubação
A maioria das espécies de cultivo requer mais nutrientes nos meses de verão. Grande parte delas deveria receber um fertilizante a cada semana ou quinzena, de acordo com sua velocidade de crescimento. Utilize um adubo líquido apropriado e siga as instruções do fabricante. Evite adubar com mais freqüência ou aumentar a concentração recomendada só pelo fato de a planta apresentar-se tão bem que você gostaria de estimulá-la. O excesso de fertilizante pode ocasionar danos severos no s sistema radicular, o que, por sua vez, causa até a morte do exemplar . Lembre-se de que sempre é preciso molhar o substrato (solo) antes de adicionar o fertilizante.

Nunca adube as mudas recém-plantadas até uns três meses ou mais, após a operação, fique atento no enraizamento, pois o composto novo já contém nutrientes necessários. Quando iniciar a fertilização, dê apenas doses diluídas. Se você plantar no final do verão, talvez nem seja necessário adubar.

- Reenvasamento
A melhor época para reenvasar as plantas são os meses de primavera. Mas, se isso não é feito nessa época, e um exemplar está exigindo um vaso maior, mude-o no início do verão.

CUIDADOS ESPECIAIS NO OUTONO
Nem sempre é fácil detectar o momento em que acaba o verão e começa o outono. Mesmo em regiões de clima temperado, a exemplo do sul do Brasil, onde as estações do ano são bem definidas, muitas vezes as plantas é que fornecem os indícios da chegada da nova estação.

No entanto, essa época revela-se uma das mais críticas para seus exemplares, uma vez que nela se inicia um processo de redução das atividades vegetativas, que atinge seu auge nos meses de inverno. Por isso, a planta exige cuidados especiais.

- Regas
Com exceção das plantas que florescem no meio do ano, a quantidade de água que os exemplares exigem vai diminuindo, até chegar a um mínimo. Preste muita atenção a cada espécie e passe a regar menos, sem se esquecer de nenhuma de suas plantas. À medida que a temperatura cai, automaticamente decresce o volumede água requerido pelas plantas.

- Adubação
Diminua a adubação para a maioria dos exemplares a partir do final de marco, pois a taxa de crescimento se desacelera e as necessidades de nutrientes decaem. A aplicação de fertilizantes nesse período pode resultar em acúmulo de nutrientes no composto. A presença excessiva de sais acaba prejudicando o sistema radicular e pode inclusive levar a planta à morte.

Os fertilizantes de liberação gradual constituem uma boa solução para os meses de outono. A liberação dos nutrientes depende tanto da temperatura como da umidade do meio (solo). Se a temperatura cai e você fornece menos água para as plantas, da mesma forma a quantidade de fertilizante liberada reduz-se automaticamente.

No entanto, em geral a maioria das espécies começa a se preparar para uma condição quase dormente, apresentando pouco ou nenhum sinal de crescimento,o que dispensa qualquer tipo de adubação. Lembre-se de que existem algumas exceções, cujo florescimento ocorre no fim do outono e até no inverno. Portanto, essas plantas requerem nutrientes como o Nitrogênio, o Fósforo r o Potássio, sendo esse último imprescindível para uma floração desenvolvida e viçosa.

- Reenvasamento
À medida que o ou tono vai chegando ao fim do seu período, gradativamente deve-se diminuir o replantio, ou não é aconselhável fazê-lo.

CUIDADOS ESPECIAIS NO INVERNO
O inverno assume características muito diversas, conforme a região. Existem áreas em que a vegetação permanece exuberante, com temperaturas mínimas médias acima dos 23 ºC, enquanto outras apresentam médias de 10ºC, podendo chegar a vários graus abaixo de 0 ºC. Por outro lado, nas regiões de cerrado, como a de Brasília, em que as médias mínimas variam de 11 a 13ºC, o ar se torna tão seco que acaba por prejudicar o cultivo de certas espécies que apreciam umidade. Muitas plantas de vaso costumam entrar num período de dormência, nessa época do ano, e apenas revelam brotações na primavera. Verifique as características de sua região e adapte a elas o cuidado com seus exemplares.

- Regas
Em locais de inverno rigoroso, cuide para que o composto nunca permaneça encharcado. A combinação de frio com excesso de água pode ocasionar um rápido apodrecimento das raízes. As regiões que apresentam inverno muito seco, como é caso do Planalto Central, exigem observação constante da taxa de umidade do solo. De modo geral, nesses locais, os exemplares solicitam regas menos espaçadas, pois a evaporação ocorre em níveis muito rápidos.

- Adubação
Independente da região em que você more, verifique as necessidades alimentares de suas plantas, antes de providenciar qualquer tipo de adubação. Em geral, como boa parte das espécies está em período de repouso, costuma-se desaconselhar a fertilização.

- Reenvasamento
Nesse período de inverno, a maioria das orquídeas entram em uma fase de descanso ou repouso vegetativo (é o período em que as plantas diminuem seu metabolismo se reorganizando interiormente, se preparando para a próxima estação e isso é normal, é natural) e não devem ser “perturbadas” com divisões , troca de substrato, replantio, reenvasamento, etc.

Esse procedimento iria quebrar o período de descanso das plantas, desorganizando-as, esgotando suas reservas de nutrientes, trazendo enormes prejuízos, como a falta de floração na estação seguinte, o desgaste e muitas vezes a própria morte da orquídea. Portanto, essa é uma época que devemos aproveitar para preparar o nosso orquidário para a próxima estação, fazendo com que o ambiente das orquídeas esteja limpo, nossos vasos bons, bonitos e em condições fitossanitárias ideai s para proporcionarem uma excelente floração.

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