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Oncidium forbesii
Este é mais um dos mega gêneros, com aproximadamente 600 espécies distribuídas por toda a América tropical, desde o México até o norte da Argentina.

Caracteriza-se por uma grande diversidade morfológica de suas espécies, porém de forma geral possui pseudobulbos semelhantes aos das Miltonias e Odontoglossum, com hastes florais provenientes da base dos pseudobulbos, nos quais encontram-se duas folhas.

Suas flores sempre são de cores predominantes entre amarelas, marrons, verdes, alaranjadas, brancas, róseas e não raramente tigradas.

A grande maioria das espécies é epífita, porém existem também espécies terrestres e rupícolas, seus pseudobulbos em grande parte das espécies são ovalados e achatados. Muito utilizados como flor-de-corte.

Podem ser encontradas em regiões com altitudes que variam desde o nível do mar até 4000 metros, sempre em florestas úmidas.

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O híbrido amarelo é popularmente chamado de “Chuva de Ouro” e extensamente comercializado.

Com sua estrutura bulbosa e flores numerosas e de tamanho pequeno, o Oncidum é de fácil adaptação em placas, onde se reproduz e emite brotos e flores com certa facilidade. É uma planta fácil de ser criada em apartamentos, contando que tenha boa luminosidade no local.

Não existe uma maneira padrão válida para cultivar todas as espécies de Oncidium. Seu cultivo vai depender da origem da espécie em questão. Algumas espécies gostam de uma luminosidade bastante intensa, mas não deve receber os raios solares diretamente. Outras espécies gostam de meia sombra e outras podem florir com meia sombra ou muita luz.

Devem ser cultivadas em estufas de clima intermediário, em vasos de barro com fibra de coco, sempre com excelente drenagem, ou em placas de peroba ou de fibra de coco, sempre com água abundante durante todo o ano

Durante o inverno, algumas espécies precisam de um período de repouso bem severo, outras nem tanto mas de qualquer modo, esta diminuição de rega não pode provocar o enrugamento dos pseudobulbos e das folhas. Em geral, no sul e sudeste brasileiro, de onde a maior parte das espécies é originária, o inverno é seco, então durante este período, na natureza, eles não recebem muito água, apenas o orvalho da noite que é bem pesado.

Ambientes como o cerrado, chapadas e campos de altitude também são bastantes secos neste período. As espécies que são originárias da Floresta Atlântica precisam de mais umidade do que aquelas que vêm de regiões mais secas. Em flor, a freqüência da rega deverá ser reduzida de maneira considerável.
Em locais de clima quente, pode-se aplicar fertilizante durante o ano inteiro, mas em locais de inverno mais rigoroso pode não ser a melhor opção.

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OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Peônia

As peônias pertencem à família Paeoniaceae. São plantas bulbosas de clima bem frio,  perenes, resistentes, com grandes flores perfumadas e folhagem verde exuberante.

Uma vez estabelecidas, elas dão graça de seu jardim durante muitos anos. São grandes, perenes robustas, com flores perfumadas e folhagem verde escura.

Muitas variedades são tolerantes à seca, podem suportar temperaturas de inverno muito frio e, naturalmente, repelem pragas do jardim.

Ocorrendo na maioria das regiões do mundo, a peônia pode crescer muito e, por isso, precisa de espaço para se espalhar.

Escolha tubérculos de peônia saudáveis, sem doenças e que tenham de três a cinco olhos (ou brotos), já que florescerão dentro de 2 anos. Os tubérculos com poucos brotos levarão de 2 a 3 anos a mais para florescerem

Ao preparar um local para suas plantas, escolha um lugar com sol pleno ou sombra parcial.

O solo deve ser bem drenado, rico em matéria orgânica e protegido contra ventos fortes. As peônias também precisam de espaço suficiente para espalhar suas raízes, portanto considere isso ao escolher o local. O outono é a melhor época para plantar.

É preciso corrigir o solo, quando necessário, com um adubo confiável, farinha de ossos ou estrume, antes de plantar. As peônias se desenvolvem melhor e solo com um pH em torno de 6,0 a 7,0, que vai de neutro a um pouco alcalino. Teste o solo se não tiver certeza de que ele seja apropriado.

Cave um buraco de, no mínimo, 45 cm de profundidade e 45 cm de largura para cada tubérculo de peônia. Espace os tubérculos a uma distância de, pelo menos, 60 a 90 cm para evitar que as peônias fiquem grudadas ao atingir seu completo crescimento.

Coloque a terra nos buracos e encha-os pela metade, pressionando firmemente para compactá-la.

Coloque um tubérculo em cada buraco com os brotos não mais do que a 5 cm da superfície. Os tubérculos plantados muito profundamente produzirão mais folhas e poucas flores.

Preencha os buracos com a terra restante e dê palmadinhas suaves para remover o ar. Regue cada tubérculo abundantemente.

Regue suas peônias regularmente, mantendo-as úmidas, mas não muito molhadas. Coloque uma fina camada de cobertura vegetal em volta de cada planta para ajudar o solo a reter a água.

Fertilize suas peônias toda primavera com um fertilizante 20-20-20 de boa qualidade.

Remova todas as folhas gastas das peônias no final da estação de crescimento. Corte as hastes a cerca de 2,5 cm do solo e jogue a folhagem fora.

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Gomesa messmeriana

Este é um gênero endêmico do Brasil, com cerca de 13 espécies conhecidas. É caracterizado pela presença de pseudobulbos oblongos e lisos, com duas folhas apicais bem finas e leves.

Possui inflorescências arqueadas, produzidas da base do bulbo e com inúmeras flores pequeninas de cores verde-amareladas. São espécies epífitas encontradas nas florestas secundárias do sudeste e sul do Brasil.

As Gomesas são plantas de fácil cultivo, que se adaptam bem a condições adversas. Podem ser cultivadas com sucesso em vasos de barro com fibra de coco ou em placas de fibra de coco. Gostam de umidade ambiente e boa movimentação de ar.

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Gomesa crispa:
Espécie epífita, com pseudobulbos alongados e lateralmente achatados, sustentando duas ou três folhas liguladas ou oblongas. Inflorescências de 20 cm de comprimento, curvadas para baixo e com muitas flores densamente agrupadas. Flor pequena, de 1 cm de diâmetro, verde-amarelada. Pétalas e sépalas obtusas e onduladas, sendo as pétalas laterais concrescidas na base. Labelo oblongo, com duas cristas obtusas e margens finamente crenuladas, indo da base até perto do labelo. É de cultura simples em locais sombreados, requer abundantes regas quando está vegetando e relativa seca na floração. Floresce de junho a agosto.

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Gomesa recurva:
Espécie epífita com pseudobulbos alongados e achatados lateralmente sustentando 2 a 3 folhas oblongas, inflorescências de 18 cm de comprimento pendentes com 20 a 30 flores. Flor pequena de 2 cm de diâmetro com pétalas e sépalas de cor verde. Labelo rombudo de cor amarelo-esverdeado. Sua cultura necessita de locais úmidos e sombreados. Floresce na primavera.

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Masdevallia Kimballiana
Gênero formado por aproximadamente 350 espécies descritas, é um dos mais espetaculares gêneros desta subtribo, com espécies distribuídas desde o México até o Brasil, sendo que a grande maioria encontra-se na Cordilheira dos Andes.

São encontradas como epífitas, porém nas partes mais baixas das árvores, nunca a mais de 2 metros do solo, e por esse motivo necessitam de ambiente bastante úmido e com pouca luminosidade.

Como são encontradas em altitudes elevadas, necessitam de clima com temperaturas relativamente baixas. As folhas são brilhantes e carnudas e sempre mais compridas que seu caudículo. Suas inflorescências são igualmente uniflorais ou racemosas.

Suas flores são sempre coloridas e suas sépalas unidas, formando um tubo ou cone. As pontas das sépalas são finas e curvas. As pétalas, ao contrário de outros gêneros, são pequenas e praticamente não percebidas, bem como o labelo, que é pequeno e mais parece uma calosidade ou pequena lingüeta, normalmente na cor branca ou púrpura.

São cultivadas em pequenos vasos com fibra de coco ou sphagnum, em estufas com pouca luz, bastante circulação de ar e temperaturas amenas.

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Pleurothallis Grandiflora
Este é um dos maiores e mais complexos gêneros da família das orquídeas e compreende cerca de 1000 espécies descritas, subdivididas em 27 subgêneros e 25 seções.

Devido à grande extensão e diversidade deste gênero, que está distribuído por toda a América tropical, existem plantas que variam de tamanho desde plantas minúsculas até plantas de grande porte, que podem ser epífitas ou terrestres, altas ou baixas, eretas ou pendentes, formando touceiras ou não, com hastes florais longas e curtas, com folhas largas ou estreitas, com hastes uniflorais ou multiflorais.

Suas flores podem ser tanto coloridas como brancas, delicadas ou não, perfumadas ou não, porém sempre possuem duas políneas. São plantas encontradas em todas as coleções de orquídeas, muitas vezes sem identificação ou com identificação errada.

Encontram-se espalhadas pelas mais diferentes regiões e, portanto, existem espécies cultivadas em clima frio, quente e intermediário, bem como espécies de locais úmidos e outras encontradas em regiões secas.

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Conhecida também como Jibóia-prateada, Era-do-diabo, essa planta herbácea, de ramagem ascendente, que encanta pela delicadeza de suas folhas, é originária Ilhas Salomão, na Indonésia e pertence a família Araceae.

É uma planta de clima tropical e subtropical que, apresenta apresenta caule pouco ramificado, fino, com raízes nos entre-nós que promovem a sua fixação em suportes variados.

Suas folhas são simples, suculentas, verdes, com pontos irregulares prateados na página superior e verde-claro na inferior. A inflorescência, com espádice e espata, surge eventualmente e não tem nenhum valor decorativo.

É uma folhagem excelente para ser cultivada em interior, próxima à janelas, com boa luminosidade, não apreciando o ar-condicionado.

Também pode ser plantada diretamente no jardim, desde que lhe seja oferecido suporte para subir ou uma jardineira para que possa pender seus ramos. Treliças de madeira, árvores, estacas de fibra de coco, ou qualquer outro suporte de textura rugosa são excelentes para a escalada esta planta.

Para estimular ramificações e produzir uma planta de folhagem mais densa e vistosa , o pinçamento ou beliscamento da ponta dos ramos se faz necessário.

Deve ser cultivada sob meia-sombra ou luz difusa abundante, em substrato fértil, levemente ácido, com boa capacidade de retenção de água, enriquecido com matéria orgânica e mantido úmido.

Sendo uma planta tipicamente tropical, aprecia o calor e a umidade e não tolera frio intenso ou geadas.

É indicado adubações mensais na primavera e verão. No inverno o intervalo entre as regas deve ser maior, para evitar o apodrecimento das raízes.

Sua multiplicação é facilmente feita por divisão da ramagem enraizada, mergulhia e estaquia dos ramos.

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Salix discolor

Espécie de arbusto ou arvoreta nativo das florestas úmidas da América do Norte –  Estados Unidos, da mesma família dos salgueiros. É também conhecido popularmente de Vime-unha-de-gato, por causa de suas flores felpudas que surgem nos ramos.

Sua ramagem é ramificada, ereta e lenhosa., geralmente com a casca lisa, e pode ter diferentes tonalidades de castanho, do mais claro, passando pelo marrom, até o vermelho.

As folhas são alternas e com nervuras claras e bem marcadas. As inflorescências são como pequenos pompons (as masculinas), macias, brilhantes e sedosas, devido ao longos e numerosos estames. As femininas não têm o mesmo efeito ornamental, sendo mais longas e não felpudas.

As flores surgem na primavera, antes mesmo do surgimento das folhas. Elas são muito atrativas para abelhas e borboletas. Há muitas variedades deste salgueiro, que variam principalmente no porte, cor dos ramos, assim como no tamanho, forma e cor das flores.

No Brasil, este salgueiro é muito usado como uma planta de corte, seus ramos, com as flores prateadas e globosas são utilizados em arranjos florais, oferecendo um efeito bonito.

É uma árvore é geralmente cultivada em regiões com frio invernal, em fazendas que visam a produção dos ramos para corte. No entanto, ela também pode oferecer suas qualidade ornamentais no paisagismo, podendo ser conduzidas como árvore ou arbusto. No outono e inverno, suas folhas adquirem belos tons de amarelo, antes de cair. O fato de ser uma árvore caduca, a torna interessante em locais em que se deseja sombra no verão e luz no inverno.

Seu cultivo deve ser sob sol pleno, em solo fértil, profundo, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente nos primeiros anos após a implantação e sempre que ocorrer estiagem.

É uma planta muito exigente em termos de água, preferindo locais úmidos e pantanosos, como à beira de cursos d’água.

Pode crescer livremente, sem podas, mas podemos estimular uma forma mais compacta e o porte arbustivo ao efetuar podas após a floração. Podas drásticas a cada três anos, irão resultar em ramos mais longos e flores maiores.

Sua multiplicação é bem fácil, podendo ser por sementes e estacas, que podem ser colocadas a enraizar em substrato mantido úmido ou mesmo em vasos com água trocada regularmente.

Na reprodução por estacas, deve-se escolher os ramos novos, semi-lenhosos e com ao menos duas gemas. A inconveniência da propagação por sementes é conseguir indivíduos fêmeas, que não são muito ornamentais.

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phalaenopsis
O gênero compreende cerca de 50 espécies epífitas, ocasionalmente rupícolas, distribuídas por toda a Ásia tropical, desde o sul da Índia até o leste de Papua, Nova Guiné e do norte da China e Taiwan até o sul da Austrália. As Filipinas são particularmente ricas em Phalaenopsis. São plantas monopodiais, com folhas largas e suculentas, de porte pequeno, com grossas e suculentas raízes. As inflorescências são produzidas por entre as folhas, com hastes florais que possuem apenas poucas flores até espécies com hastes com mais de 100 flores, com várias cores e formas. Todas as espécies possuem labelo trilobado.

O gênero está intimamente relacionado com Kingidium, sendo que alguns botânicos acreditam que estes são gêneros idênticos. Também está relacionado com Dorotis, com o qual possui inúmeros híbridos intergenéricos, chamados de Dorita enopsis. Algumas espécies de Phalaenopsis, originárias de Borneo e com folhas terete, foram transferidas para o gênero Paraphanaenopsis.

As Phalaenopsis constituem um dos gêneros mais cultivados, tanto por colecionadores como por horticultores, principalmente para o mercado de flores de corte, visto que suas plantas possuem crescimento rápido e suas flores são muito duráveis e também porque algumas espécies podem passar diversos meses em floração contínua.

Devem ser cultivadas em vasos com substrato que retenha umidade, uma vez que, por não possuírem pseudobulbos, não têm mecanismos para armazenagem de água. O vaso ideal é o de plástico. Além disso, devem ser cultivadas com pouca luminosidade e muita circulação de ar, pois deste modo você conseguirá florações mais belas e abundantes e reduzirá a incidência de pragas e doenças.

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Sophronitis lobata alba
O gênero possui 9 espécies e tem como características principais o fato de suas plantas serem de pequeno porte, os pseudobulbos agrupados, o labelo séssil na base da coluna, pequenas asas nas laterais da cavidade estigmática e a coluna pequena com 8 políneas. O colorido de suas flores é, em sua maioria, vermelho e as variedades podem ser amarelas, rosa-salmon, coral, rosa e vermelho vivo e a forma rara, a alba.

Sophronitis coccinea
Sophronitis coccinea
Epífita brasileira, mede em torno de 10 cm de altura. Folhas e pseudobulbos juntos, cor vermelho-vivo são suas flores de até 4 cm de diâmetro, com pétalas e sépalas redondas de cor vermelho-escarlate-brilhante que transmite para seus híbridos.

Viceja em matas ralas e ensolaradas no espigão de toda Serra do Mar, desde o Espírito Santo até o Rio Grande do Sul, em locais bastante úmidos entre densas neblinas numa altitude entre 600 a 1500 metros. Floresce em agosto/setembro.

Sophronitis mantiqueira
Sophronitis mantiqueira
Uma das raras orquídeas de cor vermelha, é natural da Serra da Mantiqueira. De cada pseudobulbo emerge só uma florzinha de 3 cm de diâmetro. Essa espécie requer sombra moderada e muita umidade atmosférica, crescendo melhor em árvores vivas.

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Haworthia emelyae powdered sugar
A maneira de regar os cactos e suculentas pode ser diferente, dependendo do local onde se encontram, sombra ou sol intenso.

O momento de regar é sempre quando o solo estiver muito seco, tentando evitar os jatos de água muito fortes, pois podem danificar as folhas, procure usar um jato mais suave, isso toma mais tempo, mas como elas não exigem mais que uma rega por semana durante o verão, e uma vez ao mês durante o inverno esse momento chega a ser um prazer.

Certifique-se que o solo está bem seco antes da rega para que assim evite o apodrecimento das raízes. Outra forma de saber a hora de regar é quando eles estão murchinhos e sem vida.
As Euphorbias necessitam um número bem menor de rega, pois essas apodrecem com muita facilidade.

Um bom truque é colocar suas suculentas em algum lugar que ao final da tarde elas estejam a sombra, principalmente no alto calor do verão, e não esqueça no alto calor do verão é hora de aumentar a quantidade de rega e não regá-las quando ainda tiver sol, regue a tardinha, caso contrário você poderá estar fazendo um cozido de suas suculentas.

Nunca deixe água nos pratinhos, pois dependendo do tempo que ali estiverem essa água poderá ajudar a apodrecer a sua plantinha, é por isso  que o vaso ou canteiro devem ser bem drenado e arejado.

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