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  • Euphorbia Leucocephala
    Nome Científico: Euphorbia Leucocephala
    Nome Popular: Cabeleira-de-velho, neve-da-montanha, leiteiro,  flor-de-criança,
    Família: Euphorbiaceae
    Origem: América Central
    Ciclo de Vida: Perene

    A cabeleira-de-velho é um arbusto semi-lenhoso e lactescente (de seiva leitosa) muito ornamental. Apresenta caule bastante ramificado e de casca marrom claro a acinzentado. Sua copa é arredondada e compacta e seu porte é pequeno, atingindo de 2 a 3 metros de altura. Suas folhas são elípticas, verdes e decíduas. As inflorescências do tipo umbela, surgem no outono e inverno. Elas são constituídas por pequenas flores brancas em forma de estrela circundadas por brácteas vistosas, de coloração branco-creme.

    É uma planta fantástica, de baixa-manutenção, que perde suas folhas no outono-inverno e floresce abundantemente, ficando completamente branca. No paisagismo, ela pode ser valorizada através do plantio isolado, em grupos e até mesmo como cerca viva informal. As podas, quando bem conduzidas, deixam a planta com aspecto ainda mais compacto e bonito. Apesar de arbustiva, a cabeleira-de-velho pode ser conduzida como arvoreta, através de podas de formação.

    Curiosamente, a iluminação artificial à noite, pode inibir ou atrasar o florescimento da planta. Seu plantio deve ser evitado em áreas de circulação de crianças e animais domésticos pois é tóxica. Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, muito bem drenado, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente.

    É tolerante a períodos de estiagem e situações de meia-sombra, mas floresce menos nestas condições. Aprecia adubações bimestrais nos meses quentes do ano. Também aprecia o frio subtropical, apresentando florações mais intensas.

    As podas devem ser realizadas após o florescimento e com moderação, sendo que não se deve podar mais que 1/3 da planta. Tome o cuidado de utilizar luvas durante o manejo da planta, pois sua seiva tóxica pode irritar a pele. Multiplica-se por sementes e por estacas.

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    Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

    OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


    Amherstia Nobilis Wallich
    Nome Científico: Amherstia Nobilis Wallich
    Nome Popular: Orgulho-da-Índia, pride of Burma, orchid tree, queen-of-flowering-tree
    Família: Fabaceae (Leguminosae)
    Origem: Burma (Myanmar) e Índia
    Ciclo de Vida: Perene

    Conhecida mundialmente como a “Rainha das Árvores”. Considerada por muitos como a mais bela e nobre das árvores floríferas, a Amherstia nobilis é uma cesalpinácea da família das leguminosas originária de Burma (atual Myanmar), pequeno país localizado na Ásia, mais precisamente na porção norte-ocidental da península da Indochina, tendo grande parte do seu território coberto por florestas tropicais.

    Esta árvore foi descoberta em 1826 pelo botânico Nathaniel Wallich (1786 / 1854) em um jardim de um monastério em Kogun (Burma) e o nome Amherstia foi em homenagem a Lady Sara Amherst, colecionadora e coletora de plantas na Ásia no século dezenove. Pouco depois do descobrimento da Amherstia o seu cultivo em coleções já teve inicio em 1837 em Burma e devido à impressionante beleza de suas flores foi levada para a Inglaterra aonde chegou a florescer em estufas especiais para plantas tropicais.

    Também encontrada em estado nativo na Índia, a Amherstia é espécie única no gênero e no Brasil foi introduzida pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Devido à sua difícil propagação foi pouco disseminada em nosso país e os poucos exemplares existentes são vistos em jardins de colecionadores. No estado de São Paulo a multiplicação desta planta teve início na década de 50 no Instituto Agronômico de Campinas pelo Engenheiro Agrônomo Dr. Hermes Moreira de Souza e os primeiros exemplares foram distribuídos aos viveiristas no intuito de se conseguir a propagação comercial da espécie.

    Nas publicações de língua inglesa a Amherstia recebe os nomes de “Queen of Flowering Trees” e “Pride of Burma” e sem dúvida nenhuma faz jus à denominação pois é uma árvore copada e densamente folhada com porte de 7 a 10 metros de altura e torna-se simplesmente espetacular quando desabrocha seus longos racemos de flores vermelhas com as corolas caprichosamente manchadas de amarelo – vivo. Floresce praticamente o ano todo, porém a floração intensifica-se a partir de agosto, setembro e durante os meses mais quentes do ano. Suas brotações apresentam duas a três folhas novas pendentes e de coloração marrom avermelhada o que torna a árvore extremamente ornamental mesmo quando sem flores.

    A Amherstia requer clima quente, solo rico em matéria orgânica, bem drenado em um bom teor de umidade tanto no solo como no ar, sendo ideal o seu cultivo no litoral . Isto não significa que não possa ser cultivada em locais mais frios e secos ; nestes locais durante os meses de estiagem devem ser feitas irrigações periódicas pois suas folhas novas com a falta de umidade tendem a secar as bordas. O plantio das mudas deve ser feito em covas espaçosas (60cm de diâmetro por 60cm de profundidade) adubadas com 20 litros de esterco de curral bem curtido e 500g de superfosfato simples ou farinha de ossos.

    Durante o desenvolvimento inicial a coroa ao redor do caule deve ser protegida com cobertura morta, livre de gramíneas ou outras forrações. Após 3 meses de plantio já deve ser iniciada a adubação química trimestral com NPK 10-10-10 primeiramente com 50g aumentando as aplicações conforme o desenvolvimento da planta. Plantas obtidas por alporquia e bem nutridas florescem já no primeiro ano de plantio.

    As mudas de Amherstia são obtidas de alporquia e também através de sementes que devem ser coletadas debaixo da árvore logo que caiam , evitando que fiquem muito tempo expostas para que não ocorra um ressecamento das sementes dificultando a germinação.

    girassóis

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    Peltophorum Dubium
    Nome Científico: Peltophorum Dubium
    Nome Popular: Canafístula, Farinha-seca, Sobrasil, Faveira, Tamboril-bravo, Ibirá-puitá, Guarucaia, Angico-amarelo
    Família: Fabaceae
    Origem: América do Sul
    Ciclo de Vida: Perene

    A canfístula é uma árvore decídua a semidecídua, com florescimento decorativo e muito utilizada na arborização urbana na América do Sul. Seu porte é grande, alcançando de 15 a 40 metros de altura, com copa ampla e globosa. O tronco atinge 50 a 120 cm de diâmetro e possui casca fina quando jovem, que engrossa e se torna escamosa com o passar do tempo.

    Apresenta folhas bipinadas, alternas, com foliólulos ovalados e coriáceos. As inflorescências surgem no verão. Elas são grandes, terminais e do tipo espiga, carregadas de botões dourados que se abrem em flores amarelas da base em direção ao ápice. O fruto é um legume, seco, indeiscente, lanceolado e achatado, contendo uma a duas sementes elípticas.

    A canafístula é uma excelente opção para o paisagismo urbano ou rural. Ela produz sombra fresca no verão e perde parte ou todas as folhas no inverno. Sua floração é um verdadeiro espetáculo de flores amarelas e forma um tapete de pétalas no chão. Ecologicamente é considerada uma importante árvore oportunista, que se beneficia de clareiras, sendo por este motivo utilizada em recuperação de áreas degradadas. Sua madeira é rosada, moderadamente densa e de boa durabilidade quando seca.

    É utilizada em trabalhos de marcenaria, construção civil e no fabrico de dormentes, entre outros. Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente no primeiro ano após o plantio. Tolera o frio e geadas, adaptando-se ao clima subtropical e temperado.

    Multiplica-se por sementes, que devem ser escarificadas para quebra de dormência. Emergem cerca de 15 a 30 dias após a semeadura. As mudas devem estar bem desenvolvidas antes de plantar no local definitivo, pois são sensíveis a formigas e ao vandalismo.

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    Schizolobium Parahyba
    Nome Científico: Schizolobium Parahyba
    Nome Popular: Guapuruvu, Badarra, Bacuruva, Birosca, Faveira, Ficheira,  Guavirovo, Pau-de-vintém, Pataqueira
    Família: Fabaceae
    Ciclo de Vida: Perene

    O Guapuruvu, também conhecido como ficheira, é originário do México ao Brasil, sendo uma espécie característica da Mata Atlântica facilmente encontrada da Bahia ao Rio Grande do Sul. É uma árvore de grande porte e muita beleza, largamente utilizada em paisagismo urbano.

    Além de ocorrer na floresta primária, esta espécie é comum na vegetação secundária, dominando as capoeiras altas e florestas secundárias. Pode formar grupamentos densos em grandes clareiras florestais.

    Entre suas características estão o porte esguio e o crescimento rápido, podendo apresentar de 10 a 30 m de altura. Outra característica é ser uma árvore de duração conhecida. Sua morte ocorre após cerca de 40 a 50 anos. Antes disto, é muito comum a queda de galhos, porque sua madeira é muito fraca

    Sua casca é cinzenta, com cicatrizes provocadas pela queda das folhas e lenticelas. As folhas são alternas, grandes, com cerca de 1 metro de comprimento, e caem com o passar do tempo.
    Por sua altura e tipo de folhas, projeta sombra muito tênue, podendo-se manter gramados e canteiros debaixo dela. Durante os meses de inverno, todas as folhas caem, rebrotando após a floração, que acontece entre os meses de setembro a novembro, com vistosos cachos densos de flores amarelas, muito vistosas.

    Os frutos amadurecem no outono e são vagens bivalvas, de forma obovada e cor parda. Cada um carrega apenas uma semente grande, lisa, oblonga e rígida, envolta por uma asa papirácea que se dispersa pelos ventos.

    Suas raízes são superficiais, formando sapopemas (raiz que se desenvolve junto com o tronco das árvores, chegando a atingir dois metros acima do solo) nas árvores mais maduras

    O guapuruvu é uma árvore de crescimento impressionante. Sua madeira é clara, leve e macia, prestando-se para a caixotaria, artesanato, construção civil e fabricação de canoas. Estuda-se também sua utilização como fonte de celulose.

    É uma espécie pioneira, indicada para recuperação inicial de áreas degradadas. Sua floração é atrativa para as abelhas. Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente no primeiro ano após o plantio. Planta higrófita, prefere locais úmidos como as margens dos rios e é capaz de tolerar encharcamento.

    Multiplica-se por sementes, sendo interessante a quebra da dormência através da escarificação mecânica (o tegumento da semente deve ser desgastado no lado oposto ao hilo), escarificação em ácido sulfúrico ou imersão em água quente. As sementes permanecem viáveis por muitos anos se armazenadas em local arejado e fresco.

    casinha de passarinho

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    Treliça

    Aprenda a fazer uma treliça de bambu para conduzir trepadeiras. As treliças são ótimas para conduzir trepadeiras.
    Você pode adquirir uma pronta em lojas ou fazê-las em casa seguindo as instruções desse passo a passo.
    É só comprar alguns bambus, corda de náilon e fazer amarrações corretamente. Essa treliça mede 80 cm x 1 m e pode ser usada apoiada na parede ou como se fosse uma cerca.

    Material necessário

    material

    (1) sete bambus de 2,5 cm de diâmetro e 1 m de comprimento;
    (2) oito bambus de 2,5 cm de diâmetro e 80 cm de comprimento;
    (3) trena:
    (4) estilete;
    (5) corda de náilon.

    Passo a passo em detalhes

    passo1
    1 – Coloque os bambus de 80 cm um ao lado do outro na vertical. Ponha os bambus de 1 m sobre eles na horizontal, a 10 cm de cada uma das extremidades;

    passo2

    2 – Para que o espaço entre os bambus na vertical seja uniforme, use a trena para medir intervalos de 10 cm. Amarre todos os bambus seguindo a demonstração de nº 5;

    passo 3

    3) Coloque um bambu de 1 m na outra extremidade dos bambus enfileirdas e repita a amaração. A estrutura da treliça está pronta;

    passo 4

    4 – Meça 10 cm a partir do primeiro bambu na horizontal e coloque um outro bambu paralelo a ele. Amarre-o, só que dessa vez prenda-o alternadament nos bambus do vertical;

    passo5

    5 – Repita o procedimento para prender os outros bambus, sempre alternando as amarrações. Para finalizar, corte alternadamente as amarrações  dos dois primeiros bambus.

    passo6

    6 – A treliça pronta fica assim, com amarrações discretas em forma de “X”.

    Os detalhes da amarração:
    Para que a treliça fique firme , é preciso fazer duas amarrações em cada uma das junções de bambu. A seguir estão as instruções de como fazer uma delas. Depois é só repetir o procedimento  na outra diagonal dos bambus para que, juntas, as duas amarrações formem um “X”.

    treliça 1

    Corte 50 cm de corda de náilon e dê um nó em uma das extremidades (1). Passe a corda sob os bambus que serão amarrados (2) e faça um laço na parte da corda em que está o nó (3). Passe a outra ponta da corda por dentro do laço (4) e puxe (5).

    treliça2
    Passe a ponta livre da corda entre o bambu e a amarração (6). Um arco se formará. Passe a ponta livre da corda  por dentro dele, de trás para frente (7). Aperte bem o nó (8) e corte a corda restante com o estilete(9). Repita o processo na outra diagonal dos bambus para fazer a segunda amarração (10).

    flores-lilás

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    Eugenia Sulcata

    Nome Científico: Eugenia Sulcata
    Nome Popular: Pitanga-Negra Selvagem
    Família: Myrtaceae
    Origem: Brasil
    Ciclo de Vida: Perene

    Árvore que chega a ter uma altura de 3 a 6 m, dotada de copa mais ou menos piramidal.  É muito venerada não somente por seus frutos comestíveis, mas também pelo espetacular efeito ornamental proporcionado pela folhagem densa e floração abundante. Ou até pela excelente madeira, característica que já levou à quase extinção. Folhas simples, comprimento por 1 a 3 cm de largura. Flores solitárias ou em grupos de 3 a 5 nas axilas da extremidade dos ramos.

    Frutos negros, de 1 a 2 cm de comprimento, de consistência firme e sem amargor. Assemelham-se apenas no formato aos de sua prima mais conhecida, a pitangueira (Eugenia Uniflora). Uma das diferenças mais evidentes são as sépalas persistentes bastante longas de tronco acinzentado descamante.

    Floresce e frutifica em abundância. Os frutos são comestíveis ao natural. A planta é um espetáculo quando em floração e / ou com brotações novas, que são marrom-avermelhadas.

    Gosta de climas tropicais e subtropicais, a sol pleno, em solos bem drenados ricos em matéria orgânica. Beneficia-se de uma boa adubação, podendo frutificar a partir de dois ou três anos de idade. Pode ser mantida com muito sucesso em vasos e bonsais. Seu habitat natural são as restingas da Costa Atlântica brasileira, bem como a grande bacia do Rio Paraná. Infelizmente ainda muito pouco conhecida, merece ser mais aproveitada no paisagismo brasileiro, pois além de dar alegria as crianças atraem vários pássaros e pequenos mamíferos.

    barra-de-vasinhos

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    Crescentia Cujete

    Nome Científico: Crescentia Cujete
    Nome Popular: cuité, coité, cabaceira, cuieira
    Família: Bignoniáceas
    Origem:
    América Tropical e Antilhas
    Ciclo de Vida:
    Perene

    Árvore perene de porte médio de até 12 metros de altura com ramos longos, pendentes e cobertos por folhas em toda a sua extensão. As folhas são simples, inteiras, alongadas, de diversos tamanhos, cor verde-escura e brilhante.

    Não forma uma copa frondosa. As flores são relativamente grandes, hermafroditas (têm os dois sexos na mesma flor), formadas ao longo do tronco e ramos de cor branco-amarelada. Os frutos são ovóides ou arredondados, cor verde-clara, com 15 a 30 centímetros de diâmetro.

    As cascas dos frutos tornam-se marrom-negros quando maduros e bem duros. A polpa é amarelada e contém muitas sementes. A planta se desenvolve e frutifica bem em condições de temperatura quente a amena, não tolera regiões frias sujeitas a geada.

    A propagação é feita principalmente por sementes e pode ser feita também por enraizamento de estacas. A planta tem um lento crescimento, mas após alguns anos produz vários frutos grandes arredondados que despertam curiosidades.

    A planta é adequada para plantio em parques e jardins, pelo exotismo de seus frutos gigantes, semelhantes à melancia, no tronco e nos ramos. As sementes podem ser consumidas, se cozidas ou torradas.

    A polpa pode ser usada no preparo de xarope. Os frutos, depois da retirada da polpa e secos, podem ser usados como recipientes domésticos, chocalhos, cuias, pratos e colheres rústicos.

    corujinhas

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    Gailardia
    Nome Científico:
    Gaillardia x Grandiflora
    Nome Popular: Gailárdia, laço-espanhol
    Origem: América do Norte
    Ciclo de Vida: Perene

    Da mesma família das margaridas e dos girassóis, as gailárdias são muito populares nos Estados Unidos. Ocorrem cerca de 24 espécies diferentes de Gaillardia, que cruzadas entre si, produzem excelentes híbridos para o jardim. Entre as espécies mais importantes estão a G. pulchella e a G. aristata.

    Destes híbridos podemos obter variadades anãs, eretas ou rasteiras, de flores simples ou dobradas, pequenas ou grandes e com cores diferenciadas. As flores da Gailárdia, estão reunidas em capítulos solitários, com o centro vermelho ou arroxeado e extremidades amarelo-alaranjadas.

    As folhas são alongadas e pilosas. Prestam-se para a formação de maciços e bordaduras, conferindo um estilo campestre à paisagem. Requer reformas anuais ou bianuais dos canteiros, de acordo com a variedade. A floração ocorreu durante à primavera e verão. Devem ser cultivadas à pleno sol, em solo fértil e bem drenados, com regas regulares.

    Tolerante à salinidade, adapta-se muito bem ao litoral. Pouco tolerante ao frio intenso. Multiplica-se por sementes e por divisão da planta.

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    Oncidium Aloha

    O que  fazer para que as orquídeas dêem flor?
    Orquídeas preferem ambientes úmidos, arejados e iluminados, mas não devem receber luz direta do sol. Ar condicionado e muito vento também não fazem bem.

    Para garantir sua durabilidade é preciso hidratá-la com borrifos de água uma vez por semana. Manter a planta em xaxins e vasos de fibra também ajuda.

    Não é recomendado apoiar a planta em pratos nem utilizar regador, já que o excesso de água facilita a proliferação de fungos nas raízes, que logo apodrecerão, matando a planta.

    Lembre-se de que folhas amareladas indicam excesso de luz, enquanto folhas escuras revelam a sua falta. Se a orquídea perder as flores, basta manter os cuidados para que ela floresça novamente dentro de alguns meses.

    Como ter um jardim em casa?
    O primeiro passo na hora de montar um jardim é escolher o local mais adequado, analisando a incidência de luz, a aeração e a qualidade do solo.

    Em seguida, meça a área e faça um rascunho de como quer que o jardim fique. Se já existirem plantas no local, será preciso verificar se elas podem ser aproveitadas, se terão de ser descartadas ou transplantadas.

    No croqui, posicione as plantas que deseja ter e fazer uma tabela das espécies separando-as por porte e quantidade de mudas necessárias. Liste também os materiais necessários para a implantação, como terra, adubo, calcário, pedras, ferramentas, etc.

    Quando se deve podar a plantas?
    Recomenda-se podar após o período de florescimento ou de frutificação da espécie. Caso a planta floresça o ano todo, pode-se podar no período de seca, quando a planta apresenta baixo metabolismo.

    Que ferramentas  usar para a poda?
    A escolha da ferramenta para podar depende da espécie e da grossura da parte da planta a ser eliminada. As ferramentas mais utilizadas são: aparador de cerca-viva, tesoura de poda, serrote de poda, tesoura de grama e cortador de grama.

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    Canforeiro

    Nome Científico: Cinnamomum Camphora
    Nome Popular: Canforeiro. Arvore de Cânforo
    Origem: Oriente
    Ciclo de Vida: Perene

    O canforeiro é uma árvore pertencente à família Lauraceae e ao gênero Cinnamomum, o mesmo da árvore que produz a canela. Esta árvore é nativa de algumas regiões do Extremo Oriente, particularmente do Taiwan, do Japão e da China meridional.

    Esta árvore é a origem da cetona conhecida como cânfora, uma substância branca, cristalina, com um forte odor característico e obtida a partir da seiva. A extração é feita pela oxidação do pineno (parte principal da essência de terebentina). É uma combinação acíclica.

    Apresenta-se em grandes massas brancas, grano-cristalinas, translúcidas de cheiro particular penetrante e de um sabor um tanto amargo. É pouco solúvel na água, dissolvendo-se facilmente no álcool, éter e demais solventes orgânicos. Volatiliza-se desde a temperatura comum.

    É usada na fabricação de celulóide e de pólvora sem fumaça. Conhecida desde a antiguidade, a cânfora é utilizada como incenso e no preparo de medicamentos. Extrai-se a cânfora submetendo-se a madeira, a casca e as folhas pulverizadas da canforeira a destilação por arraste de vapor.

    A cânfora é uma substância sólida à temperatura ambiente, de textura cerácea e aroma forte e penetrante.

    Diz-se que seu cheiro é inibidor de aranhas e traças. Para tanto, é recomendável a diluição em álcool para o seu borrifamento nas paredes e armários.

    árvores

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