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  • P.lambertii
    Família:
    Podocarpaceae
    Nomes Populares: Pinheiro-bravo, pinheiro-do-mato, pinheirinho, pinho-bravo

    Árvore de 8 a 25 m de altura, com tronco geralmente tortuoso, inclinado e curto, com casca pardacenta, levemente fendilhada, descamando-se em lâminas finas, que ficam mais ou menos soltas na árvore, caindo aos poucos e com as pontas dobradas para cima. Suas folhas são simples, alternas, lineares, coriáceas, de 3-7cm de comprimento e 0,4 cm de largura.

    Trata-se de uma planta dióica. As estruturas femininas são solitárias, axilares, com pedúnculo delgado e carnoso de até 15 mm de comprimento. Os cones masculinos são umbeliformes, formados de até 6 amentilhos, com pedúnculo delgado de até 10 mm de comprimento. Por ser uma gimnosperma não apresenta frutos, mas seus pedúnculos carnosos e suculentos, de cor azulada ou roxo-escura são considerados pseudofrutos. Na extremidade destes ficam as sementes, uma por pedúnculo. A floração ocorre de setembro a dezembro e os pseudofrutos amadurecem de fevereiro a maio.

    Perenifólia, heliófila e bastante rústica, ocorrendo sobre solos de baixa fertilidade e bem drenados. Apresenta dispersão descontínua e irregular, ocorrendo em certos pontos em agrupamentos quase puros. É encontrada principalmente em associações secundárias, sendo menos freqüente no interior da floresta clímax. Suas sementes são disseminadas por pássaros.

    Ocorrência natural de Minas Gerais e Rio de janeiro até o Rio Grande do Sul. No Paraná ocorre exclusivamente na Floresta Ombrófila Mista e em alguns casos inicia a sucessão florestal primária em campos naturais (Estepe Gramíneo-lenhosa).

    Árvore ornamental muito indicada para o paisagismo em geral. Seus pseudofrutos são comestíveis, servindo de alimento tanto para homens como animais silvestres, sobretudo pássaros. A madeira é apropriada para carpintaria comum, confecção de compensados, palitos de fósforo, brinquedos, lápis, forros e guarnições, sendo adequada também, para a produção de aglomerados, papel e celulose. O cozimento das folhas é usado no combate a anemias, doenças de glândulas e astenia. A resina é anti-catarral e usada também no tratamento de afecções da bexiga. É depurativo e estimula a sudorese. Os brotos das folhas dão um bom xarope, fortificante e estimulante.

    As sementes têm viabilidade de armazenamento em camara fria superior a 6 meses. A germinação inicia-se entre 20 a 80 dias após a semeadura, apresentando poder germinativo geralmente superior a 50%. As mudas podem ser plantadas no campo após cerca de 8 meses e seu desenvolvimento é moderado.

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    Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

    OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


    Espinho-de-são-joão - (Berberis laurina)

    Família: Berberidaceae
    Nomes Populares: Espinho-de-são-joão, uva-de-espinho, são-joão

    Arbusto lenhoso, perene, espinhento, com 1,5 a 2 m de altura, podendo ser ereto ou prostrado. Suas folhas são simples, fasciculadas e coriáceas, de 3 a 7 cm de comprimento. Possui espinhos tripartidos, afixados na base do fascículo.

    Suas inflorescências são racemosas e pendentes, com 9 a 11 cm de comprimento e delicadas flores amareladas. A floração ocorre predominantemente na primavera. Os frutos são bagas oblongas de cor preta quando maduros, de 0,5 a 0,7 cm de comprimento, cada qual com 1 a 3 sementes. Os frutos amadurecem no verão.

    Aprecia sombra mediana, mas tolera exposição direta ao sol. É comum nos capões de florestas com Araucárias, ocorrendo nas proximidades de bordas e clareiras.

    Ocorrência Natural
    Do sul de Minas Gerais até o Rio Grande do Sul. No Paraná ocorre apenas na Floresta Ombrófila Mista.

    Apresenta aspecto ornamental pelas suas flores pendentes e forma da planta. Seus frutos são comestíveis e atraem a fauna silvestre. A espécie é usada na medicina caseira do sul no tratamento de queimaduras e eczemas através de compressas externas. As folhas são utilizadas em gargarejos para tratamento de males da boca e garganta.

    Sabe-se que a multiplicação por estacas é bastante restrita, sendo mais indicada a propagação por sementes.

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    Rubus brasiliensis

    Família: Rosaceae
    Nomes Populares: Amora-verde, amora-branca, amora-do-mato

    Arbusto espinhoso de ramos escandentes com altura variando entre 1 a 2 m. As folhas são compostas, geralmente com três folíolos de margem serreada e espinhos no pecíolo e nas nervuras principais.

    Apresenta flores brancas reunidas em inflorescências paniculares terminais que se formam em diferentes épocas do ano, principalmente no verão. Os frutos são verdes (mesmo maduros), se sabor doce e muito agradável, sendo comum a maturação no final do verão.

    Características Ecológicas:

    Pioneira, heliófila e pouco exigente quanto às condições do solo. Muito comum em clareiras ou bordas de floresta, caracterizando comunidades vegetais nos estágios inicial e médio da sucessão.

    Sua ocorrência vai de Minas Gerais até o Rio Grande do Sul. No Paraná ocorre na Floresta Ombrófila Mista e na Floresta Estacional Semidecidual.

    Além de seu potencial ornamental, pelas belas flores e possibilidade de formação de cercas vivas, também é muito relevante pelo sabor de seus frutos, consumidos em estado natural ou na forma de geléias. Os frutos servem ainda como atrativos para a fauna silvestre.

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    dicas

    Você já regou, podou, trocou de vaso, mas nada adianta: sua planta continua amarelada e ressecada, como se fosse palha. Já pensou que talvez, ela esteja em um lugar não muito adequado e, por isso, sofre com as condições impróprias para o cultivo?
    Neste texto algumas explicações do que levar em conta ao criar uma espécie em casa.

    Preparando o terreno
    Antes de ter uma planta em casa, reflita sobre quais serão as suas necessidades e as da espécie com a qual você pretende conviver. Lembre-se de que algum tempo deverá ser dedicado a cuidados especiais, como poda, rega e troca esporádica de terra. Além disso, elas apreciam estar em espaços compatíveis com seus tamanhos e expostas a condições de umidade, luminosidade e ventilação adequadas. Por isso, conheça bem a espécie, buscando o máximo de informações possível, e verifique se é adequada à realidade do seu lar e da sua rotina. Cada planta possui uma necessidade de luz, algumas não resistem a ventos fortes ou determinados tipos de clima. E devem ser bem escolhidas para evitar que venham com pragas.

    Cada caso, um vaso
    Sempre coloque a planta em um espaço correspondente ao seu tamanho quando adulta, para evitar  que a raíz se enovele. Escolha substratos que permitam a respiração fácil das raízes, que tenham boa drenagem e retenham nutrientes e água em boa quantidade. Os substratos são misturas de dois ou mais componentes, podendo ser um deles o solo mineral, que dão as condições físicas e químicas favoráveis à planta.
    As plantas dentro de casa consomem rapidamente os nutrientes do substrato onde estão plantadas, por isso é interessante que seja jogado sobre a terra, a cada três meses, um adubo mineral do tipo NPK 10-10-10. É possível encontrar no mercado uma série de adubos balanceados e com instruções detalhadas de uso, no rótulo.

    Água na medida certa
    A drenagem da água é super importante também, e tanto o excesso quanto a falta são prejudiciais à planta. Portanto, sinta diariamente a umidade da terra com a ponta dos dedos. Faça furos no vaso, aplique uma camada drenante (uma cobertura de pedras e areia no fundo) e depois coloque a terra com a muda por cima. Grande parte das plantas cultivadas em casa vem da Mata Atlântica, onde o calor e a umidade são muito elevados. Assim casas com sistema de ar condicionado são pouco propícias para o cultivo, porque reduzem a úmida relativa e a temperatura dos ambientes. Se você sentir que o espaço está seco, borrife água nas folhas, para equilibrar a umidade. Cada espécie deve ser irrigada de maneira diferente.

    Por isso, mais uma vez, é necessário conhecer bem a planta antes de levá-la para casa. Uma calanchoê, por exemplo, não necessita de tantas regas quanto um lírio da paz – que pede solo úmido e irrigações constantes.

    Luz é essencial
    Não é possível cultivar plantas sem luz, portanto, em ambientes muito escuros, elas não ganham boa aparência. Em interiores, a luz indireta abundante é a melhor opção para as plantas. Luz direta sobre elas pode provocar queimaduras. Uma boa dica para que o verde receba luz de forma uniforme é rotacionar o vaso de tempos em tempos, assim, o crescimento será mais homogêneo.

    Sem bichinhos
    É muito comum que as plantas domésticas sofram ataques de predadores por estarem fora de seu habitat natura, insetos ácaros e fungos dever ser, preferencialmente, combatidos com produtos naturais, com nenhuma ou baixa toxicidade, por causa das pessoas e dos animais que convivem com elas. Uma receita caseira (existem várias) pode ser utilizada nesses casos. Faça uma mistura de:
    1 litro de água
    1 colher (sopa) de sabão em pó (ou de coco) e,
    1 colher (sopa) de álcool.
    Essa mistura deve ser borrifada sobre a planta afetada para eliminar insetos menos resistentes. O óleo de Nim é considerado um dos biopesticidas mais potentes. Misturado à água, em proporções adequadas ao porte da planta, pode combater mais de 200 espécies de insetos, e ainda tem ação fungicida.

    Casa arejada
    Ventos fortes são nocivos às plantas, já que são capazes de rasgá-las e desidratá-las. As espécies que se adaptam a essas condições são as folhas menores. Contudo, ambiente arejados são os preferidos das espécies, pois o ar é renovado constantemente, facilitando sua respiração.

    Cuide bem
    Naturalmente, casas n/ao são meios ideais para as plantas. E, se a vontade de cultivar alguns exemplares para deixar seu lar mais verde, carinho e cuidado são os melhores ingredientes que você pode oferecer. É um organismo que precisa ser observado com bastante frequência.

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    acácia rubra

    Descrição de algumas espécies de árvores que mais nos interessam, pois se desenvolvem muito bem em nosso clima.

    Acácia mimosa – Árvore altamente ornamental, exótica, com folhas perenes, cor acinzentada e com florescimento no mês de Agosto. Flores amarelas. É recomendada para o plantio em jardins, praças, ruas e margens de estradas, e deve ser plantada em solos profundos, e não tolera excesso de umidade.

    Açoita cavalo – Árvore grande de até 16 m de altura e seu florescimento se dá nos meses de Janeiro e Fevereiro. Espécie florestal, nativa, com folhas caducas. É altamente recomendada para plantio nas margens dos rios, pois abrigam frequentemente entre sua folhagem, orquídeas, bromélias, parasitas e pequenos animais dos mais variados. Produz flores roxas e brancas muito procuradas pelas abelhas.

    Álamo – Árvore exótica, florestal, com folhas caducas e de crescimento muito rápido. Requer solos com boa fertilidade e é recomendada para locais baixos, inclusive úmidos.

    Cangerana – Árvore nativa florestal e aprecia terras secas e argilosas. A madeira é vermelha escura, com tonalidade marrom sendo resistente a insetos e mau clima. A espécie tem florescimento em duas épocas, uma em Fevereiro e outra de Setembro a Outubro.

    Camboatá – Árvore florestal nativa, de folhas perenes e de crescimento lento. Altamente ornamental e seu porte é de médio a grande. Suas flores desabrocham na Primavera e são muito apreciadas por abelhas, e seus frutos por algumas espécies de pássaros.

    Canafístula – Árvore florestal nativa, com folhas caducas e de crescimento muito rápido. É de grande porte e altamente ornamental pelas folhas verde-escuras, lustrosas e pelas exuberantes flores amarelas que desabrocham a partir de Janeiro. Recomenda-se o seu plantio em maciços densos, em jardins, praças, parques e margens de rodovias.

    Canela amarela – Árvore florestal nativa, de grande porte, floresce na primavera. De crescimento rápido e é recomendada para reflorestamento em qualquer localização, inclusive para arborização de olhos d´água e vertentes. Os frutos são bastante apreciados por pequenos animais silvestres.

    Caroba – Árvore nativa, florestal, espécie de porte médio a grande, de crescimento rápido e com folhas caducas. Desenvolve-se bem em solos profundos e férteis não tolerando umidade excessiva. A floração ocorre nos meses de Outubro e Novembro, sendo muito ornamental com suas exuberantes flores azuladas.

    Cássia aleluia – Árvore altamente ornamental, exótica, de porte médio, com folhas caducas e flores amarelas. A floração ocorre nos meses de Dezembro e Janeiro. Seu plantio pode ser especificado para praças, jardins, ruas e margens de estradas. Crescimento muito rápido, produz flores a partir do segundo ano após plantio. É sensível às geadas.

    Cássia imperial (chuva de ouro) – Árvore altamente ornamental de crescimento rápido, porte médio, com folhas perenes e flores amarelas muito marcantes. Recomenda-se para arborização de ruas, avenidas, parques, praças e jardins. É muito sensível ao frio.

    Catalpa – Árvore florestal e ornamental exótica, de crescimento rápido, com folhas verde-amareladas e caducas. Produz vistosas flores brancas. Espécie altamente recomendada para reflorestamento, arborização de ruas, parques e jardins.

    Cedro – Árvore florestal nativa com folhas caducas e de grande porte. Ornamental com florescimento em setembro e outubro. Adapta-se bem a solos férteis, mas sem umidade excessiva. Por isso recomenda-se o plantio em áreas mais altas.

    Cerejeira – Árvore de porte médio, excelente espécie ornamental, frutífera, nativa, com folhas perenes e flores brancas e com crescimento lento. Deve ser plantada em locais baixos, mas sem umidade excessiva. Indicada para arborização de margens de rios, vertentes, olhos d’água e açudes. Seus frutos são muito apreciados por pássaros, peixes e pelos pequenos animais silvestres. Pode-se recomendar para o enriquecimento de matas.

    Cinamomo sombrinha – Árvore ornamental exótica com folhas caducas e de rápido crescimento. Floresce nos meses de primavera e é resistente a geadas. Fornece boa sombra, indicada para  arborização de margens de estradas e de estacionamentos. Evitar seu plantio em ruas calçadas, devido ao vigor de suas raízes.

    Cocão – Árvore frutífera, nativa e florestal. Espécie com folhas permanentes, pode ser usada para sombreamento, quebra-ventos e abrigos. Seu crescimento é médio e atinge uma altura de 7 a 8 m de altura. Seus frutos são muito apreciados pelos pássaros.

    Erva-mate – Árvore florestal nativa de porte médio com folhas perenes e de crescimento lento. Prefere solos profundos e de boa fertilidade, não tolera solos úmidos. Nos primeiros anos é sensível a geadas, motivo pelo qual deve ser protegida. Serve para formar a “saia-baixa” de quebra-ventos. Seus frutos são muito apreciados pelos pássaros, principalmente pelo sabiá. Pode-se recomendar seu plantio para fins comerciais (chimarrão), e pela beleza da árvore como ornamental em ruas, praças, parques e margens de estradas.

    Figueira – Árvore nativa, frutífera silvestre, grande porte, tronco curto, folhas perenes, altamente ornamental. Os frutos são muito apreciados pela fauna nativa, bastante sensível ao frio e de crescimento rápido. Espécie recomendada para enriquecer parques, praças e beira de estradas.

    Guapuruvu – Árvore florestal e ornamental de crescimento muito rápido. Perde suas folhas nos meses de inverno, na primavera aparecem as flores amarelas, em cachos. Prefere solos férteis, sendo muito sensível às geadas. Altamente recomendada, pela sua imponência, na arborização de praças e parques. Madeira muito mole, por isso cuidar onde plantar o citado vegetal.

    Ingá – Árvore frutífera nativa, com folhas perenes e de rápido crescimento. Produz frutos apreciados pelos pássaros, animais silvestres e pelo próprio homem. É muito ornamental pela exuberância de sua copada e pela sombra que fornece. Pode-se recomendar seu plantio nos olhos d’água, vertentes, margens de rios, açudes, em praças, jardins e margens de rodovias.

    Ipê amarelo ornamental – Árvore nativa, ornamental de porte médio, com fôlhas caducas e de rápido crescimento. Se destaca pela sua farta floração a partir de setembro. Prefere solos profundos, bem drenados e com boa fertilidade. Espécie recomendada para plantio em jardins, parques e para arborização de ruas e avenidas.

    Ipê roxo – Árvore florestal e ornamental nativa, de porte médio a grande com crescimento rápido. Folhas caducas e se destaca pela sua floração lilás a partir de Setembro. Prefere solos profundos bem drenados e com boa fertilidade. Pela sua beleza e exuberante floração, recomenda-se o uso em praças, parques e jardins.

    Jacarandá – Árvore nativa, ornamental, de crescimento rápido e com folhas caducas. Florescimento em agosto e setembro, com flores roxas. De porte grande, é recomendada para jardins, parques, ruas, avenidas e margens de estradas.

    Ligustro – Árvore exótica, ornamental de crescimento rápido e com folhas perenes. Recomendada para arborização de praças, parques e ruas. Tamanho pequeno (arbustiva).

    Louro – Árvore nativa florestal cujo tronco alcança diâmetros superiores a 1 m. De crescimento rápido e com folhas caducas. As flores brancas se mostram nos meses de Fevereiro até Abril. Prefere solos profundos, bem drenados e com boa fertilidade.

    Manduirana – Árvore nativa, com folhas perenes. Destaca-se pelo seu grande valor ornamental, com floração de cor amarela. Seu crescimento é bastante rápido podendo florescer aos dois anos de idade. Recomendado para arborização de praças, jardins, parques e ruas.

    Magnólia – Árvore exótica de rara beleza. Folhas caducas, flores grandes com 2 tipos, um de cor branca e outro roxo, muito aromáticas. Crescimento bastante lento, com porte médio, resistente ao frio. Indicada para arborização de parques, praças e jardins.

    Paineira – Árvore ornamental, porte grande, folhas caducas. Rápido crescimento, muito bonita sua estrutura, existindo 3 variedades de tonalidades de cor rosa. A floração ocorre quando caem as folhas, e o vegetal se cobre de flores, é muito marcante sua beleza. Recomendada para arborização de rodovias, parques, praças e jardins.

    Pinheiro brasileiro – Árvore nativa, florestal, com folhas perenes. Ornamental, de rápido crescimento. Prefere solos profundos, bem drenados e com boa fertilidade. A araucária quase que dispensa comentários, porque é uma espécie conhecida e admirada no mundo inteiro pelo porte e beleza. Seu fruto (pinhão) é muito apreciado pela gralha, pelo homem e por diversos animais silvestres.

    Quebra-foice ou angiquinho – Árvore nativa de porte pequeno, com folhas perenes, altamente ornamental. Recomendada para o plantio em jardins, praças e parques e é resistente às geadas.

    Vime chorão – Árvore ornamental exótica de rápido crescimento. De porte médio a grande, perde suas fôlhas no inverno. Vegetal com forma pendular, e se dá muito bem em solos úmidos, por isso pode ser recomendada para arborização de açudes, margens de rios e para o embelezamento de jardins, praças, parques e margem de rodovias.

    Sibipiruna – Árvore nativa de folhas perenes e de porte médio. Crescimento relativamente rápido, flores amarelas e sensível às geadas. Ornamental, altamente recomendada para arborização de ruas, parque, praças e jardins.

    Timbaúva – Árvore florestal nativa, com folhas caducas. Ornamental, pode ser largamente usada em praças e jardins pela beleza de sua folhagem. Pouco atacada pelas pragas. Tem sombra abundante. Seu crescimento é rápido e se adapta bem a todos os tipos de solos, com exceção dos excessivamente úmidos.

    Tipa – Árvore ornamental exótica de porte médio a grande, folhas caducas, e crescimento bastante rápido. Suas flores aparecem em outubro e novembro. Pode ser aproveitada para arborização de ruas, avenidas, parques, praças e rodovias sendo relativamente resistente ao frio.

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    cebolinha
    Cientificamente chamada de Allium fistulosum, a cebolinha verde é uma planta originária da Ásia que costuma ser muito cultivada no Brasil, devido a sua facilidade de manejo e ao fato de servir como um excelente tempero em vários pratos. Seus “tubinhos verdes” (que são folhas adaptadas de aspecto curioso) podem ser consumidos de diversas formas e ajudam também na saúde das plantas, graças a um efeito repelente que seu cheiro causa a algumas pragas.
    Devido a sua baixa estatura e finas raízes, típicas de plantas herbáceas, não é necessário muito espaço para cultivá-la, podendo ser plantada em pequenos vasos ou em canteiros.

    Como Plantar a Cebolinha
    A propagação destas plantas pode ser feita através da divisão de touceiras ou plantio por semente, no primeiro caso basta separar as diversas plantas que crescem junto em uma área maior, com o tempo a criação ficará mais densa com novos brotos nascendo a partir da rais das plantas originais.
    Para realizar o plantio por sementes, devemos inicialmente preparar o solo de modo a garantir uma dose suficiente de nutrientes, o que pode ser obtido pela mistura com um pouco de adubo orgânico. As covinhas devem ser espaçadas cerca de 10 cm umas das outras de forma que a planta tenha espaço suficiente para suas raízes crescerem.

    Como Cuidar
    O solo deve ser mantido sempre ligeiramente úmido, mas sem nunca encharcá-lo. Por isso evite regar até que o chão comece a criar poças, regando de forma a não deixá-lo que seque é suficiente e não trará problemas como fungos para suas plantas.
    Embora a cebolinha possa se adaptar a diversos climas, é aconselhável protegê-la de extremos como geadas, que prejudicam seu crescimento. Após 4 meses do seu plantio já teremos alguns ramos chegando próximos de 20 cm de comprimento, então já podemos começar a extrai-los para utilizarmos em condimentos, preferivelmente faça isso cortando próximos a base e não arrancando, para evitar remover as raízes, que geralmente vão fazer brotar um novo ramo.

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    Verbena azul
    Possuidor de cerca de 120 espécies diferentes de herbáceas floríferas de pequeno porte, este gênero botânico é caracterizado por plantas de baixa estatura, grande resistência e floração abundante, somado isso com a grande variação de espécies similares que diferem entre si geralmente na cor e no formato das folhas, as verbenas conquistaram uma posição de destaque entre plantas utilizadas para decorar pequenos ambientes pois ficam boas tanto em vasos quanto em jardineiras ou formando moitas em jardins.
    Nativa da América do Sul, essa planta não costuma apresentar nenhum problema para ser cultivada no Brasil, sua maior limitação é necessitar de bastante sol para que possa se desenvolver bem, logo, para quem pretende cultivá-la envasada, deve-se tomar cuidado ao posicionar o vaso. Não existe nenhum problema em criá-la a pleno sol, na verdade é até aconselhável.

    Tipo de Solo
    Tal qual a maioria das plantas nativas de clima tropical, a verbena possui uma grande afinidade com solos ricos em nutrientes, porém que não segurem muita água, para que não fiquem encharcados e assim não favoreçam a proliferação de doenças. Para isso pode-se fazer uma mistura entre o solo onde a planta será plantada com areia grossa e fertilizante orgânico.

    Como Cuidar
    Irrigue de forma a nunca deixar o substrato da planta totalmente seco, mas sem nunca encharcá-lo, umedecer ele diariamente costuma ser a melhor forma. De tempos em tempos adicione um pouco de fertilizante químico NPK rico em fósforo para auxiliar a floração da verbena.
    Caso sua planta, após alguns anos comece a ficar pouco vistosa, pode ser necessário realizar um replantio, para isso cave um pouco, extraia as piores partes da planta e replante o resto.

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    tomilho
    Nome Científico:
    Thymus vulgaris L.
    Origem: Europa

    O tomilho é uma planta típica da vegetação mediterrânea, com ramagem ramificada, retorcida e recoberta por folhas miúdas, lineares a ovaladas e opostas.

    Seu porte é baixo, de cerca de 15 a 30 cm de altura com praticamente o dobro de largura, formando um montinho arredondado e bastante compacto. No verão surgem numerosas flores arroxeadas e pequenas, muito atrativas para as abelhas.

    Planta que requer pouco cuidado e prefere terrenos secos, o excesso de água pode queimar as folhas de baixo causando a morte da planta. O melhor período para plantação é na Primavera. A planta gosta de sol e resiste muito bem a tempo seco. Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo bem drenável, neutro, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares. Não é tolerante a encharcamentos, mas sobrevive bem por curtos períodos de estiagem. Aprecia o clima subtropical.

    Esta plantinha de sabor picante e único é indispensável na horta doméstica, podendo ser plantada em vasos e jardineiras, muito embora prefira ser plantada diretamente nos canteiros. Suas folhas pequenas podem ser utilizadas frescas ou desidratadas no tempero de carnes em geral, sopas, pizzas e molhos a base de tomate ou queijo.
    Sua folhagem de textura delicada e floração abundante, a torna interessante no jardim, onde pode ser aproveitada como bordadura em caminhos ou em densos maciços.

    cerquinha

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    raizes-de-phalaenopsis
    As raízes das orquídeas são bem estranhas e às vezes podem perturbar um amante de plantas.
    Com umas formas que mais fazem lembrar umas pernas de aranha e de uma cor esverdeada quando geralmente as raízes das plantas são brancas (sem cor), e com a mania de saírem dos vasos.

    Não podemos esquecer que as orquídeas são na grande maioria epífitas, vivem nas árvores. É portanto, natural que as raízes saem dos vasos, para realizarem a sua função principal. Servem de depósitos de nutrientes e água e ajudam as plantas a reterem e acumularem de material nutritivo que se deposita em suas bases.
    Em alguns casos são também órgãos clorofilados capazes de realizarem fotossíntese durante os períodos em que as plantas perdem as folhas. Variam em espessura, de muito finas a extremamente grossas. A estrutura das raízes diferencia-se muito entre as orquídeas, conforme a maneira e local onde crescem.

    É até muito bom sinal quando vemos a nossa orquídea desenvolver raízes fora dos vasos, indica que se encontra de boa saúde.

    As espécies epífitas geralmente apresentam robustas raízes, cilíndricas enquanto aéreas, as quais assumem formato achatado após aderirem ao substrato. Em regra são recobertas por espessa superfície esponjosa e porosa denominada velame, tecido altamente especializado na absorção de água ou umidade do ar.

    As espécies terrestres normalmente encontram-se espessadas em pequenas ou grandes estruturas parecidas com tubérculos de esféricos a longamente cilíndricos que servem de reserva de nutrientes e água e substituem os pseudobulbos presentes nas espécies epífitas. Ocasionalmente estes tubérculos separam-se da planta principal originando novas plantas.

    A durabilidade das raízes varia em função dos fatores ambientais e geralmente é inferior à duração dos caules. Novas raízes costumam brotar durante ou no final do período de crescimento vegetativo da planta

    Apesar de geralmente não ser a fonte principal de nutrientes das orquídeas, estas geralmente valem-se da associação com um fungo chamado Micorriza que se aloja nas células exteriores do velame de suas raízes e excreta diversos nutrientes então diretamente absorvidos por suas raízes.

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    Grumixama - (Eugenia Brasiliensis)Nome Científico: Eugenia Brasiliensis
    Nome Popular: Grumixameira, grumixama
    Família: Myrtaceae
    Origem: Brasil – Mata pluvial Atlântica
    Ciclo de Vida: Perene

    Árvore de até 20 m de altura, com tronco curto e copa de forma piramidal. Suas folhas espessas, de um verde profundo, aliadas às abundantes flores brancas e à folhagem jovem avermelhada, lhe conferem um aspecto belíssimo.
    As fkires surgem de setembro a novembro. Frutos de 2,5 cm, negros, amarelos ou vermelhos (conforme a variedade), arredondados mas fortemente comprimidos nos pólos, com cálice persistente. Polpa espessa, de cor clara, suculenta e doce, que derrete na boca, lembrando o sabor das mais doces cerejas.
    Os frutos são ótimos para o consumo ao natural, assim como para o preparo de geléias, tortas e licores.

    A árvore tem excepcional valor paisagísitico, principalmente quando disposta em grupos. Propaga-se por sementes e adapta-se bem em qualquer tipo de clima e solo, resistindo bem a geadas.
    Necessita de solos ricos em matéria orgânica, com capacidade de retenção de umidade. Pode ser cultivada a sol pleno ou meia-sombra. Possui crescimento rápido.

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    OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.