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cravo

O cravo é um tipo de flor extremamente bela, pertencente à classe Caryophyllacea. É uma planta herbácea perene. Sua flor pode alcançar até 1m de estatura, embora geralmente sejam menores, sendo suas pétalas muito delicadas e exuberantes.

Suas folhas apresentam uma tonalidade verde-acinzentadas e flores de colorações diversas como rosa, vermelho, laranja, amarelo e até mesmo inteiramente branca.

Seu aroma é extremamente marcante e por isso, muito utilizado na fabricação de perfumes. Contudo, também existe cultivares sem nenhum cheiro.

Esta variação, e outras também desenvolvidas, se dão por conta dos diferentes cultivares existentes além do grande número de plantas híbridas. A sua origem advém da região conhecida como Mediterrânea, da Europa.

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Como plantar e quais os cuidados
Seu plantio pode ser realizado de duas formas diferentes: por sementes ou divisão. Caso deseje plantá-la da primeira forma, as sementes podem ser semeadas em local definitivo ou sementeiras.

Portanto, coloque-as com 0,5 cm de profundidade no solo para que possam se desenvolver.

Uma vez que atinjam 5 a 8 cm de altura, podem ser transplantadas. Essa altura pode ser atingida em até três semanas, isto é, se plantadas em temperatura amena.

Já o plantio por divisão acontece quando há plantas mais velhas, com ramos já enraizados. Dessa forma podem ser divididas e replantadas.

Para que sua planta floresça em sua totalidade de aproveitamento, os cuidados começam ainda mesmo na escolha do solo. O ideal será um solo bem drenado, leve, fértil e por fim, rico em matéria orgânica. Portanto, misture uma terra vegetal de qualidade com adubo, para tornar este solo ainda mais rico.

Quanto ao local, esta é uma planta que exige muita iluminação. Portanto, seu plantio precisa ser em um ambiente com muito sol, necessitando de luz solar direta por, pelo menos, 4 ou 5 horas por dia. Ainda o craveiro cresce melhor em clima ameno ou frio.

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Ademais, é imprescindível que haja ventilação, visto que esta flor, em questão, possui muita sensibilidade à ausência do arejamento.

Quanto à irrigação, então é importante que o solo permaneça sempre levemente úmido, porém não deve ficar encharcado. Nos ambientes com excesso de umidade no solo ou ar, o craveiro ficará prejudicado.

Nas condições adequadas, o cravo pode ter sua floração durante todo o ano. Em regiões de clima temperado, normalmente floresce no fim da primavera, no verão e no início de outubro.

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Obrigada pela sua visita. Se você tem sugestões ou dicas sobre o assunto, coloque aí nos comentários, eles podem acabar virando temas para novos posts.

OBS: Este site não trabalha com vendas de plantas,sementes e afins, apenas são postados artigos com informações sobre como cultivar as plantas. Você pode adquirir sua planta desejada em qualquer bom Garden Center de sua região.


Epiphyllum anguliger

O Epiphyllum anguliger é uma espécie que pode ser confundida com outras cactáceas, inclusive pertencentes a outros gêneros botânicos. De modo geral, os chamados cactos de florestas possuem aparências bastante similares, sendo necessário observar suas florações, para que possam ser corretamente identificados.

A espécie botânica Epiphyllum anguliger é originária do México. Este é um cacto de floresta, sendo nativamente encontrado em regiões de altitudes mais elevadas, nos estados de Oaxaca, Jalisco e Guerrero, entre outros.

Por ser um cacto epífito, o Epiphyllum anguliger vive protegido do sol pleno, sob a luz filtrada pelas copas das árvores. Suas raízes aderem-se aos troncos destes hospedeiros, utilizando-os apenas como suporte, sem lhes retirar nenhum nutriente.

Desta forma, a cactácea consegue aproximar-se mais da fonte luminosa, em comparação às plantas que vivem no chão das florestas, onde o sombreamento é mais intenso.

Sendo assim, esta é uma planta que pode ser cultivada dentro de casas e apartamentos, desde que receba bastante luminosidade filtrada, indireta.

O Epiphyllum anguliger também desenvolve-se bem em varandas e coberturas, desde que protegido do sol mais intenso da tarde. Em ambientes internos, contudo, é mais difícil fazer com que esta cactácea produza flores e frutos.

Como acontece com muitos cactos pendentes, de hábito epífito, o Epiphyllum anguliger produz grandes e perfumadas flores noturnas. Dependendo da variedade, estas estruturas podem apresentar colorações diferentes, sendo a branca a mais comumente encontrada. Também existem formas com flores em tons de creme ou amarelo.

A floração do Epiphyllum anguliger acontece entre o final do outono e começo do inverno, na contracorrente da maioria das espécies, que floresce durante os meses mais quentes do ano.

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A época de floração também é outro excelente meio para se diferenciar as cactáceas de aparências semelhantes. Seus botões florais desabrocham durante a noite, e suas flores já começam a morrer no dia seguinte.

Quando polinizadas por insetos noturnos, as flores do Epiphyllum anguliger produzem pequenos frutos ovoides, cujo interior é bastante semelhante ao kiwi, verde com sementes pretas.

Para que este processo seja estimulado, a planta precisa ser exposta a níveis generosos de luminosidade, sem sol direto. Além disso, uma adubação mais rica em fósforo, própria para estimular a floração, pode ser fornecida durante os meses que antecedem o surgimento destas estruturas, na primavera e verão.

Como complementação, um fertilizante de manutenção, do tipo NPK, próprio para o cultivo de cactos e suculentas, pode ser fornecido de maneira intercalada à fórmula de floração.

Convém sempre ter o cuidado de não adubar em excesso. No caso do Epiphyllum anguliger, o substrato já é rico em matéria orgânica, como veremos a seguir. Além disso, os sais minerais presentes no adubo inorgânico tendem a se acumular no substrato, prejudicando o desenvolvimento das raízes.

Aquela mistura clássica de terra e areia, comumente utilizada no cultivo de cactos originários de regiões semi áridas, não funciona bem no caso dos cactos de hábito epífito.

O melhor substrato para plantar esta espécie é aquele bastante fértil, rico em matéria orgânica, mas que também seja bem aerado, capaz de proporcionar uma boa aeração em torno das raízes.

Esta condição pode ser alcançada através da mistura de substrato próprio para plantas epífitas, composto por casca de pinus, carvão vegetal e fibra de coco, com uma porção de composto orgânico, que pode ser húmus de minhoca ou esterco curtido.

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Por fim, uma parte de terra vegetal ajuda a manter tudo bem misturado e pouco compactado. Uma boa proporção seria um terço de cada um desses elementos, substrato para epífitas, composto orgânico e terra vegetal.

O cacto Epiphyllum anguliger aprecia regas frequentes, capazes de manter o substrato sempre levemente úmido. No entanto, suas raízes não toleram o excesso de umidade, por períodos muito prolongados.

Lembrando que, na natureza, apesar de estarem expostas às chuvas, orvalho e neblina, as raízes têm a oportunidade de secar rapidamente, uma vez que encontram-se livres, expostas a uma boa circulação de ar.

O vaso para o cultivo do Epiphyllum anguliger pode ser de plástico ou barro. No entanto, como estes recipientes costumam ser suspensos, o ideal é optar pelo plástico, que reduz o peso e diminui o estrago, em caso de queda, principalmente em andares altos, onde o vento é mais intenso.

Outra vantagem do vaso de plástico é que ele ajuda a reter a umidade no substrato por mais tempo, diminuindo a necessidade de regar a todo momento.

A multiplicação do cacto Epiphyllum anguliger pode ser feita pela simples divisão de sua touceira ou através de estacas retiradas da planta principal.

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É preciso esperar um tempo, que pode levar algumas horas ou dias, até que o corte fique bem cicatrizado, para somente então plantar o segmento em um novo vaso. Esta é uma cactácea de desenvolvimento rápido, que se propaga facilmente.

Por fim, vale ressaltar a segurança de se manter o Epiphyllum anguliger perto de crianças e animais de estimação, já que seus tecidos não apresentam substâncias tóxicas, caso sejam acidentalmente ingeridos.

Na verdade, diversas cactáceas são comestíveis, tanto em relação à parte vegetativa como aos frutos.

Bastante ornamental, resistente e de fácil cultivo, o cacto Epiphyllum anguliger fica perfeito em ambientes sombreados, sejam eles internos ou externos.

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tradescantia-sillamontana

O gênero Tradescantia é mais frequentemente associado a plantas utilizadas no paisagismo como folhagens ornamentais e forrações. É o caso do Lambari-roxo, Traproraba-roxa e o famoso Abacaxi-roxo, entre outras belíssimas espécies.

Suas folhas trazem colorido e diversidade aos ambientes, já que frequentemente apresentam várias nuances de rosa, lilás e púrpura. São conhecidas por sua resistência e facilidade de cultivo.

Além disso, crescem com bastante rapidez e propagam-se prontamente, formando densas touceiras.

No entanto, há neste seleto grupo uma planta com uma característica única, totalmente diferente das demais espécies, a Tradescantia sillamontana.

Provavelmente menos conhecida, a mais monocromática entre as representes do gênero Tradescantia, esta é uma espécie suculenta, que apresenta o curioso diferencial de ter sua superfície, folhas e caules, recoberta por pelos que lembram teias de aranha.

Aqui no Brasil, há quem a chame de suculenta teia de aranha. Outros nomes populares para esta espécie são veludo branco e Tradescantia lanosa.

A Tradescantia sillamontana pertence à família botânica Commelinaceae e é endêmica do estado de Nuevo León, no México. Isto significa que ela não é encontrada naturalmente em nenhum outro lugar do mundo.

Por ter sido descoberta em uma montanha chamada Cerro della Silla, a espécie recebeu o nome científico sillamontana. Evidentemente, sua aparência exótica e diferenciada incentivou sua utilização como planta ornamental, no cultivo doméstico, sendo hoje difundida em coleções por todo o globo.

A densa penugem não é um mero enfeite. Estas estruturas que recobrem a planta ajudam a protegê-la da incidência intensa dos raios solares, bem como reduzir a perda de água por evaporação.

Cada pelo é denominado tricoma. Tecnicamente falando, trata-se de um apêndice da epiderme vegetal. Lembrando que a Tradescantia sillamontana, ao contrário de suas parentes, é uma suculenta, adaptada à vida em ambientes áridos.

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Embora mais discreta, a Tradescantia pallida purpúrea, popularmente conhecida como trapoeraba-roxa, também possui a folhagem coberta por tricomas.

Por esta razão, apesar de ser uma planta de fácil cultivo, a suculenta teia de aranha deve ser regada com cautela, evitando-se excessos. Durante este procedimento, deve-se evitar molhar as folhas, que podem apodrecer devido ao excesso de umidade.

Todos os cuidados típicos recomendados para se cuidar de suculentas aplicam-se à Tradescantia sillamontana. Neste sentido, é preciso verificar o solo, com a ponta do dedo, para aferir o nível de umidade.

Devemos regar a planta apenas quando a terra estiver completamente seca, independentemente da periodicidade. Para evitar o acúmulo de água, o uso do pratinho sob o vaso deve ser abolido.

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O vaso para o plantio da Tradescantia sillamontana pode ser de barro ou de plástico. É importante ter em mente que o plástico retém a umidade por mais tempo. Desta forma, as regas precisam ser mais espaçadas.

Em ambos os casos, os vasos precisam ter uma boa camada de drenagem no fundo, que pode ser composta por pedrisco, brita ou argila expandida. Uma manta geotêxtil por cima desta camada ajuda a reter o solo, impedindo que ele escape pelos furos durante as regas.

Observando o habitat original da Tradescantia sillamontana, de natureza árida, fica fácil inferir que o melhor substrato para o cultivo desta suculenta é aquele mais arenoso. Existem misturas próprias para o cultivo de cactos e suculentas, à venda em lojas especializadas.

Alternativamente, basta misturar terra vegetal e areia grossa, em partes iguais, para formular um substrato caseiro adequado. Não é necessário adicionar muito material orgânico, como esterco curtido ou húmus de minhoca, já que esta Tradescantia está habituada a solos pobres em nutrientes.

De qualquer forma, para garantir boas florações, é interessante fazer uma adubação mais rica em fósforo, a letra P do NPK, muito embora as flores da Tradescantia sillamontana sejam consideradas de importância ornamental secundária. Eu as adoro, acho um charme.

Apesar de apreciar bastante luminosidade, é sempre bom evitar o sol direto, nas horas mais quentes do dia. Caso a Tradescantia sillamontana seja cultivada no interior de casas e apartamentos, é importante que ela fique posicionada próxima a uma janela bem iluminada.

Quando há luz insuficiente, em ambientes muito sombreados, a planta dificilmente florescerá. Além disso, ela tende a ficar estiolada, situação em que seu caule cresce aceleradamente, ficando mais fino e comprido.

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Este comportamento é uma adaptação à falta de luminosidade. Quanto mais luz a planta receber, mais denso e compacto será seu porte.

A floração da Tradescantia sillamontana ocorre durante o verão. Neste aspecto, as flores são bem similares às encontradas nas outras espécies do gênero. São solitárias, em um belo tom magenta, portando três pétalas.

O interessante é que até mesmo os botões florais são recobertos por tricomas, ficando com a característica aparência peluda de toda a planta.

Ao contrário da maioria das espécies do gênero, que possui um hábito prostrado, ficando com os caules pendentes, a Tradescantia sillamontana apresenta um porte mais ereto. Com o tempo, a planta vai ficando cada vez mais alta e comprida, principalmente quando cultivada em interiores.

Neste momento, para evitar que os caules tombem, é interessante fazer uma poda. As ponteiras podem ser plantadas separadamente, gerando novas mudas. Não há necessidade de colocá-las em água para enraizarem.

Alternativamente, pode-se plantá-las no mesmo vaso, causando o adensamento da touceira. A parte cortada brota novamente, continuando a crescer sem problemas. A Tradescantia sillamontana propaga-se facilmente através de estacas ou divisão de touceira.

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É normal que as folhas mais antigas, localizadas na parte inferior da planta, amarelem e sequem. É aconselhável retirá-las, de tempos em tempos, para evitar que se transformem em locais de abrigo para pragas como cochonilhas e pulgões.

Para quem aprecia espécies suculentas e felpudas, de fácil cultivo, e dispõe de um local bem iluminado, esta é uma interessante indicação.

A Tradescantia sillamontana adiciona um ponto exótico de interesse à coleção, quebrando a monotonia das folhagens sempre verdes com sua aparência peluda e esbranquiçada. As minúsculas flores solitárias, em magenta, dão o toque final à composição.

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alecrim

O alecrim é uma planta que é muito comum na cozinha como tempero, chás e aromatizantes, o que muitos não sabem é que o alecrim, também pode ser usado para fins medicinais.

Planta-se dentro de casa mesmo, de modo a usufruir de tais benefícios com cultivo caseiro e orgânico dessa erva que não exige muita manutenção, pensando nisso preparamos esse artigo sobre como cultivar Alecrim no vaso, conforme veremos abaixo.
* Primeiramente, sabia que o Alecrim e uma planta de origem no Mediterrâneo? Sim! por essa razão é uma planta de sol pleno. Com duração mínima de 4 horas de sol diários nela e as folhas pontudas determinam que são resistentes ao vento e frio.

* Em seguida, indica-se a utilização de vaso pequeno, cerca de 20cm de diâmetro, onde vão as suas sementes ou as mudas.

* Deixe dentro de seu vaso substrato/terra, de preferência adubado minimamente e bem drenável, em um lugar bem iluminado e nada úmido e basta regá-la, no máximo, duas vezes por semana deixando sempre dois dias de intervalo.

O importante é que o solo do seu alecrim sempre permaneça úmido, mas não encharcado, por isso tenha sempre atenção.

* Pronto, assim terá realizado o plantio do seu alecrim, mas calma que os cuidados não param por ai.

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Como realizar poda e colheita da plantinha
Por fim, o alecrim vai crescer em formato de arbustos. Sendo assim, após 3 meses já será possível realizar a primeira colheita e aplicar da maneira que mais apreciar seja para chás, temperos saladas, e tantas outras opções.

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