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Phalenopsis (Small)

Essas plantas são cheias de segredos, mas quem desvenda os seus costumes é presenteado com uma grande e, dependendo da espécie, vasta floração.
Diz a lenda que, sendo as orquídeas da antiga Grécia de âmbito terrestre, algumas espécies possuem as suas raízes em forma de dois tubérculos paralelos, o que imita testículo humano e estas espécies eram usadas como chás, acreditando-se que o mesmo era afrodisíaco.

De acordo com o lugar de origem, as orquídeas são classificadas como epífitas, terrestres ou rupícolas. As epífitas são em maior número entre as orquidáceas. Estas vivem grudadas em troncos de arvores, mas não são parasitas, realizam a fotossíntese a partir de nutrientes absorvidos do ar e da chuva.
Através da fotossíntese elas transformam gás carbônico em carboidratos e oxigênio, com a intervenção da luz e da clorofila. Alimenta-se também pelas raízes, absorvendo água e sais minerais, armazenam detritos vegetais, poeiras carregadas pelo o vento, insetos em decomposição, de onde são tirados estes sais minerais necessários.

As orquídeas cultivadas em casa precisam ficar em ambientes protegidos, que lembre o seu natural, nestes em caso de epífitas, elas se agarram a árvores para alterar os períodos em que recebem luz e sombra, conforme o movimento do sol e das folhas das hospedeiras, cujas copas funcionam ainda como quebra-vento. Importante: a maioria das orquídeas não tolera exposição direta ao sol.

Desta forma, o ideal é fornece-lhes um abrigo em quintal ou em outra área ao ar livre coberto por telas ou ripas de madeira, bem arejado, mas longe de ventos fortes; iluminado, mas não colocado diretamente sob o sol. A tela apropriada, é uma sombrite escura de 50 a 70 %.

Ao se optar por uma cobertura de ripas, deve-se tomar o cuidado de dispô-las no sentido norte-sul; como o sol se move no eixo perpendicular a esse (leste-sul), as plantas estarão sempre recebendo luminosidade em partes diferentes. As ripas de madeira podem ter cerca de 5 cm de largura e o espaço deixado entre elas de 1,5 a 3 cm de largura.

Uma boa maneira de segurar o vento é formar barreiras vivas com arbustos nas laterais do abrigo. Os vasos devem ficar preferencialmente pendurados sob a cobertura. Se ficarem em prateleiras, esta deve ser ripadas (com caibros de 5 cm de largura e 1 cm de espessura) e respeitar um vão livre entre seu fundo ao chão de no mínimo 90 cm de altura.
Manter limpo o local onde as orquídeas são abrigadas; eliminando: lixo, vasos e xaxins velhos, o que evita o aparecimento de pragas e doenças.
Se houver um ataque de lesmas ou caracóis, o ideal é usar o meio de catação, mas se o ataque for intenso é viável o uso de iscas tóxicas, assim como produtos específicos, para combater fungos e demais doenças, mas sempre procurando primeiro auxilio em produtos naturais.

O melhor para as orquídeas é mantê-las fora de casa. Mas nada impede que sejam levadas para dentro quando floridas e logo depois do termino de vegetação das flores, serem devolvidas ao abrigo do orquidário. Quem vive em apartamento pode cultivá-las em varandas, desde que recebem sol de manhã e pouco vento.

flor50

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