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Posts para categoria ‘Cultivos e Cuidados’

Jasminum_nitidum

Planta pertencente à família Oleaceae e origina-se do Pacífico. É conhecido também como jasmim-asa-de-anjo ou simplesmente jasmim. É uma planta arbustiva muito apreciada pelo doce perfume de suas flores.

Os seus ramos são longos, ramificados, pendentes e, com o tempo se tornam lenhosos. As inflorescências apresentam botões rosados que se abrem em flores estreladas, brancas e muito perfumadas. Este jasmim pode alcançar 6 m de altura, mas geralmente não ultrapassa 1,5 m, devido às podas. A floração ocorre na primavera e verão.

Por ser uma planta baste rústica e versátil, pode ser utilizada como cerca-viva, arbusto informal e até mesmo como trepadeira, recobrindo pórticos . Sua utilidade dependerá de como será conduzida, em relação ao tutoramento e podas.

Para a obtenção de uma cerca viva, por exemplo, podas de formação devem ser realizadas para estimular seu adensamento, dando a planta uma textura mais compacta.

Caso seja conduzida como trepadeira, necessitará de tutoramento e amarrios para que se fixe ao suporte. Este jasmim também pode ser plantado em vasos e jardineiras, que servirão para adornar a entrada de casas, varandas e sacadas, perfumando o ambiente com seu aroma doce e intenso.

Pessoas mais sensíveis e alérgicas devem evitar o plantio do jasmim próximo às janelas dos quartos.

O jasmim-estrela deve ser cultivado sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. É capaz de tolerar a salinidade e se adapta a diferentes tipos de solos. Não tolera geadas ou frio intenso, mas pode ser mantido em estufas durante o inverno nas regiões de clima temperado ou frio. Rebrota bem após podas drásticas.

Sua multiplicação é feita por meio de estacas preparadas principalmente no final do inverno e deixadas enraizar em local protegido.

janela

Rosa grandiflora Rock & Roll

A rosa é uma das flores mais populares do mundo, cultivada desde a Antiguidade. Símbolo do romantismo, paixão e amor, elas estão inseridas em uma cultura ainda muito fechada no paisagismo e jardinagem.

Elas podem ser silvestres, híbridas-de-chá, sempre-floridas, miniaturas, rasteiras, arbustivas, trepadeiras, cercas-vivas… – entender o universo e sua variedade imensa de cores, tamanhos e formas é tarefa difícil, mas que com um pouco de dedicação e cuidado, pode ser facilmente entendido.

Plantio
Dê preferência a locais ensolarados e bem arejados. Quando bem cuidada, a roseira floresce o ano todo. Para isso, precisa de pelo menos de 6 a 7 horas diárias de luz solar direta. Um local arejado evita o surgimento de fungos nas folhas e flores.

As roseiras se desenvolvem bem em qualquer tipo de solo, mas é preferível uma terra mais argilosa, que tenha boa drenagem. O solo rico em húmus também é benéfico para as rosas. O espaçamento entre cada muda plantada dependerá do tipo da rosa: as arbustivas precisam de um metro entre as mudas; as trepadeiras, de um a dois metros; as cercas-vivas, de 50 a 80 cm; as híbridas-de-chá e sempre-floridas, 50 cm; as miniaturas, 20 a 30 cm; e as rasteiras, 30 cm.

Se o plantio for feito com mudas prontas, vendidas em sacos plásticos, não há restrição de época. Já para o plantio com mudas “de raiz”, o período mais indicado vai da segunda metade do outono à primeira metade da primavera.

Comece a preparar a terra oito dias antes de plantar as roseiras. Cave a terra a uma profundidade de 30 a 40 cm e misture de 10 a 15 Kg de esterco curtido e 100 a 200 g de farinha de ossos por m².

Conserve as mudas na sombra até a hora do plantio, e plante-as o mais rápido possível. Retire-as da embalagem e mergulhe-as em água por dois a três minutos.

Localize o ponto de enxerto, ele fica na junção entre a raiz e o galho principal. Ao plantar, ele deve ficar fora da terra cerca de 1 cm. Coloque a muda e vá completando com terra aos poucos, colocando-a levemente em torno da raiz. Depois, regue bem.

Também dá para plantá-las em vasos, embora não se desenvolvam tão bem. Para isso, você deve misturar 10 litros de terra comum de jardim ou horta, 10 litros de húmus de minhoca ou composto orgânico, 100g de farinha de osso e 50g de fertilizante granulado NPK 10.10.10.

Cuidados
Logo após o plantio das mudas, até a primeira floração, regue uma vez por dia, de preferência à tarde. Depois, recomenda-se regar uma vez por semana no inverno e duas vezes por semana em época de seca. Na temporada de chuvas, é possível suspender as regas. Seguir esses procedimentos é importante, pois roseiras não gostam muito de água, então, a terra deve permanecer ligeiramente seca entre uma rega e outra.

Pode-se fazer de duas a três adubações por ano. A primeira deve ser feita logo após a poda anual, que ocorre entre julho e agosto, já a segunda pode ser feita entre novembro e dezembro, e a terceira, entre janeiro e fevereiro. A melhor adubação é a orgânica, com esterco animal, composto orgânico, farinha de ossos e torta de mamona.

As quantidades, para cada metro quadrado de canteiro, são: 20 litros de esterco curtido ou 2 Kg de composto orgânico; 200g de farinha de ossos; 100g de torta de mamona.

A primeira poda da roseira deve ser feita um ano após o plantio, e repetida todo ano, entre os meses de julho e agosto. Os dias frios do inverno são ideais para se fazer a poda das roseiras, é ela que irá incentivar o surgimento de novos brotos e aumentar a floração. Para começar, faça uma limpeza, cortando todos os galhos secos ou fracos, o corte depende da espécie (para as mais rasteiras, entre 20 e 25 cm, para as rosas maiores, entre 80 cm e 1 m).

Também é importante livrar a roseira das flores murchas, durante o ano todo, pois esse procedimento impede a formação de sementes e garante maior quantidade de flores

Em vasos, a rega das roseiras deve ser diária, principalmente nos dias quentes. Após 50 dias, também é importante aplicar fertilizante líquido na raiz, de acordo com as indicações do fabricante, e repetir o processo periodicamente.

Colheita
Em roseiras novas corte as primeiras com hastes bem curtas e as subsequentes com hastes um pouco mais longas. Em plantas formadas, as hastes podem ser cortadas até 2/3 do comprimento do galho…

Pragas e doenças
As pragas e as doenças são grandes inimigas das roseiras. Os pulgões são os mais comuns, e podem destruir a plantação se não forem combatidos (a melhor maneira é com calda de fumo, veja receita abaixo).

As formigas-cortadeiras também costumam aparecer para picotaras folhas da roseira, um bom formicida é suficiente para combatê-las.

Há também ácaros, trips e besouros, que precisam ser combatidos com agentes químicos. Já as doenças, como mofo-cinzento, mofo-branco, mancha-preta e míldio, devem ser tratados com produtos específicos vendidos em casas especializadas em jardinagem.

Receita para combater pragas – Calda de fumo
Ingredientes: 20 cm de fumo de corda (adquirido em tabacarias ou lojas especializadas) e ½ litro de água.

Modo de preparo: Deixe o fumo de molho na água durante um dia. Para aplicar sobre as plantas, utilize de três a cinco colheres de sopa desse preparado diluído em um litro de água. Pode aplicar com o auxílio de borrifador. O uso não é recomendado após oito horas do preparo.

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Os Chifres-de-veado são plantas domésticas curiosamente incomuns. A planta tem vários hábitos de crescimento com frondes basais e foliares (folhas grandes divididas).

As frondes da base são grandes e redondas, e se fixam a uma superfície que cresce em camadas sobrepostas. As frondes foliares são eretas e se dividem, produzindo estruturas amarronzadas de esporos que podem ser germinadas em novas plantas. O cultivo da samambaia-chifre-de-veado concede uma estranha beleza à decoração de sua casa.

Crescem em florestas úmidas tropicais e subtropicais, mas pode-se cultivá-las em casa, desde que se entendam alguns fatos básicos sobre a sua composição. São plantas plantas epífitas (não captam água e nutrientes do solo) que precisam das árvores como apoio.

As frondes verdes realizam a fotossíntese para o crescimento. As frondes da base capturam os resíduos que caem, coletando deles os nutrientes. Os Chifres-de-veado têm raízes, mas estas são usadas apenas para sua fixação às estruturas. Não retire as escamas acinzentadas que dão à samambaia uma aparência empoeirada. A função dessas escamas é interromper a evaporação.

Como fixá-las
Os Chifres-de-veado crescem em árvores ou em outras estruturas ao ar livre. Eles se desenvolvem bem em temperaturas de, pelos menos, 21,1ºC, mas não em temperaturas abaixo de 12,7ºC. Em outros climas, a chifre-de-veado cresce bem em interiores, em substrato leve e poroso, contendo partes iguais de turfa e musgo de esfagno picado. Adicione um pedaço de cortiça ao vaso para as raízes se prenderem ou cultive a planta em placas de cortiça fixadas a uma parede. Não perturbe a samambaia depois que ela estiver fixada ao seu apoio.

Cultivo
Mantenha úmido o apoio da samambaia durante o ano inteiro, mas regue bastante nos meses de verão. Na primavera, adicione uma cobertura de adubo fresco para oferecer nutrientes. Cultive a planta à luz solar, mas não direta, pois ela cresce naturalmente sob a luz filtrada da floresta tropical. Em interiores cultive-as em áreas com muita circulação de ar e pouca umidade para evitar o apodrecimento da raiz.

Propagação
Colha as mudas enraizadas de um Chifre-de-veado a partir da base. Plante-as em um vaso com adubo. Mantenha-as posicionadas com um arame dobrado ou estacas de madeira. Conserve o solo úmido até crescerem o suficiente para serem transplantadas.

Pode-se também colher os esporos maduros das frondes foliares. Os esporos devem ser de cor marrom-brilhante. Corte um pedaço de fronde com esporos maduros e ponha-o em um saco de papel até os esporos se dispersarem ou ficarem lanosos, com tonalidade amarronzada e seca. Encha um vaso fundo com fragmentos de um vaso de barro e, em cima destes, aplique uma camada de turfa ou esfagno. Espalhe os esporos no alto do substrato e ponha o vaso em um pires com água para fornecer umidade. Transplante-os para vasos novos, a espaços de cerca de 5 cm, quando estiverem grandes o suficiente para serem manuseados.

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A Celósia é uma planta anual pertencente à família Amaranthaceae. E originária da Índia.

O porte da planta é de 30 a 60 cm de altura, com um aspecto bastante interessante. Suas inflorescências plumosas e de coloração variada, sendo muito comum nas cores amarela, vermelha e violácea são muito vistosas e coloridas.

Esta é uma planta de grande resistência ao sol, não apresentando problemas quanto a queimaduras em suas folhas e flores, assim sendo, aconselha-se o plantio em local bem ensolarado, para que a planta faça muita fotossíntese e cresça forte.

Não é aconselhável o plantio desta planta em locais muito frios, uma vez que o frio atrapalha sua floração, porem ela dificilmente morre durante os invernos, voltando a florescer no verão.

Prefere solos ricos em matéria orgânica, com boa drenagem. O cultivo se dá preferencialmente a pleno sol.

As regas devem ser frequentes, com intervalos de no máximo 3 dias, conforme o clima. Como é planta de rápido crescimento, a semeadura é feita normalmente na primavera, tendo vista o florescimento durante o verão.

Para realizar o plantio geralmente utiliza-se mudas compradas prontas ou saquinhos de sementes enterradas a poucos centímetros de profundidade. Após você já ter algumas destas plantas, obter novas sementes é bem fácil, uma vez que ela produz várias centenas após cada floração.

Reforce a adubação sempre antes das primaveras e realize podas de limpeza sempre que a planta encontrar-se coberta por flores ou ramos mortos.

Além do uso paisagístico, para compor jardineiras e forrações, é utilizada como flor de corte, devido a durabilidade das flores que, a maneira das perpétuas do gênero Gomphrena, têm atrativo ornamental mesmo após  desfalecerem. O cultivo através de sementes é facílimo, podendo as mesma germinarem ao pé da planta mãe.

Embora seja bastante utilizada como forração, ficam muito bonitas usadas em jardineiras, dando colorido especial principalmente se fixadas em janelas, ou na amparo de sacadas.

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