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Posts para categoria ‘Cultivos e Cuidados’

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Originária da América do Sul, essa planta pode ter flores vermelhas, brancas ou mescladas. Da ponta de cada haste podem brotar de 6 a 16 flores muito ornamentais, que são semelhantes ao lírio. Seu crescimento é rápido e sua floração acontece 1 mês após o plantio.

Modo de plantar:
Pegue um vaso que tenha pelo menos 1 furo no fundo e faça a drenagem com argila expandida e manta de bidim. Coloque um pouco de substrato leve e com boa aeração (misture solo argiloso e matéria orgânica, na proporção de 1:1, ou uma mistura de casca de pinus (85%) com vermiculita (15%) – substrato de origem mineral leve, que absorve grande quantidade de água.) no fundo e então coloque bulbo no centro do vaso deixando o pescoço dele para fora da terra.

Molhe bem e coloque o vaso num local quente e bem iluminado. Regue a cada 5 dias com 1 xícara de água. A floração deverá aparecer em 1 mês e pode durar até 25 dias.

Cuidados após a floração
Aguarde até que as folhas tenham secado completamente para então cortar a haste deixando apenas 1cm acima do solo. Se quiser, retire cuidadosamente o bulbo do vaso e plante-o no jardim ou então plante-o num outro vaso com terra nova.

As regas devem ser  1 vez por semana com 1 xícara de água durante 5 meses e então suspenda a rega pois a planta entrará em estado de dormência. Ela deverá florir na primavera.

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Copo-de-leite - (Zantedeschia aethiopica)

Também conhecido por Callas, Zantedeschia ou Lírio-do-nilo essa planta é originária da África e só existia na cor branca, que parece um copo de leite. As novas cores foram criadas em laboratórios através de alterações genéticas.

Os jardineiros dizem que o copo-de-leite é uma planta de “pé frio” e “cabeça quente”, pois não tolera calor em excesso, nem tão pouco geada, embora aguente o frio.

Modo de plantar: Pegue um vaso que tenha pelo menos 1 furo no fundo e faça a drenagem com argila expandida e manta de bidim. Coloque um pouco de substrato no fundo e coloque bulbo no centro do vaso cobrindo com uma leve camada de terra. Molhe bem e coloque o vaso num local quente e bem iluminado.

Se for plantar num canteiro, deixe 20cm de espaçamento entre cada bulbo para que a planta possa se desenvolver perfeitamente.

Luminosidade: O copo-de-leite gosta de locais úmidos e sol direto, mas só metade do dia, de preferência que receba o sol da manhã.

Rega: Mantenha o solo sempre úmido, então verifique diariamente a terra e regue sempre que necessário.

Floração: Após o plantio do bulbo, ela deverá florescer entre 60 a 90 dias e se manter florida por 30 a 40 dias. Suas flores podem atingir até 90cm de altura.

Multiplicação: É feita pela separação dos bulbilhos formados junto à planta mãe e separados após o florescimento.

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Barléria

A Barléria é uma planta que pertence a família das Acanthaceae (é a família das plantas angiospérmicas – plantas que possuem flores). Pertence \á família das Acanthaceae (é a família das plantas angiospérmicas – plantas que possuem flores).

É um pequeno arbusto originado do continente asiático, que começou a ser cultivado na Índia, podendo ser encontrada com facilidade em outros países como: China, Filipinas, Mianmar e Tailândia.

Apesar de ser encontrada em alguns países da Ásia ela é nativa e típica das Filipinas, tanto que o país dá origem ao principal nome popular da planta.

É uma planta de flores tubulares, pequenas e delicadas. Possui uma bela folhagem e floresce quase todo o ano. Deve ser cultivada a pleno sol ou meia-sombra, com solo bem adubado. Não tolera clima muito frio.

Seu esplendor é observado nas épocas mais quentes. Sua utilização no paisagismo é bastante versátil, podendo ser plantada em vasos e bordaduras. Sua multiplicação é feita por sementes.

Apresenta características de uma planta herbácea (plantas que possuem um caule não lenhoso ou semi lenhoso podendo apresentar vários portes, e que podem conseguir os mesmos efeitos e características de uma planta arbustiva).

É conhecida popularmente pelo nome de Violeta Filipina, pertencente à categoria de plantas que possuem flores perenes, isto é, ela apresenta flores durante quase todas as épocas do ano, por isso uma das características mais marcantes da Barléria é o fato dela ser uma planta muito florífera. A Barléria possui flores pequenas e bastante delicadas, com as cores: roxa, rosa, rosa-arroxeada, azul e branca (tipo raro de Barléria), e que apresentam um formato que nos recorda uma trombeta.

É uma planta de pequeno porte, rústica (planta que se desenvolve sem a necessidade de ser cultivada), que se aclimata com facilidade as regiões litorâneas e que pode atingir em média de 0,90 m a 1,20 m de altura.

Para que a Barléria fique compacta, forte e robusta é recomendado que a seja despontada (o seu topo e extremidades sejam cortados). Ela é uma planta que possui um caule ereto e pendente (os ramos da planta se curvam para o solo).

A Barléria é uma planta que possui uma bela folhagem e é bastante usado por jardineiros e decoradores devido a sua beleza e as suas características ornamentais (apresenta flores durante quase todo o ano, o que realça a sua beleza e uso como planta de características decorativas – não existem tantas plantas que apresentam flores durante todo o ano).

As folhas são ásperas (espessas e duras) e possuem formato elíptico (apresentam a forma de um circulo achatado). Elas possuem a coloração verde escuro na sua parte superior e na parte inferior possuem a cor verde claro (opaco). Outra característica das folhas da Barléria é que elas possuem uma persistência permanente (a folhagem mantém as suas folhas durante todo o ano).

Os frutos apresentam o formato de cápsulas elipsoides (formato de círculos achatados), que possuem um tamanho de 1,5 cm e geram as sementes que são tão necessárias para a reprodução da planta.

Outra característica da Barléria é o fato dela ser uma planta de ciclo de vida perene (são plantas que apresentam ciclos de vidas longos – mais de dois anos).

Em outros países a Barléria é conhecida por outros nomes, como por exemplo: na língua inglesa (bluebell barleria, philippine Violet), na língua espanhola (campanitas azules e violeta filipina) e na língua alemã (philippinisches buschveilchen).

Como cultivar
A Barléria é uma planta típica para ser cultivada nas regiões de clima Tropical (quente e úmido), no entanto ela também se adapta facilmente aos climas: Subtropical, Equatorial e Mediterrâneo.

Apresenta o seu grande momento e esplendor de sua grande beleza nas épocas mais quentes do ano (isto ocorre principalmente no verão e na primavera).

Devido as suas características climáticas (de ser uma planta que gosta do calor e da umidade), é um tipo de planta que não suporta e nem tolera as baixas temperaturas e os climas frios.

A Barléria é uma planta que deve ser cultivada a sol pleno (principalmente nos locais que não sejam tão quentes) e a meia sombra (nos locais com temperaturas mais elevadas).

Deve ser cultivada em solos drenáveis, férteis e que sejam bem adubados com material orgânico e sejam irrigados de formas regulares (duas regas por semana são suficientes, pois dessa forma o solo não ficará encharcado). Essas atitudes ajudarão a planta a apresentar um bom desenvolvimento e ter uma bela floração.

O Solo pode ficar úmido, mas não precisa ser encharcado (o solo encharcado pode levar ao apodrecimento das raízes e por consequência a morte da planta).

Com relação as podas, elas podem ser realizadas com o objetivo ter um visual mais compacto e bonito.

É uma planta muito versátil quando se trata do seu cultivo, pois devido ao seu porte (pequeno) e a sua forma de crescimento ereta e colunar, ela pode ser plantada e cultivada em jardins que possuem pouco espaço disponível, pois ela pode ser plantada em vasos, jardineiras e bordaduras (servem para delinear os canteiros dos jardins).

Multiplicação e reprodução
A reprodução ou multiplicação da Barléria acontece normalmente durante o inverno e ela pode ocorrer de duas formas:
* Propagação de Sementes;
* Por Estaquia (formação de mudas);

A propagação das sementes acontece quando a planta realiza a produção de suas sementes e as mesmas são semeadas e cultivadas e a planta vai se reproduzindo.

No caso da reprodução por estaquia, que é um método de reprodução assexuada das plantas, ocorre a separação de ramos na formação de pequenas mudas para serem plantadas. Nestas mudas, são necessárias que existam a presença de ramos e raízes, para que elas sejam plantadas em outro local e tenham a capacidade de crescer e se tornar uma nova planta.

No cultivo da Barléria, são necessários poucos cuidados, no entanto às pessoas que desejam plantar e cultivá-la, precisam estar atenta as questões de temperatura, pois a Barléria é uma planta que não se adapta a baixas temperaturas, e caso ocorra o cultivo da planta nessas condições, ela pode vir a morrer.

Por ser uma planta muito bonita, com características arbustivas e apresentar flores durante quase todos os períodos do ano, é bastante utilizada por decoradores e paisagistas como planta decorativa.

Fica bastante bonita quando cultivada como revestimento para muros e também pode ser usada com outras plantas.

Além das características ornamentais, a Barléria possui propriedades medicinais. As folhas da Barléria podem ser utilizadas na preparação de um chá ou extrato que pode ser utilizado no tratamento das anemias, inflamações diversas e contra a dor de dente.

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Planta da mesma família do alho comum, mas tem vocação para compor belos arranjos, em vez de temperar comidas.

Com bulbo grande e folhas largas, ele chama a atenção quando está florido: do alto de uma haste longa e fina surgem pequenas flores estreladas, nas cores branca, rosada ou esverdeada. Por seu formato delicado e boa resistência, essa espécie é muito procurada como planta de corte, compondo arranjos exóticos e charmosos.

Nativo do sul de Portugal, mais especificamente da região do mar Mediterrâneo, o alho-negro gosta de climas quentes, podendo ser cultivado em todo o Brasil.

Os botões do alho-negro não se abrem todos de uma vez, uma característica comum em muitas outras espécies que produzem flores em buquês. Da primeira flor aberta até que o último botão caia, passam-se semanas.

Se o vaso estiver em local externo, as abelhas logo encontrarão a planta, transformando o miolo de cada flor em uma gorda cápsula de semente. Espere que essas cápsulas sequem e se rompam sozinhas para semeá-las aos pés da planta-mãe, que logo secará e morrerá.

Se preferir, você pode desenterrar o bulbo-mãe e separar os bulbilhos que tiverem se formado ao lado dele – eles são muito parecidos com os dentes de uma cabeça de alho. Depois de limpos e secos, cada bulbilho estará pronto para ser plantado e produzir uma nova geração de flores.

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A Coromandel é uma planta herbácea que apresenta um crescimento de maneira muito ligeira e rápida, devido a essa característica a Coromandel é considerada como uma planta tipo erva daninha em muitos locais do mundo.

É popularmente conhecida como Violeta chinesa e Asistásia branca, (principalmente na África do Sul), Ela é uma planta que pertence a família das Acanthaceae e tem sua origem inicial no continente asiático, principalmente nos países da Índia e da Malásia.

Apesar de oriunda do continente asiático, ela está espalhada por todo o planeta, sendo encontrada em todos os continentes, principalmente nas regiões de clima tropical. É uma planta plenamente adaptável aos locais de clima tropical, no entanto ela também se adapta com facilidade aos locais que vivem sob o clima subtropical.

É uma planta de ciclo perene, reclinada ou ascendente (forma de crescimento), que quando bem amparada, ela se torna uma planta escadente (são plantas que crescem em direção a luz, emitindo os seus novos brotos para o alto).

A planta Coromandel é uma planta rústica e muito forte e resistente, tipicamente de clima tropical que não suporta as baixas temperaturas. Além de não suportar as baixas temperaturas, ela tem como uma de suas características o fato de não se adaptar aos locais e ambientes que apresentam baixa umidade relativa do ar.

Também é uma planta que é muito atraente para as abelhas e borboletas que adoram as suas flores, pois exalam uma fragrância bastante agradável.

Atinge um tamanho médio de 50 cm, contudo ela é uma planta que caso seja sustentada por um suporte apropriado, ela irá apresentar o comportamento de uma planta do tipo trepadeira, onde pode chegar a atingir 5 m de altura. Uma de suas características é que os caules facilmente criam raízes em seus nós.

Possui uma folhagem ramificada e espessa e possui pelos esparsos. As folhas podem ter um formato oval ou em formato de coração, apresentando sulcos ligeiramente marcados. A coloração das folhas é verde escura e são de resistência permanente.

É uma planta que floresce durante todo o ano (durante as 04 estações: Primavera, verão, outono e Inverno), e as suas flores ficam posicionadas de forma que ficam na lateral da planta e possuem o formato que recordam um sino. Podem apresentar coloração amarela, azul, rosa-arroxeada, rósea e branca.

Podem também se comportar como uma planta de forração (plantas que quando plantadas no chão ou em suportes apresentam crescimento horizontal). Dessa forma, pode ser cultivada em jardins através de maciços, vasos e jardineiras.

É considerada fácil de ser cultivada, pois é necessária muito pouca ação humana para que ela se desenvolva e cresça.

Deve ser cultivada a sol pleno (quando cultivada em ambiente e locais com temperaturas um pouco mais frias) ou no máximo a meia sombra (quando cultivada em locais mais quentes),  em solo fértil e preferencialmente que seja enriquecido com material orgânico (adubagem regular) e precisa ser regada regularmente.

Mas fique atento, pois pode ser invasiva que, e devido a isso pode se tornar daninha.

Sua multiplicação é através da propagação de suas sementes e também pela divisão da planta em mudas (estaquia). No entanto é necessário lembrar que essas mudas precisam ter em sua composição raízes e ramos para que a planta possa ter condições de crescer e formar uma nova planta.

Devido ao fato de ser uma planta bastante resistente, a Coromandel se propaga em qualquer uma das estações: Primavera, Verão, Outono e Inverno, isto é, ela se propaga durante o ano todo.

O cuidado que precisa ser tomado é apenas quanto a questão da temperatura, pois a Coromandel não resiste as baixas temperaturas.

É uma planta com características ornamentais, muito usada para cobrir muros, cercas e outros tipos de suporte. Quando a planta é utilizada com esse intuito, sendo bem cuidada, ela gera um efeito muito bonito devido a sua beleza (as flores em formato de sinos chamam bastante a atenção das pessoas causando um belo efeito visual).

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A Pitangueira bastante resistente, todavia, precisa ser cuidada com bastante atenção para evitar problemas decorrentes à quantidade de irrigação, pois já estamos quase entrando na primavera, que mais possui sensação climática de verão, sobretudo pelo tempo abafado e a longa estiagem.

Quase todas as adversidades resultam no fator Rega, os problemas mais comuns observados são:

Manchas nas folhas
-
Podem ser causadas por muita rega, ou seja, a rega que extrapola ao tipo de solo utilizado atraindo a atenção de fungos patógenos que atacam não só as folhas, mas também as raízes, afetando a floração e a frutificação (pode até frutificar, porém os mesmos se tornarão frutos mirrados);
- Outro fator é a qualidade do solo, discuto isso me referindo à fertilidade do solo em razão da existência de micro e macro nutrientes, porque quanto mais “faminta” se encontrar, pela falta de nutrientes, é claro, mais propensa estará à doenças.

Obs.: Uma receita eficaz no combate de fungos é a que já se faz presente no nosso fórum, a base de pimenta e alho. Evite utilizar produtos químicos sem antes aplicá-lo, na grande maioria das vezes essa receita ajudará.

Cuidado para que os brotos não se queimem nem murchem durante a exposição ao sol – se murcharem as folhas de uma pitanga sadia haverá uma grande possibilidade de o problema ser ataque de fungos nas raízes, verifique isso, e se for preciso mude de solo novamente. Replante-a em terreno 100% inorgânico, ou seja, só de pedriscos ou outro solo similar.
Se queimar certamente o solo é ineficaz ao clima onde a planta está exposta, climas quentes ou frios.

Climas mais quentes
- Precisa de solo que retenha umidade suficiente para que a planta resista a ação do vento e do sol o dia inteiro sem ser afetada. “Solo drenado… com ótima umidade” não se preocupem, pois ela ama água.

Climas mais frios
- Menos úmido para conseguir controle das regas.
Quando observamos um arbusto de pitanga bem formado na natureza, mais precisamente no litoral, onde o terreno é bem arenoso e não oferece estabilidade, podemos verificar que a raiz é pivotante, ou seja, vai muito fundo, por causa da finalidade de fixação e enquanto se desenvolve vai criando raízes secundárias em torno de sua estrutura, essas secundárias criam terciárias e etc. até a criação das raízes capilares (de alimentação).
A areia, embora não ofereça resistência a estabilidade das raízes da planta, motivo pelo qual se aprofunda tanto, oferece umidade na proporção do aprofundamento das raízes. Embora sofra pela ação das intempéries, principalmente vento, se mantém sadia, pois no fundo há umidade, há água.
A estiagem nesse terreno de restinga é menor que no sertão de Minas, por exemplo, e mesmo assim em terrenos mais úmidos a pitanga se mostra valente.

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Orquídea Vanda branca

Não há segredos em cuidar de uma orquídea. Mas, a maneira mais simples de matá-la é molhá-la demais, para que isso não aconteça o certo é sentir a cada dois dias se existe umidade no substrato delas, caso o sinta seco aí será a hora de rega-la novemente.

Como retirar uma muda e plantar a orquídea no vaso
Para acomodá-la no novo vaso, repare de qual lado surgem os novos brotos. A parte posterior deve ser encostada em um dos lados do vaso para firmar o desenvolvimento do exemplar.

* Lavar bem o vaso para retirar poeira.

* No caso de vasos de cerâmica queimada, encharcá-lo de água antes de colocar o substrato.

* Não usar vasos grandes para mudas pequenas, a proporção de substrato excessiva poderá reter mais umidade e propiciar surgimento de fungos.

* Escolha uma muda bem saudável e retire-a com a tesoura conforme ilustração maior de topo da página

* Verifique a existência de raízes secas ou doentes, e também insetos presos à planta.

* No fundo do vaso colocar uma camada de brita, cacos de vasos ou isopor para garantir a drenagem das regas e da chuva.

* Se o vaso é de cerâmica, é costume o fabricante fazer grandes furos nas laterais. Cubra com cacos de vaso, irá impedir a entrada de lesmas e outros insetos que poderão atacar as raízes.

* Coloque o substrato escolhido em pedaços e cubra com pedaços de coco que foram deixados de molho em água, conforme ensinamos.

* Colocar a planta delicadamente, fixando-a com pedaços de arame curvos.

* Colocar um tutor preso firmemente no substrato, de arame ou bambu cortado. Amarre delicadamente a orquídea nele. Também servirá posteriormente para amarrar a haste floral.

*Se optar por colocar em placas de coco ou madeira, será necessário amarrar a planta até que suas raízes se fixem no material.
Use cordão de algodão e não aperte demasiadamente, é só para que ela não caia da placa.

Adubamento: evidentemente ela precisa de nutrientes para crescer, o próprio xaxim ou fibra de coco é um fornecedor natural de diversos nutrientes que ajudam no crescimento.

Prefira os vasos de barro aos de plástico. Apesar de serem mais caros, os primeiros têm mais porosidade e drenam melhor a água. Se optar pelos plásticos, fique de olho nas regas para não encharcar demais a planta.

* Se a base da orquídea estiver a menos de um dedo da boca do vaso, é preciso trocá-la de moradia. Procure deixá-la dois dedos de altura abaixo da boca do vaso.

* Quando descartar uma folha, passe canela em pó no local do corte. O ingrediente é um cicatrizante natural.

*Manchas na folhagem podem ser amenizadas com fumo de corda. Ferva o fumo em água por uma hora até que vire uma solução concentrada, que deve ser diluída em água. Borrife sobre as folhas repetidas vezes, até que dê resultado.

* Pragas e doenças: são poucas doenças que podem atacar as orquídeas e quando são atacadas, não há muito a ser feito. A melhor forma é evitar o aparecimento de doenças e pragas nas plantinhas.

Pulgões e cochonilhas são insetos que podem trazer problemas, os pulgões podem ser facilmente eliminados borrifando uma mistura de água com detergente, já as cochonilhas devem ser removidas manualmente, em uma torneira raspando as folhas com uma escova macia.

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Vandas

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A luminosidade é um fator muito importante para o cultivo de uma Vanda, elas precisam de luz para florescer e crescer com vigor. Uma Vanda que não está florescendo, muito provavelmente está recebendo menos luz do que o necessário. Essas orquídeas florescem com sombreamentos em uma escala de 70% de sombra a sol pleno. A maioria adapta-se muito bem com telas que deixam passar 40% da luminosidade do sol.

A família das Vandas engloba várias orquídeas, entre elas: as do gênero Renanthera, Rhynchostylis, Ascocentrum, entre outras.Podem ser cultivadas diretamente no sol, em jardins, praças ou coberturas. As demais vandas, quando usadas em paisagismo, podem ficar protegidas pelos galhos de árvores maiores, seja quando penduradas ou fixadas nos troncos dessas árvores, ou também em locais onde a luz solar não incida nos períodos mais quentes do dia.

- Sintomas de baixa luminosidade: folhas com colorido verde muito escuro, ausência ou baixo índice de floração por mais de um ano em Vandas adultas, enfraquecimento da planta com perda de folhas e maior suscetibilidade a doenças.

- Sintomas de excesso de luz: Folhas amareladas ou com queimaduras, perda de folhas e algumas vezes desidratação.

É muito importante que as Vandas estejam em um ambiente arejado. Essa medida ajuda na saúde das plantas pois facilita que sequem mais rápido evitando o aparecimento de doenças.

O vento também proporciona às plantas uma limpeza dos possíveis microorganismos nela instalados.

As Vandas se bem fixadas em árvores no jardim, suportam ventos fortes. Para as plantas suspensas, proteja das rajadas de vento. Como dito anteriormente, o vento deve ser evitado em temperaturas mais baixas.

Você já sabe que o principal fator para uma excelente floração das Vandas é a quantidade de luz que ela recebe. As Vandas podem florescer até quatro vezes ao ano e a cada florada portar mais flores em suas hastes. Uma Vanda bem florida é fascinante.

Alguns cuidados neste período podem ser bem interessantes para deixar a sua planta ainda mais bonita. Quando os botões já estiverem definidos, evite borrifá-los com adubo.

Essa regra também vale para as flores, pois o sal do adubo junto com sol e calor podem provocar micro-queimaduras nas pétalas, prejudicando muito a estética da planta.

As Vandas adoram água, elas devem ser regadas abundantemente e de preferência todos os dias, a não ser em regiões ou estações frias. A rega ideal é no início da manhã para dar à planta tempo de secar até que os raios solares aumentem de intensidade. Em média, em duas horas estarão secas.

Alguns cultivadores preferem colocar substrato na cesta plástica das vandas, para que assim retenham mais umidade e não seja necessário regas diárias (só recomendo este método para cultivadores experientes).

A água da chuva é a melhor a ser usada para qualquer vegetal, inclusive para as Vandas. Em regiões frias, não molhe a planta se a temperatura estiver abaixo de 12°C. Se o frio permanecer por semanas, estabeleça um ritmo de duas regas semanais apenas, mas sempre molhando acima desta temperatura.

Para molhar suas Vandas, utilize uma mangueira com ponta tipo chuveiro, sem jato forte. Molhe intensamente toda a planta até que as raízes mudem de coloração para um verde mais intenso. Isso significa que a planta absorveu a água.

As Vandas são muito resistentes e vivem muito bem em temperaturas entre 12°C a 40°C, em dias mais quentes, é aconselhável ventilar mais, ou elevar a umidade do ar.

Já foram feitas experiências com Vandas em temperaturas de até 4°C por um período curto de tempo, alguns sintomas apresentados pelas plantas foram a perda dos botões e a parada momentânea de crescimento das raízes. Logo que a temperatura aumenta, a planta volta ao seu crescimento normal. Se o frio for muito intenso durante vários dias seguidos, é necessário protegê-la do vento.

A temperatura muito baixa faz a planta parar de crescer, retomando o seu metabolismo semanas depois.

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O primeiro ensinamento de um orquidófilo, é de que a Orquídea não é uma parasita. Na verdade a orquídea é capaz de produzir o alimento que necessita. Através da fotossíntese transforma em carboidratos e oxigênio, com a intervenção do calor, da luz, e da clorofila. Ainda se alimenta pela raízes absorvendo água e sais minerais.

É impossível estabelecer uma regra única para o cultivo de todas as orquídeas. Ela nasce em qualquer canto e lugar, mas se adapta melhor em temperaturas amenas (+15 a 25ºC).

Em função das grandes variações climáticas no Brasil, o cultivo das orquídeas em ripados se torna mais adequado, mas nem sempre o mais fácil e barato.Também podemos usar para fechamento e cobertura, tela de plástico “Sombrite” 50×50 onde a passagem da luz fica reduzida a metade, em regiões muito ensolarada devemos usar tela com menos passagem de luz solar.

A altura média deve ser de 2.40m e o comprimento e largura fica de acordo a quantidade de plantas. Ao colocar as ripas ou outro material como bambu, etc. elas devem ficar na posição norte-sul, isto para que quando o sol caminha na direção leste-oeste, ele vai gradativamente passando sobre as plantas.

As ripas normalmente de 5 cm de largura, devem ficar entre si um espaçamento de 2,5 a 3 cm. Lembre-se sempre, a orquídea necessita de luz solar, mas nunca diretamente sobre a planta por longo período.Para cultivar orquídea em apartamento, escolha uma ou mais janelas que receba bastante sol durante o dia, e proteja-a com sombrite (pequena tela escura, com malhas 50×50), para que a luz solar passe pulverizada. Quanto a rega e adubação, o mesmo princípio para todas.

Rega
Para termos uma idéia do período entre uma rega e outra, vamos fazer de conta que a planta (Orquídea) está em seu habite natural grudada com suas raízes em cascas de árvores. Assim, após uma chuva torrencial os ventos sopram e as raízes secam. Usando estes princípios, a planta no vaso não pode ficar com as raízes encharcadas, pois apodreceriam, dai um espaço seco entre uma rega e outra. Em regra gerais, a rega deve ser feita pela manhã.

Adubação
Os três principais minerais para o crescimento das plantas são: Nitrogênio (N) responsável pelo crescimento, Fósforo (P) para um bom enraizamento, e Potássio (K) fortalece a planta contra pragas e auxilia na produção de flores. No mercado existem vários produtos, use a seguinte fórmula: 30-10-10, ou seja 30% de Nitrogênio, 10% de Fósforo, e 10% de Potássio, use uma colher de chá para 1 litro de água, e pulverize as plantas a cada 15 dias. Devemos lembrar que o período ideal para adubação e de agosto a abril, pois a partir de maio com a chegada do frio as plantas entram em repouso vegetativo, e a adubação não se faz necessário.

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Flor-arlequim (Sparaxis tricolor)

De origem africana, a Sparáxis é uma planta bulbosa, de textura herbácea e florescimento vistoso. Seu bulbo é do tipo cormo. Possui folhas longas e dispostas em forma de leque, que juntos formam uma planta entouceirada, cheia.

As suas flores surgem em inflorescências terminais, sustentadas acima da folhagem por hastes longas e eretas. Apresentam seis pétalas tipicamente vermelhas ou alaranjadas, com um centro amarelo coroado por uma área sombreada de castanho. Atualmente há híbridos de diversas outras cores.  A planta é de porte ereto e baixo, com cerca de 20 a 45 cm de altura.

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo leve, bem drenável (para evitar que os bulbos apodreçam), enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares.

Gosta de clima ameno, não tolerando geadas ou frio intenso. No final do verão, é normal que a planta desapareça, restando apenas os bulbos que entram num período de dormência.

Sua multiplicação é feita por sementes, mas é mais fácil separar os pequenos bulbos  formados em torno do cormo principal da planta.

Pode ser utilizada em jardins rochosos, de baixa manutenção ou em locais com pouca disponibilidade de água, devido à sua resistência a curtos períodos de estiagem. A cada cinco anos devemos verificar os bulbos (eliminando os que se desenvolveram demasiadamente) e mexer a terra.

O nome da espécie (tricolor) surgiu devido à interessante coloração da flor.

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